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Cordão Umbilical

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Escola de Artes, Ciências e Humanidades Curso de Obstetrícia

BASES DA REPRODUÇÃO HUMANA II ANOMALIAS DO CORDÃO UMBILICAL

Aline Paschoal Jeanne Calixto do Valle Pereira Marcela Dal Bó Pinto Catão Raphael Marques de A. R. da Cruz

SÃO PAULO 2010

2

Sumário 1. 2. Introdução Anomalias 2.1. Anomalias estruturais 2.1.1. Artéria umbilical única 2.1.2. cordão com pouca geleia de Wharton 2.2. Anomalias por Variações do Comprimento 2.2.1. Cordão Umbilical Curto 2.2.1.1.Brevidade absoluta 2.2.1.2.A brevidade relativa 2.2.2. Cordões longos 2.2.2. Circular do cordão 2.2.3. Nós 2.2.3.1.Os nós verdadeiros 2.2.3.2.Falsos nós 2.2.4. Torções 2.3. Inserção anormal 2.3.1. Inserção na borda 2.3.2. Inserção velamentosa 2.4. Alterações vasculares 2.4.1 .Anomalias dos vasos umbilicais 2.4.2. Dilatações varicosas 2.4.3. Roturas 2.4.4. Hematomas 2.4.5. Trombose 2.5. Inflamações 2.6. Tumorações 2.7. distocias do cordão 2.7.1. Procidência do cordão 3. 4. 5. Considerações finais Anexos Referências bibliográficas

Página 3 4 5 5 6 7 7 7 7 7 8 8 8 9 9 10 10 10 11 11 11 11 12 12 13 14 15 15 16 17 24

entram em contato com o sinciciotrofoblasto. a gelatina de Wharton. . condensam-se e formam uma ligação entre embrião e cólon . responsáveis por carregar os resíduos fetais para a placenta. Introdução O cordão umbilical tem em média entre 25cm e 75cm dependendo da idade gestacional e é constituído principalmente por: duas artérias. O seu desenvolvimento se dá após a décima segunda semana de gestação.3 1. sendo mais numerosas. uma veia. que supre o embrião com oxigênio e alimento advindos da mãe. quando o mesoderma extraembrionário se estende para fora do embrião em gastrulação. assim. As células mesenquimais no interior da cavidade blastocística. dão origem ao cordão umbilical.que se une ao alantóide e são circundados pela membrana amniótica. preenchendo o anexo de ligação feto-placentária. proporcionando assim o desenvolvimento de vasos sanguíneos no pedúnculo e.o pedúnculo embrionário . na extremidade caudal do disco embrionário. tecido conjuntivo. Os vasos sanguíneos uterinos. remodelados devido atividade proteolítica do citotrofoblasto.

4 2. aspecto. portanto pode-se considerar uma anomalia toda e qualquer alteração tecidual. que podem ter diversas consequências tanto para a gestante – diabetes e hipertensão – quanto para o feto . A grande maioria dos achados são malformações ou desrupções. estrutura – ausência ou imperfeição de vasos e tecidos – ou inserção do cordão.malformações estruturais. formação. porém. apresentação. prematuridade e morte fetal. . sendo elas relacionadas ao tamanho. devido ao parco interesse em estudos relacionados. Não é incomum a apresentação anômala do cordão umbilical. Anomalias Anomalias são diferenças em relação ao que se considera normal. inserção ou outra que não condiz com a normalidade. existem poucos registros bibliográficos. no tamanho.

medial e distal. sendo a esquerda ausente em 65 a 70% dos casos. visto ser frequente a convergência de ambas as artérias em determinados pontos do cordão.1. seguido pelo Genitourinário (33%). Gastrointestinal (27%). bem como com a visão transversal e longitudinal. 1 veia) e tem incidência entre 1 e 2% de todas as gestações. O valor preditivo positivo mantém-se por volta de 75%. Anomalias Estruturais 2.5% em abortos espontâneos e 5% em gestações gemelares.1. Remanescentes de uma artéria secundária têm sido identificados histologicamente no cordão umbilical de muitos casos de artéria umbilical única. sugerindo a atrofia de uma artéria previamente normal A detecção de uma artéria umbilical única pode ocorrer durante o prénatal durante o exame ultrassonográfico.5 2. direita ou esquerda. Artéria umbilical única A ausência de uma das artérias umbilicais. é mandatória a realização de vários cortes. incluindo os segmentos proximal. Quanto aos órgãos. As alterações circulatórias intra-uterinas em fetos com AUU podem ser relevantes quanto às origens fetais de vasculopatias do adulto. os sistemas mais envolvidos são o Musculoesquelético (37%). caracteriza um cordão umbilical com apenas dois vasos (1 artéria. A certeza. enquanto a especificidade e o valor preditivo negativo superam 95%.1. Cardiovascular (20%). A ocorrência de falso-positivos no USG em geral se deve a uma análise isolada de apenas uma alça do cordão. SNC (12%) e Respiratório (9%). podendo chegar a e 2. porem só é obtida com o histopatológico pós-natal. . Por isso. em um corte transversal do cordão apresenta uma sensibilidade de aproximadamente 66% com quinze semanas de gestação e 97% com 19 semanas. Os fetos que apresentam AUU tem entre 30% a 50% de chances de ter malformações e as anomalias cromossômicas são mais frequentemente encontradas nos abortamentos espontâneos e nos fetos com malformações múltiplas.

a quantidade de geleia é diretamente proporcional à firmeza do cordão umbilical.2. enquanto o excesso localizado pode gerar falsos nós no cordão. O cordão com quantidade insuficiente de geleia. . sendo assim. Quantidade de Geleia de Wharton A geleia de Wharton serve como sustentação e proteção.6 2. mais comum em recémnascidos desnutridos ou pós-termo.1. dando origem assim a malformações. é mais propenso a rupturas e colapso de vasos.

Brevidade relativa A brevidade reativa. ou é a redução decorrente do seu enrolamento em regiões do corpo do concepto (brevidade relativa). anoxia fetal. se menor da metade de sua estatura. o cordão será longo se tiver mais de 75 cm e curto. O encurtamento.2. porém obedece a certo rigor: o funículo é longo quando ultrapassa 1 ½ vez o comprimento do feto e. Cordões longos Os cordões longos em si não são um problema. A anomalia associa-se a malformação do feto. alcança graus extremos.2.15 e 10 cm. 2. A definição de cordão longo ou curto é arbitrária. abaixo de 10 cm. se for menor que 25 cm.2.1. prolapsos e circulares.2. aparente ou secundária. Em grau máximo pode-se encontrar formas rudimentares e até a ausência de cordão (acordia).2.2. da topografia da inserção da placenta.2. real ou primária.1. As circulares em torno do tronco. em média de 30. Anomalias por Variações de Comprimento: O cordão umbilical geralmente mede. falta de progressão. em associação com circulares. 2.7 2. motiva apresentações anômalas. Assim. sendo o numero de votas proporcional ao grau de encurtamento. porém são propensos (20%) a ter nós.1. em parte.1. do pescoço ou dos membros condicionam reduções. Cordão Umbilical Curto A brevidade de cordão decorre de um funículo realmente curto (brevidade absoluta). ocorre em cordões normais ou longos. Brevidade absoluta A brevidade absoluta. para um feto de 50 cm. roturas do cordão. descolamento prematuro da placenta e inverção do útero. muitas vezes incompatíveis com a vida neonatal (onfalocele). 2. curto. 2. tanto relativo como absoluto. pois exageram na mobilidade do . a termo. respectivamente. O prognóstico depende. 41 a 70 cm.

anóxia e óbito fetal. Serão únicos ou múltiplos e se constituem durante a gestação e no curso do parto. principalmente durante o período expulsivo. .2.2. Circular do cordão Fala-se de circular do cordão quando o cordão umbilical fica. se precoces ou tardios. que se intensifica a medida que o parto evolui. normalmente à volta do pescoço e costuma associar-se a cordões longos – 100 cm – podendo formar uma brevidade relativa do cordão. Nós 2. Nós verdadeiros Os nós verdadeiros são enlaçamentos do cordão que tem como etiologia os mesmos fatores determinantes das circulares. isto é. apresentações distocias (de face e de fronte). que geralmente apresenta dimensões reduzidas e aumento de volume amniótico. existem casos em que o enrolar do cordão à volta do pescoço determina a compressão dos vasos umbilicais. caso o problema não seja imediatamente 2. na maioria dos casos.1. Raramente são apertados.4. originando um quadro de sofrimento fetal.3. Em caso de gestação gemelar em um único âmnio. sem que a circulação sanguínea fetal seja obstruída. pois o cordão é. levando à anóxia e ao óbito fetal. enrolado à volta do feto. Detecta-se uma circular do cordão em cerca de 30% dos partos.2. sendo nessa segunda circunstancia em sequencia a circulares. O prognóstico varia quanto ao tempo de formação. embora não seja necessariamente um risco. Todavia. comprido o suficiente para permitir que o parto se desenvolva normalmente.4. podendo levar a lesões neurológicas solucionado. Podem também condicionar brevidade relativa. no final da gravidez.8 concepto. 2. o risco de nó verdadeiro é aumentado. irreversíveis.

2. o desenvolvimento desigual da veia em relação ao das artérias e a diferença de crescimento entre as duas artérias. . esse habitualmente junto a inserção no feto. A torção é destra ou sinistra conforme o sentido das espirais. aumentos localizados da geleia de Wharton com fenômenos hidrópicos. sendo causa de óbito por anóxia progressiva em alguns casos. portanto não oferecem risco ao feto. em graus acentuados leva à amputação. e.2. varizes.2. trajetos anômalos dos vasos umbilicais ou hematomas. porém acredita-se que esteja relacionado ao crescimento desproporcional dos vasos umbilicais em relação à geleia.5. As torções são tão comuns quanto os nós e as circulares. na realidade. A sua causa ainda não é bem esclarecida. 2. que. Alguns estudos apontam também as rotações do feto como causa e a principal consequência é uma possível trombose. Torções Há dois tipos bem definidos de torções: o universal e o localizado.4.9 2. Falsos nós Os falsos nós são.

a não ser em caso de placenta baixa. Inserção anormal Ao contrario do esperado.1. não apresenta risco ao feto. É uma anomalia presente em 1% dos fetos únicos. A principal complicação que pode causar uma inserção velamentosa é a rotura dos vasos. 2.4% dos exemplares começa o funículo na borda da placenta e.10 2.2. assim como a velamentosa. .3. e em 15% dos gemelares monocoriônicos. Inserção velamentosa A inserção velamentosa (extra-placentária) do cordão é uma complicação na qual os vasos sanguíneos no cordão umbilical se separam e saem antes da inserção na superfície da placenta – os três vasos tem seu curso entre o âmnio e o córion antes que cada um deles se insira na placenta recobertos pelo âmnio. Inserção na borda A inserção na borda (placenta em raquete).5% dos casos. Segundo observações de Rezende isso ocorre em apenas 1.3. o crescimento fetal pode ser controlado com ecografía no terceiro trimestre e costuma-se considerar a possibilidade de uma cesárea eletiva. Se detectada. aumentando o risco de processos infamatórios e rompimento. A inserção velamentosa pode ser diagnosticada por ultrassonografia com sensibilidade de 67% e especificidade de 100% no segundo trimestre.6% nas membranas. podendo causar hemorragia e anóxia fetal. 2. Há 31% de inserções centrais. em 2. é mais comum verificar uma inserção anômala do cordão. em 2. 47% de intermediárias e 19% de periféricas.3. na qual o cordão inserido na borda próxima ao colo pode ser comprimido.

possível haver solução de continuidade dos vasos com comprometimento do . Alterações vasculares 2. porém há registros de casos com dois (uma artéria e uma veia).2. 2. podendo causar acidentes que resultam em hematomas.1% dos nascimentos. no segundo. volumosas. tendo em média 1 cm de diâmetro.11 2. lesões inflamatórias. levando à hemorragia dentro da cavidade amniótica. 2. entre elas sirenomelia e trissomias dos cromossomos 13 e 18. Dilatações varicosas Dilatações varicosas são triviais. constituem falsos nós. vasos prévios e parto rápido podem contribuir para essa complicação. Alguns fatores como varizes. brevidade absoluta do cordão. As anomalias de vasos umbilicais não são frequentes. três (uma artéria e duas veias) e quatro vasos( duas artérias e duas veias). Anomalias de vasos umbilicais. à microscopia verifica-se afinamento da parede do vaso. aneurismas.3.4. circulares. Habitualmente não há repercussões patológicas. fusiformes. tendo a incidência oscilando entre 0. mas podem comprimir os vasos e motivar anóxia ou romper-se durante a gestação ou parto. principalmente se há distensão progressiva.4.4. de cor azul.1. Roturas As roturas são causadas devido a grande elasticidade e resistência do cordão umbilical.2 a 1. As roturas podem ser completas ou incompletas.escura. sendo. seja pelo desaparecimento primário ou secundário de uma delas (agenesia ou apasia) ou até mesmo por estarem fusionadas. causando anemia aguda e até à morte fetal. È mais comum encontrar apenas uma artéria umbilical.4. anomalias das paredes vasculares. são localizadas. foi observada relação com diabetes e é comum achar malformações (20 a 50%) concomitantemente.

4. .4. ao choque hematogênico e até ao óbito.5. 2. do róseo ao vermelho-azulado e devem ser diferençados dos angiomas. mas quando ocorre. Variam de 1. nos vasos da placenta corial ou nas membranas(inserção velamentosa). entretanto. podendo levar ao óbito fetal. O vaso comumente afetado é o venoso e mais frequente na extremidade fetal. Trombose Raramente ocorre trombose. Pode originar hemorragia intra-aminiótica e a morte do feto por anoxia e hemorragia.levam à anemia do feto e. por 4 a 40 cm em comprimento. seguindo ou não de lesão do revestimento amniótico. quando agudas.4.12 estroma. 2. vasculites sifilíticas). de imediato. bridas amnióticas. tendo coloração variável.5 a 15 cm de diâmetro. é geralmente na veia e tem etiologia variada (torção exagerada. a hemotransfusão. no cordão. Rotura no período expulsivo tem a possibilidade de recuperação rápida. Hematomas São comuns apresentações de hematomas. se for pinçada a extremidade fetal do cordão e realizando-se. ocorrem no feto. raramente assumem caráter patológico. As hemorragias da circulação fetoplacentária –causa dos hematomas no cordão .

Caso o resultado seja positivo. . indiretamente. Há possibilidade de inflamações como fator de enfraquecimento das estruturas funiculares. que podem ser de processos inespecíficos. bem como por processos virais. Essas tromboses. deve-se promover medidas preventivas e curativas a fim de proteger o recém nascido e. O estudo histológico do cordão em caráter de urgência é recomendado nos casos de parto prolongado ou de amniorrexe prematura. não interferindo no sofrimento e no óbito do feto.13 2.5. Excepcionalmente. as alterações do endotélio são responsáveis por lesões fatias de trombose. chegam até a obliteração total inclusive com calcificação. Inflamações As funiculites podem ser inespecíficas ou especificas. propiciando roturas. todo o berçário. como na funiculite luética. Correspondem a quadros de infecções generalizadas do concepto e são de significado restrito. porém são casos raros.

justa-abdominais. Os mixomas. os angiomas e as formas mistas. trajetos tortuosos vasculares. os mixomas e os angiomas. tendo aspecto sólido ou cístico com pequenas dimensões. hematomas). dilatação ou crescimento localizado. decorrem de prolongamento dos canais onfalomesentérico e alantoidiano. Pode-se citar também as hérnias congênitas na região umbilical. Tumorações Considerando “tumoração” como qualquer massa. mixoangiomatosas.14 2.6. além de tantas outras lesões císticas ou sólidas geradas pelo crescimento do tecido. Os primeiros. embora possam alcançar grande volume e causar distocias e morte do feto em anóxia. que aí localizados podem crescer e alcançar alguns centímetros de diâmetro. A acepção restrita da palavra pode abranger apenas os cistos. alterações vasculossanguineas (varizes. descreve-se no cordão umbilical hidropisia da geléia de Wharton. . remanescentes císticos dos canais onfalomesentérico e do alantoide. são oriundos de tecidos próprios da estrutura umbilical.

caso provoque um défice de oxigenação prolongado. o feto recupera-se por completo. A obstrução da circulação pelos vasos umbilicais determina um quadro de sofrimento fetal e as suas repercussões dependem da rapidez com que se soluciona a situação.15 2. mas a bolsa das águas mantém-se intacta. no qual se observa claramente que o cordão sai através do canal de parto antes do feto. Um pouco mais oculta é a laterocidência do cordão. As consequências variam conforme cada caso. ao longo do período de expulsão. mas não passa por baixo da mesma. que não deixam de ser anomalias de apresentação. no momento do parto. ao ficar prensado entre o corpo do feto e o canal de parto.e nos partos em que o feto adota uma posição anómala. como a apresentação pélvica. quando o cordão se situa por baixo da apresentação fetal. quando o cordão se situa junto à parte mais baixa do feto. O problema é muito mais frequente nos partos de fetos pequenos em que exista um excesso de líquido amniótico – polidrâmnios . caso não se proceda adequadamente para evitar que o cordão fique. embora possam ficar várias sequelas neurológicas irreversíveis.7. Distocias do cordão Apesar de não ser uma malformação ou desrupção. o que faz com que não possa ser detectado a partir do exterior. sendo apenas palpável. Caso o problema seja rapidamente solucionado. não se pode deixar de citar as distocias. Embora seja um problema relativamente pouco frequente – 1/200 .7. O tipo mais evidente de procidência corresponde ao prolapso do cordão. Um outro tipo é o procúbito do cordão. que se evidencia após a ruptura da bolsa das águas.1. . e o tempo que se leva a detectar o problema.pode ter consequências muito graves. 2. junto ou por baixo da parte mais baixa do feto. Procidência do cordão Denomina-se procidência do cordão quando o cordão umbilical se situa. ou até levar à morte. preso entre o feto e o canal de parto. com a consequente obstrução dos vasos umbilicais. segundo o posicionamento anómalo do cordão e o grau de compressão que possa sofrer.

.morte fetal provavelmente só surgem em situações de combinações de anomalias. Infelizmente sabe-se pouco sobre as anomalias do cordão e suas consequências devido aos poucos estudos sobre o tema. A construção de que as mortes pré-parto são todas causadas por anomalias do cordão umbilical é errônea. Estima-se em apenas 15% a porcentagem das mortes fetais tardias (ocorridas nas últimas semanas da gravidez) que possam ser atribuídas a anomalias do cordão umbilical. As consequências mais graves . o que gera especulações infundadas acerca dos problemas do cordão. impossibilitando uma argumentação fundamentada em dados. Considerações finais São raras as consequências graves de uma única anomalia na estrutura ou posição do cordão.16 3. porém há sempre exceções.

17 4. Anexos Falso nó Nó verdadeiro .

18 Inserção normal da Placenta Cordao rompido .

19 .

20 Espiralamento do cordão Cordão umbilical Nós verdadeiros .

21 Circular de cordão .

22 Cordão longo – brevidade relativa distocia do cordão A. B Varizes F anomalia vascular .

23 G espiralamento acentuado H. I hidropisia da geleia de Wharton Rotura do cordão Inflamação Hematoma .

V. Sinauer Associates March. 4. Keith L. ed Rio de Janeiro: Elsevier. S. Lippincott Williams & Wilkins.24 5. ed. 2008.F. 7ª ed.medcenter.php/gravidez/gesta-menu-gravidez67/201-cordumbilical-o-cordque-dida?showall=1 http://www. ed. Obstetrícia Fundamental.com/medscape/content.paisefilhos. 2003 MOORE. CUNNINGHAM FG et al. March . 2009 VARNEY. PERSAUD. 11° edição. 11ª ed.W. 2008. . 2006 GILBERT. Partería Profesional de Varney. Williams obstetrics. Embriologia clínica... SAWTER. H et al. – Langman: Medical Embryology.aspx?id=505&langtype=10 46 . Referências bibliográficas MONTENEGRO e REZENDE. New York: McGraw-Hill. 8ª. N. McGraw-Hill Interamericana Editores. T.pt/index. T. 23. 2006 http://www.Developmental Biology. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

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