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quimicageralII

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1 .

EST U DO DOS SI ST EM A S DI SPERSOS
1 .1 . Di s p e r s õ e s
Uma dispersão consiste num sistema no qual uma substância (disperso) encontra-se disseminada, na forma de pequenas partículas no interior de outra (dispersante) Dependendo do tamanho da partícula que constitui o disperso, a dispersão assume características diversas, sendo classificada em três tipos : soluções, colóides e suspensões. A classificação acima é feita de acordo com o diâmetro médio das partículas dos disperso: Tipo de dispersão Solução verdadeira Colóide Suspensão Tamanho da partícula dispersa entre 0 e 10-9 m (1 nanometro) entre 10-9 e 10-6 m (1 à 103 nanometro) acima de 10-6 m (acima de 103 nanometro)

Como características gerais dos três tipos de dispersões podemos mencionar que: a) soluções verdadeiras ou soluções: - o disperso (soluto) é constituído de átomos, íons ou pequenas moléculas; - pelas reduzidas dimensões do disperso (soluto), as soluções verdadeiras sempre serão sistemas homogêneos, sendo que as partículas não são visíveis mesmo com equipamentos óticos de alta resolução e ampliação; - não há sedimentação das partículas e não é possível a sua separação por nenhum tipo de filtro; Exemplos: - sacarose em água, NaCl em água, etanol em água, atmosfera (isenta de poeira), etc. b) colóides: - o disperso é constituído por aglomerados de átomos, moléculas ou íons ou, até mesmo, por macromoléculas; - as partículas do disperso são visualizáveis em equipamentos óticos (microscópios) de alta resolução (ampliação); - as partículas podem ser separadas por ultracentrifugação (elevado número de RPM) ou por ultrafiltração (filtros cujo diâmetro do poro é bastante reduzido);

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Exemplos: leite, gelatina em água, fumaças em geral, neblina, etc. c) suspensões: - o disperso é constituído de grandes aglomerados de átomos ou moléculas; - as partículas do disperso são visíveis em microscópio comum, constituindo-se em sistemas heterogêneos; - as partículas do disperso sedimenta-se por ação da gravidade ou em centrífugas comuns podendo, também, ser separadas por filtros comuns de laboratório; Exemplos: poeira no ar.

1 .2 . Es t u d o d a s So l u ç õ e s v e r d a d e i r a s o u So l u ç õ e s
Dentre os sistemas dispersos, as soluções verdadeiras ou simplesmente soluções são extremamente importantes no cotidiano do química, pois nas atividades mais comuns de laboratório (análises, sínteses, separações, formulação de produtos, etc) o químico trabalha com soluções que, em geral, são aquosas. 1.2.1. Formação de Soluções Quando uma solução é formada ocorre uma disseminação espontânea de uma substância no interior de outra, originando um sistema mais entrópico (desorganizado) que as substâncias originais.
substância A substância B mistura A + B (solução)

lllll lllll lllll

OOOO OOOO OOOO

l Ol Ol O lO l O Ol Ol O l Ol lO lO lOl Ol lO

parede de separação

removendo a parede

A força “motriz” para esse processo de mistura é a tendência espontânea para um estado de maior desordem molecular (maior entropia). Para que ocorra o processo da dissolução é necessário que as partículas do soluto e do solvente apresentem atrações entre si decorrentes de forças de natureza eletrostática.

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Em geral as forças atrativas dependem do tipo de soluto e solvente. Assim quando dissolvemos etanol (C2H5 – OH) em água, em virtude da presença do grupo O–H na água e no etanol a força atrativa entre essas moléculas é a Ponte de Hidrogênio ou Ligação de Hidrogênio. Se a cadeia carbônica aumenta, diminui a polaridade da molécula do álcool e, com isso, a sua solubilidade em água, por concorrência de forças Van Der Waals dipolo induzido – dipolo induzido. - metanol, etanol e propanol à altamente solúveis em água; - butanol à solubilidade 0,12 mols/100 g de água; - pentanol à solubilidade 0,031 mols/100 g de água. Esse mesmo tipo de interação irá ocorrer naquelas moléculas que apresentam grupos hidroxila ou amina (O – H ou N – H), como é o caso dos álcoois de pequena cadeia carbônica, ácidos carboxílicos, aminas e amidas. Nos glicídios (glicose, frutose, sacarose,...) a presença dos diversos grupos hidroxila ao longo da cadeia carbônica desses compostos também justifica a sua grande solubilidade em água. Com exceção dos ácidos carboxílicos, nas demais substâncias ocorre apenas o processo de dissolução, sem ionização.

O fenômeno é, portanto, explicado pela hidratação sofrida pelas extremidades polarizadas da molécula. A extremidade negativa da molécula da água (localizada no átomo de oxigênio) direciona-se para a região de densidade positiva da molécula polar e as extremidades de carga positiva (localizadas nos átomos de hidrogênio) direcionam-se para a região de densidade negativa.

etc. A camada de moléculas orientadas que cercam um íon ajuda a neutralizar a carga do mesmo e serve para impedir os íons de carga oposta a se atraírem. unidos por forças atrativas do tipo íon – dipolo. Nesse caso temperatura e pressão são fatores que concorrem significativamente para explicar a sulubilidade de um gás apolar na água. A orientação espacial das moléculas de solvatação é definida para um determinado tipo de íon. Nas soluções de solutos apolares em solventes polares. como é o caso de gases (O2. Por exemplo: . Nas bordas e quinas do cristal as forças atrativas entre os íons são menos intensas. sendo que os íons originados apresentam-se. CO2. o que. favorecendo a interação com as moléculas do solvente. o mesmo ocorrendo para o íon Cl-.4 Quando dissolvemos um cristal de NaCl em água. formando uma espécie de blindagem. “engaiolados” por moléculas do solvente (hidratação ou solvatação).. além do processo da dissolução ocorre a dissociação iônica do soluto.. contradiz a regra de solubilidade de que “semelhante dissolve semelhante”.) justifica-se a solubilidade a partir de interações de Van Der Waals do tipo dipolo permanente – dipolo induzido. na solução. Conforme as moléculas de água vão retirando os íons do cristal. dissolvendo o cristal iônico. Os compostos iônicos se dissolvem na água quando as forças de atração entre os dipolos da H2O e os íons são maiores que as forças de atração entre os íons no cristal. novos íons são expostos e o processo continua.o íon Al+3 hidrata-se com oito moléculas de água. . .o íon Na+ hidrata-se com seis moléculas de água. até certo ponto.

bronze = Cu e Sn. Por esse motivo os peixes.S. As curvas de solubilidade são obtidas experimentalmente. ex.: C12H22O11(sólida) £“ C12H22O11(aquosa) ex. água mineral sem gás.). varia com a pressão. A influência da temperatura sobre a solubilidade varia de uma substância para outra. no caso de substâncias gasosas. .. bebidas alcoólicas.2..iônicas: as partículas do soluto são íons. O Coeficiente de Solubilidade varia com a temperatura e. GLP (vazado). .sólidas: ligas metálicas (aço = Fe. diminui a solubilidade com o aumento da temperatura e diretamente proporcional à pressão..gasosas: ar (isento de poeira). Classificação das Soluções As soluções podem ser classificadas segundo os critérios: a) quanto ao estado físico: ... C.P . AgNO3 = 122 gramas/100 gramas de H2O à 00 C. A influência na pressão é evidenciada pela Lei de Henry: C = k....2 gramas/100 gramas de H2O à 00 C. *** misturas gasosas sempre são homogênas !!! b) quanto à natureza do soluto: .moleculares: as partículas do soluto são moléculas. c) quanto ao Coeficiente de Solubilidade (C.7 gramas/100 gramas de H2O à 00C.: NaCl (sólido) £“ Na+(aquoso) + Cl-(aquoso) H2O H2O .5 1.2. isto é. latão = Cu e Zn.. Mn. ex. em determinada temperatura. soro fisiológico.: NaCl = 35. medicamentos (comprimidos). sob as pedras e em locais mais profundos. No caso de um gás a solubilidade é inversamente proporcional ao aumento da temperatura. nos dias quentes de verão preferem permanecer na sombra..): *** O Coeficiente de Solubilidade representa a maior massa que pode ser dissolvida em certa quantidade padrão de um solvente. CaSO4 = 0.líquidas: bebidas não gaseificados.

a influência da temperatura na solubilidade. Estas soluções são muito instáveis. para solutos sólidos.0 gramas de NaCl/100 gramas de H2O à 00C. nas quais a quantidade de soluto dissolvido é superior ao C. de forma gradativa. Para a maior parte dos sais a solubilidade aumenta com o aumento da temperatura. k é uma constante de proporcionalidade. .: 35.: 3. . choque brusco de temperatura ou adição de um “germen de cristalização”. P é a pressão exercida sobre o sistema.saturadas: a quantidade de soluto dissolvido é igual ao C. S. De todos os sais representados no diagrama ao lado o NaCl é aquele que a variação de temperatura exerce a menor influência na solubilidade e o KNO2 e CaCl2 aqueles sais cuja solubilidade é mais fortemente influenciada pela variação de Quanto ao C. . S. ex.insaturadas: a quantidade de soluto dissolvido é inferior ao C. com exceção do Ce2(SO4)3. O gráfico a seguir mostra. ex.super-saturadas: são soluções obtidas por técnicas especiais.7 gramas de NaCl/100 gramas de H2O à 00 C.S. resfriando-se. No preparo de tais soluções aquece-se a solução na qual haja corpo de fundo do soluto até uma temperatura na qual ocorra total dissolução. até alcançar a temperatura de referência com o excesso de soluto dissolvido.6 onde: - C é a concentração de gás dissolvido. podendo o excesso de soluto precipitar (sedimentar) por agitação mecânica. após. as soluções podem ser: . S.

5 g/L (massa/volume) 1. Maiores detalhes serão tratados nas disciplinas de Química Analítica Quantitativa. São os seguintes os requisitos principais exigidos de um padrão primário: a) a substância deve ser de fácil obtenção. as substâncias são utilizadas. Os reagentes com semelhantes características são denominados. cloreto de sódio (após dessecação a peso constante).2. Numa solução. expressa na forma de uma “concentração” . seja em nível acadêmico ou na própria indústria. O número de padrões primários é relativamente limitado. além da proporção entre a quantidade de soluto e de solução (ou solvente). tetraborato de sódio. dessecação e conservação. de modo geral. direta ou indiretamente. nitrato de prata. é indispensável que se conheçam características específicas de cada soluto.3. Assim sendo é desejável que o título das soluções padrão possa ser determinado com um erro inferior a 0.8543 mol/L (número de mols/volume) b) soluções não padronizadas: usadas para fins não analíticos sendo sua concentração aproximada. O grau de exatidão requerido é maior do que o correspondente aos trabalhos analíticos mais comuns.: 0. .: 0. com relação às soluções padronizadas (um ou dois decimais) ex. na unidade de volume. c) as impurezas devem ser facilmente identificáveis com ensaios qualitativos de sensibilidade conhecida. Não é requerida a mesma exatidão. na preparação adequada dessa solução.7 1. o uso de um reagente quimicamente puro e com composição perfeitamente definida.1 %. Preparação de soluções Na atividade de laboratório. ácido benzóico. d) a substância não deve ser higroscópica (absorver umidade do ambiente) ou eflorescente. tiocianato de potássio. oxalato de sódio e dicromato de potássio. na forma de soluções. Dependendo da utilização da solução as mesmas devem ser consideradas segundo duas características básicas: a) soluções padrão: usadas para fins analíticos contendo uma quantidade exatamente conhecida de um reagente qualquer. A preparação de uma solução padrão requer. ácido oxálico. purificação.1538 g/L (massa/volume) 0. Essa concentração é expressa com exatidão (quatro decimais) ex. comumente. b) não pode ser volátil. padrões primários. e) deve ser bastante solúvel.0 mol/L (número de mols/volume) O título das soluções padrão deve ser conhecido com grande exatidão. São exemplos: carbonato de cálcio.

de transferência de alíquotas com a pipeta volumétrica e transferência de solução para o balão volumétrico. dissolução e diluição a um volume conhecido em balão volumétrico aferido.. erlenmeyer. As ilustrações a seguir indicam alguns dos equipamentos utilizados na titulações (bureta. recorre-se a técnica direta que consiste na pesagem.. Leitura correta da bureta Transferência de solução Transferência de líquido para o balão Como rotular a solução ! FACULDADE DE QUÍMICA – PUCRS HCl M = 0. seu título. 2574 mol/ L Linus Pauling 06/06/1966 Química Geral e Inorgânica II .8 Quando o reagente com que se tem de preparar a solução é um padrão primário. conforme modelo.) a técnica correta de leitura. pipeta volumétrica. da massa que se requer da substância. em balança analítica.. No rótulo deverá constar a espécie química. Embora o Sistema Internacional de unidades recomende para o volume a unidade metro cúbico utilizamos o volume expresso em litro (L). a data de praparação e seu preparador.

Recorre-se. tem duração limitada. por serem estes solutos voláteis. padronizá-la.1 eqg/L de dicromato de potássio é indefinidamente estável.02 mL. *** Obs. depois. As soluções de ácido clorídrico.01 mL e um erro de escoamento de 0.. Na padronização devem ser obedecidas as seguintes condições: a) é preciso dispor de um padrão primário adequado ou solução padronizada. sendo aconselhável o uso de tampas com rolha de borracha ou polietileno ou rosqueadas. A seguir esta solução (já padronizada) pode ser usada para titular hidróxidos alcalinos (como por exemplo o hidróxido de sódio). uma solução 0.9 Quando o reagente não é padrão primário (por exemplo. determinar com exatidão o sei título em relação a um padrão primário adequado ou com referência a uma outra solução padrão. pois cada leitura na bureta está sujeita a um erro de 0. que consiste em preparar. os hidróxidos alcalinos e de amônio.1% é preciso que o volume de solução gasto na titulação não seja inferior a 40 mL. b) o peso do padrão primário não pode ser demasiadamente pequeno. isto é. uma solução com concentração aproximada à desejada e. o ácido clorídrico não é padrão primário e a sua solução pode padronizada através de um padrão primário. então. o ácido clorídrico. Estes carbonatos solidificam no gargalo dos frascos de depósito e se os mesmos tiverem tampas de vidro esmerilhado. para garantir uma exatidão de 0. Por exemplo. Aconselha-se o frasco escuro para evitar a decomposição fotoquímica.. podendo o erro total chegar a 0.04 mL e.) a preparação direta da solução não é possível. Por exemplo. Conservação das Soluções Padrão Como já afirmamos anteriormente as soluções não são conservadas em balões volumétricos (são usados somente na preparação)..2. portanto. inicialmente. eventualmente o critério acima poderá não ser verificado !!! 1. . a presença de carbonatos irá emperrar as referidas tampas. à técnica indireta. As soluções de hidróxidos alcalinos reagem com o CO2 presente no ar formando carbonatos. o que ocorre com facilidade em soluções de peróxido de hidrogênio e permanganato de potássio. As soluções padrão devem ser conservadas de maneira a manter inalterado seu título tanto quanto possível. como é o caso do carbonato de sódio.: como o objetivo em nossa disciplina não é esgotar o assunto e sim mostrar características principais no prepa – ro de soluções. o permanganato de potássio.4. em virtude do erro inerente ao aparelho de pesagem. Algumas soluções são altamente estáveis e outras não. c) o volume de solução gasto na padronização não deve ser pequeno demais. nítrico e hidróxido de amônio.

por exemplo Carbonato de sódio = 127 mg / L nos indica uma relação massa / volume. por diante.9 % de NaCl.9 gramas do soluto (NaCl) sendo o restante 99.1. para cada 100 gramas de solução. 1. assim. ao valor da relação massa / volume.10 1 .3. como se trata de uma solução muito diluída e aquosa o mesmo valor percentual massa / massa também corresponde.0 grama / mL). Isso significa uma relação massa / massa onde há. massa/massa. a quantidade de solução sendo que essas quantidades podem ser expressas em massa. Concentração Comum ou Concentração ( C ) Representa a razão entre a massa do soluto (em gramas) e o volume de solução final (em litros). número de mols/massa e. quando analisamos a composição de uma água mineral. Assim. As principais formas de representar as concentrações são do tipo massa/volume. Assim . volume.2.3 . Pr i n c i p a i s Ex p r e s s õ e s d e Co n c e n t r a ç ã o A “concentração” de uma solução representa uma relação entre a quantidade do soluto e. especificamente. número de moléculas. a qual expressa a quantidade de um constituinte. usado para limpeza e conservação de lentes de contato. número de mols.3.1 gramas de solvente (água). a composição indica 0. número de mols/volume. Concentração em Massa ou Título em Massa ou Título ( t ) m V 1 ( Unidades: gramas/litro ) Representa a razão entre a massa do soluto (gramas) e a massa da solução (gramas). etc. t = m= m m m +m 1 1 1 ( não tem unidades = adimensional ) 2 É comum expressar o Título em Massa sob a forma percentual. C= Aplicação œ Que massa de bicarbonato de sódio há em 750 mL de uma solução que apresenta uma concentração de 107 mg / L ? 1. aproximadamente. 0. em geral. Já na composição do soro fisiológico. em virtude da massa específica do solvente (água) ser unitário (1. Nesse caso. volume/volume.

3.4. na forma C =m .3. tv = V1 / V = V1 / V1 + V2 (adimensional) Aplicação œ Que volume de etanol há numa garrafa de 750 cm3 de Jack Daniel´s ? . 1000 (mL/L) e dessa forma a Concentração terá como unidade resultante grama / litro. t .se a massa específica (ou densidade absoluta) em grama / cm3 ou grama / mL e a Concentração em grama / litro. Portanto para que a expressão acima represente “Concentração” a mesma deverá ser multiplicada pelo fator de conversão 1000 mL / L. então C/t = m/ V = C / t = m1/ V C =m m (massa específica) .t / m1/m Usualmente expressa. Que massa dessa substância há em ½ quilograma dessa solução ? Qual a massa de solvente presente ? 1. 1.3. Relação entre C e Lembrando que: t C= m V 1 e t = m= m m m +m 1 1 1 2 dividindo uma expressão pela outra resulta: que simplificando torna-se ou. Historicamente essa forma de concentração tem sido expressa como o G L (graus Gay-Lussac) utilizada para representar a percentagem volumétrica de etanol em bebidas alcoólicas.11 t% = t . Concentração em Volume ou Título em Volume (t v ) Representa a razão entre o volume de solvente e o volume de solução. 100 Aplicação œ Uma solução aquosa de ácido sulfúrico apresenta Título percentual 15 %.

Essa expressão de concentração é muito utilizada para misturas de gases como. Assim X1 = n n +n +n 1 1 2 = 3 n n 1 onde n1 = m M 1 1 ( X1 = adimensional ) Aplicação œ Uma solução aquosa de NaOH tem fração molar 0. Concentração em Quantidade de Matéria ou em Molaridade ( M ) Corresponde à razão entre o número de mols do soluto e o volume total da solução.3. cujo significado equivale a 1 grama de soluto para cada 106 gramas de solução.15 . por exemplo. Assim uma solução. aproximadamente.7. Aplicação œ A solução dos líquidos de baterias de automóveis consiste de água e ácido sulfúrico em concentração 3.3.6.t . Demonstre que: 1 ppm = 1 mg / litro !!! 1. Qual seu Título em massa ? 1. Concentração em fração molar ( x1 ) Corresponde a razão entre o número de mols de um componente qualquer e o número de mols total da mistura. na qual a quantidade de soluto seja de 15 ppm significa que há 15 gramas da substância para cada 106 gramas de solução.3.12 1.1000 M 1 ( Unidade: mol / L = molar = M) A expressão de concentração expressa em molaridade é a mais empregada dentre todas as formas usadas na Química.V 1 1 = C M = m. Concentração em “partes por milhão” (ppm) Corresponde a uma forma de Concentração Comum (gramas/litro) aplicada para soluções muito diluídas. M = n V 1 = m M .5. que massa desse ácido estará ali contida ? .95 mol / litro. Sabendo que numa bateria comum a quantidade de solução é de 800 mL. em geral aquosas. para definir a composição da atmosfera.

3. numa solução 0. W= Ä em quilo n m 1 2 = m M . em quiligramas. Qual a sua Molalidade ? Para soluções aquosas diluídas J ust if ique !!! M = W . Concentração para espécies iônicas Como podemos determinar as concentrações molares dos íons Na+ e SO4-2 para uma solução de concentração 27. 1.3.75 mol / L desse ácido.2 gramas / Litro desse sal ? Idem para as concentrações dos íons H+ e SO4-2.m 1 1 = 2 Ä em quilo m .8.1000 Mm 1 1 2 ( Unidades: mol/quilo ou molal) Ä em grama Na última expressão o valor numérico 1000 na realidade corresponde ao fator de correção 1000 g / quilograma. Aplicação œ Uma solução de ácido sulfúrico apresenta título em massa igual a 15 %.9. A concentração expressa em Molalidade é comumente empregada no estudo dos efeitos coligativos das soluções.13 1. Observe que a molalidade é a única expressão de concentração que relaciona a quantidade de soluto com a quantidade de solvente e não de solução. de solvente. quando a massa do solvente for dada em grama. supondo um grau de dissociação (a) igual a 85 % do ácido ? . Concentração em Molalidade ( W ) W = weight = peso Corresponde à razão entre o número de mols do soluto e a massa.

V ‡ = t ‡. V = M ‡. conclui-se que: C . V ‡ De modo semelhante. sem modificar a quantidade de soluto. C m1= C.V Ä + Vágua m1.Vágua ¡ 2) Mistura (mesmo soluto): na mistura de soluções do mesmo soluto não há reação entre as soluções misturas. V. A diferença ocorre no volume final: ¡ ¡ Diluição: Concentração: V > V V < V ¡ .14 1 . pode ser demonstrado que: t. . + Vágua Solução inicial Solução final Ä       m1. V Como a massa do soluto é a mesma. V = C ‡. mantendo constante a quantidade de soluto. V = V + Vágua V = V .4 . C   m1= C . As expressões são as mesmas da Diluição. Di l u i ç ã o e M i s t u r a s d e So l u ç õ e s 1) Diluição: diluir uma solução consiste em adicionar solvente.m M . V . m ‡ Na Concentração de uma solução o solvente é “removido “ por evaporação. .

Generalizando: Cx .15 (1) (2) (3) + Solução 1 + Solução 2   = Solução final       A massa de soluto na solução final é a soma das massas nas soluções 1 e 2.V‡‡ De modo semelhante pode ser demonstrado que: M .V + C ‡.V m1 . m ‡ = t ‡‡ .V m1 . m ‡‡ A relação anterior pode ser aplicada para uma mistura de qualquer número de soluções. Vx = S C . V .V ‡ = C ‡‡. V ‡‡ t . V tx . C Ä m1 = C . V . V M x . C Ä m1= C. mx = S t .V . C Ä m1 = C . portanto: ¢ ¢ m1 + m1 = m1 logo: ¢ C. V + M ‡ . Vx = S M . m + t ‡. m                             m1. V ‡ = M ‡‡. V .

H3PO4 1 mol + 3 NaOH 3 mols Na3PO4 1 mol + 3 H2O 3 mols No ponto final dessa reação: nbase = 3 nácido à M b . Vb = 3 M a . . Va £“ ex. para que a reação seja completa entre os solutos os volumes misturados devem obedecer à relação estequiométrica corresponde à reação.) Este principio não é válido somente para reações ácido-base. desde que se conheça a equação química correspondente e seu respectivo ajuste (coeficientes). H2SO4 1 mol + 2 KOH 2 mols K2SO4 1 mol + 2 H2O 2 mols No ponto final dessa reação: nbase = 2 nácido à M b . .. Neste caso. ex. Este processo é denominado Titulação ou Padronização. no ponto final dessa reação: nácido = nbase à £“ M a . O ponto final das reações de neutralização pode ser visualizado através da adição de indicadores ácido-base (fenolftaleína. HCl 1 mol + NaOH 1 mol £“ NaCl 1 mol + H2O 1 mol Portanto. Vb ex. mas para qualquer tipo de reação.16 3) Mistura (solutos diferentes): neste caso ocorre reação entre os constituíntes. Va = M b . Vb = 2 M a .. azul de bromo timol.: solução de H3PO4 misturada com solução de NaOH. tornassol. Va O principio acima descrito consiste de um método volumétrico de determinação da concentração de bases através do volume gasto de ácido.: solução de H2SO4 misturada com solução de KOH. de molaridade conhecida e vice-versa.: solução de HCl misturada com solução de NaOH.

Nesse caso qual é o tipo de força atrativa ? 6) Valendo-se de qualquer bibliografia de Química Geral. provavelmente.1. já deve ter enchido um copo acima da sua borda. 1 . No ponto final da reação o indicar muda de coloração e pelo volume gasto na bureta podemos estabelecer as quantidades . em mols. 2) Como toda a criança.1. Propriedades dos líquidos. 1.17 A figura ao lado mostra como pode ser determinada a concentração de uma solução usando-se a sua reação com outra. fato esse comprovado pelo seu ponto de ebulição ser bastante inferior (53. a qual é adicionada a uma alíquota (porção) de solução de concentração a determinar (em geral 25 mL). investigue a respeito do diagrama de fases da água pura bem como do significado do ¨ponto triplo da água¨. a dilatação anormal (anômala) do gelo. Na bureta coloca-se a solução de concentração conhecida.5. que reagiram entre sí.6o C). em água. de molaridade conhecida. 1) Em função das forças interativas moleculares como se pode explicar: 1. através das expressões acima mencionadas. a elevada tensão superficial da água.2.5 . Ex e r c íc i o s 1. Como se explica o fato do mesmo não transbordar? 3) A acetona (CH3COCH3) é um líquido muito mais volátil do que a água. você. . A solubilidade é decorrente de forças atrativas entre as moléculas das substâncias envolvidas. Como esse fenômeno pode ser explicado ? 4) Porque a água quente evapora mais rapidamente do que a água fria ? 5) A miscibilidade (solubilidade) do etanol (CH3CH2OH) é infinita.

6 % . Qual a Concentração em massa (Título) da mesma ? Resposta: 37. Em função disso explique porque os peixes procuram os lugares mais profundos e sombrios durante as tardes de verâo ? 8) O que ocasiona a ¨ descompressão¨em mergulhadores ? 1. quando é que um soluto pode ser considerado um padrão primário ? 2) Enumere algumas características de um padrão secundário. Preparação de soluções 1) Na preparação de uma solução. mesmo as de padrões secundários. 5 exemplos de solutos que mostrem essas características ? 3) Porque as soluções.10.5. mNaCl = 720. pelo menos. a 20o C é de 36.2.5.0 g/100 g de água e. Concentração das soluções 1) Procure estabelecer o significado para as expressões de concentração encontradas em algumas soluções de nosso cotidiano: œ Soro fisiológico : NaCl a 0. calcule qual a massa de água necessária para dissolver 780 g de NaCl à 100o C e qual é a massa de NaCl que permanecerá dissolvida quando essa solução for resfriada até 20o C ? Resposta: mágua = 2000 g . devem ser preparadas em balões volumétricos e não em bequer graduado ? 4) Investigue a respeito de duas soluções que devem ser obrigatoriamente conservadas em frasco escuro. justificando tal procedimento em cada caso. ambas de mesma capacidade ? 1.9 % œ Água oxigenada a 10 volumes œ Graduação alcoólica do conhaque 380 GL. a 100o C é de 39.18 7) A solubilidade de gases em líquidos não mostra o mesmo comportamento do que a dos sólidos. numa solução aquosa.0 g 3) A fração molar do ácido sulfúrico é 0.0 g/100 g de água. 5) Qual a diferença entre uma pipeta graduada e uma pipeta volumétrica. Varia diretamente com a pressão (Lei de Henry) e inversamente com a temperatura.3. ao abrigo da luz. citando. 2) Sabendo-se que a solubilidade do NaCl.

Qual a Molaridade de ácido sulfúrico na solução ? Resposta: 4. existente num tonel de 10. Qual o valor da fração molar do soluto nessa solução ? Resposta: 0. Qual a concentração limite para o cromo em mol/L ? Resposta: 1.000. em litros.089 5) O ácido sulfúrico para acumuladores (baterias) de automóveis tem 32 % em massa de ácido.08 mol/kg 8) Qual a massa de cloreto de cálcio (CaCl2) que deve ser dissolvida em 400 gramas de água para produzir uma solução de título 20% ? Resposta: 100 g 9) O bactericida permanganato de potássio. V = 0.0 mol/L 6) Formalina é uma solução para preservação usada em biologia. massa específica 0.78 mg de cromo por litro. produzido. nos estados do Tenessee e Kentucky (USA). qual a molalidade do álcool etílico ? (massa específica do etanol = 0. as cervejas apresentam teor alcoólico (etanol) de 4% (40 GL).000 L de cerveja ? Resposta: 400 mL 11) Uma solução cuja densidade é 1. KmnO4. o resto é água. de etanol. Respostas: m = 920 gramas . principalmente.7 % em massa de água dissolvida no álcool. Qual a Molalidade dessa solução ? Resposta: 10. Para uma graduação 120 do whiskey bourbon. Qual o volume.8 L 12) Segundo os padrões modernos de controle ambiental.2 g/mL.19 4) O álcool hidratado usado como combustível apresenta em média cerca de 3.93 mol/kg de água 7) A graduação alcoólica do “ whiskey “ bourbon (destilado de malte e milho). Ela contém 40 cm3 de formaldeído (H-CHO). Determine a massa e o volume da solução obtida. 10-5 mol/L .1 gramas de permanganato para produzir a solução acima ? Resposta: 4 l de água 10) Em média.80 g/mL) Resposta: 26. pode ser usado em água dissolvido na proporção em massa de 1 : 40. A massa específica dessa solução é 1. por 100 gramas de água. uma água natural de superfície não pode conter mais de 0.82 g/cm3.15 g/mL foi preparada dissolvendo-se 160 g de NaOH em 760 mL de água.5 . Que volume de água será necessário dissolver 1 comprimido de 0. corresponde ao dobro da porcentagem em volume de álcool (C2H5OH).

exceder a 200 mg por dose. 1022 (0.0 ppm de chumbo.02 . quantas gotas deverão ser ministradas a um paciente de 70 quilogramas ? Resposta: 40 gotas 18) O rótulo de uma água mineral distribuída para o consumo informa que ela contém principalmente 696.6 mol/L 20) A água potável pode ter no máximo 1. além de outros componentes. qual a molaridade em relação aos íons presentes ? Respostas: Cromo = 0.35 mg de bicarbonato de sódio (NaHCO3). Qual a maior massa de chumbo que pode existir em 0. foi igual a 6.1 N0). Qual a molaridade do HCl nessa solução? Resposta: 12 mol/L 14) Um mL de solução 1.2 mol/L. não podendo.0 . 10-2 mol/L 16) A solução aquosa de cloreto de sódio. Qual a massa de NaCl contida em 1.20 13) O rótulo de uma solução de ácido clorídrico comercial indica HCl 37. entretanto. 10-4 gramas . 10-5 mol 15) Certa massa de sulfato férrico foi dissolvida para perfazer 1. Supondo o sal totalmente dissociado. Sabendo-se que cada gota contém cerca de 5 mg do analgésico.0 . Qual a Molaridade da solução em função do Fe2(SO4)3 ? Resposta: 2.0 litro de solução. apresenta uma concentração de 0.4 mol/L .4 % em peso e massa específica 1. considerando o soluto totalmente dissociado. expressa em mol/litro dessa água mineral ? Resposta: 0.0 gramas 17) Um analgésico em gotas deve ser ministrado em quantidade de 3 mg por quilograma de massa corporal. Qual o número de mols de HCl presentes em 1.0 litro dessa solução ? Resposta: 9.008 mol/L 19) Uma solução de Cr2(SO4)3.0 . apresenta Título igual a 0. Qual a concentração do bicarbonato de sódio.50 L de água potável ? Resposta: 5. Sulfato = 0.0 gota ? Resposta: 5.18 g/mL. O número total de partículas dispersas na solução.9 %.0 M de ácido clorídrico equivale a 20 gotas. vendida no comércio e usada como colírio ou para limpar lentes de contato.

para que a solução resultante seja 0. Qual a molaridade da mistura resultante ? Resposta: 1.21 1.4. Qual a porcentagem de ácido na solução diluída obtida ? Resposta: 7 % 2) Que volume de água. que contém 24. de volume 50 mL.0 mol/L .1 M de uréia.5 de ácido clorídrico. Qual o volume de água adicionado ? Resposta: 400 mL * Mistura de Soluções 1) Misturando-se 280 mL de uma solução 1/2 M de HCl com 200 mL de uma segunda solução do mesmo ácido contendo 14. em massa ? Resposta: 2.139 g/mL é necessário para preparar 50 mL de solução a 5% em massa e densidade 1.032 g/mL ? Resposta: 3.6 g de HCl puro num volume de 500 mL. de modo que a sua concentração ficou reduzida a 1/5 do valor inicial. foi misturada a 100 mL de outra solução do mesmo sal. com 1/2 L de solução 0.08 M ? Resposta: 20 mL 3) Que volume de ácido sulfúrico 20% em massa e densidade 1.37 L 5) Foi adicionado certo volume de água a 100 mL de solução 1.25 mol/L poderemos obter pela diluição de 50 mL de HCl de massa específica 1. deve ser adicionado a 80 mL de solução aquosa 0. de molaridade 0. Diluição e Misturas de Soluções * Diluição 1) A 50 gramas de uma solução de ácido sulfúrico de 63% em massa são adicionados 400 g de água. com massa específica 1.0 M de NaOH. qual a Molaridade resultante ? Resposta: 0.06 mol/L 3) Uma solução aquosa 2 M de NaCl.5.40 mL 4) Que volume de ácido clorídrico 0.5 M.5% em massa de H3PO4.625 mol/L 2) Misturando-se 250 mL de ácido fosfórico. qual a Molaridade resultante ? Resposta: 1. em mL.12 g/mL.185g/mL e que apresenta 36.2 mol/L do mesmo ácido.

Qual a molaridade e a concentração em g/L dessa nova solução ? Respostas: 0. (a) 0.08 mol/L .6 mol/L . Para que valor ficará reduzida a molaridade da solução básica? 4) 30 mL de uma solução de H2SO4 quando misturados com uma solução de BaCl2 produzem uma precipitado branco (sulfato de bário) que. (b) 0.25 M de ácido sulfúrico. Soluções que Reagem entre si 1) Uma remessa de soda cáustica está sob suspeita de estar adulterada.22 4) Volumes iguais de duas soluções aquosas de NaOH de molaridades iguais a 0.0 M de ácido sulfúrico com 300 mL de solução 1. foi preparada uma solução aquosa de 50 mL.8 mol/L.065 mol/L 5) Uma indústria adquiriu hidróxido de sódio como matéria-prima para a fabricação de sabão. básica ou neutra ? (a) Qual a Molaridade em relação ao reagente em excesso ? (b) Qual a Molaridade em relação ao sal formado ? Respostas: a solução resultante será básica. a qual apresentava impurezas inertes ao HCl. Resposta: 20 % 2) Juntou-se 300 mL de solução HCl 0. Certa amostra de 3. 24.0 g/L 5) Em um balão volumétrico de 1000 mL juntaram-se 250 mL de uma solução 2.4 e 0.5. (b) 50 g . foram misturados e deram origem a uma nova solução.24 mol/L 3) 100 mL de solução de ácido sulfúrico 0. A solução resultante será ácida.0 L de solução 1. Essa solução foi titulada sendo consumidos 20 mL de uma solução 0. Determine (a) a percentagem de pureza da base e (b) a massa de material necessário para a preparação de 1. lavado e seco pesou 0.0 mol/L. Qual a Molaridade da solução resultante ? Resposta: 0.5.1 mol/L são adicionados a 500 mL de NaOH 0. respectivamente. Qual a Molaridade da solução ácida ? Resposta: 0. considerando-se que o ácido não reage com as impurezas.0 mol/L ? Respostas: (a) 80 % .0 M do mesmo ácido e completou-se o volume até 1000 mL.466 gramas. Dispondo de uma amostra de 0.5 mol/L.8 mol/L.5 gramas. com água destilada.80 mol/L 1. Qual a percentagem de impurezas da amostra de soda.0 gramas da base foi completamente neutralizada por 20 mL de HCl 3.4 mol/L à 200 mL de NaOH 0.

usado como aditivo em alimento. D) a concentração de íons cúprico era igual à de íons férrico.17 C) 0. ele necessita de uma solução 0.1 M do mesmo ácido. O volume de refrigerante. exatamente. pois o íon Cu++ não oxida o ferro.25 D) 0. contendo ácido fosfórico na concentração de 588 mg/L que uma criança de 20 kg pode ingerir para atingir o limite máximo de IDA é A) 0.2 g de hidróxido de bário. sobrando íons Cu++ em solução.9 g de hidróxido de magnésio. é de 5 mg/kg de peso corporal.1 M de CuSO4. em litros. B) todo o ferro foi consumido. O volume de água. E) 34.10 B) 0. 4 .8 g de cloreto de sódio. que deve adicionar a sua solução ácida para obter a solução de concentração desejada é A) 100 B) 400 C) 500 D) 600 E) 800 3 . C) 5.50 E) 1.Para neutralizar. Para prosseguir em sua análise. 5 . uma certa quantidade de um monoácido. o volume necessário de solução de hidróxido de sódio 1. B) 4. não sobrando mais esponja de ferro. D) 7.O limite máximo de “ingestão diária aceitável” (IDA) de ácido fosfórico. O mesmo efeito seria obtido pelo emprego de A) 2.0 M é A) 2 mL B) 125 mL C) 200 mL D) 1250 mL E) 2000 mL .Um laboratorista possui um frasco contendo 200 mL de uma solução 0.4 g de hidróxido de cálcio.0 g de hidróxido de potássio.6 g do ácido em 500 mL de solução.23 *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 . foram gastos 4. Pode-se afirmar que ao final do processo A) praticamente todos os íons Cu++ foram consumidos. C) todo o ferro foi oxidado a íons férrico e todos os íons Cu++ foram reduzidos a Cu0.116 g de esponja de ferro (bombril) em 500 mL de uma solução 0. contendo 12.Foi mergulhado 1. em mililitros.00 2 .0 g de NaOH quimicamente puro. sobrando ainda ferro.4 M de ácido nítrico.Para neutralizar uma solução de ácido nítrico. E) nada pôde ser observado.

3 mols/mL. E) 0. 33 mL de solução de hidróxido de sódio 6 M com água e completar a 100 mL. de uma solução adequada para se utilizar nestas baterias.02 M de NaCl.Misturam-se volumes iguais de duas soluções A e B de NaOH.1 M B) 25 mL de H2SO4 0.1 M E) 50 mL de HCl 0.4 mols/mL. 8 . aproximadamente. E) dissolver 4 g de hidróxido de sódio puro em água e completar a 100 mL.Para preparar uma solução de hidróxido de sódio 2 M. 50 mL de solução de hidróxido de sódio 3 M com água e completar a 100 mL.2 M para titular 20 mL de vinagre? A) 0.2 M de NaOH seriam completamente neutralizados com A) 20 mL de H2SO4 0.00 C) 2.50 B) 2. aproximadamente.50 mL de uma solução 0.5 mols/L.Uma solução aquosa de ácido sulfúrico. Adicionando-se 200 mL de água à solução C.1 M do mesmo sal. é igual a A) 0.00 11 . em mL. que pode ser obtido a partir de 500 mL de solução de ácido sulfúrico de concentração 18 mol/L.2 M D) 25 mL de HCl 0. resultando uma solução C. D) a concentração de C é 1. para ser utilizada em baterias de chumbo de veículos automotivos. de concentração 1.Necessita-se preparar uma solução 0. deve apresentar concentração igual a 4.5 mols/L.0 mol/L e 2 mols/L. O volume total. D) 0. deve-se A) diluir.0 litro. O volume de água. partindo-se de 20 mL de uma solução 0.1 M .O vinagre é uma solução aquosa de ácido acético. C) dissolver 100 g de hidróxido de sódio puro em água e completar a 1.4 mols/L. obtém-se a solução D. 9 .5 mols/L e a de D é maior do que 1. respectivamente. D) dissolver 60 g de hidróxido de sódio puro em água e completar a 250 mL. em litros.24 6 . Qual a concentração de ácido no vinagre se foram gastos 30 mL de uma solução de NaOH 0. C) a concentração de C é 1.25 D) 4.5 mols/L e a de D é menor que 1.50 E) 9.2 mols/L. B) B e D tem concentrações iguais. B) diluir. 7 . C) 0. que deve ser adicionado para obter-se a solução com a concentração desejada é A) 25 B) 40 C) 65 D) 80 E) 100 10 .3 mols/L. E) A e B apresentam a mesma quantidade de soluto. Sobre essas soluções pode-se afirmar que A) C e D apresentam diferentes quantidades de soluto.2 M C) 25 mL de HNO3 0. B) 0.0 mol/L.

0 0. qual a massa. 3.073. B) 36.0 1. Sabendose que durante a digestão são produzidos cerca de 100 mL de suco gástrico.Foram adicionados 35. D) 0. expressa em gramas.Um aluno do curso de Química necessita preparar uma solução 0.O “soro caseiro” recomendado para evitar a desidratação infantil consiste de uma solução aquosa de cloreto de sódio. em mililitros.10.0. D) 0.50 D) 8.075.100. aproximadamente A) 0. e de sacarose 11. A) 2.050. de ácido contido nesse volume ? A) 73. 15 .00 mL de uma solução 0.0365.O suco gástrico produzido pelo estômago durante o processo da digestão apresenta ácido clorídrico numa concentração molar de 1.O volume. C) 0.04.03. A molaridade desta nova solução é A) 0. B) 0.20 M em NaOH para ser utilizada em uma reação de neutralização. A concentração.0 0.0 0. E) 0.0 .25 12 . C) 0.5 g/L. C) 3. aproximadamente A) 50 B) 78 C) 146 D) 208 E) 2.15.0 g/L. B) 0. A forma correta de preparação dessa solução seria dissolver _______g de NaOH em ______ L de solução.0 0. 14 .4 mol/L é.50 M em KMnO4 .5.00 mL de água destilada a 15.75 E) 8. . do cloreto de sódio nessa solução e.150. D) 0. l0-2 mol/L. em mol/L.000 13 .0 litros de solução 0.06.65. de solução de ácido clorídrico a 37% em massa de densidade igual a 1.50 B) 4.9 g/mL necessário para preparar 10. E) 0.175. E) 0.50 16 .25 C) 4.

A concentração aproximada.Um técnico necessita preparar uma solução aquosa de hipoclorito de sódio. 2 ppm. B) 3. de solução obtida com a molaridade desejada é de. 2 mg de Cr+3 por litro de efluente. através da resolução no 20 de 18 de Junho de 1986. B) 0.70. 0. o volume.1 .Necessita-se preparar uma solução de fluoreto de sódio de concentração igual a 12.Solução salina normal é uma solução aquosa de cloreto de sódio. apresenta como limite para o cromo trivalente em efluentes líquidos. ou seja. Para isso deve se adicionar A) 400 mL de água.25. aproveitando 200 mL de uma solução 0. 10-3. aproximadamente. usada em medicina porque a sua composição coincide com aquela dos fluídos do organismo. para o branqueamento de um tecido de algodão.46.27.9 M do mesmo sal. A) 0. 18 .6 .50.3 g do sal. 10-5.5 M.35. 10-5. portanto.O soro fisiológico é uma solução de cloreto de sódio a 0. em mols/L.O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).30. aproximadamente. D) 0.12. em litros. podemos afirmar que a molaridade da solução e. em mol(s) de cloreto de sódio consumidos por um paciente que recebeu 1. B) 600 mL de água. 21 .50. C) 200 mL de água. .23.70. C) 0.3 mols do sal.26 17 .9 %. E) 0. B) 0. No laboratório foram encontrados somente 10.500 mL de soro fisiológico é A) 0. 20 . E) 9. Sabendo-se que foi preparada pela dissolução de 0. 10-7. C) 0. D) 7. B) 0.9 . E) 6.45.6 g/L. D) 1.8 . C) 2.8 . D) 3. A) 1.9 g do sal em 100 mL de solução. D) 0. 19 . NaClO. desse metal é A) 1.0 gramas do soluto e. C) 5.15.00. A quantidade aproximada. E) 5. 10-3.

A) a concentração é de 0. nesta solução.65.4 g. B) em 10 mL estão contidos 5 .8 g/mL. B) 0. C) para neutralizar 0.0. 22 . com suas respectivas concentrações em mols/L: cloreto de potássio 0. E) evaporando-se parte do solvente. 26 . de fórmula C6H8O6.27 E) 13.0 mols/L de MgCl2 são diluídos a 1.35.0. respectivamente. C) 1. de forma que o volume fosse reduzido para 0.0 g de cloreto de amônio.62 g. de íons cloreto na nova solução é A) 0. nessa solução é A) 0. 25 . E) 4. cloreto de magnésio 0.05 mol/l e 0.0 litro. muito corrosivo.02 molar. E) 1620 g.5.2. em mol/L. a concentração passaria para 0. de 0. B) 32. 10-4 mols do ácido. É correto afirmar que. respectivamente. A massa de ácido sulfúrico presente em 100 mL desse ácido concentrado é A) 1. 24 . 23 . foi preparada pela dissolução de 17.Uma solução de ácido ascórbico (vitamina C).10 mol/L. D) adicionando mais 0.5 litros dessa solução.20 e cloreto de cromo III 0.20 mol/L.00 mL de uma solução 2.6 g em água suficiente para obter-se 2.A adição de 90 mL de água destilada a 10 mL de uma solução contendo KCl e MgCl2 em concentrações iguais a 1.0. No almoxarifado de um laboatório há disponível o ácido sulfúrico de densidade 1.0 litros de solução. a concentração ficaria igual a 0. resulta numa mistura na qual A) a concentração de íon cloreto é 1. em massa.5 L de água. oxidante e desidratante. E) 0. D) 0.55.50 mol/L. .O ácido sulfúrico concentrado é um líquido incolor.50. seria necessário 1.10.0 mol/L e 0.4 molar. B) a concentração do cátion magnésio e a de ânio cloreto são. oleoso. C) 0. A concentração de íons cloreto.75. C) 162 g.Um químico preparou uma solução contendo os seguintes sais. D) 2. B) 045. em mol/L. A concentração.5 mol/L. D) 324 g.05.5 L.1. contendo 90% de H2SO4.

a de ânion cloreto e a de cátion potássio são iguais. E) a concentração de cátion magnésio.00 u A quantidade.62.0% 21.26 C) 1.04 3. Sabendo que em um frasco de 500 mL dessa solução existem 5 mols de etilenoglicol (C2H6O2). em gramas.Soluções de uréia.0 mL de NaOH 0. Dados: Ácido palmítico = CH3(CH2)14COOH Massa molecular = 256. 27 . de 0.Em uma determinada amostra contendo ácido palmítico gastou-se 4m. C) 10 mL. é A) 0.Dissolveram-se 8 gramas de NaOH em uma quantidade de água suficiente para preparar 200 mL de solução.Um aditivo para radiadores de automóveis é composto de uma solução aquosa de etilenoglicol. D) a concentração de cátion potássio e a de cátion magnésio são.0% 21. Uma solução foi obtida pela mistura de 210 g de uréia e 1000 g de água.45 mol/L. respectivamente. E) 620.4% 20.28 C) a concentração de cátion potássio e a de ânio cloreto são iguais a 0.56 E) 6. C) 3. Indique o volume de solução assim preparada que será necessário para neutralizar 50 mL de uma solução de HNO3 0. 28 .05 g/mL.33 3.50 . A densidade da solução final é 1.10 mol/L. é A) B) C) D) E) Percentagem em massa 17.1.28 D) 2.4% 17. 29 .0% Concentração em mol/L 3. D) 310.13 B) 0. D) 25 mL.40 30 . a concentração comum dessa solução. E) 50 mL. de ácido encontrada é de A) 0. A) 1 mL.010. B) 0. respectivamente. B) 5 mL.1 mol/L. em g/L . A concentração da solução em percentual de massa de uréia e em mol/L.04 3. podem ser utilizadas como fertilizantes. (NH2)2CO.90 mol/L e de 0.250 mol/L para neutralizá-lo.50 3.

. isto é: .29 2 . na interface de separação líquido-vapor. ponto de ebulição. Estas propriedades modificadas são: tensão ou pressão de vapor. 1) Efeito Tonométrico ou Tonometria: mede o abaixamento relativo da pressão de vapor do solvente. EFEI T OS COL I GA T I V OS Os Efeitos ou Propriedades Coligativas são modificações produzidas em determinadas propriedades físicas dos solventes quando neles dissolvemos solutos não voláteis. contra a interface de separação líquido-vapor. que modificam as energias envolvidas nos processos de evaporação. ebulição e congelamento das soluções e. também. Estas modificações só dependem do número de partículas dissolvidas e não de sua natureza.um mol de moléculas de glicose (C6H12O6) exerce o mesmo efeito que um mol de íons cloreto (Cl-) ou um mol de íons sódio (Na+). ponto de congelamento e pressão osmótica. Estes efeitos são explicados pela intensificação das forças interativas moleculares. pela modificação da relação entre o número de partículas do soluto e solvente. quando nele dissolvemos um soluto não-volátil. A pressão de vapor pode ser entendida como aquela exercida pelas moléculas do líquido em seu movimento espontânea e caótico.

Num gráfico detalhado percebe-se como T influi na Pv da água. No gráfico seguinte observa-se a variação da pressão de vapor de diferentes líquidos. . usados como solventes. em função da temperatura. tomando-se como referência a pressão atmosférica normal. na temperatura de 25oC.30 A pressão de vapor depende da temperatura e do tipo de solvente. O quadro da página anterior mostra os valores das pressões de vapor para diferentes tipos de líquidos.

31 Como já foi dito. a adição do soluto: a) acentua ou intensifica as forças atrativas moleculares b) diminui a superfície de evaporação do solvente. Considerando que: P0 = pressão de vapor do solvente P = pressão de vapor da solução ( < P0) D P = abaixamento absoluto da pressão de vapor D P / P0 = abaixamento relativo da pressão de vapor o efeito tonométrico será: . Num frasco aberto tal equilíbrio não ocorre mas a presença de moléculas do líquido na atmosfera determina a velocidade dessa evaporação. na interface Num frasco fechado o líquido evapora até o momento em que ocorre um estado de equilíbrio entre as moléculas que deixam a fase líquida para a de vapor e as moléculas da fase de vapor que se condensam no líquido.

W onde: Kc = constante criométrica (depende do solvente) Ä numericamente corresponde à diferença no ponto de congelamento da solução quando a Molalidade é 1.0 mol/kg de solvente onde * Ke = R Te2 / 1000 Le R = constante dos gases. Te = temperatura de ebulição do solvente puro e Le = calor latente de evaporação do solvente.0 mol/kg de solvente . Considerando que: t0 = temperatura de congelamento do solvente puro t = temperatura de congelamento da solução ( < t0) D tc = abaixamento no ponto de congelamento da solução O efeito criométrico será D tc = Kc . 3) Efeito Criométrico ou Criometria: estuda a diminuição no ponto de congelamento de um solvente quando nele dissolvemos um soluto não volátil. W onde: Ke = constante ebuliométrica (depende do solvente) Ä numericamente corresponde à diferença no ponto de ebulição quando a Molalidade é 1. Considera-se: t0 = temperatura de ebulição do solvente puro t = temperatura de ebulição da solução ( > t0) D te = aumento da temperatura de ebulição O efeito ebuliométrico será: D te = Ke . W onde: Kt = constante tonométrica (depende do solvente) W = molalidade da solução (mol/kg) * Kt = M2 / 1000 (massa molar expressa em kg/mol) 2) Efeito Ebuliométrico ou Ebuliometria: estuda o aumento na temperatura de ebulição do solvente quando nele dissolve-se um soluto não volátil.32 D P / P0 = Kt .

s.p. A Osmose consiste na migração espontânea de solvente através da m.33 * Kc = R Tc2 / 1000 Lv onde: evaporação. Perceba-se que há movimento de moléculas do solvente para ambos os lados. e para evitar esta passagem deve-se aplicar uma pressão igual e contrária.p.. .s. até o estabelecimento de um estado de equilíbrio (isotonia). 4) Efeito Osmométrico ou Osmometria : estuda a pressão osmótica de uma solução separada de outra (ou de um solvente) por uma membrana semipermeável (m. sempre que houver diferença de concentração entre as soluções. ocorrendo do meio mais diluído (hipotônico) para o meio mais concentrado (hipertônico) até o momento em que as duas concentrações se igualam. para evitar a osmose. para se estabelecer um estado de equilíbrio entre as duas soluções separadas pela membrana semi-permeável deverá ocorrer migração de moléculas do solvente. de mais acentuado. num processo dinâmico.p. A passagem de moléculas do solvente “pressionam” a m.).s. da solução diluída para a concentrada. pela adição de um soluto não volátil. A figura ao lado mostra que. R = Te = temperatura de ebulição do solvente e Le = calor latente da O diagrama de fases ao lado mostra como a adição de um soluto afeta simultaneamente a temperatura de ebulição e a de congelamento do solvente.

pode ser calculada pela expressão: equação dos gases ideais pressão osmótica P= n V RT p = M RT onde: R = constante universal dos gases T = temperatura absoluta . A migração de solvente só se interrompe quando as duas soluções se tornarem isotônicas. da temperatura absoluta. a qual depende da concentração e. numa câmara osmométria. pode ser evidenciada na representação abaixo.s. também. A pressão osmótica. em analogia à pressão dos gases.34 A passagem de solvente através da m. A figura acima mostra como pode ser feita a medida experimental da pressão osmótica.p. Esta pressão exercida é numericamente igual à Pressão Osmótica (p).

após algum tempo. W . W . i D tc = Kc . em qual das duas se observará maior redução de volume. bases e sais) os efeitos coligativos deverão ser corrigidos de um “fator iônico”.R. por evaporação da água ? Porque ? . i Ebuliometria Osmometria p=M. chamado fator de Vant Hoff (i). Tonometria Criometria DP / P0 = Kt .i D te = Ke . 3) Porque em países muito frios é costume adicionar sal grosso sobre a neve acumulada nas estradas ? 4) Pesquise sobre as aplicações da “osmose reversa” . Explique o fenômeno ocorrido. i Ex e r c íc i o s 1) Relacionando com o fenômeno da osmose explique quais os efeitos sobre um peixe de água do mar se o colocarmos num aquário de água “doce” ? 2) Quando se adiciona açúcar a uma salada de frutas. o qual depende do número de íons produzidos por molécula (q) e do grau de dissociação (a) da substância e que pode ser calculado pela expressão: £ i = 1 + a(q . aumenta o volume do “caldo” . 5) Porque uma salada de alface murcha.T. sendo a primeira de água pura e a segunda de salmoura (água e cloreto de sódio). se for temperada com sal ? 6) Colocando-se duas amostras líquidas de igual volume para evaporação espontânea.1) *** se o soluto é molécular: a = 0 Ã i = 1 se o soluto é um sal : a = 1 Ã i = q Portanto. W .35 M = molaridade da solução Ä pode ser usada a Molalidade (W) se a solução for diluída Para solutos iônicos (ácidos. se o soluto for iônico cada efeito coligativo deve ser multiplicado pelo fator i resultando as seguintes expressões.

0 mol de cloreto de cálcio em 1000 g de água. œ 1. à 37o C.004 ? Resposta: 180 g/mol 13) O sangue humano tem pressão osmótica 7. Mostre que a mesma apresenta valor próximo ao referido no exercício anterior. qual a que congela à temperatura mais baixa ? œ 1. œ 1.8 atm à 37o C. œ 0. sabendo que em certa temperatura a dissolução de 20. Investigue como funciona esse princípio de conservação. suficiente para preparar 4 litros de solução. NaCl.5 mol de cloreto ferroso em 1000 g de água. 15) Dentre as soluções abaixo. por quilograma de água ? Resposta: 1. apesar de sua temperatura estar bem abaixo de 0o C. Qual a que apresenta o menor ponto de congelamento ? Resposta: K2SO4 . para que seja isotônica com o sangue ? Resposta: 36 gramas 14) Eventualmente s solução 0.30 M de glicose é utilizada como injeção intravenosa. pois tem pressão osmótica próxima do sangue. *** Sugestão: consulte um professor que atue na área de Química Biológica. o gaúcho adiciona considerável quantidade de sal grosso sobre a carne.0 mol de HCl em 1000 g de água. Justifique porque esse procedimento auxilia na conservação da carne. com o intuito de conservá-la. 16) Considere cinco soluções aquosas de concentração 0. 10-5 12) Qual a massa molar de um certo glicídio. 8) A utilização de calda para a conservação de frutas (compotas) vale-se do efeito osmótico. K2SO4 e ZnSO4.0 mol de cloreto de cálcio em 1000 g de água. Resposta: 1. Como se explica esse fenômeno ? 11) Qual o abaixamento relativo da pressão máxima de vapor de uma solução que apresenta 10-3 mol de um soluto não iônico .0 mol de ácido acético em 1000 g de água. Qual a massa aproximada de cloreto de sódio que deve ser dissolvida em água. 9) Considerando-se mesma temperatura. qual o sistema que apresenta maior velocidade de evaporação: a água do mar ou de um lago ? Porque ? 10) A superfície do Oceano Antártico freqüentemente se apresenta líquida.8 .1 mol/L.0 gramas do mesmo em 500 gramas de água causa um abaixamento relativo na pressão máxima de vapor igual a 0. œ 1.0 mol de glicose em 1000 g de água. KCl. das seguintes substâncias: glicose.36 7) Na preparação do charque.

Resposta: 4.36o C 22) Isolou-se uma proteína de uma amostra de soro sangüíneo.30o C.36o C. não dissociado. quando 1. da proteína ? Resposta: 5. é 17.02 M. ao nível do mar.01 mol/kg de CaCl2.75 ou 75 % .mol-1. Uma dispersão coloidal de 685 mg da referida proteína dissolvida em água suficiente para formar 10 mL tem uma pressão osmótica de 0.28 atm a 7o C.65o C 21) Se uma solução de um soluto não dissociado congela a – 1.37 17) Considere uma solução contendo 17. A constante criométrica do benzeno vale 5. Sabendo que a pressão de vapor da água pura.04o C. Resposta: 100 20) Uma solução aquosa de cloreto de sódio. qual a sua temperatura de ebulição ? Resposta: 100. Qual o grau de dissociação aparente do sulfato férrico ? Resposta: 0. 10-4 19) Um polímero de fórmula geral (C2H4)n abaixou o ponto de congelamento do benzeno em 0. qual a massa molecular.0 grama do mesmo foi dissolvido em 5.kg.4 mm Hg 18) Calcule o abaixamento relativo da pressão máxima de vapor de uma solução 0. de massa molar 90 g/mol.0 gramas de benzeno.4. em mol/L da solução de glicose ? Resposta: 0.30 M 25) Uma solução de concentração 30 g/L de um soluto não iônico. na qual se admite o sal totalmente dissociado.01 M e uma solução aquosa de sacarose (soluto não dissociado) 0. Sendo a proteína um composto covalente típico.6 .15 M). aproximada.68 .3o C. 103 u 23) Verifique se existe isotonia entre uma solução aquosa de NaCl 0. cujo grau de dissociação aparente é 0. à 20oC. Determine o valor de “ n “ na fórmula geral do polímero. qual a pressão de vapor da solução ? Resposta: 17.5 mm Hg.80. é isotônica com uma solução de sulfato férrico que contém 20 g desse soluto em 600 ml de solução. ambas na temperatura de 20o C ? 24) Para que uma solução aquosa de glicose tenha a mesma pressão osmótica que a solução salina fisiológica (NaCl 0.1 g de sacarose (C12H22O11) em 180 g de água. ferve a uma temperatura de 101. qual deverá ser a concentração. Qual o seu ponto de congelamento ? Resposta: .

082 atm. 4 . respectivamente.Considere o quadro abaixo.L/mol. no processo de mumificação.03 mol/L 2 .1 B) 0. é a desidratação dos cadáveres através da utilização de soluções salinas de alta concentração e viscosidade. B) neutralização.K.0 2. sabendo que R = 0.02 mol/L B) NaCl 0.3 C) 1.0 E) 5.0 D) 3.Qual das soluções aquosas abaixo apresenta a menor pressão de vapor a 250 C? A) CaCl2 0.Um dos segredos descobertos pelos químicos. C) osmose. aproximada. é A) 0.01 mol/L D) KCl 0. a maior temperatura de ebulição e a maior temperatura de congelamento são A) II e IV. C) III e IV.02 mol/L C) K2SO4 0.0 2. E) umidificação.0 3.0 3 . I II III IV V soluto MgBr2 Al(NO3)3 Ca(NO3)2 NaCl CuCl2 solvente H2O H2O H2O H2O H2O Concentração em mols/L 1.5 1. D) hidrólise. D) V e I.O sangue humano tem uma pressão osmótica de 7.38 *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 .5 As soluções que apresentam. A desidratação é possível e explicada pelo fenômeno da A) salinização.01 mol/L E) C12H22O11 0.8 atm a 370 C. . expressa em molaridade de uma solução de glicose que seja isotônica com o sangue. B) III e I. A concentração.

corresponde à sequência A) I .I.020 mol/L IV .0 molar.I .MgCl2 0.AgNO3 0.IV . apresenta maior pressão osmótica ? A) K3PO4.0 molar.040 mol/L II .III .25 mol/L IV . D) A solução I tem ponto de ebulição mais elevado do que o ponto de ebulição da solução II.V . considerando que as espécies iônicas estão 100% ionizadas? A) A pressão de vapor da solução III é mais alta que a pressão de vapor da solução IV. C) A pressão osmótica da solução II é maior do que a pressão osmótica da solução III. .III .Qual das substâncias abaixo. B) NaCl.V. C) IV . 7 .glicose 0.30 mol/L III . C) NaCl 1.I .20 mol/L II .Qual das seguintes soluções aquosas apresenta maior ponto de ebulição ? A) uréia 2. D) CH3COOH 1. B) glicose 1.010 mol/L Qual das afirmações abaixo é correta.39 E) V e II.III .II.Al(NO3)2 0.NaCl 0. admitindo-se ionização total dos compostos iônicos.40 mol/L A ordem crescente de ponto de congelamento das soluções. E) V .sacarose 0. quando em solução aquosa de idênticos graus de dissociação e concentração.C12H22O11 0.5 molar.Na2CO3 0.5 molar. C) NH4Cl.Analise as soluções aquosas abaixo discriminada: I .025 mol/L III . D) V .IV . 6 . E) O ponto de ebulição da solução I é o mais baixo de todas as soluções acima.II .III.IV .II . E) sacarose 2.5 molar.A seguir são arroladas algumas soluções aquosas de solutos iônicos ou moleculares com suas respectivas concentrações em mol/L. B) O ponto de congelamento da solução IV é o mais alto de todas as soluções acima. B) II .I . I .II .V . 8 .Ca(NO3)2 0.IV.50 mol/L V . 5 .III .

.No quadro abaixo estão fornecidas as temperaturas de ebulição de soluções aquosas de mesma concentração molar de nitrato de amônio. 9 . serão isotônicas quando tiverem a mesma A) temperatura. E) CaCl2. D) concentração e mesmo fator de Vant’Hoff. B) concentração em mols por litro. E) temperatura e mesmo número de partículas dissolvido. sulfeto de sódio e glicose.Duas soluções.40 D) C6H12O6. NH4NO3 T1 Na2S T2 C6H12O6 T3 A relação entre estas temperaturas é A) T1 > T2 > T3 B) T2 > T3 > T1 C) T3 > T1 > T2 D) T1 > T3 > T2 E) T2 > T1 > T3 010 . uma de glicose e outra de cloreto de sódio. Solução Temperatura. C) concentração e a mesma temperatura.

. sendo esse um dos seus pontos fortes. basicamente.. . aumento da entropia. número de mols. .). evitando o formalismo matemático complexo.).).. I N T RODU ÇÃ O À T ERM ODI N Â M I CA 3 .variáveis ou funções de estado: grandezas que caracterizam um determinado estado (pressão.. temperatura e massa gasosa estão expressas na equação geral dos gases PV=nRT onde R é uma constante.41 3 . espontaneidade dos processos e equilíbrio. . com as trocas de energia que acompanham os processos químicos e físicos. I n t r o d u ç ã o A Termodinâmica ocupa-se.meio externo ou ambiente: corresponde ao restante de universo. . A linguagem termodinâmica não dispensa o uso e a interpretação correta de certos termos como: .. adiabático. excluído o sistema. selecionada para investigação de propriedades. para um gás ideal. Por exemplo. volume. isobárico. temperatura. etc. etc. as interrelações entre as grandezas pressão.. Na evolução dos processos termodinâmicos nada se cogita em relação à velocidade com a qual os mesmos ocorrem.mudança de estado: situação na qual alguma variável de estado sofre uma alteração (compressão.1 . As inter-relações que se pode estabelecer entre as variáveis de estado chamamos de equação de estado.. resfriamento.estado: conjunto de condições que caracterizam um sistema. . Nosso tratamento do assunto será de maneira mais informal e fenomenológica. volume.processo: meio através do qual as variáveis de um estado podem ser alteradas (isotérmico. Historicamente ela se desenvolveu sem um conhecimento detalhado das estrutura da matéria. isométrico. A simples: a) b) c) termodinâmica é fundamentada em poucos conceitos e princípios conservação da energia.sistema: qualquer porção isolada do universo.

grau ou 75. devido unicamente à diferença de temperatura entre ambos. Calor = quantidade de energia que se transmite de um corpo para outro.0 cal / mol. para proporcionar a variação de temperatura de 1 grau. Assim. a capacidade calorífica molar da água será 18.24 J/mol. T e m p e r a t u r a . Se a massa considerada for aquela correspondente a 1.18 J / g . DT onde C· é a capacidade calorífica do sistema.15 O Calor e o Trabalho (termelástico). m = 1000 (g) .0 cal /g . a capacidade calorífica de 1 quilograma de água será C = c . Q > 0 à sistema recebe calor (T ’) . 4. o C = 4180 J / o C o que significa que devem ser fornecido 4180 Joule de energia para que 1000 gramas de água variem a sua temperatura em 1 grau. A capacidade calorífica pode ser determinada pelo produto da massa do sistema e seu calor específico. Ca l o r e T r a b a l h o A temperatura é uma propriedade ou grandeza que independe da massa ou extensão do sistema e está relacionada com o grau de agitação (energia cinética) molecular. Por exemplo.2 .18 J /g .42 3 . o C ou 4.0 mol então a capacidade calorífica será molar. Algebricamente considera-se o calor trocado como sendo positivo quando o sistema recebe energia do meio externo e negativo quando o sistema perde energia para o meio externo. por sua vez relacionam-se num princípio fundamental conhecido como 1o Princípio ou 1a Lei da Termodinâmica. Como escala adota-se a termodinâmica ou absoluta (Kelvin) na qual mv = 3RT E = 2 2 2 C T (K) = T (oC) + 273. œ Capacidade calorífica e a quantidade de calor que deve ser trocada por certa massa do sistema. o C.grau. Portanto: Qtrocado a DT ou œ Q = C . considerando que o calor específico da água seja 1.

D V Para que seja realizado trabalho é necessário ocorrer variação de volume.. A . magnético. que pode ser calculado através de: mas donde e. A maior parte das transformações termodinâmicas são aquelas nas quais o trabalho provém de uma variação de volume do sistema ao qual denominamos de termelásticas. d P = F / A F = P . Wexpansão = F . na qual o gás contido no interior do pistão sofre um deslocamento (d) em relação à posição inicial. como no exemplo da figura ao lado. . contra uma pressão oposta externa (atmosférica). Quando um gás expande num cilindro.) não são consideradas em tais transformações. d Ä DV Logo Wexpansão = P . etc. portanto. à temperatura constante. a energia trocada com o meio externo produz o trabalho de expansão. ocorrendo uma variação de volume ocupado pelo referido gás. contra uma pressão (P) que se opõe. œ Trabalho = energia trocada como conseqüência de uma força que atua entre o sistema e o meio externo ou energia que se transmite por qualquer outro modo que não seja a diferença de temperatura entre eles.43 Q < 0 à sistema perde calor (T ”) Um processo no qual o sistema recebe calor do meio externo chama-se Endotérmico e aquele em que o sistema perde calor para o meio externo chamase Exotérmico. A Wexpansão = P .. sendo que as demais formas de trabalho (elétrico.

a qual corresponde ao somatório de todas as formas de energia associadas ao movimento das moléculas. a energia se distribuirá da seguinte forma: . denominamos de ENTALPIA (do grego. 3 .3. Sabendo que a capacidade calorífica do CO2 é 96. fazendo variar o grau de agitação das moléculas ou Energia Interna (D U). calcule a quantidade de calor trocada por esse gás nessa transformação. manifesta-se sob a forma de calor. principalmente sob forma de ligações.outra parcela irá provocar a expansão do gás. troca calor com o meio externo.5 J / mol .44 Quando um gás. T e r m o q u ím i c a 3. irá realizar um Trabalho ( W ).uma parcela irá provocar aumento na temperatura do gás (DT). . contra uma pressão externa de 2 atm.3 .1. K. Qtrocado = D U + W Como a variação da Energia Interna corresponde a calor trocado. A relação entre essas duas grandezas conduz à 1a Lei ou 1o Princípio da Termodinâmica. ou seja. ocorrendo uma variação na temperatura de 27 para 87o C. enthalpein = calor) e simbolizamos por H (Heat = calor). . Aplicação œ Um mol de CO2 é expandido de um volume inicial de 5 para 15 litros. A energia envolvida nas reações químicas é decorrente de um rearranjo das ligações químicas quando reagentes transformam-se em produtos. em geral. a mesma pode ser calculada pela expressão DU = CDT onde C é a capacidade calorífica da substância. Esta energia. contido no interior de um cilindro dotado com um êmbolo móvel (como na figura anterior). isto é. embora a luz (energia eletromagnética) também esteja presente em alguns processos (combustão e fotossíntese). Introdução A Termoquímica tem por objetivo o estudo das variações de energia que acompanham as reações químicas. Esta energia “armazenada”.

00 C...... valendo-se das leis da Termoquímica.... como será visto mais adiante.... principalmente a LEI DE HESS............... que equivale a quantidade de energia absorvida por uma grama de H2O...Dt O número de reações cuja entalpia (calor de reação) pode ser determinada diretamente em bombas calorimétricas e calorímetros é muito reduzido.6 CO2 + 6 H2O (H2) ..... pelo calor liberado ou absorvido durante o processo.H1 > 0 ) reação ENDOTÉRMICA 3. ocorre uma variação de entalpia (DH).. C6H12O6 + 6 O2 Ñ ( DH = H2 ..H1 < 0 ) reação EXOTÉRMICA ( DH = H2 ....... A maior parte das reações tem a sua entalpia calculada.. portanto.... A unidade mais comum é a caloria (cal).. Esta medida experimental (calorimétrica) é feita utilizando-se Calorímetros ou Bombas Calorimétricas (para reações de combustão)... para que a temperatura varie de 1.... 2 CO2 + 3 H2O (H1) .......... segundo o calor liberado ou absorvido: (H1) ..C2H6O + 3 O2 Ó (H2) ......c. empregando-se a equação: Q = m. sendo as reações classificadas em dois tipos. para um certo número de reações.. A bomba calori – métrica é um equi – pamento próprio para determinar a energia (calor) das reações de combustão e algumas reações de formação...2....3.. ou seu múltiplo quilocaloria (kcal) . Medida de D H e unidades de energia A variação da entalpia de uma reação química pode ser medida.45 Numa reação química...

05 kcal/mol) C(diamante) + O2(g) “ CO2(g) (libera 94.8 kcal/mol) H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(l) (libera 68. ex. .31 kcal/mol D H0 = + 11.103 Joules 3.68. Equações Termoquímicas Uma equação termoquímica deve conter: a) a equação química devidamente ajustada.70 kcal/mol D H0 = .3.17.) + 2 H2(g) “ CH4(g) 2 C(graf. sendo esta referência importante porque as mudanças de estado físico envolvem variações de energia (entalpia): ex.0 kcal/mol D H0 = .05 kcal/mol C(graf.) + O2(g) “ CO2(g) D H0 = .: H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(l) DH0 = .18 Joules 1.18.000 cal 1. Entalpias de Reação 1) Entalpia de Formação (DH0f): .3 kcal/mol) H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(s) (libera 70.3.: C(graf.0 kcal = 4. A maior parte das variações de entalpia que constam em tabelas foram medidas nas chamadas Condições Padrão ou Standard (1 atm e 250C).66.0 kcal/mol) c) os estados alotrópicos.3.17.46 1. A indicação de que uma entalpia foi medida em Condições Padrão é feita através do expoente “0” junto ao valor da mesma: ex.51 kcal/mol) d) as condições de medida da variação de entalpia: .corresponde ao calor envolvido na formação de 1.: considera-se nula a Entalpia de Formação de substâncias simples .81 kcal/mol 1/2 N2(g) + 1/2 O2(g) “ NO(g) DH0 = + 11.0 kcal/mol 3.0 kcal = 1.a variação de entalpia (DH) depende da temperatura e da pressão em que foi feita a medida.94.: C(grafite) + O2(g) “ CO2(g) (libera 94.) + 2 H2(g) “ CH4(g) DH0 = .0 cal = 4.0 mol de substância a partir de seus elementos formadores (substâncias simples).01 kcal/mol Obs.94.) + 3 H2(g) + 1/2 O2(g) “ C2H6O(l) H2(g) + ½ O2(g) “ H2O(l) ½ N2(g) + ½ O2(g) “ NO(g) C(graf. quando for o caso: ex.31 kcal/mol C(graf. b) os estados físicos de cada componente.) + O2(g) “ CO2(g) DH0 = .68.4.81 kcal/mol D H0 = .: H2(g) + 1/2 O2(g) “ H2O(g) (libera 57.

326.80 CaCO3(arag.57 + 7.288.99.670. carbono (chama amarela).10 2) Entalpia de Decomposição: .453 .H. respectivamente.47 Algumas entalpias de formação podem ser medidas diretamente em bombas calorimétricas enquanto outros somente são possíveis através de determinações algébricas (cálculo). 3) Entalpia de Combustão: .11.115.24.19 .20 kcal/mol Se o ácido ou a base for fraco a variação de entalpia será diferente do valor acima.68.57.31 .80 .94.) CaO(s) Ca(OH)2(s) H2O(g) H2O(l) H2O2(l) HCl(g) . . ambos em solução aquosa e diluída. Na combustão incompleta ainda ocorre a formação de fuligem.93 + 2.99 + 34.61 .78 kcal/mol C2H6O(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) D H0 = .22.151.66.40 .98.79 .O) a combustão completa origina como produtos CO2(g) e H2O(l) (chama azul).288. devido à dissociação do ácido ou da base devido ao deslocamento do equilíbrio ocorrido na neutralização.235.) CaCO3(calc. provenientes de um ácido e uma base.13. Outros exemplos no quadro a seguir.: CH4(g) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(l) D H0 = .23 .20.00 kcal/mol 4) Entalpia de Neutralização: .101.26.90 .37 .32. Para ácidos e bases fortes a reação que ocorre é sempre a mesma e a sua variação de entalpia é constante: H+(aq) + OH-(aq) £“ H2O(l) D H0 = .41 .corresponde ao calor envolvido na reação de formação de um mol de água a partir de um mol íons H+ com um mol de íons OH-.70 kcal/mol C6H12O6(s) + 6 O2(g) “ 6 CO2(g) + 6 H2O(l) D H0 = .24 .corresponde ao calor envolvido na reação de um mol de substância combustível com O2 puro. Se o combustível for orgânico (C.06 NH3(g) NO(g) NO2(g) N2O4(g) NaCl(s) Na2O(s) NaOH(g) O3(g) ¤ ¤ ¤ SUBSTÂNCIA H0f (kcal/mol) SUBSTÂNCIA H0f (kcal/mol) SUBSTÂNCIA H0f (kcal/mol) . C(diamante) CO(g) CO2(g) C2H6(g) CCl4(g) CHCl3(l) C2H6O(l) CH3COOH(l) 0.88 .corresponde ao inverso da Entalpia de Formação.44.05 .02 + 21. ex.45 .212.49 .14 .

Hidrogênio: + 52.1 kcal/mol de moléculas Por vezes utiliza-se a metade desse valor como sendo a Entalpia de Atomização por mol de átomos formados. n1(H2O) / n2(HCl) 0 .1023) de determinada ligação. não envolva variação de energia. enquanto a formação de ligações é sempre exotérmica.0 atm. supondo todas as substâncias no estado gasoso.735 150 17.: H2(g) “ 2 H(g) O2(g) “ 2 O(g) D H = + 104.5 kcal/mol de átomos .corresponde ao calor envolvido na dissolução (por vezes acompanhada de dissociação) de um mol de determinado soluto em quantidade tal de solvente de modo que a adição do mesmo. ex. a 250C e 1.2 kcal/mol de moléculas D H = + 119.0 mol (6.1 kcal/mol de átomos Oxigênio: + 59.272 40 17. após determinada quantidade limite.02.514 kcal/mol DH0 = + 0.960 6) Entalpia de mudança de fase Corresponde ao calor envolvido na mudança de estado físico ou fase cristalina.453 80 17.DH (kcal/mol) 10 16. DH0273 = + 1.451 kcal/mol DH0 = + 0.608 25 17. H2O(s) “ H2O(l) H2O(l) “ H2O(g) C(grafite) “ C(damante) S(rômbico) “ S(monoclínico) 7) Entalpia ou Energia de Ligação: corresponde a quantidade de calor absorvida na quebra de 1. Assim.438 kcal/mol DH0 = + 10.071 kcal/mol A quebra de ligações sempre é endotérmica. HCl(g) H2O HCl(aquoso) O quadro abaixo mostra a variação de calor envolvida em relação à quantidade de solvente (água) adicionado.48 5) Entalpia de Dissolução .

aplicando-se a Lei de Hess.8 85.2 146. mas somente do estado inicial (reagentes) e do estado final (produtos).1 Numa reação química.3.9 LIGAÇÃO C-H C-O C=O O-H H-F H . 3. a energia é liberada nos produtos (formação de ligações). Determinação da Entalpia e Lei de Hess.8 200. da tabela acima e comparar com o valor informado anteriormente.0 103.1 57. Genericamente: A + B DH4 DH1 L + M DH2 C + D DH3 E + F . A Entalpia de uma reação pode ser obtida de dois modos diferentes: a) por medida calorimétrica experimental (aplicável a um pequeno número de reações).2 119.5 178. b) por cálculos algébricos.0 110.6 104. também chamada Lei da Soma dos Calores de Reação. enquanto a energia é absorvida na quebra de ligações. nos reagentes. permite prever a Entalpia mesmo daquelas reações de difícil execução experimental. A Lei de Hess.Cl ENERGIA (kcal/mol) 83. Segundo Hess a Entalpia de uma reação não depende do modo (caminho) como a mesma é executada.6 135.5. Assim: Reagentes DH1 > 0 £“ Produtos DH2 < 0 D HRQ = DH1 + DH2 Exercicio: determinar a Entalpia de formação da água (gasosa) através das entalpias de ligação.49 A tabela abaixo mostra algumas ligações mais importantes e suas entalpias LIGAÇÃO C-C C=C CŸC H-H O=O Cl .Cl ENERGIA(kcal/mol) 98.

1 + 12. de Entropia e a temperatura absoluta na qual ocorre o processo.8 + 9. também denominada Energia Livre. 3. A Entropia é a grandeza termodinâmica relacionada com o Grau de Desordem Molecular dos sistemas.9 + 22. Não há processo termodinâmico (físico ou químico) que ocorra sem variação de Entalpia e de Entropia.6.9 + 53. em cal/mol.3. Energia de Gibbs (DG0) J.2 + 9.3. O quadro abaixo apresenta algumas Entropias Padrão. Sua expressão analítica é: . Entropia Padrão (DS0) A Entropia Padrão corresponde a variação de Entropia de uma substância pura desde o zero absoluto (Entropia nula) até a temperatura de 250C (298 K). permite prever a espontaneidade ou não do referido processo.6 + 6. propôs uma grandeza termodinâmica. combinando a variação de Entalpia.DH(f)REAGENTES A Lei de Hess pode ser considerada como a Lei da Conservação da Energia aplicada às reações químicas.2 + 16.3. ainda: DHREAÇÃO = DH(f)PRODUTOS .8. Willard Gibbs.: H2O(s) £“ H2O(l) CaCO3(s) £“ CaO(s) + CO2(g) DS > 0 DS > 0 3.3 + 49. ex. Entropia (DS) A Entalpia é a grandeza termodinâmica relacionada com o calor envolvido nas reações químicas.K: Substâncias C(grafite) C (diamante) Al(s) Ca(s) Cl2(g) O2(g) Entropia Padrão + 1.7.1 3.50 Segundo a Lei de Hess: DH1 = DH2 + DH3 + DH4 ou.7 + 45.4 + 0.0 Substâncias CO2(g) Al2O3(s) CaO(s) CaCO3(s) H2O(l) H2O(g) Entropia Padrão + 51. que.

22 . Supondo que essa energia seja obtida unicamente pela queima de glicose. K. A capacidade calorífica (ou constante calorimétrica) do calorímetro vale 2550 J/oC e o calor específico da água é 4. A temperatura inicial do calorímetro era de 25o C e sua capacidade calorífica era 97 kJ/o C.: 1 kcal = 4. *** Obs.100 mol de propano. contendo 3. Ex e r c íc i o s 1) Uma amostra de 0.51 DG0 = DH0 . no metabolismo. a) Quantos joules foram liberados pela queima do propano ? b) Qual a variação de energia interna.2 gramas de etanol (C2H5OH) são queimados em uma bomba calorimétrica.18 J/mol.282o C. em kJ/mol.5 kg de água.: . calcule a massa de glicose a ser ingerida. Resposta: 1.T DS0 (em condições padrão) Obs. a temperatura sobe 5. segundo a equação: C3H8(g) + 5 O2(g) “ 3 CO2(g) + 4 H2O(l) .18 kJ . aproximadamente. 3 .52o C. por dia. para o C3H8 ? Respostas: 2.897 kJ/mol 3) Costuma-se considerar que a necessidade energética diária para uma pessoa de 50 kg seja de. um dos constituintes do GLP. 2. Calcule o calor de combustão do etanol.a maioria das reações espontâneas ocorre com liberação de Calor (DH<0). DU = . foi colocada em uma bomba calorimétrica com excesso de O2 e inflamada. A reação aumentou a temperatura para 27. Entropia Padrão e Energia de Gibbs serão tratados com o devido aprofundamento na disciplina de Físico-Quìmica (Termodinâmica). A partir disto pode-se concluir que: * se DG < 0 à processo espontâneo * se DG > 0 à processo não espontâneo ou induzido (forçado) * se DG = 0 à o sistema encontra-se em estado de equilíbrio œ Os assuntos Entropia.4 . sabendo que o valor energético desse alimento é de 17 kJ/grama.2.220 kJ/mol 2) Quando 3.000 kcal.a maioria das reações espontâneas ocorre com aumento de desordem molecular (DS>0). . em kJ/mol. 105 Joules .

calcule o Poder Calorífico.0 e – 242. quilograma ou tonelada).52 4) Sabe-se que o Poder Calorífico de um combustível é a quantidade de energia (em calorias ou Joules) liberada por unidade de massa queimada (grama. A partir desses dados.0 gramas de água ? Resposta: 24 kJ.36. H2O e glicose valem.0 . respectivamente.85 kcal.58. Consultando tabelas de entalpias de combustão. nas CNTP. Resposta: .88 kcal/mol e o calor latente de vaporização da água é 540 cal/grama. para os seguintes combustíveis: a) Hidrogênio b) Etanol c) Metanol d) Glicose e) C (grafite) 5) De forma simplificada a reação de fotossíntese pode ser assim representada: 6 CO2(g) + 6 H2O(v)_ “ C6H12O6(s) + 6 O2(g) Sabendo que as entalpias de formação do CO2. respectivamente – 326.58.117. 9) A entalpia de combustão do metano vale – 212. o etanol presente oxida-se. A partir desses dados calcule a entalpia da reação na decomposição de 0. Quantos quilojoules são removidos do corpo pela evaporação de 10. No azedamento do vinho.3 kcal/mol 8) A evaporação pela transpiração é um mecanismo pelo qual o corpo se desfaz do excesso de energia térmica e regula-se para manter uma temperatura constante. . respectivamente: .540. que deve ser queimado para converter 250 gramas de água a 20o C em vapor de água a 100o C ? .94. . calcule a variação de entalpia envolvida na oxidação (fermentação) do etanol formando ácido acético.4 kcal/mol. A partir das entalpias acima. qual a entalpia da reação de fotossíntese ? Resposta: .0 . qual o volume de metano.0 kcal/mol.1 e – 57. em calorias/grama.0 kcal/mol 6) A decomposição do explosivo nitroglicerina libera grande volume de gases e considerável quantidade de calor.8 kcal/mol. segundo a equação: 4 C3H5(ONO2)3(l) “ 12 CO2(g) + 10 H2O(g) + 6 N2(g) + O2(g) As entalpias de formação da nitroglicerina. gás carbônico e vapor dágua valem.94. . formando ácido acético.1 mol de nitroglicerina. 7) As entalpias de combustão do etanol e do ácido acético valem. Resposta: .7 e – 209. em presença de enzimas produzidas pelo micro-organismo Mycoderma Acceti.

qual libertará mais calor ? Resposta: etanol . 108 kcal por mol de Lítio. se os valores estão corretos ou. gorduras (lipídios) e proteínas. quantas vezes a contribuição do óleo diesel é maior do que o metano ? Resposta: 1.0 . correspondente a : 73Li + 11H “ 2 42He libera uma quantidade de energia equivalente a 4.1 . em geral expresso. A combustão completa do gás natural e do óleo diesel liberam. em condições padrão.0 kJ/grama c) proteínas = 17. pelo menos.0 kJ/grama b) gorduras = 38.l. respectivamente. 102 kJ e 9. 9.782 g/ml.47 kJoule 12) A reação de combustão completa do metano libera 2.327. 11) Uma vela é feita de um material ao qual se pode atribuir a fórmula genérica C20H42.4 15) A combustão do metanol e do etanol podem ser representadas pelas seguintes equações: I – CH4O(l) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(l) DH = .330. 103 kJ por mol de hidrocarboneto.0 gramas dessa vela. para igual energia liberada. qual o volume de etanol líquido que deve ser queimado para obter 561 kcal ? Resposta: 100 mL 14) Tanto gás natural como óleo diesel são utilizados como combustíveis em transportes urbanos.0 kcal/mol II – C2H6O(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) DH = . 102 kcal por mol de CH4 queima.0 kJ/grama Consultando os dados indicados em alimentos industrializados que você consome.0 kcal/mol Sabe-se que as densidades desses dois líquidos são praticamente iguais.0 kcal/mol Sabendo que a massa específica do etanol é 0. pelas quantidades mencionadas. A queima desses combustíveis contribui para o efeito estufa. pela produção de CO2 . Para se ter a mesma quantidade de energia que é liberada na produção de 1. segundo a equação: CH4(g) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(l).671. aproximados. correspondendo aos valores seguintes: a) carboidratos = 17. na forma de calor de combustão de carboidratos (como C6H12O6).0 mol de Hélio. A fusão nuclear a partir do lítio. verifique. Na combustão de um mesmo volume. Qual o calor liberado na combustão de 10.0 .53 10) O valor energético dos alimentos é.3 kJoule/mol ? Resposta: 0. qual a massa de metano que deve ser queimada ? Resposta: 16 toneladas 13) Considere a reação termoquímica de combustão do etanol líquido: C2H5OH(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) DH = .0 . sabendo que na sua combustão a entalpia envolvida é correspondente a – 13. Sabendo que esses dois combustíveis correspondem a CH4 e C14H30.

C2H6O + 3 O2 “ 2 CO2 + 3 H2O III. C) 47. DHI = .393. D) 188.888 kJ/mol DHII = . C) variação de entalpia positiva. 2 . verifica-se A) absorção de calor. E) diminuição de energia dos produtos em relação aos reagentes. em kcal. a 1 atm e 250 C.Na reação de combustão do carvão vegetal utilizado no preparo de um churrasco.84 kJ/g *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 . H2 + 1/2 O2 “ H2O V.A reação cujo efeito térmico representa o calor de formação do ácido sulfúrico é: A) H2O(l) + SO3(g) “ H2SO4(l) B) H2(g) + SO2(g) + O2(g) “ H2SO4(l) C) H2O(l) + S(rômbico) + 3/2 O2(g) “ H2SO4(l) D) H2S(g) + 2 O2(g) “ H2SO4(l) E) H2(g) + S(rômbico) + 2 O2(g) “H2SO4(l) I. pois é um processo exotérmico. O calor liberado na combustão total de 6 g de carbono grafite. D) transformação de energia térmica em energia química. C8H18 + 25/2 O2 “ 8 CO2 + 9 H2O IV. etanol = 28. é A) CH4 B) C2H6O C) C8H18 D) H2 E) C . pois um processo exotérmico.1373 kJ/mol DHIII = .286 kJ/mol DHV = . 3 .5 kJ/mol o combustível que libera a maior quantidade de calor.96 kJ/g. B) liberação de calor. pois é um processo exotérmico.Dadas as equações termoquímicas.54 *** Calores liberados: metanol = 20. é A) 25. por grama consumido.O calor liberado na combustão de um mol de carbono grafite é 94 kcal.5110 kJ/mol DHIV = . pois é um processo endotérmico. pois é um processo endotérmico. CH4 + 2 O2 “ CO2 + 2 H2O II. E) 282. B) 30. C + O2 “ CO2 4 .

por I.4 . D) absorve 2. 105 J. II.0 litro de água líquida é A) 105.390 kcal D H = + 68 kcal D H = . IV. Ao produzir 0.211. E) absorve 1.0 atm.3 D) 3. a 250 C e 1.4 . 8 . respectivamente. 2 CO2(g) “ 2 CO(g) + O2(g) HgO(s) “ Hg(l) + ½ O2(g) C2H5OH(l) + 3 O2(g) “ 2 CO2(g) + 3 H2O(l) H2O(l) “ H2O(s) Pb(s) “ Pb(l) Representa uma reação química exotérmica a alternativa A) I B) II C) III D) IV E) V .Os processos de formação da água no estado líquido e no estado de vapor. B) libera 1. V. 105 J.0 E) 3.0 g/mL. podem ser representados.Considere as seguintes transformações: I.3 C) 1. C) absorve 2.8 . H2(g) + ½ O2(g) “ H2O(l) II.A alternativa que representa uma reação que libera a maior quantidade de calor por mol de produto formado é A) 4 Fe + 3 O2 “ 2 Fe2O3 B) 3 O2 “ 2 O3 C) H2 + Cl2 “ 2 HCl D) H2 + I2 “ 2 HI E) C + O2 “ CO2 D H = .8 kcal/mol Considerando-se que a densidade da água é 1.0 7 .55 5 .714.A reação de fotossíntese e a de combustão da glicose estão representadas nas seguintes equações: 6 CO2(g) + 6 H2O(l) “ C6H12O6(s) + 6 O2(g) C6H12O6(s) + 6 O2(g) “ 6 CO2(g) + 6 H2O(l) A energia envolvida na combustão de um mol de glicose é de 2.94.0 B) 583. H2(g) + ½ O2(g) “ H2O(g) DH = . pode-se afirmar que a quantidade de calor. l06 J. a planta A) libera 2. 106 J.44. 106 J.4 kcal D H = . III.8 .68.3 kcal/mol DH = .0 kcal 6 . em kcal.1 mol de glicose.709.57.8 .8 . necessária para ferver 1.2 kcal D H = + 12. 106 J.

após 5 minutos. observa-se um abaixamento de temperatura do sistema. Com relação a essa transformação.0 kJ de calor liberado. C) 245.5 kJ de calor liberado. por uma chama que queima metano completamente.882 kJ A energia.A transformação de 1 mol de hematita em ferro metálico é representada pela seguinte equação não balanceada: 1 Fe2O3(s) + ___C(s) “ ___Fe(s) + ___CO(g) DH = + 491 kJ A quantidade de calor envolvida na obtenção de 55. Há formação de um glicídio e um gás combustível.56 9 .8 g de ferro é. principal componente do gás natural. III.24 L/min nas C.N. afirma-se que I. em kJ. 10 . a energia luminosa do sol força a formação de glicose a partir do dióxido de carbono e água. aproximadamente.Durante o processo da fotossíntese realizada por plantas verdes. na razão de 2.7 kJ de calor liberado. igual a A) 491. fornecida. D) 245.O gás natural começa a chegar no Rio Grande do Sul. é. O gaseoduto de Transporte Bolívia-Brasil está em fase de implantação e transportará o gás natural diretamente de Santa Cruz de La Sierra até o solo gaúcho. 11 .P. E) 983.Dissolvendo-se NH4Cl em água. B) A entalpia de dissolução do NH4Cl é menor que zero e a do NaOH é maior do que zero. . C) A dissolução do NH4Cl ocorre com absorção de calor e a do NaOH com liberação. II. Ocorre com absorção de energia.5 kJ de calor absorvido.T. portanto trata-se de um processo endotérmico. é representada pela seguinte equação não balanceada CH4(g) + O2(g “ CO2(g) + H2O(l) DH = . D) As duas soluções apresentam entalpia dos reagentes maior do que a dos produtos. aproximadamente.7 kJ de calor absorvido. B) 491. As diferenças nesses processos podem ser explicadas considerando que A) NH4Cl sofre dissolução exotérmica e o NaOH endotérmica. A combustão do metano. E) NaOH é uma base e o NH4Cl é um sal. ocorre um aumento de temperatura do sistema. Por outro lado dissolvendo-se NaOH em água. Ocorre transformação de energia luminosa e calorífica em energia química. A) 88 B) 441 C) 1600 D) 1764 E) 3510 12 .

D) Igual a 9 x 800. Fe2O3 + 2 Al “ Al2O3 + 2 Fe DH = .2696.2 D) – 5.57 IV.1 na reação I.5 Trans-2-buteno . Um composto com fórmula C4H8 apresenta três isômeros cujas entalpias de combustão estão indicadas na tabela abaixo: Nome do composto isômero Entalpia de combustão (kJ/mol) 1 – buteno .5 kcal A quantidade de calor liberada por mol de ferro formado é A) maior na reação I. 3 Fe3O4 + 8 Al “ 4 Al2O3 + 9 Fe DH = .4 E) – 3.3 14 .800. A equação que representa essa transformação é C6H12O6 + 6 O2 “ 6 CO2 + 6 H2O + Q A alternativa que contém as afirmativas corretas é A) III e IV B) II e IV C) II e III D) I e III E) I e II 13 .Quando os óxidos Fe3O4 e Fe2O3 são reduzidos pelo alumínio conforme as equações abaixo I.2687.Os valores de energia de ligação entre alguns átomos são fornecidos no quadro abaixo.Isômeros são moléculas que tem a mesma fórmula molecular. 15 .2684.2 A transformação do isômero cis-2-buteno para a trans-2-buteno apresenta uma variação de entalpia em kJ/mol de aproximadamente A) + 20. B) maior na reação II.7 Cis-2-buteno . E) Igual a 203. C) Igual nas duas reações. mas diferentes arranjos dos átomos.5 na reação II.5 B) + 12.1 kcal II.203. LIGAÇÃO C–H O=O C=O O–H ENERGIA DE LIGAÇÃO (kJ/mol) 413 494 804 463 Considerando a reação representada por .5 C) – 9.

4000 C. C) Apenas II e III. HBr e HI. a molécula de Cl2 pode ser considerada a menos estável. W (s) e do carbeto de tungstênio.6 São feitas as seguintes afirmações I. pois a reação ocorre a 1.1.8 431. WC(s): 2 W(s) + 3 O2(g) “ 2 WO3(s) DH = . é uma substância muito dura e. Entre as moléculas gasosas H2. III.5 489.5 365. IV. é utilizada na fabricação de várias ferramentas. Quais são corretas ? A) Apenas I e II.58 CH4(g) + 2 O2(g) “ CO2(g) + 2 H2O(v) o valor aproximado de DH. III e IV. 17 . é A) – 820 B) – 360 C) + 106 D) + 360 E) + 820 16 .7 242.5 kJ .393. No entanto pode-se medir com facilidade os calores de combustão dos elementos Cgrafite .Abaixo é apresentado um quadro com algumas Energias de Ligação no estado gasoso: Ligação H–H Cl – Cl O=O NŸN H – Cl H – Br H–I Energia (kJ/mol) 470. A reação representada por H2(g) + Cl2(g) “ 2 HCl(g) deve ser endotérmica. E) Apenas II. A molécula de HCl deve ser mais estável do que as moléculas dos demais ácidos halogenídricos.O carbeto de tungstênio WC. por essa razão. O2 e Cl2. D) Apenas I. B) Apenas I e III. ou seja.2 940.9 298. III e IV. em kJ.6 kJ Cgrafite + O2(g) “ CO2(g) DH = . II. É necessário mais energia para decompor a molécula de oxigênio do que para decompor a molécula de nitrogênio. A variação de entalpia da reação de formação do carbeto de tungstênio a partir dos elementos Cgrafite e W (s) é difícil de ser medida diretamente.680.

0 – 1.6 kJ Pode-se. 14.214.890. em kJ. no motor de um automóvel movido por GNV é.317.0 – 1. pode sofrer combustão incompleta segundo a equação abaixo.346.3 kJ .240. Esse valor é. em uma combustão completa.2.700. Sabe-se que 1 mol de metano libera cerca de 890 kJ.500.5 Classificação da reação Exotérmica Exotérmica Exotérmica Endotérmica Endotérmica 18 . de aproximadamente. 19 .566. onde o metano (CH4) é o componente predominante. de menor custo por quilômetro. então calcular o valor da entalpia da reação abaixo e concluir se a mesma é endotérmica ou exotérmica: W(s) + Cgrafite “ WC(s) DH = ? A qual alternativa corresponde o valor de DH e o tipo de reação ? (A) (B) (C) (D) (E) DHreação . principal componente do gás natural. A energia liberada.0 – 607. em kJ.38.800. 12.456.0 kJ + 38.878.0 – 2.59 2 WC(s) + 5 O2(g) “ 2 CO2(g) + 2 WO3(s) DH = .0 kJ + 317. menos poluente.5 kJ . é possível obter o valor de DH da equação acima. 2 CH4(g) + 3 O2(g) “ “ “ 2 CO(g) + 4 H2O(l) DH = .391.O metano.000.0 . na combustão total de 800 g de metano. 44. 712.0 kJ DH = .O gás natural veicular (GNV) é um combustível alternativo. A) B) C) D) E) – 324. A) B) C) D) E) 2.0 kJ Considerando as seguintes equações termoquímicas CH4(g) + 2 O2(g) 2 CO(g) + O2(g) CO2(g) + 2 H2O(l) 2 CO2(g) Dadas essas equações termoquímicas.

C) combustão em motores de automóveis – formação de geada – evaporação de lagos. E) queima de carvão – formação de geada – derretimento de gelo. A) explosão de fogos de artifício – combustão em motores de automóveis – formação de geada.Em nosso cotidiano ocorrem processos que podem ser endotérmicos (absorvem energia) ou exotérmicos (liberam energia). . D) evaporação de água nos lagos – secagem de roupas – explosão de fogos de artifício. Assinale a alternativa que contém apenas fenômenos exotérmicos ou apenas fenônemos endotérmicos. B) sacagem de roupas – formação de nuvens – queima do carvão.60 20 .

CI N ÉT I CA E EQU I L Í B RI OS 4 ... Ci n é t i c a Qu ím i c a (Qu ím i c o e I ô n i c o ) A Cinética Química tem por objetivo a determinação da velocidade (média e instantânea) com que as reações químicas ocorrem. segundo um mecanismo. As reações químicas. (quase instantâneas) b) lentas: fermentações..: formação do NO2 2 NO(g) + O2(g) “ 2 NO2(g) 1a etapa (rápida) : 2 NO(g) “ N2O2(g) 2a etapa (lenta) : N2O2(g) + O2(g) “ 2 NO2(g) reação global : 2 NO(g) + O2(g) “ 2 NO2(g) *** A condição de ser reação elementar ou complexa deverá ser informada no enunciado da questão ou pergunta.. I) Quanto à velocidade a) rápidas: combustão. O mecanismo segundo o qual uma reação em etapas ocorre é estabelecido a partir de complexa pesquisa não sendo um de nossos propósitos para estudo.. decorrentes de colisões entre moléculas dos reagentes com os produtos dando origem diretamente aos produtos.: formação de HI H2(g) + I2(g) “ 2 HI(g) b) reações complexas: são aquelas que ocorrem em várias etapas. . II) Quanto ao mecanismo a) reações elementares: são aquelas que ocorrem numa só etapa. neutralizações.1 . Ex. formação de ferrugem.61 4 .. Ex. podem ser classificadas segundo dois critérios distintos. bem como os fatores que nela influem. sob o ponto de vista cinético.

para uma reação genérica: A + B “ L + M As velocidades médias em relação aos reagentes e produtos serão calculadas pelas expressões: . para que não resulte um valor negativo para a velocidade média. a velocidade de uma reação sempre deverá ter um valor positivo. mols [produtos] [reagentes] tempo Observe que: Dn(reagentes) < 0 “ diminui com o passar do tempo Dn(produtos) > 0 “ aumenta com o passar do tempo No entanto. em determinado intervalo de tempo. vm = D m/Dt ou Dn/Dt ou D[X]/Dt Ä concentração molar Sendo conhecida a equação estequiométrica ajustada.. em relação aos reagentes a razão Dn/ Dt deverá ser multiplicada por – 1.62 œ Velocidade média de reação (vm) A velocidade média (vm) pode ser calculada pela variação de quantidade de reagente consumido ou produto formado. concentração.. Esta quantidade pode ser expressa em massa.. número de mols.. quando calculamos a velocidade média da reação. Assim. O diagrama abaixo mostra como variam as concentrações dos reagentes e dos produtos a medida que a reação progride. volume. Portanto. a velocidade média pode ser calculada em relação à qualquer componente (R ou P) da reação.

no intervalo entre 20 e 80 segundos. Gilles. H. Arrhenius. compilaram dados e resultados experimentais de outros físico-químicos da época.. segundo a equação: CaCO3(s) “ CaO(s) + CO2(g) m (gramas) tempo (s) 4..00 80 2. S. que além de conclusões sobre seus próprios experimentos. entre os quais Berthelot e St.95 100 a) Calcule a velocidade média (em gramas/segundo). b) Calcule a velocidade média (em mols/minuto) no intervalo entre 0 e 60 segundos.60 20 3. c) A velocidade média dessa reação é constante ? Porque ? Respostas: œ Velocidade instantânea de reação (vi ou v) A velocidade instantânea (vi ou v) é obtida num determinado instante da reação e calculada através de uma “lei cinética ou equação de velocidade”. expressa pela LEI DA AÇÃO DAS MASSAS ATIVAS .00 0 3.10 60 3.30 40 3. Wilhelmy. proposta por Gulberg e Waage (1876).B = L = M =Dt Dt Dt Dt Dn Exemplo: O quadro a seguir mostra a variação de massa sofrida pelo carbonato de cálcio ao se decompor em óxido de cálcio e gás carbônico. Para uma reação genérica do tipo: aA + bB “ lL + mM a Lei da Ação das Massas é expressa pela relação: ..63 vm Dn Dn Dn A =.

Quando uma reação for complexa. Estes aspectos. * a e b são as “ordens de reação” as quais. * k = constante cinética. atualmente. isto é. varia com a temperatura e é calculada pelos dados cinéticos. . bem como as velocidades de cada etapa.. os químicos sugeriram o seguinte mecanismo para a reação: .. tal como a formação do HBrO2 a partir do HBr e O2. segundo um mecanismo (complexas) as ordens serão iguais aos coeficientes da etapa mais lenta (etapa limitante da velocidade). demandam incansáveis pesquisas experimentais sobre a cinética das reações. Quando a reação ocorre em várias etapas. A medida que os recursos técnicos da Química Analítica avançam é possível analisar mais detalhadamente as reações químicas determinando os reais mecanismos segundo os quais as mesmas ocorrem. constituindo-se num dos aspectos mais complexos no estudo cinético de uma reação. 4 HBr + O2 “ 2 H2O + 2 Br2 Após inúmeras pesquisas experimentais. como já foi dito. O mecanismo segundo o qual uma reação ocorre é algo resultante de constante pesquisa experimental.. Assim como para as reações elementares. a qual é característica de cada reação. já se sabe qual é o seu mecanismo. também são obtidas a partir dos dados cinéticos da RQ. Quando a reação ocorre numa só etapa (elementares) as ordens coincidem com os coeficientes estequiométricos: a = a . atualmente já foram elucidados os mecanismos de várias reações complexas. Algumas reações já foram suficientemente estudadas e analisadas e. ocorrer em várias etapas é necessário que se conheça o seu mecanismo etapa por etapa. b = b .64 v = k [A]a[B]b na qual: * [A] e [B] representam as concentrações molares.

para a reação entre HBr e O2. . portanto as ordens cinéticas (a e b) serão 1 e 1. A figura a seguir mostra as diferentes formas de colisão que podem ocorrer entre as moléculas.65 1a etapa: HBr + O2 “ HBrO2 2a etapa: HBrO2 + HBr “ 2 HBrO 3a etapa: 2 HBrO + 2 HBr “ 2 H2O + 2 Br2 4 HBr + O2 “ 2 H2O + 2 Br2 lenta rápida rápida Portanto a equação de velocidade será dada pela etapa mais lenta (1a) e. e a lei de velocidade ou equação cinética ficará: V = k [ HBr ]1 [ O2 ]1 Um possível mecanismo para essa etapa mais lenta pode ser o seguinte: Por outro lado o modo como as moléculas colidem entre sí para favorecer a formação dos produtos também é um fator importante. Este modo mais favorável como as moléculas devem colidir entre sí para formar os produtos denominamos de fator espacial ou fator estérico e a configuração de colisão mais adequada denominamos geometria de colisão.

). Para que ocorra uma reação entre duas ou mais substâncias é necessário que as moléculas colidam entre sí de modo que haja rompimento das ligações nos reagentes e formação de novas ligações constituindo os produtos As colisões entre as moléculas dos reagentes podem ser de dois tipos: . são aquelas onde os coeficientes assumem valores mais elevados (3.. nos enunciados das questões..66 Estas características (reação complexa. œ Por que ocorrem as reações químicas ? 1) Colisões entre as moléculas dos reagentes.) são indicados..4. habitualmente.. em geral. etapa mais lenta.. As reações complexas. mecanismo..

mais lenta será a reação ! O gráfico a seguir mostra o caminho da reação de formação do HI relacionando-o com as variações de energia . por exemplo. Portanto. A energia de ativação representa. seja para reações exotérmicas ou endotérmicas é necessário um incremento de energia para iniciá-las. não há formação de produtos. b) Colisões efetivas ou eficazes: são aquelas em que há quebra de ligações e formação de novas ligações originando os produtos.67 a) Colisões não-efetivas ou não eficazes: são aquelas em que não há quebra de ligações e. um obstáculo à formação dos produtos. As colisões não. Considere-se. pois. Quanto maior a Eativação. a formação de HI a partir de H2 e I2 (reação elementar – uma só etapa): 2) Energia mínima para reagir (Energia de Ativação) Além de colisões intermoleculares em orientação favorável (geometria de colisão) as moléculas participantes devem apresentar uma quantidade de energia cinética mínima que proporcione efetivamente as rupturas das ligações entre as moléculas reagentes e formação de novas ligações. portanto.efetivas ocorrem entre moléculas da mesma espécie ou de espécies diferentes sem energia suficiente para a quebra das ligações.

4.68 1. No ponto de mais elevada energia do sistema forma-se o complexo ativado. Definitivamente os produtos estão formados. As representações gráficas da Energia de Ativação tanto para reações exotérmicas como endotérmicas são as seguintes: . A energia do sistema aumentou mas não em proporção suficiente para uma colisão efetiva. 2. As moléculas colidem sem energia suficiente para a reação. 3. As ligações entre os produtos consolidam-se. 5.

b = b . já estudada anteriormente. A expressão para o cálculo da velocidade é conhecida com lei de velocidade. Assim: . Uma peça de palha de aço (Bombril) oxida mais facilmente do que uma chapa do mesmo metal e igual massa. para uma reação genérica: aA + bB “ lL + mM v = k [A]a. œ œ se a reação for elementar: a = a . Fe(prego) + H2SO4(aquoso) “ FeSO4(aquopso) + H2(g) (v1) Fe(limalha) + H2SO4(aquoso) “ FeSO4(aquopso) + H2(g) (v2) V1 < V2 b) Concentração dos reagentes A velocidade das reações é diretamente proporcional à concentração dos reagentes. se a reação for complexa a . favorecendo a quebra de ligações entre os reagentes e a formação de novas ligações (produtos). Fa t o r e s q u e i n f l u e m n a V e l o c i d a d e d a s Re a ç õ e s a) Área de contato entre os reagentes Esse fator tem sentido quando um dos reagentes for sólido.. Um maior número de moléculas alcança a energia mínima para a ocorrência da reação (Energia de Ativação).. . lei cinética ou lei da ação das massas. quando desejamos queimar lenha. iniciamos o fogo com lenha fina ou gravetos. Por exemplo. Relembrando..69 4 . . b .[B]b. numa fogueira.. são obtidos pela mecanismo da reação.um aumento de temperatura.. aumenta a freqüência de colisões entre as moléculas e aumenta e energia envolvida no impacto entre as mesmas. .. c) temperatura: as variações de temperatura indicam variação no grau de agitação molecular.2 . o qual deverá ser indicado necessariamente.

Os catalisadores. a reação do SO2 com O2. sem participar da sua estequiometria. portanto. d) Radiações e descargas elétricas: atuam como fatores energéticos (Energia de Ativação). formando SO3. . Por este motivo diz-se que o catalisador não se altera qualitativa e quantitavamente e por esta razão pode ser usado em pequenas quantidades. pois uma mesma partícula catalítica atua em diversos processos unitários. diminuindo a Eativação para cerca de 110 KJ/mol. para a melhor conservação dos alimentos os mesmos devem ser guardados em refrigeradores e freezers. na atmosfera. diminuindo a velocidade das reações que causam as decomposições dos mesmos (em geral processos fermentativos). Por outro lado os catalisadores não iniciam reações mas interferem na velocidade de reações que já ocorrem sem a sua presença. Um provável mecanismo para essa reação seria: SO2 + NO2 “ SO3 + NO E1 (consumo do catalisador) NO + ½ O2 “ NO2 E2 (regeneração do catalisador) Reação global: SO2 + ½ O2 “ SO3 E = 110 KJ/mol O catalisador participa em determinadas etapas da reação sendo regenerado nas posteriores.70 Por exemplo. justificando o aumento na velocidade da reação. Por exemplo. e) catalisadores: são substâncias que encontram “caminhos alternativos” para a reação. Em presença de NO2 e velocidade aumenta consideravelmente. envolvendo menor energia (diminuem a Energia de Ativação) e sem serem consumidos no processo. tem velocidade quase nula e uma Eativação de 240 KJ/mol. O diagrama a seguir mostra que a presença do catalisador diminui a barreira energética (Energia de Ativação). aumentam a velocidade das reações porque diminuem a Energia de Ativação.

). conhecidos como conversores catalíticos. 2 SO2(g) + 1/2 O2(g) NO2)g) 2 SO3(g) b) catálise heterogênea: reagentes e catalisador formam um sistema heterogêneo. SO2.. Os gases oriundos da câmara de combustão dos automóveis contém substâncias poluentes (CO. Paládio ou Irídio) que convertem esses gases em substâncias não poluentes ou menos poluentes (CO2. Platina.71 Em função do estado físico de reagentes.) as quais passam através de uma “colméia” cerâmica que contém as substâncias catalíticas (Ródio. N2(g) + 3 H2(g) Fe(s) 2 NH3(g) Obs. diminuindo a poluição atmosférica.. Um importante exemplo de catálise heterogênea ocorre nos dispositivos antipoluição instalados nos sistema de descarga dos automóveis. produtos e catalisador. Nesse caso o Arsênio é chamada de inibidor ou veneno de catálise.. H2S. N2. a catálise é subdividida em dois tipos: a) catálise homogênea: reagentes e catalisador formam um sistema monofásico.: na formação da amônia a presença de Arsênio (As) inibe a ação do catalisador (Fe) tornando a sua eficiência muito reduzida.. . NO.

Respostas: a) 1.D[O2] / D t. Ex e r c íc i o s 1) Na reação: 2 X(g) “ Z(g) .0 mols/minuto 5) Experimentalmente observou-se que a velocidade de formação da substância C. Escreva equações equivalentes a esta em função de todos os componentes. Qual a velocidade média de consumo do H2 ? Resposta: 8.018 0.s) ----0.min 2) Para a reação 4 HBr(g) + O2(g) “ 2 Br2(g) + 2 H2O(g) a equação de velocidade é mais freqüentemente escrita em função do componente de coeficiente unitário. Calcule a velocidade média em termos de a) diminuição na concentração de X em mol/L.s . 10-4 mol/L. b) aumento na concentração de Z em mol/l. velocidade = .s) 4. a concentração de X cai de 0. 1.10 mol/L em 45 minutos. isto é. que é de primeira ordem em relação aos dois reagentes: [A] (mol/L) 0. quando a concentração de A é de 2.0 molsde oxigênio por minuto.450 ----0. 0.0 mols/L.0 0.s b) 4.3 .min.0 mols/L.min. qual a velocidade ? Resposta: 2.300 0.017 L/mol.750 [Z] (mol/L) 0.s.1 mol/L . através da reação 2 A + B “ C é independente da concentração de B e quadruplica quando a concentração de A é duplicada.010 Respostas: 0. 7) Para uma reação envolvendo um só reagente.053 0. qual a expressão da lei de velocidade ? Resposta: v = k [A]2 6) A velocidade da reação de 2a ordem : 2 A “ produtos vale 10. 10-3 mol/l.72 4 .5 .32 ----V (mol/L. Se a concentração baixar para a metade do valor inicial. 3) Complete a seguinte tabela para a reação 2 A(g) + Z(g) “ produtos. os seguintes dados cinéticos da mesma foram obtidos: . a reação de formação de água ocorre com o consumo de 4.800 k (L/mol.5 mols/L.50 para 0.4 .54 mol/L.min. Representando por k a constante de velocidade.s 4) Em determinado experimento.

0 .150 Velocidade (mol/L.20 e 0. Partindo de uma concentração de 0.050 0.26 mol/L.153 - a) Através de um gráfico (10 x 10). b) Pelo gráfico determine k.0 . No entanto se houver um ferimento.050 0.021 0.0 L2/mol2. 11) Quando se adiciona peróxido de hidrogênio (água oxigenada) sobre a pele. Pesquise a respeito da substância presente no sangue que produz esse efeito. 0.050 a) b) c) d) [NO] (mol/L) 0. v = k [NO]2[Cl2]1 . 8.197 0.020 0. . aparentemente nada se observa. Qual a velocidade quando as concentrações de Cl2e NO valem. na temperatura de 450 K: t (min) 0 1 2 3 [EtCl] (mol/L) 0.050 0.020 0. [Cl2] (mol/L) 0.: consulte um professor que atue na área de Bioquímica.190 t (min) 4 8 16 [EtCl] (mol/L) 0.019 0.s .070 Qual a ordem para essa reação ? Resposta: zero 8) Os dados abaixo referem-se à reação de NO com Cl2 para formar NOCl.080 0.min) [reagente] 0.175 0.0 hora.s) 1.090 0.200 0. b) o tempo decorrido para que a concentração se reduza pela metade. na temperatura de 720 K.150 0. 10) A constante de velocidade de primeira ordem para a decomposição do C2H5Cl.0 . em presença de sangue a água oxigenada se decompõe com relativa velocidade. 10-3 3. em papel milimetrado.5 . respectivamente 0.73 V (mol/L. Calcule a constante cinética. Obs.193 0. é de 2.40 mol/L ? Respostas: 2 e 1 . em fase gasosa.200 mol/L calcule: a) a concentração do C2H5Cl após 1.187 0.s 9) Os seguintes dados referem-se à decomposição do cloreto de etila. 10-3 9. demonstre que essa reação é de primeira ordem.100 0. 10-3 min-1. l0-3 Qual a ordem em relação ao NO ? E ao Cl2 ? Escreva a equação de velocidade.

74 12) Como cada um dos seguintes itens afetam a velocidade de uma reação ? a) A passagem do tempo.: consulte um professor que atue na área de Biotecnologia. explique por quê a) uma diminuição na temperatura diminui a velocidade de uma reação. 13) Usualmente diz-se que a adição de uma pequena quantidade de um catalisador produz significativos efeitos na velocidade de uma reação. b) A duplicação da concentração de um reagente nem sempre duplica a velocidade da reação. 15) Pesquise a respeito do que são enzimas e qual o seu papel em relação à velocidade das reações. 19) A adição de um catalisador influi na variação de entalpia de uma reação ? Porque ? 20) Pesquise a respeito da importância da catálise Ziegler-Natta na produção de polímeros como o polietileno. Obs. adicionaram-se algumas gotas de vinagre e deixou-se por uma noite. indicando na ordenada energia e na abcissa tempo de reação. 17) Uma reação apresenta uma variação de entalpia de – 85 kJ/mol e uma energia de ativação de 70 kJ/mol. 14) Com suas próprias palavras. 22) Afim de adoçar mais rapidamente uma xícara de chá devemos utilizar açúcar comum ou açúcar cristal ? Explique. de tal modo que a remoção da mancha possa ocorrer em menor tempo. Explique porque essa afirmativa é verdadeira. Usando apenas água e vinagre. Justifique cada uma das alterações propostas. sem a utilização de catalisador. sugira duas alterações no procedimento. Represente um diagrama dessas energias. c) Um catalisador altera a constante de velocidade. Consulte-os !! 21) Para remover uma mancha de um prato de porcelana faz-se o seguinte: cobriu-se a mancha com meio copo de água fria. 18) Localize no diagrama do exercício anterior o “complexo ativado” da reação. de um modo geral. 16) Pesquise a respeito da constituição (composição) e das principais reações que ocorrem nos catalisadores dos automóveis. c) Adição de um catalisador. Pela adição de um catalisador essa energia de ativação reduziu-se para 45 kJ/mol. Obs: nossa Faculdade tem em seu corpo docente especialistas na área. . b) Diminuição do tamanho de um recipiente para uma reação em fase gasosa. No dia seguinte a mancha havia clareado suavemente.

A combustão da gasolina é uma reação exotérmica que ocorre com uma velocidade elevada em motores a explosão. Porque. O fator que determina essa diferença é A) a concentração. 2 A + B “ produtos apresenta uma lei de velocidade expressa por v = k [A]2 Se a concentração do reagente A for mantida constante e a de B for duplicada. Explique. a velocidade de reação fica multiplicada por um fator igual a A) 0 B) 1 C) 2 D) 4 E) 8 5 . salitre (KNO3) e enxofre. A reação é iniciada por uma faísca proveniente da vela de ignição. levando em conta a velocidade das reações químicas.O processo de oxidação numa esponja de aço é muito mais rápido do que numa lâmina do mesmo material. E) a presença de um catalisador. 3 . C) a ordem da reação. esses sólidos se apresentam sob forma pulverizada (pó) e não apenas colocados em pedaços ? 25) Frascos contendo água oxigenada devem ser guardados em frascos escuros e em locais de baixa temperatura. B) o volume do sistema.75 23) Na digestão de alimentos ocorre uma série de reações químicas. 4 . D) a superficie de contato. C) a faísca age como oxidante enérgico. são apresentados os seguintes: I . B) a reação de combustão da gasolina é lenta a temperatura ambiente. *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 -Se a velocidade de uma reação química é dada pela expressão v = k [A]n diz-se que a reação é de ordem A) A B) 1 C) k D) v E) n 2 .aumento da temperatura do sistema. na pólvora. E) é necessário vencer a barreira representada pela energia de ativação.Como maneiras eficientes de aumentar a velocidade de uma reação química. através da alteração de fatores energéticos. porque é benéfico mastigar bem os alimentos ? 24) A pólvora negra é uma mistura de três sólidos: carvão. Explique tais recomendações. D) a combustão só ocorre em presença de oxigênio atômico. porque A) a gasolina só queima a temperaturas elevadas.A reação: .

7 . D) apenas I e IV.Para alguns cientistas. em função da concentração do reagente A.O estudo cinético para a reação A “ B está representado no gráfico da velocidade de reação (v).[B] C) k.[B] 8 . entre as quais as empregadas como propelentes em aerossóis.diminuição do volume do sistema. acelera a destruição da camada de ozônio da atmosfera de acordo com o seguinte mecanismo: Cl(g) + O3(g) “ ClO(g) + O2(g) ClO(g) + O(g) “ Cl(g) + O2(g) Por isso.[A]. III .76 II . o cloro atômico age como A) ativador.[A]2 D) k.Para a reação . IV . II.[A]2. D) veneno de catálise. Quais são corretas ? A) apenas I e II. E) I. E) promotor. C) catalisador. A expressão matemática da lei de velocidade para esta reação é A) k. B) apenas II e IV.adição de um catalisador. C) apenas I e III. o cloro atômico proveniente de certas substâncias. III e IV.aumento da concentração dos reagentes. B) inibidor. 6 .[B] B) k.[A]4 E) k.[A]4. 2 A(g) + B(g) “ C(g) verifica-se experimentalmente que a velocidade de formação de C independe da concentração de B e é quadruplicada quando dobra a concentração de A.

A reação 0 1.90 20 0. 10-2 C) 9.A isomerização de 1.2-dicloroeteno Nos primeiros 10 minutos de reação a velocidade média de isomerização em mol/min é A) 8.00 . 10-2 D) 1.25 .2-dicloroeteno foi realizada em um frasco fechado.77 v A A partir desse gráfico pode-se dizer que a lei de velocidade para esta reação é A) v = k. 10 . D) muda o mecanismo da reação.0 mol de 1. 102 E) 1. nas condições ambientes.[A] C) v = k D) v = k / [A] E) v = k / [A]2 H2 + 1/2 O2 “ H2O é espontânea e pode ocorrer de maneira explosiva. 10-3 B) 1. Em locais onde se trabalha com o gás hidrogênio é rigorosamente proibido fumar ou produzir fagulhas ou fogo.00 .00 10 0. B) consome rapidamente a energia liberada na reação. 102 .00 .00 .2-dicloroeteno B cis-1. C) fornece a energia de ativação necessária para que a reação ocorra. aumentando a sua velocidade.81 30 0.[A]2 B) v = k. diminuindo a velocidade da reação. E) torna a reação mais endotérmica. pois a chama A) consome o hidrogênio. que ocorre mais rapidamente.73 A trans-1. obtendo-se os seguintes valores de conversão em função do tempo: Tempo (min) mols de A 9 .

C) aumenta a energia de ativação e aumenta o DH da reação. na qual todos os componentes encontram-se em mesma fase: A + B “ C + D tem-se o seguinte diagrama H A+B C+D caminho da reação O uso do catalisador adequado A) diminui a energia de ativação e aumenta o DH da reação. . . 4. 5.Considere a seguinte reação genérica. . . 3. . 0. sendo representada pela equação: 2 A(g) + B(g) “ 2 C(g) + D(g) Mantendo-se a temperatura e a massa constantes e reduzindo-se à metade os volumes de A(g) e B(g). 7. . C) quadruplica. 6. B) diminui a energia de ativação e diminui o DH da reação.O gráfico a seguir representa a variação de concentração de um radioisótopo com o tempo concentração 8. . 2. 12 . 1. E) diminui a energia de ativação e mantém o DH constante. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 tempo(min) .78 11 . . B) fica reduzida à metade. . D) fica oito vezes maior E) fica quatro vezes menor. D) aumenta a energia de ativação e mantém o DH constante. . a velocidade da reação A) duplica. 13 .Uma reação é de primeira ordem em relação ao reagente A e de primeira ordem em relação ao reagente B.

Uma das reações que pode ocorrer no ar poluído é a reação do dióxido de nitrogênio com o ozônio. 15.A poluição é uma das causas da destruição da camada de ozônio. D) 25 kcal/mol. 30. 10. é possível afirmar que a reação em questão possui uma energia de ativação de Arrhenius de aproximadamente A) 5 kcal/mol. E) 40 kcal/mol. . a velocidade da reação A) quadruplica. . .[O3] Se a concentração de NO2 (g) for duplicada. C) 20 kcal/mol. . . .O gráfico a seguir refere-se a uma reação genérica A + B “R + S energia (kcal/mol) 40.79 A observação do gráfico permite afirmar que a meia-vida do radioisótopo é igual a A) 1 min B) 2 min C) 4 min D) 5 min E) 10 min 14 . representada abaixo. 05. C) duplica. mantendo-se constantes todos os outros fatores. D) permanece constante E) triplica . 20. . 2NO2(g) + O3(g) “ N2O5(g) + O2(g) Essa reação apresenta uma lei de velocidade expressa por: v = k [NO2]. . caminho da reação A partir das informações contidas na gráfico. . . B) 15 kcal/mol. 35. . . 25. B) reduz-se à metade. 15 .

80

16 - Amônia é produzida industrialmente através do processo Haber, equacionado por N2(g) + 3 H2(g) “ 2 NH3(g) Colocando-se em um reator, nitrogênio e hidrogênio, obtiveram-se os seguintes dados cinéticos, em minutos e mol/L t (min) 0 10 [N2] (mol/L) 0,50 0,45 [H2] (mol/L) 1,50 1.35 [NH3] (mol/L) ...... 0,10

Calculando-se a velocidade média da reação, em relação do nitrogênio consumido, em mol/L.min, obtém-se A) 3,4 . 10-6 B) 1,0 . 10-4 C) 2,3 . 10-2 D) 5,0 . 10-3 E) 1,5 . 10-2 17 - Amostras de magnésio foram colocadas em soluções aquosas de ácido clorídrico de diversas concentrações e temperaturas, havendo total consumo do metal e desprendimento de hidrogênio gasoso. Observaram-se os seguintes resultados Amostra
Massa de magnésio consumida (g) Tempo de reação (min)

I II III IV

0,20 2,00 4,00 4,00

1 5 10 20

Pela análise dos dados contidos na tabela acima é correto afirmar que A) a velocidade média da reação na amostra I é maior que amostra II. B) a quantidade de hidrogênio desprendida na amostra II é maior do que na amostra IV. C) a velocidade média de reação na amostra III é igual à da amostra IV. D) a velocidade média de reação na amostra IV é a metade da velocidade média de reação na amostra II. E) a quantidade de hidrogênio desprendido na amostra III é menor do que na amostra IV. 18 - A reação entre os gases representados na equação a seguir tem grande importância na química ambiental. 2 CO(g) + O2(g) 2 CO2(g) Essa reação apresenta uma lei de velocidade expressa por v = k .[CO]2.[O2] Se a concentração de CO(g) for duplicada e a concentração de oxigênio for reduzida à metade, mantendo-se constantes todos os outros fatores, a velocidade da reação

81

A) B) C) D) E)

duplica. quadriplica. reduz-se à metade. permanece constante. triplica.

19 - A reação NO + ½ Br2 “ NOBr apresenta uma lei experimental de velocidade expressa por v = k.[NO]2.[Br2] . A partir dessa informação, é possível afirmar que A) a reação apresenta ordem 3/2. B) a equação dada corresponde a um processo elementar trimolecular. C) a velocidade da reação quadruplica quando a concentração de NO é dobrada. D) a concentração de Br2 não tem influência na velocidade da reação. E) a velocidade da reação é sextuplicada ao se dobraram as concentrações de ambos os reagentes. 20 - A reação entre persulfato e iodeto, a 250 C, é representada pela equação química S2O8-2(aq) + 3 I-(aq) “ 2 SO4-2(aq) + I3-(aq) e apresenta uma lei de velocidade, determinada experimentalmente, dadas pela expressão v = k . [S2O8-2(aq)] . [I-(aq)] A partir dessas informações, considere as afirmações a seguir, IA reação é de oxirredução. II A reação apresenta uma cinética de segunda ordem. III - A velocidade da reação é diretamente proporcional à concentração dos reagentes. IV - A velocidade de consumo do S2O8-2(aq) é três vezes maior que a de I-(aq). Quais estão corretas ? A) Apenas I. B) Apenas II e IV. C) Apenas III e IV. D) Apenas I, II e III. E) Apenas II, III e IV.

82

4 .4 . EQU I L Í B RI OS (QU Í M I CO E I ÔN I CO)
4.4.1. QUÍMICO ***RQ Irreversíveis (ou completas) São reações que ocorrem num só sentido. Não havendo excesso estequiométrico os reagentes são integralmente transformados em produtos. Considera-se que as mesmas tenham rendimento 100%. ex.: reações de combustão e de neutralização.

R £“ P
*** RQ Reversíveis (ou incompletas) São reações que podem ocorrer no sentido direto e inverso da reação. Ao “término” da reação resta certa quantidade de reagente não transformado (rendimento inferior a 100 %). São comuns em transformações orgânicas. ex.: esterificações,...

R

P

Nestas reações há uma velocidade direta, de formação de produtos, a qual vai decrescendo e uma velocidade inversa, de regeneração de reagentes, que vai aumentando, até o instante em que estas duas velocidades se tornam iguais. Este momento é chamado EQUILÍBRIO, o qual pode ser homogêneo ou heterogêneo, em função da composição do sistema: Exemplos: 2 NH3(g) N2(g) + 3 H2(g) (homogêneo) (fase gasosa)

CH3COOH(aq) + C2H5OH(aq) CH3COOC2H5(aq) + H2O(l) (fase aquosa) (homogêneo) CaCO3(s) CaO(s) + CO2(g) (heterogêneo) (gases e sólidos) (sólido, líquido e gases)

6 CO2(g) + 6 H2O(l) C6H12O6(s) + 6 O2(g) (heterogêneo) Para a reação homogênea:

CO(g) + H2O(g)

CO2(g) + H2(g)

produtos e das velocidades direta e inversa podem ser assim representadas: Concentração (mol/L) Reação com baixo rendimento [CO] = [H2O] [CO2] = [H2] tempo Concentração (mol/L) Reação com alto rendimento [CO2] = [H2] [CO] = [H2O] tempo .83 as variações de concentração de reagentes.

[B]b c i Kc = constante de equilíbrio em função de concentrações molares.84 velocidade vdireta vdireta = vinversa equilíbrio químico vinversa tempo tempo decorrido para a reação entrar em equilíbrio Para uma reação genérica.[Y] = K k [A]a . em equilíbrio: aA + bB xX + yY e (homogênea) vdireta = kdireta[A]a[B]b no momento do equilíbrio vinversa = kinversa[X]x[Y]y vd = vi = kd[A]a[B]b = ki[X]x[Y]y isolando os termos semelhantes k x y d = [X] . Quando dos componentes forem gasosos a constante de equilíbrio pode ser calculada em função das pressões parciais exercidas pelas substâncias gasosas. . na seguinte forma: Kp = constante de equilíbrio em função de pressões parciais.

a relação entre Kp e Kx pode ser estabelecida.X Kx = X Y X a . V m1 / V = M’ = m1 ’ / M . porque a medida que a massa de um sólido vai se reduzindo e transformando-se num produto o seu volume também reduz. PD n Nos equilíbrios heterogêneos. resultando em Kp = Kx . a constante de equilíbrio não inclui os componentes sólidos.85 Como a pressão parcial de um componente depende da sua concentração em fase gasosa. Mas: M = m1 / M . mantendo constante a concentração do mesmo. V’ m1 ’ / V’ = const ant e .(a + b) A constante de equilíbrio também pode ser expressa em função das frações molares dos constituintes.X b A B Kx = constante de equilíbrio em função de frações molares Do mesmo modo que Kc e Kp. Desse modo teremos: y X x . podemos estabelecer a seguinte relação entre Kc e Kp: Kp = Kc (RT)Dn onde: R = constante geral dos gases T = temperatura absoluta Dn = diferença entre os coeficientes dos produtos e reagentes (gasosos) ***** Dn = (x + y) .

2.a adição de um componente (R ou P) desloca o equilíbrio no sentido do consumo dos mesmos. Exemplo: síntese da amônia N2(g) + 3 H2(g) 2 NH3(g) A constante de equilíbrio será obtida pela expressão: Kc = [NH3]2 / [N2]. œ Influência das variações nas Concentrações: . Resumindo: Se [N2] ’ então Kc ” . para que a constante assuma novamente o valor inicial o equilíbrio desloca-se no sentido do consumo do reagente adicionado. para que a constante reduza seu valor a amônia em excesso deverá ser decompor (parcialmente) formando H2 e N2.4. o equilíbrio se desloca para consumir N2 . deslocando o equilíbrio no sentido dos reagentes. . N2 ou H2. formando mais produto e aumentando o valor de Kc. ¥ ¥ se adicionarmos NH3 o numerador da expressão aumenta e a constante. a remoção de um componente desloca o equilíbrio no sentido de sua regeneração.86 Portanto: M CaCO3(s) Kc = [CO2] = M’ CaO(s) + CO2(g) e Kp = PCO2 4.variações na pressão. também. por exemplo.[H2]3 se adicionarmos. o denominador da expressão aumenta e a constante de equilíbrio diminui.variações nas concentrações de R ou P.variações na temperatura. . Deslocamento do Equilíbrio Químico (Principio de Le-Chatelier à fuga ante a força) As reações em estado de equilíbrio podem sofrer modificações nos mesmos em função de três fatores: .

o aumento da pressão desloca o equilíbrio (gasoso) no sentido do menor volume. o que provoca um deslocamento do equilíbrio no sentido direto da reação.se aumentarmos a pressão o equilíbrio será deslocado no sentido da formação da amônia (menor número de mols e menor volume). ou seja.o aumento da temperatura. a redução da temperatura (resfriamento). o equilíbrio se desloca para consumir NH3 œ Influência das variações na Pressão: . a partir do N2 e H2 ocorre uma diminuição no no de mols gasosos (contração de volume): contração de volume expansão de volume N2g) + 3 H2(g) 2 NH3(g) . desloca o equilíbrio no sentido Exotérmico do mesmo. ou seja. numa reação em equilíbrio. do maior número de mols. a redução da pressão desloca o equilíbrio no sentido do maior volume. do menor número de mols.87 Se [NH3] ’ então Kc ’ . . Na formação da amônia. œ Influência das variações na Temperatura: . N2g) + 3 H2(g) libera calor absorve calor 2 NH3(g) DH < 0 Para obter um maior rendimento na produção de amônia devemos resfriar o sistema. desloca o mesmo no sentido Endotérmico.

3.0 . *** Dissociação de ácidos fracos. IÔNICO Neste caso.: HCl H+ + ClKa @ 107 ----------------------------------------------H H + + + + Cl - - H + Cl + - H - + Cl H + - H Cl - + Cl + - Cl HCl H Cl H + H Cl HCl + H Cl Cl Cl - - H H + + - Cl H Cl H + Cl H Cl - (predominância de íons) . portanto “pouco ácida” quando comparada com outra de igual concentração de um ácido muito dissociado (ex.: HCN H+ + CN- Ka = [H+] [CN-] / [HCN] = 4. além de espécies moleculares encontramos espécies iônicas entre os componentes.88 4. 10-10 -------------------------------------------------HCN HCN HCN HCN H + HCN CN - HCN HCN HCN H + HCN HCN HCN CN - HCN HCN HCN HCN HCN (predominância de moléculas) A solução apresente pequena quantidade de íons “disponíveis” sendo. ex. Num ácido fraco a dissociação é muito reduzida o que significa uma pequena quantidade de íons presentes e uma grande quantidade de moléculas não dissociadas. ex. HCl). É o caso particular dos equilíbrios de dissociação de ácidos e bases fracas e da água.4.

0 (um) e.2 . aproximadamente igual a 1. [ A.: NH4OH NH4+ + OH- Kb = [NH4+] [OH-] / [NH4OH] = 4. a concentração molar e o grau de dissociação (a) pode ser estabelecida a partir do seguinte. ex.aM aM H+ [ H+ ] aM + A[ A. Com as bases sucede-se o mesmo que em relação aos ácidos fracos. A relação entre a constante de dissociação (Ka ou Kb). portanto a expressão se resume a Ka = a2 M . Considere a dissociação genérica de um ácido (ou base) fraca: HA [ HA ] M M .a) será.a Quando o valor da constante de dissociação (Ka ou Kb) for muito pequeno. portanto. Ka = [ H+ ] . água) a uma solução de um ácido ou base fraca o seu grau de dissociação (a) aumenta e. No entanto a constante de dissociação (Ka ou Kb) será um critério mais “confiável” visto que a mesma não se modifica com a diluição. 10-4 Obs. (aM) / M .] / [ HA ] = (aM) .aM Ka = a2 M / 1 . o que indica fraca dissociação do ácido ou da base. o denominador da fração (1 . tal parâmetro não é totalmente adequado para caracterizar a “força” de um ácido ou de uma base. ainda.: quanto menor o valor de Ka ou Kb mais fraco o ácido ou a base! *** Lei da Diluição de Ostwald (1893) Quando adicionamos um solvente (por exemplo.89 *** Dissociação de bases fracas.] aM Inicio Equilíbrio Dissocia A constante de dissociação (Ka) será obtida por: ou.

Soren Peer Lauritz Sörensen.5 mol/litro. para evitar o uso de expressões matemáticas com expoentes negativos.] = [H+][OH-] = 1.10-16 .. 10-5.55. propôs um artificio matemático. mol/L..0 litro e m1 = 1000 g = 1.4.: [H+] = 10-5 e [OH-] = 10-9 II .0 kg) I . introduzindo os conceitos de pH e pOH: . A água dissocia-se fracamente.55 = 1.4.1 .V Portanto: Kágua [55.: [H+] = 10-11 e [OH-] = 10-3 4.90 Exemplo: calcule o grau de dissociação do ácido acético (CH3COOH). Kágua Kágua = [H+] [OH-] / [H2O] = 1. segundo o equilíbrio: H2O H+ + OH- Medidas de Condutividade Elétrica permitem estabelecer o valor desta constante.61 % *** Dissociação da água.81. 10-16 (250 C e 1 atm) Como a dissociação é muito pequena.85 . para uma concentração molar 0.001. pode-se admitir que a concentração molar da água é constante e vale 55.55. Conceitos de pH e pOH Em 1909. o químico dinamarquês. Resposta: a = 6.para soluções básicas: ex. Lembrando: **M = m1/ M1 . sabendo que a sua constante de dissociação (Ka) vale 1.81 .10-14 @ 10-14 Ä Kw = Produto iônico da água = 10-14 (250 C e 1 atm) como [H+] = [OH-] Ã 10-7 mols/litro (água pura) (para V = 1. 10-3 ou a% = 0. 55.para soluções ácidas: [H+] > [OH-] [H+] < [OH-] ex.

: . ocorrendo a liberação de íons H+ ou OH-.numa solução alcalina: [H+] = 10-14 Ã pH = 14 e [OH-] = 100 = 1. .numa solução ácida: [H+] = 10-3 Ã pH = 3 e [OH-] = 10-11 Ã pOH = 11 e [OH-] = 10-7 Ã pOH = 7 .5. Na realidade a hidrólise ocorre com o íon derivado do ácido ou da base fraca. .assim como o equilíbrio químico. valendo os mesmos princípios.quando o ácido ou a base forem fortes [H+] = [ácido] e [OH-] = [base]. também o equilíbrio iônico pode ser deslocado. Assim: .91 pH = potencial Hidrogeniônico = . ácida ou básica.log10 [OH-] Estes conceitos permitem expressar a acidez ou alcalinidade de soluções diluídas (entre os limites de 1.log10 [H+] pOH = potencial Hidroxiliônico = . .0 Ã pOH = 0 Obs. ocorrendo com sais derivados de ácidos ou bases fracas.Kw = Produto iônico da água = 10-14 (constante) = [H+][OH-].pH + pOH = 14.4. .0 mol/L para os íons H+ ou OH-). 4. Hidrólise é a reação inversa à neutralização. Reações de Hidrólise Quando um sal é dissolvido em água.na água pura: [H+] = 10-7 Ã pH = 7 . verifica-se que a solução resultante pode ser neutra. devido à possibilidade de reação de hidrólise do sal.

sal de base forte à à solução ácida (pH < 7) solução básica (pH > 7) Exercício.+ H2O H2CO3 + OHÄ o íon hidroxila é liberado (aumenta o pH) A hidrólise modifica o pH das soluções !!! Em resumo: . Escreva as equações de hidrólise dos sais abaixo.sal de ácido forte .92 a) hidrólise de sal derivado de ácido forte com base fraca. indicando a tendência do pH resultante: NaNO3 CuSO4 KCN NaCl CaCO3 NH4Cl . NaHCO3 + H2O Ä NaOH + H2CO3 Ä Ä principal constituinte do sal de frutas (base forte) H2O + CO2 HCO3. NH4Cl + H2O NH4+ + H2O NH4OH + HCl NH4OH + H+ Ä (ácido forte) íon hidrogênio é liberado (diminui o pH) b) hidrólise de sal derivado de ácido fraco com base forte.

diminuindo a dissociação do HCN. a adição de íons H+ irá deslocar o equilíbrio no sentido de consumi-lo.4. como conseqüência. pela formação de H2O. ás vezes. NH4OH(aq) NH4+(aq) + OH-(aq) Se adicionarmos íons comuns ao equilíbrio (NH4+ ou OH-) o mesmo irá se deslocar no sentido de reduzir a dissociação da base fraca. aumentando a dissociação do NH4OH e. por ser comum ao equilíbrio também irá deslocálo no sentido de diminuir a dissociação do HCN. HCN(aq) Exercício H+(aq) + CN-(aq) Qual o efeito da adição de NH4Cl sobre o equilíbrio da dissociação do hidróxido de amônio (NH4OH) ? Também merece ser analisado o deslocamento provocado pela adição de um íon não-comum ao equilíbrio. o iônico também pode se deslocado sendo que a forma mais freqüente de deslocamento é pela adição de uma espécie iônica comum (e. Considerando. b) se adicionarmos NaCN. considerando a dissociação de um ácido fraco. também irá diminuir a acidez da solução em virtude do consumo dos íons H+. representado conforme abaixo: NH4OH(aq) NH4+(aq) + OH-(aq) . a dissociação da base fraca NH4OH. íons H+. como o HCN: HCN(aq) H+(aq) + CN-(aq) a) se adicionarmos um ácido qualquer a essa solução.93 4. Assim. por exemplo. a concentração de íons NH4+ na solução. estes irão consumir os íons OH-. consequentemente. não-comum) ao equilíbrio. na comparação com o deslocamento do equilíbrio químico. correspondendo à adição ou retirada de um componente. ou seja. o íon Na+ não irá exercer efeito significativo ao sistema mas o ion CN-. No entanto se adicionarmos ao sistema um ácido qualquer. mas que possa provocar algum tipo de reação com íons presentes no mesmo. Nesse caso. deslocando o equilíbrio no sentido de regenerálos. DESLOCAMENTO DO EQUILÍBRIO IÔNICO (Efeito do íon comum) Do mesmo modo como foi visto no equilíbrio químico.6.

propuserem uma teoria mais ampla relativa aos conceitos de ácidos e bases.. os físicoquímicos J. sendo que podemos encontrar reações ácido-base que ocorrem até mesmo sem a presença de um solvente. é muito restrita. sendo: Assim. Tais conceitos evidenciam-se em sistemas iônicos em equilíbrio.. porque não se restringe a soluções aquosas.7. em função dos íons H+ e OH. Brönsted (Dinamarca) e H. nos equilíbrios abaixo: ácido 1 HCl + + + base 1 H2O ácido 2 H3O+ + + + base 2 Cl- ácido 1 HCN base 1 H2O ácido 2 H3O+ base 2 CNOH- base 1 NH3 ácido 1 H2O ácido 2 NH4+ base 2 O conceito de Brönsted-Lowry é mais geral do que o conceito de Arrhenius. independentemente. . Além do conceito de S. em 1923. proposta por Arrhenius. ÁCIDOS E BASES DE BRÖNSTED – LOWRY E LEWIS A definição de ácidos e bases. aplicável a qualquer solvente (não apenas água) e alguns íons. Arrhenius sobre ácidos e bases. H2O e H3O+.94 4. pelo americano G.bases = qualquer espécie química que recebe prótons (H+).4. em função da reação que participam.. em 1917. . Outra abordagem foi proposta. Lowry (Inglaterra). *** substâncias que. Observações importantes sobre a Teoria Protônica *** as espécies que diferem entre sí de apenas um próton (H+) são chamadas de conjugados ou pares conjugados (HCl e Cl. *** nos conjugados se o ácido é forte a base conjugada é fraca e se o ácido é fraco a base conjugada é forte. a) Teoria Protônica (Brönsted-Lowry) Segundo essa teoria : .em água. Lewis.. podem comportarse tanto como ácidos ou bases (é o caso da água no 10 e 30 exemplos) são denominadas anfipróticas.). porque limita a discussão do fenômeno ácido-base somente a soluções aquosas.ácidos = qualquer espécie química que libera ou doa prótons (H+).

95 b) Teoria Eletrônica (Lewis) Segundo essa teoria a atenção principal é focalizada na base. destacam-se as espécies catiônicas (H+. Como ácidos. a 225o C ? b) em qual das temperaturas mencionadas as concentrações dos reagentes e dos produtos. que não completam o octeto (BF3.080 995 1. etc).455 825 1. Ex e r c íc i o s ácido BF3 base :NH3 1) A reação reversível em fase gasosa: CO + H2O À CO2 + H2 admite os seguintes valores para a constante de equilíbrio Kc T (o C) Kc 225 0.760 Partindo-se de uma mistura equimolar de CO e H2O: a) quais os compostos predominantes no equilíbrio. no equilíbrio. etc) e moléculas deficitárias de elétrons . a) Escreva a expressão que representa a constante de equilíbrio. Na+. isto é. etc). de Fe+3 é 0.007 425 0.1 mol/L. Resposta: b) 5. 10-13 mol/L . Neste sentido moléculas que “doam” elétrons através de ligações coordenadas ou dativas serão consideradas bases segundo a teoria de Lewis.0 . I-. sendo definida como uma substância que pode doar um par de elétrons para formar a ligação covalente e o ácido como a substância que pode aceitar um par de elétrons para formar a ligação.1 mol/L. são aproximadamente iguais ? 2) Considere a seguinte equação de oxi-redução: Ce+4aq) + Fe+2(aq) À Ce+3(aq) + Fe+3(aq) A constante de equilíbrio da reação é igual a 2. AlCl3.1 mol/L e a de Fe+2 é 0. as amidas (R – CO – NH2) e as espécies aniônicas (Cl-. Ca++. as aminas (R – NH2). 1011. b) Calcule a concentração de íons Ce+4 que existe em equilíbrio em uma solução cuja concentração de Ce+3 é 0. OH-. Br-. Exemplo: BF3 + :NH3 5 .109 625 0.0 . Destacam-se a amônia (NH3).

b) adicionar íons H+.0 litro. como indicado na equação: N2O4(g) À 2 NO2(g). a) adicionar íons OH-.+ H+ À CO2 + H2O + N2 representa a reação que ocorre em solos pouco aerados e envolve a redução de nitrato a nitrogênio. 10-3 mol/L 6) Em um recipiente de 1.0 . a 575o C.0 mol de H2 e 1. representa uma espécie química capaz de aumentar a concentração do NO3no equilíbrio. Estabelecido o equilíbrio.25 atm2. produzindo gás carbônico. nas condições ambientes. a concentração de NO2 foi de 0. de acordo com a reação representada pela equação: 2 NaHCO3(s) À Na2CO3(s) + CO2(g) + H2O(g). c) absorver CO2. Atingindo-se o equilíbrio a análise do sistema mostrou que 0. em meio ácido. qual das alternativas abaixo.0 litros. e) consumir água.060 mol/L. conhecido como desnitrificação.54 mol/L 5) N2O4 e NO2. a) Escreva a expressão matemática para a constante de equilíbrio em termos das pressões parciais (Kp). colocou-se 1.5 atm. em um recipiente de 1.20 mol de HBr está presente. atingirem a condição de equilíbrio. Assinale e apresente uma justificativa. observa-se que a constante do mesmo vale 49. 4) Se 1. em temperatura adequada. O fenômeno. Calcule o valor da constante Kc.0 litro. gases poluentes do ar. o PCl5 se decompôs em PCl3 e Cl2. em presença de carboidratos.0 mol de I2. Em fase gasosa.50 mol de N2O4 em um recipiente de 2. Quais as pressões parciais do CO2 e da H2O no equilíbrio ? Resposta: ambas 0. b) A constante de equilíbrio. quando as pressões são medidas em atmosferas. na temperatura de 125o C. d) reagir com N2.96 3) Um mol de H2 e um mol de Br2 são colocados em um recipiente de 10 L de capacidade.0. .pelas plantas.20 mols/L 7) Bicarbonato ácido de sódio sólido é usado como fermento químico porque se decompõe termicamente. vale 0. prejudica a fixação de NO3. Em uma experiência. Qual o valor da constante desse equilíbrio ? Resposta: 5. Qual a concentração de HI no equilíbrio ? Resposta: 1. introduziu-se 1. em temperatura tal que o reagente se encontra 80% dissociado. Qual a constante de equilíbrio desse sistema ? Resposta: 3. 8) A equação química não balanceada: C6H12O6 + NO3.0 mol de PCl5. encontram-se em equilíbrio. em termos das pressões parciais.

à 475 K. que podem contribuir para tal fato são: 1o) o aumento da pressão parcial de O2. genéricamente representada a seguir: composto orgânico + O2(g) À CO2(g) + H2O(v) + calor Observe que o deslocamento do ponto de equilibrio da reação pode tornar a combustão mais intensa. pode ser calculada a partir de grandezas termodinâmicas.0 . em condições padrão vale – 140. para uma reação gasosa. entre outros.01 L/mol.G ¦ RT Para a reação gasosa: 2 NO2(g) À N2O4(g) a variação de energia de Gibbs.48 gramas de NO2 e 2. Resposta: Kc = 2. Explique porque esses dois fatores deslocam o equilíbrio no sentido da combustão ? 11) Em um recipiente de 500 mL encontram-se em equilíbrio 0.02 mol/L de Cl2. segundo a expressão: Kp = e . 12) Partindo de 0. segundo a equação: 2 NO2(g) À N2O4(g). a reação: 2 NOCl À 2 NO + Cl2 produz 0. 2o) a baixa umidade relativa do ar em dias quentes. Resposta: 3.64 .0 gramas de N2O4.388 mol/L de NOCl. Dois fatores. Qual a constante de equilíbrio ? Resposta: K = 0.00 kJ/mol. Calcule a constante Kp. particularmente a Energia de Gibbs. representada pela equação abaixo. 10-4 mol/L 13) O valor assumido pela constante de equilíbrio de uma reação nos dá uma idéia de sua “extensão”. Que relações podemos fazer entre o rendimento de uma reação e um a) valor elevado de constante Kc ? b) valor reduzido de constante Kc ? 14) A constante de equilíbrio em função das pressões parciais. isto é. é muito importante em certos processos metalúrgicos: C(s) + CO2(g) À 2 CO2(g) DH = 174 kJ/mol de C Qual o efeito sobre o equilíbrio se: a) adicionarmos C sólido ? b) aumentarmos a temperatura ? c) introduzir um catalisador adequado a essa reação ? 10) Uma das causas de incêndios em florestas é a combustão espontânea de compostos orgânicos.97 9) A reação de transformação do dióxido de carbono em monóxido de carbono. Calcular Kc. ao atingir o equilíbrio. do avanço dos reagentes em direção dos produtos. 1024 .

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15) Metanol, CH3OH, é obtido comercialmente pela reação abaixo: CO(g) + 2 H2(g) À CH3OH(g) A uma certa temperatura o valor da constante de equilíbrio, Kc, é numericamente igual a 7,3. Em que sentido a reação será deslocada quando a mistura inicial contiver a) 0,80 mol/L de CO e 1,5 mol/L de H2 ? b) uma mistura gasosa de de 0,90 mol de metanol, 0,45 mol de CO e 0,45 mol de H2, num recipiente de 3,0 L ? 16) O ácido clorídrico pode ser considerado como totalmente dissociado em solução aquosa. Se um volume de 10 litros de solução desse ácido contém 102 mols de ácido dissolvidos, qual o valor do pH ? Resposta: pH = 3 17) Foram adicionados 99 litros de água destilada a 1,0 litro de uma solução de NaOH, de concentração 0,1 mol/L. Qual o pH da solução alcalina após a diluição? Resposta: pH = 11 18) O ácido carbônico apresenta uma fraca dissociação, observada pelo reduzido valor da sua constante de dissociação, Ka = 4,2 . 10-7. Qual a concentração, aproximada dos íons H+, considerando-o como um monoácido, partindo de uma solução inicial 0,1 mol/L desse ácido ? 19) Ácido cítrico é 8,6% dissociado em uma solução preparada pela dissolução de 0,1 mol desse ácido para 1,0 litro de solução final. Calcule Ka para o ácido cítrico. Resposta: 8,1 . 10-4 20) O bicarbonato de sódio (NaHCO3) é “incorretamente” chamado de carbonato ácido de sódio, pela presença de hidrogênio na fórmula. Esse sal é o principal constituinte dos antiácidos estomacais do tipo “sal de frutas”. Explique porque o mesmo atua como antiácido no nosso organismo. De que modo o equilíbrio de dissociação do bicarbonato é afetado pelos íons H+ presentes no suco gástrico ? *** Testes de nivelamento (não serão corrigidos ou comentados) 1 - A tabela abaixo fornece os valores das constantes de ionização de alguns ácidos, em solução aquosa e 250C. Ácido fluorídrico acético cianídrico fórmico Ka 6,70 . 10-4 1,76 . 10-5 4,93 . 10-10 1,77 . 10-4

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A análise dos dados da tabela permite afirmar que A) para soluções aquosas de mesma concentração, o pH do ácido acético é menor do que o fórmico. B) entre os ácidos apresentados, o mais forte é o cianídrico. C) a concentração de íons H+ é maior na solução de ácido cianídrico do que na de ácido fluorídrico, em soluções de mesma concentração. D) o ácido acético é mais fraco que o fluorídrico. E) as soluções aquosas de qualquer um desses quatro ácidos apresentam pH maior do que 7,0. 2 - Numa dada temperatura aqueceram-se 6,0 mols de HI num recipiente fechado. Ao se estabelecer o equilíbrio H2 + I2 2 HI verificou-se a presença de 1,5 mols de HI. O grau de dissociação do HI, na temperatura dada, é A) 15% B) 25% C) 60% D) 75% E) 85% 3 - Uma solução aquosa A tem pH igual a oito e uma solução aquosa B tem pH zero. Isto significa que as soluções A e B são, respectivamente, A) fracamente alcalina e fortemente ácida. B) fracamente alcalina e neutra. C) fortemente alcalina e fracamente ácida. D) fracamente ácida e fracamente alcalina. E) fortemente ácida e neutra. 4 - Na ionização do ácido clorídrico em solução aquosa, representada por HCl + H2O H3O+ + Cla água se comporta como A) um ácido de Brönsted-Lowry. B) uma base de Brönsted-Lowry. C) um ácido de Arrhenius. D) uma base de Arrhenius. E) um ácido de Lewis. 5 - Em um sistema químico isotérmico ocorre a reação genérica reversível A(aq) + B(aq) C(aq) + D(aq) Partindo-se de 3 mols de A e de 3 mols de B, verifica-se que, atingindo o equilíbrio, a quantidade de A presente no sistema é 1/3 da quantidade inicial. A constante de equilíbrio Kc para esse sistema é A) 9 B) 4 C) 2 D) 1/2 E) 1/4

6 - O pH de uma solução aquosa onde a concentração de íons hidroxila é de 0,01 mol/L é igual a A) 0,01 B) 2 C) 10 D) 12 E) 13,99

100

7 - Se a concentração de íons hidroxila, em uma solução aquosa, for reduzida a um décimo do valor original, o pH da solução A) aumentará de 10 unidades. B) permanecerá inalterado. C) será reduzido à metade. D) aumentará de 1 unidade. E) diminuirá de 1 unidade. 8 - A reação química que apresenta constante de equilíbrio genericamente representada por Kc = [X] / [Y].[Z]1/2 será A) B) C) D) E) C(s) e O2(g) H2(g) e O2(g) N2(g) e O2(g) SO2(g) e O2(g) P4(s) e O2(g)
REAGENTES PRODUTO

CO2(g) H2O2(l) NO(g) SO3(g) P2O5(s)

9 - Dentre os sistemas em equilíbrio apresentados abaixo, o que se desloca da direita para a esquerda quando se faz diminuir a pressão é 2 CO2(g) A) 2 CO(g) + O2(g) B) 2 NH3(g) N2(g) + 3 H2(g) C) N2O4(g) 2 NO2(g) D) CO2(g) + H2(g) CO(g) + H2O(g) E) CaCO3(s) CaO(s) + CO2(g) 10 - A única das espécies abaixo que, ao ser dissolvida em água, resulta em uma solução com pH menor do que o solvente puro é A) NaCl B) Na2CO3 C) CaCl2 D) NH3 E) (NH4)2SO4 11 - Uma constante de equilíbrio elevada significa que A) o equilíbrio é atingido rapidamente. B) a velocidade da reação direta é muito maior do que a velocidade da reação inversa. C) a concentração dos reagentes será bem menor que a de produtos da reação ao ser atingido o equilíbrio. D) a reação é irreversível. E) o equilíbrio não pode ser deslocado por modificação das concentrações. 12 - Ao adicionarem-se 99 mL de água a 1,0 mL de NaOH 0,01 M, verifica-se que o pH da solução A) não se altera. B) aumenta de 2 para 4. C) diminui de 10-2 para 10-4. D) aumenta de 10-2 para 102.

2.acetato de sódio 6 . 4 e 5 16 . 3 e 6 . 3 e 4 1...sulfato de alumínio podemos corretamente classificá-los como: (A) (B) (C) (D) (E) [H+] > [OH-] [H+] = [OH-] [H+] < [OH-] 1 e 5 2 e 4 3 e 6 3..101 E) diminui de 12 para 10. 1.. 5 e 6 3 e 6 2 e 4 1 e 5 2.carbonato de cálcio 2 .Quando se dissolvem certos sais em água pode ocorrer que a relação entre a concentração de íons hidrogênio (H+) e a concentração de íons hidroxila (OH-) seja alterada. de efluentes com pH inferior a 5.. . C) elevar a temperatura. No que se refere à acidez....0 ou superior a 9. Assim. 4 e 6 1.A síntese da amônia e a sua decomposição constituem um exemplo de equilíbrio químico: N2(g) + 3 H2(g) 2 NH3(g) Como industrialmente deseja-se a reação de síntese. D) retirar o excesso de hidrogênio.cloreto de amônio 4 . uma prática recomendável para se conseguir um maior rendimento de amônia.. os efluentes aquosos das indústrias X..... Y e Z apresentam as seguintes concentrações: Indústria X Y Z Concentração no efluente 10-3 M de H+ 10-4 M de H+ 10-6 M de OH- .. 2 e 5 . apenas com as informações disponíveis acima.Quando se dissolve um mol de hidróxido de sódio em um litro de água destilada.cloreto de potássio 5 ... resulta uma solução na qual a espécie de menor concentração é A) Na+ B) OHC) H2O D) NaOH E) H3O+ 15 .. é A) adicionar um catalisador...... B) aumentar a pressão sobre o sistema. E) trabalhar com nitrogênio líquido.. 13 . 14 .0...As leis de proteção ambiental de certas cidades não permitem o lançamento em rios. entre outros..sulfato de sódio 3 .. dados os sais abaixo: 1 .

Recolheu-se uma amostra de água da chuva e verificou-se que apresentava pH = 5. Assinale a alternativa que apresenta a combinação correta do valor do pH da solução e a cor do indicador a ela adicionado.05 D) 1.102 Poderiam ser lançados em rios.2 a 2.4 rosa amoníaco 19 .O indicador tornassol apresenta cor rosa em meio ácido e azul em meio básico. .Tem-se duas soluções aquosas I . em mL.0 azul suco de laranja 3.01 mol/litro o quociente pH da solução I / pH da solução II é igual a A) 1 B) 6 C) 10 D) 10-2 E) 10-10 20 .0 rosa água do mar 8.6 a 3.0 a 4.0 E) 5.01 M.4 azul vinagre 2. ocorrendo a troca de cor quando a concentração de H+ está na faixa de 105 a 10-7 M. apenas os efluentes de A) X B) Y C) Z D) X e Y E) Y e Z 17 . D) mantém inalterado o pH. Se quisermos neutralizar 1. sem tratamento prévio. C) diminui o grau de ionização do ácido. o volume de base consumido.0 18 .8 a 12.solução de HCl 0.01 mol/litro II . E) reduz a zero o grau de ionização do ácido acético.001 B) 0.0.3 rosa detergente com 11. B) aumenta a concentração dos íons H+.01 C) 0. A) B) C) D) E) SOLUÇÃO FAIXA DE pH COR DO INDICADOR suco de limão 2.2 a 8.0 litro desta amostra com uma solução de KOH 0.Em uma solução aquosa de ácido acético se estabelece o seguinte equilíbrio H+ + CH3COOCH3COOH a adição de uma pequena quantidade de acetato de sódio (CH3COONa) a esta solução A) diminui o seu pH.solução de NaOH 0. será A) 0.

D) a reação II seria um processo adequado. > 7 D) < 7. = 7. N2(g) + 3 H2(g) 2 NO(g) Kc = 1. I. pois o sistema em equilíbrio consistiria. pois a concentração de NO no equilíbrio seria extremamente pequena. convertendo-o em compostos utilizáveis pelos seres vivos. > 7 B) < 7. praticamente.O pH de uma solução aquosa de ácido clorídrico cuja concentração é igual a 10-9 mol/L é aproximadamente igual a .0 . B) 50. pois esta reação tende a se processar no sentido da formação do NO. é grande a concentração dos produtos. 22 . B e C apresentam.Nas seguintes equações: KOH + HCl “ KCl + H2O A HCl + NH3 “ NH4Cl B HCN + NaOH “ NaCN + H2O C as soluções aquosas dos compostos A.0 . em mL. Considere duas reações possíveis para a “fixação” do nitrogênio atmosférico. 23 . < 7 C) < 7. pois no equilíbrio são grandes as concentrações de N2 e H2. < 7 24 . C) a reação I seria um processo adequado. 10 a 25 C 8 0 2 NH3(g) Kc = 5.Conhecendo-se o valor da constante de equilíbrio (Kc).O volume. = 7 E) < 7. E) as duas reações são processos adequados. respectivamente. E) 2275. é correto afirmar-se que A) a reação I não seria um processo adequado. pode-se determinar a probabilidade de uma dada reação ocorrer na natureza. < 7. C) 100. um pH A) > 7. no produto NH3.103 21 . 10 a 25 C -30 0 Para uma fixação eficiente de N2. pois quando o equilíbrio é atingido nas duas reações. < 7. B) a reação II não seria um processo adequado. = 7. de uma solução de ácido clorídrico de pH = 2. necessário para neutralizar completamente 500 mL de uma solução de hidróxido de potássio de pH = 11 é de A) 13. D) 500. N2(g) + O2(g) II. > 7.

o pH ideal é entre 4. o sistema atingiu o equilíbrio.Para o cultivo de azaléias. de acordo com a equação C4H8O2 + H2O C2H5OH + C2H4O2 Depois de algum tempo. E) altera o valor numérico da constante de equilíbrio. Em um recipiente de um litro. é incorreto afirmar que A) o equilíbrio se desloca para a esquerda.60 E) 3. foram misturados um mol de acetato de etila e um mol de água.0 e 5. o número de .26 B) 1.0.76 26 . O composto ideal para adequar o solo ao plantio das azaléias é A) Al2(SO4)3 B) CaCO3 C) CaO D) NH3 E) NaOH 27 .Considere o equilíbrio químico que se estabelece em uma solução aquosa de ácido acético que pode ser representado pela equação CH3 – COO-(aq) + H+(aq) CH3 – COOH(aq) Mantendo-se constante a temperatura e adicionando-se uma solução aquosa de acetato de sódio (CH3 – COONa).0. A análise do solo de um jardim mostrou que o mesmo apresenta um pH igual 6. o número de mols de éster medido foi de 0.00 C) 1. o sistema atingiu o equilíbrio. Os compostos reagiram entre sí formando etanol (álcool comum) e ácido acético. aproximado.Um equilíbrio envolvido na formação da chuva ácida está representado pela equação: 2 SO3(g) 2 SO2(g) + O2(g) Em um recipiente de 1.0 litro. foram misturados 6 mols de dióxido de enxofre e 5 mols de oxigênio. O valor. 28 . da constante de equilíbrio é A) 0. D) diminui a concentração do íon H+.O acetato de etila é um éster muito usado como solvente de vernizes. B) aumenta a concentração de ácido acético. C) aumenta a concentração do íon CH3 – COO-.50 D) 2. Depois de algum tempo.104 A) 1 B) 3 C) 5 D) 7 E) 9 25 .66.

nesses locais. O valor aproximado da constante de equilíbrio é A) 0. a reação II praticamente não ocorre no sentido direto a 298 K. a concentração aproximada de íons hidroxila. N2 + 3 H2 2 NH3 Kp = 6. em mol/L. foram registrados valores de pH entre 3 e 4.Considere as seguintes equações. Em determinados locais. foi A) maior do que 10-11.53 B) 0. Podemos afirmar que. a reação I atinge o equilíbrio com grande quantidade relativa de produtos. . E) maior do que 10-4.105 mols de trióxido de enxofre medido foi 4.33 E) 2.94 . 105 II. apenas a reação III atinge o equilíbrio a 298 K. C) maior do que 10-7. a reação II apresenta velocidade moderada. D) maior do que 10-5. I. 102 III.66 C) 0. N2O4 2 NO2 Kp = 0.75 D) 1.8 . H2 + I2 2 HI Kp = 7. B) maior do que 10-9. que representam situações de equilíbrio químico a 298 K.33 29 .98 A) B) C) D) E) A conclusão correta que se pode extrair dessas informações é que a reação I e a mais rápida das três. 30 .O acidente ocorrido recentemente com o navio Bahamas provocou o vazamento de milhares de toneladas de ácido sulfúrico na lagoa dos Patos.

– QUÍMICA GERAL . B & MYERS. São Paulo.1996. LTC Editora. s ed. – PRINCÍPIOS DE QUÍMICA. L. – FÍSICO-QUÍMICA.106 5 . mimio. Rio de Janeiro. ATKINS. J. A. G. 3 ed. ANDRADE. REFERÊN CI A S B I B L I OGRÁ FI CA S 1. São Paulo. . G. 2001. MAHAN . 4. BRADY. R. Bookman Companhia Editora. 2001. 1995. J. – QUÍMICA – UM CURSO UNIVERSITÁRIO. 3. 2. PUCRS. E. P & JONES. E & HUMISTON. M. Editora Edgard Blücher.

EQU I L Í B RI O QU Í M I CO E I ÔN I CO 01 – D 02 – D 03 – A 06 – D 07 – E 08 – D 11 – C 12 – E 13 – B 16 – C 17 – D 18 – C 21 – B 22 – A 23 – C 26 – A 27 – E 28 – D . EFEI T OS COL I GA T I V OS 01 – A 02 – B 06 – B 07 – C 3 .A 3 . CI N ÉT I CA QU Í M I CA 01 – E 02 – E 06 – C 07 – C 11 – E 12 – C 16 – D 17 – D 4 . SOL U ÇÕES 01 – B 02 – D 03 – A 04 – B 05 – C 06 – D 07 – A 08 – B 09 – D 10 – C 11 – B 12 – D 13 – D 14 – C 15 – C 16 – D 17 – A 18 – A 19 – E 20 – B 21 – B 22 – B 23 – C 24 – B 25 – D 26 – B 27 – B 28 – E 29 – D 30 – A 2 .107 GA B A RI T OS – T EST ES DE N I V EL A M EN T O 1 . T ERM OQU Í M I CA 01 – C 06 – B 11 – B 16 – C 02 – E 07 – D 12 – C 17 – C 03 – C 08 – A 03 – E 08 – C 13 – E 18 – D 03 – D 08 – B 13 – B 18 – A 04 – E 09 – E 04 – D 09 – C 14 – B 19 – C 04 – B 09 – C 14 – B 19 – C 04 – B 09 – A 14 – D 19 – B 24 – D 29 – E 05 – E 10 – E 05 – A 10 – D 15 – A 20 – A 05 – D 10 – B 15 – C 20 – D 05 – B 10 – E 15 – D 20 – C 25 – A 30 .

com mangas compridas e seu comprimento deverá atingir a altura dos joelhos. outrossim. É oportuno. INSTRUÇÕES GERAIS Ratificamos em nossa disciplina algumas instruções enfatizadas em Química Geral I. assim como observações e conclusões.108 ATIVIDADES EXPERIMENTAIS Disciplina: QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA II Prof. que o aluno tenha um óculos de proteção e luvas de borracha para uso na preparação de soluções corro sivas. OBJETIVOS DAS AULAS EXPERIMENTAIS Consideramos que. Andrade 1. é importante o trabalho experimental com metodologias analíticas (sem esgotá-las). tendo em vista um dos objetivos do curso de Química que visa a preparação do profissional químico analista.2. G. por medida de segurança. Tais conhecimentos básicos constituirão o requisito para as disciplinas de Química Analítica (Qualitativa e Quantitativa). pois seu professor deverá abster-se completamente de concluir qualquer dos experimentos. já iniciada nas atividades experimentais de Química Geral I. II . Mateus A. além da familiarização do aluno com operações e técnicas mais freqüentes nos processos químicos. que o aluno tenha um caderno de anotações onde deverá ser registrado o início e o término de cada exprimento. INTRODUÇÃO 1. as quais devem ser levadas em consideração em todas as demais disciplinas do curso. porém deverá conduzir o raciocínio e a observação do aluno. Sc. .1. 1. entre as quais destacamos: I .não será permitida a permanência de alunos sem avental no laboratório. O avental deve ser de cor branca. sugere-se.além do uso obrigatório do avental. confeccionados em tecido de algodão pois este mostrase mais adequado do que os tecidos sintéticos por ser mais resistente ao fogo. M.

etc. HNO3. 08) se o mesmo ocorrer com alguma base forte. etc.. Siga as instruções e respeite rigorosamente as precauções recomendadas. com sua mão. 11) tenha cuidado com os materiais inflamáveis.3. INSTRUÇÕES PARA O TRABALHO PRÁTICO Durante os trabalhos experimentais deverão ser observados rigorosamente os seguintes aspectos: 01) prepare-se para realizar cada experimento lendo antes as instruções correspondentes. Consulte seu professor cada vez que notar algo de anormal ou imprevisto. 02) não fume no laboratório. 10) para sentir odor de uma substância. 06) se qualquer ácido ou produto corrosivo for derramado lave o local imediatamente com bastante água. 14) trabalhe com calma. através de extintores. ALGUNS REAGENTES E SUAS CARACTERÍSTICAS Sempre que manusear compostos voláteis (HCl. use uma manta de aquecimento ou banho-maria aquecido por resistência elétrica. 12) qualquer incêndio deve ser abafado imediatamente com um pano úmido ou. 05) leia com atenção o rótulo do reagente antes de usá-lo. adicione primeiro a água e depois o ácido!!! . 07) caso você encoste em algum ácido forte limpe sua pele imediatamente com água corrente ou solução de bicarbonato de sódio (NaHCO3). salpique de produtos nos olhos. 03) faça apenas o experimento recomendado e aprovado pelo professor.109 1. a menos que receba instruções para fazê-lo. 04) separe os materiais necessários e. 09) não toque com os dedos nos produtos químicos.. Quando diluir um ácido forte. NH4OH. Em vez disto traga um pouco do vapor para você. benzeno. limpe sua pele com água corrente ou solução de ácido acético.4. divida as tarefas entre seus colegas. se estiver em grupo. dependendo da extensão do mesmo. nunca aqueça um líquido inflamável com o bico de gás.) faça-o em local com boa ventilação ou em capela preferencialmente. 1.) procure os dispositivos de segurança nos laboratórios. paciência e sabedoria. não coloque seu rosto diretamente sobre o recipiente. 13) caso ocorra um acidente (queimadura com fogo. Procure identificar a localização e o tipo de extintor próximo.

Soluções diluídas de ácidos. c) Ácido sulfúrico concentrado: . Quando manuseá-lo certifique-se que não há bicos de gás acesos próximos. Por esta razão o frasco deve estar bem fechado após seu uso. Por esta razão equipamentos de precisão (buretas. Comercialmente é encontrado com impurezas e denominado de ácido muriático. atacam o vidro formando silicatos. Os vapores de ácido clorídrico são tóxicos e. Porções de soluções retiradas do frasco e que não tenham sido usadas não devem retornar ao frasco. as soluções devem estar protegidas da contaminação externa.. É conveniente utilizar um frasco de tampa achatada com bordas cobrindo a boca do gargalo para proteger da poeira. Da mesma forma que os reagentes sólidos. Como o ácido clorídrico apresenta alta tensão de vapor as moléculas do mesmo podem facilmente escapar do líquido. REAGENTES E SOLUÇÕES Os reagentes empregados em laboratório em geral apresentam-se sob a forma de soluções. As soluções alcalinas. salvo instruções em contrário. e) Benzeno: .) não devem receber soluções alcalinas. O acondicionamento das soluções é feito em frascos de vidro os quais devem apresentar resistência química ao ataque dos materiais neles contidos. bases e alguns sais podem ser vertidas na pia sem o risco de contaminação ao ambiente. . o frasco deve estar bem fechado após seu uso. de odor agradável. vapores tóxicos e altamente inflamáveis.ácido forte e excelente agente oxidante. especialmente.ácido forte e agente altamente desidratante. do mesmo modo que o ácido clorídrico.5. pipetas volumétricas. dissolvidas em água. etc. b) Ácido nítrico concentrado: . Sua dissolução em água é altamente exotérmica (libera calor) e.formado por moléculas de HCl gasoso. não devem ser inspirados. reduzindo a concentração do ácido no frasco-depósito. No entanto se a solução for de ácido ou base concentrado as mesmas devem ser neutralizadas para. Por serem tóxicos os seus vapores. Não é volátil mas seu contato com a pele causa sérias queimaduras.110 a) Ácido clorídrico concentrado: . portanto. d) Hidróxido de amônio concentrado: . 1. deve ser feita com cuidado e sob constante resfriamento. então. Deve ser utilizado com muito cuidado pois é volátil e em contato com a pele provoca sérias queimaduras.apesar de não ser uma base forte seus vapores causam sérias irritações nas mucosas (principalmente oculares). O mesmo cuidado deve ser tomado no manuseio do éter etílico. portanto.hidrocarboneto aromático.

111 serem adicionadas na rede de esgoto. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- .. cianatos. Soluções de sais contaminantes (cianetos.) devem ser colocadas em locais adequados e indicados pelo seu professor. metais pesados. sais de cromo.. etc.

9 20 36.) dos dois será a mesma bem como proponha um processo simples de separação destes dois sais. Define-se como Coeficiente de Solubilidade (C.) mostram um limite máximo de solubilidade em água (por exemplo). . com haste curta .funil comum. * MATERIAL POR GRUPO (na bancada) . em relação ao solvente. .4 copos (bequer) de 100 mL sem graduação.7 13.CARACTERÍSTICAS DAS SOLUÇÕES * MATERIAL (no balcão central) .112 Experimento 1 .NaCl sólido (02 frascos) e espátula de madeira. A tabela a seguir mostra exemplos de dois solutos diferentes em relação a temperatura: temp.) a quantidade máxima de um soluto sólido que pode ser dissolvida em determinada quantidade de solvente.1 copo (bequer) de 250 mL.1 bastão de vidro.0 31. . em papel milimetrado.CH3COONa. . etc.3 110 80 38.5 60 37. em dada temperatura.suporte para funil * INTRODUÇÃO É de nosso conhecimento do dia-a-dia que determinados solutos sólidos (açúcar comum. um gráfico de solubilidade para estes dois sais.9 246 Em função dos dados da tabela acima construa. . m NaCl m KNO3 0 35. isto porque este Coeficiente de Solubilidade varia com o tipo de soluto.S. 100 gramas (100 mL ou 100 cm3) à 250 C (condições padrão). sal de cozinha. .tela de amianto. quantidade de solvente e temperatura.6 30 36. . ..0 202 100 39.8 20. Em geral usa-se como referência..tripé para aquecimento.3 45.3 10 35.1 proveta de 25 mL.8 50 37. em dada temperatura.0 85.banho de gelo.S.3H2O sólido (02 frascos) e espátula de madeira. determinando em qual temperatura a solubilidade (C.4 169 90 39.(0C). .

. Com base nas observações feitas responda: a) A solução de NaCl preparada inicialmente é super-saturada ? b) Como se denominam os cristais de acetato de sódio adicionados ao final do experimento ? . pequenas quantidades de NaCl. .113 De acordo com o C.o. se houver algum depósito filtre e recolha o filtrado.S. ou seja. etc.. Resfrie a solução em banho de gelo e. cuidadosamente. o excesso de soluto pode depositar-se no fundo do recipiente por ação de alguns fatores físicos (agitação mecânica. c) super-saturadas: são soluções em que a massa de soluto dissolvida é superior ao coeficiente de solubilidade. atrito. São preparadas com técnicas especiais e revelam-se bastante instáveis.o.o. aquecendo sempre que houver depósito no fundo do recipiente. observando se ocorre alguma modificação em relação a estes. Num bequer pequeno (100 mL). até a ebulição. Após resfriada a solução (se for o caso o filtrado). até que haja corpo de fundo (depósito).o.3H2O). sobre tela de amianto.o.o. Devido a alta solubilidade do acetato de sódio adicione quantidades maiores do mesmo. * PROCEDIMENTOS Algumas substâncias possibilitam a preparação de soluções supersaturadas e outras não.o. Aqueça a mistura.o.o. adicione pequenas quantidades de NaCl sólido.o. até completa dissolução. adicione cerca de 20 mL de água destilada e. variações bruscas de temperatura. agitando constantemente.o. com o auxilio de uma espátula. com bastão de vidro. Resfrie em banho de gelo e adicione cristais do acetato. usando uma proveta de 25 mL. as soluções podem ser divididas nas seguintes categorias: a) insaturadas: são aquelas em que a massa de soluto dissolvida é inferior ao coeficiente de solubilidade da substância. adicione alguns cristais de NaCl e observe se ocorreu alguma modificação em relação à quantidade de sal depositada no fundo recipiente. adição de um “germen de cristalização” . após. b) saturadas: quando a massa de soluto dissolvida é igual ao coeficiente de solubilidade. particularmente das super-saturadas.o. Observando dissolução do depósito adicione. Repita os mesmos procedimentos utilizando o acetato de sódio tri-hidratado (CH3COONa.) Em nosso experimento serão investigadas algumas propriedades destas soluções.o.

01 funil de haste longa.01 pipeta graduada de 5 mL.indicador (Verde de Bromo-cresol) * MATERIAL POR GRUPO (na bancada) . expressa na forma de uma “concentração” .01 frasco ambar de 500 mL.01 bastão de vidro. * INTRODUÇÃO Na atividade de laboratório. Essa concentração é expressa com exatidão (quatro decimais) ex.8543 mol/L (número de mols/volume) . . . de modo geral. .03 erlenmeyer de 250 mL .ácido clorídrico concentrado (na capela).PREPARO E ACONDICIONAMENTO DE SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO * MATERIAL E REAGENTES (no balcão central) .01 suporte com agarrador para bureta.papel de filtro. as substâncias são utilizadas. é indispensável que se conheçam características específicas de cada soluto.1538 g/L (massa/volume) 0.114 Experimento 2 .300 g contidos em pesafiltros. na preparação adequada dessa solução. na forma de soluções. . seja em nível acadêmico ou na própria indústria. . de 0.01 balão volumétrico de 500 mL. . Dependendo da utilização da solução as mesmas devem ser consideradas segundo duas características básicas: c) soluções padrão: usadas para fins analíticos contendo uma quantidade exatamente conhecida de um reagente qualquer. Numa solução. . . na unidade de volume.01 bureta de 50 mL.amostras de Na2CO3 (03 por grupo). além da proporção entre a quantidade de soluto e de solução (ou solvente). .: 0.

seu título.0 mol/L (número de mols/volume) *PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES PADRÃO O título das soluções padrão deve ser conhecido com grande exatidão. ácido benzóico. recorre-se a técnica direta que consiste na pesagem. j) deve ser bastante solúvel.. Quando o reagente com que se tem de preparar a solução é um padrão primário. h) as impurezas devem ser facilmente identificáveis com ensaios qualitativos de sensibilidade conhecida. purificação. erlenmeyer. Assim sendo é desejável que o título das soluções padrão possa ser determinado com um erro inferior a 0. A preparação de uma solução padrão requer. dissolução e diluição a um volume conhecido em balão volumétrico aferido. dessecação e conservação.) a técnica correta de leitura.5 g/L (massa/volume) 1. o uso de um reagente quimicamente puro e com composição perfeitamente definida. conforme modelo.115 d) soluções não padronizadas: usadas para fins não analíticos sendo sua concentração aproximada. O número de padrões primários é relativamente limitado. comumente. O grau de exatidão requerido é maior do que o correspondente aos trabalhos analíticos mais comuns. pipeta volumétrica. com relação às soluções padronizadas (um ou dois decimais) ex. São os seguintes os requisitos principais exigidos de um padrão primário: f) a substância deve ser de fácil obtenção. tiocianato de potássio. *** balão volumétrico só é utilizado na preparação e não no armazenamento !!! Embora o Sistema Internacional de unidades recomende para o volume a unidade metro cúbico utilizamos o volume expresso em litro (L). Os reagentes com semelhantes características são denominados. direta ou indiretamente. a data de praparação e seu preparador.1 %. g) não pode ser volátil. Não é requerida a mesma exatidão. oxalato de sódio e dicromato de potássio. As ilustrações a seguir indicam alguns dos equipamentos utilizados na titulações (bureta. . No rótulo deverá constar a espécie química. Maiores detalhes serão tratados nas disciplinas de Química Analítica Quantitativa. i) a substância não deve ser higroscópica (absorver umidade do ambiente) ou eflorescente. de transferência de alíquotas com a pipeta volumétrica e transferência de solução para o balão volumétrico.. padrões primários. tetraborato de sódio.: 0. cloreto de sódio (após dessecação a peso constante). da massa que se requer da substância. ácido oxálico. em balança analítica. nitrato de prata. São exemplos: carbonato de cálcio..

. então. o ácido clorídrico. Recorre-se. que consiste em preparar. .. o permanganato de potássio. depois. 2574 mol/ L Linus Pauling 06/06/1966 Química Geral e Inorgânica II Quando o reagente não é padrão primário (por exemplo..) a preparação direta da solução não é possível. à técnica indireta. os hidróxidos alcalinos e de amônio.116 Leitura correta da bureta Transferência de solução Transferência de líquido para o balão Como rotular a solução ! FACULDADE DE QUÍMICA – PUCRS HCl M = 0. uma solução com concentração aproximada à desejada e. inicialmente.

e) o peso do padrão primário não pode ser demasiadamente pequeno. sendo aconselhável o uso de tampas com rolha de borracha ou polietileno ou rosqueadas.01 mL e um erro de escoamento de 0.02 mL. o que ocorre com facilidade em soluções de peróxido de hidrogênio e permanganato de potássio. As soluções de ácido clorídrico. Aconselha-se o frasco escuro para evitar a decomposição fotoquímica. isto é. a presença de carbonatos irá emperrar as referidas tampas.1 eqg/L de dicromato de potássio é indefinidamente estável. Na padronização devem ser obedecidas as seguintes condições: d) é preciso dispor de um padrão primário adequado ou solução padronizada. As soluções padrão devem ser conservadas de maneira a manter inalterado seu título tanto quanto possível. uma solução 0. eventualmente o critério acima poderá não ser verificado !!! *CONSERVAÇÃO DAS SOLUÇÕES PADRÃO Como já afirmamos anteriormente as soluções não são conservadas em balões volumétricos (são usados somente na preparação). como é o caso do carbonato de sódio.117 padronizá-la.1% é preciso que o volume de solução gasto na titulação não seja inferior a 40 mL. *** Obs. A seguir esta solução (já padronizada) pode ser usada para titular hidróxidos alcalinos (como por exemplo o hidróxido de sódio). Por exemplo. Por exemplo. em virtude do erro inerente ao aparelho de pesagem.: como o objetivo em nossa disciplina não é esgotar o assunto e sim mostrar características principais no prepa – ro de soluções. tem duração limitada. nítrico e hidróxido de amônio. Algumas soluções são altamente estáveis e outras não. para garantir uma exatidão de 0. pois cada leitura na bureta está sujeita a um erro de 0. portanto. determinar com exatidão o sei título em relação a um padrão primário adequado ou com referência a uma outra solução padrão. podendo o erro total chegar a 0.04 mL e. o ácido clorídrico não é padrão primário e a sua solução pode padronizada através de um padrão primário. por serem estes solutos voláteis. f) o volume de solução gasto na padronização não deve ser pequeno demais. . As soluções de hidróxidos alcalinos reagem com o CO2 presente no ar formando carbonatos. Estes carbonatos solidificam no gargalo dos frascos de depósito e se os mesmos tiverem tampas de vidro esmerilhado.

Cada grupo deverá utilizar. é preparar 500 mL de uma solução de ácido clorídrico. conforme equação a seguir 2 HCl(aq) + Na2CO3(s) “ 2 NaCl(aq) + H2O(l) + CO2(g) Será utilizada uma massa exata deste padrão primário (previamente determinada pelo monitor). água destilada ao balão volumétrico até cerca da metade de seu volume. com pipeta graduada. Calcule a massa de HCl puro que será necessária para a preparação da solução acima e. de concentração 0. seguindo as técnicas de leitura. Para homogeneizar a solução inverta e agite o balão algumas vezes. com uma pequena porção (cerca de 5 mL) enxaguar o frasco depósito com a solução preparada de HCl.2 mol/L ou 0. a seguir. Nosso objetivo. o volume de ácido concentrado que você calculou e transfira para o balão volumétrico. para efetuar seus ensaios. Com a pipeta graduada (limpa) complete com água até o traço de referência. enxaguando-o com água da torneira e após com água destilada. cujas características (Título em massa. pelo menos. ficando o frasco “molhado” pela própria solução. Adicione.5 cm abaixo da marca de referência. inicialmente. lave o mesmo com água e detergente. Transfira a solução preparada do balão para o frasco de depósito. Agite a solução e acrescente água destilada ao balão até cerca de 0. a seguir. Nesta 2a parte do experimento nosso objetivo é determinar com exatidão a concentração do HCl. calcule o volume de ácido concentrado que contém a massa necessária para o preparo da solução. a partir do ácido concentrado. a qual você deverá registrar em seus apontamentos para posteriores cálculos. Meça. usando a reação com um padrão primário. Para acondicionar a solução no frasco de depósito. A solução recém preparada é um padrão primário ? Porque ? II – Padronização da solução de ácido clorídrico. Finalmente.2 eqg/L (visto que estas expressões de concentração se equivalem).118 * PROCEDIMENTOS I – Preparação de uma solução ácida a partir do ácido concentrado. . três amostras de Na2CO3. massa específica e massa molar) você deverá reconhecer no rótulo do referido ácido. usando como padrão primário o carbonato de sódio anidro.

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Inicialmente complete a bureta até o zero, com a solução preparada de HCl, tomando o cuidado para que não fiquem bolhas de ar entre a torneira e a extremidade inferior da bureta. Transferir cada amostra de Na2CO3 para um erlenmeyer, adicionando água destilada suficiente para a dissolução do sal. Após a dissolução do carbonato adicione 2 a 3 gotas do indicador. Proceda na adição lenta do ácido contido na bureta, até a mudança de coloração do indicador. O manuseio correto da torneira da bureta está indicado na ilustração ao lado. Quando perceber próxima a mudança de coloração do indicador adicione a solução ácida gota a gota, com constante agitação. Para melhor obervar a mudança de coloração do indicador coloque um papel filtro sobre o suporte da bureta, abaixo de erlenmeyer. O mais indicado é um azulejo de cor branca, o qual não fica empreganado de substâncias coloridas que mascaram a visualização do ponto final da reação.

Anote o volume gasto da solução ácida. Complete a bureta com a solução ácida, tome outra amostra de Na2CO3 e repita a titulação, fazendo o mesmo com a última amostra. Para cada uma das três titulações calcule: a) a massa, em gramas, do HCl necessário para a reção como carbonato, verificando se esta quantidade está de acordo com a estequiometria prevista; b) conhecida a massa e o volume de HCl necessário para a neutralização, determine a concentração a concentração em mol/L para a solução de HCl, rotule a mesma e guarde esta solução que será utilizada no próximo experimento.

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Experimento 3 – PREPARAÇÃO E ACONDICIONAMENTO DE SOLUÇÕES ALCALINAS.

* OBJETIVOS Nosso objetivo, neste experimento, é a preparação, padronização e acondicionamento de uma solução alcalina, a partir de um reagente sólido. Em nosso caso o soluto será o hidróxido de sódio. Esta solução, após a padronização será utilizada na titulação de amostras ácidas (ácido sulfúrico e acético – vinagre). * MATERIAL E REAGENTES (no balcão central) - hidróxido de sódio sólido - solução de ácido clorídrico 0,2 mol/L - indicador (verde bromo-cresol ou fenolfateleína) * MATERIAL POR GRUPO (bancada) - vidro de relógio - espátula de madeira - bequer pequeno sem graduação (100 mL) - bastão de vidro - balão volumétrico de 1000 mL - pipeta graduada de 5 mL - pipeta volumétrica de 25 mL - bureta - suporte a agarrador para bureta - 3 frascos erlenmeyer de 250 mL - frasco âmbar para acondicionar a solução 1000 mL - balança semi-analítica - bequer de 250 mL - funil de haste longa - papel-filtro - etiquetas, cola,...

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* INTRODUÇÃO Os reagentes usados na preparação de soluções padrão alcalinas são os hidróxidos de sódio, potássio e bário. O mais empregado é o de sódio. As soluções de bases fortes absorvem CO2 do ar, contaminando-se, por formação de carbonatos. Portanto os frascos de soluções destas bases devem permanecer o menor tempo possível abertos. As soluções fortemente alcalinas, quando conservadas em frascos de vidro também sofrem contaminação devido à formação de silicatos, em ataque ao vidro. É recomendável a conservação em frascos de polietileno. Como já alertamos anteriormente não devem ser usados frascos de vidro com tampa esmerilhada, para evitar a formação de carbonatos sólidos, quando a solução é vertida, dificultando e até impossibilitando a abertura do referido frasco. Embora não completamente satisfatórias são usadas rolhas de borracha para vedar estas soluções. * PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES ALCALINAS (NaOH) Tendo em vista que o hidróxido de sódio é bastante higroscópico, não se constituindo num padrão primário, sua solução é preparada pelo método indireto e sua concentração é aproximada. Para a determinação exata de sua concentração é necessário padronizá-la, através de um padrão primário ou de uma solução ácida padronizada. Calcule a massa de NaOH necessária para a preparação de 1000 mL (1,0 L) de solução 0,2 mol/L ou 0,2 eqg/L. Pesar a quantidade acima calculada, sobre um vidro de relógio, em balança semi-analítica. Transfira o soluto para um bequer de 250 mL e adicione água destilada até a metade do volume, agitando com um bastão de vidro até total dissolução. Com o auxílio de um funil de haste longa transfira a solução para um balão volumétrico de 1000 mL, de modo que a solução não entre em contato com a parte superior do gargalo, acima da marca de referência. Lave o bequer com pequennas porções de água, reunindo-as no balão. Complete o volume do balão volumétrico com água destilada até cerca de 0,5 cm abaixo da marca de referência. A porção restante do volume complete, com cuidado, usando a pipeta graduada de 5 mL, sem ultrapassar a marca do gargalo. Homogeneizar a solução e acondicioná-la em frasco próprio.

122 * PADRONIZAÇÃO DA SOLUÇÃO ALCALINA As soluções alcalinas podem ser padronizadas com soluções de ácido clorídrico de concentração definida. Guarde a solução alcalina para experimentos posteriores. ultimando-a gota a gota. Prepare 03 amostras. da solução alcalina. Em nosso experimento será utilizada a solução de HCl já padronizada no experimento anterior ou outra definida pelo professor. Realize a titulação com as três amostras. adicionando em frascos erlenmeyer. Meça 25 mL de solução de NaOH. Valendo-se da média dos volumes gastos determine a concentração em mol/L ou eqg/L. Adicione 2 a 3 gotas de indicador. Na bureta coloque a solução de ácido clorídrico padronizada. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- . Proceda na titulação até mudança de coloração do indicador. com pipeta volumétrica.

massa específica e massa molar). inicialmente. cola *OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS Neste experimento.buretas de 50 mL (01 por grupo) .suportes com agarrador para buretas .copos graduados de 250 mL (02 por grupo) .bastões de vidro .frascos erlenmeyer de 250 mL (03 por grupo) .papel-filtro . contida num bequer. A única diferença prende-se ao fato de utilizar como padrão uma solução de hidróxido de sódio que você mesmo preparou e padronizou em experimento anterior.etiquetas. . na concentração acima referida (vide dados do rótulo do ácido sulfúrico: Título.soluções padronizadas de hidróxido de sódio . transferindo-as para os frascos erlenmeyer. nosso objetivo é preparar e padronizar uma solução de ácido sulfúrico de concentração 0. com o funil de haste longa.frascos âmbar de 500 mL para armazenar a solução (01 por grupo) .pipetas volumétricas de 25 mL (01 por grupo) .funis com haste longa (01 por grupo) . Valendo-se de procedimentos semelhantes àqueles adotados na preparação e padronização da solução de ácido clorídrico você irá fazer o mesmo em relação a solução de ácido sulfúrico. que corresponde a 0. transferindo para o balão volumétrico. Colha as amostras de NaOH com a pipeta volumétrica.10 mol/L.123 Experimento 4 – PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÃO DE ÁCIDO SULFÚRICO *MATERIAL E REAGENTES (somente no balcão central) .copos de 100 mL sem graduação (02 por grupo) .04 pipetas graduadas (para o ácido sulfúrico) . Dilua adicionando o ácido em pequenas porções em água.balões volumétricos de 500 mL (01 por grupo) .indicador (Verde de Bromo-cresol ou Fenolftaleína) .ácido sulfúrico concentrado (04 frascos) . o volume de ácido sulfúrico concentrado necessário para preparar 500 mL de solução. Calcule.2 eqg/L.

124 vidro. pois soluções alcalinas atacam lentamente o Proceda nas titulações e apresente os resultados ao final. O ácido deve ficar na bureta. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- .

teremos que diluí-lo inicialmente. calcule o teor de ácido acético no vinagre e apresente seus cálculos para o professor.frascos erlenmeyer de 250 mL (03 por grupo) . * MATERIAL E REAGENTES (somente no balcão central) .etiquetas. . com graduação (02 por grupo) .copos graduados de 250 mL.pipetas volumétricas de 25 mL (01 por grupo) . através de pipeta volumétrica.papel-filtro . utilizando para esta titulação a solução padronizada de hidróxido de sódio.buretas de 50 mL (01 por grupo) .vinagre comercial (02 frascos) . Tendo em vista a concentração do ácido acético no vinagre. por adição de água destilada.soluções padronizadas de hidróxido de sódio . em quantidade adequada. num balão volumétrico de 250 mL. cola. Para este cálculo percentual .copos de 100 mL.125 Experimento 5 – DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ÁCIDO ACÉTICO (CH3COOH) NO VINAGRE COMERCIAL.bastões de vidro . Levando em conta as diluições feitas.balões volumétricos de 250 mL (01 por grupo) .suportes para bureta com agarrador .indicador (Fenolftaleína) .funil de haste longa * OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS Neste experimento nosso objetivo é determinar o teor de ácido acético (percentual) no vinagre comercial. Para tanto você irá colher com pipeta volumétrica de 25 mL uma alíquota de vinagre e diluí-la a 10%. Com a solução alcalina na bureta (embora este procedimento não seja aconselhável) proceda na titulação do ácido acético. Após a homogeneização da solução ácida você irá colher 03 amostras de 25 mL. sem graduação (02 por grupo) . transferindo-as para os frascos erlenmeyer.

para não deixar resíduos da solução alcalina na mesma.0 grama/cm3. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- . impedindo o movimento da torneira. 1. Lembre-se que a solução alcalina reage com o gás carbônico do ambiente formando depósito sólido de carbonato de sódio. ou seja. tenha massa específica igual a da água. lave com muita água a bureta. Após a realização do experimento.126 considere que a solução aquosa de vinagre. por ser bastante diluída.

ser utilizado um frasco aberto e não isolado.solução de ácido clorídrico 0. como já afirmamos anteriormente.calor total = calor absorvido pela água + calor absorvido pelo calorímetro (erlenmeyer) .01 bequer de 250 mL .balança semi-analítica * INTRODUÇÃO Neste experimento nosso objetivo é determinar a entalpia de algumas reações (dissolução com dissociação e neutralização).grau .127 Experimento 6 – DETERMINAÇÃO DE CALORES DE REAÇÃO E LEI DE HESS.calor específico do vidro = 0. portanto.50 mol/litro . considerando que são desprezíveis as perdas de calor para o ambiente.grau . podendo.00 mol/litro .2 cal/grama.hidróxido de sódio sólido (02 frascos) . No entanto. O ideal seria utilizar um frasco de reação isolado termicamente do meio externo (frasco Dewer ou garrafa térmica). como calorímetro. O calor envolvido irá modificar a temperatura da solução e do frasco.solução de ácido clorídrico 1.0 cal/grama. Você vai usar um frasco erlenmeyer de 250 mL que servirá como recipiente para a reação e como calorímetro simples para medir o calor envolvido nas reações. pode-se considerar que não ocorrem perdas significativas de calor para o meio externo. Considere que: .01 frasco erlenmeyer de 250 mL .01 vidro de relógio médio .espátula de madeira . * REAGENTES E SOLUÇÕES (balcão central) .etiquetas adesivas (tamanho pequeno) .01 bastão de vidro .calor específico da água (solução) = 1. como a medida ocorre em lapso de tempo curto. aplicando aos resultados obtidos a Lei de Hess.solução de hidróxido de sódio 1.00 mol/litro * MATERIAL POR GRUPO (bancada) .

com precisão.Dt Não há necessidade de determinar a massa de água se levarmos em conta que sua massa específica é 1.x calorias Reação 2: hidróxido de sódio sólido reagindo com solução aquosa de cloreto de hidrogênio. NaOH(s) + aquoso “ Na+(aq) + OH-(aq) DH1 = .Dt + merlenmeyer. NaOH(s) + H+(aq) + Cl-(aq) “ H2O(l) + Na+(aq) + Cl-(aq) DH2 = .cvidro. formando água e solução aquosa de cloreto de sódio. Na+(aq) + OH-(aq) + H+(aq) + Cl-(aq) “ Na+(aq) + Cl-(aq) + H2O(l) DH3 = .0 grama/mL. A atividade experimental consiste em medir e comparar a quantidade de calor envolvida em três reações: Reação 1: hidróxido de sódio sólido dissolvendo-se em água formando solução aquosa de íons.y calorias Reação 3: solução aquosa de hidróxido de sódio reagindo com solução aquosa de cloreto de hidrogênio.128 Qtotal = mágua. sendo pois necessário determinar apenas o volume.cágua. formando água e solução aquosa de cloreto de sódio.z calorias .

a seguir. Anote a temperatura inicial.a quantidade total de calor absorvida. Lave novamente o frasco erlenmeyer antes de passar à etapa seguinte. esta quantidade para a água contida no erlenmeyer.o número de mols de NaOH usados em cada reação. . Coloque o termômetro na água e agite o frasco até total dissolução do hidróxido.a variação de temperatura.a quantidade total de calor por mol de NaOH. Se houver pequena diferença de temperatura entre ambas o professor lhe dará instruções como proceder para alcançar em ambas valor igual de temperatura. reuna as duas soluções e anote a temperatura mais extrema.129 * PROCEDIMENTOS a) Determinação do Calor da Reação 1. limpo e seco. Para evitar erros instrumentais utiliza-se sempre o mesmo termômetro. . Lave bem o frasco erlenmeyer antes de passar para a reação 2. coloque 100 mL de solução 1.00 mol/litro de HCl e. anotando a temperatura mais extrema alcançada na dissolução. Coloque no frasco 200 mL de água destilada. No frasco erlenmeyer de 250 mL. d) Cálculos * Em cada uma das reações calcule: . Para tanto deixe-as em repouso por alguns minutos em contato com o ambiente para alcançar o equilíbrio térmico. substituindo a água destilada por 200 mL de solução de ácido clorídrico de concentração 0. Repita as operações iniciais do item (a) anterior. num bequer de 250 mL. transferindo. c) Determinação do Calor da Reação 3.a quantidade de calor absorvida pela solução. . –) para que a água e o frasco entrem em equilíbrio térmico com o ambiente. Num vidro de relógio determine a massa de aproximadamente 4. . As duas soluções devem estar à mesma temperatura antes de misturá-las.0 gramas de NaOH. Em balança analítica determine a massa de um frasco erlenmeyer de 250 mL.50 mol/litro. b) Determinação do Calor da Reação 2.00 mol/litro de NaOH. . Deixe em repouso por alguns minutos (3 min. coloque 100 mL de solução 1. Com um termômetro de precisão determine a temperatura desse sistema. .a quantidade de calor absorvida pelo frasco.

DH2 e DH3. * Compare DH2 com (DH1 + DH3) e procure explicar. procure explicar as prováveis causas para as mesmas. + DH3). * Havendo significativas diferenças entre os valores calculados no item anterior. * Calcule a diferença (desvio) percentual entre DH2 e (DH1 considerando que DH2 esteja correto.130 * Exprima seus resultados como Calores de Reação: DH1 . -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- .

3). – Aulas Experimentais de Laboratório de Química para Engenheiros II – Editora Integral. Semishin. Maynard & Taylor – Experiments in General Chemistry . – Experimentos de Química em Microescala . V. Van Nos trand.S.Editora Scipione. C. 7. A. 1979. Ohlweiler. Ramos. U. U. Brasil.S. Porto Alegre. G. s. O. M.d. 1.D. Andrade. 1995. G. uma Ciência Experimental – EDART (Vol. Cruz. Brasil.131 Referências Bibliográficas 1.d. A. 5. York. 1981.M. Brasil. São Paulo. – Práticas de Química Geral . São Paulo. – Química. S. R. 3. N.H. – Prácticas de Química General – Editora Muir. Livros Técnicos e Científicos Editora.E. s. . Moscou. Paulo.A.S. 4.Editora Integral. Porto Alegre. 2.S.R. 1979. M. – Química Analítica Quantitativa – Vol. 6.

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