1 .

EST U DO DOS SI ST EM A S DI SPERSOS
1 .1 . Di s p e r s õ e s
Uma dispersão consiste num sistema no qual uma substância (disperso) encontra-se disseminada, na forma de pequenas partículas no interior de outra (dispersante) Dependendo do tamanho da partícula que constitui o disperso, a dispersão assume características diversas, sendo classificada em três tipos : soluções, colóides e suspensões. A classificação acima é feita de acordo com o diâmetro médio das partículas dos disperso: Tipo de dispersão Solução verdadeira Colóide Suspensão Tamanho da partícula dispersa entre 0 e 10-9 m (1 nanometro) entre 10-9 e 10-6 m (1 à 103 nanometro) acima de 10-6 m (acima de 103 nanometro)

Como características gerais dos três tipos de dispersões podemos mencionar que: a) soluções verdadeiras ou soluções: - o disperso (soluto) é constituído de átomos, íons ou pequenas moléculas; - pelas reduzidas dimensões do disperso (soluto), as soluções verdadeiras sempre serão sistemas homogêneos, sendo que as partículas não são visíveis mesmo com equipamentos óticos de alta resolução e ampliação; - não há sedimentação das partículas e não é possível a sua separação por nenhum tipo de filtro; Exemplos: - sacarose em água, NaCl em água, etanol em água, atmosfera (isenta de poeira), etc. b) colóides: - o disperso é constituído por aglomerados de átomos, moléculas ou íons ou, até mesmo, por macromoléculas; - as partículas do disperso são visualizáveis em equipamentos óticos (microscópios) de alta resolução (ampliação); - as partículas podem ser separadas por ultracentrifugação (elevado número de RPM) ou por ultrafiltração (filtros cujo diâmetro do poro é bastante reduzido);

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Exemplos: leite, gelatina em água, fumaças em geral, neblina, etc. c) suspensões: - o disperso é constituído de grandes aglomerados de átomos ou moléculas; - as partículas do disperso são visíveis em microscópio comum, constituindo-se em sistemas heterogêneos; - as partículas do disperso sedimenta-se por ação da gravidade ou em centrífugas comuns podendo, também, ser separadas por filtros comuns de laboratório; Exemplos: poeira no ar.

1 .2 . Es t u d o d a s So l u ç õ e s v e r d a d e i r a s o u So l u ç õ e s
Dentre os sistemas dispersos, as soluções verdadeiras ou simplesmente soluções são extremamente importantes no cotidiano do química, pois nas atividades mais comuns de laboratório (análises, sínteses, separações, formulação de produtos, etc) o químico trabalha com soluções que, em geral, são aquosas. 1.2.1. Formação de Soluções Quando uma solução é formada ocorre uma disseminação espontânea de uma substância no interior de outra, originando um sistema mais entrópico (desorganizado) que as substâncias originais.
substância A substância B mistura A + B (solução)

lllll lllll lllll

OOOO OOOO OOOO

l Ol Ol O lO l O Ol Ol O l Ol lO lO lOl Ol lO

parede de separação

removendo a parede

A força “motriz” para esse processo de mistura é a tendência espontânea para um estado de maior desordem molecular (maior entropia). Para que ocorra o processo da dissolução é necessário que as partículas do soluto e do solvente apresentem atrações entre si decorrentes de forças de natureza eletrostática.

3

Em geral as forças atrativas dependem do tipo de soluto e solvente. Assim quando dissolvemos etanol (C2H5 – OH) em água, em virtude da presença do grupo O–H na água e no etanol a força atrativa entre essas moléculas é a Ponte de Hidrogênio ou Ligação de Hidrogênio. Se a cadeia carbônica aumenta, diminui a polaridade da molécula do álcool e, com isso, a sua solubilidade em água, por concorrência de forças Van Der Waals dipolo induzido – dipolo induzido. - metanol, etanol e propanol à altamente solúveis em água; - butanol à solubilidade 0,12 mols/100 g de água; - pentanol à solubilidade 0,031 mols/100 g de água. Esse mesmo tipo de interação irá ocorrer naquelas moléculas que apresentam grupos hidroxila ou amina (O – H ou N – H), como é o caso dos álcoois de pequena cadeia carbônica, ácidos carboxílicos, aminas e amidas. Nos glicídios (glicose, frutose, sacarose,...) a presença dos diversos grupos hidroxila ao longo da cadeia carbônica desses compostos também justifica a sua grande solubilidade em água. Com exceção dos ácidos carboxílicos, nas demais substâncias ocorre apenas o processo de dissolução, sem ionização.

O fenômeno é, portanto, explicado pela hidratação sofrida pelas extremidades polarizadas da molécula. A extremidade negativa da molécula da água (localizada no átomo de oxigênio) direciona-se para a região de densidade positiva da molécula polar e as extremidades de carga positiva (localizadas nos átomos de hidrogênio) direcionam-se para a região de densidade negativa.

Nas soluções de solutos apolares em solventes polares. formando uma espécie de blindagem. Conforme as moléculas de água vão retirando os íons do cristal.o íon Na+ hidrata-se com seis moléculas de água. novos íons são expostos e o processo continua.. etc. na solução. CO2. sendo que os íons originados apresentam-se. A camada de moléculas orientadas que cercam um íon ajuda a neutralizar a carga do mesmo e serve para impedir os íons de carga oposta a se atraírem. unidos por forças atrativas do tipo íon – dipolo. até certo ponto. .) justifica-se a solubilidade a partir de interações de Van Der Waals do tipo dipolo permanente – dipolo induzido. como é o caso de gases (O2. Nas bordas e quinas do cristal as forças atrativas entre os íons são menos intensas. dissolvendo o cristal iônico. A orientação espacial das moléculas de solvatação é definida para um determinado tipo de íon.o íon Al+3 hidrata-se com oito moléculas de água.4 Quando dissolvemos um cristal de NaCl em água. . contradiz a regra de solubilidade de que “semelhante dissolve semelhante”. favorecendo a interação com as moléculas do solvente.. Os compostos iônicos se dissolvem na água quando as forças de atração entre os dipolos da H2O e os íons são maiores que as forças de atração entre os íons no cristal. além do processo da dissolução ocorre a dissociação iônica do soluto. o que. “engaiolados” por moléculas do solvente (hidratação ou solvatação). Por exemplo: . o mesmo ocorrendo para o íon Cl-. Nesse caso temperatura e pressão são fatores que concorrem significativamente para explicar a sulubilidade de um gás apolar na água.

S.. bebidas alcoólicas. CaSO4 = 0.. em determinada temperatura. no caso de substâncias gasosas. bronze = Cu e Sn.2.: NaCl (sólido) £“ Na+(aquoso) + Cl-(aquoso) H2O H2O . ex. GLP (vazado).2. ex.. medicamentos (comprimidos). Por esse motivo os peixes.P . Mn.: NaCl = 35. varia com a pressão.. A influência na pressão é evidenciada pela Lei de Henry: C = k.): *** O Coeficiente de Solubilidade representa a maior massa que pode ser dissolvida em certa quantidade padrão de um solvente. *** misturas gasosas sempre são homogênas !!! b) quanto à natureza do soluto: . água mineral sem gás. O Coeficiente de Solubilidade varia com a temperatura e.5 1.. C. As curvas de solubilidade são obtidas experimentalmente. c) quanto ao Coeficiente de Solubilidade (C. .gasosas: ar (isento de poeira).). soro fisiológico... latão = Cu e Zn. nos dias quentes de verão preferem permanecer na sombra..2 gramas/100 gramas de H2O à 00 C.7 gramas/100 gramas de H2O à 00C. A influência da temperatura sobre a solubilidade varia de uma substância para outra.iônicas: as partículas do soluto são íons.líquidas: bebidas não gaseificados. diminui a solubilidade com o aumento da temperatura e diretamente proporcional à pressão.. . Classificação das Soluções As soluções podem ser classificadas segundo os critérios: a) quanto ao estado físico: .moleculares: as partículas do soluto são moléculas.. AgNO3 = 122 gramas/100 gramas de H2O à 00 C.: C12H22O11(sólida) £“ C12H22O11(aquosa) ex. isto é. sob as pedras e em locais mais profundos. No caso de um gás a solubilidade é inversamente proporcional ao aumento da temperatura.sólidas: ligas metálicas (aço = Fe.

0 gramas de NaCl/100 gramas de H2O à 00C. podendo o excesso de soluto precipitar (sedimentar) por agitação mecânica. as soluções podem ser: .: 3. para solutos sólidos. Para a maior parte dos sais a solubilidade aumenta com o aumento da temperatura.insaturadas: a quantidade de soluto dissolvido é inferior ao C. . resfriando-se. O gráfico a seguir mostra. a influência da temperatura na solubilidade.saturadas: a quantidade de soluto dissolvido é igual ao C. P é a pressão exercida sobre o sistema.super-saturadas: são soluções obtidas por técnicas especiais. S. S. No preparo de tais soluções aquece-se a solução na qual haja corpo de fundo do soluto até uma temperatura na qual ocorra total dissolução. Estas soluções são muito instáveis. . de forma gradativa. nas quais a quantidade de soluto dissolvido é superior ao C. De todos os sais representados no diagrama ao lado o NaCl é aquele que a variação de temperatura exerce a menor influência na solubilidade e o KNO2 e CaCl2 aqueles sais cuja solubilidade é mais fortemente influenciada pela variação de Quanto ao C. após. até alcançar a temperatura de referência com o excesso de soluto dissolvido. k é uma constante de proporcionalidade. .7 gramas de NaCl/100 gramas de H2O à 00 C. ex. com exceção do Ce2(SO4)3.S. ex. choque brusco de temperatura ou adição de um “germen de cristalização”.: 35. S.6 onde: - C é a concentração de gás dissolvido.

7 1. Os reagentes com semelhantes características são denominados. Numa solução. cloreto de sódio (após dessecação a peso constante). O número de padrões primários é relativamente limitado.0 mol/L (número de mols/volume) O título das soluções padrão deve ser conhecido com grande exatidão. tetraborato de sódio. tiocianato de potássio. Maiores detalhes serão tratados nas disciplinas de Química Analítica Quantitativa. c) as impurezas devem ser facilmente identificáveis com ensaios qualitativos de sensibilidade conhecida. expressa na forma de uma “concentração” . Dependendo da utilização da solução as mesmas devem ser consideradas segundo duas características básicas: a) soluções padrão: usadas para fins analíticos contendo uma quantidade exatamente conhecida de um reagente qualquer. com relação às soluções padronizadas (um ou dois decimais) ex.2. dessecação e conservação. ácido benzóico. São os seguintes os requisitos principais exigidos de um padrão primário: a) a substância deve ser de fácil obtenção. O grau de exatidão requerido é maior do que o correspondente aos trabalhos analíticos mais comuns.3. Preparação de soluções Na atividade de laboratório. é indispensável que se conheçam características específicas de cada soluto. comumente. seja em nível acadêmico ou na própria indústria. e) deve ser bastante solúvel. oxalato de sódio e dicromato de potássio. purificação. na preparação adequada dessa solução. b) não pode ser volátil. Não é requerida a mesma exatidão. nitrato de prata. além da proporção entre a quantidade de soluto e de solução (ou solvente). de modo geral.: 0. na forma de soluções. .8543 mol/L (número de mols/volume) b) soluções não padronizadas: usadas para fins não analíticos sendo sua concentração aproximada.: 0. A preparação de uma solução padrão requer. São exemplos: carbonato de cálcio.5 g/L (massa/volume) 1.1 %. o uso de um reagente quimicamente puro e com composição perfeitamente definida. Assim sendo é desejável que o título das soluções padrão possa ser determinado com um erro inferior a 0. ácido oxálico. padrões primários. as substâncias são utilizadas. Essa concentração é expressa com exatidão (quatro decimais) ex. direta ou indiretamente. na unidade de volume. d) a substância não deve ser higroscópica (absorver umidade do ambiente) ou eflorescente.1538 g/L (massa/volume) 0.

em balança analítica. de transferência de alíquotas com a pipeta volumétrica e transferência de solução para o balão volumétrico... As ilustrações a seguir indicam alguns dos equipamentos utilizados na titulações (bureta. Embora o Sistema Internacional de unidades recomende para o volume a unidade metro cúbico utilizamos o volume expresso em litro (L). conforme modelo. recorre-se a técnica direta que consiste na pesagem. pipeta volumétrica. a data de praparação e seu preparador..8 Quando o reagente com que se tem de preparar a solução é um padrão primário. Leitura correta da bureta Transferência de solução Transferência de líquido para o balão Como rotular a solução ! FACULDADE DE QUÍMICA – PUCRS HCl M = 0. seu título. No rótulo deverá constar a espécie química. dissolução e diluição a um volume conhecido em balão volumétrico aferido. da massa que se requer da substância.) a técnica correta de leitura. erlenmeyer. 2574 mol/ L Linus Pauling 06/06/1966 Química Geral e Inorgânica II .

portanto. então. *** Obs. Por exemplo. A seguir esta solução (já padronizada) pode ser usada para titular hidróxidos alcalinos (como por exemplo o hidróxido de sódio).01 mL e um erro de escoamento de 0. inicialmente. tem duração limitada. o ácido clorídrico não é padrão primário e a sua solução pode padronizada através de um padrão primário. a presença de carbonatos irá emperrar as referidas tampas. para garantir uma exatidão de 0. Conservação das Soluções Padrão Como já afirmamos anteriormente as soluções não são conservadas em balões volumétricos (são usados somente na preparação). determinar com exatidão o sei título em relação a um padrão primário adequado ou com referência a uma outra solução padrão..04 mL e.1 eqg/L de dicromato de potássio é indefinidamente estável. As soluções de ácido clorídrico.2.) a preparação direta da solução não é possível. .1% é preciso que o volume de solução gasto na titulação não seja inferior a 40 mL. pois cada leitura na bureta está sujeita a um erro de 0. por serem estes solutos voláteis. podendo o erro total chegar a 0. uma solução com concentração aproximada à desejada e. b) o peso do padrão primário não pode ser demasiadamente pequeno. Por exemplo. à técnica indireta. que consiste em preparar. As soluções de hidróxidos alcalinos reagem com o CO2 presente no ar formando carbonatos. sendo aconselhável o uso de tampas com rolha de borracha ou polietileno ou rosqueadas. padronizá-la. os hidróxidos alcalinos e de amônio. uma solução 0. Na padronização devem ser obedecidas as seguintes condições: a) é preciso dispor de um padrão primário adequado ou solução padronizada. nítrico e hidróxido de amônio.. eventualmente o critério acima poderá não ser verificado !!! 1. Recorre-se. o ácido clorídrico. como é o caso do carbonato de sódio. depois. As soluções padrão devem ser conservadas de maneira a manter inalterado seu título tanto quanto possível. Algumas soluções são altamente estáveis e outras não. o permanganato de potássio. c) o volume de solução gasto na padronização não deve ser pequeno demais. Estes carbonatos solidificam no gargalo dos frascos de depósito e se os mesmos tiverem tampas de vidro esmerilhado. isto é.4. em virtude do erro inerente ao aparelho de pesagem. o que ocorre com facilidade em soluções de peróxido de hidrogênio e permanganato de potássio..: como o objetivo em nossa disciplina não é esgotar o assunto e sim mostrar características principais no prepa – ro de soluções.9 Quando o reagente não é padrão primário (por exemplo.02 mL. Aconselha-se o frasco escuro para evitar a decomposição fotoquímica.

9 gramas do soluto (NaCl) sendo o restante 99.3. a quantidade de solução sendo que essas quantidades podem ser expressas em massa. para cada 100 gramas de solução. aproximadamente. Isso significa uma relação massa / massa onde há. volume/volume. por exemplo Carbonato de sódio = 127 mg / L nos indica uma relação massa / volume. em virtude da massa específica do solvente (água) ser unitário (1. C= Aplicação œ Que massa de bicarbonato de sódio há em 750 mL de uma solução que apresenta uma concentração de 107 mg / L ? 1.9 % de NaCl. Assim. número de mols/volume. Já na composição do soro fisiológico. quando analisamos a composição de uma água mineral. ao valor da relação massa / volume.1. 0. massa/massa.2. em geral. número de moléculas.0 grama / mL). a qual expressa a quantidade de um constituinte. número de mols. t = m= m m m +m 1 1 1 ( não tem unidades = adimensional ) 2 É comum expressar o Título em Massa sob a forma percentual. por diante. Concentração em Massa ou Título em Massa ou Título ( t ) m V 1 ( Unidades: gramas/litro ) Representa a razão entre a massa do soluto (gramas) e a massa da solução (gramas).3 . a composição indica 0. usado para limpeza e conservação de lentes de contato. Nesse caso. como se trata de uma solução muito diluída e aquosa o mesmo valor percentual massa / massa também corresponde. Concentração Comum ou Concentração ( C ) Representa a razão entre a massa do soluto (em gramas) e o volume de solução final (em litros). etc.3. As principais formas de representar as concentrações são do tipo massa/volume.10 1 . Pr i n c i p a i s Ex p r e s s õ e s d e Co n c e n t r a ç ã o A “concentração” de uma solução representa uma relação entre a quantidade do soluto e. 1.1 gramas de solvente (água). número de mols/massa e. volume. especificamente. Assim . assim.

3. 1.3. 100 Aplicação œ Uma solução aquosa de ácido sulfúrico apresenta Título percentual 15 %. Que massa dessa substância há em ½ quilograma dessa solução ? Qual a massa de solvente presente ? 1.3. Concentração em Volume ou Título em Volume (t v ) Representa a razão entre o volume de solvente e o volume de solução.4. Portanto para que a expressão acima represente “Concentração” a mesma deverá ser multiplicada pelo fator de conversão 1000 mL / L.se a massa específica (ou densidade absoluta) em grama / cm3 ou grama / mL e a Concentração em grama / litro. tv = V1 / V = V1 / V1 + V2 (adimensional) Aplicação œ Que volume de etanol há numa garrafa de 750 cm3 de Jack Daniel´s ? . Relação entre C e Lembrando que: t C= m V 1 e t = m= m m m +m 1 1 1 2 dividindo uma expressão pela outra resulta: que simplificando torna-se ou.11 t% = t . 1000 (mL/L) e dessa forma a Concentração terá como unidade resultante grama / litro. então C/t = m/ V = C / t = m1/ V C =m m (massa específica) . Historicamente essa forma de concentração tem sido expressa como o G L (graus Gay-Lussac) utilizada para representar a percentagem volumétrica de etanol em bebidas alcoólicas.t / m1/m Usualmente expressa. t . na forma C =m .

Assim uma solução.3.7. para definir a composição da atmosfera.95 mol / litro. em geral aquosas. que massa desse ácido estará ali contida ? .12 1. Essa expressão de concentração é muito utilizada para misturas de gases como. Qual seu Título em massa ? 1. Demonstre que: 1 ppm = 1 mg / litro !!! 1.V 1 1 = C M = m. Assim X1 = n n +n +n 1 1 2 = 3 n n 1 onde n1 = m M 1 1 ( X1 = adimensional ) Aplicação œ Uma solução aquosa de NaOH tem fração molar 0. aproximadamente. por exemplo.15 . M = n V 1 = m M .t . Concentração em “partes por milhão” (ppm) Corresponde a uma forma de Concentração Comum (gramas/litro) aplicada para soluções muito diluídas. Concentração em Quantidade de Matéria ou em Molaridade ( M ) Corresponde à razão entre o número de mols do soluto e o volume total da solução. na qual a quantidade de soluto seja de 15 ppm significa que há 15 gramas da substância para cada 106 gramas de solução.3. cujo significado equivale a 1 grama de soluto para cada 106 gramas de solução.5.1000 M 1 ( Unidade: mol / L = molar = M) A expressão de concentração expressa em molaridade é a mais empregada dentre todas as formas usadas na Química. Concentração em fração molar ( x1 ) Corresponde a razão entre o número de mols de um componente qualquer e o número de mols total da mistura.3.6. Aplicação œ A solução dos líquidos de baterias de automóveis consiste de água e ácido sulfúrico em concentração 3. Sabendo que numa bateria comum a quantidade de solução é de 800 mL.

Concentração para espécies iônicas Como podemos determinar as concentrações molares dos íons Na+ e SO4-2 para uma solução de concentração 27.2 gramas / Litro desse sal ? Idem para as concentrações dos íons H+ e SO4-2. numa solução 0. Concentração em Molalidade ( W ) W = weight = peso Corresponde à razão entre o número de mols do soluto e a massa.3.3.8. Aplicação œ Uma solução de ácido sulfúrico apresenta título em massa igual a 15 %.75 mol / L desse ácido. em quiligramas. W= Ä em quilo n m 1 2 = m M .m 1 1 = 2 Ä em quilo m .13 1. de solvente. Observe que a molalidade é a única expressão de concentração que relaciona a quantidade de soluto com a quantidade de solvente e não de solução. quando a massa do solvente for dada em grama. A concentração expressa em Molalidade é comumente empregada no estudo dos efeitos coligativos das soluções.1000 Mm 1 1 2 ( Unidades: mol/quilo ou molal) Ä em grama Na última expressão o valor numérico 1000 na realidade corresponde ao fator de correção 1000 g / quilograma.9. 1. Qual a sua Molalidade ? Para soluções aquosas diluídas J ust if ique !!! M = W . supondo um grau de dissociação (a) igual a 85 % do ácido ? .

+ Vágua Solução inicial Solução final Ä       m1. C   m1= C . As expressões são as mesmas da Diluição. Di l u i ç ã o e M i s t u r a s d e So l u ç õ e s 1) Diluição: diluir uma solução consiste em adicionar solvente. sem modificar a quantidade de soluto. V = M ‡. . V . V ‡ De modo semelhante. V = C ‡. conclui-se que: C . mantendo constante a quantidade de soluto. pode ser demonstrado que: t. A diferença ocorre no volume final: ¡ ¡ Diluição: Concentração: V > V V < V ¡ .14 1 . V = V + Vágua V = V .m M .4 . V Como a massa do soluto é a mesma.Vágua ¡ 2) Mistura (mesmo soluto): na mistura de soluções do mesmo soluto não há reação entre as soluções misturas.V Ä + Vágua m1. V. C m1= C. . m ‡ Na Concentração de uma solução o solvente é “removido “ por evaporação. V ‡ = t ‡.

V tx . C Ä m1 = C . V . Vx = S M .V m1 .V . Generalizando: Cx .V‡‡ De modo semelhante pode ser demonstrado que: M .15 (1) (2) (3) + Solução 1 + Solução 2   = Solução final       A massa de soluto na solução final é a soma das massas nas soluções 1 e 2. mx = S t . portanto: ¢ ¢ m1 + m1 = m1 logo: ¢ C. V ‡‡ t .V + C ‡. V + M ‡ .V ‡ = C ‡‡.V m1 . V ‡ = M ‡‡. V . m ‡ = t ‡‡ . V . m ‡‡ A relação anterior pode ser aplicada para uma mistura de qualquer número de soluções. m + t ‡. V M x . C Ä m1= C. m                             m1. C Ä m1 = C . Vx = S C .

Va O principio acima descrito consiste de um método volumétrico de determinação da concentração de bases através do volume gasto de ácido.. Va £“ ex. H2SO4 1 mol + 2 KOH 2 mols K2SO4 1 mol + 2 H2O 2 mols No ponto final dessa reação: nbase = 2 nácido à M b . Vb = 2 M a . de molaridade conhecida e vice-versa. Neste caso. desde que se conheça a equação química correspondente e seu respectivo ajuste (coeficientes). .: solução de HCl misturada com solução de NaOH.: solução de H3PO4 misturada com solução de NaOH. Este processo é denominado Titulação ou Padronização. mas para qualquer tipo de reação.) Este principio não é válido somente para reações ácido-base. O ponto final das reações de neutralização pode ser visualizado através da adição de indicadores ácido-base (fenolftaleína. Vb ex. Va = M b .16 3) Mistura (solutos diferentes): neste caso ocorre reação entre os constituíntes. H3PO4 1 mol + 3 NaOH 3 mols Na3PO4 1 mol + 3 H2O 3 mols No ponto final dessa reação: nbase = 3 nácido à M b . HCl 1 mol + NaOH 1 mol £“ NaCl 1 mol + H2O 1 mol Portanto. Vb = 3 M a . tornassol. para que a reação seja completa entre os solutos os volumes misturados devem obedecer à relação estequiométrica corresponde à reação.. azul de bromo timol. no ponto final dessa reação: nácido = nbase à £“ M a . ex. .: solução de H2SO4 misturada com solução de KOH.

2. investigue a respeito do diagrama de fases da água pura bem como do significado do ¨ponto triplo da água¨. a elevada tensão superficial da água. Ex e r c íc i o s 1. já deve ter enchido um copo acima da sua borda. . No ponto final da reação o indicar muda de coloração e pelo volume gasto na bureta podemos estabelecer as quantidades . que reagiram entre sí. provavelmente. através das expressões acima mencionadas. fato esse comprovado pelo seu ponto de ebulição ser bastante inferior (53. a dilatação anormal (anômala) do gelo. Como se explica o fato do mesmo não transbordar? 3) A acetona (CH3COCH3) é um líquido muito mais volátil do que a água. Na bureta coloca-se a solução de concentração conhecida. 1. você.5. em água. 2) Como toda a criança. A solubilidade é decorrente de forças atrativas entre as moléculas das substâncias envolvidas. 1 . Propriedades dos líquidos. de molaridade conhecida.6o C).5 .1. em mols. 1) Em função das forças interativas moleculares como se pode explicar: 1.1. Nesse caso qual é o tipo de força atrativa ? 6) Valendo-se de qualquer bibliografia de Química Geral. Como esse fenômeno pode ser explicado ? 4) Porque a água quente evapora mais rapidamente do que a água fria ? 5) A miscibilidade (solubilidade) do etanol (CH3CH2OH) é infinita.17 A figura ao lado mostra como pode ser determinada a concentração de uma solução usando-se a sua reação com outra. a qual é adicionada a uma alíquota (porção) de solução de concentração a determinar (em geral 25 mL).

a 20o C é de 36. numa solução aquosa.0 g/100 g de água. quando é que um soluto pode ser considerado um padrão primário ? 2) Enumere algumas características de um padrão secundário. 5 exemplos de solutos que mostrem essas características ? 3) Porque as soluções. mNaCl = 720.0 g/100 g de água e. 5) Qual a diferença entre uma pipeta graduada e uma pipeta volumétrica. justificando tal procedimento em cada caso. pelo menos.5. ambas de mesma capacidade ? 1. Concentração das soluções 1) Procure estabelecer o significado para as expressões de concentração encontradas em algumas soluções de nosso cotidiano: œ Soro fisiológico : NaCl a 0. 2) Sabendo-se que a solubilidade do NaCl. citando. ao abrigo da luz. mesmo as de padrões secundários. calcule qual a massa de água necessária para dissolver 780 g de NaCl à 100o C e qual é a massa de NaCl que permanecerá dissolvida quando essa solução for resfriada até 20o C ? Resposta: mágua = 2000 g . Qual a Concentração em massa (Título) da mesma ? Resposta: 37. Preparação de soluções 1) Na preparação de uma solução.9 % œ Água oxigenada a 10 volumes œ Graduação alcoólica do conhaque 380 GL.2. a 100o C é de 39. devem ser preparadas em balões volumétricos e não em bequer graduado ? 4) Investigue a respeito de duas soluções que devem ser obrigatoriamente conservadas em frasco escuro.10.3. Em função disso explique porque os peixes procuram os lugares mais profundos e sombrios durante as tardes de verâo ? 8) O que ocasiona a ¨ descompressão¨em mergulhadores ? 1.0 g 3) A fração molar do ácido sulfúrico é 0.5. Varia diretamente com a pressão (Lei de Henry) e inversamente com a temperatura.18 7) A solubilidade de gases em líquidos não mostra o mesmo comportamento do que a dos sólidos.6 % .

uma água natural de superfície não pode conter mais de 0. KmnO4. existente num tonel de 10.80 g/mL) Resposta: 26. V = 0.1 gramas de permanganato para produzir a solução acima ? Resposta: 4 l de água 10) Em média. Qual a Molaridade de ácido sulfúrico na solução ? Resposta: 4.7 % em massa de água dissolvida no álcool.0 mol/L 6) Formalina é uma solução para preservação usada em biologia.82 g/cm3. principalmente. Respostas: m = 920 gramas .08 mol/kg 8) Qual a massa de cloreto de cálcio (CaCl2) que deve ser dissolvida em 400 gramas de água para produzir uma solução de título 20% ? Resposta: 100 g 9) O bactericida permanganato de potássio. Que volume de água será necessário dissolver 1 comprimido de 0. Ela contém 40 cm3 de formaldeído (H-CHO). Para uma graduação 120 do whiskey bourbon. qual a molalidade do álcool etílico ? (massa específica do etanol = 0.000.000 L de cerveja ? Resposta: 400 mL 11) Uma solução cuja densidade é 1. Qual o volume. em litros. por 100 gramas de água. Determine a massa e o volume da solução obtida.2 g/mL.8 L 12) Segundo os padrões modernos de controle ambiental.93 mol/kg de água 7) A graduação alcoólica do “ whiskey “ bourbon (destilado de malte e milho). Qual o valor da fração molar do soluto nessa solução ? Resposta: 0. massa específica 0.089 5) O ácido sulfúrico para acumuladores (baterias) de automóveis tem 32 % em massa de ácido.78 mg de cromo por litro. Qual a Molalidade dessa solução ? Resposta: 10. nos estados do Tenessee e Kentucky (USA). corresponde ao dobro da porcentagem em volume de álcool (C2H5OH). o resto é água. produzido. de etanol. as cervejas apresentam teor alcoólico (etanol) de 4% (40 GL).5 . A massa específica dessa solução é 1.19 4) O álcool hidratado usado como combustível apresenta em média cerca de 3. pode ser usado em água dissolvido na proporção em massa de 1 : 40. 10-5 mol/L .15 g/mL foi preparada dissolvendo-se 160 g de NaOH em 760 mL de água. Qual a concentração limite para o cromo em mol/L ? Resposta: 1.

35 mg de bicarbonato de sódio (NaHCO3).20 13) O rótulo de uma solução de ácido clorídrico comercial indica HCl 37. 10-2 mol/L 16) A solução aquosa de cloreto de sódio.0 litro de solução.0 litro dessa solução ? Resposta: 9.02 .6 mol/L 20) A água potável pode ter no máximo 1. Qual a massa de NaCl contida em 1. 10-4 gramas .4 mol/L . qual a molaridade em relação aos íons presentes ? Respostas: Cromo = 0. Qual a maior massa de chumbo que pode existir em 0. quantas gotas deverão ser ministradas a um paciente de 70 quilogramas ? Resposta: 40 gotas 18) O rótulo de uma água mineral distribuída para o consumo informa que ela contém principalmente 696.0 . Sulfato = 0.2 mol/L.0 gramas 17) Um analgésico em gotas deve ser ministrado em quantidade de 3 mg por quilograma de massa corporal.50 L de água potável ? Resposta: 5. expressa em mol/litro dessa água mineral ? Resposta: 0.18 g/mL. além de outros componentes. 10-5 mol 15) Certa massa de sulfato férrico foi dissolvida para perfazer 1.0 gota ? Resposta: 5. Qual o número de mols de HCl presentes em 1. apresenta uma concentração de 0. Qual a molaridade do HCl nessa solução? Resposta: 12 mol/L 14) Um mL de solução 1.9 %.0 . O número total de partículas dispersas na solução.0 M de ácido clorídrico equivale a 20 gotas. exceder a 200 mg por dose. não podendo. vendida no comércio e usada como colírio ou para limpar lentes de contato. Supondo o sal totalmente dissociado. Qual a concentração do bicarbonato de sódio. Qual a Molaridade da solução em função do Fe2(SO4)3 ? Resposta: 2.0 ppm de chumbo.4 % em peso e massa específica 1. foi igual a 6. entretanto. apresenta Título igual a 0. 1022 (0. Sabendo-se que cada gota contém cerca de 5 mg do analgésico. considerando o soluto totalmente dissociado.1 N0).0 .008 mol/L 19) Uma solução de Cr2(SO4)3.

com 1/2 L de solução 0. Qual a molaridade da mistura resultante ? Resposta: 1.37 L 5) Foi adicionado certo volume de água a 100 mL de solução 1. qual a Molaridade resultante ? Resposta: 0.0 M de NaOH.625 mol/L 2) Misturando-se 250 mL de ácido fosfórico.185g/mL e que apresenta 36.1 M de uréia.06 mol/L 3) Uma solução aquosa 2 M de NaCl.0 mol/L .6 g de HCl puro num volume de 500 mL. Qual o volume de água adicionado ? Resposta: 400 mL * Mistura de Soluções 1) Misturando-se 280 mL de uma solução 1/2 M de HCl com 200 mL de uma segunda solução do mesmo ácido contendo 14.21 1.08 M ? Resposta: 20 mL 3) Que volume de ácido sulfúrico 20% em massa e densidade 1.139 g/mL é necessário para preparar 50 mL de solução a 5% em massa e densidade 1.5. que contém 24.40 mL 4) Que volume de ácido clorídrico 0.5% em massa de H3PO4. qual a Molaridade resultante ? Resposta: 1. de volume 50 mL.12 g/mL.5 de ácido clorídrico. de molaridade 0.4. em massa ? Resposta: 2. para que a solução resultante seja 0. Diluição e Misturas de Soluções * Diluição 1) A 50 gramas de uma solução de ácido sulfúrico de 63% em massa são adicionados 400 g de água. foi misturada a 100 mL de outra solução do mesmo sal.032 g/mL ? Resposta: 3. em mL. Qual a porcentagem de ácido na solução diluída obtida ? Resposta: 7 % 2) Que volume de água. de modo que a sua concentração ficou reduzida a 1/5 do valor inicial.5 M.25 mol/L poderemos obter pela diluição de 50 mL de HCl de massa específica 1. com massa específica 1. deve ser adicionado a 80 mL de solução aquosa 0.2 mol/L do mesmo ácido.

considerando-se que o ácido não reage com as impurezas.5 gramas. Qual a percentagem de impurezas da amostra de soda.0 mol/L ? Respostas: (a) 80 % .8 mol/L. A solução resultante será ácida. a qual apresentava impurezas inertes ao HCl. foram misturados e deram origem a uma nova solução. 24. com água destilada.0 mol/L.5.4 e 0. Dispondo de uma amostra de 0.6 mol/L . Resposta: 20 % 2) Juntou-se 300 mL de solução HCl 0. lavado e seco pesou 0.24 mol/L 3) 100 mL de solução de ácido sulfúrico 0.8 mol/L. Qual a molaridade e a concentração em g/L dessa nova solução ? Respostas: 0. Soluções que Reagem entre si 1) Uma remessa de soda cáustica está sob suspeita de estar adulterada. Certa amostra de 3.1 mol/L são adicionados a 500 mL de NaOH 0. Qual a Molaridade da solução resultante ? Resposta: 0. Determine (a) a percentagem de pureza da base e (b) a massa de material necessário para a preparação de 1. (b) 50 g .0 L de solução 1.5 mol/L. Essa solução foi titulada sendo consumidos 20 mL de uma solução 0.0 M de ácido sulfúrico com 300 mL de solução 1.466 gramas. (a) 0.22 4) Volumes iguais de duas soluções aquosas de NaOH de molaridades iguais a 0. Qual a Molaridade da solução ácida ? Resposta: 0. respectivamente.0 g/L 5) Em um balão volumétrico de 1000 mL juntaram-se 250 mL de uma solução 2.0 gramas da base foi completamente neutralizada por 20 mL de HCl 3. (b) 0. foi preparada uma solução aquosa de 50 mL.08 mol/L . Para que valor ficará reduzida a molaridade da solução básica? 4) 30 mL de uma solução de H2SO4 quando misturados com uma solução de BaCl2 produzem uma precipitado branco (sulfato de bário) que. básica ou neutra ? (a) Qual a Molaridade em relação ao reagente em excesso ? (b) Qual a Molaridade em relação ao sal formado ? Respostas: a solução resultante será básica.25 M de ácido sulfúrico.065 mol/L 5) Uma indústria adquiriu hidróxido de sódio como matéria-prima para a fabricação de sabão.4 mol/L à 200 mL de NaOH 0.5.80 mol/L 1.0 M do mesmo ácido e completou-se o volume até 1000 mL.

pois o íon Cu++ não oxida o ferro. contendo ácido fosfórico na concentração de 588 mg/L que uma criança de 20 kg pode ingerir para atingir o limite máximo de IDA é A) 0. não sobrando mais esponja de ferro. ele necessita de uma solução 0. contendo 12. C) todo o ferro foi oxidado a íons férrico e todos os íons Cu++ foram reduzidos a Cu0.9 g de hidróxido de magnésio. o volume necessário de solução de hidróxido de sódio 1.10 B) 0. O mesmo efeito seria obtido pelo emprego de A) 2.Para neutralizar.1 M de CuSO4.17 C) 0. B) todo o ferro foi consumido. D) 7.00 2 . foram gastos 4. que deve adicionar a sua solução ácida para obter a solução de concentração desejada é A) 100 B) 400 C) 500 D) 600 E) 800 3 . B) 4. O volume de refrigerante.Para neutralizar uma solução de ácido nítrico.23 *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 .116 g de esponja de ferro (bombril) em 500 mL de uma solução 0. E) nada pôde ser observado.50 E) 1.25 D) 0.O limite máximo de “ingestão diária aceitável” (IDA) de ácido fosfórico. em mililitros.0 g de hidróxido de potássio. sobrando ainda ferro.2 g de hidróxido de bário.4 g de hidróxido de cálcio. Pode-se afirmar que ao final do processo A) praticamente todos os íons Cu++ foram consumidos.0 M é A) 2 mL B) 125 mL C) 200 mL D) 1250 mL E) 2000 mL . Para prosseguir em sua análise. E) 34. 5 .4 M de ácido nítrico.Foi mergulhado 1. em litros. D) a concentração de íons cúprico era igual à de íons férrico. uma certa quantidade de um monoácido.8 g de cloreto de sódio. sobrando íons Cu++ em solução.0 g de NaOH quimicamente puro.1 M do mesmo ácido. C) 5. é de 5 mg/kg de peso corporal.6 g do ácido em 500 mL de solução.Um laboratorista possui um frasco contendo 200 mL de uma solução 0. 4 . exatamente. usado como aditivo em alimento. O volume de água.

de uma solução adequada para se utilizar nestas baterias. deve-se A) diluir. em mL.3 mols/L.4 mols/L. B) 0.2 mols/L. 50 mL de solução de hidróxido de sódio 3 M com água e completar a 100 mL.00 C) 2. Sobre essas soluções pode-se afirmar que A) C e D apresentam diferentes quantidades de soluto.00 11 . 9 . obtém-se a solução D. que pode ser obtido a partir de 500 mL de solução de ácido sulfúrico de concentração 18 mol/L. aproximadamente. C) a concentração de C é 1.50 E) 9.1 M do mesmo sal. resultando uma solução C.O vinagre é uma solução aquosa de ácido acético. partindo-se de 20 mL de uma solução 0.1 M B) 25 mL de H2SO4 0. C) 0.2 M D) 25 mL de HCl 0.2 M para titular 20 mL de vinagre? A) 0.2 M C) 25 mL de HNO3 0. deve apresentar concentração igual a 4.5 mols/L e a de D é menor que 1.50 mL de uma solução 0. é igual a A) 0. O volume total. de concentração 1.0 mol/L. C) dissolver 100 g de hidróxido de sódio puro em água e completar a 1.2 M de NaOH seriam completamente neutralizados com A) 20 mL de H2SO4 0.Uma solução aquosa de ácido sulfúrico.Necessita-se preparar uma solução 0. respectivamente.02 M de NaCl. E) A e B apresentam a mesma quantidade de soluto.Misturam-se volumes iguais de duas soluções A e B de NaOH. B) diluir. 7 . aproximadamente.50 B) 2. 8 .3 mols/mL.25 D) 4.5 mols/L e a de D é maior do que 1. que deve ser adicionado para obter-se a solução com a concentração desejada é A) 25 B) 40 C) 65 D) 80 E) 100 10 .1 M E) 50 mL de HCl 0. para ser utilizada em baterias de chumbo de veículos automotivos.Para preparar uma solução de hidróxido de sódio 2 M. E) 0.5 mols/L. Qual a concentração de ácido no vinagre se foram gastos 30 mL de uma solução de NaOH 0. O volume de água. D) a concentração de C é 1. E) dissolver 4 g de hidróxido de sódio puro em água e completar a 100 mL.0 litro.5 mols/L.4 mols/mL. em litros.24 6 .0 mol/L e 2 mols/L. B) B e D tem concentrações iguais.1 M . D) 0. 33 mL de solução de hidróxido de sódio 6 M com água e completar a 100 mL. Adicionando-se 200 mL de água à solução C. D) dissolver 60 g de hidróxido de sódio puro em água e completar a 250 mL.

C) 0. C) 0. D) 0.20 M em NaOH para ser utilizada em uma reação de neutralização.0365. aproximadamente A) 0. e de sacarose 11. qual a massa. A concentração.5 g/L.03.000 13 . E) 0.0.0 0.050. B) 0.0 g/L.100. D) 0. Sabendose que durante a digestão são produzidos cerca de 100 mL de suco gástrico.00 mL de uma solução 0.15. E) 0.073.25 C) 4.O “soro caseiro” recomendado para evitar a desidratação infantil consiste de uma solução aquosa de cloreto de sódio. l0-2 mol/L.50 16 .10.0 0.O volume. A forma correta de preparação dessa solução seria dissolver _______g de NaOH em ______ L de solução. E) 0.0 1.O suco gástrico produzido pelo estômago durante o processo da digestão apresenta ácido clorídrico numa concentração molar de 1.Um aluno do curso de Química necessita preparar uma solução 0. D) 0.0 litros de solução 0. de solução de ácido clorídrico a 37% em massa de densidade igual a 1. A) 2. aproximadamente A) 50 B) 78 C) 146 D) 208 E) 2.4 mol/L é.150.04. 15 . B) 36. de ácido contido nesse volume ? A) 73.00 mL de água destilada a 15. expressa em gramas. A molaridade desta nova solução é A) 0.5.50 B) 4.25 12 .075.9 g/mL necessário para preparar 10. 3.06. em mililitros.Foram adicionados 35. do cloreto de sódio nessa solução e. 14 .0 .175.75 E) 8.0 0.50 M em KMnO4 .65. em mol/L.0 0. C) 3. B) 0. .50 D) 8.

19 . Sabendo-se que foi preparada pela dissolução de 0. No laboratório foram encontrados somente 10.70. C) 5. A) 1.12. 10-3. A quantidade aproximada. E) 5. D) 7. E) 6.O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). B) 0. usada em medicina porque a sua composição coincide com aquela dos fluídos do organismo. 10-3. aproximadamente. B) 0.3 mols do sal. para o branqueamento de um tecido de algodão. 18 .46.23. E) 9. de solução obtida com a molaridade desejada é de.O soro fisiológico é uma solução de cloreto de sódio a 0.6 . D) 0. aproveitando 200 mL de uma solução 0. E) 0.3 g do sal. 2 ppm.Solução salina normal é uma solução aquosa de cloreto de sódio. Para isso deve se adicionar A) 400 mL de água.70.6 g/L. C) 0.45.8 . C) 0.26 17 . podemos afirmar que a molaridade da solução e.00.9 g do sal em 100 mL de solução. em mol(s) de cloreto de sódio consumidos por um paciente que recebeu 1.35. A concentração aproximada. 0. C) 200 mL de água.9 %. aproximadamente. D) 1. . C) 2.Um técnico necessita preparar uma solução aquosa de hipoclorito de sódio. 10-5. 20 . B) 3.500 mL de soro fisiológico é A) 0.8 .27.1 . 2 mg de Cr+3 por litro de efluente. 21 . ou seja. em mols/L.15. 10-7. através da resolução no 20 de 18 de Junho de 1986. D) 0. NaClO. B) 0.50. B) 600 mL de água.50.5 M. 10-5. apresenta como limite para o cromo trivalente em efluentes líquidos.0 gramas do soluto e. desse metal é A) 1.9 .9 M do mesmo sal.Necessita-se preparar uma solução de fluoreto de sódio de concentração igual a 12.25.30. A) 0. D) 3. o volume. portanto. em litros.

27 E) 13.0 litro. seria necessário 1. com suas respectivas concentrações em mols/L: cloreto de potássio 0. B) 045.65. a concentração passaria para 0. de fórmula C6H8O6. B) 32. em massa.02 molar. A concentração de íons cloreto.5. oxidante e desidratante. em mol/L.6 g em água suficiente para obter-se 2.20 e cloreto de cromo III 0. contendo 90% de H2SO4. A concentração.0 litros de solução.4 g. 25 .62 g. respectivamente.5 mol/L. 23 . de íons cloreto na nova solução é A) 0. E) 0.4 molar. B) em 10 mL estão contidos 5 .10.8 g/mL. 10-4 mols do ácido.55. oleoso. C) 162 g.05. em mol/L.5 L de água. B) 0. D) 324 g. resulta numa mistura na qual A) a concentração de íon cloreto é 1. C) para neutralizar 0. D) 2.05 mol/l e 0. D) adicionando mais 0. .50.20 mol/L. nessa solução é A) 0. muito corrosivo.2. nesta solução.Uma solução de ácido ascórbico (vitamina C). 24 . 22 .10 mol/L. foi preparada pela dissolução de 17.0 mols/L de MgCl2 são diluídos a 1. C) 1.75. B) a concentração do cátion magnésio e a de ânio cloreto são. E) 4.5 litros dessa solução. C) 0.Um químico preparou uma solução contendo os seguintes sais.O ácido sulfúrico concentrado é um líquido incolor. 26 . D) 0. de forma que o volume fosse reduzido para 0. cloreto de magnésio 0. No almoxarifado de um laboatório há disponível o ácido sulfúrico de densidade 1.0 mol/L e 0. A) a concentração é de 0.0.0. a concentração ficaria igual a 0. respectivamente. de 0.A adição de 90 mL de água destilada a 10 mL de uma solução contendo KCl e MgCl2 em concentrações iguais a 1.1.00 mL de uma solução 2. A massa de ácido sulfúrico presente em 100 mL desse ácido concentrado é A) 1.35.5 L.0.50 mol/L. E) evaporando-se parte do solvente.0 g de cloreto de amônio. É correto afirmar que. E) 1620 g.

40 30 .010.10 mol/L. a concentração comum dessa solução. E) 620.Em uma determinada amostra contendo ácido palmítico gastou-se 4m.Soluções de uréia.1.13 B) 0.33 3.0% 21. D) 25 mL.0% Concentração em mol/L 3. D) a concentração de cátion potássio e a de cátion magnésio são. D) 310.28 D) 2.28 C) a concentração de cátion potássio e a de ânio cloreto são iguais a 0.0 mL de NaOH 0. de ácido encontrada é de A) 0.04 3. Indique o volume de solução assim preparada que será necessário para neutralizar 50 mL de uma solução de HNO3 0. em g/L .50 . 28 . 29 .4% 17.56 E) 6. é A) B) C) D) E) Percentagem em massa 17. A) 1 mL. Dados: Ácido palmítico = CH3(CH2)14COOH Massa molecular = 256. (NH2)2CO.90 mol/L e de 0.26 C) 1. B) 5 mL. A densidade da solução final é 1. C) 3.Dissolveram-se 8 gramas de NaOH em uma quantidade de água suficiente para preparar 200 mL de solução. E) 50 mL. é A) 0.4% 20. em gramas.50 3.45 mol/L. Sabendo que em um frasco de 500 mL dessa solução existem 5 mols de etilenoglicol (C2H6O2). de 0. C) 10 mL. podem ser utilizadas como fertilizantes.00 u A quantidade. 27 . A concentração da solução em percentual de massa de uréia e em mol/L.62. respectivamente.05 g/mL.0% 21.250 mol/L para neutralizá-lo.Um aditivo para radiadores de automóveis é composto de uma solução aquosa de etilenoglicol.1 mol/L. B) 0.04 3. a de ânion cloreto e a de cátion potássio são iguais. Uma solução foi obtida pela mistura de 210 g de uréia e 1000 g de água. E) a concentração de cátion magnésio. respectivamente.

contra a interface de separação líquido-vapor. Estas propriedades modificadas são: tensão ou pressão de vapor. quando nele dissolvemos um soluto não-volátil. ponto de congelamento e pressão osmótica. A pressão de vapor pode ser entendida como aquela exercida pelas moléculas do líquido em seu movimento espontânea e caótico. . na interface de separação líquido-vapor. pela modificação da relação entre o número de partículas do soluto e solvente. que modificam as energias envolvidas nos processos de evaporação. 1) Efeito Tonométrico ou Tonometria: mede o abaixamento relativo da pressão de vapor do solvente.29 2 . ebulição e congelamento das soluções e. isto é: . ponto de ebulição. Estes efeitos são explicados pela intensificação das forças interativas moleculares. EFEI T OS COL I GA T I V OS Os Efeitos ou Propriedades Coligativas são modificações produzidas em determinadas propriedades físicas dos solventes quando neles dissolvemos solutos não voláteis. também.um mol de moléculas de glicose (C6H12O6) exerce o mesmo efeito que um mol de íons cloreto (Cl-) ou um mol de íons sódio (Na+). Estas modificações só dependem do número de partículas dissolvidas e não de sua natureza.

No gráfico seguinte observa-se a variação da pressão de vapor de diferentes líquidos. . tomando-se como referência a pressão atmosférica normal. em função da temperatura. Num gráfico detalhado percebe-se como T influi na Pv da água. na temperatura de 25oC. O quadro da página anterior mostra os valores das pressões de vapor para diferentes tipos de líquidos. usados como solventes.30 A pressão de vapor depende da temperatura e do tipo de solvente.

Num frasco aberto tal equilíbrio não ocorre mas a presença de moléculas do líquido na atmosfera determina a velocidade dessa evaporação.31 Como já foi dito. a adição do soluto: a) acentua ou intensifica as forças atrativas moleculares b) diminui a superfície de evaporação do solvente. na interface Num frasco fechado o líquido evapora até o momento em que ocorre um estado de equilíbrio entre as moléculas que deixam a fase líquida para a de vapor e as moléculas da fase de vapor que se condensam no líquido. Considerando que: P0 = pressão de vapor do solvente P = pressão de vapor da solução ( < P0) D P = abaixamento absoluto da pressão de vapor D P / P0 = abaixamento relativo da pressão de vapor o efeito tonométrico será: .

Considerando que: t0 = temperatura de congelamento do solvente puro t = temperatura de congelamento da solução ( < t0) D tc = abaixamento no ponto de congelamento da solução O efeito criométrico será D tc = Kc . Te = temperatura de ebulição do solvente puro e Le = calor latente de evaporação do solvente. 3) Efeito Criométrico ou Criometria: estuda a diminuição no ponto de congelamento de um solvente quando nele dissolvemos um soluto não volátil. W onde: Ke = constante ebuliométrica (depende do solvente) Ä numericamente corresponde à diferença no ponto de ebulição quando a Molalidade é 1.0 mol/kg de solvente onde * Ke = R Te2 / 1000 Le R = constante dos gases. Considera-se: t0 = temperatura de ebulição do solvente puro t = temperatura de ebulição da solução ( > t0) D te = aumento da temperatura de ebulição O efeito ebuliométrico será: D te = Ke . W onde: Kt = constante tonométrica (depende do solvente) W = molalidade da solução (mol/kg) * Kt = M2 / 1000 (massa molar expressa em kg/mol) 2) Efeito Ebuliométrico ou Ebuliometria: estuda o aumento na temperatura de ebulição do solvente quando nele dissolve-se um soluto não volátil.32 D P / P0 = Kt .0 mol/kg de solvente . W onde: Kc = constante criométrica (depende do solvente) Ä numericamente corresponde à diferença no ponto de congelamento da solução quando a Molalidade é 1.

A Osmose consiste na migração espontânea de solvente através da m. A passagem de moléculas do solvente “pressionam” a m.s.p.s.p. sempre que houver diferença de concentração entre as soluções.p.33 * Kc = R Tc2 / 1000 Lv onde: evaporação.. A figura ao lado mostra que. de mais acentuado. para evitar a osmose.s. para se estabelecer um estado de equilíbrio entre as duas soluções separadas pela membrana semi-permeável deverá ocorrer migração de moléculas do solvente. até o estabelecimento de um estado de equilíbrio (isotonia). pela adição de um soluto não volátil. Perceba-se que há movimento de moléculas do solvente para ambos os lados. num processo dinâmico. 4) Efeito Osmométrico ou Osmometria : estuda a pressão osmótica de uma solução separada de outra (ou de um solvente) por uma membrana semipermeável (m. da solução diluída para a concentrada. ocorrendo do meio mais diluído (hipotônico) para o meio mais concentrado (hipertônico) até o momento em que as duas concentrações se igualam. R = Te = temperatura de ebulição do solvente e Le = calor latente da O diagrama de fases ao lado mostra como a adição de um soluto afeta simultaneamente a temperatura de ebulição e a de congelamento do solvente. e para evitar esta passagem deve-se aplicar uma pressão igual e contrária. .).

também.34 A passagem de solvente através da m. numa câmara osmométria.s. A figura acima mostra como pode ser feita a medida experimental da pressão osmótica. pode ser evidenciada na representação abaixo. pode ser calculada pela expressão: equação dos gases ideais pressão osmótica P= n V RT p = M RT onde: R = constante universal dos gases T = temperatura absoluta . A pressão osmótica. A migração de solvente só se interrompe quando as duas soluções se tornarem isotônicas.p. da temperatura absoluta. a qual depende da concentração e. Esta pressão exercida é numericamente igual à Pressão Osmótica (p). em analogia à pressão dos gases.

W . i Ex e r c íc i o s 1) Relacionando com o fenômeno da osmose explique quais os efeitos sobre um peixe de água do mar se o colocarmos num aquário de água “doce” ? 2) Quando se adiciona açúcar a uma salada de frutas.1) *** se o soluto é molécular: a = 0 Ã i = 1 se o soluto é um sal : a = 1 Ã i = q Portanto. aumenta o volume do “caldo” . sendo a primeira de água pura e a segunda de salmoura (água e cloreto de sódio). se for temperada com sal ? 6) Colocando-se duas amostras líquidas de igual volume para evaporação espontânea. Explique o fenômeno ocorrido. se o soluto for iônico cada efeito coligativo deve ser multiplicado pelo fator i resultando as seguintes expressões.R. após algum tempo. Tonometria Criometria DP / P0 = Kt . 5) Porque uma salada de alface murcha. i D tc = Kc . 3) Porque em países muito frios é costume adicionar sal grosso sobre a neve acumulada nas estradas ? 4) Pesquise sobre as aplicações da “osmose reversa” . i Ebuliometria Osmometria p=M. chamado fator de Vant Hoff (i). bases e sais) os efeitos coligativos deverão ser corrigidos de um “fator iônico”. o qual depende do número de íons produzidos por molécula (q) e do grau de dissociação (a) da substância e que pode ser calculado pela expressão: £ i = 1 + a(q . em qual das duas se observará maior redução de volume.35 M = molaridade da solução Ä pode ser usada a Molalidade (W) se a solução for diluída Para solutos iônicos (ácidos. por evaporação da água ? Porque ? .T. W . W .i D te = Ke .

0 mol de HCl em 1000 g de água.004 ? Resposta: 180 g/mol 13) O sangue humano tem pressão osmótica 7. para que seja isotônica com o sangue ? Resposta: 36 gramas 14) Eventualmente s solução 0. Como se explica esse fenômeno ? 11) Qual o abaixamento relativo da pressão máxima de vapor de uma solução que apresenta 10-3 mol de um soluto não iônico . œ 1.0 gramas do mesmo em 500 gramas de água causa um abaixamento relativo na pressão máxima de vapor igual a 0.5 mol de cloreto ferroso em 1000 g de água. 10-5 12) Qual a massa molar de um certo glicídio. Qual a que apresenta o menor ponto de congelamento ? Resposta: K2SO4 . por quilograma de água ? Resposta: 1. qual a que congela à temperatura mais baixa ? œ 1.8 atm à 37o C. 16) Considere cinco soluções aquosas de concentração 0. œ 1. sabendo que em certa temperatura a dissolução de 20.0 mol de glicose em 1000 g de água. das seguintes substâncias: glicose. KCl. apesar de sua temperatura estar bem abaixo de 0o C. Qual a massa aproximada de cloreto de sódio que deve ser dissolvida em água. NaCl. *** Sugestão: consulte um professor que atue na área de Química Biológica. Mostre que a mesma apresenta valor próximo ao referido no exercício anterior.0 mol de cloreto de cálcio em 1000 g de água. o gaúcho adiciona considerável quantidade de sal grosso sobre a carne. suficiente para preparar 4 litros de solução.1 mol/L. 15) Dentre as soluções abaixo. pois tem pressão osmótica próxima do sangue. Resposta: 1. œ 1. com o intuito de conservá-la. Investigue como funciona esse princípio de conservação. K2SO4 e ZnSO4.30 M de glicose é utilizada como injeção intravenosa.8 . 9) Considerando-se mesma temperatura. à 37o C. 8) A utilização de calda para a conservação de frutas (compotas) vale-se do efeito osmótico. Justifique porque esse procedimento auxilia na conservação da carne. qual o sistema que apresenta maior velocidade de evaporação: a água do mar ou de um lago ? Porque ? 10) A superfície do Oceano Antártico freqüentemente se apresenta líquida. œ 0.0 mol de ácido acético em 1000 g de água.36 7) Na preparação do charque.0 mol de cloreto de cálcio em 1000 g de água.

Uma dispersão coloidal de 685 mg da referida proteína dissolvida em água suficiente para formar 10 mL tem uma pressão osmótica de 0.75 ou 75 % .80.1 g de sacarose (C12H22O11) em 180 g de água. qual a pressão de vapor da solução ? Resposta: 17. qual a massa molecular.0 gramas de benzeno. Resposta: 100 20) Uma solução aquosa de cloreto de sódio. em mol/L da solução de glicose ? Resposta: 0. não dissociado. Qual o seu ponto de congelamento ? Resposta: .15 M).68 . A constante criométrica do benzeno vale 5. é 17.65o C 21) Se uma solução de um soluto não dissociado congela a – 1.4.01 M e uma solução aquosa de sacarose (soluto não dissociado) 0. cujo grau de dissociação aparente é 0. Resposta: 4. Determine o valor de “ n “ na fórmula geral do polímero. Qual o grau de dissociação aparente do sulfato férrico ? Resposta: 0. ao nível do mar. 103 u 23) Verifique se existe isotonia entre uma solução aquosa de NaCl 0.4 mm Hg 18) Calcule o abaixamento relativo da pressão máxima de vapor de uma solução 0.02 M. ambas na temperatura de 20o C ? 24) Para que uma solução aquosa de glicose tenha a mesma pressão osmótica que a solução salina fisiológica (NaCl 0.kg. aproximada. quando 1.28 atm a 7o C.5 mm Hg.6 . qual a sua temperatura de ebulição ? Resposta: 100. 10-4 19) Um polímero de fórmula geral (C2H4)n abaixou o ponto de congelamento do benzeno em 0.30 M 25) Uma solução de concentração 30 g/L de um soluto não iônico. à 20oC.01 mol/kg de CaCl2.37 17) Considere uma solução contendo 17.3o C.0 grama do mesmo foi dissolvido em 5. na qual se admite o sal totalmente dissociado.36o C 22) Isolou-se uma proteína de uma amostra de soro sangüíneo.36o C. Sendo a proteína um composto covalente típico.30o C. é isotônica com uma solução de sulfato férrico que contém 20 g desse soluto em 600 ml de solução.mol-1. de massa molar 90 g/mol. ferve a uma temperatura de 101.04o C. qual deverá ser a concentração. da proteína ? Resposta: 5. Sabendo que a pressão de vapor da água pura.

expressa em molaridade de uma solução de glicose que seja isotônica com o sangue.03 mol/L 2 .38 *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 . I II III IV V soluto MgBr2 Al(NO3)3 Ca(NO3)2 NaCl CuCl2 solvente H2O H2O H2O H2O H2O Concentração em mols/L 1. B) III e I. é a desidratação dos cadáveres através da utilização de soluções salinas de alta concentração e viscosidade.3 C) 1.Qual das soluções aquosas abaixo apresenta a menor pressão de vapor a 250 C? A) CaCl2 0.L/mol.0 D) 3. C) III e IV. D) V e I. A desidratação é possível e explicada pelo fenômeno da A) salinização.02 mol/L B) NaCl 0. C) osmose.01 mol/L D) KCl 0.1 B) 0.0 3. aproximada. respectivamente.Considere o quadro abaixo.8 atm a 370 C. sabendo que R = 0.0 2. A concentração. 4 .K.5 1.0 3 . no processo de mumificação.02 mol/L C) K2SO4 0.082 atm. E) umidificação.0 2. é A) 0. B) neutralização. a maior temperatura de ebulição e a maior temperatura de congelamento são A) II e IV. D) hidrólise.5 As soluções que apresentam.0 E) 5. .01 mol/L E) C12H22O11 0.O sangue humano tem uma pressão osmótica de 7.Um dos segredos descobertos pelos químicos.

020 mol/L IV .V .010 mol/L Qual das afirmações abaixo é correta. apresenta maior pressão osmótica ? A) K3PO4. 6 .sacarose 0.IV . C) IV .25 mol/L IV .Qual das substâncias abaixo.39 E) V e II. 7 .II . 8 . . E) sacarose 2.0 molar.III . C) NH4Cl.Qual das seguintes soluções aquosas apresenta maior ponto de ebulição ? A) uréia 2. 5 .5 molar. corresponde à sequência A) I .glicose 0. I .II .III . B) O ponto de congelamento da solução IV é o mais alto de todas as soluções acima.II.5 molar.IV .NaCl 0.A seguir são arroladas algumas soluções aquosas de solutos iônicos ou moleculares com suas respectivas concentrações em mol/L.V.025 mol/L III .040 mol/L II .MgCl2 0.Al(NO3)2 0.AgNO3 0.30 mol/L III . quando em solução aquosa de idênticos graus de dissociação e concentração.0 molar. C) A pressão osmótica da solução II é maior do que a pressão osmótica da solução III.V .III .I .50 mol/L V . considerando que as espécies iônicas estão 100% ionizadas? A) A pressão de vapor da solução III é mais alta que a pressão de vapor da solução IV.C12H22O11 0. D) V .IV.I . B) II .I.III. E) O ponto de ebulição da solução I é o mais baixo de todas as soluções acima. E) V .40 mol/L A ordem crescente de ponto de congelamento das soluções.III .Ca(NO3)2 0. C) NaCl 1. admitindo-se ionização total dos compostos iônicos. B) NaCl.5 molar. B) glicose 1. D) A solução I tem ponto de ebulição mais elevado do que o ponto de ebulição da solução II.20 mol/L II .Na2CO3 0.II . D) CH3COOH 1.I .IV .Analise as soluções aquosas abaixo discriminada: I .

sulfeto de sódio e glicose. E) temperatura e mesmo número de partículas dissolvido. E) CaCl2. uma de glicose e outra de cloreto de sódio.Duas soluções. NH4NO3 T1 Na2S T2 C6H12O6 T3 A relação entre estas temperaturas é A) T1 > T2 > T3 B) T2 > T3 > T1 C) T3 > T1 > T2 D) T1 > T3 > T2 E) T2 > T1 > T3 010 . D) concentração e mesmo fator de Vant’Hoff. .No quadro abaixo estão fornecidas as temperaturas de ebulição de soluções aquosas de mesma concentração molar de nitrato de amônio.40 D) C6H12O6. serão isotônicas quando tiverem a mesma A) temperatura. 9 . C) concentração e a mesma temperatura. B) concentração em mols por litro. Solução Temperatura.

As inter-relações que se pode estabelecer entre as variáveis de estado chamamos de equação de estado.. A linguagem termodinâmica não dispensa o uso e a interpretação correta de certos termos como: .1 . sendo esse um dos seus pontos fortes. evitando o formalismo matemático complexo. ..processo: meio através do qual as variáveis de um estado podem ser alteradas (isotérmico.meio externo ou ambiente: corresponde ao restante de universo.41 3 . com as trocas de energia que acompanham os processos químicos e físicos. volume. para um gás ideal. I N T RODU ÇÃ O À T ERM ODI N Â M I CA 3 .. Nosso tratamento do assunto será de maneira mais informal e fenomenológica. . adiabático. etc. . . Historicamente ela se desenvolveu sem um conhecimento detalhado das estrutura da matéria. número de mols. . A simples: a) b) c) termodinâmica é fundamentada em poucos conceitos e princípios conservação da energia.). selecionada para investigação de propriedades.mudança de estado: situação na qual alguma variável de estado sofre uma alteração (compressão.. Na evolução dos processos termodinâmicos nada se cogita em relação à velocidade com a qual os mesmos ocorrem.estado: conjunto de condições que caracterizam um sistema.). aumento da entropia. temperatura. volume.. resfriamento.sistema: qualquer porção isolada do universo. temperatura e massa gasosa estão expressas na equação geral dos gases PV=nRT onde R é uma constante. . etc. Por exemplo..variáveis ou funções de estado: grandezas que caracterizam um determinado estado (pressão. espontaneidade dos processos e equilíbrio. basicamente. excluído o sistema. as interrelações entre as grandezas pressão. I n t r o d u ç ã o A Termodinâmica ocupa-se.). isométrico. isobárico.

a capacidade calorífica de 1 quilograma de água será C = c .2 . o C = 4180 J / o C o que significa que devem ser fornecido 4180 Joule de energia para que 1000 gramas de água variem a sua temperatura em 1 grau. o C ou 4.0 cal /g . o C. A capacidade calorífica pode ser determinada pelo produto da massa do sistema e seu calor específico. Por exemplo.24 J/mol.42 3 . a capacidade calorífica molar da água será 18. para proporcionar a variação de temperatura de 1 grau.15 O Calor e o Trabalho (termelástico). DT onde C· é a capacidade calorífica do sistema.0 cal / mol. 4. considerando que o calor específico da água seja 1. Como escala adota-se a termodinâmica ou absoluta (Kelvin) na qual mv = 3RT E = 2 2 2 C T (K) = T (oC) + 273. T e m p e r a t u r a .18 J / g . por sua vez relacionam-se num princípio fundamental conhecido como 1o Princípio ou 1a Lei da Termodinâmica.grau ou 75. Portanto: Qtrocado a DT ou œ Q = C . Assim.grau. œ Capacidade calorífica e a quantidade de calor que deve ser trocada por certa massa do sistema. Calor = quantidade de energia que se transmite de um corpo para outro.18 J /g . devido unicamente à diferença de temperatura entre ambos.0 mol então a capacidade calorífica será molar. Ca l o r e T r a b a l h o A temperatura é uma propriedade ou grandeza que independe da massa ou extensão do sistema e está relacionada com o grau de agitação (energia cinética) molecular. m = 1000 (g) . Q > 0 à sistema recebe calor (T ’) . Se a massa considerada for aquela correspondente a 1. Algebricamente considera-se o calor trocado como sendo positivo quando o sistema recebe energia do meio externo e negativo quando o sistema perde energia para o meio externo.

ocorrendo uma variação de volume ocupado pelo referido gás. à temperatura constante. na qual o gás contido no interior do pistão sofre um deslocamento (d) em relação à posição inicial. a energia trocada com o meio externo produz o trabalho de expansão. Wexpansão = F ... contra uma pressão (P) que se opõe. D V Para que seja realizado trabalho é necessário ocorrer variação de volume. sendo que as demais formas de trabalho (elétrico.) não são consideradas em tais transformações.43 Q < 0 à sistema perde calor (T ”) Um processo no qual o sistema recebe calor do meio externo chama-se Endotérmico e aquele em que o sistema perde calor para o meio externo chamase Exotérmico. contra uma pressão oposta externa (atmosférica). d P = F / A F = P . magnético. A maior parte das transformações termodinâmicas são aquelas nas quais o trabalho provém de uma variação de volume do sistema ao qual denominamos de termelásticas. A Wexpansão = P . . etc. A . œ Trabalho = energia trocada como conseqüência de uma força que atua entre o sistema e o meio externo ou energia que se transmite por qualquer outro modo que não seja a diferença de temperatura entre eles. portanto. que pode ser calculado através de: mas donde e. como no exemplo da figura ao lado. d Ä DV Logo Wexpansão = P . Quando um gás expande num cilindro.

1. enthalpein = calor) e simbolizamos por H (Heat = calor). ou seja. contra uma pressão externa de 2 atm. . a energia se distribuirá da seguinte forma: . embora a luz (energia eletromagnética) também esteja presente em alguns processos (combustão e fotossíntese). fazendo variar o grau de agitação das moléculas ou Energia Interna (D U). Esta energia “armazenada”. K. principalmente sob forma de ligações.44 Quando um gás. calcule a quantidade de calor trocada por esse gás nessa transformação. irá realizar um Trabalho ( W ). a qual corresponde ao somatório de todas as formas de energia associadas ao movimento das moléculas. Aplicação œ Um mol de CO2 é expandido de um volume inicial de 5 para 15 litros. Introdução A Termoquímica tem por objetivo o estudo das variações de energia que acompanham as reações químicas.outra parcela irá provocar a expansão do gás. denominamos de ENTALPIA (do grego.3. A relação entre essas duas grandezas conduz à 1a Lei ou 1o Princípio da Termodinâmica. troca calor com o meio externo.uma parcela irá provocar aumento na temperatura do gás (DT). T e r m o q u ím i c a 3. A energia envolvida nas reações químicas é decorrente de um rearranjo das ligações químicas quando reagentes transformam-se em produtos. a mesma pode ser calculada pela expressão DU = CDT onde C é a capacidade calorífica da substância. Sabendo que a capacidade calorífica do CO2 é 96. manifesta-se sob a forma de calor.5 J / mol . ocorrendo uma variação na temperatura de 27 para 87o C. em geral. Qtrocado = D U + W Como a variação da Energia Interna corresponde a calor trocado. Esta energia. isto é.3 . contido no interior de um cilindro dotado com um êmbolo móvel (como na figura anterior). 3 . .

. que equivale a quantidade de energia absorvida por uma grama de H2O. C6H12O6 + 6 O2 Ñ ( DH = H2 .. segundo o calor liberado ou absorvido: (H1) ...H1 < 0 ) reação EXOTÉRMICA ( DH = H2 ...c.... empregando-se a equação: Q = m.6 CO2 + 6 H2O (H2) .3..... ocorre uma variação de entalpia (DH). sendo as reações classificadas em dois tipos....... A unidade mais comum é a caloria (cal)....C2H6O + 3 O2 Ó (H2) ..45 Numa reação química.... A bomba calori – métrica é um equi – pamento próprio para determinar a energia (calor) das reações de combustão e algumas reações de formação. A maior parte das reações tem a sua entalpia calculada...... Medida de D H e unidades de energia A variação da entalpia de uma reação química pode ser medida... como será visto mais adiante. 2 CO2 + 3 H2O (H1) ..... ou seu múltiplo quilocaloria (kcal) .. para um certo número de reações... para que a temperatura varie de 1. principalmente a LEI DE HESS...00 C... valendo-se das leis da Termoquímica. portanto.. pelo calor liberado ou absorvido durante o processo.........H1 > 0 ) reação ENDOTÉRMICA 3....2.....Dt O número de reações cuja entalpia (calor de reação) pode ser determinada diretamente em bombas calorimétricas e calorímetros é muito reduzido..... Esta medida experimental (calorimétrica) é feita utilizando-se Calorímetros ou Bombas Calorimétricas (para reações de combustão)..........

01 kcal/mol Obs.8 kcal/mol) H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(l) (libera 68.51 kcal/mol) d) as condições de medida da variação de entalpia: .: H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(l) DH0 = .05 kcal/mol) C(diamante) + O2(g) “ CO2(g) (libera 94. sendo esta referência importante porque as mudanças de estado físico envolvem variações de energia (entalpia): ex.0 kcal/mol D H0 = .000 cal 1.66. .31 kcal/mol D H0 = + 11.4.17.103 Joules 3. b) os estados físicos de cada componente.: C(graf.3.) + O2(g) “ CO2(g) D H0 = .68.18 Joules 1. Equações Termoquímicas Uma equação termoquímica deve conter: a) a equação química devidamente ajustada.05 kcal/mol C(graf. ex.94. A indicação de que uma entalpia foi medida em Condições Padrão é feita através do expoente “0” junto ao valor da mesma: ex.: H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(g) (libera 57.: C(grafite) + O2(g) “ CO2(g) (libera 94.81 kcal/mol 1/2 N2(g) + 1/2 O2(g) “ NO(g) DH0 = + 11.) + 3 H2(g) + 1/2 O2(g) “ C2H6O(l) H2(g) + ½ O2(g) “ H2O(l) ½ N2(g) + ½ O2(g) “ NO(g) C(graf. Entalpias de Reação 1) Entalpia de Formação (DH0f): .0 cal = 4.46 1.) + 2 H2(g) “ CH4(g) 2 C(graf.) + 2 H2(g) “ CH4(g) DH0 = .0 kcal = 1.94.70 kcal/mol D H0 = .0 kcal/mol 3.0 mol de substância a partir de seus elementos formadores (substâncias simples).3. A maior parte das variações de entalpia que constam em tabelas foram medidas nas chamadas Condições Padrão ou Standard (1 atm e 250C).0 kcal/mol) c) os estados alotrópicos. quando for o caso: ex.17.a variação de entalpia (DH) depende da temperatura e da pressão em que foi feita a medida.18.3.3 kcal/mol) H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(s) (libera 70.31 kcal/mol C(graf.0 kcal = 4.68.81 kcal/mol D H0 = .corresponde ao calor envolvido na formação de 1.: considera-se nula a Entalpia de Formação de substâncias simples .) + O2(g) “ CO2(g) DH0 = .

24.02 + 21. provenientes de um ácido e uma base. devido à dissociação do ácido ou da base devido ao deslocamento do equilíbrio ocorrido na neutralização.44.57 + 7.61 .93 + 2.151. Se o combustível for orgânico (C.288. C(diamante) CO(g) CO2(g) C2H6(g) CCl4(g) CHCl3(l) C2H6O(l) CH3COOH(l) 0.24 .O) a combustão completa origina como produtos CO2(g) e H2O(l) (chama azul). 3) Entalpia de Combustão: .235.22.98. Para ácidos e bases fortes a reação que ocorre é sempre a mesma e a sua variação de entalpia é constante: H+(aq) + OH-(aq) £“ H2O(l) D H0 = .06 NH3(g) NO(g) NO2(g) N2O4(g) NaCl(s) Na2O(s) NaOH(g) O3(g) ¤ ¤ ¤ SUBSTÂNCIA H0f (kcal/mol) SUBSTÂNCIA H0f (kcal/mol) SUBSTÂNCIA H0f (kcal/mol) .19 .88 .37 .) CaCO3(calc.99.45 .212.20.68.79 .corresponde ao calor envolvido na reação de formação de um mol de água a partir de um mol íons H+ com um mol de íons OH-. carbono (chama amarela).corresponde ao calor envolvido na reação de um mol de substância combustível com O2 puro.10 2) Entalpia de Decomposição: .115.: CH4(g) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(l) D H0 = .99 + 34.05 . respectivamente.47 Algumas entalpias de formação podem ser medidas diretamente em bombas calorimétricas enquanto outros somente são possíveis através de determinações algébricas (cálculo).70 kcal/mol C6H12O6(s) + 6 O2(g) “ 6 CO2(g) + 6 H2O(l) D H0 = .) CaO(s) Ca(OH)2(s) H2O(g) H2O(l) H2O2(l) HCl(g) .80 .288.41 . Na combustão incompleta ainda ocorre a formação de fuligem.453 .101.00 kcal/mol 4) Entalpia de Neutralização: .49 .66.26.80 CaCO3(arag.23 .32. ambos em solução aquosa e diluída.11.H.13.90 .78 kcal/mol C2H6O(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) D H0 = .670.14 .corresponde ao inverso da Entalpia de Formação.94.57.20 kcal/mol Se o ácido ou a base for fraco a variação de entalpia será diferente do valor acima. ex.326. .31 .40 . Outros exemplos no quadro a seguir.

2 kcal/mol de moléculas D H = + 119.5 kcal/mol de átomos . n1(H2O) / n2(HCl) 0 .: H2(g) “ 2 H(g) O2(g) “ 2 O(g) D H = + 104.735 150 17. ex. a 250C e 1.071 kcal/mol A quebra de ligações sempre é endotérmica.corresponde ao calor envolvido na dissolução (por vezes acompanhada de dissociação) de um mol de determinado soluto em quantidade tal de solvente de modo que a adição do mesmo.272 40 17.48 5) Entalpia de Dissolução .0 atm. não envolva variação de energia.960 6) Entalpia de mudança de fase Corresponde ao calor envolvido na mudança de estado físico ou fase cristalina.DH (kcal/mol) 10 16.0 mol (6. enquanto a formação de ligações é sempre exotérmica. HCl(g) H2O HCl(aquoso) O quadro abaixo mostra a variação de calor envolvida em relação à quantidade de solvente (água) adicionado. DH0273 = + 1. após determinada quantidade limite.451 kcal/mol DH0 = + 0. Hidrogênio: + 52.1 kcal/mol de átomos Oxigênio: + 59. H2O(s) “ H2O(l) H2O(l) “ H2O(g) C(grafite) “ C(damante) S(rômbico) “ S(monoclínico) 7) Entalpia ou Energia de Ligação: corresponde a quantidade de calor absorvida na quebra de 1. Assim.608 25 17.1023) de determinada ligação.1 kcal/mol de moléculas Por vezes utiliza-se a metade desse valor como sendo a Entalpia de Atomização por mol de átomos formados.02.438 kcal/mol DH0 = + 10. supondo todas as substâncias no estado gasoso.514 kcal/mol DH0 = + 0.453 80 17.

8 85. a energia é liberada nos produtos (formação de ligações).1 57. A Entalpia de uma reação pode ser obtida de dois modos diferentes: a) por medida calorimétrica experimental (aplicável a um pequeno número de reações).1 Numa reação química. aplicando-se a Lei de Hess.5. Genericamente: A + B DH4 DH1 L + M DH2 C + D DH3 E + F .49 A tabela abaixo mostra algumas ligações mais importantes e suas entalpias LIGAÇÃO C-C C=C CŸC H-H O=O Cl . permite prever a Entalpia mesmo daquelas reações de difícil execução experimental.Cl ENERGIA(kcal/mol) 98. Assim: Reagentes DH1 > 0 £“ Produtos DH2 < 0 D HRQ = DH1 + DH2 Exercicio: determinar a Entalpia de formação da água (gasosa) através das entalpias de ligação.3.8 200. Determinação da Entalpia e Lei de Hess.Cl ENERGIA (kcal/mol) 83. enquanto a energia é absorvida na quebra de ligações. 3.6 135.2 119.5 178.9 LIGAÇÃO C-H C-O C=O O-H H-F H . mas somente do estado inicial (reagentes) e do estado final (produtos).0 110. Segundo Hess a Entalpia de uma reação não depende do modo (caminho) como a mesma é executada. nos reagentes. da tabela acima e comparar com o valor informado anteriormente.2 146.6 104. também chamada Lei da Soma dos Calores de Reação.0 103. b) por cálculos algébricos. A Lei de Hess.

A Entropia é a grandeza termodinâmica relacionada com o Grau de Desordem Molecular dos sistemas.50 Segundo a Lei de Hess: DH1 = DH2 + DH3 + DH4 ou. Energia de Gibbs (DG0) J.1 + 12. ex. propôs uma grandeza termodinâmica. Entropia (DS) A Entalpia é a grandeza termodinâmica relacionada com o calor envolvido nas reações químicas.DH(f)REAGENTES A Lei de Hess pode ser considerada como a Lei da Conservação da Energia aplicada às reações químicas.7.8.6. que. O quadro abaixo apresenta algumas Entropias Padrão. em cal/mol.3.1 3.7 + 45.3 + 49.2 + 9.K: Substâncias C(grafite) C (diamante) Al(s) Ca(s) Cl2(g) O2(g) Entropia Padrão + 1.2 + 16.4 + 0.6 + 6.8 + 9. permite prever a espontaneidade ou não do referido processo.0 Substâncias CO2(g) Al2O3(s) CaO(s) CaCO3(s) H2O(l) H2O(g) Entropia Padrão + 51. Sua expressão analítica é: .9 + 53.: H2O(s) £“ H2O(l) CaCO3(s) £“ CaO(s) + CO2(g) DS > 0 DS > 0 3.9 + 22. também denominada Energia Livre. de Entropia e a temperatura absoluta na qual ocorre o processo. ainda: DHREAÇÃO = DH(f)PRODUTOS . Willard Gibbs.3. combinando a variação de Entalpia.3. Entropia Padrão (DS0) A Entropia Padrão corresponde a variação de Entropia de uma substância pura desde o zero absoluto (Entropia nula) até a temperatura de 250C (298 K). 3. Não há processo termodinâmico (físico ou químico) que ocorra sem variação de Entalpia e de Entropia.

282o C. calcule a massa de glicose a ser ingerida. 3 . foi colocada em uma bomba calorimétrica com excesso de O2 e inflamada.2. K. Supondo que essa energia seja obtida unicamente pela queima de glicose.2 gramas de etanol (C2H5OH) são queimados em uma bomba calorimétrica. por dia. A temperatura inicial do calorímetro era de 25o C e sua capacidade calorífica era 97 kJ/o C.T DS0 (em condições padrão) Obs. Calcule o calor de combustão do etanol. *** Obs.18 J/mol. A reação aumentou a temperatura para 27. 2.100 mol de propano. aproximadamente.220 kJ/mol 2) Quando 3.52o C.897 kJ/mol 3) Costuma-se considerar que a necessidade energética diária para uma pessoa de 50 kg seja de. no metabolismo. segundo a equação: C3H8(g) + 5 O2(g) “ 3 CO2(g) + 4 H2O(l) . um dos constituintes do GLP. .4 .: .22 . a temperatura sobe 5. 105 Joules . A capacidade calorífica (ou constante calorimétrica) do calorímetro vale 2550 J/oC e o calor específico da água é 4. para o C3H8 ? Respostas: 2. contendo 3. DU = .a maioria das reações espontâneas ocorre com aumento de desordem molecular (DS>0).5 kg de água.: 1 kcal = 4.a maioria das reações espontâneas ocorre com liberação de Calor (DH<0). sabendo que o valor energético desse alimento é de 17 kJ/grama. Ex e r c íc i o s 1) Uma amostra de 0. Entropia Padrão e Energia de Gibbs serão tratados com o devido aprofundamento na disciplina de Físico-Quìmica (Termodinâmica). Resposta: 1. a) Quantos joules foram liberados pela queima do propano ? b) Qual a variação de energia interna.18 kJ .000 kcal.51 DG0 = DH0 . em kJ/mol. A partir disto pode-se concluir que: * se DG < 0 à processo espontâneo * se DG > 0 à processo não espontâneo ou induzido (forçado) * se DG = 0 à o sistema encontra-se em estado de equilíbrio œ Os assuntos Entropia. em kJ/mol.

0 gramas de água ? Resposta: 24 kJ.0 .7 e – 209. calcule o Poder Calorífico. qual a entalpia da reação de fotossíntese ? Resposta: . para os seguintes combustíveis: a) Hidrogênio b) Etanol c) Metanol d) Glicose e) C (grafite) 5) De forma simplificada a reação de fotossíntese pode ser assim representada: 6 CO2(g) + 6 H2O(v)_ “ C6H12O6(s) + 6 O2(g) Sabendo que as entalpias de formação do CO2. A partir desses dados calcule a entalpia da reação na decomposição de 0.94.0 e – 242. segundo a equação: 4 C3H5(ONO2)3(l) “ 12 CO2(g) + 10 H2O(g) + 6 N2(g) + O2(g) As entalpias de formação da nitroglicerina.8 kcal/mol.540. H2O e glicose valem.4 kcal/mol. Resposta: . formando ácido acético.58.3 kcal/mol 8) A evaporação pela transpiração é um mecanismo pelo qual o corpo se desfaz do excesso de energia térmica e regula-se para manter uma temperatura constante. respectivamente – 326. calcule a variação de entalpia envolvida na oxidação (fermentação) do etanol formando ácido acético. A partir das entalpias acima.1 mol de nitroglicerina. quilograma ou tonelada).0 . respectivamente: .36. em presença de enzimas produzidas pelo micro-organismo Mycoderma Acceti.0 kcal/mol 6) A decomposição do explosivo nitroglicerina libera grande volume de gases e considerável quantidade de calor.58.52 4) Sabe-se que o Poder Calorífico de um combustível é a quantidade de energia (em calorias ou Joules) liberada por unidade de massa queimada (grama.0 kcal/mol. Consultando tabelas de entalpias de combustão. Resposta: .94.117. .1 e – 57. respectivamente. A partir desses dados. o etanol presente oxida-se. 7) As entalpias de combustão do etanol e do ácido acético valem.85 kcal. No azedamento do vinho. 9) A entalpia de combustão do metano vale – 212.88 kcal/mol e o calor latente de vaporização da água é 540 cal/grama. qual o volume de metano. gás carbônico e vapor dágua valem. Quantos quilojoules são removidos do corpo pela evaporação de 10. que deve ser queimado para converter 250 gramas de água a 20o C em vapor de água a 100o C ? . . nas CNTP. . em calorias/grama.

sabendo que na sua combustão a entalpia envolvida é correspondente a – 13. A queima desses combustíveis contribui para o efeito estufa. para igual energia liberada.0 kcal/mol II – C2H6O(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) DH = . qual a massa de metano que deve ser queimada ? Resposta: 16 toneladas 13) Considere a reação termoquímica de combustão do etanol líquido: C2H5OH(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) DH = . 103 kJ por mol de hidrocarboneto. qual libertará mais calor ? Resposta: etanol . Na combustão de um mesmo volume.0 kJ/grama b) gorduras = 38. A fusão nuclear a partir do lítio. quantas vezes a contribuição do óleo diesel é maior do que o metano ? Resposta: 1.4 15) A combustão do metanol e do etanol podem ser representadas pelas seguintes equações: I – CH4O(l) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(l) DH = .0 kJ/grama c) proteínas = 17.0 kcal/mol Sabendo que a massa específica do etanol é 0. Sabendo que esses dois combustíveis correspondem a CH4 e C14H30.0 .47 kJoule 12) A reação de combustão completa do metano libera 2.53 10) O valor energético dos alimentos é. respectivamente. 9. pelo menos.l.0 mol de Hélio.0 gramas dessa vela. Para se ter a mesma quantidade de energia que é liberada na produção de 1. 11) Uma vela é feita de um material ao qual se pode atribuir a fórmula genérica C20H42. gorduras (lipídios) e proteínas.0 kcal/mol Sabe-se que as densidades desses dois líquidos são praticamente iguais. aproximados. 108 kcal por mol de Lítio.0 . correspondendo aos valores seguintes: a) carboidratos = 17.0 kJ/grama Consultando os dados indicados em alimentos industrializados que você consome.782 g/ml.671. Qual o calor liberado na combustão de 10. correspondente a : 73Li + 11H “ 2 42He libera uma quantidade de energia equivalente a 4. verifique.0 . qual o volume de etanol líquido que deve ser queimado para obter 561 kcal ? Resposta: 100 mL 14) Tanto gás natural como óleo diesel são utilizados como combustíveis em transportes urbanos. em geral expresso.1 . na forma de calor de combustão de carboidratos (como C6H12O6). 102 kJ e 9. pela produção de CO2 . pelas quantidades mencionadas. 102 kcal por mol de CH4 queima.330. segundo a equação: CH4(g) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(l).327. se os valores estão corretos ou. A combustão completa do gás natural e do óleo diesel liberam. em condições padrão.3 kJoule/mol ? Resposta: 0.

C + O2 “ CO2 4 . pois é um processo exotérmico.286 kJ/mol DHV = . DHI = . 2 .5110 kJ/mol DHIV = . em kcal. etanol = 28. C8H18 + 25/2 O2 “ 8 CO2 + 9 H2O IV.Na reação de combustão do carvão vegetal utilizado no preparo de um churrasco. B) 30.96 kJ/g. D) 188. E) 282.54 *** Calores liberados: metanol = 20. é A) CH4 B) C2H6O C) C8H18 D) H2 E) C . C) variação de entalpia positiva. CH4 + 2 O2 “ CO2 + 2 H2O II. O calor liberado na combustão total de 6 g de carbono grafite. C2H6O + 3 O2 “ 2 CO2 + 3 H2O III. pois é um processo exotérmico. B) liberação de calor. pois é um processo endotérmico.84 kJ/g *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 .5 kJ/mol o combustível que libera a maior quantidade de calor. H2 + 1/2 O2 “ H2O V. é A) 25. por grama consumido. pois é um processo endotérmico.O calor liberado na combustão de um mol de carbono grafite é 94 kcal.Dadas as equações termoquímicas.A reação cujo efeito térmico representa o calor de formação do ácido sulfúrico é: A) H2O(l) + SO3(g) “ H2SO4(l) B) H2(g) + SO2(g) + O2(g) “ H2SO4(l) C) H2O(l) + S(rômbico) + 3/2 O2(g) “ H2SO4(l) D) H2S(g) + 2 O2(g) “ H2SO4(l) E) H2(g) + S(rômbico) + 2 O2(g) “H2SO4(l) I. verifica-se A) absorção de calor.888 kJ/mol DHII = . 3 . a 1 atm e 250 C.393. D) transformação de energia térmica em energia química. C) 47. E) diminuição de energia dos produtos em relação aos reagentes.1373 kJ/mol DHIII = . pois um processo exotérmico.

0 g/mL.4 .3 C) 1.709.714.0 kcal 6 . 106 J. D) absorve 2. l06 J.3 kcal/mol DH = . 105 J. respectivamente.4 . podem ser representados.0 E) 3. a 250 C e 1. 106 J. H2(g) + ½ O2(g) “ H2O(l) II.8 .0 atm.1 mol de glicose. necessária para ferver 1.8 .3 D) 3. Ao produzir 0. 2 CO2(g) “ 2 CO(g) + O2(g) HgO(s) “ Hg(l) + ½ O2(g) C2H5OH(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) H2O(l) “ H2O(s) Pb(s) “ Pb(l) Representa uma reação química exotérmica a alternativa A) I B) II C) III D) IV E) V . V.Considere as seguintes transformações: I. III. por I.8 kcal/mol Considerando-se que a densidade da água é 1.390 kcal D H = + 68 kcal D H = .211. C) absorve 2.8 . IV.Os processos de formação da água no estado líquido e no estado de vapor. a planta A) libera 2. 106 J.A reação de fotossíntese e a de combustão da glicose estão representadas nas seguintes equações: 6 CO2(g) + 6 H2O(l) “ C6H12O6(s) + 6 O2(g) C6H12O6(s) + 6 O2(g) “ 6 CO2(g) + 6 H2O(l) A energia envolvida na combustão de um mol de glicose é de 2. II.55 5 .0 litro de água líquida é A) 105.57.2 kcal D H = + 12.4 kcal D H = .8 .94. E) absorve 1. 105 J. em kcal. pode-se afirmar que a quantidade de calor.0 7 . B) libera 1.44.A alternativa que representa uma reação que libera a maior quantidade de calor por mol de produto formado é A) 4 Fe + 3 O2 “ 2 Fe2O3 B) 3 O2 “ 2 O3 C) H2 + Cl2 “ 2 HCl D) H2 + I2 “ 2 HI E) C + O2 “ CO2 D H = .68. H2(g) + ½ O2(g) “ H2O(g) DH = .0 B) 583. 8 .

é representada pela seguinte equação não balanceada CH4(g) + O2(g “ CO2(g) + H2O(l) DH = . na razão de 2. afirma-se que I. 11 . III.8 g de ferro é.56 9 .24 L/min nas C. a energia luminosa do sol força a formação de glicose a partir do dióxido de carbono e água.O gás natural começa a chegar no Rio Grande do Sul. As diferenças nesses processos podem ser explicadas considerando que A) NH4Cl sofre dissolução exotérmica e o NaOH endotérmica. A combustão do metano. Por outro lado dissolvendo-se NaOH em água.T. igual a A) 491. Ocorre transformação de energia luminosa e calorífica em energia química. II. aproximadamente. B) A entalpia de dissolução do NH4Cl é menor que zero e a do NaOH é maior do que zero. principal componente do gás natural. O gaseoduto de Transporte Bolívia-Brasil está em fase de implantação e transportará o gás natural diretamente de Santa Cruz de La Sierra até o solo gaúcho.5 kJ de calor liberado. em kJ. Ocorre com absorção de energia.7 kJ de calor absorvido. E) NaOH é uma base e o NH4Cl é um sal. D) As duas soluções apresentam entalpia dos reagentes maior do que a dos produtos. após 5 minutos. C) A dissolução do NH4Cl ocorre com absorção de calor e a do NaOH com liberação. B) 491. por uma chama que queima metano completamente. aproximadamente. portanto trata-se de um processo endotérmico.Durante o processo da fotossíntese realizada por plantas verdes. E) 983. Há formação de um glicídio e um gás combustível. ocorre um aumento de temperatura do sistema.Dissolvendo-se NH4Cl em água. Com relação a essa transformação.7 kJ de calor liberado.882 kJ A energia. D) 245. C) 245. fornecida. 10 . observa-se um abaixamento de temperatura do sistema.5 kJ de calor absorvido. A) 88 B) 441 C) 1600 D) 1764 E) 3510 12 .N.A transformação de 1 mol de hematita em ferro metálico é representada pela seguinte equação não balanceada: 1 Fe2O3(s) + ___C(s) “ ___Fe(s) + ___CO(g) DH = + 491 kJ A quantidade de calor envolvida na obtenção de 55.0 kJ de calor liberado. é. .P.

5 B) + 12.2696.4 E) – 3.2684.2 A transformação do isômero cis-2-buteno para a trans-2-buteno apresenta uma variação de entalpia em kJ/mol de aproximadamente A) + 20. Um composto com fórmula C4H8 apresenta três isômeros cujas entalpias de combustão estão indicadas na tabela abaixo: Nome do composto isômero Entalpia de combustão (kJ/mol) 1 – buteno . 15 .800.Quando os óxidos Fe3O4 e Fe2O3 são reduzidos pelo alumínio conforme as equações abaixo I. mas diferentes arranjos dos átomos. B) maior na reação II.203.1 kcal II. D) Igual a 9 x 800.5 Trans-2-buteno .5 na reação II.57 IV.7 Cis-2-buteno . C) Igual nas duas reações. Fe2O3 + 2 Al “ Al2O3 + 2 Fe DH = .3 14 .Isômeros são moléculas que tem a mesma fórmula molecular. A equação que representa essa transformação é C6H12O6 + 6 O2 “ 6 CO2 + 6 H2O + Q A alternativa que contém as afirmativas corretas é A) III e IV B) II e IV C) II e III D) I e III E) I e II 13 .5 C) – 9.1 na reação I.Os valores de energia de ligação entre alguns átomos são fornecidos no quadro abaixo. E) Igual a 203.5 kcal A quantidade de calor liberada por mol de ferro formado é A) maior na reação I.2 D) – 5.2687. LIGAÇÃO C–H O=O C=O O–H ENERGIA DE LIGAÇÃO (kJ/mol) 413 494 804 463 Considerando a reação representada por . 3 Fe3O4 + 8 Al “ 4 Al2O3 + 9 Fe DH = .

A reação representada por H2(g) + Cl2(g) “ 2 HCl(g) deve ser endotérmica. C) Apenas II e III. pois a reação ocorre a 1. A molécula de HCl deve ser mais estável do que as moléculas dos demais ácidos halogenídricos.7 242. III.6 kJ Cgrafite + O2(g) “ CO2(g) DH = . A variação de entalpia da reação de formação do carbeto de tungstênio a partir dos elementos Cgrafite e W (s) é difícil de ser medida diretamente. é utilizada na fabricação de várias ferramentas.5 489.58 CH4(g) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(v) o valor aproximado de DH. é uma substância muito dura e. O2 e Cl2.5 kJ .680.4000 C. WC(s): 2 W(s) + 3 O2(g) “ 2 WO3(s) DH = .1.O carbeto de tungstênio WC. por essa razão. a molécula de Cl2 pode ser considerada a menos estável. E) Apenas II. Quais são corretas ? A) Apenas I e II. IV. W (s) e do carbeto de tungstênio. III e IV. ou seja.5 365. B) Apenas I e III. é A) – 820 B) – 360 C) + 106 D) + 360 E) + 820 16 . No entanto pode-se medir com facilidade os calores de combustão dos elementos Cgrafite .8 431.Abaixo é apresentado um quadro com algumas Energias de Ligação no estado gasoso: Ligação H–H Cl – Cl O=O NŸN H – Cl H – Br H–I Energia (kJ/mol) 470.6 São feitas as seguintes afirmações I. 17 . III e IV.393. É necessário mais energia para decompor a molécula de oxigênio do que para decompor a molécula de nitrogênio. em kJ.9 298. HBr e HI. D) Apenas I.2 940. Entre as moléculas gasosas H2. II.

0 . 19 .500. A) B) C) D) E) – 324.5 Classificação da reação Exotérmica Exotérmica Exotérmica Endotérmica Endotérmica 18 .240. 14. no motor de um automóvel movido por GNV é.0 – 2.0 kJ Considerando as seguintes equações termoquímicas CH4(g) + 2 O2(g) 2 CO(g) + O2(g) CO2(g) + 2 H2O(l) 2 CO2(g) Dadas essas equações termoquímicas.5 kJ . menos poluente. 44.38.O gás natural veicular (GNV) é um combustível alternativo. pode sofrer combustão incompleta segundo a equação abaixo.878. A energia liberada. é possível obter o valor de DH da equação acima.890.566.346.0 kJ + 317. em kJ.59 2 WC(s) + 5 O2(g) “ 2 CO2(g) + 2 WO3(s) DH = . de menor custo por quilômetro.O metano. então calcular o valor da entalpia da reação abaixo e concluir se a mesma é endotérmica ou exotérmica: W(s) + Cgrafite “ WC(s) DH = ? A qual alternativa corresponde o valor de DH e o tipo de reação ? (A) (B) (C) (D) (E) DHreação . na combustão total de 800 g de metano. Esse valor é.000.0 – 1. em uma combustão completa. 12. Sabe-se que 1 mol de metano libera cerca de 890 kJ.0 kJ DH = .700. em kJ. 712.0 – 607.317. de aproximadamente.800. 2 CH4(g) + 3 O2(g) “ “ “ 2 CO(g) + 4 H2O(l) DH = .214.456.2. principal componente do gás natural.6 kJ Pode-se.3 kJ .391. onde o metano (CH4) é o componente predominante. A) B) C) D) E) 2.0 – 1.0 kJ + 38.

Assinale a alternativa que contém apenas fenômenos exotérmicos ou apenas fenônemos endotérmicos. . A) explosão de fogos de artifício – combustão em motores de automóveis – formação de geada. B) sacagem de roupas – formação de nuvens – queima do carvão. C) combustão em motores de automóveis – formação de geada – evaporação de lagos. D) evaporação de água nos lagos – secagem de roupas – explosão de fogos de artifício.60 20 .Em nosso cotidiano ocorrem processos que podem ser endotérmicos (absorvem energia) ou exotérmicos (liberam energia). E) queima de carvão – formação de geada – derretimento de gelo.

Ci n é t i c a Qu ím i c a (Qu ím i c o e I ô n i c o ) A Cinética Química tem por objetivo a determinação da velocidade (média e instantânea) com que as reações químicas ocorrem. Ex. I) Quanto à velocidade a) rápidas: combustão.61 4 .: formação do NO2 2 NO(g) + O2(g) “ 2 NO2(g) 1a etapa (rápida) : 2 NO(g) “ N2O2(g) 2a etapa (lenta) : N2O2(g) + O2(g) “ 2 NO2(g) reação global : 2 NO(g) + O2(g) “ 2 NO2(g) *** A condição de ser reação elementar ou complexa deverá ser informada no enunciado da questão ou pergunta. decorrentes de colisões entre moléculas dos reagentes com os produtos dando origem diretamente aos produtos. (quase instantâneas) b) lentas: fermentações.. As reações químicas. II) Quanto ao mecanismo a) reações elementares: são aquelas que ocorrem numa só etapa. bem como os fatores que nela influem.. formação de ferrugem. sob o ponto de vista cinético.. . neutralizações..: formação de HI H2(g) + I2(g) “ 2 HI(g) b) reações complexas: são aquelas que ocorrem em várias etapas. segundo um mecanismo. podem ser classificadas segundo dois critérios distintos. CI N ÉT I CA E EQU I L Í B RI OS 4 .1 . Ex... O mecanismo segundo o qual uma reação em etapas ocorre é estabelecido a partir de complexa pesquisa não sendo um de nossos propósitos para estudo.

a velocidade de uma reação sempre deverá ter um valor positivo. quando calculamos a velocidade média da reação. a velocidade média pode ser calculada em relação à qualquer componente (R ou P) da reação. Portanto... mols [produtos] [reagentes] tempo Observe que: Dn(reagentes) < 0 “ diminui com o passar do tempo Dn(produtos) > 0 “ aumenta com o passar do tempo No entanto.. número de mols. concentração.62 œ Velocidade média de reação (vm) A velocidade média (vm) pode ser calculada pela variação de quantidade de reagente consumido ou produto formado. Assim. O diagrama abaixo mostra como variam as concentrações dos reagentes e dos produtos a medida que a reação progride. volume. para uma reação genérica: A + B “ L + M As velocidades médias em relação aos reagentes e produtos serão calculadas pelas expressões: . vm = D m/Dt ou Dn/Dt ou D[X]/Dt Ä concentração molar Sendo conhecida a equação estequiométrica ajustada. em determinado intervalo de tempo. Esta quantidade pode ser expressa em massa.. em relação aos reagentes a razão Dn/ Dt deverá ser multiplicada por – 1. para que não resulte um valor negativo para a velocidade média.

expressa pela LEI DA AÇÃO DAS MASSAS ATIVAS .. segundo a equação: CaCO3(s) “ CaO(s) + CO2(g) m (gramas) tempo (s) 4.B = L = M =Dt Dt Dt Dt Dn Exemplo: O quadro a seguir mostra a variação de massa sofrida pelo carbonato de cálcio ao se decompor em óxido de cálcio e gás carbônico... Arrhenius.00 0 3. H.30 40 3. proposta por Gulberg e Waage (1876). Wilhelmy. b) Calcule a velocidade média (em mols/minuto) no intervalo entre 0 e 60 segundos. entre os quais Berthelot e St.10 60 3.63 vm Dn Dn Dn A =.00 80 2. Para uma reação genérica do tipo: aA + bB “ lL + mM a Lei da Ação das Massas é expressa pela relação: . S. compilaram dados e resultados experimentais de outros físico-químicos da época. c) A velocidade média dessa reação é constante ? Porque ? Respostas: œ Velocidade instantânea de reação (vi ou v) A velocidade instantânea (vi ou v) é obtida num determinado instante da reação e calculada através de uma “lei cinética ou equação de velocidade”.60 20 3. no intervalo entre 20 e 80 segundos. Gilles. que além de conclusões sobre seus próprios experimentos.95 100 a) Calcule a velocidade média (em gramas/segundo).

atualmente já foram elucidados os mecanismos de várias reações complexas. Quando a reação ocorre em várias etapas. a qual é característica de cada reação. também são obtidas a partir dos dados cinéticos da RQ.64 v = k [A]a[B]b na qual: * [A] e [B] representam as concentrações molares. já se sabe qual é o seu mecanismo. isto é. demandam incansáveis pesquisas experimentais sobre a cinética das reações.. Quando uma reação for complexa. ocorrer em várias etapas é necessário que se conheça o seu mecanismo etapa por etapa.. O mecanismo segundo o qual uma reação ocorre é algo resultante de constante pesquisa experimental. bem como as velocidades de cada etapa. . tal como a formação do HBrO2 a partir do HBr e O2. Quando a reação ocorre numa só etapa (elementares) as ordens coincidem com os coeficientes estequiométricos: a = a . 4 HBr + O2 “ 2 H2O + 2 Br2 Após inúmeras pesquisas experimentais. os químicos sugeriram o seguinte mecanismo para a reação: . Estes aspectos. * k = constante cinética. constituindo-se num dos aspectos mais complexos no estudo cinético de uma reação. como já foi dito. b = b . Algumas reações já foram suficientemente estudadas e analisadas e. varia com a temperatura e é calculada pelos dados cinéticos. * a e b são as “ordens de reação” as quais. atualmente. segundo um mecanismo (complexas) as ordens serão iguais aos coeficientes da etapa mais lenta (etapa limitante da velocidade). A medida que os recursos técnicos da Química Analítica avançam é possível analisar mais detalhadamente as reações químicas determinando os reais mecanismos segundo os quais as mesmas ocorrem. Assim como para as reações elementares..

. Este modo mais favorável como as moléculas devem colidir entre sí para formar os produtos denominamos de fator espacial ou fator estérico e a configuração de colisão mais adequada denominamos geometria de colisão. para a reação entre HBr e O2. portanto as ordens cinéticas (a e b) serão 1 e 1.65 1a etapa: HBr + O2 “ HBrO2 2a etapa: HBrO2 + HBr “ 2 HBrO 3a etapa: 2 HBrO + 2 HBr “ 2 H2O + 2 Br2 4 HBr + O2 “ 2 H2O + 2 Br2 lenta rápida rápida Portanto a equação de velocidade será dada pela etapa mais lenta (1a) e. A figura a seguir mostra as diferentes formas de colisão que podem ocorrer entre as moléculas. e a lei de velocidade ou equação cinética ficará: V = k [ HBr ]1 [ O2 ]1 Um possível mecanismo para essa etapa mais lenta pode ser o seguinte: Por outro lado o modo como as moléculas colidem entre sí para favorecer a formação dos produtos também é um fator importante.

) são indicados.). são aquelas onde os coeficientes assumem valores mais elevados (3. Para que ocorra uma reação entre duas ou mais substâncias é necessário que as moléculas colidam entre sí de modo que haja rompimento das ligações nos reagentes e formação de novas ligações constituindo os produtos As colisões entre as moléculas dos reagentes podem ser de dois tipos: ... œ Por que ocorrem as reações químicas ? 1) Colisões entre as moléculas dos reagentes. habitualmente. em geral. nos enunciados das questões.. mecanismo.. As reações complexas.4...66 Estas características (reação complexa. etapa mais lenta.

b) Colisões efetivas ou eficazes: são aquelas em que há quebra de ligações e formação de novas ligações originando os produtos.efetivas ocorrem entre moléculas da mesma espécie ou de espécies diferentes sem energia suficiente para a quebra das ligações. As colisões não. pois. um obstáculo à formação dos produtos. a formação de HI a partir de H2 e I2 (reação elementar – uma só etapa): 2) Energia mínima para reagir (Energia de Ativação) Além de colisões intermoleculares em orientação favorável (geometria de colisão) as moléculas participantes devem apresentar uma quantidade de energia cinética mínima que proporcione efetivamente as rupturas das ligações entre as moléculas reagentes e formação de novas ligações. Considere-se. não há formação de produtos. Quanto maior a Eativação. A energia de ativação representa.67 a) Colisões não-efetivas ou não eficazes: são aquelas em que não há quebra de ligações e. mais lenta será a reação ! O gráfico a seguir mostra o caminho da reação de formação do HI relacionando-o com as variações de energia . seja para reações exotérmicas ou endotérmicas é necessário um incremento de energia para iniciá-las. por exemplo. portanto. Portanto.

As ligações entre os produtos consolidam-se. Definitivamente os produtos estão formados. No ponto de mais elevada energia do sistema forma-se o complexo ativado. As moléculas colidem sem energia suficiente para a reação.68 1. 2. 5. A energia do sistema aumentou mas não em proporção suficiente para uma colisão efetiva. As representações gráficas da Energia de Ativação tanto para reações exotérmicas como endotérmicas são as seguintes: . 4. 3.

Um maior número de moléculas alcança a energia mínima para a ocorrência da reação (Energia de Ativação).. aumenta a freqüência de colisões entre as moléculas e aumenta e energia envolvida no impacto entre as mesmas. se a reação for complexa a . o qual deverá ser indicado necessariamente.. . A expressão para o cálculo da velocidade é conhecida com lei de velocidade. Assim: . são obtidos pela mecanismo da reação. favorecendo a quebra de ligações entre os reagentes e a formação de novas ligações (produtos). quando desejamos queimar lenha.um aumento de temperatura. para uma reação genérica: aA + bB “ lL + mM v = k [A]a.69 4 .2 .. já estudada anteriormente. b = b . . Fe(prego) + H2SO4(aquoso) “ FeSO4(aquopso) + H2(g) (v1) Fe(limalha) + H2SO4(aquoso) “ FeSO4(aquopso) + H2(g) (v2) V1 < V2 b) Concentração dos reagentes A velocidade das reações é diretamente proporcional à concentração dos reagentes. lei cinética ou lei da ação das massas. b ..[B]b. . œ œ se a reação for elementar: a = a . Por exemplo.. Fa t o r e s q u e i n f l u e m n a V e l o c i d a d e d a s Re a ç õ e s a) Área de contato entre os reagentes Esse fator tem sentido quando um dos reagentes for sólido. Uma peça de palha de aço (Bombril) oxida mais facilmente do que uma chapa do mesmo metal e igual massa. c) temperatura: as variações de temperatura indicam variação no grau de agitação molecular. numa fogueira. Relembrando.. iniciamos o fogo com lenha fina ou gravetos.

. envolvendo menor energia (diminuem a Energia de Ativação) e sem serem consumidos no processo. pois uma mesma partícula catalítica atua em diversos processos unitários. Por exemplo. na atmosfera. e) catalisadores: são substâncias que encontram “caminhos alternativos” para a reação.70 Por exemplo. Por outro lado os catalisadores não iniciam reações mas interferem na velocidade de reações que já ocorrem sem a sua presença. Por este motivo diz-se que o catalisador não se altera qualitativa e quantitavamente e por esta razão pode ser usado em pequenas quantidades. formando SO3. tem velocidade quase nula e uma Eativação de 240 KJ/mol. diminuindo a Eativação para cerca de 110 KJ/mol. portanto. Em presença de NO2 e velocidade aumenta consideravelmente. justificando o aumento na velocidade da reação. Um provável mecanismo para essa reação seria: SO2 + NO2 “ SO3 + NO E1 (consumo do catalisador) NO + ½ O2 “ NO2 E2 (regeneração do catalisador) Reação global: SO2 + ½ O2 “ SO3 E = 110 KJ/mol O catalisador participa em determinadas etapas da reação sendo regenerado nas posteriores. a reação do SO2 com O2. d) Radiações e descargas elétricas: atuam como fatores energéticos (Energia de Ativação). sem participar da sua estequiometria. diminuindo a velocidade das reações que causam as decomposições dos mesmos (em geral processos fermentativos). para a melhor conservação dos alimentos os mesmos devem ser guardados em refrigeradores e freezers. O diagrama a seguir mostra que a presença do catalisador diminui a barreira energética (Energia de Ativação). Os catalisadores. aumentam a velocidade das reações porque diminuem a Energia de Ativação.

conhecidos como conversores catalíticos..: na formação da amônia a presença de Arsênio (As) inibe a ação do catalisador (Fe) tornando a sua eficiência muito reduzida. diminuindo a poluição atmosférica.). . Paládio ou Irídio) que convertem esses gases em substâncias não poluentes ou menos poluentes (CO2.) as quais passam através de uma “colméia” cerâmica que contém as substâncias catalíticas (Ródio. SO2. Nesse caso o Arsênio é chamada de inibidor ou veneno de catálise. Os gases oriundos da câmara de combustão dos automóveis contém substâncias poluentes (CO. 2 SO2(g) + 1/2 O2(g) NO2)g) 2 SO3(g) b) catálise heterogênea: reagentes e catalisador formam um sistema heterogêneo. N2(g) + 3 H2(g) Fe(s) 2 NH3(g) Obs. produtos e catalisador. Platina. a catálise é subdividida em dois tipos: a) catálise homogênea: reagentes e catalisador formam um sistema monofásico. NO... N2. H2S.. Um importante exemplo de catálise heterogênea ocorre nos dispositivos antipoluição instalados nos sistema de descarga dos automóveis.71 Em função do estado físico de reagentes.

750 [Z] (mol/L) 0. Se a concentração baixar para a metade do valor inicial.3 .32 ----V (mol/L.5 mols/L. quando a concentração de A é de 2.s . Qual a velocidade média de consumo do H2 ? Resposta: 8. velocidade = .s b) 4.s) ----0. Representando por k a constante de velocidade. 10-4 mol/L. 1. 0.450 ----0. a concentração de X cai de 0.min 2) Para a reação 4 HBr(g) + O2(g) “ 2 Br2(g) + 2 H2O(g) a equação de velocidade é mais freqüentemente escrita em função do componente de coeficiente unitário.s 4) Em determinado experimento.0 0.54 mol/L. Calcule a velocidade média em termos de a) diminuição na concentração de X em mol/L. 3) Complete a seguinte tabela para a reação 2 A(g) + Z(g) “ produtos.1 mol/L .72 4 . através da reação 2 A + B “ C é independente da concentração de B e quadruplica quando a concentração de A é duplicada.0 mols/L.min.018 0. Ex e r c íc i o s 1) Na reação: 2 X(g) “ Z(g) .min.10 mol/L em 45 minutos. os seguintes dados cinéticos da mesma foram obtidos: . b) aumento na concentração de Z em mol/l. que é de primeira ordem em relação aos dois reagentes: [A] (mol/L) 0.0 mols/minuto 5) Experimentalmente observou-se que a velocidade de formação da substância C.017 L/mol.053 0. Escreva equações equivalentes a esta em função de todos os componentes.800 k (L/mol.s.300 0.s) 4. Respostas: a) 1. 7) Para uma reação envolvendo um só reagente.D[O2] / D t. a reação de formação de água ocorre com o consumo de 4. qual a velocidade ? Resposta: 2.4 . isto é. 10-3 mol/l.010 Respostas: 0. qual a expressão da lei de velocidade ? Resposta: v = k [A]2 6) A velocidade da reação de 2a ordem : 2 A “ produtos vale 10.0 molsde oxigênio por minuto.min.5 .0 mols/L.50 para 0.

0 .200 mol/L calcule: a) a concentração do C2H5Cl após 1.s .0 hora.0 . em fase gasosa.070 Qual a ordem para essa reação ? Resposta: zero 8) Os dados abaixo referem-se à reação de NO com Cl2 para formar NOCl. 8. Qual a velocidade quando as concentrações de Cl2e NO valem. 0.73 V (mol/L. [Cl2] (mol/L) 0. b) o tempo decorrido para que a concentração se reduza pela metade. aparentemente nada se observa. na temperatura de 450 K: t (min) 0 1 2 3 [EtCl] (mol/L) 0.021 0.050 0.150 Velocidade (mol/L. demonstre que essa reação é de primeira ordem.050 0.187 0.s) 1.175 0. 10) A constante de velocidade de primeira ordem para a decomposição do C2H5Cl. 10-3 min-1. 10-3 9.080 0.s 9) Os seguintes dados referem-se à decomposição do cloreto de etila.40 mol/L ? Respostas: 2 e 1 . Partindo de uma concentração de 0. 10-3 3.019 0.0 .193 0. b) Pelo gráfico determine k. Obs.min) [reagente] 0.150 0. l0-3 Qual a ordem em relação ao NO ? E ao Cl2 ? Escreva a equação de velocidade. Calcule a constante cinética.050 0.: consulte um professor que atue na área de Bioquímica.100 0.197 0.020 0. em presença de sangue a água oxigenada se decompõe com relativa velocidade. respectivamente 0. Pesquise a respeito da substância presente no sangue que produz esse efeito.190 t (min) 4 8 16 [EtCl] (mol/L) 0. .090 0. v = k [NO]2[Cl2]1 .26 mol/L.020 0. é de 2.200 0.153 - a) Através de um gráfico (10 x 10). em papel milimetrado. No entanto se houver um ferimento. 11) Quando se adiciona peróxido de hidrogênio (água oxigenada) sobre a pele.050 a) b) c) d) [NO] (mol/L) 0. na temperatura de 720 K.5 .0 L2/mol2.20 e 0.

22) Afim de adoçar mais rapidamente uma xícara de chá devemos utilizar açúcar comum ou açúcar cristal ? Explique. 16) Pesquise a respeito da constituição (composição) e das principais reações que ocorrem nos catalisadores dos automóveis. Pela adição de um catalisador essa energia de ativação reduziu-se para 45 kJ/mol. No dia seguinte a mancha havia clareado suavemente. c) Um catalisador altera a constante de velocidade. indicando na ordenada energia e na abcissa tempo de reação. 17) Uma reação apresenta uma variação de entalpia de – 85 kJ/mol e uma energia de ativação de 70 kJ/mol. Explique porque essa afirmativa é verdadeira. 15) Pesquise a respeito do que são enzimas e qual o seu papel em relação à velocidade das reações. adicionaram-se algumas gotas de vinagre e deixou-se por uma noite. de tal modo que a remoção da mancha possa ocorrer em menor tempo. Justifique cada uma das alterações propostas.74 12) Como cada um dos seguintes itens afetam a velocidade de uma reação ? a) A passagem do tempo. 18) Localize no diagrama do exercício anterior o “complexo ativado” da reação. Obs. Represente um diagrama dessas energias. sem a utilização de catalisador. sugira duas alterações no procedimento. . de um modo geral. 14) Com suas próprias palavras. b) Diminuição do tamanho de um recipiente para uma reação em fase gasosa. Obs: nossa Faculdade tem em seu corpo docente especialistas na área. c) Adição de um catalisador.: consulte um professor que atue na área de Biotecnologia. 13) Usualmente diz-se que a adição de uma pequena quantidade de um catalisador produz significativos efeitos na velocidade de uma reação. 19) A adição de um catalisador influi na variação de entalpia de uma reação ? Porque ? 20) Pesquise a respeito da importância da catálise Ziegler-Natta na produção de polímeros como o polietileno. Usando apenas água e vinagre. b) A duplicação da concentração de um reagente nem sempre duplica a velocidade da reação. Consulte-os !! 21) Para remover uma mancha de um prato de porcelana faz-se o seguinte: cobriu-se a mancha com meio copo de água fria. explique por quê a) uma diminuição na temperatura diminui a velocidade de uma reação.

A reação: . A reação é iniciada por uma faísca proveniente da vela de ignição. Porque. *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 -Se a velocidade de uma reação química é dada pela expressão v = k [A]n diz-se que a reação é de ordem A) A B) 1 C) k D) v E) n 2 . B) a reação de combustão da gasolina é lenta a temperatura ambiente.75 23) Na digestão de alimentos ocorre uma série de reações químicas. esses sólidos se apresentam sob forma pulverizada (pó) e não apenas colocados em pedaços ? 25) Frascos contendo água oxigenada devem ser guardados em frascos escuros e em locais de baixa temperatura. E) é necessário vencer a barreira representada pela energia de ativação. na pólvora. C) a faísca age como oxidante enérgico. porque A) a gasolina só queima a temperaturas elevadas. 4 . Explique tais recomendações. B) o volume do sistema. levando em conta a velocidade das reações químicas.aumento da temperatura do sistema. porque é benéfico mastigar bem os alimentos ? 24) A pólvora negra é uma mistura de três sólidos: carvão.A combustão da gasolina é uma reação exotérmica que ocorre com uma velocidade elevada em motores a explosão. a velocidade de reação fica multiplicada por um fator igual a A) 0 B) 1 C) 2 D) 4 E) 8 5 . 3 . são apresentados os seguintes: I .O processo de oxidação numa esponja de aço é muito mais rápido do que numa lâmina do mesmo material. C) a ordem da reação. D) a superficie de contato. E) a presença de um catalisador. salitre (KNO3) e enxofre. O fator que determina essa diferença é A) a concentração.Como maneiras eficientes de aumentar a velocidade de uma reação química. através da alteração de fatores energéticos. Explique. 2 A + B “ produtos apresenta uma lei de velocidade expressa por v = k [A]2 Se a concentração do reagente A for mantida constante e a de B for duplicada. D) a combustão só ocorre em presença de oxigênio atômico.

C) apenas I e III.[A]4.[B] 8 . D) veneno de catálise. B) inibidor.adição de um catalisador. A expressão matemática da lei de velocidade para esta reação é A) k. o cloro atômico age como A) ativador.[B] B) k.O estudo cinético para a reação A “ B está representado no gráfico da velocidade de reação (v). III e IV.76 II . D) apenas I e IV.[A]2. entre as quais as empregadas como propelentes em aerossóis.diminuição do volume do sistema. o cloro atômico proveniente de certas substâncias. B) apenas II e IV. II. em função da concentração do reagente A. 7 . III . C) catalisador. acelera a destruição da camada de ozônio da atmosfera de acordo com o seguinte mecanismo: Cl(g) + O3(g) “ ClO(g) + O2(g) ClO(g) + O(g) “ Cl(g) + O2(g) Por isso.Para alguns cientistas. E) I.[A]2 D) k. 2 A(g) + B(g) “ C(g) verifica-se experimentalmente que a velocidade de formação de C independe da concentração de B e é quadruplicada quando dobra a concentração de A.aumento da concentração dos reagentes. Quais são corretas ? A) apenas I e II.[A]4 E) k.[A].[B] C) k. IV .Para a reação . 6 . E) promotor.

D) muda o mecanismo da reação.2-dicloroeteno Nos primeiros 10 minutos de reação a velocidade média de isomerização em mol/min é A) 8.00 10 0. 102 E) 1. nas condições ambientes. pois a chama A) consome o hidrogênio.2-dicloroeteno foi realizada em um frasco fechado.81 30 0.00 . 10-2 C) 9.00 .2-dicloroeteno B cis-1. 10 . diminuindo a velocidade da reação.00 . 10-3 B) 1. que ocorre mais rapidamente. C) fornece a energia de ativação necessária para que a reação ocorra.73 A trans-1.90 20 0.25 . Em locais onde se trabalha com o gás hidrogênio é rigorosamente proibido fumar ou produzir fagulhas ou fogo.A reação 0 1. 10-2 D) 1.A isomerização de 1. E) torna a reação mais endotérmica. B) consome rapidamente a energia liberada na reação.0 mol de 1. aumentando a sua velocidade.[A]2 B) v = k. obtendo-se os seguintes valores de conversão em função do tempo: Tempo (min) mols de A 9 .[A] C) v = k D) v = k / [A] E) v = k / [A]2 H2 + 1/2 O2 “ H2O é espontânea e pode ocorrer de maneira explosiva.00 .77 v A A partir desse gráfico pode-se dizer que a lei de velocidade para esta reação é A) v = k. 102 .

2. .78 11 . .Considere a seguinte reação genérica. 13 . D) aumenta a energia de ativação e mantém o DH constante. . 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 tempo(min) . B) diminui a energia de ativação e diminui o DH da reação. 12 . . a velocidade da reação A) duplica. . sendo representada pela equação: 2 A(g) + B(g) “ 2 C(g) + D(g) Mantendo-se a temperatura e a massa constantes e reduzindo-se à metade os volumes de A(g) e B(g). C) quadruplica. D) fica oito vezes maior E) fica quatro vezes menor. 3. 7. 0. . . . E) diminui a energia de ativação e mantém o DH constante.Uma reação é de primeira ordem em relação ao reagente A e de primeira ordem em relação ao reagente B. .O gráfico a seguir representa a variação de concentração de um radioisótopo com o tempo concentração 8. B) fica reduzida à metade. . 1. C) aumenta a energia de ativação e aumenta o DH da reação. 6. na qual todos os componentes encontram-se em mesma fase: A + B “ C + D tem-se o seguinte diagrama H A+B C+D caminho da reação O uso do catalisador adequado A) diminui a energia de ativação e aumenta o DH da reação. 4. 5.

é possível afirmar que a reação em questão possui uma energia de ativação de Arrhenius de aproximadamente A) 5 kcal/mol. .79 A observação do gráfico permite afirmar que a meia-vida do radioisótopo é igual a A) 1 min B) 2 min C) 4 min D) 5 min E) 10 min 14 . 05.O gráfico a seguir refere-se a uma reação genérica A + B “R + S energia (kcal/mol) 40. Uma das reações que pode ocorrer no ar poluído é a reação do dióxido de nitrogênio com o ozônio. 15. . 2NO2(g) + O3(g) “ N2O5(g) + O2(g) Essa reação apresenta uma lei de velocidade expressa por: v = k [NO2]. . . 10. 20. B) reduz-se à metade. D) 25 kcal/mol. 30. . mantendo-se constantes todos os outros fatores. 25. . .[O3] Se a concentração de NO2 (g) for duplicada. E) 40 kcal/mol. . . C) duplica. representada abaixo. D) permanece constante E) triplica . B) 15 kcal/mol. 15 . caminho da reação A partir das informações contidas na gráfico. . a velocidade da reação A) quadruplica.A poluição é uma das causas da destruição da camada de ozônio. . C) 20 kcal/mol. . 35.

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16 - Amônia é produzida industrialmente através do processo Haber, equacionado por N2(g) + 3 H2(g) “ 2 NH3(g) Colocando-se em um reator, nitrogênio e hidrogênio, obtiveram-se os seguintes dados cinéticos, em minutos e mol/L t (min) 0 10 [N2] (mol/L) 0,50 0,45 [H2] (mol/L) 1,50 1.35 [NH3] (mol/L) ...... 0,10

Calculando-se a velocidade média da reação, em relação do nitrogênio consumido, em mol/L.min, obtém-se A) 3,4 . 10-6 B) 1,0 . 10-4 C) 2,3 . 10-2 D) 5,0 . 10-3 E) 1,5 . 10-2 17 - Amostras de magnésio foram colocadas em soluções aquosas de ácido clorídrico de diversas concentrações e temperaturas, havendo total consumo do metal e desprendimento de hidrogênio gasoso. Observaram-se os seguintes resultados Amostra
Massa de magnésio consumida (g) Tempo de reação (min)

I II III IV

0,20 2,00 4,00 4,00

1 5 10 20

Pela análise dos dados contidos na tabela acima é correto afirmar que A) a velocidade média da reação na amostra I é maior que amostra II. B) a quantidade de hidrogênio desprendida na amostra II é maior do que na amostra IV. C) a velocidade média de reação na amostra III é igual à da amostra IV. D) a velocidade média de reação na amostra IV é a metade da velocidade média de reação na amostra II. E) a quantidade de hidrogênio desprendido na amostra III é menor do que na amostra IV. 18 - A reação entre os gases representados na equação a seguir tem grande importância na química ambiental. 2 CO(g) + O2(g) 2 CO2(g) Essa reação apresenta uma lei de velocidade expressa por v = k .[CO]2.[O2] Se a concentração de CO(g) for duplicada e a concentração de oxigênio for reduzida à metade, mantendo-se constantes todos os outros fatores, a velocidade da reação

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A) B) C) D) E)

duplica. quadriplica. reduz-se à metade. permanece constante. triplica.

19 - A reação NO + ½ Br2 “ NOBr apresenta uma lei experimental de velocidade expressa por v = k.[NO]2.[Br2] . A partir dessa informação, é possível afirmar que A) a reação apresenta ordem 3/2. B) a equação dada corresponde a um processo elementar trimolecular. C) a velocidade da reação quadruplica quando a concentração de NO é dobrada. D) a concentração de Br2 não tem influência na velocidade da reação. E) a velocidade da reação é sextuplicada ao se dobraram as concentrações de ambos os reagentes. 20 - A reação entre persulfato e iodeto, a 250 C, é representada pela equação química S2O8-2(aq) + 3 I-(aq) “ 2 SO4-2(aq) + I3-(aq) e apresenta uma lei de velocidade, determinada experimentalmente, dadas pela expressão v = k . [S2O8-2(aq)] . [I-(aq)] A partir dessas informações, considere as afirmações a seguir, IA reação é de oxirredução. II A reação apresenta uma cinética de segunda ordem. III - A velocidade da reação é diretamente proporcional à concentração dos reagentes. IV - A velocidade de consumo do S2O8-2(aq) é três vezes maior que a de I-(aq). Quais estão corretas ? A) Apenas I. B) Apenas II e IV. C) Apenas III e IV. D) Apenas I, II e III. E) Apenas II, III e IV.

82

4 .4 . EQU I L Í B RI OS (QU Í M I CO E I ÔN I CO)
4.4.1. QUÍMICO ***RQ Irreversíveis (ou completas) São reações que ocorrem num só sentido. Não havendo excesso estequiométrico os reagentes são integralmente transformados em produtos. Considera-se que as mesmas tenham rendimento 100%. ex.: reações de combustão e de neutralização.

R £“ P
*** RQ Reversíveis (ou incompletas) São reações que podem ocorrer no sentido direto e inverso da reação. Ao “término” da reação resta certa quantidade de reagente não transformado (rendimento inferior a 100 %). São comuns em transformações orgânicas. ex.: esterificações,...

R

P

Nestas reações há uma velocidade direta, de formação de produtos, a qual vai decrescendo e uma velocidade inversa, de regeneração de reagentes, que vai aumentando, até o instante em que estas duas velocidades se tornam iguais. Este momento é chamado EQUILÍBRIO, o qual pode ser homogêneo ou heterogêneo, em função da composição do sistema: Exemplos: 2 NH3(g) N2(g) + 3 H2(g) (homogêneo) (fase gasosa)

CH3COOH(aq) + C2H5OH(aq) CH3COOC2H5(aq) + H2O(l) (fase aquosa) (homogêneo) CaCO3(s) CaO(s) + CO2(g) (heterogêneo) (gases e sólidos) (sólido, líquido e gases)

6 CO2(g) + 6 H2O(l) C6H12O6(s) + 6 O2(g) (heterogêneo) Para a reação homogênea:

CO(g) + H2O(g)

CO2(g) + H2(g)

83 as variações de concentração de reagentes. produtos e das velocidades direta e inversa podem ser assim representadas: Concentração (mol/L) Reação com baixo rendimento [CO] = [H2O] [CO2] = [H2] tempo Concentração (mol/L) Reação com alto rendimento [CO2] = [H2] [CO] = [H2O] tempo .

[B]b c i Kc = constante de equilíbrio em função de concentrações molares.[Y] = K k [A]a . em equilíbrio: aA + bB xX + yY e (homogênea) vdireta = kdireta[A]a[B]b no momento do equilíbrio vinversa = kinversa[X]x[Y]y vd = vi = kd[A]a[B]b = ki[X]x[Y]y isolando os termos semelhantes k x y d = [X] . Quando dos componentes forem gasosos a constante de equilíbrio pode ser calculada em função das pressões parciais exercidas pelas substâncias gasosas. .84 velocidade vdireta vdireta = vinversa equilíbrio químico vinversa tempo tempo decorrido para a reação entrar em equilíbrio Para uma reação genérica. na seguinte forma: Kp = constante de equilíbrio em função de pressões parciais.

a constante de equilíbrio não inclui os componentes sólidos. V m1 / V = M’ = m1 ’ / M . PD n Nos equilíbrios heterogêneos.X Kx = X Y X a .85 Como a pressão parcial de um componente depende da sua concentração em fase gasosa. V’ m1 ’ / V’ = const ant e . mantendo constante a concentração do mesmo. a relação entre Kp e Kx pode ser estabelecida. resultando em Kp = Kx . Desse modo teremos: y X x . podemos estabelecer a seguinte relação entre Kc e Kp: Kp = Kc (RT)Dn onde: R = constante geral dos gases T = temperatura absoluta Dn = diferença entre os coeficientes dos produtos e reagentes (gasosos) ***** Dn = (x + y) . porque a medida que a massa de um sólido vai se reduzindo e transformando-se num produto o seu volume também reduz.(a + b) A constante de equilíbrio também pode ser expressa em função das frações molares dos constituintes.X b A B Kx = constante de equilíbrio em função de frações molares Do mesmo modo que Kc e Kp. Mas: M = m1 / M .

86 Portanto: M CaCO3(s) Kc = [CO2] = M’ CaO(s) + CO2(g) e Kp = PCO2 4. Deslocamento do Equilíbrio Químico (Principio de Le-Chatelier à fuga ante a força) As reações em estado de equilíbrio podem sofrer modificações nos mesmos em função de três fatores: . Resumindo: Se [N2] ’ então Kc ” . . deslocando o equilíbrio no sentido dos reagentes. Exemplo: síntese da amônia N2(g) + 3 H2(g) 2 NH3(g) A constante de equilíbrio será obtida pela expressão: Kc = [NH3]2 / [N2]. . para que a constante assuma novamente o valor inicial o equilíbrio desloca-se no sentido do consumo do reagente adicionado. o equilíbrio se desloca para consumir N2 .variações na pressão. o denominador da expressão aumenta e a constante de equilíbrio diminui. por exemplo.variações na temperatura. œ Influência das variações nas Concentrações: . ¥ ¥ se adicionarmos NH3 o numerador da expressão aumenta e a constante.[H2]3 se adicionarmos. para que a constante reduza seu valor a amônia em excesso deverá ser decompor (parcialmente) formando H2 e N2. formando mais produto e aumentando o valor de Kc.variações nas concentrações de R ou P.a adição de um componente (R ou P) desloca o equilíbrio no sentido do consumo dos mesmos. também.4.2. a remoção de um componente desloca o equilíbrio no sentido de sua regeneração. N2 ou H2.

desloca o equilíbrio no sentido Exotérmico do mesmo. a partir do N2 e H2 ocorre uma diminuição no no de mols gasosos (contração de volume): contração de volume expansão de volume N2g) + 3 H2(g) 2 NH3(g) . ou seja.87 Se [NH3] ’ então Kc ’ . numa reação em equilíbrio.se aumentarmos a pressão o equilíbrio será deslocado no sentido da formação da amônia (menor número de mols e menor volume). desloca o mesmo no sentido Endotérmico. o que provoca um deslocamento do equilíbrio no sentido direto da reação. a redução da pressão desloca o equilíbrio no sentido do maior volume. . Na formação da amônia. œ Influência das variações na Temperatura: . do maior número de mols. do menor número de mols. a redução da temperatura (resfriamento). ou seja. o equilíbrio se desloca para consumir NH3 œ Influência das variações na Pressão: .o aumento da pressão desloca o equilíbrio (gasoso) no sentido do menor volume.o aumento da temperatura. N2g) + 3 H2(g) libera calor absorve calor 2 NH3(g) DH < 0 Para obter um maior rendimento na produção de amônia devemos resfriar o sistema.

: HCN H+ + CN- Ka = [H+] [CN-] / [HCN] = 4.: HCl H+ + ClKa @ 107 ----------------------------------------------H H + + + + Cl - - H + Cl + - H - + Cl H + - H Cl - + Cl + - Cl HCl H Cl H + H Cl HCl + H Cl Cl Cl - - H H + + - Cl H Cl H + Cl H Cl - (predominância de íons) .0 . HCl). 10-10 -------------------------------------------------HCN HCN HCN HCN H + HCN CN - HCN HCN HCN H + HCN HCN HCN CN - HCN HCN HCN HCN HCN (predominância de moléculas) A solução apresente pequena quantidade de íons “disponíveis” sendo.88 4. IÔNICO Neste caso. *** Dissociação de ácidos fracos. Num ácido fraco a dissociação é muito reduzida o que significa uma pequena quantidade de íons presentes e uma grande quantidade de moléculas não dissociadas. É o caso particular dos equilíbrios de dissociação de ácidos e bases fracas e da água. ex. portanto “pouco ácida” quando comparada com outra de igual concentração de um ácido muito dissociado (ex. ex. além de espécies moleculares encontramos espécies iônicas entre os componentes.4.3.

: NH4OH NH4+ + OH- Kb = [NH4+] [OH-] / [NH4OH] = 4.: quanto menor o valor de Ka ou Kb mais fraco o ácido ou a base! *** Lei da Diluição de Ostwald (1893) Quando adicionamos um solvente (por exemplo. aproximadamente igual a 1. ex.0 (um) e. ainda. Com as bases sucede-se o mesmo que em relação aos ácidos fracos.] / [ HA ] = (aM) .a Quando o valor da constante de dissociação (Ka ou Kb) for muito pequeno. o que indica fraca dissociação do ácido ou da base. tal parâmetro não é totalmente adequado para caracterizar a “força” de um ácido ou de uma base. portanto. Considere a dissociação genérica de um ácido (ou base) fraca: HA [ HA ] M M . água) a uma solução de um ácido ou base fraca o seu grau de dissociação (a) aumenta e.2 . Ka = [ H+ ] . No entanto a constante de dissociação (Ka ou Kb) será um critério mais “confiável” visto que a mesma não se modifica com a diluição.89 *** Dissociação de bases fracas.aM Ka = a2 M / 1 . (aM) / M . A relação entre a constante de dissociação (Ka ou Kb). 10-4 Obs.a) será. portanto a expressão se resume a Ka = a2 M .] aM Inicio Equilíbrio Dissocia A constante de dissociação (Ka) será obtida por: ou. [ A.aM aM H+ [ H+ ] aM + A[ A. a concentração molar e o grau de dissociação (a) pode ser estabelecida a partir do seguinte. o denominador da fração (1 .

10-5. introduzindo os conceitos de pH e pOH: .5 mol/litro. 10-16 (250 C e 1 atm) Como a dissociação é muito pequena..0 litro e m1 = 1000 g = 1.001.81. pode-se admitir que a concentração molar da água é constante e vale 55. o químico dinamarquês. para evitar o uso de expressões matemáticas com expoentes negativos.V Portanto: Kágua [55. mol/L.] = [H+][OH-] = 1. Conceitos de pH e pOH Em 1909. Resposta: a = 6.61 % *** Dissociação da água. segundo o equilíbrio: H2O H+ + OH- Medidas de Condutividade Elétrica permitem estabelecer o valor desta constante.1 .55. A água dissocia-se fracamente.10-14 @ 10-14 Ä Kw = Produto iônico da água = 10-14 (250 C e 1 atm) como [H+] = [OH-] Ã 10-7 mols/litro (água pura) (para V = 1. Soren Peer Lauritz Sörensen.85 .4.para soluções ácidas: [H+] > [OH-] [H+] < [OH-] ex.81 .55.. para uma concentração molar 0. sabendo que a sua constante de dissociação (Ka) vale 1.: [H+] = 10-11 e [OH-] = 10-3 4. Lembrando: **M = m1/ M1 .0 kg) I .para soluções básicas: ex. propôs um artificio matemático. Kágua Kágua = [H+] [OH-] / [H2O] = 1.: [H+] = 10-5 e [OH-] = 10-9 II .10-16 .90 Exemplo: calcule o grau de dissociação do ácido acético (CH3COOH).55 = 1. 55. 10-3 ou a% = 0.4.

.5. Hidrólise é a reação inversa à neutralização. Reações de Hidrólise Quando um sal é dissolvido em água. . ocorrendo a liberação de íons H+ ou OH-.numa solução alcalina: [H+] = 10-14 Ã pH = 14 e [OH-] = 100 = 1.0 Ã pOH = 0 Obs. verifica-se que a solução resultante pode ser neutra. 4.Kw = Produto iônico da água = 10-14 (constante) = [H+][OH-]. . ácida ou básica. Na realidade a hidrólise ocorre com o íon derivado do ácido ou da base fraca. também o equilíbrio iônico pode ser deslocado.91 pH = potencial Hidrogeniônico = .4.na água pura: [H+] = 10-7 Ã pH = 7 . Assim: .assim como o equilíbrio químico.0 mol/L para os íons H+ ou OH-).log10 [OH-] Estes conceitos permitem expressar a acidez ou alcalinidade de soluções diluídas (entre os limites de 1. .pH + pOH = 14.quando o ácido ou a base forem fortes [H+] = [ácido] e [OH-] = [base].log10 [H+] pOH = potencial Hidroxiliônico = . valendo os mesmos princípios. ocorrendo com sais derivados de ácidos ou bases fracas. devido à possibilidade de reação de hidrólise do sal.numa solução ácida: [H+] = 10-3 Ã pH = 3 e [OH-] = 10-11 Ã pOH = 11 e [OH-] = 10-7 Ã pOH = 7 .: .

NaHCO3 + H2O Ä NaOH + H2CO3 Ä Ä principal constituinte do sal de frutas (base forte) H2O + CO2 HCO3.sal de base forte à à solução ácida (pH < 7) solução básica (pH > 7) Exercício. indicando a tendência do pH resultante: NaNO3 CuSO4 KCN NaCl CaCO3 NH4Cl .sal de ácido forte . Escreva as equações de hidrólise dos sais abaixo.92 a) hidrólise de sal derivado de ácido forte com base fraca. NH4Cl + H2O NH4+ + H2O NH4OH + HCl NH4OH + H+ Ä (ácido forte) íon hidrogênio é liberado (diminui o pH) b) hidrólise de sal derivado de ácido fraco com base forte.+ H2O H2CO3 + OHÄ o íon hidroxila é liberado (aumenta o pH) A hidrólise modifica o pH das soluções !!! Em resumo: .

como o HCN: HCN(aq) H+(aq) + CN-(aq) a) se adicionarmos um ácido qualquer a essa solução. na comparação com o deslocamento do equilíbrio químico. Assim. pela formação de H2O. o íon Na+ não irá exercer efeito significativo ao sistema mas o ion CN-. a concentração de íons NH4+ na solução. correspondendo à adição ou retirada de um componente. como conseqüência. ou seja. consequentemente. a dissociação da base fraca NH4OH. íons H+. NH4OH(aq) NH4+(aq) + OH-(aq) Se adicionarmos íons comuns ao equilíbrio (NH4+ ou OH-) o mesmo irá se deslocar no sentido de reduzir a dissociação da base fraca. o iônico também pode se deslocado sendo que a forma mais freqüente de deslocamento é pela adição de uma espécie iônica comum (e. a adição de íons H+ irá deslocar o equilíbrio no sentido de consumi-lo. ás vezes. DESLOCAMENTO DO EQUILÍBRIO IÔNICO (Efeito do íon comum) Do mesmo modo como foi visto no equilíbrio químico. também irá diminuir a acidez da solução em virtude do consumo dos íons H+. por exemplo. considerando a dissociação de um ácido fraco. Nesse caso.4. b) se adicionarmos NaCN. aumentando a dissociação do NH4OH e. diminuindo a dissociação do HCN. deslocando o equilíbrio no sentido de regenerálos. representado conforme abaixo: NH4OH(aq) NH4+(aq) + OH-(aq) . HCN(aq) Exercício H+(aq) + CN-(aq) Qual o efeito da adição de NH4Cl sobre o equilíbrio da dissociação do hidróxido de amônio (NH4OH) ? Também merece ser analisado o deslocamento provocado pela adição de um íon não-comum ao equilíbrio. No entanto se adicionarmos ao sistema um ácido qualquer.93 4. mas que possa provocar algum tipo de reação com íons presentes no mesmo. por ser comum ao equilíbrio também irá deslocálo no sentido de diminuir a dissociação do HCN. Considerando. estes irão consumir os íons OH-.6. não-comum) ao equilíbrio.

porque não se restringe a soluções aquosas. Tais conceitos evidenciam-se em sistemas iônicos em equilíbrio. Brönsted (Dinamarca) e H.4. independentemente. é muito restrita.).. . *** nos conjugados se o ácido é forte a base conjugada é fraca e se o ácido é fraco a base conjugada é forte.7. em 1917. Observações importantes sobre a Teoria Protônica *** as espécies que diferem entre sí de apenas um próton (H+) são chamadas de conjugados ou pares conjugados (HCl e Cl. propuserem uma teoria mais ampla relativa aos conceitos de ácidos e bases.em água. H2O e H3O+. ÁCIDOS E BASES DE BRÖNSTED – LOWRY E LEWIS A definição de ácidos e bases. sendo: Assim. em função dos íons H+ e OH. proposta por Arrhenius. sendo que podemos encontrar reações ácido-base que ocorrem até mesmo sem a presença de um solvente.. Lewis. nos equilíbrios abaixo: ácido 1 HCl + + + base 1 H2O ácido 2 H3O+ + + + base 2 Cl- ácido 1 HCN base 1 H2O ácido 2 H3O+ base 2 CNOH- base 1 NH3 ácido 1 H2O ácido 2 NH4+ base 2 O conceito de Brönsted-Lowry é mais geral do que o conceito de Arrhenius. . em função da reação que participam. porque limita a discussão do fenômeno ácido-base somente a soluções aquosas. Outra abordagem foi proposta... a) Teoria Protônica (Brönsted-Lowry) Segundo essa teoria : . os físicoquímicos J. Arrhenius sobre ácidos e bases. Lowry (Inglaterra). aplicável a qualquer solvente (não apenas água) e alguns íons. Além do conceito de S. em 1923. *** substâncias que. pelo americano G.ácidos = qualquer espécie química que libera ou doa prótons (H+). podem comportarse tanto como ácidos ou bases (é o caso da água no 10 e 30 exemplos) são denominadas anfipróticas.94 4.bases = qualquer espécie química que recebe prótons (H+).

etc) e moléculas deficitárias de elétrons . a) Escreva a expressão que representa a constante de equilíbrio. Destacam-se a amônia (NH3).1 mol/L. Ca++. de Fe+3 é 0. Como ácidos. Na+. b) Calcule a concentração de íons Ce+4 que existe em equilíbrio em uma solução cuja concentração de Ce+3 é 0. I-. 1011. AlCl3. destacam-se as espécies catiônicas (H+. Br-.109 625 0.1 mol/L.007 425 0.1 mol/L e a de Fe+2 é 0. a 225o C ? b) em qual das temperaturas mencionadas as concentrações dos reagentes e dos produtos. sendo definida como uma substância que pode doar um par de elétrons para formar a ligação covalente e o ácido como a substância que pode aceitar um par de elétrons para formar a ligação. OH-. Exemplo: BF3 + :NH3 5 . que não completam o octeto (BF3. etc). no equilíbrio. são aproximadamente iguais ? 2) Considere a seguinte equação de oxi-redução: Ce+4aq) + Fe+2(aq) À Ce+3(aq) + Fe+3(aq) A constante de equilíbrio da reação é igual a 2.455 825 1. Resposta: b) 5. etc).080 995 1. as aminas (R – NH2). isto é. 10-13 mol/L .95 b) Teoria Eletrônica (Lewis) Segundo essa teoria a atenção principal é focalizada na base. Ex e r c íc i o s ácido BF3 base :NH3 1) A reação reversível em fase gasosa: CO + H2O À CO2 + H2 admite os seguintes valores para a constante de equilíbrio Kc T (o C) Kc 225 0.760 Partindo-se de uma mistura equimolar de CO e H2O: a) quais os compostos predominantes no equilíbrio.0 . Neste sentido moléculas que “doam” elétrons através de ligações coordenadas ou dativas serão consideradas bases segundo a teoria de Lewis. as amidas (R – CO – NH2) e as espécies aniônicas (Cl-.0 .

+ H+ À CO2 + H2O + N2 representa a reação que ocorre em solos pouco aerados e envolve a redução de nitrato a nitrogênio. Qual a constante de equilíbrio desse sistema ? Resposta: 3. e) consumir água. quando as pressões são medidas em atmosferas. Em uma experiência.0 mol de PCl5. em presença de carboidratos. Em fase gasosa. a) Escreva a expressão matemática para a constante de equilíbrio em termos das pressões parciais (Kp). de acordo com a reação representada pela equação: 2 NaHCO3(s) À Na2CO3(s) + CO2(g) + H2O(g). qual das alternativas abaixo. em um recipiente de 1.25 atm2. encontram-se em equilíbrio. introduziu-se 1. gases poluentes do ar. b) adicionar íons H+. em temperatura tal que o reagente se encontra 80% dissociado.54 mol/L 5) N2O4 e NO2. em termos das pressões parciais.0 mol de H2 e 1. prejudica a fixação de NO3. 8) A equação química não balanceada: C6H12O6 + NO3.96 3) Um mol de H2 e um mol de Br2 são colocados em um recipiente de 10 L de capacidade. Estabelecido o equilíbrio. Qual o valor da constante desse equilíbrio ? Resposta: 5. conhecido como desnitrificação. d) reagir com N2.pelas plantas. atingirem a condição de equilíbrio.0 litros. 10-3 mol/L 6) Em um recipiente de 1. na temperatura de 125o C. o PCl5 se decompôs em PCl3 e Cl2. O fenômeno. b) A constante de equilíbrio.50 mol de N2O4 em um recipiente de 2. representa uma espécie química capaz de aumentar a concentração do NO3no equilíbrio. como indicado na equação: N2O4(g) À 2 NO2(g).0 .0 mol de I2. a concentração de NO2 foi de 0. a 575o C. .20 mols/L 7) Bicarbonato ácido de sódio sólido é usado como fermento químico porque se decompõe termicamente. a) adicionar íons OH-. vale 0.0 litro. observa-se que a constante do mesmo vale 49. Atingindo-se o equilíbrio a análise do sistema mostrou que 0. c) absorver CO2. em temperatura adequada. Quais as pressões parciais do CO2 e da H2O no equilíbrio ? Resposta: ambas 0.5 atm.20 mol de HBr está presente. 4) Se 1.0. em meio ácido. nas condições ambientes. produzindo gás carbônico. Calcule o valor da constante Kc. Qual a concentração de HI no equilíbrio ? Resposta: 1. colocou-se 1.0 litro.060 mol/L. Assinale e apresente uma justificativa.

2o) a baixa umidade relativa do ar em dias quentes. Calcular Kc.0 . 10-4 mol/L 13) O valor assumido pela constante de equilíbrio de uma reação nos dá uma idéia de sua “extensão”.0 gramas de N2O4.388 mol/L de NOCl. Explique porque esses dois fatores deslocam o equilíbrio no sentido da combustão ? 11) Em um recipiente de 500 mL encontram-se em equilíbrio 0. para uma reação gasosa. particularmente a Energia de Gibbs. pode ser calculada a partir de grandezas termodinâmicas.02 mol/L de Cl2. segundo a equação: 2 NO2(g) À N2O4(g). Qual a constante de equilíbrio ? Resposta: K = 0.48 gramas de NO2 e 2. Resposta: 3.97 9) A reação de transformação do dióxido de carbono em monóxido de carbono. segundo a expressão: Kp = e .01 L/mol. 1024 . à 475 K. genéricamente representada a seguir: composto orgânico + O2(g) À CO2(g) + H2O(v) + calor Observe que o deslocamento do ponto de equilibrio da reação pode tornar a combustão mais intensa. Calcule a constante Kp. a reação: 2 NOCl À 2 NO + Cl2 produz 0. Resposta: Kc = 2.64 .00 kJ/mol. isto é.G ¦ RT Para a reação gasosa: 2 NO2(g) À N2O4(g) a variação de energia de Gibbs. em condições padrão vale – 140. do avanço dos reagentes em direção dos produtos. 12) Partindo de 0. ao atingir o equilíbrio. representada pela equação abaixo. Dois fatores. entre outros. é muito importante em certos processos metalúrgicos: C(s) + CO2(g) À 2 CO2(g) DH = 174 kJ/mol de C Qual o efeito sobre o equilíbrio se: a) adicionarmos C sólido ? b) aumentarmos a temperatura ? c) introduzir um catalisador adequado a essa reação ? 10) Uma das causas de incêndios em florestas é a combustão espontânea de compostos orgânicos. Que relações podemos fazer entre o rendimento de uma reação e um a) valor elevado de constante Kc ? b) valor reduzido de constante Kc ? 14) A constante de equilíbrio em função das pressões parciais. que podem contribuir para tal fato são: 1o) o aumento da pressão parcial de O2.

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15) Metanol, CH3OH, é obtido comercialmente pela reação abaixo: CO(g) + 2 H2(g) À CH3OH(g) A uma certa temperatura o valor da constante de equilíbrio, Kc, é numericamente igual a 7,3. Em que sentido a reação será deslocada quando a mistura inicial contiver a) 0,80 mol/L de CO e 1,5 mol/L de H2 ? b) uma mistura gasosa de de 0,90 mol de metanol, 0,45 mol de CO e 0,45 mol de H2, num recipiente de 3,0 L ? 16) O ácido clorídrico pode ser considerado como totalmente dissociado em solução aquosa. Se um volume de 10 litros de solução desse ácido contém 102 mols de ácido dissolvidos, qual o valor do pH ? Resposta: pH = 3 17) Foram adicionados 99 litros de água destilada a 1,0 litro de uma solução de NaOH, de concentração 0,1 mol/L. Qual o pH da solução alcalina após a diluição? Resposta: pH = 11 18) O ácido carbônico apresenta uma fraca dissociação, observada pelo reduzido valor da sua constante de dissociação, Ka = 4,2 . 10-7. Qual a concentração, aproximada dos íons H+, considerando-o como um monoácido, partindo de uma solução inicial 0,1 mol/L desse ácido ? 19) Ácido cítrico é 8,6% dissociado em uma solução preparada pela dissolução de 0,1 mol desse ácido para 1,0 litro de solução final. Calcule Ka para o ácido cítrico. Resposta: 8,1 . 10-4 20) O bicarbonato de sódio (NaHCO3) é “incorretamente” chamado de carbonato ácido de sódio, pela presença de hidrogênio na fórmula. Esse sal é o principal constituinte dos antiácidos estomacais do tipo “sal de frutas”. Explique porque o mesmo atua como antiácido no nosso organismo. De que modo o equilíbrio de dissociação do bicarbonato é afetado pelos íons H+ presentes no suco gástrico ? *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 - A tabela abaixo fornece os valores das constantes de ionização de alguns ácidos, em solução aquosa e 250C. Ácido fluorídrico acético cianídrico fórmico Ka 6,70 . 10-4 1,76 . 10-5 4,93 . 10-10 1,77 . 10-4

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A análise dos dados da tabela permite afirmar que A) para soluções aquosas de mesma concentração, o pH do ácido acético é menor do que o fórmico. B) entre os ácidos apresentados, o mais forte é o cianídrico. C) a concentração de íons H+ é maior na solução de ácido cianídrico do que na de ácido fluorídrico, em soluções de mesma concentração. D) o ácido acético é mais fraco que o fluorídrico. E) as soluções aquosas de qualquer um desses quatro ácidos apresentam pH maior do que 7,0. 2 - Numa dada temperatura aqueceram-se 6,0 mols de HI num recipiente fechado. Ao se estabelecer o equilíbrio H2 + I2 2 HI verificou-se a presença de 1,5 mols de HI. O grau de dissociação do HI, na temperatura dada, é A) 15% B) 25% C) 60% D) 75% E) 85% 3 - Uma solução aquosa A tem pH igual a oito e uma solução aquosa B tem pH zero. Isto significa que as soluções A e B são, respectivamente, A) fracamente alcalina e fortemente ácida. B) fracamente alcalina e neutra. C) fortemente alcalina e fracamente ácida. D) fracamente ácida e fracamente alcalina. E) fortemente ácida e neutra. 4 - Na ionização do ácido clorídrico em solução aquosa, representada por HCl + H2O H3O+ + Cla água se comporta como A) um ácido de Brönsted-Lowry. B) uma base de Brönsted-Lowry. C) um ácido de Arrhenius. D) uma base de Arrhenius. E) um ácido de Lewis. 5 - Em um sistema químico isotérmico ocorre a reação genérica reversível A(aq) + B(aq) C(aq) + D(aq) Partindo-se de 3 mols de A e de 3 mols de B, verifica-se que, atingindo o equilíbrio, a quantidade de A presente no sistema é 1/3 da quantidade inicial. A constante de equilíbrio Kc para esse sistema é A) 9 B) 4 C) 2 D) 1/2 E) 1/4

6 - O pH de uma solução aquosa onde a concentração de íons hidroxila é de 0,01 mol/L é igual a A) 0,01 B) 2 C) 10 D) 12 E) 13,99

100

7 - Se a concentração de íons hidroxila, em uma solução aquosa, for reduzida a um décimo do valor original, o pH da solução A) aumentará de 10 unidades. B) permanecerá inalterado. C) será reduzido à metade. D) aumentará de 1 unidade. E) diminuirá de 1 unidade. 8 - A reação química que apresenta constante de equilíbrio genericamente representada por Kc = [X] / [Y].[Z]1/2 será A) B) C) D) E) C(s) e O2(g) H2(g) e O2(g) N2(g) e O2(g) SO2(g) e O2(g) P4(s) e O2(g)
REAGENTES PRODUTO

CO2(g) H2O2(l) NO(g) SO3(g) P2O5(s)

9 - Dentre os sistemas em equilíbrio apresentados abaixo, o que se desloca da direita para a esquerda quando se faz diminuir a pressão é 2 CO2(g) A) 2 CO(g) + O2(g) B) 2 NH3(g) N2(g) + 3 H2(g) C) N2O4(g) 2 NO2(g) D) CO2(g) + H2(g) CO(g) + H2O(g) E) CaCO3(s) CaO(s) + CO2(g) 10 - A única das espécies abaixo que, ao ser dissolvida em água, resulta em uma solução com pH menor do que o solvente puro é A) NaCl B) Na2CO3 C) CaCl2 D) NH3 E) (NH4)2SO4 11 - Uma constante de equilíbrio elevada significa que A) o equilíbrio é atingido rapidamente. B) a velocidade da reação direta é muito maior do que a velocidade da reação inversa. C) a concentração dos reagentes será bem menor que a de produtos da reação ao ser atingido o equilíbrio. D) a reação é irreversível. E) o equilíbrio não pode ser deslocado por modificação das concentrações. 12 - Ao adicionarem-se 99 mL de água a 1,0 mL de NaOH 0,01 M, verifica-se que o pH da solução A) não se altera. B) aumenta de 2 para 4. C) diminui de 10-2 para 10-4. D) aumenta de 10-2 para 102.

..As leis de proteção ambiental de certas cidades não permitem o lançamento em rios. é A) adicionar um catalisador. 13 .. D) retirar o excesso de hidrogênio.cloreto de amônio 4 .. 4 e 5 16 ..sulfato de sódio 3 .. Y e Z apresentam as seguintes concentrações: Indústria X Y Z Concentração no efluente 10-3 M de H+ 10-4 M de H+ 10-6 M de OH- .. uma prática recomendável para se conseguir um maior rendimento de amônia. apenas com as informações disponíveis acima. 4 e 6 1....acetato de sódio 6 . 2 e 5 .. 1.Quando se dissolvem certos sais em água pode ocorrer que a relação entre a concentração de íons hidrogênio (H+) e a concentração de íons hidroxila (OH-) seja alterada.0 ou superior a 9.0. os efluentes aquosos das indústrias X... dados os sais abaixo: 1 .... E) trabalhar com nitrogênio líquido. 14 .Quando se dissolve um mol de hidróxido de sódio em um litro de água destilada.sulfato de alumínio podemos corretamente classificá-los como: (A) (B) (C) (D) (E) [H+] > [OH-] [H+] = [OH-] [H+] < [OH-] 1 e 5 2 e 4 3 e 6 3.. entre outros. resulta uma solução na qual a espécie de menor concentração é A) Na+ B) OHC) H2O D) NaOH E) H3O+ 15 . . C) elevar a temperatura. Assim.. No que se refere à acidez.. de efluentes com pH inferior a 5. 3 e 4 1...cloreto de potássio 5 . B) aumentar a pressão sobre o sistema. 3 e 6 .. 5 e 6 3 e 6 2 e 4 1 e 5 2....A síntese da amônia e a sua decomposição constituem um exemplo de equilíbrio químico: N2(g) + 3 H2(g) 2 NH3(g) Como industrialmente deseja-se a reação de síntese.carbonato de cálcio 2 . 2..101 E) diminui de 12 para 10..

Recolheu-se uma amostra de água da chuva e verificou-se que apresentava pH = 5. apenas os efluentes de A) X B) Y C) Z D) X e Y E) Y e Z 17 .Em uma solução aquosa de ácido acético se estabelece o seguinte equilíbrio H+ + CH3COOCH3COOH a adição de uma pequena quantidade de acetato de sódio (CH3COONa) a esta solução A) diminui o seu pH.4 rosa amoníaco 19 .01 mol/litro o quociente pH da solução I / pH da solução II é igual a A) 1 B) 6 C) 10 D) 10-2 E) 10-10 20 . será A) 0.2 a 8. sem tratamento prévio.05 D) 1. o volume de base consumido.3 rosa detergente com 11.4 azul vinagre 2.0 18 .001 B) 0. em mL. Assinale a alternativa que apresenta a combinação correta do valor do pH da solução e a cor do indicador a ela adicionado. E) reduz a zero o grau de ionização do ácido acético. B) aumenta a concentração dos íons H+.0 E) 5.102 Poderiam ser lançados em rios.0 a 4.2 a 2. Se quisermos neutralizar 1.solução de NaOH 0. C) diminui o grau de ionização do ácido. ocorrendo a troca de cor quando a concentração de H+ está na faixa de 105 a 10-7 M.0 litro desta amostra com uma solução de KOH 0.6 a 3.0 azul suco de laranja 3.0. .01 M. D) mantém inalterado o pH.Tem-se duas soluções aquosas I .0 rosa água do mar 8.solução de HCl 0.01 mol/litro II .O indicador tornassol apresenta cor rosa em meio ácido e azul em meio básico.01 C) 0. A) B) C) D) E) SOLUÇÃO FAIXA DE pH COR DO INDICADOR suco de limão 2.8 a 12.

= 7. de uma solução de ácido clorídrico de pH = 2. pois no equilíbrio são grandes as concentrações de N2 e H2. < 7. N2(g) + O2(g) II. Considere duas reações possíveis para a “fixação” do nitrogênio atmosférico. no produto NH3. = 7. necessário para neutralizar completamente 500 mL de uma solução de hidróxido de potássio de pH = 11 é de A) 13. em mL. convertendo-o em compostos utilizáveis pelos seres vivos. D) a reação II seria um processo adequado.O volume.0 .0 .103 21 .Nas seguintes equações: KOH + HCl “ KCl + H2O A HCl + NH3 “ NH4Cl B HCN + NaOH “ NaCN + H2O C as soluções aquosas dos compostos A. 22 .O pH de uma solução aquosa de ácido clorídrico cuja concentração é igual a 10-9 mol/L é aproximadamente igual a . > 7 D) < 7. pode-se determinar a probabilidade de uma dada reação ocorrer na natureza. pois esta reação tende a se processar no sentido da formação do NO. respectivamente. pois quando o equilíbrio é atingido nas duas reações. é grande a concentração dos produtos. B) a reação II não seria um processo adequado. = 7 E) < 7. > 7. pois o sistema em equilíbrio consistiria. praticamente. C) 100. pois a concentração de NO no equilíbrio seria extremamente pequena. > 7 B) < 7. D) 500. < 7 24 . I. E) as duas reações são processos adequados. é correto afirmar-se que A) a reação I não seria um processo adequado. < 7. um pH A) > 7. B) 50. 10 a 25 C -30 0 Para uma fixação eficiente de N2. 10 a 25 C 8 0 2 NH3(g) Kc = 5. < 7 C) < 7.Conhecendo-se o valor da constante de equilíbrio (Kc). C) a reação I seria um processo adequado. N2(g) + 3 H2(g) 2 NO(g) Kc = 1. B e C apresentam. E) 2275. 23 .

é incorreto afirmar que A) o equilíbrio se desloca para a esquerda. aproximado. foram misturados 6 mols de dióxido de enxofre e 5 mols de oxigênio.104 A) 1 B) 3 C) 5 D) 7 E) 9 25 .0 litro. o sistema atingiu o equilíbrio.26 B) 1. o pH ideal é entre 4.66. Os compostos reagiram entre sí formando etanol (álcool comum) e ácido acético. E) altera o valor numérico da constante de equilíbrio. D) diminui a concentração do íon H+.0.0.50 D) 2.O acetato de etila é um éster muito usado como solvente de vernizes. de acordo com a equação C4H8O2 + H2O C2H5OH + C2H4O2 Depois de algum tempo.Considere o equilíbrio químico que se estabelece em uma solução aquosa de ácido acético que pode ser representado pela equação CH3 – COO-(aq) + H+(aq) CH3 – COOH(aq) Mantendo-se constante a temperatura e adicionando-se uma solução aquosa de acetato de sódio (CH3 – COONa).Um equilíbrio envolvido na formação da chuva ácida está representado pela equação: 2 SO3(g) 2 SO2(g) + O2(g) Em um recipiente de 1. foram misturados um mol de acetato de etila e um mol de água. o número de . B) aumenta a concentração de ácido acético.0 e 5. 28 . o número de mols de éster medido foi de 0. Em um recipiente de um litro. A análise do solo de um jardim mostrou que o mesmo apresenta um pH igual 6. da constante de equilíbrio é A) 0. C) aumenta a concentração do íon CH3 – COO-.Para o cultivo de azaléias. Depois de algum tempo.60 E) 3. O valor. o sistema atingiu o equilíbrio.76 26 . O composto ideal para adequar o solo ao plantio das azaléias é A) Al2(SO4)3 B) CaCO3 C) CaO D) NH3 E) NaOH 27 .00 C) 1.

a concentração aproximada de íons hidroxila. O valor aproximado da constante de equilíbrio é A) 0. N2O4 2 NO2 Kp = 0. 30 . nesses locais.33 29 . foram registrados valores de pH entre 3 e 4.105 mols de trióxido de enxofre medido foi 4. H2 + I2 2 HI Kp = 7. a reação I atinge o equilíbrio com grande quantidade relativa de produtos. 102 III. apenas a reação III atinge o equilíbrio a 298 K.66 C) 0. em mol/L. 105 II.75 D) 1. C) maior do que 10-7.O acidente ocorrido recentemente com o navio Bahamas provocou o vazamento de milhares de toneladas de ácido sulfúrico na lagoa dos Patos. foi A) maior do que 10-11.53 B) 0. N2 + 3 H2 2 NH3 Kp = 6. D) maior do que 10-5.94 .98 A) B) C) D) E) A conclusão correta que se pode extrair dessas informações é que a reação I e a mais rápida das três. Podemos afirmar que. B) maior do que 10-9. Em determinados locais. a reação II apresenta velocidade moderada.33 E) 2. a reação II praticamente não ocorre no sentido direto a 298 K. I. E) maior do que 10-4. que representam situações de equilíbrio químico a 298 K. .8 .Considere as seguintes equações.

1995. – FÍSICO-QUÍMICA. M. P & JONES. Rio de Janeiro. Bookman Companhia Editora. BRADY. Editora Edgard Blücher. REFERÊN CI A S B I B L I OGRÁ FI CA S 1.1996. – QUÍMICA GERAL . 4. G. . 2. – PRINCÍPIOS DE QUÍMICA. – QUÍMICA – UM CURSO UNIVERSITÁRIO. ATKINS. LTC Editora. s ed. J. R. E. ANDRADE. E & HUMISTON. A. São Paulo. B & MYERS. 2001.106 5 . mimio. J. L. 2001. G. 3. PUCRS. São Paulo. MAHAN . 3 ed.

T ERM OQU Í M I CA 01 – C 06 – B 11 – B 16 – C 02 – E 07 – D 12 – C 17 – C 03 – C 08 – A 03 – E 08 – C 13 – E 18 – D 03 – D 08 – B 13 – B 18 – A 04 – E 09 – E 04 – D 09 – C 14 – B 19 – C 04 – B 09 – C 14 – B 19 – C 04 – B 09 – A 14 – D 19 – B 24 – D 29 – E 05 – E 10 – E 05 – A 10 – D 15 – A 20 – A 05 – D 10 – B 15 – C 20 – D 05 – B 10 – E 15 – D 20 – C 25 – A 30 . EFEI T OS COL I GA T I V OS 01 – A 02 – B 06 – B 07 – C 3 . SOL U ÇÕES 01 – B 02 – D 03 – A 04 – B 05 – C 06 – D 07 – A 08 – B 09 – D 10 – C 11 – B 12 – D 13 – D 14 – C 15 – C 16 – D 17 – A 18 – A 19 – E 20 – B 21 – B 22 – B 23 – C 24 – B 25 – D 26 – B 27 – B 28 – E 29 – D 30 – A 2 .107 GA B A RI T OS – T EST ES DE N I V EL A M EN T O 1 . EQU I L Í B RI O QU Í M I CO E I ÔN I CO 01 – D 02 – D 03 – A 06 – D 07 – E 08 – D 11 – C 12 – E 13 – B 16 – C 17 – D 18 – C 21 – B 22 – A 23 – C 26 – A 27 – E 28 – D .A 3 . CI N ÉT I CA QU Í M I CA 01 – E 02 – E 06 – C 07 – C 11 – E 12 – C 16 – D 17 – D 4 .

confeccionados em tecido de algodão pois este mostrase mais adequado do que os tecidos sintéticos por ser mais resistente ao fogo. INSTRUÇÕES GERAIS Ratificamos em nossa disciplina algumas instruções enfatizadas em Química Geral I. Andrade 1. assim como observações e conclusões. porém deverá conduzir o raciocínio e a observação do aluno. II . por medida de segurança.não será permitida a permanência de alunos sem avental no laboratório.além do uso obrigatório do avental. outrossim. as quais devem ser levadas em consideração em todas as demais disciplinas do curso. Mateus A. G. Tais conhecimentos básicos constituirão o requisito para as disciplinas de Química Analítica (Qualitativa e Quantitativa). tendo em vista um dos objetivos do curso de Química que visa a preparação do profissional químico analista. já iniciada nas atividades experimentais de Química Geral I. OBJETIVOS DAS AULAS EXPERIMENTAIS Consideramos que. pois seu professor deverá abster-se completamente de concluir qualquer dos experimentos. além da familiarização do aluno com operações e técnicas mais freqüentes nos processos químicos. Sc. sugere-se. entre as quais destacamos: I . com mangas compridas e seu comprimento deverá atingir a altura dos joelhos.2. é importante o trabalho experimental com metodologias analíticas (sem esgotá-las). . É oportuno. que o aluno tenha um caderno de anotações onde deverá ser registrado o início e o término de cada exprimento. O avental deve ser de cor branca. 1. que o aluno tenha um óculos de proteção e luvas de borracha para uso na preparação de soluções corro sivas. M. INTRODUÇÃO 1.1.108 ATIVIDADES EXPERIMENTAIS Disciplina: QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA II Prof.

06) se qualquer ácido ou produto corrosivo for derramado lave o local imediatamente com bastante água. 11) tenha cuidado com os materiais inflamáveis. através de extintores. Siga as instruções e respeite rigorosamente as precauções recomendadas. 13) caso ocorra um acidente (queimadura com fogo. 10) para sentir odor de uma substância. Quando diluir um ácido forte. INSTRUÇÕES PARA O TRABALHO PRÁTICO Durante os trabalhos experimentais deverão ser observados rigorosamente os seguintes aspectos: 01) prepare-se para realizar cada experimento lendo antes as instruções correspondentes. benzeno. 07) caso você encoste em algum ácido forte limpe sua pele imediatamente com água corrente ou solução de bicarbonato de sódio (NaHCO3). paciência e sabedoria. Procure identificar a localização e o tipo de extintor próximo. divida as tarefas entre seus colegas. ALGUNS REAGENTES E SUAS CARACTERÍSTICAS Sempre que manusear compostos voláteis (HCl. 03) faça apenas o experimento recomendado e aprovado pelo professor. adicione primeiro a água e depois o ácido!!! . Consulte seu professor cada vez que notar algo de anormal ou imprevisto.) procure os dispositivos de segurança nos laboratórios. limpe sua pele com água corrente ou solução de ácido acético. NH4OH. 08) se o mesmo ocorrer com alguma base forte.. nunca aqueça um líquido inflamável com o bico de gás. etc. HNO3. se estiver em grupo.. dependendo da extensão do mesmo. use uma manta de aquecimento ou banho-maria aquecido por resistência elétrica. 12) qualquer incêndio deve ser abafado imediatamente com um pano úmido ou. 14) trabalhe com calma. salpique de produtos nos olhos.) faça-o em local com boa ventilação ou em capela preferencialmente. 1. 02) não fume no laboratório. com sua mão. 04) separe os materiais necessários e. 05) leia com atenção o rótulo do reagente antes de usá-lo. 09) não toque com os dedos nos produtos químicos. Em vez disto traga um pouco do vapor para você. a menos que receba instruções para fazê-lo.109 1.etc.3.4. não coloque seu rosto diretamente sobre o recipiente.

Porções de soluções retiradas do frasco e que não tenham sido usadas não devem retornar ao frasco. Quando manuseá-lo certifique-se que não há bicos de gás acesos próximos. d) Hidróxido de amônio concentrado: . deve ser feita com cuidado e sob constante resfriamento. dissolvidas em água. REAGENTES E SOLUÇÕES Os reagentes empregados em laboratório em geral apresentam-se sob a forma de soluções. reduzindo a concentração do ácido no frasco-depósito.ácido forte e excelente agente oxidante. de odor agradável. vapores tóxicos e altamente inflamáveis. Da mesma forma que os reagentes sólidos. salvo instruções em contrário. as soluções devem estar protegidas da contaminação externa. No entanto se a solução for de ácido ou base concentrado as mesmas devem ser neutralizadas para. Não é volátil mas seu contato com a pele causa sérias queimaduras.apesar de não ser uma base forte seus vapores causam sérias irritações nas mucosas (principalmente oculares). então. O acondicionamento das soluções é feito em frascos de vidro os quais devem apresentar resistência química ao ataque dos materiais neles contidos. Sua dissolução em água é altamente exotérmica (libera calor) e. especialmente. do mesmo modo que o ácido clorídrico. Deve ser utilizado com muito cuidado pois é volátil e em contato com a pele provoca sérias queimaduras. 1. É conveniente utilizar um frasco de tampa achatada com bordas cobrindo a boca do gargalo para proteger da poeira..ácido forte e agente altamente desidratante. portanto. etc.hidrocarboneto aromático. bases e alguns sais podem ser vertidas na pia sem o risco de contaminação ao ambiente. Por esta razão o frasco deve estar bem fechado após seu uso. Como o ácido clorídrico apresenta alta tensão de vapor as moléculas do mesmo podem facilmente escapar do líquido. Os vapores de ácido clorídrico são tóxicos e.110 a) Ácido clorídrico concentrado: . c) Ácido sulfúrico concentrado: . O mesmo cuidado deve ser tomado no manuseio do éter etílico.) não devem receber soluções alcalinas. Por serem tóxicos os seus vapores. portanto.formado por moléculas de HCl gasoso. b) Ácido nítrico concentrado: .5. Soluções diluídas de ácidos. não devem ser inspirados. As soluções alcalinas. atacam o vidro formando silicatos. Comercialmente é encontrado com impurezas e denominado de ácido muriático. . Por esta razão equipamentos de precisão (buretas. e) Benzeno: . pipetas volumétricas. o frasco deve estar bem fechado após seu uso.

. cianatos. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- . sais de cromo.. etc. Soluções de sais contaminantes (cianetos. metais pesados.) devem ser colocadas em locais adequados e indicados pelo seu professor.111 serem adicionadas na rede de esgoto.

.1 bastão de vidro. um gráfico de solubilidade para estes dois sais.CARACTERÍSTICAS DAS SOLUÇÕES * MATERIAL (no balcão central) . A tabela a seguir mostra exemplos de dois solutos diferentes em relação a temperatura: temp.(0C).S. Em geral usa-se como referência. etc. * MATERIAL POR GRUPO (na bancada) .0 85. isto porque este Coeficiente de Solubilidade varia com o tipo de soluto. .CH3COONa.3 110 80 38.8 20. .funil comum.) a quantidade máxima de um soluto sólido que pode ser dissolvida em determinada quantidade de solvente. em relação ao solvente.3 45. Define-se como Coeficiente de Solubilidade (C. .4 169 90 39. .suporte para funil * INTRODUÇÃO É de nosso conhecimento do dia-a-dia que determinados solutos sólidos (açúcar comum..1 copo (bequer) de 250 mL.6 30 36. em dada temperatura. sal de cozinha.) mostram um limite máximo de solubilidade em água (por exemplo). quantidade de solvente e temperatura.) dos dois será a mesma bem como proponha um processo simples de separação destes dois sais.tela de amianto.7 13. .1 proveta de 25 mL.5 60 37.0 31.9 246 Em função dos dados da tabela acima construa.9 20 36.tripé para aquecimento. . m NaCl m KNO3 0 35..NaCl sólido (02 frascos) e espátula de madeira. em papel milimetrado.0 202 100 39.banho de gelo. em dada temperatura. com haste curta .8 50 37.4 copos (bequer) de 100 mL sem graduação.112 Experimento 1 . determinando em qual temperatura a solubilidade (C.3 10 35.3H2O sólido (02 frascos) e espátula de madeira. 100 gramas (100 mL ou 100 cm3) à 250 C (condições padrão).S. . .

) Em nosso experimento serão investigadas algumas propriedades destas soluções. variações bruscas de temperatura.o. o excesso de soluto pode depositar-se no fundo do recipiente por ação de alguns fatores físicos (agitação mecânica.o. Observando dissolução do depósito adicione.o. até que haja corpo de fundo (depósito). atrito. etc. Num bequer pequeno (100 mL). c) super-saturadas: são soluções em que a massa de soluto dissolvida é superior ao coeficiente de solubilidade. Repita os mesmos procedimentos utilizando o acetato de sódio tri-hidratado (CH3COONa. pequenas quantidades de NaCl. Com base nas observações feitas responda: a) A solução de NaCl preparada inicialmente é super-saturada ? b) Como se denominam os cristais de acetato de sódio adicionados ao final do experimento ? . adição de um “germen de cristalização” . as soluções podem ser divididas nas seguintes categorias: a) insaturadas: são aquelas em que a massa de soluto dissolvida é inferior ao coeficiente de solubilidade da substância.3H2O). usando uma proveta de 25 mL. até a ebulição. agitando constantemente.113 De acordo com o C. * PROCEDIMENTOS Algumas substâncias possibilitam a preparação de soluções supersaturadas e outras não.S. aquecendo sempre que houver depósito no fundo do recipiente..o. Aqueça a mistura.o. com o auxilio de uma espátula.o.. Resfrie em banho de gelo e adicione cristais do acetato. adicione alguns cristais de NaCl e observe se ocorreu alguma modificação em relação à quantidade de sal depositada no fundo recipiente. b) saturadas: quando a massa de soluto dissolvida é igual ao coeficiente de solubilidade.o. São preparadas com técnicas especiais e revelam-se bastante instáveis. . adicione pequenas quantidades de NaCl sólido. sobre tela de amianto. Devido a alta solubilidade do acetato de sódio adicione quantidades maiores do mesmo. ou seja.o. com bastão de vidro.o. particularmente das super-saturadas. até completa dissolução. adicione cerca de 20 mL de água destilada e.o.o.o.o. Resfrie a solução em banho de gelo e. cuidadosamente. se houver algum depósito filtre e recolha o filtrado. após. observando se ocorre alguma modificação em relação a estes. Após resfriada a solução (se for o caso o filtrado).

.amostras de Na2CO3 (03 por grupo).01 frasco ambar de 500 mL. . na preparação adequada dessa solução.114 Experimento 2 . Essa concentração é expressa com exatidão (quatro decimais) ex. . além da proporção entre a quantidade de soluto e de solução (ou solvente).: 0. Dependendo da utilização da solução as mesmas devem ser consideradas segundo duas características básicas: c) soluções padrão: usadas para fins analíticos contendo uma quantidade exatamente conhecida de um reagente qualquer.8543 mol/L (número de mols/volume) . é indispensável que se conheçam características específicas de cada soluto. na unidade de volume.01 bastão de vidro. de 0.papel de filtro.01 funil de haste longa.indicador (Verde de Bromo-cresol) * MATERIAL POR GRUPO (na bancada) . na forma de soluções. . seja em nível acadêmico ou na própria indústria.03 erlenmeyer de 250 mL . . .01 pipeta graduada de 5 mL.01 balão volumétrico de 500 mL.PREPARO E ACONDICIONAMENTO DE SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO * MATERIAL E REAGENTES (no balcão central) . de modo geral. .ácido clorídrico concentrado (na capela).300 g contidos em pesafiltros. Numa solução.01 bureta de 50 mL.01 suporte com agarrador para bureta. * INTRODUÇÃO Na atividade de laboratório. expressa na forma de uma “concentração” . as substâncias são utilizadas. . .1538 g/L (massa/volume) 0.

No rótulo deverá constar a espécie química. A preparação de uma solução padrão requer. tiocianato de potássio. j) deve ser bastante solúvel. conforme modelo. Maiores detalhes serão tratados nas disciplinas de Química Analítica Quantitativa.: 0.. Quando o reagente com que se tem de preparar a solução é um padrão primário. *** balão volumétrico só é utilizado na preparação e não no armazenamento !!! Embora o Sistema Internacional de unidades recomende para o volume a unidade metro cúbico utilizamos o volume expresso em litro (L). g) não pode ser volátil. nitrato de prata. cloreto de sódio (após dessecação a peso constante). recorre-se a técnica direta que consiste na pesagem. Assim sendo é desejável que o título das soluções padrão possa ser determinado com um erro inferior a 0. comumente. As ilustrações a seguir indicam alguns dos equipamentos utilizados na titulações (bureta. em balança analítica. O número de padrões primários é relativamente limitado. São os seguintes os requisitos principais exigidos de um padrão primário: f) a substância deve ser de fácil obtenção. i) a substância não deve ser higroscópica (absorver umidade do ambiente) ou eflorescente. h) as impurezas devem ser facilmente identificáveis com ensaios qualitativos de sensibilidade conhecida. o uso de um reagente quimicamente puro e com composição perfeitamente definida. padrões primários. de transferência de alíquotas com a pipeta volumétrica e transferência de solução para o balão volumétrico. tetraborato de sódio.. dissolução e diluição a um volume conhecido em balão volumétrico aferido. direta ou indiretamente. oxalato de sódio e dicromato de potássio. ácido benzóico. São exemplos: carbonato de cálcio. .0 mol/L (número de mols/volume) *PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES PADRÃO O título das soluções padrão deve ser conhecido com grande exatidão.1 %.) a técnica correta de leitura. O grau de exatidão requerido é maior do que o correspondente aos trabalhos analíticos mais comuns. Não é requerida a mesma exatidão. a data de praparação e seu preparador. purificação. ácido oxálico. dessecação e conservação. seu título. com relação às soluções padronizadas (um ou dois decimais) ex.115 d) soluções não padronizadas: usadas para fins não analíticos sendo sua concentração aproximada.5 g/L (massa/volume) 1. erlenmeyer. da massa que se requer da substância. Os reagentes com semelhantes características são denominados. pipeta volumétrica..

à técnica indireta.. que consiste em preparar. o permanganato de potássio. depois. então.116 Leitura correta da bureta Transferência de solução Transferência de líquido para o balão Como rotular a solução ! FACULDADE DE QUÍMICA – PUCRS HCl M = 0. os hidróxidos alcalinos e de amônio.) a preparação direta da solução não é possível. 2574 mol/ L Linus Pauling 06/06/1966 Química Geral e Inorgânica II Quando o reagente não é padrão primário (por exemplo.. o ácido clorídrico. uma solução com concentração aproximada à desejada e. Recorre-se. inicialmente. ..

1 eqg/L de dicromato de potássio é indefinidamente estável. A seguir esta solução (já padronizada) pode ser usada para titular hidróxidos alcalinos (como por exemplo o hidróxido de sódio). As soluções padrão devem ser conservadas de maneira a manter inalterado seu título tanto quanto possível. o ácido clorídrico não é padrão primário e a sua solução pode padronizada através de um padrão primário. uma solução 0.01 mL e um erro de escoamento de 0. *** Obs. Estes carbonatos solidificam no gargalo dos frascos de depósito e se os mesmos tiverem tampas de vidro esmerilhado.04 mL e. f) o volume de solução gasto na padronização não deve ser pequeno demais. pois cada leitura na bureta está sujeita a um erro de 0. isto é. sendo aconselhável o uso de tampas com rolha de borracha ou polietileno ou rosqueadas.117 padronizá-la. As soluções de hidróxidos alcalinos reagem com o CO2 presente no ar formando carbonatos. por serem estes solutos voláteis. e) o peso do padrão primário não pode ser demasiadamente pequeno. nítrico e hidróxido de amônio. determinar com exatidão o sei título em relação a um padrão primário adequado ou com referência a uma outra solução padrão. para garantir uma exatidão de 0. em virtude do erro inerente ao aparelho de pesagem. podendo o erro total chegar a 0.02 mL.: como o objetivo em nossa disciplina não é esgotar o assunto e sim mostrar características principais no prepa – ro de soluções. a presença de carbonatos irá emperrar as referidas tampas. Algumas soluções são altamente estáveis e outras não. portanto. Por exemplo. Por exemplo. Aconselha-se o frasco escuro para evitar a decomposição fotoquímica.1% é preciso que o volume de solução gasto na titulação não seja inferior a 40 mL. Na padronização devem ser obedecidas as seguintes condições: d) é preciso dispor de um padrão primário adequado ou solução padronizada. . tem duração limitada. o que ocorre com facilidade em soluções de peróxido de hidrogênio e permanganato de potássio. como é o caso do carbonato de sódio. As soluções de ácido clorídrico. eventualmente o critério acima poderá não ser verificado !!! *CONSERVAÇÃO DAS SOLUÇÕES PADRÃO Como já afirmamos anteriormente as soluções não são conservadas em balões volumétricos (são usados somente na preparação).

três amostras de Na2CO3. lave o mesmo com água e detergente. a seguir.2 mol/L ou 0. enxaguando-o com água da torneira e após com água destilada. Para homogeneizar a solução inverta e agite o balão algumas vezes. Nosso objetivo. seguindo as técnicas de leitura. a partir do ácido concentrado. com pipeta graduada. para efetuar seus ensaios.118 * PROCEDIMENTOS I – Preparação de uma solução ácida a partir do ácido concentrado. massa específica e massa molar) você deverá reconhecer no rótulo do referido ácido. cujas características (Título em massa. usando como padrão primário o carbonato de sódio anidro. é preparar 500 mL de uma solução de ácido clorídrico. Calcule a massa de HCl puro que será necessária para a preparação da solução acima e. Agite a solução e acrescente água destilada ao balão até cerca de 0. Para acondicionar a solução no frasco de depósito.2 eqg/L (visto que estas expressões de concentração se equivalem). Finalmente. o volume de ácido concentrado que você calculou e transfira para o balão volumétrico. usando a reação com um padrão primário. a qual você deverá registrar em seus apontamentos para posteriores cálculos. Meça. conforme equação a seguir 2 HCl(aq) + Na2CO3(s) “ 2 NaCl(aq) + H2O(l) + CO2(g) Será utilizada uma massa exata deste padrão primário (previamente determinada pelo monitor). Adicione. pelo menos. Cada grupo deverá utilizar.5 cm abaixo da marca de referência. calcule o volume de ácido concentrado que contém a massa necessária para o preparo da solução. de concentração 0. com uma pequena porção (cerca de 5 mL) enxaguar o frasco depósito com a solução preparada de HCl. A solução recém preparada é um padrão primário ? Porque ? II – Padronização da solução de ácido clorídrico. Nesta 2a parte do experimento nosso objetivo é determinar com exatidão a concentração do HCl. a seguir. inicialmente. Transfira a solução preparada do balão para o frasco de depósito. ficando o frasco “molhado” pela própria solução. . água destilada ao balão volumétrico até cerca da metade de seu volume. Com a pipeta graduada (limpa) complete com água até o traço de referência.

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Inicialmente complete a bureta até o zero, com a solução preparada de HCl, tomando o cuidado para que não fiquem bolhas de ar entre a torneira e a extremidade inferior da bureta. Transferir cada amostra de Na2CO3 para um erlenmeyer, adicionando água destilada suficiente para a dissolução do sal. Após a dissolução do carbonato adicione 2 a 3 gotas do indicador. Proceda na adição lenta do ácido contido na bureta, até a mudança de coloração do indicador. O manuseio correto da torneira da bureta está indicado na ilustração ao lado. Quando perceber próxima a mudança de coloração do indicador adicione a solução ácida gota a gota, com constante agitação. Para melhor obervar a mudança de coloração do indicador coloque um papel filtro sobre o suporte da bureta, abaixo de erlenmeyer. O mais indicado é um azulejo de cor branca, o qual não fica empreganado de substâncias coloridas que mascaram a visualização do ponto final da reação.

Anote o volume gasto da solução ácida. Complete a bureta com a solução ácida, tome outra amostra de Na2CO3 e repita a titulação, fazendo o mesmo com a última amostra. Para cada uma das três titulações calcule: a) a massa, em gramas, do HCl necessário para a reção como carbonato, verificando se esta quantidade está de acordo com a estequiometria prevista; b) conhecida a massa e o volume de HCl necessário para a neutralização, determine a concentração a concentração em mol/L para a solução de HCl, rotule a mesma e guarde esta solução que será utilizada no próximo experimento.

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Experimento 3 – PREPARAÇÃO E ACONDICIONAMENTO DE SOLUÇÕES ALCALINAS.

* OBJETIVOS Nosso objetivo, neste experimento, é a preparação, padronização e acondicionamento de uma solução alcalina, a partir de um reagente sólido. Em nosso caso o soluto será o hidróxido de sódio. Esta solução, após a padronização será utilizada na titulação de amostras ácidas (ácido sulfúrico e acético – vinagre). * MATERIAL E REAGENTES (no balcão central) - hidróxido de sódio sólido - solução de ácido clorídrico 0,2 mol/L - indicador (verde bromo-cresol ou fenolfateleína) * MATERIAL POR GRUPO (bancada) - vidro de relógio - espátula de madeira - bequer pequeno sem graduação (100 mL) - bastão de vidro - balão volumétrico de 1000 mL - pipeta graduada de 5 mL - pipeta volumétrica de 25 mL - bureta - suporte a agarrador para bureta - 3 frascos erlenmeyer de 250 mL - frasco âmbar para acondicionar a solução 1000 mL - balança semi-analítica - bequer de 250 mL - funil de haste longa - papel-filtro - etiquetas, cola,...

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* INTRODUÇÃO Os reagentes usados na preparação de soluções padrão alcalinas são os hidróxidos de sódio, potássio e bário. O mais empregado é o de sódio. As soluções de bases fortes absorvem CO2 do ar, contaminando-se, por formação de carbonatos. Portanto os frascos de soluções destas bases devem permanecer o menor tempo possível abertos. As soluções fortemente alcalinas, quando conservadas em frascos de vidro também sofrem contaminação devido à formação de silicatos, em ataque ao vidro. É recomendável a conservação em frascos de polietileno. Como já alertamos anteriormente não devem ser usados frascos de vidro com tampa esmerilhada, para evitar a formação de carbonatos sólidos, quando a solução é vertida, dificultando e até impossibilitando a abertura do referido frasco. Embora não completamente satisfatórias são usadas rolhas de borracha para vedar estas soluções. * PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES ALCALINAS (NaOH) Tendo em vista que o hidróxido de sódio é bastante higroscópico, não se constituindo num padrão primário, sua solução é preparada pelo método indireto e sua concentração é aproximada. Para a determinação exata de sua concentração é necessário padronizá-la, através de um padrão primário ou de uma solução ácida padronizada. Calcule a massa de NaOH necessária para a preparação de 1000 mL (1,0 L) de solução 0,2 mol/L ou 0,2 eqg/L. Pesar a quantidade acima calculada, sobre um vidro de relógio, em balança semi-analítica. Transfira o soluto para um bequer de 250 mL e adicione água destilada até a metade do volume, agitando com um bastão de vidro até total dissolução. Com o auxílio de um funil de haste longa transfira a solução para um balão volumétrico de 1000 mL, de modo que a solução não entre em contato com a parte superior do gargalo, acima da marca de referência. Lave o bequer com pequennas porções de água, reunindo-as no balão. Complete o volume do balão volumétrico com água destilada até cerca de 0,5 cm abaixo da marca de referência. A porção restante do volume complete, com cuidado, usando a pipeta graduada de 5 mL, sem ultrapassar a marca do gargalo. Homogeneizar a solução e acondicioná-la em frasco próprio.

adicionando em frascos erlenmeyer. Proceda na titulação até mudança de coloração do indicador. com pipeta volumétrica. Adicione 2 a 3 gotas de indicador. Prepare 03 amostras. ultimando-a gota a gota. Em nosso experimento será utilizada a solução de HCl já padronizada no experimento anterior ou outra definida pelo professor. Realize a titulação com as três amostras. Meça 25 mL de solução de NaOH. Guarde a solução alcalina para experimentos posteriores.122 * PADRONIZAÇÃO DA SOLUÇÃO ALCALINA As soluções alcalinas podem ser padronizadas com soluções de ácido clorídrico de concentração definida. Valendo-se da média dos volumes gastos determine a concentração em mol/L ou eqg/L. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- . da solução alcalina. Na bureta coloque a solução de ácido clorídrico padronizada.

na concentração acima referida (vide dados do rótulo do ácido sulfúrico: Título. A única diferença prende-se ao fato de utilizar como padrão uma solução de hidróxido de sódio que você mesmo preparou e padronizou em experimento anterior. contida num bequer.ácido sulfúrico concentrado (04 frascos) .funis com haste longa (01 por grupo) . Valendo-se de procedimentos semelhantes àqueles adotados na preparação e padronização da solução de ácido clorídrico você irá fazer o mesmo em relação a solução de ácido sulfúrico.balões volumétricos de 500 mL (01 por grupo) .soluções padronizadas de hidróxido de sódio .pipetas volumétricas de 25 mL (01 por grupo) .suportes com agarrador para buretas .123 Experimento 4 – PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO DE ÁCIDO SULFÚRICO *MATERIAL E REAGENTES (somente no balcão central) .2 eqg/L.04 pipetas graduadas (para o ácido sulfúrico) .10 mol/L. que corresponde a 0. transferindo para o balão volumétrico.copos graduados de 250 mL (02 por grupo) .indicador (Verde de Bromo-cresol ou Fenolftaleína) . Dilua adicionando o ácido em pequenas porções em água. o volume de ácido sulfúrico concentrado necessário para preparar 500 mL de solução. inicialmente. .frascos âmbar de 500 mL para armazenar a solução (01 por grupo) . Calcule. com o funil de haste longa.etiquetas. nosso objetivo é preparar e padronizar uma solução de ácido sulfúrico de concentração 0.frascos erlenmeyer de 250 mL (03 por grupo) . cola *OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS Neste experimento.buretas de 50 mL (01 por grupo) .papel-filtro .copos de 100 mL sem graduação (02 por grupo) . massa específica e massa molar). transferindo-as para os frascos erlenmeyer. Colha as amostras de NaOH com a pipeta volumétrica.bastões de vidro .

O ácido deve ficar na bureta. pois soluções alcalinas atacam lentamente o Proceda nas titulações e apresente os resultados ao final. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- .124 vidro.

em quantidade adequada. cola. . Após a homogeneização da solução ácida você irá colher 03 amostras de 25 mL. Levando em conta as diluições feitas. por adição de água destilada.125 Experimento 5 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ÁCIDO ACÉTICO (CH3COOH) NO VINAGRE COMERCIAL. Com a solução alcalina na bureta (embora este procedimento não seja aconselhável) proceda na titulação do ácido acético. calcule o teor de ácido acético no vinagre e apresente seus cálculos para o professor.papel-filtro .copos graduados de 250 mL. utilizando para esta titulação a solução padronizada de hidróxido de sódio. num balão volumétrico de 250 mL. * MATERIAL E REAGENTES (somente no balcão central) .bastões de vidro .soluções padronizadas de hidróxido de sódio .etiquetas. com graduação (02 por grupo) . Para este cálculo percentual .buretas de 50 mL (01 por grupo) .copos de 100 mL. transferindo-as para os frascos erlenmeyer.balões volumétricos de 250 mL (01 por grupo) .vinagre comercial (02 frascos) . sem graduação (02 por grupo) . teremos que diluí-lo inicialmente.indicador (Fenolftaleína) . Tendo em vista a concentração do ácido acético no vinagre.frascos erlenmeyer de 250 mL (03 por grupo) . Para tanto você irá colher com pipeta volumétrica de 25 mL uma alíquota de vinagre e diluí-la a 10%.suportes para bureta com agarrador .funil de haste longa * OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS Neste experimento nosso objetivo é determinar o teor de ácido acético (percentual) no vinagre comercial.pipetas volumétricas de 25 mL (01 por grupo) . através de pipeta volumétrica.

Lembre-se que a solução alcalina reage com o gás carbônico do ambiente formando depósito sólido de carbonato de sódio. para não deixar resíduos da solução alcalina na mesma. por ser bastante diluída. lave com muita água a bureta. impedindo o movimento da torneira. tenha massa específica igual a da água. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- . Após a realização do experimento.0 grama/cm3. ou seja. 1.126 considere que a solução aquosa de vinagre.

00 mol/litro * MATERIAL POR GRUPO (bancada) .01 bequer de 250 mL . como calorímetro. ser utilizado um frasco aberto e não isolado. como a medida ocorre em lapso de tempo curto. pode-se considerar que não ocorrem perdas significativas de calor para o meio externo. O ideal seria utilizar um frasco de reação isolado termicamente do meio externo (frasco Dewer ou garrafa térmica).50 mol/litro .calor específico da água (solução) = 1.solução de hidróxido de sódio 1. como já afirmamos anteriormente. portanto.espátula de madeira . Você vai usar um frasco erlenmeyer de 250 mL que servirá como recipiente para a reação e como calorímetro simples para medir o calor envolvido nas reações. Considere que: .0 cal/grama.calor total = calor absorvido pela água + calor absorvido pelo calorímetro (erlenmeyer) .solução de ácido clorídrico 0.hidróxido de sódio sólido (02 frascos) .etiquetas adesivas (tamanho pequeno) . podendo.00 mol/litro .01 vidro de relógio médio .127 Experimento 6 – DETERMINAÇÃO DE CALORES DE REAÇÃO E LEI DE HESS. * REAGENTES E SOLUÇÕES (balcão central) . aplicando aos resultados obtidos a Lei de Hess.grau .2 cal/grama.grau .calor específico do vidro = 0. O calor envolvido irá modificar a temperatura da solução e do frasco. No entanto.01 frasco erlenmeyer de 250 mL . considerando que são desprezíveis as perdas de calor para o ambiente.01 bastão de vidro .solução de ácido clorídrico 1.balança semi-analítica * INTRODUÇÃO Neste experimento nosso objetivo é determinar a entalpia de algumas reações (dissolução com dissociação e neutralização).

Na+(aq) + OH-(aq) + H+(aq) + Cl-(aq) “ Na+(aq) + Cl-(aq) + H2O(l) DH3 = .Dt + merlenmeyer.cágua. sendo pois necessário determinar apenas o volume.y calorias Reação 3: solução aquosa de hidróxido de sódio reagindo com solução aquosa de cloreto de hidrogênio. NaOH(s) + H+(aq) + Cl-(aq) “ H2O(l) + Na+(aq) + Cl-(aq) DH2 = . formando água e solução aquosa de cloreto de sódio. NaOH(s) + aquoso “ Na+(aq) + OH-(aq) DH1 = . formando água e solução aquosa de cloreto de sódio.cvidro.z calorias .0 grama/mL. A atividade experimental consiste em medir e comparar a quantidade de calor envolvida em três reações: Reação 1: hidróxido de sódio sólido dissolvendo-se em água formando solução aquosa de íons.128 Qtotal = mágua. com precisão.x calorias Reação 2: hidróxido de sódio sólido reagindo com solução aquosa de cloreto de hidrogênio.Dt Não há necessidade de determinar a massa de água se levarmos em conta que sua massa específica é 1.

. limpo e seco. Para evitar erros instrumentais utiliza-se sempre o mesmo termômetro. esta quantidade para a água contida no erlenmeyer. . Para tanto deixe-as em repouso por alguns minutos em contato com o ambiente para alcançar o equilíbrio térmico.a quantidade total de calor absorvida. b) Determinação do Calor da Reação 2. a seguir.0 gramas de NaOH. substituindo a água destilada por 200 mL de solução de ácido clorídrico de concentração 0. As duas soluções devem estar à mesma temperatura antes de misturá-las. No frasco erlenmeyer de 250 mL.a variação de temperatura. Em balança analítica determine a massa de um frasco erlenmeyer de 250 mL. Coloque o termômetro na água e agite o frasco até total dissolução do hidróxido.00 mol/litro de NaOH. reuna as duas soluções e anote a temperatura mais extrema.129 * PROCEDIMENTOS a) Determinação do Calor da Reação 1. Com um termômetro de precisão determine a temperatura desse sistema. Lave novamente o frasco erlenmeyer antes de passar à etapa seguinte. Anote a temperatura inicial. Deixe em repouso por alguns minutos (3 min. . Num vidro de relógio determine a massa de aproximadamente 4. num bequer de 250 mL. Lave bem o frasco erlenmeyer antes de passar para a reação 2. anotando a temperatura mais extrema alcançada na dissolução. . Coloque no frasco 200 mL de água destilada.a quantidade de calor absorvida pela solução.a quantidade de calor absorvida pelo frasco. Se houver pequena diferença de temperatura entre ambas o professor lhe dará instruções como proceder para alcançar em ambas valor igual de temperatura. Repita as operações iniciais do item (a) anterior. d) Cálculos * Em cada uma das reações calcule: . transferindo. coloque 100 mL de solução 1.a quantidade total de calor por mol de NaOH.o número de mols de NaOH usados em cada reação. coloque 100 mL de solução 1.00 mol/litro de HCl e. c) Determinação do Calor da Reação 3. –) para que a água e o frasco entrem em equilíbrio térmico com o ambiente.50 mol/litro. . .

130 * Exprima seus resultados como Calores de Reação: DH1 . * Havendo significativas diferenças entre os valores calculados no item anterior. * Compare DH2 com (DH1 + DH3) e procure explicar. DH2 e DH3. procure explicar as prováveis causas para as mesmas. + DH3). -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- . * Calcule a diferença (desvio) percentual entre DH2 e (DH1 considerando que DH2 esteja correto.

E. N. – Prácticas de Química General – Editora Muir. uma Ciência Experimental – EDART (Vol. 3.131 Referências Bibliográficas 1. São Paulo. G. Maynard & Taylor – Experiments in General Chemistry . s. São Paulo.H. Ohlweiler. A. U. Porto Alegre. 1981. Brasil.d. O.S. – Aulas Experimentais de Laboratório de Química para Engenheiros II – Editora Integral.M. Moscou. R.Editora Scipione. 3). . 1.R. Semishin. M. S. York. Brasil. M. 4. Porto Alegre. Paulo.S. 1979.Editora Integral. Andrade. G. – Experimentos de Química em Microescala . 1995.A. – Química Analítica Quantitativa – Vol. 6. Van Nos trand. U. Brasil. Ramos.S. 1979. 7.D. – Química.S. 5. V. – Práticas de Química Geral . Cruz. 2.d. A. s. C. Livros Técnicos e Científicos Editora.

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