abril/2011

M EE

S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

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NP SI

M EE P N SI M EE P N SI

SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI

N SI M EE P N SI

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E PE N SI

N SI M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

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M EE P N SI

ÍNDICE
M EE P N SI M EE P N SI

E NP I S

M M EE M EE E P P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P S N N E PE IN SI SI NP IN PE I S N M S EM I S N E E I S .................... - ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: ORIENTAÇÕES PARA A INCLUSÃO DA CRIANÇA DE SEIS ANOS DE IDADE 4 M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE...................................................................................................................................................... NP NP EM - ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA 28 PE I N E E I N S SI P N I P S I EM M M S N S E N E I I P M EE E S S E P P N M M E ESCOLAR DE M ALUNOS CEGOS 29 N N - INCLUSÃO P SI M EE EE E BAIXA VISÃO .................................................................................................................. SI SI N E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M 34 - O FRACASSO ESCOLAR E COR/RAÇA ................................................ S N SI DE MENINOS E MENINAS: EM PE IN ARTICULAÇÕES ENTRE GÊNERO IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP DA APRENDIZAGEM NA INTELECTUAL (RAADI) .................................. 39 PE ÁREA DA DEFICIÊNCIA M EMSOBRE AVALIAÇÃO M EE NP SI- REFERENCIAL M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M E PE IN IN O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIA SI NP LEITORA INP M - REFERENCIAL E I S DE EXPECTATIVAS PARA M S N E P S M S SI EE II DO ENSINO FUNDAMENTAL PE IN M EE P EM ESCRITORA NO CICLO ..................................................................................................................... 45 S E P IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N- ORIENTAÇÕES S N P N E I P I N DE JOVENS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEMIN PARA A EDUCAÇÃO 64 M CURRICULARES: S S (EJA) ..........IN SI P PE E ADULTOS SI M S EE S N E IN P I M E S S E N M M M SI NP - REFERENCIAL SOBRE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM NECESSIDADES EM PE M EE M EE AVALIAÇÃO EE SI N E P P P I PE M EE E EDUCACIONAIS ESPECIAIS ................................................................................................................................................................... 71 EEM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S S IN IN M EE NP - ORIENTAÇÕES S S E I M P CURRICULARES: PROPOSIÇÃO DE EXPECTATIVASEDE S E APRENDIZAGEM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P P BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) LÍNGUA ........................................................................................................................................... 77 M N SI EE PE IN IN EM EM SI EE P EM S S N E E P E I N M P P I P S N E S DE APRENDIZAGEM N M SI A EDUCAÇÃO - ORIENTAÇÕES PARA ÉTNICO-RACIAL ................................. 79SIN EM EXPECTATIVAS PE CURRICULARES: SI E M M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI ALFABETIZAÇÃO NP - ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: EM P SI IN EE E E LETRAMENTO – EJA E MOVA .................................................................................. EM S EE 85 SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N FORÇA AO PE -SITODA ANO - CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES 90 SIN M SURDOS ............................................. EE DOS ALUNOS NP PRIMEIRO E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE DIDÁTICAS LER E ESCREVER: IN M - CADERNO DE ORIENTAÇÕES E S NP N EM93 N TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ........................................................... E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M - ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA, DECIDIR NA INCERTEZA (CAP. 5) PERRENOUD, Phillippe ............................................................ 96 I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E Gather ......................................................................................................... E - INOVAR NO INTERIOR EDA Mônica 98 M ESCOLA - ITHURLER, SI EM NP PE PE M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N - FORMANDO PROFESSORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E SPERRENOUD, E Évelyne...................................................................... Philippe; PAQUAY, Marguerite 106IN S S e CHARLIER, E P Léopold;EALTET, PE S EM EM P IN M E E N S E I M P P IN M E S M S N E N P EE I .............................................. E - PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO - PIMENTA, Selma G. 108 E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N - AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA - HADJI, Charles. ............................................................................................................................... 110 M SI EE IN SI EM NP P S I E M E S N E P M I PE E E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS

M EE P N SI

M EE P N SI

GESTÃO ESCOLAR

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E N SI PE M N EM E M I E E E S EM P P E M E P N N E P I M N S SI N PE M EE M SI EM SI E N E E I E M E - AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO, EDUCAR DEPOIS HOFFMANN, Jussara .................................................................................... 119EEM P S E P P M M N E M N I N E E I P S E E S NP SI EE EM N I P P I M P E S S N N EXTERNAS PODEM AUXILIAR O TRABALHO PEDAGÓGICO E - OLIVEIRA, P N - AVALIAÇÕES DA ESCOLA? ........................... 128 SI RomualdoIN SI PE SI EM M M S E N E E P M E SI EM PE M M IN EE E NP E -EPSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL COLL, César e MONEREO, Carles ...................................................................................... 129 EEM EM S N P I P M I E S N E S N P P I P M I E S N S P IN M IN EE S SI - CIBERCULTURA E N S P I M M - LÉVY, 139 S PE IN M Pierre ........................................................................................................................................................... EE EM EE S N M E E P P I M M M E S N N E PE EE NP EE PE Inês de Matos SI SI EM COELHO, Maria P P PE INFORMAÇÃO HUMANA: - A EDUCAÇÃO ESA TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? ... 144 SI M N E N N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI SABERES - FREIRE, Paulo I................................................ 149 NP - PEDAGOGIA EM NP DA AUTONOMIA: PE À PRÁTICA EEDUCATIVA NP PE M M NECESSÁRIOS SI EM N E E SI S N P I M I E E E S S P P P IN M EE S N E N N P I I I M M E - ENSINAR A LER, S ENSINAR A COMPREENDER - COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna ......................................................................... 157 IN S S M E EE S NP M EM EE P I M E E P S N E E M P I M M N- LER E ESCREVER E E P S I E E O REAL,SO P NECESSÁRIO E NA ESCOLA: O 160 INPOSSÍVEL E S N - LERNER, Délia ............................................................... EM PE PE IN SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S 163 EM - APRENDIZAGEM ESCOLAR E CONSTRUÇÃO DOMCONHECIMENTOM COLL, César IN EE NP ............................................................................ M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M Marta Kohl E COMO SUJEITOS DE - OLIVEIRA, 164 S E APRENDIZAGEM M N SICONHECIMENTO N ...................................... N SI - JOVENS ESIADULTOS EE SI SI EE NP P I P M S N E EAVALIAÇÃO: IN MLÓGICAS - FREITAS, M SI de ............................................................... EM EM - CICLOS, S E P SERIAÇÃO E CONFRONTO DE Luiz Carlos M M E E E EE N E E EM 165 P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN Fani; LEHENBAUER, I E E S N S -SISABERES E M SINGULARIDADES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SCHEIBEL, Maria Silvana ............ 168 P P SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N P EE M SI EM SI IN PE EM P IN E E M S M E N S P P IN Isabel .............................................................................. PE ESCOLA REFLEXIVA EE - PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA - ALARCÃO, 175 EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E PE N SI M EE P N SI

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CURRÍCULOS E PROGRAMAS

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

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existem muitas EM EM E P EM S S N E E P E I crianças em seus aspectos físico. norteia M E S S E N M com base em M E SI NP de uma EM haja. sem a aprendizagem destacamos: Qual O P M é o currículo? N M EE restringir M M NP currículo para essaSIfaixa etária E P SI IN de seis anos EE será o mesmo E E das crianças de idade à exclusividade do S EE SI P N P I E M M P N P do ensino IN da alfabetização no S M M para essa EE ano da Epré-escola? IN funda. N tosSindispensáveis a prática para o ensino essaIN etapa da educaM N E I E I N E M S E P S S N SI possui objetivos com próprios.IN SI EE E idade. oportunidades Este EM desses SI documento EE conteúdos. mos uma proposta coerente IN e a aprendizagem com EM manência M SI PE EE pedagógica IN com as S E E P S N M P E infância e que atenda.Sàs necessidades IN M EE SI S N S E P M PE I M Secretaria de Educação Básica. visando os objetivos do das crianças PE de seis anos SI E M SI M E E N E E P I M P E E S o que trabalhar? N ensino fundamental. S É EM de idade IN PE da criança de seis anos não a inclusão . trata-se de construirP EE I dever de N E E P S M S E P E M P N SI qualidade. algumas fundamental anos? M P I I I I M E E E S S S S N P EE PE SI NP EM orientações pedagógicas e possibilidades de necessário destacar que a educação PFaz-se IN trabaM E N S SI N E I M de alguns aspec. EE EE o ensinoEM EE apropriar No entanto. escola com M E E E S N E I E apresentam-se NP NP EM NP EM do ensino NP de oito Neste S documento. de forma criteriosa. Não E se conteúdos de duas EM mais do que NP I direito a uma M P P I M E S M S N E N garantir acesso. Neste início do processo de ampliação do enE SI E E P E IN M E E S P M N E P P das sino N SI perguntas EE dos sis-SIN modo que EMassegurem PE IN o pleno desenvolvimento Ifundamental. No ensino P SIum tempoINsingular SI N EM IN abrangem I M M E S S não a diversidade da nossa escola em fundamental. aPpartir da reflexão e do estudo infantil não tem preparar crianças SI EE IN EM como propósito EE P M S N E PE P I E para subsidiar M pedagóP fundamental. intetemas de ensino sobre o currículo para as classes N M P P I P S N E N N M SI social e EM de idade. S S IN EE NP S Sde EM M P M M E SI cação e dos projetos pedagógicos das escolas. mas sim ampliando as possi. P N P P I E M P N P primeiro PE IN INnove anos: orientaçõesSpara nesse N ano ou nesses dois primeiros anos de M EE I SI Ensino fundamental N S S P N I E P S I S deverá se reduzirINa essas aprendizagens.EM P M E S lho.SIN criança seráN uma da préEE de nove E SI N P I I M S os da primeira S do primeiro EM E ano bilidades EM série ou PE IN de aprendizagem. as crianças de seis anos. EM que reflexões para a M EE M precisoPE EEimplementação SI NP que polítiE P P I PE Mentendimentos. suas necessidades curriculares. SI NP EM de. cognitivo. 2007 adolescência. M E S E S S E NP P E I M M E P S E N E trata deSIcompilar oN educaçãoEpública que.anos P E N E P significa de qualificação do O objetivo de ampliar o número P E I N M P S E PE IN leIN SI NP M sino obrigatório E N I S M S N I ensino e da aprendizagem da alfabetização e do é assegurar a todas as crianças um E P S E M S SI PE IN tempo para se M tramento. assim como S E E P M SI EM estamos PE PE IN precisam McerE M as deM EE de idade. tem o assegurar a peretapas I da educação básica. debates e a reorganização ca requer orientações pedagógicas que N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M das propostasIN pedagógicas das secretarias de eduas crianças como sujeitos da aprendizagem.Mgica nos anos P S I N E I M S anos deM N P cuidado EE especial atenção às crianças S a partir E de seis vem ser alcançados do do M respeito. especificidades N da segunda SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: EM M E EM PARA A INCLUSÃO M EE EM E NP ORIENTAÇÕES DA P I E M P EE EM S P N E P I N E E I M N S P N S SI N SI IDADE EE NP I CRIANÇA DE SEIS ANOS DE I P M S S E N M M M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 4 . os quais EE ção básica PE IN iniciais do ensino fundamental. mas sete a dez P anos de uma S E N N E P M M E SI SI tomamos N PE IN de assegurar EE EEa decisão S ética a EM proposta curricular a suas característiEE tos de que SI que atenda N P NP P I P M E N potencialidades e necessidades S N E N I M I I todas as crianças brasileiras de seis anos de idade cas.PEE SIO conteúdo primeiro ano último N S I E S P M M S N PE compilação dos conteúdos PE M mental anos. M P M EpossibiP E E S N P P M Sabemos. pois a criança terá mais EE maiores PE de convívio escolar P tempo mais longo com S E M IN N M M M N PE SI de aprendizagem. que as reflexões e e Pda de crianças que se encontram em I E educação N M EE M I E S N E N E P S I E I E E N S bastam.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI E NP I S EM E NP SI SI M EE M EE E E P P M M M E E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M da Brasília: de desenvolvimento N SI Ministério da Educação EM PE IN (MEC) também. também. específicas. Sentre as quais lectual. S P apresentadas neste P N lidades documento não da primeira infância. E E S N E E M SI para nove NP PE do ensino fundamental M EM M EEA ampliação NP SI M N E I E M P I Euma possibilidade EE S E de anos Sno en. M EE E S respeitem N estudos. psicológico.

pois. N P I I M E E S S N P P EE novas relações e combinações. do nascimento SI P NP E I P I M N E S dez anos M N I S parte da população. M a partir de critérios de idade e Nele. é preciso consideria daPE história humana.S por outro. ponto mais que estágio. creche e na escola e para implemenE M P Ntrabalho na PE SI E EM PE EE IN SI tar o currículo. P IN E E M S M E N S P uma história humana porE P goria da história: existe medida em que mudavam a inserção e oPE papel so.PE Pode a EM lidar com EM SI S N I M I Elado. na M SI EM SI com a sociedade IN PE EM A infância. IN contradições das sociedades pelas conhecimento da criança. é condição S E infantiliza jovens e empurra paraS frente o SIN sobre para planejar o PE EEadultos e IN EM a infância. SI ppe Ariès EE SI SI a ser alguém EE A criança SIpublicou. As cial da criança na sua comunidade.M M EE E P M N PE M na história EE M EM e na sociologia E – as teorias deSIVygotsky M A infância e sua singularidade N E E I E M E P E S E P E eS Wallon e seu debate com revelam esse M N IN NP EM Piaget – M PE EM I P I E E E S N S E E N Sônia Kramer avanço e revolucionam P P SI A SI EM PE da infância. SI EM PE P M E M N E isso é o que as caracteriza. em do coM EE vários campos NP M E S E PE P M E E M S M E P N historiador E E PEfrancês Philiem que estão inseridas. No entanto. Desde queSIo EE M P E E N E N P I P P N M se resume E S soM N SI seu estudo N N não que não nos anos 1970. E social e não E diz o sociólogo. S N P P I P I E S N N S N EEadulto. N E E jogando para trás a curta etapa da primeira infânI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I históricos. culturais e SIN afetam EE PE IN chamado de adolesSI também NPo que temos EM aspectos P P PE I S M N E N S N no Brasil. sabemosSque as visões I E S S N S P P a brincadeira entendida como experiência fância sãoEM construídas social e historicamente. trem.políticos: E a infânciaN IN M P S EM E das populatendida como período de cada um. EE EEsua singularidade. a opressão S E na nossa N NP se estende. Reconhecemos o que é específico de infância na socieEE N da noção E E o surgimento EM P P I P P M E E E S E N N P de imaginação. As idéias de Charlot favorecem compreender E P M M E EM N ideológica PE M NP EE vel mudar Edas EE M o rumo M estabelecido coisas. Construindo As contribuições doM sociólogo francês Bernard N EE SIcom pedaNP EM E SI EM PE P M E E E SICharlot. E E S N fala) e adquirir S P P P voz num contexto que. elas tais e ajudaram a compreender o significado ideoló. M EM E P M E E P N momento da maturidade e. Crianças são cidadãs. histórias. M M IN SI S N E E S I M As crianças produzem cultura e são produzidas na natural. M NP P I P S em que deixar se tornará (adulto. do como categoria social e como E categoEM NPde sua inserção no inteSI P I M M S E P M EE EM rior dessas classes. que é possípos. E éE SI suas línSI P en. nhecimento. NP EM EM M P IN atividades. Refletir sobre esses paradoxos e I M EE S N E N N P I I I M M S hoje. I que guas e seus costumes. I SI S E cia? Crianças são sujeitos sociais e marAo longo do século XX. IN N N PE contemporânea diversidade das populações PE EE SI (de seu SI Ntempo). também foram fundamenN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE jamin. SI EM NP e cultuP IN P P SI I EE E E N S E P N E N I P P A cultura infantil é. EE SI EE crianças Pbrincam. IN M M crianças e E S S M E P P de cultura. 1987b). Por outro lado. NPpsicologia E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 5 . mento teórico complexo sobre a infância e de ter E M E E N E E P I P P M E S (o que não N E N PE criança deixar de populações IN de ser inf-ans SI muita dificuldade EM NP infan. a infância de maneira histórica. caminhão. SI IN A criação. urbano-industrial. em sua tentativa EE criançasEM S P E músicas. o colonialismo e o imperialismo aproximadamente de idade. E M P as nações SI indígenas. refazendo a partir de resíduos ou sobras (BenEM anos 1970. M a noção de S infância surgiu SI EM E P M E P E N N P EE de vista. com Se M EE E IN S N E N P E I I S E P foguete. conseqüências no controle e naM dominação de gruS SI M IN NP navio. S N SI produção SI PE IN e criação.SINé. M P N SI nela SI de organização NP P de ver as EE IN Esse modo SI sempre e NP crianças favorece EE produzidas. característicos SI SI por um lado.que deixaram M Vivemos EE IN M M S S E P S E E M socialização de crianças e adultos. cresceu o esforço pelo E S S N P E I M S EM M cadas. M conhecer o mundo. no dia bre a história social N M e da família. A M ras de direitos. é fato S M EE EM (em seu NP NP EM E P NP I cultura em que se inserem que Também a antropologia favorece conhecer a I M espaço) Ee M I E M E E S S E N E S P P P M E SI infantis. nos ços. com as crianças. cência ou juventude. EE da criança M anali. E a busca PE de ser úteis. I P S SI idéia de infância não existiu da mesma N P I S M M S IN N EE EM do seuPEE entendê-las e também ver o mundo a partir maneira. valores. englobando aspectos que SIN N M E E P I M M M E E P S N E EE rar a diversidade de sociais. até EEções EE de expressiva EE e a pobreza M P SI NP sociedade. ral: a dependência da criança em relação ao adulto. bem como IN crianças. é catecapitalista. NP lhes é P S as práticas N M I I I M S S S As de descobrir e EEM culturais entre e com adultos. S S N se torna barco. mas que M SI E EM sando E P M M E E E de ser criança). a escravidão Mda história M E E N S E I M E P M E M negras.M os adultiza. E I M E M S E S E E Aprendemos. atuam sobre os objeto e os Ilibrincadeiras. pessoas detentoinserção concreta das seus papéis variM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E que Eproduzem cultura e são am com as formas da sociedade. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P de possuir M marcas diferenciadas no processo de IN o paradoxo SI IN um conheci. Iportanto. P P IN M da infância: seu poder aN fantasia. ao contrário. M E E E E S S M E N E M de Isua baseada PE SI de uma NP obrigação Ebertam EE Na ação inNP significados. gico M da criança M e o valor social atribuído SI EM à infânIN INAs crianças viram M E E E S S M NP E E P as coisas possibilicia: adultos M de poder E P a distribuição PE desigual EM Nentre EE pelo avesso e. assim. por um tis e juvenis. a SIN dade inEM SI sobre aEE PE IN IN moderna. IN os estudos NP IN E I M S S N P S E idéia de N infância moderna foi universalizada com M SI EM I PE base em Mrefletir sobre EE M E S E E P um padrão de crianças das classes médiO objetivo deste texto é a infância N P M M M E M N SI PE IN é entendida. Uma cadeira de cabeça para baixo e ideológicas. assim.S SI N EM EM estabelecem SI na brincadeira. EE SI NP a infância EM e de dependência as. revelamEa M EE P IN crianças Stem SI NP IN razões Psociais M P I dade de criar.SIN PE EE SI N N I P I N M M S M S N N E SI que o homem tem infância.

Elas não IN em vez de dividir com M E S S E N P M fazê-lo. EM violência EM lado. PE conduzem. se transforma e assim. SI PE perversas EE de valores dos adul. a IN SI com as crianças EM de “infância PE a concepção PE IN a brincadeira. EE M E S P força a idéia de que a vontade da criança deve ser Atuar com as crianças com E P P M M E N N M N EE custo. de uma etnia. esse reM criança pode M SI discurso SI SI NP E I EE neira de ver a realidade. Reencontrar o sentido de EM não nos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P solidariedade e restabelecer PEcom as crianças e os SI em relação às crianças. I à NP N falam não E as crianças E as crianças P I M são expostas à mídia. E N S S P N I S I S não o faz. especialmente SI EEolhar significa EM atendida a qualquer esse huSI agir com M para SI EM NP a própriaPcondição EE P P E I E M E P S N N E PE consumir. No que E penhadoS nas instituições P IN SI NP esclarecimenEM se re. A terior de uma classe. subvertendo a aparente ordem natural das coisas. IN M E M E S SI aprender N E E P P M M Parecem usar como sua crítica. a crise educacional M mu.Mficam sem sanção. P N P I E M P E N S P as crianças Pe IN intervir IN do grupo e suas brincaN pedem P que para elas M são parte EE o professor I SI isolada. acentuam-se aP desigual. não P formam uma EE pareceEM EE EMdo sentido SI comunidade EEda autoridade. fatos e artefatos. o panorama lhes deu respostas. hábitos. coisas e às relações. considerar o contexto. TrataM E S E N N E P P M M M E SI SI N N duplo: os adultos permanecem PE não M EE um paradoxo permitem entender. Em contextos em fere aos desafios S das relações SI E EM que M NP EM contemporâneas PE M I E P E E S N não há garantia de direitos. M M E M N E N E P M M EE SI SI Olhar o EM PE construção PEmundo a partir de direito e da infância como do ponto da IN de vista P M EE social Pé E EE S N N E N P P I I I E S S revelarMcontradições e uma outra N N S ma. IN SI SI NP IN PE I S N M S E I S N E I S mem responsabilidades muito além do que podem.deturpado: N nas classes médias. SI social e M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 6 . ções as crianças estão inseridas P I M E M E N S N P O lugar Edo EM adulto fica EE SI EE PE EM desocupado. PE I N E I M N S SI P N S SI Sendo humano. com a história humana. só do seu mundo e I E S M E E S E S N E PE adulto. embora EE de organização NP não enfrentaram SI E NP I M P P I M S se constituíram S na experiência e a prego crescente.EM EMprofessores.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E a sociabilidade E M EEas S fantil. PrecisaN P P E I N M P S E PE IN IN SI NP ocupar Ium M mos considerar E N I S para a criança lugar.EEM IN E P M S N E P P I E tos: sem Irespostas. às IN da criança SI EE EMe ora controlam. não expressarem seu ponto de vista. e exiM SI em são filhotes. as condiM E S N EE EE SI P M em que NP concretas EM posicionarem. O discurso da criança como sujeito às coisas. E I N M P P I P S N E S singularidade N IN M SI de estabelecer medo regras. pais – E SI EM vêem as PE em suas IN M E S P M N E P P significados que atribuem regulam. como alternati. Sarmento alerta para os P E adultosEM M IN EM SI N P E N S I E I E E N S Sde três mudanças dade crianças enfrentam siconvergência centrais: P e a injustiça social e as NP P I P M SIefeitos da I“ N S N E N social. vai se expressando. IN IN EM EM S sequerPE P EM S S N E E intervêm. uma experiência N Além disso. NP EM uma indisponibilidade PE IN uma M E N S SI N E I M P M S das mais mudanças jovens laços E de ético. simultaneamente. N criança tem SI social Sda EE levado EEM nhecimento do papel da sociedade contemporânea. M E PE S E P M M N E Mde sua Em ambas. o recoSI mas também PE do mundo NP NP e à exploração. as práticas SI os adultos PEsocial. esse NP EM I I P M E S P N EEmarcado por contradições: muitos a abdicarem de assumir processo P é podemos NP EM adultos EM SI seu papel. Eao de estabelecidas com a S SI de condições NP As relações E N P I I M M Eou o descaso. distorção proqueremos transmitir E P M IN N M M M N PE SI EE As crianças funda Na escola. Os costumes. E N E P P P I PE M deveria EEquestão EM E gindoIN demais quando poupá-la. só PE res). de fazer S acordos. NPdiálogo sePE NP cas que interferem na E M SI Io EE E equilíbrio e perdem eEE esses adultos. se de EE EE e experiência SI Os adultos SI N P E NP P I P M N vez mais tempo em M como responder sabem ou agir diante deSsituações PE cada IN IN M à mudança EE casa graças SI E S S E N P E M M E e ao desem. nas formas do trabalho M EE porque. transgressões co exigem a revisão do tem sido desemN S perguntas M papel queIN Eficam EM IN NP E M S E P I S S N E E dúvidas ficam sem educativas. 16). S S cultura em No confronto E E que va.que SI N antes adultos. o que revelaSIuma EE PE na ação educativa. nas classes populares. S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M relaçõesSentre adultos cultural na qual elas atribuem significados diversos S I S desN e crianças tomam rumos EE EE SI EM EM P P concertantes.IN N EM cederemMseu lugar. crianças assu-M mana. O da criança sociais e econômiS e as determinações N M N M com as M SI sua condição.IN EM IN M precisamos EEnão se SIN S N S E P M PE I gras. ora e nos às pessoas. têm medo de crianças e jovens. Por E outro ótica de crianças. relatos ficam sem Eescuta. M EE EE E S S N E P N P P I M rejeito” como para não Pestabelecerem virar as coisas do Ao mesmo E S desculpa SI mundo pelo avesso. manência nas P E N instituições. de Considerar. mas nascem no inEM situações em que poderia EM PE IN M EE M criança EE sujeitosSsociais.EE SI NP tornou-se tão frágil que N I I M N S S E P interferem não possibilidades as experiências ações E– SI sociais.EE entre e crianças. enquanto as crianças saem E N PEsão cobrados EE IN EM mais não E P S M SI N E P E M por conta da sua crescente P N de casa. SI como se e onde se dão suas práticas e interações. impondo E S a EM IN ele deiras P expressam esse pertencimento. a EM PE E M SI M E E N E E P I M P E E lidar crianças no E diálogo e na autoridade. S EM PE M E SI E EM conhecimento N E P P I M E vem com problemas além do que seu tações no mundo do trabalho ” (2001. P S I N E I M S N E to.Esocial e polítiM caráter afetivo. EM P infância expressam aEcrítica de uma I M E E S N EE SI dessa questão NP NP se manifestar EM NP No centro parece reconhecemos.Sde um grupo N N E P M P I I E E S S S N N PE M da sociabilidade valores. p. exige reconheS EE ao SI P N P I M M P P pais ou professoE diversidade IN IN abrirem mão da suaS autoria (de M cultural e Scombater cerPE a a desigualdaEE M IN N S E I E P S M E S têm. o adulto precisasse os valores e princípios éticos que M S N E P S E M S SI N PE M desocupar o seu. Desvelando o real. tempo. sobretudo per-EM responder SI nunca ninguém IN perguntas para as quais M SI PE EE IN S E E P S N MAlém disso.tuações SI além de seu nível convia globalização eE as SI de compreensão.

NosEE IN quem S IN essas crianças. acreditamos Eos IN de que M fundamental deSvista precisam ser asde nove EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P segurados e pedagógico precisa são necessárias a participação de S le. P N NP música. movimentos de creches. o risco. N P I I M E E S S N P P M temos cessário discutir sobre EE criança de brincar. valorização N IN e que saibamos. Na educação infantil. INo sentido N IN envolvem conhecimentos I E E S S S P P valores. M M SI E IN PE M Freire que EE com Paulo E S E EM ensino M P A inclusão de crianças de seis anos E no Aprendemos educação N P M M M I E N E E S N P I P M E pedagogiaS dizem respeito EE Eentre educação requer infantil e SI cultural – o fundamental N PE diálogo P IN à formação P M I E S N N E S N P M SI SI trabalhoM ePE ensino fundamental. impunidade IN E I M S N P S E como estudantes. A educação. coletivas e elos fundamental são indissociáveis: amEE N E com ações E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N capazes de bos e afetos. no cinema. seriedade e riso. IN e ensino M de hu-PEE P E E N S E N I P P N M Epolíticas púS M N SI N manização necessária para de fora o que seria capaz de articuláSI deixandoSIN EE SI SI subsidiar EE NP P I P M S entre crianeducativas solidárias los: a experiênciaEcom a cultura. que ela implica. de 1996. faz-se SI N neEM E SIetapa de ensino. I na legais: a Constituição de 1988. N E cação infantil como social.encaminha o Edebate P I IN M E E E S S M E que orientam E P de infância IN planejado M concepções as prátiPE Eas EE NP car). EMsujeitos sociais. a primeira M presente M E E N S E I M E P M E M S Ena dança. M SI EM SI IN PE e no ensino EM P IN E E M S M E N S P objetivo contribuir para o I P tem como o objetivo é atuar Scom liberdade a SIN Este N texto PE para assegurar EE EE N I P P I N M M S fundamental M de nove S N E SI do conhecimento apropriação e a construção por debate sobre o ensino EE anos. Porém. o objetivo é garantir como focoM a busca de Ipossibilidades N EE SI adequaNP EM EM S E PE P M E E E SIacesso. Defendemos M o ponto M SI E S E E aqui Para superarmos desafio da implantação de E P M P E PE EM direitos Ssociais M IN EE um ensino EEanos. na literatura. éticas e estéticas. que afirma os direitos das criEssa visão do pedagógico ajuda a pensar soE M E E N E E P I P P M E S e Bases N N e a escola PE e as N protege. SI EM IN O IN M E S S M E P P cuidado. diálogo institucional e pedapedagógico precisa favorecer a experiênSI IN M EE S M N E P I M EE E E o conhecimento da escola e entreM as escolas. SIN EE SI EM P PE P M E M N E o tendo todos. que P P P reconhece a cas. P P PE I S M N E N S cotidianas e comoEM P IN Brasil. não há fragmentação. são SI M criar. o acolhimento estão presenA infância na escola e na vida: PEEM M M E E M N E E E P IN I M E E E P S S N N E E tes na educação e a brincadeira M uma P relação Efundamental M SI IN SI infantil. EM I P I E M S E E S N S E E N perplexidade e lidar com asM P crianças P como e corrupção geram SI SI E crianças S PE e não apenas IN NP são. o de ver as crianças de cultura e ambiente escolar. separados. cuidados e atenção. aprender.M M EE E P M N PE M por adultos EE M EM na educação SI funda.SINblicas e práticas M SI E EM til e ensino E P M M E E E ças. jovens e adultos. P NP I na Nesse processo. e SI EM EM de gerar SI saberes SI NP PE pertencer. que o trabalhoSseja PE IN NP e acompanhado E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 7 .queNP N SI SIque o trabalho PE IN todos e a M M I SI S N E E S I M das ações infantis e o ampliação do interior de cada escola.Panças EM em suas EM dimensões SI I M I EeduE E S prática IN EducaçãoSNacional. Anelise Monteiro do E Nascimento SI EM Elas gostam P P M M E P E N N P EE Na educação infantil fundamental. ver. dois. com as práticas realizadas. a Salegria NP P EE as crianIN NP EE I P S SI também. a arte e a EE primeira EM inclui o Sconhecimento NPetapa da educação SI M EM E P I M E E P S N básica. de EM todos que assim o desejarem. E. e aSLei IN de Diretrizes EE SI bre a creche EMda NP políti. (Lei IN nos SI o Estatuto da Criança e do Adolescente IN M museus. em NP EMambos. dever de Estado e opção da ção artística. N E M Educação M infan. EM ças de aprender. PE Todos SIesses EM EM PE do dos EE freqüentemente IN SI mental são N E E movimentos sociais. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I de educação Icriança. assegurando o direito da S idade nessa Para tanto. a atenção. N P I S M M N S N SI EE EE aprendem.M E infantil e no ensino a conjuntura política mais ampla de banalização da N E E I E M E P S E P EE Econfronto. M EM E S M NP E E P a pré-esE o de pensar E as suas características e comoEM grandes desafios: a creche. M quaisEsão essa fase P PE IN E e fora doEM EE P NP como instâncias IN e a escola S N I M P P I de formação cultuda vida tem sido compreendida dentro Scola M N E S E S N N SI EE PE SI SI como sujeitos NP P ral. S gógico.EEnhece EE das crianças EE como direito M P SI N no teatro. a vagas das para recebermos as crianças de seis anos de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE em creches e pré-escolas. documentos são conquistas infantil e E M Educação P ensino fundaNvida cotidiana. histórica e cultural que se encontra EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M família. movimentos SI S E dos fóruns permanentes ponto de vista da E S S N P E I M S como EM M infantil ISem IN as interações. temos SI hoje importantes documentos relações sociais EE SI SNo PhisE produção IN M P S EM N E que recotoricamente acumulada. uma M EE S N E N N P I I I M M E S S científico. agresmental entender P e da guerra e do Mviolência. a primeira I M que nosEinquiM I E M E S S E N E S P P P I M E N N N educação infantil quanto no Sensino fundamental. I S M N S N E Io M história. EE IN M M S S E P S E E M no 8. dentro E E P P M M M E E P S N N E EE alternativas entendida tanto na sua dimensão de produção nas EE curriculares PE SI IN SI NP EM claras. não há Os M adultos e as instituições vezes M EE é que muitas NP conhecer E S E PE P M E E M S M E P E perspectiva E PE educar crianças e jovens numa opõem educação infantil fundamental. E E var em conta a singularidade S debate no M EE cultural Etanto EM pergunta NP à produção NP direito Eà EMbrincadeira. S S preciso garantir crianças sejam atendidas as crianças hoje? Tal pergunta pois EEM IN M EE que as S E P E (a de aprender nas suas necessidades e a de para pensarmos tanto sobre NP M EM EM Mbrin. de 1990). a educação infantil na produ. com cia com científico e comIN a cultura.069. ÉPE eta e abre de discussão é: quem PE são EE a possibilidade SI SI NP N SI N P M I I I M S é fundamental.M SI P NP E I P I N E S M N I S de 0 a 6 anos de idade. do imobilismo.

2005). culturais. trabalhar para se dades de mudança que este momento anuncia. pouco se sabe envolvem essaSIfase da vida. podem servir de I I M S E S S N P EE diz respeito PE SI EMde um plano EM ponto que sociais. assim como as pesquisas nas áreOs reflexos desse olhar podem ser percebidos em M E S E N N E P P M M E M E SI SI N história. na políticos e econômicos que E P P M M E N N M N EE sobre elas. N Ena dimensão N I I M E N S S E P M M aprendizagens.274. Ecomo.PEsses. tanto pelas EE é uma tarefa PE professores.aula M que favoreçam M NP ração como praças. os jogos e as brinde 6 deIN fevereiro de S2006. S infâncias N N N direitos. M EE EE E S S N E P N P P I M de Pensar infância na P escola e na E sala Nesse sentido. Mpropor.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I Ede pobreza. espaço I M E E S N P EE favoreçam SIe tempos que NP NP a construção EM NP aos do. lizados EM Pcomo Mda infância E SI E EM N E P P I M E nesse sentido. chamando atenção de IN para o fato P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S pouco valorizadas. ceiros e de contato com IN car como M SI EE PE no mundo IN IN EM EM S EE necessário P EM S S N E E P Faz-se definir caminhos pedagógio conhecimento historicamente construído pela huE I N M P P I P S N E S N N M SI tempos cos nos e espaços da escola e manidade. S N emoçõesPe E E EM suas o muncessidades por exemplo. N EE contextos vários da M EEinfância eSIda EE as da sociologia SI da sociedade. sem se PEo seu percurso I N E E I N S SI P N S EM M SI práticas educativas N SI Emomento damental.PEE SI N S E I E S P M M E S possam expressar IN N PE ciedade inseridas. IN anças por meio de suas la é o desenvolvimento integral devePE INdiferentes linguagens. nasM se sentido. na não EMsocial. valorizando entre S EE SI P P I E M M P N S Pas relações E IN em que crianças possam M recriar ços cinemas e outras instituições cultuM Ereligiosos. o atendimento. com as outras crianças e adulS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M interpretar o mundo. Ié o NP N a infância E devemos M E olhar para P I M ter em mente que esse possibilita ver as crianças I E S E E S E S N E P PE EM no ensino funSI PEvaler de estereótipos. respeito EM para fala Ncarinho. obrigan. S consS P tos com quem convive. como se vê no texto O brinconhecimentos com par. Crianças que vivem P E dimensões se sua inserção na escola fizer N SI parte de M EE IN SI EMde mais uma NP P S I E algo que vá além da criação sala de M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 8 . espaços e escuta. SI EE EM escola. numa P socieda-EM mento dessas N que separam alguns crianças só ocorrerá em todas SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M de marcadamente estratificada. pelos S aspecM que existem M SI SI SI NP EM I EE tos sociais. Como fazer para recebê-la? O idéias ou de que NP EM pré-concebidas I I P M EE E S S E P P N M M I da em função de visões ideológicas N visam a moldá-las PE IN Mescola é um momento Sdelicado que EEentrada na M EE S SI e rígidasIN E E P P M M M E merece toda e S de desenvolvimento E P a atenção. não tem A Lei no 11. SIdemocratização M N E I E M P I Eo universoEE EE E P S das rado lúdico. E M que precisam.S S de seis anos NP prioridade. IN PE INaprendizagem. EM E P S M SI N E P E as M grupos sociais. S SI EE EM que M NP EM PE M I E P E E S N cerca.SI EM Ao nos NP os estudos EE de Ariès P P E I E M E P P S se desconstruir E N IN EE receber a S P mosPa criança de seis ensino fun-M apontam a necessidade de padrões IN SI NP anos no IN I S N M S E I S N E I S damental. M pois EE essencial. atendendo suas neM EE na qualEestão S SI na dimensão NP N P I I M M E formas dever e de significar S básicas. em muitas quanto sobre as possibiliN situação S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M zes. que são ameAo contribuir para desmistificar um conceito M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE drontadas e amedrontam. Crianças destituídas de único de infância. freqüentando PE dimensão SI da sala de E M SI M E E N E E P I M P E E o encontro da cultura infantil. EveS cas escolares vigentes. fundaE S sobre aIN N SI podemos ver o ensino EM IN M de nove anos E SI S N S E P M PE I aula é um grande desafio para o ensino fundamenmental como mais uma estratégia de M E E S N E E M SI consideNP tal que. N P NP P I P M EE N Além das diferentesEE S N N I M P apropriações dos espaços como outros campos do saber.Emuitas SI truindo E EM SI E PE de trocasM IN por meio M E E S P N E P ser e estar Pmais e menos experientes um modo de . NesM E S S E N I M M M NP afetiva. é aprender sobre Se acreditamos que M EE I SI N S S P N I E P S I S S EMda criança. M P I I I I M E E E S S S S E N P seus direitos (Brasil. atenção. Mdas crianças IN mediação SI N P E N E S I E I E E N S S contexto dos P sobre aprendizagem e desenvolvimento rease faz em um favorável. pois NP P I P M SIfundamental N S N N EE SI por Piaget e Vygotsky podem contribuir nunca seSIfalou tanto se fala SI EMhoje. rais. N NP EM primeiro contato com que são no presente. SI NP EM da autonomia. EE na dimensão EE a brincadeira se torna SI N Ede E P P P I PE M E E nela estão presentes as múltiplas formas ver e EM relações com o meio.EM quanto pela Os estu. SI NP crianças. só a escola outros S como também N E P M espaços Ide N inte. A brincadeira é responsável por cognitiva.EE INas trocas N EE populares. ou não. festas PE todos Eos M que ali estão. de sua história. M crianças E N I S cadeiras como Infelizmente.SIclubes. é comum M crianças chegam a essa etapa S EE a oferecer de do M as famílias N aPmatriculá-las e o Estado E P IN M M M N PE SI EE ouvirEM a frase “Agora acabou!”.Ministério PE da Educação. IN da so. que sofrem SI M EE EE SI entorno M E EM P P lência doméstica e do social. outro às suporte para a elaboração de trabaP IN nos inquieta M E E N S E M P IN às desigualdades SI com asEM condições lho crianças de NP de vida das criançasSe PE O desenvolviEE IN seis anos. a educarelativos Pà concepção burguesa de infância. ou mos S considerá-la: EM PE seja. quando à educação M S N I E P S M S SI EE PE IN ensino. a E P S I N M E I M N E partir do seu olhar curioso sobreS a realidade comunidade escolar. tenha ela freqüentado. S S a vioN sustentar. e desafio. EE NossoEM EE SI EE a brincadeira P N P P I E M P N S N com as criP PE Ie IN o principal papel da escoN convite. EE M E S P anças vistas como ameaças na rua enquanto. S espa. assegura o direito N o corpo.EE P P de seis anos no ensino E A entrada Mdo adulto. cujas vidas são Crie não infância. Esse M E PE S E M M N E M pelo ção infantil. PE M EM e acesso M EE ao longo NP à escola. E P P I M P E PE IN as IN formal. PE IN M E N S SI N E I M P M S Esse momento propício para tratar dos EM que assumir o desenvolvimenSI Cabe destacar PE é um M EE IN EM EE P S N E PE P I E M aspectos que envolvem aI escola e do Econhecimento integral da se comprometer com ele não P criança e N S M N E N I I N E M S E S S mas deMtoda a to que nela Iserá N SI só dos NP produzido. psicológica.

M dução não P se faz passivamente.M M EE E P M N M essa concepção PE M EE M vagas. PE P P I P M E E E S N N N P P N EE reproduz se por um lado aIN criança de P fato sujeitos que ali vivem. saberes e práticas.SINção da criança SI E EM dades E P EM M M E E E trapassando essa idéia. é como se M sendo por isso menos EE ao trabalho. O brincar proé uma palavra estreitamente associada àPinfância e SIN PE EE EE SI N N I P I N M M S entre o Ejá M S articulação N E N E SI nas sociedades cessos de às E crianças. PEcria uma Pzona IN sua visão. jogar bola etc. EE NP produtivo. PE da sério EE vá além IN M P S EM N E Mas a brincadeira também é séria! E no trabacriação de mais uma sala de aula e da disponibiliI M M E E N S E I M E P M e na brincadeira M S Evagas. na qual O brincar como um modo de E N PE PE EE E SI NP EM N P N I P M imaginação. Porém. Isso porque a brinimportante. E PEsituar emNum ção de códigos e papéis sociais mudança. o SIN IN M M S E P S E E M brincar é umaEM atividade humana criadora. ca já acumulada afirmando a importância da brincaI S M N S E IN que podemos apontar M deira na EMconstituição dos processos M SI E S E E Um primeiro aspecto é de desenvolviE P M M M E PE M IN foi capaz NP EE que o brincar M EE muitas EaprendiEE M não apenas requer mento Snão NP de modifiP IN P P SI e de aprendizagem I EE E M E N S E P N E N I P P mas constitui um espaço de aprendizagem. de E uma atividade à parte. EE S podem servir Ede horários. e sim recriada a que P I S S INde imaginar.SI IN I E E S S N S P P o mundo por meio das al e cultural M do brincar por meio das relações SI situações criadas nas IN que senta IN M M EE com os outros S S M E P P atividades de brincadeiras.EEnas relações que os sujeitos estabelecem cotidiano familiar. pelo IN fato de se M cuja fun-PEE P E S E N I P P N M facilitarINo processoPE S M N SI em um ambienção de socializahistórico e social. SI SI PE P M E M N E entre a experiência. NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 9 . reinventar I P N E P E M S M N SI PE portanto. S NP M E EE P M E E P S relaçõesM N de construir de P novas formas sociais com E E M P I M N E E S I E N E P E S N sujeitos. ao trabalho. I M EE S N E N N P I I I M M E S como IN S S ÂngelaM M E expressão e de ação assim Meyer Borba EE pelas Icrianças. assumindo contornos cada vez mais da infância e da história. Sua M EE S M N E P I M EE E E anos. Mde novos EEM IN M S E E abre lugar para a invenção e a produção ça com o seu poder S E P M PE NP EM PE IN M EE M E N significados. car as idéias S a zagens. este IN EE sim SIN e a reposição de energias paraPo só S ocorrerá em dimensões seS sua inserEE IN NPtodas as S EM P P PE I M N E N S fizer parte de algo que N E M P SI ção na escola SI SIe importante. tanto quanto no SI EM M no contexto da escola IN aprende-se IN a brincar. desde M EM E E S S M NP E E P E M cedo. EMtraz de novo. como outros camN P M M M I E E N E E S N P I P M E do saber.por outro lado tal reproestabelece – adultos e crianças. SI boraçãoM disciplina: não de um plano de trabalho com as crianças SI PE IN pular. O desenvolvimento reduzida a proporcionar o relaxamento de seis dessas crianças S função fica N M E E P P I M M M E E P E E trabalho. em termos pos de suporte SI para a ela. presentes e futuros sendo E S S N P E I M S EM M te da brincadeira IN atividade restrita à assimilacomo marcada ao mesmo tempoPpela e pela M EE continuidade NP M E S I E PE M E E M S M E P E e culturais. o autor compreende e partilhados pelos N construídos E E e artefatos EM que. Os estudos soEé SI E E que provoca a diminuição aula e da disponibilidade de N E E M I E M E P S E P P EE M brincar à medida que M N E dos espaços e tempos do bre aprendizagem e desenvolvimento realizados por M N I N E P E I P E M S E S SI IN PE ensino fundamental. A brincadeira M S E SI criar. PEas. PE N NP dade de vezes brincamos EE EE M EElho muitas P SItamN SI P NP E I P I M N E S M N I S bém trabalhamos! De acordo com Vygotsky (1987). M PE IN NP Nesse Iaspecto. vincula ao mundo NP M EM EM M PE não seEE I IN uma vezNque M E E E S S M E P M na de desenPE Ecadeira. Ulte estruturado a partir N e a sua integração à M significados. PE A experiência do SI diferentes EM PE brincar cruza IN tem. S afirma M M Essa ança se comporta EE da criança. criançasMe adultos. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M um dos SI principais representantes dessa IN M EE visão. N SI SI e práticas PE IN M que reduzem o brincar M IN SI S N E E S I M Vygotsky(1987) que na brincadeira “a crimenor importânE paralela. N E P P P I IN E E S N N S N P P I que a brincadeira M na vida EE tar não dado sumindo freqüentemente a significação de oposição S SI N do EM é algo jáEE SI N P I I M E S S N P P EE ser humano. no atividade oposta IN brinquedo. SI contexto S IN EE SI S EE principalPseria N I P M S sociedade. O brincar a significativa produção teóriSI M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P múltiplas aprendizagens. PVygotsky IN nesse sentido. EE de valores.entre P M E E E SIco valor do EM a realidade ressalponto de vista da educação formal.nidos N espaços e PE P IN P M e restritos I E S N N E S N P M SI pode correr. ainda irrelevante ou de pouN EE é considerada SI NP EM EM SI É importante EMe a fantasia. além SI de seuIN SI é fruto da N SI N P M I I M S ela fosseS maior do EEM S rio.outros SI N E NP S N I N E M P I predominanI SI S E Tal concepção se afasta da visão pos e lugares. PE Piaget Ie EE avançam asEM séries/anos do Seu podem contribuir S S N N P I N E S N SI à “hora do assim Scomo as pesquisas nas áreas daM sociologia EEMlugar e seu SI NP tempo vão se restringindo EM E I P M E E S E EM defi. Esses. ou seja. dentais. complexos PE envolve. N é simplesmente SI um SI NP PE EE a crianIN ativo de N SI partir do P NP do mundo. S E P que ela é na realidade”(p. E do comportamento NP NP cia no contexto EM E P NP I além habituda formação escolar I M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI a brincadeira N N N PE comportamento visão idéia de que é umaPE al de sua PE diáEE idade.M P recreio”. não geraSIresultados. ao menos ociM E dado ePEo novo. A Ecriança. incorpora a experiência sociSI EM EM SI NP e repre. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E mas mediante M Mas essa experiência não re. passados. EE envolveEM EE P NP S N M P P I com os outros e com a cultura. a memória e a imaginação.fantasia e realidade interagem na Eproser estar no mundo M M I I E S N S S M IN E de EE EE SI NPdução de novas S P P P possibilidades de interpretação. M ativi. EE processo I S SI reinterpretação que produzida. ou seja.117). e produzir cultura.

).regras S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M sujeitos desenvolvem atividades conjuntas. o que SI IN EM tilhados M SI PE EE IN S E E P S N Mambientes escolaresSIorganizaDesse modo. queimada etc. I N E E I M dos M N S SI P N I P S observaI EconheciM não é o que aparenta S N S E E valores e da sociabilidade. É EE um con-EM Einteragindo EM SIcom os outros. I E M S N N pelo compromisso com E P M S I E I sobre o mundo. PE crianças. dessa forma. o pensar verso o espaço interativo em que novos M E E S N EE SIbem como PEpartilhados. seja no plano M E N SI SI N E I M P I M E S forma sobre o mundo. É brincando que S E P IN N M I M N EM PE S EE da cultura. NesseEE IN M sentido.Svale a pena criança ultrapassem o desenvolvimento já alcanS I S entre Nrefletir sobre as relações EE EE (desenvolvimento real). ou seja.ações humanas transmitidas de modo intraimaginados nas interações EM nificados NP e criados M P I I I I M E E S S S S E N de ação que cria e P e como forma tre as PE dos jogos/brincadeiSI N transNP EM geracional. É importante enfatizar que P N M N E I E N I I N E M S E P I comunicar S S brincar M N pelas crianças. contudo. E que esses zendo ser. amaS com regras P significados EE IN EM preexistentes (bola EE P M S N E PE P I E cujos esquemas M ou rotide Sbrincadeiras.PEE SI N S I E S M M E S N PE car ao como produto e prática cul. como também simbóliconstrução de competências e coM EE pelo contexto EE e a ampliação NP SI E NP I M P P I M S ou seja. a coordeO brincar supõe também o aprendizado de uma E P P M M N N M N PE o mundo M dos parceiros. o reconhecimento do brin. IN E2002. o conjunto de experiênEM P M I EE (Brou. IN EE Epermite NP o qual S S gère. explorando suas M imaginação E S E N N E P P M M E SI SI tanto E N EM contexto N PEambi.SIN seja de faz-de-conta. SI SI distanciamento NP IN M PE I S N M S I S N E referenciada. formal.co.Epelos significados S preexistentes e parnhecimentos nos planos da cognição e das N PE EE IN EM intera. Por oue especifiS P e universos simbólicos S N E que caracterizam N I I M E N S S P M dos pilares da constituição sociais EE inserimos. Represencos constitutivos como dos modos partiEM EM PE M históricos EEdo brincar. são ine da fantasia. masNP a um dis. um acervo comum sobre qual os EM culares de brincadeira. consções levam-nos brincadeira reN N E E S SI SI quer o aprendizado NP EM EM PE PE específica M M M E tituindo os sujeitos e a base para muitas aprendizade uma forma de E SI N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M em que são necessários oEdistancomunicação que S SI estabelece e controla EM PE IN esse uni. EE e sociais em que sePE SI N EM E P P I PE M Eo E ta. pelo da realidade da IN vida comum. mundo significados estão sendo P I M E M E N S N E P EM conjunto EE SI se constrói EE e se organiza P EM de ações SI o desenvolvimento coordenadas Mas de que maneira N E P P E I N M P E Por umSlado.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M das considerações EE S volvimento proximal. M possibilita EE brincadeiras SI O plano E S S E P E M M E SI N disponíveis. SI EEos modosSIN de culturas PE IN IN EM que EEM EM EEe formas S P S N E E P ficações de ação social específicas de comunicar característicos da brincadeira constiI N M P P S IN M e limites. ou S M SI EEseja. o brincar é um SI EM Pnos Etro IN em que M E E S P M N E P compreendidas P outro aspecto a ressaltar como signiUm é que M da infância. Sua M S N I E P S E M S SI PE IN é um fenômeno M podemos dizer que a brincadeira EE PE no M próprio processo de brincar.M EE e possibilidades.gens e situações IN M simbólico e Esobre o SIN S N S E P M PE I ciamento da realidade cotidiana.PE tam e agem E S EE S P N I E M M P N uma nova S P E IN Essas duas perspectivas configuram carPEcomo umaEM outra realidade. EE que se M P N P P I E P N S que junto P de práticas. A partir feitas da Idizagem N S E N N permitindo que as ações E P I I P E S NP S S N I P I N M M até aqui. participantes compreendam PElinguagem. na aquisição IN de conhecimentos no plano da aprenP E EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 10 .SI diferentesMda estruturam EE NP IN si. EE I O brincar é um espaço de apropriação S e consainda que nela As brincadeiras de imaM E P S E E exemplo. que as crianças transponham P N I P I P M S N S IN INtempos e transitem entre M da são M EE os planos SI estáticos. bem S I as relações das crianças entre tuem-se por novas regras E P S E M S M E N M PE EE pelos quais EE comunicação como os modos represensão definidos SI habitual. SI possibilita EM EM P P aquilo que o brincar – tais como aprençado impulsionando-a a M M E M N E N E P M M EE SI SI EMolhar as coisas PE PE der Ea de outras maneiras conquistar novas possibilidades de IN compreensão P M EE atribuinEE S N N E N P P P I I I E S a estabelecer S sobre o mundo. Um repertório EM ras de gude. PE IN IN apropriação se dá S SI de comunicar? NPum fio condutor M esse modo E N I em torno de comum. E P S M SI N E P grupo de crianças. NP Esses limites P P M I N M EE interpretam. PE IN IN N conhecimentos e artefatos conse participando das brincadeiras M EE I SI observando-os N S S P N I E P S I S E apropriando tanto dos S EM processos IN truídos e acumulados Spelos sujeitos nos contextos vamos P nos básiIN M E S E N P M M SI N inserem. novasIN reM e de ação M SI SI S NP EM I EE EE M E S P lações entre os objetos físicos e sociais. mas transpostos e transformados de espaços S e S E E P M M SI E PEcontra. uma vez configura como aprendemos a brincar. SI cam os Egrupos EM lado.EE tura lúdica infantil.EM dades no EM SI Pque NPâmbito da NP da cognição. Essas N E I P E S SI EM a perceber que a PE P N M M E I mentos se tecem nas narrativas do dia-a-dia. M NP EM e o interpretá-lo de novas formas. M seus tituição pelas IN NP NP EM criançasMde conhecimentos e habiliEM ginação/fantasia. das rotinas. em que M EE mesmo tempo SI no contexto NP dos jogos E N P I I M E M S S N EM fruto das E Esão estabelecidas pelos Pcomo patrimônio tural.EM P E E S N cias que permite às crianças brincar juntas curso organizado com lógica e características próP P M I E N M M E S E PE SI Esses esquemas. E M certamente tem conseqüências P N pelo ções sociais. pelo dições EE fluenciados SI físico do SI N P E NP P I P M N Ma partir dos informal das IN recursos naturais e SmateriaisNPE IN a ente. M E E E S N E E SI NP NP inter e E EM NP en. EE SI EE particular EM nar asMações individuais comEEas a SI forma SI de relação M Ncom EE marcada P P E I E P P S N N E PE argumentar e a negociar. as situações e regras sigI ou seja. cultural. M ordem. 2004). de EE o modo S PE próprio do IN SI NPcompõe a culE não se Mnas são partilhados P S I N E I M S N refere a um pensamento ilógico. N N S do-lhes novos significados. básicos relinha. P I M por exigem que I E S E E S E S N E E o que está PE se fa. não prias.um contexto PE para o outro. INo brin.

do contrário. SI SI as descobertas. no encontro EE IN a imaginar. até mesmo castelos. é preciso deixar vações e o Mque podemos aprender com elas SI que as crianças e os INconIN M M EE a nossa S S M E P P adolescentes brinquem. mas é preciso colocá-la no real brincadeiras contribui. Podemos observá-los brincando. com o objetivo principal de atingirM resulcadeiras ÉE importante demarcar S são usadas N M E P P I M M E E P S N E EE que SIN tados preestabelecidos. a música. oPteatro.IN S M E P M EE E E de perseguição. a literatura. mediante jogos Uma excelente fonte de conhecimentos sobre E M N e situações PE PE EE é lúdicas EE SI conceitos NP o brincar EM N P N I P M que propiciem a reflexão sobre e sobre as crianças e os adolescentes M M I I E S N S S M IN EE e EE EE nos seus SI jogos e INPmatemáticos. de homem M como possibiliI M EE públicos S E SI E N E S E P P P M E E SI N N po S para sendo diferenciadas O PE IN o lazer. Certamente ficará N P I S M S IN EM N EE claro para EM corporando a dimensão humana do brincar.SIN PE culturais EE EE N N I P P I N M M S M para que S N E SI Dessa forma. Isso andoS regras de S convivência social e de EM E I P E S E E S S E N P P P M não significa que não possamos utilizarEa ção SI EMludicida. muitas vezes. cri. E Mas tais papéis familiares. NP dades P SI a escola N M I I I M S S S N muitas vezes o principal universo de construção debate atual em torno da necessidade de incluir a EEM E I M E S E P E de sociabilidade. lama M quando PE cadeiras EE são compreconteúdos. fazer EEMendidas N M S EM E I P M E E S E EM o seu M P de brincadeira e. uma vez que piques SI PE IN M M super-heróis tematizam EEe brin. IN M M S E P S E E M de na aprendizagem. e SI S N N P I N I S recursos. IN mas para que uma atividade brincar.INassumindo E S N E S N P M S SI domésticas.ção. seráM compreendida de constituição de suas identidaN E E processos EM ape. EE sa dade. M to S da SIveremos que EM NP esse paP IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P E pel cresce em na medida em que A dança. N as perque SI uma vez S IN propicia a compreensão EE a escolha.M a rir. sia construir o percurso da significativa. dimensão artístico-cultural na formação de crianças NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M de adolescentes O brincar é sugerido emNP muitas propostas e Ee caminha PE SI EE não apenas NP PE na direção IN E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 11 . pular. a inverter P I N SI NP PE E.EEbrincadeira: EE ter hora EE M ser livre. a representar. personagens de novela conhecidos peN P M M M I E E N E E S N P I P M I E criançasS criam brincadeiras EE E caráter muito mais Ia las de Spapéis e cenas N função de PE P IN P M lúdico.como espaço SI N Eque EM SI do mundo N de encontro das S P I I M E E S S N P P EE crianças e dos M adolescentes com seus SI EM pares e IN IN M EM E E S S M NP E E P E o mundoEM adultos e com que os cerca. P P M E E E SImem. da sujeitos M qual os M SI e EM SI humana IN IN ampliação PEpor meio E EM P E M S E N S P I P de conhecimentos da afirmação sobre o mundo.da poe-PE mais o brincar éS uma atividade SI EM nós que E P M M E P E N N P EE e da arte. as ar-IN S a SI SI importância IN M M IN S S N E E S I M pela dos tes visuais e as representam formas E E infância vem sendo Pmarcada S artes plásticas E diminuição P M M M E E N espaços E de tem. NP P I P M S crianças e dos cas e formas próprias Nsoluções por parte das M sentir e Efazer EE de pensar.SIEssas EM EM mais um SI NP PE IN exercício. As P EE diversas expressões e oEEM PEo IN assume M E P NP IN S N I P I fundamental de garantir em seus espaços o desenvolvimento da Spapel M criança EE S EM IN S NPna escola E N P E I I S E P S S N direito de S M SI M brincar. SI NP EE sonhar Se I P SI com eles. que EE PE compreender IN vão se constituindo SI no brincar NPas crianças EM É preciso P P PE I S M N E N S de sua experiência Esocial. EE SI de dialogar NP com o mundo. de um grupo social e.M M EE E P M N PE com crianças e adolescentes EE EM pedagógicas SI EM práticas dos para a brincadeira. IN NP E I M E M S E S E E Ao situarmos nossas observações no contexÂngela Meyer Borba e Cecília Goulart E P M M M P E N PE M EE EE EE IN contemporaneidade. como EE nós. N E M P didático SInão contém o jogo como agentes organiSI os requiSI como recurso PE E IN M P S EM N E como zando com autonomia suas ações e interações. intância do brincar nas suas vidas. a imitar. é preciso aprender com eles tribuem para aproximação cultural com as M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E a ordem. pelo isolamento. treinar e sistematizar conhecimentos. Penetrar M EE S N E N N P I I I M M E S espaço IN S S lado. para E devemos. lado. possamos titui um direito na vida do E hoNnos reconhecer EE a ser assegurado SI NP EM EM SI EMsociais plenos. SIN EE SI tal. rios. que a escola. IN individuais e culturas I E E S S N S P PEnfim.lingüísticos S P P P ou científicos. a crianças e para S compreendermos melhor M a impor.sitos básicos que configuram uma atividade M M E E N S E I M E P M E M S E planos e formas N NP borando não de ações conjuntas. se compreendem Scomo sujeitos e huma.SIN IN M nas brincadeiras. Iperdem N PE SI apenas como o sentido areia S geram brincadeiras de nadar. com mais profundiN E P P P I IN E E S N N S N P P I história e M nos cerca. EE M M N E como um pretexto ou instrumento para o ensino de objetos vinculados à vida suscitam brinM N I N E P E I P E M S E S N SI PE atividades Pde IN mares. EE a decisão. gógica seja lúdica é importante lidades de interações eSIdiálogos com M a frui-PEE P E E N E N I P P N M E M N SI de suasS lógi. P SImarNP SI P NP E I P I Mparticipa-IN cada. abriremos o caminho nos. Perceberemos sujeitos e atores fazedores da nosEM também. espontâneo. E compostos de mobiliário e N EM E M I E M P S E P P doméstica.PE P P I P E E E S N E N N P P N nas como des obserSI de pares.Mde expressão criadas Epelo P pela falta NP IN brincadeira. ajuda Mde possibiEE na criação NP M Por outro E S I E PE P M E E M S M E P N E que permita E PE as crianças. por um colhermos EE EM S NP M EM E P I M E E P S e que não N infantil. M e de SINguntas e as SI E EM seus M P EM M E E E adolescentes. I ela. nem N E M N I resultados prévios e determinados. consEMmembrosM P PE P M E N como E adultos e crianças. inúescolares e das SI práticas pedagóEM PE Existem E PE IN SI N NP S N I N E M P I a ludicidade I possam garantir e incentivar o meras possibilidades SI S E de incorporar na gicas de forma que E S S N P E I M S pedaEM M aprendizagem. é o da expara a organização Edos que Eocupa no mundo M importantes P I M M Ninformações E E P S I E N E P E S espaços-tempos N periência da brincadeiraM como cultura.

EM conEM PE M estão impregnadas E SI E E encontroM N E P P I E movimento sensíveis construídos no com teúdos sociais que. PE de trabalhar SI E M S M E E N E E Pas crianças tenham acesso Mtécnicas próprias e proP E E história. de inquietação arte precisa arte e não arte educativa”.IN S obN como ato de criação EE NP SI passiva S EM M P M M não como atitude ou olhar conformado que alargar e aprofundar o conhecimento do E SI jetivos de E SI E E P E IN M E E S P M N E P ligada ao E P está ser humano. PE SI EM tipo de sujeitos como formas deEE expressão e representavem com E esse conhecimento. EM dos na P I M apreender sua Nessa relação. S N N obra. coloca em escola. M SIe ler o mundo. EE reflexão. M E E E S N E P E SI NP N EM NP leituras e formas de compreensão da vida. Na educação. seja S como uma ela criança e Leite. construindo múltiplos contemporâneos. nhecimento que conteúdos próprios. como área de coE P P M M N N M N PE EE SI EE EM que ambos estão referenciados. N Educar e ensinar no contexto da cultura é um EE contra incoerências Ee S EMdivergências. P IN a ordem. linearidade. características e É importante que a SI N E P P M N M M SI N N livros de arte (há coleções PE SI EE duz o reconhecimento do prazer e do significado inclusive em bancas de PEE EM SI EE SI P N I E M M P N S P IN dessa relação. OsPsímbolos não são simples e insIN de visão” (Bakhtin. Intimidade M e também queIN constrói o olhar jornal). O olhar crítico que as crianças desenvolI I M E S E S S N P M EE muitas vezes. do SI música.M NP EM P M I E P E E S N mira e se surpreende. E M aquilo P EE EE o outro não vê e que SI N E P P I PE M M E E que me situo fora do objeto estético. desafia a lógica. E E P no. de assombro. muito também nós. tocamos M N E I E M P I E EE S E P E para completar S zendo o seu ponto de vista a obra. a livros bioEE de literatura IN que PEE SI acessoEM S E S P M M E S N PE ultrapassa o cotidiano. pintaM E E S N E E M SI etc. não só M EE SI NP E N P I I M E M S S N EM sentidos. considerando os S estética. SIntimidade que permite a apropriação mos prescindir EM com a arte. SI tem seus IN M com SI EM Relaciona-se EE P P E E M E P P S a arte a E N E que a S IN os signos compõem. vivencia EE EE SI movida M EM estética. procurando SreconstruirPEe são ou pretexto de conteúdos privilegiaM E S E P Equalquer tentativa M IN NP N EM totalidade. colocando-o em outro pla. N EM crian. portanto. pela mento PE das pessoas que as SI NP EM aguçado PE das obras e das vidas IN afeM E N S SI N E I M P M condição S tividade. com seu autor e com o contexto em e humana. da aprender e conhecer. da eduIN P M E EE S N N E N P P P I I I E S ou adulto. da dança. pela emoção. ra. EstabeN N E E S P SI SI lecemos IN EM EM PE PE formas de M M M E – com a experiência pessoal acumulada – enconnovas inserE S novas realidades. elabora uma P compreennão reduzir IN mero recurso SI É importante NP IN PE I S N M S EM I S N E para o ensino I dos seus sentidos. da EE IN poesia. mas constitui-se M cação” (Ostetto M IN SI entra emSdiáSI NP EM I EE experiência estética EE M E S P logo com ela. SI EM ad. 2004). da M suas capacidades PE pintu. N E P P E I N M I P S E de co-autoria.ção E P S M SI E P E M P N ças e nos adolescentes.SI EE IN S E E P S N M fotografia etc.EEM IN EM EE P M S N E P P I rompe. comunitários entre PE M EM instrumentos. IN M como autores Enos S N S E P M PE I nas práticas sociais e culturais vivenciadas es. É preciso apostar EM NP PE conto. M E S S E N M M M SI NP – são historicamenque uma trumentos da natureza humana EM PE M vez EE eu vejo. P IN M N S E N M P SI da vida: SI muito nas por meio da do carisurpreende-nos. podem ser analisados M E S E N N E P P M I M M E S SI N N PE EE de apropriae debatidos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S das questões relativas nos diz que o sujeito. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 12 . te constituidores da natureza das pessoas.PEE E P diferentes linguagens e produções da realidade e maior participação social. Nossa sensibilidade e nossos I transgredindo-o. M SI maior compreensão EE M Pgrau de intimidade IN IN EM SI com as EE P S S N EE artísti.EE grande desafio. o homem. ousa. 2000). pela elaboraram – redimensionamos a nossa SI PE pela imaginação. pela críti. para então estabelecer no. O E olhar pelo IconheciEM modosMde ler o mundo NP se ampliam M P I I I E E S S S S E N P pela sensibilidade. – traNP paços escolares. tros comSoutras obras. EM P P uma relação estética pela busca de comção da escola como espaço de criação M E M N E N E P M EE SI está a “serviço SI EM aprecia EM de seu PE A pessoaEque PE a arte não preensão significado. inverte E no mundo. pois de normatiI E S M E E S E S N E E PE EM SI didático Pleva NP a experiência NP EM articulação provocada pela zá-la como recurso à sua destruição. PE nova P I N E E I M rela. a apreciade sistemas simbóliM sem a orientação E I S N S S P N I E P S I S oferece o “excedente E S EM expressões IN ção cos. não sua EE EE é capaz de EM SI organizarIN EE si o processo P P P E M P Nexperiência S N P N E I PE I I N Na experiência compreensão. S E P M IN N M M M N PE SI EE autor ao tomar para de reflexão e deEM temente dos animais. N N E E P I P I M EE E E S S N E P N P P I conhecimentos apropriados ção no mundo e EM SI de visão deste mesmo EM PE IN IN mundo. em deEM catura. dançamos. Nesse contexto. As obras de modos instiganP NP P I P SIprofessores. P P E M M Aprendemos IN EM SI N P E N E S I E I E E N S S arte são M vas formas de ver o mundo. M muitas outras EE familiares. e atores. de surpresa.S quando. não podeI N M P P I S E S IN N de suaIN M cas.SOlhar quePindaga. possibilidades. humana e as nossas possibilidades M EE IN quebraEa EM IN IN de viver e agir ca. como também da organizaS S N arte e contemplá-la.SIN gráficos de autores de produções artísticas. da IN desenho. possibilitando-lhe M N apenas reproduz. pelas que podem M EEas possibilidades EE a arte potencializam SI SI várias interpretações N P NP P I P M EE N S N E N I M ção e de produção de diferentes linguagens pelos P suscitar. estética. N S N E N SI O prazer e o domínio da escuta e do tes de ver de SI do olhar. enEM P S I N M E I S estranha. de difeS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M A apreciação e rentes maneiras. ao entrar em conN Bakhtin S E N N ao acesso e à apropriação E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tato comSIuma obra de da produção existente. NP SImos. da escultura. PE IN IN NP M E N I S A contemplação é um ato de criação. SI NP brinca. AS chamada Enatureza humana nãoMexiste de M S N I E P S S SI PE IN a produção do M Aquele que aprecia a obra continua EE diferenPE modo independente da cultura. NP E M S I S S N E E S engrandecendo-as.M N S SI N I P S educativa I de estranhamento Esituação M nos diz Kramer (1998) S N S E E ção com a obra – da Como “Para ser a N E I P M E S SI Eser PE P N M M E I habitual.

EM E P P E I M E E P conhecimento e inteligibilidade do mundo. elas para opinar.M M EE E P M N PE M deveríamos EE M EM SI forma M E apropriar-nos do desenho como O processo criador. bem como as crianças e como deveriam aprender e Snamento M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P amplia a rede de significados e modos diferenciavolver. Mterpor realidade.M A inclusão das crianças de P seis anos no P Npara alargar SI ensiSI contribui NP PE EE IN SI abrir caminhos N EE no fundamental I P S SI tendimento da realidade e para para provoca uma série de indagações N P I S M N S EM IN SI há como S EEsua participação EM a no M mundo. NP aprender S possibilidaN P M I I M I M S S S N des de expressão e de compreensão do mundo e criança se adaptar ou se encaixar ao que o adulto E I EE M E S E P P M M E das diversas uma formas porque sabe e determina o que N IN ComoNP EM EE é ele quem EE de si mesmo. é po SI N orEM pela rotina EMescolar. mas sim o contínuo e a reN IN M EE IN M M SI S E P S E E M como uma ‘essência’ não existe: o que existe definição de delimitações dentro das quais o sujeito E M E E N E E P SI (.SI M E E P I M E E P N pode serSdito em relação à arte. ocorre P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 13 .como PE IN E SI NP NP EM S N P I I M I E S S prias deM autoras se relacionar com os materiais. por descobrifaz Scom PE SI IN definições e configuraNP decisões. no livro didático. a função da escola E o grante P de garantir Nhumana configura EM PE ”. com e com a vida. E S E E comunicabilidade e compreensão. 1998). N Iexpressão. o foco N M EEe conhecimentos. I S M N S E IN o foco na criança é comM dos de EM M SIoutra posição. emoção e cognição.são N PE que falam línguas. p. EM psicomotores P P M M M E E N N ou cópias E conteú. não tem escolhas do sujeito. dando mover. pois são formas de linguagens e de P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazer estético.Mfosse possível tecer o Etapete P NP O desenho possui sem ter os fios E e sem M I M EE de modelos. PE linguagens EE EE e com SIN N N I P P I N M M S M S em que. É que seSdefine I Mnesse quadro M E E N E I E P M E M autônoma. Não nos sobre o que e como se deve ou não ensiná-las nasPE EM E P M E P E N N P autores. conssituações os objetivos a ser EE alcan. em qualquer moEM N E I P I S E E S S E N P P I M P desdobramento M ção à Slíngua: “‘a língua’ mento. ordenamentos S e formas pró. Numa E P M M E EM PE IN as práticas NP EE preendido Edo EE salientar Sque M como subordinação trabalho às von. SI SI EM PE sentir e refletir IN NP envolve INreconstrução. por meio do E S S N P E I P S EM EM M vida àsIN IN palavras. precisamos rever nossas práticas educativas. NP SI seu ções dadas pelas condições e pelas SI PE e rem S EE referências I M P S EM N E O conhecimento. e de compreensão do mundo e de si mesmas. NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P tos amplia nossas possibilidades de redescoberta. A criação se S N E E P P I M M M E E P S N E E IN base em EE bilizamPE pela nossaEM herança cultural. I M EE S N E N N P I I I M M E S S da criação S estéticaMna formação que se servem dela N E EE e dos quais EM A importância NP ela é parte inte. segundo Vygotsky. P PE I S M N E N S E M IN valor. criando dipelas de múltiplas formas de comunicação M E M criançasM E S E PE P M E E M S E E P N E E P ferentes formas de expressar o mundo.EEM EM NP com arte P IN P P SI É importante I E M E N S E N E N I P P da criança Eou restrição de que estamos não se confundem com edu-INP S os tades SI das experiências SI falando N P I N M M I S S N universo sociocultural. ao inN E E I E M E P E S E P N E de Aprender aEM ler imagens. EM de propõe SI S M o inverso. aos fazeres. é sempre um processo singular no EE sobre novas M SI formas EM IN P no sentido M EE M E S E E P de uma sociedade justa e feliz.SIN EE SI EMsermos livres P PE P M E M N E truir sentidos A ampliação da Eexçados digam respeito às crianças. EE se não tidiferentes áreas Mas também podeM SI EM SI constituirmos IN PE críticos eEcriativos. visto que S E N NP a liberdade. a apropriação carne e osso. sons. EM do currículo. Como afirma Bagno (2003. SI está no NP EM EM SI E P P M E E E SIperiência Iestética. reelaboração. pois alarga o ganização dos adultos SI EMacervo de IN e até mesmo IN nas suposições. objeimaginação. O criar fazer EEvida EEde um produto EE se trata M P SI NP livremente não significa SI P NP E I P I M N E S qualquer E M N I S coisa. com E o esN de suas produções e Sde P se tornarem M SI M N E as linguagens PE I M EE E E suas vidas ao mesmo tempo em M que se responsapaço. O mesmo SI EM sujeitos de EM PE pro.à IN Ediferentes IN SI acesso às E E cultura e ao conhecimento. E tão N E E SI S N P M I Eosso E E SI N concreta quanto S P P P os seres humanos de carne e lações (Leite. novas Minovar e estabelecer M I E SI pode ousar. Patrícia Corsino M SI IN IN M M EE S S M E P P A apropriação pelas crianças dos conhecimentos M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E produzidos pela arte Mo seu en. todos nós é bom para ela. como se S cacionais aoSIseu EE treinamentos EE exercícios de técnicas. os NP posição. SI S E que interpretam a realidade. às ações. no temN E N P P P I E E S N N S N P P I e no espaço EE festações artístico-culturais. E SI SI E N E S P P P M E E E SI N N dos quais fornecem novasIN à Pcabe EE os pontos. PE re.. EM fazendo circular diferentes maniconteúdo a ser ensinado. qual o sujeito deixa suas marcas revelando seus N M E assim EM N EM EM SI NP PE I P M I E E S N E incita as crianças a também encaminhamentos. P IN E M S M E N S P I P outras posições. Já na segunda. por exemplo.. qualquer queM seja. vermos acesso à S pluralidade de mos observar como. SI Na primeira SIpróprios. M E E E S S M NP E E P E referências relativas às características nas idealizações e nos preconceitos sobreEM quem são P EE EM PE IN e ao funcioE se desen-EM E P NP IN S N I M P P I de cada tipo de expressão.) ela éM NP EM seres humanos NP divergir. na SI impostos N base fundamental S P I I M E E S S N P P EE paraM o processoM de criação. E I M S S N P ações que criem outras S de vida Nesse sentido. embora N E SI criar relações. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N Se compreendemos que as diversas linguagens SI EE SI SI EE SI NP P I P M S artístico-culturais constituem modos de conhecer e IN As crianças de seis anos N M EE M M SI E EM de explicar S E P M M E E E a realidade tãoP válidos quanto os sae as áreas do EE N E conhecimento E EM P I P P M E E E S N E N N P P organizados pelosSIdiversos N beres ramos da ciênEM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P cia.18) em relaqualquer forma. de cultural.

também.1986). suas faciliM E E S N E E M SI NP de ensino reside. Na busca I tal. usando ça uma direção E para sobreEM forma espontânea SI IN M PE a lin. estétiSI SI nos princípios EM EM PEpolíticos e M E SI E EM N E P P I M E riando. N SI quais são os seus interesses EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Trabalhar com os conhecimentos das Ciências preferências. SI SI N EM I EE (1997).SIsuas PE IN SI vez. articuP P E M Encorajar M de diferentes IN EMrelações S(Kamii. SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 14 . cos. PE EE para o Ensino e EM lares EE a pensar EE a comparar SI sobre números SI N P NP P I P M E N da Educação/Conselho S N E N I M quantidades de objetos quando esses forem signifirio Nacional de Educação I I M E S E S S E NP P E I M M E P S E com quantidades N E CEB nºSI02/1998). classificando. incluam cuidados e afetos.EEM IN EM E P M S N E P P I Mdar oportunas é mos materiais. N N Fundamental (Brasil. suas propostas Como eixos das proP E N pedagógicas. das EM não há como ouvir as crianças e considerar as suas S P P IN IN IN EE E EM S S S N N P I E I M relações entreIN o homem.SI E IN S E E P S N M guagem matemática). do lugar onde habita. aberta e ao imprevisível.EEM EM P S S N E E P levantar hipóteses e a construir conhecimentos mover ampliações. muitas N SI iniciais EE idade. Uns M EE grande P S E E a criança M M enfaIN NP N aquilo que EM EM valorizam P I A partir desses eixos. pois EM PE M comEE estudo eEde M volver atitudes EE ao novo EE SI N E P P P I PE M E E paração das paisagens. possibilitando. N lamos entre IN M EE garanta o M EE S SI pensamos NPque um ponto E E P P I M M M E ciais. no desenvolvimento da crítica sobre os social. as EdeS tornam-se secundários pedagógicas das Diretrizes N S o com. ao E disponibilizarSI PE objetivo do EE as Noções Lógico. o espaço e a sem alterar a ordem S natureza. sua Conhecer. ao promovermos S M EE séries/anos IN iniciaisEE IN IN situações que Matemáticas NP E M S P I S S N E E S nidade paraIN que as crianças coloquem provoquem trocas e descoberE abram caminhos. suas relações. É importannós. das Ciências Naturais. suas formas de aprender.favorecer N Po safiadoras capazes de impulsionar M das crianças EE o contato SI NP E N P I I M a obser.EEM Na áreaS das Ciências SI inicial do SI EM Naturais EMtrabalho. posteriormente. SI N P E N E I E I E E N S entre diças a e diferenças áreasSdo conhecimento e se funP identificar semelhanças NP P I P M SIlem as diferentes N S N E N SI ferentes elementos. E P S E M S M E N M PE EE a relação EE res vivos e sobre e a natuEsse num lugar estratégiSIenfoque coloca-nos NP P P M I N M EE entre o homem I E M N N co porque cabe a S E P M S I E I o homem e as tecnologias. como sugere. Nós.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Mescolas. O trabalho comEM respostas para sabem EE SI EE épocas M P N P P I E P Ncom os objetivos S N P N E I PE I N aIN área das Ciências Sociais dasSIdiferentes áreas do currículo. perceIN SI e Diversidade SI NP de Manifestações IN M PE Criatividade I S N M S I S N EE I S Artísticas e Culturais”. estudo articulado das S Ciências Sodesse foco. beremosPuma disparidade de posições. é importante que o traé e faz. especialmencomo é seu M grupo familiar PE e Sociais M EM EE nessa etapa NP SIdades e dificuldades. da Responsabilidade. suas sensibilidade. operando e re– Resolução P EM IN M PE PE constituem IN M situações-problema E S M S gistrando as (inicialmente de Estas o documento legal que traN E N P EE I E E P S M SI N E P E M que as escolas reflitam P N e. Para M to mais freqüentes M SI Cidadania. de resolver EE devolver PE para observar. outros I E S M E E S E S E N E Pou EM de seis anos de SI ou o que PE ela poderá NP NP EM balho pedagógico com tizam o que lhe falta deverá PE as crianças I N E E I M N S SI P N S vezes osciM SI (as). indagar. conhecimentos M S N I E P S E M S SI PE IN problemas e de M formas de se organizar. Somos Inós EM ênciasM NP M P I I E E E S S S S E N P científicos. mediamos as relações dasPE crianças com os eleSI NP EM de conhecimentos PE IN M E N S SI N E I M P M O trabalho com mentos da natureza e da S cultura. das Noções Lógico-Made partida seria conhecer S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M temáticas as crianças. interesses e produções S E M E N Sé P . cativos para elas. da Solidariementos da criança. a fazer correspondências e agrupamentos. de ca flexível. se analisarmos EE M E S P Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem as concepções de criança E P P M M E N N M N E EE SI Esubjazem EM Democrática. INP P falas.M NP EM P M I E P E E S N cies de as crian.EE pressão por meio linguagens. professores(as). a experimentação. planejar. o objetivo EE via de mão du.EE pos de objetos. PE reza e entre E S EE S P N I E M M P N S e os espaços P da escola IN te organizar os tempos M atividades propor e deM EE e coordenar IN para PEE SI significativas N S E I E S P M M E S com a natureza e IN E desenvolvi. e disponibilidade S E P M IN N M M N EMque as crianças PE M diferentes SI articular Eo EE viverEem e locais. uma organização pedagógiPE IN M E S S E N P M M M SI N de observação. implica NP M por sua E N I grupos humanos. saber e S e das Linguagens.S M E M amplificar S N E E E P com as tecnologias.Ssem Puma IN torná-lo M E E P M N E Pdas crianças. SI c) Princípios Estéticos da E Sensibilique quer SI ao discurso M EM NP comum. e práticas Isocioculturais.SIpostas E N N a atuação do adulto e E P I I P E NP S S N I P I N M M finem osSIseguintes princípios: “a) PrincípiosSÉticos promisso da escola com a apropriação de conheciS N EE EE e com a aprendizagem SI EM EM P P da Autonomia. professores NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E as duas posições. nos anos/séries do ensino fundamenvir a ser. dução científica centradaSno mundo infantil. E P vida dentro E reflexão M S te. M N E I E M P I E EE S e fora daPescola. conforme estabelecem as Diretrizes CurricuM E S E N N E P P M M M E SI MinistéSI conjuntos. P as trocas mútuas sejam curiosidade a pla onde capazes SI EE de pro-SIN ampliar Ea EM PE incentivá-las IN IN EM so. M E tambémS I S P N E P S I S objetiva ajudar a criança S EM IN a pensar e a desenImplica. EE quer à proP P E I M E P P N N E PE dade. M M E M N E N E P M M EE SI contraditórias SI Essas duas EM PEComum. N E P E I N P S N E histórias. mento dasScrianças e de as suas experiI M E E E S N EE o debate SI NP NPe a ampliação EM NP que vação. eventos S SI EE e ações em todas as EMespé. favoreçam a ex. provocar os saltos dos conheciI N M P P S SI IN fenômenos físicos e químicos. b) PE tendências dade e do Respeito ao Bem são P muiIN M EE Princípios E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S Pinto Políticos N dosP Direitos e Deveres da do do que supomos. ordenando e sedamentem éticos. M EE Benjamin NP IN os seM S I bre os sobre mentos. assim. P SI NP todos os tiEM P S I N M E I M S N tas.

P P M S definição. NP mas de linguagem – PE IN hipóteses NP E PE N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 15 . analisar. M P PE EM EE Por isso. E EM A importância M IN M S E E as crianças nos anos/séries iniciais do ensino fun-PE de um planejamento S E E P M M E P E N N E P o desenvolvimento M M se inicia N damental. processo sócio-histórico de construção coletiva. Pouvir uma música. à espontaneidade. uma escultura. portanS SI do meio.Eprocesso E com as linguagens NP O trabalho de deSIN connas EE EE M aprendizagem E P NP SI P NP E I P I M para queIN ceitos. o proN E P M levantar etc. E simbólicos possibilita a M realização de forfilme. orais Mde usos. não conseguem do seu Linguagens. possibilitem de difeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Essas são bastante provocativas rentes gêneros textuais. reconhecer. Decorre IN M EE a um IN S M E P M EE E período. EE um ano SI NP EM EM SI possibilidades: Eseguir PE de P M E E E SIria. Esse N E S N I S como finalidade autor compara e inter-relaciona duas ais tem darEM oportunidade EM E I P S E E S S E N P P M P M categorias de conceitos: os conceitos espontâneos as apreciem diferentes produções artístiSI N IN M criançasEM EE IN M SI S E P S E M – construídos cotidianamente pela ação direta das cas e também elaborem suas experiências pelo faE M E E N E E SI NP EM NP ampliando PE a sua crianças NP experimentada PE a realidade M sobre e obsere M a sua sensibilidade M I E SI zer artístico. assistir SI PE (interior doSsujeito). inpara se comunicar que sisteNP M e utiliza EM EM M P I IN M E E E E S S M E A partir Eda ação. ou desenvolvimento E humano. na área das EM O trabalhoSpedagógico SI NP M EM E P I M E E P S Nconceitos espontâneos Para percorrem E Mtambém inclui P a socializaM possibilitar NLinguagens PE o autor. deve se articular a ele (a)s E P M M M P E E N PE EE de objetos EE IN M criança e manipulação noSplano pedagógico de cada SI uma das EM e ma. a linguagem é um dos insI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI pelo homem N N N PE (músicas. I M EE S N E N N P I I I M M E S S com ênfase N E E ídos em situações E formais de ensino-aprendizagem. N E M Pde representação. à ludiM EE NPduas categorias M E S I E PE P M E E M S M E P Eas crianças E PE e à organi(2000) observou que. cabem também a leitura e poemas. embora cidade. é uma Vejamos a algumas EM oportunidade histórica de a criança N E P P P I IN E E S N N S N P P M EE Propor atividades que I favoseis anos pertencente SI às classes N EM SI da ação:EE N populares ser in. PE to. PE IN M EE P N IN ano ou S N I M P P I sejam elas de Matemática. a criança vai EEM funções fundamentais são IN M o intercâmbio social – EE S E P Eo homem cria tendo a oportunidade de experimentar. 2000). central M M E EM de histórias N N E E P NP I tas.SI 1) plano P I M E S S N P EE reçam as ações da Icriança sobre troduzida a conhecimentos que foram fruto SI NP EM de um M IN o mundo social e M EM E E S S M NP E E P natural. no SI pedagógica EM EM SI que permiSI NP PE o desenvolvimento INPara o autor. I E S N N E S N P disso que operar com I M SI apreciarM co uma pintura. em todas E S S N P E I M S EM M entre as IN de conceitos. SI tomada de consciência EM de atividades IN por consiste IN M Mpráticas discursivas E S S M E P P dos conceitos e operações do próprio pensamento. I sensibilizar Sa criança para NintrapsíquiP P P M (entre pessoas). é essencial o respeito às culturas. M da arte e M E E N S E I E P M é a formação E M S séries/anos inici. Vygotsky as áreas. o M elo central do diversas manifestações atuar sobre I elas. as quais.SComo ação e simbolização estão junno cotidiano com EM De acordo PE escolar. de sua sensibilidade M e de sua expressão. a do ensino fundamenP EE E S ampliação S P P I N M M S deslocamentos M S área. portanto. P possibilidades para M uma mesma SI SIo desenvolvimento e situações. M P colocações N e escritos. IN à autonomia MconsigamPEE P E E N S E N I P P I N M S M espontaneamente N N N operar série tendo como Sobjetivo o pleno PE de palaSI zação das EE SI SI com umaIN EE SI crianças. M E O trabalho com a área N E E I E M E P E S E P E bem pequena. ainda na INvras.EEM NPescolas. Estudando as complexas relações tras práticas corporais. I P I E M S E E S N E E N P categoria. Vygotsky (1993. Esob PE que se consIN NP tem infinitas IN E I M S S N P S E conceitos e os significados das palavras. S ver. quando de todas as áreas SI SI que assegure PE PE IN EM EE o processo M SI de sistematiM EE N S E N P E I P I zação de N conceitos eIN formalização dos conteúdos. NPE tação da IN P P I E M E S E P N E N I P P aulas-passeio. Nesse processo. etc. então. estudos A linguagem é constituinte do sujeito e. isto é.muitos EE IN SI ção e a memória N E E caminhos até a criança ser capaz das esportivas e de I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E los verbalmente. N E E SI S N P M I – e os conceitos científicos – construEE E E SI N vada por elas S P P P vivência estética. SI EM Um dosPE troem os IN M nessa área EE do currículo E S E EM P A linguagem.) etc. Finalmente. elas não N têm consciência da sua E M M SI E EM área das S E P EM M M E E E seja. sua vez. Ciências. agrupando uma mesma classe eventos desde Mdo princípio N IN NP EM de objetos. atua não só no nível interpsí. experienciar. SI Nvisitas. a própria movimenno fundamental. enIN P I N M M I S S E E S IN trevistas. PE EMde que aScriança. N P I S S IN cuidadoso. generalizante PE SI e o pensamento Eferir.grafia ou Língua SI M os outros anos ou outras IN Portuguesa.M grandes objetivos é a eduN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E quico mas também no cação estética. Entendemos que. trumentos básicos inventados cujasPE a recepção PE doEE de sons SIe imagensIN SI N SI N P M I I M S S é cumentários S etc. do conhecimento. Nesse é impor. que significa EE ser SIN EE P PE P M E M N E pensados pelo(a) garantia de mais de escolaridade obrigatóN M professor(a). esses E SI Em qualquer podem tal Epara bemSIN mais que a M nove anos. SI SI NP PE EE IN SI NP o trabalho EE para a S I P SI escola.PE P P I P M E E E S N E N N P P N prio pensamento. os SI EM de definiEpráticas PE ou. os planejamentos das Eatividades. NP E I M E M S E S E E inicialmente a ação. ou seja. especialmente para com M finalidades e intenções diversos. História.S sistemas M N E E P I M M E E P N E E EE sem SIN mas de pensamento possíveis tante vivenciar atividades em Sque possa E PE IN SI a criança NP EMque não Iseriam P P PE I S M N E N S sentir.M M EE E P M N PE de a linguagem ordenar M – é pela EE M das Linguagens parte EMpossibilidade SI o real. filmes. E teriais. é preciso assegurar um ensiN E tomar consciência E EM pró. IN pautado por uma prática I E E S S N S P P nessa progressiva ta a realização variadas. Geoessa série inicial deve compor um conSEsse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S contemplar S N precisam junto com S M séries do ensi. SI SI processos PE as esses EE imaginar IN M P S EM N E Ainda para Vygotsky (2000).

são estabelecidas I tomada de M E as fiVygotsky considera que a M E S E N N E P P M M M E SI abstrato SI do trabalho N N PE EE eleva o pensamento a construção ência a um nível mais M EE e apontada EE nalidades SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M de conceitos. N N E PE individuais ou em grupos ouM corporal – NP IN SI duplas. de apropriação gradatiI M E E E S P P IN pequenos EE gruposIN NP EM dualmente. grupo). E S EE de S P N E M M P N S visitas e P entrevistas. NP EE P P E I E E P S são as brincadeiras. determinado pela solução de EE S colagens. M P M M problemas emergentes na sociedade em que vivede diferentes gêneros E SI fazer uso E SI E E P E IN M E E S P M N E Pda escola e P fora culExpressão/registros escritos – a língua M SI EE escrita. Pmodelagens EM P INque as crianças M EE EE E S S N E P N P P I M em de ou zem para representar o que foi vivido e N S sob a orientação N SI EM PEum adulto Iexperimen.problemas IN M Gradativamente. gráficos. as crian. na escola. maN ou adapta M N E I E N I I N E M S E P Sa S N E SI etc. pelas sucessivas S SI EE EM Vale M NP de cons-PE ser um pesquisador EM tomadas M I E P E E S N lembrar com projetos torna-se efi. N M E NP SI SI Ediscursivos.IN N e de diferentes PE de possibilitarem neros formas de registrar as ações M a realização EE S SI NP E N P I I M M E M S num processo S N E E E P dades de organização e de registro. passa notações e escritas espontâneEE pas. Ações. a falar sobre PE ou seja. As P nos livros didáticos e nos seus manuais. como EE EE viram. que caminhos E ainda.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Econceitos E E M EE o S fessor pode pensar de científicos. no nível Expressão gráfica e plástica – E são N EM SI de desenPE IN M E M E S SI pinturas. E P P M M E N N M N E Emais SI EE EM ra etc. exerce várias funções e possui I M P P IN S Sarticular. o acesso S N S S P N I E P S I S S EM IN cessos que estão amadurecendo e se encontram seguiram.IN E P P M M fa. sentiram. em SI Expressão NP pequenos IimiPE I S N M S E I S N E I S com toda a turma. fizeram falem sobre P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S (em pé. problemas e.coletiva dos P professores. sala de leituetc. brinquedos etc. e também soEM PE EE M embrionariamente EE seus sentimentos EE SI N EM E P P P I PE M M E E tos é uma forma de vincular o aprendizado escolar bre o seu próprio pensamento (procedimentos de S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aos metacognição).SIN mos. tações ePE dramatizações por meio das quais as M PE S E M M N E M I NP N reapresentam E vê o desenvolvimento E crianças P I M Vygotsky retrospectivao que viveram e sentiram I E S M E E S E S N PE como EM mente. Isentado S N N S paços da sala ou da escola naIN roexpliquem como chegaram a M suas representações. além E de terem a oportunidade S S de aos interesses N e preocupações das crianças. em vez de EM diversos gêneros – Ee outras notaS P e a função EE IN EM e tipos de textos P E P M S N E PE I E reproduz Mo que está serS alguém que ções comoPa linguagem matemática.. EE PEas crianças são chamadas Conceito que tuações em que a conS E P M IN N M M I M PE IN EE permite do curso interno do desen-EM versar sobre So que fizeram.SIa vão dando convencionais. são incentivadas IN M E S S E N I M M M NP presentes. SI lugar às M EM EM PE E SI E EM N E P consci. EE SI S N S E P M PE I colaboração com companheiros mais experientes..Me atividades SI ou menos 2) planos de SI representação: M EM movimentadas. o que implica produz seus gêneros SI atividade Ihumana NP P P M N M EE I E M S N N discursivos. Sendo assim. sentiram. É importante E P M S I E I busca de Iinformações. a partir P P do(a) professor(a) Se/ I E M M da mediação IN EM que o trabalho N P E N E S I E I E E N S pedagógiS caz P quando articulado com a proposta mais experientes. essas representações vão M E E S N E E M divisão do desenvolvimento em SIníveis que NP É dessa pelas PE M EM M vão ganhando EE NP crianças Ee SIsendo planejadas M N E I M P I E o conceito EE S e elaboradas. tais como M ças desafiadas a fazer gêM Esejam IN além PEE SI uso de diferentes N S E I E S P M M E S de inúmeras ativi. representem o que M M E M N E N E P M M EEas podem SI e depois IN SI EM ser pensados PE PE de maneira que alternem esviram. E P definidas E de zona S Vygotsky formula de desenvolformas mais N E P P E I N M P S Eentre o nível PE IN de IN SI NP M E N I S vimento proximal como a distância Expressão oral – fala/verbalização – são as siM S N I E P S E M S SI PE IN M desenvolvimento real e o potencial. Cabe à educação das séries/anos P e generalizado. S I S N EE EE propor que as crianças SI EM EM P P momentos de verbalização do que foi elaborado ou seja. representações e conseqüente tomada de consciência dessa ação. podem ser inúmeros usos formas de se Cada P S E M S M E N E M PE E EE esfera da dos de forma ampla e interdisciplinar. aos proa determinados resultados. pátio. IN pois os temas eleitos M EE sociais e E NP IN exploraM S I currículo. planejar o trabalho I I M E S E S S E N P Eque PE valorizar as diferentes SI EM manifestações EMtendo em iniciais culpedagógico vista o fluxo vai da ação P IN M E E N S E N M P e conhecimentos SI M cons. tado. à realidade PE às questões IN IN EM do EEM EM EEgrupo. tabelas IN SI NP EM P S I N M E I M seu próprio S trabalho.IN E volvimento potencial. experiências que. N E I I PE M E S S E P P N M os desenhos. N E do as das crianças. Trabalhar com projesuasSexperiências. E IN primeira mão.turais. Sem ou com a partidos sistemasIN notacioEM va dosMusos e convenções NP M P I I E E E S S S N Os projetos valorizam P EE incluem Sa linguagem de toda a turma. feitas indivique viveram. N ciência – com a explicitação que SI em projetos IN ampliá-los e expandi-los Mverbal do S SI PE EE IN S E E P N M trabalho interdisciplinares.EE ciência. S EM a compreensão EE P N P P I E M P NchegaramM S N P N E I PE I I volvimento doIN indivíduo e.Mque se com o próprio corpo objetos I N E E I N S SI P N I P S I pela solução E M S N S costuma determinar independente de EEM fantoches. mesa (individual. o naisPque PE escrita – com seus SI NP EM cipaçãoM IN E N S SI N E I M P I M E S trabalho do professor que. Os Sprojetos P S N E E P turais do vão além dos limites assim como a oral. no EE EM SI ou manipulando PE NP nível de Pdesenvolvimento NP real. além de tornar e Igradativa N S E N Nem planos de representação P I I P E S NP S S N I P I N M M trabalho Smais dinâmico.PE pesquisas. prospectivamente. gradativamente NP P I P M SIou de pessoas N S N partir de uma reflexão E N SI da escola ca e quando. SIà tomada Ede partir das à representação e dessa última EMdos interesses NP PE EE IN E P S M SI N E P E de M P foi feito –EM crianças. M S SI S NP EM I EE uma determinada solução EE M E S P dinha). pode ser um Icaminho para P E favorecer a apropriação N SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 16 . bonecos.

a escola E IN e/ou empresas. PE participam SI EM das prátiEMsuas capacidades PcomIN SI portanto. SI NP EM sobre M que circulam ao seu E IN informações cotiM EM E S S M NP E E P E M dianas. ampliar as crições sobreS como realizar atividades diversas ou E E vel pelo ensino da leitura P P M M M E E N experiências E P adolescentes NP IN das Scrianças eN dos de EMcomo agir em determinados eventos. a refletir SI sobre as N de EM em diferentes EM esferas Ncaracterísticas dos S P I I M E E S S N P EE participação social: Icirculação de diferentes textos redor.47).EEvulgação EE NP cesso pelo qual se Sadquire PE IN eventos. e pres-IN S SI orientações SI Cabe à instituição IN M M IN S S N E E S I M e da E escrita. EM P IN E E M S M E N S P Pmodo. . IN M M EE S M N E P I M EE Ecedo. texM mediante I E M EE E SI E S E P P P I M E E N N modo possam lerS e produzir compartilhamento de desejos. 279) Schama modo. P P SI IN experiências SI etc.da subjetividade. Pelas N E E convenções lingüísticas. ouEseja: situações de interação N social e aprendem sobre SI EM ensi. por outras pessoas. muitas vezes N P I S M M S IN IN EE EM os es-PEE garantir esse mesmo princípio.gua M N SI e sobre os N N situações SI as diferenças EE SI SI EE elabora Pseus SI entre essas NP I P M S ”. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE efeito sobreSIinterlocutores desde cedo. bre critas em diferentes suportes. Dominar N E tal tecnologia PE E I P I E M S E E S N S E E N P P ve conhecimentos e destrezas variados. um nas relações I M papel central M E E N S E I M E P M E M S E N NP sociais P (1998. circulação de satodos os estudantes – diariamente – a vivência de E P M M M E N PE M NP reais Pde EE beres gerados EE de conhecimenEE leitura eSIprodução M emM diferentes áreas práticas de EM NP textos diP IN P SI I EE E E N S E P N E N I P P meio dos P E versificados. Em cada tipo de situação de interatos nelas produzidos. escolar.SIN IN M I M M S E P S E E M nar a ler e a escrever no contexto das Eelas próprias. valoração da realidade vivida. papel de Morais S N ou outros P P I e Artur Gomes P M instrumentos I E S N N E S N P M SI SI que SI PE os substituam. EE preender SI EM EM IN P as convenções M Correia Albuquerque E E S E EM P letra/som e dominar seu traçado. as Scrianças participam de diferentes EM N E I P I E S E E S S E N P P P M rio: o ideal seria alfabetizar letrando. SI N E I P I M N E M N I S ações distintas. As EE EO mesmoSIN P P M E E E N E N N P P M tes e E distintos modos so. por textos científicos. memorizar Telma Ferraz Leal. convites. ler as cercam falam S SInas situações PE E elas.SIN crianças e os adolescentes SI observam EM SI palavras EesNP PE Ao refletirmos IN de usá-los. mas não inseparáveis. Morais N S N I P P I N M M S M S e Albuquerque N E SI do em Leal (2005). “alfabetizar e vivenciadas Por meio EESoares EEletrar sãoSIduas EE M p. 2004) EE con. ao iniciarmos mediadas pela meninos S e meninas S vão EM oralidade. o que favore. SI SI EM PE como comIN NP IN E I M S S N P S o funcionamento do alfabeto. convivem E crianças. mas começam. corresponderia ao dos textos literários. diNP M EM por meio EM M pro. como M SI EM SI se constituindo IN PEsujeitos letrados. Nessas NP PE diversasIN EE IN finalidades Se EE cumprindo P S SI e reais. N M EE INenunciados M M SI E EM S E P M M M E E E ção. ce a delas com maior M EE uma variedade NP M convivência E S E PE P M E E S M E contextos P EM de utilização Ede interação PE a atenção de que “cada esfera de sobre IN e a suaNreflexão M da lín-PEE P E E N S E I P P N M tipos relativamente E estáveis de S tex. ao contráda oralidade. avisos). M N práticas soPE sobre a natureza e sobre a sociedaPE EEorais ciais EE e da escrita”. Ainda segundo a professora Magda gem ocupa. por meio de PE IN deriva uma M EE EE P N IN S N I M P P I leitura de textos jornalísticos. escrita e seus usos e finalidades. S expressão EEM IN M EE S E P E O termo.SIN cio efetivo daquela a língua os adultos que EE e competente PE tecnologia IN SI N diferentesSsituações: EM P P PE I M N E S perto delas e comEM N E IN e produP em que precisamos SI crita. por exemplo. p. A linguaIN M P S EM N E zir textos reais. Na escola. assim. N NP tecnologia P N I S SI I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 17 . sobretudo. SI diferentes N P M I I I M S S textos com autonomia. nãoEEsó N de interação EE SI NP EM EM SI busca causar EM em que se P P M E E E SIse motivam adas pela escrita algum EM para ler e escrever.M M EE E P M N PE habilidades de utilizá-la M crita alfabética EE M EM SI E e as para M Letramento e alfabetização: N E E I E M E P E S E P P M M N E ler envolpensando a prática pedagógica M N Ie para escrever. SI NP de. responsáto. Precisamos rais com práticas de leitura escrita. EE é EE outrosSIque NP S P PE deparam P Na nossa a participação social mais formais e N se com não I M EE S N E N P I I I M M E S S dia-a-dia S N E intensamente mediada pelo texto são de seus grupos familiaEE EM comuns no NP escrito e os que SI M EM E P I M E E P S não apenas N dela se apropriam de suas Na instituição escolar. P I IN alfabetização M E E E E S S M E E P IN M uma de produtos e serviços. Disso M P estilos. mas. P P NPpor crianças e adultos. rótulos escutam histórias lidas M tanto na sala de aula M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Qualquer cidadão lê e escreve M cultu. EE EE SI (cf. medianPE– a es. propomos. NP E I M E M S S E E tolares (cartas. deparamo-nos Ecom gêneros textuais E diferenocorre em Prelação à Pescrita. P Nres ou de Esua EE EM comunidade. ampliam de I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I de textos orais. outdoM IN IN M M EE de embalagens. IN I E S S N S P Pos usos que fazemosSIda escrita no dia-a-dia.M isso fica evidente. IN Desse assim como defendiSabemos hoje PE e Albuquerque. P EE como. relaciona-se ao exercíAs muito com S N M E E P P I M M E E P S N oral em P E EE da es.SIN EE que sejam SI ambientes EM que asMcrianças que vivem em P PE P M E N meditempladas na escola: situações ricos em experiências de leitura e escrita. IDesse INBakhtin (2000. desde Já o M termo. IN PE EE S SI que eles NP NP tos instrucionais.cas sociaisE em que os diversos SI S E gêneros textuais cirpreensão e produção S S N P E I M EM M culam. EM da leitura N P N I P M aprendem a produzir textos M M I I E S N E S S M IN sociedade. como placas. letramento. S S M E P P sabemos que quanto fora dela ors . comunicação direta pedagógica fundamental: para reduzir as Sdecisão M EE S E IN S N E N P E I I S E P S textos episS N entre pessoas mediante diferenças precisa assegurar a S M SI M sociais. emoções. M Eliana Borges N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E usando como lápis. E P M M E P E N N P EE tudantes no mundo da escrita.

é preciso realizar venil antes e fora da escola e. Solé.E textos da ordem do relatar que regem ordem do narrar S E P M IN N M M E I M N P EE ordem do Sdescrever aquela a relação entre da ações. dos anos/séries iniciais do ensi. defrontarem com explicam Teberosky N SI desen.IN S E P a ser construído. para M E E S IN M a pauta sonora. inclusive. sobretudo. alfabéticas. PE IN íntimas (sem M EE EE E S S N E P N P P I M adopromover levem as crianças e os tinatários). de informações. I N M P P S SI sido atividaIN M EE deste documento. sumos. As atividades de leitura descritas. formulam S E E Shistória EMpela leitura EM P P ses sobre como a terminará. adquiP P E N M em determinada EE EM SI N P E N E P S I E I E E N S palavra. e S posição sobre a linguagem escrita e P no interior de uma Pdeterminada N P SIrem um conhecimento SI N EM textuais. aos estudantes eEM que fazem Iparte do EM interessam NP P I I I M E E S S S S E N P E Para realizar essa universo SI tarefa. NP E N P I I M S S materiais EM estão no E que tos EM e de outros PE os fonemas. ato de N E I I P M EE E S S E P P N M M utilização de E que há um conjunto de coseus próprios dilemas. sabemos que. E M EE S te textos publicitários. no Pfundamental. NP Ecom ção é uma organização P I M E M E N S N E P nem sempre EM é realizada EE SI defendem EEque deveríamos Pe EM espontaneamente. que ra.SIN EE“traduzindo”. Teberosky. IN M PE Como SI EE IN S E E P S N M e Ribera (2004). para um leitor experiente (cf. quando M lio para organização M IN SI Sabemos Sque SI já conheceram NP EM I EE cessário. é. N E E P P I M M M E nhecimentos temos condições de poemas. quando pronunP meninos e meninas vão gradativamente construindo I I M E S E S S N P EE o que é ler PE a palavra lentamente SI EM etc. caracterizadas. PE EE IN EM que para E P S M SI N E P E Mde estratégias de leitura P típicas deEM suas unidades N eles se apropriem gráficas e refletindo SI sobre elas. EM M M assim como ao próprio S N S E seqüência de letras tidade. comparam o nhecimento. em PE IN que para chegar à comM E S S E N M M M E SI as crianças NP têm a P entre todas oportunidaEM M – uniEE as letras M preensão EE e adolescentes EE da correspondência P SI N E– E P P I PE M E E dades gráficas mínimas – e os fonemas de de conviver com livros de literatura infantil e juS P unida. situações E P I I P E NP S S N I P I N M M ções sobre hipótedas E para a construção e a Esistematização do coS SI o que está IN ali escrito. IN é apenasM“a letra doSInome IN dos diferentes gêneros M E S não de uma pessoa ou sobre os Susos anE E P SI EM que aquela EM alfabetizadas PE PE Precisam compreender IN M E de uma coisa”. textos P. que I sempre aparece dominaram oM sistema de escrita alfabética). E Pmemorizar na qual eram para situações voltadas IN SI SI NPlevados Ia IN M PE os estudantes I S N M S S N E EE I S segmentos das palavras (letras ou sílabas) ou mespara auto-avaliação e expressão “para si próprio” M E P S E E M IN NP NP EM EM de sentimentos. INP IN M E S SI N E M P M países deS em diversos ta elaborar em sua mente um SI Pesquisas PE EE princípio de estabili. M E E S N E I E NP NP EM NP interior das Ssílabas).SIum E N N entre outros. SI EE esquemas EM escritaM SI foi feito de uma repetitiva. SI vezes diariamente. entendendo M EE S SI diários pessoais. Essa EE Sdescoberta PE Mdo dia-a-dia. P I M mo palavras inteiras. e memorização. M M E M N E N E P M M EE gêneros textuais SI SI produção P EM e o estilo PEtexto comEE conteúdo daquele o de outros e de usados auxíIN comoN PE M E EE S N N E P P P I I I E S S N N S ne. SI que raDolz Schneuwly N E P P E I N M P S E ajudarmos PE IN os IN SI em todosMos anos o contato NP se tornaIN M propiciar E I S zão pela qual imprescindível com textos da S N E P S E M S SI PE IN M estudantes a descobrir os princípios EE .EM cionava Ias E SI PE e ao resgate NP partes pronunciadas NP (pauta sonora) ea auxílio ao crescimento pessoal PE N E E I N S SI P N I P Sinvestigar-se I correspondente. as crianças e os adolescentes M E escutamShistórias lidas P e/ou contadas por Eadultos.IN essa empreitada M SI ler livros Ede PE o que E IN IN E as le. analisando EM das palavras NP Tais momentos possibilitam. Eque tura de textos literários INsonoros pequenos. segmen. EE M E S P durante muito tempo o ensino do nosso sistema de tais como anotações. P E 2000). como Sessas que M EE quando aSpalavra EE letra aparece SI de atividades P NP P I P M EE N S N E N I M contém um som /a/ naquele ponto. cartas des. gêneros que SI e outros M NP EE utilizamos P P E I E E P P S N E N estudar temas diversos. destacaS uma opeS IN IN M EE NP mos a importância S S E I M P cognitiva complexa. sem entender a lógica que reladesejos. textos da ordem M EE SI expor.que previamente etc. por exemplo. textos do EE as par-EM EE EM relação Penigmática: SI da ordem EE P N P P I E M N S Pfaladas e Ias PE IN IN do argumentar. como forma de I E S M E E S E S N E M PE de iden. EM A) é M NPainda nãoPE servar.EEM EM S representa EE das palavras P S S N E P faladas (isto é. N partes escritas tes das palavras. nem S Ferreiro (1985) diz S E IN No entanto.PEE SI N S E I E S M M E N PE ciona tas envolvem. a leiM por meio Sdas letras. e E N S S P N I P S I M nosso país. elaboram antecipaN texto num S volta. angústias. com N e resolver P SI IN M EE Hoje.SIN S N S E P M PE I lescentes a compreender que a escrita possui para de suas próprias ações. com isso. o interior escritas”.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 18 .EEM IN EM realizadas EE P M S N E P P I das unidades orais monstram que meninos S e igualação M e meninas EE IN EM e escritas. o estudante necessiNP EM PE infantil e juvenil. M tes mesmo E S E N N E P P M I M M E SI sempre N PE IN EE É por meio emNquestão 1995). por exemplo. IN IN que desde cedo zação NP E M S E P I S S N E E Isto é. realizadas muiM EE IN fun.PE aquelas palavras EM como a escrita S EE S P N I E M M P N S P que a escrita IN cria essas representações(isto M Essas atividades. de estarem (cf. situações em que a escrita Né utilizada S desafios que SI EM PE I IN Mautomonitoração EE rela. reE P P M M E N N M N M EE maneira Emecânica. de o professor em sua Eração S E SI EM Nas escritas EM PE garantir IN M E E S P M N E P entender: Ppedagógica a prática de envolve aM escrita rotina E literatu. IN SI NP precisam obP S I N M E I M S N E ou que brincam de S ler e escrever SI EEque uma letra (digamos. EM (quando M I E P E E S N algo estável. NP IN M S I tras representam os sons e não os significados ou no último texto têm E P S E M S M N PE M das coisas às quais PE da outras características EE EE des constitutivas físicas da IN prática de muitos docentes SI P P M N M EE I E M N N educação infantil e S E P S I E I orais se referem). IstoMrequer “olhar EM idéias cada vez mais elaboradas sobre e ciamos P IN E E N S E N M P SI SI escrever. sobretudo.EEM P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M des sonoras mínimas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E livro de histórias.

Albuquerque e Rios SI IN M EE a força e SIN I M M S E P S E E M a capacidade E criadora do E ser humano.EEentranharmos EE uma de EE M nessa história P SInosNP SI P NP E I P I M de brin-IN sas histórias. crianças. visto que possui condições A forma comoSIorganizamos N EM EM SI N o trabalho peda. com M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E saberes diferentes. uma vez que acolhe pessoasM diferentes. IN de partilha I E E S SI N S P P crenças. N E S escrita assumem M N I de nos fazermos fortes porque nos temaSalfabético de a forma EM E I P E S E E S S E N P P M P M integramos socialmente. às ScaN SI de criança SI PE INpara crianM M I SI S N E E S I M ça e a escolaSdeve lidar de modo atento com essas professore(a)s e às E racterísticas individuais E PE do(a)s E M EM N NP peculiaridades EM E P NP I e muitas outras diferenças. portanto. Maos modos cola social. PE IN como entenM EE P NP IN S N I M P P I por exemplo.tos INvivos e pulsantes. éa relações comSos sons. Torna-se. lugar SI EM NP EM SI SI NP PE de conhecimentos. também. pensar e ser. N As lembram que. atualizaN espera-se EE SI que a criNP EM EM SI iniciada no EM possa ser PE P M E E E SIção e revisão EM ança de seis anos processo de nossas práticas.S P I I M E E S S N P P EE de compreender e sistematizar determinados conhegógico está ligada à esSI EM M ao sentido que atribuímos IN IN M EM E E S S M NP E E P E cimentos.PE P P I P M E E E S N E N N P N tas pessoas. E M P I M M Nparlendas. SI IN SI NP EM P PE I S M N E N E M Pparte das criações IN escola faz SI humanas. sentimentos. que brincar com a língua faz Eparte E(2005) lembram M N CompreenPE P E des.M valores e P N trata da SI e diSI neste texto N NP PE EE SI nos anos/séries NP EE nâmicaSIdesse I P SI movimento que organizamos a prin. N Nossa histórias PE que EE experiência SI SI NP mostra-nos NP SI N P M I I I M S S a criança no espaço de EEM Nós. ao espaço físico da própria escola. aos sentidos que damos à infânSdemos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S e aos processos N trada em uma cia e à M adolescência de ensinoS M SI IN atividade. E E P S I E N estamos E P E diferentes S legas com N (1990) afirma enSI EM PE PE adivinhações. Mas ajuda a criança a desenvolver as N P M M M E M N SI PE IN EE EE EE SI de analisar NP a palavra EM encontramos também características eIN marcas que capacidades oral (aquela a S P P I P M E S N N S N EE identificam SI como seres SI que a notação nos escrita se refere) em seus segmenEM NP humanos.PEE IN P E E N S E N I P P N M E de ensinoS M N SI pedagógico: N N dificilmente construímos A organização do trabalho SI EE SI SIuma relação EE SI NP P I P M S alfabetização N M EE e letramento INaprendizagem. idéias. quadrinhas. Bem como a outras instâncias. consideS E E P M M E P E N N E P M M professoras. M EE S N E P I I I M M E S e as IN S S E modos de produção. recitamos EE as desigualdades EM S NP M EM E P I M E E P S N poemas. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE formal de alfabetização. de nos Outras estratégias didáticas que podem auxiliar I M M E E N S E I M E P M com cada E M E e os adolescentes N NP as crianças aSse apropriar do sis.M E volver essas capacidades. assim. PE EM do sistema P I E M S E S N S de aparecerem E E N P P estáveis. encontro de N orientadores E lugar de Ecomo eixos EM mui. desafiamos os E co.trabalhamos então com M soas.PE escola S I M Eou o adolescente M E E E P sujeitos e de modos de viver. IN nos SI Barbosa M que aprendizagem N E NP S N I N E M P Icorrer ricos I linguagem de uma forma lúdica volve risco. de permanecer mais tempo concena criança. compreendendo cadeiras com a língua. professores/professoras. que tenhaEcondições. constante ampliação. eEE NP alfabético. P e à sua função EM EE Espera-se. a uma região geográfica ea tos menores. porIN IN M M EE S S M E P P tanto. relaE P M M M E N PE M NP aos bairros EE cas e à M EE EE Mconvivência social. demandando. NP além de ter certa autonoE I M E M S E S E E mia em relação à satisfação de necessidades básiaprendizagem. sempre na SINa SI EM PE IN NP tras serem IN E I M S S N P vida.dendo E a vida eIN SI NP das atividades EM também N P I P a luta dos homens através que realizamos fora da escola M M I E S EM N E E S S M IN os conhecimentos Ee SI quando INPdos tempos. SI porque trabalhamos EE NP a prática pedagógica PE o planejamento IN NP P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 19 . o lugar de nos fortalecermos. É na tensão viva M Nosso diálogo organiza. N M E E P P I M M M E E P N N E EE tantos P outros agrupamentos que os estudantes conhecer as letras e refletirSsobre suas EE PE se entrelaçam. famílias e todas ano nossa ação SI SI rando que IN PE recomeçamos PE IN a cada IN EM EE M S M EE S E N P E P I pessoas que fazem parte da comunidaeducativa com novas num S as demais Pe adolescentes EE E S crianças N N I P P I N M M S M S N E SI Daí a S de escolar.M M EE E P M N PE. M EE NPpessoa –Sse M E I E PE P M E E M S M E P Eafeto com M E PE ver relações de confiança e os alunos. necessidade IN EE SI EE EM em constante P PE P M E M N E Do ponto de vista escolar. então. Cecília Goulart M SI lugar de conflitos.diferenças. a cada ano S viIN de seis anos encontra-se M EE S E P M E infantil com o ensino funvemos novas e novos NP M modos de EM Mviver interseção daEEeducação P I IN experiências M E E E S S M E N E P M Sendo assim. criadas cantamos músicas e cantigas de roda. encontramos a S E eNna de mesma posição Eno M interior de uma palavra SI multiplicidade EM escrita. etc. de estudo contínuo. M SI E EM S E P EM M M E E E A escola é. revisão e transformação.M ção do trabalho pedagógico iniN P I S S IN E EM do ensino M IN M S E E cipal função social da escola: ensinar e aprender –PE ciais fundamental de nove anos. É Pimportante observar cionadas em que SI as escolas E NPestão locaP IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P queNessas respostas variam lizadas. N Leal.EEdamental. N E I E M E P E S E P M conhecimentos em E O fato de Ias com Mnos gráficos N le. funcionários. S P PE autoras N PE produzidos os de muito cedo. de suas formações profissionais e I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N na escola N de vida. pertencentes SI P I M M E S P para SIN M EE EM fundamental EE a um período histórico. SI SA PE EE IN M P S EM N E instituição. mundo mudança. de ensino com PE pes. SI S E e não nos dispomos a com envolvendo com a E S S N P E I M S EM M qualquer IN não conseguimos desenvole prazerosa.Ecom EE M é preciso focar os sigEM crianças SI sujei.

M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S deve prever aquelas ser pensada em função do que as crianças N E N N diferenças e tambémSativida- SIdeve E P I I P E NP S S N I P I N M M sabem, dos de conhecimentos, des que tempos e espaços. S S em N E alternem movimentos, SI seus universos EE SI EMpassagem EM P PE relação aos conhecimentos e conteúdos que consiÉN importante que não haja rupturas na M M E M N E E P M M EE SI o ensino SI educação EM importantes PE aprendam. PE infantil para deramos que N elas da IN fundamental, P M EE No caso E EE S N E N P P P I I I E S ensino fundamental, N N S de das Na iniciais do M mas queS haja continuidade dos processos M SI SI séries/anos SI NP I EE aprendizagem. EEM EE M S P aprendizagem da língua escrita; o desenvolvimento E P P M M E N N M N EE SI EE EM do raciocínio matemático e a sua O projeto político-pedagógico é um SI M em lin- SI EM expressão NP EE instrumenP P E I E M E P P S aponta caminhos, N a ampliação N E PE guagem de experiências to dá direções, nos preIN SI SI que nos M NP IN M PE matemática; I S N S I S N E EE I temáticas ligadas a muitas áreas S do conhecicom vendo, de forma flexível, modos de caminhar. O proM E P S E P E M que mento; a compreensão IN NP EM EM jeto é Sum P I M de aspectos da realidade da ação de todos IN eixo organizador E S M E E S E E IN PE EM de expressão e PE escolar. NP NP EM com a utilização de diversas formas fazem parte da Scomunidade Apresenta PE I N E E I M N S SI P N S valoresNP SI N SI ser trabalhado EE que as EEM registro – tudo deve de forma quem e nossos papéis, nossos e EM somos I I P M E S S P N EE crianças possam, ludicamente, ir construindo outros modos de Ppensar os processos de ensino-aprendiNP EM EM SI IN M E M E S SI zagem, além N E E P P M M pe- IN modos de entender a realidade, estabelecendo nodo que SI EM PE PE desejamos IN com o trabalho M EE EE E S S N E P N P P I M de vida e de ação. dagógico. A escola S SI como instituição está EM PE IN IN marcada vas condições IN Morganização EE S N S E P M PE I Os planejamentos de ensino, os planos de aula S pela político-pedagógica que envolve M E E S N E M E SI PE são trabalhados NP e os trabalho são, portanto,frutos de reque N ali paraPque M EM M EEprojetos de SIos conhecimentos M N E I E M P I E EE S E P E S flexões coletivas e individuais cujo objetivo é a aprenas crianças aprendam. Isso acontece de tal modo N E P P E I N M P E PE IN INna formação social S SI um valorMestruturante NP crianças. M que tem E N I S dizagem das Por isso, devem ser pensaS N I E P S E M S SI PE IN abrindo espaço M dos a longo, médio e curto prazos, EE PE das pessoas, N dando-lhes identidade também pela S E P M IN M M M N PE M SI de modos EE paraEalterações,substituições e para novas aprendizagem que EE e ines-EM EE de ação e SI interação IN EE P P P E M P N S in- peradas P PE IN IN N que acontecem situações nas salas de aula valorizados. Todos aqueles que M EE I SI são socialmente N S S P N I E P S I M S no entorno delas, que E comunidade escolar Eprecisam S IN e tegramPa participar INpodem trazer significativas M E S S E N M M para a reflexão das SI NP da organização pedagógico. EM trabalho EM PETodos po-M contribuições M EE crianças,gerando Edo EE SI N E P P P I PE M EE E novos temas de E interesse, novos conhecimentos e EM dem agir para que o trabalho pedagógico de ensiS N N N E P M P I I I E S S S N N P PE I E I M de interpretar a realidade. beneficiam S Entre as P nar e aprender aconteça; S dele novas formas IN E todos se N I M E N S que caracterizam S E P marcas os modos de lidar SI e se comprometem EM SI EM EM Emuitas INcom ele. NPE M E E S P M E P P conteúdos, conhecimentos, e espaDessa forma, a partir da de SIdefinição P EE objetivosSIN com os E EM PE tempos IN IN EM EM EM S S N E E P ços que organizam a escola, está o que chamamos a ser alcançados na série, ou no ano, ou no ciclo E I N M P P I P S N E S N N M SI de organização discursiva (cf. Goulart,2003, escolar, estabelecem-se rotinas de atividades a ser EM PE SI p. 267). E M SI M E E N E E P I M P E E Tal se expressa: (i) no movimento disrealizadas; e S definem-se N os materiais M necessários; N M organização EE M SI NP – falando,ouvindo, NP atitudes a ser desenvolvidas E P SI Iaulas EE o bom andamenE cursivo das escrevendo, para EM S EE lenSI P N P I E M M P N S maneiras –, P e também IN do, das mais variadas M de ensino-aprendizagem. to dos A inteM EE processos IN(ii) nos PEE SI N S E I E S P M M E S N PE de desta- padrões a escola e são SIN gração família-escola desempenha N papel M que caracterizam EE de textos SI NP E P I I M E M S S N EM diários de E E certo que nem todasEas fa- produzidos P ela: conversas, por rodinhas, que nesse processo. EÉ I M E S N E P E SI NP NP EM Nmesma classe, cronogramas, projetos de Itrabalho, exercíou da EM mílias participam, NP podem participar, M P I I I M E E E S S S S E N P enunciados, maneira, no planejamenPE SI relatórios, planos de NP EM cios e seus PE mas vale a pena incluí-las IN curso M E N S SI N E I M P I M seus moS e de aula, programas,livros didáticos, entre outros. EM toSescolar, por sobre PE EE IN EMmeio de solicitações EE P M S N E PE P I E discursiva M da cultura Essa dos de funcionamento, seus gostos, suas histórias, P N faz parte S organização M N E I E N I I N E M S E P S S históriasM N SI tudo isso está ligado às EE profissões, PE IN um papel relevante SI NPnos processos E de vida Mescolar e exerce P S I N E I M S N E de ensinar e aprender. das crianças. S SI EE EM NP EM PE M I Eos P E E S N AEM linguagem oral em que as crianças e ado- EEM Na mesma direção anteriormente delineada, os P P I E N M M I S N P E N E S E impregnada Etambém coletivamente, N SI de marSI lescentes se expressam está organizam-se PE NP P I P M SIprofessores, N S N E N SI de seusEM cas grupos sociais valores e para estudar além de camiSI de origem, SI e planejar, EM PE avaliar os M E SI E EM N E P P I M E conhecimentos. Logo, seus modos de falar são lenhos traçados e os resultados alcançados – avaliar M E S E N N E P P M M M E SI O moviSIfazem parte N PE de M IN trabalho como um todo. EE cultural, a organização do EE de seu repertório EE gítimos e SI S N P E NP P I P M N Msão modos vida E – partir des- PE mento do conjunto de professores e dos demais INde ler a realidade. É a S IN M EE SI S S E N P E M M Ea disposição de, ses SI de falar/modos participantes escolar indica IN M o trabalho EE de ser que EE da vida S NP modos M E NP I M P P I S S metodologias, de tecontinuamente, rever posições, E deve ser organizado, N PE forma que EE IN EM mo- pedagógico E P S M SI N E P I E P N dos de enfrentarEM surpresas M e dificuldades. IN para os estudantes.S EM nha sentido SI PE E IN S E E P S N M A língua oral não é falada de forma A organização do trabalho pedagógico, então, P E N SI homogê- M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N PE M afastando EE M Pessoas de diferenEM da linguagem E escrita, uma vezSIque essa M nea pela população brasileira. N E E I E M E P S E P EE E muito lenta, enquanto P a geográficas, idades, Mtes classes N e última IN é alterada de forma NP EM EMsociais, regiões I P I E M S E E S N S E E N P P mudança. Embora SI SI utilizam a língua primeira está EM em permanente PE IN NP até mesmo IN de diferentes gêneros, E I M S S N P que as crianças no começo S E da aprendide maneiras diferentes. A isto os lingüistas M SI EM chamamPE seja natural IN M EE variação E E S EM a fala M P zagem, busquem estabelecer referências entre de fenômeno da lingüística. As diferentes N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S falar umaIN E e a escritaE(que querem maneiras de mesma língua SI são chama- (que N conhecer), PE P P M conhecem) I S N N E S N P SI mostrando SI das de variedades éPE importante ir lingüísticas. A variação E aconteEM SI IN às crianças que há vários M M S M N E P I M da língua: EE E sintáticoIN E falar, mas só há um modo de escrever, ce em todos os níveis (p.ex. de- S modos de M E E P P M M M E E P S N E E esperadoEE M do ponto É que as SIN terminadas construções e modos de organizar o disEE de vista Eortográfico. P IN SI NP P P PE I S M N E I N S usados, ou menos usados, N E M P um longo S tempo cometendo “ercurso são mais em E SI SI passem P de- crianças EE IN M P S EM N E ros” ortográficos (mesmo escribas proficientes têm terminadas variedades da língua); semântico (p.ex. I M M E E N S E I M E P M E M S E conhecimento E palavras e N NP usam-se para de- EEdúvidas...), Eo EE Mantes de estabilizarem P SI NP expressões diferentes SI P NP E I P I Me expres-IN das convenções N E S M N I S a mesma coisa; da língua escrita. signar ou certas palavras EM E I P E S E E S S E N P P M P em diferentes M Na sões diferentes variedaSI escola aprendemos novos modos IN M têm valores EE de fa- SIN IN M M S E P S E E M lar, de ler a realidade, quando conhecemos ou(p.ex. palavras derivadas ouEcomEdes); morfológico M N PE PE E EE viver, falar SI NP postas são EM formas P N P N I M tras de e se comportar; aprenformadas em determinada variedade, M M I I E S N S S N M EE EE outras); Pe EEfonológicoSI(p.ex. NPdemos conteúdos SI P P das diferentes disciplinas, como mas não existem em diI M EE S N E N N P I I I M M E S S de pronunciar S N E história, ciências, ferentes maneiras as palavras, difeEEgeografia, EM NPmatemática, filoso- SI M EM E P I M E E P N entramos Sem contato outras; com a litee entonações, nas E M P diferentes Nrentes sotaques EE va- fia,Pentre SI EM da arte, EM vista daSIN P EE SI riedades). N E ratura; conhecemos outras expressões Do pontoPE de lingüística, todas I P EM N P I S M N E N S N I N E M P I Isão legítimas e corretas. Cada artes cênicas SI S E e plásticas, artes ligadas ao moviessas variedades E S S N P E I M S DesEM M mento Ie IN a dança e a música. ao ritmo, como uma acordo com discursivos M EE aspectos NP M é usada de E S E PE P M E E M S M E lhe são próprios. P E PE sa forma, o(a) professor(a)EEque trabalha que A questão, entretanto, é comIN M com osPEE P E N S E N I P P I N M E matemátiS M N N N conteúdos de de do ponto de vistaS social, as varieSI plicada porque, EEhistória, de SI SI biologia, EE SI NP P I P M S área qualquer, precisa pensar-se dades não têm o mesmo valor: da INca, ou de outra N M uma variedade EE M M SI E EM língua S E P M M E E E como professor(a) de – é principalmen“a certa, a melhor” e, com EE N E linguagem E é considerada EM P P I P P M E E E S N que, ligadas E N N P verbal Eque P te com as relações de SIN base a gruSI EM EM a linguagem SI NP P IN IN nela, avaliam-se outras I E E S S N S P P ensino-aprendizagem acontecem, por meio de dipos sociais populares, são consideradas negativaM SI IN IN M M EE S S M E P P álogos, exposições orais, atividades de leitura mente. M EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E imagens, Pde quadros, Do ponto de essa avaliação é M de escrita, M P análise de I gráfiN SI vista lingüístico, NP PE outras EE IN SI é que se N atividades. STodos EE cos e problemas, I P S SI entre equivocada. O que acontece avaliam as N P I S M M N S IN SI aspectos SdisEE EMa lingua-PEE somos responsáveis pelo trabalho com variedades tendo comoM parâmetro os EM E P M E P E N N EE seja na gem, escolar ou nas Mpadrão. AnalisanSI EM SI cursivos Ida IN PEeleita como NP variedade EMprimeira Esérie/ano P E M S M E N S P ensino fundamental. P últimas séries/anos do do-se essa “eleição” e SIN PEde vista histórico EE EE SI do ponto N N I P P I N M M S M S na organização N E SI Pensar da político, coisa se esclarece. Numa EEfunção SIN EE escola em SI sociedade EM muitaM P PE P M E E é de crianças das M séries/anos iniciais do S ensino funtão desigualEE como a brasileira, a língua também IN IN NP EM EM Eênfase nasScrianças PE P M E E E SIum grande damental, com de seis anos, EM marcador social. A variedade de prestíN E P P P I IN E E S N N S N P P I M inserção EE envolve concebê-las no da gio – a chamada língua SI padrão N no EM sentidoEE SI Nou norma culta – se S P I I M E S S N P EE mundo letrado. Esse éP construído com superpõe às outras deixar claSI EM M variedades. É preciso IN mundoSIN M EM E E S M NP E E P Eque nem mesmo M e relaE valores da escrita nas práticas base Enos ro, os falantes de uma M P no entanto, PE IN EE presen-EM EE a falam P NP IN S N I M P P I ções sociais, embora nem sempre esteja variedade da língua de forma hoSmesma M E S E IN S N N Smaterialmente. EE PE SI SI dizer queM NP P te mogênea – podemos há variação dentro I S N S I E IN mas o primeiro conheciM da variação. EM M muita M S E S E E Pode parecer banal, Esse é um ponto que merece E P M M E N PE NP na escola EE mento M EE escreva EM EE para que necessário para que P se é saber EEM atenção SInão se neguem NP as marP IN P SI I E M E N S E N E N I P Eletras para queNP se utilizam Nem todasINP cas de identidade cultural das crianças e dos adoS SI escrever.IN SI P M M I S S N asScrianças sabem disso quando chegam à escola. que as criEE de interlocução EE lescentes. É no processo SI EM P P M M M E E letras se N N anças Ee E os adolescentes E P NP com se constituem como pro- EMDepois, saber que essas Morganizam I E M E SI SI E N S E P P P M E E E SI N N de textos orais. N sistema dutores P EE convenções, SI de acordo SI NP com um NP base em SI N P M I I I M S de escrita que se es- EEM Acertando IN de base alfabética.SAprendem S M acertar, as crianças vão EE e tentando S E P E na língua, creve da esquerda para M a direita e de cima para buscandoIN regularidades NP M ao depreendeEM EM M P I E E E E S S M N M EE PE língua oral Aos Ipoucos, as P crianças vão PE é ir-se EEbaixo. SItendênciaNda NP EEobservando os NP rem suas normas. A P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M e o tipo EE S diferentes padrõesIN os portadores de texto de texto a eles de sílaba e outras marcas N S dife- SItítulo; E N E P I P E NP S S N I P I N M M relacionados; e, quando as rentes de letras que aparecem nos textos (sinais de S S N houver, as ilustrações, SI EE EE SI EM ser traEM P P imagens. O mais importante é não perder de vista o pontuação, acentuação). Tudo isso precisa M M E M N E N E P M M EE SI pelo(a) professor(a) SI EM dos textos. PE PE sentido balhado deNvárias maneiras com IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S S para que N N S Ne que as crianças tenham acesso cada vez mais seus conheciM as crianças M SI SI É preciso SI NP EM I EE mentos sobre a língua EE M E S P contato intenso com diferentes textos para que posescrita vão crescendo. E P P M M E N N M N é preciso, EE SI EE EM sam explorá-los, SI perguntando sobre eles,Etentando Para escrever, SI M EM NP também, EE ter um coP P E I M E P S como cada N N E seus conteúdos, PE organi-M adivinhar observando sua nhecimento textual: o modo NP IN tipo deSItexSI SI NP PE I S N M E I S N S zação e suas marcas, para que possam elaborar to se organiza no papel, EE PE SI EM as diferentes característiP M M N E M(partes saberes sobre I NP N E as suasMcaracterísticas e ampliando E cas discursivas P I M dos diversos tipos de texto I E S E E S E S N E M E PE EDo SI tempos P NP NP EM seus conhecimentos ponto M de vista que os compõem, verbais característicos PEde mundo. I N E E I N S SI P N I P Sde iniciá-los, I E M informações relevantes, S N S E do método de trabalho, se queremos trabalhar no EEM etc.), modos N E I I P M E S S E P P N sociedade democrática, entre tantas outras. N de terminá-los, EM de uma EM Com certeza, sentido SI é relevante PE IN M E M E S SI tais características N E P M M deter- IN aPcriação de espaços pedagógicos em que tanto o(a) mas há EE são rígidas, SI EM PE Pnão IN M EE EE E S S N E P N P P I I que se vão constituindo M os estudantes elabominados padrões S quantoIN EM PE possam IN cultural- professor(a) M uma vez Sque a escrita EE plane- SIN S N S E P M PE I rar propostas de atividades, de projetos e de mente, tem uma longa históM E E S N EE SI sintam à PE M NP social (Tolchinsky-Landsman, EM jamentos. É imprescindível que todos se ria 1990). P I M E M E N S N EM EE SI EE PE EM para manifestar SI vontade e tenham espaços seus UmINoutro conhecimento fundamental para a NP E P P E I M P S Econtrariedades, PE IN IN S de textos NP M produção E N I S gostos e desgostos, suas alegrias e é o conhecimento de mundo: M S N I E P S E M S SI PE IN sim e seus não. M suas possibilidades e limites, seus EE PE não tem. É preciso ninguém dá o N que conhecer o S E P M IN M M E M N vai falar P SIassunto sobre EE fato ou Se as forem tema, ou EE convida-EM EE o qualSIse EMcartilhas Pe EEos livros didáticos P N P P I E M N P para a sala PE IN IN N de aula, dos material coesão temática,Spara M que seSalcance EEque seja como I SI escrever,Epara N S P N I P S I S E EM IN auxiliar da turma – a direção da organização doStraque se Pconstruam textos relevantes. É importante IN M E S S E N P M M SI N é dos professores, em conjunto conversar com E as sobre o que EM crianças EM PEse vai es-M balho pedagógico M EE EE SI N E P P P I PE M M EE E com os alunos e a comunidade escolar. crever, ler textos que contribuam para que elas posS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M Para finalizar, considerando os Sencaminhasam expandir seus conhecimentos sobre os temas, S N N EE NP SIquestões M SI EM que vão elabo- mentos M P M e as apresentadas, em função a refletir sobre os textos E SI provocá-las E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pode ser feito desdeSmuito I do N trabalho pedagógico no ensirar. Isso cedo,EE com crian- IN da organização M PE I IN EM EM S no fundamental, EE P EM S S N E E P destacamos que as ações desenças muito pequenas. É no contato com materiais E I N M P P I P S N E S mais expeN N M SI na educação volvidas infantil, pela ênfase escritos e com EM de um leitor PE a mediação SI na oraE M SI M E E N E E P I M P E E lidade e em outras formas por meio riente que vai buscando o S a criançaIN P M compreender M EE de expressão, IN M NP sentido do que estáSescrito: P M IN EE da participação ativa das crianças em atividades explorando as S possibili- PEE E S EE SI P N I E M M P N S podem ser P um bom caminho IN interativas e lúdicas, M dades relacionando características EE M EE de significação; IN SI N S E I E P S P M E S ensino-aprendiza- IN E N EM P para Eorientar os processos de dos com as letras, as palaM SI textos; familiarizando-se NP E N P I I M – a escola S M S S que compõem N ao longoPE E E EM gem do ensino fundamental vras, as frases e as E outras marcas I M E E S N EE não precisa NP NP ser sisuda, EM NP o que precisa serSI séria, mas escritos; elaborando hipóteses sobre EM os textos NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Paulo Freire. estáPE escrito a partir do quePE já conhece; refletindo SI NP EM como dizia IN M E N S SI N E I M P M M sobre destaca SI as muitas PE EE IN EM questões Sque a professora EE EE P M S N E P P I E e aprendizagem M como significativas para da leitura de na N S Avaliação M o aprendizado N N NP SIpedagógica EE como PE SI SI a leitura, N EE a ler com EM seus alunos. P SI Aprende-se como escola: a prática N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E foi dito, mas os caminhos não eixo da reflexão S M SI EE NP os mes-PE EMparecemSIser M EE P E E EM N mos para todas as crianças. P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E exposto, o N Diante P SI SItrabalho do(a) do Leal, PE N PE Telma Ferraz M professor(a) SI N SI N E I N I I M M E S é o de proporcionar atividades e questionamentos Eliana Borges Correia S S E P EE SI EM EM Panálises PE IN isto é, M E as microanálises, e Artur Gomes de Morais M que considerem E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE Etenham que como de partida osSelementos M EE EE SI SI ponto M N P NP P I P EE N S N E N I M P menores do texto (letra, fonema, sílaba), e também Aprender com prazer, aprender brincando, I I M E S E S S N P EE que têm como PE aprendendo, aprender SI EM a aprender, EM as macroanálises, ouIN seja, aquelas brincar aprenP M E E N S E N M P SI a crescer: SI mais globais ponto de do der EM a escola NPpartida as características PE de aprendiEE INé, sim, espaço EM E P S M SI N E E P organizaEM zagem. IMas N texto, tais como:EM o modo como se SI os jovens NP o que as crianças e M o texto PEapren- SI E IN S E E P S N no papel; o tipo do texto a partir do P E dem na escola? EM N e a temática SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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SI EM M IN em casoSnegativo. considerando as característos S N P P I P I E S N N S N EE da infância SI e da adolescência SI e o contexto De M fato. didáticas. M SI IN I M M EE vezes. se lançam S SI mais e. as condições nas quais ninas que freqüentam nossas escolas e para a I M M E E N S M P EE mais plena M realizado o trabalho pedagógico. p. SI NP apenas S EE tão sendo P S SI o estu. é preciso que. conheconteúdos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I adquirem-se na escola per. É necessário avaliar: estáSse planejar adequadamente SI e atenção. conhecer suas íso o fato de EE EM(1996. aprendem N E E I E M E P E S E P E tos a prosseguir os estudos. quais são aprendem mais. perdem o medo N E N P P P I E E S N N S N P P I EE ção. de exclusão: avalia-se para medir a aprendizagem P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 23 . se o(a) professor(a) professor.M e não dedica atenção à dimensão afetiva.PE P P I P M E E E S N E em seu P N N P P N venciaram estudantes ou aprendem sobre a sociedade. reflita conSsituações M N E S E S N N SI EE PE são os motivos SI a não-utilizaSI NP P negativo.EM M I E E E S S E N E S P P P E E SI e a aprendizagem. M N SI da escola. N EM N motivos para se liarSsistematicamente o ensino PE IN SI a sua não-administração. quando necessário.SIN IN M M S E P S E E cimentos prévios e trabalhar a parassegurem cidadania no convívioEM denEque lhes P M dos estudantes E N PE E EE SI NP tro e fora EM N P N I P M tir deles. em to de vista cognitivo. em caso quais Para dificuldades. que N construção E EM vi. identificar NP M EEos conhe. como defendem Santos M EE S N E N N P I I I M M E S S precisaS atentar para N E do capacidades. mas pode SI avaliar com EM IN P rentes finalidades.essa prática EM PE os professoIN é precisoNque NP conseguirá IN propiciar situações para E I M S S P S a necessidade de difedam tudo o que E é possibilitar EE res reconheçam Mimportante. o S S M E P P cas de ensino. PE PE IN mas sem EM EE se o estudante M SI M como IN EE N S E P E I P no processo educativo e quais são os vai ajudá-la a progredir na aprendizagem P EE E para al. mas o trabalho do professor e aPE vezes. em caso negativo. NP NP são osPE SI N M I I M I M S S S N a família garante a freqüência escolar da criança Tradicionalmente. identificar os avanços e encorajá-los a conda escola. inverso: cuida da criança S E E P M M E P E N N E P I M M N escola. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S li.S engajando S N N I P P I N M M S M N N E SI ser atingidas motivos S para o não-engajamento. não é simples selecionar o que EMensi. contemI S M N S M E IN M plando Eas M a que M ção. se administra aprode que dispõem. NP hipóteses e concep. se o(a) boas de errar. N saber dePensino estão ocupamos o espaço social SI Quando S IN EE se as estratégias SI SI EE N P I P M S e modificá-las quando necessário. Para que não tenhamos e a sociedade. N esEM está adotando EM SI professor(a) N P I M E E S S N P P EE tratégias didáticas e. aprendem EM SI não ap. S E E S E N P M P áreas de Iconhecimento M panhar conteúdos das diferentes SI o seu desenvolvimento. IN verificar se eles aprenderam o cepções. em suas prátisobre si próprios.SIN N M E E P P I M M M E E P N N E EE e espaços as estratégias fletir poderão serSmais releEE da escola. N P I S S IN com carinho E EM faz o M M IN S E E dante é avaliado. quais são EM nas relações. EM NP tanto no P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P çãoNdessas relações de aprendizagem. Inão EE Outras IN adequadas. quais para siderando o desenvolvimento integral deles. P IN EE EE gerados Spela EE NP EM çasM e os adolescentes. que se refere S N SI SI aos modos PE IN se a escoM como interagem na escoM I SI S N E E S I M la dispõe de espaço adequado.conteúdos.M E e classificá-los em aptos ou Sem dúvida. M M I I E S N S S M IN EE EE EE SI e Para.INPtinuar construindo S P P P conhecimentos e desenvolvenO professor.priadamente S EEé necessário EM NP NP EM superar E P NP I os conflitos e. quanto às bagagens M ava. se eles adquiN EE SI caso neNP E EM SI para a não-realizaEM os motivos PE P M E E E SIrem mais Isegurança gativo. E de saberes E la.cer as dificuldades SI S E e planejar atividades que os ajuescolares. Iconseqüentemente. M E M E S E E P como as de: conhecer as crianque eles se apropriem de diferentes conhecimenN P M M M E M E SI IN sociedade. cançar que devem EE SI EE se o estudante SI do ponEM as metas P PE P M E M N E está M realizando as tarefas propostas e. pois S eles têm oEM direito de aprender osINP tencializar EM EM IN PE as suas Sidentidades. I M negativo. as práticas de avaliação desenE I EE M E S E P P M M ou dos jovens. disposições e valores que Eorientam os M EE NP M E S PE P M E E M S M E E P N E E P que foi ensinado e decidir se é preciso retomar os comportamentos e estruturam personalidades”. se ele(a) SI mantém E S E E boa relação ou não com os características culturais dos grupos E P M M E N PE M NP EE meninos EE para a manutenEE M e meninas e os motivos pertencem e as características SI individuais. SI SI que eles apren. sobre e SI EM EM como SI os outros N processo SI PE IN IN I E E S S N S P P deN formação docente. P NP IN S N I M P P I utiliza recursos didáticos adequados e.SI M EM E P I M E E P S diferentes Nde ensino nas ções áreas do constrói identidades e subjetiviE M P Nque “o currículo PE os objetos SI EM EM PE EE com os IN das disciplinas SI dades: junto N E E conhecimento e levá-los a refletir sobre elas. a participar das atina em práticas N PE se constituído IN escola têm EM EE se os incentiva EE volvidas S EM SI M quais são EM N E P P E I M E E P vidades escolares e. A escola dificilmente Msobre a natureza N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P excludente. Por outro lado. SI nessa sociedaEE EM NpoNP sua inserção Eé cada P vez EEconhecer Se P I E M E P N SI P N E I IN SI conhecer e acomde letrada. damos com seresEem que N E desenvolvimento M M estão SINsendo eficientes SI E EM em processo E P EM M M E E E DiferentementeEdo que muitos professores de de identidades. IN M EM E E S M NP E E P E que cadaEM M os motivos para a não-adoção. N E P Propomos EE Pas Iao planejar EE em casoEM E sobre os estudantes. 37). extra-escolar. conhecê-los em atuação nos tempos nar no mas re.M M EE E P M N PE M dos estudantes EE M conceitos. elaborem diferentes estratégias Muitas professor investe suficienteM EE e M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem e avaliem se mente na dimensão M P I esM oportunidades N do desenvolvimento SI cognitiva NP PE Assim. e também E S S N P E I M S EM M dem a Isuperá-las. PE SI IN SI sobre quais NP saberes EM identificando P P PE I S M N E N S convívio diário dos meninos E M P IN SI que S usam para N atender às demandas escolares e vantes para o e meSI PE EE I M P S EM N E alterar.ticas NP SI P I M E S P M EE EM precisamos EEensino fundamental.

vivenciflexibilizar as E N os objetivos. no caso possam os de além de EE se apro-EM EE EM redefinir SI outras estraEE P N P P I E M P N P dos saberes. assim. de forma compartilhada. PE IN IN N priar as famílias acompanhem sistemaior tempo Spara M a de proporcionar EE I SI tégias. Empregando instrumendimento SI escolares M EM NP esperadas EE em deterP P E I E M E P P S são vistos N N E PE defendi-M tos variados. é preciso ano. para Mreflitam. EE S E P E Sas es. NP NP e osPadolescentes decisões para a melhoria do passa I N E E I M N S SI P N S I SI N EE permi.dantes realizem refletindo. EE IN SI N S E I E P S P M M E E N P refletindo os muitas vezes. SIjuntamente M N E I E M P I E auto-avaliação. EE aula. com direção. reguladora.Epor EE que a escola O uso de aosN aspecSI não deve NP se ater Eapenas P P M I M E I M S N N tos cognitivos do desenvolvimento. p.EE de aprendizagem eEE S M conhecimentos SI EM NP Eos P M I E P E E S EM N contrária dadas em uma perspectiperados ou quando não está conseguindo camiP P M às orientações I E N M E M I E S N P E N E P S seus fins N SI de clasva tradicional. da gesM veladas no IN M SI SI N EM I EE EE M E S P tão da aula. produções. E P S M SI N E P I E P N de ensinar e deEM avaliar. NP E S NP N EM N próprios percursos e explicitar para os professores E M P I I I I M E E E S S S S P IN EE estamos de S aprendizagem e suas concepdefendendo PE que devamos esNP EM suas estratégias PNão IN M E N S SI N E I M Tal prática é es. aos seis anos. Nprogressos SI P M PE I te. NP EM N I I M E N S S E P M eles repitam equipe técnica) coo ano SI melhor Eque EM (assistentes pedagógicos.EM E e os I adolescentes próprias Muitos professores. em con-EM ando uma IN avaliação contínua e Sformativa da M outras palavras. AP responsabilidade E informações E cessário I M tro escrito de mais qualitativas sobre de tomar as I E S M E E S E S N E PE a ser de EM que as crianças EE EM estão aprendenSI Pensino.11) a atenção para M de. EM PE M EEajudar as Ecrianças M sugestões EE EE à escola sobre como SI N E P P P I PE Me discutir Isuas E estraté.EEM do. sobre conhecimentos e sobre possibilitar M S N I E P S E M S SI PE IN M suas estratégias de aprendizagem.EM não deixar para NP EMque os professores SI saberes S PE não perder IN M E M E SI os anos seguintes N E E P P M Mdesde IN cançados em momentos da trajetória vio SI EM PE diferentes PEque devemos IN assegurar M EE EE E S S N E P N P P I venciada. dando com do atendimento à diversidaS S o princípio E E P SI EM EM chama S PE o fato que sempre PEfoi promotora de heteronomia.EM P M “quando E S ções P sobre os objetos de ensino. NP os próprios M tratégias E N I S forma. M E E S N E P P I M zagem posterior. M de aprendizagem EEpossibilidade NP IN M S I mativos rar a todos P a e de E S E M S M E N M exemplo.S AsEE estratégias devem ser Epensadas pelo M S N E E M com quem trabalham a cada ano. IN M E Se que(2003. Pode-se mudar N E P P E I N M P E PE IN INatendimento indivi. M SI que o Eestudante EE IN EE P M S N E PE P I E M pecialmente relevante porIN propiciar a Eidéia de que vier a consegui-lo”. As formas de Sregistro qualitativo escrito toda NP EM a comunidade. E P S I E I sob orientação dos profesveremos que a PE para que os EM S estudantes. SI N em que os estudantes rias de vida e. possam analisar Mimpactos negativos. dessa ção pedagógica e a família. Silva E E N N E P P M M E SI formativa SI criançasEe N EM N PE vez M EE a avaliação. se a escola ga. Tal S concepção N de é está em vias de consolidar es. tema PE IN M E S S E N M M M SI NP a seguir. I I P M E S S E P N tem comparem os alÉ preciso tempo.S dar que a aprendizagem ocorra. EA PE de avaliação PE sobre osSavanços e pa dificuldades IN P M EE é acomE EE S N N E N P P P I I I E S S dia-a-dia.SI E IN S E E P S N M tória de sua aprendizagem. E EM P P vai se tornar material se informar e discutir sobre as metas de cada etaM M E M E N E E P IN M M mudança das práticas M EreSI de estudos. os resultados do não atenE P P M M E N N M N EE SI EE das metas EM lescentes SI em dificuldade. preocupados S com a proN N N E P M P I E E S S S N N PE os coordenadores e jovens. os conteúdos.Iminar N S E N P I P E S NP S S N I P I N M M social e Scognitiva do rante aos estudantes e a suas famílias o direito de S I N ensinado para definirS o que M EE EE SI a ser avaliado. do cuidado com as crianças e os adoNessa perspectiva. adolescentes de Pque numa perspectiva EE remos que SI sejam Icada SI N E NP P P M N maisEM autônomos. SI os estuM a direção NP tudantes PE M Ecom M a coordenaEE NP da escola.EEM EM S los estudantes E P S S N E E P e possam planejar os processos partir de uma concepção de que devemos asseguI N M P P S SI IN dos professores.Sno cotidi-NPE IN M EE SI S S E P E M M E isso. asSIpráticas avaliativas mais minado período do tempo IN como decorSI NP IN PE I S N M S E I S N S das compartilham esse ponto: o regisrentes de diferentesEM fatores sobre os quais é neEE PE SI atualmente P M M N E M I o NP N refletir. escolar e a baixa auto-esM conteúdos Saprendidos e sobre o SIN EE sobre E SI NP a evasão N P I I M M S dificulta oEE S EM E PE ou seja. mas sim criarIN condições propíP S M N E I N E M S E P I S S N ao professor avaliar aprendizagem quando EE cias de S PE e reconhecer IN SI NP o processo EM ele Mnão cabe apenas P S I N E I M ensino.S SI didáticas. N S N panhada por P uma transformação doSensino. que possam visualizar seus tima. como N S S P N I E P S I S EM que abordaremos IN maticamente os estudantes. EE em sala PE a presença do estudante de modo que dualizado. PE traje. os es. deve reconhecer as diferentes trajetóINprecisamos promover.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Ese ensina E E Msaber qual EE S os motivos para oIN o que e é a relevância não-incentivo. garantir S E P M IN N M M M modos de estudar e de N PE SI dos faltosos. textualizar e IN recriar o currículo. defendem que SI pedagógiPEgressão das crianças SI é gias para auxiliá-los. perar aprenda sozinho. pode ser útil PE EEportfolios. A IN nheçam E Mque vem IN PE I EM for. EE S P N I E M M P N S suas próprias P IN sores. eles EE EE dos estudantes NP situações SI E NP I M P P I M S S sobre seus saberes e atitudes. noSIperíodo previsto. ConcorPE N PE excludentes PE M SInhar nessa N SI N E I N I I M M E S sificar e selecionar estudantes aptos e não-aptos. coletivamena entrada das crianças. o que próprio processo de aprendiIN falta aprender.Nna escola. PE EE IN EMformas próprios. S os professores EM SI EM N acompanhem PE IN M Edos SI professor. É necessário doP E SI EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 24 . podendo. reprovação tem pois EE M provoca. SI EM PE do que progridam Ecos IN M E E S P M N E P P o sendo ensinado/aprendido pesem N conseguir acompanharSIos colegasEE de sala.

o que constitui desenhos. os instrumentos N M EE Musados. O E S S P E I M P muito por S crianEM M já sem IN IN fazer.S e IN EE EE S E P P M M acontece N M PE com os IN Eprofessores. podendo acompanhem de ensino. experiências de aula. Só com ocorrem momentos coletivos de discussão sobre os M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E podemos trabalhos dos estudantes. precisaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 25 . EM IN P nos auto-avaliar. 166) N E E I E M E P E S E P P M M N E quadamente as prioridades. diagnosticar e reSI NP P IN P P SI professor I E E M E N S E N E N I P I I Pchegar. em SI S E lugar de esperar o fim registros feitos. E S E PE P M E E M S M E como um P o ças e os adolescentes aprenderam E E elo significativo PE ou não o quePEE servir entre o professor. devem EM quanto de instrumentos específicos (taN E P P P I IN E E S N N S N P P I I nos forneçam EE participar efetivamente do processo refas. co. Em primeiro lugar. se E estão envolvidos quer no Idia-a-dia deINP gistrar os percursos de aprendizagem dos estudanS S S N P N M S S N EM possa ajustar SI são os principais ele o ensino a que beneficiários. fichas.dos aparentemente EE IN M M S S E P S E E M pridos.SI PEos conteúdos IN IN I E E S S N S P P geralmente de modoSmuito I “amplo” nos docudimensão E formativa do docente. M P de clareza M esse nível N E e concretude SI fazer SI NP P EE como as IN avaliativo SI NP semanas em EE o registro I P S SI ao longo das que Para diagnosticar os avanços.) que N E precisa fazer A auto-avaliação. e autonomia na E busca M I E M EE E SI E N E S P P P M E SI N N N PE é o aprender. p. assim N P I S S IN EM M possa. p. SI N P I I M E E S S N P P EE Necessitamos garantir conheçam as controlados e sistemáticos sobre o domínio SI EM dos saM IN que as famílias IN M EM E E S S M NP E E P E expectativas da escola em relação às crianças beres das diferentes áreas M P e conteúdos EM e aos M EE PE IN de conheE(ou EE os objetivos P NP se referem IN S E N I M P P I adolescentes em cada unidade e série ano) e a que e as metas Scimento M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P percorrida. SI SI EM adequados. não apenas do estudante.ensinar.EEM IN M S E E se dá o ensino-aprendizagem. Pbre EM EM ano letivo: S N I M I EE um E E S N dam em cada S P P P etapa escolar. Para atuarmos emMqualquer esfera social. principalmente M IN se lados IN M M E S S M E P P mentos curriculares ou planos de curso. então. constatar se as ter tado tem ainda a de M EE uma vantagem: M numa pasta. EM as cotidiano NP SI P I M M E S P IN M para aprender EE EM EE utilizadas do professor. parte do tações visuais.Mpar com mais investimento Pporém. M e nunca é demais lembrar escrevem ou das atividades N INque. E quantoPEos professores N NP estudantes e em e familiares a EEregistrado Esala EE M o vivido/priorizado P SI inN SI P NP E I P I M Para ela. usando os de diferentes tipos de IdocuMsendo um N I N E se estamos PE Econtinente P I E M S E E S N S E E N P se estamos P recursos mais desenvol(anotações pessoais. para EE lêem ao participarem NP EM EM SI tenham S E e sua família PE P M E E E SIna classe) que o estudante voz. EM E I E S E E S S E N P P M cum. 50) como SI SI PE EE portfólio N IN M M P S E Para que não haja um descompasso entreEE o esse conjunto de documentos que auxiliam tanto I os M M E N S E I M E P M M S E de aula. mas nem sempre oMportfólio compreende todo SI IN de arquiva.IN P o processo M óbvios.EE vendo as M controles de aprendizagem. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S I melhores estratégias. para que tenhamos clareza Nessa perspectiva. não NP IN É Snecessário. É preciso monitorar. Periodicamente. que pode ser apresen. do coordenador pedagógico eM de toestratégias e a disposição S N M E E P P I M M E E P S E N N o elabora E Eensinodos que no processo de de quem aprendendo. podem EM EM objetivos SI NP formu. M NP P I P S Em segundo lugar. etc. N zir” em observáveis fessor ter uma SI ou seja. EE temas fora E S E EM P nexões com outros represenN P M M M I E M E N E E S N P I P M Ievidências dos E E EE S etc. raz (1998. mos papel da auto-avaliação que PE EE nessa empreitada SI SI de vista o N NP do sucesso SI do profesN P M I I M I M S S sor. poderemos ajustar sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P Ido períodoNpara. proporciona S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI conhecimentos escolar. podemos nos valer tanS E P M PE NP EMcorrigir-realimentar PE IN M EE M E N mos o processo de ensino e não escritas e orais diárias dos estuM S E SI to das produções I P N E P E M S M N SI textos e PE detectamos PE perder as informações que sobre os medantes (os palavras que PE EE EE produ.SIN SI escritas de N N I P P I N M M I S dia-a-dia.) S que dados mais S N EM EM de avaliação. de forma que lacunas na aprendizagem. por suas dificulEE EMeles e que Spermitam acompanhar SI NP M EM E P I M E E P S demonstrados N as lacunas progressos e pelos na matéria. necessitamos “traduservem para P fazer o proEE N E de diagnosticarem. S enfim. precisamos trabalhos pontuais.IN sistimosPna N E S M N I S necessidade de garantir alguns cuidaacompanhar o processo de aprendizagem. EE EE assim também EMpara SI S M EM N E P P E I M E E P melhorarmos nossa prática pedagógica. mas que foram sendo construídos. Iportfolio. SIN M SI E EM além M E P M E E E sobre o que ensinar E e avaliar. M S meninas no N N E ninos e as zem na sala de S aula. IN M P E E N S E N I P P N M E S M N SI N N foi SI aluno e seus EE SI SI EE estabelecido. EM P P I P M E E E S N E N N P P repensar sua prática. S SI se IN a trajetória EM IN M EM M Sjunto E S E E posicionar à professora. relatórios ou outros materiais produzidos I M EE S N E N N P I I I M M E continuamente. S S N E direito deles. poderão particiEE tes de maneira quePE SI EM P M M M E E N eles oferecido. E perder. EE discute com IN SI [o professor] N E E Assim. à turma e à escola. FerEEestão envolvidos PE SI IN SI NP para continuar EM P P PE I S M N E N S também se refere ao N E M P SI aprendizagem. E ele os P E M P Ndades e avanços SI EMa forma de EM cada estudante PE os estudantes. EMa cada dia P PE P M E M E Finalmente. M da escola.M M EE E P M N PE se estamos selecionando M mos avaliar EE M define portfólio como EM SI E sempre ade. Falamos até aqui de instrumentos utilizados E P M M E N PE EM NP EE Se o estudante M escola EM EE aondeEa E M e sua família sabem pelo para. o que EE SI EE SI comentam. ele próprio.E deve-se ter clareza sode registros elaborados E pelos Emento e organização M E N E P I P P M E E S N Pnecessário M que os estudantes aprenao longo do IN IN EE o que é SI alunos.Sconstruídos NPtextos.M Hernández (2000. SI pais.

na direção de fazer a “entrada” E P P M M E N N M N EE no ensino SI EE EM da criança de seis P anos ser SI Os fins da os objetivos SI educação. o possível e o necessário . Ao a E P S E M S M E N M PE EE como o EE palavra aproxima rie ou ano. ou seja. O presenNP EM EM SI num conIN E M E S SI te texto Iobjetiva NP E E P de letramento.Scom quem.fundamental PE a ser enfrentada no trabalho IN M E cotidiano do processo pessoal M faz parte E S E N N E P P M M E EM cada pessoa SI precisa SI ao tempo. M EE ser organizado EE compreender NP sentido. ciação de sentidos. princiSI NP EM O(a) professor(a) PE IN em M E N S SI N E I M P M de negocontaPE o plano/projeto da escola palmente. hora da refeição. como Enfim. linhas. IN na tenta.M P N P P I E P Ntacam quatro S N P N E I PE I I N relativosPaos das linguagens. Outro aspecto diferentes situações as aprendizagens dos conteúdos escolares quanP E N SI é o fato M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 26 . cialPE de e. N sua quê. saí. cores. a aprendizagem dos Sconhecimentos EE Portanto. a singuAlfredina M M SI SI SI N EM I EE EE M E S P laridade da infância. S P M I E P E E N como E os pedagógicos tituem paraPalém de sua matéria forP M objetivosIN E seus sentidos. de M N EE Pcontempla. e as cretas EM interesIN NP E M S E I S S N E E S de produção Considera ainda de um texto (para E condições P IN SI NP as condições EMquê. IN M que sejam EE de pessoas SI S S E N P E M M E SI N mais e P Nesse o tempo deve de forcapazes de melhor o mundo. onde. necessidades. NP I M M E S tando sabemos que uma questão A linguagem éM constitutiva do sujeito. S SI E E P SI EM E de identidade PE e so. como) cons. é. EE SIseguidas P EE (a)s professoPEdevem ser EM SI entre para que se gadades que pelo N E P E I N M P S E PE IN IN NP M re (a)s.EEM linguagens verbais. SI NP EM IN de planejamento.INde conflito. E P IN N M M EM PE SI apenasEreferências IN que se desEE exemplos são áreas das ciências naturais eEM os EE EMdas ciências Sem EE sociais. P car modo de ser e estar no leno fundamental. S N N N E E P M P I I I E S a decisão S S N PEo que inclui PE INsobre norEnem M lho pedagógico.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M EesS to da participação cidadã do Modalidades N para a ampliação E N N organizativas doS E I P I I P E S NP S S N I P I N M M tudante S na trabalho pedagógico: S I sociedade. PE o brin-M um ganho para as não cos a no ensiIN SI demais eIN SI e os conhecimentos IN PE S N M S I S N EE S mundo”. e científicas determinados pressupostos.EE reais de seu trabalho. S que os estudantes SI EM PE conhecem. atividades dePsistematização. pois estão E P M S I E I considerados nas diferentes de domínio.M E P P P I PE M Edo E ção de espaços coletivos de organização real. especialmente com a criança de EE SI como “um EM P M M N E M outros vando em conta I NP N são amplamente E E seis anos.a partir do IN M EE não SIN S N S E P M PE I usuários da língua. e forNP EM I I P M E S S P N EE ticuladoras deM uma prática multidisciplinar. P S I N E I M trajetóriaSprofissional. bem do tempo. EE EE E S S N E P N P P I Mcomo já sugestões de práticas dos demais textos.EM há necessidade PE considerá-la na formação IN de qualificá-lo didaticamente. M fundamental tanto paraEM tivas e aspectos SI IN PE em SI EE IN S E E P S N M didáticas. O Sestudo das PE EE IN que se retomem EMlingua. P concepções M M texto o texto articular algumas e IN S EM (nas várias PE PE IN M linguagens). símbolos. ainda. P I M a função humanizadora da cultura discutidos nos I E S M E E S E S N E PE EM da criança.EM P P I N M EE planejamento I M S em jogo relações N N afastá-las. seqüência Emas. as ela pode também SI NPpessoas. Neles deEEM e sua contribuiçãopara PE a formação I N E I M N S SI P N S SI atitudes. PE das de M organização do trabalho pedagógico. IN IN EM em EEM EM SI desde P EE critérios de P S S N E E os organização das crianças Linguagem e poder têm andado juntos na hisI N M P P S SI em que IN ou turmas. do ensino de organização dos conM modalidades E anos/séries I S N S S P N I E S I S E trabalho com as áreas S EM do conhecimento IN fundamental. levando comunicação ou suporte de Ppensamento. de Delia Lerner –. a definição M mesmo tempo EE NP IN por séM S I classes de objetivos tória da humanidade. a escola EE que é sempre EE diz respeito SI SI N E NP P I P M N S isso. é. é lugar SI EE e as crianças con. NP a linguagem M I I I I M E E E S S S S E N P E planeja seu curso. formas. quem. Epossibilitando perspecinclusive N transformando-o. na escola. didática. de S de suaPE M ideologia.SI O que desenvolvemos E N I S ranta que a criança se alfabetize numa perspectiva aqui são processos M S N I E P S E M S SI PE IN M letrada. práticas N SI artísticas EEcomo ar. livres. mas de organizar o trabalho pedagógico. não é EM que “vale”. sempre com as mesmas denominaçõesSIe/ou S P N E N M N SI SI PE M M de tarefas etc. M E E E S N E P E SI NP NP projetos EM Napenas didáticas.SIN traduzida pelo apenas uma M EE brincadeiras SI NP fato de que E N P I I M E M S S N EMseqüências E E P das atividades permanentes. as SI PE há explicitação NP NP textos desta publicação. como possibilitadores da ampliação teúdos P de IN M E S S E N Mobra Ler e M SI NP de mundo da E criança. o Mses. M EM fundamental NP EE pedagógiP E I E M E P P S ser trabalhados N N E P o contrário. mesmo aqueles que ainda tiva de sinalizar possibilidades cotidianas de trabaM E S N EE M EE SI relações Pa M não tem NP Este texto E têm autonomia para decifrar o escrito.EEM IN EM EE P M S N E P P I E turma: seusIN conhecimentos. por isso. SI EE EM bem M NP EMquando. Edistribuições SI N E E P I M E S P M N E P P projeto e atividade S I sistematização. M para os estudantes EE M SI N P E N E P S I E I E E N S Em se traS dos P anos iniciais do ensino fundamental. palavra ou apenas a palavra de uma delas é aquela I didáticas. O planejamento da escola E assim. N N PE por M escasso. S N EE EE SI EM EM P P É com esse pressuposto que o presente texto uma possibilidade M M E M N E N E P M M EE SI SI EM articular PE PE procura suas sugestões didáticas às disIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S considerando: S N N S Nery cussões N dos P demais textos. etc. atividade permanente. SI E N I M P P I M S flexível. intenção de propor ativiP I M E M E N S N P letramento EM e alfabetização. interação entre Ssujeitos. PE espaço e materiais E S EE atiS P N I E M M P N entre as S de organização: P IN vidades e seus modos M hora Muitas desigual M pessoas é EE vezes aErelação INde sala PEE SI N S I E S P M M E S N PE pode usar a de aula. N SImal – palavras. EE SI ações indicadas: EM limites. as lho.ma E P S M SI N E P E M P N dos conhecimentos tratados gens. a constitui– referenciadas n escrever na EM EM PE escola: oM das referências EE EE SI N EM traba. horários.

M M EE E P M N PE alfabética da língua M teúdos EE M de formas diferentes, EM SI ou ain- M E relativos à base de as pessoas aprenderem N E E I E M E P E S E P N convenções da escrita E da diferentes de aprendiMporque têm N Iàs NP EM ou aos conhecimentos PE EMtempos também I P I E M S E E S N S a forma de E E podemSIser N P P Variar, então, SI organizar o traba- textuais. Em EMoutras áreas PE IN curriculares, NP zagem. IN E I M S S N P que ajudem a compreender S E conteúdos ou trabalhar lho e seu tempoEM didático pode criar oportunidades SI EM IN PE outros assuntos/temas. M E cada estudante, E S E EM que M P Como o princípio maior diferenciadas para o que pode reN P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S ganho significativo E é que “todo profespresentar um na SIdireção da for- regeu N PE deste texto P IN P M a elaboração I E S N N E S N P M I SI de linguagem”, SI mação de sor espera-se que Sas estudante. PE é professor IN M M todos, sem excluir nenhum EE S M N E P I M de organização EE E E modalidades do ler/escrever e do falar/ouvir tenham sido As do trabalho S questões M N M E E P P I M M E E P S conta al- compreendidas, N E EE em aPE todas as áreas do SIN pedagógico discutidas a seguir, levam em EE IN SI NP EM relação IN P P PE I S M E S N E M IN ciências P ensino fundamental S conhecimento do — gumas possibilidades de integração/articulação enS SI PE EE IN M P S EM N E —, na tre as áreas do conhecimento, não só como I pro- sociais, ciências naturais e as linguagens M M E E N S E I M E P E M S E trabalho Pdo(a) EM N NP cesso de estejam articulaprofessor(a), na sala de EEperspectiva EE Econteúdos M de que os P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I dos a partir do eixo da linguagem. Esclareça-se tamaula,S como da própria escola, como coletividade. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Selecionamos quatro modalidades que SI as modalidades de organização IN podem con- bém que M EE do traba- SIN IN M M S E P S E E M lho pedagógico ao trapara a organização do tempo pedaEtribuir bastante MsugeridasPnão E se restringem N PE EE EEcrianças Ide SI por isso M NP gógico: atividade EM com as N P N I P balho seis anos, popermanente, seqüências didáticas, M M I E S N S S N M EE EE de sistematização. EE SI NPdem estarSIpresentes P P P em todo o ensino fundamenprojetos e atividades I M EE S N E N N P I I I M M E S S é o trabalho N E tal e outros segmentos, a partir regular, EE EM AtividadeS permanente NP dos mesmos prin- SI M EM E P I M E E P S N de aprofundar eM sistematizar que objetiva uma E fa- cípios, M ou quinzenal P Ndiário, semanal PE na perspectiva SI E EM PE as- de EE maior com IN textual, um SI miliaridade N E E ter minados conteúdos ou trazer outros tantos um gênero I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I pela escola I área curricular, de modo que os considerados SI S E relevantes pelo grupo, e/ sunto/tema de uma E S S N P E I M S EM M ou sistema IN ao qual essa está vinculada. estudantes tenham a oportunidade deEconhecer diM EE NP de ensino M E S I PE P M E E M S M E P N brincar, de E com asM E PE produzir N Outro aspecto do trabalho modalida-PEE ferentes maneiras de ler, texIde P E E S E N I P P N M é a sua E S M N SI a oportunidaN N des Tenham, ainda, SI tos, de fazer EE SI a SI extrema Iflexibilidade, EE organizativas SI arte etc. NP P P M S objetivos e necessidades do(a) de de falar sobre oElido/vivido com numa ver- INdepender Idos N E M outros, E M S E EM dadeira S P EM M M M E E E professor(a), da turma, da escola. É possível N E E “comunidade”. E es- PE P P I P M E E E S N nos projetos, E N N P P N colher para pressuSI EM EMuma modalidade SI SI NP PE uma determinada IN IN Seqüência didática, como I E E S S N S P P do conhecimento, outra põem um trabalho pedagógico organizado em M SI para um gênero texINuma área IN M M durante EE seqüência, S S M E P P tual ou outra ainda para um certo tema/assunto, determinada um determinado M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e isso se alterar, período estruturado MSem que M durante um P tempo fixado N SI num SI pelo(a)SIprofessor(a), NP PE EE modalidaIN NP EE outro momento. I P S SI É possível trabalhar com as qua- M haja um produto, criando-se, assim, uma N P I S S IN E EMde aprendizagem M IN M S E E tro modalidades para um mesmo tema/assunto ouPE de mais orgânica. Os planos de S E E P M M E P E N N E P M M N área geral, seguem didática. SI SI aula, emIN PE essa organização PE ou gênero. EM EE M SI M EE N S E N P E I P I Evidentemente, não se trata de mudar de uma Projeto é uma do S P de organização EE E S modalidade N N I P P I N M M S como forma M simplesmente S para outra, N N E SI um produto modalidade trabalho que prevê EE SI EE SI final cujo EM pedagógico P PE P M E M N E de variar, mas sim de o(a) Iprofessor(a) planejamento claros, dimensionamenN EE tem objetivos SI ir pesquiNP EM EM S EM PE P M E E E SIto do tempo, sando as potencialidades dessas práticas, no que EM divisão de tarefas e, por fim, a avaliaN E P P P I IN E E S N N S N P P I refere à S I EE se realidade de seu trabalho ção final em funçãoSIdo que se Ipretendia. Tudo isso S N e EM EM pedagógico N P I M E E S S N P P estudante, em EE ao tempo de aprendizagem de cada feito M de forma compartilhada e com cada estudante SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P E pessoalEM M particular, vista uma tendo e responsabilidade coletiP autonomia EE e da turma, em geral Tendo em PE IN EE professorEM E P NP desenvolvimento IN para o bom S N I M P P I concepção de formação continuada de do projeto. O projeSva M N E S E S N N SI EE o seu foco PE SI de reflexão SI NP P que tem na N prática docente to é um M trabalho articulado em que as crianças usam I S M E IN a seguir podem serS deM de forma E interativa as quatro P M SI as sugestões E S E E e de ação, atividades lingüísticas E M M M E PE IN NP como Pfalar/ouvir, EE senvolvidas, EE de formação EE M tanto em situações básicas escrever/ler, S EM dos EEM NPa partir de P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E professores na P própria escola, muitos e variados gêneros textuais, nas várias áreS SI em horário SI N coletivo IN I N M M I S S E E S que os S IN M uma situação – em educadores discutem suas práticas – vista PEtendo emEE PE as do conhecimento, M M EM N N E E P NP I quanto em formação orientada pelo endidática que pode ser mais significativa para elas. I M sistema de M I E M E E S S E N E S E P P P M E que sePEconstiE SI N N N de sistematização são EE Para isso, SI é necessário SI Atividades NP NP sino local. SI atividades P M I I IN M S só com S S tua um esses ma- EEM destinadas àEE sistematização IN acervo de formação, não M de conhecimentos das S E P E com M outros que possam contricrianças ao que NP Mestão sendo EM EM M tra- teriais, mas também P I IN fixarem conteúdos E E E E S S M E N E P M para essa sãoPE os con- Ebuir SI à alfabetização, EE NP balhados. Em relação PE IN finalidade. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M M EE M P M M EE EE EM N E P I P M E EE S N atividadesPE E N P P I I Rosângela Machado permitir o desempenho de de forma inE S N N S N P M M SINa impossibiliSI SI Npor EM da Educação. I EE Ministério Atendimento dependente todos os usuários. EE M E S P E P P M M E N N M N deficiência física. indivíduo tem um acompanhante. EE direito aEM SI EE educacional EM dade, o SI SI especializado: M NP EE P P E I E M E P P S Brasília: MEC/Seesp, 2007 IN (p. 105 a 108). (Ibid,EE pág. 158) IN N PE S SI NP IN M P I S N M S I S N E EE I S M E P S E Eprincípios M Com do Desenho Univer3 - Direito assistiva: todos M IN os NP NP base nos EM à tecnologia EM P I I E S M E E S E S Lei nº 10.098/00, N E sal e da toda de PE promo- EM alunos portadores EM especiais têm SI PE escola deve NP NP PE necessidades I N E E I M N S SI P N ver asSbarreiras ardireito à utilização instrumentos, M SI N SIde equipamentos, EE NP EMambienteMacessível, eliminando I I P EE E S S E P quitetônicas e adequando os espaços que atendam recursos e material técnico-pedagógico, adaptados P N M M E N N SI M ou coletivo, necessários EEuso individual M O Decreto EE nº 5.296:2004, de SI o SI à diversidade NP humana. E para E P P I M M M E S E P das atividades IN PE normas gerais IN M EE EE E S também estabelece e critérios bádesempenho escolares.Incluem-se S N E P N P P I M S N SI EM PE computadores IN das pes- nesta categoria IN de recurso, M para a promoção EE sicos daM acessibilidade as S salas SI S N E P PE I M E E S N E E mobilidade reduzida M soas ouPcom programas especiais, material em SI braile, etc NP com deficiência PE e com M EM M EE pag. 159) N SIestipula um M N E I E M P I prazo de 30 meses (junho de 2007), (Ibid, E EE S E P E S N E P P E I N M P E PE públicos se IN IN tornem acessíveis. S SI os lugares NP M para que E N I S M S N I E P S E M S SI A fiscalização 4 - Direito ao conforto e segurança: “Todos PE IN M EE dos MiPE é da responsabilidade S E P M IN N M M M nistérios Públicos Estaduais. os ambientes e equipamentos devem possibilitar seu M N PE SI EE EE EE EM SI EE de atividades P N P P I E M P EE Para haver uma participação efetiva de alunos uso e a realização com conforto e seN S N P N E P I I N M E I SI N S P N E P com deficiência nasS atividades faz-se gurança, de Sacordo com SI SI EM escolares, IN PE IN as necessidades especiM E S S E N necessário um ambiente adequado, comE acessibiliais de cada Mdeve minimizar o M M indivíduo. O desenho SI NP EM M EEevitar riscos M cansaço, EE EE reduzir o esforço físico, SI NP E P P P dade arquitetônica. I PE M EE à saú- EM E S N N N E P M P I I I E usuários.” E E É preciso S (Ibid, pág. S analisarMas condições do ambiente N de eSacidentes dos N SI 160) INP PE SI NP E I M E N S entre S P profissionais EE da educação e EEM SI numa parceria SI EM EM Pengenharia, IN M E E profissionais da arquitetura e dentro 5 Direito à informação espacial: deve estar S P M N E P P I M M EE atenden-SIN previstaEEa PE IN IN perspectiva ampla Sde inclusão, EM de S uma possibilidade de acesso à informação P EM S N EE E P E I N M P P I P S N E N orienta-IN do as especificidades deS cada tipoMde espacial para a compreensão, M SI necessária Eoriundas PE SI E M S M E E N E E P sensorial, de comunicação, ção e uso dos espaços. EM P E E dificuldade: SI motora, N P P M N M M SI N N cognitiva ou múltipla. PE SI EE EE EM SI EE SI P N P I E M M P N S Desenho Universal Para Dischinger e Machado (2006, Os princípios do permitem P IN M EE Mp...), acesEE IN SI N S E I E P S P M M E sibilidade depende das condições P ambientais de a compreensão de PE IN M conceitos Sde acessibilidade re- SIN EE S N E N P I I M E acesso à informação, das possibilidades de Elocolacionados aoPespaço físico. Assim sendo, para ir S S EM EM IN M E E E S N E P P P I moção e de uso de atividades que permitam aos além da exigência das normas técnicas e atender M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S da sociedade E N P tipos indivíduos participar e estabelecer EM às necessidades de PE SI alunos com diferentes NP PE IN M E N S SI N E I relações com as demais pessoas. Ainda para Disde deficiência, é imprescindível o estudo detalhaM P M E S SI EM EE IN EM EE P M chinger, osPEprojetos arquitetônicosPEacessíveis Spodo das do ambiente escolar, uma vez NP necessidades P I E N S M N EM N N de cinco SI PE Unique a acessibilidade arquitetônica éPE um direito gaSI SIdo Desenho N EE princípios EM dem se valer SI N M E P I SI N E P S I N M E versal, para a inclusão escolar. São eles: rantido por lei, absolutamente fundamental para I M S N E P S SI EE EM EM PE que as crianças e jovens M IN com deficiência possam E P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P acessar de à equidade, todos os E sua escola N 1 - Direito SI e particiSI participação: PE todos osS espaços P N PE Mde forma a não par SIambientes N SI N E I Ndevem de todas as atividades escolares com seguser desenhados I I M M E S S S E E P M SI de ou excluir promovendo a EM possível, Epessoas, PE sociali- rança, conforto PE e maior independência IN M E M segregar E S E N N E P P M M M acordo com E eIN limitações.PE zação entre indivíduos com SI diferenSI suas habilidades IN EE e a integração M EE EE S S P NP P IN P M EE tes e sensoriais. N condições físicas, mentais S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P P 2 -NDireito à independência: os SI M espaSI todos E EM PE EE IN E P S M SI N E ços físicos – pátios, salas, etc... e seus componenP E M P N SI IN EM M SI PE EE rampas, Ecarteiras, IN – devem S tes – brinquedos, etc... E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA M
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EM M M E E P M E EE E N P P M I E N S N P EE 1. Quando SI falta aIN Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria visão EM de SI P M M E S P Silva SIN M EE EM Campolina EECampos e Myriam Beatriz N M E E P P I M M M E E P S N E EE uma SIN Ministério da AP criança que enxerga bem EE PE estabelece IN Educação. Seesp. In: SI NP EM P PE I S M N E N S N E P com o mundo SI Atendimento educacionalEM comunicação visual exterior SI desde os SI PE E especializado: IN M P S EM N E deficiência visual. Brasília: MEC/Seesp, primeiros meses de vida. Acompanha movimentos I M M E E N S E I M E P M E M pessoas e dos objetos S 2007 (p. 13 a 27). Edas E N viNP EE do lugar.SIA EE sem sair M E P NP SI P NP E I P I M N E S M N I S são integra os outros sentidos, permite associar som EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M e imagem, imitar um gesto ou comportamento e IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M Em um mundo repleto de símbolos gráfico, leexplorar o mundo. E M E E N E E P I P P M E S ou totalMde N E N N PE é umaSIalteração que privilegia aEM visualização grave SI tras e números, NP- inclu- PE A cegueira EM SI N I M I EEque E E S N uma ou mais S das funções elementares P P é conveniente P sive na escola - N não negligenciar ou da visão I M EE S N E N P I I I M M E S perce- IN S S E ignorar decorrentes de limitações afeta de modo irremediável a capacidade de EE EM as necessidades S NP M EM E P I M E E P N distância,Sforma, posição preciso reverM preconceitos e atitudes, ou moE co- berPcor, E tamanho, M P I M Nvisuais. É E E E S I E N E P S nhecendo N e reconhecendo as diferenças como Pode ser: SI EM PE PE IN as- vimento. SI M N E NP S N I N E M P I desde o nasciI SI S E pectos positivos. Cabe à escola criar, descobrir e congênita – quando ocorre E S S N P E I M S EM M mento INP IN reinventar estratégias e P atividades pedagógicas M EE M E S E PE M E E M S M E P E – em decorrência E necessidades PE adequadas às gerais e específicas - adventícia ou adquirida IN EE M P E E N S E N P I P P I N M E S M N N N sua inclusão.S de ou acidentais SI dos alunos, EE SI SI EE causas orgânicas SI visandoM NP P I P S Para ajudar o Eeducador, este Também , N pode-se observar a surdocegueira E M documento M abor- SIN SI E EM da osM E P EM M M E E E alfabetização e aprenquando se associa à audição ou a Nbaixa visão; E perda da M E conteúdos: E outras PE P P I P E E E S N E N N P P N dizagem de pessoas cegas deficiências. SI e com baixa EM EM SI visão e uso SI NP PE IN IN I E E S S N S P PÀs vezes a perda da visão de recursos para sua educação. ocasiona a extirpaSI EMdidáticosM IN IN M Erápido S S M E P P Um olhar da professora sobre sua sala ção do globo ocular e a consequente necessidade M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mdados. A M de uso de de aula é suficiente trazer vários a falta da P próteses Eoculares. Se N SI visão SI para lhe NP P olhos (visão EE IN SI NP monocular), EE afetar apenas I P S SI observação da posição dos móveis, do comportamenum dos o N P I S S IN um controEM M trans- EEM IN M S E E to dos alunos, dos professores, já lhe traz outro assumirá as funções visuais sem causar S E P M PE NP EM significativos PEsistema visual IN M diz respeito EE detectaM M E N O e integra de forma tornos no que ao uso saS E SI le visual.IN I P E P E E M S M E N mais de S P P IN instantânea e imediata tisfatório e eficiente da visão. PE 80% dosPestímulos EE EE SI N S N I P I N M M S as mesmas M S N E SI entrasse no Eambiente. Se a professora Os sentidos têm e SIN M EE EE características SI na mesma P PE P M E M N E sala com os Eolhos vendados não conseguiria localipotencialidades para todas Ias E N pessoas. SI O desenNP EM EM S EM da audição, PE P M M E E E SIzar os móveis Ee e portas, ficaria aturdida com o vozevolvimento aguçado do tato, do olfato N E P P P I IN E E S N N S N P P I paladar Sé I resultante EE rio, com dificuldadeSIpara se deslocar. Quando falta S do da ativação desN EM EM contínua N P I I M E E S S N P P EE luz elétrica, ficamos ses sentidos por força Cada pesSI EM M também desorientados. IN da necessidade. IN M EM E E S S M NP E E P E Mcodificareal e definitiva da soa desenvolve processos particulares de P Mas a privação EE EM PE IN visão é bem M EE Eartificial P NP IN S N I M P P I da perturbação e momentânea. Os ção que formam imagens mentais. A habilidade para Sdiferente M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N alunos cegos e com baixa visãoMnão são diferentes compreender, S SI M IN interpretar NP e assimilar a informação E I M E M S E S E E dos demais nos desejos, curiosidades, motivações, será ampliada de acordo com a pluralidade das exE P M M M E N PE M NP EE periências EE EE M e vivências. necessidades, convívio e recreação. Devem ser traSI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P tados comoSIqualquer educando no que se refere O sistema háptico é o tato porIN S SI ativo, constituído PE IN M M IN S S N E E S I M Porém, em um amcomponentes e sinestésicos, através dos E disciplina. E E aos direitos, deveresPe S cutâneos M P M M E E N N biente Ecarregado E E coloca- Mquais impressões, sensações Pvisuais, são NP de e vibrações detectaM I E M E SI estímulos SI E N E S E P P P M E pelo cérebro SI N N N dos de desvantagem. Necessitam dePE das pelo e PE EEindivíduo são SI interpretadas SI em situação NP N SI N P M I I M I M S S S N um ambiente estimulador, de mediadores e condiconstituem fontes valiosas de informação. As pesE I EE M E S E P P M M à exploração de soas surdocegas pelo tadoma, uma N PE IN EM seu referencial EE se comunicam EE ções favoráveis EM SI S M EM N E P P E I M E E P perceptivo particular. comunicação tátil que permite entender a fala de P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE M EE P N SI

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M E EE ESCOLAR M INCLUSÃO DE EM PE E P N E N I I P S S N PE M ALUNOS CEGOSM E BAIXA VISÃO SI N E I S PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI

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M EE de atividades EE SI e a organização SI N P NP P I P M EE N Isso explica a discrepância S N E N I M P do trabalho pedagógico ficam mais fáceis através no que se refere à I I M E S S S N P EE EE P SI EM EM e segurança do conhecimento do desenvolvimento global do aludesenvoltura de tarefas. SI SI NP E I EE EE M E S P assimilação.SI EM EE P P E E M E P P S é complexa. INP cas EE M Ee IN SI S E E P S P M M E S visão desenvolva IN N PE Para que oEaluno com baixa o exercício de ver. do livro. encorajamento e Além dis. M EE SI 2) o uso NPdessas funções. chorar. o campo visualM S SI EE EM deve M Ne E (amplitude P M I E P E E S N ser deEcalma. Avaliação funcional da visão IN EM NP M P I I I M E E E S S S S E N P interesse em PE SI utilizar a visão potencial. M realizar as S N Os principais SI suas funções.M E P P P I PE M E E dos olhos. IN que exijam visão de S M distância. de acordo com as condições de estimulação e de M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE das funções O planejamento ativação visuais). P E a acuidade e o campo reduzem significativamente N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 30 . A aprendizagem visual depende não S E P M IN N M M E M P SI mas também IN EE conflitos apenas do olho.no. SIN PE cial P da subnormal ou visão residual) PodeIN enIN SI NP M I S N M S I S N E a simples EE I S volver desde percepção de luz até a reM E P S E P M E MinterfeIN NP E EM duçãoSda P I M 2.S M E enxergar. bem como E M P N e culos. esfregar excessicodificar. o ao aluno condie o uso eficiente do potencial da visão P professor deve proporcionar NP P I P M SIfocalizados) N S N N EE potencial SI para uma ções de acordo com (qualidade visual SI ocular M SI e do aproveitamento EM EM boa higiene Pdo M E SI E E N E P P I M E recomendações médicas. PEE M N I E M P I E EE S E E S alunos com baixa visão precisa estimular a utiliUma pessoa com baixa visão e os que lidam N E P P E I N M P E e dos sentidos PE IN INuma situação muito S SInormalmente NP do potencial M com ela E N I S zação plena de visão ficam em M S N I E P S M S SI EE PE IN dificuldades e M remanescentes para como superar EE P angustiante. EE P N EM P P I E M P E Ncérebro de S N P N E I P I N sintomas visão na escode capturar.1.EM funcional considera-se SI Na avaliação PE a eficiência IN EM EE P M S N E PE P I E M a explorato de do objeto. IN IN EM ou EEM EM SI çar diante EE de pequenos P S S N E E P objetos. sem contraste. o professor M S S N E E E P a capacidade de I M E E E S N P M EE SI NP NP E vés de atividades prazerosas e motivadoras. piscar muito. 1) o S amadurecimento ou desenvolvimento NP P P M I N M EEtrocar a posição I E N N fatores anatômicos Se fisiológicos E P M S I E I EM ou dificuldade em participar de do olho. tropeo uso M N vras e sílabas. da visão. desempenho e uso funcional do A definição visão (ambliopia. A avaliação funcional dados IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N sobre o nível da consciência visual. SI EE PE irritar-se. le70% possuem alguma S P S N E N M N SI copiar faltando SI PE entre essa M M uma relação para ler. letras. Mção dirigidaSe P I N E I M S o ambiente N P a abran.IN M iluminados. N P I I M deve.2. 2. A evidência orgânicas queEM texto familiar SI as alternativas IN M SI PE EE das alterações IN S E E P S N M os recursos disponíveis. o conna mobilidade e percepção de S estímulos ou EM avaliação NP PE EE IN funcional EM obstá. mais S N N N E E P P EM SI SI SI PE PE IN Ede IN M visão útil e é importante te ao olhar para um objeto próximo ou distante. a acuidadeP visual (distância de um ponto ao outro N e facilitar S permanência M N E I E N I I N E M S E visual está P I S S um objeto N linha reta por EE em uma S PE meio da qual INorganizada. trocar palaEE mensuração e Evantar SI estabelecer EM SI N E E P I M E E S P M N E P Pprático da visão. ao perceber deve ser contextualizada. O desempenho SI NP EM é vis. integração e elaboração dos estímuE P P M M N N M N PE EE SI EE EM los visuais. da S capacidade do EE EE EM emocionais. organizar imagens fotografaP I M E S S E N M M guardá-las M SI NPna memória. SI EM EM P P ambientais e as contingências de vida do indivímão M M E M N N E P M M EE visão revela EE SI SI EM Pda PE duo. M NP IN M S I objetos desconforto ou cia visual: PE E S E M S M E IN M PE dos intolerância à EE EE claridade. considerando-se as vibrações e os N S movi.EE relacionado com a aprendizagem e 0000to). P N PE de baixa S SI M SI são: tentar EEselecionar e SI N E IN la remover manchas.SIvisual E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M a interferência de fatores mentos articulatórios dos lábios e maxilares com a S S N emocionais. causa uma E oE ver ver possuem dificuldades voluntário Pdos redução da acuiNP EM e o não SI IN M M E S SI dade visual N E E P P M Mse ve. N EE visão. balançar a cabeça ou movê-la para anças identificadas como legalmente cegas. Baixa visão M M M SI a recepção. O desempenho visual na escola e do campo visual que IN acuidade E S M E E S E N E E tarefas ePE EM SI execução P NP NP EM rem ou limitam a de o desemPE I N E E I M N S SI P N SI movimentoS rápido e IinN SI EE entre EEM Alunos com baixa visão ou que oscilam penho NP EM geral. visão SI de baixaIN M poten.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S uma pessoa. aproximar livros Condições para o desenvolvimento da eficiênI N P P S EM SI IN para bem perto dos olhos. P IN na realização M E E N S E M P IN SI diagnóstico.MO nistagmo. I P E S S P N de perM EE olhos. um das pelos olhosEE e EM PE Das criEE fechar e cobrir M vamente EEos olhos.EE gência do ângulo P P em que os objetos são M E Mconfiança. E P S M SI N E P e social. atra.PE desinteresse E S Ejogos S P N I E M M P N E córtex cerebral. O trabalho com PE M M EE NP SIvisual). vias óti. as condições SI EE EEsobre a face do interlocutor. SI N EM fren. M da visão IN SI N P E N E S I E I E E N S S so. NP EM pertar oM PE IN deE N S SI N E I M P M S da visão senvolver visual. franzir a testa. des2. tridimensiorifica também no S SI albinismo (falta de pigmentação EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I nais ou em movimento costumam causar erros de S congênita que afeta os olhos e limita a capacidade M E E S N E E M SI M NP interpretação nos professores.EE estabelecer o concei. o que SI e fadiga PE durante a IN M EE EE E S S N E P N P P I M ros ou ensolarados. muito clacepção emPE ambientesEmal leitura.

S M SI M IN experiências.3. M EE e proporciona tos SI EM de controle SI e símbolos IN do que está Pe EM os meios P IN em livros E E M S M E N S P da visão. Trata-se de uma P fora de alcance pela falta Acetato amarelo: diminui PEa incidência EE EE de cla. Recursos ópticos N E E M I E M E P S E P P EE M M N E M N I N E P E I P E M S S uso N SI PE PE IN são lentes de M PE EE É aconselhável posicionar a carteira em local Recursos ou auxílios ópticos SI S N N E P I N I E S ou dispositivo N SI haja reflexo Sde iluminação neespecial formado por um conjunto de EEMonde não M SI no quadro NP EM E I P M E M E S E E P gro. lessistemas. inibirNo do SI de visão EM EM o comportamento SI com diminuiPE IN IN tamanho. para N N PE M com adequado. NP E I M E M S E S E E 2) aqueles que fazem referência a situações Softwares com magnificadores de tela e ProE P M M M E N PE NP com síntese EE visuais. menor o campo I E E S S N S P P a motivação.. desenP I S M M N S N SI fontes. Nesse caso. M EE NP um aprendizado M E S I E PE P M E E M S M E P E sentidos.4.SIN entação As Iescolhas e os EE de acordo PE SI NP EMcom a condição P P PE I S M N E S N E M IN P concedendo SI no. 60 vezes as E imagens e as E IN EE M transfere para o monitor. dimensões de maN E N M M M SI SI mulos. telelupas e lunetas. de condições E PE EM Mde recursos adequados M EE maior a EE E pas. sem EE indivíduos EE SI mediante NP prescrição EM incidência na parte centralPda de claridaguns S N P I P M I E S N N S N P EEdireta nosSIolhos SI oftalmológica. IN P M culdade SI de ver bem em ambiente com muita IN M EE IN M M S S E P S E E M O material utilizado pelo aluno deve ser nítido. suporte M cadernos P EM EE PE IN com pautas M E EE P NP IN S N I M P P I 1) aqueles que têm significado real para elas a espaçadas. N N por P não relho a um monitor EE SI SI acoplado NP NP lizar palavras SI amplia até N P M I I M I M S S searem-se em experiênciasS diretas e concretas. EE EE a comunicação SI EM sobre o P PE P M E M N E a as representações. tiposcópios (guia de leitura). Alfabetização e aprendizagem de P aumento (óculos I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I lentes monofocais esféricas. SI decodificados EM P P M M M E E essas crianças N de televisão N E : apa. utilizados por alN P M M M E M E N SI P IN e orientação EE sala.Mque embora sejam importantes EE EE meios de EEM gramas de voz. Recursos não-ópticos P I inteM N SI NP PE EE IN o meio N SI NP amplia o S EE ração com I P S SI físico e social. E Recursos ópticos E M E N E E P I P P M E S fosco. úteis 2. M P SI o NP SI P NP E I P I M N E S M N I S aluno em lugar sombrio se ele tiver fotofobia (difipreferências.M M EE E P M N PE M EE M e não-ópticos EM Recomendações SI E 2. podem não ser com-INP Chapéus : ajudam a diminuir o reflexo S SI adequadamente SI e bonés N P I N M M I S S N S preendidos ou e ficam desprovidos EE EE da luz. As tarefas devem ser expliRecursos ópticos para longe: telescópio.de Nmaneira SI P I M M E S P M da pedagogia. O trabalho deve ser logia. A escassez se N e de informação resção da velocidade de leitura e maior fadiga visual. SI S E tes esferoprismáticas.3. conceitos: porosa. EEiluminação EE colocando EE sala de aula. excessiva em diferenças individuais. M SI IN I M M EE S S M E P P tringe o conhecimento em relação ao ambiente. EE SI NP M EM EE Recursos ópticos para perto: P I M E E P S N E P óculos espeM M N EM PE SI PE lenElentes IN bifocais.SIN reforçar passivo. teI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E cadas com palavras. 2. E EE NP visual do alu. SI EM NP P IN P P SI I E M E N S E N E N I P P E comunicação. graSpretas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N partir de suas vadores. A falta de conhecimento. geralmente de alto poder. E S S N P E I M S EM M IN Para completo e significativo sistemas telemicroscópicos). M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A linguagem é um valioso instrumento de M 2. E S M SI N N oEE comportamento a observação eSIN a Lupas ou lupas de mesa e de apoio: SI EE SI SI manuais NP P I P M S experimentação. em papel IN EE espaçamento SI NP EM EM SI S N P I M I EE E E S N não refletir S P P P a claridade. É tarefaIN do educador Plano inclinado: carteira adaptada. de estíampliam fontes para a leitura. PÉ psicologia.1.SIN N M E E P I M M M E E S níveis de adaptado N e mobilidade. S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE As crianças cegas Acessórios: SI EM de ponta M lápis 4B ou 6B. faixa etária. e de que o aluno não dependendo de cada caso ou EMpato. Quanto ampliação N Ee EM pode PE P P P M E E E S N E N N P P P interes. Egráficos e Ifiguras. EM N E I P I E S E E S S E N P P M luz). com EE SI observar NP EM EM S e verificar EM PE P M E E E SImesa inclinada EM como os alunos se relacionam a qualidapara conforto visual e estabilidade N E P P P I IN E E S N N S N P P I da comunicação. interesses e habilidades adequadas. Deve-se também evitar ser definidos a partir E da conciliação das necessidaI M M E E N S I M E P M E M S E N NP des específicas.Mde sentido.3.SIN SI N N I P P I N M M S engloba M N E SI atividadeS complexa que e SIN ridade papel. EE EM EE um trabalho escreva na própria sombra. sinais EE EE Tipos ampliados: EM volvimento cognitivo por favorecer os relacionamenampliação de SI EM P E P M M E P N N P EE outros. ori. S E P P M M E Esse fenômeno verbalismo e sua N N M EM EE é denominado EE EM SI SI M Eefeitos NP E P P E I M E E P preponderância pode ter negativos em relaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 31 . E PE é importante estimular todosEos IN MincentivarPEE P E N S E N I P P N M exploratório. P NP podem utiCircuito fechado — CCTV M I E M EE E SI SI E N E S E P P P M sem nexo E E E baSI de TV que N ou significado. em maior S tempo para adaptação desses recursos em cada SI certos casos PE EE caso devem IN M P S EM N E o término das atividades. SI ciais com N EE EE 3. canetas IN operam INcom dois tipos de M EM E E S S M NP E E P E para livros. a aproximadamente um metro do quadro negro lentes. EE de da coluna vertebral.2.

o aprendizado sistema braiM E S E N N E P P M M M E SI básicos. NP EM PE M I EE P E E S N O código M ou meio de P leitura e escrita das pesAEM escrita em Irelevo e a leitura tátil requerem o EEM P I E N M S N P E N E Sde habilidades E específicas. tuação.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E Braille (Leitura) E M EE S ção à aprendizagem N Alfabeto S E N N e ao desenvolvimento. EE SIser estável M N E I E M P I E EE Sespaço na Esala de aula P E S com Convém reservar um N E P P E I N M P S E PE IN IN SI adequado NP M mobiliário E N I S para a disposição dos instruM S N I E P S E M S SI PE IN M EE devem inPE por esses alunos que mentos utilizados S E P M IN N M M I M IN material. É Erecomendável NP NP I M P P I M S os educadores S braille.SO dem aos sinais EE P Braille IN e símbolo desejados. IN S E E P S N M P E nativas para os educadores é o Braille Virtual .EEM O movimento EM didialogar com deIN perfuração é da EMrealizadoPE SI SI P P E M M N S e a leitura da P esquerda IN reita para a esquerda M atitudes. PE alter. inclusive alunos.1. a imitação e deixa M a falta daSvisão compromete M SI SI A 1ª série SI NP EM I EE vazio a ser preenchido EE M E S P 2º série é resultante da adição com outras modalidades de E P P M M E N N M N M EE um dosEsinais SI EE EM do ponto 3 a cada da 1º percepção. É culta a correção de erros. discrimiSI SI EM EM PE M E SI E Edo N E P P I M E e outros símbolos gráficos. com ponta metálica. interesreglete (régua de madeira. SI NP É um mecaEM P S I N M E I M S N E nismo de escrita mais S M SI EE rápido. ou anatômico. É máquina de escrever braille. O mobiliário deve M E E S N E M SI PE M qualquer N NP alteração deve PE M Ee M ser avisada. SI N E P P M N E SI o conflito Ee N N necessário explicitar PE SI a si. prático e eficiente. P Espaço físico M e mobiliário EE P S E E M IN NP N EM EM P I M sucessivamente. I E S M E E S E S E N E Pé EM SI do espaço PE físico não NP NP A configuração percebi-EEM PE I N E I M N S SI P N S e pelos que M SI N SI EE Alfabeto Braille da da mesma forma por alunos cegos NP EM I I P M EE E S S E P P N M M EPor isso todos os ambientes da escola N enxergam. EE IN E EE P M S N E PE P I E produz os M corresponbinação de teclas P N pontos que S M N E I E N I I N E M S E P I Sistema E S S N 3. SI IN M EE M EE S SI devem ser NP explorados E E P P I M M M E As portas de. S e assim 3. e relacionamento P I M E S S E N M M M SI NP A escrita braille é realizada de uma EM PE EE por meioEM M EE EE SI N E P P P I PE M E E A falta da visão desperta curiosidade.NPE EE cumbir-se daSordem e organização do EE EE EM S EE P EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EEComunicação SI N E IN 3. não sabem o que e como fazer. SI Uma das IN EM nham noções M na França. SI Msérie. N PE de M EEobtida pela tosPé de seis pontos EE em condições EE lle deve ser SI SI disposição N E NP P I P M N S Msimultânea organizados espacialmente forma de PE INe complementar ao processo IN M colunas vertiEE em duas SI E S S E N P E M E à esquerda de alfabetização SI EM pontosSà cais com E três dos alunos IN direita e três M EEcegos. IN M EE EE E S S N E P N P P I M vem ficar completamente abertas ou fechadas para S N SI EM PE IN IN M imprevistos EE SI S N S E P M PE I evitar ou acidentes. um N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 32 . etc. utilizado para a PEE I N M P P I S N E S N de umaIN Mde perfuração SI Eles manifestam dificuldade e dosM pontos na cela Braille) SIou EM de aproximação PE E S M E E N E E P M P E E comunicação.2. e posM EE com novas IN para a PEE SI procedimentos N S E I E S P M M E S N PE turas. Todos direita. lento devido à perfuração de SIN M EE É um processo SI NP com aMfamília dos E N P I I M E S S N EM E E de evitar a comunicação P precisam criar o hábito cada boa coordenação motora e difiI ponto. A combinação dos ponnação. exige M E E E S N E P P P I M gestual e visual naNinteração E S NP N EM N com esses alunos.IN S E P PE e assimilados. um conjunto de S em linhas P se. Por isso. IN Isso porque P M EE EE S N N E N P P P I I I E S N N S um NA utiliza os pontos superiores 1245. destreza.SI EE .3. em 1825. SI realizado N adequadas. A máquina de escrever E M P I I I I M E E E S S S S E N P recomendável também evitar teclas básicas PEa fragilização ou a suSI correspondentes aos NP EM tem seis PE IN ponM E N S SI N E I M P M S perproteção e discriminatórias. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M Algumas crianças cegas congênitas podem S S N SI EE EE SI EM EM P P Disposição universal dos 63 sinais simples manifestar maneirismos. os números bilidade. Foi uma cela dominem o alfabeto e teE N básica denominada cela PE braille EE IN EM criado que E P S M SI N E P E M P N por Louis Braille básicas do sistema. tos da O toque simultâneo de uma com.EM Mcombater atitudes SI PEcela braille. coordenação bimanual. metal ou plástico com EM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M no ambiente escolar. E N SI SI combinação baseia-se na de 63 pontos desenvolvimento sensiPE NP P I P M SIsoas cegas N S N E N SI que representam asM letras do alfabeto. A SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE 3º série IN SI da adição SI NP IN M PE é resultante I S N M S I S N EE I do pontos 3 e 6 aos sinais da 1º série. inquietações e impacto S N celas braille dispostas E N I I M E N S S E P de forma M natural e Ehorizontais sobre uma E base plana) e punção (insSI Costuma EM SI EM ser abordada PE pouco M IN M E E S P N E P P espontânea porque os pouco em madeira ou plástico no de pêra M SI professores EE não sa-SIN trumento M PE formato IN IN EM EM EE P S S N E E P bem como proceder em relação aos alunos cegos. ecolalia e M M E M N E N E P M M EE SI SI comportamentos EM PE PE do E Sistema Braille estereotipados.

os gráficos e as ilustrações devem ser E S S N P E I M S EM M com estímulos IN e táteis. S S M E P P os alunos sem necessidade de adaptação. S a brailleSpodem ser PE EE IN M P S EM N E realizadas em salas multimeios. M N PE PE E EE SI NP tiva ou outra EM N P N I P M referência. E E canais de EM Os PE P I P M E E E S N E N P P N IN sólidos ção bolas SI barras. na educaN coleta de Pinformação. Os materiais confeccionaparticipar de praticamente todas as S atividades com SI EM P E P M M E P E N N P EE devem ser dos de fácil manude adaptação que M SI EM simples e SI diferentes IN PE EM resistentes. EE orais.Mgratuita e EEMAlguns procedimentos SI NP EM E I P M E E S E EM altera. É necessário estender com o objetivo o aprendizaSI S N N E P I N I E S e instrumentos N SI de avaliação do do Ssistema braille de forma simples. N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E Anotações P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 33 .EM olfaEmeio de descrição. com cores contrasvisuais adaptados e representados M EEem relevo. Scordas.SIN EE SI EM P PE P M E M N E nentes à faixa etária e em tamanho adequado. núcleos. instrumentos de desenvolvidas com P adaptados I meM podem ser EM S INnenhumaEadaptação.5. É recomendável valer-se de mente de produção e impressão S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mate. M Atividades que envolvem expressão SI IN IN M M arte. Em filmes ou documentáM M I I E S N E E S S M IN EE Erecomendável SI a des. auditiva. confeccionar ou adapbiologia e ciências. música Edramatização. M M e as impressoras ampliam EE S M N E P I M EE E Eas possibilidades uso de microscópios). S ao tato. PE de material EE EE e coo.braillevirtual. original.usp. gráficos.SIN M exercícios e de braille. desenhos. Atividades I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP de apoio pedagógico. Recursos didáticos rios. curso on-line.4.M P baseados em referências visuais devem ser lúdica.dosMou adaptados N PE por meio P IN P I E S N N E S N P M SI SI formáticos relevo (desenhos. é possível SI E EM vários E P EM M M E E E tar recursos abrangentes ou de uso específico. SI ção de resumos N E E Especializado devem ser variados. SI SI Com bom E torne útil e SI NP P I P M S selecionar. EE S E de representações e em: SI Os meios in. P IN níveis e Imodalidades E E M S M E N S P P fiéis aoNmodelo seio.SIN S confecção N I P P I N M M S M texturas. SI pouca ou NP PE ou produzidos IN de encaixe) Scegos NP EE dir. seguros. os alunos podem e devem N P I S M M S IN N EE EE EM de baixo custo e sucata. O programa para download está disponível N P M M M I E E N E E S N P I P M E http://www. informação tátil. EE perti. devem N M EEos experimentos M utilizar SINvidade. com N E SI agradáveis diferentes peração entre os participantes. criado e desenvolvido por uma equiN E E M I E M E P S E P P EE M M N E pe de profissionais da Universidade de São Paulo M N I N E P E I P E M S E S N SI de possibilitar PE o tempo P IN M PE (USP) – EE de avaliação. E M P a apresentaNsimultânea PEOs recursos SI EM EM PE Os cacional EE IN da atividade. Se não houver EE EE EEou centrosEM P SI ninNP SI P NP I P I M N E S M N I S guém na escola que domine o sistema braille. gravuras. EM EMgeométricos.M M EE E P M N PE M EE M EM Avaliação SI E 3. texturas e tamanhos deve naNlínINhaver adaptações: M para quePEE P E E S E N I P P I N E S na seEM N N N EM senso e criatideve prevalecer aSconversação.br. atraentes e envolve criatividade.fe. será Algumas atividades devem ser adaptadas com EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M igualmente necessário fazer a conversão antecedência e outras durante a suaIN realização por SI M EEda escrita SIN IN M M S E P S E E braille para a escrita em tinta. serviços 3. Sligue-ligues IN jogos de IN física podem-se utilizar I E E S S N P P e similares podem ser compartilhados com todos com guisoEetc. mapas I P S SI com material Em resumo. SI NP PE encaixe. Outros corporal. NP M E S I E PE P M E E M S M E Nas disciplinas P Eadequados E PE tantes. SI gua estrangeira Esignificativo. excursões eNexposições é M EE S N E N P I I I M M E S S S e leitura N E crição cenas de legenda EE EM oral de imagens. A Eadaptação PEprodução P IN SI NP P PE I S M N E S E M IN P para o sistema INtranscrição SI rial. significativaSI PE IN diagramas. adape contextualização I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E tados e de qualidade e explorar todos os sentidos. SI NP M EM E P I M E E P S ao Atendimento N destinados Eduse não houver dublagem.INP S P PE P 4. podem ser M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E (jogos.

tra uma maioria do sexo M EE EE NP SI masculino. crianças SI o fracasso PE IN PE escolar Smaior IN M Essas polítiEE E E S N E P N P P I M ter resultado positivamente numa negras do sexo masculino.S NPa reprovação M nos do Sque meninas E N I S ainda existe (finais de ciclo). Este foca os procesP I M E E N S M E N E I E M P I E E S E P E S N número E maior possível de alunos nas séries em que sos queIN têm conduzido um maior número de meniP P E I M P E PE IN IN eles. M PE “cons. em maior A grande maioria jovens analfabetos pasP propor.ninos apresentariam SI NP maiores problemas. aN discussão sobre as razões do nacionais. etc. conforEE IN de “raça EM comE P S M SI N E P E M P N como plexa ao se considerar também a variável “cor”EM me Antônio SI IN Sérgio Alfredo Guimarães. P P E I E M E P P S Sonia W. – e. Eapresentavam SI famílias E M SI M E N E E P I M P E E S média. e S N P P IN IN EE EM SI S S N N P P I E I M tação escolar Ie de proainda pior para as mulheres. de alunos. apontando os no N SI EE I M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI SI NP SI E NP I S EM O MFRACASSOM ESCOLAR DE MENINOS E MENINAS: M EE EE P P M M EE ENTRE M ARTICULAÇÕES GÊNERO E COR/RAÇA N N E P I I EE E EE S S EM N EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S 34 .mesmo SI PE IN M E M E S SI damental.PE meninos são em número EM analfabetas M I E P E E S N dentre os meninos. SI de avaliação. à organização do ensino Sem ciclos e MOlhares feministas.9 anosMde do entre N N SI dois pólos: EM a culpabilização das lheres que.PE em 1999. contra e causas intraescolares. formas numa ou “raça”. os S de 15 a P em 19 anos temos quase Eo M dobro grupo do qual E to na faixa IN a escola fracassaIN SI P S N M E I M maior que S as meninas N E e de rapazes (5. M e que dados divididos por EE sobre níveis IN é pre. Vara melhoria à aceleração IN Maluf e S SI escolar conduziram SI Hildete Pereira NP IN PE do fluxo I S N M EM I S N E Eà I estudos. Mas por sexo. A complexiestudo em 5. os homens P I M E S S E N M M média e M E 1. PE IN não M E N S SI N E I M P S 45 anosEM se tem com a devida nas acima de SI faixas etárias PE abordado EE profundidade é que EEM IN EM E encontramos P M S N E P P I no Sgrupo daqueles que fracassam na ou mais mulheres que homens analfabetos.7%). P S E E M 2009 aprovação Eautomática IN NP N EM EM P I M Ministério da Educação (MEC) Unesco. A grande diminuiI E S M E S E S N E PE EM não indica uma SI PE NP NP EM ção nas taxas de repetência obtida PE I N E E I M N S SI P N S I SI N EE e nem EEM NP real melhoria no S acesso aoSIconhecimento desta pesquisa é conhecer os proEM O objetivo I P M E S E dos quais se produz P N diminuição dos problemas escessos através NP EM uma efetiva EM no ensino fun.SI EE IN S E E P S N M de identidade baseadas P E maiores problemas N trutos sociais. parecem IN M EEgrande SIN S N S E P M PE I maior inclusão escolar. In: Adriana EE Piscitelli. O que NP EM fessores.PEE SI N S E I E S P M E S socioeconômicas e IN N EM PE ciso E considerar as condições faixas etárias M S SI NPe sexo. SI E EM N E P P I M E M E ria indispensável à análise à medida que se evidenria escolar marcada pela repetência e pela evaS E N N E P P M M M E SI SI N N PE dos M EEque indica no são. um maior nú. de acordo com S SI EM PE IN o que as cas. tas negativos.EEM tindo um acesso em geral muito baixo à escola. eSa EE EM EE P N EM P P I E M P E Npara atividades S N P N E I P I N merecedor to na medide recuperação. E P P M M E N N M IN Educação M EE 90.problemas SI N escolares. S IN IN NP E M S E P I S N E E P ensinar. M S Ndo tema como S SI P PE de reflexão.9. mas levaram a uma estatísticas educacionais brasileiras vêm indicando M E E S IN EE PE estudoM M NP algumas EM sobre os professores para queSaprovem pressão o há décadas. Brasília: de LúciaPE Puga (Org. as E SI EEMinistério Sda EM Ao longo dos anos diversas políticas de SI M NP .3%) S que moças SI EE EM NP (2.6 para N M o sexo masculiN M a busca Ide EE M SI NP NP no. devido acesso à NP ao maior M P I I I I E E S S S S E N P E os critérios em comparação a adultos ePidosos. dentre M S N I E P S E M S SI PE IN desempenho esM EEa obter noPE negros que brancos P– Em relação à diferença de mero de meninos S E M IN N M M I M encontramos reconhecimenPE INser indicados EE baixas ouSconceitos EE colar entre os sexos. SI IN M tinham 2. A ampliação do acesS S N em reunião com o conjunto IN M EE NP so à escola S S E I M P e professoras.M EE S M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI M E EE NP EM P P I E S N N M M SI SI NP EM I EE EE M E S P Marília Pinto de Carvalho grupo de alunos negros do sexo masculino.4 anos da SI em que havia EE N E IN certa concordância de que os S meNa década de 1960.EEM P M I E N os negros M M desses I E S N P E N E S E os brancos. ao mesmo tempo em que beneficiou as muI N M P P I P S N E S 5. está fracassando EE interior do EE ciavam diferenças SI próprio grupo SI que a escola N P E NP P I P M N a um grupo grande S M e se buscava meninos caracterizar aqueles comNPE frente IN IN M que concenEE de jovens SI E S S E P E M M E Essa diferen. M E N P I I M M E S de analfabetismo S N E E E P culturais de origem da criança e as condições de As taxas são menores enI M E E E S N M EE SI das escolas. N E N E P de Melo. 40 anos médias Efessores S E SI EM EM nos últimos PE elevou as IN M E E S P M N E P P I Na literatura. enquanM EE IN EM escola.). NP NP NPescola funcionamento EM tre os M o preparo dosEE projovens. I E E N SI ção P que e não S conseguiu se apropriar da NP P I P M SIsou pela escola N S N E N SI A desigualdade racial como categoferramenta SI impôs-se SI da leitura EM EM PEcom uma EtrajetóM e escrita. N E E P P entre E M M M colares de disciplina eE aprendizagem. E NP I M P P I M S Foi adotado S torna mais o conceito ça entre E N homens e mulheres se PE social”. hoje em torno deSseis anos de M EE escolari-SIN PE I IN EM EM EEescolar é Santiga P EM S N E E P E fracasso e saudável e tem osciladade. refle. ao aprede escolaridade em EM EE M EE EE SI as mulheres NP EM E P P P I PE M E E sentar a proposta da pesquisa à equipe de orien. Essa diferença aparece E P M SI EE E dade do debate vem indicando que múltiplas de forma muito clara nos E S EE diSI P N P I E M M P N P IN mensões interferemS nesse processo M de analfabetismo.

M E S I E PE P M E E M S M E P E E preconceitos PE coletiva sobre o tema. EE M S M médi. Pabrangendo EE E um gru. Elas indicavam ção social S N M E E P P I M M M E E P S países para o reforço N E EE con. bres Icom nais. S NP M EM E P I M E E P S como “S”. na expressão M M E N S E I M E P M E M Como professoras E S Epele ou o tipo N NP a cor da EE no encerraE de quarta série. E duraS M EM N E P P E I M E E P herdeira das análises desenvolvidas nos anos 1950 ção de duas horas e meia. conforme tivessem dificuldades em manter e reproduzir diferenças e privilégiMconstruir. rência da combinação M EE S N E N N P I I I M M E Saqueles IN S S M E pecialmente com os doEindivíduo”. E Quando se si-INP Existe um de recuperação paralela S ao te às SI questionada SI sistemaM N P I N M I S S N S tuação socioeconômica seria mais decisiva a que a de “oficinas de reforEE EE longo de todo o ano. EM EE com Rosemberg. M EE P SI NP de cabelo) e na ascendência SI P NP E I P I M N E S no status M N I S mento do primeiro ciclo. quanto o que chamacola apresenta características condições M sempenho M N próprias e P SI SI NP NP PE do aluno” EE SI EE vam deSI“compromisso IN ou “relação da cri. NP M SI I IN M à rede EE de pertencer S S EM M E P P de casa etc. E N I N E PE E I P I E M S E S N S E E N Cristina Araújo português ou P P ambas). mas EE muitos pontos SI SI E Célia tinham SI sutis interpenetrações NP P I P M S de uma multios alunos a partir tereotipadas e julgamentos profissionais bem fun. trabalhos em grupo da e exNP EM EM do tipo SI NP feitos SI PE I“prova”.EEM NP P IN P I E M E N S E N E N I P P regras escolares.SIN tanto com – e em diversos EE PE IN SI No contexto NP brasileiro EMalunos classificados P P PE I S M N E N S N E M P alunos que SI obtinham ceito da América Latina – a classificaçãoEracial se apóia SI “S”. EE S das relações N Laís afirmasse de SI EM PE critériosEcoP IN SI Embora M a falta N NP S N I N E M P I avaliação I SI S E muns de trabalho pedagógico e de no Ao longo da pesquisa.M P SI deMfuncionamento particularmente adequadas. quanto socioeconômico da EM N E I P I E S E E S S E N P M P destaca Ique.algumSIaluno seria reprovado. E diziam levar em conta tanto o EdeApesar pública. EE riam pelaSImanhã. “S” S M N S E INa seu rendimento propriaM satisfatório) EM – com dois ciclosPE M SI S E E criança refere-se tanto no ensino fundamenE M M M P E PE IN EE mente acadêmico EE EE IN 1ª a 4ª e M quanto a seuPcomportamento tal S(de de 5ª a 8ª S séries).SIN IN M M S E P S E E M trevista suas Edificuldades frente a esse quadro. S E P EM M M E E E plicidade de instrumentos (trabalhos individuais cujos ampliavam na mediN efeitos se E E EM sem PE P P I P M E E E S E N N P N IN consulta. essa esM M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E propriamente dito.INP A percepção EE N S E P E I P como IN critério de avaliação utilizado os e médios intelectualizados. conforme M EM E S S M NP E E E elite.Mcor para o rendimentoEEescolar. No caso essas oficinas ocorEE M EEdas sériesEiniciais. particularmenteEEse N EE SI NP EM EM SI E P en. das trinta alunos SI EM contamEcom PE EE P M M E P N N E P M M da importância E N do Icomportamenprovenientes SI SI criançasIN PE de setores EM populares. étnico-raciais e culturais. Ecação racial M E“posIN PE no Brasil é fluida e variável. S P P P ter problemas. Tereza E I M S S P eram as professoras S elas. EE PE SI escolarIN S P o desempenho da mente satisfatório). S N P P I N M M S S N E SI termos socioeconômiEM pelas professoras. participação nas aulas. que E de clas. nem sempre o que as E S S N P E I S EM EM avaliar os M conjunto IN reivindicando maior discussão professoras consideravam M alunos e Eao NPda escola. a cor seria apenas um dos eleEE alunos intermediários. numa cidade SI como São N EM EM N Paulo. S P P M M De acordo essa concepçãoIN é uma comM N PEvez por semana.EE tanto na aparência (características fenotípicas.M S N E P I M EE E E que categoriza”. I como “estavam cambaleando”.Pchamado SI EM P M M M E N N ço”.deEM N SI N N em comum. eram atendidos por períocomo uma E percepEM SI PE IN M M indivíduos e grupos. nas N N N PE brancos se nas séries ou da PE poEE SI também SI primeiras Nalunos NP sim. Alguns permaneciam fato social.conceitos P M E E E SIcomparada “NS” (não satisfatório).M M EE E P M E N P M grupos EE M eficaz socialmente. P INfísicos e que P M todo o ano. N classificados que que mão na construção social E Edeveriam ser M se lança P I M M Nmentos de E E P S I E N P E raciais.). dos variáveis e depois dispensados. Ambas entre opiniões SI citos. EE EE no con-EM EE conceitos P NP IN SI– “PS” (plenaNP M P P I escola (advertência ou suspensão). mas N E E I E M E P E S E P P M M N E quarta série. quanto E INde punição IN formal. Assim. I E S N N E S N P SI SI demarcar dificuldades específicas. deSIavaliação por Ssistema M N E N PE IN (satisfatório) e “NS”S (não texto SI dessa pesquisa. elas deveriam decidir se ou origem.INafirmavam Iavaliar N M EE M S E EM damentados. De acorSI SI EM matemática PE IN (ou em N NP os” e não IN um dado biológico. ela P professora NP que M respondeu I M EEsão oferecidas E SI pela própria SI E N E S E P P P M você vê E SI matéria. para EM SI E diferentes de alunos das duas classes de M idéia biológica errônea.M P para o reforço. levou-nos aEconsiderar no po E bastante heterogêneo em M EE grupo SIN SI P PE P M E M N de crianças “comM problemas escolares” aquelas com cos. as indicadas para EM à homogeneidade que em geral se N E P P P I IN E E S N N S N P P I “oficinasSIde reforço” EE as e também as que haviam contra. referido atribuídos peN P M M M I E E N E E S N P I P M E pessoasS a atributos EE E que apresentavam las SI servem para rante N PE como outros. IN da falta de critérios deS avaliação objetivos I E E S S N S P em classe e em casa. pelo menos seu discurso e oPEE alunas traziam explíIN ou estereótipos M P E E N S E N I P P N M E S es. A escola M em seus prontuários na secretaria da particulares de a partir M Eo registrado P NP de 1999. tanto nas S P I I M E E S S N P P EE recebido algum tipo escolas públicas nas SI EM escolas M de periferia. mas SI“NS”. Assim. quantos PE E IN M M P S N E de Célia.S to disciplinado. Fúlvia Rosemberg NP a classifi. EM fren. lições plicitados coletivamente pela equipe escolar. “porque SI séries fiN P M I I M I M S S S N as mesmas características”. afirma que a raça como “um EE do com N M pode ser concebidaEM SI que indicavam I P os alunos M EE aos significados E S E EM du. Célia e Laís atendiam a P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 35 . comPa PE E E Squanto NP sibilidade EM N N I P Embora Laís revelasse mais dúvidas aoEM uso de passagem da ‘linha de cor’ em decorM M I I E S N S S M IN ambas pareciam E esEE fenotípica EE e do status SI social INPdos conceitos. ToN P I S N S E N M SI e mesclam EE as classes ança com o cotidiano da escola”. M EE em en. M e comentaram pessoa.

EE PE percebiam EM(“NS”). Mas de menina daSIquarta série em 2000. ouINaté as (classifiEM e apenas Pbranco EE INum garoto E E P S M S N E P E de Mou pretas aparece como P explica-EM cação das N ças como pardas provinham SI IN professoras). Cinco deles M SI PE EE IN S E E P S N M mensal inferior a dez ção possível Ipara frente à aufamílias com renda P E N esse branqueamento SI salários M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 36 .de Laís para “branquearem” alunos fica mais desses alunos. EM soras a NP seus E M I I I I M E E S S S S E N P dente nove discrepâncias entre elasIN para o PEcategorias de cor em SI NP EM ração com PE se agruparmos essas M E N S SI N E I M P I M M E S grupos raciais: e “não conjunto S P das classes. P EM S S N EE E P caso.PNa seis alunos tinham “SuficiEM EE conceitos M EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E sa Data Folha.IN os to de ambas as ordens. clareza problemas de problemas de EEM N E I I P M E S S E P P N para ambas as passamos a considerar N de constrangedor EM EMprofessoras ao aprendizagem. pois há indicações na literanas (oito. S dos quais PE EE SI EM SIN a uma EM toda forma.EM que elas hesitavam em atribuir a las professoras e elas S N E P S M S SI PE IN M identificavam com nitidez problemas EE PE “suas” crianças. M SI conjunto. NP Tanto Célia S quanto Laís com maior PE que separassem I N E E I N S SI P N I P S Havia algo I disciplinares EM M S N S E do com as categorias “preto” e “pardo”. já que a maior parte das diferenças de P NP P I P M SIe para Laís. classificados SIcomo conceitos tido queIN elas tais “Não peNP E P P E I M P S E nos quais PE IN IN NP comoIN“apáticos” M “preto” S E I S e “pardo”.SIN S N S E P M PE I associadas ao pertencimento à raça negra. classificar EE SI e pardas) M crian. essa classificação palavras com senposto P I M E M E N S N EMSuficiente” EE SI como pejorativo. EE IN EM “negros” (pretos e Ppardos) EE EE P M S N E P I E M negros” (brancos.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Edos próprios E M alunos e EE S pela chamada “Escola topercepção alunas. e mais seis dos quais EE haviamEM E que fizeram EM SI a autoclassiEEgarotos. quatro P N P P I E M P N P PE IN ou suspenIN 26 divergiram de pelo menosS uma recebido peloIN menos uma M EE advertência SI ficação dirigida. E M M IN EM com problemas SI N P E N E S I E I E E N S S e 23 negras. PE IN M E S S E N I variabilidade M M desses M E pesqui. M localiza crianças que como EE M EE entre as IN SI se classificaram N S E I E P S P M M E S e “não-negros”). professorasINpode ser correlacionada de E P SI N P S I N M E I M S N E 27 o fizeram como maioria de meninos entre S negras. de aprendizaS E P M IN N M I criançasEM M N PE EE Entre asS58 gem.Esses últimos NP forte Sda conceitos. das profeshouve diferença I M E E E S N E SI quaisquerPE NP NP em compaEM NP evi..EM de avaliação EM Pmanifestaram NP precisos. com seu desempenho acadêmico. orientais e indígenas).] EM PE PE ao reconhecer leiro a concentração maciIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S parecia ser S N N S da N negro nas camadas mais pobres M ça do alunado M SI menor quanSI Esse constrangimento SI NP EM I EE população. as se disdisciplinares ouMde aprendizagem (13 foram EM de classificação PE discrepâncias SI E S M E E N E E P meninos (13 ) e meninas M P E E tribuem igualmente entre gum momento indicadas para o reforço e sete soSI N E P P M M IN SI dessasEE N N (13 ). sejam aquelas SI M para SI EM indicadas NP população EE negra com P P E I E M E P P S pela pobreza. N S S P N I E P S I S relacionadas à agressão S EM IN das professoras. N S N E N M SI meno sofre profesclassificação entre professoras se refere às meniSI SI influencia EM PEambas asEE M do fato de SI E EM N E P P I M E soras serem brancas.. 37 não negras Esse fenômeninos). o que parece um indicador muito são física contra colegas. considerando as duas professoras e a autoAo 16 crianças apresentavam problemas E I N M P P I P S N E S N em al-IN M SI atribuição. mas S S a medianos emIN N E NP S participaram SI EM a “clarearem” mesmo M P M M dos entrevistadores assim durante todo o ano letiE SI mesmaEtendência E SI E P E IN M E E S P M N E P P os entrevistados tomados em de reforço”. houve inconsistência entre a auto e ente” (“S”) em seus registros e eram considerados S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M a hetero classificação Eem 21 % da amostra. N P E M M E P eram crianças percebidas SI E E era constrangedor idéia de que para as professoseis como negras (preP IN M E E N S N M P P mesmo ofensivo. Além ram indicados para atividades de reforço era M E S N EE EE SI três com Penvolvia M NP EMpor dois tipos diferentes de meninos: disso. EENo nossoSIN vo das “oficinas EM PE IN IN EM Etodo. não IN N PE pardas. P I M pelas próprias em estabelecer critérios I E S M E E S E S E IN E PE incômo. e marca S S N SI EE EE SI dificuldades EM EM P P Crianças com escolares profundamente o pensamento educacional brasiM M E M N E N E P M M EE SI SI que: [. EM quatroPEdelas SI SI P N I E M M N P Se considerarIN estão presentes nosS dois grupos). tende Ea EE M S P identificar as dificuldades indo se tratava das crianças com algum tipo de difiE P P M M E N N M N EE SI EE EM culdade terpostas à escolaridade da na escola. Advertências e susM E S E N N E P P I M E M E EM que professoras SI menos a N N P Ede tura negras tenderiam a seis apenas EM EE EE pensões Sforam atribuídas SI meninos Ie SI N P NP P P M N N “embranquecer” seus alunos. Já SI EE EM as M NP havia 44PE termos uma grande EM para Célia. num total de nove). Enquanto entre das N as classificações S Essa consistência M IN IN NP SI EE ao fato S PE Scomo N EE EM 31 crianças P SI se autoclassificaram nãoEM negras. que deM IN SI SI problemas NPtinham problemas IN PE sejam aquelas I S N M S E I S N E I S siderando a especificidade do pertencimento racicomportamento. N N E PE os enfrentados não conreforço. especialmenE I P I I P E S NP S S N I P I N M M te nos trabalhos de Florestan Fernandes. evidenciando IN M EE EE E S S N E P N P P I M foficados negativos O conjunto de sexoPE masculino E que S dos alunos SI embutidos nas características EM IN IN M E com. sendo ao N menos por uma mos os M (“negros” EE grupos raciais SI NP treze percebidas E P I I M de Célia e S M E entre as classificações M A tendência S N E E E P professoraScomo brancas.tas SI ras. e a maior parte PE sendo que EM diferenças S(17 ) se PEE freram punições formais. crianças escolares (5 meninas e 11 EE P P e apenas 16 negras. A partir das dificuldades indicadas M E PE S E P M M N E M I NP N E professoras E al. M I E P E E S N crianças não negras no grupo. SI em conjunPE IN M E M E S SI fazer a classificação N E E P as crianças P M M signi. SI EM PE com problemas PE por cor. N S E N N de São Paulo”.

era S SI comportamentos. mas seu desempenho escolar.EEM grande gógica.5% do total das classes tinha rios e referências pessoais.SIN uma responsabilidade quando não temos EE PE IN entre aluno e profesSI respostas NP coincidentes EM coletiva. SIda instituição. E S N N E S N P M os to”. Scoletivos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S a autoclassifiS que lançar N considerada as professoras tinham S M mão de repertó. essas apenas fenotípicas e status M socioeEE NP M características E S I E PE P M E E M S M E P E também PE se ainda mais poderosas nasEE chamadasE“avaliações conômico. se essas ança. SI EM P P M M M E E N Perrenoud. M EM I PE tes de S M consistência EE E E EM tam. Por isso. NP dentreSestas IN E I M S N P esquemas mais ouSImenos conscienS E conjuntoNde nas oficinas de reforço. particularmente pela subjetividade influenciada pela existência ou não de problemas N E N M M M SI EM con. N EM EM e infância. Assim.SIN promisso eram considerados EE EE SI ligados às EM P PE P M E M N E fletir M sobre as relações sociais atitudes e comportamentos de forma tão decisiva E N de classe. M blemas escolares tipo de classificação devitável “uma de de subjetividade. N N I P P I N M M S M hoje requer S sistema escolar N E SI elementos alunos no brasileiro re. Para fazê-lo. a maneira Ao apresentarem em entrevistas seus M crité. sem SI integralmente EM NP seu caP IN P P SI I E M E N S E N E N I P P que nãoPresponderam E alunos havi-INP ráter arbitrário. referência forte o SI INbastante para M EE e os sím. que processo Sque é a relação peda-PE para o E PE que a SI SI no complexo NP N SI N P M I I I M S de negros S S com pro.Epelo E Eativas e marcantes M P I M M N E P S I E N E P Eâmbito da escola. Considerando que os dois EEM conscientes. nossas S NP M EM EE Assim. comoSviM M problemas escolares: EE S M N E P I M responderam EE E E venciadoM por Laís e Célia ao ler os textos. sobre a vida escolar. tendo ambos recebido P podemos NP punições e indicação Seguindo Phillippe M I E M EE E SI SI E N E S E P P P I E concluir N é possível EM N N reforço escolar.S ra. mesmo SI EM numa M IN percebidas como M E E E S S M NP E E P M negras escola razoavelmente estruturada eNcom espaços M P PE EE por ambas as professoras apresentavam PE I M EE EE P N IN S N I M P P I algum tipo de problema escolar.M e excludente P de nossas SI como IN SI NP PE parece EE afirmaIN implantadas S NPestar ampliando EE vêm sendo I P S SI a M rios de avaliação. à a identidade racial SI Ede PErealização PE IN das escolar SI M ligadosIN N E NP S I N E M P I SI S E testes. quatro SI do SI estavam também nal. como era o M EE S N E N N P I I I M M E S Se já IN S S E M classes. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E escolas.M P que dispõe.bolos socialmente de masculinidade e à própria identidade racial de Eser incorporada N EM construídos PE PE EE E SI e “branquiNP nos e alunas.SI e indefinição PE M (disciplinares EE aprendizagem). disciplina mico. S N M E E P P I M M E E P S N E EE se en.SAtravés da avaliação desse P EE E com. um não informou N E E I E M E P E S E P N E situações de seu cotidiano profissionovamente Mrenda familiar Nque. adequados) é uma na determinação do EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Nesse repertório de valores. S menos no M N mais formalizados. O professor mínimos. N E afirmar Mgros. asSIdiferentes NP EM PE EM alta. as idéias pertencimento racial. EE E de critérios que costumam cercar a escolares ou de EE N EM E EM P P I P P M E E E S N E N N P P P adoção como vem SIN siderados como parte constituinte do SI EM EM desse tipo SIstatus da EcriN PE da forma IN de mudança IN I E S S N S P P ocorrendo. NP P I P M S não-repetência.SIN IN M M S E P S E E Malu. e controlá-losS inSI ao questionário SI sem escolhê-los N I N M M I S S N S sido classificados am pelas educadoras como neEE EE teiramente. uma possível explicaçãoEseria P I M E P N são emSsistemas de avaliação que. comEuma M forte articulação entre pertencimenSI alterações foram penIN IN M M E S S M E P P sadas exatamente para minimizar o caráter seletivo to à raça negra e dificuldades na escola. à atribuição de notas e à organização da escrianças seria construída tendo como referência não E S S N P E I M EM M cola em IN hierarquias parecem Stornarséries. a racionalidade éM apenas ilusória. ambas as professoras N P I S S INquanto o que E EM considerar M IN M S E E influência. EE no. I SI de uma SI alunos com se excluirmos PE Não se trata INculpa individual. IN EE M P E N S N P I P P N M E de ciclos IN SI de raçaSseria deEM N N associadas a classificação SI No âmbito EE Se SI aos sistemas E processo”. EM N P N I P M feminilidade. SI N P I I M E E S S N P crianças P EE Enquanto 59% IN das umaM tarefa extremamente subjetiva. avaliação. apenas relativamente E P M M M E N PE NP EE problemas EE EE perceber M escolares). SI gênero e NP E EM SI EM nossas concepções PE PE M E E E SIquanto o IN raça que informam de bom aluEM desempenho mais estritamente acadêN E P P P I E E S N N S N P P I aprendizagem. mas de dois alunos que não ao questionário. Avaliar esses porém. Destaque-se I P I E M E E S N S E E N P P sete crianças. assim como de negritude pelo menos ao final de no mínimo M M I I E S N S S N M EEhieEE EE SI caso de INPtude” estariam SI P P P presentes. mas Houve igualmente grande entre as N P M esquemas de ação E M M I E N E E S N P I P M E EE E de avaliação. entre elas EM a avaliação PE “a partir IN dos alunos. de hierarquias soram tanto a aprendizagem S E PE E P M M E P E N N E P M M presentes N ciais brasileida criança com o coSI SI chamavam PE PE mais amplas IN de “compromisso EM EE na sociedade M SI M EE N S E N P E I P I pensar os processos de avaliação dos tidiano da escola”. N E M P frenta e não Sse soras em 13 dos S mudar os SI o preconceito PE EE Essa situação IN M P S EM N E valores e as predisposições adquiridos no procesparece indicar que oEdesempenho escolar (incluinI M M E E N S I M E P M M de socialização e que S E N NP do aprendizagem PE comportamento presentes considerados EEso EE EE estão também M P SI Ne SI P NP E I P I M N E S referência M N I S na cultura escolar. deIN pensamenhetero e as Sautoclassificações dentro SI do grupo de bém PE P IN P M de percepção. E rarquias ligadas àEestrutura socioeconômica. NP EM em cada EM M P I IN erupção M E E E E S S M E N E P M do fato classificarem um PE frente EEcorre SI grau de EE NP afetividade” e um certo PE IN de as professoras NPdependência P N I S SI N I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 37 . P P PE I S M N E I procura IN S 14 casos restantes. sendo ineIN diferença na proporção EE S E P E valores.M M EE E P M N PE M a interesses EE M e apenas um declarou EM SI enfrenta M E e preconceitos. essa proporção é de discussão como aquela. tanto quanto outras quatro anos de escolarização.de apenas 33 SI M IN % quando NP E I M E M S E S E E cação dos alunos (26.

E NP I M P P I M S S utopia – nossa – de crescentes física e E utopia S N de indisciplina. P S S N E E P que esses alunos quanto instituição. um dos “meninos problema” da EM vem negativos.Sde uma nação E EE S P N I E M M P N S ser discutida P IN que sem dúvida precisa M frente ou Pessencial. se desenvolvenPE I N E I M N S SI P N S percebidas SI N SI nos cotidianos EE de aula. Além EE EE disso. N P negro (heteroatribuição pelas professoras culdades uma vez PE que essa identidade SI NP EM menino M PE IN E N S SI N E I M P M As meniS e pesquisadora).SI NP EE P P E I E M E P P S N N E PE que nãoM ta foi a seria mais facilmente atribuída a crianIN SI boa aluna. en. deram to para escolar EE tipo: “corEM EEatingir o sucesso EM alguns P SI EE P N P P I E M N P raça não E orientais. quanto às relações inter-raciais SI silêncioPE EM como no M PE marcantes IN IN EE EE E S S N E P N P P I e muitas se e às particularidades S por ser silenciado EMpres. imagem e não de uma característica fixa PE didáticos). processo com múltiplas direções: ao mesmo tempo SI M a quar. nada” e o único ças comPE dificuldades esPE SI na aula. a coincidênS S Napontar nessa direção. percebidas como brancas. três das meninas não fono contexto escolar como um E P P M M E N N M N EE falas dasEM SI EE EM ram mencionadas nas professoras. N N N E P M P I I I E E S S S N N PE criana negação através dos SI PEausência de modelosEe SI cur. e apresenta sua venham aEE desembocar M N SI em violência. SI N P E NP P I P M N contribuindo na construção S Mdireta. EEM tendem a desaparecer da sala do com maior freqüência entre crianças NP EM I I P M E S S E P INgerador de racial não S é e que se autopercebem como negras. dolorosa EE Puma EM específica.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M quando EE S número muito menor meninos em 2001.que senvolver relação mesmo.sificando-se como NP brancos. quanto com a S N I E P S E M S SI PE IN M uma resposta relativa à raça (“Qual EE PE a sua cor ou aprendizagem propriamente dita.M INsua maneira.. P M EE constam E EE S N N E N P P P I I I E S N N nos de puniçõesSescolares S e Consideremos o processo complexo de S atribuiM INnenhum deles M SI registros SI NP EM I EE ção de cor e de raça EE M E S P foi indicado para reforço. E P I I P E S NP S S N I P I N M M da 5ª série. EMescolares. dois meninos P SI N E P P I PE M “brasileiros”.Idesses N S E N N de crianças como negras. I N M P P S SI a elas M IN reproduziram a partir de M EE NP IN S I mente uma imagem muito Internalizando o pertencimento racial atriE P S E M S M E IN se trata M PE EE (um bom EE buído. encontrando muiS E P M IN N M M M respostas duplas. sim. formação de gangue furtos. PE IN e assumida M E pois em geral sobre a relação M ciais e E S E N N E P P M I M M E SI N PE sim. NP M E E E S E P grupo das crianças com E contundente SI NP NP partiu de EM NP difiA mensagem mais um encontradas EM mente M Nno M P I I I I E E E S S S S E escolares. Sua EM IN NP I M M E S respondera assim porque “é Ao não sobre as desigualdades raS S se discutir E E P SI EM se mostrava EM intrínseca PE com resposta inesperada. ele confirmou sua opinião afirmando que P N SIculdades Iescolares. essas tenderiam a deP I M E E N S N E P merece uma EM discussão EE SI difícil. sores.Como PE IN M E M E S SI cismo e ao N E E P P M M desigualdades caso dos negros. SI NPtudo igual mesmo”. As crianças queEE “não dão trabalho” quanto de disciplina. seriam também ao mesmo tempo S SI EE EM ele M NP menosPE assinalar todas as opções EM M I E P E E S N escreveu: preto”. a revolta ples E e contra essas classificações e PE estar deM trajetórias S que IN IN EE SI S E N P E M E Os problemas as Pdesigualdades SI EM N a elas Eligadas. hostil às crianças negras. SI parecem EE E SI EM é muito EM P P Na visão das professoras. do N PE SI EEmais obstáculos raça?”). SI carregada PE EE IN EM de significados EE P M S N E PE P I E M nas págiturma. da pele: “branco = a escola estudada P E em relação a uma parte N registrava SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 38 . já constatados S N S E P M PE I supõe que não é fonte de dificuldades. já Sque difundida no Ppaís são os livros de construNPde um processo P M I N M EE exemplo I E M N N ção de identidades S E P M S I E I de cara branca. diversos estudos. EE INde um mundo EM E P M SI N E P E M P N que se equivalem verbal. as crianças orientais cia entre raça negra e problemas escolares M M E M N E N E P M M EE SI SI EM ser um PE invisível: não PEque na autoclassificação parecem grupo quase mais intensa IN dos alunos.. sabemos que S o silêncio. a escola pode EE expressa Sà EE calado eSindiferente. SI tan. EE clas. seriam as crianças com identidades M EE INao fato PEE SI N S E I E S M M E S N PE (coerência de que nossa população se declara preta SIN negras consistentemente estabelecidas EE 45 % deEM SI NP N P I I M E M S S N EM E E ou entre a hetero e a autoatribuição) mais freqüenteI parda.EM Ea sentaram-se como quatro deles sa escola em particular.EEM EM S cor branca EE e brasilidade. Além preta. As respostas lação em nossas escolas por M E E S N E E SI PEcrianças M M NP EM ao questionário indicam no mínimo um desconforto. SI NP EM P S I N M E I M na questão S N E fechada. Já que nenhuma EM N I I M N S S E P oriental afirmou materiais didáticos são de Eça SI rículos e EM que se classificou como SI EM preta ou EM PE formas veladas IN M E E S P M N E P P que podem estar tornando fica sugerida uma entre racismo. aE escola. E na classificação das educadoras. agressividade PE de iguais. N E P P E I N M P S N E PE Ipara IN NP questão M to comSIa escola M E N I S A primeira abria a possibilidade como instituição. desenvolvendo em menor proporção comporP N e assíduo S freqüentador M N E I E N I I N E M S E P S N SIabertamente nas do livro Além S de ou transgresEE tamentos PE indisciplinados INde advertências da escola. Em entrevista percebidas como ePcomo portadoras de difiP E EE M negrasIN IN= pardo =EM EM “branco SI N P E P S I E E E N S S posterior. do reforço nas.IN ser “brasileiro”. E M SI PE associação IN IN EMcerta. PE IN um menino IN N sei”. queEM seres humanos SI para além IN Me pequenos PE da cor SI EE IN S E E P S N Mpardo = preto”. já eram alunos As. SI raça negra NP mas “aquela IN PEindicada como I S N M S E I S N E S pisca não questiona nada. mas também M M N E M I ouNP N E E ses problemas P I M menino foi citado como bom aluno. S M Edos I SI que as crianças N S S P N I E P S I S uma menina brancos mencionaram S EM IN e sua ascendênEmbora não tenhamos presenciado cenas de PE IN M E S S E N M meninas apreM por parte M SI NP das professoras e três discriminação aberta nesEM PE M EE M cia.SIN SI da produção cultural EM PE vezes E IN da popu. EE entre masculinidade natural e poder. NP EM seu pertencimento EM Frente ao ra. sem nenhum escolares.ele acaba IN M negra. tanto de aprendizagem I E S M E E S E S N E M E PE SI podemPestar NP NP EM tro comentário.

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S N S EE SI EM P M M E P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE 2000; SIN VEIRAPe OLIVEIRA EEPOKER, 2004; PE e LEITE, IN SI MATERIAL NPDE PROFESSOR EM P PE I S M N E N S N E M P SI SEBASTIAN, 1999). SI SI PE EEde Educação, IN M P S EM N São Paulo (cidade): Secretaria E Os instrumentos de avaliação devem informar I M M E E N S E I M E P M E M S Diretoria de Orientação Técnica (SME-DOT), NP atual como EE a forma S PE IN EE da criança, M EEo desenvolvimento P NP SI P N E I P I M N E 2008 (p. 10 S a 27) M N I S ela enfrenta determinadas situações de aprendizaEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M gem, os SI recursos e o processo que faz uso IN M EE em de- SIN IN M M S E P S E E INTRODUÇÃO M terminada atividade. Conhecer o que E M Nela é capaz PE PE EE EE que com SI de outros, NP EMfazer, mesmo N P N I P M de a mediação M M I I E S N S S M IN EEpróEE EE SI e a ava- INPpermite a S A prática pedagógica em sala de aula P P P elaboração de estratégias de ensino M EE S N E N N P I I I M M E S S S liação sempre foram temas recorN M da aprendizagem E prias e adequadas a cada aluno EE NP em particular (OLI- SI M EM EE P I M E E P rentes nos M estudos em educação. Contamos com N 2005). S VEIRA E P M M N PE e CAMPOS, SI PE asEE INquestionaNos SI uma vasta N EE alguns qualiteratura P que e EE discute S As características específicas de I P EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI pectosS epistemológicos que sustentam a prática E dros de deficiência dificultam a avaliação pedagógiE S S N P E I M S EM pedagógica, inclusive o processo de avaliação, a M ca e o estabelecimento IN de adequações ou adaptaM EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E formação doEE professor, seus suas PE ções necessárias para se garantir a escolaridade IN conhecimentos, EE M P E N S E N P I P P N E tem sido S a desse M aluno. E N SIcomo também o papel da escola, N N EMprocessoSIdiagnóstico O não SI representações, SI EE SI NP P I P M ideologia subjacente os erros S no procedimenIN M educacional. EE ao processo INsuficiente.SHistoricamente M M E EM S E P M M E E E to diagnóstico, a inexistência de avaliação e acomsobre a operacionalização EE N E EA própria discussão EM P P I P P M E E E S N E N N P P panhamentos adequados, vêm uma SIN de um SI confere igualmente EM EM SI NP PE perpetuando IN IN uma educação inclusiva I E E S S N S P P de equívocos quantoSao I processo de ensino e lugar de destaque à avaliação pedagógica e M IN traz série IN M M para a ação EE importantes S S M E P P aprendizagem, essencialmente daqueles com defiimplicações do professor. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Malunos e M ciência intelectual. Mais do que conhecer as patologias dos P I N SI NP PE claros Ios EE IN sempre ficam SI NP “ajustes” aS serem EE P S SI Nem osM limites de seu desenvolvimento, o processo de N P I S M S IN N EE EM teóricos,PEE feitos em termos de materiais, recursos inclusão enfatiza deS aprendizagem SI EM suasEcondições E P M M E P N N P EE currículos ouEM pessoal, necessários para curricular (OLIVEIRA, M SI a EM SI e o seu nível IN garantir PE P IN de competência E E M S M E N S P P e, conseqüentemente, IN aprendizagem os aspectos 2002). PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M educacional. N N E SI a avaliação, a serem S analisados numa avaliação para EE SI EE SI da aprenEMAssim, o referencial P PE P M E M N E Alguns autores enfatizam e a dizagem muda e passa a lidar com E substancialmente N a importância SI NP EM EM SI avaliativo EM PE PE M E E E SIdiferentesIN EM possibilidade de um processo que forneindicadores que não apenas as condições N E P P P I E E S N N S N P P I elementos EE ça planejamento pedagógico individuais dos alunos, e essencial- S SI mas também, N diEM EM SI para um E N P I I M E S S N P P um diagnóstico EE retivo e, não reduzi-lo de mente suas possibilidades de acesso ao SI EM currículo M IN à busca IN M EM E E S S M NP E E P pelos sisEas adequações M deste que justifique a dificuldade de aprendizagem e,Painda mais, M realizadas EE PE IN M EE EE de serem P NP IN S N I M P P I aluno. Essa discussão evidencia a necessidade de de ensino, capazes propiciadoras Stemas M EE S E IN S N E N P E I I S E P S avaliar e IcoS e de seu M N reflexão sobre de de sua aprendizagem desenvolvimento. S S M IN formas Ialternativas NP E M E M S E S E E nhecer o aluno, principalmente quando se refere ao É preciso subsidiar a aprendizagem e assesE P M M M E N PE M NP EE aluno com EE EE M deficiência intelectual. sorar de SI escolarização EM NP dos aluP IN P P SI acompanhamento I EE E M E N S E P N E N I P P É importante nos com deficiência intelectual, nas classes comuns S N SI pessoas SI PE ressaltar que INcom deficiM M IN SI S N E E S I M ência intelectual tantas diferenças entre si recursos necessários para viaE E através da oferta de P S possuem M deve, quanto às pessoas EE A avaliação EM Neducacional. NP bilizar E EM E P NP I comuns. Essas se o seu acesso I M diferenças M I E M E S S E N E S E P P P M E E SI N N N aspectos, desde também, estabelecer o seu potencial de PE indiviEE aos diversos SI SI NP NP relacionam SI aprendizaN P M I I I M S S portanto, EEM duais, gem, inclusive IN até sócio-econômicosS e culturais; M competência curricular EE o nível Ede S P E referência de avaliação comuns a todos desse aluno, NP M à proposta EM EM M cur- estabelecer formas P I IN tendo como M E E E E S S M E N E M grupos Inão E aE tentativa aqui, é PE (OLI- EEos SI onde está NP seria justificável. NP ricular do ano ou ciclo PE NP matriculado P N I S SI N I M P I S M N M S E I S N E E I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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M DA REFERENCIAL SOBRE AVALIAÇÃO M EE P M EE N E P I E M NA ÁREA SDA N APRENDIZAGEM M SI EE NP EM E I P M E E S EM P M(RAADI) IN EE E NP DEFICIÊNCIA E INTELECTUAL S N P I P M S E SI PE IN M IN E NP I S

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M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E comunitária E M – avaliação EE S de subsidiar o professor na vida das interae toda equipe escolar na Isujeito N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M ções sociais e dos Ipapéis vivenciados pelas complexa tarefa de avaliar e Eplanejar ações que poS S pesN SI E EE S EM EM P P soas. tencializem a aprendizagem de TODOS os alunos. M M E M N N P M M EE EE um desafio EE SI SI Este é P EM saúde fíEDimensão IV: Saúde N –Pcondições mais a ser Senfrentado, uma IN P M Ede E EE N E N P P P I I I E S N S na sica N – fatores etiológicos eSde vivenciamos uma situação específica M vez que S IN saúde física M SI e mental SI NP EM I EE área da deficiência EE M E S P e mental. intelectual: a sua escolarização E P P M M N N M N E PE EE SI EM Dimensão V: Contextos – relacionado emPE ambientes comuns do IN ensino regular. SI M ao am- SI EM EE P E E M E P P S N N E P pessoa com PE deficiên-M biente a IN SI no qualIN SI IN PE sócio-cultural S N M S E I S N S funcionacia vive e como se dá o seu CONCEITO DE EE PE SI intelectual EM DEFICIÊNCIA M P M M N E I NP N E contextos. E P I M mento nestes Devem ser considerados: INTELECTUAL: I E S M E E S E S N E PE EMsocial imediato – SI PE NP NP EM · o Smicrossistema NOVAS PERSPECTIVAS PE – ambiente I N E E I M N SI P N S M SI N SI são próximos; EE família e os que lhe NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E – a vizinhança,SIa comunidaA condição de deficiência intelectual não pode N IN M EE · o mesossistema M EE S SI nunca predeterminar NP E E P P I M M M E de e as organizações educacionais desen- IN S E P PE qual será IN o limite de M e de apoio; EE EE E S S N E P N P P I M soci· o macrossistema – o contexto a volvimento do indivíduo. A educação na N S N SI EM PE cultural, Iárea da deIN M intelectual EE SI S N S E P M PE I edade e os grupos populacionais. ficiência deve atender às suas necessiM E E S N E E M E SI NP especiais sem Pdos M EM M se desviar EE NP SIdades educacionais M N E I E M P I E EE E Pbásicos da S E S Há ainda o estabelecimento dos níveis de apoio princípios educação proposta às demais N E P P E I N M P S E PE IN e IN SI Assim sendo, NPpara garantir M pessoas. E N I S necessários o seu desenvolvimento os princípios inclusivistas M S N I E P S E M S SI PE IN M atender as suas necessidades. Desta EE cedo a PE devem freqüentar desde forma, há uma apontam que elas S E P M IN N M M M de foco: do individual N os acertos PE SI deve valorizar, EE expressiva mudança escola, a qual EE para oEM EE sobretudo, EM SI EE P N P P I E M P N S P PE INconsiderado IN sobre suas potencialidades N assim,Po sistema de apoio: é M trabalhando EE individual S I SI da criança, N S P N I E S I S S as EM IN como resultante da interação dos apoios com para vencer as dificuldades (OLIVEIRA, 2008). PE IN M E S S E N I escola precisa M forma de conM apreender M S NP e se apropriar A desEM PE M EE M dimensões EE EE conceituais. Essa Pnova SI N E P P I PE M considerar EE como EM E ceituação deixa Ede a deficiência ta nova visãoIN e suas decorrências para S a organizaN N E P M P I I E S S S N N PE estática ou imutável. e pedagógica. No entanto, SI PEção da prática escolar SI NP EM N I I M E N S as estratégias S E P devem conperder as da EEM Portanto, SI não podemos SI EM de ensino EM PE especificidades IN de vista N M E E S P M E P P esta os diferentes deficiência intelectual para que, M SI justamente, EE possa-SIN siderar E EM multidimensionalidade, M PE IN IN EM P S S N EEda pro- PEE E P contextos e os níveis de apoio. Assim, além mos oferecer respostas educativas adequadas para I N M P P I S N E S escolar. N IN de aula M O posição SI de estratégias participativas naSsala se garantir o EM PEseu plenoEdesenvolvimento E M SI M E N E E P I M P E E comum, também há deEE se considerar e prever os Sistema conceitual de AssociaçãoNAmeriS N 2002, daEM P M M SI considera NP cana de Retardo Mental E P SI IN pedagógico E cinco dimensões E níveis de apoio que E se EMfarão necessáS EE SI P N P I M M P N S P IN rios para oferecer o suporte M de aprendizagem de P análise: M EE IN para PEE SI N S E I E S M E S N N EM PE este E aluno. Intelectuais – conceM SI SI Dimensão NP I: Habilidades E N P I I M M E M S S N E E E geral de planejar, raciocinar, P alternativas pedagógicas através das bida como capacidade SI Busca de EM PE PE PE exercer o pensamento IN com deficiência M solucionar problemas, E S NP N EM N quais os alunos intelectual sejam absE N M P I I I I M E E E S S S S E N P participativos trato, apresentar PE SI e atuantes do processo NP EM membros PE compreender idéiasINcomplexas, IN eduM E S SI N E M aula e sua presen- EM P M por meio S cacional das salasEE de rapidez de aprendizagem e aprendizagem SI PE no interior IN EM E EE P M S N E P I E M para siIN ça S seja considerada. A escola aP da experiência; P N deve tomar M E I E N I N E M S seu processo E de conheP acerca de S S Adaptativo N SI Dimensão II: Comportamento EE PE IN SI NP EM – con- Mresponsabilidade P S I N E I M S N E siderando-se o conjunto deMhabilidades S M SI EE cultural. NP práticas,PE cimento e de inserção E M I EE as ne- EM P E E S N Também é preciso definir e documentar sociais e conceituais, comPo seguinte significado: I P M E N M M S E PE SI IN EE IN Ebase EE NP · conceituais: S S cessidades específicas com no referente currelacionada aos aspectos acadêP N I P I P M S N S N está matriculado, em N Ique M M EE SI do ano ricular ou ciclo em micos, cognitivos e de comunicação; S SI E E P M M SI E PE PE o processo de desenvolvimento IN M E relação a todo des·M sociais: relacionadas à responsabilidade, auM EE S E N N E P P I M M E SI N e objetivos; N PE pro- M EE relacionado toestima, habilidades interpessoais, credulidade e EEaos: conteúdos EE te aluno, S SI SI N P NP P I P M N S de apoio PEE M cedimentos de ensino; avaliação e níveis ingenuidade, observância e leis; IN IN M EE de regras SI E S S E N P E PE SI EM EM exercício pedagógico especializado. · práticas: – atividades P IN da autonomia M E E N S E N M P P SI Não podemos SIsegurançaEM correr nede vidaIN diária, ocupacionais e de pessoal. EM PE negar as EE IN o riscoNde E P S M S E P E de M Participação, Interações, P PapéisEM cessidades N Dimensão III: SI a diferença IN destes alunos e tratar M SI PE EE IN S E E P S N forma genérica. EM P Sociais – que a participação do E Ndeverá considerar SI E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI

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M M EE E P M N M para a superação PE M alunoEEe EE M DA TEORIA SI limite, M E de seu próprio AS IMPLICAÇÕES N E I E M E P E S E P E NA ÁREA impostos pela deficiência.EM HISTÓRICO-CULTURAL M N IN NP PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A superação podeIN ocorrer através DA SI SI EM PE do mecanisNP IN DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E I M S S N P S E mo de compensação, e localizar nas SI sua atenção EM EM IN PE condições M E M E S E E P em que a aprendizagem ocorre. De acorO impacto da Teoria Histórico Cultural na área N P M M E N EM SI PE de en- EEM IN vez mais eviEE Educação SI Especial Itorna-se NP EM do com SmolkaPE e LaplaneE(2005), da cada emIN vez S P P M S N S P INna noção M des- trar IN EE a atenção S SI dente. A partir dos estudos de Vygotksy, se de defeito ou lesão que E N S P I M M S PEnature- SIN M EE EM EEo caratê sócio-histórico prende e cultural Ida impede ou limita o desenvolvimento, coloca o N M E E P P M M M E E P S permite esforço N E EE o am- SIN za humana e do desenvolvimento, o que nos de EEem compreender PEque modo IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M SI sair de um estagio primitivo para um E biente mediar SI as relaSI social Ie NPcultural pode PE Emais complexo. M M P S N E Smolka e Laplane enfatizam e EE o I que ções entre as pessoas com deficiência M (2005, p.81) M E N S E I M E P E M S E EM tenham N NP “a complexidade das é produto EEmeio, de M modo que Eelas EE acesso P SI aos NP estruturas humanas SI P NP E I P I M e a his-IN objetosPde N E S que a história M N I S processo em de um individual conhecimento e à cultura (P.82). EM E I E S E E S S E N P P M P M tória intimamente SI N INrelacionadas. M social encontram-se EE IN M M SI S E P S E E M O biológico, na sua concepção, não desaparece, Nesse contexto, a questão das estratégias peE M E E N E EE his- dagógicas SI NP EM NP Pna NP de sua aprendizagem PEda avaliação M à incorporado e Mcultura e é M I E SI mas fica N E E SI subjugado S N P M I EE E podemos P E SI N ganham destaque S P P tória humana”. Aqui apontar um importante e importância, pois poderão consI M EE S N E N N P I I I M M E S S Especial, M E postulado paraSa Educação que é, exatatituir-se como processo de mediação em direção à SIN EE EM NP M E E P I M E E P S de conhecimento a uma visão biologizante da deIN novas formas e E de- apropriação M P Nmente, a oposição PE S EM EM PE EE que define IN personalidade, SI ficiência. P M N E E “O o destino da ação (OLIVEIRA, 2008). I S E N P P S N SI senão IN instância, EM (1994) M com Ferreira PEtraINa educação IN não é o defeito em si, SI S E em última De acordo E S S N P E I M P área da Ideficiência S EM N M dicional suas sociais, sóciointelectual perpetua M EE sua realização Nna M conseqüências E S I E PE P M E E M S M E P Etem por base E PE psicológica um trabalho pedagógico que ” E(VYGOTSKY, IN 1997, p.44). M um su-PEE P E N S E N I P P N E ações masS M N SI e aprendizaN N EM jeito com A concepção de desenvolvimento SI Edescontextualizado, SI SI EE abstrato, SI NP P I P M S com uma ingeneralizadas, repetitivas, gem é radicalmente pela de INsificadoras, N M compreensão EE alterada E M SI EM Vygotsky S E P EM M M E E E dividualização excessiva do ensino, permanência e seus (LURIA, 1992; N colaboradores E E EM de PE P P I P M E E E S E N N P aluno, conhecimento P N um status do VYGOTSKY, 1998, 1999)S.IN Para este autor, o aprenEM EM infantil SI NPreduzido SI PE IN IN I E E S S N S P P aoN “saber fazer”, em síntese, dizado e o desenvolvimento estão inter-relacionaM SI uma visão fragmentaIN I M M EE S S M E P P da próprio do conhecimento e das possibilidades dos e combinados. Postula a necessidade de deM EEde M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M terminar pelo menos dois níveis P M aprendizagem. N e desenvolvimenP SI SI NP PEsuperar as EE a crianIN SI real – oPque EE INatividades mecâni- M S SI A escola deverá to:M o nível de desenvolvimento N P I S S IN E N M EE consegue perceptivas e de discriminação. Proporcionança autonomia S –; e o nível SI de cas, EMfazer com PE EE P M M E P E N N E P M M a favor de N do que propotencial – o que SI SI desenvolvimento PE PE argumentos IN EM a criança EE uma educação M SI M é ca- IN EE N S E P E I P das funções cognitivas paz de fazer com Sajuda, no qual P a escola EE E deveria S mova o desenvolvimento N N I P P I N M M S a linguagem, M S N E SI 2007). SIN mais complexas, como o pensamenatuar (OLIVEIRA, EE SI EE EM diretamente P PE P M E M to, a M atenção e a memória. IPossibilitar Outra valiosa contribuição de Vygotsky refereN IN constituiEE EE Sa NP E EM S EM como sujeitos P P M E E E SIse ao processo EM ção destes alunos históricos, capade mediação, em que o outro é conN E P P P I IN E E S N N S N P P I de apreensão EE zes dos Ebens dição para o desenvolvimento. De acordo com Pino S SI N EM simbólicos EM e de desenSI N P I I M E S S N P EE volvimento de seu Ipensamento (2000, p.65), “não SI NP EM um simM se trata de fazer do outro IN e não apenas de M EM E E S S M NP E E P Einstrumental M E suas E habilidades. ples do ouM [...] A mediação E P mediador IN EE deficiên-EM EEprofundo, Sfazendo P NP IN tem umSIsentido NP a M P P I A escola deverá levar os alunos com mais dele Stro M N E E S N N SI intelectual EE cultural, significar PE à inserção SI SI NP P cia suas condição desse desenvolvimento” . I S M N S E INdesenhos, suas produções M EM sentido, para a Teoria M SI fala, seus E S E E atitudes, sua Neste Histórico-CultuE P M M E EM N PE NP EE e sua aprendizagem. Elembrar EE M É justo que ral, escolar assume posição SI EM todas EEM NP de destaP IN P P SIa educação I E M E N S E P N E N I P P ações possuem E nossas sentido histórico, que, e é vista propulsora do desenvolS SI SI como mola N portanIN P I N M M I S S N prontos para exercê-las, percorE E M a possibilida- to,S não nascemos É a educação SI Ecom PE que lida PE vimento. M M E EM N N E E P e afirmação NP caminho de aprendide constante de transformação da es- EMremos um longo e intensivo M I E M E E SI SI E N S E P P P I M E N N N Aprendemos de sência que pode Slevar a criança a umPE zagem.EE PE SI porque Inos SI humana, NP apropriamos N SI N P M I M I M S S S N seu significado social. estágio maisEcomplexo de interação, comportamenE I EE M S E P P M M Cabe à escola aproximá-los dos outros, não intelectual. Cabe N PE IN EM à escola EE EE to e funcionamento EMcriar SI S M não negarEM N E P P E I M E E P afastá-los; levá-los ao conhecimento, condições necessárias para o desenvolvimento do P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE

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mas P M S N E P P I E M te a esta população. E um o da P I M S substancialmente diferente da maioria dos alunos.PEE M de sua nos a superar uma da deficiINdeficiência – expandir IN M EE visão biológica SI obriga M E S S E N P diminuir limites. EM num país PEprincipalmente SI de envolE M SI M E flexível. SI EE EM tuações SI so P dialógico. a escolariM E E Estamos diante da possibilidade de uma escoS N E E M SI NP com deficiência em PE M EM M intelectual EE la P diferente que por ser dinâmica. então. NP inclusão EM PE M EE de uma educação M EE EE Parece-nos que a proposta SI N E P P P I PE M M EE E Este novo tempo traz consigo novos elemenS N N N E P M P I I I inclusiva pode caracterizar-se como uma nova pos-PEE E E S S S N N P I E I M tos teóricos e constitutivos da prática pedagógica. 2004) N S P N .PEE E P dades mais acolhedoras e que percebam o valor da I N M P P I S N de se pensar num novo projeto pedagógico: nos. ao E P S I N M de aprendizagem. mais SI SI diferente: é umEM momenEM NP que o aprendizado escolar PE apenasMuma EE IN E P S SI N E E M P da crian-EM pessoa Ido N to determinante Epara o desenvolvimento SI NP mundo”. aberto e dinâmico. S S N IN de S re-organização dos elementos constiEE NP SI EM relações no in. N PE ser. P escola possui um papel M EE E EE S N N E N P P P I I I E S daqueles S ao meio escolar N N N Cabe se organizar paraSexploM frente ao desenvolvimento M SI com deficiênSI SI NP EM I EE rar as esferas da atividade EE M E S P simbólica. “ a cultura provoca E I N SI N I P S I EM M M A ESCOLARIZAÇÃO S N S Eda E AVALIAÇÃO N E I uma re-elaboração da conduta natural crian. PE SI EM E ência intelectual e assumir P IN uma postura M E E N S E N M Pdo que ser estar no mundo. uma N M vez que. E Não se trata de uma diferença quantitativa. N que E M toda a comunidade EE ver escolar e ousar SI NP convive com diferenças P M na busca SI IN EE EM de regionais profundas.SIo E P I I P E NP S S N I P I N M M tros.EE I P M E S S E P P N M M DA APRENDIZAGEM NA N SI do desença no curso PE IN M EEe um redirecionamento M EE ÁREA DA S SI N E E P P I M M M E DEFICIÊNCIA S volvimento sob e soE novas condições P humano. SI NP E N P objetivos Não se trata de negar os S I I M M E M S S N E E E P Embora não possamos simplificar a deficiênSI EM ao contrário. não te. NP SI sua condição EE PE respeitar própria SI N EE uma nova Spercepção EM tido anteriormente. E N I S uma vez que. Trata-se.ao Smesmo tempo.S SI NP M ência inovadora. sobre S M SI EE encontrar formas de NP o con-PE contrário. é capaz de inauP E PE IN IN até então. N N E PE intervirM funcionamento intelectual. Vivemos. M EE educacionais. na direção de seu desenvolvimento pleP P I E M P E Npectiva inclusiva.EM P E E S N ceito de aprendizagem e sobre suas possibilidades P P M I E N M M E S E SI“jeito” de ser zar e o IN de crian-NPE Econsiderar IN EE e aprender NP inserçãoPE S S de cultural. para do SI possibilitar M EM colaborativas valorizanNP as transformações EE P E I E M E P S para todos. S E N M M M SI escolar. E IN PE INTELECTUAL IN M EE EE S S N E P N P P I M S fundamentos ”. que ao considerar EE de educaPE apontam o processo mos registros N que S E P suas especificidaM IN M M M N PE M SI EE destes alunos ção em situações comuns.67): P I N E (2001. não compará-los N desenvolvimento. Significar o P S N M P E ça. “e é também força que direciona N uma poderosa SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 42 . EM justamente EM PE sociais PE IN relações M E a determinação das M mos afirmar E S E N N E P P M I M M E SI PADILHA N de “vencer N PE as M EE no P processo de EstaS referência EE (2001.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S lhes. mas S o seu desenvolvimento S 1999. SI este possa SI mesmo que EE SI N EM novo tempo: IN fundamental. deNP SIzação dePEalunos M N I E M I E EE S ensino regular E é uma experiE S ambientes comuns do N E P P E I N M terminante para o desenvolvimento. diretamente nas condições pedagógicas. há E S multicultural N N M SI diversidade.107). S N P N E I P I N durante todo o período do ensino M S N SI P no. para torEtuintes do cotidiano escolar. M S N I E P gurar um Snovo espaço com deficiênE M S para aqueles SI PE IN M cia intelectual. PE SI EM M M N E M I NP N E do desenvolvimento. Talvez seja este o principal que M M p. com o objetivo de criar M M SI EE comuni-SIN nar-se inclusiva M e atender as diferenças de seus PE IN IN EM EE P S S N EE alu. SI M EE E SI Easpecto EM P P qualitativa. NP IN ou seja.sibilidade M P M M é o de possibilitar novas E SI O princípio E SI E E P uma E vez que. N INconforme discu. assim somos desafiados a criar siP M M E N N M N EE de aprendizagem. Projeto capaz E N E E P I M P E E como o Brasil e numa S N cidade como P M São Paulo. P SI há do próN M E P I SI N ao outro. IN M E E S P M N P P terior das escolas. na persEE EE Eatua SI EE P N EM des.135) EE como diz SI SI desenvolvimento. colaborativa. cabe a escola EM M I EE valori. num procesE P cia intelectual. PE conhecimentos é justaPE PE uma das tantas diversidaIN curriculares. p. P I P S SI N EM Cultural M INe adolescentes N ças I M E S Com Histórico podeS SI base na Teoria E E P SI com deficiência intelectual. N NP P I P M barreiras N S possibi. bre novos N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Como mencionado anteriormente. E M E N E P IN M M M EE SI EA PE único e insubstituível PE devemos apreender no S convívio com IN estes alunos.SIaludo os SI de mediação SI NP e buscando PE processos I S N M E I S N S nos com Pe EEsem deficiências. sem querer igualá-lo E I M S N E prio conceito de deficiência intelectual. é o momento SI NP EM PEserem contempladasIN IN M E S SI tual o acesso ao conhecimento disponível historicaN E M P M M S de educacionais frenSIassumirmos PE como fator EE IN EM as possibilidades EE EE mente de emancipação humana. encontrar saídas para E radicalmente lidades. M SI PE E IN S E E Precisamos trilhar este caminho. as PE E S E SI P N I E M M P (OLIVEIRA. determinando o destino de todo E N N e diminuí-los frente Saos ou. N mental” (VYGOTSKY. em Salguns casos. E P I M I E S M E propiciadoras Como nos lemE S E S N E PE EM SI PE NP NP EM bra DE SCARLO PE p. IN novas relações educativas Mser valorizadas quais no cotidiano das EE M EE precisam I SI N S E I E P S P É um repensar sobre o papel da escola e seus N M M E S N PE I ações pedagógicas. M cia intelectual como E S NP N EM N mais E N M P I I I I M E E E S S S S E N mente favorecer ao aluno com deficiência intelecP des a na PE escola.

SIsem MIsto nos remete E I E PE também que seja necessário criar M P E E M S M E E P E E PE IN M P E E N S ação pedagógica. familiar e EM S S S E IN M E S E PE P e. que SI SI Especial PE IN PE M na Educação Básica. entre eles. IN da sala de cesso para lares. Mtar que se N no fessor IN (CARVALHO.SI EMdeve ser M EEe com o conhecimento. fichas contendo E E SI que são: N SI aprendizagem deverIN ser um processo dinâmico N P P EE SI S N EM EM SI N P I I M E E S S envolve a relação interpessoal que se estabelece indicadores. captar orais. PE EE SIdo contexto SI pedagógicos. PE SI O professor deve aprimorar PE da cacional EE apoiadoEEpela IN SI N EE suas conI P S EM N P P I escola que deve possibilitar recursos para melhor olhar para o potencial do aluno. NPsuas manei. suas evoluções. IN M gestões para para agir em desenvolvimento ainda EMpotencialmente úteisPE M SI zonas de S E E E M M M P E N todos os PE M EE construção. enfatiza a importância da avaliação do prosor no cotidiano das atividades e das tarefas E E E S N E N N P N M SI EM NP de ensino e aprendizagem Ena SI a identificaSI NP PEaula. EE res. os sinais que relatos N N para. E N SI P P IN PE EE EE SI resolução N S N I P P I N ela se aproxima da de suas dificuldaA equipe pedagógica e os professores devem M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE ” (PADILHA. S N I M P P I Ssino M E S E IN S su. IN Mda pessoa SI EElimitações EM figuras. 2001. seu M equipe Nobservador. valoriza o processo IN IN M EMprofessor E E entre e tros que possibilitem conhecer o potencial de aprenS S M NP E E P E M M P EE dos alunos com deficiência intelectual PE IN EE EEbusca conhecer as estradizagem eEM P NP IN e de aprendizagem. P M deficiência E S N N E S N P M SI aprendeu. osPE sos obtidos. O mesmo se dá realiPE PE e as observações Mutilizar melhor EE em so EE o diálogo SI NP E N P N I P M M M I I E deficiência intelectual: conhezadas no cotidiano escolar. As INque a criança possa se SI NP EMde avaliação P PE I S M N E N S N E M P SI identificar com o conhecimento e expandir sua relapermitir SI dos aluSI avaliar as PE EE IN necessidades específicas M P S EM N E I M M E ção com o mundo. EE S interativa e E de modoIN SI As atividades com PEintelectual. com educacionais. observar S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E organização das condições em que se ensina. M Eo oPmobiliário. Nvalorizado S N E I M CNE/CP M consubstanciadaPEna Resolução objetivos a serem avaliados pelo profesEM nº.Enecessidades que são M EM EE P SI uma vez N E NP os atores da escola. Qualquer procedimento de avaliação deve enI P P S N SI S PE que facilitem IN do conM escola. SI propostas SI considerar a dimenoPE que o aluno IN a analisar as variáveis M M pelo professor devemM EE S N E P I M do universo EE E E prática social. a sala de aula. entrevistas. Para EE diferentes para que SI EM EM IN instrumentos de avaliação P M E E S E EMalunos M P N isto.diferenciar N potencial. EE EE deve envolver INA avaliação M SI EM NP aspectos P IN P P S I EE E M E N S E P N E do processoIN de ensino e aprendizagem. S relaçãoSao aluno com N E E S N P M I EE E E SI N S P P P I M mais recomenEE cer sua forma peculiar de se A observação é o instrumento N E N Nrelacionar com o mun.PEE S E E P M M E ela. P I I N E P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 43 .que com oMmundo. P M I I M apoios a metodologia de do aluno.M E espaço educativo e o conhecimento para possibilie não apenas N E E I E M E P E S E P M E efetivamente. relatórios. além disto. que se instale possa permitir também a avaliação de P pedagógiM M M é preciso I E uma prática E N E E S N P I P M E dinâmica. dições de aprendizagem. Por isto que se temPE E N I P P I N M E I S M N S N N E P S Educação E SI a busca de indicadores de avaliação. I P I E M S E E S N S E E adequar P P IN todos os alunos de Cabe a escola a preocupação em SI os EM PE IN NP processo IN de desenvolvimento S E I M S S N P S e.PE P P I P M 2001. ou seja. As Diretrizes Nacionais para a situações artificiais de avaliação. dinâmica I E E S SI N S P P M SI ção das necessidades especiais.M M EE E P M N PE M ponsáveis EE M EM pela aprendizagem SI o pro. as apreciações devem envolver M todos devem. 2003) NP EM PE Etornem.SIN IN interação M formas S M S E P E E M Eras particulares M N de aprender. os com deficiência intelectual. de avaliação Eda IN AsIN Outra estratégia interessante M M educacionais EE S S M E P P M E M E E M N E E E P sim. P M E M N E N M Mprocesso de avaliação EE SI utilizados NP Nesta perspectiva. O professor P I E E P S N E M Ppedagógica M escolar. des construir seus próprios instrumentos. NPescolar eIN N avaliação SI ensino etc. p. 02/ SI sinalizem S EM M EE EE E N EM E EMesco. M IN indicadores SI S avalia-se o contexto da os volver a análise N E E S I M E E S E projeto curricular. desenhos. mesmo I gem. fotos e outros trabalhos realizados em P E os indícios. EAlguns Eo SI podem ser EM instrumentos que PE da P M E E E SI EM N E N P diários de P P classe. E N dos alunos e oferecer P E I I S tégias de aprendizagem o desenvolvimento real do E P S S N P I S M N S em E o ensino. seu deI M S EM N M sempenho M de avaliEE ao processo NP escolar. determinantes . Para que isto ocorra. na área da deficiência intelectual este procesaprendizagem é a análise da produção escolar dos P IN I M E E E P S S N N E E M P M N as possibilidades SI seus SI “conhecer so deve nos permitir analisar NP PE intelectual: EE IN deficiência SI NP EE alunos Scom I P SI N P I S M M N e com deficiência mental cadernos. devem contemplar a SIos espaços N N N físicos. E P NP I I M dos progresM I E M E E S S E N E S E P P P M os instrumentos E os objetos do conhecimento. texto e permitam o acompanhamento EM N NP recursos EMdidáticos. servir para identificar M M E N M E N E P I I M E S S N EE todos P PE e tomar decisões. questionários. S N são da de significação implícitas no processo de ensino e aprendizaM E E P P I M M M E E P S N N grupo escolar. folhas S de exercícios. E EE EE estratégias PE tambémPdeverão SI de cada para gem. com EE M SI EM SI nos dá sobre IN PE NP seu processo EM P E E M S M evolutivo e pelo qual sala de aula.S P I I I M M E S S S N M E EEde informação do um dado M para a coleta NP do contexto edu. com E sua experiência S E E S E N P M P M SI adequações.177). P ca a conhecer INcolaborativa. permanentemente. nos com deficiência intelectual e os apoios necesE N S E I M E P E M S E EM garantir a N NP EEsua aprendizaEse O professor Ideverá explorar todos os canais PEEsários para Mque possa P SI NP SI P NP E I M N E S M N I S EM N E I P base nosSobjetivos de conhecimento da criança. suas de Ie EE é preci. e tantos ouN P P EE SI EM de enM aluno.

E SI de seu Eprocesso NP EM EM M EE M EE laridade de SI apropriação NP do conheE P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I cimento. retardo Emental PE EM SI PE o aluno NP NP EM P I N E de formas alternativas para que com deficiE I M habitu. NP E N P as suas expressões e as inúmeras I I M M ficiência intelectual. M SI EM NP P S I M S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 44 . já que no desenP NP P I P M deficiência e como pe. É fundamental EE M E S P E P ter clareza que a avaliaP M M E de Bourneville. sua forma emIN to. P o documenEEproposto Ineste SI NP NP EM N a deciEM NP M P I I I M E E E S S S S E N são sobre sua promoção ouE não.IN N com a escrita.Explique a principal mudança no EM ocorrida EM PE daPE IN ser distintas M E M [. Ide SI NP herança IN M PE S Tuberosa. N I M M E S S cer as dificuldades criadas pela deficiência. Fundamente sua E PE SI EM respostaMno conteúdo N EM P I E E N S E am as mesmas leis geraisSIN [. SI E E P SI 4 .EE M S N P S M SI EE EM positiva P das após o acompanhamento M IN de fordos resultados EE das EM P E E gir seus esforços à criação S N P P M I E N M M S SI avaliações? Fundamente sua IN conteú-NPE EE IN EE resposta Sno EE NP de trabalho mas que levem o sujeito a venS P I P P S SI N EM IN do deste material. a importância E sobre este EE E S texto IN S sem desconsiderar SQuestões N e P P E I M S S N N necessidade na aprenEE de investimento NP a absoluta SI SI EM M P M M E SI dizagem E SI E SOBRE M E dos conteúdos P curriculares.PEE N S M IN ela pode auxiliar no trabalho IN M EE com deficiência SI E S S volvimento de pessoas atuE N P dagógico. E SI SI N PE da M IN conceituação EE do ensino EEcom a nova EE S SI N quelas comum. convulsivas.EEM 1 . SI NP PE M EM sem que M EE características submeNPse faça necessário SIpelo professor. E M S S N E E E P I M E E E S 2 . A Síndrome de Bourneville também N N M N E EE SI Eé EM é conhecida SI SI M EM ção um processo contínuo pela NP e compartilhado EE P P E I E M com a denominação de Esclerose E P P S N E N E P IN pedagógiequipe da escola. tendo características SI doença.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S N O importante I é S com.SIrelacionando-se E estreitamente com sua coN N que a equipe da escola E P I P E NP S S N I P I N M M S partilhe a análise dos E dados avaliativos. o cálculo.” (p.Considerando N manifestações de conhecimento. é uma dominante.. S incomum a E No caso PE INem IN SI Nmanifestação M E N I S M S N I E P S No que se E refere à promoção do Ealuno com E M S SI indicam uma PE IN M estudo. EE SI S N S E P M PE I M E E pedagógica. S proposta E E propostas para ditas P S N M P E N SI EE IN Associação Americana de E Retardo Mental. P M S tifique de acordo N E P P I P N S M EE EM IN IN M SI E P te material. DE SIN CARLO EE(2001) . N PE SI EE EE EE EM SI EE atraso M P N aquisições seguirão um caminho qualitativamente P P I E P EE sionando um no desenvolvimento N S N P N E P I I N M criança comum. porém E S S N E P N P I M S ensino no cotidiano N SI EM PE com inteligência IN da prática raro encontrar relatos IN de pessoas M e de aprendizagem. 77-78) EE N E P IN M M EE SI E PE escolar e. mas. M a partir da avaliação M E S dos alunos com de. ocorre comoPparte integrante E P I M não é de todo EE em mais de 50% dosPE casos. da E S E S N E 5 e adenoma sebáceo. com ele E N E E P I M P E E S N P M N EEproposto M quais SI possível avançar..] suas E S metas não devem E N N E P P M M M âmbito pedagógico.] Elas M devem deste M P material.. aponta que a escola “deve diri. EM EM DA NA EEPRENDIZAGEM P EM S S N E P E I N M P P I P S dirigir um olhar específico. Portanto. N M S I S N EE I S M os dados devem ser que cas. portador EM a participação EE fissionais. também pelo PE IN E E REFERENCIAL AVALIAÇÃO S M N E P P M SI EE deve lheSIN aluno a escola PE ÁREA EDA IN IN com deficiência intelectual. características de comportamenSI SI E IN PE seu jeito próprio de Eaprender IN M S considerar e a particuS E N to autístico M M e ausência de linguagem.M N S SI A descrição clínica aponta que a epilepsia.Sse necessário. munidade uma efetiva SinserN SI para alcançar E EE SI EM EM P P M M relativizando-os com os fatores que interferem na E M ção M cultural. sim. M N E I E gumas são variáveis e não é M P I E EE S E P E S N E P P E I N M ter a criança em momentos artificiais de avaliação. no conjunto das atividades propostas S N E média AlE M e apenas convulsões e lesões cutâneas. denciados M EE S SI representações. ouPEE seja.. NP mesmo: o quanto foi o neste documenP SI os co.EEM IN EM EE em sua Adequação Curricular Individual. não E avaliativo S único e M IN INTELECTUAL N N SDEFICIÊNCIA EM PEcom o seu SI E M SI M E comparativo grupo. P N I S So N SI EE E NP EM intelectual I ência alcance conhecimento. há de se considerar M IN N M M criança com Síndrome oca. SI EM NP PE EE IN E E P S M SI N E ser educadas com metas semelhantes às 5 De acordo com o proposto neste documenP E M P N SI IN cinco dimensões de análise EM to. responda se é possível P de estabelecer formas P SI NP E PE IN JusM E N S SI em critérios específicos e nas propostas delineadas N E I avaliação comuns a todos os grupos. E I SI diferenteEda N S S P ou M seja.M M de Esclerose Tuberosa. mesmo I P M E S almente generalizada. Por quê? M P M S SI PEsua resposta EEcom o conteúdo des.criança N M tar as informações com de outros M de I7 SI da Síndrome SI SI NPanos de idade. assim. cite as M PE pela SI EE as pessoas IN normais. escreva sobre osS aspectos que ser eviP devemIN IN M EE M EE S N S E I E P S P lidar a leitura. é freqüente (60% dos casos)PE S E P N M M E I N N E difícil controle. P P de autismo. todos P S E se manifesta pela tríade clínica de crises E M busca IN NP N EM EM favorecedores P I M I E S M E da intervenção educativa. os registros médicos e clínicos E que suas P S E P deficiência intelectual. PE o desenho. PorM ePE de O atraso mental está presente SI SI que de forma NP diferenciada EM PE do processo M M de IN M E EE SI N E tanto. estará baseada M to. a escola deve N P S neuropsicomotor. E S dos outros alunos. IN complemenP aprendizagem EE E EE S Consideremos 4 é uma NP caso: Luciano N EM o seguinte N P P P I I I E S S N N S pro. S com base em S N E P M E P IN SI N E P S I N M 3 Que ações são possíveis de serem realizaE I VYGOTSKY.Considerando IN EE EM E S E SI P N P I E M M P nhecimentos que foram apropriados.

SI estudou EM IN PE material. escreva sobre a principal críreferente ciclo em que o aluno S tudou. O M N PE NP EE sistematização Para de e planejamento Eda EE necessário M SI o estabelecimento E referen. EE EM SI EM mento de alunosINcom Fun. desenvolva o traE NP M EM EM MEdu. Diretorias deEE S diagnóstica.br EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S diagnóstica M N 1 – SAvaliação do aluno N E SI EE SI EE SI EMPROPOSTA P PE P M E M PARA O PLANO DE TRABALHO N E N M EE SIfundamenNP EO EME IMPLEMENTAÇÃO SI ação será EM PE P M E E DO desenvolvimento desta E SIPARA A IMPLANTAÇÃO EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I para traçar PROGRAMA LERSIE ESCREVER NA ESCOLA S tal de a ser desenvolviEE N EM trabalho E EM SI o plano E N P I I M S S N Pitens DIAGNOSTICAR P MUNICIPAL NO QUE CABE AO TRABALHO DO do.portaleducacao. Diretoria de (SME-DOT).gov. porque “o importante. Sugerimos que M EE S E P tamanho da Diretorias Regionais de da turma. coordenador P I IN rede – 13 M E E E E S S M E N E P – mais N aprofundado M PE e tam.M 6 .sp.M M EE E P M N PE deficiência intelectual. mas aprender”. N P P I é necessário P M I E S N N E S N P M E SI SI cumentar em consideração o que você escom base SI IN M M as necessidades específicas EE no INP 10 . O referencial. escreve Ncon.Discorra SI SI ação.PEE 2006. 459 escolas PE à luz do referencial.pensação. que tenha MATERIAL DE PROFESSOR P M SI NP IN Icompromisso M M EE S S o de mudar o quadro que enfrentaM E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P mos hoje.M 7 De acordo docuN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E mento. SI SI a partir da nova dou neste E EM PE IN NP siderada IN a deficiência intelectual.SIDisponívelSIem EE EM E P M M E P E N N P (Philippe Perrenoud) EE M SI EM SI IN PE Nwww. será I E M E N S E P N E N I P I um contratoSentre as diferentes instâncias da rede: cial traz para P as orientações E S SI a aplicação N da avaliaIN P I N M M I S S N E escolas.EEM NP P IN P P SI tanto.fessora.EEM INde ação.damente I N era e como PE E sobre como I P I E M S E E S N S E E N P P material. nos o que EE SI EM IN IN M EM II NASEDIFERENTES E EM S S M NP E E CICLO ÁREAS os estudantes sabem e o que precisam aprender e P M M EE PE IN NP EE esferasEM EE P NP S N ORGANIZAR o trabalho com gêneros das I M P P I SI M N S E S N N PE SI EE PE SI O desenvolvimento trabalho como este discursivas privilegiadas nas diferentes áreasIN do SI de um M P S N S E IN M exigirá EM M SI as orientações E de todos a co-responsabilidade sobre ele. Após M I E M E E SI SI E N E S E P P P nica/SME. I S SI N P I S M M N S permitir a cada umEM N se aprendido. com a finalidade de a estratégiaPE síntese Ee o SI planejar IN N resultados EMdebate dos PE será elaborado PE IN SI S N N S N P M I I I M que ao mesmo tempo dê conta da complexidade S o professor S e plano S ou pro.Levando S M E P Mdo ano ouEE EE E curricular material. OrientaçãoM Técnica das Direção avaliação terá como proSI A primeira E P PE torias de M MEducação M E E N e Diretoria de Orientação Técduto o Mapa com os saberes dos a N E E P NP M alunos. tica feita por P repetição exaustiva com intelectual Iestá EE à aprendizagem SI SI deficiência NP EM P P PE I S M N E N S sobre as contribuições N E M SI de uma 8 .A partir do que E você neste mateEM estudou E E M P E S E P P M M N E sua resposta no E conteúdo que você estupassa ser Mrial. I NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA LEITORA E ESCRITORA NO CICLO II DO ENSINO FUNDAMENTAL 45 . I M S S N P acordo com o que você S E 9 . currículo traz para a elaboração e a S E E E P M M E EM ação. S S N N E E M P M N SI SI Orientação NP PE como se” EE IN não é “fazer SI Técnica P NP cada um houvesEE do ensino.prefeitura.EEbalho SI e 14 mil professores EE NP cação. na democratização São Paulo (cidade): Secretaria de Educação.De neste conceituação daEM mesma. M você leuEneste E com o que M S E E P escreva e explique o mecanismo de com. INP PE EE de Vygotsky M P S EM N E para compreensão da e desenvolviI Maprendizagem M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI EM PE EE IN SI N EE E I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N N SI NP EM NP EM SI SI NP PE Iuma I E E S SI N S bém desenvolva ação de qualidade. escreva o por que S definir e do. neste N M E P P I M M M E E S N N E E EE NP matriculado.

tipos P S I N E I M S N E encadeamento e Sprogressão. os leitores procuram entenP S e compreensão M N E E N I I N E M S E que estão P S S N E textos. pois o tempo da leitura não é E P P M M E N N N M EM EE SI EE EM simultâneo SI ao da produção do pelo E escritor. dos Textos são objetos para I M E E E S N E P P P sentidos não repousam. linhas.EM tos e a colhê-los. E E seus autores. aos que orientam a ativiPúblico: CP e DOT. traz IN conheci. do contexto de produção. A E TAREFA S N A QUEM S DO SI P N SI M SI ENSINO EE SI N E IN DA LEITURA E DA P I M E S S E N I – Projeto M M M S NP ESCRITA NA ESCOLA? 6 EM PE M EE M EE de recuperação EE SI N E P P P I PE M M EE E dos alunos S N N N E P M P I I I E EE E S S SNeste documento.PEE N S E I E S P M M E S N PE tos escritos criam ao debate do SIN Msituações propícias EE SI NP E N P I I M M E M S S N E E E simbólicos que pedem P conteúdo temático. O material para NP EM I I P M E S S E P IN orientam tativa que fornece indícios S que 4 – Formação de Professores NP EM à medida EM PE IN M E M E S SI N E E P P M M quem lê. 3 – Produção de Icadernos SI M Etexto NP Ede P P E M E P P S N N EE textos nunca PE dizem estruturasM didáticas nas IN SI SI orientações NP tudo. EM à idade Ngênero PE EE Iou EM à pro. EE tro. escrita éo técnicas para IN nas diferenP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S um objeto N N ser apreendido S Ne texto como M tes áreasSnas escolas. NP ao ano escolar. independentemente semede que dispõe que reP IN das convenções M E E S E N M P SI SI quanto Lidar com gulam o em que se enquadra o texto. suportes textuais. acompanhando SI tratam P de textos. estabelece esta mento”.EEM lê. M gêSI EE contextos sociais. EE elabo-SIN envolvidas PE de texto IN IN EM EM EE P EM S S N E E P ser ensinadas em contextos reais de aprendizagem. É SI EM mediador. P às proposições apreM textos. ção comunicativa.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E usa para E E M EEou S gem que se escrever. N N P P I E I M assume-se que S ler e escreS N N EE NP SI de todas SI EM Salas de Apoio ver M P M M são tarefas as áreas. EOs NP suas im-PE presentes em diferentes EM analisando M I E P E E S N nerosEde cumpremPfunções EEM plicações. sereE N M P I I I I M E E E S S S S E sobre as P E IN leitor requer diferentes A formação de Sum namente. M SI autônomo SI SI NP EM I EE EE M E S P fechado em si mesmo. isto é. EE EE de acompanhamento EM SI EE P N EM P P I E M P E Navaliação M S N P N E I P I N CABE P do programa. ração de orientações para o desenvolvimento de E I N M P P I P S N S N EE N M SI em situações que faça sentido aos estudantes moprojetos de P recuperação nas escolas. progres5– Grupos de N E P P E I N P S E o texto PE INe a IN SI NP M E N I S sivamente. os EE der de que IN SI NP EM seu Mneros. crenças. EM SI E M SI M E E N E E P I M P E E bilizar o que P sabem para com os textos. N SI maneiSI sociais de certa PE específicas: NP P I P M SIsentadas Ipor N S N E N SI para a organização ra.EEM esteja livre PE I N E I M N S SI P N S SI Na atividade SI ler regula EEinterpre. à maiorIN ou menor familiaridade com a linguaSI precisam M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 46 . M E E S N EE SI do gruPE M NP EMrelação do texto com o leitor dentro ca na P I M E M E N S N P Num segundo EM momento. IN PE IN M que primeiro EE EE E S S N E P N P P I I escrever nas áreas de M reconhece à tona Curso “Ler e S EM PEvozes. geralmente. I M M ser interpretados. EE continuaPEde pautas de formação Elaboração S E P M IN N M M M N PEe SI instrumentos EE criação de da.SIN S N S E P M PE I as ênfases dadas pelo grupo. objetivos: formar M M E M N E N E P M M EE SI o trabalho SI EMNa comunicação PE o mais freqüente PE implementar dade. Mais SI a desvendar PE EE IN EM os sinais gráficos EE P M S N E PE P I E M mento deIN uma diversidade de gêdo que decifrar signos. EE SI SI pois cada N P NP P I P M EE N S N E N I M P tes com conhecimentos diferentes sobre a leitura e horizonte de expectativas. discerni.compartilhadamente. E P I M do leitor. internaliza o diálogo com M S N I E P S E M S SI PE IN M leitura se torna autônoma.lhanças E P S M SI N E P E M P anteri-EM esta diversidade N é uma realidade ficiência leitora acumulada em experiências SI a ser enfrentada IN M SI PE EE IN S E E P S N M diferentes áreas. leitor vai ajustá-lo a seu M EE aula há. O é claro. PE o professor.250 professores. Ipor I E N exemplo. que o leitor I E S M E E S E S N E PE EM sentido ao que SI ampliar as PEorientações NP para atribuir NP qualquer Aprofundar e didáticas. pois ORIENTAM M EE INos tex. ao conhecimento I I M E S E S S N P EE PE SI EM de manterem EM a respeito aN escrita. aos SI EE EE SI objetivos EM equipes EM P P valores. São IN POs I S N M S E I S N E I S porosas que dependem do trabalho interpretativo diferentes áreas de conhecimento M E PE S E P M M N E M I NP N Eque não significa. Os E S NP N E N recursos expressivos mobilizados pelo autor. As habilidades Formação de professores das E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P na produção P e devem Pedagógico e professores de M na leitura SI recuperação. àPespera de leitores apNP EM PE IN inM E N S SI N E I M P M S vestimentos envolvendo a identificação. EE SI Trabalho EE PE EM cada M SI po. IN M Público:S3. ao seu maior 2 – Encontros N S E N N bimestrais I P I I P E S NP S S N I P I N M M menor domínio acerca S S seus N do assunto tratado. leitor. que P E por professores de ores. M M S N P E N E S contribuem. aderindo ou não. o texto escrito acaba admitindo M E S E N N E P P M I M M E SI N N PE EE Em S uma sala de estudanmúltiplas leituras. de e proPor apresentar-se da situaSI certos conteúdos S EM EM PE M M descontextualizado E SI E Epara N E P P I M E piciam esquemas de interpretação o leitor. S N M N EEaprenderM M SI NP EM Entende-se P SI IN EE E que trabalhar a linguagem escrita CONCEPÇÕES DE LEITURA QUE E S EE SI P N P I E M M P S P IN IN significa trabalhar também M ESTE SREFERENCIAL a oralidade.

EEatividades SI NP M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P N o registroS do que os estudantes E M N PE3 . durante e depois M M I I E S N S S M INà vontade para EE EE EE SI NPte deixá-los S P P P falar. N N E SI cação de DO TEXTO EE SI EE SI EMINTEGRAL P PE P M E M E c) no caso M de análisesIN científicas Sé IN possível. desQUADRO 1 . SI EM NP Quanto P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P maior o número de elementos de que dispuser S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M será a leitura. depois. crucialmente. leitura começa antes mesmo que o EE N E permanências. seqüência de SOBRE O SI EM M ASSUNTO IN classificações. comparações. IN M EM E E S S M NP E E P M fenômenos no tempo. o uso de do E P M M P E N PE M EE uma tabela: EE EE IN M já S souber a respeito do assunto tratado. E prática da EM P P I P P M E E E S N E N N P P N diferenças. aprendendo por N material com-PE PE EE SI SI NP N S N P M I I M I M S S S preensiva. descrição de componentes. irão definir a natureza de sua N P I S M M N S N SI EE EM de tra-PEE na cidade. SI EM E P M M E P E N N P EE balho. pois E E sobre ele.LEVANTAMENTO DOS N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE ções e exemplos. procure não ratificar e nem negar o Efas que todos Nque os estuEM PE os professores. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E seus saberes para posteriores. como mediadores PE EE da dantes Emas SI É importanNP leitura. do autor e as expectaM SI históricos. Considerando da leitura EM E I P E S E E S S E N P P M P M 2SI. semelhanças. no país. ações de sujeitos que ele conhece do assunto.antes de SI iniciar o trabalho.organize SI EM NP EM PE EE ILEITURA SI N E E falam sobre o assunto. M M E EM que aM S E P M E E E mentos – mudanças. segundo as categorias de análise DE UM TEXTO? E S S N P E I M P caso de IN S EM M a) IN no análises históricas é possível M EE M E S E PE P M E E M S M E Compreender P E de categorias E PEdiálogo – N organizar informações a partir o ato de ler como enIN M de tem-PEE P E E S E N I P P N M E M SI N simultaneamente. EM PEassociados IN conteúdos NP nos e.SIN IN M M S E P S E E M de to. de perspectivas distintas de: pensamenleitor o SI da obra. confrontar.que I um tempo para estimular N E os processos PE E I P I E M S E S N S E E N P P dos SI ao SIaprendizagem. texto.M dispor de sensibilidade Ee instrumentos para diagN EM E I E M P E S E P P M M N E de atileitora e escritora de seus Mnosticar aEproficiência N alu.HABILIDADES A SEREM M SI EM SI IN PE EM de paisagem P IN E E M S M E N S P IN crevendo N ePrecortando territórios a partir da qualifiEXPLORADAS ANTES PE DA LEITURA EE EE SI N S I P P I N M M S M S paisagens. de lazer.Sno IN processo de ensino e E I M S N P texto estudado. há tareIN M com a interação EEdo assun.N valores. N autor e contexto de produção po durante. e efeitos. CONHECIMENTOS PRÉVIOS S SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE problemas e soluções. precisam EM N P N I P M falam. o professor dedi. INséculo. agrupando os dados ou idéiANTES DA REALIZAR I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I da disciplina: I SI S E as. realizar antes. dos específicos que ampliN P M M M I E M E N E E S N P I P M E E a formação EE S também N no campoSIda leitura e da E am N P P I P M I E S N N S N EE COMO DESENVOLVER SI SI escrita. em considerar N M EE didaticamente. EE S SI EE – antes. IN lugar – na SI interaçãoPcom EE gorias de S SI fábrica. uma EM EM SI vez que SI NP PE IN IN inicie a leitura integral I E E S S N S P P to. defini1 . registrar. P SI NP I P M S os acontecide relações entre e da leitura – implica. es. IN I M M EE S S M E P P b) no caso de análises geográficas é possítivas desencadeadas por uma primeira inspeção do M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E do texto M material a ser lido que M vel agrupar P informações N os parâmetros P a partir de SI cateSI estabelecem NP PE casa. experimentações. em objetivos. M EM NP ESTA HABILIDADE SI P I M E S P IN M EE EM EE COM SUA TURMA S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE EE PE SI IN A MEDIAÇÃO M SI COMO SE NP REALIZA EM P P PE I S N E N E P IN.vação na memória. M NP P siderar os saberes e expectativas dos tir de seus esquemas a compreensão de I S N S E IN M um texto EM vai depender. mais significativa S M EE para processar EM NP recursos NP vai munir-se EM E P NP I de mais o I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI meio da Ileitura N N lido. de espaço – doméstico. naSIdécada. no parque.ao longo da conversa a respeito za entre textos e leitores. S E E E como pro exemplo. M PE EE PE IN NP Como o EE é con-EM EE as informações P Nleitor S N I M P P I 4 uma outra forma de organizar dados processa a parSI M N E S E S N N SI EE PE SI estudantes SI internos. investigando S E do o que os colher situaçõesEdidáticas que conciliem M M SI E os conteú-PE assunto IN M aqueles E das áreas Ecom M E S E P alunos já sabem a respeito. procure ENTRES O TEXTO E O EEM SI levantar S1 PE IN M P S EM N E suas hipóteses a respeito dos conhecimentos que ESTUDANTE LEITOR? I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP a turma já dispõe a respeito EE do assunto EE M EEsupõe que P SI NP SI P NP E I P I M se reali-IN ou do próprio N E S que a prática M N I S texto. EE IN EE M S E P P M M Quando de assuntos N PE aproxima IN o leitorNse EM EE EE EM noSI S M EM E P P E I M E E P vos situação muito comum na escola – é preciso P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 47 . no doS texto IN SI tre leitor. anotar e organizar mesma. Mque ele M em relação SI ao tema. – nomeando.M M EE E P M E N Pseus EE EM função de SI EM que. EE NP EM EM S Eidentificar causas PE P M E E E SI EM de modo geral. naIN EE o texto.

SIN E P S N M P E 5. SI PE IN o estilo). confronte S outras ediS a diferenças P4. E M contrar neles. EEM tigos. a fim ma. EM SI construir Iuma EE P N EM P P E M P E Nsérie de expectativas S N P N E I P I N M contidas na capa S N As informações S como título. M EE a cidade onde I SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 48 . EM M as idéias. para identificar que SIN SI NP originalM E N P I I M E S S N EM E E P I de que os alunos o manuseiem. antes de discutir qualquer texto com S E I E S P M M E S N o suporte PE circula. SIde leitura. capa da publicação: título e ilustra. EE ou nãoSIna E EE ta as mudanças terfere no Projeto editorial. muitas vezes. identifique o livro foi N houver oportunidade. quesP2.EEM PE analise aM EE IN EM EE esperam SenP N E P P I pergunte Registre. o autor.M P N PE SI SI EE SI N E IN P I autor. condição necessária. os alunos E conato IN prévios e M zidoIN pelo os conteúdos SI entram Eem PE no livro. verifique na Sala de Leitura N também de uma rese há SI SI NP EM IN NP I M M E S S SIde jornal inserida portagem num livro didático e em ções do mesmo livro e. NP Por exemplo. Retome as EM didáticoSIque P E E N P P M I num jornal? Como devemos ler cada um? lise da capa: quais se confirmam? Quais não? E N M EE M I E S N P E N E P S I E I E E N 3. que elementos internos ao texto são importanI I I M E E E S S S S N P EE ao trabalhar PE SI NP EM tes paraMcompreendê-lo. S E P I S S N E E P E neros deStextos possíveis P de serem encontrados 3. monumentos É sempre importante proporcionar aos EM de pedras. SI EM IN 5. contribuem para que S IN IN M EE NP S S E I M P E material reprodu. Verifique se eles integram o acervo P N I E M M P N S P IN M da escola. nas localizar quando possível.ção. sempre N da Sala 1. para a formação de leitores.EEM NP EM DO SUPORTE I dos por diferentes I P M E S S E P IN NP EM EM porâneas quanto as mais antigas – a Ssaber: meios PE IN M E M E S SI N E E P P M M SI eletrônicos.Eestabelecendo S E 1. EM P I M vros. analise-o M EE sível.EEM IN abordados EM S EE P EM S S N E P E I N com fragmentos de textos extraídos de outras obras M P P I P S S IN N EE N M SCOMO EM P e de outros suportes.PEE SILeve. PE PE IN M placas de arEE EE alunos SIN E S N E P N P P I M gila molhada. rolos IN de papiro. ilustração. P o suporte ori4. Localize então. ainda E M E N S N E P EM EE SI EE P EM EM FUNÇÃO SI N E P P E que não suficiente. IN E N S SI N E I M P M S do que SI seus alunos tione a respeito 2. pressos em seus suportes liE E originais. da. comE E SI EM NP esta mudança EMPergunte PE PE antigas com as maisErecentes. leia Spara ou IN a turma o texto da SI Nquarta-capa EM em M P I N E I M S N E S há no livro umaM jornal? O que SI EEhipóteses levantadasEna EM aná. SI os livros didáticos. M que posEE de leitura IN a tur. SI editado. quando promova N es6. pergaminhos. a pequena apresenM E S S E N I M M M ou de seu autor – que E S NP EM COMO DESENVOLVER obra M consEE geralmente M tação da EE EE SI ESTA HABILIDADE NP E P P P I PE Mou ainda outras EE E S N N N E COM SUA TURMA ta da quarta-capa – informações que EEM P M P I I I E E S S S N N P P I E I M S o leitor vá aparecem na orelha. edição.SIN S N S E P M PE I M tes em muros). as referências DESENVOLVER ESTA HABILIDADE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S utilizadosIN dos textos aula ou noIN livro diCOM SUA TURMAEE EM M S em sala de NP NP EM P S I E E EM S EE SI P dático adotado. na concepção EE SI EM SI das capas.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M P E E M IN NP EM EM P I M E S M E E S E N E E PE EM de textos já criaSI P NP os diferentes NP EM tudos sobre PE I N E 2 . os créditos do livro. ORELHA E P M IN M M M N PE SI o leitor é EE EE EE privado de suporte original. sempre que possível. 3 EXPECTATIVAS I N M P P S N E PE IN Igeral. M M PE PE IN E S M S N E N P ginal significa aproximar-se de seu contextoE histórico Compare os créditos S dos com os anEE I livros atuais E P M SI N E P E P N SI de produção (a E época. uma com diferentes materiais imS SI EM PE IN Mrica convivência EE grafi.EM SI N P NP P I P M E N S N muda? O que permanece? gens. ao extrair os textos de seu QUARTA-CAPA. de ima. em que o texto cuidadosamente. leia.EXPECATIVAS EM FUNÇÃO suportes E I M N S SI P N S SI N – tanto as SI sociedades EE contem. estimulando o deconceitos da disciplina podem ser explorados e ainM E E E S N E P P P I M sejo de realizar a leitura E S NP N EM N E N M P I da obra. S O que sugerem? M EE IN EM IN IN quais os gê.O acesso a S N EE SI PE Mrevistas é NP jornais. de pontes entre conhecimentos SI EM os seus EM P IN por meio M E E S P M N E P P professor. Ise M M seu suporte E original. com diferentes suportes. N M Embora E N I S M S N I E em contemplem a DOS TEXTOS DA CAPA. P S E M S SI PE IN M EE PE S diversidade deNgêneros.M NP não háPE da orelha. editora. SIN EM NP P E I M M E P S E N E aulas de História. inpare edições DiscuS E N N E P P M E M E SI O que SI N no uso P EM N atribuição de sentidos.

É o caso da distribuição em EM N E I P I E S E E S S E N P P esfera jor.ANTECIPAÇÃP quais os indícios que fundamentam suas hipóteses. estimule os estudantes a pesquisar se o auSEGMENTAÇÃO DO TEXTO) S N M E E P P I M M M E E P S N E E EE boas SIN tor temPE uma página PE Isso renderá IN SI NP EMna Internet. isto é. prinP IN RESPONSÁVEL PELA Uma N rápida leitura PE PUBLICAÇÃO EE EE SI N S I P P I N M M S S em gêneros N E SI EM cipalmente. Assim. convide-os S N SI PE a refletir Sse os temas IN sugeridos M M IN SI S N E E S I M pelo título se relacionam com o cotidiano deles e 1. P M SI IN SIidentificar Spossíveis NP PE SUBTÍTULO. I E SI a identificação N E SI S N P M I cientistas. EE SI NP EM EM SI EM PresP M E E E SImais os leitores EM mite ao leitor levantar hipóteses a respeito do asvão acumulando referências a N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE sunto abordado. do mesmoM jeito uma noEEidentificarem NP com esses exem. estimule os estudantes a explicitarem os senE P M M M E N PE M NP EE tidos sugeridos EE EE M TURMA SI pelo título. característica dos da SI N M EE IN M M SI S E P S E E M 6. estimule EM P P I P P M E E E S N E N N P P N nero SI solicitando EM EM SIque apontem SI NP PE IN IN do texto que irão ler. quando estiver livro ou mesmo um E lendo um E E M sócio. SIN PmunIN explora SI – e um conto N EE EE ser ficcional. P PE I S M N E N S que um texto impresso N E M PInformática. a formatação fornece indícios para E M E E N E EE SI por artistas. E por M M sua vez. P prefácio para apresentar a obra para os 4 EXPECTATIVAS EM FUNÇÃO DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E ativa de ir E FORMATAÇÃO EE S N DO GÊNERO E descobrindo Essa é uma forma o que há S N P P I P M I E S N N S N EE ler nas Salas SI SI para de Leitura. SI NP NP SI da edição N P M I I M I M S S S N que os estudantes conseguem antecipar antes de e a editora. NP EM de dificuldades NP Porienta NP PE M nos experimentadas do gênero que. localizar o ano PE EE o mesmo SI com os subtítulos. 7. colunas. subtítulo. a leitura de biografias pode aproximar os alunalística. se P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 49 .com o saber S E EM NP procure P NP texto do EM E NP I escolar. parte do conteúdo publicado nas edições em estarS sendo tratado. faça Registrar o historicamente seu autor. aumentando a auto-estima EE E com o texto E diferentes SI pactos IN escritores Se P P P o leitor a estabelecer M EE S N E N N P I I I M M E S S não se lê S N E dos alunos que se deEM leitura. EM NP P IN P P SI COM SUA I EE E M E N S E P N E N I P I P 2. a partir do que sobre o gêneIDÉIA PRINCIPAL A PARTIR DOS M N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M ro.SI M E E P I M E E P S remete a acontecimentos M P do mundo M M Ntícia – queEE EEreal plos PEde vida. E N ou jornalística. converse com Orientador da Sala de Leitura das. ELEMENTOS PARATEXTUAIS. EE I EE M S E P P M M o texto. as editoras também mantêm M páginas na Infolha pode também fornecer indícios a respeito I de M M E E N S E I E P M M E o gêneroPEe o tipo deS assunto que pode Eternet N NP qual seja e muitas EE para downloEE M vezesPdisponibilizam. a partir de todas E estas realizaN EM observações E M I E M P S E P P esperamEler? Que aspecEE M M N 3. E P SI N SI NP E I P I M N E S M N I ad. (DIVISÃO EM COLUNAS. integralmente. conhecer diferentes livros didáticos contribui – que P por I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para uma maior desenvoltura do estudante na leitudos possíveis. PREFÁCIO.circulação M P gênerosIN M e nas mais antigas. S M EE NP que circulam M E S I E PE P M E E S M E E COMO E P EM textos escritos E PHABILIDADE 8. SUMÁRIO EM FUNÇÃO SI EM P E P M M E P E N N P EE DOINAUTOR OU M SI EM SI IN PE INSTITUIÇÃO EM P E E M S M E N S P do título ou subtítulo. o questionamento sobre porPEE DESENVOLVER ESTA IN M P E N S E N I P P N M ativa os E S M N SI N N diferentes autores préviCOM SI EE SI SI conhecimentos EE SI SUA TURMA NP P I P M S mais compree favorece leitura N M EE INos do estudante M M SI E EM S E P M M E E E ensivas. N E P P E I M E E P para potencializar o ensino outras pessoas o que elas sabem sobre o autor. estimule-os a conteúdos. Registre as Ehipóteses.M M EE E P M N PE EE EM SI EM recomendam a leitura. estimule os estudantes aE perguntarem N M PE IN EE EE EMpara ler SI S M EM e a aprendizagem. N P I S M M N S N SI EE EE 5 . pode contribuir também 2.EXPECTATIVAS EM EPÍGRAFE. EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE 4. E S S N P E I M EM M ra de textos IN nesse suporte. contextualizar I M M I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N 3. Peça e veja quais obras deste autor há no atenção? SI S N N E P I N I E M S título. livro didático. SI A silhueta SI SI na Sala de PE na aulas EE assume IN M P S EM N E 5. EE IN NP EE I P S SI COMO TÍTULO. que Ecirculam na EE esfera SIN SI EM P PE P M E M N escolar/divulgação científica perQuantoEmais freqüentam o mundo da escrita. I E E S S N S P P6 . 7. M SI DO TEMA OU M IN IN Meles já sabem EE S S E M E P P 2. que gênero de texto M N I N E P E I P E M S E S N SI PE Pchamaram IN M PE tos mais EE acervo. peito dos autores ou SI instituições N EM EM SI N responsáveis pela S P I I M E E S S N P P EE publicação de textos lidos: quais temasEM lhe são faSI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E escrevem? M M o que uma miliares? como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P EE PE IN determinada M EE EE P NP publicar? IN S N I M P P I costuma COM SUA TURMA Seditora M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE 1. os estudantes a identificarem o gêEE N E E1. S N SI lerem o epígrafes e M SI EE para os Ialunos NP EM E P M E M E S E Ecolegas.

emIN detalhes irrelevantes. imagens de outras S P M fórmulas InumériIN épocas. E SI como estilo. os propósitos que M E S E N N E P P M I I M E N EM N PEfocali. P I M levantadas a partir da escolares.EE S identificação: M SI EE NP EM P M I EE P E E S EM N bém devem ser interpretadas.EM tudante Itomar EM SI PE NP NP se destes indicadores são fundamentais para consciência dos Eprocedimentos nePE N E I N S SI P N I P S texto. PE IN IN M EE de um gráfico SI 4. E N P I I M M E M S S N E E E deve ler. motiva o leitor para a leitura.DEFINIÇÃO IN EE naturais de fenômenos DOS OBJETIVOS EM S EE SI P N P I E M M P N P IN M EE indicar de textos HistóDA LEITURAS M EE que se tratam IN SI de Geografia.SI EM NP EE controvérP P E I E M P P S N E P lido – nem IN PE sempreM sias discordâncias. mateS PE PE IN gráficos. IN assim como M EE EE E S S N E P N P P I M e reorganizar suas o que você neste texto? trabaS espera ler N SI informações. SI PE EE IN EM EE P M S N E PE P I E M 1. N EE M NP cas ou esquemas S P S podem EEM 9 . vos. 6. com os que ANTERIORES IN autores P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S Isto significa N N S reN M os fazem.Outro EM M S N S E frontação com as idéias apresentadas no cessários a um bom procedimento im. S osSIestudantes a Eestimule EE orientamSa leitura e SI N E NP P I P M N S M as informações cuidadosa ou tabela. questõesEE relacionadas M às grandes EE pode antecipar NP 2.em situações I esNP N as hipóteses E didáticasM E Ciências. tamanho. claramente. E E P M SI E EM PE o texPE IN M E 3.EXPLICITAÇÃO DAS E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M EXPECTATIVAS DE LEITURA A elementos. tar a ser IN SI e provocar N IN PEescolha doS material a I S N M S E I S N S explícitos. explicite. EM P M M N E M análi. IN das saliências gráfico-visuais do próprio Stexto. para instigar leitura exploratória – Edecisivos para SI contribui M orien.EEM N E I I P M E S S E P P N a diferenciar o que ele portante nesta fase é o professor estimular os estuN prática auxilia EM EM SI PE o estudante IN M E M E S SI pensa do N E E P P M M rever IN dantes a verbalizarem suas de leitura: SI que os outros EM expectativas PE PE pensam. que EE SI são outros SI EÍNDICES PE P serve. esquemas – E além das saliências gráficas S N N E NP SI SI EM emprego de re. no caso dos textos de História. converta EE SI é N E IN as expectativas em perguntas: P I M E S S E N I leitura exploratória M M S NPimagens – se A das EMtem perguntas que lêem EM PEfotos. SIto poderáPcontribuir M N EE I E M P I E EE S E E S COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N E P P E I N M P S E PE IN IN TEMA OU SI ANTECIPAÇÃO NP TURMA M E N I S COM SUA 7 DO M S N I E P S E M S SI PE IN M EE DO PE IDÉIA PRINCIPAL A PARTIR S E P M IN N M M M o texto.são M P M M global. questione aEE N PE M antes deEE SI DE IMAGENS EE EXAME 1. formule SI E NP I M P P I M S M S tabela. ler OU EE E SI DE P N EM P classe soP I E M P E N S N P N E I P I N bre a respeito dele. a análise E S S E N P E M M E SI N muitas vezes o conteúdo do texto. fórmulas IN evite dispersar-se EE EE EM S S S N N P P I E I M favorecendo questões que favoreçam S a compreenmáticas. pois mobilizam NP EM nam modos PCOM IN o uso M E N S SI N E I M É importante que EM P M S de diferentes estratégias de leitura. M E E S N E E M SI M NP para PE M M EE NP a vida deles.EM EE SI N E P P P I PE M M 3. trações. no caso das apresentações e prefácios obM M E M N E N P M M M EE alunos. Esta I leitor. IN se o texto só trouxer uma unidades temáticas doIN texto. pergunte aos estudantes se a leitura do texlho como este. possibilita ao I E S E E S E S N E PE a con. Econstrua 5. EM PE Enfim. para IN S E E P S N M P E do evento. cor da fonte. N S E I E P S P M M E S N N PE ria. estimule-os aPexplicitar suas expectativas cursos M SI é essencial EE para oSIN EM M PE IN IN EM Eem P S S N EE do as. I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 50 . M M que o autor está sendo SI SI SI NP I EE comendado por umEE EE M S P estudioso ou especialista e desta Os processos cognitivos e afetivos mobilizaE P P M M E N N M N EE SI EE esta leitura EM dos pela forma. EE e palavras PE visualmente. gráficos e mapas.PEE E P críticas relação ao possível tratamento leitor escolher o que ler em função de seus objetiI N M P P I S N E S N N M SI sunto. SI NP EM P S I N M E I M S N irem além da mera as imagens tam. porque deve ler SI Quem Ilê NPsabe o que EM PE PE PE M E S NP N EM N COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE e para que deve ler. ilus-M porque E EE textos. tabelas. Objetivos diferentes determiE N M P I I I I M E E E S S S S N P EE SUA TURMA diferentes PE SI de ler. Por exemplo: textos maEMem que predominam PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E pas.M EE se confirmam? to: P quais Quais não?. E SI E E P E IN M E E S P M N E P como o itálico e o negrito. COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N 2. retome as hipóteses levantadas para 1. a partir esE PE do que os EE E P S M S N E P I E M N um gráfico a partir aP tendênciaEM tudantes análise INquerem saber sobre oStexto e daPE M analisar SI EE dela. M EE SI SI Matemática NP ou Ciências. S S N SI EE EE SIANÁLISE EM EM P P PARTIR DA DOS 5. S S as imagens. convide-os SI SI os títulos e a lerem SUA TURMA PCOM N PE PE Mas legendas que SI N SI N E I N I I M M E S identificam tabelas. mapas. um IN IN M EE SI S N S E P M PE I 7. proceda da Imesma maneira com osS demais IN 8 . peça observarem as imagens os S estudantes Etenham clareza das P aos estudantes N das finalidades M N I E N I I N E M S E P S S N SI destacadas Estimule-os a leituras que IN realizam. zarem essências que o texto traz. S SALIÊNCIAS M S N suas hipóteses SIGRÁFICAS P N PE SI M SI 2.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S 4. Geografia e são Tornar estes processos EE PE SI conscientes. 4.

te a leitura.S tes vivenciem N M E E P P I M M M E E P S N E EE inte.EM partir deIN SI IN como também SI de escrita. M M EE S M N E P I Mque se estabeleçam EE E E necessário ambas as situações. M S de consulta E SI . que explicita o costume de um bom do o conteúdo S M SI M IN do texto. sempre que possível. SI do objetivo EM IN PE alcançado. Hoje.M N P I S S IN E EM escrever. P SI alta NP o leitor apresenta ao SI P N E I P I M N E S ativado seus M N I S para um grupo e pode conversar a respeito dos con2) mostra ter conhecimentos préEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M teúdos vios? SI abordados no texto. tas lingüísticas. sintetizanSdaquele M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N da pontuação. silenciosa ou em pequenosMgrupos.SIN Dessa forma. que instiga o grupo a · construção do sentido global do texto. N PELO E M P M N PEREALIZADA SI EM SUA TURMA PE EE IN SI N EE E REALIZAR COM INDIVIDUALMENTE. que lê S exemplo de um bom leitor em Internet e SIN IN voz alta por meio EE EE EM P PE P M E M N E a outras para um grupo que acompanha fontes. NP E I M E M S E S E E leitor de questionar o texto. N IN M EE IN M M SI S E P S E E M 3) explicita suas hipóteses a respeito do conE M E E N E E SI A NP EM QUADRO NP PE NP PE 2 – HABILIDADES M M I E SI teúdo do N E SI texto? EEM S N P M I EE A E da leitura? SI N S P P P 4) revela clareza do objetivo DURANTE SEREM EXPLORADAS I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E LEITURA INTEGRAL EE SI NP DO TEXTO M EM EE O QUE CABE AO PROFESSOR P I M E E P S ESTUDANTE. DA SI atividade SI um textoIN PE EE ANTES M P S EM N E pessoal. os estudanSI PE entretanto. SIN P I N M M I S N E E S · identificação M a antecipar. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N crianças e jovens no mundo da es-PE · identificar referências a outros buscanPE EE SI SI Introduzir NP textos. S E PE E P M M E P E N N E M complementares M informações E N a formação de em SI SI cessos Ienvolvendo PE NP EM de leitores EE M SI M têm INP · busca EE N S E P E I P passado por mudanças. IN IN M EM E S S M NP E E P E McompreE leitura compartilhada o professor assume o papel ·Eutilização das pistas lingüísticas para M P PE IN M EE EE entonações. como LEITURAM . AVALIAÇÃO SI S N É necesP P P I N N E S N P M SI que naIN SI sário. N SI N P M I I M I M S necessário. EM Pas IN NP tudantes IN poderão confrontar as E I M S S N P S E de leitura da turma e dependendo a ser autores dos textos M selecionados. M M EM N N E E P NP I posicionar diante das idéias do autor. N E E I E M E P E S E P E de um leipara Neste caso. EM PEQUENOS I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I LEITURA (AUTÔNOMA SI S E DURANTE A GRUPOS OU EM SITUAÇÃO DE E S S N P E I M S EM M IN LEITURA COMPARTILHADA M EE NP MOU COMPARTILHADA)? E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M ou retificação E M N SI além deS perN N A leitura. quais P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 51 . a buscar indícios. E P M M E E E atualizar-se. SI EM numa M se deve ler. NP PE palavras-chave E Slinguagem NP E I P S SI mínio dos usos sociais da que se usa · identificação de para a deter. P EM o do. se IN EE EE a escolaEM S P P M M de avaliação para quais N PE IN EM conhecer EE EE ver instrumentos EM SI S M EM N E P P E I M E E P textos os estudantes já lêem com autonomia. M de ensino. NesseEcaso. E P M M E EM N PE NP EE EE M estabelecer finalidades para · identificação das pistasPE lingüísticas respon. M E em formação N SI NP EM EM SI E de pistas PE PE cópia E M E E SIpartir de IN EM uma do mesmo texto.M M EE E P M N PEconsigam ler sozinhos) M (embora EE M proponha as mesmas EM ainda não SI são ca. entendemos térios avaliar EE PE que a leitura IN o alcance do trabaSI que nos Ipermitam NP EM P P PE S M N E N S N E M P SI tanto como gral de possa ocorrer lho de aproximação do leitor e do texto.M E 3. contribui · identificação lingüísticas responsáN E P P P I E E S N N S N P P I pela continuidade M progressão EE como referência para veis temática ouEE pela SI aqueles N EM SI N que são iniciantes S P I I M E S S N P P EE sobre o modo como temática. S S crita exige que se empenhe em desenvoldo informações adicionais. pois é função da escola SI IN IN M M assegurem EE S S M E P P criar as condições que tanto a cons· esclarecimento de palavras desconhecidas M EE a M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E trução do sistema inferência ou consulta ao dicionário.EEM SI a leitura. M EE M E S E E P é possível antecipar se o texto pode ser M N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E lidoM de modo autônomo ou E compartilhado. ou P EE E que o S textos de Iapoio S N N I P P N M M S a enciclopédias. P NPrevela. I P I E M S E S N E N P P EE capacidades Conhecendo SI SI perspectivas dos tor mais experiente. sabe-se subordinados ao texto principal. a levantar sáveis no texto S SI a posição SI Ndo autor. É alguns cri. em situação escolar das P antecipações SI EE SI SI EE · confirmação SI N P I P M mitir aprender os E conteúdos das de sentido criadas S antes ou duranN E M diferentes M áreas SINou expectativas M SI E EM do currículo. é necessário I M observar: E E N S E I E P M E M S E atitudes N NP quando 1) P que ler? EE lê em voz EE um leitor M EEatividade coletiva. usos expressivos daSpalavra. M IN M S E E para Ao longo da história escolar. entreter-se ou apreciar. os Mquestões E N es. é ela ·E localização ou ou SI EM NP da idéia SI PE do tema IN IN I E E S S N S P P própria objeto principal. os prominação dos conceitos veiculados. rotina escolar. e a se do leitor-virtual a partir das pisSI PE a fazerEEinferências PE hipóteses. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N P construção P N IN M esteticamente.pazes IN de compreender com NP EM a mediação PE EM textosSdiferentes. EM NPa se envolP IN P SI I E M E N S E P N E N I P P por introduzir E ver com o enredo. nas IN S N I M P P I que os efeitos ender a hierarquização das proposições.

Reconhecer o tema PE e a idéia principal é SI N NP EM garantirM PE E N SI SI N E I M P I M E S rão aPmediação de um leitorEE mais experiente com EM condição para do texto. M a consulta EE proficientes. Se tal I N M P P S SI IN refere ao núcleo temático. EE S E HABILIDADE P DESENVOLVER E S estudantes nesta COMO ESTA N E P P E I N M P S E PE IN IN SI SUA TURMA NP M E N I S COM M S N I E P S E M S SI PE IN DE M EE PE 3 ESCLARECIMENTO S E P M IN N M M I M N PE M EE 1. muitos M EE S SI neros deIN E E P P M M M E tema. IN IN M EE SI S N S E P M PE I com idéias principais muito diferentes.CONFIRMAÇÃO OU RETIFICAÇÃO N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vel saberStudo. IN E S E E S E N E PE EE EM SI a leitura P NP NP proposições de uma M maneira abordado.EEM EM SI palavra Esignifica P S S N E E P na leitura do texto. se o leitor considerar queEo permiSI do texto. assegure que todos dispoEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE Morientar IN M Equalquer E nham de uma cópia ou um cartaz fixado em lugar O que deve a leitura de S N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M bem visível. para M SI E NP I M P P I S dicionário S ainda que de leitura 2. Muitas SI que vão identificando EE EM PE IN IN EM pala.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 52 . de outra. Mas. fica fácil depois ANTES IN P M EE nas difiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N culdades para procurar resolvê-las. provavelmente. Numa primeira S S N N EE NP SIdevemos procurar SI EM a confrontação aproximação. E ao leitura instigue entendê-lo globalE SI E SI E P E IN M E E S P M N E Pé possível deduzir P entre as hipóteses iniciais e o vezes.Mdefendendo um ponto E mo doSmodo P I M terminados como o assunto será. M avalie a necessidade de PEE M EE IN SI N S E I E S P M M E S assim quando fal. IN incentive-os a persistirem.LOCALIZAÇÃO OUEM CONSTRUÇÃO SI NP P I N M EE Essas múltiplas I M S N N E P M S I E I E cias permitem ao leitor se aproximar mais do DO TEMA OU DA IDÉIA PRINCIPAL E S EE que S P N P I E M M P N S P IN ela significa. antes SI PE N PE PE de iniciar aSleitura integral M do texto. Assim. S M PE suporte.ao E P S M S N E P E M P N frontem com passagens mais deEM compartilhada. é E N P I I M consulta a S M E M S de informações S N E E E P tam ao leitor conhecimentos prévios. duM trar suas E S E N N E P P M M M E SIentendido SI N PE este M IN EE a leitura. a partir do contexto. Caso SI CONSULTA EE consultá-las SI N E IN que possam quando AO DICIONÁRIO P I M E S S E N M M M SI NP o registro seja coletivo. muito sua IN IN M EE poderãoEreconhecer SI E S S N P E M M E SI N leitores pouco idéia principal. M E E S N E I E M NP da-se situações didáticas que S auxiliem os PE M EM M EE planejar M NP SI N E I E M P I E identificação. dedicar-se a entendê-lo. E deve ocorrer PE EE IN em situações EM se de. ou então. Lembre-os SI PE EE IN S E E P S N M chamar atenção dos P E acumulado pelas dife3. IN S EMuma boa compreensão EE P M S N E PE P I E M maior do assunto. M texto é SI EM NP antes daPleitura EE P P E I M E P S série das N E N E Pque uma esco-M te construa uma IN expectativas SI um autor SI que o leitor NP – alguém IN PEprodução de I S N M S E I S N E I S lheu escrever a respeito de algo – focalizando dea respeito do que será tratado no texto. Recomenencontrar o que procura. N S E e não. precise para S N SI consultar outros materiais EM PE na abordagem. M EE NP IN que apaM S I vra se é certo E P S E M S M E N M PE EE uma vez.P há textos E que. peça S aos estudantes à mão PALAVRAS EE EE para manterem E SI EE DESCONHECIDAS P N EM P P I E M P E Nas anotações S N P N E I P I N DE INFERÊNCIA da leitura. IN M textos desenvolvemS um mesmo EE 4. a tos um núcleo que podem ser conI M E E E S N E M SI dicionárioPEou NP NP Enão NP suple. se DAS ANTECIPAÇÕES OU M S I S aborN o leitor. ainda tratando de um escolar E S textos da Pesfera IN IN ou de divulgação M EE EE E S S N E P N P P I M mesmo assunto. ajuda compreender melhor o tema e o traE P P M M E N N M N EE SI EE A exploração EM tamento dado. Mas. forSI N SI N E I N I I M M E S 1. EE recerá mais P de ocorrên2 . A LEITURA M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P 3. P N S domínio M N E I E N I I N E M S E P S S HABILIDADE N SI DESENVOLVER COMO ESTA EE PE IN SI NP EM P S I N M E I M S HABILIDADE N E P COMO DESENVOLVER ESTA COM SUA TURMA S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N COM SUA TURMA P P M I E N M E M I E S N P E N E P S I N 1. SI IN M difíceis. mas N E I I P M EE E S S E P P N M M I principalmente. mentares. EE NP 2. globalmenEXPECTATIVAS DE SENTIDO M M E M N E N E P M M EE SI OU DURANTE SI CRIADAS EM muito mais PE concentrar-se PE te. para gêN Isso faz com PE que o leitor. é importante que há muito Nconhecimento SI estudan. Ainda possível encontrar nos texM EE SI NP geral.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M dos tempos: EE S rentes sociedades. invista um tempo para que os alunos conhemule questões que ajudem os estudantes a enconS S E E P SI EM organizada EM PE PE como a informação Eestá IN M çam o modo grandes unidades temáticas. texto é compreender o que ele diz. em uma primeira EE EE SI E EM P P dagem do texto. são divergentes científica. algu-EEM vista. para M que tiverem S N A PARTIR S OU SI feito antes P N PE SI M desejarem.IN N De modo PE consultar um dicionário. Durante integral doIN texto. M P M M longo de 2. SI N P E NP P I P M N bem algumas partes.verbetes de enciclopédia pode essenciais informações EM sideradas NP e outro de M I I I I M E E E S S S S E N Casos como este Pexigia compreensão. ao longo é impossí1 . organizando P I E N S SI P N P S I E M M expectativas podemSIou não confirmarem-se. Smesmo planejando atividades com rante que não tenham EE EE nos dicionários. o que uma N mente. ou até mesM E PE S E P M M N E M I de NP E aspectos.

IN Alguns exemplos: M EM E E S S M NP E E P M espaço a. marcadores que indicam o domínio. IN I M M I S S E E S IN de que. conectando um termo ao outro.arizarem M diversasEM EE IN M SI S E P S E M 3. chame N P M M M E N SI PE além do EEM M fato de que IN EE EE 4 . geograficamente. isto N P I S M N S N SI EE EM que oPEE é. SI com eles. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E S S N P E I M S EM M IN TURMA PEE 5 IDAS PISTAS M NPIDENTIFICAÇÃO MCOM SUA E S E PE M E E M S M E P E E PE LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N 1. aSfim complementares (boxes. claramente. E EE IN M M SI E EM te. INTERNET E S SI OUTRAS N EM EM SI N FONTES P I I M E E S S N P P EE parágrafos. A busca daEM disciplina. S que estáMsendo lido. expandindo a informação. marcadores EE NP PEajudam a P IN NP E N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 53 .IDENTIFICAÇÃO SI NP Eo a atenção dos alunos para DE S N P P I P M I E S N P de outros Sque gravitam IN M IN EE principal. glossários.INP SI Mdeterminada informação NP E I M E M S E S E E b. muitas vezes. no caso de consulta à Internet – cada vez fundamento e a continuidade de seus estudos. Eatravés S E científica N NP divulgação de atividades que or. E EE marcadores que indicam relações EM PE IN M EE P N IN permite S N I M P P I temporais: defronte de.SIporque. dominá-la –Stem S N para que. já que. Sque M EE S E IN S N primeira E N P E I I S E S S N Se uma S M é relevante para vez. SI E SI E N E S E P P P M E E SI N N N do qual PE é traEE SI determinado SI NP conteúdo NP âmbitoPdentro SI N M I I I M S S Sfilosofica. N IN Com o apro. M M I E M E notas). à ao leitor regular sua própria atividade.IBUSCA DE M SI EM SI IN de palavras PE INFORMAÇÕES NP EM P E E M S M E N S P P responsáveis ou expressões por sinalizar ao leitor COMPLEMENTARES DE SIN PEEM TEXTOS EE EE SI N N I P P I N M M S M S N N E SI a progressão do conteúdo temático. N N P P N M apresentam unidade SI EM ETextos SI o professor NP por isto SI PE IN IN 2. à medida SI EM E P M M E P E N N EE avança. I E E S S N S P P série de palavras que pode aceitar uma M que os estudantes se refiram ao SI ajudam o leitor a esINtexto há IN M M porém. é a compreensão do texto P Durante PEa leitura. S SI texto há uma série PALAVRAS-CHAVE PARA A E N S P I M M S PE IN M EE EM EE em torno M dele. oNlivro um do texto M SI apresenta EE E E I P M E M E S E E P modo de organização hiper-textual. seqüências SI EM M IN textuais). Essas operaM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formal M ções concorrem situações para que para que o leitor a P N da linguagem P vá construindo SI SI apropriem NP PE os elementos EE IN SI EE coesãoSreferencial IN P SI daM área. embora. ainda que. N PE didático. como articular os segCONSULTA A ENCICLOPÉDIAS. N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE mentos textuais de qualquer extensão (períodos. NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P que organizar o modo PE SI EM d. por isto. M EE S S E P P com linguagem própria. SI 1. relacionados S P M M E E E ao tema abordado.EEM quem – SI que o leitor NP possa não P IN P P SI escreve I E M E N S E P N E N I P I o cuidado de fornecê-la em repreE te -N:P uma vez P que. há uma série 5 . mas. M EE S E P E mente.EM EEantecipando M condicionalidade. o quadros. matematicamente. E P M M M E N PE NP EE – causalidade. EE E M P SI com NP operam com conceitos SI P NP E I P I M própriasIN tais suportes N E S M N I S e sustentam que ajudem os estudantes a se familiganizam informações e idéias EM E I P E S E E S S E N P P M P M às áreas do conhecimento. numa primeira aproximação. aqui. isto é.M M EE E P M N PE EE EM SI EM COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE tes para que – frente a Emuitos sentidos que alguN EM E M I E M P S E P P no dicionário EE M M possuem N E COM SUA TURMA mas palavras – procurem M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE melhor contribui IN o entendimento M PE aquele IN EE que para SI S N E P I N M S atualmente. identificar os conceiTEMÁTICA OU SI EE SI SI EE PELA CONTINUIDADE SI processo M NP P I P S tos fundamentais apresentados geralmenPELA N PROGRESSÃO TEMÁTICA M no texto. É importante SUBORDINADOS AO EE SI EE SI TEXTO EMAPOIO M P PE P M E N E prestar atenção M a certas palavras cuja função é inPRINCIPAL OUEM POR MEIO DE N EE SI NP EM SI E PE P M E E E SI EM dicar ao leitor. Pvale investir umPE tempo para VEICULADOS EE a pena IN SI CONCEITOS NP EM P PE I S M N E I N S N E M P o modo S alunos como as informações SI SI conheçam PE EE IN M P S EM N E estão organizadas em enciclopédias M e sites de busGeralmente.Além texto disso. marcadores de relações lógico-semânticas a construção do sentido do texto. antes. EEfinalidade.EEca. contras. textos escolarSIou de M da esfera M E E N E I E P M E M como o GOOGLE. EM PE PE sentações M M E EM N N E E P NP c.EEM tado:IN historicamente. DETERMINAÇÃO DOS S N M E E P P I M M E E P S N E EEque os SIN 2. quando. oSque vai auxiliá-los emM suas leituras EE de fontes NP mais confiáveis – SI M E E P I M E E P S e revistasM N como especializaE M P Nposteriores. se. no de leitura. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E temática. aos poucos criará tabelecer conexões à medida que lê. desde que. entre do texto. os E M E E N E E I P S– NP EM freqüente NP PE Nestudantes PE entre os M mais a mediação por Mse apropriar M das concepções I E SI leitoresSIacabam N E E S N P M I EE E E a linguagem SI técnica IN também envolve S P P P a avaliação crítica da informação da área. PE sites de universidades SI E EM PE EE IN SI N E E das – é o mais indicado. familiarizando-se com M EE S N E N N P I I I M M E S S N E encontrada.

e exemplo (por exemI M E E E S N EE SI NP NP EM NP (por.SIN COMO ESTA HABILIDADE M M SI SI NP EM I EE EE M E S P COM SUA TURMA E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI 8M .CONSTRUÇÃO DO SI M EM SENTIDO NP EE P P E I E E P P S N IN TEXTO EE PE problemas de compreensão. Apoiar-se na estrutura é essencial quanEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E do o conhecimento do do tema S N leitor a respeito P M N não EM EE M SI NP é muito amplo. os leito.EE por trecho. já vimos. mesmo quando que. Procuram para os diferentes marcadores E S E entender P IN P IN M o que diz cada EE EE E S S N E P N P P I frase.SIN M artigo científico. mas dificuldadePE para compreender textuais. depois. a passagem da leitura em voz alta para alguns ser PE EM S EE a SI P N I E M M P N lingüísticas S P IN silenciosa costuma oferecer Mmeio de pistas dificuldades aos identificados por M no próEE IN leito. EE os textosEM EE A EM SI EE pois como P N P P I E M P N S P dizem tudo. EM EM P P ção. P P M EE M IN EM SI N P E N E P S I E I E E N S S P N SI NP DAS PISTAS SI EM HABILIDADE IN 9 . Para construir o N E P P E I N M P S E PE IN INPISTAS SI UTILIZAÇÃO NP do texto M E N I S sentido global é preciso que as informa7 DAS M S N I E P S E M S SI PE IN os conhecimenM ções trazidas por ele interajam com EE PE LINGUÍSTICAS PARA S E P M IN N M M M N PE SI EE COMPREENDER tos prévios do leitor. SI escrevePpara EE al. Há outros S M indicadores EE IN uma segunda EM IN IN que hierarqui. PE para ler. M M E M N E N E P M M EE SI SI EMse familiarizando PEa organização PE barão com IN P M EE compoE EE S N N E N P P P I I I E S DESENVOLVER N S N sicional dos textos desta Sdisciplina. PE EE IN sob determinadas EM E P S M SI N E P M P 2. sem a mediação das conteúdo do texto.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem que se E M EE S com os segmentosINdo texto se estruturam: relata o problema. além deNressaltar o S têm muita N EM SI EM I IN M EpergunSI S N S E P M PE I o texto globalmente. gráPOSIÇÃO DO AUTOR I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM para ajudá-los ficos tabelas a compreender a relaP IN M E E N S E N M P SI SI ção entre Textos condiEMsão escritos NP as proposições do texto. EE a ser lido for muito EEM IN a fluência EM problema EE P M S N E P P I convém realizar leitura fim de que). ÉEM esperado que prio temporal ou cronológica (deEE S SI texto: seqüência NP N P I I M M E M S antes). NPpara construir SIgüísticos P M N EE I E M P I E EE S E E S to da leitura silenciosa individual. outras vezes. causa e efeito EM plo. Assim. a atenção que ajudem I E S M E E S E S E IN PE EM PE ou a continuidade NP à decifração NP EM muito voltada do escrito. É importante também. definição S N E E E P res dependam mais da mediação do professor para pois. por outro lado.IDENTIFICAÇÃO NP I M M E S COMO ESTA S SI DESENVOLVER E E P SI EM EM PE PE IN M E COM SUA TURMA LINGUÍSTICAS RESPONSÁVEIS M E S E N N E P P M M M E SI SI INTRODUZIR N N PE EE POR NO M EE EE SI TEXTOINA SI P NP P P M EE N 1. descreN textuais S primei. durante. S N SI EE EE SI cuidado.SIcias E N E P I P E NP S S N I P I N M M ve-se a metodologia empregada e expõe-se S a soluro. P SI IN EEpadrões podem 1. NP E M S E P I S S N E E S em voz altaIN para promover a discussão de trecho E zam as informações: P negrito. marcadoSI NP EM P S I N M E I M a compreensão S N do res de numeração en. pro-EM ções deIN produção: quem escreve. PE I N E E I N S SI P N I P S I acabemIN EM M M S S E os leitores iniciantes empregando estratétemática. elabora com os estudantes S N E N I M P esquemas. gias S SI chame a Natenção E E P P I M M M E texto localmente. treEvários itens. estabelecendo conexões através S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M de inferênciasIque graus O modo como os elementos do texto estão S S N podem envolver diferentes N EE NP S SI EM M P M M de complexidade. em ciências. faz com que nos a identificarSo elo perdido. SINTETIZANDO PE IN M E S S E N P I CONTEÚDO M M M E S N prévio para o que O DO TEXTO EM EE preencher M uso doPconhecimento EE EE SI NP EM E P P I PE M M E E não está escrito. sublinhado. P I M Ao começar a ler autonomamente. Em geral. IN SDO SI 1. a partir de E um com I deterN estudantes E IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 54 . PE IN IN N Compreender não globalmente o texto HIERARQUIZAÇÃO DAS M EE I SI N S S P N I E P S I S S EM IN implica tanto decifrar o material gráfico como fazer PROPOSIÇÕES.PEE SI N S E I E S P M M E S nesta fase. por). Reiterando este os estudantes acaàs vezes.Ppor comparação PE ou contraste (apeSI os estudantes têm Ialguma NP NP EM M E N S SI N E I M P M(para que.construir o sentido do texto. ao detectar NP IN o M PGLOBAL I S N M S I S N E EE I S professor pode favorecer a construção da coesão M E P S E E perguntas Mos aluIN NP NPformulando EM EM do texto. mostrar em quais elementos linM E E S N E E SI proveiM apoiamos NP EM adulto. N E I P M EE E S S E P P N M M a eles apenas compreender o 2. em N SI PE atividades IN M EE que permitem M de leitura EE compartilhada. S P E a identificar as seqüêncure ajudar os guém. acabam tirando pouco tas E do nos PE M M tal sentido. tal como). em seguida.complexo. por um lado. S e solução se o material sar SI de. caracterizado NP relação M P I I I I M E E E S S S S N EE esta razão). EE ao ler Eum IN S E P S N M determinado lugar.IN N PE res iniciantes. 2. configuram certos padrões de organiE SI encadeados E SI E E P E IN M E E S P M N E P P que permitem que o Sleitor I zação construa M N M EE um esPE IN IN EM SI EE DESENVOLVER P EM S S N EE E P COMO ESTA HABILIDADE quema mental para categorizar e processar o que E I N M P P I P S E S IN N N M SCOM SUAM TURMA está lendo. para garantir S que indiciam SI EE EM texto M NP EM a subordinação P M I E P E E S N pela classe.

Mesmo que não o façam. produz a Scrença tes M aprendam como analisar do M do autor: EE o discurso NP E S I E PE P M E E S M E subjetividade. SI difíceis. geralmente IN livro didático. aprender 1. leiam textos diferentes o mesmo assunto. permita que EEos estudantes EM d) o autorSpode ainda NP tenham acesso a SI M E E P I M E E P S do assunto N a respeito como – ainda é materiais estudaE pa. é comum autores EMfazerem M EE PE IN NP Ea E P NP S E N I M P P I referências a trechos de outros autores. As IN PE freqüentes EM P IN ironias são E E M S M E N S P P persuadir o leitor a idéia. SI PE EE revelam N IN M P S EM E o autor se compromete que escreve. os leitores iniciancom a leitura de S SI SI N IN P I N M M I S S N E S reunindoPuma instrumentos para EE série de SI EM PE tes acabam M M E EM N N E E P NP poder E ler criticamente. ofereça sempre SI preconceitos. EE EE lingüísticas M Não há como lizarem chedesenvolver o leitor SI que permitiram EM crítico EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P Eum único texto. EM N E I P I S E E S S E N P P M P proposições. Nusando expressões EM PE SI EM EM PE Esensato. M imperativo que envolve as SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M c) há ainda outras que expressam o modo como COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE E M E E N E E P SI NP EM COM SUA PEcurioNP PE TURMA M o que infelizmente. IN S EE SI NP P I P M S o uso que faz e estereótipos sociais e culturais. BUSCANDO P I SI IN NP PE EE IN Soutros NP EE I P S SI guagens podem apresentar tipos de estratéINFORMAÇÕES ADICIONAIS SE N P I S M M N S N SI seu pensaEE EE atravésEM EM gias das quais o autor expressa NECESSÁRIO SI P E P M M E P E N N P EE para Mnas charges SI EM SI mento. Mescreve –EM IN I E SI o autor Savalia N E S N P M I EE E E SI N S P P P samente. há M N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E o autor introduzir seus IargumentosSno texto e para sempre que materializam o leitor N P indícios E P P M nos textos I S N N E S N P I M SI o leitor evidenciar sua lógica argumentativa. M EE uma leitura S S E P P obscuro em 11 IDENTIFICAR REFERÊNCIAS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Gêneros deStextos que mesclam diferentes lin. COMO DESENVOLVER ESTA M HABILIDADE M I E M E SI SI E N E S E P P P M E SI N N N que o professor promova refle-PE COM PE EE SUA TURMA SI SI 2. incentive os alunos para M que tentem identifioutras obras. Em textos científica ou SI EM M IN de divulgação IN M EM E E S S M NP E E P E TURMA EM COM SUA da esfera jornalística. seus sua sua concepção de ingênua de que tudo que é Epreciso saber IN M sobre oPEE P E N S E N I P P N E mais. eles constroEE NP EM EM representações EM P P I P P M E E E S N está por E N N P a um texto P N análise ajuda a revelar oSIque liem pontes EM EM de acesso SI trás das SI NP PE mais difícil.M M A OUTROS TEXTOS. o jogo duplo EMPor isto S assunto está E lá. em E IN fontes originais.IN S M E P M EE E E guns exemplos: que os estudantes possam ter acesso a diferentes S N M E E P P I M M M E E P S N E EE graus SIN M envolvam e expressões tipos de EEmateriais Eque PE diferentes IN como – evidentemenSI a) palavras NP P P PE I S M N E N S obviamente. EE algo simples EM são SI S Esobre N E P P E I M E E P escritos os textos. virtual que o Sescritor tem SI PE IN em mente. Os textos estabelecem conexões com outros PE EE EE Mui. I M EE S N E N N P I I I M M E S S amenizar M N E o que afirma 1. é S necessário – caráter mais ou menos romper a leitura é um direito do leitor. P E M S E E S N E E N P P LINGUÍSTICAS escolhas SI SI EM PE IN NP leitor se INmantenha atento a determinadas E I M S S N P S E que acabam revelando as posições do autor.M M EE E P M N PE M EE M EM . cotejar M car o ponto EM de vista de quem escreve M e loca. aquilo M que não é literal. À vezes. como IN 2.SIN SIaderir a determinada N N I P P I N M M S ao mesmo M S pertencem N E SI tasEM alegorias. é certo que. N ou porque SI ainda são NP EM EM SI EM PE P M E E E SIminado produto. ou SI P PE P M E M N E convencer oEE consumidor a se interessar por deterexploram o mesmo assunto.SIcriticamente. como de complexidade. EE IN EE Mtambém precisa EEé algo que P SInterN é indispensável.M confrontar Stextos. nãoINdescarte também os textos que você E M M E M M S EE e políticas. já aprenderam que I P S Ehá N P P I S M N E N S N I N E M P I I contribui para que os estudan. EE EE constrói sociais Essa S considera simples demais. títulos de SI M S IN S E N PE EE IN I S E P S S N P certo sentido. que fica parcialmente SI IN IN M M ligeira.mais a saber SI S E Esta atividade sobre o assunto. é importante NP N SI N P M I I M I M S S xões que ajudem os estudantes a ver que nãoS é IN EE M EE S E P P M M E de vista 1. IN SI rece mais M N E E do. opcionalmenSI P N E I P I M N E S indicam oEM N I te. E S E E o texto procurar E P M M E N PE NP as pistas EE versões.IDENTIFICAÇÃO SI E minados propósitos e finalidades. I M com aquilo M E E N S E I M E P M E M S E NP b) P outras comoP– ser vivenciado. gar a esta conclusão. inexplicavelmente. A leitura de um texto E S S N P E I M EM M único. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 55 . mesmo que para interromper a leitura logo depois. M SI EM IN PE Msérie de recursos EE E S E EM P A língua oferece uma para Como quem escreve. É importante M M EEEis al. P EM E PEmundo. nas propagandas são usadas para ou porque EEporque SIN EE gênero. Com isto. escreve para alguém. N o I VIRTUAL A PARTIR N E DAS PISTAS PE E Para ler. IN S M SI de palavras. N sua ironia. masSIassinadasEEpor S SI N e EM tradutores N P I I M E S S N P P EE COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE adaptadores. S SI a IN Ler é. talvez – N E M P Tentar ler SI textos mais te. EM traduções ou adaptações de um mesmo texto “oriN E N P P P I E E S N N SI N P P I M diferentes EE ginal”.diferentes P cedo para. Não existem tex10 DO LEITOR – M N E E I E M E P E S E P P M M N E é preciso Ique Mtos neutros. IN IN I E E S S N S P P nhas. sempre que os alunos N Pponto IN inferir o M deixe M EM de como EE que possível.

isso Pvale EM PE da esfera IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N do texto. IN M I S N M S I S N E EE I · utilização. E S E S P N P I E M M P DEPOIS M DA LEITURA TEXTOIN N DE UM S P EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E SESTA HABILIDADE IN N A leitura PE COMO DESENVOLVER M EE provoca o desejo de comS SI NP de um texto E N P I I M M E M S S N E E E P COM SUA TURMA I M E E partilhar com outrosPE leitores algumas das impresS N EE SI NP NP EM NP Por EM sões que N M P I I I I essa experiência tenha provocado. porque aS linguagem M EE NP INoral consM S I tabelecer E P S E M S M N CABE O QUE PEAO PROFESSORPE M EE facilitam E EE trói pontes que da linguaSI N P P M I N M E a compreensão I E REALIZAR COM SUA TURMA S S N N E P M I E I EM E gem escrita.é possível NP E M E P I S S N E E P informações S E riências relatadas. buscando no IN N o texto. SI apreciar os recursos peloEM cho apresentado IN M SI PE EE IN S E E P S N M P Etemas polêmicos.Msão. SI crenças novas SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P 3. antes de desanimar ou desqualificar N debater autor.sabia sobre S NP do texto EM M EE M EE o assunto. SI preendê-lo? PE NP E P P I PE M a observar EE pou. verifica se suas hipóteses se ou P N S P só do que PE IN IN N está escrito. explore o esquema pergunta / resposta. Caso M SI SI · construção SI NP EM I EE didáticos diferentes EE M E S P que desenvolvem o mesmo as· troca de impressões a respeito dos textos E P P M M E N N M N EE SI EE EM lidos.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 56 . M EE EE sentidos Sdo mesmo. EM E P S M N E P E M expressivos mobilizados P N como resposta. apresente dois de síntese semântica M escolar. a S M E E S N E E M SI de resuNP AVALIAÇÃO síntese do texto. É claro que M leitor é capaz de parafrasear o Sque EE PE de habilidades DURANTE E P M IN N M M TURA. a leitura de contos e novelas DA SÍNTESE N SI IN M EE 1 . compreende E E S P M N E P P de itens. uma espécie PE M EM M EE semântica NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S mo que nos permite monitorar o próprio processo N E P P E I N M P Critérios para avaliar os E de leitura. da leituM E P S E E de trabalho M IN NP NP situações EM escrito para EM P I M 4. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E 5. promova NP posições. ofereça sempre uma paráfrase do treEM N PE EE IN to dosSIconteúdos das diversasS áreas curriculares. Discutir textosE com leitores mais M N uma lista SI lê é adequada? EE P IN IN 5. ao explorar este esquema procure observar I I M E S possibilidades uma melhor compreensão S S N EE M permite EE P SI EM usam para NP as estratégias que os alunos respondêP M da obra. Eao P IN EE Per. M leitor relata o texto N PE SI EE a maneira comoEE cada EEdepende-EM EE EM SI confirmam P N P P I E M 1. Finalizado o trabalho M S N I E P S E M A LEIS SI desenvolvimento PE IN leu. S SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I Durante a leitura. I N E I M N SI P N S M SI N SI EE contextos históricos e geográficos reais.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S comparar dois textos 3 – HABILIDADES A S per.co experientes PE têm dificuldade para relacionar as SI PEliza quais estratégias Epara SI NP EM solucioná-los? N I I M N S E P M entre siSe acabam apresentando o texto como SI EM SI EM E PE Eidéias IN o texto globalmente? M 4. indicações para de SI SI M EM sustentação NP EE P P E I E M E P P S partir de textos N N EE PE debates a que messua P leitura e acolhendo outras IN SI SI 3. rá não dos obM EE mas também I SI não? N S S P N I E P S I S S já EM IN jetivos que orientaram sua leitura e do que ele PE IN M E S S E N 2. 4. IN conseguiu conectar aPadesão maior ou menor SI Nas EMà mol. a velocidade com que EM a es. S S de problemas S N Nuti. E S M E E S E E IN PE EM PE a identificação NP NP textos ficcionaisS que permitam deEEM · S avaliação crítica PE do texto. se o leitor P S I N E I M S N P expõe EE que leu e de que forma S M M que o autor duraMideológica subjacente SI EE as apresenta. em que EEM EMcada leitor S EEpalavra. fornecendo sunto. em caso de compreensão.EEM EM SI experientes EE pode ajudar P S S N E E P os leitores iniciantes I N M P P SI IN conexões. finalizada a leitura PE que a leitura de um SI NP EM PE IN essa razão é que se pode I dizer M E N S SI N E M P M alguns fazerem um SI convoca texto a dizer sua PEalunos para EE resumo oral. do registro a melhor compreensão.SIN QUADRO E N N de divulgação científica E P I I P E NP S S N I P I N M M DEPOISS DA SEREM EXPLORADAS mite Ereconhecer os diferentes referenciais teóricos S N SI EE E SI EM EM P P LEITURA INTEGRAL DO TEXTO utilizados pelos autores. Paprofunda o reflexão a respeiE EE N SIestudo e a E M P IN SI Peça ou las.EM E Outro aspecto é que leitores S N N N E P M P I I I E E 3. SIN P M N E P P I verificar de S M ou menor A identificação maior EE se há Sproblemas IN EM compreenIN IN com as expe. convide P 1.CONSTRUÇÃO M EE de ficção cienS SI tífica cria NP E E P P I M M M E para DO S boas situações E TEXTO P IN SEMÂNTICA PE IN analisar conceitos M EE EE E S S N E P N P P I M científicos. I apóia-se Enos M M elementos M Epara com. construímos mentalmente.SIcrie com a análise de ra.EM P E E S N 2. N S livros N a escola tenha. bem como SI as res. PE IN o IN alunos quanto ao S SI NP M E N I S de compreensão. compartilham N N E P P M I M M E SI N N Conversar e descobrir PE EE e valores. M M E M N E N P M M EE também EE SI para os textos SI 2. em função da finalidade S clam características de diferentes gêneros. M E E E S S S S E N integral do texto. As M Sdizer sobre SI N foi lido. P P M I E N M vão moldando os contornos do que cada leitor pode M S P E E SI IN e que oNPE EE que problematizam IN E E N S S guntas o que o leitor diz P I P P interpretação. modelam suaEE I I M M S ajudam a pensar sobre o que S S E que E interpretações transitam entre grupos de leitores P SI EMconstrução EM PE PEque contribuem para Ea IN M texto pistas de M em determinados E S E lugares e épocas.

a escuta democrática. N EE EE não tenha SI esfera esNP EM EM SI EM P P M E E E SI EM colar ou de divulgação científica que veiculam os 2. M focando EE M de que é preciso temEM as relações SI E en.SIN N M E P P I M M M E E P S E IN EE o que SIN maSmuito eficiente Em relação aos esfera escolar. revistas e telejornais poexige. as informações do E P M M E N PE NP EE texto a M EE constituído EE vista sobre rentes de partir de um filtro ideológico SI os temas.IN UTILIZAÇÃO. fornecem combustível para leu. EMtextos da P P PE I S M N E N S N jogo é a E M P dimensãoSIdo ler para 6. PE E I P I E M S E E S N S E E N P P novas estratégias SI SIapenas ao ler. EM por EEM NP P IN P P SI pontos I E M E N S E P N E N I P Pcrenças. ensine-os a elaborar resumos escritos dos perguntas para tentar o que P EE E ele quis S S compreender N N I P P I N M M S N E SI EM ferramenta textos. casoSidentifique EE NP EM PARA REGISTRO passagens de S N P P I P M I E S N N S N EE MELHOR SI COMPREENSÃO SI ensão para a turma. I S M N S M N E M Eexercite M há dife. os conestáSIem SI aprender. pois Ao ler. pois é M N P I S S IN E EM 1. N P M M M E M SI IN PE INdifícil compreEE ESCRITO EE 5. SI P NP I P I M N E S M N I S teúdos lidos. PE EE SI atenta da SI debates. que se definem pela cultura SI munidades EE SI EE 1.EEM E I M E S E P E dem conter aos encontro do outro. permitem SIN mos SI EM NP e respeitamos. portanto.TROCA EE critérios: SIN IN M M S E P S E E M hierarquizar. notícias de jornal. NP I P M S esquemas comum. lembre-se N E E I E M E P E S E P P M M N E perguntas.M postas dos alunos. DO respeito do texto.soal para ir ao P I IN temas relacionados M E E E E S S M E N E P e confrontação de PE idéias EEM SI EE NP colares. identificar. planeje de troca de idéias em sala suas opiniões. a escrita tem um papel decisivo M M E E N S E I M E P M E M S E N NP to.por isto. PE EE IN M P S EM N E ceitos. junto com os estudantes. SI momentos NCada leitor IN P I N M M I S S N E E S ser estimulado e na Sala de e livros codeve a posicionar-se frente ao que SI EM PE Leitura. deslocar-se do ponto de vista pes. Muito M P EE PE IN da compreEE TEXTO EM EE P NP se lê se P IN S N I M P I do que constrói através de conver4 AVALIAÇÃO CRÍTICA DO Sensão M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P sas a respeito do texto. AS escrita de resumos éEuma dizer que identifique pistas EE im.SIN SI para reforEM e fazer com P PE P M E M N portante para compreender gêneros da mular algo que compreendido. PE tabelecem com até organizando coIN EE M P E E N S E N P I P P N M E organize S M N SI N N daSIesfera escolar. usando diversos DE IMPRESSÕES SI IN M 2 . valores. estimule alguns estudantes EM a NP SI P I M M E S P M EE EM EE estes Etrechos. estabelecer relaFORNECENDO INDICAÇÕES PARA M M I I E S N E S M IN e efeito. que S P I I M E S S N P P EE estudantes precisam possam conversar SI EM ou asM com eles sobre as obras IN aprender. mas é preciso não esquecer Eque I M a compreenM I E M E E S S N E S E P P P M E E SI N N N ricos escuta outros. aparentemente S E E P M M E P E N N E P M E N tificar procure dirigir-lhe SI SI equivocada.SINcom os alunos M SI E EM entado E P M M E E E gráficos. Promova debates PE IN NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 57 .M SIcada leitorSIprocessa E E E 3. Pestudante. PE PE EE A defender EE SI NP EM N P N I P M ou refutar argumentos. explicar informações mais RESPEITO DOS TEXTOS LIDOS. EM estudantes PE o que Eos IN de um EM EE aprenderam. NP M conteúdos EM EM M es. E M N complexas. contribuindo para informações e na memorização dos EE EE EEzação dasEM P SIconNP uma leitura mais significativa. Leitores se constroem M que esEE na relação NP SUA TURMA M E S I E PE P M E E M S M E P E E outros leitores. mas EM PE IN NP se aprendem IN E I M S S N P S E também quandoEM se conversa com outros 3 . EMuse gráficos SI NP PE pois estes IN e tabelas I E E S SI N S P P a elaboração de inferências M SI e aprender a analisáIN IN M M EE DESENVOLVER S S M E P P los é muito importante para o trabalho em áreas COMO ESTA HABILIDADE M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M Geografia e Matemática. IN M EM E E S S M NP E E P E M suntos que estiverem discutindo. Mpo para desintoxicá-los NNão tre Iespaços e concepções N das falsas E científicas. EM FUNÇÃO DA SI EM leitores aPE M E M E S E E P FINALIDADE DE LEITURA. Os registros escritos permitem ao leiEM N E I P I E S E E S S E N P P A M P M tor sintetizar elementos. ao receber M IN M S E E uma excelente oportunidade para o professor iden-PE uma resposta. a reprodução oral do texto. definições e fundamentos presentes no na organiI tex. Muito do que N representações visuais: Mesfera literária EE lemos da M é ori. promova o encontro dos estudantes com N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE conceitos das currículo que pessoas da comunidade ou outros SI N os EMáreas doEE SI diferentes N convidados. conheceEE N de outrosP leitores que E E por dicas EM P I P P M E E E S N E N N P 2.M M EE E P M N PE entre passado e presente. COM SUA TURMA M como Ciências. explicarem pois explicar é uma for. S SI gostos. E M P M N PE SI EM PElidos EE IN os textos SI N EE E Compartilhar impressões sobre I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I HABILIDADE I textos da esfera jornalística e SI S E COMO DESENVOLVER ESTA é muito comum em E S S N P E I M S EM M IN COM literária. N P SI SI NP NP PE EE Iestimule SI N EE I P S SI 3. ETextos PE de aula M M EM N N E E P NP I muns.SLer e escrever a respeito EE do EE ESUA SI NPções de causa S P P P SUSTENTAÇÃO DE LEITURA E I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M ACOLHENDO E material lido assegura OUTRAS POSIÇÕES EE uma leitura NP mais reflexiva que SI M EM EE P I M E E P S N favorece a aprendizagem. para Pgêneros SI de leitores. E 4. EE PE IN NP de aprender. M SI M N S E N P E I P I 4. previamente lidos. mapas conceituais.M NP palavra do NP são pressupõe SI N P M I I I S S S N 5.

N M EM I S N E Eé I S sa e favorecer a consciência de seu discurso. CD musicais M P N S P EM N IN Morais e escritas. sugerimos alguns N M M E M N P SI e opinar eEE EE de refletir zes o que o regente tem a inEE EM que podem SI EE P N EM P P aspectos ser investigados: I E M P E Ntenção deMpropiciar como S N P N E I P I estudo. condução dos debates M S N I E P S de fato precisam. avalia. de S é preciso N SI para poder construir situações EM PE econômica. quantos destes E S N M SI contextos sociais adequados Quanto EM para utilizá-los. é a partir ECONHECER PE PE de sua Sprópria palavra IN que oNleitor PE M EE DO PEE E S N N E P P I I I LETRAMENTO DA COMUNIDADE E S N N N da palavra douS outro. PE SI E M SI M E riais há em sua casa? E N E E P I M P E E maior a apropriação S N gêneros. danM E P S E importante conhecer as características do letramento E M IN NP NP a oportunidade EM EM do também P I M de seus interlocutores I E S M E E S E S da comunidade a qual à N E pertence E Mescola. ComIN que EM PE PE P M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E a. criticamente. que vê vídeos ou DVD? SI N SI N E I N I I M M E S envolvem e integração de segmentos S S a inferência E E P c. penIN o que S Scompetências SI estudante NP leitora e IN PE I S a ampliação das escritora. proIN M e qualidade desse contato E M E S SI e se esforçar N E P P M M para Pcompreender e IN EE SI EM PE correlacionadas IN as perspectivas fundamente. M democráticas EE SI S N S E P M PE I trocas na sala de aula. identifica e recupera as informações literais? P P M I E N M E M I E a. complexas E P P M M E N N M N EE SI EE EM e tensas. impossível S SI P N S ter consSI do professor N SIalgum com EE como EEM NP EM 2. assiste MDEPOISINDA LEITURA N NP SI de música? EE PEa espetáculos SI S N EE EM P SI N M E P I exposições e museus? SI N E e. livros EE M NP a individualidade e Sa P SI IN EE do estudante criatividade em PEE EM S EE SI P N I E b. escuta CD. de P I P M EE N 5. Com que freqüência EE NP PE M I EE P E E S EM N 2. vai ao cinema N S SI N E I M P M M S DAS SI DESENVOLVIMENTO PE vai ao teatro? EE IN c. e jogos P I I M M E M S S N E E P frequência AVALIAÇÃO EE SI IV. SI P N entrevistados: P M SI I. N PE PE M explícitos. cria PE M M um ambiente EE de escolar é um bom ponto de partida. Desvelar o modo de construção desses S N N N E P M P I I I motivos bibliotecas? E Costuma freqüentar E S S S os leu? N N PE M produzem é uma alternativa SI PEtextos e o efeito queEE SI NP N I I Consulta dicionários? Costuma ler jornais? Quais M N S S E P a respeito. P M processaSsua compreensão M SI SI A QUE SI NPERTENCE EM I EE portanto a partir de À ESCOLA EE M E S P relações dinâmicas. S N E N I M P o texto lido? I I M E S E S S f. DadosS gerais dos EE SI N E IN 4. S onde M SI PE EE IN E E P S N P E EM N SI c. P textos científicos tendem a empregar linguaI M E S S nível de escolaridade E N I M M NP mascaraPE gem Sobjetiva eE impessoal que a intenção EM EM M EE ler livros? M EE II. a debater SI para começar EM SI EM EM PE Com que freqüência? Compra em bancas? Epartes? IN M E E S P M N E P P O leitor.PE PE IN compra? IN EM SI Lê revistas? EE Como Sas EM S N EE E P das estruturas dos gêneros. P M mais transparece Idos N M a. EM EE EE P M S N E P P I E M HABILIDADES N S d. é responsabilidade I I P M E S não tenha contato a escrita. vê TV? SI EM EM PE PE IN M E M do texto? E S E N N E P P d. E E S hostil às reflexões dos N E P P E I N M rá que a escola possa Poferecer aos I E estudantes PE IN o IN inclui a mediação S Sa NP M E N I S 3. compreende SI SI conteúdos não Pb. mate. pratica esportes? S N P E N E P S E N 3. Numa ciPE SI PE NP NP EM dade como compreendê-lo melhor. idade. visita P S I N M E I M S N E 1. A imposição M E E S N Envolver nesta investigação toda a comunidaE M SI PE M parte do N NP professor. comEa M inserção sócioEE EE E S S N P N P P I M valores da turma. IN IN conhecê-las. Você a Internet S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E a. Uso da Internet. suas E M EE produções I SI N S E I E P S P c. mas S P N EE ponto de vista a respeito ciência do P seu NP EM EM de um texto quantidade SI estão. E S ensino que Com SI EM PE IN base em pesquiM E PE o que os estudantes do M professor entre já são capaS E P IN sas que investigam o letramento. com que frequência? P S M SI N E P E M P N SI IN acessa? EM b. de modo coerente? M Ecassete EE Smúsicas? S texto lido N P NP e.M vídeos ou DVD M E S N N PE M de informação EE CR rooms SI SI NP E N d.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M A ESCOLA EE S ORGANIZAR PARA COMO DESENVOLVER ESTA HABILIDADE N COMO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M IMPLEMENTAR COM SUA TURMA S S N ESTE REFERENCIAL? SI EE EE SI EM EM P P M M E M E N E E P IN M M M AS CARACETRÍTICAS SI 1. É importante que SI M com SI EM consistente NP o professor EE possibilite P P E I E M Para desenvolver um trabalho E P P S E N E IN P ao expressar. identifica o idéia S tema e a E M M principal? SI V. PE é quase I N E E I M quem N São Paulo. vai a bibliotecas? N P EE PE SI EM acessa EM P IN M E E N VI.N N Aproximadamente. ao interagir com 5. pois permitiSIde idéias. publicamente. realiza viagens de férias? E S S S S N P E EE PARA AVALIAR O P SI ? NP EM PCRITÉRIOS IN M E b.Ppor M N EE I E M P I E EE S estudantes. de seus estilos e dos E I N M P P I P S III. escuta rádio? M E EM sintetiza Io SI SI EM N PE IN E4. apodera-se E M N M SI textos. para que Eatividades? IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 58 . E IN S N S sexo. P Hábitos culturais: costuma SI N E P P I PE M EE Por que EM E do autor.

S P P P de ensino. e redigem M EE possa E E S EM P textos para que a escola reunir informações para N P M que excedem as expectativas M M I E M E N E E S N P I P M I de acessar e para os diferentes E anos do E E EE S são asIN ciclo? conhecer quais capacidades S N P P P M I E S N N S N EE SI SI processar informações escritas que os estudantes EM NP SI P I M M E S P poder SIN M EE EM então. E dos verificar se todos estão aplicando EE NP os mesmos crité. fazer P todos possam linguagem esvidualmente para não comprometer osEM resultados. E S S N P E I S indiEM EM modo a M M IN atividade seja realizada orientando o planejamento permitir que É importante que Ede NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E de fato. de fato. o conteúdo do texto.SI M EM EE Quanto maior for o número de informações P I M E E P S N dos resultados. as aprendizagens consolidadas. sugerimos que a equipe escolar elalivros didáticos. IN o sistema IN de escrita para ler ou I E E S S N S P Pas sondagens são realizadas punho? EM que é importante seu SI IN IN M M revelam E S S M E P P b) quais estudantes pouca fluência registro. considerando os conhecimentos Este procedimento permitirá à equipe M EE S N E N N P I I I M M E S S S N Mestudantes. contos fábulas) para que os estuEM N E I P I E S E E S S E N P P M Pindicadores M bore.PEE IN uso da P E E N S N I P P N M E uma forma S ini.Realizar M N SI N N escritores. EE IN M M S S E P S E E M apontar. tente identificar: que não se crie nenhum N M EE INde garantir M SI E EM S E P EM M M E E E revelam não dominar o sistrangimento para asEcrianças. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E para ler o que escrevem e têm da M P N pouco Edomínio EM SI SI NP PE IN SI NP EE I P S SI escrita? N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 59 . equipe. para EE demonstram ter construído até PROPOSTA DE ENCAMINHAMENTO N M E E P P I M M M E E P N N E E EE avaliar para oSprosseguiDA DA EE PRIMEIRA P SI IN SI quais são NP suas condições EM FASE P P PE I S M N E N S M P DIAGNÓSTICA IN SI mento da aprendizagem de sua escolaridade EE SI SAVALIAÇÃO Pnas EE IN M P S EM N E diferentesM áreas do conhecimento. Em seguida proM P M N EEque rios PEna avaliação SI Eaberta EM EE IN maioresNP SI a equipePescolar N E E conseguir reunir. Antes da leitura permita que os estudantes E M E E N E E P I P P M S N N a reorientação PE Mse de Eobjetivos eN práticas conheçam oPE texto – lendo-o silenciosamente – M IN EE SI para indicar EM SI S N P I M I EE E E S prévios IN desejarem. sugestões EE M serão apresentadasEM IN P te. trechos EE EE M E P SI de NP SI P NP E I P I M N E S M N I esta S finalidade. a sondagem individualmente é SI crita como EE SI SI EE SI leitores eM NP P I P S tipo de conscialmente. fluentemenS d) Quais Nesta seção. Sugerimos que.M M EE E P M N PE EE M OS ESTUDANTES EM SI alguma M EM c) quais os estudantes que lêem com DIAGNOSTICAR OEE QUE N E I E M P E S E P E APRENDER fluência e que redigem com da esJÁ SABEM E O QUE M N IN NP PRECISAM EM algum domínio PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P crita? SI SI EM PE IN NP IN E I M S S N P os estudantes queSIlêem. jovens e adultos N Ea) quais estudantes EM que PE P P I P M E E E S N E N N P P P medida SIN M dominam tema aindaEnão SI redigir textos EM SI de próprio NÀ PE de escrita. serão ponha que respondam a uma questão sobre I S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E as chances de realizar um trabalho significativo. alguns da IN SI leiam em voz alta para algum professor IN que possam dantes M previamente. I M E E N S E I M E P M E avaliação S diagnóstica com EM Selecione textos (pequenas E realizar uma N NP Para notícias. como por exemplo na tabela que segue.

M E PE M IN E P E E S N mática a possível no EE P P E M M INum acontecimento EMdo texto S SI N P E N E I E I E E N EXEMPLO S possa ser S mundo da fábula DE UMA POSSÍVEL P real. 2. EE SI S N S E P M PE I mas M E E S N E E M SI NP E RECUPERAÇÃO PE M EM M EELOCALIZAÇÃO NP SI M N E I E M P I E EE S ENCAMINHAMENTO E P E S PROPOSTA DE DE INFORMAÇÃO N E P P E I N M P S N E PE IN IDA SI NP M E N I S DASEGUNDA FASE M S N I E P S E M S SI PE INquando a raposa M EE PE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 1. EE EE identificados. pensando que o sistema de escrita. IN PE pois euM minha saber quais são suas hipóteses.” que atuam no ciclo I e do regente da I E S E E S E S N E M E PE E SI P NP NP AsSdesgraças dos servem deMensinaSala de Apoio Pedagógico (SAP). passo sua E escrita para SI é interpretar M EM “Tu te E NP P P E I M E P P S N E P desceria. M A atividade exige SI EE a capacidade de aplicar EM a te. para os textos selecionados. verso. Epedir PE SI previno em EM P M M N E M I NP N E estrume M E dos colegas P I M de cigarra no de uma raposa. pág. S organize M N N N ra. quesS N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tões que envolvam os seguintes domínios de S S leiN N EE NP SI SI EM M P M COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO E SI tura: EM E SI E P E IN M E E S P M N E P P localização e recuperação a) de informação M N M SI EE PE IN IN EM SI EE que a cigarra P EM S S N EE E P (ler nas linhas): os leitores precisam buscar e re3. A raposa correu. Para os que jáEEM PE vizinhos I N E I N SI P N P S é preciso E M M SI SI sensatos. PROVA SI SI EM EM PE PARTIR M E SI E EM estudantes N E P P I M E Analisando o desempenho dos é DA MATRIZ M E S E N N E P P M M M E SI SI que a equipe N N PE in. tabelas P I M E S S E N M M M informações podem Eoferecer SI diversificar NP de diferentes portante de leitura. mas enganas. IN viu asas de cigarra no M grar segmentos do texto como M EE IN de. EE EE E S S N E P N P P I M que leiam textosSIpreviamente ensaiados S 2. um artifício. RelatePum M N EE acontecimento IN NP SI da fábula. 1: esfera – fábula SIN IN nível coletivo. construa PE EE IN EM uma matriz EE E P M S N E P P I M que tamrelacionar a esfera discursiva e o gênero a que percotidiano N S 4. o animal Eque possuía que é importante que IN P M EE E a cigarE EE S N N N P P P I I I E S emboscada. I M E E E S N E E SI NP NP EM NP argumentos para avaliar e Ijulgar as EM res constroem NP M P I I I M E E E S S S S E N P idéias REFLEXÃO PE SI NP EM PE do texto. Uma · Houve diferença de desempenho S nos Uma cigarra cantava I textos N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 60 .M M SI NP linhas): os leitores precisam P SI e inte. São Paulo.Iraposa N S E N N fase. Pode-se neste IN SI Nque IN PE cara.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M imaginou EE S querendo devorá-la.Mtradução direta do grego que os façam E N planejar atividades SI do de NeiIN EE (ESOPO M E conquistar maior S SI autonomia. Por preparou uma emboscada E I N M P P I P S N E S N N M cuperar informações explícitas no texto. é importante seguir E P I I P E S NP S S N I P I N M M Parada à vestigando a respeito do que sabem cada um dos S S voz e Npôs-se a admirar a sua SI sua frente. paraSIa raposa?M EM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E b) compreensão (ler entre as esta o leitor deve reS N e interpretação P M N M Para responder EE questão. Onde a cigarra cantava S E P M IN N M M M N PE SI EE chegou? EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N cigarra jogou a a raposa? 1. por isto resolveu SIN M EEque esta a SI NP E N P I I M E M S S N EM E E trás das linhas): os P c) reflexão (ler por leitoprevenir-se contra animais dessa espécie. EE a perto SI SI não estão EM Ptão PE alfabetizados. IN Mpossibilidades. para o qual a moral NP P I P M SI N S N E N ELABORADA A SI aplicada.M EE escolar. gráficos. IN IN PE M EE EE S S E P P N M M E . Um E P P M M E N N N EM EEesta lhe disse: SI EE importante EM fosse a SI cigarra. M EE EE NP SI E NP I M P P I M S · Os estudantes tiveram um desempenho meA IN cigarra e a formigaS E PE EE IN EM E P S M S N E E M P N gênero de texto? SI NP EM lhor emSIalgum M SI PE EE IN E E P S N M P E em uma árvore alta. duziu tenha devorado.180) N EM PE IN são algu. SI N E IN que envolvem localização e recusa. mento para homens decifram e apresentam pouco domínio.Moderna. Concluída esta in. nível EE EE importante SI tanto em SI N P E NP P I P M N S M quanto Sem PE dividual. tente interpretar M EE literária SI TEXTO E E N P E M M E SI N os resultados. que desejava ver de grupos relação aos estudantes M E M N N E P M M EE bela voz. selecione textos formatos – proM S N 2. Em P SI dizendoM EM EM P convidou-a a descer.. ao Sacreditares I S N M S E I S N E S que vi asas me relação às raposas desde momento ajuda do coordenador pedagógico. tratar-se de uma arrancou para que eles tenham ScondiM escola se M SI SI supondo SI NP E I EE ções de compreender EE M E S P uma folha e a jogou. IN M E N S SI N E I M P M S em queEM seja possível SI 3. EM PE M E M peração EE as condições EE SI N E P P P I PE M M EE E graus de complexidade. elabore.EE IN segmentos EE relacionar tanto lacionar vários do texto: como a cigarra E S EE SI P N P I E M M P N S estrume de P uma raposa. em IN S E Completas P IN Fábulas PE atividades IN permanentes M . EE SI Se N EE EM tencem os P SI textos selecionados os domínios de bém poderá ilustrar a moral N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P leitura que serão S avaliados.004. NP Organizar E E P P I M M M E de Smolka.PEE SI deduzirEinformações N S E I S P M M E S N PE implícitas. O que S SI em vários P N PE para enganar SI M – pois é muito imSI As questões EE listas.

levantar põem características de um mesmo 3. Finalizada esta quais SI EM de pensar PE etapa. antes M SI EM SI IN PE P IN de começar E E M S M E N S P escrevendo. EE SI EE SI Que gêEM comum P PE P M E M N leitura. Para tanto. SI M na cultura M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ORGANIZAR O TRABALHO COM ANEXO EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ESFERAS M DAS GÊNEROS ESCRITOS DE APOIO SI N IN M OS GÊNEROS EE IN M M SI S E P S E E M DISCURSIVAS PRIVILEGIADAS À LEITURA E Á PREPARAÇÃO OU E M E E N E E SI NP EM DOCUMENTAÇÃO NP PE NP DE TEXTOS PE M NAS ÁREAS DO ORAIS M M I E SI N E E SI DIFERENTES S N P M I EE E E AO LONGO E SI N S P P P CURRÍCULO DOS I M EE S N E N N P I I I M M E S a finali. quais são os gêneros selecionados pelo autor. EE PE Envolver-se IN P M I S N N E S N P M SI SI o descrito. Os itens que compõem uma lista podem os gêneros que os estudantes de cada ano do ciclo I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N N precisarão ler. EE o texto S M escritores N SI é necessário N N E com Como na escola. N N P EE oEM escritor iniciante precisa sentir-se 1. PE SI Ealgum EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 61 . SI EM PE de debates PE IN SI N E NP S N I N E M P I I SI S E ou exposições orais. os próum exame cuidadoso didático para listar INescrito NP EM do livro I M M E M S EM M EE EE EE são formadores. EM EM possí-PE da comunidade IN M E E S E EMconhe.M N que comIN P I N M I S S N E E S algo. M S N N E As atividades de envolvem pertório de textos a S serem usados.S cia das práticas N M E E P I M M M E P S de textos escrevem-se E PE leitura eINde EE Quais SIN em variados gêneros dosSIN na práticaINde produção EE PE textuais. organizados por áreas. Fei. concluída SI EM sugereM a análise do instrumento. o que contribui M para aEE P e qual o Seducador IN esses gêneros mais cada vez mais SI indicaP in. diferentes pedagóSI PE 4. é hora PE M M E EM N N E E P NP I elemento. I P SI guagem escrita I E I E S S S N PE SI é produto de sucessivas versões. I P continuar acolhido para necessário que a Sequipe escolar PE construa EE EE um re. ao planejamento de tivos. como N PEescolar. EEM a) aprendizagem as IN verticalmente de modo M de ensino de todas S EE e os objetivos S E P b) em esquemas ouM tabelas. em função de seus objeN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE fala. uma idéia bem mais precisa da diversiE P M M M E E N PE NP EE relacionados EE a que os M Permitem recapitular nomes dade IIE SI estudantes EM a um EEM NP do cicloNP IN P P SI de gêneros I E M E S E P N E N I P P E determinado assunto.IN S S M ANOS QUE E Muitos dos textos têm COMPÕEM OS CICLOS EE que produzimos S NP M EM EE DO ENSINO FUNDAMENTAL P I M E E P S e organizá-las N informações dade para E E de selecionar M P I M M N E E P S I E N E P E S N participarmos. os textos mais S SI indicados. que se Saprenfreqüentam as diferentes áreas pasM EE é um primeiro NP M E S I E PE P E E M textos produzidos EM S M E para organizar P Eos E PE com aNlinde escrevendo e discutindo so um trabalho produtivo IN M P E E S N PE I P P N M mais experientes. PE INáreas se N M EE EE os gêneros P NP listando IN em grupos.SIN N N I P P I N M M I S registro previstas. PE E diferença I P I E M S E E S N S E E N P P b) a pesquisa a respeito do nível SI SI EM PE de letramento IN NP ficcionais IN e não ficcionais? E I M S S N P S E em que a escola · Quais os encaminhamentos didáticos SIse insere. N – EM experiências EM didáticas SI N P I I M E E S S N P P EE com graus de complexidade crescente – que pro2. S I M P P I textuais mais Snam M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N · LISTAS freqüentes Os educadores teS M SI M em cada disciplina.domínio IN M M em todas. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M movam Mdiferentes se de reúP que os professores EE o prazer de escrever. de forma M mais produtiva. Levantar quais são os gêneros de texto que E S S N P E I M EM M IN A escrita é um procedimento. P da situação M que fujam N SI Não SI NP PE Aposta-se EE IN se deseja. IN NP E I M E M S E S E E rão assim. Esta deverá considerar: NP M EM EM M PE I IN seleção N E E E E S S M E E P M critério. SIESTE TRABALHO N na transformaEE é isso que I P S SI COMO REALIZAR N P I S M M N S N SI EE EM que issoPEE çãoMproduzida pela própria escrita e para SI EM E P M E P E qualquer levantamento é aconteça.S prios processos de Erevisão NP EM EM pois PE P P I P M E E E S N E N N P P acabam seu SIN to SI EM EM fazendo SI gêneros são NP PE usuário Samplie IN com queNo INisto. o natural quanto alguns aparecem M EE é M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M deixandoP de escrever. identificar podem estar S SI elementos SI expostos. M SI IN en.são S EE IN M P S EM N E do para conduzir este trabalho? serção dos estudantes letrada. à E uma M série de gêneros que dão neros acrescentar ou eliminar são decisões da equiN suporteSIà M EE NP E EM SI Esituações PE P M E E E SIpe escolar EM preparação de mais formais do uso da que seleciona.M P c) os objetivos das diferentes áreas do veis a partir da análise dos resultados? N P M M M I E E N E E S N P I P M I EE S cimento por ano em um trabalho deSpesquisa. frequentar IN gêneros é uma exigênM M permite que os coordenadores EE S M N E P I M tornem os EE E processos E professores sociais de linguagem: lêem-se e gicos Pe envolvi. Se a criança ou mais freqüentes em uma área do que em outra. ficará claro como determinados I E E S S P P dos padrões da escrita. EE S S M E P P o jovem sente sua imagem ameaçada.M M EE E P M N PE reunidas no diagnóstico EE EM SI EM a) as informações do M em prosa ou em verso? EEM N E I E M P E S E P P M M N E domínio de linguagem escrita · Houve de desempenho entre textos M N I N E pelos estudantes. EM P P PE S M N E I N S explícitos. considerandoSsuas possibilidades dePE ser dispostos: PE EE SI SI NP N SI N P M I I I M S hierárquico S ou não.

Como um texto. M P PE (oral ou modo procurando deixar em segundo plaum IN a necessidaP EE E EE S N N E N P P P I I I E S N S infor. com PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E tas horizontalmente nas S N linhas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S · ANOTAÇÕES N · RELATÓRIO S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M S S SI IN EE EE S EM a partir de EM P P É um gênero que apresenta informações de São pequenas sínteses construídas M M E M N N E P M M EE EE SIescrito).IN N PE resumo resulta M EE e o comentário SI NP E N P I I Me efeito en. NP M P I I I I M E E E S S S S E N P do autor.S M E as ligações de causa S de pequenas N a explicar E E EM P tina-se IndicaS passo a E passo. I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 62 . S EE SI P N P I M M P N P IN Pode articular-se ao S M resumo. Para S SI P N M SI a) corte S EE marcadores SI N E IN as palavras e expressões que se refetes. A combinação · ROTEIRO M EE INentre o PEE SI N S E I E S P M M E S na resenha. Podemos anotar M de de constituírem IN sugestão: M SI as opiniões SI NP EM I EE mações que consideramos EE M E S P a) apresentação do planejamento da atividade.EEM e) apreciação pessoal aspectos mais importantes NP EM I I P M E S S E P N lização NP EM da experiência. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE passados. deste relata precisa fazer M EE EE SI SI modo. certa exS S compartilhar E E P SI EM EM PE como PE IN M E Refere-se a acontecimentos dados M periência. através I M E E S N EE e mantém SI NP NP fidelidade EMao NP uma tre fatos e acontecimentos como realizar algo. estabelecendo progressão PE SI NP EM pensamento PE IN M E N S SI N E I M P M M é importanS um roteiro entre SI elas. seqüência de ações. usando apenas mais ima compreensão e fixação do E P P E N M P E PE IN IN deve-se isolar a S SI NP M Para elaborar E N I S portantes.no N de quem oSescreveu.EM P N EE M SI NP EM Expressa P M SI IN o julgamento E E deEE quem escreveu. apresentando EM descrições. Antes PE EE IN EM de elaborar EE EE P M S N E P P I E elaborado por te imaginarPcomo resolver S M algumas N IN Resumo E EM N questões: o que N SPincigher PE SI SI N EE finalidade? EM se quer fazer? P SI Marta Leonor Silva Pacheco Vieira ComPque N M E I SI N E P S I N M E I M S N E S M SI EE NP EM PE M I EE P E E S EM N · RELATO P P M I E N M E M I E S N P E N E P S N SI SI PE N PE PE M SI N SI N E I N I I M M E S Permite com os outros. devemos cruzar as informações disE I N M P P I P S N E S as disposN N M S·I COMENTÁRIO postas verticalmente nas EM colunas. usando de numeração. P I M E S S E N M M M SI NP não importantes EM PE M EE para a compreenM rem a detalhes EE EE SI N E P P P I PE M M EE E são de outras passagens. · TABELAS S N N N E P M P I I I E EE E S S Sb) substitua N N P P I E I M S outros mais S N alguns elementos por N EE NP SI SI EM M P M M gerais.INpoEE P EM P P E M P E Ndemos mostrar S N P N E I P I do as relações entre as diversas parM INresumir: PE S N autor. a) palavras – chave: termos significativos dos M E P S E P E M IN foi NP EM o desenvolvimento EM temas Stratados. mais curto os contribuindo para PE M EM diversos Ielementos. deve apresentar unidaum esquema claro.SUma um texto. Ele des. Há algumas formas I SI alunos. INP SI IN M PE S N M S I S N E EE I c) relato do desenvolvimento da S atividade. M NP SIções entre N E E M P I E EE S das informações E P E as informações S texto. significativas ou anotar E P P M M E N N M N EE do professor SI EE EM b)Mexpectativas ao SI passagens queSI revelam como as M EM em relação NP o autorPorganizou EE P P E I E E P S de tomarNnotas: N N E PE desempenho dos idéias. Permitem apresentar de maneira organizada E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P os elementos P dados que mantêm selecione apenas essenciais. diferentes M M SIrelações entre EE si. mantendo SI e setas. EE EEusar chaves EM texto. M EEÉ o texto. M S N I E P S E S SI EM impor-M de e deve-se PE IN Emais PE procurar observar os pontosMessencipalavra ou frase que traduz o elemento S E P M IN N M M N PE SI quisermos EE Se não ais do fidelidade ao pensamento tante. oIN original. N SI final: significado EE da rea. P I M d) em que da atividade IN E S M E E S E N E P PE EM SI PE Ndo NP EM diferente esperado? b) frases: pequenos resumos referentes aos PE I N E E I M N S SI P N S SI ou mais significativos. sem SI texto original EMobjetivo. ParaSIN PE IN IN EM EE P EM S S N EE E P ler uma tabela. quem N P NP P I P M EE N na existência daquilo S N E N I M P crer que conta. EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M · ESQUEMAS SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M · RESUMO S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Os esquemas permitem visualizar as articulaM E E S N E E M SI do que NP necessariamente.

que IN EE SI NP EM a importância EM de seSItrabalhar SI N P M I EEâmE E N estudantes S P P P momentos que antecedem a leitura integral de um já demonstram ter construído .M M EE E P M N PE a importância de se M EE M E-M SItrabalhar M E 3 Considerando Questões dissertativas sobre N E E I E M E P E S E P M E o momento de leitura integral escreva este M N IN NP EM de um texto.SConsiderando acessar e processar informações escritas. PARA O DA N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E E COMPETÊNCIA EE S N LEITORA E S N P P I P M I E S N N S N EE 4 . escreva EE sobre aEimportância Pde IN SI NP P P PE I S M N E N S N a utilização E M P do registro SI escrito para a classe. no I M EE S N E N N P I I I M M S S N E texto. PE EE ciclo II do EM escreva S SI Nensino M EM E P I M E E P S N do gêneE M a exploração da formatação P M Ncom a classe.Considerando SI SI ESCRITORA NO CICLO II DO EEM a importância de trabalhar NP SI P I M M S P IN M EE EM EE momentos ENSINO FUNDAMENTAL posteriores à leitura integral de um texS N M E E P P I M M M E E P S N E E se trabalhar EE com SIN M to. M EE I M M S S E P S E E M mações para conhecer quais são as capacidades de E M E E N E E P I P P M E S N N PE Mos 2 . N NP orienta P este EE EE M E P SI NP SI P N E I P I M II exer-IN N E S de todas as M N I S professores de os áreas do ciclo 5 Considerando o proposto neste documento. M a concepção M E E N S E I M E P M E escrevaSsobre a importância EM E Documento. PE Etexto I P I E M S E E S N S E N P EE a classe.IN P M cerem o papel de leitores N modelo para escreva SI sobre a importância de a escola reunir INseus alunos. SI melhoSI PE EE IN M P S EM N E 1 . sobre os benefícios de Ise SI a SI NP trabalharPcom EM NP IN E I M S S N P de palavras – chave S E identificação REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS SIpara a determinaEM EM IN PE ção de S M EDESENVOLVIMENTO E E EM P conceitos veiculados. sobre os benefícios de se trabalhar bito dos anos deste fundamental. EM E I P E S E E S S E N P P M infor. PE SI PE EE ser lido.Tendo em vista de leitura I que rar a compreensão do texto. EEM IN SI ro textualPa N EE I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S SAnotações N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 63 .

SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P A procura por educação formal deriva da muSegundo dados do Indicador Nacional de AlfabetisI I M E S E S S N P EE PE do perfil de mercado SI EM de trabalho. PE de analfabetos M E SI E EM N E P P I M E de agir apropriadamente em função dos protocolos 2002).prefeitura. Quase EE PE SI rudimentar EM P M M N E M em: da classe C I NP N E e 64 % . desde essa SI NP perspectiva. que Epassou a contar com 1. das E P I M 2008. resolver em 2004. S E P M IN N M M M a mudança do perfil N PE M SI a última década EE No Brasil. SI N E P P M N E E M SI3. um trabalhador capaz escolar de 2004).6 milhão. De acordo com o Inep/MEC (censo I N M P P I S N E S N de ler. S E P com trabalhe em equipe. EE I SI lização do N S S P N I E P S I S trabalho. elaborado M E E N S E M P IN Ação M SI buscam programas de escolaridade para tituto Paulo ONG EM NP Montenegro e pela S PE EE IN EEducati.9 % em E N N com crescimento de Pescolaridade SI ante.S Secretaria zados. NP P I PE M SIdente nãoINapenas N S N de modo a ser capaz E SI coisas e operar mas também no número absoluto SI S EM EM com números. As principais dificulum momento de expansão da educação formal em P M E M N SI N PE estão concentradas EM EE SI EE das mudanças PE EMentre pessoas SI dades das clastodos os níveis. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M em N SI PE IN M dos brasileiros se encontram EE Outros 38% M EE S SI N E E P P I M M M E nível básico Estes. De 5 ª a 8 ª séries doSIensino fundamental na EE M EE IN N S E I E P S P M M N PE 2003 para 2004 incremento PE ser um fundamentalS de empregabilidade.portaleducacao. a Educação de Jovens e Adultos EM PE SI E M S M E E N E E P 4. Disponível classes D e E. M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI ORIENTAÇÕES CURRICULARES: EM M E M M M EEPARA EE APRENDIZAGEM EXPECTATIVAS DE NP E P I P M EE E S N E N P P I I E S N N S SI SI NP A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) EM I M E S E P M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M EE P N SI 64 . E S NP N EM N informação enciclopédica como o conhecimento dos De 1ª a 4ª séries não foi regisE N M P I I I I M E E E S S S S E N P próprios consutrada na PE matrícula. M a ponto rior. é E A partir M P S I N E I M S N P história EE a instituição de um “alfabetismo pragmático”. PEde sete a 14 anos se IN M E S S E N M competitividade M M SI que precariamente NP de ainda quando se considera a EM PE M EE M truturação EE EE produtiva e a busca SI N E P P P I PE M produtivo EE E demanda de modelo com trabalhador que EM qualidade. IN PE E EMPREGABILIDADE IN M EE EE E S S N E P N P P I o referido conseguem S indicador. A globalização S EM IN de da economia e a reespulação encontra atendida. tura de modo que S a poMensino fundamental. e % INde Educação. mas PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE jornais e 48%. está Erelacionado com assistiu EE da estru-EM EE SI à universaEE P N P P I E M P N P produtiva PE INdo mercado IN Ne. revistas. E S E N N E P P M M E EM SI SI N N a realidade é bastante PE EMesmo de assim. Esse processo tem gerado aIN redução progresP N S M N E I E I N E M S E P S S pleno. M M I E S N P E N E S E Eescrever umas N SI SI que Ppermite à pessoa ler e tantas na porcentagem de analfabeto. de acordo com EDUCAÇÃO S E P de alfabetismo. D e E. o de atuarEE com de SI 1. dança Os trabamo Funcional pelo InsP IN 2005). que hoje é SI da produção e doIN NP EM procedimentos PEvariação significativaIN M E S SI N E M desenvoltura na EM P M S mo.9 IN Ao adulto M E E S N E P P P I M lhão de estudantes. SI SI São Paulo NPoutros 30IN IN PE 7% são analfabetos I S M S E S N S 3 3% são Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT). P E E (EJA) possuía. seguir instruções.IN M SI Pressupõe mação. a curva de analfabetismo ficou descenP M necessário” I E N (OSAKABE. S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M disponha de conhecimento tecnológico.sp. o Brasil testemunha M S E PE IN EE M E S P M N E exija uma pequena inferência.lhadores E P S M SI N E P I E Mda população brasileira P na faixaEM não perder N va. M EEprodução e EE e procedimentos SI consumo.SIN SI EM PE ler um texto IN IN M Eou S N S E P M PE I to. M E E S P M E P P imediatos.PEE ensino médio. Somente I E S M E E S E S N E PE EM 52% dizem ler SI PE NP NP EM 6% deles www.gov. EM cur. em consequ ência N E P P E I N M P P E PE IN IN de organização S SI do trabalho N M no mundo E N I S ses C. dura. apenas 26 % IN o emprego atual. M (FERRARO. e nas formas M S N I E P S E M S SI PE IN educação formal M EE PE O aumento de procura por e participação social.7 M EE indicador SI houve. avalie sua no segundo segmento do ensino fundamental e no IN crie soluções M para problemas SI EE M PE IN IN EM EM S própriaPação EE P S S N E E e esteja em contínuo processo de for. PEqual impede IN EM EE P M S N E PE P I E M normatividade estabelecida. de em especial Emunicar-se SI las na Educação EM SI EM EM PE IN Jovens eNAdultos. EM (Inaf 2006. Verificou-se também das matrícuS saiba coP S N E o aumento N I I M E N S propriedade. M N SI O que se do EE siva e substancial PE analfabetismo IN evidencia. nível de alfabetismo. consequentemente. M problemas práticos.6 milhões de matrículas. S M SI PE EE IN S E E P S N M educativa não caia Para que a ação P Esão plenamente alfabetide 15 a 64 anos N de idade SI no vazio. localizando uma informação explícita que Desde a década de 1990. vez Nna S pela primeira SI EE EM EM P M I E P E E S N fabetismo 1984) P – aquele EEM brasileira. ou “alda década de 1990. SIN EJA de de 5.IN E N P I M E escolaridade faltaria S S EM E miEM P sem tanto aquela % na matrícula.EEM A correlação entre relação ao ano EM e organização SI EE SI P N P I E M M P N S P de a escolaridade IN social nunca foi tão forte.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P M M E N M N EE EE EM SI SI M EM NP EE P P E I E M E P P N N E PE estão emM (Cidade).br usam computadores.

PEE P E N S E I P P N M E S M N SI que represenN N crença. isto implica a nova postura no que N E P P P I IN E E S N N S N P P EE · realizar manipulando textos refere ao ato de conhecer. contudo. SI NP EM para desenvolvimento E I M E E S EM P pela realização estar pessoal. assumido como esforço SI SI N EM EM SI estudos Eformais. · o exercício sistemático de análise da realidaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 65 . MA necessidade E S I PE P M E E M S M E P N E E PE e outros textos que fazem parte de sua crítica leva aEreconhecer aN necessidade do Itambém Mprofissão. SI deve permanecer NP PE comoIN EE de comIN a vida pessoal SI outra maneira EE tanto para P S SI para a ação social e M cimento de outro conteúdo e N P I S S IN concepção E EM M IN M S E E profissional.M tas. N P I I M E S S N P P EE descontextualizados sistemático e abrangente. SI diálogo com EE SI SI EE SI as referências NP P I P M S · conhecer da tam o saber constituído Porém.de modo N P M I I M I M S S S N há que se considerarem duas dimensões compleque os participantes possam compreender a realiE I EE M E S E P P M mentares: de E um as chamadas necesside transformá-la.S a organização P EE E S N N I P I N M M S planejando M S N N E SI monitorando a leitura. o que éo P N P SI etc. M M IN EE M EE que trazem EE SI de sua IN SI E E S E P P P M E matemáticos E S concreta N N N Em relação aos .). EE SI NP EM EM SI EM PE se siderando P M E E E SIda realidade EM os objetivos e a situação. em consequência de outra S E PE E P M M E P E N N E P M M N de homem e E de M sociedade. SI EM M INe auto-referidos.IN SI IN M EE IN M M S S E P S E E M de criar possibilidades de aquisição de conhecimentemática. gráficos. sabendo intervir e atuar de compreensão da realidade e alvo Sinstrumentos M N E S E S N N SI EE PE SI SI NP P contexto.vida IN M M EE S S M E P P · escrever o que precisa (avisos. seja M e o bem-PEE volvidos. de conhecimento. com o desenvolvimento social e inteI M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E lectual dos sujeitos EE envolvidos.) e N IN a elaboração de um I E E S S S P P social de acordo comSa I necessidade. A alfabetização. PE P P I P M E E E S N E N N P P esquemas. culturais. M SI E EM reconhecimento S E P EM M M M E E E escrita (sínteses. E P M M M E N PE NP EE e de forma EE no trabalho EE M ininterrupta. Contextualização e compreensão das S N M E E P P I M M M E E P S N N E EE Santos. Concluindo. livros. estão PEno sentido IN sobre ela EM EE dade e atuar EM SI S Mtrabalhar com EM tais como N E P P E I M E E P dades cotidianas de cálculo. nar conteúdos M tradicionais ou na submissão às IN for. para M EE N S E N P E I P I de sua vida. é preciso outra SI P NP E I P I M da re-IN cionamento N E S M N I S e uma concepção mundial de enfrentamento do sistema de representação alfabétiEM E I P E S E E S S E N P P M P M alidade que supõe um modelo de educação a fim co e ortográfico da língua escrita e da notação ma. documentos.M M EE E P M N PE M de . é fundamental resM N I N E P E I P E M S S SI tem a educação IN PE PE IN M e pontos PE saltar a EE sujeitos Sendesde o lugar de vista dos importância que escolar e S N N E P I N I E M S S N SI o alfabetismo. material-mente N E M P SI contra-se num SI SI PE se EE IN M P S EM N E torna possível a libertação do trabalho alienado e Entende-se por alfabetização oM processo pelo I M M E E N S E I E P M E M os sujeitos adquirem S E N NP degradante. SI SI de conhecimento. N EM lado. constante de reelaboração – para que se faça posI S M N S M E IN escrita. IN M EM E E S S M NP E E P E M E ·Eparticipar de situações em que predomina a de conceitos – entendidos como M P · a apreensão PE IN EE nesseEM EE P NP IN S N I M P P I oralidade escrita. EE formasEM EE sam interagir com outras SI diversas P P P M M M E N N além dos P experiência. realiza-se das SI habilidades EM so. bilhetes. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mestabele. seja IN EE M E N E E S N P I P M I E E Na opinião EE S N Freire a Seducação E APRENDIZAGEM de Paulo é toEXPECTATIVAS E N P P I P M I E S N N S N EE SI SI mada de consciência da condição de vida E em EM que NP SI P I M M S P IN M EE EM EE se encontra. P M M M social. da necessidade do diálogo não sigN E E E fichas. DENP JOVENS E ADULTOS I S EM N P P I S M N E S N I N E M P I I SI S E Saber usar a escrita significa: E S S N P E I M S EM M IN revistas. cativa exigências: EE SI EE sua ação.EEM NP de leitura. relatórios. Mas. contrastansimplesmente submetendo N E E M I E M E P S E P P EE Me problematizando-os M N E do-os com as evidências mento às demandas do mercado. fazendo anotações. desde o seu início M sível a Ebusca M SI E S E E A aprendizagem da permanente de conhecimentos. este IN N e aplicar recursos característicos M EE historicamente. da vida PE EE SI conhecimentos SI · a problematização NP NP SI . documentos · poder de uma e M EEeducaçãoEformadora NP ler jornais. para ordem EEqual do EE EE o conhecimento M P SI funNP isso. roteiros usar da SIN nifica SI novo método EM EM SI para ensiNP PE nas atividades IN etc. M a crítica a Etodas as formas em N sua só fazSsentido quanM IN EE SI tos e que NP EM SI promover S P I M I EE E E S N do se vincula S P P P produção de desigualdade e exclusão.se à lógica do ajustaEM SI E se aplicam os conceitos.de forma N P I M M I S S N S educandos nas dimensões sociais. registros. P IN P P SI · o desenvolvimento I E M E N S E N E N I P P textos que E efetivamente bre N os aosINP escrita e cálculo que os educandos posS SI se apresentam SI . SI EM impõe como P PE P M E M N E · avaliar escritos e leituras con· a ampliação da capacidade de interpretação N que se realiza.quando EE M . mesmo consiE M E E N E E P I P P M E de derada N N PE especificidade. aprendizagens EE PE SI IN a história humana enSI Segundo IMilton NP EM escolares P P PE S M N E N S momento em que. listas Ao contrário. carmas de divulgação e reprodução do fato midiático. preendê-lo. NP de forma que se SI M EM EE A ESPECIFICIDADE DA EDUCAÇÃO P I M E E P S sua participação N ampliem as possibilidades de e inE M P N PE SI EM EM PE EE IN SI N E E tervenção ativa no mundo em que vive. quadros. PE PE · usar procedimentos IN EE próprios da M SI escrita.participação político-cultural-social. resumos. podemos assumir que aP ação edu.

espaço. I N M P P I S N E S N IN M SI cultura. EM das atitudes formais Eou bem como tro. M S N I E P S E M S SI PE IN M forma ampla.PEE der o que é imediatamente sensível. seja M percebido como PE M EM área doINsaber EE SIgerado nessa N E E M P I E éticas e. para vida Iem Ea NP sociedade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E de Ciências E M tem como EE S quantidades.StransformaEM PE E M SI M E E N E E P I M P E E ção básicos para a consOs conhecimentos as S P – referenciais M as ciências. ponto central N O ensino S E N N volumes.M E IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 66 . calcuP M E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S de tos N . referentes envolvem quantidades de diversos tipos. um lado. cooperação e Prepúdio aEM ticularmente SI IN nas sociedades complexas. cozinhar com base IN receita. tra. saberes. balho. a política. consideram-se. SI S E N P E humanos para conhecimentos PE SI EM práticos. procurando atualizar-se EE da MaPE nas discusHá dois pontos centrais na natureza S E P M IN N M M M N PE SI dão suporte EE sõesEM científicas.Pbem entre EE com as EE da cultura SI pessoas. nosSIN acontecimentos mostrados abilidade dessas a resolução de PE N E E I M N SI P N I S I relacionam N à Ciência. de outro EE M E S P vida mais saudável. por P NP P I P M SIpectativas N S N E IN SI referências culturais dosSIeducandos. responsabilidade.do-se questões que a fruto da Iconstrução humana na sua N E P P E I NP M P S E temática PE IN de IN S o contexto NP M tante com E N I S escola se prepare para discutir essa natural. EM EM PE como núM EE M pos dePEvínculo EE SI N E P P I PE M EE a for. lugar. por SouEE mais amplos. meS S N conhecimento fundamental E SI ciência como EE Ecom SI do mundo EM EM P P para a compreensão e de suas transforxer dinheiro. E isto implica não cendência em contextos IN IN M e.IN EE educação SI sentido. P E SI conheci. EE transcenM PE IN IN EM SI tos de Psociedade.IN NP P P M N S apenas PEE M são E produtos sociais. por Eparte M SI projetar. das exP P E trabalhados M M INe temporalidades EM de tempo SI N P E N E S I E I E E N S educação escolar cabe refletir sobre Sampliar as de aprendizagem. do educando a respeito dos conceicidades M N ção. grandezas. A formulação das expectativas de aprendiM E P S E E supõe. P N palmente pelos problemas vivenciados samento ePE a NP EM EM SI pelo grupo IN M E M E S SI N E P P M M E (como. dos diversos 1 -Pela em atividades práticas que I M E S S E N M às formas de M SI NP espacial. social e cultural. tempo.). PE formas de produção das condições EE do saber IN SI NPde vida coletiEM P S I N M E I M S N e a compreensão Neste sentido. predileções e as múltiplas relações entre o individual e o coletiM E S E N N E P P M I M M E SI não nascem N PE sim M IN a cotidianidade e aS sua transEE como S mas vo. assim para os educandos interpretarem a complexa traI M E E E S E P IN Ee NP NP organização.a filosofia e aSética.Pa EMproblemas INmatemática M ambientais do EE EE E S S N E P N P P I M lugar emSque vivem). PE se estrutura a parSI NP EM Para tanto.EM P M a compreque permitam o questionamento tirSI de temas E e que permitem Mconteúdos S PE EE IN EE P M S N E PE P I E e cotidianas. temática que de N seu EE EE à necessidade SI EE P EM P P I E M P E Nensino: M S N P N E I P I N da consciência geográfica supõe S N A aquisição S SI P N PE SI M SI compreensão EE é necessária SI tiN E IN a de territorialidades. em grande parte Sformal. EE S E interação E faz-se necessário S cons. E P S S N EE E identidade. portanto.Eela as capa. M vências pessoais a percepção das ensão da realidade para além da cotidianidade e P N S M N E I E N I I N E M S E P S S N SI prático. É IN básico para o desenvolvimento do Spensamento IN SI Ne INci.elementos essenciais para uma de material em diferentes tipos M lar quantidades M SI SI mais práticos SI NP EM I EE trabalho etc. medidas. representações e identiEM ma de M NP M P I I I I E E E S S S S E N P privilegiam-se os conteúdos e dades. A EE SI participação N S E I E S P M M E S no fundamento de IN N PE mesmo educação escolar deve criar as N possibilidades M com ênfase EE princípio. a mobilidade social.tuição M PE de nossaS sociedade I N M S S N E EE I SI da ciência interessante buscar essa compreensão entífico. EE e princi. S a relevância ePE social. M IN NP NP matemática EM também EM zagem P I M que se almeja nos interesses do educande a indissociI E S M E E S E S N E P PE EM nos meios de SIduas dimensões: PE NP EM do.igualmente E P S M S N E P E M N peito. meros. economia. generalizar. EM N como suas Sproduções formas de valores. não apenas osEseus remédio. P SI IN EE trução do S conhecimento. bito da escola deve comSI permitir aos educandos EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A relação ciência-tecnologia-sociedade é S preender e atuar no mundo e que o conhecimento M E E S N E M SI incluinPE NP permeada porM temas de diversas ordens.salientando EM EM M reconhecenM científicaIN E SI E Erepresentações E P P M E do que os valores. conteúdos a EE va em diferentes épocas S na definição SI EE EM das M NP EM dos S P M I E P E E N noções históricas. são PEE EM EE SI P N I E M M P N Phistórico Isegue N IN M a plena A percepção doSfenômeno o PEE fundamentais para M social.SI conhecimento abstrato. M SI PE EE IN S E E P S N M compreendida como A Arte deve Eser preconceitosIN e discriminações. mas também o fato de que o aparece a matemática como E P P M M E N N M IN EE SI EE EM modo científico de Ppensar foi E central paraEM a consti. e entes geométricos. a história. consequ entemente. os Neste no âm. IN o raciocínio M E E S P M N E P P de abstrair. homem. IN de mundo: N M e natureza EE M NP artes.EEM comunicação queSse problemas da vida práticaSe a estruturação do penNP EM I I P M E S S E agilização do raciocínio. por Pexemplo. administrar um M M E M N E N E P M EE SI em uma SI EM aspecEM enfatizando-se PE PE mações. tais como PEe da ética. EE IN da política EM res. EM NP EE P E I M P P S N E P de nossaPEcultura. PE A ação educativa deve INtemas M E N S SI N E I M contínuo das vi. Trata-se de permitir a aquisi2 .Ecessos SI EM SI EM PE lógico. S SI NP E P I I M M E M S S N E E E P que a humanidade se constitui na História. medidas. verificar contas. codificações de inforS N N N E P M P I I I E E S S S N N PE mação de grupos SI com proPEmação.EM E produção da paisagem. À EE serem e. que se manifestam E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mostrar a na realização de ações da vida prática (por ex. SI NP sociais e sua interação EM N I I M E N S S E P M desenvolve da natureza. o sentido P IN e valores M E N S E N M P Mpercepção SI SI integridade.

pantes. nãoSobstante alguns discursos sobre eduNão faz sentidoPpensar que Eo EE PE M M E EMe de organização N N E E P NP I cação de trabalhadores de emretorna aos bancos escolares para aprender o que I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N a deveria como criança. Neste IN NP E I M E M S E S E E cação de adultos não pode ser considerada um proE P M M M E N PE NP EE EE EE M Na sociedade capitalista moderna ocorre cesso de um SI tempo perdido. amI M EE S N E N N P I I I M M E são aprendidos S S dos educandos. OEM das pessoas. M Npossibilidades SI EMcultural e PEeduEE IN SI ampliação N EE E do repertório artístico dos I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Transdisciplinaridade candos implica a expansão de sua capacidade de E S S N P E I S EM EM M IN expressão. N N corpo ou ao SI to mais que EEdeterminante SI SI de novas E da ciência. muito Mdomínio IN P M o tudo estético (produção. IN de vista SI NP e sua autonomia EE seus pontos I P S SI produz com a História. M EM E E S S M NP E E P M sa Todo adulto P o mundo deste PE modo.SIN EE indagação EMQuestões P PE P M E M N se reE da de maneira transdisciplinar e metodológica N (porque Inão M EE NP EM EM SI disciplina).SINe. Representa a possibilidade SI EM EM SIde realização NP como “a SI PE entendida IN IN I E E S S N S P P construção de um novo objeto. estreitamente e N E E I E M E P E S E P P E formas cada pessoa que ganham sentido em práticas Mao fazer artísticos N IN de compreender Ea N EMvida que M PE EM I P I E S E S N S E E N P P constitui em sua história. independentemente de sua escola. silêncio). E P E E M S M E N SI P é a indagação de um fato P de partida IN O ponto PE EE EE SI N S N I P P I N M M S que esta M S e. P e críticas. própria ação sensoriais E A na P E M imaginativas.EEM trabalhos se justificaria as pessoas IN em grupo. 2000. promover a S M objetiva da M dimen. material de tendênci.EEM NP de uma P IN P P SI de recuperação I E M E N S E P N E N I P P E dimensão brevalorização da aprendizagem época. M N E P P I M M E P S N E E PE múltiplas EE Um SIN lectual. 86). assim M IN EE SI cas (visual. Tal raciocínio sóPE presas afirmarem PE e dos EE SI importância SI ter aprendido NP das equipes N SI N P M I I I M S de ordem S S que me. S Ede PE P M E E E SI solve no interior nenhuma identificamEM N E P P P I IN E E S N N S N P P I problemas EE se as E necessidades O adulto. S o çoEM N SIesporte e sim. distando das simples interações com objetos SestétiI M M E E N E I M E P M E M S E E visto como N NP cos nem deM materiais (bibliografia. O conhecimento e aEEexperiência N tempo. S N E ações e resultados plia abrindo-lhe outras EE (tais recursos EMo repertório SI NP M EM E P I M E E P S Nde estudar). M EE dados às E S E EMpartici. procedicorporal e E teatral).M M EE E P M N PE M EE M ligado à apreciação EMe as capacidades SI e das M E mentos frutos da vivência mento estético. trabalho gem. arte implica o SI SI EM PE IN NP culturais IN diversas. também. p.EEposição E EE P SIpesNP algo que resulta de SI P NP E I P I M N E S que as pessoas M N I S quisa e experimentação. individual ouPE coletivamente. não é uma SI EM ou analiM criança nem raciocina IN e objetivos IN já produzidos. ao mesmo SI E EM são histórico-biológica E P EM M M E E E espaço para o desenvolvimento deste diálogo do indivíduo e do grupo que N E E EM está PE P P I P M E E E S N E N N P P N na perspectiva transdisciplinar. às N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S estéticas. perdem nos constitui realizar a dimensão humana M que se M plinas.S SI N de EM EM SI e se explicitam N P I I M E S S N P P EE conhecimentos práticos ridade. comunicação e M Eação.S humana. de poder conhemanifestações de exposiSI N PEde buscarEE P IN aos espaços P M Trata-se I S N N E S N P M SI fatos doIN SI ção e divulgação cer mundo material. à medida E SI didática SIN de mundo de natureza EEé trata. que P se descaracterizam N SI SI NP PE particulares EE o corpo. saber. quanto for o caso) e temas “naturais” com nasceriam. com metodologia de uma dimensão fundamental da existência humaM SI IN IN M M que na materialidade EE S S M E P P peculiar. convive. NP como Pplanos EM SI musical. candos Erealizado IN formas de aprendizaSI resulta Nde EM P P PE I S M N E N S N E M P condições SI apropriadas. não podendo ser considerado SI que inSI que exige PE EE como o resulIN M P S EM N E cluem ambiente de estudo (espaço. da arte) e das linguagens artístiEcontextualização Mestudo. Conhecer e usar N P I S M M N S N SI fundamental EE EE limitesEM EM para constituir um novo campo de conhecimento” seus e possibilidades. a eduSI M perante o educador. S I M I EE de E E S N mentos de S P P P verificação e acompanhamento a fruição orientada de manifestações artísticas.M P pressupondo compromisso dos funções sociais artes. PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 67 . aosEE apreciSI PE e explicar M M S M N E P I EE E estético E de arte. e. SI tempo. da vida de artes. aos artistas. é o eixo SI P E P M M E P E N N M EE (KUENZER. tais E E N E E P I P P M E S N N PE M de N atividade. divorciando os conheciPE SI Eda EE NP programação específica. A palavra M EE se compreendêssemos S E P M E dimensão é a da importância como máquinas acumuladoras de NP Minformação Eessa EM Me de lhor expressa P I IN M E E E E S S M E N E P M competitividade. S SI individual SI fora da M N do conheIN P I N M I S S E S IN M educando adulto cimento. formas de registro. Estudar éM um trabalho inteadores conhecimento dos edu. a partir da integração de diferentes discina: exatamente aquela física M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E como tais. NP M E S I E PE P M E E M S M E A Educação P N em consideração E a apreender E PE As ações educativas visam Física muiIleva M o avan-PEE P E E N S E N I P P N M Etecnologias. Apreciar e produzir E I M S S N P sentido. M SI EM SI deste campo IN PE NP de conhecimento. EE EM PE IN traz umaNexM EE E P Nvida IN S I M P P I Conhecimentos individuais e de e um aprendizado que o tornam Speriência M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N ações coletivas um igual S M sentido. EM a so. O esEM N E I P I E S E E S S E N P P fruição e po. SI o culto ao NP P I P M crítica social. estudar (e ensinar) S Neste é uma ação saber relacionado e EE M à variação das significações SI EM IN P reflexiva. E que exige tambémEE IN M do conhecimento IN M M S S E P S E E M de recursos de como fazer hipóteses.

É preciso IN Eoutras distinguir expectativas de aprende pessoas EM S EE SI P N P I E M M P N S como conhecimentos P IN dizagem.científicas. SI no mundo. e P2. voltada para formação pessoal e moral. E E participante P I M permanecendo no I E S M E E S E S N PE EE perspectiva EM das ações eduSI PE NP NP EM Uma mudança P de vo e apenas aí fazendo sentido. contrariamente SI tem vulgarizado. éSa definição EE de lei. ções que são. mas P N como servir S M N I E N I I N E M S E P S assumida N SI para a avaliação tanto S do reconhecida e EE sim circunstância PE IN SI NP EM pelos Mmento de referências P S I N E I M S N participantes do processo pedagógico). I NP N do processo. Por isso.M NP EM P M I E P E E S N feridoEpelos educandos. EE PE I IN EM EM S filosóficas. entendidas mundo vive. a partir P I M E S S E N I educador M E S NP um que decorre Edos O EM conhecimentos EM EM M M de dois EE como liderança Eeixos: SI NP E P P P I PE M EE E que contribuem diretamente nas ações da vida prá. de maneira uma pessoa deve considerar NP EM A ação pedagógica I I P M E S S E P M com autonomia em função de Sseus M IN interessa dualidades. de avaliar em função da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S térias que compõem o cotidiano do educando. entensimples motivador. Há uma gamaIN enorme de situações deSrealiza. As expectativas Edevem iluminar a or. em sociedade. o conhecimento EE M E S P lítica. M EE em queEM IN e ca. aSalfabetização I S N M E S N S áreas do covidade escolar. Critérios de seleção dasSexpectativas aprendizagem e e E P M IN N M M M N PE M aprendizagem SI EE como técnica de e de sua organização não ou método pedagógico maisNefiEE EE E SI EE P EM P P I E M P E Nciente ou M S N P N E I P I N estimulador. e outro que da absA relação com o conhecimento que se estabeS P S N representa a possibilidade E N I I M E N S S E P e do pensamento prónão é a de Etração SI lece entre EM SI EM descontextualizado. em sua M M E M N E N E P M M EE SI independentemente SI EM PE para a informação PEestabelecidas para o estudo. bem de eleque não significa posição constante e imutável.nhecimento. o trabalho coletivo na ação educaN E P P E I N M P S E PE IN IN SI ser entendido NP M tiva deve E N I S como princípio fundador da M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE da produção do conhecimento. Ide especialista. atuam transformando-o. E com sua PE e ex. NP um consulente M P I I I M E E E S S S S N P E movimento formati.EM S N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M tica. S N S SI P N PE SI M SI Defini-se EE SI N E IN expectativas de aprendizagem. de um repassador de informaI M E E E S N EE processos. IN M E M E S SI cada umIN E E P e necessidades. EM ções ou. EM PE IN PE INsempre asEE M EE E S S N E P N P P I I um processo coletivo.políticas e absorção seja IN prios das M SI lhe é indiferente. EM o sujeito PE IN e o conhecimento M E E S P M N E P P passiva de algo que atividadesNculturais. N P NP P I P M E N S N E N I M papel da educação escolar não se limita a ensinar I I M E S E S S E NP P E I M M E P S N como responsabilidade E e a escrita procedimentos e saberesEEda vida prática. Deve-se também terP boa definição. determiA leitura P SI EM IN M P PE as áreas IN M E S M S nados pelo contexto imediato das pessoas. as E necessidades de NP Eler PE as singularidades. EE ao que se EE que. SI EM N EE com o ouP P E I E M E P P S N E IN PE da ati-M Neste tro.EM vo. e historicidade. EM ma a que M SI PE EE IN S E E P S N M gem deve consubstanciar-se cotidianamente em P A educação deve ter como um de seus E N escolar P SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 68 . N SIum com o SI N EM as indagações IN NP I M M E S estabelecimento das expectativas de aprendizagem sim porque S SI buscamMrepostas para E E P SI EM função delas. de EE processo pedagógico S SI EE como do conhecimento EM au. política SI de uma liderança PE IN EM EE P M S N E PE P I E M ganização do Ecurrículo. culturais e políticas SI E EM P P um ser. NP NP organização EM NP dido como os mesmo. SI conteúdos. E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE o EM periência. Na SI Mo outro. EE P EM S S N E E P uma informação ou um modelo de conduta. práxis. mas a E I N M P P I P S E S IN N M N SAlgumas considerações são importantes para do processo uma pessoa queEM traz Eentre PEintelectual SI M SI M E E N E E P I M P E E das o que sabe apresenta S e o saber N que se lhe P N como a devida compreensão EE expectativas: EM M SI NP fruto da atividade produtiva P SI e do EEM 1. de currículo escolar. conhecimentos que IN não são SsimSI produzimos NP está no Icerne IN PE sentido. das IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S sociais.SIN S N S E P M PE I as áreas de conhecimento e que as práticas opção de uma forma de ensiM E E S N M EE SI PE e de agir M NP de aprender. para o lazer. não porque troquem saberes.PEE SI N S I E S P M M E S em seu percurso IN N PE ser a de um pacidades que E o não pode M aluno adquire EE S SI A função NP do educador N P I I M M E M S S N E E E P formativo na escola. Edevem tura informar as atividades de diversas manar.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ensinar a escrita. usando-a para o trabalho. ase a vida humana são E P P M M N N M N PE interação EE relacionamento SI EE EM sim como para o bom com produtos histórico-sociais. I N E E I M N S SI P N S as indiviSI N SI a formar EEque pos. P M M ses pressupõe a assunção de que mas compreS dos participantes.EM de atividades e métodos EE a de um articulador de ensino no ambiente masPsim Pdo SI NP IN M E N S SI N E I P M (liderança S e intelectual EM da escola.IN S dos sujeitos N S N acompanhamento dos fatos tomados individualmente. de fore todas e conhecimento N E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N A aprendizaSI IN possam atuar na sociedade. reconhecer que P P e educando aprendem M E M EE M educador IN SI N P E N E P S I E I E E N S tanto no S outro.como do currículo PE IN contribuição M E que se elabora em cada qual M formuladas.EEM cativas.NIsso é uma o ensino Sda leitura é Mtodas de responsabilidade de endendo dentro de EM PE I IN M política. M capacidades M S para fazerSIpoSI NP EM I EE Isto porque. Em palavras diretas.Iobjetivos N E N E P I P E S NP S S N I P I N M M saber escrita quer dizer ção intelectual que se realizam com base em relaS S e ser N ter condição de atuar SI M EE EE sociais. Trata-se. perpassando todas as plesmente cada EE incorporados PE SI EM individualmente por P M M N E M coleti.

conNP tos acumulados EMfundamental. P tanto do ponto como das prá.M E específica.a ação educativa deve ser feita supõe a difícil aprendizagem de organizar-se e atuE P M M M E N PE NP tendo P EE ar com M EE EE vista que sempre em se artiindependência. não há como IN M do movi-PEE P E E N S E I P P N M E finalidadeIN S M de ensino SI N N de transformá-lo. a sedições SI os quaisSpautam EM EMde interferir SI NP PE dos acontecimenIN na dinâmica IN I E E S S N S P P que os objetivos sejam leção dos E conteúdos. PE as expectativas EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E de Eaprendizagem como umSInível máximo ber as dificuldades encontradas M EE SI EEdurante o Ppercurso SI ou míniPE P M E M N E mo de aprendizagem desejada. E I M E M S E S E E Neste sentido . NP M E E PE P M E E M S M E como alguém P E separá-la E PE no mundo se que interpreta eN atua gógico. incorporação eE reajuste do N M P EE PE I conhecimento M EE E aluno incorporará P NP que cada IN S N I M P P I de modo os coPara tanto. Traz EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P longa (eIN M que a Sfinalidade última é todos educandos consigo uma história mais provavelmenM EE alcança. discutida e acordada entrePE SI EM E P M E P E N N P EEenvolvidos. devendo I M ser compreM I E M E E S S E N E S E P P P I M E E N N N dasSexpectativas mas como possibilidade PE EE como controle. no.SIN IN M M S E P S E E rem o nível aqui de etapa final do enside experiências. N P I S M N S EM N SI EE EM análise da realidade eM a problematização da vida · ser transparente. I P S SI valores que permitam o exercício sistemático de do grupo e dos educadores. IN e tos IN M M das aulas.PE P P I M E E E S N E N P P N IN cimento escolar relevante. N E M M IN M SI PEconcepções EM M EE do que P EE EE conhe. de ter Pdisciplina de SI estudo e trabalho. N E E I E M E P E S E P E aspecto fundanhecimento se faz de forma variada.participante eEE P I M E E E S S M E N conhecimento E P como PE uma EEM · vivência SI EE expressa em NP lada deste ou daquele PE o que Pse IN de valores: NP N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 69 . sua forma de organização e M SI alcançados e revistos. Nesta outro M N IN NP EM múltipla e PE EM mesmaSIdireção. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N nhecimentos trabalhados · compromisso: que S M SI M IN NP é mais que boa vontade. questionar. é fundamental ter em mente que os O adulto está inserido no mundo do trabalho I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP e das relações distribuídos conforme aP organização interpessoais de um modo dife. Sé SI EE SI no sentido NP P I P M S A definição do currículo se faz desde um conalimentar permanentemente a crítica e autocrítica.S de forma a permitir que junto de critérios e seja tenham N EM os participantes E EM con. A apresentação NP NP endidaPnão SI por itens N M I I I M S S de cada EEM descritivos se metodológicas. O resultado final da formativo. N EM Eserem SI N P I I M E E S S N P P EE que. S de de troca IN de experiências e de fortalecimento M EE faz por Erazões S P M conjunto. I P E M S E E S N E E N P se conformando individualizados.quando se consi· orientar as servindo de N E P P P I IN E E S N N S N P P I M EE dera cada aluno em Isto por.EE M SI apontada EM IN P documento M EE M E S E E P como um eixo pedagógico supõe a cons. laciona com a participação. SI N IN I N M M I S S N E E S · frequência a considerar das a frequência se reSI e participação: EM para além PE a formação PE corresponde M M E EM N N E E P NP I finalidades imediatas de uma etapa. Eesperar a manifestação modo queIN não se deve do NP M EM M iso.EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P E cula com ações anteriores e ações futuras. E a dinâmica S S M E P P exposição. o S que alizá-las. IN PE EM P IN E E M S M E N S P com o propósito de perceP IN 4. N EE SI NP EM EM SI EM ações pedagógicas. propor assumindoA Iavaliação é Sconstitutiva do processo M EE soluções. EM N E SI níveis intelectual. mento Sua SI em que vive EE e aprendizagem.S as decisões N M E E P I M M M E E P S as quais culos e E N N E E E de estabelecer EE M programas ePnão ticas não-escolares. Não se devem considerar · ser compartilhada. a avaliação supõe: Ssocial. O desenvolvimento cada atividade e nos diferentes espaços escolares.M colar não correspondem absolutamente à totalidaN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E A finalidade de dos conhecimentos N P dos conhecimentos. em NP situações Eescolares P P PE I S M N E N S desconsideradas. tante P M articulação I E S N N E S N P M SI das expectativas SI Aprendem-se da é a de iluminar muitas coisas importantes e significaSI PE apresentação IN M M EE S M N E P I M de vista pessoal EE E E pedagógicas e de elaboração de currítivas. SI SI 5. Por não devem ser SI SI ou graus Ide NP desenvolvimento PE E M P S EM N E isso mesmo.M M EE E P M N PE M competência EE M EM SI do co. constituindo um A avaliação deve: M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ambiente propício de E conceito e M M · considerar a situação e participação dos P N E SI eduSI à incorporação NP P E IN SI NP EE candos. os M SI EM SI concreta. SI EM de inM IN M E E E S S M NP E E P E M teração. considerar é que as expectativas de aprenSI SI NP EM à lógica PE IN de itens N NP mental Ia E I M S S P S A perspectiva transdisciplinar neste dizagem estabelecidas no âmbito da educação es. em e reflexões sobre o mundo M M I I E S S S IN M IN EE EE e sobre EE Spessoas. 1999 EE SI NP M EM EE Os conteúdos que a escola desenvolve P I M E E P S SOBREM N devem E M P M N PECONSIDERAÇÕES SI E Eeducandos PE noEE que os IN SI contribuirPpara N E desenvolvam A AVALIAÇÃO I S EM N PE P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E vas e mais complexas formas de compreender a E S S N P E I M S pedaEM M IN realidade. P I e valoresS das pessoas. não 3. conhecimenEte mais complexa) Mdenominado N EM PE PE EexterEE para que SIseguida. Portanto.M a aprendizagem é um intenso processo a cada momento doIN processo pedagógico. SI IN SI sociais. PE P M E E E SIação pedagógica EM é sempre único. de estabelecer tarefas SIa ação imediata EM e re. N P N I P M no possam. NPtinuar seus S P P P estudos.EEquadros EE EE M SI das NP SI P NP E I P I M N E S criança e M N I S daquele da etapas previstas para a EJA são complementares e rente do adolescente.03) S N M E (OLIVEIRA. sobre si mesmo as outras I M EE S N E N N P I I I M M E S S p.S régua e referências das decisões a tomadas SI sua particularidade.

EM EM P P ções individuais e coletivas. a avaliação é umaSação formatirealidade e de intervenção e participação social. de tarefas e de Sproduação. M E P S E E e criticamente M apren. soas de interpretação IN SI SI NP INda paração M PE das atividades I S N M S I S N E EE I Neste sentido. M M E M N E N E P M M EEfi. registros do trabalho e Icam: N S E N N autonomia de pensamento E P I I P E S NP S S N I P I N M M realizado. N produções N S N campo). PE PE e aquisição pesquisas (bibliográfica e de a IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S de trabalho.va e não mera IN NP NP EM verificação EM verificar. observação conde conhecimentos.tópicos SI de conhecimento: SI · produção EM desenvolvidos. é PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE de desenvolvimento do trabalho. P I M do sucesso ou do cumsistemática o que se I E S M E E S E S E P IN PEcondição EM primento EM PE Nde NP uma tarefa. respeito à diversidade. entre os quais S N SI EM PE IN se destaIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E Anotações PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M E SI NP EM M EE M EE EE SI NP E P P P I PE M M EE E S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S S N N EE NP SI SI EM M P M M E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE IN M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 70 . exercícios relativos aos lações. transparência nas reS SI leitura e Sreleitura IN EE EE colaboração e cooperação. planos e relatórios do processo pedagógico é o crescimento M nalidade S M SI SI SI NP EM I EE intelectual e a ampliação EE M E S P de variadas formas de expressão. deu e o sentido Sdessa aprendizagem.SI EM educativo NP EEque as pesP P E I E M E P P S N N ampliem sua capacidade E PE desenvolvidas. NP EM I I P M EE E S S E P P N M M Resumo elaborado por N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E Martha Sirlene da Silva Para pode-se IN S realizar e E P PE explicitarSa IN avaliaçãoEE M EE E S N E P N P P I M usar diferentes recursos. em E P P M M E N N M N EEdo processo SI EE daqueles EM tinuada de situações especial para SI que contribuam M e com.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E coletivos E Me individuais EE S atitudes solidárias.

SI P IN I E E SI N S P P M as aulas. há. por ouS IN EM no âmbito M não a EEM IN M S E E S E P de todos os educandos no espaço tro lado. NP EM PE IN M EE mecanismos M E N M S E SI do à demonstração I P N Para que a avaliação ilumine a compreensão da E dos de manutenP E M S M N SI PE PE IN PE EE EE SIde poder N N escola naINperspectiva da inclusão torna-se necesS ção das estruturas e de contradições enI P P M M S M S N N E SI mais eficientes M modelos considerados EE sário conhecer o conjunto de Prelações e inter-relatre Eos para SI EE SI P PE M E M N E P N ções que ali se Eestabelecem. devem ser contemplados. bem Icomo os aspectos e os indicadores O conceito de avaliação educacional aqui utiliN SI de EM IN M EM M S E S E E E P M avaliação sugeridos em documento da Secretaria M zado Pestá definido como Pum M por SOUSA E instru-EE N PE M N EE EE da aprendizagem M SI EM N aluno.inclusão PE escolar. IN P M SI a garantia da aprendizagemEE IN M IN M M S E P Converte-se então em um instrumento referen. todo um conjunto M de produções direciona. N çõesIN que permitam escolares deciS E M P aos agentes SI SI S PE EE (SME-DOT). P exercem P rituais e práticas pedagógicas. P NP IN S E N I M P P I Sdeveria M N E Quadro 1 . 46). E S Algumas constatações sobre I E PE P M E E M S M E brasileira. EM EM PE EE IN SI N Ecompromisso E I P S EM N P A constatação primordial é que o O tema avaliação tem sido muito explorado no P I S M N E N S N I N E M P I para todos I escolar nas últimas décadas. também. PEE I nas as que predomínio E S N N SI N P I EE SI N EM EM SI muitos aspectos N P Existem queEinfluenciam a diescolas. IN M Diretoria de Orientação Técnica dir sobre as intervenções e redirecionamentos P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E 2007 (p. SI Por um de que INava. tem-se S S M E P P M educacional enquanto EE M liar não E E A avaliação procedimenpode se restringir aos Elimites das relações M N E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N podePEauxiliar significativamente pedagógicas e tampouco àquelas que ocorrem ape. da P IN P P de Educação Especial do Ministério da Educação.quentaram IN M M a constatação EE lado. as dimense S constituir como um dos seus elementos. que P I M EE S N E N COM NECESSIDADES N P DE ALUNOS I I I M M E S S S N M E concretiza por meio de relações partilhadas EE SI NP M EE EDUCACIONAIS ESPECIAIS EEM P I M E P S N E M P e cooperativas N PE SI (2004. dão susEE que possam SI SI derrubar EE alternativas SI de baixa M NPpráticas avaP I P S N as diferenças individuao interesse conhecimentos EE em produzir INliativas que M SI desconsideram EM EM tentação S E P EM M M E E E N E EM para PE ais dos educandos e que não são utilizadas P queEE forneçam novos formatos para avaliar os proP I P M E E S N N N P N EE período em SI EM identificar aprenderam no NP EM o que S SI cessos de ensino e de aprendizagem. com uma E SI S E S S N educação de qualidade tem campo da educação P E I M S EM M desafiado IN M educacioEE a realidade NP os profissionais M de educação a pensar. a questão da avaliação educacional e outras mais dirigidas M IN ao discutirmos IN M EM E E S S M NP E E P E M M P avaliação No M liação da aprendizagem que EE educacional. SI a serviço mento do I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI E EM EM E M E REFERENCIAL SOBRE PE AVALIAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I M EE DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM S N N E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E M E S NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS E P N EE EM SI NP PE IN M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 71 . organizar e atuar com nal por inadmissíveis inN S E N I P P I N M E S M N N N SI dicadores truir qualidade de S ensino.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M P E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S formação e da cidadania e tem como finalidade P IN M MATERIAL EE EM DE PROFESSOR EE S N M E E P P I M M M E E P S N fornecer pedagógico informaN E EE M EE sobre o processo PE SI IN SI NP(cidade): SSecretaria E P P PE I M N E São Paulo de Educação. Assim.S 28 a 33 e 50 a 56) Eque M se fizerem necessários em face E N NP EE do projeto EE M E P SI NP SI P NP E I P I educativo definido coletivamente e compromeM N E S M N I S EM N E I P I E 28 A 33 E S E S S E PÁGINAS N P P tido com do M aluno.S S E E M E M E E N E E P I P P M AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA E S N pedacial de natureza N PE às definições M IN EE e de apoio SI NP EMDA INCLUSÃO EM SI S N P I M PERSPECTIVA ESCOLAR I EE se E E S N gógica. PE IN EE EEou do desempenho.EM to sistemático SI na SI NP EE IN SI NP E I P S SI N P I S compreensão dos fatores que favorecem ou nas da sala de aula. estão arrolados os âmbitos. garantir a aprendizagem e os procediM EE SI identificar N EM EMdos alunos SI bem como PE P M M E E E SImentos avaliativos N E N Psuas regras. p. I S N E N PE E I I S E P S S N P S sões. NP que fre. P E o objetivo E ainda marcada PE IN M de cons-PEE P E E planejar. encontramos referências afeitas à S I I M E S S N P P EE SI EM à avanâmica escolar e que. administrativa S P P e estrutural.

a IN M E S M S N E N P EE I já apresentadas explicações adicionais de sua vem sendo externada E pelos a partir das E P S M SI aprendizagem N E P E M P N SI o atendimento legislação que normatiza professores nos de formação. se configurar SI NP que pode E N P I I M M E M S S N E E E P sempenho escolar quando formas. P M da aprendiSI EM PE os alu.SI nossas escolas. quanto aluno. possibilita a Mà sua autonomia SI Ncuidar EM P S I N E I M S N P S M tomada da qualidade dePEE ne pessoal. E SI expressas por esses professores para iniciar a nossem. seja pela não SI EM os avanços PE dos alunos PE PE garantia de sua aprendizaIN M E S NP N EM N E N M P I I I são atitudinais. SI SIN EM NP P E I M M E P S E N E P com a garantia foram informações para respondê-las pais de São SIpreocupação EM IN selecionadas M PE PE Paulo. a avaliação da aprenN EE NP vem a avaliação SI SI EM M P M M E SI dizagem. contudo. deixar de reconhecer que E E P E IN M E E S P M N E P P M avaliação da os aspectos citados acima mantêm relação intrín. entre outros SI EE aspectos não identificados EM M de decisão e a melhoria IN EE P E E S EM N P P M I E N rotineiramente como acadêmicos? ensino. consideramos Neste texto selecionamos aspectos M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M S recorrentes S N pertinente reproduzir as questões mais educacional.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI E NP I S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI EM PE M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P IN M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI P IN M S E M M M E EM M EE M EE EE NP E P P P I PE M M EE E S que envolN N N E P fessores especializados.IN sa reflexão M na SI EE M PEaprendizagem IN IN EM S EE sobre S P S N EE São PEE E P I N M perspectiva da inclusão escolar desse alunado. S E E P S N M P E educacional especializado de alunos com bem como nas de proN visitas dePacompanhamento SI necessi. evoluem EM IN IN N M zado pelo S E P I S S N E E P S E nece subsídios P IN para se alimentar. bem como são eleE M SI M E E E E P I M P E E S N P aspectos relevantes o professor deverá dos mecanisEE IN EM M SI na identificação N NP mentos importantes EM • quais P S I E E EM S EE SI P N avaliar no processo de aprendizagem dos alunos mos que favorecem a exclusão dos alunos que apreP I E M M P N S P IN com necessidades educacionais M EE M EE necessidades IN SI N S especiais? sentam educacionais especiais1 em E I E P S P M M E S N N PE de várias M os conceitos EEcomo atribuir • referentes ao de.EEM IN EM do aprendizado EE P M S N E P P I E P S social e M mesmo tempo vência ou.zagem e agir PE no sentido de criar eEE IN M M E S consolidar prátiQuando a população de referência são E N N E P P M E M E EM SI SI N N necessidades educacionais P E EE garantam EE cas pedagógicas que todos à EM nos que apresentam esSIo direito de SI N P NP P I P M E N S N EE classes comuns educação Por isso. bem como expressa informações sobre as M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PEssas N PE questões nos remetem a repensar o proe a Enecessidade de PE M SIações em N SI N I Ndesenvolvimento I I M M E S S S E E cesso de avaliação inicial e processual regulações constantes. neste documento peciais matriculados nas municiSI EM de qualidade. seca na compreensão de como acontecem os proP P I S E S IN N N M EM PE SI elas:S cessos daNeducação escolar. Por isso. pois E ao em que forEesportiva IN ainda. ou seja. IN EM sobre a M SI PE EEmomentos IN palestras. I M E E E S S S S N P EE avaliação PE SI NP EM repertório PPor comportamental que lhes permiteSinteragir da aprendizagem compreendeIN M E N SI N E I M P M S SIa verificação com os participar das se efetivamente realiPE demais e EE atividades de convi. da higieao trabalho docente. quando vão constituindo gem ou pela interrupção de sua trajetória escolar.M EE IN SI EM N P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI PE N SI 72 .

foram declarados.E. S M EEvariações SIN IN M M S E P S E E M devem ser decididas a partir da identificação de suas de alunos declarados com necesEda. N E E o paradigma da avaliação não ficar a qual I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I ou dar Numa I ao “atendimento especializado em dúvida SI S E tre outros. P Nna rede regular E E P ciais. M P que lhe está sendo ensinado e Epara acontecem no cotidiano escolar. EE admi. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 73 . M M SI E EM 1. SI nal – Lei nº.SIN M que metodologia eEquais procedimentos são no S de serão SapresentaEE PE IN NP primeiramente P P PE I S M N E I N S a evolução das matrículas. EE PE SI SI cada aluno NP P condições próprias de (Hoffman. devem M tes de EE M no Brasil e no muniEM SI E ele ser rotulado ser M dades educacionais especiais N E E I E M E P E S E P P M M N E pelo menos.S P I I M E E S S N P P EE pre que a avaliação. IN garante. o debate de Eaprendizagem aluno e.394 (LDBEN/96). jogos pedagógicos Susada M N E S E S N N SI dentre outros. o atendimento escolar de alunos E P M M E N PE NP EE com necessidades EE especiaisEM EE M necessidades educacionais educacionais na pers. coordenador pedagógico.IN 77). dos. na escola. destes. o atendimento desses alunos introdutório ou mais concreN E P P P I IN E E S N N S N P P I demandar M meios especiais EE classe comum pode to. E No à avaliação. além SI no”. SI EM SI SI NP PE IN I E E S S N S P PA aprendizagem não tipo de deficiência. trezentos PE IN a 10. ou NP sistematização IN E I M S S N P previstos no seu processo S de escolaride situações de aprendizagem e de ensino que EE jetivos estão M SI EM IN P zação?SO M EE E E EM que.S na-se necessária S N N I P P I N M M M N E N E SI escolas ciais comuns das fissional S e da equipe S escolar. prioritariamente. educacionais especiais na Rede de Ensi. professor especializado e família. N e que materiais E M P nistrados eS equipamentos dos dados sobre comSI estão à SI PE EE IN M P S EM N E parando 1996 à realidade em início I de disposição? M encontrada M E E N S E I M E P M E M É preciso inserir mudanças S N NP 2007. I N PE E Paulo.condições N N EM no Brasil. torM EE N S E N P E I P I sete) alunos com necessidades a rápida intervenção desse proP educacionais EE E espe.volvendo SI M Tem como EM N E P P E I M E E P fessor alega que o aluno não está aprendendo. SI dia-aIN na ocasião. “não N parar para atender ao M contávamos EE inclusiva2. intérprete M EM E E S S M NP E E P M de coterferem no seu de escolarização.mudar EE 9. I S M N S E IN M EM M com M SI E S E E A avaliação inicial do repertório dos alunos Retomando. ou seja. equipamentos especiais EM IN EE adapta-EM Eaprendizagem P N IN S N I M P P I para promover a e partir das municação alternativa. e intensificado. PE na EE atuaçãoSIjunto EE M EE P NP SI P N E I P I M N E S M N I S aos alunos com necessidades educacionais espeSegundo dados da Secretaria Municipal de EM N E I P I E S E E S S E N P P I M P M mas a natureza e a extensão das Educação de São Paulo (SME-SP). 58. 90% apresentavam M SI deve ser considerada INdefiIN M M EE S S M E P P ciência auditiva e freqüentavam uma das cinco escomo resultado que depende única e exclusivamente M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E colas especiais do Pmas deve Eestar sendo P construída EM em julho EM do aluno.Spor exemplo.387 EM EE delas não M SI participa. SI NP sidades IN EM P N I P M do contexto aEque educacionais especiais matriculados M M I E S N S S M IN E EE EEvem subindo SI ano a INPestá submetido S P P P e quanto suas necessidades estão escolas regulares. quaisSobINaprenda. SI SI de cada EE SI NP P I P M S aluno e suas cepção de educação com INdisso. na IN última déca. foi promulgaEM Em 1996. enE I EE M E S E P P M M E Contudo.Sno Sistema Onidentifica que o aluno M P I S S IN E E da Secretaria M IN o começa a encontrar M S E E Line Municipal de Educação – EOL. a quantidade M N PE PE EE nas características EE de aprendizagem. 2005). preferencialmente. andiretor. não P for e instrutor E P PE processo EE de Libras. de ensicruelmente excludente. negando a premissa de ser desenvolvido. SI município. N P M M M I E N E E S N P I P M E EE S para melhor E portanto. 54. E três perguntas: O que se bem como Mcípio de São N da respondidas.EEM SI especiais Ie NPa avaliação P IN P P SI E M E N S E P N E N I P I sua aprendizagem é fundamental P da educação E processual S de pectiva inclusiva S SI requer que N a avaliaIN P I N M M I S S N E S da aprendizagem sua Pescolarização. NP Sà N P M I I M I M S S S N incapacidade dos mesmos. a sua ção tenha como princípios básiEE SI EM por isso PE para assegurar M M E EM N N E E P NP I não realização significaria subestimar as suas poscos e norteadores que: I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N sibilidades de aprender ou quedar-se a) a a INum processo PE IN crença na EEavaliação Sé SI NP compartilhado. qualquer uma dessas posturas é M EE educacionais NP E S I E PE P M E E M S M E E preferencialmente. se o os professores.M M EE E P M N PE e / ou excluído.ciais. de mais tempo para realizar N a atividade. pois IN P S SI deM 2007. de acesSIrepresentar N Ede EM SI a provisão N sua exclusão sem. EE SI requerer NP EM EM SI EM mais simples PEem material P M E E E SI EM No entanto. IN humano EM EE EE que todoSser EM pro. pois Eprecisar SI EE ele pode SI municipais EM nas classes P PE P M E M N E de São Paulo. I P I E M S E E S N S E E N I P P está esperando de referenciais teóricos e da análise SI EM que ele PE seja. N Paprende.. pelas U.S N M E E P P I M M M E E P E IN São Paulo. IN compreender P M I E S N N E S N P M SI professor? SI dros do M nejamento do atendimento de alunos com necessidades SI PE IN M EE S M N E P I M EE E Municipal E Como está se realizando seu ensino. obstáculos na realização das S E PE E P M M E P E N N E P M M N e oitenta e atividades ou percebe que SI SI atendimento PE(dez mil. SI N M E E P I M E E P N (2003) Sfaz o seguinte VASCONCELLOS alerta: Diretrizes eMBases da Educação NacioE M P M Nda a Lei de PE SI Esignifica E PEden. M EE S N E N N P I I I M M E S S quando M N E que se Prefere E sendo providas. ano. como SI EM que inM uma entre as variáveis IN material em IN Braille. pois é preciso descobrir as I EE M P E E N S E N P I P P N E M N SI sobre aScon.433M(um mil. o direito se “devo reprovar E S S P E I M S EM M ’empurradinha’” IN aosMalunos com necessidades espe. so ao currículo. NP P EEscola INquando oNprofessor E dia. quais Pconteúdos estão compondo o plaos meanSI N PE Todavia. quatrocentos S E P M E E E e trinta e P três) alunos necessidades é um suicídio pedagóEE N E autêntico E EM P P I P M E E E S N apresentando E N N P P N indicados pelas escolas como algum gico”EM (p.

1). É a alteração completa ou parcial M S N I E P S E M S SI PE IN M segmentos do corpo humano. 2006. comPresultante incapacidade N PE da criança M SIna. mesmo representação no grafismo ou no NP EM que sua EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M Mavalia. SI PEavaliar os alunos com SI N EM N I I M E N S S P na P classe comum tem. M N E I E M P I E EE S E P reflexões. isso. SI estiver EE IN E o mesmo sistemas. p. M EE A paralisia cerebral é classificada por EE EE SI SI N P NP P I P M N S o mús. EM SI EEfunção física. que E objetivando P I M potencialidades e necessidado por outras foram orientadas a ajudáI E S M E E S E S N E PE EM por ele e.IN O acesso aosPEestudos teóricos sobre desenho seja das outras crianças. por si só. As EM do coordenador PE do supervisor. PE com destaque I S N M S E I S N E I S terferem P no processo de ensino e de aprendizagem. S PE M EM é preciso M EE NP que o professor SIdesse alunado. ou P lesões queEEafetam quaisquer desses S da classe N comum Ee M o de apoio N peda.classe. físicas e gravi. eEM dos sistemas ósteo-articular. SI EM PE muito diferente IN M EE EE E S S N E P N P P I M ção. IN S EM IN ção. PE necessidades educacionais o desempenho das MEC/SEESP. não de S N SI é suficiente para a construção EM PE IN IN Mavaliação na EE SI S N S E P M PE I uma perspectiva da inclusão escolar PARA SABER MAIS SOBRE M E E S N E I E M NP edifique DEFICIÊNCIA FÍSICA. acadêmica. executar a mesma tarefa NP EM e da M I I P E S S E P N p. tema da N SI N E I NP I I M M E S ter posturas e realizar movimentos normais S S E P SI EE EM EM PE P1984. EE dentreEM EE intencionalidade. N SI o apare. segundo o(s) segmento(s) corporais SIN M SI Para que NP a prática E P I I M M E M S S N E E E alunos com necessidades P tipo de M alizar a permanência E dos afetados e No lesão ocorrida (www.. ou seja. de Mudanprometimento da abrangendo. EEM EE M S P um aluno nas condições descritas neste relato pode E P P M M E N N M N E trabalhos SI EE EM participar b) a avaliação contíde todosPE os em SI SI constitui-se M EMdesenvolvidos NP em processo EE P E I E M E P P S N N E PE nuo de análise das variáveis que para maisM IN SI SI e permanente NPos de natureza INin.doenças M M SI sempre que NP gógico especializado. P M I E N M E M I E S N P E N E P S E Epróxima parte N SI em manSI deste texto. exceto SI N E P P P I PE M EE para EM Ee estéticas para acompanhar o processo de escolarização e as que não produzam dificuldades S N N N E P M P I I I E S S S N N PE funções (BRASIL. do tônus EM NP PE EE IN existe aumento EM E P S M SI N E P E M P N SIpredomina IN Como a espasticidade EM muscular.dem N E M S P I S S N E E S as P orientações da SME-SP lesão do cérebro imaturo E to e respeitadas IN SI NP (. ser auxiliaM E PE S E M M N E M I NP N identificar E crianças.S S própria prática NP M bre sua E N I S na escola.PEE M EE SI N S E I E S P M E S N EM PE pedagógicaNpossa potencidadeEvariáveis. Pode. sobre as variáveis identificadas S S N SI EE EE barreiras para a aprendizagem SI EM EM P P como e a participaPÁGINAS 50 A 56 M M E M N E N E P M M EE SI o desenvolvimento SI social. Nessica definida por muitos autores SI assentadas PE EE como: uma desor. P considera-se.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 74 . PE bro.br Acesso em 2006). SI EM EM em atendimento IN M E E S P M N E P se mostrado mais significativa A deficiência física M N M SI se praticada NP refere-se EE nos hoM PE ao comprometiIN EM SI mento P EE aparelhoSIlocomotor P S N EE E rários coletivos.. MEC/SEESP. E N M P I I I I M E E E S S S S E que a avaliação N P fímendável inicial A paralisia cerebral PE e a processual esSI é um tipo de deficiência NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M S referencial tejam teórico.com. PE IN de memIN do aluno e/ou da educaN amputação outras Mque se espera EE ou ausência I SI ça daquilo N S S P N I E P S I S paralisia cerebral. M PE em al. M SI M E E N E E P I M P E E professores.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S finalidade conhecer N ************************************************ S E N Npara intervir..EEM IN EM em claro EE P M S N E P P I se sentido. isoladamente podem EM S EE proSI P N P I E M M P N S P de grauIN IN duzir quadros de limitações M envolvido. Quando IN M EE SI E S S E N P E PE mostra uma resistência SI EMmaior do M EM culo que o esperaP IN E E N S E N M P SI no movimento SI do passivo. N E P E I M P N E de um ou PE Imais IN A questão princi.. mas a mudança o comE P IN N M M M N PE SI ou seja. A lesão EMpara a Mdefeito ou S P I N E I M S N E rede de ensino. e da devido a um S do movimento M no âmbito EE IN postura E EM IN IN deste documen.PEE M a espástica sendo IN a mais comum. IN M E (BOBATH. recomendável e provoca debilitaS M SI EE NP pressu-PE cerebral não é progressiva EM o uso Sdos M I EE P E E EM N postos de Vygotsky sobreP a aprendizagem humação variável na coordenação da ação muscular. P N P P I E M P N S P condições.). de modo preventiE I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e/ou remediativo. individual E S soanálisesIN e ePcoletivamente. EEM escola família (BRASIL. Sacarretando EE PE palMnão é a mudança de técnica. com SI dos alunos PE e das condições NP NP EM lo emprestando des educacionais da a mão PE e não fazendo I N E E I M N S SI P N S SI Nproposta aos SI EE outros. contribuindo EM PE PE ção para gloIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S inserção de S e para o aprimoramento das instituiN N S N e M bal do aluno M SI adaptações. 9). membros com deformidade M E S S E N P I tomada de M M M S Nsobre A como EM PE procederM congênita M EE as deformidades EE decisões EE ou adquirida.E2006) EE SI especiais EM . de EE paradigma. com a participação da equipe esdo que compreende os PEE I N M P P I S N E S N IN SI colar.SI EE IN S E E P S N M P E guns grupos musculares e não em outros. SI E PE PE P em classes comuns I M educacionais especiais E S NP N EM N é recoentreamigos. muscular e o S nervoso. SI Pelas intervenções SI NP I EE ções de ensino. M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE tipos. com o lápis na mão. Pou em conjunto.

N M EE é que crianças M SI E EM cerebral S E P M M E E E acordo com suas possibilidades. S N E E P P I M M M E E P S N N E EE conceitos a troca EE proporcionando PE entre oPorganisSI IN membros superiores SI • Diparesia: NP quando Sos EM P PE I M N E N S E M IN o meio. EE A criança NP P I P M S e papéis de desempenha tarefas O que acontece comM paralisia INticipar. N IN M igualmente EE IN M M SI S E P S E E M É comum a criança muito dependente mostrarE M E E N E EE relações SI comportaNP EMinsegura Pnas NP PE NP e apresentar M se ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE M M I E SI N E E SI S N P M I EE E SI N mento de S P PE P birra em função das dificuldades normalPESSOASNCOM DEFICIÊNCIA FÍSICA I M EE S N E N P I I I M M E S S S N M E mente apresentadas EE pela família NP e por ela própria SI M EM EE Uma criança muito prejudicada P I M E E P S potencialidades. por EM pes. contudo.SI gosta de ser SI criança eSIa EE SI SI compreendida. Outras apresencar e ser feliz como qualquer outra. Isso SI Em relação P I I M E E S S N P P EE expressão e o registro pode ser um empecilho para o desenvolvimento da SI EM M IN de acordo IN com suas possibiM EM E E S S M NP E E P E M lidades. Mesmo há soM quando SI EM SI acarretar IN PE EM P INem atraso E E M S M E N S P do aluno com Pfica o registro Como mente o comprometimento motor.Strocar. conseqüentemente.M M EE E P M N PEinteração.tam SI S M com ou sem Eo E P P E I M E E P lápis e conseguem teclar computador soas. NP necessidade N SI N P M I I M I M S S S N adaptações para o uso do lápis. M de autonomia e de confiança para agir. A criança quer tanto em relação ao mundo físico como social. IN IN M M E S S M E P P grupo e com o conteúdo trabalhado. INcaminhosNou M as impede EM EE motor que EE vezes.EMmotoras que esta apresentar. NP A Epessoa com M I E M SI deficiência SI E N S E P P P I M E N N N Muitas de dade interagir. M IN EE S SI po é acometido. EM possibilitar SI N ela vividas. isto é. muitas E I EE M E S E P P M M um prejuízo do uso do Há N PE formas diferentes. S M N S E IN M E M SI E S E E realizar a escrita é o mesmo que o de qualquer ouE P M M M E N PE M NP EE tra. Sua participação apresentam atrasos ou dificuldades em EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P irá proporcionar-lhe ao SIN conseqüência do déficit e SI motor que EM EM SI interfere NP PE de pertencimento IN sentimento IN I E E S S N S P P garantindo. EE • Hemiparesia: SI NP apenasSum EM A colaboração derá sentir-se parte quando N P P I P M I E S N S P IN sua participação. PE INda parte doS corpo diferentes de M manipulação PE EE pois Dependendo daSlocalização SI S N N E P I N I E M S S afetada. os N SI LuizNP Cláudio é dependente Ele que foi subdivisões: M SImotoramente. SI demonstrar suas reais possibilidades. como Luiz Cláudio. físiinteligência sensório-motora M e. EE EM tipos apresentam E I P M E M E S E E P quer participar. N P M M M E N SI PE é fator EEM IN lado do corEE do grupo. brin-PE PE EE crianças SI apresentam SI de conviver. fundamental para pois precisa de podendo ser o lado direito ou o lado E N S P I M M S PE IN M EE EM EE um mediador para experimentarM e construir seus esquerdo. O M sensiti.PO SI criançaIN SI senvolver seu de rador e M formal. interação com o prejudica Eas M possíveis experiências da criança. poderão SI EM P E P M E P E N N P EE escolar. E M S E N NP metimento. assim. o prejuízo motor da EE M P E E N E N P I P P N M E quer parS M N N N deficiência intelectual. O ritmo deSIinteração M das no EE M EM E processo de cimento de deformidades articulares neste grupo de N E E M I E M E P S E P P EE M M N E e de execução de suas ações apresenta formas paralisia cerebral é comum. quando eles apresentam menor acoI M M E E N S E I M E P M de descobrir. há prejuízo no SIN PE EE EE SI N N I P P I N M M S nos membros M S N N E SI e na aquisição deficiência física desenvolvimento da cognição de EE SI EE SI EM P PE P M E M N E superiores? mecanismos culturais básicos. que precisam ser mediaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 75 . P EE permitirá que a criança com deficiência PE IN EE de de-EM EE P NP desenvolvimento IN o posterior S N I M P P I ca supere as dificuldades que a impedem do raciocínio opeSpara M N S E S N N PE SI EE desejo desta PEpotencial. pois só por meio da participação potetraparesia. M N I N E P E I P I E M S N PE e experimentação.M ser tratada parcela destas crianças apresenta déficits P da mesma N SI meio SI NP PE EE que. Smelhor I grupo. se IN SI N EE deve oferecer I P S SI ao sujeito sentimentos de seguranvo-sensoriais associados (visão e audição) N P I S M M N S N SI EE EE forem detectados EM ça. diparesia e hemiparesia. contudo. não e tratados a tempo. Uma M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E forma quePos outros. transformar o ambiente e se integrar é que ela • Tetraparesia: esEM N E I P I S E E S S E N P P M P M poderá tão comprometidos.NP e Só com oSIfortalecimento das apresentam melhor função do que os SI PE in. porque a dificuldade N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SIde manipular. é fundamental que a postura e as atitudes dos fisicamente é P também deficiente I P S EM N P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E professores e pais para com a criança conduzam a intelectual? E S S N P E I M S cresEM M um desenvolvimento IN saudável em que todos M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E Não existe P N E E relaçãoSIentre PE çam juntos. só que. aprender. EM explorar e controlar o ambiente N E P P P I IN E E S N N S N P P EE ao registro empobrece as experiências por SI N a EM do aluno. que através da sua feriores. EE de representação EE M o padrão ou modelo a inclusão de SI EM NPuma P IN P P SI Como possibilitar I EE E M E N S E P N E N I P P no grafismo ouPEno desenho pelasIN criança física na escola? S SI representados SI com deficiência IN M M IN S S N E E S I M demais crianças dependerá das possibilidades E E S E P P M M M E E N N E P física temEEnecessi. seja capaz agir EE EE M EEintencionalidade P SI soNP SI P NP E I P I M N E S quandoEos M quatro membros N I S bre.mo S EE membros I M P S EM N E potencialidades da criança. N de suas no P reconhecimento porE E M P M N SI EM PE EE IN SI N E EE tanto.

com M SI SI SI NP EM I EE representação da criança EE M E S P de pensar e agir de modo criativo e crítico. M EE IN EM EE EE P S N E P P I M adaptações são feitas M observando-se tentamos enquadrar as Ecrianças em N S Quando P N EE N a necessidaNP SI o prejuízo E está na relaSI SI que necessita N EE da pessoa EM de e a potencialidade P SI e padrões preestabelecidos. IN SI de se expressar. respeitando-as valorizar oN produto do aluno IN suas possibiP M EE E EE S N E N P P P I I I E S traçados N N S da como N sujeitos sociaisS e de direitos. perdendo quantidade P de e conseqüentemente umaM porcenEM EE M EE grande EE SI N E E P P P I PE M M E E necessária à concentração. SME. com M E S S E N P M M M E energia. S Não são todos O SI EE faz com o saber. ção exigidos Essas Leitura. I N E E I M N S SI P N S I apresentam M SI estimular atividades N EE e conflitos que S se nas diferentes sendo deve nas NP EM que o professor I I P M EE E S S E P P N M desde muito cedo” (SÃO PAULO. E P P M M E N N M N EE que ampliem SI EE o conteúdo. N quais predomine SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E emSque cada um para que os IN DOT. SI NP IN PE infantis I N M S E I S N E E I S criar. produzido da Ilíticas N S E N NOutras. muito distante M lidades. é que I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM oN professor passa a compreender aMnecessidade P IN E E S E N M P SI seu aluno. SME. capazes disformes. Projeto E I N M P P I P S E S para sua conIN N IN expecM adaptada e mobiliário escolar todaSForça ao 1M . diz claramente: “Trata-se de organizar um S N P M de leve a M EE INmode. M SI a necessidade NP rado é que vai indicar P Mas mesmas IN (. brincar e trabalhar em grupo.. mas M ções de atividades pelo EE com Igraus de complexiM aluno com EEpara a realização IN SI N S E E P S P M M E S N PE deficiência física. SI dos movimentos PE 2006). “o currículo às crianças que deficiente possa executar. ao estabelecer S suas EM especial PE E SI M E E N E E P I M P E E dição. dade diversos. elas PE fica. ritmos de aprendizagem. EM Organizar SI situações as Epossibimas do SI a compreensão M EM NP EE que quer P P E I M E P P S N N E PE lidades comunicar eM representar devem ser levados em S consideração. O PE IN IN na execução de S S NP ser asINmesmas M E I S O posicionamento adequado da sala devem para que M S N E P S E M S SI PE IN Se não houver M muda é a qualidade da resposta.PEE planejamento contemple E S EE siSI P N I E M M P N S P IN tuações didáticas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E para educação E M EE S o teclado adaptado. o espírito de equipe. A prescrição SI NP EM pela pessoa IN NP I M M E S a ver com apresentado e muitas vezes indisciplinada.) que EE dasS adapta.º Ano”. Todo necessidades uma das crianças. e EM de pessoas NP M I I I I M E E E S S S S E N P equipamentos que auxiliem no (SÃO PAULO.SIN M EE SI NP N P I I M E M S S N EM E E P O conceito de adaptação para o atendimento nos. I com diferentes M E E E S N E E aprofundem SI ampliem P NP NP seus conheEM NP criar consolidem. O grau da deficiência física.tativas. N com o documento SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 76 . com deficiência física é modificar. Assim. de Vale a pena reforçar que a colaboração é fator M E P S E P M M N E M I ter NP N para o sucesso E E importante P I M conviver. S SIo quadro motor E E P SI EMcrianças. do ficando atento às respostas apresentadas. Acreditar com M e com E S E N N E P P M I M M E SI ou não. ainda. de de uma criança que deI E S M E E S E S IN PE EE EM os problemas PE qualquer NPe buscar P NP EM iniciativa soluções para pende do outro S para executar atividade.rá condições Ide N corresponder às expectativas N EE NP S SI EM de adaptações professor. A pessoa com N deficiência Ptem condições E S N EM IN I M EE SI S N S E P M PE I ampliar suas possibilidades desde que o profesM E E S N E E SI NP Em relação EM ao uso sor Edemonstre atitudes de respeito e solidariedaPE M EM M NP de mobiliários SI M N E I E M P I E EE S E P E S de. públicas infantil. M idades. O “Programa ler para o M SIé necessário EE que umSIN P ”.M EM de funcionamento PE PE na potencialidade das IN E sua condição cognitivo. EE à prevenPE traz benefícios quanto qualquer atividade S E P M IN N M M M N PE SI viciosas EE de posturas ção da realicompreensão das peculiares dasEM EE EEe favorecimento EM SI EE características P N P P I E M P Nzação deM S N P N E I PE I Nde cada P atividades SI para qualquer pessoa. Círculo PE controle e na execuSI NP EM cimentos” PE IN de M E N S SI N E I M P M M S pela atividade. SIem sala de Em relação às atividades de EM Daí é capaz NP PE as intervenEE IN de planejar EM aula E P S M SI N E P E M P N para que novos SI conhecimentos IN EM ções necessárias M SI PE EE IN S E E P S N M P De acordo que orienta as poE sejam por ele apropriados. tornando esta criança desmotivada N SIfísica. As atividades desenvolvidas com as crianças N E P P E I N M I P E todas. E P PE possa colaborar IN M EE EE E S S N E P N P P I I M de objetivos sejam S atingidos. E favorecendo assim que estes alu. necessitarão E P I I P E S NP S S N I P I N M M pela Secretaria Municipal de Educação de ajuda a mão para S S São N E de outra pessoa que “emprestará” SI EE Eo SI deve propiciar EM EM P P Paulo. rá comprometido SI N se distrai..M NP EM os equipamentos PE M I P E E S N que pessoas com deficiência mentoEM de incapacidade é muitas P P E servem para M vezesINreforçado EE M todas as IN SI P E N E P S E I E E N S S do equipamento adaptado tem peloPprofessor. por exemplo. E EMsenti. O professor deverá M M E M N E N E P M M EE SI dentro das SI EM PE PE condições de aprendizagem. M P M M ou condição que necessite E SI formidade E SI E E P E IN M E E S P M N E Pe escreverE P específicas para ela. Io S N processo de inclusão ficaEMos pés sem IN aluno que apoio. sejam E I S N S P N I E S I S especiais ou não. no “Guia IN IN EM EM EE P EM S S N E E P profissional habilitado prescreva cadeira de rodas Planejamento do Professor Alfabetizador. sem dificuldades motoras. 2006). e N N PE EE adaptações Essas o Sacesso ao M EE desenvolver EE deficiência SI registro IqualificaSI vão proporcionar N P NP P P M EE N S N E N I M P currículo. DOT. Pode acontecer que a tagem de crianças aparentemente não apresentaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M criança com deficiência física possua alguma do S S de. de organizar pensamentos e idéias. N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E ção em que esta criança que vai usá-las.

FORMAÇÃO SDE SINAIS IN EE M linguísticos de uma línEE os critérios S E P P M M PE na sintaxe. IN dos sinais NP e pela organização Sdos E I M E M S E S E E mesmos nas estruturas frasais e no discurso. O PE EE EEvocabu. I M Secretaria E E N S E I M E P M do sinal E Técnica S (SME-DOT). IN IN no léxico. incluindo E PE níveis encontrados nas línguas umPEE Língua Brasileira de Sinais. Observou que sinais não eram imagens.PONTO I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E M E dos posteriores E incluíram traços não-manuais.1 . bem surda.SI PE INsobre a Língua I E E S SI DA LÍNGUA N S P P se seguiram outros. SI EM portanto M IN M EM E E S S M NP E E P E de modalidade M Assim como as línguas de sinais utilizadas nos são gestual-visual.sp. Apesar dessa diverE P M M M E N PE NP ambasPseguem EE EE orais. direde aprenE M P N PE expressão SI EM EM PEpela ção EE uma língua IN conhecida SI dizagem de N E E do olhar. xa estrutura interior. 14 a 17).NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI N P EE NP EM SI P I M IN E S E N S P I M M S PE IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E EE mas SIN MATERIAL DE PROFESSOR ças.EEM SI de surdos. pelas mãos. sinais pelasEE comunidades surdas em função das IN SI além dela. I S SI No entanto. possuem surgiram da interação entre atendem às N P I S M N S N M não ape. EE N E E E P P I P P M E E E S N E de Sinais N N P N Aos SILINGUÍSTICOS EM NP 1. um conjuntoS de SI que se movimentam N IN I N M M I S S N E E M noSespaço em corpo e articulam sinais em convencionais. movimentos como da boca. utilizaencontradas. SI NP M EM EE O estabelecimento de expectativas P I M E E P S N facial.1. isto é. EE de estruturação SI SI EE sublexical SI N P I P M S (moranças surdas. 1985).EEM gência. I P N E P I E M S M N PEde Sinais (Libras) PE Brasileira A Língua é utilizaquanto S às possibilidades de expressão. osEM EE M Diferentemente das línguas articula. por NcriIN sua aquisição M P E E S E N I P P I N M E sinal (anáS cri. N E P P P I IN E E S N N S N P P I pelos índios I EE da na floresta amazôniDivergem das Slínguas orais N EM EM SI Urubu-Kaapor N porque utilizam o S P I I M E E S S N P EE ca (Brito. dores tido de que Stêm um léxico. gramática. que se refere à orientação das das M M I E SI N E E SI S N P M I EE EDE PARTIDA E SI N mãos. EsIN IN M M EE S S M E P P sas línguas são diferentes umas das outras e indeM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das utilizadas Como toda S língua natural.SIN SI N N I P P I N M M S vivem em M N E SI a introdução da pelosS surdos que do lário de acordo com EE Brasil SIN EE cidades P SI de novos EMaumenta M PE P M E N E ondeM existem comunidades surdas. os mesmo princípios SI NP no senP IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P primáriosPsão E as mãos. NP E EM EMuma outraSlíngua PE P M E E E SInecessidades EM existe registro de de sinais.br) na formação de um sinal particular: configuração SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M das mãos. SI frente ao M PE e umaEE PE símbolos M M E nesse M N N E E P NP I determinadas localizações espaço. EM Stokoe. E N nas é ilimitada haver restrições M S E SI Nesse sentido. Disponível em: parâmetros que eram realizados simultaneamente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M www. em cana BRASILEIRA DE SINAIS M SI diferentes países. corpo e pela expressão facial.gov. SI com uma símbolos SI compleSI PE EE IN M P S EM N E SãoM Paulo (cidade): de Educação. Estu1 . Um quarto paE M E E N E E P SI palmas M NP EM NP PE N PE râmetro. mas. ainda pouco I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E A análise das propriedades formais revelou que maior parte das pessoas ouvintes exige uma apreE S S N P E I S EM EM M elas apresentam IN organização formal nos mesmos sentação que contemple os linguísticos da M Easpectos NP M E S I E PE P M E E M S M E P E faladas. EE Ee lhanças que as identificam como língua necessidades da comunidade SI EM e desejos P E P M M E P N E como uma P IN M EE por não M linguagem. P denominadas EE EM PEA IN M EE E P NP IN S N I M P P I diferentes países.nível M N N internaPdo N sua importância na Seducação de SI anças surdas. P línguas Eorais-auditivas I nesI N as línguas EMde sinais EM pendemIN NP P SIpessoas ePE NP algumasS semeE ses países.ASPECTOS EM estudos SI NP Ameri. apresenta regras que respondem linguística é recebida pelos olhos e proSinformação M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S pela formação duzida no pelo movimento do IN S M M espaço. localização e movimento.1 . N fonológico) e um nível gramatical EEcomo na cultura INloga ao nível M M SI EM EM S E P M M M E E E fossintático). EM S M a partir Sda EM N E P P E I M E E P de de gerar uma quantidade infinita de sentenNa Libras os sinais são formados P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S M M EE P N SI M ORIENTAÇÕES CURRICULARES: PROPOSIÇÃO EE M M E P E M E N PE M EE SI N NP DE EXPECTATIVAS DE E P I I APRENDIZAGEM E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S P M (LIBRAS) EEM IN LÍNGUA DE SINAIS EE BRASILEIRA M NP E S N P I P M I E EE S M EE P N SI N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 77 . 2008 EM Investigou a formação E de Orientação N NP Diretoria EE e definiu EE M E P SI três NP SI P NP E I P I M N E S M N I S (p. EM na capacidaEE EE gua genuína.portaleducacao. INP canal visual-espacial e não oral-auditivo.prefeitura. em 1960. foi S P P P acrescentado por Battison (1974). foi o primeiro pesquisador I M I E E E S S E N E S P P P I M E E N N a perceber que a Língua Sde Sinais IN PE EE SI SI NP NP S Americana N P M I I M I M S S atendia todos 1. EE PE IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N abstratos E M P complexos.

SIque EM com vários movimentos no espaço de SI mas M EM NP da datilologia EE (alfabeP P E I E M E P P S feitas pela N E N E sinalização (Klima to outras formas IN mão domiSI e Bellugi. movimento corporal e olhar. o corpo. SI N E P P P I PE M EE E se incorporar simultaneamente ao movimento ou EM ção para qual a palma da mão aponta S na produção N N N E P M P I I I E E S S S N N P PE I E I M expressão corporal. sucintamente. SI digital) ou NP 1979). SeEM um sinal for EE este texto S EE IN N S E I P S P M M E S N N PE se moveproduzido com mãos e ambas M EE SI SI NP as duas E N P I I M M E M S S N E E Emesma configuração.para criação IN NP EMde novosM EM mãos. S fechar. A incorporação. poS S N SI EE EE este lugar ser uma parte SI das línguas EM ou um esEM P P Diferentemente orais. PE. mes PE IN M E M E S SI em que o N E E P e Karnopp.SIpara PE IN NP da mão. E M P I I I I M E E E S S S S E N P E alternado – Condi.2 PE N N E P I I E S NP S S N I P I N M M terminado formato em um determinado lugar. podendo a mão SI sinal é articulado. os movimentos M S N E P S E M S SI PE IN M expressar a quantidade. ou pelas duas M E P S E P Eos sinais APRENDER MSÁBA. mas a Slocalização. para N I I M E N S S E M P para a esquerda ou para SI a frente. M EE EE de novos SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 78 . S N EM IN em alguns verbos. o movimento produzidos em lugares diferentes do corpo.Descreva. INP IN M PE I S M S S N E direita para EE I Existem processos bastante comuns S na Libras nante (mão os destros). N E P de apoio. ma e Bellugi. P M M tocar IN dros 2004). a P sobre a importância rem.PE Questões dissertativas sobre PEEM EM S S P N I E M M N P IN M figuração na formação dosSIsinais. E S E E S E N E M PE mas são EM mes de Iverbos Emeio SI configuração PE de mãos. aplica-se 3 . EM PE PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M A composição de dois sinais que se combinam.Escreva EM PE PE PE IN na educação M lização deve ser a Nmesma E S NP N EM N ou simétrica e o movigem da Libras de crianças surdas. NP NP e vice-versa por da mudança DO têm a mesma PE N E E I M N S SI P N I P S I em que M S N S EE dos no. PE M E S S E N M Pode também M M S NP das mãos · I orientação EM PE – a dire-M resulta em M EE EE das palmas EE um movimento contrário. numeral ou negação. S a Condição SI EE EM dois M EM de Dominância. se move EE apenas uma IN SI NP EM serve M P S I N E I M S no mínimo. M E E S N E E SI incorporaNP · movimento EM um Eargumento. 2001). O que deriva de noe IN exemplo.S para S P do sinal (para cima. a LiE P S E M S M E N M PE posEE EE bras tem regras que estabelecem combinações SI NP P P M I N M EE I E S entre osE parâmetros N N síveis e não possíveis E P S I I de con.IN 1.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I ECRIAÇÃO E M DE SINAIS EE S combinação do movimento das mãos comS um de.EEM no tipo de movimento. SI EM complexas PE vezes formadas PE ao corpo lavras são muitas pela paço em frente São consiIN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S seguintes N N S N adição de um prefixo ou S sufixo a uma línparâmetros: M derados os M SI raiz. elas devem ter a locada aprendizaSI 1 .EscrevaM EE IN EM EE P S N E PE P I E de sinais Ie M Mas se das mãos for diferente. EE IN M E E S P M N E P I envolvemEE ·P traços não-manuais S – expressão IN Resumo por M PE elaborado IN IN EMVieira EEM EM S EE Leonor P S S N E E P facial. E P M IN M M N EM direções PE SI EE tação permanecem osEM nuosas ou circulares em várias EE E EMe os traços SI e posições) EE não-manuais P N P P I E M P Ne o conjunto S N P N E I PE I I N mesmos. de S neutro. alguma parte do S N espaço SI corpo ou estar em Ium EM PE IN IN M EE S N S E P M PE I dando origem a um outro sinal. dobrar N de um numeral E P P E I M P S N E passiva. em que padendo do corpo M M E M N E N E P M M EE SI(Felipe. 1979). SPor P I M sinais.EM mento Pou SI NP PE deve ser simultâneo IN M E N S SI N E I M e a semelhança EM P M S ção 2 sobre a diferença SI de Simetria. Marta Silva Pincigher Pacheco I M P P IN S IN M línguas S EE em outras NP IN M S I Assim como de sinais. SI EM EM PE a direita).INora M dedos).S os movimentos E I configuração ativa. siPE a oriendirecionais no N espaço (em linhas retas. N E I I P M E S S E P IN o movimento dosSverbos (Qua· Localização – lugar no corpo NP EMrepete e encurta EM ou no espaço. aPE ativa. P NP P I P M SI N S N E N SI SI SI EM EM PE M E SI E EM de criação N E P P I M E 4 Escolha e explique um processo M E S E N N E P P M M M E SI SIsinais utilizado N N PE EE na Libras. PE M IN E P E E S N parâmetros na EE P P E Msimultaneamente M IN realizados EM que são SI N P E N E S I E I E E N S S formação de um sinal. ora dos pulsos. para N E baixo. A – envolve os movimentos interPE M EM M NP SI M N E I E M P I E EE E ou estender P E S os ção caracteriza-se pela mudança na nos dasIN mãos (abrir. EE curvas.1. entre orais. nas SI SI NP EM I EE EE M E S P guas de sinais frequentemente a raiz é enriquecida · configuração das mãos – refere-se às forE P P M M E N N M N pode ser EE e contornos SI EEdas mãos. P a configuração N as línguas S as línguas M N E E N I I N E M S E P S S e a outra N SI mão. no mesmo sinal (KliM de movimentos E I S N S S P N I E P S I S A incorporação daInegação.

açãoMeducativa. É sabido parte das culturas negras A requer uma EM S S S E que boa IN aplicação da Lei nº 10. M sentadas foram formuladas E I M S E E S E EM Esse movimento e dialógico de de E acordo com E E a Lei nº NP EM dialético M EM EM des. Mas oureflexão sobre alguns conceitos – como racismo. Seu conteúdo altera o art. 26-A S S N N E E M P M N SI SI de Diretrizes NP PE EE da EduIN SI NP da Lei nº 9. SIN EE EE EM de 20 P E P M M E P E N N negra supera A Lei Pnº 10.639/03 M E S E PE P no Brasil foi transmitida oral. filmes e textos para identificar a reprodução ou EEM racista e plural.639/03 eduEE é complexo. mas colonizado e civilizado N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E econômica e religiosamente por diversidade cultural presente na P S S N S M sala de aula e no cultural. ao instituir o conhecimento pulações africanas. que estabelece do enSI a obrigatoriedade EM NP EM e reconstruir SI S N PE dos educadores IN I E E S SI de história N S processo de reaprendizagem sosino e cultura afro-brasileiras e africanas P P I M S N N E I M M em toda bre cultura negra. como a valorização da corporeidade. cidadania. reM EM EE PE na identidade PE ne.PE P P I P E E E S N E possível P N N P construir só será após um IN 10.639/03.Nsociedade SI NP EM relaçõesMétnico-raciais Ibrasileira. da ção. da resistência das pessoas escravizadas não irá a discriminaS S S erradicar M N M O documento E EE SI NP M a construção E a sensibiEE o racismo.Diretoria de S Orientação da escrita. SI lização para N EE I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P e que contribuíram para libertação essérie de ações conjugadas certamente contribuiI de pessoas I SI S E E S S N P E I S vídeEM educador pode recorrer a rão para o fortalecimento E de anti-M cravizadas. num movimento E E E SIpara o nosso EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I propicia ras. PE devem E M M E contemplar essa de forma a inEIXOS CONCEITUAIS EM N N E P NP M M I E M E E SI SI E N E S E P P P M terferir de SI PE PE IN PE IN positivamente na auto-estima IN todos os EE S S N N S N P M I I I M grupos. PE SI NPmento das S P P I M EE S N E N N P I I I M M E Brasil. suas origens e contribuições N E N M M EE cotidiano Ee SI NP Eculturas SI EMhistórias africanas PE P M das e as e afro-brasileihistória. e de construção e redimensionamento curricular e S Mmais (in)tenso EE SI N EM rápidoEE SI o contato Emais N P I I M S S N P P Além disso.394 (Lei e Bases EE tre outros. política. Mas unidades SI EM as questões SI IN pigmentoPE direciona N EM P I E E M S M E N S P para outras reflexões por cráticas e pode contribuir cacionais para a proposição de P PE atividades EE EErelevan. dasIN negras transEE se tonifica. cotidiano e particularmente E S E E E P M M P E N PE EM –.SIN SI N N I P P I N M M S do respeito M à diversidade. IN P I N M I S S N E Os conteúdos escolares E sas de matrizes africanas. EM uma educação IN M NP etc.do o mais M comunidade EE –. SI presentes N E NP tras linguagens estão P I I N P N I S S N I M P S M N M S SI EE IN SI M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S N SI SI M M EE P N SI M E EE CURRICULARES: EE ORIENTAÇÕES PE EM P P M M N E N N M SI EE EE SI SI NP P P I M EE DE APRENDIZAGEM PARA S N N EXPECTATIVAS E P I I E M S S N M SI EE NP EM E I P M E E S APEEDUCAÇÃO E EM P N ÉTNICO-RACIAL EM SI NP IN PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 79 . da arte e M Paulo (cidade): EE EM EE N M E E P P I M M M E E P N N E Educação. posentre africanos e afro-brasileiros. salientando a importância EE SI EM do conM IN reconheça IN M E e sua diversidade E E S S M NP E sibilita que o Brasil se como um país contexto cultural. M M E pela tradição N M E N E M P I I M ações afirmativas. Pdando M E SI N SI P N E I P I de resistência vivido pela comunidade M étnicoIN do processo de construção de a temática N E S saberes sobre M N I S EM E I P E S E E S S E N P P I negraSbrasileira. 2008 A N escola pode E M P trabalhar SI com questões SI SI PE EE IN o passado das pessoas M das para positivar negras P S EM N E I M M E E N S E I M E P M M S de um processo Eafricanas escravizadas exemplos Este N NP PE é resultado EE PE documento EEno Brasil.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M E EE EM N P P M I E N S N EE SI EM NP SI P I M M E S P São Secretaria de SIN gra.EEraça. mas tem como objetivo P I M mediante do sincretismo religioso. enfatizarSa importância tes no tocante aos conhecimentos das diversas poN N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M A Lei nº 10. E P E E PE IN M P E E N S E N I P P N E negra na sobre As orientações curriculares e S de não NP SIexpectativas EM I P SI INa participação EM de estereótipos IN E S S E S N P aprendizagem sobre apre. O S M E I E PE P E E M S M os. das SIN M escolarSIe M S E P famoso o Quilombo de Palmares da segmentos E E E M N EM PEem especial do movimento social PE Enegro EE SI o reconhecimedidas tomadas na atualidade para NP tos sociais EM N P N I P M M M I I E S N E S M IN EE no EE terras remanescentes de quilombos de São SPaulo. de dezembro SI de 1996. seja EE cana e afro-brasileira) se fortifica.639/03. I P S SI N P I S M M N M Observa-se S que o tratamento da Eidentidade cação Nacional). da formação dos quilombos racial em conjunção dialógica com N vários setores M – senM NP I de movimen. M SIessa diversidade EM é vista EEM NP P IN P PE S crianças N I E M E N S E P N E I P e revista dessa mitida no meio ou em comunidades religioP a partir Ee por intermédio S SI SI familiarM N Lei. escolares ensino SI os valores P PE M culturais típicos da EE M nos currículos EM a rede de S EE M N E E E P P IN I M E E E P como modo de conceber o mundo. E E P S N E M P M M N PE SI PEuma formação EE o temaEE IN que com das irmandades ligadas à Igreja Católica étnico-racial. E E E S S N PE auto-estima. S SI EM PE pluralidade. enpública ou privada. E P E M EM EE PEà quistado IN o respeito M NP Tratar de E EEracial implica P NP identidade S por brancos. EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N voltaS Técnica (SME-DOT). estéticos. SI M das crianças em geral IN NP A identidade negra (afriE I M E M S africanos e afro-brasileiros.

No entanto. EM NP PE EE IN EM para E P S M SI N E P I E Mindependente de sua P N nossas crianças. N entre osEM S M N I N I I N E M S E P S S N SI e mulheres que M em. S o intento S é de que esta reflexão seja ção P da diáspora africana. EE DesseEM EE a humanidade EM SI P N P P I E M P N S P o conceito PE IN IN N de afro-brasileiro modo. O afro-brasileiro M S S N E E E P ços uma teoria-metodológica calcada na práxis do racial. E I P I I P E S NP S S N I P I N M M vo e verdadeiro do papel de um e de outro na oralidade étnico-racial. ao com base na idéia de M E P S E E M IN NP NP EM E CONCEITOS EM superior P I M e inferior. uma pátria. SI não somente NP NP EM NP do ver-ouvir-agir e do falar enquanto caracterizado masEtamEM saber-fazer. uma M revisão EE de negro.PEE SI de diversas N S E I E S P M M S de uma identidade IN N PE PE com esfor. OSIconceito de afrodescendente PE de conhecimentos viNP EM bém pela PE IN M E N S SI N E I M P M S proposta venciados noEcotidiano. marcada I M E E E S N EE pelo fenótipo. S I S N M S I S N Elongo da história. NP M P I I I I M E E S S S S E N P instrumentos de transmissão cultura. nário nacional negro M S N I E P S E M S SI PE IN M cada de 1970. M SI Joseph Ki-Zerbo NP Amadou Hampate Bâ. O E P S I N M E I M S N E basam o nosso conhecimento serviu. P M SI Frei.cional.EE INe reivindica E e Paulo que elabora uma nação.SIO M EE E N E P N P P I está relacionado na Ambos estãoPEpresentes EM desde S os conceitos SI com as exclusões existentes EM IN IN M E ten. N S S P N I E P S I S década de 1970 e difundido S EM IN Para cidadã como um esna nos anos de 1980 PE se pensar a escola E IN M S S E N P M M M paçoSIde vivências pela das questões em EM PE possibili-M pelos estudiosos IN EE étnico-raciais EE sociais Snorteado EE N EM E P P P I PE M M E E dade de construção de uma convivência democrátifunção da revisão feita ao conceito de raça na conS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M ca.brir Ne e novas Racismo é um tipo de ideologia que tem M M SI SI novos cenários SI NP EM I EE do para a manutenção EE M E S P históricas.SI EM N EE P P E I E M E P P S N E IN PE rações e de outros. PE que possam M E SI E EM N E P P I M E debruçar sobre o complexo trinômio da descobermas correlatas que ocorreu em Durban (África do M E S E N N E P P M M M E SI possam SI de 2001. rica importante para o País – mas.SIN S N S E P M PE I sociedade. ancestralidade. mais M diversos da P popula. propiciando um S EE é um dos PE Por isso. imdo status quo. IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S realidades S N culturais N S servi. uma EE P EM S S N E E P mudança da educação paulistana está embasada situação sóciocultural e com viés identitáE I N M P P I P S N E S e pedagoN IN M SI conceito M nas idéias de sociais rio. negras que N constituíram e conduziram além M EE étnica. O afro-brasileiro está S N N EE NP SI SI EMeducacional. resistência entre outros –. simbólico eE político para esses termos. práticas científicas e educacionais.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 80 . na medida em que possamos P E processos de distinções existentes entre SI os indiví. mas de maneira difusa. S S sociN SI EE EEdar sustentação às novas SI EM na área EM P P edade. a difuP I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S revelar uma das características do racismo: a casão e a popularidade dá-se com a retomada no ceN E P P E I N M P S E no final da PE INdéIN SI de negar NP do movimento M pacidade E N I S o direito essencial da pessoa. origem ét-EM O conceito de discriminaçãoSestá vinculado IN M PE aos SI EE IN S E E P S N M nico-racial e IN social. o racismo o de ser humana. diferente sinal cultuE P M IN N M M E I N P EM EE graves S mais crimes contra e os diral. é necessário conhecer essa diversidadeS e os ferência da Unesco.EE E M IN EM aos interesses SI N P E N E S I E I E E N Portanto. M EE EE Sul) no ano SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P conceber os desafios colocados pelo movimento I I M E S E S S N P EE social e históPE DISCRIMINAÇÃO SI EM EM uma nova negro como P IN experiência M E E N S E N M P SI SI sobretudo. tendo-se em vista características femeados do século XX.tes de africanos EE de homens PE e por documentos IN nas diversas partes SI NP do mundo. P proposta teórico-metodológica A do portanM N rio de nascimento M SI EE para a PE IN IN E EM SI to. para intervenções M M E M N E N E P M EE SI SI EM descoEM PE prontos E PE os professores devem estar para educacional. nessas S SI EE EM con. PE NP NP EM hierarquização da PE I N E E I M N S SI P N S M SI NE SI EE não tem nenhuma associação com a AFRO-BRASILEIRO NP EM “Raça” M I I P EE E S S E P P N M M Eos conceitos que buscaram reforço na N biologia ou SI IN M EE AFRODESCENDENTE M EE S SI seleção natural NP E E P P I M M M E das de S N conceito E E “raça” SIN E P PEespécies. determinante para se legitimar a TERMOS I E S M E E S E S N E PE EM SI humanidade. O racismo estrutuIN SI na subalternização NP IN M PE futuras. EE I S rou-se. inclusive na conferência NP P I P M SI N S N E N SI um convite para contra e outras forSI a xenofobia SI aos professores EM se mundial EM o racismo. dições. M E E S N EE SI PE M NP EM notípicas e pigmentocráticas. pela história silenciada articulações eEE negociações descendenP pela memória. enquanto construtores do País. baseado na E P P M M N N M N PE determinados EE SI EE EM buídos da ética da responsabilidade com exclusão e na supremacia de grupos SI M as ge. Essa pauta-se pela é filho da globalização e também de EM M SI PE do contexto EE IN EE P M S N E PE P I experiência. M educativas re – nas práticas identidade M entidades EE IN na. SI E N P I I M é alguém S M E pela cor. marcando. E S EE um SI P N P I E M M P N S portanto uma P IN estado. um continente. foi popularizado M EE I SI reitos humanos. Para tanto. O de afro-brasileiro desta Smaneira faz EM PE diversos Ecientistas E SI M E N E E P I M P E E gos – dentre os quais Cheikh Anta na medida em S N citamosEM Pao conceito N Diop. M P M M a negaram que na política vinculado à origem e a cultura africana e ao territóE SI fatores E E SI E P E IN M E E S P M N E Pindividuo. em 1950. identidade possibilitar-lhes um reconhecimento digno. Falar em “raça” pode do o mesmo significado político. assim. territorial.M NP cientesPE conceito de afrodescendente EM e nos fazem M I E P E E S N e conscientes da vida em P sociedade. N N PE EE ta-ensino-aprendizagem e que.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ligiosidade. efetiN S E N N étnico-racial.

na maioria das vezes. geralmente dos ho. A muP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 81 . A discriminação N E E I E M E P E S E P E esta de ordem que mulher preta seja Mse estabelece N INpossui a força “animal”. INasiático. IN população. No EE EE Mjogo da balança. Sreligiosa. PEconcebida pelo IN NP social. S cultural.SIN M SI E EM duo constitua E P M M E E E tos como politicamente e definem a identium sujeitos estigmatizaEE N vínculo. dos centros PE PE e o dócil.EM Esse conceito também EE EEera não esquecer SI uma relaP PE P M E M N E passado. NPda Consciência MÉ quando E S I E PE P M E E M S M E Pa E negros são E PEo relaciona Nos Estados Unidos. NP EM física. ainda.. Dia E S S N P E I M S EM M Nacional IN Negra etc. Portanto. I P I E M S E E S N E E P IN e a beleza da sendo racial. SI todo o grupo EE (blacks) SI SI ou afroamericanos EE SI de pertencimento NP P I P M (African-Americans). IN carregam consigo uma I E E S S N S P P o termo preto. nãoMé IN IN M EE S S E M E P P visto com positividade pelo movimento M negro brasiN EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E M 1929. econômica. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M EM EE PE IN M NP MULATO E EE P NP S N I M P P I O termo está muito próximo ao de discriminaSI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N P ção. EE lutaramSIpara I P SI dar positividade ao tra. S N N I P P I N M M S M N E SI estabelece ência da Shistória da escravidão.M M EE E P M N PE M lher mulata EE M EM é concebida SI híbrida M E como uma mulher duos. É com Ebase M nessaPEE viés da sensualidade SI como a IN M EE sujeito discrimina M E S E E P para servir os apetites sexuais. suas crenças ofensiEsociais difundem M E E N E P I P P M E S o ameríndio.IN P os indivíduos M de como SI na medida em que a maioria é negra. na relação direseus clichês. um marcada com o sinal do desequilíbrio soÉ um termo e também um conceito nascido no E P M M M E N PE NP do escravismo. M SI a década de 30. na África subsaEM N E I P I E S E E S S E N P P e grupos ariana.S NEGRO N M E E P I M M M E E P S N N E EE minação. IN M P S EM N E presente nos países da diáspora africana. já que é híbrido. SI NP EM mulher branca. os sociocultural sobre um indivíduo que IN M denomi-PEE P E E N S E N I P P N M E M de negros N SI culturalSe ét. Mais importante: o termo negro foi ESTIGMA I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E para demarcar as conquistas – Frente Negra. SI vas e pejorativas NP EM EM estabelecendo SI N P I M I EE E E S na vida IN Neste sentido.M diferença que um o outro.INP S M E P M-se estabelece EE E em si uma E identificar cessoPde discri.SIétnicoE I M S N P S e sexualidade mulher política. EM é SI S M EM E P P E I M E E P filho da violência sexual contra as mulheres. de modo a não se render ao modelo e aos ção com a lógica espacial. Sdo M EE N S E N P E I P I Portanto. PE EE infundadas. PE mesclado. estruturada pela geoN EE SI NP EM EM SI EM e à mentalidade PE P M E E E SIgrafia.S conquistador. E nasce fora da África. do misturado. puro. entre um ser e outro. M O ne. IN indígena N EM EE EE ou menina. da PE EM pela diferença. desde trário. IN M É uma Enoção EE IN M M S S E P S E M gro. se consolida M um valor EE uma crença. político PRECONCEITO SI EM M e cultural. mas Iisto EE PE SI INdizer que esteja favoreSI NP não quer EM P P PE S M N E N S E M P é uma construção IN termo negro SI cendo ou prejudicando o um em relação sociocultural SI SO PE EE ao outro.SI P I I M E E S S N P P EE co. S P P nítido uma P o termo negro está situado fundade modo francoNe competição M EE S N E N P I I I M M E S S N M E mentalmente na relação com P em sociedade. um Ppré-juízo de contexto na que vem da SImedida em EMum em EEM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P P ao outro.nados N N social. o SIN de. lingüística M ou fenotípica. Os E corretos E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N M dade Epositiva desta dos SI marca social EM SI e culturalNP ao con.Pno da escravidão escravisE E contexto M P N SI EMempregado EM PE EE IN SI N E E ta. EE cial. quem fica fora e distante e quem N E P P P I IN E E S N N S N P P EE fica dentro e próximo SI do círculo N EM EM SI N do poder econômi. mas no preconceito esta distinção S M SI M IN caso doIN E M E M S E S E E vem. isto é.M N P I S S INda vida sociE EM Marginalizar M IN M S E E balhando com a conotação de que o preto era o boné colocar à margem S E PE E P M M E P E N N E P I M segundoEM N zinho decisórios. I E S N N E S N P M E SI SI ou. N N PE M ta com S o sobre os outros. IN EM E o olhar do M SI escravista. ativistas como José Correia MARGINALIZAÇÃO M leiro. ambos osS termos são visnico-racial com o Equal aparentemente este N E M M indiví. SI IN M M não tem qualquer vínculo EE O pro. ou seja. mente construída. É imporI M M E E N S E I M E P M negro não E M S E N NP ESTEREÓTIPO EE é conhecido EE M que o termo EEtante ressaltar P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S ou usual ao sul do Saara. ser negro era ter a conscie das relações cotidianas existentes na P EE Esocieda. portanto. em função falsas. M M E EM de informações N N E E P NP I valores sociais. SI SI NP NP de crenças SI o estupro N P M I I M I M S S S cometido por IN EE Mbranco contra uma mulher EEum homem S E P P M M ou o mulato N PE negra. na mediN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E da em que este não participa do seu S grupo próximo mens N P P I P M brancos.SI M EM EE P I M E E P S e do tráfico N no. na periferia do sistema SI al.S do SI SI Ncomo uma IN P I N M M I S S N E E S relação de contato sociocultural determinado por mas também alguém não SI EM PE do manchado. social. identitário. O mulato na história brasileiI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI mediante N N N ra surge. Em N SI Leite SI NP NP PE EE SI NP termo negro. E O preconceito relação surge idéia da existência do mestiço. definindo EM interesses brancos colonial. com EE com o europeu. S EE N um outro não-africa.SI PE No Brasil.

emEE PE nasEE histórias. veja que educativa. S PE não como SI construE M SI M E E N E E P I M P E E ção das na distribuição S N P M N M de conhecimento EE crianças. N SI valorização EE de “ação afirmativa”. se a criança não se reconhece Onde estão a África. do brincar no processo de N N M são S do como devedor. IN M SI PE EE IN S E E P S N Ma importância dessa Spopulação P Esemelhantes representavência nem percebe seus que apontem para I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 82 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S dos. Depois EEM Para a concretização SI inspiração. todavia uma opção que P a SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M S tiva de inclusiva. M SI INFANTIL NP E P M SI IN EE E A E de atenção e afeto. pro. torna-se a cidadania. pela abrangência tes de sírios. previsto ao interiorM sobre países NP IN africanos SI pela Lei SI NP10. A dePE diversas naturezas culturais EE gem interesses SI SI N E NP I P M N S M PE formação da identidade. e perceba que diversas delas S N N N E P P EE EM SI SI SI etapa da P PE IN Etiveram IN e meira educação básica. S M SIinfância nessa N SI N E I N I I M M E S As bases da construção da identidade da crianLei 10.PE dá-se durante a S infância. deEcaráter não IobrigatóEM etapa da N M P I I I M E S S S S E N ao contexto.IN N PE cuidar M sistemático EE e o registro S SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P das Assim.EM vidades IN E SI e políticas PE dos nossos NP que possam com os processos opções arbitrárias PE contribuir N E E I M N S SI P N S políticasNP M SI culturais. bem como a superação M da educar/ PEE FORMAÇÃO IDENTITÁRIA M EE SI N S E I E S P M M E S das ações realiza. dores. IdescendenEM PE e cultura. IN M asiáticos (libaneses. consolidando seu papel legal como de a Colônia até o hoje.) e M E E S N EE PE M os de descendência NP EM e formadora que proporciona é SIarticulador cativa outros. N M rio. É E N S P N I P S I S pode ser o meio deIN S EM IN til. M S N I E P S E M S SI PE IN M letiva. se (mesmo implicitamente) é discriminada.EE à autonomia políticas.IN S N ensino infantil. da parceria comunidade/famíEDUCAÇÃO E S EE SI P N P I E M M P N S Pdicotomia IN IN lia. origem étnica. IN IN M e construção SI E S S E N P E M M E estão diretaSI N de conhecimentos são que emerge. dos de bem como ra dos eSIdos EEsua divul-EM Eafricanos EM seu desenvolvimento EE P N P P I E M P N S P Esse processo. japoneses etc. da com P relação aos conE lacuna histórica N EE IN EMcriança percepção E P S M S N E P E M P de convi-EM teúdos escolares N não se sente representada em seu meio ligados à cultura SI afro-brasileira. NP E M S E P I S S N E E S que essa P discussão também seja promoE essencial IN SI NP EM P S I N M E I M S N E vida no âmbito dessa especialização. além E N I S bem como pode exercitar a pesquisa.639 possibilita uma prática pedagógica incluS S E E P M SI EM E PEo mun.M E P P P I PE M E E infância.SIN S N S E P M PE I O trabalho com projetos. E nos brinquedos caso extresileiros na N grade curricular púIN escolas P M EE S N N P P P I I I E S S N S N mo. E P notadamente PE desdeSIo M EE EE E S N E P N P P I M nos. fundamental. promovendo não cursos superiores das diferentes áreas do saber. os ascendentes africaA escola brasileira. ameríndios. o africano e oEM afro-brasileiro como fonte S P S N N M N SI SI PE não osEE M dessa proposta adaptaM no entanto. SI N E E P I M E E S P M N E P Ppensado nisso. que S identidade está nos níveis infantil. da dimenda história da humanidade continua sendo tratado E I N M P P I P S E IN lúdico. Inos PE I S N M S E I S N E I S das unidades de educação infantil. P I M E M E N S N E M Pvariadas linguagens EM EE SI choque Ecultural PE um enorme Eenvolve SI de e sujeitos diversos.639/03 nas instituições SI N EM a pri. como armênia e turca.639/03 SI conceitos NP I M P P I M E S S Se uma mente I relacionados à auto-estima. EM credor. com ENSINO FUNDAMENTAL S M SI EE NP as ade-PE EM M I EE P E E S EM N quações pertinentes ao caso e especificidades da P P M I E N M E M I E S N P E N E P S sobre o Epluralismo S I E novo olhar I N Cultural -A PUm N P PE idade. GRADE CURRICULAR N S E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M se não se para falar de sua S S reliSI sente à Svontade IN EE EE EM EM P P gião. da auto-estima.639/03. por exemplo. e lideranças e EM docentes I I P M EE E S S E P P N M M conhecimento e reconhecimento da importância dos N econômicas. por exemplo. e identitáN E P P E I N M P P S E a partilha PE INcoIN SI de histórico. M blicas e privadas. na perspecP E família pode assumir EM cação infantil apropriado rio. os africanos e os afro-braM M E M N E N E E P M M M E SI das nossas SI PE ou. em virtude da EE então. EE edu. favoreceu. na constituição de nosso povo move e impõe para S N SI negros. é que de ter MrealidadeIN E fundamental N da a cada SI o maiorPcontribuinte EE P IN EM EM SI haja compreensão EE EM S S N E E P da ação do educador. PE IN IN N gação pertinente à educação infanpreciso que Sreflita sobre as grandes polítiM EE I SI leiros.siva existindo PE em um contexto plural IN os outrosNe M E como sua relação com de onde emerM ça. visa-se à consolidação de ações signiEntendendo a educação infantil como primeira I M E E S N PE EE de um currículo SI a construção NP NP EM NP ficativas para deEedueducação básica. bem E S E N E P P I M E EM substancialmente SI N EM N PE ou M do.EM EE NP A Lei 10. adequar e viabilizar o concas públicas e as mudanças conjunturais que marPE M E S S E N M M M SI a vida social NP voltadas à caram brasileiras desEM PE EE M teúdo da EE e as instituições EE Lei 10. IN M SI rejeita Isua SI NP EM EE médio e universitário? EE M E S P construindo? E P P M M E N N M N M EE SI EE EM SI ÉM essencial considerar eEE adequar oE conteúdo São imensos SI o desconhecimento M NP EEe o silêncio P P E I P S N N o passado dos diversos E PE de trabalho. mas propondo e esse silêncio têm I E S M E E S E S N E P M PE educa. M E PE S E P M M N E M sido apenas a discussão I atiNP N E E Esse desconhecimento P I M do assunto. diante constitucional daEcriança na faiM SI de umEdireito PE uma educação EE autônoma e para EEM IN E P M S N E P P I xa etária de zero a cinco S M anos de EE IN EM IN IN idade. a sistematização dos conhecimentos EE PE o educador desvele originaÉ preciso N que a verdadeiS E P M IN M I M N afro-brasiEM PE EEhistoria daSÁfrica. SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E vários povos.

uma escola E dialógica. S em qualquer dimensão africanas na língua EE pátria. interamatizar. ria coletiva IN M Eque Ealicerçados P NPe saberes IN conteúdos S N I M P P I sua dimensão mais ampla. nosPvalores afro-brasileiEE E S N S I P P I N M M M S N E SI para a construção fundamentais para aSarticulação rosEM como uma forte influência de EE dife. SI nossa complexidade. também M pelo dade. Ciências.EEM IN EE EE Acreditando SI NP cidadão EM de múltiplas determinações. espécies. contribuíram naIN conAs pedagogias SI de matrizINafricanas têm uma S EM EM P M E E S S N P EE formação de outras Iculturas. facilita o processo de lidarmos. sileiro ou afrodescendente precisam sair da subalE P M M M E N PE NP EE EE adultos a EE Meducação Na de jovens Pe introdu. na medida em a vida. bivalências. NP M EM EM M e a cos e negros E P I IN estudar M E E E S S M E N E P M a matriz africana. da prática pedagógisolidariedade. pensar diferença PE SI Epressam EE indiretamenNP história africana significa PE mesmoPque IN NP sobre aIN E I S SI N M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 83 . respeito humana. amafricana. Deve-se selecionar livros. nosso enfim. por liberdade a ética. nesse patrimôSOs M EE S E IN S N E N P E I I S E S relações IenN o cotidiano Ifaz-se no emaranhado de nio da humanidade. contar. N P M M M E N SI PE religiosi. reescrever as E M E E N E E P I P P M S escritores N N PE “ou.trabalhar com música e poesia. trabalhar releitura e rescrita IN nosso Nelitismo M imagensPEE P E E N S E I P P N M E S M N SI N N produzidas.EE do E N SI NP EM EM SI EM no campo P P M E E E SIcoletivo. História. culturas. com as pessoas. o e E N S P I M S PE M EE EM isto torna-se EE à sua integridade respeito ao outro e à vida. SI de pensar M I I M S S S sufocar entre bran. neste momento histórico. IN EE energia S SI anseiamMpor reconhecimento. um SIN N M E E P P I M M M E E P S N N E EE anseio EE PE SI IN SI da escola. nossos próprios limites e contradições. nossos próprios nosso da M EE preconceitos. nossa identidade e cultura exmobilizarem.EMção de diferentes diálogos M mesma cultura I E M E SI SI E N S E P P P E E SI N EM N criados pelo modo autocentrado N de quemas PE tentar SI SI NP apesar IN NP que sePEconstruiu conjuntamente. recontar os S mitos afri. bingo de palavras I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E rismo. já que IN M EE M E S E E P e não percebemos. exiS E PE E P M M E P E N N E P M M que a contextualização.EEM e que vislumbremos outras IN as relações culturais construídas M forças capazes de nos EE S E P Ea cultura afro-brasileira Assim. E criação do PE E I P I E M S E S N S E E o outroSIem N P P M que nossosEalunos aprendam a valorizar de visões de SI PE IN NP propósito IN maior visa à transformação E I M S S N P estes mitos fazem parte S E ethos mundo e mentalidades que favoreçam o M M SI de nosso Erespeito àsPE nós.histórias.M na construção da identidade N E I E M E P E S E P P M M N E mundo para ou de Mda folclorização N Seu canos I dando outra visão Eà N datas comemorativas. alteridade. dra. N a demarSI SI ge-se uma PEprofessor(a)– PE Destaca-se IN postura de EM pesquisador(a). compartilhar as impressões. Essa PE SI E de origem EM com nosso PE EE de lidarmos IN conservadoSI te o desafio N E E sistir aos filmes. gestos. oSpatrimônioM africano e afro-braS NP S M NP E I M E M S E S E E tre gentes. a estrutura P M uma concepção N SI SI escolares NP PE E IN também expressa SI diversas P NP visão de mundo EE curricular I S SI uma e M africano e afro-brasileiro nas áreas. nos glossário ilustrado ler M o livro e asE Mmesma percepção P coloca peranNsocial. inclusive a do planeta. N E P P P I IN E E S N N S N P P I como asSIdiferentes culturas EE ca.IN SI IN M processoEde EE IN M M S S E P S E M xos da vida. PE Me comNos pesquisar sobre IN a vida dos EE SI girmos. EE SI SI EE SI NP P I P M S N M EE IN M M SI E EM S E P M M E E E DE AÇÕES ARTICULANDO DIVERSAS ÁREAS EE N E EEXPECTATIVAS EM P P I P P M E E E S N E N N P N DE EM NP PEDAGÓGICAS SI EM CONHECIMENTO SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M mais do EE S S M E P P É preciso crer que.SIN EE e diálogoPdas SI PE P M E M N rentes disciplinas. NP EM P P PE I S M N E S E M P IN SI E OSIN SLEITURA/LITERATURA PE EE IN M P S EM N E HUMANIDADE ENSINO DA LÍNGUA PÁTRIA I M – ALTERIDADE M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M constan-IN N E S da diferença. também. S P P P tros”. como N P I S S IN E EM M IN M S E E de homem de forma inerdisciplinar. seus corpos na sua pesquisar sobre a influência das línguas M EE S N E N N P I I I M M E S N E dade. da ética.M M EE E P M PE IN M entre Eservidão EE M brasileira. potencializadora da vida. os valoresIN da que I todo e toda cidadã S P P P M E S N S P fortalecem INvital. SI EM NP P IN P SI I E M E N S E P N E N I P I P temática E“História e SCultura çãoNda Afro-Brasileira” O trabalho deve enfocar: as lutas S SI pedagógico N IN P I M M I S S N contribuir e possibilitar a articulaE E noS currículo deve a processos históricos de SI EM estudadas PE PE de resistência M M E EM de uma N N E E Preproduzindo NP forma E a que não continuemos os es. atividade. movimento e flucontestável. de SI NP EM M IN vez que a memóM EM E E S S M NP E E P E de cada povo resgata a humanidade em influenciar a construção de brasili P EM EE EM uma pedagogia PE . estudar a E S S N P E I M P música e S EM M históriaIN IN compositores afro-brasileiro. uma grande possibilidade. montar EM na sua S NP um dicionário ou SI M EM E P I M E E P S N sobre palavras. EM dialogarmos EM S N P I M I EE E E S diversi.IN escritoras. Linguagens etc. que a apresentaDa mesma forma que a educação expressa M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ção de conteúdos relativos aoEpatrimônio de cultura e sociedade. M N I S A percepção como um A literatura afro-brasileira é de uma riqueza inEM E I P E S E E S S E N P P M P M te criação. para além EM E e escravidão. o lugar que vivemos é síntese diferenças. PE racismo.EEM ternidade. Geografia.SIrelacionarmos. EE M SI M EE N S E N P E I P I cação de N espaço e tempo também são categorias Pode-se pensar. M E S E PE P M E E M S M E P Ea partir das E machismo. da EM Cabe articular.

PE PE Cultura nos trouxe a tela áreas de conhecimento o currículo IN P M EE a possibiE EE S N N E N P P P I I I E S em novasIN S N S N lidade de discutir e pensar portanto. nos sinalizam M S N I E P S E M S SI PE IN M des para integralizarmos efetivamente EE PE MÉDIO essa parte NO ENSINO S E P M IN N M M M N PE SI EE da história que ainda contada. pedagóNP EM I I P E S S E P P N currículos escolares. forma interdisciplinar. mas. meio ambiente. portanto.394/96. instrumental e mecanicista. e no M tocante à EJA. artística.639/03. SI cípios necessários EM SI EM EM PE Ecando IN M E E S P M N E P princípios assinalados Essa voltada Os E SI são os Pde NP currículoPtotalmente EE uma es-SIN EMpropostaSIde IN EM se EEM EM Equestões S N E E P para as sociais pode ser aproveitada cola democrática. EM EM SI PE IN M E M E S SI estar plenamente N E E P M Ma edu. N se fazEpresente M M I E S N P N E S I E Ediferentes S N SI educacional. M EEdeve possibilitar IN SI N S E I E P S P M M S N PE PE ensino está devemos e de uma so. de S P I M leiro. porque nos o enfoque de atitudes não disE P P M M N N M N PE EE SI EE EM permitirá debruçar P sobre o tema velado que criminatórias Para educador pode o SI tanto. IN E S M E E S E E P IN PE da Infor. a qual deve se preocupar com a I N M P P S SI IN com temas transversais M EE dos educandos. disciplinas e das áreas do PE NP P I P M SIdiálogo das N S N E N M pasSI conhecimento. N E P P I N P S E as possibilidaPE IN IN SI NP M E N I S Brasileira e Africana. NP IN M S I articulada como cidadania. econômica e social. reforçando que todo SI SI Eé EM PE o saber M E SI E EM N E P P I M E articulação. b) aprofundar os S P cando continuar seus E S prin. responA institucionalização da N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 84 . oIN Mé a dis. S S Na partir da inclusão no currícuSI 26 e 79. devem N gica e política.aIN Nda lei nem promulgação as diretrizes orientam para Diante M da análise E I S S S P N E P S I S substituição de uma IN S EM de duasM IN a visão eurocêntrica por uma tentes no necessiPE ensino médio. P M I E P E E S N corte racial. E I P I I E S NP S S N I P I N M M seus artigos sua religiosidade. garantindo a possibilidade do eduS P P IN IN IN EE EM S S S N N P PE I E I M busestudos. para SI EM temos a M PE IN permitir que EE EE E S S N E P N P P I M car efetivar alterem esse de escação oferecidaSIpara essa modalidadeNde ensino S ações que N EM PE quadro I IN M EE SI S N S E P M PE I quecimento e inferiorização. EE EE SI EM diferentes EM P P lo oficial da obrigatoriedade da temática “História e A temática permite-nos articular as M M E M N E N E P M M EE SIque compõem SI EM Afro-Brasileira”. articular a diversidade M escolar. permitir que IN M E N S SI N E I M P M S Como mencionado bam adquiridos. permitindo Io P esferas EEM P M E integralizadora. N ampliar o foco do currículo E N I I M N S S E um enfoque multicultural. EE EE ver uma educação trabalho através da interdisde qualidade M que garanta a SI NP P P I N M EE I E M S N N possibilidade de continuação E P S I E I de seus estudos e tam. M é jusEE o enfoque EE o conhecimento EE SI N Eentre E P P P I PE M E E tamente a tentativa de ampliar o diálogo as EM sino fundamental. pois carregamos sável pela Palteração da LDBEN 9. ser P S I N E I M S N vinculado à realidade concreta de EE da mais inferiorizado.SI EM EE facilitar P E E M E P P S propiciar N N E PE criminação racial processo de aprendizagem IN ao educando SI no Brasil.INP Com aPLei E 10.culturas. contidas no ato de ensinar. essenciais EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N para a efetivação democráticos. EM os conhecimentos EE P M S N E P P I cumento. o mesmo nas forma interdisciplinar. formação integral buscando promoE P S E M S M E N M PEele a ética. Pos NP PE isto é. participativa e solidária.EM camos em todas as S IN demais esferas de desigualdaamplo. ao tocarmos na quesalém de garantir o acesso. democratizarNo Mbuscar a construção EE atuar E SI NesseIN P I M M E M S S N E E E P ciedade mais justa.SIN sentido. portanto. dos negros no S solo brasia articulação áreas do conhecimenM E P S E P E M IN NP EMintrínseca EM to.PE ciplinaridade EM S EE S P N I E M M P N S profissionais P IN M Como educadores da educação EE bém a formação cidadã.EM precisouIN EMuma lei para que PE Sociedade NP da institucionalização de No contextoS da chamada PE N E E I M N S SI P N S SI as dimensões Nvir a ser contada SI pudesse EE essa parte da história nos EEM mação. cabendo. M sível de E S E N N E P P M M E EM atividades SI SI N N extracurriculares vivenciadas PE por M EAs Resumo elaborado EE EE SI SI N P NP P I P M N S da Silva PEE E escolas N M Martha Sirlene dentro e fora dos murosEdas IN Mpodem seSIcaSI E S E N P E PE SI EM EM mecanismos-chave racterizar Eem para a convivênP IN M E N S E N M P SI SI cia harmônica. é parte da história do Brasil. nos N S E N N sua estética musical. partimos E S S E N M M M SI a) ampliar NP muito pelo contrário. em uma e injusta como fim de operacionalizar em sala de S Mestas diretrizes EE sociedade IN desigual E EM IN IN NP E M S P I S S N E E S negro é ter a probabilidade pensar E aula é preciso P o currículo do ensino IN SI NP de ser ainEMmédio Ma nossa. porque. seus sabores. M S possibilidades SI SI NP EM I EE cultural brasileira sob EE M E S P democráticas dentro e fora da escola. aPuma convivência harmônica. INP SI IN M PE S N M S I S N E das diferentes EE I A história da África. S M reSI EE E quando propomos Eum NP EM dos educandos. M articulada EE NP SIda escolaridade M N E I E M P I E o Ensino Ede EE S E P E História M S Raciais e para e Cultura Afroforma técnica. mas consiste na demoSI EM PE PE PE IN o preconceito M cratização do conhecimento E S NP N EMtoN tão velada sobre racial no Brasil. SI IN EM M SI PE EE dos princípios IN S E E P S N M P E Lei 10.639/03 norma para busatreladas. SI e vivenciem PE EE no início deste do. Contudo nemEM EE EE EM SI EE não foi P N P P I E M P N S N P N E I PE I I de muitos problemas exis. dades: adquirido EM PE no en-M visão africana.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M Eem S te. Diretrizes Curriculares não trabalhe com o conceito estreito de reposição M E E S N E E M SI ÉtnicoNP para a Educação das Relações não seja PEde Nacionais M EM e. em seu sentido mais E N M P I I I I M E E E S S S S E P E educandos perce.EEM INA de existentes.

conforme EM N E N P P P I mas pensavam oN processo de escrita e leitura. S E S de escolaridade P N perfazia o total E outras investigações P pela cartilha.br P P I M M M E E P S N N E EE M base dialógica. e.prefeitura. Diferentes. Erealizou uma sobre como S as apresentando diminuição em termos naIN EE constante N EM EMpesquisa S PE P M E E E SIcionais. M M O caderno de orientação P S E N E I M M E E N saberes diferentes. no sentido de IN das funções um projeto M escrita. isso ce Nacional (Inaf). edu. P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM E M E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS: PE ALFABETIZAÇÃO E P P M M N E N N P M SI EE EE SI SI N P P I ME MOVA EE E LETRAMENTO – EJA S N N E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 85 . M SI surgiram para SI EE PE E IN PE IN P EE E S N iluminar o processo de construção do conhecimenSeade. Há algumasSdécadas a alfabetização M M EE S S M E P P M a apropriação do sistema EE M população Eno Estado de São era tida como E e 34 anos de escrita entre 25 M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P N silábicas. conEE da pesquisa Através de Emília Ferreiro nível muito baixo: SI SI de habilidade NP NP S Outros 37% N P M I I M I M S grandes fases S S IN vencionou-se identificar quatro de hi-PEE conseguem localizar uma Minformação em textos curEE S E P M M N PE demonstram sobre IN Os 25%Nque EM domínio EEa escrita: EM EE tos (nívelS2).sp. onde S N E E S S N P I M I EEamE E S N bos se educam. IN M EE temos de observar que são co. absoluto 30% têm um S S E N E S E P P P M E E SI (nível 1). PE IN M NP EE P NP S N I M P P I SI Por causa M EE S dessa Iproblemática E informações que as IN rodeiam. SFazem parte de SI SI saberes M PE IN educador S P S N E N sobre a população.PEEuma mesma M classe social.SI NP P P PE I S M N N S N E M P SI SI trocando cador tem SI e educando PE EE por objetivo IN se vendo como iguais. apoiar a formação continuada S E I M E P M E M S E N NP e auxiliar EE EE e na perspectiva de que en. P M P E E nhecimentos muitas vezes diferentes daqueles que termos etários. etnia.IN N N PE .gov. baseada nos Embora as taxas de analfabetismo EE conceitos SI venham EM P PE P M E M E P IN crianças M get.póteses SI M E P P E I M E E P P S N E E N • p ré-silábica – nesta hipótese o aluno ainda no das habilidades testadas (nível 3). por suas experiências indiviP E I M P S EM M duais eINcoletivas.S P sa revelou que há uma outra preocupação. P SI suNP com alunos da EJA SI P NP no trabalho E I I M N E S M N I S EM N E I Pde uma situação de injustiça social e de contram dificuldades na apropriação do sistema I peração E S E E S S E N P P M P M SI futuro. principalN E N PE I P P I N M E I S M N N N E I P S mente nos E aEescola trabalhará. além I I M E S S N P P EE SI EM das pela escola. NesM NP sendo Paulo Freire EM PE I M EE E E S N M E E te sentido. nãoEE são betismo funcional. 2003). 41. a relação entre educador e educando www. SI claro aonde EM PE M problema EE EE E EE N E E EM Para isso é importante saber como ocorre a O da não-escolarização da populaP P I P P M E E E S N E N N P N M SI é apenas aprendizagem e.vas E N P E S E P S S N S M caso dos adultos. E NPOs resultaP IN P P diante de situações que lhes exi. Na EM através da SI ApeNP PE das famílias EE IN memorização SI NP E sar de muitas I P S SI N P I S pessoas terem aprendido através de EM cidade de São Paulo.SIorigem. IN da língua IN escrita. sintético ou mismais de 25E anos de idade M PE EM que não tinha oito anos métodos NP NP E P I M I E M E N Mde 50.SIN INapropriação M como na M S E P S E E Esociais que nhecimentos e no papelINque desemEM EM trocamPE PE as práticas de leitura e escritaPEofereM Eque S NP cem às Ipessoas. a população com S IN EM M IN M S E E E S E de alfabetização: global. EM ple. S N I P P I N M M S M S N E SI EEde Pia.SIN to.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Educação. em 2003. em SI EM EE QUEM SÃO OS ALUNOS EDA P I M E P S N E M uma DE M N EDUCAÇÃO PE relação ética. E E S N N SI P P I EE SI N EM de estarem EM alfabetizaSI mesmoEantes N da não conclu.INprincipalmente da SI ção do NP é bastante sério e não EM SIa questãoEE NP PE a apropriação I E S SI N S P P I M Segundo o Inep (2001). EE PE IN SI deve se dar sobreEE uma isto é. Paulo não têm oSIensino fundamental completo. Emília Ferreiro. A pesquiapontam dados do Inep. No foi criado o INdiante das S Índi.M M As salas de EJA apresentam diversidade em E S E PE P E E M S M E E E P N E E gênero. S P P P I M EE onde a aprendizagem é um proS N E N N P I I I M M E S S S N M E cessoMque se constrói EE na relação NP com o outro. M I E S N N E S N P I I M I E S S E em: pular N S 2008. ou seja. M M uma estatística preocupante M SI pretendeMchegar com seu trabalho.3%M(IBGE/ to. no sentido de pertencimento a orientar o trabalho.PEE tura. e é necessário ao ter construídos.portaleducacao. pois durante suas vidas são colocapor objetivo avaliar a capacidade de domínio de leiM M E N PE M NP EE dos diariamente M EE EE M SI população. E N N I P M M M I E penham na relação educador/educando. Disponível M SI a referência primeira. SI NP EM JOVENS PE EE I SI N EEsão portadoE I P S EM N P Ao considerarmos que os alunos E ADULTOS? P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N res de conhecimento.35% analfabetismo. asIN crianças constroem hipóteses sãoEM do ensino E fundamental: a questão do analfaM IN M E S S M NP E E P E M passiM sobreEE a escrita e a leitura. bem EE dos co. M M São Paulo I ESecretariaNde Os princípiosEM que orientam o trabalho de EJA EM (cidade): E N E S P I P M I E E S de Orientação N E S N P P I PE são baseados nos pressupostos da educação poDiretoria Técnica (SME/DOT). cálculo pela SI escrita e I E M E N S E N E N I P I P N SI em 2003 N ou fordos apurados PE a escritaS e tentamSIbuscar M indicaram o seguinte: S8% gem M IN a leitura SI N E E S I M E e 64 anos E dos brasileiros entreP15 S mas de compreendê-las e interagir de alguma na M EE se encontram EM N NP condição EM de analfabetismo E P NP I I M M I E M E E maneira com elas. que tem SI M de Alfabetismo Funcional IN NP se manifesta de forma E I M E M S E S E E E P M mais clara.

SIN “Alfabetização E N N característica da língua E P I I P E NP S S N I P I N M M sos distintos. o conhecimento do aluno em E sua escrita. isto é. P I além disso. M e que estará Ele auxílio M sozinho EE de outro INo pon. No caso escrita há dois conceitos que S S da língua E E P SI EMesteja noMmoEM alfabetização PE PEde escrita que o aluno IN E da hipótese ser discutidos: e letramento. daPEsua EE para cada elaboração do E seu letras EM SI P N P I E M P EE N S já de Ptrabalho e N N E que possibilite P I I N intervenções a am• alfabética na escrita alfabética o aluno M E I SI N S S P N E P S SI SI EM IN pliação de seu saber. conhecimento das quesdesenvolvimento proximal E SI zona de E SI E E P E IN M E E S P M N E P que compõem P o universo to importante para a atuação M importantes N tões mais M SI do professor.SI desse o espaço SI N EE da linha P P E I M E P P S N E escrita. desafiar o aluno a se aproP P M I E N M E M I E S N P E N E P I N SI cente para a Smonossílaenquanto prática soPE de sílabas S(da polissílaba N PE PE de conhecimento M SIpriar do objeto N SI N E I N I I M M E S ba). de leitura e produção de textos reais. PE SI M SI M E E N E E P I M P E E necessidades apresenele já sabe. IN M PE não tendo S N M S I S N E – na hipótese EE I utilizam de quem a tem para fazer S se uso da leitura • silábica silábica um importante M E P S E E percebe M Mé a re.SIN dentro de algum que está se estruturando e M a elaboração EEpartida para SI NP tempo E N P I I M E M S S N E Eoutro pode ajudar a desenP rotina de mento e da sua trabalho. oS número de SI uma palavra SIa alfabetização N P E NP P I P M N S Mtransforma ter se num problema.ra M P M M e a escrita. a tecnopresentação da fala seus PE vigora P I E E N S SI N I P S sílaba N I EM M M escritos atribuindo uma S N S E logia da escrita é aprendida não. dependendo cial. S Há quire PE A interação com o NP EM ses sobre PE um papel fundamental. N E mento: aP tecnologiaPda ou IN SI adquiridoIN SI do papel. ao aluno E N PE EE IN Isso possibilita EM E P S M SI N E P E M P N SI letras repetidas IN que não pode utilizar EM que acredita M SI PE EE IN S E E P S N M para escrever algo. M precisam E S E N N E P P I M M E EM SI N N PE deve M E O que seria e o letramento? VaEE letras que EE mento. P M EE EE S N N E N P P P I I I E S S N para a partiN N pré-requisito para o letramento. são interdependentes e ta. na concepção psicogenétique a escrita I E S M E E S E S N E PE regis. uma para representar uma PE M E M EE sociais NP SIque utilizar M N E I E M P I E EE S E P dá conta desta E S sílaba não representação e passa a N E P P E I N M P P S E PE IN IN SI N M incluir letras E N I S Nesta perspectiva. EEM EM planejamento.PEE E P dele o educador pode Zona de desenvolvimento real é o que o aluI N M P P I S N E S N N SI os temas belecer ou assuntos que tenham relano já tem consolidado como é oEM que EM conhecimento. EM em seu M I EdecresP E E S EM N · as palavras apresentarem uma ordem mediador deve instigar. Em se caracteriza pela M M E M E N E E P IN M M M E SI PE – não precede PE símbolos S çãoEE da tecnologia da escrita nem é utilização de que podem nuINser letras.S deseM merais. P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 86 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S não se apropriou da e letramento são. PE a como a escrita representa IN E S S E N M de partida é o M M SI NP A avaliação inicial como ponto Outra importante colaboração é do EM PE pesquisa-M M EE EE EE SI N E P P P I PE M que pode M EE E diagnóstico da sala situar o educador dor Vygotsky muito nos auxilia nesse S campo tamN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M a leitubém. O conceito de zona de desenvolvimento real S S e em relação ao Nque os alunos sabem sobre N EE NP SI Permite o SI EM é um instrumen.M NP é que a M P I I I I E E E S S S S E P IN alguns critérios que N a escrita. que é a correspondência entre a fala e a escriS S N SI EE EE alguns casos esta escrita SI A alfabetização EM EM P P mesmo indissociáveis. N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E Neste sentido.esta S E das “técnicas” IN PE INhipótese apresenta M EE EE E S S N E P N P P I I principal o conflito N M de atividades de letramencomo característica S mas através EM PE IN I entre a es.ção M com as EE que os alunos M NP mal é aquilo que o Saluno P M SI com o EE IN EE tem e que podem ser trabalhadas em diferentes consegue realizar E S EE SI P N P I E M M P N S P também é IN modalidades organizativas.de escrita. EE M PE IN IN EM SI dos alunos EE e a partir P S S N EE esta. de reprodução de letras. – a aquisita.e de escrita. IN NP NP O aluno EM EM salto ocorre. IN Msilábica e a S EE S N S E P M PE I to. uma vez que. I devem M E N S SI N E I M P M Msituações S com as educador. Isto é necessário. EE S SI N E E P P I M M M E mente paraP a aquisição de leitura e • silábico-alfabética . istoSIé. como em tros letra a cada da E I I P concep-PEE M E S S E P N M M ções N palavra em SI artificialPEquestão. de S crita escrita alfabética. tentativas M SI SI NP EM I EE nhos que imitam Eletras EE M S P cipação em práticas sociais de escrita. responde as M palavras. S o professor SI EE EM NP papel dePE mo campo semântico. Entretanto. PE mos à professora paraSenIN IN M EE Magda Soares SI recorrer E S E N P E M E SI EM N que Econtenham sílabas contítender melhor M EE essa questão: NP · evitar palavras SI E NP I M P P I M S S guas (de mesma vogal). ora com duas S E P M IN N M E rotina M N PE SI sílaba.”(2003:92)”. M IN M com textos construídos EE anteriores.PEE SI realizando N S E I E S P M M E S N PE to de do seu planeja. procesS escri. Sescrevendo ora com M N I E P S M S SI E PE INde partida para a M deve ser avaliado como ponto EE ou mais P uma letra para cada sílaba. EE EE P M S N E P P I E M objetos com os quais M se defronta N S N Nsão oportunidaNP E SI deve pertencer EE PEde palavras SI SI N E EM des de desenvolver P SI · a relação ao meso conhecimento. O aluno percebe M E E S N E E M SI M letra apenas NP práticas de leitura e de escrita. tanto assim e a disposição espacial E P P M M E N N M N ocupar Ptodo EE ter umEM SI EE registro pode EM que analfabetos podem certo nívelEM de letra.EM ca de alfabetização EM SI e passa PEa realizarIN NP NP que atualmente. com SI PE EE IN e ser considerados: EM os colegas. EEM que a intervenção de I M E E S N E E SI NP NP EM NP adA sondagem possibilitará conhecer as hipóteNesse sentido interação social EM volver. S e zonaINde desenvolvimento P M Nproxi. pois.

conhecimentos adquiridos (contato I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M língua escrita. não conseguirá organizar os agrupamentos (produtiE S S N P E I M S EM M IN · estabelecer os agrupamentos e como fazer as vos) para o desenvolvimento Mdas atividaEE NP Mdos alunos E S I E PE P M E E M S M E bem como E nas duplas. não o uso do texto como pretexto para a ativisabem e o que o educador I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E dades didáticas. E I M E M S E S E E · práticas de produção de textos: para que. Stos. N E SI sociais. EE comunitária). aspectos M N I e propósitos. M IN IN EE TelmaEM S S E M P P · possibilitar e favorecer nas práticas de leitura Segundo Weisz. E intervir com M boas situações M M SI E EM dáticas S E P M M E E E · como atingir as do aluno.como NP melhor que o testemuSI P I M M E S P IN M EE EM (experiências.IN rentes intencionalidades N E S leu). para despertar o desejo nos outros. conSI SI PE EE IN M P S EM N E Como trabalhar com leitura e escrita: tato com a escrita (se de Sler. E S E EM P Além desta é necessário organizar N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E que o educador E roteiro para EE S N sua classe: E É importante também se veja um conhecer história de S N P P I P M I E S N S N IN EE leitor e Sescritor. S P P P representa). SI alunos já P N E E aula. PE e estratégias M SI tar. encaminhar Ee di.M M EE E P M N PE M EE Mfinal da escrita de cada EM E b) Qual era o objetivo do professorSIem cada M · solicitar a leitura ao N E E I E M E P E S E P E uma da hipóteMpalavra. uso práticas 2 . projetos racterísticas de M objeto sociocultural realEM – por isso. IN E I M S S N P S I E d) O que cada atividade estáSexigindo do aluno? EM EM IN PE M Esondagem. família.o conteúdo S trabalhado mantém as suas ca. como (aspectos – por propostas devem oE quem. EE refere às modalidades organizativas. uso na sala de o que E os M N PE S EM NP EMprecisam PE EE Isaber. S SI N IN P I N M M I S S N E E S · práticas oral: produção oral SIde comunicação EM PE PE M M M E E N N E E P NP I com destino escrito – linguagem que se escreve. INP · rotina que o trabalho com leitura Ee N E P P P I E E S N N S N P P I I EE escrita (atividades permanentes eE sequenciadas 3 .EEM NP preverNP IN P PE SI isso asNsituações I M E S E P N E I P P E cionais). para N IN delas? NP ou verificação EM PE EM confirmação I P I E M S E E S N S E E N P implícita? P c) Qual é a concepção SI SI EM PE IN NP se construída. E · estímulo ao gosto pela leitura. EE E M E P SIdifeNP SI P NP E I P I M (origem. revista. EM PE Ié o uso deN M EE Epalavras P NPsílabas ou IN e não de S I M P P I · como garantir a qualidade o acervo. I se Mgosta ou Igostaria M E E N E M E P M E S se vai ao banco. como P S SI com educandos se apro.M zagem são: N P I S S IN tudo o que E EM 1 . duais (o que já conquistou. se jáS escreveu ou sociais EM E I P E S E E S S E N P P M P M ·a e IN onde morou. sem Esaber P I M E P S de textos · atividadesIN práticas. foco na linguagem IN M EE I M M S S E P S E E M formas de grafia. SI N P M I I M I M S S S N conversa. SI contexto letrado). EM · leitura de diversosEgêneros E N NP tem contato textuais. o aluno. O cipação trabalho S N M E E P P I M M M E P S N N E PE EE educador para seus alunos. Conforme Telma Weisz. soltas. EE SI NP M EM EE Sem a sondagem. N S N I P P I N M M S M reais de S comunicativo. o Eque SI N M I EE E N tos de leitura. ou seja. combinados. SI S M EM N P P E I M E E P boa situação de aprendizagem? Por quê? P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 87 . nho vivido. EM o queSIa SI é ler. I EE M P E E N S E N P I P P N M E S plaM N SI consegue N aSdecodificação. pensam sobre do qual SI SI sabem eIN PE o conteúdo PE EM em torno EE M SI M EE N S E N P E I P I · importância da leitura e escrita em seus usos o professor organizou P EE E S a tarefa. Também não SI nas ações IN EE SI EE · como ultrapassar SI individuais. Aspectos indiviSI leitura como interação. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S da tarefaMgarante a máxima N · práticas 4-M a organização S SI IN de escrita: NPreflexão sobre o código. com com tecnologia). Epor SI EMe nota. SI vida (dados Nada pessoais. os aspectos que deM N EM EM EE PE PE IN I M E E E P S S N N E E do comportamento M aprendi. o M EM E E S S M NP E E P E M que se no a proposta N texP caso da alfabetização. para circulação de informação possível entre os alunos E P M M E E N PE EM NP EEdiscursivos M que. intercâmbio.SIa interação entre eles. com com jornal. painel de discussão de um E I EE M E S E P P M a) Essa fórum. EE é modelo PE SI IN rotina diária). P N E E nos pequenos P intervenções. o que precisa conquisE M E E N E E P I P P M E S procedimenN E N N de leitura. que coEE N E expectativas E que desestabilizem EM P P I P P M E E E S E no todo N N P alfabetização P N IN Mprocesso IN ·E o de loquem em conflito suas S hipóteses eSIseus saberes EM NP (a abor. companhia). o que NPescola PE · propósitos EM é escrever. ou seja.S N de EM EM SI N P I I M E S S N P de leitura P EE leitura e escrita. EEM N M PEpode serEEconsiderada IN atividade EE EMuma tema. descanSI N EM P P PE I S M N E N N E M P SI so e diversão S (diversão predileta. NP P I P M S · ler antes nejar.M e escrita o terminam uma boa e P desenvolvimento Nde ensino P SI leiSI situação NP PE que osIN EE INler e fazer SI EE tor. EMparti. cisões a tomar do que se propõem IN M EE em função SI NP EM EM S Econtemple PE M M E E E SIproduzir. família de Norigem).os alunos M IN M S E E priem desta prática. aprendizagem profissional. bem como procedimentos dePE precisam pôr em jogo S E E P M M E P E N N E P M M N escritor. podemos fazer essa I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N a partir de quatro questões: N de curiosidades. des grupos. Sroda SI NP NP reconto. roda de reflexão IN PE EEreescrita.IN N de saber ler.SI PE IN I E E S S N S P P da alfabetização no dagem para que ele M avance em suas hipóteses de escritas. SI IN IN e/ou escrita.os alunos têm problemas a resolver e deEE leitura SIN EE SI EM P PE P M E M N E a e escrita. escolaridade.

poderíamos dizer que o amP a esse processo eP como o uso NP I P M SIefetiva. dades para cada tarefa. o máximo possível. NP que deve EM semana um capítulo ou trecho.EE P M sistema de E O fato de M Mestarem expostos IN escrita e E SI N P N E S I E I E E N S social da S quadas sentido.EM EM de forma sisPE conteúdo NP NP b) atividades habituais: ocorrem balho em grupo S também éNum PE I N E E I M S SI P N S pelo fato SIpensamos que N SI a oportunidade EE temática e oferecem de interagir in.S c) sequências Eestão direcionaPE IN Ide SI NP M agrupamentos E N I S de atividades: têm a função M S N I E P S E M S SI PE IN M das para se ler diferentes exemplares EE que atenPE de um mesmo cador no planejamento das atividades S E P M IN N M M M (poemas. M EM decodificação nem se encerra O domínio do são instrumentos para na P IN o educador. M EE EE E S S N E P N P P I M das paraS comunicarNcertos aspectos do comportadivisão das tarefas.IN N PEUm ambiente Alfabetização nos de letramento. mas A com o universo e com um EM ximação NP da escrita M P I I I I M E E S S S S E N P E se refere a uma vi.Ambiente alfabetizador SI NP não estão relacionadas EM N I M E N S e visam M SI E M P M um produto final a despertar o interesse pela E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P parte de uma escolha aspectos. de que está em jogo. de uma atividade com comandas diferenP I M E S S E N M M M E SI atendam NP tes que EM M EE M EE aos agrupamentos. EE Além disso. pois M muitas vezes NP EM I I P E S S E P P N tensamente com um gênero determinado o trabalho EM se realiza. Sua Efinalidade é SI M apro. As atividades Faz M seus diferentes N leitura nos M SI metodológica EE de traM PE IN IN EM SI seqüenciadas EE P S S N EE uma PEE E P também servem para planejar balho que busca possibilitar aos alunos o acesso a I N M P P I S N E S expostoMde situação N N SI de produção textual – reconto. organização NP de seu trabalho eSIaliando duas PE EE IN EM preo.diferentes obras de as variações S N S um mesmo SI e adequando P N EM elaborando PE SI M SI Emesma SI N E IN autor ou diferentes textos sobre um mesmo tema. E PE SI necessidades IN EE diferentes gênero dam de S aprendizagens EE EM ou subgênero EE P N EM P P I E M P E Ndos alunos. deixar de ser o único N E P P I N P N subsidiar o edu.sistema P S M SI N E P E M e os conhecimentosPque preci. NP NPidéia que Edeve EM NP objeti. M IN EM E P S N E PE P I sistema e comEE a linguagem cessário que existam textos de recoP neste ambiente N escrita. diferentes tipos.EEM sinado.M NP PE M I E P E E S N priam E do propor atividades não garante sua P ade.diferentes. INP M que permitem ção de texto EE M dos aluEsocial IN SI S E E P S P M M E S Temos que traba.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E apresenta E M quatro Iformas EE S A autora de orgaORGANIZAÇÃO DO TRABALHO N S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M nização:SI PEDAGÓGICO S S N EE EE SI levar em EM EM P P a) projetos: deve consideração um M M E M E N E P IN M M EE S SI 1 .que o educador I NP N conhecimento E E no tipo P I M considerar necessário.EE IN– regularidades EE formas de ortográficas e irregularidades. nas S P SI circula.Agrupamentos EM propósitos PEda leitura. PE EM como M SI os um texto crônicas.EEter PE ou vários sociais um proprodutivos IN P M E EE S N N E N P P P I I I E S finalidade S N N S N duto cumpra uma na M M SI que existe SI final que SI NP EM I EE EE M E S P realidade.EM E As seqüências S N N E P M P I I E E S S S N a se terPE N tura compartilhada SI PE 2 . EM PE SI reescrita. Mou letramento? EE SI em práticas NP sociaisM E N P I I M processos S M E S proporciona S N E E E P lhar as duas dimensões. por exemplo. E N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 88 . o caminho que qualidade estético-literária. que permitam E um objetivo proposta.SI EM NP P P E I M E P P S troquem N E IN PE fundamento em Satividades de escrita queM possibilitar aos alunos que IN seus conheSI NP leitura e IN PE I S N M S E I S N E I S ganham um sentido social. M E S E N N E P P M E EM SI como deSI social.EM estar presente é a de vo que não P SI que alfabetizamos em NP PE a autora deixa claro: IN com M E N S SI N E I P EM textos onde ocorre Ea preocupação com o EM são como ação S tipicamenteEM escolar. nesse N S N E N SI pode ser escolares biente alfabetizador SI em situações SI EM e escrita EM trabalhado PEpelos materiais Mse compõe E SI E EM característica N E P P I M E sem perder.M uma vez N cupações: o tempo SI leitura de INque ele não depende da E M PEoutros.Mgêneros. mais diversas EM S EE proSI P N P I E M M P N a inserção E IN dução e revisão dos Stextos. a EE nhecida S PE IN SI NPpodemos perEM P S I N M E I M S N E correr é o de considerar uma discussão sobre e S a vida E Ma sociedade. mas N de estarem EM SI em cada PE reunidos IN M E M E S SI definir os N E P da escolaridade P M M ano e são apropriaa IN EE trabalho SI passos Pdo EM particularmente PE IN conjuntamente. ou vez por zado além de o educador P I M E M E N S N P determinado EM tipo de E EE SI informante. SI EE como as pessoas se EMapro. É neSI da escrita PEletrados. EEM N N PE E Organização didático ou M EE de objeto SI SI do trabalho N P NP P I P M EE N S N E N I M A leitura não é um processo que se inicia com a P nomina Delia Lerner: modalidades organizativas – I I M E S E S S N P EE auxiliando PE SI EM nele. E E N S E N M P M SI deEE escrita proporciona autonomia ao leitor. pois elas são alfabetizador aos alunos acentuada aproI M E E E S N EE SI interdependentes. S N P N E I P I N contos fantásticos). E M SI M E E N E E P I M P E E revisão. que se articulem propósitos didáticos com Estes agrupamentos se constituem a partir do E P P M M E N N N EM EE SI EE da atividade EM propósitos comunicativos.contos deEaventuras. Leitura de um livro. diferentes materiais escritos: alfabeto. de maneira que propiciem um avanço M E PE S E P M M N E M O tra. I E S M E E S E S E IN PEa ser en. portadoS P seqüênciaEEpara trabalhar as normas IN N M M NP res e suportes. SI EE IN S E E P S N M mas o acesso a textos escritos se dá deSIdiferentes P sam ser tratados. é um aprendiM E E S N EE SI trabalhar PE M ser proposto. uma maneira visível. das habiliSI o reconhecimentoIN EM PE I M de cada um EE uma SIN S N S E P M PE I mento leitor. EE SI NP E P P P I PE M permitemINa organização EE da lei. sua pelo uso deles na função social que lhes é própria. com tempo de duração cimentos. EM S M N I N I I N E M S E P I S S que remetem N Neste sentido.

A leitura não Eé se encerre Ena EMalgo que M P E S E P P M M N E preender e refletir a partir E do que se pede? Ela é um leitor e IescriMdecodificação. Enquanto SI SI EM PE IN NP tor. PE e/ou construir M cia conM M I E SI vimento N E E SIdas atividades. SI ao final da atividade? N IN M EE IN M M SI S E P S E E M · poderá dar continuidade às etapas da seqüên· comandas/consignas claras para o desenvolE M E E N E E SI NP EM ou abordar NP PE NP novos conceitos. EE aprender? EE e o que falta M ampliaram EEaprenderam. levantados antes dasM propostas M de atira a partir lugar S P P M M E E P S N N E EE vidades? ampliados? para Mova e EJA EE Foram validados. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E E S S N P E I M S EM M IN M EE NP M E S I E PE P M E E M S M E P E E PE IN EE M P E E N S E N P I P P N M E S M N SI N N SI EE SI SI EE SI NP P I P M S N EE IN M M SI EM EM S E P M Anotações M E E E EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 89 . É umIN processo que SI além de inte. ções com outros sentimentos e N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E idéias que temos.panhados? N PE P P M I E S N N E S N P conhecimentos prévios MleituSI SI lectual éM comIN os afetivo e emocional. por SI NP M E E P I M E E P S N Resumo elaborado por sobre E P os esportes. os alunos possuem de sentidos e intenções.M M EE E P M N PE informações necessárias. S qual é oM N E que melhor texto EE EM se pede. Npara retirarmos EM uma informação PE SI EM da Silva EM Os textos PE dão Eeconomia IN oferecidos SI ou sobre a N E E Martha Sirlene atual. carregada IN E I M S S N P S E para o desenvolvimento autônomo? lemos um texto. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I · atendeu total ou parcialmente aos objetivos ·S tornar observável o propósito do professor e EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M iniciais intencionalidades. O leitor realiza a SI PE · o que fizemos M EE S M N E P I M socialEe EE E histórico. E S E EM acom.Eestabelecemos uma série M SI EM de rela-PE conhecimentos IN M E conhecimentos. N I N diálogo entre PE E P I E M S E E S N S E E N P P · nas atividades propostas. EE EM localizarIN SI EM contaEde as com. a S P PE texto/gênero P partir da atividade realizada? · a escolha N do M EE S N E N P I I I M M E S S exemplo. ou devem ser consideradas: SIno final daIN PE EE M · os diversos saberes P S EM N E O que dos alunos.M maneiras. PE SI IN SINa elaboração NP das atividades EM P P PE I S M N E N atividaS N E M P SI seqüênciaSIde · atividade. revendo I os de. retornamos ao que os alunos sabiam? M M E E N S E I M E P M E M S E N NP grupamentos. em serem colhidos.IN E de seu E dos alunos. S N P M I EE E de acordo SI com o IN teúdos. calçados.M P Sozinhos farão.

prefeitura. M E E S P M cia de 500. constrói uma PE M EE EE esse movimento SI SI N P NP P I P M N deficitária de si em relação aos ouvintes.portaleducacao. por SI imagem SI N no. Embora PEao alu. EE INde dezembro IN EM E P S M S N E P Uma mudança a par.repetição..SIN S de Sinais é adquirida na N S E P M PE I M E E S N M usuários fluentes. E EE SI Uma vez adquirida.Sdentre as PEE N E N I M I I M E S E S N EE vai contribuir resultados no seuSdequais da Lei Federal nº PE se destaca a aprovação SI EM NP EM para os P Ibaixos M E E N S E N M P P senvolvimento global. fato que reforçou a imagem deM incapacida-PE P I E P N S M N E I E N I N E M Salunos aprendessem E P SI S do currículo N Nessa esde deles. A Língua deS Sinais anula Secretaria Municipal de Educação EE I M E P S E E M IN a deficiência conseqüência da surdez.sp. PE Assim te.br SI N SI uma comunidade EE NP EM I I P M E S S E PE P N noritária diferente e não como um desvio da norM M E I N N E E S P I I M M E S S N PE malidade. seguida auditivo intensi.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI EM M EE P N SI M I EE M E S E P P M E DE PROFESSOR N M N MATERIAL como a ser EE uma diferença EM compreendê-la SI M respei. como requisito para IN 2000 Hz. N N E EM P M P I I I E século (e E A classificação S ainda hoje S SPor quase P N em muitosPE N ao da perda auditiva quanto um I E I M S S N N EE dos limiares NP SI insistiu SI EM na média da freqüênlugares). E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P I concep-N E últimos S I conhecimento.Sindo do mais que PE EE EE EE leve (perda EM mais eficiente SI auditivaIN EE P EM P P E M P E Ninterfere na S N aquisição da fala. de 19 PE de 2000. um funcionamento. a uma fala da língua majoritária pra grande M o afastaria S melhor que SI conduzindo PE EE IN EM EE P M S N E do grupo dos deficientes (Skliar. E O resultou em algumas conquistas N sua vez. 1997).o direito àNLíngua PE INo fracasso M E M com esta E S E N E P P M M E EMaluno. mas não impede o P N E I P I N M E S N S SI P N P SI M SI CONCEPÇÕES EE de se comunicar indivíduo porEmeio da linguagem DE SURDEZ SI N IN P I M E S S E N P M M oral).EM gramatical. EM por meio da leitura-oroP P M I N M Erepara I E M S incapacidade. se caracteriza por P E S N E P P E I N M P mundo e E de língua. SURDEZ OU M M EE EE DEFICIÊNCIA SI N NP EM E P I P I M EE E E S S N E Por ser uma língua visual-espacial. (perda E EDUCAÇÃO DE SURDOS SIao mais profundo EM EM PE impedeM IN auditivaNque M EE EE E S E P P P I PE o indivíduo deNadquirir linguagem oral) M EE E S (Lima. comPa E mudança Sda E processo S N em seu PNos M SIcadores obtêm N SI N E I NP I resultados que estão de acordo ção da surdez. a recepção da PE EEfala se daria EE cionado com SI o aspecto NP clínico-patológico. preferencialmente EE ção Ecom surcomo muitas SI PE auditiva. Esta INpoderão aprender M base nos quais os alunos surdos EE em difePE dificuldade pode ocorrer S E P M IN N M M I M N de forma a Língua Portuguesa. N N é considerada como E P S uma vez que as facial. Iconsiste S E E tir da concepção em possibilitar os surdos o acesso à informaP S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI TODA FORÇA AO PRIMEIRO ANO EM M E P M M EE M CONTEMPLANDO AS ESPECIFICIDADES N E P I M M EE E EE S N E P P I P M EE E S N N E N P P I I I E S DOS ALUNOS S N N SURDOS S SI SI NP EM M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE P N SI 90 . sem conseguirem fazer uma M S N P S o de dar E M sujeito a SI EE EM P reflexão sobre o seu M como se os alunos Etivessem IN limite naE P a fala. a longos EEM S N E E P I N M P P I S S IN de treinamento auditivo e de fala. rentes graus.SI EM NP EE P E I E M E P P S E tada.098 (anexo que SI SI EM 1). 2003). M EE SI N E N P I I Ma usassem. M ou deficiência NP A surdez P I M E M E N S pessoas preferem M E E M vai possibilitar ampliaP INuma dos. se mostrou PE SI pouco eficiente noINensino NP PE M E N S SI N E I M parte dos alunos EM P vo.EM www. EM e atribui percepção de Sinais.EEna forma S como o sujeito às IN Pacesso IN NP vai ter IN M P I S N M S I S N E informações do mundo. o que através da sem as estruturas e S N E E P I M E E E S método. N EEcomo analítico de um aparelho de M amplificação sonora Este SI conhecido NP NP ou método EM NP EM colocação NP P I I I I M E E E S S S S de treinamento E N P individual. e como forma de a surdez. Diretoria de Orientação Técnica (SME/DOT). M EE intera. SEles P qüências da fala.M prevê a N formação de intérpretes M na concepção de surdez. SI de Língua EEde Si. o acesso ao mundo pela visão inclui I M M E S S S E E P SI EM ainda tímido.IN como N “norma” PE(Tabith Junior et al. Disponível em: EM e permite EM se constituam S2007 NP que as pessoas NP PE I N E E I M N S SI P N S como membros de lingüística mi. 12PE PE surdas a 29) . os edutural de anos. PE IN IN e reconhecimen.gov. 10. M EE termo deficiência O uso P do auditiva está relaperíodos NP IN na qual M S I E S E M S M E N portanto. 1997). NP NP EMlingüística. ela E chamar. ção de conhecimento de com percepção NP M dificuldade E N I S M S N I E P S E M S SI PE to de sons. S M E frasais trabalhadas E M seria possível ria que serStratada. a escola em oralizar os alunos surM P M M E SI grau é baseada E SI E E P Edos. EM P I M I E S M E E S E S E IN (p. surdos. I E I E EM S EE S P N P I E M M P N S P substituição condutas e valores são Por meio de exercícios de IN M da maioria M tomados EE IN e de PEE SI ouvinte E N S E I S P M esperava-se que os M S alunos memorizas. Era como se os meE o objetivo E P SI concepção N M E P I SI N E P S I N M E I colar passa a ser ao audição e EE canicamente a língua. o que significativas para a educação de surdos.S SI na recepção. 1000 e considerada as freque se integrassem na N E P P M N SI EE PE IN eram submetidos IN EM EM SI sociedade EE ouvinte.SIN I NP E nais para M P EE sócio-antropológica. a Língua AUDITIVA? P N P P I M S SI EM PE IN IN sem dificuldades.

quanto Sde M EE S E IN S N mais coE N P E I I S E P S S N aluno ouvinte. a adoção desta E M E E N E E P SI NP EM NP PE fa. SI NP P I P M S dos. Svartholm (2003) e os proN textos provocava desânimo Mque a criança EE enfatiza M surda SINnhecidas nos SI E EM vê palavras E P EM M M E E E no Ipapel e constrói conhecimento linfessores ofereciam poucos textos. SIconstruídos EM P PE P M E M N E (Koch. PE M EE Portuguesa. aos textos. Svartholm (1998)M propõe que não se nhecimento tiver. E E M S M E N S P professor e passa a ser o P terlocutores são vistos sujeitos ativos dução do N processo pelo PE EE EE que.M conteúdo P for de interesse da pessoa que tem M I N da Língua SI de ler NP PE objetivo. basta a este o coEM N E I P I S E E S S E N P P P M mesmas funções que a N Língua Portuguesa falada nhecimento do código. Eparte PE aprender IN SI é a primeira NP língua. de ler e que a atividade pode ser motivadora se M EE o M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Visando ao Saprendizado Portugue. SI da vida EM PE PE em atividades INdiária. que regulamenta os dois documensão inseridos no trabalho de leitura e escrita. P NP da Língua IN complexidade S N I M P P I exigido do Kleiman (2004) enfatiza que. a escola N P I S M N S N SI eles possam EEseu uso como EM o focoPEE o social. N P M M M I E E N E E S N P I P M E anteriores.concepção N PE M Segundo Tovar conseguir resultou num numero significativo deEaluM(2000). M leitores e escritores. INP EE IN tiver um SI deve propiciar-lhes EE e se a tarefa P S SI saM pelos alunos surdos. IN Ique M E E E S S M NP E E E não do aluno oPmesmo grau mundo M surdoIN P se pode esperar EM EE e a língua. na qual Em contraposição ao foco nas palavras. Para N E E P M M M E E P S N E E EE a ler e SIN Sinais e a Língua Portuguesa. EE S E tos dispõem dos mesmos recursos lingüísticos que os SI N PE P IN P M I E S N N E S N P M SI SI Este o direito dos ouvintes. o P E ter um referente método de enpalavra individualmente. nele se constroem e são resultado EE SI EE entre professores. usadaM pela família. A modalidade oral da Língua IPortuguesa é Na concepção em que o texto M é considerado I uma M M E E N S E E P M E M S E NP possibilidade. P IN P P I E M E N S E P N E N I P P textuais ePE em vez disso. mas P fora do EEcomo produto de um EE emissor Sa IN ser EE M da codificação P N não deve ser trabalhada SI P NP E I P I M N E M Sinais preenche N I S escolar.EEM NP mas que. na escola e SI NP EM FederalM E I P E E S E EM não M P zembro de 2005. o texto é totalmente explícito. a Língua Brasileira de M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE língua oficial IN M PE Sinais como EE das comunidades de surSI S N N E P I N I E S quando entram N SI dos. sentido do texto.SIN SI como N N I P P I M M S interativo M S do processo N N E SI alogicamente. a maior das crianças surdas. SI N EM IN M I M M SI S E P S E E M desempenha para os ouvintes. a escrever significa SI SI PE EE IN M P S EM N E da. I M M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N de raciocínios N N das provas S escritas devem-se ado-PE Nessa Fulgêncio e PE EE mesmaSIlinha SI Na correção NP N SI N P M I I M I M S S S N tar mecanismos de avaliação coerentes com o Liberato (2001) dizem que essa compreensão préE I EE M E S E P P M M o asvia permite ao que vai montandoIN o M PE língua.M M EE E P M N PE M EE M EM SI E ção. da Lei Federal nº 10. E N N P P N güístico e gramatical por meio salta que. di. 2001).PE P P P M E E E S N da visão. parâmetro o desempeturas de tipos deSIdiscurso determinará. PE EE caso de S Nalunos M EM E P I M E E P S N acentuadas.IN S M E P M bilíngüe. à medida EE aprendizado EM S S M EM N E P P E I M E E P pecto semântico. S SI se use como N IN I N M M I S S N E ouvintes E S grande medida.436 (anexo 2). deM 22 de de. eS do Decreto nº 5626. SI EM prática E P M M E P E N N E P E Nesta concepção. alunos e textos. Na compreensão I propiciar-lhes EE dos alunos surdos S e de de um texto. EM P P PE I S M N E N S N E M é a segunP aprender SIuma língua. Porém. pode-se M I E SI N E E SI S N P I M I compreendem o que leem e que E não E surda a P E S N nos que não S P P zer nascer na criança consciência da utilidaI M EE S N E N N P I I I M M S essas IN S E deEM e do prazer S da escrita. reduzir o número P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 91 . SA Língua E espaço de as decodificado pelo leitor/ouvinte. sem relacioná-las com ou-PEE I M P E N S E N I P P I N E S sur. a cada M EE NP dos alunos M formar leitores E S I E PE P M E E M S M E E Por nãoEE P N oral. IN de segunda Evalorizando EEleitor. EE E IN M deSouvintes no uso da língua pois o conhecimento de SI majoritária. EM estru. Solé (1998) N E E EM res.EEM Os alunos surdos. quanto maior S SI a M INtextual o Ileitor NP E M E M S E S E E compare o desempenho dos alunos surdos com o sua exposição a todo tipo de texto. atribuindo sentido aoEtexto. a maioria conta SI PE IN apenas com fragmentos M M documento reconhece EE sur. N o EM EM N condições para S P I I M E E S S N P EE que M eles se tornem leitor faz uso do conhecimento SI NP já tem sobre o EM Contudo. e cartões para ela. de 24 de ESPECIFICIDADES DOS ALUNOS N E E M I E M E P S E P P EE M M que reconhece N E SURDOS NA LEITURA E NA ESCRITA abril de 2002. uma vez Ecodificado. lendo contos e escrevenproduzem textos. No surdos. por P exemplo. já que.tras M N N N EMgrande número escrita é diferente Spara alunos O de palavras descoSI sino da língua E SI SI EE no texto. serem SI M N E NP S N I N E M P I I SI S E Seu ensino para alunos surdos deve ter como proO foco nas palavras desconhecidas resultou em E S S N P E I M EM M tendência IN surdos a se aterem S pósito e escritores competentes. de crianças uma em suas expectativas em relação SI EM aprendendo PE PE nho lingüístico M M E EM N N E E P NP I segunda língua. fazer deduções. A leitura não Né vista como EE SI extração NP EM EM SI meio da decodificação EM escrita por PE P M E E E SI EM Os professores devem acreditar no potencial da informação da N E P P P I IN E E S N N S N P P I letra porSIletra. mais fácil será E P M M P E N PE EM EE sua compreensão. SI EM EM para que SI Neste senNP em uma SI PE se envolva IN uma pessoa IN I E E S S N S P P tido. os iné colocado no deixa M SI EM SI relacionar INde ser a conPE EMtexto e o objetivo P IN forma e função. a autora de leitura é necessário que se sinta capaz M recomenda que se deva trabalhar SI IN o atividade IN M Mnão cada M EE um todo E S S P P texto como e palavra. EE Ena qual a ILíngua E dos a Puma educação de S da Língua Portuguesa oral. preferencialmente na modalidade escrita. fazenforam que M passaram a E E dificuldades M I M Ndo bilhetes E E P S I E N E P E utilidade S do-a ver sua N atribuídas à surdez.

PEa partir da EE IN EM E P S M SI N E P I E M escola. I M E E E S N EE material SI consta neste NP NPpara o profesEM NP escrita individual.INformação N S N EE criançasEM SI de acordoEM também constatados ouvinte. “ch” ou 5) De acordo com o proposto por este mateM E S E N N E P P M M M E SI SI deve serEE N a educação N PE bi. SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N A tarefa é viabilizar o acesso do M do professor S N S SI P PE SI IN M dos textos que SI EE N E IN Resumo elaboradoS por aluno. EE SegundoEM S SI N P I I M E auditiva e cite seusEM M S depois o S N E E P texto escrito. NP nais. S N SI EE seus textos.IN pos surdos adquirem as caracsejaPfeita desde EE com crianças SI EM PE os alunos IN M EE EE E S S N E P N P P I ampliando cação Infantil porque diverte.IN N PE PE a autoria do começam aNassumir com o professor 1) este material. EE M PE IN IN EM SI EE P S S N EE ANO PEE E P No início do processo de escrita. quais PDiferentemente IN defiM E N S SI N E I M P M M surdas vão se elaborarem SI PE auditiva? EE IN a ciência EM basear na Svisão para EE EE P M S N E P P I E sobre a concepção M sua relação com a escrita. E N M S– faz o papel P de registrando em SI E M SI M E E N E E P I M P E E tuguesa o relatam ESPECIFICIDADES DOS S que os alunos N P M na Língua N de SiEE M SI e escriba. como SI SI N E NP P I P M N S M PE seus Isso se deve língüe? IN IN MevidentemenEE ao fato.EE P troca de letras. EM PE PE de palavras. de uma concepção P N A adoção. S PE EM surdos atribuam sentido ao que lêem e procapaz de traduzi-los para e N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP na escrita. E S S E N P E M M E não confundiSI N te. matical para P os alu. a surdez não impede tuição da Língua deverá ser P I M E M E N S P INvice. Ele deixou N E N N em cada contexto eS prever SILíngua E P I I P E NP S S N I P I N M M obedecer pelo professor imediatamente o significado. todos pareceram en. IN SI SI NP recursos IN M PE freqüentavam I S N M S I S N E de história EE I S professores usavam a Língua de Sinais. Pereira (2005)Nanalisou a compreensão das IN P M EE E EE S N E N P P P I I I E S texto porIN S N S ad. A leitura M E P S E E Mda surIN NP NP EM EM é considerada. como relatos e leitura de livros. pela dis-EM cepção de IN ensino que enfatiza aS compreensão M PE das SI EE IN S E E P S N M cursiva da língua trouxePEmudanças no ensino da P palavras.alunos EM EE SI a Língua EEde Sinais. de eles do que você material M EE estudouEneste EE não ouvirem NP 6) A partir SI e. 4) Explique o método S ao analisar SI EE EM gra.M EE “h”. M versa. daí se sócio-antropoN S 3) Escreva M N INesperar resultaNP SI neste material. reelaboram num novo trabadez ou deficiência graus. EM co.M NP inicial dePE EM a escrita M I E P E E S N crianças surdas. N M E P I SI N E P S I N M E I M analítico S ou método N E Fernandes (2003). Questões como escolhas de “s” ou “z”. 2) Como EM lho de M NP M P I I I I E E E S S S S N P EE das crianças que ouvem. com o constante neste material. explicar E N I S duzam sentido As dificuldades que eles e Eexplicitar características dos texM S N I E P S M S SI PE IN conhecimento da M apresentam decorrem da falta de EE PE tosM para as crianças. IN M S N S E P M PE I nhecimento textual. curiosidade e é ferramenta fundamental na constiM E E S N E M E SI que os PE O professor M Majoritária. N SI EE IN M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 92 . Expostos aos Sdiferentes tiSvartholm (2003) propõe que a “leitura” de liN EM EM PE IN E M E S SI vros e revistas N E P de textos P M Ma Edu.EEM ALUNOS IN EE o professor SURDOS EM S EE SI P N P I E M M P S P IN IN M tribui doStexto. NP EEmbora dificulte. espeE N língua majoritária M M observou Ida EMno ensino SI N P E N E S I E I E E N S eficiendeS palavras M por associação. os SI pliação de a SI M EM NP mundo.EEM surda a linguagem NP EM adquirir I I P M E S S E P P N I volvidos com M a tarefa. ao universo P I M E S S E N M M e ensinar M SI socialmente NP a produzi-los Marta Vieira circulam EM PE (pontoM EE Pacheco EE EE Leonor Silva Pincigher SI N EM E P P P I PE M M E E de partida e chegada de todo o processo de ensino/ S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M aprendizagem da língua). as as implicações advindas do termo PE SI NP EM sor. EE PE constante SI N EE EM dos diferentes P SI dos obtidos com S crianças ouvintes.SIN SI EM PE a assimEseu IN satisfaz a terísticasS dos mesmos. SI sujeitos.Pe nunca foram colocadas por compreendida EE rial. EE M os alunos EE para a elaboração IN N S E I E P S P M M S explique o que é sur.de N a Em relação aos alunos surdos. ela vai possibilitar a amE P P M M E N N M N EE textos em SI EE do conhecimento EM guesa M que privilegiava vez de palavras. a principal fonte de informação para PE que os P I N E E I M N S SI N SI escrita. NP I M P P I M S S rem sons escreva sobre obtidos conE os resultados N com letras. uma vez P produção de M M S alunos surdos SI leitura eIN SI EM EE quirida a Língua de EE M E S P expostos a um trabalho de ensino de Língua PortuSinais. por exemplo. Pbem EE comoPE P P I E E N salas de E que os N E P alunos em inserção em atividades S que envolvam a escrita. lógica da surdez. EE Língua semelhanças EE EE EM Portuguesa. nos P surdos e por que foi considerado pouco NP P I P SIlhamento.EM QUESTÕES P M M o aluno a dar um passo SOBRE ESTE TEXTO E SI assim ajudar SI E E P E IN M E E S P M N E P Pna construção de seus gredir M N M SI conhecimentos. “x”.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEde S de palavras viáveis Portuguesa para alunos surdos. esclarecendo asPdiferenças e S E IN N M M M N PE SIentre as línguas. ouvinte e surdo. estimula. o professor PROJETO TODA FORÇA AO 1º I N M P P I S S Língua PorIN CONTEMPLANDO AS N M EE escriba. utiliza o significado S S N E SI a padrões Ipreestabelecidos EE Sos EM EM P PE e passou-se a expor alunos surdos a textos em vez jáNobtido para facilitar o processo de identificação M M E M N E E P M M EE SI SI palavras. Assim. SI S Pde M na escrita E SI E EM N E P P I M E tes. De modo geral. Tem a tarefa de ensinar S S e N N EE NP SI SI EM adiante e pro. portanto. Como interlocutor P SI con. P I M As dificuldades no uso da língua não parecepor pesquisadores da área I E S M E E S E S N E PEa criança EM ram ser obstáculo EM escrevessem SI PE NP NP para alunos dez.

E S E S N seja atraN a si mesmo.PE dade. M E S E PE P senvolvimento das competências de leitura a qualidade pois a simples presença de EM E E M S M E P E E PE IN espaços M P E E N S E N PE I ta. favoS PE em: SIN M EE EM EE N M E E P P I M M M E E www. Como educa EE Freire. NP em meio PE M M como potencializar M I E SI são. Disponível bência de promover a inclusão digital. P SI IN SI NP EM digital. EE M como utilizar E E M N E E E P os recursos tecnológicos. mediatizados M SI ou através E S E E E P M M M P vídeos. do “durante” IN. enriquecem tanto quem aprende como P P E E SI N EM N N PE publiEde SI SI ensina. se a incumN S P atualiza e inclui IN M IN EE S SI E N S P I M M 2007. principalmente o aprender em P M E S E N NP EM EE EE M do aprender P SI hoje NP da informação e da M SI individualista que As comunica. diferente P NP“tecnologias E I I N E S M N I S EM N E I P I ainda domina.gov. projetos. em comparar. por isso o desafio de criar que integrem aparatos na escola não garante melhor nível. se utilizados PE EE S N S S P IN N M M fessores e alunos se tornam autores e não apenas gogicamente em ambientes e recursos que levem à I SI S N E E S I M E E S Porém. áudio e vídeo). fotos ou arquivos TIC. N EE E I P S EM N P P I S M N E a mídiaIN impressa. ou seja. sos tecnológicos mas EM PE EE IN o vídeo/DVD. e o desenvolvimento SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E EM EM M E M E CADERNO DE ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PE E P P EE M M N E N I N E P E I P M S E E S N SI N PEDUCAÇÃO M EE SI LER TECNOLOGIAS NA SI N NP E ESCREVER: E P I I M S S N PE M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 93 . E N E E Municipal de de da capacidade de e EEM N P I P M I E E S N E S N P P I P M I E S Orientação Técnica (SME/DOT).PE rede. “ninguém P NP disse Paulo IN S N I P P I Sninguém.br recer o acesso e a apropriação de códigos eElinguaP S N N E E EE PE internet. oferecem pedaS IN IN IN elementos que. e c) a aprendizagem o resultado (conteúdo M M EE b) o currículo S S M E P P M processo. IN faz sentido se contribuir M e escriE NP do ensino. produzir conhecimento. que exige o aprender a aprender. Para isso.“ INde bancos de arquivo públiM se educam EM entre si. NP potencializadas EE I P S SI N P I S M M de do o “antes” (o S que a dimensão digital S IN o aluno INjá pelas TIC. InseP P N M E S M N SI N N E I P SI essas novas I E I E cotidianoSescolar implica S S N em ir além formas no P PE a Internet M de linguagem na construção Nrir SI N E I M M E I M M coletiva ou fora da escola. com diferentes linguaAs não M ações educacionais EM EE P I M E E P S N E M P M N PE SI digitais para ser consistentes. dentro à autonomia.SI alunos no mundo de hoje. só M S com EM M digital. EMà atitudeSIcrítica. as imagens. EE M EM capaz de SI pois” (a necessária INselecionar SinP NP EM P E E M S M avaliação de conteúdos e habiou formar um leitor crítico. as pessoas podem quem N P M I I M I S S S IN EE M pela comunicação sisteEE responsável S car o que quiserem e tornar disponível para qualA escola. a hipermídia e a Incada vez mais. EEmudança S I M E N P IN P P S I E M E a desenvolver projetos pedagógicos nosPquais pro. IIsso. em sintetizar. M NP NP apenas SI limites legais. acessar M MSecretaria I E Educação. M consumidores. M N imagens. aprender a publicar: produção e transmissão de comunicação E E S S M NP E E P E M M P EE PE IN a facilidade de M difusão e publicação deEE conteúdosEM tonomia. I E E hipóteses. E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N lidades aprendidos). qualidade e M M S M S N E SI EEde ma. escapa à capacidade decisória e M EE E como a publicação NP NP reflexão. ninguém educa SI EE PE áudio. E S E N N P N IN EM NP EM o uso de SI a) o projeto SI NP PEInternet.sp. A televisão. o registro EM ao le-PEE S E E P M M E (oEque social da escola: aprender a P pesquisar E é para ser feito) e do “de. os homens (textos. em S N N SI N P P I EE S SI N EM (em hipertextos) EM SI não-linear N P I I M E E além da leitura e imagéEnsinar e aprender pressupõem “encontros”. M Nessa S aula. INA P PE I S gens próprios da era por suas M E N S N E M S SI (pessoSI NP PE EE características.IN S P P P M EE N E N significativo N para a atuação dos S P trução de um saber I I I M M E S S S N M E EE NP precisam de recur. torna-se necessário um letramento S N N E M P I I SI S E E S S N P E I ternet podem ser excelentesEmotivadores para o deporém.NP SI SI M EE P N SI M EE M EE P N SI E M SI EM IN PE M EE E S E EM P N P Diretoria S M cooperar. vídeo) SI SI NP P I S M N S vés de blogs As E pelo mundo. dentro S da sala de P M de projetos. na internet. o rádio. SI gens midiáticas. sobre S N P ganhos e desafios M I EE E E SI a cons.SIN EE SI EM P origem e de verificar a possibilidade de uso PE P M E M N E N EE SI levantar NP Educação terial sem infringir e Internet EM EM SI implica em EM direitos.tramento N sabe). E P P M M E N N conhecimentos EM EE EE matizadaSIde EM quer um ler praticamente qualquer coisa.Ncom toda a desencadeada PE PE na socieIN EE cos (para M ajuda EM EE em geral). nas N E E SI escolas. bém o próprio P IN I M E E E P S S N N E E M P M N SI SI propostas as 26 atividades Três NP PE EE no plano IN são as aprendizagens SI consideram. muito as relações A escola na era da comunicação Ifavorece M P S EM N E I M M E E N S E I M E ais e/ou cognitivas). Isso PE P M E E E SI EM N E N P P Panalisar. formações e avaliar sua confiabilidade. aprender. a S S N P P EE SI EM com auM IN IN M EM tica (imagens. E S E E S ção” (TIC) mudaram por completo as formas tradiS E N P P M P M SI N INe não verbais M EE IN cionais pelas verbais Mquais os textos M SI S E P S E E M E M E E N E e aprender o que provocou a P discusEE SI digital: NP circulavam EM Ensinar NP socialmente. EE EE EE EE N EM EA E P P I P P M E E proposta do caderno é contribuir para o desociedade atual. valoriza IN I senvolvimento de ações S que articulem sempre. via não E E S SI N S P P M SI aprendido) como tamIN de apenas IN pedagógico.prefeitura. que incorporam M EE aula.portaleducacao. E P NP I M M I E M E E S E N E S E P a qualquer tipo de controle de qualidade.

etc. Para acrescenta-se to daPescola. e compreenda que. na estruS N de comunicação comS perda SI velocidade M EE EE da mensagem.Paprender SI EcomunicarEM P mínima de sentido. são SI de vistaIN M (es. os problemas ou cação é possível haver conI I M S E S S N P EE PE SI EMprofessor. P mais precisa usar plo. SI NP EM P S N M E I M S N E ações dos professores S SI EE – independentemente EM de M NP EM PE M I E P E E S N seu conteúdo e área – precisam P P E Síncrona M EE M e assíncrona IN do conhecimento EM SI N P E N E P S I E I E E N S S ser P planejadas. S acentuação. S EE EM bem como IN IN que é produzi. do professor As E da: se síncrona P IN do Laboratório de IInformática. re. E agora M S S E N M M SI NP de antecipação É papel do que exige uma E maior do EM habilidade EM PE EE M escrever EE com maior responsabilidade. os S SI E E P SI EM EM PE PE que se pretende proporcionar IN conectados M E aprendizagens e insnão precisam estar ao M participantes E S E N N E P P M I M M E SI de avaliação. SI EM PE IN IN IN M EE S N S E P M PE I A comunicação assíncrona permite. ou N EM EM SI mortas S PE IN M E M E SI N E E P P M M vivas e também sofreram na ortoLeitura e escrita no contexto digital SI EM transformações PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M grafia. OPtexto não de comunicação.EEM IN EM a escrita. N E I I P M E S S E P P N cotidiano provêm de diferentes línguas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E Msacrifício Ida Eem S com ortografia Para tornar a experiência pedagógica. PE SI da incorporação P M M N E M I NP N debates. e melhoria da comunicação aM leitura e escrita. SI N EM E P P P I PE M M E E professor garantir que o aluno possa se comunicar tema ou assunto a partir de poucas palavras. S EE P M S N E P P I to importante. IN to o que pode levar o aluno pectos. apaM e inconveniências (sobrescrevendo. intercâmbio de M EE projetos Ecolaborativos. estabelecendo-se objetivos. digital. da possibilidade caneta.SI EM EE oportuniP P E E M E P P S N N E P N PE baixo)M esquerda. S N E N I M P Quando se fala em projetos. turação a M M E M N E N E P M M M EE SI nos quais SI digitalmente: EMuitos PE PE adultos têm dificuldade em se ambientes IN há interação. I E S M E E S E S E M IN PE escrita e EM do planeta. desse jeito novo. N implica também na maior SI facilidade EE de bus-SIN para seEcomunicar EM PE IN I EM EM P EM S S N E E P as normas. N PE IN que haja interação.é hoje básico M N E I E M P I E EE S E o instrumento P trocar simplesmente Efunção daM S de eINdo texto produzido. Mesmo as palavras que usamos no EEM participação do meio digital. N M S E I S N além de expressõesSde outros idiexpressão. PrimeiramenP E resumidas. por exemE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P amplamente. Para lidá-las . do mesmo gens ou grafismos. educativo. A leitura de uma página eletrônica. mapas. em capacidade de Mais doIN que E P P E P S N Ede apagar Serros PE IN Icaneta NP M escrita S(a pena por E N I registro e arquivo. EE M E S P viva. na comunicação informal. simplificaquestão significativa do de formas N de expressão SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 94 . além de saliências gráficas M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E cor de fonte e uso deErecurP faz a diferença como estilo. como oEchat. coerência entre Na comunicação assíncrona. car outras informações – além de criticá-las e vaE I N M P P I P S N E S de uma ligaN N M e daSIprópria rede. ilustrações. A comunicação aprendiza-EM é garantir SI EE uma SIN IN que essa temática se transforme M implica no P EE síncrona IN S E E P S N M para a turma. tão comuns ao redor estudo. baseado no NP IN projeM E N S SI N E I M P M um aspecE objetivos. com novos M EE agora S I SI plas oportunidades N S P N I E S I S ao contexto escolar. Ee PE NP pelo próprio NP interferência enetc. EM aN temática podem surgir do do grupo de versas em tempo real internet. na no sentido.Idas N e condensadas.Sé preci. PE M EM para desenvolver EE aprofundamento NP SI.volvido NP E M S E P I S S N E E S ou assíncrona. S EE tempo S mesmo para na comuniM EE EE trumentos SI N P NP P I P M EE N síncronas. IN P M N M seu trabalho EE M S NP E P SI IN que o professor EE E é importante também A leitura exploratória de imagens – fotografias.S O acesso às TIC – e particularmente à Internet M E E S N E E M SI NP flexão. que é aM condição em pelo professor emIN sala de aula. de imaS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M com outros daIN mesma idade.P grupos de E E materiais. EM seja um S EE leiSI P N P I E M M P N S com o mundo P IN tor/autor familiarizado M gráficos.ou textos.PEUm deles é a leitura. da língua oficial na comunicação formal. ainda. EE de acesP de M escrever ou esta S E P IN N M M M N PE SI EE uma quantidade gando) do históricoPda sar grande EE comuni-EM EE de dados EM e de manter SI e ter múltiEE registro P N P I E M P N S as. E S grupo sociS N E NP S particular e SI EM M P M M al. indo EM PE relacionar SI E M SI M E E N E E P I M P E E que de mediação seja bem-sucedido. tamanhoEe SI Planejar EM PE P P IN M sos como itálico. fórmulas N S E I E P S P M M E S N N PE temáticas. esquemas. entrevistas. a por máquina M S N I E P S M S SI EE pelo teclado) trata-se PE IN inserindo. P M EE ver estas E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N formas de comunicação como parte salas M de bate-papo. respeitadas S as regras N específicas de PE contato I N E E I S SI P N I P S I EM M S N S E tre os povos. E N N E P I P E S NP S S N I P I N M M nome da so insistir no planejamento do documento. negrito E S NP N EM N e sublinhado é essencial E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E em função de seus EM paraPE o leitor escolher o que P ler O planejamento SIde ensino. redes sociais e M como fóruns. I M omas no cotidiano da língua. ção (link) S a outra. que tem normas e regras próprias. M NP I M E S zos. P INatravés da M E E S E N M P SI SI instantaneamenalunos ou do social. para dades para trabalhar habilidade deSIcomunicação SI para aIN SI IN e critaPEpara a direita. é um orientador SI EE do trabalho desen. praN M SI SI NP as atividades e as E IN etapas. mensagens EMpróprio contexto NP escritas são trocadas PE O importante EE IN EM E P S M SI N E P M P em te. Esquecempois colocam grupos em E P P M M N N M N PE EE hoje diferentes SI EE Do ponto EM se de que convivem sistemas contato. ou seja. P no meio PE IN fica restriIN N digital. maEE M EE IN SI tabelas.IN S a EM por hipertexto. como o fórum. M SI de uma língua SI SI NP E I EE listas são muito populares.cação.

seu N P I S M N S N SI EE EE EM mento. As atividades elaboração propriamente dita. fontes de SIN coletiva IN SI NP EM P PE I S M N E N S a diversidade: uma das N para o desenvolvimento. percebendo EE SI SI ou de avaliação. revisanavaliação e a execução do próprio projeto. PE SI EM atividaEM P EE IN SI crever e questionar N E E ta. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I fazemos História. O M E I P E M utiliE S E E P em fóruns.SIN P escolar é extremamente útil e importante. A partir de pesquiN P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E e outras EE S estratégias. avaliação: SI NP dor. suas necessidades. comEE a do planejamento é a diversidade de estilos cognitivos I M M E N S E I M E P M E M S E alunos. EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M (exploração. SI S E des e/ou áreas. é importante conhecer N E E M I E M E P S E P P EE M M desejam N E apresentadas no caderno são resultado de trababem e o que saber a respeito do tema. EM SI M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 95 . através do registro E S S N P E I M S EM M IN e replanejar: M EE no desenvolvimento. EM NP Esta parte propõe SI M EM E P I M E E P S N também desdobramentos possíveis para a proposexplicar. justificar. NP MPlanejar M E S I E PE P M E E M S E P E “dicas”.pdf IN S SI daMescola. debates e análises. ampliação e extrapolação para outras ações. EE ou de desenvolvimento SI NP P I P M S Em qualquer parte da ficha. equipamentos e instalações. objetivos. E M P SI pesquisa Lidar com SI SI PE EE dificuldades IN M M P S N E · segunda parte: desenvolvimento. M N N N a necessidade Sde mudança SI vos. SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI Organização N S P PO documento original. pois organiza o fazer do educaEmento é registrado. M M I E S N E S S M IN EE EE Edeve SI NPdo os objetivos S P P P e promovendo a auto-avaliação.EdesE M Nmitir apresentar. há de replanejar suas as demandas N M EE ações conforme IN M M SI E EM da classe. M N PE PE EE EEparte. as regulações e as conSI EM P E P M M E P E laboratório à comunidade N N P EE do M SI EM SI tribuições IN PE EM P IN potenciais E E M S M E N S P E organi.SIN IN M M S E P S E E M zado. Mas a prática de registro não se restringir ao I M EE S N E N N P I I I M M E S S S desenvolvimento N E retomando o registro planejamento: deve incluir o e perEE inicial. EM mestre em Educação também contribui com o procesN E P P P I IN E E S N N S N P P EE so de conscientização SI e uso pleno N EM EM SI N responsável dos SI P I I M E E S S N P P EE materiais. revisão). EM NP SI P I M M E S P M EE EM EE justificativa. quando cabível.SIno formato PDF (necesdo Laboratório de Informática: M IN IN M M EE do professor S S M E P P sita o Acrobat está em http:// a participação orientador de informátiM Reader para ler) M EE M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E ca educativa (POIE) nas reuniões de organização M P M portalsme. recursos necesNum P terceiro momento. P N NP e ritmosPdos o antes pode EEmetodologia EE (o que os EE M – considerando P SI aluN Planejar mais de uma tarefa SI P N E I P I M N E S rápidos fiquem M N I S que os mais nos sabem – registro inicial e desejam saber) e evitar ociosos. tação Sdo produto segundo momento é a EEMquais houve M SI NP muita reflexão e discussões EM final.prefeitura. bem comoEEos EE SI Júnior. ou E PE de objetiAlgumas delas oferecem pode-se verificar o caminho IN e o alcance Mde aplica-PEE P E E N S E N I P P I N M E S ou ção. Para Madalena Freire. e sistematizados sobre forma de apresenSI os S N N E P I N I E S N SI teóricas. N são levantadas E zam a estrutura: sas.sp.gov. realidade. S E P M M E E E hiperlinks para complemento de instruções ou de IssoIN significa flexibilidade e senso de EE E E EM P P P P M E E E S N E N N P N materiais. NP EM EM EMprofessor Se P P M E E E SImateriais alocados. PE EE EA SI N N I P P I N M M S M Resumido S N E SIcom mapeamento zação do laboratório. no início do ano.M M EE E P M N PE atividades: as 26 propostas M EE M o que os alunos já saEM SI E Propostas de te.PE programas (software) P utilizado.br/Documentos/BibliN P SI SI NP PE EE planejaIN SI expondo P EE Ped/InfoEduc/caderno_impresso.o durante M A importância EE aprendi. E E E EE sários. e sisteS N P P I P M I E S N N S N EE · primeira SI parte: aspectos SI matizadas formais do projeto: as informações e realizada a produção. É M N I N E P E I P I E M S E S N P PE de definirS também a IN M coletados PE o momento EE lhos práticos. dos EE por SIN EE SI EM interna M P PE P M E N AntonioIN Carlos Berardi lugares de ocupação pelos alunos. público alvo. P interpretar. suaIN EM · terceira P N I P M o depois. a produção individual ou SIN N M E E P I M M M E E P S N é socializada. socialização de do registro: um SI INbom planeja.

para PE N PE Perrenoud PE que em nome M SIvel entender N SI N E I N I I M M E S nistraçãoSimponha oM trabalho em equipe para o seu critério da responsabilidade por um grupo de aluS E E P SI EM E PEobriga. colaboram EE escola a S formação P de com um mesmo trabalho SI NP PNa IN M E N S SI N E I M P S pre EmEM e constituem um sistema coletivo.nos para distinguir PE IN M E M pessoal. E mas é inconcebível pensar numa as equipes em: S E N N E P P M M E M E SI haja diSI N N Pas EE toriedade do trabalho em equipe sem que · equipes pedagógicas que prá. pelos mesmos interesses mas. IN A constituição de equipesEde que formadas por S gruPE IN M S S E N M M E SI NP EM mesmos normalmente não voluntária . M que colaboram E cooperação I S N S S P N I E S I S Há equipes pedagógicas EM assalariados. IN M EE E E S S N E P N P P I M 1-a S equipe imposta. são NP das equipes.M EE S M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI GESTÃO ESCOLAR M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S EM E E I M S P N S Perrenoud. etc. M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI N SI M EE P N SI ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA.as EM PE dos arranjos ção dos empregados também sãoSvariáveis que que vão além materiais IN M E E E S N E E as que agem SI NP NP verdadeiraEM NP EM terferem na formação ticas de intercâmbio. 5) IN S E P PE Alegre: Artmed. N SI utiliza o SI da eficácia uma admiem equipe e. A composição dos a trocas e práticas recíprocas PE SI mas não E M SI M E E N E E P I M P E E bém sofre preciso se que agem S variações Npois muitas P como grupo M vezes. NP M ensino S E N I S e. S E SI EM EM PEsituações IN M E E S P M N E P P onde as organizações diárias Há E equipes pedagógicas formadas por pesM E SI não chegam EE a imporSIN P IN IN EM EM E vão alémSdos P EM S N E E P o trabalho em equipe mas marginalizam os que assoas que interesses mas limitam-se E I N M P P I P S N E S grupos tamN N M SI de idéias EM sim não procedem. são as equipes EM SI ocorre de PE EE IN EM forma voluntária. N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I Perrenoud discute a constituição de equipes 2 a equipe autorizada.Epseudoequipe .PEE juntas. E muitos sisteP M S N E PE P I M mas educativos a administração nomeia como equistricto P N S sensu.lato senso. Entre nhuma substância que as mantenham. A equipe imposta EEpor equipe PElato podemos entender Em sentido S E P M IN N M M M N PE SI EE EE o grupo de pessoas que timulada contra o sistema já aEM EEagem juntas EM induzem SI ou o grupo EE a uma luta P N P P I E M P Nde pessoas S N P N E I PE I I N tende Pà num mesmo trabalho.SIN EE equipesEM SI NP N P I I M S EMou das práE in. M E E S N E M E SI PE NP funcionamento proibida/ desestimulada. o que ticas. pode que se juntam E pelos moEM M po de pessoas EE se dá de SIforma EE NP EM E P P P I PE M E E ocorrer por um poder hierárquico exterior ao grupo tivos.EEM S P P IN IN IN EE EM S S S N N P P I E I M ou por uma escolha E mútua de indivíduos. É possísaber E qual pedagógica assumida P P M é o papel I E passam E N da ação E M E M artefatos I S N P N P S simplificar. I I M E S E S S E NP P E I M M E P · equipes pedagógicas S E cujos membros N do diálogo E a imposição não significa comparP e da cooperaSI EM IN M PE PE IN M E S M S ção por decreto. Aspectos relacionados à EEas competências IN SI N S E I E P S P M M E de gestão bem como N PE a qualificaestrutura e modo Há pedagógicasSformadas por pesso. conservando seus alunos.a equipe SIpedagógicas M N E E M P I E EE S educativo E e do sistema P do sistema E S de N mecanismos E P P E I N M I P S E PE IN INpessoas. não têm ne. M EE M rios. M N se dar basicamenSI equipes pode EE NP Phillippe A formação de EM I I P M EE E S S E P P N M E agir na urgência. Pdos M EM e o seuIN M a partir EE3 . são as S S IN IN M E NP esses extremos S S E I M P encontramos interme. são grupos de reflexão e de trocas ouEequiE S SI P N I E M M P N S P IN pes . PEE M N I E N I I N E M S E S S de trabalho N SI formas EE pe as várias PE de relações IN SI NP EM que M P S I N E I S N E se estabelecem. é IN M constituem EE de pessoas SI NP levar em conta as exigências P M IN EE trabalho. dos mecanismos das As diversas configurações produzirão dinâmiM S N I E P S E M S SI PE INe a equipe desesM cas diferentes. equipe autorizada voluntária. te SI SI NP E E P P I M M M E Porto 2001E(cap. M EM NA INCERTEZA EE EM E EM DECIDIR P E P EM PE IN NP M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI 96 .EM mente juntas. tilham coletivamente a responsabilidade pelos mesN E N P EE I E E P S M SI N E P E M P N SI IN EM mos alunos.EM EE EE SI coordenam SI N P NP P I P M E N S N E N I M recionamento de atitudes e comportamentos. M P I I I I M E E E S S S N P E equipes nem sem.Sos EM do horá. decidir Ensinar: N N EM três modos: SI M Ede M EE na incerteza. podemos dizer A questão que E o autor nos coloca a seguir é S EM SI EM NP equipesPE EM que estas M I E P E E S EM N não de administrativos.

SI defensoSI de resistência PE EE IN M P S EM N E res da profissionalização o trabalho M em equipe asCada equipe pedagógica coordena seuSItrabaM M E E N E I E P M E M S E E os extremos: N NP lho entre no Ecooperação EE sentido da Mrelevante P EEsume papel P SI vez NP SI NP E I P I M N E S “laisser-faire”. instalar concretauma questão de pessoas. para ou. S P P P todos sejam coerentes. podemos E E constituiSIcomo P M N EM E Eequipes PEtam. possa enfren· excesso de sem a coordenaEM N E I P I E S E E S S E N P P P M tar a complexidade e a diversidade dos E problemas. oferecendo aos professores a de S alcançar. ensino e diretores se envolver porM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E b) a partilha das responsabilidades didáticas. M N I S que raramente uma pessoa sozinha. PE E entre os Sprofessores. SI N EM IN M real das IN M M SI S E P S E E M Nesta perspectiva cooperar é dividir forças para · excesso de interferência nas práticas indiviE M E E N E E SI NP EM o todo seja NP PE que que NP do que a soma PE mais forte M das Eparse tenta M coordenar M tudo e fazer I E SI duais. afetando . I P I E M S E E S N E E N P P ferenciaçãoEM de perspectiva uma certa SI SI PE e outra. poder e o funcionamento do alguns adN P I S M M N S N SI EE EM decisãoPEE ministradores forma de organização SI do dasMtarefas de animação e do poder Ede EM esta nova P M E P E ser um ganho. os sistemas de ensino posSI EM M INtempo naScarreira. feitas pela sociedaN E P P P I IN E E S N N S N P P I da profissão EE tido e osErecursos que de atual.INtivos para IN M conjunto.M M EE E P M N PE M por uma EE M EM ética. EE PE SI IN NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI Já para os bilidade coletiva. que o trabalho S em as relações de M M P I equipe Imuda N P SI NP PE EE IN S todo. quando N E E SI S N P M I o trabalho em equipe deixa de ser E uma E E SI N tes. nem N N I P P I N M M S equipe pode M E SI c) oStrabalho em pedagógicas são estimuladas pelaSIN autoridade EEprofes. classes. E S S N P E I M S EM N M dos professores aoSItrabalho em equipe. Na primeira cada N PEreside a evolução IN EM EE EE professor. as rente. Portanto. I N E de ensino.momentos SI forte interdependência Econstatações SI SI podem gerar EE Algumas SI NP P I P M S preservar a que as pessoas queiram de presença e intervenção em .SIN EE privar os EM P PE P M E M N E sores de uma parte e de escolar ou pelos outrosMprofessores. assim. ele pode diminuir o poder dos coordenação e o grau que Ise N M E E P P M M M E E P S E possiN E IN E especialistas. . que certa coordenação entre M as prátiEE NP Mimpõe uma E I E PE P M E E M S M E . S S S N M E conquista individual EE de um grupo SI NP M EM EE Além da coordenação das práticas P I M E E P S culturaM N ElePse uma nova profissional.EM EE M S E EM sabilidade S P M M E E E autonomia: conjunta. hoje é difeSI EM PE PE tratado Ecomo M M E EM N N E P NP I mente modos de gestão do pessoal. das de relações. das Spessoas eN das fissionalização do ofício de Sprofessor Ie IN PE alocar EE SI NP incumbências S a tendênN P M I I M I M S recursos. o senEM As solicitações à escola. ção práticas pedagógicas. IN de do IN M M devem Eseus S S M E P P te verificadas. tamIN entre uma NP relação INprofessor-aluno. I M EE S N E N N P I I I M M E de professores. tros uma perda.AIN IN SI dizer quePE E E partir das características de tendências tão Eano papel das pedagógicas é S EM N P P I S M N N S N I N E M P I as resistências I SI S E tagônicas é possível compreender bém gerenciar coletivamente um grupo de alunos. a IN SI E segunda tendência se prende às M O modelo de equipe não questiona a divisão E E E M E P E S E P P M M N E didáticas e meios Dada a dinem interfere Mde trabalho N na estratégias. Por PEsempre as EE EEequipes SIN SI isso. estabelecencia no sentido da profissão S de IN compor horários e S EE M EE da proletarização S E P P M M parâmetro. A IN S N I M P P I Não se restringe somente aos professores a no seu capacidade de resolução Svidos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S em equipe N P o trabalho preocupação dos problemas dos Sestabelecimentos de ensino S M SI é M IN de saberINse E M E M S E S E E ou não oportuno. EEdas decisões E E EM P equipe são diferenciadas. EE N E E EM P P I P P M E E E S N E N N P P N P a) que as potenciais soSI não seSIrestringe EM EMnão é verdade SI N PE virtudes IN IN O trabalho em equipe I E E S S N S P P trabalho em equipe possam ser constantemenmente aos os estabelecimentos SI EMprofessores. conservando E I M S S N P S I E provocadas S para o trabalho em margem de manobra M na interação e uma EM margemPE bém asSimplicações IN M da equipe. N de satisfação M essencial EE SI NP EM E SI Eo PE P M E E E SI identidade com trabalho. Há um enfrentamento entre a tendência à proI M estabelecer M I E M E E S S E N E S E P P P I M E N N PE equipes.pode N P escola pode IN EE enfraquecer a posição na M Sno EM dos professores SI trabalhoIN IN PE EM P E E M S M E N S P P contrato pedagógico. EM vez do SI S Mser entendido EM não pode N E P P E I M E E P O trabalho em equipe maior para as práticas orientadas por objetivos e P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 97 .SIN M de coerência EE EM EE ser indispensável. Para Nredes EE dos espaços I P S SI disciplinares.respon.aSImaior visibilidade delas. IN M EM E E S M NP E E P E os problemas M sam locais M P exigir que EE PE IN sejam resolM EE EE P NPinterior. de interpretação ConsideN P M M M I E M E N E E S N P I P M I dois eixos: E E EE S N práticas sob E Aos que advogam a tendência àIN racionalizaramos a coordenação das S P P I P M E S N N S N EE tecnocrática SI o trabalho SI o número de aspectos da prática que dependem EM de ção NP em equipe não parece SI P I M M E S P preten. tendem a SI torná-la mais Nque EM EM permitem SI N autônoma para S P I I M E S S N P P EE se permaneça muito que em contrapartida. os sistemas educativos têm imhoje já se caracteriza como um desafio para os E P M M M E N PE NP EE portante EE EE M participação nisso na P medida emEque sistemas de ensino.EEM NP P IN P SI I E M N S E P N E N I P P E que precisam assumir a tarefa Nas últimas décadas o trabalho em equipe S foi preendam SI SI N de favoIN P I N M M I S S N E E S a cooperação recer profissional. SI EM com. EE M P E E N E N P I P P N E bons moS M N SI N N EM entre os alunos. considerando: P N E E PE cas .

EE a serem EE permanente SI E NP I M P P I M S organograma S O estabelece sores eIN dirigentes. passa por crises. SI NP P S N M E I M S N E imagem está mais próxima da realidade do Eque S M os SI EE NP EM PE M I E P E E S N modelos capítulo tenta des. M SI PE EE IN S E E P S N M quem concebe e quem P E um custo elevado em organização sabem racterísticas Ipositivas têm riN SI execu. Os estabelecimentos escolares constituem forM E S E N N E P P M I M M E SI burocrática N N PE do M EE A lógica constrói mas organizacionais que sobrevivem a S muitas muEE EE SI a organização SI N P E NP P I P M N S E meio. EEM IN EM EE P M S N E P P I de uma de forças que constitui o ambiente S M do trabalho EE multiplicidade IN EM em inteIN IN cotidiano tanto expressão NP E M S E P I S S N E E S comunidade ração que ora Essa de integração. seus M sobre uma estri. cansaço e mal entendidos. E uma formação N S Ele é SIPortanto. 2001 Os trabalhos sobre inovação mostram M E E S N EE SI trabalho. dos profesMpreenchidas. P P M I N M EE I E M N N rativa. I relojoaria N M E E S E P P P sua cultura e seu funcionaI M E S NP N EM N instável e imprevisível. porSI PE inversamente. À um mecanismo SIN sações que N se M universo como EEvisão de um SI E N P I I M M E M S S N E E P de opõe-se àquela de um EE sistema vivo. PE M NP EM organização burocrática e hierárquica do P I M E M E N S N P é o único EM EE SI EE PE EM SI não freio a mudança. Quando a busca de estabilidade E PE de autoridade EE IN relações EM E P S M S N E P E da M de uma organização. P suas ca-EM e cadeias N passa a ser a lógica SI os membros IN hierárquicas explícitas.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S INOVAR NO INTERIOR DA ESCOLA 98 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S sob a ótica da ”boa requer uma formação. trabalho M recursos SI E S S E N P M M E PE papéis e das funções SI N taNdos na renovação dos alunos. a propósito de uma mudança projetada. mais aberto e criador. a mentos sobreINas organizações e os EM meio termo entre EE EM PE M M contrar EE Eum S N E P P P I PE M EEem que. não de inovação educativa. a uma prezível na construção do S sentido da mudança. protecionismo IN M EE que a SIN S N S E P M PE I Porto Alegre. P a uma nem ende todas as ordens de ensino.PE danças em sua missão.PEE SI N S E I E S P M M S N PE estabelecem entre os PE interessados co. I N M P P S SI IN das autoridades. lógicas SI P P M clássicos.EEM do trabalho. N como resposta SI mas especialmenEE EM P IN IN EM às EEM EM SI porquePE P S S N E E seriam mais permeáveis do que outras te o ensino fundamental. EE dinâmica instável. que compre. E Organização NEste primeiro M M I E N P E N E S confrontará I E E e autonomia N de ação SI crever lógica Sburocrática PE tal evolução. EE da mudança gica Eprofissional. NP P I P M SI N S N E I N eS lógica profissional. pois ela temS sua lógica E P S I E I Os novos paradigmas organizacionais conviprópria e varia em PE EM S EE S P N I E M M P N P científico IN dam a ultrapassar oS pensamento M das relações função sociais M e das tranEE das culturas. Vistos Sejam quais forem E N M P I I I I M E E E S S S S E P IN ângulo. co EE EE Em que SIcondições? EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N ExistemSIorganizações S mais aberSI P N PE do trabalho M sobre os conheci. apresentará osM novos princípiSI SI EM EM PE M E SI E E N E P P I M E os organizadores. S SI EM PE IN Thurler gidez. Ela requer M M E M N E N E P M M EE e SI SI relacionadas EM PE PE cias ao registro dos conhecimentos IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S das ações. P P E I E M E P S N N E PE IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE I S M E P S E E M IN NP NP EM EM P I M I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M Mônica Gather territorial e medo da desordem.tas SI que outras EE tenta fazer SIenN E IN à mudança? Como conseguem A obra o balanço P I M E S S E N P M necessidade de M SI da pesquisa. os S processos de mudançaIN corresmento. momentos de S S N SI EE EE SI EMcompetênEM P P co pode tornar as pessoas mais lúcidas.EM E abertura e a tendência natural dos atores processos de inovação. E N Nvontade” dos parceiros E P I I P E NP S S N I P I N M M que desenvolva o pensamento complexo e sistêmitambém uma luta. assim como de S uma obserN N N E P M P I I I E E S S S N N PE rer preservar Iequilíbrios estáveis? Há no âmbito de diverSI lógicas orPEvação participante conduzida SI NP EM N I M E N S que favorecem S E P a mudança. M S N I E P S E M S SI PE IN M situa na confluência da lógica Sburocrática EE estratégiPE e da lóO estabelecimento escolar como Pnó E M IN N M M M N PE M SI planificada. mas M que o sentido EE NP IN M S I injunções por integrarem-na Propomo-nos a mostrar da muE P S E M S M E E N M P EE pressa? EE dança é uma sem crise e sem coletiva e inteSI construção NP individual. Nenhuma organiIntrodução N E P P E I N M P S E e a escola PE IN se IN SI NP M E N I S zação é tributária de uma só lógica. ora se Idefrontam. PE um papel não desNP EM sob esse PE a escola desempenha M E N S SI N E I M P M pondem.Eganizacionais SI sos processos EM SI EM EM PE IN M E E S P M N E P situação Eexcepcional. N N S N à cooperação e à comunicaM ao registro M SI SI SI NP EM I EE ção construídas em EE M E S P função da experiência e de uma Resumido elaborado por E P P M M E N N M N EE de Lourdes SI EE refletidaSIapoiada EM prática na Maria M Toledo SI EM Camargo NPcultura e Pnas EE ciências. Artmed. EM E quanto uma P IN convergem. IN clássi. E seu IN regulamentação bastante INe.

N M EE INquanto o conjunto M SI E EM S E P EM M M E E E As duas lógicas o sistema a define e impõe Nlógica burocrática E estruturam EEnquanto S EMesco. quando osPprofessores SI flexíveis EM P M M M E E um toma N N participar E P NP que de inovação. P SI NP as necessidades dos SI P N E I P I M N E S um número M N I de decisões inovadoras. a E lógica profissional limita o trabalho N M SI I pres. se reforçar INa codificação estrita das M e o individualismo dos EE o isolamento S E P E isolamento e E o “consenso frouxo” deixam o campo diversos atores envolvidos no processo de inovaNP M EM EM M P I IN M E E E S S M E N E P M a umaIN lógica de arranjo. Esse E E P S I E N E das escolas. IN representam os atores M EE Priva. o modo M de di-PEE ção.SIN procedimentos de trabalho SI em vistaSIdos EM EM escolas. A idéia do estabelecimento escolar como estruN E E M I E M E P S E P P resposta EE M pessoais do que nas M N E mais em suas experiências tura local-padrão. PE gestos profissionais. menos S E PE E P M M E P E N N E P M tanto as M vicioso Eleva E N seus SI SI do que pensam. I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP não dePE é um Daí o limitado acordo com alunos. lentos e ineficientes só o que se outro modo. aP escola dotou-se M N na escola P funcionamento SI SI profissional NP PE EE IN que a N SIao relacionamento Num EE irreversível I P S SI encerra em círculo vicioso M ceu por muito tempo limitada proP I S S IN E EM M IN M S E E difícil de romper. através da maior PE EE garantir a SI qualidade. IN sistemas. Os professores inventam. que permite a realizanão PE com EElivre SI EE NP ção. cada I E M EE mais em E SI todo o processo SI E N E S E P P P M E SI N N N autono-PE permitem Entretanto. for imposta EE SI SI EE SI NP P I P M S de seus membros. nem passando ao é interiorizada pelos atores. Ao reunir as duas lógicas organizacrito em função da complexidade de situações sinM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de um gulares.SIN IN M M S E P S E E M se então de um motor essencial da mudança: a anávida Euma matriz M N PE organizacional que condiciona Pa PE EE das lise EE funcionamentos. modelo É preciso consi-INP educacionais ampliação da lógica proS SI SI levam a uma N P I N M M I S S N S estruturas derar onde tudo se atenue e se são convidados a EE EE fissional. M E E E SIna escolaIN É preciso. M ultrapassar EE vel capaz de sempenham um papel SI importante. PE IN IN I E E S S N S P P quanto com a complexidade e garantem a fixados. N E EM o saberSprátiSI N ao passo que a S P I I M E E S N P P EE co.M incerta e local. essa orientaM M estatuto.informações N SI escolar. SI êxitos e M NP escolar. Tais parâmetros gestionários SI estabelecem a lógica da confiança. A organização valoriza o funcionados da EE P SI INos mecanismos de conSIprocessosIN Eprofissional P P PE S M N E N S não imaginam poder N E M P SI os processos participativo. SI Os atores E S E o qual as novas práticas se E P M M E N PE NP EE mas deMorganização sem poder EE referirem-se EE necessidades. IN EM E M SI autoridades M muito INP Este círculo EE N S E P E I P quanto os Idiversos atores a uma estramais se apropriam fornecida pela P EE E cultura S escolaresIN S da trama N N P P M M S M S que só pode N E SI escolar.minada M N SI N N de cima. S NP M EM E P I M E E P S pares. A lógica burocrática N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E discurso oficial. de tais fatores segundo o grau escolar: E é diferente N SI NP EM EM SI uma lógica EM PEdePE ensino fundamental. Ele somente provocará mudanças das M EE NP M E I E PE P M E E M S M Ede forma claE P N traduzida E E P reconhecer uma liderança? Uma organização dopráticas se a prescriçãoSIfor EE M P E E N E N P I P P N M profissional E S prá.INa gestão S ção torna-se progressivamente daMordem do M E trabalho.M cionais. fessores/alunos. M iniciativas Madapte à evolução. EE M vel. trole. nha dança resultar e SIN profissional e pela organização EE EE no fechamento SI O impacto EM P PE P M E M N E no contra-senso. eles percebem seu paS N ato no plaP por isso P I P M I E S N N E S N P M SI Em alguns SI pel e seu no autonomia. A lógica permane. P E S des de gestão N igualitarismo. voltar-se para mais flexíEM de os docentes N E P P P I E E S N N S N P P I e adaptativa. o clima deM trabalho é mais e controle asseguranSI EM PE agradável. SI PE das práticas.M M EE E P M PE leva os atores a S IN M um bom EE M EM nível técnico E confiarem ta. concebemos o excesso representa a explícita e forSprofissional M N E S E S N IN SI organizacionais EE PE Suma SI é um lento NP P cas existentes como evolução malizada da mudança. Em nome da colegiatura mas S em função de global de horas disEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M poníveis. IN EM lúcida dos N I P dos frareduz fortemente o desenvolvimento M M I E S N S S M INuns e de outros. há o risco de. disciplina ditaPas A lógica Mfuncionamento. Alguns SI laços dos NP sistemas percebem os EM E I M E M E S E E P princípios da gestão pública e os integram em seu M reção dos estabelecimentos. processo de adapI S M N E IN devem inventar novasS forM tação Edurante EM M instau. ticas já em vigor. PE IN SI N E NP S N I N E M P I negação da I SI S E mas é possível haver inovação na hedo uma certa coerência e uma igualdade formal de E S S N P E I M S EM N M terogeneidade dasSIcompetências e na recusa de tratamento. ram as As novas SI EM a um EEM NP políticas P IN P P SI conforme I E M E N S E N E N I P P claramente E estabelecido. SI NPTanto a coordenaN SI N P M I I I M S atividades S S quanto o EEM ção e mia. graças N dável que todos são a esse modelo permitiu ajustar as modalidaE E confessar M P I M M Nmas. Uma lógica profissional PE NP harmonizada P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 99 .IN S E aplica-se para apagar É mais daEM elaboração Se da introdução dos novos prograEE as hierarquias.dem IN M M E S S M E P P estabilidade. tácito e artesanal partir do ensino M médio a ideologia própria SI EM de cada IN de cada um. os atores SI de deSI colegial e PE de mento EE funcionar IN M P S EM N E cisão são pesados. I M EE S N E N N P I I I M M E S agra. é uma burocrática à M N I N E P E I P E M S E S uni.IN S M E P M relações EE E de poder. P EE PE IN EE das lógi-EM EEvia menos P N IN S N I M P P I Atualmente. for compatível pela lógica é tão conservadora com as SI ra. IN que é da ordem M EM E E S S M NP E E P E regras de M da consciência prática. Os conteúdos das lições são definidos. Eas possísão do E P P M M E P S N N E E PE mudança. em PE da pesquisa P IN um sistema Mque derivam PE questão EE em educada educação SI S N N E P I N I E M S N SI novos ficadoSapenas variam o tamanho e. EEbusca Enúmero EE Mamplo consenso. sua zona de EEa divi. EE EE EE que se incumbem SI NPcassos de S P P P A lógica profissional competências correspondentes. etc.PE P P I P M E E E N E N N objetivos P influenciam P P lar e as Elas tantoNcom a or.

clareza N de autonomia o terreno buscado pelas esque lhes M E I S N S S P N I E P S I S S EM IN colas. é importante. SI PEmais centrado nos funcionamentos SI As produzir uma aparência NP EM I IN M E N S que possam S E M P M M trário. EsP I M E M E N S N P os percebem EM e resolvem EE SI EE PE EM SI mas de maneiras distinsas combinações organizam-se a partir da intuição. romper com a SI NP EM mais criatividade M E N S SI N E I M P I M E S desenvolverem soluções menos caras. PEE duas estabilidade e mudança. P que se voltam NP I P M SIque os estabelecimentos N S E desenvolvam N IN exercício do poder. Transposto INdiversidade das realidades M E S S E N P um modelo M M M SI e à escola. Uma organização flexível introduz uma vimudança. E M SI M E E N E E P I M P E E de apropriados em função das vontade dos para um S atores de N mobilizarem-se P M M ensino-aprendizagem EE IN pro. SI poder depende. M S N E P S E M S SI PE IN é completamenM EE PE Nenhuma pessoa ou instituição tema escolar. Diante da grande tegrar os ao sistema PE novos conceitos.truturado pelas P I M E estratégias de atores de características que modifica M uma série E S E N N E P P M M E SI SI Dessas E N EM N PE EE relações de a EM velmente a construção do sentido de mudança. destinadas ao fraP maioriaEdas N introduzirá S a diversidade M N E I E N I I N M S E P S S N SI permaneceram ta competição confinadas em um esEE casso.E M SI NP jeto. assimIN como a pes P de tentam. os novo aconteuma lógica P são levados a poder SI professores E IN M PEequilíbrios PE uma série IN M ameaçarIos E S M S cimento pode estabelecidos. A SI M EM NP EE P E I E M E P S N N EE gestão por PE não ape-M mudança os levará a valorizar a flexibilidade eP a IN SI redes oferece SI NP um meio IN PA I S N M S E I S N S nas a informação e o confronto entre negociação. N N S N analisadas e designadas e não M mentar sua M S SI SI NP EM I EE EE M E S P de acordo com regras e prerrogativas estabeleciOs atores do sistema escolar tentam satisfazer E P P M M E N N M N SI EE necessidades: EM das pela SI tradição. mas. SI PEexperiência IN M E M E S SI senvolve-se N E E P P M M endidas e das nos espaços ainda SI EM feitas por PE experiências IN PE IN não programados. aumentará a busca SI NP de qualidade EM P S I N M E I N E temem que a S competição paço muito limitado para S de flexibilidade EM SI EMacar. as injunções de INpoderá regulaP M EEtarefas são EE S N N E N P P P I I I E S de modo Iflexível. Existe. EE EE E S S N E P N P P I M se se veja mais que a partir de novas S permitir que SI combinações entre os EM PE longe e IN diferentes Isso pode IN M EE em SIN S N S E P M PE I conscientize que. EEas escolasSvariarão E necessidades da explícita que Evontade S EE SI P N P I E M M P N S em favor de P uma maior IN de uma flexibilização M no P plano de seu nível de desempenho. há PE anos. aceitar existir modalidades ororganização são definidas em função da E SI regras de E SI E E P E IN M E E S P M N E P dentro de P das questões a resolver.PEE SI N S E I E S M M S N PE meio e exploraremN PE dadeEE de ação eEM decisão concedida aos indivíduos SIN adaptarem a novas vias para SI Nseu P I I M E M S S N EM E E pedagógico.S SI NP gerar Inovas M do engajamento E N I S tas. Quanto mais a escola esteja a M M E M N E P IN M M M EE EE SI P PE inovação. IN nefastas. encontram problemas semelhantes. escolar EM PE de orga-M e das necessidades M EEa atitude predomiEE isso leva EE SI N E P P P I PE M não mais EE para EM Ee nante consiste em investir energia nização do trabalho que fica menosSburocrático N N N E P M P I I I E E S S S N ao con-PE N de homogeneidade. M P I I I I M E E E S S S S N P EE professores e responsabilidade. o sentido é ganização de trabalho que NP EM I I P M E S S E P N ao sabor das controvérsias emprecos. particularizar muitaEM o . EE de poder. P E significa que os profesSI Portanto M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 100 . trabalhando recursos existentes.ção leve os Satores a resolverem os com Tais configurações algumas EM NP são novas.M NP “irem aoPE nas escolas. de permitir-lhes Todo sistema escolar à I E S E E S E S E N E Pá EM dinâmicas impliSI PE NP NP EM uma compreensão sistêmica das procura de estabilidade proporcionar-se uma orPE I N E E I M N S SI P N SIlhe permitaSlimitar os risNpor intermédio SI construído EE desta EEM cadas. Isso também significa P M IN locais. diferentes conatureza a destinação de IN ganizacionais M SI EE PE um quadro IN IN EM EM S mum aceito EE pelos parceiros. outras ce e fazer. o que pode idéias. Egrupos de M E um mínimo P I M os diversos atores.EE P E de sua lógica”. Smenos ela sãoEE diferente da divisão do trabalho. informais. e da “ousadia”.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S ção de acordos locais se libertem das coações internas. em um contexto que reconheM E E S N E E SI PE de pensar M da maneira NP a divergência EM escolas. enquanto se M EE IN liber. desenvolver de competências que lhes N E N P EE E E P S M SI N E P I E M Ptermos deEM A inovação N permitem transformar a pedagogia. As relações de de acordo com I I M S E S S E NP P E I M M E P nunca se estabilizam.sentido da depende Sda Ecom EM EE P N P P I E M P Norganizacional S N P N E I PE I I permitirá ou impedirá de in. S E qualquerM N E flexível. PE SI de assegurar EM P M M N E M I NP N de estabilidade. Nossa mostra que NP EM EMa mudança de. entretanto.SI EE IN S E E P S N M tura nesta relação de poder pré-existente. M uns e outros. SIsores E N N não previstos. SI N P NP P I P M E N Quando as escolasEfuncionam S N E N I M autonomia da qual cada um dispõe. esSI A escola é um lugar S de para esse SI tipo de nova EM EM PE M configuração E SI E EM e seus jogos N E P favora. EM SI N P E N E S I E I E E N S S escolares mosPe disputas de poder. na vezes. tais tentativas EE P M S N E PE P I E de soluções M uma cerque estiveram. A maneira pela qual eles construirão S E P M IN N M M E EM PE SI mudança E– IN flexibilidade EE te autônoma. OutrosPE EM M I E E E S N rete conseqüências em função de fim é lícito esperar P egoís. Na do campo. organização IN do trabalho.NAlguns M E E S E P I M E NP Nproblemas E NP equi. Imaginam EM forma escolar isoladas S P EE IN EM tradicional. S atividade. renunciar a EE não poderão. P e/ou esperam que a E descentralizamelhorar seu processo I escolas.compreensão. pois PE IN e. M M Por conseguinte. outros colegas. Em IN é sempre suspeita deSprovocar uma M PE rup. que eles N S pois. P EM S S N E E P As escolas assumem tarefas é variável e modulável conforme a quantidaE I N M P P I P S N E S N IN M SI a responsabilidade de desenvolver os Sdispositivos de e a natureza a capacidade ea EM PE dos problemas. E P I I P E NP S S N I P I N M M se concedem o direito uma Erelação entre a organização do trabalho e a S S outro N de se organizarem de SI M EE E SI Esubmetida EM P P modo. Trata-se. N E P P E I N M P E PE IN IN dos atores do sis.

professores e direSI EM E P M M E P E N P IN EE uma condição titui básica eS da escolas. A Edesse E é uma questão N NP erência. reE S S N P E I M EM M finir prioridades IN critérios de êxito para Savaliar e os lativamente ao Estado e suas das M EE leis. explícito N E E reage em face da mudança. E escolar.M M EE E P M E N P M que espreitam EE Mse beneficia com a muEM SI que a M E as escolas consiste em crer a questão de saber quem N E E I E M E P E S E P E autonomia concedida lhes fugir de toda pertinente. o o objetivo principalIN EE de externa. construção do sentido de mudança é fortemente EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M A influenciada por esse mecanismo. A autonomia NP M E S I E PE P M E E S M E P EM Eser concedida PEequilíbrio N a eficácia dos procedimentos. Eis porque a avaliação interna só é rebam de ser evocados.de dados M P N PE SI EM EM PE no a Iescola EE IN os parceiros SI ginal. SI problema: EM Ncomo P IN P SI I EE M E N S E P N E N I P I modelo P da simples substituição de Sum como se pode S N SI administrar PE IN de gestão M a diversidade? Tais quesM IN SI S N E E S I M sim do resultado de E quandoE a ação de projeto antigo por um E tões. a inovação leva os atores M M I I E S N E S S M IN do funcionamento EE EE e no regateio. SI NP PE preceder EE IN S No EE sua construção I P S SI deve estabelecimento ção nos diversos estabelecimentos. marginalizando professores. SI o exame Ida N é EM SI sobre a eficácia N realidade obriga. SIN SI prestarem EM eles mesmos P PE P M E M N nem M de ceder àM última moda. contas a seus externo. maisSauAsINrelações sociais são arranjos que permiSI EM prestar contas. a afinarem os meios de autorreM EM da transparência SI tores deIN IN PE EM P E E M S M E N S P P avaliação N externa. E I EE M E S E P P M der habituais E para novos na maneira N EM criarem M PE IN baseia-se M e desenvolverem EMcomo os EEatores EE a avaliação SI S M ao sistema Eque N E P P I M E E P recursos e capacidades permitirão obedecem às regras. E parceiros M N mas sim EE SIa construNP E E E escolarSIque permita PelaPEprimeira fase M E E E SI ção de um sistema a reflexão EM ApósIN a de concepção e de N E P P P I E E S N N S N P P I M EE permanente dasEE práticas.INse conscientiza N M os eixos EEa prescrever M SI E EM taçãoMe os regulamentos. se estabelece um sistema M SI IN de ram IN M M avaliação EE S S M E P P alizável quando é acompanhada pelo desenvolviacompanhamento e de externo que perM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E confiança mite controlar a S qualidade eIN a coerência da aplica. SI a fim INPuma análise S P PE negociação P do estabelecimento empenharem-seNna M EE S N E N P I I I M M S acordos S e convenções. Mdança é sempre N IN NP EMpermitirá M PE EM I P I E S E E S N S E E N I P P obrigação de no entanto. centralizadores eSiniciativas locais.EEque deve IN EE E visando a: M definir a qualidapermitiam o modus às vezes S da ação pedagógica. tornam-se centrais S novo. Para que o sistema escolar M dança pode ameaçar esse gruN P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E administrável ele é levado pos.M mento dePum clima de M I P dentro da escola. se a sua lucidez estiver que Spresentações. Esse O sistema limita-se de orien. S P I M E S S N P uma avaliação P M outros. de princípios PE EE a escola.SIN IN M M S E P S E E M co empreendido. I SI S E blemas. O a redimensionar SI Ee Mas exigências de uns IN M EM E E S S M NP E E P E M sistema que para clarificarem as P reM E P exigirá negociações EE educativo só confiará na autoavaliação IN EE acimaEM EE responsabilidades P NP e as novas IN S N I M P P I dos professores. SI NP P I P M S de suas forças e fraquezas. colocar M na buscaIN M E E E M E P M E M S e de justeza. PE EE EE não só SIN SI os objetivos N I P P I N M M N E SI EM ou más NãoS se trata deSdistribuir E boas para como também para EE notas. S E P EM M M E E E passo não é fácil. N P I S M M N S N SI EE A autonomia EM cons-PEE de uma avaliação interna. EE SI com total SI NP P de tendo sido feita estas acarretam. S PE IN EE os atores SI se mobilizam. observar e avaliar os SIN serSIreconstruído É nesse PE IN NP integralmente. Uma mais autonomia às E P M M EM N PE PE M NP faz emergir EE EE um novo M A Emudança bem sucedidaPE não é conseqüência escolas se vai. consegue-se recolher um S conjunto SIN deEM construir novos PE EE assimIN M EM E Autonomia parcial significa: projeto P M E E P S N que permitirão compreender melhor como coletivo E ori. Um dos grandes equívocos P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 101 . I S M N S E IN M EM gestão que conceda M SI E S E E profissionalismo. EE mais simples S em conduzir NP de justiça EM N P N I P M a forma consiste e de território. M N E S S N N EE SI qualquer Psuspeita. SI responsabilidaEM a mu-PE tonomia IN Marranjo. SIavaliação interna começa com um IN M EEdiagnósti. Trata-se M E com o indispensáEM coletiva NP parceiros NP confronta EM os diversos E P NP I um processo de construção I M que temEsentiM I E M E E S S E N E S P P P I M E conseguem E N N ulvel Scontrole de qualidade. compilar as estratégias de deâmbito de um conjunto de direitos e obrigações. eIN a direção da Diante E M pelos professores PE dos problemas de poder. antecipar proe negociado entre P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I resolução. SI tre regulamentos EE SI SI equipe de EE funcionamento. gulação para alcançar fixados. dividindo EE E S E EM P de e transparência. prestando escolas deve enIN com um Mcontas dePEE P E E S E N I P P I N M E S M N N N seu uma professores. PE IN NP E I M S S N P S E implica também em mais tem viver em paz M relativa com os outros. Exige uma capacidade de e pede às escolas para N E E E des. NP NP do quando SI N P M I I M I M S S S N trapassar os jogos estratégicos e as relações de poNo contexto de uma organização do trabalho. etc.SI PE IN de mudança IN I E E S S N S P Ppor si.PE P P I P M E E E S N E que não N N que acaP P N centração explicarem como trabalham SI nos campos EM EM e vontade SI NP prospe. processo de avaliação a Pserviço dos de justiça EE EE M E SI deNP SI P NP E I P I M N E S M N I S senvolvimentos ulteriores. EM P P PE I S M N E N S N M P SI processos e condições básicas que determinam que os problemas produzidos devem atoEE SI SI P EE levar os IN M P S EM N E o resultado res a se empenharem constante Sde I co. E P P M M M E E P S sentido de dos E N E E EE serviços realizados. este boração do projeto. S A inovação permaneça N a estabeP P I P M I E S N N E S N P M SI capazes SI modifica lecer e os arranjos SI PE anteparos IN de garantir a coerência M Mos dados do problema EE que IN S M E P M vivendi.esses serviços realizados. A avaliação interna parcial levará.

P mas osIN IN riências. SI EE IN EM onde a direção EE EE P M S N E P P I E M tos. já se cultura. EM PE SI E M S M E E N E E M irão julgar o valor da P E E Grande um modo M dentro do qual os neira como os professores SI famíliaI: NP E P P N M N membros do corpoSdocente chegam PE e confrontar SI forma EE IN EE EM a uma mudança.como SI N SI N E I N I I M M E S tuada como número de atitudes que deflexão e comunicação em torno dos problemas S S um certo E E P SI EM pela qual EMa fim de S PE da aju. S S N comum que vise à ampliaSIde um objetivo EE EE SI individuais EM EM P P ção das competências e coletivas que M M E M N E N E P M EE SI SI A cooperação EM PE alunos. Convém lembrar que a N cooperação SI IN EM M SI PE EE I S E E P S N M profissional só pela vontade obstiP E N se torna possível SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 102 .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E o essencial E M do processo EE S guiar-se ou tornar a nada de voltar para a perN S E N N se orientar como um conjunto E I P I I P E S NP S S N I P I N M M seguição humano e não como uma máquina. perIN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N EE I Cada escola tem sua própria atmosfera. SI e franSI N N um capital de confiança PE em M Edo da e seus EE objetivos. tentar suas E expeEM SI P N P I E M M P N S tem chefe. uma todos têm N M E I SI N E P S I N M E I M S N execução de uma tende a provocar des. a cultura da esE N M P I I I I M E E E S S S S N P E modo de relacio. ela PE IN é um código comum. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M Balcanização: em algumas escolas os profesDe acordo S S N com a situação do estabelecimenN EE NP SI suas culturas. SI EM M P M M a tendência de associarem-se. cuja finalidade é levar os professores a conceeficácia.EE idéia do que torna aEE escola eficaz. EE âmago da P S E E M verifi. Saté os proPEna uma M M influencia EE categoriaM NP SIcultura dePum N EE I E M P I E conservadores EE S E E S de fessores maneiraIN como os professores reagem em face mais formam projetos de N E P P E I M P S E pensa a PE IN IN S NP maneira Icomo M uma mudança. funda-se em uma história EE ou menos PE nalMseguem algumas tendências mais S E P IN N M M M N PE SI EE comuns. o consenso é praticamente impossível. exerce uma forte influência soI E S M E S E S N E M PE EA SI busca de PE NP que aliPE NP EM bre aqueles cam mudanças. AEM evolução da cultura depende da maneira P P I E N M E M I S N P E N E P S N Cooperação SI uma reSI profissional: pode consegue manter PE o corpo docente N PE PE M ser concei. EE a cultu-EM EE EM a diversos SI EE grupamentos P N P P I E M P N P PE IN IN Individualismo –Soferece aos professoresS uma ra inerente aIN cada escola para M EE contribui Stambém SI N P N I E P S I S EM julgamentos IN esfera quase “privada” contra Eos e as influenciar cada um. por EM EM sistemas edu. a participação S o sen.SIN M E SI NP do outro.Pcada EE M PE IN IN E EM S so antes E mesmo de S S N E E P defende suas posições em detrimento das idéias de terem começado.profissionais.EM cola sugere prioridades EE forçada: P este SI que influenciam a interpreNP PColegiatura IN M E N S SI N E I M P M M S namento ocorre impõe procedimentaçãoPE do programa. A cultura não M de P coexistência pacífica. quando sobrevem uma reforma.PEE I N M P P I S N E S N a ma-IN M SI outros. E S NP N EM N inovação prescrita pelo sistema. a saber: tegração sociais. se submeta a um determinado conjunto de regras dem Frente a uma I modificá-la M E E E S N E P P P I M explícitas ou implícitas. M SI NP EM P M I EE P E E S EM N confiança e estratégias defensivas. O professor operando sozificar de onda EM PE EE M permite EE EE SI N EM E P P P I PE M M E E nho introduz mudanças eficazes em suas classes. inconsN equipe. E M S N S E – aprendizagem. representam uma clatido P IN M E E N E N M P SI SI ra evolução EM NP em relação aos funcionamentos PE EE IN EM mais E P S M SI N E P E M P N individualistas.reflexo de E IN NP N EM EM P I M Entretanto. a cultura lo. E N P I I M E M S S N EM E E P progressivamente. cal determinará as necessidades sentidas. Ela Pé SI aplica-se EM soluções PEem reformas IN que incitam M que funcionaEE EE E S S N E P N P P I maior cooperação ram bem prosperando e EM serem S para acabarem SI entre os professores. S inovação. em grande parte.EEM PE garantam o bom resultadoNdos profissional IN P M E EE S N E N P P P I I I E S S N N S N M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P A cooperação profissional não corresponde ao A relação com a mudança na E P P M M E N N M IN maior parte EE SI EE EM SI funcionamento da e dos cultura do estabelecimento escolar S M EM NP dos professores EE P P E I E M E P P S o individualismo N N E PE estabelecimentos escolares. na maioria das escolas. a to escolar e de pode-se prever que E SI sores têm E SI E E P E IN M E E S P M N E P P determinados colegas criando grupo IN algumasEM reformas estariam destinadas ao M fracasSI grupos. mais. A mudança é S M E E S N E I E M M estabelecimento NP escolar básica do pensamento. S manece P no como Midentidade profissional. Sinteragir.construção SI PE outro lado IN M E M E S SI cacionais N E E P P M M uma IN E a soma das ciente. Sque M S S E N M M M no mesmo comprimento SI NP intervenções externas. os professores trabalham mais em escola é construída mesmo que essa EEM N E I I P M E S S E P P N a maioria dos permaneça.PEE M EE SI garante o N S E I E S M M E S E cada qual tes e Eos N Pque reconhecimento conquanto professores que exercem liderança po. E N I S Os modos de cooperação profissiomudança. SI EM EM EssasSatitudes sões coletivas. A cada um muM S N E P S E M S SI PE IN pessoal e na inM dança. EM PE IN IN IN M E S N S E P M PE I O modo de cooperação profissional inscrito na transmitidas aos recém chegados. nem SI SI planificação N EM derem mais P SI tempoPE e atenção à e a cepções. EE atores conciliam SI negociando SI N P NP P I P M N mútuas. é objeto de diferentes perN S Quanto à N N NP EM SI EE a mesma PE vez que. PE Cria-se uma dinâmica IN o hábito M E construídas criar: os M vem ser E E N N E P P M M E EM apoio mútuo. construindo IN IN M um nas deciEE SI E S S E N P E PEda mudança. que respeito e o dirigen. cultura M de uma I N E E I N S SI P N I P S I pelos atores. Na dispositivos de ensino trabalham.PEE M aos objetivos queza de cada relação visados.

P M escolar essas três PE Quem EEestabelecimento SI de um projeto EE NP colocarem em busca PE leva em Pconta IN NP N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 103 . N E se nome. do que IN EE M P E E N E N P I P P N M uma mudança E S por aderem M N SI N N convocará. fixando-se S E P PE EM NP EM PE sistemasPE IN Mcomunicar-se M E N gógicas. P I educativo P M cooperativa I E S N N E S N P M E SI educativo SI veitam-se educativo. afinal. sociais. EM SI NP fixação SI P modo: uma IN I E E S SI A realidade N S P P história da organização da escola é feita de urgências. em projeto M N I N E P E I P E M S S N SI PE PE IN PE EE apostar Sobre essaEM base. um dos componentes do estabevisão da ação Sjeto M EE S E IN S N E N P E I I S E P lecimento escolar que contribui paraS tornar os S proe do sentido da açãoSseja ela individual ou coletiva. EM transformando-o E P NP I de se projetar (lançar) em I M em um Efuturo M I E M E E S S E N E S P P P E E SI N EM N dos nária.M M EE E P M N M indivíduos PE que. Essa M M I I E S N S S M IN escolar para EE EE EE SI NPtabelecimento S P P P que ele seja digno desda mudança dos sistemas escolares oferece uma I M EE S N E N N P I I I M M E S S S perspectiva. É INque a maioPE PE EEvisão ria EE Sprojeto NP nidade de EMdos professores N P N I P M associe-se a um de esuma aplicação das reformas. Nas sociedades modernas. de projeto de estabelecimento M tanto normatizarem EE INchamaremos M M SI E EM a ação S E P M M E E E escolar como programa cujas componende EE N correm oP risco de esvaziá-la E de ação. aumentando a oportuEde estabelecimento M moral. embasa IN Tal atitude supõe que SI NP sua cultura. Diante M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E o objetivo de tal realidade. M EE EE virtude. IN S M M IN NP E I M E M S E S E E fessores atores da construção do sentido da muAs novas modalidades de gestão transformam E P M M M E N não se Ppode PE M NP EE dança. Mas. um objetiIN e na IN M M EE S S M E P P vo ambicioso a médio e longo prazo. já que se S EE S E P E cooperativa. M P EM NPidéia de proEE processo. Quando o projeto de to escolarIN como ator coletivo. E de projeto EM P I P P M E E E S N N N P seguinteEE N tes definiremos do seu SI EM NP sentido. projeto educativo explícito ou implícito. S abordagem N P M I I I M S S processo EEM sentação trata de um constitui os membros de M um mesmo estabelecimenIN coletiva. perspectiva dinâmica.EEM IN M S E E dimensões econômicas. EM P P PE I S M N E N S N E M P SI projeto as escolas desenvolvam as competências e postuSI SI de estabelecimento. E S E PE P M E E M S M E P E qual os professores E PE sobre o “proUm projeto educativo ao belecimento escolar em S projeto. a M EE SI EE SI levados M P PE P E M N E Um projeto M de estabelecimento pode explicitar o que. apro. um P S SI um plano de ação. parece-nos possível SI no S N N P I N I E S escala dos S escolas que N SI de projeto na As efeitos notáveis so. o que NP M os obriga EM EM M a se de exploração P I M E E E E S S M E N E comum. assim. SI fixar-se NP EM EM SI E PE de emEum P M E E SIto. PE EE IN M P S EM N E O projeto de estabelecimento escolar está ras necessárias para e I M definiremINseus objetivos M E E S E M E P M E M próximo de um programa S E E um projeto N NP construírem dePE ação que envolde um EEmais EE M SI NP comum.M bre dos P apóiam nas M que ele contribui para M M as aprendizagens IN EE alunos se E N E E S N P I P M I E E EE S N E mudanças que o sistema S introduz. organizada que escolar” desenvolvido SI jeto de estabelecimento EE SI SI EE SI NP P I P M S administrações centrais que de N aqui. SIN IN M M S E P S E E M se tornou pessoa importante escolar. EM o que é exatamente um processo N E P P P I IN E E S N N S N P P EE A ação corre o risco projeto? O projeto é de uma situação. uma intenção de e de avaescolares incentivam os estaM S E SI vas. O processo de projeto PE Ia M E EE de nossa P NP inseparável IN tornou-se S N I M P P I fim em si.trução N P da mudança. culturais vação mental. N E S M N I S local poderia.SIuma parte Idos em M de valores. maior controle. que aqui. permanece implíciN EE habitualmente. como orientação global. SI IN pelo projeto trabalham M reformas EE e que. Isso exteriores a seus próprios objetivos. mas. visto a cons. Se ser que de fora em forte S como visada N M E E P P I M M M E E P S N E EE ele existe a ele o SIN contradição com EE e os professores PEaderem. um processo de projeto para a desmotiN P I S S INmetas coletiEM e a avareza M e peda. uma N vontade explícita de capitalizar e teoribelecimentos a colocarem seu PE projeto por EE EE escrito.dual e coletiva E vantagem EM NP NP lo e integrar. P cenáriosE para realizar N atoresEinveste EM SI prinNP P prazo Ie INplano a médio S lutar contra NP EE cipal.EEMprocesso M SI estabelecimenNP EM produzem E I P M E E S EM P tos escolares. constituído pelos professores que projeto constituir um fator EM E I E S E E S S E N P P M Psubstituídas M naquele estabelecimento escolar às de conjunto. EssaIN PE repreEidentidade SI signatários SI propiciando NP do projeto. A existência SI P NP E I P I M favorávelIN ve o atorPcoletivo. de SI SIa imagemIN N EM EM de esvaziarSI inovadora P I M E E S S N P EE se de seu sentido se um estado pensado que se tem a intenção SI NP se transformar EM de alM IN o projetoSInão M EM E E S M NP E E E em um não é um cançar. Nessa o desenEE EM SI NP M EM E P I M E E P S o projeto N de clarificar educativo escolar é percebido como E M P um processo Nvolvimento PEA preocupação SI EM EM assimilarem PE EE às escolas IN as mudanças SI que permite N E E comum leva uma comunidade pedagógica a indaI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I leva a enunciar I SI S E gar-se sobre sua identidade. M SI e seu meio. M o estaEE mais sobre MNos interrogaremos. Muitos I N E P E M S M N SI PE PE liar. E S S N P E I M P vão inspirar S EM M valoresIN IN a ação. SIN SI N I P P I N M M S M S N N E SI zar a experiência. converterão oSIprocesso M pensa EE M Esão E Um estabelecimento escolar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E de projeto em ilusão ou ferramenta para a ação. um código muitas decisões são tomadas na incerteza. NP incerto. SI IN corresponde ao projeto M M das reformas do sistema EE a não INP O projeto S M E P M EE E estejam E as orientações simbólica. os Eestabelecimentos vêem-se. jáSIque necessidade em impeEM N P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P O projeto de escolar dir os indivíduos e os grupos de terem uma identiS N SI SI PE estabelecimento IN é levado M M IN SI S N E E S I M a funcionar com capacidade indiviéE melhor reconhecêE E dade. um projeto e estratégias S três dimensões: Mgestio.

mais EE SI de um ativismo NP EMainda. grande parte dos projetos panham em um de cuja SI percursoIN M nasce SI EM EE P P E E M E P P S Não se N N N é partilhada por todos. E PE na mente de algumas pessoas pelaM meta I deve confundir SI SI NP conquistadas IN PE I S N M S E I S N E I S idéia. IN de recém chegados.EEM P longo prazo. de um projeto de extenuante. um projeto deve evitar a M E PE S E P M M N E M es.SIN EE SI NP valor? M E N P I I M S possibilidades S mal avaliadas EM E E PE se prévia das necessidades e a identificação coletiSe essas forem IN M E E E S N E P P P I às divergências M é provável que o aluno E S NP N EM N va dão lugar e à dispersão das fornão obtenha o beneficio E N M P I I I I M E E E S S S S E N P E se acha confron. Ao social. O importante é que N E I P M E S SI PE M M EE quadro estável. SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I estabelecimento escolar. quando P M EE EE S N E N P P P I I I E S N N S N ações empreendidas.S SI chances M NPProcurar Iobter M maiores E N I S o conteúdo. qualM 99% dos professores da escola EE PE sados forem realistas. S M SI SI SI NP EM I EE sores perseguem os EE M E S P Estando a cultura de cooperação e a do projemesmos objetivos e os acomE P P M M N N M N PE aprendizagem EE SI EE EM to desabrochando. que seus profesM é o caso. tido. para os alunos. Administrar essa etapa das competências profissionais que E P S E M S M E IN M PE fun. associam-se E durar. a adesão de êxito quando S N E P S E M S SI PE IN condenaria. Um projeto de estabelecimento escolar terá N E P P E I N M P E entusiasta PE IN de IN os objetivos vi. S EM integração M PE ex. para chegarem N E a transformações N I M E N S S P é durante esta delicaqueNpermitam a EEutilização dos no. IN ser. Quais proximal” dos atoM de desenvolvimento S N S S P N I E P S I S fatores que determinam S EM seus campos IN os res e seja em de PE capaz de penetrar E IN a adesão? M S S E N M M SI NPdeterminar A adesão só ocorrerá se osEinterlocutores pudeconsciência. e resultaM I E Entre investimentos NprincipaisEM M I E S N P N E S E E E a ação educativa N SI escolar SI nos. parecer M E SI E EM de sua N E P encarar maioria dos P parceiros não tem garantia I calma para MlonE em condições M única M E de criar a S E N N E P P M M E SI SI Um projeto N PE será M IN EE inovadoras. é verdadeiro para os projetos “espontâneos” projeto com plano de ação.e também para I NP N de um plano E os projetos E definição P I M “solicitados” pelas autode estudos demasiado I E S M E E S E S N E PE nas es. Durante não seja utilizado de tomada S EM que SIN SI por alguns para finsIN EM PE o períodoEem IN M S N S P M PE I a maioria vai aderindo a um “projeto de projeto”.EM ridades escolares. que protegerá IN o princiconsenso tão amplo quanto possível sobre subsista um da disN NP E E S P I I M M E S S persão e N PE o conteúdo. SI EE PE minoria IN IN EM deci. garantindo suficientemente sutil da PE ada em confiança EM sua razão S EE de S P N I E M M P N S quanto na P continuidade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E as vezes E Mde projeto EE S dimensões. M da concepção N da passagem. baseefeitos duráveis? Os projetos estão NP P P M I N M EE I E M S N N dados em uma avaliação E P S I E I relativa. deve PE ambos P I N E E I N S SI N I P S I da iniciativa E a um EM M S N S E é saber como passar de alguns truturas quanto nas práticas. querEM projeto a ser abandonado. EM SI EE EM NP PE M I E P E E S N da resistência dos interessados: a P os alu. IN M EE SI A multiplicação E S S E N P M E PE SI EM maneira M ÉN necessário concebe-lo E de que seja posescolar fez maneira de trabalhar em conIN EE evoluir a S E NP I M P P I M S sível fazê-lo como de junto. é indispensável EM EM PE tal “zona”M EE EE SI N EM E P P P I PE M E E rem entrever a manutenção de suas experiências ou EM aM fim de saber a quais desafios é possível se exS P P IN IN IN EE E S S S N N P PE I E I M a abertura de I demais caminhos de acesso a vantada SidenS P porem. alianças e clivagens sem grande relação com ação. emEM fazer é necessário que EE EE SI ele se inscreEE rapidamente P N P P I E M P Nva na “zona S N P N E I PE I I N geral dá-se a Ipartida comEuma minoria ativa. M M EE e as orientações pio. O essencial consiste em estabelecer alM E S N EE SI PE M organizadores NP princípios EM manifestam-se oposições. Não é pequeno o risco P E de ver a adoção dessas N SI significa M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 104 . É importante associar os procesmudança. N S N e o apoio de grande E N SI obtenhaEM a concordância ta. a M questão treito e rígido. A lógica pode SI SI “asseguradora” EM a que PE assim.EEM EM SI são coletiva. agravos.EM ças nos momentos difíceis e precipitam os esperado da situação com Pque SI NP PE INatores M E N S SI N E I M pode representar EM P M S seja portadora em uma turbulênciasEE que tado. tomadas de guns do pensamento e da P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S poder. S S N SI E EE SI avaliação EM decisiva EM P P sos de projeto a uma interna que verifiEvocamos várias vezes a importância M M E M N N E P M M M EE EE SI valores e SI coerência PE interna entre queEEa coerência entre osNP objetivos visados e as da INações. SI N P E NP P I P M N S M totalmente aplicado PE dos projetos de estabelecimento IN por aqueles que o elaboraram. deEE poder.ção garante uma EE saída melhor EE produzir S para o projeto. nunca ações EE de longa Sduração EE gevidade. EE P S S N E E P que se executa uma das etapas Os projetos garantem um desenvolvimento I N M P P S SI baste para IN M EE NP INcom atenM S I sivas do projeto.SI EE IN S E E P S N plicação de uma EM identidade coletiva não cas. S ou mesmo diante de ruptura com as S rotinas. de senSI Para que PE fase deM IN EM a situação EE P S N E PE P I E do processo M umS simples vazio de implementação.PMesmo um projeto de estabelecimento muitas vezes hesiNP P I P M SIdos imediatos. Para que um projeto possa S E P M IN N M M M N PE SI EE a diferença. SI NP da ausência EM P S I N M E I M N E de efeitos a curto ou médio prazo. de aprendizagemEorganizacional.Egens SI tidade coletiva EM simbólicas ou materiais SI EM EM P I M E E S P M N E P P por uma à adevos saberes de forma duradoura. ele passa fazer de estabelecia ser uma ferramenta de Ipráticas N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M mento escolar. é visível. PE oferecendo. EM SI permitir PEajustes tanto NP NP Em os casos. a mudança prevista deve estar próxima de P N M N E I E N I I N E M S E P S S uma impressão N SI Numerosas IN equipes desistem diante EE suas preocupações. So consenso na análi. e utilizá-lo N projeto como forma S PEinstrumento EE IN EM E P S M SI N E P I projeto como E M reconhecidas como característiP N o diversas práticas. tanto no presente Mpráticas em A PEE pertinência das um M EE IN SI curso e garantem N S E I E S P M M E N PE mobilização geral acréscimo de M da maioria.

mas está abertamente para comum a um M N P I S S IN com a IorE N EM M M S E E comum. SI SI PE EE As influências IN M P S N E não provêm unicamente que detêm O estabelecimento escolar como PEEM I uma M daqueles M E N S E I M E M M organização aprendente S E formal. E S S N P E I M P S consEM M em uma IN em M um determinado contexto”. a mudança NP P P PE I S M N E N S N E M P SI mente deliberadas para bloqueá-las. SI M EM E P I M E E P S representações N sobre as decisões de um à evolução tanto das da Egru. facilita EM M novas M SI E S E E a concepção e a aplicação de De acordo com esse E P M M E N PE M NP EE são percebidos EE de uma organizaEE M modalidades organizacionais. os professores M rem.necessidades P M E E E SIderança cooperativa EM não reconhece hierarquias e apostas das pessoas que coexisN E P P P I IN E E S N N S N P P I e cooperam EE táveis nem líder permanente. M EM E E S S M NP E E P E Ela não M desenvolvimento. de vez em quanexperiência que organização M M I E S N S S M IN abordagem EE EE Alguns com EE mais frequência SI NPte. organizar e aniMo futuro eEpara N EM PE EM fora. A noção M N E E de liderança regular quanto das práticas pedagógicas I P S E N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E fine o líder. Qualquer PE EE EE o torna uma SI aprendenNP membro Ide EM N P N I P M uma comunidade exerce. informar todas as partes envolvidentro de uma instituição.M E P M M E E E autoritária dade de desenvolver de E ensinoEE N substituirP a liderança E os dispositivos E se possível. É sua capacidade Edo que ao M N de adquirir PEestatuto dos que a exercem. enM EE S E N P E P I belecimento escolar. S N I M P P I o papel consistiria em atores do estabelecimento escolar no centro Sretor M N E S E S N IN SI de desenvolvimento EE e o liga àSmudança. IN de escola. a ação como membros SI ele orquestra EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P coletiva para tender para a transforçãoN social. PE N NP autoridade EE EE M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S líder e de M N I S As noções de liderança referem-se EM N E I P I E S E E S S E N P P Psobre o curso M mais real Um SI estabelecimento escolar pode Eou EM não fa. M EE SI EE P PE P M E M E lisumem semEE monopolizá-las duradouramente. A tem dentro de um estabelecimento SI N esEM EM SI Nliderança é entendi.senvolvimento EE para cada EM os atores N NP EM E P NP I A liderança cooperativa produz profissional. Visto responsáveis de seu deE mação das práticas. PE SI IN SI ativa. se estão Os M processos de mudança não se desenvolPE IN convencidos de queSas M EE S M N E P I M Necessitam EE E de uma IorquestraE si mesmos. netos de formação comum se limitam a alguns semiM EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M o tempo M nários durante nhum dos quais Sé os quais os professores têm a P I líder formal N ou informal SIilusão NP PE EE a ação IN uma cultura SI voltado P NP em relação EE de construir I S SI todo. eles imaginam quePE S E E P M M E P E N N E P M M N do dentro de um estarealmente conseguirão modificar suas M SI SI ganização PE trabalho E PE IN clássicaIN EE M SI práticas.M M EE E P M N PE em curso. co-responsáveis por S N SI seu desenvolvimenSIque esta possa PE IN M M I SI S N E E S I M to ulterior. M EE Ncoesão E S I E PE P M E E M S M E Os estabelecimentos P E E PE que se engatituindo este último em organização aprendente.danças insignificantes. N E E I E M E P E S E P E osSIN diferentes grupos de trabalho. criar IN NP IN E I M S S N P decisão e de regulação.PE S que são M pes.visando P Nse mostrarEregularmente EM PE SI EM e à transEM como influência PE de. IN EE EE S E P P M M osEM esforços deMcoloPara aumentar a eficácia da ação organizada N PE IN por: acompanhar EE EE responsável E SI S M compreenEMé necessário N E P P E I M E E P cação em prática. instâncias de SI SI EM instituir PE conversa. A liderança cooperativa rompe tema que lhes parece central.S P I I M E E S S N P EE da como uma força e de colar. externos notam apenas muP do grupo EE E acham. I E E S S N S P PNo desenvolvimento organizacional. IN escolares EE M P E E N S E N P I P P N M E como um S M N SI deverão consN N de mudança escolar é definido SI jam em um EE SI SI EE O estabelecimento SI processo NP P I P M S a responsabilitruir uma nova visão que assumem N Mdas relações EE da gestão M de for. IN uma liderança cooperativa.profissão IN SI po. P I P P M E E E S N E N N P P N por A idéia aprendizagem mais SI EM EM SI de liderança SI NP PE IN eficazes. essencialmente pedagógica.S quanto observadores S os membros N N I P P I N M M S M S N E SI funçõesSque se E investidos de tarefas ou de IN eles as. Tal interpretação da formação contínua Ecoloca os Msuprime a E P EE PdiINfunção de E do pro-EM EE P NP mas redefine. daí a coletivos PE EE SI formulando SIuma sobrecarga NP projetosIN NP suas necessidades. esboçando e Irealizando um SI NP EM M de transformação cultural IN projeto coletivo. apostas valem a pena e pensam que eles têm mais vem por S N M E E P P M M M E E P S N N E EE M a ganhar ção choca-se com ações igualEE do que a Eperder.SINgrupo de professores M SI E EM ça e. o que NP de competências. A Já. P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 105 . alguma influência. como “aquele que exerce uma liderança formação da dinâmica do estabelecimento escolar. centrada EE na obrigação EMoutros. PE SIfaz as competências NP P tornar-se aquele que emergicesso I S M N S E IN modelo. abertura para EM o processo SI e ligar M E fechamento sobre si mesmo. SINP I P E M E S N E E N P P mar as sessões. aproximar M das sobre EE M mas sim.M do poder N M E EM EM SI NP PE IN P M I E E EE S N E rentes S N aderir aos P do grupoE conseguem P I P M membros I S N N E S N P M I SI SI objetivos visados. adota uma S P P P do.SIN IN das coisas M a umaEinfluência IN M M S E P S E M vorecer a mudança. SI necessidaP M I I M M S S S de de estabelecer uma M instância de coordenação e investindo-se em sua aplicação. S E lugares de dos líLiderança Me modos de exercício SI O papel EM IN PE deres leva-os M EE M E S E E P a verificar constantemente se os dife. do mais positiva e profissioI M EE S N E N N P I I I M M E S S caracterizará S uma liderança N E que se esta nalizante. cooperativa os projeM designa uma liderança assumida SI IN de IN M M um conjunto EE S S M E P P modo cooperativo por de atores. I M transformam M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N soa de trabalho. o desenvolvimento profissional as N IN Sressalta NP EM EM SI EM PEes.

portanto.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EEse S der sua cultura. E de que P mudança PEnão é im-M vencidos da fazer IN de sua capaSI o sentidoIN SI IN PE S N M S E I S N posto. assunto de evolução conjunta dos IvaA ação não é redutível às S aprenP M M SI SI pois. ência idéias. E todos osS atores a conI S N P N I E P S I S S EM em torno IN duzirem a escola na S aventura de uma “organizaas conversações se estabelecerão desPE IN M E S E N P M Mpartir das M SI objeto. seja na estas.mudança é I enNP EconstruídaMna regulação interativa E dente S P I M que o resultado de uma maior IN depende E S E E S E N E PE EM SI PE NP NP EM tre atores. nas quais classe. de pensamento e de ação”. Podemos dizer também que “esquema” sigsemelhantes. Por ”esquemas de ação” entendemos os enfrentar uma grande diver. encontramos atualmenconstroem N E P P E I N M P P E PE IN IN lhes são propos. sidade cotidianas. 9) constituído pelo conjunto de nossos esquemas de E S S P EE IN EM EE EE P M S N E P P I percepção. trata-se de um sistema de E P P M M E N N M IN EE trabalho.EE SI EE Seu resultado do do ou daEM será coerente relativamente EE EE SI P N P P I E M P Ncultura e às S N P N E I PE I N Tal processo levará M relaçõesSIsociais instituídas.EEM S N P P M I E N M M I E S N P E N E S E E pensamento esquemas de em nós e. A noção S NP N EM E N M P I I I I M E E E S S S S E N P Évelyne Charlier (Orgs. Conclusão NP EM EM SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M como conseguir comprometê-las em um processo SI EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I I M coletiva de longaPduração? O estabelecimento escolar é um nível E S EM IN determi.)EM generaliza a noção de é PE SI esquema “nosso habitus NP PE Marguerite Altet eIN IN M E S SI N E M P I M M Porto Alegre: Artmed.SI EM NP sendo suficiente EE P P E I E M E P P S porque é N N funcionar o conjunto. EM M SI PE IN S E E PE do sujeito S mitem que a N ação seja operante. N M P E SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S FORMANDO PROFESORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? 106 . cácia da ação coletiva. SI EE EM Ao começar este já estávamos aprendizagens para Scoordenadas. Léopold N INde “habitus”. S IN EE EM EM P PE nais criam vínculos entre seus saberes de experitoNcoletivo para depois decidirem e colocarem em M M E M N E P M M EE EE SI SI EMe as novas Pprocesso PE funcionamentos. Quando SI SI ação.novos E P S M S N E P E mas encontramos cognitivos estabilizam O “haP que perN SI EM os elementos IN constituindo-se em aprendizado. EE PE de dentro ou de fora. 2001 (cap. Quando N SI o sujeitoINP SI que existem PE de situações P P M SI N S IN IN M que consegue M marginalmente sobre osSquais não temos consciência.PE A cidade de em organização aprenEEtransformar-se SI EM P M M N E M efi. é indispensável a mudança leva tempo e só que os atores S me. M con. SI PEqueiram permitir.de construção IN M do destinoSreservado EE são SIN S N S E P M PE I Numerosos fóruns. M E Philippe Paquay. de avaliação. crenças. dizemos que não M E M E S E N N E P P M M se reproduz M E SI SI a adaptação N N PE de Puma o pensamento piaem situações EE mesma M EE EE do.( Vergnaud) SI classe IN de Nos esquemas dizemos se SI EM PE esquemas EE IN EM esque. PE I N E E I M N S SI P N S SI N é válida SI construtivista EE Se a hipótese não ape. umIN S EM EE dizagens individuais. PEo sentido de EM SI tes. O de prática novos IN P M EE mudança E EE S N N E N P P P I I I E S S organizada N N N é. EE M E S P lores. ocorrendo a diferenciação e a coorE N I M P I I M E S E S S N P EE nifica a organização invariante de P conduta para uma denação dos esquemas existentes ea formação de PE SI EM EM IN M E E N S E N M P que os P situações dadas. não é dado de antemão nem S é imutável.EE Ntentativas se novo a e EM PE das repo-M ção aprendente”. M EE EE SI N E P P P I PE M o estabelecimento EE escolar EM E Nessa aventura. SI NP EM N I I M E N S S E M P SI SI EM EM PE EE IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM difundida PE por Bordieu. sições em discussão que uns e outros S devam Pou N N N E P M I I I E E S S S N N PE pode e deve representar um nó estratégico. É aquilo adaptar suas ações à cada EE SI S E E P M M SI E há aprendizaE PE PE IN há de comum nas diversas repetições ou aplicações situação corrente. é ali que os trabalham P I M M E N S N P parece-nos EM que. venham elas S E P M IN N M M M estabelecimento escolar N PEà cala E M sistema. mas para as coletividades.S SI as transformações N M bem como E N I S te. Apesar ça. SI artigo Perrenoud N M E P I SI N E P S I N M E I M S ção entre “esquemas de ação” e a formação de “ EE inseparáveis caracterizando a estrutura estrutuN P S SI EE EM EM P rante que nos permite M IN E P E E habitus”. bitus” é enriquecido e diversificado. publicações e debates nante aos projetos de mudanM E E S N EE e dedicados SIdos debaPE professores NP porque EM EM a essa problemática. nos EE SI suas práticas EE profissionais. E S M N IN EM N NP E PE de ação”Se SI SI apresenta N EE EM P Neste nos a rela“Esquemas “habitus” são.EEM NP EM I I P M E S S E P N nas para os indivíduos.SIN Na verdade E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M realiza por conforme as quais os profissioçam E a dinâmica e a complexidade do funcionamenS S SI etapas. conceitos e práticas. conforme N NP P I P M EE N S N getiano. bem no início de um longo processo de “profisque M S N I E P S E M S SI PE IN M sionalização” das práticas de inovação. PE PE Perrenoud.

Mas de formação de professores primários.a coexistência conscientes com I S suas falhas e esta tomada de consciência se repete EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M os inconscientes na situação. EE N E representações E EM P P I P P M E E E S N E N N P N 3. quando um proM da ação M E E N E I M E P M E M S E N NP . a história de vida. por M exemplo. EEfessor. a P I S M M N S N SI ocorremSIem EE EEuma lógica EM a Mudanças 8. SI N IN M IN M M SI S E P S E E M ou seja. EmoS E P E ções positivas. EE EE Mas SIN SI N I P P I N M M S M S N E não se pode garantir que oSIprocesso S de IN formação EE SI EE EM P PE P M E M N dos professores desencadeie alterações em sua Formar para a lucidez E N EE SI NP EM EM SI EM P PE M E E E SIprática. impondo SI P I M M E S P M EE EM EE transformação . EE atendam INentrevistaNde SI NP EE I P S SI várias razões sem que necessariamente. se a conexão operar em tempo real. PE IN papel relevante NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 107 . um método e uma ética. a simulação e contextos e isto. P E P M M E P E N P EE 9. a mudança nas e nas práticas. a escrita clínica. SIN M por si só. Nesse casoNP se mada de consciência. A teoria do NP M EM o controle EM P I IN M E E E E S S M E N E P M são trazidos à tona tem para o PE quan. SI vernados pelo “habitus”. a prática reflexiva.a microrregulação racional. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E A alteração da condução da prática ocorre por M 6. A tomada de N M E E P I M M M E E P S N N E E EE rotina. consciência.a prática S S não está EEM ções pouco Econfortáveis nhecido E IN o postulado de base: Mpara a nossa vida. OIN aprender fazer fazendo. 7. P M N SI SI NP PE explicitação. I E E S SI Alterar N S P4. I formação. revelação dos M erros. quer SI EM exercício M destina-se somente E IN IN no plano dos conM E E S S M NP E E P limites prátiM de revelando os M ceitos de P certas competências. trazSIsofrimentos a nós S O “habitus” Ese nas EE tus” em um M encontra presente também EM IN P ou aos S M E E E ações pedagógicas sendo por ele controlada por EM P outros. PE Tomada de Econsciência M tomada de N consciência muda M M e I E SI N E SI S P M I EE E E SI N S P P P transformação de esquemas I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Mecanismos EE de formação SI NP M EM EE Reconhecer a parte do “habitus” P I M E E P S N E peP na ação M N EM PE SI EM PE IN a real N SI dagógicaPEé N E EE fator de P relevância para descriPerrenoud observou.EE“habitus” SI EEdebate vez que NP problemas não resolvidos. alguns meE S S N P E I M EM M canismos IN favorecer o processoS de toum M problema se coloca quando as ações M depenEE NP que podem E S I E PE P M E E S M E de esquemas EM E PE dem inconscientes.Mainda assim. 2. a videoformação. pode ser uma EM N E P P P I E E S N N S N P P I M EE boa estratégia de S formação para declarando o caráter N EM SI termina oEEartigo N os professores SI O autor P I I M E S S N P P EE mas. PE EEquanto dos mecanismos dos processos PE IN M EE EE P N IN e éticos S N I M P P de tais condutas. frustrações. o papel da E I M E M S E S E E Condições e efeitos da tomada periência na gênese do “habitus” também precisa E P M M M E N PE M NP EE ser analisado EE EE M á luz dos processos de aprendizaSI EM NP P IN P P SI de consciência I EE E M E N S E P N E N I P Pe a tomada gem ainda S N SI SI PE de consciência IN exige que M M IN SI S N E E S I O processo de tomada de consciência não M se estabeleça de trabalhos relevanE E S uma relação M nem tes das várias EE EM NP querer NP acontece EM sem o nosso E P NP e esta busca I ciências. SI modos de conhecimento de SI fazer goSI PE EE IN M P S EM N E .M M EE E P M N PE M do procuramos EE M EM SI fazem M Uma ação pedagógica que E encontrar as razões que nos N E E I E M E P S E P EE E mobiliza agir. justifie o desempenho de papéis. toma EE de alguma EE consciência P SI de NP SI P N E I P I M N E S de esquemas M N . um verdadeiro EE mesmo Ptorna SI IN SI NP EMquando se P P PE I S M N E N S N E M Psi. destacando entre eles: IN EE M P E E S E N P I P P N M E S de M N SI N N a alteração deliberada do modo SI faz necessária EE SI SI EE SI NP P I P M S condução da prática de induzir 1.aPgestão da urgência e a improvisação regrada. N EE no sentido M uma SIN M SI EM EM evolução E P M M E E E dos hábitos. então a E M E E N E E SI NP EM NP PE NP o “habitus”. EMde formação. ter consciência e M N IN Mesmo assim é preferível NP EM P EM o habitus I P I E M S E E S N S E N P P EE nosso “habitrabalhar para SI SI EM dominar Pno INaquilo que NP IN E I M S S N P dado momento. a metacomunicação M as condições da prática INP SI com os alunos. N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E consciência E EE S como: IN E passa por mecanismos A tomada de um trabaS N P P P M I E S N S N IN EEsobre si e S SI lho obriga a superar EM NP resistências. Contudo. EM SI todas asINáreas IN PE EM P E E M S M E N S P e a experiência P caria uma nova contextualização 10. no quadro de um projeto I S EM P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E ção do exercício profissional dos professores. a noção de “habitus” exige confronto com Scos M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N abordagens S M SIexM INda psicologia NP cognitiva. IN M M EE S S M E P P 5. não muda . SI EM NP EMa observação SI SI NP PE IN mútua.Pa de esquemas de ação em SIN precauções. quando intervém o esforçoEE voluntário.o momento oportuno. ao exploratório deste trabalho. unicamente sob de saberes. a N experimentação PE das práticas. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI das ações N N se dá sem a revelação N e situa-PE sempre Neste de tornar PE coEE capítulo SI tem o propósito SI NP N SI N P M I I I M S .

na SI lógica do S EE S N E IN e Evandro mercado quem manda não é a ciência P I M E S S E N M M M do consumidor. aPE não o senso comum EM M I P E E S N culto. IN M EE NP SI Sde Eo M P M M Os professores se encontram em situações para nos alertar sobre estado das pesE SI se texto. M M mação que S S pois Nde qualquer mecanismo. M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE Sacristán apresenta umaSalternativa às corren. E aquele cujo IN sentido foi dado por filósofos. EM técni. A prática não Spode ser inventada pela SI EE vulgar mas o senso Ecomum EM NP teoria. segundo o pesquisador. N disposiçãoSà lucidez. em que se encontram que M situação E S E N N E P P M M M E SI SI utilizados N N PEde re. O segundo traP P M I E M M S N P E N E S E E concepção N SI SI dos sistemas trajetória ocidental.EEM IN EM E P M S N E P P I com sa se deduzir à técnica M da prática EE INa realidade EMprática dos IN IN pedagógica . de educativos PE da filosofia NP P I P M SIço .a daIN crise do EM a cognitivista NP M P I I I M E E S S S S E N P pensamento sobre as organizações. oriundos I S Resumo elaborado por M E P S E E tambémMocupa papel M de imIN NP NP EM Maria de EM das diversas ciências. M EE dos pesquisados. PE IN M E N S SI N E I M P Mciência posS de que Ea O investigação nitivista nega a possibilidade SI PEdiscurso da EE para o autor. e oE pós-weberiano pouco cone seja parcial SI descontextualizada NP EM P P M I N M I E M S o fazerE do pesquisador N N face da distância entre E P M S I I mudar Io enfoque sobre as políticas e o PE tribuem para E S EE S P N E M M P N S P IN de formação de professores. expõe SI SI EM a EM PE M E SI E EM N E P P I os professores M E e da Sociologia da Ação.Epessoais EE Diz o auP IN IN Esempre EEM EM SI estavam. E E S N E P E se tire uma SI técnicas ou NP NP solução Epara EM se deduzam (pós-positivista) e 2 . IN M Ghedin. A ria Sser mais coerente NP E M S E P I S S N E E S é uma práxis não é uma N percorresse a linha do E prática pedagógica P Ise SI NPsenso comum. O M esteja enviesada EE formação NP IN M S I é objeto debate entre o moções sobre Pessa . M N trabalho.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N os esquemas S EM P N P I P S I E formação Emas E M há um E participam igualmente dos saberes da Iportância S na desafio de forN S E N N P I I P E S NP S S N I P I N complexidade do espírito e das ações humanas.SIN M dos professores M M ela tem a dimensão da SI SI NP Eda I EE gem.Mprofessores P S I N E I M S N E ca. 2 e 3) e sim o gosto SI NP 2002 (cap.SIN pesquisas N sobre o profesM EE SI O estado NP atual das E P I I M S tendências: EM que dela E 1 . E e esta realidade P S S N E E P educativa nem tor que suspeita que a maior parte das investigaI N M P P S SI IN das investigações. SãoEE Paulo: Cortez. Isto E 1. (Orgs). deE S E M S M E N PE em delo pós-positivista EE EE sestruturada. EE M E disposição para que estejaS P E P P M M E N N M N EE mos toda a oportunidade de SI EEalertas para EM SI SI aproveitar M EM NP EE P P E I E M E P P S somos.M EE constituem só se quando inseEE para essa EE podem se SI nova forma SI como profissionais N P E NP P I P M N numa comunidade S M PE flexão: ridos IN IN Mdada a confiEE educativa. A tem E as características Nentrada do mercado naSeducação E PE trabalhoMe da EE IN E P S SI N E P E M P dos pro-EM profissionalização N os sistemas SIde formação pido com as estruturas de IN M organização PE não SI EE IN S E E P S N M P podem atrair os melhores produtos do sistema edufessores além N de roubarPEdesses a capacidadeINde SI EE M SI EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO 108 .lisar”. N N N E compreender melhor quem PE I SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E EE A contribuição dos diversos saberes. da vigilância.tes EM grandes PE semM ter a pretensão sorado se S pauta em E duas INde investigação. P I Lourdes Camargo Toledo I E S M E E S E S N E PE EM SI PE NP NP EM PE I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E N N SI M EE M EE SI SI NP E E P P I M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I Selma Garrido Pimenta racionalização pois M IN para dá-las S N S SI P PE aos consumidores. SI vai além M a incluEE atenção Epara EE SI EM P P Perrenoud chama nossa a tomada de consciência depende da construção M M E M N E N E P M EE SI competência SI da lucidez EM EM “saber analisar” são PE de umE“querer PE como uma de um e também anaIN profissional P M E EE S N N E N P P P I I I E S pois N de uma S cora. na EEM prática é inventada pelos práticos.a crise N S N da Filosofia da Ação E N SI Os princípios derivados como unidades coerentes e pensantes. SI E S S E N P E M M E pelo neoliberaSI N guração das trazida M EE EE privatizações NP SI E NP I M P P I M S a) dadas M romde lismo. E SI E E P E IN M E E S P M N E P formação Ebem pioresM P sobre formação dos S I e de do que quisas professores. O traço cogPE SI NP EM os problemas. o EM EE tem convertido M EE SI NP EM E P P P I PE M M E E professor num produtor que faz o que manda o S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M mercado e não Gimeno Sacristán conversa com o leitorS nesS N a ciência. pode.

M M EE E P M N PE ciências dizem que M Os estudos EE M serem usados como reEM SI fazemos M E de várias cativo e da sociedade para N E E I E M E P E S E P E e. S P P P vem a cultura-raiz não à M EE S N E N N P I I I M M E S N E por isso é maisS importante Spensar do M que assimilar EE EM SI NP M E E P I M E E P S N o autor resume suaM filosofia em pensa de acordo com aEEsua M P Nciência. M mais importante P N não só SI SI NP PE EE IN SI NP EE I P S SI N P I S M M N S N SI EE EE EM SI EM P E P M M E P E N N EE M SI EM SI IN PE NP EM P E E M S M E N SI P P IN PE EE EE SI N S N I P P I N M M S M S N N E SI Anotações EE SI EE SI EM P PE P M E M N E N EE SI NP EM EM SI EM PE P M E E E SI EM N E N P P P I E E S N N SI N P P EE SI SI N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E P E M M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N S M SI M IN NP E I M E M S E S E E E P M M M E N PE M NP EE EE EE M SI EM NP P IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P S N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M E E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE EE SI SI NP NP SI N P M I I M I M S S S IN EE M EE S E P P M M E N N EM EE EE EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 109 . “o como”. N P P I o que não P M I E S N N E S N P M E SI SI leva a deduzir: -se os professores não são bons SI IN M M EE pro. a pensar. PE E EEatuam.SIN IN M M S E P S E E se nutrem importante Esamento não M é muito EM Os fessores IN para entenPE é a mesma coisa que a ciência. E P M M E E E só da razão. dela. fazemos coisas sem da cultura do em Mprodutores Nrela. M EE E S E E P Para educar é preciso que se Etenha um M N M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E um projeto. M EE os pro. porque S NP conteúdos EM como eles N P N I P M der atuam e como queredo pensamento do professorado se deM M I I E S N S S M IN EE EEda qual provém EE SI ciência. Isso é com essa SI EM PE devemosSdar INsignifica que NP ção à profissionalização IN E I M S S N P S E bastanteNimportância aos motivos deficiência que precisamos contar. INPmos que atuem.sional. o pen. EE N possa ajudá-los E E alguém SIque EM P P P P M E E E N E N N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI e) o pensamento N S P P3) o habitus. dosSIe se o EE adquirido PE SI IN eles não podem darM NP EM no processo P P PE I S N E N o proE M P culturalSIda qual provém IN deve à matriz masSse que não têm. portanto.INP S M E P M que sejam EE E melhor remuneraE é preciso f) o saber fazer.coisas IN que não queremos NP sistema. é N M SI de integração entreMo I parte IN Ma ação. o que nos motivo. E EE nhecimento de formação. M SI de açãoMdo proEM I PE fessorado. porém de forma SIAtender às raízes culturais nas quais IN mas.. como forma não explica a ação. uma ideologia. S é preciso que sejam cultos SI PE EE para ofereIN M P S EM N E fessor. pensam. IN é preciso EE M P E E N S E N P I P P N M E S coM N SI professores N N a reflexão dos SI adequadas EE SI SI EE SI de ajudar NP P I P M S vontade e não 2) educação do sentimento e da locando alguém capaz N M esse processo EE de realizar M junto SIN M SI E EM a eles. I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP uma formaEE de comportamento cultural. isto quer dizer que a forma de ser dos procer cultura. OEEprofessor PEPara concluir SI E de profesEM com a ciência. P IN SI cultura e P N E E relação à investigação sobre a formação não de acordo I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E sores em três pontos: E S S N P E I M S EM M IN pensar através M ela pode EE da ciência. servir para pensar portanto. NP Md) pode-se E S I E PE P M E E M S M E P E E PE criar formas 1) racionalismo moderado. EE M EEfessores é P SI NP SI P NP E I P I M o queIN não uma N E N I S aquisição nos cursos de formação profisc) atuamos Sna práticaEM de acordoEE com EM I P S E S S E N P P M P imperfeita M pensamos. não deriva do cofissionais S N M E E P P I M M M E E P S N N mais considerados. b) ninguém pode dar S tem. M pessoas que sentem e querem. EM PE EM I P I E M S E E S N S dos professores E E N I P P saber os motivos. mas professores são N EM EM EE PE é PE IN I M E E E P S S N N E E em educação do que a ciência. Os EEnão é toda S S E M E P P mundo das instituições e o mundoM das pessoas..

Parece-nos certo que a percepção cordo que oprimi-lo com recriminações. o S E S M E E N EM E P professor como para Po alu. considerando os conceiI M I E S M E E S E S E N E M normativa uma P E SI ou explicitados PE por ele. IN M E M E S SI N E E P P opõe-se à Pavaliação : designa-se por M E SI EM EM Ecriteriada IN PE IN M E E E S S N E P N P P I essa expressão umaN avaliação que Da utopia M comS SI à realidade: seriaIN EM PE aprecia um I M EE Ou. situando-o em relação a um alvo. Pde IN M E N S SI N E I M da ação. No tem como EE nem subjugante P IN apresentar SI SI Este resumo IN M I S N M S I S N E relevantes EE I S social. autor. A avaliação N damentação EM EM SI normativa PE teórico-metodológica. Deveria S do ensino. umaSavaliação que N N N M P I I I E EE E consagre S S à regulação S N NcaP P I E I M se das aprendizagens. seja pela SIN PE M EE que seráEadaptado SI NP N P I I M S S que aEE EM orientação dos aprendizes para subsistemas de for1ª parte: COMPREENDER EM PE IN M E E S N E P P P I adaptados M E S mação mais a seus conhecimentos avaliação formativa não passa NP N EM e N E N M P I I I I M E E E S S S S N P EE uma “utopia promissora” PE SI NP EM competências. tam progredir. a partir das M E P S E M IN o NP NPdo próprioPE EM um grupo. mais M S N P N E I PE te definidos.PEE dade Mde avaliação. mais ser SI do que EM P um termô-M ções deEE IN M EE EEresignar a S N E P P P I PE M M E forma externa da Eatividade de avaliação.PEE metro (instrumento) do fracasso.EM P 2. Formativa construir saberes e competências que a “freqüênSI principal é SI PE NP P I P M SI N S E N IN contribuir para regulação da atividade de cia” às disciplinas escolares apela SI SI EM EM uma boa S PE e cuja construM E SI E EM N E P P I M ensino. Avalia. O que M P I I M E S E S S N P EE PE SI no/aprendizagem. o princípio de que tornar-se auxiliar do EE pedir ou não o “certificado” P S avaliar deve M SI EE EM P M IN EE P E E S 3. avaliação N de referência SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE P N Charles SIHadji. porque E sua função E N formação. também. a priori to M a situação do EE seu dePE aluno quanto de “medir” S E P IN N M M M N PE SI va uma em objetivos claramen-EM sempenho. para expressupõe SI a serviço Pdas EE avaliação IN pela formação foram SI NP EM P S I N M E I M S N de formação no final. 2001 te organizada. do alvo parar aPoperacionalização das do êxiIN IN visado é uma das condiM E S S E N P apenas E M não reside na M M êxito. Poder-se-ia pensar que.avaliação prognóstica M diagnóstica) tem a funE E formaçãoSItanto para (ou o N E P P M N M M SI é a existência N N no. aosSaprendizes. parece legítimo avaliação depenEM EM esperar P IN do ato de M E E N S E N M P SI de da significação essencial doSIato de ensinar. EM palavras valorizado por No sentido estatístico.considera N E P P E I N M P em relação N E ao alvoSIvisaPE IN compreender tan.EE EE ção de permitir um ajuste de uma EM aprendiz/proSI EE SI P N P I E M M P N S P IN grama de estudos (seja pela Imodificação do pro. finalmente possível passar à ação? M PE I M E E S IN que se EE PE M NP tecnicamente.IN M seria uma MinS1. N PE umaSIdimensão prognosbuir para a construção desEpara M EE EE tiva. Eerro PE Assim.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI E NP I S SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S M M M M EE E P M EE E EE N E P P P I E N N referência de criteriada:Stoda avaliação N M M SI socialmenSI SI NP anunciada e executada EM Porto Alegre: I EE EE M E Artmed. SI EM o próprio possa EM Avaliações P o aluno M M E SI paz de Eorientar SI E P E IN M E E S P M N E P formativa e cumulativa: situar Psuas dificuldades. É dita tos desenvolvidos bem comoEEM comportamento NP PE I N E I M N S SI P N S SI para justificar N os indivíduos avaliação cuja ambição é situar uns EEM as articulações estabelecidas sua funSI EE NP EM I I P M E S S E P P N em relação aos outros. O que está em jogo PE recíproco SI ativi. um modo de proceder S em EM P I M E M E N S N P EM EE SI EE PE de “aprendizagem EM a distância em relação aos outros antes A idéia assistida por SI ava. preI I N E I S N S S P N I E P S I M S E S Eferramentas reta. analisá-las e descobrir ou N M M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E operacionalizar os procedimentos que lhe permiP E I N M P P I P S E S fonte de IN A avaliação precede a ação deINformação. E N de considerar capaz de I M S N I E P S E M S SI PE IN . A E M se as aquiP N de verificar S cumulativa M N E I E N I I N E M S E P S S N E aprendizagens sições visadas feitas. M EE autônoma IN SI N S E E S P M M E N grama. N P NP P I P M EE N saberes e competências S N E N I tica no sentido de conduzir a um melhor ajuste ensises pelos alunos. ocorre depois S SI EM PE A avaliação EE IN EM E P M S N E PE P I ção tem a função A questão da avaliação é multidimensional. NP mais corrente. pelo aluno. a) Torna-se ra: É uma avaliação forAvaliação P E normativa. EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P I E M Avaliação formativa comoSutopia promissoN IN NP EM M SI PE EE I S E E P S N M informativa. uma norma é um modelo de comportamento os aspectos de cada parte. EM AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA EM M EE P N SI E NP I S 110 . SI EM A norma. como tal denS P E P P M M E N N M N EE é normativa. A “formatividade” seu to. SIN S N S E P portamento. SI EE uma instituição EM tro de M SI M em si. é mais formatiM do. O que é ensinar senão ajudar os alunos a N P P M I E N M M I E S N P E N E S . fornecer-lhe EE EE EEindicações EM avaliação SI esclarecedoEE centradaM P N P P I E P Nras. A avaliação situa-se no centro da ação de EEM aprender. Toda avaliação tem uma dimensão cumulação permite? A avaliação tem o objetivo de contriE M E S E N N E P P M M E EM o êxitoIN SI SI ter. S S N N EE para que NP SI prognóstica.S SIuma avaliação NP a distância M liação”. NP EE P P E I E E P P S finalidade N E sentido N P não Pé nemNliberadora.

M N SI b) os corem que b) Uma MavaliaçãoPEE NPprocedimentos a prioriSI(acordo entre E ela é formativa. N IN P I N M M I S S N E E S SI EM PE PE P M M M E N N E E A avaliação é sempre pela E consiA Eimpossível M M IN EE influenciada M E SI reforma Ido SI E NP instrumento-avaE S P P P M E S a avaliação N a priori: N N tão ob-PE deração liador: insistir em tornar PE EEde informações SI SI é inútilM NP N SI N P M I I M I S a) jetiva quantoEE uma medida. Sintetizando. COMPREENDER E EE P NP S N I M P P I Seu desempenho depende dessa interpretação. tabela comum) também não são muito efi.oSerro IN M M EE S M E P P segundo. constituído SI para superar EE SI SI EE que diz respeito SI NP P I P M S Para o aluno pela pobreza atual pois INtões e sobre N o que o professor espera. EM Conclui-se: cognitivos não capaz de orientar o trabalho dos N E P P P I IN E E S N N S N P P I independentes M EE são das sociais”. nem um EE todos SIN EE SI ação direP PE P M E M N têm o mesmo nível ou diferentes).obtidas SI S M E N E P P E I M E E P liação deste. o objeto variabilidade didática. c) forSI de uma IN PE EE avaliação M P S EM N E ção. M necessários. umPavaliador e Ium objeto partiE E M P de uma EavaN S E EMprimeira S P EE IN SI liação formativa: M N E E cular e em um ambiente social dado”(Weiss). EEM IN IN M E E S S M NP E E P E E intenção provável daquele que oEM ginar Ea interroga. Exige.S SIde uma prática N Econdições EM SI N P I I M E E S S N P P EE deve interpretar a situação de avaliação para imacadaMa serviço das SI M aprendizagens. SI IN PE P IN E E M S M E N S E Pmudam se estiverem em siI avaliação P P também desempenhos Resumindo. Sancionado no INmúl. EE to. no ato da avaliação. por parte do professor. da qual esperar muito.cazes N de uma P trata da operacionalização P I informado P M quandoIse I E S N N E S N P M S se podiaIN SI ais de seu tabela.EEM SI uma medida. desse saber.M M EE E P M N PE não passa de procedimentos M EE M EM SI E a) a maior parte mativa na medida em que se inscreve em um projeN E E M I E M E P S E P P o de favorecer EE M M específico. EM EMe os momentos SI poder “reNP forma. al de uma avaliação. Dessa mações coletadas. A partir do momento SI S N N E P I N I E M S S informa. S M E E P P M M M E E P S os próN E EE de. a idéia E M E E N E E SI NP EM Avaliação NP formativa PE ideNPque se inscreve PE é um ato emEM um M corresponde M ao modelo I E SI de avaliação N E E SI S N P M E é E E SI N processoSIgeral de comunicação/ P P P negociação. afetivo. de maneira a relacionar coerentemente o objemativa implica. I EE M P E E N S E N P I P P N M E das quesS M N SI N o sentido N um segundo obstáculo no ao aluno. O aluno poderá SI PE M M trabalho pedagógico.IN S M E P M dificuldades EE E E mar consciência das que IN encontra. que N P I S M N S EM N SI EE imaginar EM ção. a progressão para tornando-se capaz e corrigir EE PE a objetividade IN SI NP de reconhecer EM P P PE I S M N E S Função “corretiva”. uma EE troca. daquele queSaprende. O aluno fessores no sentido avaliativa colo.M formativa informa os dois principais atores do proN M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E cesso. flexibilidade I M M E E N S E I M E P M E M avaliado e o exercício S E de adaptação. NãoM é mais do que uma utopia N EE EE SI NP EM E SI EM“os desempenhos PproP M E E E SIpromissora. M E S I E PE P M E E M S M E para o saber E P N voltar-se E Eb) Necessário P instaura um certo número de mal-entendidos sobre. dos professores.SIc) O terceiro M é a pre.M postos em P jogo pela Eavaliação dependem I N obstáculo NP P da própria EE não ouIN SI NP prova de SavaliaEE das condições I P S SI sociais guiça. ou o medo. tas revelam-se pouco eficazes: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 111 . que avaliar não SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S N é medir.SIN Assim. a) A maneira de deixar I P EAs N P P I S M N E N S N I N E M P I como trocas I SI S E práticas avaliativas apresentam-se de de lado as representações inadequadas é voltarE S S N P E I M S EM M questões IN no decorrer das quais se se para o saber sem esperar Mda difusão EE milagres NP e de respostas. N NP e vontade ParaSIisso. S a formativa não EE EE é nem SIN N N I P P I N M M S social (declara-se M S comparação N E SI modelo de tuação de que umEM modelo científico. M PE IN M NP 2. E P M M E P E N N P M EE situação de E anonimato ou e seus M SI EM de visibilidade. tamente operatório. uma NP negociação entre SI M EM EE Os obstáculos à emergência P I M E E P S sobre um M N avaliado. O ato de formação EM E I P E S E E S S E N P P M P entre a coleta M de avaliação. Os alunos têm comportamentos diferentes emPE sam SI EM remediações. A N E M P SI do objetoSIN pende especificação da avaliaprios erros. I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E “uma interação. SI PE IN IN I E E S S N S P P é permitido no primeiro ferir-se a um M quadro teórico que dê conta dos SI caso. EEdos saberes M M SI E EM a EVF S E P M M E E E pode ser difícil distinguir os momentos de aprenditrabalho de interpretação das inforEE N E E implica S EM P P I P P M E E E N E N N P P N zagem de avaliação. por articulação de inforSI N IN M uma melhor EE IN M M SI S E P S E E M mações e a ação remediadora. M P NP SI P NP E I P I Mse traduzIN será preciso N E S M N I S construir. os IN o conhecimento dasS notas anteriormente EE M razão pela qual todos S S E P P M M pelo produtor do M trabalho influencia a avade redução de divergências das N PE IN EM EE EE procedimentos EM no. provocando o aumento da EEto EE EE de avaliação. social) das M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E também aprendizagens”. masS confrontar S M em um SI M IN NP E I M E M S E S E E A percepção que o examinador tem do deprocesso de negociação: E P M M M E N PE NP EE sempenho EE EE não é M é igualmente dependente do contex. N E de moderação estatística. O professor seria S dos efeitos re. EM NP P IN P P SI A avaliação I E M E N S E P N E N I P P E to social A prova S SI SI pela notação. Os processos psicossociais complexos tiplos aspectos (cognitivo. E I M E M E S E E P retores. SI “a princípio”. atenuando os efeitos mais to educativo o desenvolM N I N E P E I P I E M S S N PE PE IN M PE vimento EE visíveis da incerteza da correção.

SI PE E IN S E E P S N M são aqueles que mais P E b) os professores N SI conhe. cem os seus alunos. lho EE que levaEM EE ele vale. prevêem M EE IN o êxito escolar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E S como caráter vago do objeto de E percebemos P IN cifrados fornecidos pelas SI NP provas apaEM avali. na imprecisão e no conta E desse paradoxal valor prognóstico das P apre. ou seja. É sempre o resulE P P M M E N N M N EEde elaboração. S S avaN reduzido” do objeto SI um “modelo EE EE SI EM à origem EM P P liado. NP P I P M SIcaráter vago N S N N M EE o ato de Eavaliar SI a) os professores ças aos critérios. EE específico P N P P I E M P N P PE IN consiste INque essa atribuição de Svalor àIN N um julgamento produção de de valor. o ato de avaliação. b) o que ção melhor do que S global. SIé um ato de entre uma EM N PEcom referência IN IN situação desvelem M EE S N S E P M PE I expectativas. ou do que se descoM S N I E P S E M S SI PE IN M junto de informação que foi possível EE um trabaPE produzir para bre. NP EE em uma P P E I E M E P P S é um ato N N EEluz dos critérios. Nisso de negociação didática. PE se pode I N E E I N S SI P N I P S (mais justiI EM M S N S E gamento de avaliação. abaixando-se. SI IN EM e social M avaliação. deve-se S S P N E P S I S relacionar um referido S diEM IN em pode assumir a forma de um discurso(é bom. progressivamente. SI EE EM tado de SI um trabalho AvaliaçãoSIescolar traduz arranjos M EM de construção. ba. M S S E que essencialmente EMa) a construção PE baseadoM o objeto avaliado. E NP I M P P I M S S a considerar do.M EE umPimperativo de d) o referente o professor EE como seSIN EE verdade Sda intuição. M observar EE I SI Mas. Avaliar S E P M IN N M M M N PE SI dizer o que EE consiste em a avaliação). I E S M E E S E S N E M PE O que a EM side a objetividade Eesperar SI PE NP NP que de um julgociação e comunicação andam juntas. EM SI dar uma nota. b) é a coção em um contexto social de negociação. alémMda “espessura” e da EE rentemente mais rigorosas e objetivas. Cada o queEse impressões cotidianas e que SI PE EE traduzem uma intui. M IN SI imediato. M zer em que EM sorriso… EM EE EE medida a realidadePapreendida SI NP EM trans.avaliação) E P M SI N E P E M P N tariamente para Edeterminada próprio ao aluno.Mos resultados P S I N E I M S N ação tem sua origem.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 112 .M E P P I PE M E E do referido esta de acordo com o ideal que S N N N E E P M P SI SI SI no referente. em S E N I S dícios ou de (pelo termo função do que se sabe.EEM EE SI institucional. ele é PE IN e um referente para M E S S E N M M E SI bom).PE IN sentido” que lhe permitisse IN M EE ser construído SI E S S E N P E M M plural IN E SI de um sistema selecionantegrar difusas Msincrética da EE (dimensão EE NP informações S de expectativas.EEM IN EM critério define E P M S N E P P I esperar legitimamente do objeto avaliado. A leitura se faz graciações P “subjetivas” dos professores.Sque SI a) o indicador NP EM I EE EE M E S P bastaria apanhar. responder a três questões E I N M P P I P S E S IN N N M Spertinentes: Deve-se abandonar EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E A avaliação é uma por à objetividade S N leituraEorientada P M N uma EM toda pretensão EE M SI um sistema NP grade que expressa P SI IN E de expectativas E Quantitativa? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M julgadas legítimas. Ele deve dizer o valor. que será o referente da avaliação: c) a posse de informações referentes M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE socioeconômica do produtor do trabalho também IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S é um dado N N S jamais M influenciaS a correção. fraco) influencia a correção. Exige: daquilo na intuiçãoEE do IN E E S N E P P referente. c) Sendo o referido – aquilo a partir S real e expectativas referentes a essa situação: é M E E S N E I E NP EM se poderá fazer o julgamento Sde do E que valor – influenciada específiPE M EM M NP por expectativas SIuma leitura M N E I E M P I E EE S E P E S assim construído por meio de levantamento de incas referentes à produção de um produtor particuN E P P E I N M I P S N E referido= PE IconIN NPindicadores M lar. Desse ponto de uma M E S E N N E P P M I M M E SI de cada N PEdispu. através deles.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S é uma leitura que implica consb) o conhecimento do estatuto escolar S do alu. que constitui o referente da EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E N PE avaliação: é de não-indiferença com 1ª Ma avaliaçãoS é um ato sincrético SIN EE hipótese: SI NPuma relação E N P I I M avaliador. escolhendo as expectativas e no contexto escolar E dar-lhes Ssentido N PE EE IN EM priori. Ela a IN 3-E COMPREENDER que E M M SI científica.EEM avaliação escolar precisa para progredir N E I I P M E S S E P P N seando-se nos sinais (indicadores) mais caracteé de um “contrato N ça e objetividade) EM EM social”. de Eum NP por meio muito ou de uma careta. inscreM E PE S E P M M N E M Ne. Pc) são mais conheSI aqueles que SI EM M E SI E EM vista. sobre ele. háM N E P P I E implica bem mais do que objetividade ou verdade.EE P M E M IN SI N P E N E S I E I E E N S S das expectativas. SI PE IN M E M E S SI N E E P P M M M rísticos da realidade (éEpreciso que os indicadores SI PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M às mas A avaliação S o próprio Iobjeto).erência critérios/indicadores I reNP N um processo E E ve-se em P I M que importa. PE feitoPà Um indicador não indica nadaM dinâmica de negociações: IN de comunicaSI SI NP IN I S N M S E I S N E I S que não esteja relacionado a um critério.SIN A avaliação E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M trução de no (nível forte. baseados junto Os M julgamentos Sdos PE um sistema de exNP EM PEde critérios especificando IN em E N S SI N E I M P M julga poder S pectativas. SI N E E P I M E E S P M N E P P não é uma operação tos. N E SI NP NP EM como um conEM foi designado Nseu M P I I I I M E E E S S S S E P IN professores. PE PE IN EE Resumindo: IN é parece Mjulgamento de avaliação todo S P S N E N M N SI SI PE equivocidade M M Existe uma dos veredi. N E NP P I P M N S Mde um “sexto operação de avaliação deve a partir sesse in. Eexpressa PE é possível IN IN EM S E P EM S S N EE E P adequação ou não com saber. SI legitimidade. Como S SI EE EM dar M NP E P M I E P E E S N opacidade do M “objeto” avaliado.

lhe dá sentido SI M aumento de valor. Ela não é exclusiva e não ganizar-se para dizer se o fato aproxima-se do vaP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 113 . As cifras podem ser quando tas”. mação de que INde realização e dos critérios EE M é qualitativa equivale EE a avaliação S E P P M M b) há nisso pedagógica bem mais N M essencial PE à ordem. 3ª hipótese: avaliar é fazer agir a descontiN E P P P I IN E E S N N S N P P I EE tudo se reordena em torno do aprennuidade dos valores. M feitas. de suas prómais possibilita extrair M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de funcionamento intelectual. A M À ar. M o que obscurece o essencial Ie SI NPnão sa: IN M M o sentidoMdas constatações EE S S E P P objetivo valorizado. Nos dois casos existeIN um terceiro risco que M prias modalidades P SI SI NP PE EE (ou de se IN S um critério NP EE I P S SI éo de tomar um indicador por N P I S M M N S N SI senão indicaEE EE DEVE-SE… continuar a avaliar?EEM satisfazer com que não são SI EM critérios P P M M E P E N N P EE equivale a M SI EM SI dores). E encontra-se Pde nunciar-se sobre uma situação Con-PEE diante IN M P E E N S E N I P P N M E julgar. ção.SI Pconhecimento IN julgar com IN 2º . M SI úteis…M EM IN PE se sabe Mde correlação. Com avaliação formadora. c) a avaliação Os proN P M M M M N SI PE PE IN EE EE EE SI Nas EM Assim como a ausência deEindicadores cifrados torfessores correlacionam características.SIN P é apenas Avaliação estancar a reflexão PE como se EE Eela SI prévia e agir N N I P P I N M M M S importanteSpara os professores-avaliadoN N E SI gógica. P S N M P P I É a preocupação de facilitar as aprendizagens que significa dizer pronunciar-se SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N sobre um S M nome de uma ex. O se E sido M feita. EE é um ato E S E E P a que objetivo e a que valor elas remetem. Avaliar I M a auto-reguM I E M E E S S E N E S E P P P M E E criSI dessa cadeia”.vel. contenN E N M M E SI SI embriaguez EM Púnico EM M fornecer as informações M com um EE EE E judicial. e IN S M que não SI N N clui-se SI simétricos: EE é possível So SI avaliar sem EE SI NP P I P M S problema do avaliador é não se deixar levar por uma 1º reduzir a realidade e seu sentido. na medida que todo diversas avaliações formais.M SI EM M IN IN M E E E S S M NP E E P Msistema. em IN e coerência: NP E I M E M S E S E E pectativa que só se legitima na medida em que ocorE P M M M E N PE M NP um aspecto EE EE EE do real M Concluiremos: re sobre SIque pode ser EM NP “lido” atraP IN P P SI I EE E M E N S E P N E N I P P vés de um valor. N N aSapropriação siste a continuidade A afir-PE lação. A regulação externa fras. Isso IN não dominantes. Contentar-se IN PE com indicadores EM P IN E E M S M E N S P um auxiliar da ação pedaE tives. Desse EE Msistema escolar. EM que os resultados EM S N I M I EE E E S com a IN há avaliação S P P P há julgamento . freqüentemente implíciSI à SI NP EM PE uma recusa NP tativasSIsociais E I M S N P S E quantificação.S SI não a continuidade N EM da atividade EM SI N P I I M E E S S N P cede lugar P à auto-regulaEE diz. EE SI EE SI P PE P M E M N E res é ensinar. o Iesquecimento SI mente escolares. assim EM pontoIN SI é um M E de cem o funcionamento do E E E M E P E S E P M valores em nome dos M E erro exigências escolares formais. das ci.M M EE E P M N PE vista. imagem intuitiva EE SI NP M EM EE P I M E E P S de Pêxito ou de IN fracasso relacionam-se a critérios E M N EE S EM sua exteriNP que temPmais EM é um EE Iato SI N E E caracterizados por sua pluralidade e por 2ª hipótese: avaliação I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I do que descrever SI S E oridade em relação aos dados simplesmente obsera função de explicar E S S N P E I M S é proEM M váveis. facilitando IN Pdos EE SI “quebrar M NPpelo aluno N SI N P M I I M I S S S térios de êxito. para o avaliador. b) obtidos INque explica IN conteúdo S EE SI alunos. Ee tando-se indicador. éMporque a PEE SI P NP E I I N E S M N I S ato avaliativo situa-se em um contexto de valorizaavaliação é um procedimento interativo e social.diluir esse saber Sem um número I E E S S N S P conhecimento das expectativas legítimas. Sempre S E EMprivilegiando NP NP encerra EM E P NP I se ganhará em uma “cadeia quantitativa”. Medir consiste produzir um “desS N SI SI PE IN M M IN SI S N E E S I M a) o interesse da avaliação formadora é inegáque se apreende e E realidade E E critivo organizado” da M con. M lor. e) EM N E I P I E S E E S S E N P P ajustar os ção.IN P M os têm a possibilidade de SIescola já toma partido ao impor dados! IN M professores EE IN M M S S E P S E E Mdos bitrariedade do ato de imposição acrescenta-se. EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E E M P IN recusar-se aSIjulgar? SIN d) se as Savaliações qualitativas SDEVE-SE PE EE dos professoIN M P S EM N E res revelam-se maisEM confiáveis IN do que as S avaliaI M E E M E P M pareceEE E M Recusar o julgamento S E N NP ções quantitativas EE M P excessivo: SI a) o NPdos especialistas. ajudar os alunos em IN a progredirem EE SI NP EM EM Sa EM PE P M E E E SI EM suas aprendizagens. N M E objetivo implica valorização da ação. de sua situação. virão coincidir M EE S N E N N P I I I M M E todo sentimento S S que tinham S feito. do N M E E P P I M M M E E P S N N E EE escolar. dos critérios mas também comportamentais EM e na NP SI P M M E S Psistema SIN Mcom as expectativas EE EM EE torna-a impossível… sociais dos alunos. E M PE EEa auto-avaliação torna-se chave do PE IN M NP AvaliarIN EE EE o valor.So NP nas Pefeito. com Eresultados M Eescolares às suas representações E N E E P I P P M E N PE Mse a arbitrariedade do imposto. não soS N P P I P M I S N N S N EEa avaliação SI incerta.IN IN do ato de avaliação aPespecificidade M EE M E S E PE P M E E M S M E dois riscos E O avaliador P E real observada. do de indicadores. as expecMcomo “asEE N IN recusar-se a enunciar NP Eos PE I P I E M S E S N S E E N P acarreta quais ele decide. IN chamada EO EE uma prática EE assim a uma EMé orSI S M EM N E P P E I M E E P do que uma de avaliação. N E EM que PE P P I P M E E E S N N P P N IN EE permitam EM EM ao aluno SI excessivo NP de cau.

nunciar de construir um “contrato so-M IN avaliarSnão SI SI que a pesquisa NP IN PE levianamente. SI se espera NP construir E N P I I M E S que o aluno EM Construir E EM percebaS o “alvo” visado. EMo campoM PE PE mas não tanto. entreatividade de avaliação. N S I E S M M E S N PE do ensino. comE P S M S N E P E M P maneiraEM de um processo N preendemos que de SI resumir em que poderíamos IN M relacionar PE qua. de N NP E E S P I I M M E S S na consideração N PE levar por M M M EEuma embriaguez de xar judiciária. o tema daEE IN M etc. M E N S SI N E I P M de causa. M P E PE IN IN intenção formati. AGIR de E SI E E P E IN M E E S P M N E P P pontos de vista: SI Dos M maneira adequada N M EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S S IN N EE N M SA da .S S para umaM NP M sencial. EE tem o dever SI Erelação EM compreendemos (em às S suas com que M se pro.EM perar dos Edo SI Pque NPalunos. M E E N N M P EE SI A escolha SIda avaliação 3. va. dasPE S S modalidades . EMtempo que lhe será EEM julgar com S conhecimento avaliação. P de maneira IN nhecimentos: avaliação oral ou escrita? M E E E S N E E consiste SI de avaliação NP NPem determinar EM NP tanto dos realização quanto EM aproprie-se NP critérios Ede um dispositivo M P I I I I M E E S S S S N P EE dos P critérios de êxito… e esteja em condições de PE Trata-seSIde dizer sobre o queIN será a NP EM condições. o suporE remediações IN que será levado em SI NP P S I N M E I M S N E dos. do Psocial. de especificar o sisN de explicitar S E N N na busca de práticas pedagóE I P I I P E S NP S S N I P I N M M tema de Sexpectativas se afogicas sensatas e eficazes. de não S EE EE SIobserváveis. E M E S poderia por um termo do. saber como o processo de S avaliaM dade. É preciso M SI SI SI NP EM I EE ção escolar pode se EE M E S P 4. NP E M S E P I S S N E E S feitas P sobre os diagnósticos E elaboraM tipo de atuação conta. NP por meioPE te privilegiado (escrita M I EE nos EM P E E S N deEum aumento de sua “variabilidade didática”.ter sempre E P P E I o objetivo de esclarecer os atoN realidade às expectativas. O I P I M S N S N IN exercício de avaliação: M EEnão deviaEM SI compreendemos que o professor autoliS dispositivo é constituído pelo SI E P M M SI PE devia o problema PEa resolver. das observações a fim fato IN dessaNativiPE EEde tornar Pa E EE S N N E P P I I I E S S N N N avaliação mais informativa. privilegiando a avaliação em segunda ou até I I Uma maneira de fazê-lo é buscar um banco de insM E S E S S N EE PE SI EM EM pessoa.SI EE se trata de IN S E E P S N M P E coerente o exercício de avaliação ao objeto avaliatro regras: N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 114 . de NP dição de não cometer o erro que parece ser PEdesconfiar I N E E I N S SI P N I P S I os valores EM quais EM M que basta observar o S N S E ditar real para avaliar. meter que e desenvolver M Interroga-se como apreciar os co. P N afasta do referente. e que não haja. sua criatividade que M mitar M EE e sua imaginação. dos Pobjetivos EM prática avaliativa questão do dispositivo: SI E M SI M E E N E E P I M P E E preendemos deva privilegiar S que seIN P M a auto-regulaN EE M S medida do NP ção. S E M S SI PE IN M EE PE em processo pedagógico.SIN EEos alunos. E P P M M E N N M E IN intenções. c) no que diz respeito à S I N e os critérios. EE EE SI N E P P P I PE M M EE E para tornar a avaliação mais S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M formativa S S N N EE NP SI desencadeando SI EM M P M M E SI 4. pelaEM designação do M EE IN sub. SINP em primeira P trumentos. Eobjetividade. buscar evidente. quando ocorrerá. INnão se deiuma maior no que tange se tomava decisões (transparência). EE avaliação S de não deixa P de EE EE permanecer SI autônomo EE P N EM P I E M P E Nnecessário. E N I S avaliação com S N I E P res do processo de aprendizagem. fixando as regras do jogo. em última hipótese. com o que julgava poder I E S M E E S E S N E M E consiste PEem acre. E e identificar E avaliação P I M é possível.. S N P N E I P I N autonomia. S práticaEM M SI EE ou fala) etc.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E os exercícios. o EM em atividade. de despender temM E PE S E P M M N E M a con.M seja integrar-se o ato S E 2ª recusar limitar-se a uma única maneira de P IN N M M I M N PEe agir. organizar de modo pertinente da deontologia do trabalho do avaliador .tornar EE SI N E IN P I M E S S 4ª desconfiar dos entusiasmos e dos abusos E N I parte: AGIR M M M S NP metodológico 2ª – Guia EM PE M EE M de poder. IN IN fundamentar as concedido. PE SI os dispositivos SI 3ª . Eo SI sua situação PE IN EM EE P M S N E P I tornando-se o professore as tarefas que o oP S M capaz de EE IN aluno deverá EM realizar. desvincular. I P b) Levantar a questão do dispositivo não P M N M M S E PE SI da construção IN EE do problema IN da prática avaliativa EE NP 2. I S N M E I S N E I S seja medir. sobretudo com intenção formativa. de enunciar em nome dos N E I P E S SI EM PE M M ao referido. na P SI escolar EEM a) para INo profissional EE possível. deva S N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I imperativamente tornar-se informativa. dissertação S E N N E P P I M M E SI N N PE EE preocupação ter Pa “correta” e SpertinenteM pertinentemente EE EE Como escolher SI esses exercícios? SI de falar N NP P I P M EE N S N E N I M P mente. com1. avaliar S EE sigSI P N P I E M M P N S P aos quais IN nifica escolher exercícios. M necessário S N S SI em sua M P N transparentes. SI N NP EEmbora E P I P I M EE E E S S N E P N P P I M a avaliação. EM EM P P gar em um mar de ampliando. Ea M práticas estereotipadas. diversificar sua pedagógica. Idas EM dos exercícios NP condições técnicas é oP último momento EE IN EM .SI EM de jamais NP e em coerência EE P P E I E M E P P S Ainda que N N E PE o ensinou). a cial”. ela só exisCondições do professor para avaliar: M E E S N E M SI PE pronunciar M NP de N se adePE M M sobre a EE SIte com a Pcondição M N EE I E M P I E EE S E E S o esquação Ida Embora N 1ª . a análise das tarefas é um M M E M N E N E E P M M SI é a totalidade SI importante.po para refletir I esNP N senão qualitativa. EEdados quantificáveis.PEE SI e pela explicitação provas.

M M S M S cuja pluralidade N E SI observação corresponda àquela EE das SIN EE SI dependeEM e) a escolha P PE do que será observado P M E M N dimensões da tarefa. podemos M S E P S E E M e internas (conhecimentos mobilizados E M IN etc. as M EE NP levar a Saceitar. como desencadeador IN NP E A privilegiaI M E M S E S E E E P M P tarefa éEM do:IN uma EM N determinado. EM E EM cada PE P P I P M E E E de atividades ou atividades observáS N E N N P P quatro SIN vez mais SI ou competências EM NP EM complexas SI Nde PE por meio IN . SI NP EM conteúM perspectiva didática (dos IN M EM em uma ferente. SI NPternas. correspondem aos SI SI PE EE IN A necessária articulação objeto-exercícios M M P S N E d) as condições de realização constituemEE a I M M E N S E I M E P M E M S E N NP EEna base de EE em jogo Mdos elementos EEúltima série P SI oriNP SI De de procedimentos que terP NP quatro exemplos E I P I M N E S M N I S entação. SI b) nessa conduta. enfim. M E I E PE P M se deverá observar em função dos objetivos perE E M S M E P E E PE fas escolares tradicionais. Os PproSI EM P M E E E SIrá das expectativas Eo estratégia de avaliação que permita observar N E N P P supracitados P I resE E S cedimentos trazem N N SI ou métodos N P P I EE aprendiz em SI N EM que podem EM corresponSIvárias situações N construção do re. EE P I M E E P S N fazer E M P M N PE tal análise!). uma fundaEM PE EE linha de IN tarefa N SI N EE da aprendiE Existe um risco do ponto de vista I P S EM P P I S M N E N mental I(critério de Irealização da construção do deS N N E M P I sobre as SI S E zagem e da avaliação: uma fixação tareE S S N P E I Mcomportamentos queM sencadeador) é determinar os S tareEM IN fas poderia como evidente.escolher. procedimentos fixos e característicos. M E dições internas (eEao NP tê-lo treinado para SI M poderão encontrar sua validade ou sua EM pertinência. NP M pelo sujeito. IN observação. SI quer sejamPE designados como grandes EM EM ção”. E E S S M NP E E P E M M EE PE IN dos M NP do ensino EE EE a avaliar). decisões P I N I E M S S N SI a M M SI como “regras” EE cífica. Podem distinguir condições externas EM N E I P I E S E E S minam pela construção de exercícios/desencadeaS E N P P P M (tempo SI concedido. I P E M S E S N SI P PE IN M PE EEescolar esperações constitutivas de cada tarefa SI S N N E 2ª determinar. determinação de espaços de PE EE EE SI N S N I P P I N trocas. PE PE com visEE E um trabalho M OEexame dasM dificuldadesPE e dos limites SI EMineren. EE concretos EE 3ª . P I M duo. EM EM M PE I IN atividadeNdesenvolvida M E E E material da S S M E E P M é sempre Todo o problema é enconPE SI Eque EE NP PE IN inferida. N P M M M E os P espaços de N SI PE invarian. trabalho individual ouEgrupo EM etc.M M EE E P M N PEde realização ou procedimenEE EM SI EM b) os critérios N EM E 1ª .S P I I M E E postas operatórias à questão da S S N P EE der à “competência Igeral”. P NP aos objetos S N I M P P I 5. S SI leta de dados. Por que podem ser após a avaliação. I M M I E M E E S N E S E P P torno de S tura. AGIR observando/interpretando SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N de maneira pertinente S M SI Mtarefa. operacionalização N EE EE SI de uma NP EM EM referentes aosMalunos. eventualmente. são designados Etomadas E I P M E M E S E E P respeitar. eEperder seu sentido naPEE IN M P E N S E N I P seguido no plano pedagógico.tes IN EE constitutivas. mas P pode ser EE de critérios claramente identifiM como lugar SI EM SI na baseIN IN PE de trabalho EM de realização P E E M S M de E N S de um grupo P P IN cáveis e explicitados.estabelecer SI N E conjunto de atos S N P P I P M I E 4ª . M E EM E E E cada vez mais pertinentes e rumo a tarefas Ncapacidades. SI E E P M M E P E mais fecunda se executada nação N N solitário.EEM A IN tensão observável/inobservável: M EE S produto almejado. definidas I veis. Cabe S P P P conduzir a análise das conI M EE S N E N N P Somente no âmbito de tal conduta os exercícios I I I M M E S S S N E professor. Analisar a tarefa é I S S N E E S damos melhor pode superar a dificuldade SI como se M EM de sua M PE PE evidenciar poderia chamar arquiteM o que se E E N N E E P NP I constituída pelo intricamento das Eduas.EEM N P IN P S I E tas a um produto final que constitui um objeto que N S E P N E N I P I E tes N àPtarefa de observar vai S permitir que S SI NcompreenIN P I M M tem sua própria consistência. S os instrumentos de N S P IN M co. multidimensionalidade. E N S P I M M S PE IN M EE EM EE c) os critérios de êxito fixam limiares de aceiS N M E E P P I M M M E E P S N E E operações EE que SIN tabilidade resultados P das EE para osEM IN SI NP P P PE I S M N E N S N E M P critérios de SI realização.) SIN IN M IN M reter que: dores. autonomia de resposta deixada ao indivíM EE M E é a de articular os E constante M N E E E P P c) a preocupação IN I M E E E P S S N N E E M variabilidade.EEM Malmejados.). NP isso. PEuma tarefa EE IN NP complexa S EE I P S SI A avaliação de deverá N P I S M M N de modo S conduta pode ser realizada N M SI EE d) essa EM determi-PEE atentar para a definição de seus objetivos. Essa produção será o resultado E P penho jamaisEé um indicador claro da competência.determinar as E questões que devem ser M I E M P S E P P EE M M por meio N E tos das tarefas. que representam as ações ou opeM N I N E P E respondidas da avaliação. a revelar requeE E S SI competência N S P P características: pluralidade M SIdas habilidades requeIN IN ridas. IN SI NP exercícios de avaliação ao S objeto avaliado.Nem quatro dimensões fundamentais: P M E E SI N N PE EE SI SI a) o alvoM NP NP SI N ou objetivo da tarefa corresponde ao P M I I I S S S o desem. São esses comporP N M escolar E de uma taS M N SI N N rotina SI tamentosSIque EE SI SI e não passar EE da atividade NP determinam os “espaços de observaP I P M N Há a necessidade deS buscar tarefas E M tipos SINrefa formal. distanciamento e de confronto. A fiPE PE a) o N essencial é situar-se em um procedimento EE EEdeverá esclarecer S NP EM da tarefa P N I P M cha as condições exM M I I E S que vaiSdas intenções N M IN ao aluno S EE EE (objetivos) EE aos instrumentos. M M EE S S M E P P ridas. NP E P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 115 .

conforme esquema: SI leva ao princípio IN ética da fala avaliativa EM M SI PE EE IN S E E P S N M ser assim resumido: Sassumir de ação que pode o P E I N EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 116 . a IN M M SI dupla vontade: EE M PE necessárias IN IN EM S EE P S S estabeleci as possibilidades de EE N EE E P vontade de privilegiar a regulação da ação de aprenI N M P P I P S N E S efeitos proN N “feedback” para estar certo de que a mensagem foi M SI dizagem. O essencial é ter vonS N S P N EM tipo de S PE SI professor: para o M criar as condi.EM P E E S uma relação não N forma de umaMmelhoria da regulação das aprendiP P M I E N M S PE SI pois capaz IN EE IN EE EE NP rente com o mundo.EM E S N N N E P M P I I I E E Sexplicita? IN S S Ela é suficientemente N gem? PE Facilitar um procedimento de auto-avaliaS PE SI NP EM N I I M E N S escolhidoM(nota cifrada. M M E NP çõesSde EM EM M EE M EE E SI NP E P P P a quem se dirige precisamente minha I PE M EE mensa. E N I S “saberá interpretar”.EEM -o código SI ção: o primado SI E EM PE não é. M Iauto-avaliação M E E S P é plenamente acessível ao aluno receptor? N E P P de. E P S M SI N E P E M P Uma N “habilidade”. P visado exatamente o IN ato da mente humana. As situações SI não. PE Ele toma partido (sobre SI de suas EM a satisfação EM que correspondem (aINgrosso modo P M E E N S E N M P P “construção” da auto-avaliação SI SI mentos EM Nna PE EE IN EM como expectativas). O P tro. S ou au.PEE sentido. talvez IN IN NP E M S E P I S S N E E mais primitivo S é desenE da auto-avaliação. de posicionamento. distinguem-se SI Ede EM P P solução níveis avaliação M M E M E N E instrumentalizado metacognitiva M P IN EE SI EM EM E PE PEexistência S baseada na de níveis S de IN competência: P M E E N N E [autoconstatação] [auto-regulação] P P PE I IN dos E S SI dos comportamentos N N S N 1º é aquele esperados.como SIN PE conteúdos sujeito toma em relação Naos M deontologia. Seria SI IN M EE M EE S SI binário (acerto/erro) NP E E P P I M M M E de codificação S E uma comunicação P pistas para IN Algumas PEpor um sistema IN M EE mais EE E S S N E P N P P I I categorias seguintes: M compreendendoSas S é saber IN EM PE IN resposta formativa: captar as reações dos alunos. EM P S I N M E I M S N volvimento das atividades de como EE é preciso ter a sensação S M SI EE de que as coisas valem. reposta E questões sobre o sentido e o alcance co inexata. A S P SI ativida.O NP EM tipo cognitivo.SIN autocontrole E N E P implícita I P E NP S S N I P I N M M petência da maneira menos ambígua. SIN M resposta parcialmente EE S N S E P M PE I exata. um 3º e dos SInível é o das M efei.ratória SI Ecompreender SI N E IN tade de os erros para P I M E S S E N I sua superação. apreciação) S E P da N na verda. EM EE EEnão prevista PE em casoSIde resposta EM pedidos SI nas foi Por um lado. o EE EEde metacognição. seu I S N E EE I S momentos M E P S E desse processo de auto-avaliação E análise M M IN NP NP EM de construção EM P I OSIproblema da dos erros: deve-se E S M E E S E E N E Preter. Por ouM S N I E P S M S SI EEpoder determinar tipos PE IN de trocas e de M ck. de seu próprio Por meio S sobre. Desse M funcionamento. EE ponto de INvista. EE SI NPdistancia M E P I I M E S S N EM E construir a ética avaliacional”? E P do “agir envolvidos pelas atividades cognitivas em andamenI M E E E S N E P sinônimo de atividade E SI NP NP EM NPde auEM to. A metacognição Né M P I I I I M E E E S S S S E N P ato Observando que um tocontrole refletido das ações PE e condutas do sujeito SI o ato de avaliação éIN NP EM PE M E N S SI N E I M P Mconsciência. exata. pelo aumento do autocontrole e da diminuiP N I P I P M S N S N IN M M EE ou valorizadas.EEM IN Edesenvolver vontade de EM S EE SI P N P I E M M P S P IN desseM IN M des Por S meio processo. P ato de avaliação implica M I EE indife.S do próprio EE que as atravessa EE o projeto SI SI poder-se-ia P NP P I P M N de vista da auto-avaliação. 2º P M M M SI SI SI IN EE procedimentos utilizados EE M EE S P pelos alunos na execução E P P M M E N Os instrumentos não terão o N M N EE de auto-avaliação SI EE EM da P tarefa.EEM IN EM EE P M S N E P I ção oP pelo sujeito. o essencial é S E P M IN N M M sobre as “avaliações” do profesM N erros?” PEà questionamentos M SI EE desafio é passar da questão “quantos EE EE E SI EE P N EM P P I E sor. M O avaliador ponto quatro IN não pode ser neutro IN M atividades EE SI E S S E N P E ) a quatro mo. Organizar S sobre as apreciações e o feedbaE PE IN IN SI o professor NP M instruções. comunicando de modo útil E P P N M M E mais satisfatório substituir o sistema N lidade. IN SI lugar nos SI NPdiferentes IN M Pconforme I S N M S tos. a expectativas ção da regulação externa do professor. S SI E E P M M SI E E E PE Patravés IN M são “lidas” de um projeto (em pedagogia: E M E S E N N E P P I M M E EM resumo. institucionalizando momentos EE de erro. SI NP Para avaliar.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eespontâneo ou E M regulação cognitiva EE S trar os observáveisIN capazes de “manifestar” S a com. IN N S E I E P S P M M E S N Comunicação.sente. de corresponder. de resposta? P I M E M E N S N seus de explicação Pdito pelo avaliador. Uma grade de questionamento bastante opeM P E Nquestão “que S N P N E I P I I N erros?”. S S zagens. SI de instruir) N N PE dá M eNlhes EEm distinguir. senão a expressão de uma 1ª. no sentido S tomada de que Implica uma SI aprende. EM SI PE pertinente NP NP EM como habilidade.SI EM os mesmos NP representações EE P E I E M E P mesmo sentido e não produzirão P S N N EE PE processos. avaliar EM é. em dos EM PE relação à Econstatação SI E M SI M E N E E P I M P E compreendida? E duzidos por dinâmica e S essa ação P IN (perspectivas N EE EM M NP pedagógica). resposta pouM E E S N suas M EE SI do que PE ausência M NP exata. ética . PE EE de: tomada de posi. 2ª. definir quais informações será com PE I N E E I M N S SI P N S M M SI acordo quantidade/quaN SI EE a de um bom NP Enecessidade I I P M EE E S S 6 – AGIR. Como não tem S S N autocontrole crítico regulação autonotação SI autobalanço M EE EE imediata. N E P P E I N M Pnotas.

para EE S apoiandoNP rais que Iformam EM julgar. I P P S N SI PE IN M M pedagógica. E. E Avaliar Ié N informar-se PE EEcam.mento foi formulado SI S E e a ação se apóia sobre suas que se impõe como E S S N P E I M S EM M “conclusões”.SI M EM E P I M E E P S N à remediação. P Pode então haver: po de atividade.M E das pessoas. IN PE E uma açãoN M P S EM E ção é um trabalho de ordem pedagógica e /ou diaatingir seus objetivos. A condução visa risco de falar verdadeiramente. nal determinado. NP tológicaA Avaliação situa-se feedback a ciência dos deveres. NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI N S P PAlgumas referências M SI para uma . O esque. que valham que EE objetivo N M universalmente. SI EM P E P M a avaliar em um contexto de relação de forças. Marcel EM Lesne E P NP I I M M I E M E E S respeito ao S E N E S E P P mentos. quando o julgaserá enfim: fazer I P S EM P P I S M N E N S N I N E M P I I um dever absoluto.M M EE E P M E N P M e de evolução EE M dando um verdadeiro EM SI à ma.risco fundamental: EM abusar de sua posição P P I P P M E E E S N E N N P N SI EM superior (humilhar o avaliado). N em A deontologia I M EE S N E N P I I I M M E S S S que se impõem N E a) remediação definirá e aqueEEsem avaliação EM os comportamentos NP prévia. E P M M M P N pedagógico: PE PE a remeM EE EE EE como ato INRemediação.“remédio” de ordem deontológica: N recusar-se S N SI EE EE EM mediação. sejam as circunstâncias. EE EE M P SI NP SI P NP E I P I M em umaIN quando P N E S é considerado M N I S fazer o que este se traduz por um julgamento. mas IN M EEque esca. Sdaremos IN EE não seguida SI o SI EE c) avaliação NP P I P M S cumulativa.nutenção IN NP A éticaPé EM o processo PE EM I I E M S E S N S E E N P P ção e o contexto (a situação). Mconteúdo Eà N im. quaisquer EM I P efeitos S M EE E E EM P aos objetivos. pedagógico” e S à P M I I M I M S S S IN EE M a atividade de controle. S SI N EM AindaEEque SI N P I I M E tipo educativo). finalmente. ouPao revela EE auto-regulação).“remédio” de ordem ética: aceitar S E N SI P IN de ação. N .“remédio” de ordem técnica: tornar seus IN disIN M M EE S S M E P P “remediação” eficaz: M EE M positivos E a eficácia da avaE (aumenta transparentes M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M P I M N liação). deve SI a adaptaSI externa).atividade M P M comunidade de ação determinada. EElética. Remediar N P N I P M é ajustar a ação. EE de condução EM a O controle tende SI SI M julgamento Eincisivamente NP E P P E I M E E P tuação.maPé: E feedback M ser proscritos. É uma Deve-se legítimo EM E I E S E E S S E N P P quê? Por. S S N P EE da “remediação” nos SI NP problemática da EM M IN faça sairSIda M EM E E S M NP E E P E M vontade avaliação a M EE no sentido estrito.SIN IN M M S E P S E E M pa à avaliação e prudente respeitar as regras moEque é razoável Menquanto Ptal. M EE NP E S I E PE P M E E M S M E Deixando P E E a cada um PE realizar esse to) à remediação. M nem observar EM EE um objeto. que dizem projeto. IN de exercício profissioSI eficaz em NP um campo EM P P PE I S M N E I N S E por quê? Porque E N E M P lação Porém. vê-se queEE PE IN M NP EE P NP S N I M P P I de tornar a avaliação formativa passa por um meSI M EE S E IN S N E N P E 7 – AGIR remediando de modo eficaz I I S E P S S N lhor conhecimento e por um S M SI M IN NP melhor acompanhamenE I M E M S E S E E to do processo de aprendizagem. E P P M M E Não é medir uma siN N e de avaliação.S Em sua análise do processo de formaIN SI S N E E S I M CONCLUINDO PROVISORIAMENTE E S PE distingue quatro Mde eleEE grupos EM N NP ção. O esquema é: (feedN EE INcaso da avaliação M M SI EM EM S E P M M E E E back à julgamento) à EE N E nada. SI SI ao “processo NP NP N mento. ao planejaP M E E SI N N O que avaliar? PE INregulação. PE SI SI M IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 117 . EE é. S P PE dado momento.E2º de ordemSdeonI M princípios M E E N I M E P M na vertente E M S E etimologicamente. consenso em um determinado M M I E S N E S S M IN EE EE SI NPse no feedback. P M Nles que devem SI EM PE o EE. SI SI gunta: “E o encaminhamento (ajuste Sou por quê?” Princípios surgirão então: EM 1º de NP P I M M E S P M ética. Princípios de E or. IN O esquema é: (feedback à julgamencia M a um fim absoluto. M E P N N EE EE b) ter clara M somenteM SI EM dos eixos SI IN possíveis P NP EM consciência P E E M . nem pronunciar P S N E E N P N e meios manter a coerência entre objetivos Nde ação. Propomos um método simN P M M M I E M E N E E S N P I P M I Etrata de regulação E para conduzi-la: EE S N incessantemente E Quando se de atividades ples fazer a perS N P P I P M I E S N N S IN EE aprendizagem. N E E I E M E P E S E P E a busca de da coerência entre de formacomunicação.A máxima IN deve-se N SI dem ética N EE E b) remediação após avaliação. nos Sdois casos. 3º. A Avaliação tem regras necesSI o SI EM PE IN NP perativos IN categóricos que expressem E I M S S N P julgar a adequação Sdos S I de resultados ou sárias. E por SI explicitada pela avaliação. EE ele identifica S Deste último. SI NP PE a uma visão EE IN se limitar SI NP estreitaS da reEE I P S SI a) não N P I S M M . o cuidado N de IN EE M P E E N S E P I P P N M E S M N SI N de remediação: é um único exemplo: SI trabalho. M SI EM N P IN P P S I EE E M E diação não é Iuma mas N S E P N E N atividade de ordem avaliativa. por referên. NP PE se ele Pcontribuir EE EE SI de avaliador N S I P exercer seu poder I N M M S M S N N E SI EE SI EE SI EMque o avaliado para assuma o poder sobre si mesP PE P M E M N como E É preciso pensar seu trabalho de ensino P (o desenvolvimento N EE SI mo de um sujeito autônomo N EM EM SI apoio a partir EM PE e atividade P M E E E SI EM de estruturação e de da ação N E N P P P I de E E senhor de “absoluto” de um trabalho S N N SI si é o fim N P P I aprendizagem M o problema EE de do aluno.deve-se EE EM EE de ordem reorientação da ação) pode pertencer ao aluno (auprincípios fazer o que se SIN N M E E P P I M M M E E P S N E E professor EE (regu.SIN tocontrole.

de coragem. isto E EE S N N E N P P P I I I E S um ato conforme S o que se N N S N deve desejar (para pronuncié.PEE E P maior transparência pela determinação de um “contornar-se soberano.em seu PE uso social dominante em de EE IN EM EE EE situação P M S N E P P I E M P N S M chaves de N N classe. P I M I E S M E E S E S N E PE EM utilizada SI PE NP NP EM A avaliação não PE deveria Pser I N E E I M N S SI N M SI objetiva? S N SI EE com precaução? avaliação ser NP EM Pode a M I I P EE E S S E P P N M M N SI PE IN M EE M EE S SI N E E P P I M M M E A avaliação pode revelar-se exA avaliação escolar efetua-se S E E P IN Certamente. S S N SI M EE EE sobre a medida na SI E EM P P ou seja. IN Isso implica P M EEavaliar. a serviço M IN IN EM EE ele próprio P S S NP e não mais EE sub. SI qualquer SI NP outra coisa IN A eliminar) PE I S N M S E I S N Avaliação é uma operação de leitura orientada da seu poder. lar N do M E N S SI E I M P M M S SI . desafio àqueles que desejam torEM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E nar a avaliação S N P formativa. corretamente sua IesP M que se saiba M SI SI executarIN S EM EE ar um julgamento sobre EE M E S P o valor.IN Qual é. N E P S I N M E I M S N E P S M M . por exemplo). deontológicos EE SI éticos. suas sua percepção do N E P P E I N M P S E PE IN IN SI objeto avaliado NP M texto. a utilidade isto é. e “julgar”. o que equivale a construí-lo. ToM S N tornar-se S SEstritamente P N PE SI M delimitar melhor SI EE SI N E IN davia: a) nada impede que se tente P I M E S S E N M M M SI da avaliação NP o esforço o objeto fazendo Será dêem proEM PE de desig-M EE EE EE necessário que os professores SI N EMneces. como diSI EE PE IN elemento SI SI negociação N EE EM P S N M E P I SI dática. O julgamento do ator-avaM E E S N M sua essência).SIprogredindo de uma M M EE para umaSIN frer. sua hisP I M E E S N M P EM EE SI EE PErepresentações. SI em um processo geral EM PE IN de co. que EE SI (a avaliar) EM SI N E E P I M E E S P M N E P dinâmicaE que lhe permitirá P neutralizar os vieses sociais. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M da pesquisa? bre a maneira como expectativas são realizadas. e que saber produzido contribuiu SI M para SI EM NPse observe EE o real (será P E I E E P P S no eixo do N N E para fazer PE (assumirM preciso coletar observáveis) IN desejado. M o aluno começa por soM à observáveis b)se tente Emento de avaliação. antes de tido. PE IN o julgaE“linha IN M de coerência” objetivo (pedagógico)à objeto sária para ousar Colocar S P S N E N M N SI SI PE (a determinar). qual uma situação real M M E M N E N E P M M avaliar bem. é preciso M EE SI SI EPara PE primeiro PEa uma situação corresponde desejada. desse ponto de vissência. é ele próprio um ator social M S N I E P S E M S SI PE IN M EE de fatores PE cujo comportamento reflete a influência S E P M IN N M M M N PE M avaliação SI EE sociais de mesmo tipo. P Isso A (enfim) EE EE quer dizer E SI que a objetiEE poderá M P N EM P I E P E Nvidade é impossível? S N P N E I P I I N formativa? falando.urgência é trabalhar para emergência de uma étitória. so. E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 118 . no eixo de uma vas. S EE PE SI apetite de EM P M M N E M I NP N E E realidade. É pronunciar-se. E M EE S de valor. A coragem S N N N E E P P EM SI SI SI PE falar. P daquilo que existe). meter.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eem avaliação.SIN S N S E P M PE I (situar-se o mais próximo possível do ato de municação/negociação.objetivamente. O E N I S ca do agir avaliacional.tremamente IN M EEavalia. sim. Ea SI con. tomar partido. ao invés de aproveitar de sua ambigüidade E P P M M E N N M N EE pela pesquisa SI EE EM (que o M ta. I N M P P I S N E S N N M SI este é o trato social”. A PE fatores M M alteradoNpor NP E ção em e/ou liador é então sociais. M N EE M SI NP EM P SI IN EE E A avaliação é importante? EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI Sim INP E N P I M M E M S S N E E E P Resumo elaborado por E Eliane Aguiar.M E P P P I PE M E E ná-lo. PE IN em umEcontexto M EE E S S N E P N P P I M Os remédios são técnicos social e inscreve-se S perigosa. comoEE momento forte SI EE PE M IN em um EE P E S EM N P P M I E N M E M I processo de regulação. SI EM P PE PE IN bacharel M E S NP N EM N em Letras (FFLCH/USP E N M P I I I I -E em seus efeitos: construção do destino escoM E E E S S S S N e doutoranda em Educação I(Feusp) PE SI NP NP EM PE aluno (êxito… ou fracasso).

PE P M da diversidade “respeitar primeiro. dos pais e de toda SeEM eles não entendeS precisa mudar? N N brasileira sua prática E SI a sociedade EE SI E será natural SI EM os objetivos P PE P M E M sobre da escola. é preciP I I SI S E E S S N P E I M S por EM Ninguém ao cruzar em breve. disciplina. O professor precisa abandonar E N N E P NP I M M I E M E E S SI E N E S E P P P M E E práticas E seguras e conhecidas arriscando-se y LaIN disis de vocaciones. sem escuta em meio de poder.. em qualificar a E“profissãoEM IN IN M IN M como Spode). dois pra trás sobreEo assunto. papel da escola vêm contribuindo para P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E S vários setores da EM Os professores brasileiros têmEEmuita garra educadores. S S S aos conflitos N M E EE NP Em pouco tempo de SI M EMexige aproxiEE P I sociedade culta e democrática. educar depois M SI SI SI PE Desde a leitura IN M M EE S M N E P nando quando surgirão cartazes semelhantes em nosI M EE E E S N M E E P P I M M M E P S E proN E sas cidades. SI N PE IN P M I E S N N E S N Preportagem venho imagidessa Respeitar primeiro. IA N P M I I M status de competência.NP SI SI M EE P N SI M EE M N PE M EE SI N E P I Mrio alarmePEdos paísesSeuropeus frente Jussara Hoffmann. Quem se sociedade. so uma conversa franca sobre M IN M importanEE questões NP se surpreenda M E S I E PE P E E M S M algum outdoor com os dizeres: pro. EDUCAR DEPOISPEEM PE E P P M N E M N I N EM E SI NP SI SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 119 . daSIsoção do próprio esforço implicado que exige. o que significa. IN M M deveriam. (Mário Quintana) IN aí reside: IN não pode ensinar M EM às nossas E E S S M realizar nuada de professores NP E E P E M M EE PE IN NP EE porqueEM EE P NP ao professor o que ele precisa aprender. M e da seleção. nada mesmo campanhas governo IN e sociedade SI mação entre N EE . à deterioraN M SI EE N EM Porto Alegre.. que N E N M EE SIgostam de NP EM EM SI Eocorram.cações. são reconstruções. o NP outubro EE xivo. Educação em respeito aos estudantes M E E P S E M P IN M N PE valerão.. M S E professor” como o fizeram as nações que obtive.EEM tes. mas múltiplos saberes(cada um P M SI em valorizar. sua confiança no próximo passo.EEse SI do magistério E NP tárias de revalorização P I N P N S S N M SI M SI IN SI NP EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE E NP I S S E PE N SI E EM EM E M E AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO. antes Em de 1991. aos ePE contrapontos IN pontos N E EE diante do PEdas criticas SI IN tecidos em torno da SHá EM P P PE I S M N E S de candidatos aIN educação/escolarização. as resistências porque todos E E E SItudo a celebração EM N E P P P I IN E E S N N S N P P I educar depois. Eescola. civil. E I P M E Mediação.S pensa “a escola” P E E M E M E E N E E P SI Os alunos. a imagem. SI EMdedicação. S N I M P P I SI M N E S E S N N SI EE aprendizagens.ram NP educativas? PEsuas reformas M são sempre M IN I E SI EM N E E S S N P M I recuperar. O que matéria principal referia-se às campanhas publiciM M E N M E N E M P I I E E E S S M passo para EM N PE a fora E Brasil é que se dáEum diante M vê pelo IN PE PE do sé. SI N N PE a perE SI SNa ocasião. Saté EM PE EE família. A lição do poeta é que não há apenas S IN S EM EM IN PE IN EM S E E S S E N P P preocupa um saber em jogo. Procuram-se professores PE significativas SI SI NP P I S M N S E IN M EM M SIcada profissional. próprias de Exige processo refleE S E E E P M M M E N PE o que está fazendo. descrédito. 2008 ção da imagem do professor e à decorrente E S EM deser. E buscar-se P E “Procuram-se E o diálogo PE IN M P E E N S E N I P P I N E fessores desesperadamente!” pessoas às Smais NP EM I P SI uma mesma IN EM IN situação pode levar S E S S E S N P diversas interpretações de suas expeSI EM dependendo NP IN M M riências de vida ou E I M M S E E S E Um passo pra frente. As divergências sobre N e da escassez E o fessores M P SI S cursos de SI PE de pedagogia EE um clima IN M e licenciaturas em universidades do país. E E EE NP conhecimentos EM EM EM P P I P P M E E E S N E N Dados de pesquisas nacionais e internacionais N P N SI EM NP EM SI SI NP PE IN I E E S SI revelam háM vários anos que os estudantes brasileiVivemos em tempo de mudanças.SIN P de uma escola: PE EE Edos SI N N I P P I N M M S cadores. EE renúncia. Que experiências educativas de P sucesso são Não há mudanças daS transiEE I S SI N P I S M M N S N pautadas pela inclusão. SI EE EM muitasPEE EM ética daEM E P M E P N N em lugar Eda competição vezes. pais e E NP tensão Pentre IN ou EE M E ousadia em P S NP SI P N E I P I continuar a ser professores. “Ou com a falta S mudar. Escutas e não disputas!Antes de tudo. de ressignifiN S P P SI IN pro. Eo E E permanecem É urgente ordos. EE ros não aprendem como Que nossos de constatações acerca de modelos e posS S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E fessores não têm o respeito que merecem da societuras de todas as ordens.prêmios de incentivo a esta profissão.melhores I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M salários. NPseu controle NP der seu SI o jornal. EM de se EEM NP de MaP IN P P SI E M E N S E P N E N I P aventurar a fazê-lo. P S S N N E E M P I M N SI NP PE sem sofrimentos EE IN SI NP dade. devolver. do respeito. Em geral.M P P M M M IN EE E N E E S N P I P M E cursos de ção dos jovens P dos EE S E magistério. quando surgem conflitos. os mais NP EM êxito em PEafeta.. A P E S SI SI N IN P I N M M I S S N dilema: mudanças resulrota: alarma em E imagem E manchete da capa: Uma S Daí decorre SI o segundo EM Del profesorado PE de identidad PE EuropaEanti M M la perdida M E tam em sofrimento. sobreram o significado das inovações. sobre EM um colega me enviou S S S E IN M E S E PE P a situação. compreender EE EE M SI jornal EL IPais. crianças e jovens em IN SI S P P P M EE S N E N N P I I I M M E gulho de uma profissão imprescindível a qualquer silêncio. mas mudado”! N EE SI nos conformamos EM de “ser EM SIninguém gosta N P I I M E E S S N P formação contide algumas coisas na nossa vida ou lutamos para O primeiro dilema P em termos de EE SI EM M loucuras”. drid dedicou o Caderno Educacion ao professor. com tudo. SI lidariedade. INPergunte aos P NP EM P I E E M S M E N S É urgente a revisão do posicionamento professores vocês acreditam que P E edu.

Iinclusiva. SI EM para milhares de E SI EM EM PE Edade IN M E S P M N E P P I A escola pública vive um Sverdadeiro “apagão da IN E M M E PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P Professor sem estresse educação”. IN E E E S N E E as SI NP NP EM NPgover. SI EE EE SI“todos”. I E S N P N E S com escassez E E humanos e N SI SI materiais M colas de recursos de para pensar em PE sucateadas. neganM S N ParticiparSIda S SI P N PE M SI os rumos EE SI N E IN cidir da escola.a S S onde N escola do anonimato. exigindo mais professores. NP desvalorização E N P I I M S S EM a partir E EM PE o que M aconteceu públicas.o privilégio ao M M E M N E P IN M M EE EE e caso SI EM P PE com a qualificação e formação do desenvolvimento moral S e intelectual IN de crianças P M EE corpo doE EE S N N E N P P P I I I E S S N N S não cente. Alcançou-se. (2002) Sdescreve as NP EMDóris Bolzan I I P M E S S E P N M em “profissionais da educação” ou lhes das por um professores Ealfabetizadoras: NP EM SI dá a formaPE grupo de M IN M E E S SI N E E P P M M ção/competência necessária para decidir sobre Etapa SI 1 – resistência EM PE IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M ações pedagógicas. EM M I E P E E S N das sociais.Isto M SI SI SI NP EM I EE acontecem por decreto EE M E S P ou resolução. P S I N E I M S N E camatinguir turmas com 30 alunos para S menos de SI EEoriundos de diferentes EM NP formarPE nos por sala de aula. NP P I P SIzar recursos N S N laboratórios ou equiE IN SI natureza. etc. SI trágica E PE EEmateriais e humanos EEM IN EE P M S N E P P I E a Edemanda? O que se observa. Muito menos Etapa 2 – ruptura da resistência S SI EM PE a sua cobrança IN IN IN M EE S N S E P M PE I encontrará algum eco se o corpo docente não for S Etapa 3 – tomada de consciência M E E S N E E M SI M que um NP qualificado. M N P NP P I P N S deterio.etc. um S aumento na Pescolarização o EE M caos: falta EE IN SI N S E I E P M M E N PE qualificação. PE (expectativa M professores E SI E EM N E P uma pamentosN P informática etc. es.PE N avaliativos sãoM se tar docente é diretamente decorrente desta EE SI Se os professores EM SI SIN E complexos. ouEpior. PE I N E E I M N S SI P N I S etapas viviN transforma SI O que não EE os pais EEM as duas perguntas. estaráEcada vez mais aprendizagem de qualidade dos alunos.Mcomo decorrência. é preciso “controle dos pais. Eluta-se pela escola inclusie políticos providências.O resultado M secretária E S E N E P P M M E M E SI SI Neves de N N P EE de faz de escola Sauel que o mal-es. melhoria Ssalarial dos SI EM da toda EMsem bibliotecas. três fatores presente PEE EM S EE SI P N I E M M P N S P IN brasileiros. assim como professores do a experiência e os valores cultivados por uma P I M E S S E N P M M E SI função pedagógica. solidariaI E S M E E S E S N E PE EM afirmativa para SI PE NP de qualidade?Resposta NP EM uma escola mente e não solitariamente. S acionarem Nas devidas E P M M Desde o IN M SI NP P INescola para EE se fazem S va. grupo de professoras alfaPE M Ediz M EE NP SI Bolzan M N E I E M P I E EE S “o espírito E de aprendizaP só alcançou E respeito S Faço. Mostra EM EM P P “todos” são sempre também o desmelhoria das idéias de alfabetização. de uma senciais tais como a universalização do ensino. EM IN IN a determinação necessários NP E M S E P I S S N E E S é o aumento considerável de alude educação no ensino médio E da secretária P IN SI NP EM foi ex. entretanto. considerável da de e má M oferta de S vagas em escolas SIN EE SI professores.Mas falta de escolas. etc.EEM novas A explicação: otimiP P M I E turmas N mais e E M Mcom 50 alunos. SI PE E IN S E E P S N Mmal-estar está na impossibilidaP EnquantoINo discursoPpolítico é de uma escola E A chave do seu SI EE IN M S EM N P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 120 . N P E M M E P do contexto social dos SI E professores Ede reprovação/evasão os índices na escola pública ração e de suas P IN M E E N S E N M SI M tais condições são preocupantes. M pública provocando felizmente. Pergunto-me a que nível de degradação E I N M P P I P S N S governantes N EE N M SI das escolasPprecisaremos EM chegar para SI E M SI M E E N E E P I M P E E século XX. IN SI SI NP IN M PE I S N M S I S N E daí o terceiro EE I É dever dos pais “acompanharem”S a escolarizaDecorre ponto: mudanças permaM E P S E P E M IN a NP N EM EM nentes P I M ção dos filhos?As famílias brasileiras têm direitas desenvolvem-se passo a passo. N S E N N em termos de questões E P I I P E S NP S S N I P I N M M nos nas escolas.E a perigosa E P P M M E N N M N EE participar SI EE EM SI OsM pais na escola: tendência no Brasil normatizarem o SI é a de Igestores M EM ou decidir? NP EE P P E E E P P S N N E PE “como fazer”.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S frente e dois pra trás a realidade mostra o abandono dos alues. I M E de de mil turmas extintas). instituição e seus EM EM M M não devem EE valores. Em 2007 no Rio Grande do Sul N S M INão. são e trocas de S E P M IN N M M M N PE SI EE Mas. lembrar não EE EE que buscar EM ou cobrança” SI o novoIN EE P EM P P E M P E Ndeve significar S N P N E I P I N escolarização dos filhos não é deuma batalha contra o velho. por uma todas as crianças e jovens Há muitos anos. a esse um segundo betizadoras N E P P E I N M P S E atitudes PE INdos IN SI NP questionando M gem permanente” E N I S contra ponto se algumas após vários encontros de discusM S N I E P S M S SI EE PE INorigem a tamanho M educadores não estariam dando EE Pexperiências. a qualidadeSIdo ensino Ecom de de promoNP os impedem EM trabalhoSIque NP PE EE E P M SI N E P E M P N medidas. N porque mudanças significativas M jovens.daí?Ampliaram-se verbas em Nada se faz a respeito. medidas EM NP M P I I I I M E E S S S S E N P E se torne cada vez EM educação?Construíram namentais contribuem para P que SI escolas para “todos”? NP PE IN M E N S SI N E I M P M S Ampliaram-se os recursos mais esta M realidade.EM EE Jesus escreve EE SI SI conta. SI IN EM ver uma M comprometida. SIN EE delegar aos pais aPE NP E P P I PE M EE que de EM E Pais e professores devem definir o papel S N N N E P M P I I I E S educação S S N N PE luta por uma PE fato lhes cabeIN na SI de qualiPE Um apagão na educação SI EM N I M E N S S E P crianças e jovens deste país.

encontra-se a conM SI EM SI dade espantosa. com inicio. E M P SI gemSI de jovens brasileiros SI PE EE complexidade IN M P S EM N E É sempre “tempo de admirá-los”. de viver.SIN sem saber ou EE por onde PE se teremos IN das crianças e dos SDar NP escolarização EMcontinuar P P PE I S M N E N S é tarefa de enorme N interromper.Mnão de reprodiante do M cenário sócio se descortina e I M cultural que E E N S E I E P M mesesEE E M S N NP por istoPE os professores EE M tempo. S S soal/familiar. Ninguém aprende sozinho. por vezes. quem ensinar o que ainMcia desejada. EM PE IN NP pelo contrário. EEestudantes M em um SINcomo sinônimo M SI E EM semestre. N SI NP PE aprendizagem EE por parte IN acessoNà SI podem gerar. sem N E N P P P I E E S N N S N P P I EE permanência interrompida? deixar para depois. PE SI (Hoffmann. e a outras perguntas é avaliar.IN cadores que S P P Formar pessoas instruir) M EE S N E N N P I I I M M E S S S de vida. S N M E E P P I M E E P S E IN conta da EE cora. permanências! dos de sobrevivência de criativiSI P E P M M E P E N N P EE No cumeEM dessa discussão. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E acesso a umaSIprofisM Condições adversas não significam. o melhor desenvolvimento possível.M bemestar dos seus alunos.”casos EM PE de aprender PE jeitos especiais M M E EM é este M N N E E P NP I Cabe-me perguntar: Quem aluno “caso percrever. N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E fessora. estar junto deles PE o significado IN NP 2001. Por IN horasNP EE M P E E N S E P I P P N M e jovens E ter acesso. via de regra. por depoimentos de educação significa acompanhar as SI EM que EEM NP P IN P P SIAvaliar em I E M E N S E P N E N I P I I P E em N agosto/setembro vários Salunos já são mudanças. M EM E E S M NP E E P Eadmiração M de não que 41% Tempo de reprovação Me não deIN EE concluírem seus estudos? Será PE M NP EE EE P NP S N I M P P I dos estudantes do ensino fundamental apresentam SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Os caminhos da aprendizagem S M não são trajetos problemas tão SI de M IN sérios de NPaprendizagem a ponto E I M E M S E S E E a nossa escola não dar conta de sua tarefa básica? lineares. IN E I M S S N P invés disto. dessa forma. mas segue conhecer os N de ingresso. S abandocias profissionais e alcançasse a aprendizagem e o EE cadernos.Ao M SI ficam M EM IN P nadas. S N P caminhos P O estresse é energia I que move. I P S SI obstáculos à aprendizagem e P I S M M N S N M SI EE EE alunos.”SNão M EE E E E P sei por onde começar”!disse uma pro. Eguns EE NP eles.M M EE E P M E N P M EE M EM SI aula. a M E No anonimato do coletivo das salas de de de dar conta da tarefa docente com a competênN E E I E M E P E S E P E se o professor. um EE SI SI chegam EE Muitas crianças SI educador. acesso P à universidade. enfim. meio e fim. nãoSconN N a por mais que SI vezes. M inteiraSIpara crianças e jovens. de fato.IN E P I S SI N M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 121 . tro. falem-me de sua Res. E os alunos não I M I E M E E S S E N E S E P P P M E SI N N N PE sua história de aprendem sem bons professores. a grande M magia da tarefa educativa.SI S N EM EM Que dificulSI na escola N P I I M E E S S N P P EE dades apresentam a não SI EM M INponto de S IN permanecerem. acesso à cidadamanter-se atento a cada aluno. M SI P N E I P I N E S M N I S do ano podem representar a superação de uma vida EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ou pessoas. dinamiza P M I E S N N E S N P SI se aproximar SI Torna-se definidas para energia é E desperEM SI PE IN dos alunos e compreM Mproblema quando muita S M N E P I M EE E E em nada resulta. Alcessário conhecê-los NP M conversar EM EM M com ponder a essa P I IN M E E E E S S M E N E P M me perguntam sobre dos estu2005). E P M M E N PE EM NP EE EE professores. E P M M E E E terão acesso a uma Eescola de qualidade? em um sensibilizar-se é EE N ano. S ”admirando” aluno por aluno em seus S N consideIN P I M M I S S N E E S rados “casos de reprovação”. à escola Mem um mês. N IN é necessário dar atenção.PE EE SI pensar em N I P I N M M S binômio diferenciação/acomM S N E SI vínculos S te será alcançada pelo maneiras de se estabelecer significativos IN EE SI EE EM P PE P M E M panhamento individual dos estudantes oIN que ainda com os alunos para que se possa estar N EE EE nas escolas NP EM EM SIestudantesS têm a sua EM P P M E E E SIcuidando Ideles EM não ocorre: por que estes como pessoas todos os dias. M N SI tente. NP que propiciará EE são. alguns EEvá-los!Pouco P apenas ao SI final NP pedem socorro.EEM de fato. vendo com ele semanais.da não aprenderam. I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E Há uma grande preocupação dos governantes Não tenho a pretensão de dizer que se conhece E S S N P E I S escoEM EM aluno apenas M em apresentar IN de acesso de alunos à índices verdadeiramente a pessoa conviM Edo NP M E S I E PE P M E E M S M E E P E E por algumas la pública. a ler e a esSI perdidos”. Esta é uma tarefa que seMinicia diçada. Para PE pesEE SIa respeitoIN SI NP dido”? PContem-me SI favorecer. Significa. ouSI por um lado. M N E põe histórias conversando EE EM resgatar suas SI NP M E E P I M E E P S N ou Ipermanência? em sala de aula eP fora dela. NP estresse EM PE EM Não haveria I P I E M S E E S N S E E agendas N P e organizar P auxiliar conseguisse fazer SI e SI frente às exigên. Conviver E EM P P I P P M E E E S N E significa N N P P N Qualidade em não compromisso do educador. E M Percebo. metodologias a ação. NP P I P M S pública. N M I I M S história escolar. endê-los M melhor. Eestratégias EM tudo isto. PEE E (não apenas E SI pressu. aulas: alunos N IN M Volta às EE IN M M SI S E P S E E M Posso dizer que tenho o privilégio de ter visto professor? E M E E N E E SI NP EM acontecer NP PE NP e compromisso PE pela coragem M isto de eduM M I E SI N E E SI S N P M I acreditam nesta possibilidade. IN PE P IN E E M S M E N S P aprendizagens que somenE P cepção deN qualidade das É necessário se tempos e SIN PE espaços. é neIN M EE S E P Emuito bem. Não há prontos.sobre E E M M Ncom educandos PAcesso S EM PE EE IN SI suas vidas N EE E e suas aprendizagens (Hoffmann 2005). IN IN M M EEpermanentemente S S M E P P aos bens culturais da sociedade. EM EM SI e. Pressupõe SI mas acesso. M nia. por E NP apenas SI PE IN educação IN I E S S N S P P propiciar-lhes a escolarização.

das da escola I de NP N E em relação E conhecimento P I M a atitudes e ritmos percorrida por cada um. com a justificativa de favoP N novas aprendizagens.a grave oN que não SI compreenderam. Para Edder CarM E S S E N M M p.a maior EE recer asS relações N PE IN o espectro do “fracasso” SI NP em termos EM etc. diz tinuidade do oferecer-lhes apoio EM PEprocesso. porque P E S mos de A e B. nas atiNP EM EM SI PE IN M E M E S SI vidades pedagógicas N E E P M M eP inseguros Segun. mas de deciPE M EM M EE classificar. no dia a dia da sala de aula. S PE I N E E I M N S SI P N S SI o foco continua N SI que se O segundo perigo corre com P aEE enturma. Não é no final dos bimestres ou dos anos letivos PE IN 2006). 98). em váSI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P S alunos deEM Aprender é como respirar. M Por certo. IN M ou “grupos de EE EE E S S N E P N P P I M contribuiPpara sua cidadania do.p23) uma cópia mal na hora certa sem deixar ninguém S N P M para trás. diz resque se mas EM estratégias EM PE EE inclusiva M valho (2008.Não significa repetir. por exemplo.As EE PE dronizados. S SI SI NP IN PE à auto estima S N M E I S N S anças e jovens decorrentes de expectativas rígiacompanhamento e Ecompreensão da trajetória de M EE PE SI P M M N E Moportu. exclusão social” ( Martins.S co: não os alunos para compreM E E S N E E M SI em terNP parar. na programação curricular. E SI EE EM homogeneização das O tudantes que apresentam dificuldades SI M o sério SI N EE e/ou maior P P E I E M E P P S em alguma N N E PE de cri-M prejuízo e ao Idesenvolvimento necessidade de orientação Sem IN área. o trabalho PE NP P I P M SIrecem persistir N S N E N SI capaz de “baseando-se em questionádos professores e dirigentes e para as faSI parâmetros SI EM EM PE agradar M E SI E EM N E P P I M E veis. É mais E S EE do SI P N P I E M M P N S que ao se P negar as IN IN que urgente perceber M diferen. N múltiplos.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 122 . obstáculo. denota compromisso do educador com a conE I N M P P I P S N E S N N M SI “Somos diferentes e queremos serSIassim”. Enão PE EE IN E P M S N E PE P I E M vivência representa sempre go da sua escolaridade. N M EE . N destinam-se a oferecer M letivos. no uma PE “ainda” E M M adiamentos. S M N E I E N I I N E M S E P I S S integração N afetivas. Tais M SI SI SI NP EM I EE tunidades de um atendimento EE M E S P Dois problemas originam-se de uma suposta diferenciado aos esE P P M M N N M N PE M primeiro é EE turmas. PE ). segregar quem é diferente ajudá-los. N SI apren. EE Investigar IN M o que os alunos “ainda” escola que não segregue. ção. individualistas. de avaliação M EE fracasso EE sam com SI que representará SI critérios N NP P I P M EE N S N E N I M frustração. e significativos de IN 2 . P S I E I M S N E a invenTais práticas queS não encontram nenhuma SI EE e se amplia com E EM NP defesaPE de aprendizagem surge EM M I P E E S N ção da escola na modernidade que passa P a julgar e EEM em conhecimento/desenvolvimento.não não S P S N E N N SI SI EM produziram. porque cenNP EMEm primeiro I I M E S S E P N ção é torná-los competitivos.Em N E P P E I N M P S E PE IN IN SI pedagógicas NP que estabilidade M as ações E N I S Há décadas e padrão são vocásão sempre uniformes.retomar. Também PE é costume. paP M I E teorias de N M M I E S N P E N E S aprender/não E E nas escolas N SI o que é SI para facilitar a classificar “o que aprender. S N N N E P M P EE SI rotule e não SIseriamente SI P PE IN expulse.desafios S E N N Recuperar é sinônimo E P I I P E S NP S S N I P I N M M favorecem as aprendizagens. uma “proposta SI decidemEas NP de recuperação. Não se levam em conta os alunos como I I M E S E S S N P EE de aprender. nidade se esvai.IN SI EM PE fora de seus”feudos” PE e não aprendizagens. EM escola que enfrente.sem SI E E P E I M E E S P M N E P P do escolar e que diversique “ainda” necessitam de maior M fracassoIN SI atenção EE e orienta-SIN questãoEE PE atenda à IN EM EM P EM S S N E E P dade de características do seu alunado”. SI EM EM singular 1998 pessoa única. P escolares.aprende-se com os Eoutros.divisores. SI é o único Erefazer EM P P 3 o professor não detentor de conheuma tareM M E M N E N E P M M EE SI SI às pressas EM em sala PEquem deve PE e coletivamente cimento de aula ou fas ao Sfinal IN de períodos P M EE “transmitiE EE N N E N P P P I I I E S S estudos N N S opor. dir sobre aprová-los/reprová-los.”e não M SI NP E P M SI IN EE E feita de modelos considerados ideais”. Cada suspiro ou nova EM rias turma ao lonM trocar os SI escolas. não se efetuando um atendimento difeS E P M IN N M M M N PE SI EE valores trazem para renciado e intencional em EE a escolaEM EE termos de EM de vida Pque SIsuas necessiEE os alunos P N P P I E M N S P igualmente PE INpermanente IN (Perrenoud 200). que um aluno “não P 1.iguais”. esta I E S M E E S E S E IN PE EM PE NP NP EM aprendizagem.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E cognitivos E M variados EE S dos de recuperação.Epermite E M SI M E N E E P I M P E E Edder Carvalho (2008.oS que em nada IN M se “acompanham” EE S N S E P M PE I e sociabilidade.em são M EE I SI dades e possibilidades N S S P N I E P S I S S EM IN mutação (Justo in La Taille.lo”. O ensino permanece centrado no professor. P INem seu modo M E E N S E N M P SI “Não aprender” M em SI deve-seElevar está a parâmeNo processo de aprendizagem EM NP PE EE INsempre atrelado E P S M SI N E P E M P N julgamento preestabelecido conta que: SI e a partir IN EM tros de S M PEdestes SI EE IN E E P S N M é que se diz.limitados trado no ensino. Inúmeras crianças. porque a avaliação cumpre um papel E SI EM IN IN burocráti.PEE Enturmação M EE SI N S E I E S P M M E S N N PE ças é M a exclusão.O que aprendem com isto? A com. mediar. paM S N I E P S E M S SI PE IN experiências e M bulos em desuso na sociedade. M E S E N N E P P M M E EM SI e normas SI medo deste N N PE emPE planejamento.ensinar de novo S S N SI sobre maneira M EE EElista de conteúdos programáticos. jovens e adultos aí ingresmílias.EEM lugar. EE SI N EM uma M E P P P I PE M E E peito a uma escola de qualidade para todos. NP com a finalidade SIendê-los e M N E I E M P I E EE S E terceiro. EEque se produz SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P A prática de enturmação dos alunos por grau de SI EM PE PE PE em muitas escolas N IN M aprendizagem persiste E S NP N EM A escola quer alunos diferentes? públicas E N M P I I I I M E E E S S S S E N P e particulares do país.

E S S N P E I M P S aula.IN Há. em Etermos dosPEE no da Sdiversidade.perseguindo-se N E E sobre caminhos diferentes e singulares perI P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I as idades. NP EE PE M EE EE de aprendizagem P N IN constitui S N I M P P I na formação docente em um espaço com Sse M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S sem estigma N muita liberdade e prazer da obrigação. do pensar. S M SI M IN NP E I M E M S E S E E Ao elaborar relatórios parciais e/ou gerais.refletir EE IN pedagógica SI didática. Há muitos dados das escolas.calcular SI EE NP aprendem.contudo. NP NP SI “excluídos N P M I I I M Sa tarefa doS professor EEM S ter classificatório/burocrático. Escolas. controladas. SI IN M M como um evento da aprendizagem. portanto. estada competição e do fracasso ( Parolin. como M denuncia Bourdier (1982). “ensinam a aprender e aprender a conS N SI SI PEavaliação. aoPcontrário doS sistema SIN a diversidade do de M formas de se EE EM N M E E P I M E E P S a todos N de P notas e conceitos.EE cia.” E N EE NP EM E SI E P PE sabe se isto M E E E SI ComoIN mílias.buscando-se SI EM EM uma ação PE di. PE caráEE os registros SI SI se estuda. IN P N I S SI N I M P I S M N M S I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 123 . N PE Ma de e pais sobre É preciso ter a intenção de Ese M valorizar Iprofessores EE muita resistência SI Nas EM SI S N P I M I EE E E S provocar IN validade dos S P P P relatórios em avaliação. de trabalhos que SI EM M IN IN M EM E E S S M NP E E M pensar Relatórios de avaliação 2: do agir ao fizeram. EEA evo.SI2003 P I E N N E S N P M E SI SI contrário. do que é a que MA melhor Iescola P PE irão fazer. M E E E E S S M E atribuir-lhes N P M PEdesenvolvem. EE PE histórias SI IN SI NP EMcompartilhar P P PE I S M N E N S trabalham no sentidoEde N E M formar pesP SI As escolas SI SI PE E IN M P S EM N E Dentre as diretrizes legais do ensino fundamensoas diferentes?Têm provocá-los a I M por objetivo M E E N S E I M E P M o sistema E M S E soluções diferentes? N NP construir EE de progresEE M anos. 2006 ). EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P classificatória de em além disto. compartilhando-se histórias significativas de EM se acontece? Quando eles N E P P P I E E S N N S N P P I EE aprendizagem.M A melhor escola para cada jovem é N P I S S INos torna conE EM onde M M IN S E E plementares acerca dos processos individuais quePE aquela revelam estar felizes. insere-se EEtal de nove P SI NP SI P NP E I P I M análiseIN são continuada N E S M N I S nos dois primeiros anos e o acomLeituras positivas alicerçam-se em uma EM E I P E S E E S S E N P P M des.to. P I M quivar exemplares N EM SI NP PE de dados Eou IN um conjunto SI criança NPevolutivos S EE reunir-se I P S SI e com. não interagem. PE EstebanS (in Silva. que favoSI SI fiantes em PE PE IN sua capacidade EM EE M SI M EE N S E N P E I P I De posse destas IN “memórias construídas”.SINria “do professor M SI E EM xou de E P M M E E E tar-lhe ou não uma ação intencional e diferenciada em seus jeitos de viver e de EE N E E conhecê-los EM P P I P P M E E E S N E N N P N M sobreEsuas manifestações singulares de aprendizaaprender. I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI sobre os N de avaliação N N Quando são de Pouco entretanto. S E Relatórios de avaliação. simplesmente querem todo dia e dela S SI ir para escola N EM EM SI N P I I M E E S S N P P EE retornam comentando de amigos.IN P do aprender: M panhamento dos alunos por meio de relatórios quantitativa. que S E E P M M E P E N N E P M M N favoreçam decisões pedagógicas permanentes. N P P I N M M S efetivo entre M professores S o diálogo N E SI os profissionais tabelece-se e SIN profunda com colegas.permitem conhecer e a P variabilidade E E M Nexpressar. entretanApresenta avanços? Ealuno aprendeu? M E E E E P P P M S N N PE dife. Pais E P M M M E N PE M NP formam EE giários e EEvisão comparativa/ EE hábitos e M professores sugeremPa educam.é a de crianças e S jovens tem o SI saber que INconsistência EE SI S EE SI milhares M NP P I P S irá possibilisobre cada aluno.que percurso obstaculizado nas escolas porque N M EE M se dei.que “não aprendeu” N E E E M E P E S E P P M M N E vida de com as regras Ma se comportar N I “lá fora”.M M EE E P M N PE M crianças EE M EM e jovensIdentro SI E das escolas esperando pela M deu” os conteúdos programados. para SI valores. de brincadeira.que IN E I M S S N P S onde educadores estão dispoum ano letivo etc.EE arMãe.INP S M E P M não Eacontece EE E Relatórios de avaliação 1: M luçãoPE intelectual sem o S N E P I M M M E E P S N N E EE compreender e tentar. PE M EE EM N sobre excluídos NP EM E P NP I dizagens. M SI IN IN M M EE S S M E P P Para isto é preciso fazer muitas anotações. SI EM NP SI SI NP PE IN I E E S SI N S P P gem. evoluindo IN termos de M M IN SI S N E E S I M uma postura Sinvestigativa e mediadora das aprenE viver socialmente”.onde são EE EE SI EM P PE P M E M N as faalunos. MA aprendizagem. entre osM próprios professores eSIcom seus amigos”sem perderM o respeito e a autoridade. de aprender.folhar.não SI EM IN P níveis para M EE E S E EM e da M P descobrirem o melhor do talento gue um curso linear. aE amizade S P EE S a sua socialização. de trabalhos e tarefas.errar. notasPEe ponto por não N se PE São EEalunos. I SI S E corridos pelos estudantes de todas Ao ferenciada. multidimensional o que o SI IN M EE IN M M S S E P S E E M critivos do acompanhamento escolar.fazer/refazer. passa pela minha escola? M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de textos. EM M mesmoIN IN o interior das salas de tempo retratam A avaliação da aprendizagem consubstancia-se M EE M E S E PE P M E E M S M E angustiante E contexto Epróprio P E E PÉ O que esta em jogo. renças entre os N estudantes no sentido de M EE S N E N P I I I M M E S agir. esrece. no interior” delas. se. N acordo P E PE E I I E M S E E S N S E E N P P Boas escolas são espaços sociais “não aprendeu” a SI SIler ou escrever em EM PE de convivênIN NP escolares. N P M M M I E E N E E S N P I P M EE N ) caracteriza E boaMíndole de cada o erro ao SI N PE estudante. principalmente. IN M P E N N I P P I N M E da “memóS seu registros M N N de avaliação. IN EE S E P E em corrigir tarefas dos pressionadas NP M EM EM Crianças M não pode se resumir:a) P I IN tristes.

PE poderemos M nos queixar SI IN peso.sem EE Iou EM notas assassinados. M EE dos alunos.oferecendo-lhe EE aprendizagem. algumas P SI NP PE que a denominação IN M N S SI N E I M P M E S entendimentos das aPescola resiste aos ventos sobre SI Percebo que EE dos novos tempos. formas de agir NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E individual N peito ao acompanhamento SI IN M EEproblemas. o mediador I N E E I N S SI P N S que diz resEM M SIe intervir no N SI E promove desequilíbrio. SI manifestações SI NP dos alunos?Como IN M I S N M S I S N E é que boletins EE Ialunos leem.como em avaliação desenSI está emM SI formativa. INP N parciais(avaliação SI M SI PE EE IN S E E P S N Em contrasteEM ao escasso investimento P tarefas parciais E “injustas” e corrigidas N podem ser SI com a M E IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 124 . PE crença se M uma falsa E SI E E N E P P I M E uma bomba. professor notas M EMComo o E NP sobre Po EE processo P P E I M E P S N N EE PE lê e Pinterpreta as vivido.Ao de S SI ter por compromisso NP E E P P I M M M E (1991 a 1993) o mediador é de relatórios S E P IN Para Vygotsky PE a elaboração IN M EE EE E S S N E P N P P I M aquele que as possibilidades cognitiindividuais.interpretam as S mensagens os A questão de notas ou conceitos. E I E E N cisa Padequar-se aos PorSInão acomsurgiram noSBrasil os primeiros estudos NP P I P M SI Quando N S N E N M SI panhar os novos ebulição.soa pode aprender ao se sozinho ou cada educador.com tarefas parciaisSe não proEE EE SI formaçãoIN SI P E NP P M N M prioridades em S nosso país.Bebês estãoS sem cre. EM avaliação não é a de EE A finalidade E da reflexão.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E final dos E M EE S atitudes.EEM dora. SI N vivem nas morrem tiva .servindo apenas para resultados pos e responder a um rol preestabelecido de indiS S finais N SI EE EE SI de estudantes. M é formativa? S mediadora S N E E E P ção moral como Avaliação I M E E E S N EE SI das instituições NP NP EM NP No conjunto modernas tradicioEM NP M P I I I I M E E E S S S S E N declínio ou desprestigiaP E em franco Por avaliação mediadora? EEM nais.em primeiro lugar. volveu: que ao se observar os alunos todo M E S E N N E P P M I I M M E N N PE são M EE Mas S crianças. IN É na escola EM que criIN IN à avaliação. SI PE respeito e IN de problemas de inviabilidade.estar-se-ia E S E N P E M M E observações ches.EE mundo caótico. M E P S E P Eclassificatórios M que do professor? IN NP EM EM fichas Se P I M impedem IN pareceres E S M E E S E N E P E para marcar PE EM é aquele que SI “vez e P N NP EM Para Piaget (1995) educadores tenham voz” suas PE . tintas acercaIN de suas atitudes em sala S de aula.continuamente. por exemplo.Isomente N E N N os alunos de tempos S E P I I P E S NP S S N I P I N M M semestres. interlocução. M de busca melhor qualidade M EE de uma E INviolên.Nnão EE pais e alunos EM mília tem muito entre na PEE E S E SI P M M P N em educação. escutam.um sério muitas M EE ruas.mas pre. P jovens e sua não dia.trimestres ou em tem. IN M tor/construtor E I S com a ajuda que lhe proporcione desafios das práticas educativas/ M S N E P S E M S SI PE IN M adequados (mediador). P P M e intelectual I E N das futuras M M I E S N P E N E S novos tempos.conflito.ou b) observar no bimestres. EE PE avaliativas:a)tempo de observação. PE Mediação é interpretação.IN N PE cia em M enquanto não EE nosso país S SI NP E N P I I M M E uma prioridade da escola. EE SI N E P P P I PE M M EE E adequado. EMsolicitados EM P P aprovação/reprovação cadores de desempenho que lhe são M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE diálogo. a ter continuamente todos os alunos.jovens EE equivoco.Tal N N E P M P I I E EE E S S S N N P P I E I M diversidade é extremamente natural e saudável S S e N N EE NP SI SI EM M P M M Educar primeiro para não aprisionar depois perseguida pelas escolas. EEM IN EM há diferentes EE P M S N E P P I mais a a expressão “mediadora” S até que P M vinculada EEprópria família. M E E S N E E E SI uma pesNP EM ambos. S Promovendo de N diálogo N a possibilidade E e jovens.EM EE EM SI P N P P I E M P E N Quando S P Pa IN IN professores relatam sobre N o que Po justificar. Pb)tempo de S E M IN N M M N PE SI de reconstrução/mediação. há diferença entre o que Para se Pque M EM pretende. M é garantir E NPjustamente. por meio do agir N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NPde outro.segurança SI NP P S I N M E I M S N P a media. IN a ir adiante.pronta a explodir. porque a P de crianças M M SI NP entre todo corpo docente. IN P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S se efetive S N N que o papel S Na Para mediador As notas/conceitos são superficiais não revelam M M SI é essencial SI SI NP EM I EE o que cada professor EE M E S P sua tomada de consciência de que o ato de avaliar conhece de cada aluno.IN M EE M PE IN IN EM EM S EE Taille (2006) P S S N E P Diz La que é claro quePE a escola PEE vorecem a análise do contexto escolar e o decorI N M P I S E IN a única instituição social responsável N N M não Sé pela rente planejamento de programas deSformação E conEM PE SI M SI M E E N E E P I M P E E educação moral fatinuada.confiando E S S E N M M M SI NP trazem o diferentes de sua visões disEM PE M EE apoio pedagógico M sua bagagem.cada educador passa S leva em Iconta N SI EM N PE IN Mde observar EE SI S N S E P M PE I vas dos educandos.Ela é formaa diferença entre Sa avaliação e SI EEimprescindível para a EM N EMformativa P M I E P E E S N ção oral gerações.reflexão e resolução diferenças. E EM tempos.Escondem e/ou padronizam as IN diferenças. explicar M dois ou mais EE aluno “alcançou”.PE vas praticando a avaliação formaIN IN M EE SI finais. SI O quePE M N I E M P I E EE S E reflexivo. as E P P M M E N N M N EE SI EE pouco SIesclarecem EM é essencialmente SI interpretativo.c)tempo EEobservar.PEE SI N S I E S P M M E S se tratar da forma.mas I SI N S S P N I E S I S desafiá-los todo tempo S em EM IN de um único apontam M aspectos PE aluno.seja E desenvolver S au.doentes E P S M SI N E E M classificatória) e também P porqueEM futuro. NP E M S E I S S N E E anças e jovens em um Uma Sdúvida freqüente dos professoresEM é sobre E P IN encontram arrimo. E SI deve ser E SI E E P E IN M E E S P M N E P P relatórios elaboradosSIpelos professores Os fa. pelas escolas/secretarias.Porque NP crianças SI E NP I M P P I M S S resultar em de “todos N estão sem E N os dias”podem também PE emprego.

colar. IN P I N M M I S S N E E S Desenvolvem-se morais e éticas pela confísica. Ingressando EE ausência desNP recursos de algumas PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 125 . não é a depreciaEM NP . de S in.ouvir mar EM NP tais implicações”? SI EM SI SI NP PE IN I E E S SI É grave.os dos alunos”. permanência no aprendizaEM SI NP M EM E P I M E E P S tempo deM Ncurrículo. N S P P e contar histórias (Rangel. IN M descobrir.teorias de S E PE E P M M E P E N N E P M M N aos se não e desenvolvimento M SI a SI aprendizagem PE de PE seis anos. SI S E dentre outros aspectos. Se na educação infantil PE EE SI SI NP NP mes verbais. M SI EM anteciparPE silêncio. estaremos atropelando o fuinfantil. EE as crianças SI NP dade da Ieducação:inclusão EM N P N I P M e de se acostumarem desde de todas as crianças M M I E S N E S S M IN professores EE soEE a situações SI de ris.organização dos M espaços EE NPperigoso S M E I E PE P M E E M S M E P E E didáticos PEfinanceiros. as justificativas são de um qualiEum ano de M Nensino mais PEestudo deve produzir um salto na PE EE de eficiente. aponta Bagunid. a deiras. mas não M destes M muitas escolas pedagogia em todo P NOs currículos P SI em SI o país. I E M E N S E P N E I P P E menos sem muito plena fase de de faz de conta. o problema de qualificação SI2008).M cursos não contemplam com N P I S S IN E EM M IN M S E E cadores que entendam de crianças e de alfabetizar e práticas de ensino em alfabetização. jogar.uma prática avaliativaM diferenciada. do fragmentação do aprender. E M debates lidade do nosso Se M as crianças P EE com professores.menorNvulnerabilidade M EE S N E N P I I I M M E S S na escola. NP PE EE teorias IN ensino fundamental. jovens EE SI EE SI P PE P M E M E ou adultos.serem”amarradas” NP da redePE EM PE EMe ampliação I E M S E E S N S E E N I P P SI em nosso país.sucesso S N E E frerem depois.mas cesso continuo de aprendizado. S N N E SI turo dessa berEM por onde iniciar a alfabetizar crianças. Uma alfabetização plena EMinclui para “não subestiEE N preparados EM E P P I P P M E E E S N E N N P N desenhar.com progressão ção P do educação. escolas e alfabetizadoIN M EE INeducativo S M M E EM res suficientemente S E P M E E E dizagens. ção.”tal como proposta vem “obedecer”.S infância eIN S concluem N I P P N M M M S geração. UmEmodismo totalmente infundado.educando. assiste-se à reE E M E P E S E P o risco em cacarcerária. interagir.Professores seus cursos P EE E sem sa. M anos E(ou EE M EM menos)INno SI correrão M E educação básica ou universidades. sorS E P E vigiados e para não serem purir.pois IN E EE estaremos M SI atropelando M EE N S E N P E I P I não só isto.INPcedo a vários S P PE P e horários para não seis anos.modelar.em educação. alerta o E S S N P E I M S EM M conjunto IN obstáculos à sua alfabetizade pedagógica. muito menos aos seis anos se I S M N S N E I“educar M tais problemas EM M SI E S E E rio.IN Para Mconstrução IN de.sem reprovação. SI diálogo e SI brincadeiras N confiança.formam um madas.reduzindo-se IN M EE É crucial E S E EM P e brincadeiras:uma infância atropelada! maior idade penal. físicos.recortar. com EM tarefas. Mgravíssimo.currículo. perguntar muito e SI condutas EM PE de falar e PE tensa atividade M M E EM modelo N N E E P NP I vivência – muito mais pelo ditade grande necessidade de resposta e afeto para se I Mdo que por M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N desenvolverem. investir em creches. E P M M E N PE EM NP EE educação EE entre educador M sem respeito mútuo e EEM SI desta idade EM NP estão em P IN P PE crianças SIPor outro Nlado.SIN IN M M S E P S E E M docência.aprendizagem esta que deveria ser prioE N IN NP EM EM SI o não? S EMeducar para PE PE M E E E SIritária em IN Dizer não ou EM termos de sua qualificação profissional. entre “dizer não” e para o não”.A ampliE P M Ndo e aumento EM da escolaridade PE SI Ecrianças deEque PE IN SI ação temPE N E E diferentes professores e quem essas implicações não podem ser subestiI S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I relatório. sempre presente em questões – comprovadamente cursos de baixa quaSI EM M IN questão S IN M EM E E S M NP E E P não estão E ensino.A co. em N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E MEC sugere E EE S N E A proposta do ênfase ao lúdico e escolas.dançar.materiais IN e aspectos EE M P E E N S E N P I P P N A questão M se irá Iconstruir E S M N SI é justamente N N que debate neste texto como oP novo cenário SI EE SI S EE A forma P SI N I P M influirá significativamenteSem suas aprenesta: estarão os gestores.precocemente. N E P P P I E E S N N S N P P EE A ampliação para SI os nove anos N EM EM SI N não resolve tais SI P I I M E E S S N P P EE O tema é “limites”.consideração do proSI P I M M E S P IN M a suaEEM EE EE povo. S N P P I P M I E S N N S N EEbrincar nas SI metodologias SI ao O caminho.o I M M E E N S E I E P M meio EE E M S E N NP por EE M EEacompanhamento P de relatórios SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S descritivos. Não há não forem resolvidos. IN IN M cursos de EE S S EM M E P P Estas possibilidades se fazem presentes Eem dos alfabetizadores em magistério ou de M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de educação infantil. desenhar.criar porPmais precários NP M que sejam EM EM M os porque estão Esendo I IN M E E E S S M E N E P E seis Enidos M aprenderão a comportar-se na aos P SI escolas.pintar.é SI profundidade Npreciso EE muitas do I P S SI formar edu.Educar S N M E P I M M M E E P S N E E EE fun.M M EE E P M N PE ensino fundamental.para não EE nos dois P IN depois! SI NP aprisionar EMprimeiros P P PE I S M N E N S N E M P SI damentalo que exige professores atentos SI a cada SI PE EE IN M Infância atropelada P S EM N E um dos alunos. SI encontram N P M I I I M S S S adultos EEM Crianças e jovens que obedecem aos espaço paraEE correr.SIN continuada anos de ensino primeiro. Conforme relatório do Programa de Ampliação EM N E I P I E S E E S S E N P P M P ampliação M Muitas escolas na rede privada adotam da (julho 2004)”a SI IN em mais de M SEB/MEC EE a pluri. PE a ficar Sem IN obrigadas NP resolver IN o problema da violência E I M S S N P S E seus momentos de liberdade solução não é construir mais presídios.em professores. PE EE exercerEM E sete anosSIN P NP IN N I M P P I É preciso estabelecer a diferença entre alfabetizadas aos por estes proSsendo M N E S S N EE IN SI EEde limites Se P SI acontecerá NP P a autoridade na formação ser autoritáfessores.

da Filosofia e da Informática sobre avali. fazê-los M EE para se gostar EE entre livros SI SI P NP P IN P M EE N os livros que solicitamos S N E N I M P e ler em sala de aula. S N E imaginar e imaginar-se. S Alunos que EM são PE ou escrevem M não lêem E SI E EM N E P P I M E cadores é essencial. SI EM PE nos transformamos PE tão E mágico quanto ler!Ao avaliar final’. S é interpretar é ler que ele virá acompanhado de muita conE P S E E M IN NP EM EM versa. É a gossabia ler e seus professores não sabiam disto. antes de tudo. PerI I M E S S S E N EE PAprender SI EM NP de aulaPE EM a ler ou a gostar de ler? cebo que E a leitura em Isala não ocorre mais.SI EE IN S E E P S N Mque aprenderam a ler eSnão fabetos são aqueles P ender vários Itextos. Há duas maneiras de mãe educadora de proceS I S N M EE EE SI Enão EM P P Por ser leitora.EM a ação educativa.uma S N N N E E P M P SI SI SI PE PE IN EE A coordenação IN M cena foi em um pequeno vilarejo.ler ler por não saberem ler o S texto. Contou-me aM coordenadora S N P ser raras? N que E M EE M NP uma jovem pediu oSIcancelamento P SI INtornem leitoras EE da matricula se pais no PE crianças se EM e educadores S EE SI P N I E M M P N foi solicitado S a sociedade P não lhes IN não forem leitores.nizarEE o prazer da monografia de de Mleitura. para M E S NP N EM N adquirir maior falar e escrever melhor. Neste caso tamE P P M M E N N M N EEintrodução. EE S ta vigilância? sar biblioteca onde se o proN em uma S E N N E I P I P E S NP S S N I P I N M M fessor o Sorientar. mas da educaP NP I P M SIproblema Inão N S E N IN avós.M NP EM PE M I E P E E S N tar deEM ler.que devia por E adultos pacientes M S N E P S M S SI PE INde ler quando terM ter entre 13 e 14 anos.INP E E P P M M M E S E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I Em 2007 fiz uma longa viagem exterior. É preciso nascer e crescer de todos que se dizem professores. digo que avaliar é der. o que no Brasil se pedagógica de um centro uniS P S N E N M N SI “sebo” era SI PE conversar M uma pequena livraria cujo M solicitou-me de EE com professores Edenominaria SI versitário EM SI N E E P I M E E S P M N E P (pré amados. pois Ium IN Mas M E N S SI N E M P M 80% não E preciso. se M porqueSIlhe primeiro semestre uma M EE INoportu. Uma delas é simplesmente “dizer e ponto M M E M N E N E P M M EE SI explicação. P já “de EE em outroEM EM o livro P SI EE não era P N P I E M N S P na frente PE IN IN Nde uma livraria país. IN IN EM EM S que foram EE “amados” P EM S S N E E P por um primeiro leitor).PEE N S E I E S P M M S N N PE 30 páginas. M NP de respeito. a pesquiI leem!” N EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 126 . M E N S E N M P SI SI ocorrer? Quem disse EM NP que isto não deve mais PE EE IN EM Pois o E P S M SI N E P E Msó irá aprender a ler ePa compre. Ler P S I N E I M para sonhar. M M INque são apaixonados SI N P E N S I E I E E N S S contagiam as crianças comPa mesma paixão. buscando nas entrelinhas o sentido para E S M E E S E E IN PE que sim.M N Mário jovem de 17 anos SI verdadeiros IN Quintana escreveu: “Os E M PE anal. SI SI N E P I I M M E M S S N E E E capaz de realizá-lo. É M problemas E S E N N E P P M M M E SI comentar SI e leitores N de ler. SI NP EM por Mtar de ler”. pois S exige persistência e paciNP EM I I P M EE E S S E P P N M M E qualidades importantes N N ência . de um E dia para outro. E P se aprende que é preciso ler para res. e ela não se sentiu SI Nas escolas EM PE P PE sentir surpresos com IN cultura. construpara o não”. Não devemos nos a difiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P socialmente e profissionalmente! culdade PE estudo feito com 200 SI NP EM para ascender PE desta jovem. a partir N PE vários auto. SIIsto acontece N E I E M P I E EE S de quem Eeduca.A P sujeitos. agradável. Eles S M E INurgente “ensinar EM IN IN NP E M S E P I S S N E E ler para em várias disciplinas E estavamSsendo reprovados P IN para brincar com as palavras. que var inadequada. sem N conversa sem são IN As regras P M EE EE S N E N P P P I I I E S seus textos S e vigia-se N N S N em de para que sejam cumpridas. de M colocadas M SI e contextos. SI leitoresIN SI EM EE segunda é “educar EE M E S P o que nos remete à leitura de nós mesmos. PE N EE acompanhá-los preciso de perto.IN nome era M “Pre-loved” SI EE PE ou seja. compreendê-lo. Uma das razões para esse E I N M P P I P S N E S em algumas N N M SI que precisaremos O fazer para estas encontro foiPEa dificuldade EM dos alunos SI cenas no E M SI M E E N E E P I M P E E Brasil deixe de Não podemos esperar que tarefas propostas. SI EE EM gos. SI EEé essencial EM indo sentidos nessa bém SI dizer o não M avaliar SI EMDaí porque NP sempre que EE se obserP P E I E M E P P S N E avaliar N E P difícil. Não se educa S EM SI para o não com novas EM PE para o E IN IN leis. P livros do Direito.duas SI Mpaís de leitores? EEBrasil: um M EE a pais e eduSI SI cadores. ação no ensino superior. M E E S N E E M SI no avião NP Próximo ao meu assento PE e desta M EM por atitudes M de diálogo EE pagina. com um M EE vi um cartaz I SI N S S P N I E P S I S S EM IN surfista sorrindo e equilibrando-se na prancha com Leitura PE e avaliação: nas entrelinhas IN M E S S E N M M mão – divulgando a Eimportância E SI textos E NP na da leidos e contextos EM EM E M um livro EE SI NP EM outra M E P P P I PE M E E tura para os que apreciam os esportes. EM PE mais difícil NP NP Educar para S o não é muito PE I N E E I M N S SI P N I S M N SI EE plesmente dizer não. com IN M S N S E P M PE I Algumas cenas ao longo dela e sugeriram o tema S punições mais severas e/ou vigilância permanente. Adultos por um P livros EE Pprofessor disse que este E Durante oEencontro. era da universidade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M nunca Ientrou. o que se tem S o quePé jovens do ensino fundamental e médio SI EEde fazer nem sempre EEM IN EM EE P M S N E P P I E é convidativo. EEM EE um dia para minou que pequeno. A grande IN diferença SI por isto volto SI uma atitude NP a insistir IN é é bastante M PE I S N M S I S N E sempre M EE I o aluno em seu texto e contexto. Limites P de caráter E S se sentara uma família de estrangeiros e notei que topela firmeza N E P P E I N M P E PE IN IN e confiantes de S SI NP com um Ilivro M estabelecem E N I S dos estavam e que o jovem. dos pais e eduM SI A paixão E pelos livros S dos ção básica. só parou EE do que PE isso é muito mais longo que o tempo para S E P M IN N M M N PE SI outro”.SINP P I M esse texto.

Maprender E N IN de uma educação digna NP EM para todas PE EM I P E M S E S N S os múltiplos E E N P ças e jovens Ler IN éP compreender sentidos das SI SI EMdesse país. que despertam nos leitores iniciI M EE S N E N N P I I I M M S N E O que significa avaliação continua? antes já sente o ensinante . o escritor PE IN e Bases é conhecidaSou M M EE S M N E P I M de magia EE E absoluta. Aprender é um fenômeno de amplo investimento de I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E ser. ensinar M ler! Desde EEa gostar de M E S E PE P M E E M S M E não se cometa. E EM tempo. levando-o a duvidar inclusiva.M M EE E P M N M avaliar para PE promover melhores M lavra-EE EE Mque saber ler. Então. gradação.M N P I S N S Iestudiosos E EMHoje. EM N E I P I E S E E S S E N P P M seja. Em primeiro lugar.embora todos políticos tenham I S M N S E IN de suas certezas e a comM sido nesse EM sentindo. N E escola. no. conceber PE a PE parte osEE M E E SIsolveram IN Em primeiro e avaliar como inEM em índices de questões têm N E P P P I E E S N N S N P P I I exercício EE terpretar é Sum do olhar ver com melhoria da nas escolas e. como M IN M S E E cas avaliativas: avaliar para promover aprendizaeditora. EE M SI M EE N S E N P E I P I Avaliar e aprender são dois termos que precitão da exclusão em daPavaliação P EE E S educação-reflexo N S N I P I N M M I M N E sam ser S concebidos S de forma mais para classificatória-. A expressão diz que não podemosSdeixar I M E E N E I M E P M 1991.Em PE EEpromoverIN EM a mesmaSpaixão que S SI M EM E P M E E P S N significa seqüência..EE EE da aprendizagem SI S M EM N E P P I M E E P culo XXI. aluno em seu É possível. 2006) EE S SI EE SI . E S S N P E I M P S EM M nhar o IN IN processo de aprendizagem. prodar cada leitor. MaEE N em uma resenha E E belo livro EM P P I P P M E E E S N como amar E N N e sonhar P P Diz Pennac que assim N Práticas avaliativas e instrumentos çante! SI EM EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P P avaliação de temos o direito M a ler por prazer! SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Os rumos no século XXI ressaltam M Por uma mudança efetiva P da educação M N da avaliação P SI SI NP PE ético e EE IN o significado SI Nsubjetivo EE fortemente I P S SI das práti. em S M IN SI S N E E S I M preendido em para todos professores. Etem M S E por objetivo E é quasePE N NP de ler.. Parte atender a demanda SI EM M dos alunos. Nem um único sentido. é mister Eler é uma tarefa M as melhores E E N E E P I P P M S sua aprenN PE PE no sentido M gicas possíveis apaixonado escolher M leitura. Avaliar envolve um conjunto metáforas. E M M PE EM PE M IN NP EE plementar EE Eíndices M este olhar. que conforme Daniel Pennac (GulIN EE M P E E N S E N P I P P N M E S lei. E há um espaço interpretada por gestores e escolas no o leitor que se S devidamente N M E E P P I M M M E E P S N N trajeto entre E E EE quesito criaSIno que o escritor penEavaliação.seria a Lei Sde fácil ensinar a ler. IN que apontam.de umaPescola M SI E S E E leitor. P a públicas EE o aprender SI a fazer. à aprendizagem Todas essas IN significa garantir o direito EE M têm a ver com melhoria EE questões S E P P M Compromisso do sénas com N EM toda vida. de S reprovação resultou. M o para todos e Epor PEescolas e. IN EMportanto. sobre as “leituras” que cada I P S Ede N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E procedimentos didáticos cuja finalidade é acompaum fez dos seus textos. N PEconviver.. significa SIoportuni.Avaliar M é acompanhar SI o prazer da N N o processo de construção do capital contra IN SI vani. NP EM SI E lugar. SI N P M I I M I M S S S enfim.M E de Ler envolve. P para “conversar E E termo continuidade M Nsegundo. nas escolas públicas.INconhecimento. PE SI IN NP a mensagem EM P P PE I S M N E S que foi recebida peloEM N E IN P da avaliação SI Qual hoje? SAprendizasou enviar e a SI o objetivo E leitor. a PO SI EM E PE IN SI “sobre as M N E E cesso. EE IN M M S S E P S E M para refletir sobre estratégias pedagómágica. o pecado NP P I P M S tura: obrigar a ler! ENa costuma-seMtransfor. SI N N na educação.M vos significados. P que utilizo desde Ler função EEmediadora EE M P SI N como respirar.para IN IN de promover EE SI ser um S N Epela EM saber S N P I M I EE E E S N dizagem. em EM N P IN P P SIDiminuir os I EE E M E N S E P N E N I P P segundo termo. Trata-se de e permanência dos alunos nas Spara M N E S E S N N SI EE o professor PE SI se percebe SI os discursos NP P realidade por meio da qual escolas. processo de avaliação no sentido mais pleno da paP S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 127 .EE M reconstruí-las. sim. Aprendizagem. Aprendizagem. atribuir-lhes SI EM IN P os claros M EE E S E EM P no que se refere à avaliação da aprendi. P E E PE durante o qual ocorrem avanços e/ou retrocessos. Se S N P P As palavras não possuem I P M principalmente I E S N N E S N P I Diretrizes M e mesmo I SI tivessem. é nossa SI P N E I P I M N E S M N I S salientar a importância do papel do professor no essencial. E continuada E gências de formação S sua multidimensionalidade Mverbas dos e por toda EE EM NP NP na necessidade EM E P NP I a vida.modelo que S perdurou no EE que SIN EE ampla P SI último séEM PE P M E M N E se alcancem as M metas de qualidade em culo. O número reE de alunos N M aumentou porque se SIeducação. EM textos. S SI aprendizagem N EM de aprendizado EM N P I I M E E S S N P P EE pelo educador.ou IN a gostar de sentido M Ensinar Ecrianças. precisar maior heterogeneidade exiN SI SI PE IN ser comMnas salas de aula. mais do N E I E M E P E S E P E dades as criana gostar de Iler. M M SI E EM mar um S E P M M E E E para nota. convivo com de S E PE E P M M E P E N N E P M M N gens em seus a quesSI SI várias áreas PE PE significativas. IN da análise IN do momento de M EM E E S S M NP E E P M educação e reconsos gestores não se M P O mais grave: PE EE em que outro está para refletir PE IN prepararam EE leitura daEM EE P Nacesso IN o maior S N I M P P I truir as práticas educativas. nem princípipalavras nos textos. N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E zagem. S P P P os textos certos. PE IN NP E I M S S N P não temos rumos claros S No Brasil. NPE IN M Alberto Manguel M P S EM E gem. O aprender. IN P e adultos M jovens SI de observar o aluno para mediar. SI Na NP aprender.

possível avaliação do projeto. deveI PE M EE E S N N N E EM P M P I I I E E ao fato de S que as iniciativas SOutra possibilidade N resulta-PE Nlarse de testagem em deSutilizaçãoSIdos P E I M S N N EE NP SI para oM SI implementadas no E Brasil. Fundação 2008 N IN IN P EE M P EE M EE P N SI SI M EE P N SI M EE P N SI N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI E NP I S E NP I S M EE 128 M EE P IN M EE P N SI N PE EE SI NP P M I N M M I E S N S E EE EE SI P EM P P M E N N N EE SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M E E S S N E P I E EE E S P N P P M N SI M IN IN M EE SI M EE P N SI S . S M EE faceta retórica da ação M escala. M S N S EE trabalho EEM N E I I P M E S S E de proficiência em algumas P com que apresentam dificuldade são medidas discipliN de comNP EMos alunos EM SI PE IN M E M E S SI nas. Para a Rede MuniciI M S N E P S M SI EE efetivam na ação cotidiana? EM PE projeto pedagógico Pse M São Paulo.M EE S M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI NP SI SI M EE P N SI NP SI EM N P estão reP EE nos? SIquais aspectos NP Então compreender P M IN I M IN E S S S N I E lacionados se os professores têm EE S a esse trabalho. de I S N M S I S muitos diversas escolas.IN M mental para o PEadequado aproveitamento PE das inicia. PE IN M E N SpedagóSI N E I M escola discutiu coletivamente seu projeto P I M E S S P dessa discussão EE um plano de ação? EEM IN EM que temos possibilidade EE de utilizar P M S N E gico e derivou À medida P P I P S M EE IN EM IN IN planejar sua Nprópria E M dados da S E P I S O problema adicional. então. M NP M P de São I S N EE São Paulo: EE P P SI Padre Anchieta. IN possibilipal Ede duas EE S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S medidas em Os resultados das dades de trabalhar com em nível de N SI não nos SI resultados PE N PE larga escala PE Mda Prova Brasil dão SIescola: osIN N SI N E I uma informação. P P M M N N E tema.EEM Procuramos IN EE se mediu. Aspecto funda-IN realizar do projeto pedagógico. EM PE PE IN M E M (ou Saeb E S E N N E P P M própria instituição? M E EMpartir de Ientão.PEE E P I N M P P I S IN N divulgação P e sobre So sentido M das tual S utilização delas como uma dimensão EEesclarecimento N EM SI de uma E M SI M E E N E E P medidas S realizadas. P S N EM N PE trabalhada com os aluSI Vieira M NP M Pacheco é: a temática SIfoi efetivamente PE Silva Pincigher SI IN E M Marta Leonor EE EM AVALIAÇÕES EXTERNAS PODEM PEAUXILIAR M N EE SI ESCOLA? EM P M M O TRABALHO PEDAGÓGICO DA E M N P M M EE EE EE SI S N Romualdo Oliveira SI M E In: Educação: fazer E e Maprender na cidade E E Paulo. N E EE I S M E P S E M E medida Com a E compreensão desses aspectos é necesAvaliação e M IN NP NP EM P I M I E S M E E S E S N M PE EE mesmos os reorganizaEsejam SI PE NPpara que P NP EM sário agir I N E E I M N S SI P N I com essas P S I dos. masSse associa à elaboração SI S N S E M PE I M E E S N E I são arM omissões do sistema de ensino S As não de a medidaPE e a proposição de ações NP valor sobre PE a M EM M EE N SIpartir dela. testagens. também. trabalhados. de M SI NP Ao não compreender o que verificar P SI obvia.S SI NP M significados E N I S M S N I E P S E M S SI que lhe cabem envolvidas a partirPE daí. o fato de eles não estarem aprenconsiste em um E P P processo M M mais preensão. IN M EE S N N P I I M escolar. A avaliação N E Enfim. EMfato. dimensões. se é insatisfatório por PE SI o conteúdo SI NP I M PE alunos. se dificuldade no trato Edo SI EE SI M EMnão foi trabalhado P P E M E N N E efetivamente. esta pode S N E E P S E P IN SI N EM P S I N M E da os objetivos para a escola que explicitamos no ação de modo mais preciso. se buscou S EE SI P N P I E M M P N S P com as honrosas mente. M E EE terem dedicado anos. A desconexão entre Projeto pedagógico EM M SI EM EM IN M M Eé EE Sdessas NP E PE P P sobre o uso que esperado iniciativas. nos últimos dos de testagem aperfeiçoamento e funcioEM M P M SI ga escala. E M P N SI IN EM M pergunta PE por SI EEuma primeira IN a ser feita S E E Resumo elaborado Localizado isso. M EE M EE se inviabiliza IN SI N S E I E P S P M Verificaremos que Sele é um bom repre. S tivas de medida em larga sentante daquela S N E E E P I M E E E S faz parte Idaquelas N M Ele idéias mas EE que verbalizamos. E SI N E P Enamento da unidade escolar. S NP NP E NP EM NP M P I I I I M E E E S S S S E bom uso N foi a última vez em Pque a Quando Um dasPE testagens SI NP EM não praticamos. entre outros. PE IN M não assumir a responsabilidade EE S E P M IN N M M a importância E M quanto não muda. I M P E E N P M N EE o que. particularmente N E N I M I I M E S E S S E N P que constituir em uma ferravadas. SIN I SI N S P N I E P S I S medidas processo S EM para o M IN PE em subsídios importantes IN E S S E N P discursoE e prática. nem nestes e as possíveis ações IN a serem desen. pelo menos parcial. pensar em estratégias de O que temos no Brasil. Esse ser desdoEpode PEtais medidas podem se SI EM EM diagnóstico P IN preliminar M E E N S E N M P P forma que se verifiquem menta a mais nossa brado de ou SI M SI quais tópicos EM para organizar PEação. há peloEmenos. E SI EM condenação P PE a medida IN como uma M ao fracasso. Cada um deve decorre de P reN SI EE Dessa distinção EE ser res-EM EE EM a situação SI EE P N P P I E M P Nfletir sobre pelo que lhe para transformar S tais ponsabilizado P PE IN N M as possibilidades EE cabe. M EE IN IN E E P S S N E P temáticas apresentaram resultados insatisfatórios. da SI as razões é possível pensar SI de serEE N N PE EA M EE zões últimas SI S N P NP P I P M Refletir sobre isso talvez nos ajudeS a pensar PEE para das insuficiências obserN tal. avaliativo. é: em que mediescola. EE EEde suas SIN E S dendo não pode ser uma amplo que pode tomar N E P N P P I I M S N EM PE IN de juízos O aprendizado IN responsabilidade M EE é uma de Ptodos. de objetida Prova São Paulo e os I M M E S S S E E P SI EM uma das vos que deveríamos perseguir como racensitário).exceções. sua utilização. um P processo de da S S N EEa even. M N E I E M P I nem comPas E para a escola EE S que se Ereflita sobre P É necessário E se acomodar S seus gumento N E P E I N M P para escudar-se E PE IN e carências materiais. Pnão a devida atenção para a é relacionar tais mediSI P M N E P M N M SI EE M PE escola e IN IN EM SI das com EEo projeto pedagógico necessidade de planejar.

além PE IN Coll. diferenças têm.SI1 e 5) M social e. coordenadas espaciais e temEM N EM M P I I M E E E E S S M E N E oferece e transmissão de informações que P M etc.EEM IN informação (quantidade. SIN EEextraordinários. SI SI EE SI FINALIDADES NP P I P M S N E Juntamente com a pressão do mercado. S S N P E NOVAS FERRAMENTAS. assim a I E M E E S S E N E S E P P P M E à transmissão E de viver. M E de pensar. Carles Monereo SI NP EM P P PE I S M N E N S N e complexo E M e colaboradores Artmed. S EDUCAÇÃO P P P I oferecer serviços ou M manter relações EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E sociais EE SI NO NP M significativas”. INP N P P míope da I desde as M M EE S S N soas. por extensão. tecnologiM NP E E P E Mpara ouE M nizar E essa compreensão e de transmiti-la P PE IN M EE P NP atual. junto com a enorme redução de que EM N P custos E P I S M N N S N I N E M P I por exemplo. SI e queSse P I P IN PE EE EE humanos. M SI uma determinada informação e EEM EM NP P IN P P S I E M E N S E P N E N Sociedade da Informação (SI). 2010 SI global para um novo espaço SI a ação SI NP PE EE I M M P S E N E (Cap. de orgaM EM relacionado E E S S amplo. Diferente profundamente entre SI SI N si quanto IN P I N M M I S S vas maneiras de trabalhar. sociedade e educação: N E N N P contínuo E P novos SIN dados. que N M M M SI SI exige mais EM PE M M de PEE EE EE E rapidez e segurança na transmissão N EM E E P P I P M E E E S Tecnologia. I SI S E E isso traz consigo. aquelas relacionadas com a capacidade N S N I P P I N M M I aprendizagem. de comunicar-se.). práticas deEE organização SI formas eEE N P I I M S S N Na verdade. aplicativos que melhorem S as IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E Tentar entender e valorizar o impacto das tecE E P S S N N E E M P A evolução das TIC e das P modalidades M SI IN comunicação SI NP PE EE IN nologias da informação e Sda (TIC) N EE I P S SI N educacionais associadas P I S M M S IN N considerando influência S sobre as variáEE EE EM SI EM apenas sua P E P M M E P E N N veis psicológicas do E aprendiz que um EE Entre todas criadas M opera com SI EM SI IN pelos seres P NP EM as tecnologias P E E M S M E N computador relaciona. S S dessa ve. EE S ao tras N E N já há algumas décadas P I I S E Estamos assistindo S mesmo prinS N Todas Ias sobre o S M NP TIC repousam SI M de uma nova forma NP E I M E surgimento de organização ecoM S E S E E E cípio: a possibilidade de utilizar sistemas de signos P M M P E N PE EM nômica. EMcomo noMque se refere N N E E P NP I I M tar a informação. SI N N N PE EE SI relacionadas SI Com efeito. P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E Nesse proI foram configurando-se P contexto. para o aprendizado e para a M E E N E I M E P M E M S E N NP EE EE M EEação social. enPE PE obrigadas EE EEtrabalharIN Spara NP EM N P I P M M M I contrar-se ou face a face produzir E S N S S M IN EE EE E APRENDIZAGEM EE SI NPmercadorias. que comporta noI P P E S transmiti-la. por seu intermédio. pratiEE SI NP EM especial EM SI EM PE e P vista. I E S E E S S E N P P M P M 1 SI gressivamente “novas formas sociais por IN M CAPÍTULO EE meio das SIN IN M M S E P S E E M E M não estão quais as pessoas IN a viver. suma. política e cultural. identificada como EE para representar EE E IN social. I M S EM M que alguns IN M passado diretamente de M EE NP países tenham M E S I E PE P E E M S M E E E NOVOS P N E ECENÁRIOS. NP NP outras Pcaracterísticas SI uma ferraN M I I I a Internet não é apenas M S acessibilidade. do nosE N E N porque afetam de uma importância. serviços ela constitui. vem ocasionando. S com os conteúdos e tarefasSde com M S N N E de representar e transmitir informação revestem-se EE SI EE SI EM colegas M P PE P M seus ou com seu professor. PEalguns EEporais SI EE por sua vez.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M M EE E P E M N M EE E EENSINAR COM AS NPTECNOLOGIAS SI EM APRENDER E I P M E S EM P P M M M INE DA COMUNICAÇÃO EE INFORMAÇÃO M E N E E S N P DA I P M I E E EE S N E S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI EM NP SI P I M M E S P IN M EE EM EE S N M E E P P I M M M E E P S N E César EE disso. de reN E E àsSsuas possibilidades e limitações para represenSI EM e. o SI EM NP EMaceleram SI Nde Psurgimento IN I E S SI N S uma M encruzilhada de influências PE P I comunicações. em PE PE lacionar-se. trata-se de um aspecto muito mais P P EE cial até o modo de compreender SI EM M com o papel dessas IN INo mundo. uma abordagem tendenciosa M E E E SIso ponto Ide EM N E camente todos N P P os âmbitos de atividade das pessoE E SI N S questão. EM EE SÉCULO XXI P I M E E P S N E eM trocar inforM P N PEA facilidade SI para se comunicar E E EM PE EE IN SI N E I P S mações. processamento E NP M locidade. distância. M EE S E P menta de comunicação de busca. NP PE IN e essas N NP P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE S E EM EM E M PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL E PE E P P M N E N I N SI NP SI SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI M E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI 129 . PEE IN na sociedade S N I M P I Sas M EE S INpessoas. seria. P I uma economia centrada na agricultura para outra M P E E N S E N PE I P P I N M E I S M N S N N E S NOVAS baseada nas E TIC. M de aprender.

embora não exija a presença física dos S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M passar da informação para o conhecimento. A e a faciliA segunda etapa N E P E I N M P E PE IN os IN das espécies. mente os grafemas como também M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E significativa para utilizá-los. A cisão forçadas por uma necessidade de responder época SI partir desse N E P P M N M M SI uma mente N N atual. das mensagens. por EM SI E M S M E E N E E P momento. que é muito parecida com aquela que N ocorre real-EM ciais e temporais SI O ciberespaço. de consM EE desafiosSIcomo: I SI desenvolvimento N S P N I E S I S manipulação. Como P S I N E I M S N da atenção. IN conseqüência.EEM P como complemento da M à padronização I E N M M ainda não I E S N P E N E S E (Adell. PE IN N Implica P sua em o risco de técnicas alimentares. situações e processos fazem da internet N E N N de vista educacional. EE M foneticaEE capaz não IN SI decodificar N S E I E P S P M M E S N N PEaprender os imprevisível. PEAo primar essas formas IN chegamos. “a PE M E N S SI N E I M P M S a dúvida o aprendizado.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S implicações do ponto menos. É imEE EE está contribuindo. NP EM I I P M E S E P P N um contexto muito mais amplo. preI N E E I M N S SI P N S I SI N desenvolvem.S E I P I I P E S NP S S N I P I N M M uma realidade paralela.IN EM EM PE IN IN M Ee S N S E P M PE I • Informação. INP mação etc. influindo S inEM desseM IN de de informação. não S SI NP a ela Inão M do ser humano E N I S dade de acesso garante. de trução. PE aINinterdependência e aM um e hostil. que. EE to.lações dosEindivíduos. podem SI NPlevar facilmenEM Os Mmelhor”. sujeito Essas estão naEM origem de alguN EM SI a uma denPEmodalidades IN M E M E S SI mas modalidades N E E P rede de inter-relações. S S N N NP SI SI EM M PE M pectos estreitamente relacionados com preeminênNaEM educação. a deS mútuas. estamos EM dos sistemas de comunicação SI Com a chegada PE e dificulta EE IN EM EE P M S N E PE P I E mais rápido.Nessas tecnologias de comuniE SI E SI E P E I M E E S P M N E P P encontram seus referenciais na SI. fenôN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 130 . IN de mudança contínua M apenas de e. o principal objetivo da E N M P I I I I M E E E S S S S E N velocidade educação formal. requer E certa proximidade. M E digitais e à internet M putadores E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE nas M EE sensu. em trada. excesso de informação ruído. P M M méto.5). cacionais. P de modo na IN E S S E N M M M SI natural.EE te à “diminuição e a dispersão S SI EE NP EM P M I E P E E S N ficialidade. SI desenvolver SI Sociedade N P E NP P I P M N E M determinadas pessoas maneiras de agir. Como assinala Cebrián (1998. capaz. P de espaços e de Etempo para a conteúdos de maneira SI • A escassez EM PE PE IN M tem sido. provavelmente.. NP do nascimento – de seleção da EM PE EE excesso M toxicação EEEstá na origem EE provocada por esse SI N EM E P P P I PE M M E E “infoxicação” – e. mais o contexto sito indispensável. das instituições se constituía em um I E S M E S E S N E PE EM físico imediaSI Precisavam PE estar fisicamente NP Não éPE NP EM e dos países. M a pensar obrigas a pensar analógica. de excesso E vestimenta.PEE EM a um processo SI EE SI P N I E M M P N S Pmuitos aspectos. P o telefone. S clamação e a transmissão e reprodução do inforM E E S N E I E M espetacular da quantidade e S M NP Aumento do fluxo de PE M M EE NP SImado.algumas PE das da comunicação na Ie P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S A primeira. a uma realidade que está le. Há M indivíduos estejam mais e melhores EEde adaptar PE mais se trata apenas de sobreviver. IN informação M Sda SI características SI NP EM I EE natural (fala e gestualidade). nos processos de tomadas didáticos e Pdo distância. EE M E S P que são relevantes para a educação caracteriza-se pela E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI necessidade de a SI adaptação M EM NPdo homem EE primitivoPE P P I E M E P N N P EE A complexidade. SI N eN de como imitadora da realidade. a formação de PE submetida SI EE alfabetizada. E escrita. cação em M M SI EE um ensi-SIN cia da informação PE IN IN EM EE rapidez dos P EM S S N EE E P • A processos e suas Pconseqüno centrado em textos e no nascimento dos livros E I N M P I P S N S corresponN de de-IN EE ensino à M SI Rapidez ências. I NP Nclara e eficiente E E maneira P I M dos grupos. no qual estas Ssurgem e Sse mas EEM sentes. contudo. PEE M N I E M P I E abundância EE SrepresentaPa E clara hegemonia E de informação S informação. embora P à infor. PE SIé contrária à reflexão. deIN permitir uma comunicação entre E usuários E PE EE IN das coordenadas E P S M S N E P E M P N da comunicação. mas S E P M IN N M M E M para selecioná-la e N P SI necessidades EE ausência a natureza às do EEconfirmarEM EE humanas EM de critérios SI por meio EE P N P P I E M P N S N P veracidade. etc. por exemM EE EE SI E NP I M P P I M S • A transformação M S espaplo. A simulação de todo P E tipo de objetos. IN M SI PE EE I S E E P S N M qual ocorre a comunicação o espaço virtual no por mente. o rádio e a Itelevisão. Hoje. N S N da sociedade dominada pela linguagem M educação. sobretudo o desafio de conseguir escrita. espetáculo. àEM supernovos meios audiovisuais entraram nos centros edu. à também. Iimpede NP NP EM p. para strictu da Informação.IN sa e de educacionais SI EM de envolvimentos PE PE IN e de alguns M EE EE E S S N E P N P P I I influências dos de ensino eSaprendizagem – a imitação. SI N SI p. E S NP NP EM N abstração e reflexão.S no qual o trabalho coletiIN SI SI meio adverso IN P• S N M S E I S N E I S complexidade que presidem as atividades e as revo era crucial e a possibilidade de se comunicar de M E PE S E P M M N E M requi. que sobre o restante M S N E P S E M S SI PE IN informados.181). 1997. S de pensar PE portante dar destaque aEpotencialidade IN IN M da internet SI E S S E N P M M E PE sentir. as barN mais do Eque S M N E I N I N E M S E P S S N SI foram EE reiras espaciais PE rompidas definitivamente. e até a P M E E dência.” PE como espetáculo P P M SIdocumentação N S N INcultura da imagem e do McomM EE diferentes SI • A preeminência da Graças entre S SI à interligação E E P M M SI E de expressão E PE assim. São asinterlocutores. Há um consenso bastante generalizado em S S N SI EE EE SI EM EM P P considerar três etapas-chave no desenvolvimento M M E M N E N E M M contexto da mudança M EE SI SI tecnologias NPseu efeito EO PE .

N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E desafio éP que os programas sejam • A homogeneização cultural. SI as distâncias EM a fun. SI e-learning ao m-learning N IN M vão seEM EE IN M SI S E P S E M • O surgimento de novas classes sociais: os E M E E N E E I NP EM Uma das NP PE na SI NP de futuroS mais verossíPE perspectivas M A M Mparticipação I E SI “inforricos” N E E SI e os “infopobres”. E S I E PE P M E E M S M E E E mesmo Sno PE país ouNP juntamente atuações profissionais que estejam ocor-PEE potencializada. S N P M I EE de E significado E diferentes. EE os grandes problemas SI ou chega-se EM P P M M M E E (1998) identificaram N N a mobilidade E P NP Mittleman e Briggs sete aumenta a EM M I E M EE E SIdas pessoas. Steger. analisar íses a sociedade dual está sendo M EE NP de campo. ou do mesmo o que geralmente as variáveis relativas educacional no SIN PE EE EE SI ao contexto N N I P P I N M M S competição M S em entrar em N E N E SI A terceira se traduz qual aprendizagem. S SI N EM a apresentar EM e organizar SI que tendem N P I I M E E S S N P P EE as atividades de ensino e também SI EM M IN e aprendizagem. na verdade é um “não lugar”.S Modifica subsN capazes P I P M agora IN I E S N E S N P M I S SI tancialmente de em um alterego para o aluno –Sou o contexto das atividades e das PE se transformar IN M M EE práti. um “espaço N E E M I E M E P S E P P dissociação EE M M N E à adaptabilidade não físico”.)” (Cebrián. Adaptabilidade. mobilidade e coopeE P M M E N PE EM em que NP EE possui. Sintetizamos os sete grupos em quatro granN N problemas E EE EE para resolver EM SI SI M EM NP E P P E I M E E P des categorias: P S N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 131 . além dos especificamente orientados N E P P P I IN E E S N N S N P P I EE experiências è educação. maior será a usabilidade. as fronteiras desaparecem S e çãoN SI SI N P I M M I S S N S solução ótima ao resultado procurado.EEM NP são cada P IN P PE SI Em umNmundo I E M E N S E N E I P P papel que Elhe corresponde. de IN seio de Num M P E E E I P P N M E integrar em S M neste mesmo N SI 187).M EEcompetente ou executar de maneira ração. NP P I P M S N de equipe pessoas geograficamente M EE INum trabalho M M SI E EM S E P M M E E E afastadas entre si. níveis educacionais. e vice-versa. M desenvolvidos. de I M M Ncio nos países E E S I E N E P E S dência econômica N segundo o termo por P. entendida em um sentido amplo. cresce EE são compartilhados. os valores e sistemas I M M E E N S E I M M EE EM NP NP culturais PE que estão S dos grupos no poder e contam EEartificiais”. IN M EM E E S S M NP E E P E M de avaas atividades de avaliação. SI EM PE PE IN “Au.abre imensas SI S E possibilidades para mento das diferenças E S S N P E I M S conEM M trabalhos INtrocar reflexões. da Imesma EE M da mesma E N dos aprendizes escola em pesquisas. e cultural nos países pobres.M mação. SI EE com os SI amplia ainEMocorre a M P PE P M E N E Frente a essa postura.M P N SI escoSI NP PE competência EE das TIC IN SI NP EE lar.nômade”. omissões dade e cultura. Edemais. torna-se SI SI de “aprender” PE EE IN M P S EM N E decisões. O ou “escola consumo Pe maior depenE E M ricos. SI E N S E P P P E suscetíveis SI EM N N deSIN grupos virtuais de heterogeneidade das comunidades e torna-se pa-PE grupos Ebásicos PE SI NP N SI N P M I I M I M S S S N funcionar tanto em contextos laborais quanto de fortente a necessidade de trabalhar conjuntamente E I EE M E S E P P M M E comuns. p. N ou para N rendo instante 1998. dos SI S N N E P I N I E M S N SI Quanto e a adaptatempoSdurante o qual se tem acesso à informação M SI EE NP maior for a acessibilidade EM E I P M E E S E EM P bilidade. encontramos com da mais o foco outros contextos de ativiIN EE e introduz SI cada vez NP EM EM EMem todos Sos PE P M E E E SIdade social. E DAPINTERNET: EE N EAS INFLUÊNCIAS EM P I P P M E E E S N E N N P N CENÁRIOS SI EM NP NOVAS FERRAMENTAS. SI uma cidade EE SI SI EE SI (. ou consegue-se umaINP vez mais reduzidas. impondo progressivamente..IN S M E P M EE E todas as E equipe de trabalho –. As expressões. O M comunicada. EM SI SI NP PE IN I E E S SI E FINALIDADES N S P PDa competição individual à cooperação EDUCACIONAIS M SI IN IN M M EE S S M E P P M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Tradicionalmente na educação formal e M A primeira aproximação tem sido orientada ba. EE o “tempoS vivido”. S E P M PE NP EM PEincorporaPdecididamente IN Mturma. S NP M EM E P I M E E P S m-learning N os P tipicamente escolares. EM mais freqüência. SI depen. EE P I E M P S N SI P E I capacidade P IN meios e Sa IN com Sos EM EM difundiIN PE IN EM para serem S E E S S E N P P M P M Do dos. SI M cunhado N E NP S N I N E M P I se empreender I entre os países pobres e pa. como atividades Novas ferramentas M EE PE IN M NP EE EE P NP S N I M P P I liação. M S E SI A segunda N E P E M S M N SI PE PE nível educacional.IN meis é a S P P possibilidade de expandir as opções tem um alcance N ePum M EE S N E N P I I I M M E que não S sejam IN S E aprendizado paraEE outros cenários dendo criação e negóEM de cadaScaso: de produção. SI M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S proprietário N São tarefas Software livre ou S M e poder baixar ou SI M IN nas quais NP somente no caso de cada E I M E M S E S E E membro do grupo contribuir com a informação que operar on-line. auxiliando-o de modo cas sociais e econômicas.. Afeta facetas S para umaM N M E E P P I M M E P S N E PE expressão IN EE M personalizado em E suas tarefas possibilida S atividade eIN da a EE PEgraças à P SI IN humanas. como atividades e tarefas de grupo.M M EE E P M N PE M EE M EMacessibilidade E Da e usabilidade SI redes. Ocorre uma entre o tempo M N I N E P E I P I E M S E S eo N PE Pou IN interlocutores M PE pessoal. estamos falando dos chamados “agentes globalizada. Também M P PE S N E N S N E M P com suas SI ações. demonstrar I P S SI a própria significa mossicamente ao estudo do impacto do uso N P I S S IN EM os processos M ao resto EEM IN M S E E trar que se é competente em comparação sobre cognitivos do aprendiz-usuário.

M M N E M I NP N membros E esclarecimento E mas cujos P I M consultor no de dúvidas. finalmente. diante SI No médio SI NP EM I EE Por exemplo. as pessoas 3. IN essas M E N S SI N E I P M Visitar um S EM competências precisam ser Eaplicadas e utilizadas EM computador ao humano. E SI de ten. I P P IN S N EM S I N M E N I M S co mais amplo.M Deixando de lado as metas quais S E SI EE e conteúdos. grupos de trabalho virtual que atuam N S sobre SIContinuamente.M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 132 . já absolutamente verosSI comunitário: SIsão possibilidades EM PE M E SI E EM região). emergentes E M PE (trans.EM EEprocessosSIN rar e pôr PE e projetos I IN E EM EE P S S N E E P soais levando em consideração o contexto ou mar.Mespecialmente tos ral e o acesso aos recursos.EEM EM EE básicas M Macrocompetências. A imagem M de três granEE podem ser EE NP Situações SI E NP I M P P I M S tipos: prototípicos S informação. grupos NP IN PE informação. grupos de trabalho virtual que devem atuar M E E S N EE PE M inesperadas NP situações EMconfiar mais em sua qualificaçãoSIe em suas verão em e nos quais são P I M E M E N S N E P EM EE SI E PE EM SI inde. (4) símeis. das Nesse caso. PE formas de interação que as S muIN IN M EEas TIC propiciam. Eauguram M SI enfrentar EE mudanças radicais no também devem EEmercadoEM EE situaçõesSIinesperadas EE P N P P I E M P N S se laboral. orientador estabelecem relações de cooI E S M E E S E S N M E PE deman.SIN dade as coordenadasNespaço tempoM de utilizar recursos EE ser capaz SI NP E P I I M os meios M E M S S N E E E P interativa. P guardião do IN currículo começa a entrar em crise. “equipes EE M E S P dessa oferta de meios e recursos. base em um ou paIN seja. IN SI N S E I E P S P M M E S N de interação. SI M EM NP EE P P E I M E P P N N E PEpapéis deM sor de pelos de trabalhoSvirtual que são centrados. I de maneira E E E S N E E SI NP NP EM NP digitais.PE educacionais para além das paredes da escola. através da internet. cilidade. baseiam entre PE em relações de interdependência IN M E S S E N M M E NP competências ou comseusSImembros. N E P P I M E zinhança. dos E NP E EM P I M P E E de interagir socialmennos ocuparemos mais destacar S N adiante. previamenS S N E SI E SI EM EM P PE em suas tarefas escolares com sua espantosa fateNplanejadas. o professorado de trabalho em rede” E P P M M E N N M N EE SI EE EM abandone SI progressivamente o papel de E transmis(networked teams).E(3) nal próximo (viescala. de um de um Iprofessor transmissor de E N PE (atender EE IN cada cenário EM prota. bairro) e mais afastado (país. ter um bom relacionaos papeis de PEE E S EE SI P N I E M M P N S P IN mento. Junto componentes.M EQuanto amorosos. gruposNde que S E P M IN M M M N PEe res.EM e guia na EE projetos Ee SI Pabordar NP NP realizaçãoPde mediador de deperação com a finalidade de essas I N E E I N S SI P N I P S I EM M M e alcançar as metas desejadas. S EM IN te. ou M S M SI EE NP E sobre o funcionamenPE M I E P E E S N ção formal e informal quanto a aprendizagem e a EEM to do barco a vapor ao mesmo tempo em que naveP P M I E N M M I E S N P E N E S da vida. EM PE IN IN M EE de. mas que N profissionais nos perfis e. com E freqüência. Equeremos P M N M • ser capaz EE em grupos M SI estão sofrendo NP aqui as mudanças que P M SI IN E te heterogêneos. conseqüentemensão M previamente EE I SI que não E N S S P N I P S I S nos processos de formação. E N N E P I I P E NP S S N I P I N M M que.des E P S M S N E P E M trocas entre seusP alunos e M cliente no N gonista central Edas SI IN cenário profissional). I S N M S E I S N E demandas S seletor e gestor dos recursos disponíveis. IN SI substituindo-os SI 2. com P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S N N S N prazo. parece inevitável independentes entre seus membros. as N E I I P M EE E S S E P P N M M E os membros do grupo N funções que SI IN M EE M EE assumem são S SI interdependentes. aoSIpapel de professores e alunos e às EE EE o cenário SI N P E NP P I P M N S M miliares). colaboram e se ajudam demandas previstas e. S N S E bates e discussões. ElaboE SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P entrada em cena dasSTIC I leva os em prática N planos de vida A M M pes. e que estabelecem as relações com M M E M N E E E P M M E SI SI EM PE PEformato colaborativo.competências para encontrar trabalho do que na potencializadas basicamente as relações de N E P P E I N M P P S E com a ScresPE IN IN SI entre seus N M pendência E N I segurança de um emprego fixo. M péis e funções M SI que. 4. M nosso mundo SI PE IN E EE P M S N E PE P I E M(1) cenário nos cenários parque temático e aprender sobreIN a história milenar P N sociais: S quatro grandes M N E I E I N E M S E P S S por uma M N SI enquanto EE da China PEpasseamos INentendido em um sentido SI NP amplo e inE grande Meducacional. segundo se afirma. M E S E N N E P P M M E EM SI SI pessoal (relacionamentos N N PE fa. E I E protótipoSsobre N SI profissioformação ao longo (2) o cenário um um M Mississipi feito à PE NP P I P SIgamos em N S N E N M o cenário SI e laboral.SIN S N S E P M PE I No futuro. M S N I E P S E M S SI PE IN dos trabalhadoM cente competitividade e mobilidade EE PE trabalho virtual. Cooperar. P S I N E I M S N E cluindo tanto as situações e atividades de Eeducamuralha feita de papelão. SI E S E N P E M M E SI N e problemas danças também parecem irreversíveis. PE • e instrumen. NP E E P P I M M M E NovasP finalidades um IN E que torna S E Po IN imprescindível M EE EE E S S N E P N P P I M apoio mútuo entre S SI eles.SI E IN S E E P S N M proativos – no sentido tornos alimentares).PE em SI EM previstas ou conhecidas. tutorPEe também. M alunos as possibilidades EE M e modaliEE e professores. P PE IN IN conhecidas.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M grupos EE S aparecem de estudantes 1. EE SI NP EM E P P P I PE M M E E petências-chave que todos os cidadãos deveriam S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M adquirir podem Novos cenários E S N ser agrupadas em trêsS categorias: N E NP SI de atuar SI EM M P M M • ser capaz com autonomia. Não se trata de por a pessoa dentro do mundo EM NP M P I I I I M E E E S S S S E N P Monereo e Pozo fictício PE mas de integrar o SI (2007) assinalam que NP EM PE gerado pelo computador.

E P M M E EM N PE M NP EE apenasM EE sobre as localizável e acessívelPE – os computadores. trabalhem de maneira E S S P E I S EM EM M social”. tes. eminentemente transmissivas. SIN (webmaster em um termos é realizável em todos EE administrador PE IN SI educacionais NP EM P P PE I S M N E N o que. as EE E SI N N P P I N M M S M S de propostas N N E SI volvimento pedagógicas e didáticas sentações. como daquelas que ocorrem e atividades SI SI em situações N a EM EM SI algumas N P I I M E E S S N P P EE do próprio Bernes-Lee.uma visão da SI inM IN internet cuja NP proposta é de que a E I M E M S E S E E formação possa ser compreensível para – e não zagem. A anexação do conteúdo mudanças que podem ocorrer nos atores S E P M PE NP EM PE IN M conteúdos. EM NP precisam ter na “era EM (free software) SI N PE usuários IN I E E S SI N S P P verdadeiros protagonistas ser os de seu próprio cresM SI IN IN M M EE EMERGENTES S S M E P P cimento e sofisticação. M é o sentido P E.Existe um N E EE caso. aPE incorporar Em S vez SI IN disso. PE para procurar P IN é pertinente P M I E S N N E S N M SIpor assim Idizer. A Web semântica é generalizáveis e transferíveis para Sças M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N outros contextos e situações de S M ensino e aprendi. as práticas. vozes autorizadas.0 os professores.).0” ou fase “pontocom”. TIC em do sistema. NP ra. E de implementar N NP dificuldade usos Eem E M E P SI os NP SI P NP E I P I M N E S M N I S todos os níveis alunos no outro). educacionais nas SI EM presenM quais as TIC não estão IN já estão IN anunciando uma M EM E E S S M NP E E P M a da E nova Eetapa no desenvolvimento da internet. EM P PE P M E M N E baseadas em dinâmicas deIN colaboração etc.SI M EM E P I M E E P S N contudo.0 à Web 3. especialmente I P N E P M S N SI EE PE interesse EM repre. é claro. S A rede semântica ain.0” ou “Web semântica”. Qualquer usuário pode utiliLINHAS E SEUS DESAFIOS M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de uma página Web em outro M P M zar o conteúdo N SI conSI NP PE EE IN SI sobre a natureza NP EE texto e S I P SI acrescentar aplicações específicas em uma É preciso ter um olhar das N P I S S IN educacioEM M alheio EEM IN M S E E página pessoal. M EE NPforma de conceber a Sinternet EM E I P M E E S E EMusuári. sobreviveu gem e foi incorpomas dificilmente E M P M na rede. O software (open software) e que as pesEE N das competências E “se abre” E EM P P I P P M E E E S N E N N P P se liberta e os passam a SIN soas SIno conhecimento”. N N buscar PE comEE SI SI NP processar. conhecida como “Web “Web em fóruns de discussão. nem tudo que é N P M M M I E E N E E S N P I P M E EE S E acessar e baixar tecnologicamente viável SI em termos os podem N arquivos.0 ou procurar atenção sobre situações inM N I N E P E I P E M S S do N SI PE PE IN M PE justas ou EE pouco satisfatórias (aSregulamentação SI N N E P I N I E M S S TIC no âmbito SI IN Esta como um uso das escolar e familiar). EE NP PE IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 133 . S mesmasMtarefas que os humanos e M EE Ecomo realmente NP NP EM E P NP I não se limitem apenas. NP e com práticas EM N P I P M geração. SI N P M I I I M S S binarIN e transferir informação. SI EM em que E PE EE IN SI farão usoPdestas N E E rada à propostas da nova fase da internet para que os estudantes participem I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I 2. plementar as aulas expositivas com leituras e exerEE A filosofia EM NP que estava na ori.M M EE E P M E N Pprevisíveis: M EE M EM SI E Ferramentas tar pôr em evidência e resolver problemas latentes N E E M I E M E P S E P P EE M Mchamar a N E da Web 1. PEanalisar qual PE IN das mudanM EE EE P Nsão IN e se elas S N I M P P I “Web 3. também. corresponde. uma EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M O equipe docente ou um professor com SI declínio desse período coincide com IN muitos anos M EE o auge SIN IN M M S E P S E E M e posterior EM fechamento de um com sólidas concepções objetivistas Ede experiência. Ncícios autoadministráveis PE do Napster.0” ou N I SI S E estamos hoje. S N E M P que é quem SI o professor no outro) determina textos educacionais. tudo que viável e pertinente em S tem sido denominada N M E E P P I M M M E E P S os con. e em S E SI nais.INPprimeiro sistema S P P P de distribuição de arquivos de vavelmente acabarão M EE S N E N N P I I I M M E S S S N E pularidade massiva. M M I E S N S S M IN EE poEE utilizando EE as TIC para SI com. IN M utilizadaPEE P E E N S E N I P P I N M S M N N aEE partir de 2001. os processos os EE SI EE SI resultados. fazem agoI M M I E M E E S S E N E S E P P P M E E SI N encontrar. a armazenar. Uma escola. saber como acontecem essas EE SI e coopeNP EM EM S EM PE P M E E E SImudanças ração.0 começou a ser diversas sobre tema. E.M P imenso repositório de conteúdos ao qual os Como afirma Suarez (2003). à infância da rede E poderíamos acrescentar que NP SI e PE M M EE nem IN S M E P M EE E E é tecnologicamente “Web 1. SI SI PE EE IN M P S EM N E quando e como. SI características EM NP e qualiP IN P SI Ter um olhar I EE E M E N S E P N E N I P P com a finalidade e isso de que dade das situações educacionais que podem induS N SI eles possam SI PE IN realizar M M IN SI S N E E S I M exatamente as E E zir a essas mudanças.emblemático Epara todaINuma SI o Napster.EEM M EE S E P E da é uma idéia experimental que conta com alguns NP M EM EM M P I IN M E E E E S S M E N E P M PE SI Eprotótipos. EM e se elas têm características diferentes N E P P P I IN E E S N N S N P P EE Contudo. SI educacionais. seria melhor Spesquisar como EE A rede SI e SI começou IN P P M proveniente Sdas mais diverpodemos utilizar as promover a aquisição N M EE TIC para E INcoordenarSIinformação M M EM e o desenvolvimento S E P M M E E E sas fontes. dos conteúdos aos M quais os usuáOs estudos realizados até agora evidenciam a I M M E E N S E I E P M E M podem acessar (os Einternautas S educacionais das Erios E um caso.INP IN colaborativa ou procurem e contrastem informações M E M E S E PE P M E E M S M E P E E um determinado PE A expressão Web 2. EE alunos e M M E N denomina-se sindicação de A Web 2. N programa PE PE EE pro.SIN PE abre perspectivas de Isumo para o desensuas formas de interação (osPdiscursos.

PE IN professor M E ordenadas. maN M E P I SI N E P S I N M E I N E pas conceituais. P• PE PE M demonstraSIou por especialistas N SI N E I N I I M M E S ções que estão na internet precisam com freqüênções. etc. Smelhores EE falta Ede virtualizadas. ao menos por enquanto. E N I S • potencializam as relações sociais superficiM S N I E P S E M S SI PE IN M ais e.nal. SI EE EM ensinar SI conteúdos perduráveis. na interação e na coS S e usos centrados E E P SI EM EMparticipantes. segundo P E Ao falarmos da educação esN das finalidades EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 134 . para ensiná-los M do ao mundo M SI SI SI NP EM I EE a interagir com ele E EE M S P marco. EM EM P P assentaram-se. organização e exploração dos S • porque M N IN N conteúdos da NP EEe a escrever PE aprenderSa SI SI esquemas. S E o aprendizado Essas são em PEE EM devido. a ler (leituras. lhes são apresentados. usos centrados EE EE P M S N E P P I E M alguns aprendizados adquiridos nas ção. o entendem a P tornar-se difusas e no futuro os procesNP EM colaterais EM SI IN M E M E S SI sos educacionais N E P e o aprendizado. Neste os alunos. E nesse SI M EM NP contexto EE as TIC são P P E I E M E P S N N E PE de umM institucionalizados. selecionadas e entre os M municação E S E N N E P P M M E EM SI SI N N PE E(fóruns. aos seguintes M praticamente qualquer lugar EE M EE IN SI e situação.). M EE o ensino e EE finalizar o capítulo SI N EM desa. SIpropostasIN EEpelo SI P E M M P N S motivos: P IN menos. quem melhor pode Finalidades potenciais: entre P IN M E E N S E N M P SI realizar essa mo e os EMtarefa são NPmovimentos sociais SI PE EE INos professores. Salas N de S E P M IN M M I M N PE M compromisso. IN M E N S SI N E I M P I M M E S significatividade.SIN M escolas e S EE Porque as SI NP E N P I I M E M S S N EM E E conhecimentos e na P enquanto. às vezes. So insulto e SI IN M SI EE S N E IN diversos “ismos” (racismo. tudo M N E I E M P I E EE S E P E S complexas e expressivas. entre professores e conteúdos. favorecem a irresponsabilidade EE vez mais PE aula e escolas cada ea 1. PE SI NP EM vas gerações PE de indagação.cia ser filtradas. usos centrados na S EM alguém Schegar a Eser M um SI Epara NP apresen-PE – são fundamentais EM M I E P E E S EM N usuário tação de informação pelo professor P P Mcompetente I E e transmissão N das TIC. direção de M que podem acaPE M EMaponta na EE• restringem NP SIsentido. não devemos esquecer que os sistemas eduCenários educacionais prováveis: S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M cacionais. na apresentaS P EE IN EM etc. criar e transnalidades claramente educacionais. exploração.) que tentarão aproveitar as potencialidades dessas P I M E S S E N P M M M SI N Vamos de tecnologias para a aprendizagem.). sexismo etc. EM aprendizagem P SI escolas – como falar. etc. descobrimento. para nos chats M EE que possam EE contextualizadas SI ser assimiladas SI etc. PE NP NP EM É necessário acrescentar ainda la e professores. segunda metade do século educação sem paredes S S XIX.EM E M I E S N P N E P I informa-N E e porque. Expansão das salas de aula e das escolas S N N N E E P P EM SI SI SI PE urgentes: PE IN Epara IN M fios especialmente outros espaços (bibliotecas. PE e alu. P M M sino dentre elas: ocorrer onde Eexistam EE SI EM PE IN Pdeverão IN M EE E E S S N E P N P P I M qua• promovem uma comunicação de baixa tecnologias disponíveis e adequadas para S N SI EM PE IN mediar IN M aprendizes. as escolas tinham como função principal e a resolverem os problemas que E P P M M E N N M N EE estáveis.EEM a) com relação SI será possível SI N E P I M E E S P M N E P P para conservar. basicamente apoiada em textos escritos. EE SI S N S E P M PE I lidade. N S E I E P S P M M E N PE • os professores conti. EEM das SI Ndas P P M I N M I E M S possível N N redes sem fio tornarão P inaceitáveis. onipresentes. bar surgindo três cenários claramente N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M interdependentes. são dirigidas às TIC dos estabelecimentos NP EM As paredes I I P M E S S P N EE efeitos negativos para a educação. alguns 2. EM PE EE comentando. I NP N E E que exatamente P I M começa e termina a ação de I E S M E E S E S E IN PE EM as críticas que. uma espéI N M P P S SI IN M EE NP IN do uso M S I ambientes e professores virtuais por meio cie de “megaescola” na qual a ubiqüidade das TIC E P S E M S M E N E PE tecnologias móveisPe E EE e o desenvolvimento generalizado das TIC. EM E P S M SI N E P M P N b) com e SI EE IN relação à falta de compromisso EM M SI Psocial EE IN S E E P S N M se afirma as TIC eSIa internet. em sobre a idéia M M E M N E N E E P M M SIdeve servir SI A educação EM PE PE de Estados-nação como construções políticas.M E P P P I PE M E E modo necessariamente esquemático. museus) nos S quais S P N E N M N SI SI PE atividades M M ao Edescrédito da escola como realizar EE e práticas com fi. N S SI as (apresentações.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S colar. infraestruturas EE EE SI e equipamenEE P N EM P P I E M P E Ntos de TIC S N P N E I P I N a agressão os pedagógicos e didáticos M e com projetos S N • permitem SI P PE verbal. Mlegitimada N instituição SI EE PE IN IN EM por EEM EM SI mitir o conhecimento EE P S S N E E P e à proposta de substituí-la 3.). pessoal que.Scomo já assinalamos. M N P NP P I P EE N S N E N I M e transformadas em conhecimento pelos aprendiP I I M E S E S S N P EEo neoliberalisPE e. Neste M E E S N E E M SI NP as comunicações emocionais. soescolar sentiINpara dar N PE M EE E EE S N N E P P P I I I E S S que rodeia N N e culturais S N ciais relativamente homogêneas. SI EM EM zes. Um cenário global e onipresente. Os novos cenários educacionais NP IN SI necessários SI NP para o cultivo Ique PE I S N M S E I S N E nossos M S “bom” cidadão em um determinado Estado naciose abrem aos em E PE SI E olhos questionam o ponto P M M N E M esco. nuam os depositários da culUsos centrados nos ativiI sendo. N SI a partir da EE EE SItodos os países.S PE I N E E I M N S SI P N S escolares SI Ne à internet SI EEpor seus EEM às vezes. N EE glossários.).Npor M E E E S E P P P I que podem M dade autônoma e autorregulada E S NP N EM N tura e os únicos transmiti-la para as nodos alunos (ativiE N M P I I I I M E E E S S S S E N P em condições de confiabilidade e dades experimentação.

potencializem M M I E S N E S S M IN as tecnologias EE coEE Ehostis. progressivamente. Ecomo EE M S E E P sem discriminações de nenhum tipo. dos goverS M SI M IN culturais NPe a existência de múltiplas E I M E M S E S E E interpretações de qualquer informação sublinham a nos. e satisfatórias. poderíamos caractados por todos os de IN N M sob ameaça EE participantes M S E EM expulsão S E P EM M M M E E E terizar essa nova cultura a partir de três traços em caso cumprimento. e interpretar dos esforços importantes orientados a formar PE EE EE os alu.SIN SI N I P P I N M M S M S para construir N N E SI informação conhecimento. NP P I P M S Muito Iesquematicamente. frequentemente. tecnologia suscetível de S usuários com melhor N P para conseguir P I influenciar os P M instrumento I E S N N E S N P M SI SI a finalidade uma causa determiSI PE IN M M de ganhá-los para M EE S N E P I M nobre. N N Neste da Spopulação devem diminuir PE forma IN EE marco. lado. IN M EM E E S S M NP E E P torno das E M cimento recimento dePnovas fraturas M sociaisINem P EE e da informação. é o M suasiva” – Captology –.EEM tradicional de organizar as experiências Conseguir que. por exemplo: de M EE o estabelecimento NP de ensino M E S I E PE P M E E M S M E P E PE fessorado deve aprender aEE dominar eEM a valorizarPEE regras e princípios de atuação porNparte de admiIN P E N S I P P N M E S M N SI N N uma que devem ser respeiSI nistradores EE da aprendizagem. um forte compromisEM N E I P I E S E E S S E N P P M P M Teresa Mauri e Javier so e atingindo seus SI IN objetivos. M e isso EEM IN M S E E desafios que a sociedade apresentará a eles. P I I M E E S S N P P EE capacidades de gestão do conhee) com relação SI EMe ao apaM às “brechas digitais” IN do aprendizado. IN M alcançado o acesso das EE uma vez S E P E sos de aprendizagem é afetado por mudanças imTIC. simplista ou mal S SI N de EM o desenvolvimento EM SI nos estudantes N intencionada. M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e atribuir significado e sentidoSa d) com relação negativas M para organizar P I essa N EM SI às conseqüências NP PE prepará-los E IN É preciso SI NP para enfrentar EE informação. surpreena proliferar na internet medidas E M P Ndes. CAPÍTULO 5 nada P e. EM SI E é o verdadeiro e complexo desafio que M às vezes têm como efeitos N E E I E M E P E S E P P M M N E enfrentamos atualmente.EEM NP P IN P P SI I E M E N S E P N E N I P P E fundamentada oPpróprio julgamento ou ponto las “brechasSIdigitais” é cada vez maior. não vertebradores e. SI NPtransformou S P P P da informação e da prática de enviar mensagens agressivas e I M EE S N E N N P I I I M M S S S ou usurpar N E municação (TIC) de permitam esconder. Por S IN cação formal a das socide um lado a S possibilidade de utiSI EMe escolar. no que especificamente ao SI saibam relacionar EM PEse refere E PE a prever M M EM N N E E P NP I universal com o âmbito do que é próximo ou Elocal. PE IN NP mentos IN E I M S S N P S capaz de chegar da lizar as TIC e a internet como uma “tecnologia per. a eduDiante cabe opor doisIN arguM I N E mais uma PE E dessa informação. a S N M E P I M M M E E P S o tipo que N N E EE existência de movimentos sociais de todo EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E S boa parte de suas E M IN P IN PROFESSOR SI EM AMBIENTES concentram uma SVIRTUAIS SO PE na EE atividades IN M P S EM N E internet M (campanhas de IN sensibilização. da S E P PE EM NP EM PE nessePE IN M e da aquisição M E N por meio do desenvolvimento de caTambém aspecto estão sendo realizaM S E SI I N E P E M S M E N SI PE selecionar pacidadesNP como procurar. EM P PE P M E M N Ea b) em uma sociedade que rápicom a finalidade possam discriminar entre N muda deSIforma EE de queEM NP EM SI até que ponto EMnos mostra PE P M E E E SIinformação da e constante – é preciEM verídica. I M E E S E M E P M E S E N NP convocatórias condiçõesEE e competências paraPcomícios e manifestações. SI SI EE nova cultura SI e moderadores. PE M EE EE P N IN S N I M P P I c) em uma sociedade complexa.EEE. M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S a sensibilização N de perspectivas Afortunadamente. por outro EE E em princípio.PE P P I P M E E E S N E N N P P N cos: EM medidas têm como finalidade uma coSI potencializar EM SI SI NP PE IN IN I E E S S N S P Pa) em uma sociedadeSda I informação – os estumunicação fluida e um tratamento correto e agradáM IN IN M M ocorrem M EE S S E P P dantes precisam obter da educação capacitação vel nas interações que na internet. e tudo leva S SI N de vista IN I N M M I S S N E E e.EE edades modernas M SI ao conjunto EM IN P população M ou seja. vez. E. etc.M EE P SI N SI P NP E I P I M N E S M N I S conseguindo.) EEM Perfil. M dos participantes EE Onrubia SIN IN M M S E P S E E Me a c) com E M IN PE relação aos riscos de que as TIC PE EE a EE Sconhecimento NP internet Ifavoreçam EM A nova Psociedade N P N I M digital e do o isolamento. S também que o âmbito do que é que. manipular identidaPE seus elementos EE em um IN EM SI M EM E P M E E P S deve nos N portanto. acesso às TIC. as distâncias entre países e setores I M M I E M E E S S E N E S P P P M E e de sua E SI progressivamente. P I E M S E E S N E E P única instituição P peso. I P S SI os derivadas do excesso de informação e aos perigos N P I S S IN EM“infoxicação”. Essas N de seu não E E E bási.M M EE E P M N PE M vo e criativo EE M colaterais. Já começam PE SI EM EM a fazer PE as der EE destinadas IN com que SI específicas N E E que os docentes as tenham integrado na E sua I P S EM N P P I S M N N S N I N E M P I I SI S E atividade profissional global e. o SI papel da escola NP NP SI N P M I I I M S S Se proces. nos como buscadores “estratégicos” de EE SI EE SIinformação. Assim. a diversidade STIC. no interações entre usuários resultem mais adequadas E S S N P E I M S o proEM M processo IN e aprendizagem. das instâncias internacionais e das grandes E P M M M E N PE NP EE necessidade EE EE dos problemas M de aprender a construir de forma corporações diante provocados peSI EM bem. uma N M E N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E isso. genuína e rigorosa e a inforN E P P P I IN E E S N N S N P P I fomentar EE so mação errônea. todos da população fazer NP M possam EM EM M P I INos setores M E E E E S S M E E P IN uso enriquecedor. M o não construtiPE Eportantes: EE NP dessas tecnologias Sum PE ofertas educacionais IN aumentoNde NP E P N I S SI I M P I S M N M S E I S E IN S M EE EE P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 135 .

EE EE SI N E P P P I PE Mselecionar EE conse. M EE de tentar EE SI organizar. IN SI N S E I E P S P M M E N PE • e apresentar informa.IN Acesso E N N o peso dos meios de S E P I I P E S NP S S N I P I N M M e rendimento dos cação de massas e da internet. assim SI e aprendizagem NP comoIN PE I S M E S N S seus inteque procurem a resposta para implicações para EE PE SI os alunos EM o perfil. das TIC comuni. EM EMsuas propostas informação. O papel do proE P P M M E N N M N EE em tirar SI EE consiste. entende-se PE PE constitui um que os resultados aprendizagem importante P eE de M EE da aprenE EE S N N E N P P P I I I E S ser atribuídos S N N S N dizagem dosPalunos podem ao acespara M o coletivo de professores. a chave E I N M P P I P S E S domínio M IN Ler diversas linguagens (multimídia N N S• e da ação docente eficaz das EM estaria no PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E hipermídia) para tecnologias S per se. uso P no PE SI NP EM IN M E N S SI N E I M P M usar ferS Novos materiais e metodologias baseados EM e capacidade para SI • Conhecimento PE EE IN EM EE P M S N E PE P I M eEE rendimento ramentas tecnológicas diversas em contextos habiP N dos alunos S nas TIC P M N I E N I I N E M S E I S S N prática profissional. das suas M implicações P e conseqüências na vida P M I E N M E I S N P E N E P I aprendi-N E qualidade Sexplica osPE I N resultados S do assim como Pa PE pessoas. der o processo de ensino e aprendizagem virtual. SI E S N E IN formação oferecidas pelas TIC para ter acesso à nos diretamente à introdução das P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M aprendizagem. o ensino e o aprendizado. o professor • Conhecimento do percurso incógnito das EE S M SI EE é visto fundamentalmente NP EM P M I EE P E E S EM N como Eum designer de propostas de aprendizagem TIC. ambientes de ensino e M M E M N E N E E P M M SI esforçoIN SI EM Aqui. IN IN EM EE conseqüências P EM S S N EE E P inferir suas e tirar conclusões. P E N SI seu valor M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 136 . o uso dos programas de tenciais de e exclusão social devido às S S segregação E E P SI EM EM e ao uso PEdessas Ensino Assistido PE IN desigual M E por Computador. SI N P NP P I P M EE N S N E N I M var e distribuir os conteúdos para que possam ser P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM utilizados no marco de propostas educacionais diP IN M E E N S N M P M EE SI SI ferentes. S EEpara SI P I M M P N em ambientes S P E IN satisfazer suas necessidades. então. Uma N E P P E I N M P S Eensinar o S PE IN IN SI NP M E N I Competências relacionadas a aluno e aprendizagem virtual centrada na M S N I E P S M S SI EE PE IN as seguintes taM a informar-se. por exemplo. SI que as TIC PE IN M E M E S SI em torno N E P P M M oferecem para: série esquemáticas EE de versões SI de uma P EM PE IN IN M EE EE E S S N E P N P P I M • Procurar e consultar informação nova adapque mostram visões S N SI diferentes do modo EM PE IN de entenIN M EE SI S N S E P M PE I tada às necessidades de aprendizagem dos alunos. o máximo proveito SI A esquematização do de ensinoEEM fessor M SI M EM NPprocesso EE P P I E E P P S N N E PE prevenirM da riqueza desse em mediado pelas IN TIC: SIN SI acesso. M N EE M S NP M SIembora EEM • Usar IN diversasNP EE bases de EE informação Algumas competências P necessárias. S M dos riscos po. ÉEE preciso sublinhar que oPvalor do materiNP EE IN EM P S M SI N E P E M P N ou pedagógiSI IN do contexto metodológico EM al depende M SI PE EE IN S E E P S N M o qual proporciona co em que é usado. M E E S N E E M SI informaNP armazenar e apresentar PE M EM M EE• Gerenciar. EE tuais de S PE IN SI NP EM P S I N M E I M S N Aqui. SI NP E N P I I M E M S S N EM finalidaE E valorizar positivamente P de acordo ção com diferentes • Capacidade para a I organizada M E E E S N E P educação e para ensinar E SI NP NP EM NP seu des e em diferentes contextos. M EE não para o professor virM Esuficientes. de acesso M diferenças E S E N N E P P M M E M E SI SI N N PpreserEE Responde à lógica tecnologias. SI PE NPescola e adotando NP EM te fora da uma PE I N E E I M N S SI P N P S autores e N SI N com a obtenção SI relacionadas EE Competências de EEM as contribuições dos de EM Revisaremos I I P M E S S E P P N utilizando as possibilidades agrupando N trabalhos selecionados.EM E • Procurar Ee informação.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I Eà informação E M por meio EE S formais e informais. NP SI M N E I E M P I E EE S do processo E de ensino Pconcepção E S ção. das TICIN na EM integração M P I I I M E E E S S S S N P EE nível instrumental.SIN tuais: M armazenar S EE Gerenciar. TIC e rendimento dos alunos S N N N E P M P I I I E S S S N N PE guindo discriminar SI é importanPE SI NP o que é trivial do que EM N I I M E N S S E P Entende-se que das TIC Ete. Nesse sentido.cuja SIcotidiana das N SI N E I N I I M M E S zado como. Por S S N alunos SI EE EEo desenvolvimento de SI EM EM P P isso. entre outros. as condições P M M N E M I NP E E P I M resses e necessidades de informação exclusivamene Sas do professorado IN competências E S M E E S E N E PE EMpostura acrítica. IN P informar-se. M longa duração M SI SI SI N E I EE EE M E S P so á informação facilitado pelas TIC. SI EM SI EM EM PE presença IN a simples M E E S P M N E P o essencial P • Compreender nas instituições educacionais M M SI basta para EE melhorarSIN PE da informação. a fim de que domine EE Ptecnológica dimensão S E P M IN N M M M N PE SI EE refas ou atividades: EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I I N ativamente de N inEstaEM concepçãoSvincula o rendimento dos aluS N • Explorar S P PE as possibilidades SI I M tecnologias.

EE os PE SI E PmesEEusam o mesmo IN SI aprendizes N EE ocorremEM E O aluno como entidade na qual tipo de critério e os I P S N P P I S M N IN E M psicológicos PE IN IN aprender. SI NP P I P M S Aceita-se também que os Uma concepção de ensino N M EE de processo INou de auto-regulação. São incorporados eleA atividade mental construtiva doPE aluno P EE S N S I P I N M M S que caracterizem M S ferramentas N N E SI mentos e a atividade pelas TIC e orientada a EE SI EE SI dotar de M EMmediadaM P PE P E N E do aluno. N P P I P M I E S N N S N P EE SI centrados emSIpedidos de por parte do aluno. Inclui outras dimensões. E P de intervenção NP assume bai. cedendo o controle ao aluno quando este pelas TIC. o uso. e hipermídia.M M EE E P M N PE M EE Mseu potencial tecnológico EM SI E Competências: educacional real ao orientar N E E M I E M E P S E P P EE M M N E • elaborar propostas de conteúdos de aprenpara a consecução de objetivos concretos. M SI E EM S E P EM M M E E E aprendizes sejam distintos em seu próprio estilo virtual centradaPna N E Ee aprendizagem EM de PE P P I M E E E S N E N N N aprendizagem e Ique SI NP a instrução EM NP construção dos conhecimentos EM SI SI NP PE seja individualizaI E E S SI N S P P da.NPE E E E E S S M E E P M por PE SI Edizagem EE NP PE IN parte destes. mantendo P S SI diferentes de envolvimento no M te M a atividade de aprendizagem do aluno N P I S S IN E E M IN M S E E processo. M ele se aproprie I E M EE E SI um perfil SI E N S E P P P M especialmente E E SI de desenvolvimento N N N ferramentas que xo ou no processo PE faciliEE SI SI muito baixo NP NP do conteúdo. adequada E I M E M E S E E P ele se aproprie do conteúdo. confrontando individualmente IN EE M P E E N S E N P I P P N E S M N SI N N EM as afetivas te como e as metacognitivas SI E SI SI EEcognitivas. O professor aparece caracterizado como tutor M SI IN IN M EE S S EM M E P P ou orientador. O que se Spropicia SI S E processo de natureza diversa mos processos para E S S N P E I M S EM M IN fundamentalmente é que os M aprendam EE estudantes NP M E S I E PE P M E E M S M E P E além das estritamenE PE o material. faz parte a proposta instrucional possui.EMpanhar e guiar o aluno.EE Normalmente.INP S P P P • promover o uso das ferramentas de consulmitir essa realidade M EE S N E N N P I I I M M E S N E ta e assessoria. SI SI PE EE IN M P S EM N E • facilitar para o aluno o acesso. de modo que favoreçam a gestão significado de aprendizagem N EE os conteúdos SI e o conNP EM EM EM processoSIde aprendizagem PE P M M E E E SI trole pessoal do eEEa N E P P P I IN E S N N S N P P I EE motivação orientada àEtarefa. S E PE E P M M E P E N N E P M M é capaz de assumi-lo. ciedade EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M •SI facilitar para o aluno a exploração modelos descritos acima IN supõem que M Os três EE de suas SIN IN M M S E P S E E conteúdo de Ea realidade Miniciais do N aprendizaEM é representações PEé objetiva e que a finalidade do ensino PE EtransEE SI NP apresentá-la EM N P N I P M gem.EEploração EE de hipertexto EE de formatos M compreensão P SI NP SI P N E I P I M N E S M N I S e no conhecimento. acomdo aluno. EE de exploração IN M estratégica deSconstrução e repreSI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P • utilizar de e eficaz as fer-IN sentações ou Seu papel consisteSem SI SI perspectivas. PE maneira adequada IN M M IN S S N E E S I M ramentas tecnológicas dirigidas a orientar. SI M NP E I M E M S E S E E • comunicar-se de maneira eficaz para promoacesso ao meio. M M I I E S N S S M IN EE EE e modificar EE a conduta SI dos alu. EM de acordoS com o queS se pretende SI NP M EM E P I M E E P S N além disso. diferentes entre o que já existem.M a hipótese de M P que todos M NAceitando. SI N P M I I I M S S S tem a e aprendizes e EEM da atividade. protagonista principal último M e responsável P PE IN M E EE pelas TIC. P NP mediado IN aprendizado S N I M P P I modo que sirvam para instruir uma aprendizagem Neste esqueSpelo M EE S E IN S N E N P E I I S E S S ao aluno N ma. EE nos transmitir. e recuperando SI SI INpapel de guia PE PE IN EM EE M So M EE N S E N P E I P I quando o Naluno necessita. N P M M M I E M E N E E S N P I P M E E • projetar EE S materiais N com TIC. INcomunicação entre professo M a assessoria ocorre por S E P M que facilitem a e oM controle da própria aprensolicitação NP M Egestão EM M I INdo aluno. e seu papel consiste basicamente Para definir as competências profissionais do M Eem M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprendizagem do M docente. NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 137 . M N I N E P E I P E M S E S N SI P PE IN M PE EE dizagem e Etarefas que promovam uma atividade Competências: SI S N N P I N I E M S N SI para que • S procurar Eeficazmente materiais e M M recursosPEE construtiva SI NP individual do aluno. A chave para caracterizar o SI N EM EM SI N papel do professor S P I I M E S S N P P EE Competências: está M na atividade SI EMcomo um M do aluno. considerado IN IN M E E E S S M NP E E P E M •EE projetar atividades e tarefas de E ensino de agente. o mais objetivamente possível. sozinhos. E E pôr a tecnologia a serviço S E É um assessor P P M M M E Ea fim de que N N ou consultor. SI E assessoria • projetar processos de e consulta. a ex• favorecer a revisão dos conteúdos curricuI M M E E N S E I M E P M E M S E N NP lares a P ea partir das mudanças e avanços na nova so. o envolvimento doM aluno ou currículo a ser S N M E E P P I M M E E P S N N E EE e a continuidade desse no processo tecnológicos que EE PE SI IN educacional da qual SI NP a instituição EM envolvimento P P PE I S M N E N S N E M P SI de aprendizagem. de desenvolvimento do processo E P M M M P E N de múltiplas PE M EE ver a aprendizagem EEe autorregulada. • integrar os materiais no projeto de um curso EM Napoio SI P I M M E S P IN M implementado EE EM nos ambientes EE • garantir o acesso. levam em fundamentalmenP o processo I aluM acompanhar N P S SI consideração NP PE grausIN EE mediada IN SI EE no. o professor facilita S M o instrumento de estratégica Ie NPautorregulada.

N (promove a “lista” para PEqual os alunos EE IN EM E P S M SI N E P E P (faz comEM sintam que N o de Eorganila ou mantê-la). exaltadas ou EE EE volvimento SI (reduz participações N P E NP P I P M N S E M al e eficaz. entre outras.âmbitos: o P Iadministrador. mensagens.res.EM líder de discussão. E N N como resultado deSum E I P I I P E S NP S S N I P I N M M rige a gramática). E N P I I M E M S S N EM E E P identificar eN caracterizar contextos relevantes de Salmon (2002) propõe um modelo para E apoiar I M E E S E P P P I competências Ma M os moderadores na E S NP N E N atividade. social e cultural M M E M N E N E P M M EE SI SI EM PE PE maneiras. EE S pal).M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M textos.EM SI A atividade NP do aluno Pse de aluno. editor (de corA aprendizagem N especialista. NP EM I EE tiva que supõe passar EE M E S P tre participantes (envolvem pelo menos duas pesde uma concepção do coE P P M M E N N M N EE de alguma SI EE EM soas trabalhando juntas nhecimento e da baSI aprendizagem M majo.IN S PE quais.SI EM maneira). refas M E E S N E E M SI e orientaNP A aprendizagem assistência. O e-moderador formação que o caP P E EE M precisa receber IN EM em consideração SI N P E N E P S I E I E E N S meio de social mediação.S Envolve o por textos escritos P e comunicacional da N SIpacite a comunicar-se SI NP em quatro grandes EM IN do professor NP I M M E S papel e-mediador na tela do S SI computador. As gerais referem-se criação. E SI EE EM com o desenNP EM PE facili. M E pedagógico. e IdifeEE o fato de P N EM P E M P E Nrentemente S N P N E I P I N ao longo como como agentes anteriores. I E S M E E S E S N E PE EM a respeito dos SI aprendizagem PE NP NP Mudanças que esse supõe Os resultados da seINdevem aoEEM PE papel P I E M N S SI N Sdo professor M SI N SI EE professores tradicionais: envolvimento conjunto e colaborativo NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E em atividades de ensino. tutorial P é concebida como mediação I M E S S E N M E destaca também. relacionado com o estabelecimenque os participantes se mantenham no tema princiP E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 138 . vão IN construindo M EE EE E S S N E P N P P I I M per§ aparecem como especialistas em fazer cados compartilhados sobre os conteúdos S N EM PE IN e as taIN M escolares. EM rico contexto EM Eum M EE construtiva E o desenvolvimento de SI N EM E P P P I PE M M E E trabalho. NP comoPprocesso EE P P E I E M E P S uma concepção N E IN de contribuições PE forma deM ritariamente por S meio em sicamente individuais para destes IN SI NP IN PE I S N M S E I S N S guiadas por mensagens escritas. M P M M fazendo parte de uma equipe colaborativa (assíncrônico / sincrônico). E N I S te. M SI P E IN S E E P S N M zação e gestão. em comunidades de prática. o social. S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M § desenvolvem sua tarefa como S e-moderadoAs possibilidades de manejo do tempo S de IN IN EE NP S Sde EM do espaço (vir. M M SI (personalizado) EE PE IN I EM S EE P EM S S N EE E P as TIC oferecem podem ter um impacto muito releE I N M P P I P S E S IN competências gerais dos professores N M N M SAs vante na interação e na conjunta. EE proporPE ou a distância é preciso na M educação virtual S E P IN N M M M N PE M valorizam SI EE § formar os Pestudantes cionar os suportes adequados. volvimento de cursos virtuais. N S concretos M N E I E N I I N E M S E P S S N SI de promotor atividade específica. agente de M um clima EE NPum ambiente SI E NP I M P P I M S S conseguir emocional e no marketing ampliáE afetivo confortável. EE SI EE EM le. E S S E N P E M E SI N EM de de aprendizagem com bui para Eresolver conflitos).M NP EM P M I E P E E S N vando-se aM natureza construtiva. filtro SI IN a aprendizagem é possível. PE fora Rejeita Eataques pessoais e contriIN vinculado ao desenvolvimento IN M SI de controle. mas possuem N características IN P M EE comuns: E EE S N E N P P P I I I E S N N S N são estão baseadas na EsteSesquema surge da mudança de perspecM M SI interaçãoSIenSI motivadoras. a N e dos alunos SI IN M de oradores ou conferencistas EE § passam M EE por meio das S SI quais. a atividade M dos esquemas S N aprendizes SI P N PE da vida e S SI M da atividade do ativos SI EE SI N E IN e construtivos de cuja qualidade depende. e mediador da aprendizaEE Tem o papel PE IN SI NP EM P S I N M E I M N Essas competências são S apresentadas gem mais do que S o de um especialista no conteúdo. processo construtivo Ede natureza S S N SI E EE SI podem ser EM EM P P As e-atividades usadas de muitas interativa. PE Em sua proposta. animando-o na autorregulação na a autêntica aprendizagem M S N I E P S E M S SI PE IN M gestão da própria aprendizagem. O papel Eatividade PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E virtuais do professor da S virtual como P M ou facilitador IN mediador N EE M NP aprendizagem do Saluno P SI que EEM IN EE reconhecer supõe EM S EE SI P N P I E M M P N P supõe dispor IN M Uma atuaçãoS competente conectividade tecnológica não M coisa que EE IN dos PEE SI é a mesma N S E I E S P M M E S N PE conhecimentos e das capacidades necessárias para SIN interatividade M EE SI NP pedagógica. E das signifi.M IN EE “bombeiro” de Saprendizagem tador. suporte. são projetadas e como processos sociais conEE PE SI EM e situados na atividade P M M N E M I NP N as pessoas E E junta entre P I M um e-moderador. o SI NP EM âmbitosM PE IN E N S SI N E I M P M S as competências específicasEE referem-se a âmbitos EM professor éE entendido como um e-moderador da M SI PE IN EE P M S N E PE P I E ou a exigências M de uma mais próprias construçãoP do conhecimento por parte do aluno. manutenção e desenE N M P I I I I M E E E S S S S E N P já amplos da atuação desses profissionais. aluno N E P P E I N M P S N E PE Ie IN SI Para apoiar NP a progredir M interativo”. e Iatravés NP E E P P M M M E consultoresP e guias. Relacionado Papéis do e-moderador: M E S E N N E P P M M M E SI SI de um processo N PE virtu. mais do que como provedor de respostas. auxílio resulta relação interativa PE M EM M EE§ proporcionam NP de uma SI M N E I E M P I E EE S e conteúdos E – o “triângulo P E S ção para a atividade de aprendizagem do estudanentre professor. E SI interação E SI E E P E IN M E E S P M N E P P do ritmo de participação tual) N e que IN profissionais. S EE SI S N S E P M PE I guntas. nas trocas mútuas entre professor e aluno. Neste EE EE E SI caso.

M P cap. música pop. de EEela de umSplaneta SI EE Ou será SI das tecnologias NP P I P M N E de comunicação. Eassim. EE EM SI SI M NP E P P E I M E E P P S e uso em lugar e época determinados. noEEfuturo. produzem. IN EE M EE S E P P M M E N N As técnicas com sua existência M EM EE revelam.SIN imagens e símbolos pelos N N I P P I N M M S M S Não é possível E mun. estrangeira. Cibercultura Sé o realidade M IN SI S N E E S I M E (materiais Ee intelectuais). 1999. EM N E N P técnicos). mas que As tecnologias são produtos da sociedade e da M E EM N PE M NP EE cultura. sobre P E sociedade E as implicações PE do desenIN M um alvoPEE culo culturais acaso uma bala e a cultura ou P E E N S E N I P P N M E máquinas.M mir que existam três M agitado da comunicação IN IN que exista algo EM no oceano E E S S M NP E E P E (rede) éEM M P Ciberespaço o resultado que seja EE “puro” em cada uma: a técnica PE INda interconeEE (artefatosEM E P NP IN mundial S N I M P P I Sxão M N E o que inclui a cultura (representações) e S dos computadores. do séPorIN que a palavra E S E PE P M E M S M E XXI. Cibercultura. resumista: O Já as relações entre as forças da EE IN P P SI <Nota do I E M E N S E P N E N I P P N SI ternet mas não não são “a” tecnologia (as SI se limita PE criadas entre IN M a ela. SI os objeNP Diferente EM EM SI EM que concebem PE P M E E E SIescotilhas. Na sociedade N SI EE e relações PE laços. Ee PEde pensar NP I I M Mentre atores humanos I E de vaque inventam. E E N P P M dasIN novas condições em conse. M E E S S E N E S E P P P M E E SI N N N PE difelores juntamente interpretam EE SI “as” técnicas. 34. Resumo elaborado por Marta Leonor EM NP SI P I M M E S E P M que. E S não eficazes).derivar.M SI E S E E E P gital. humanos? É S preciso cuidado M tudo SINestranho aos SI valoresM EM EM E P EM M E E E já foi “obra maligna”. tos E E S N N SI vemos tantas N P P I inventam. a bomba atô. (b) entidades materiais N P SI SI o rádio NP PE EE IN SI N EE naturais I P S SI N que um dia foram disponibilizadas de graça (ou pelo e artificiais e (c) ideias e representações. SI que se desenvolvem NP de formas NP usam e SIcom o cresN P M I I M I M S S S cimento do ciberespaço. seus N S E IN M E o universo de informações Mela abri. P de arcas de ou elas do mundo dos humanos. o qual inEM as mudanças SI nossa M E no âmbito das TIC. PE NP suas contribuições. rentes.S cada uma querendo as e utilizam.>.SIN SI EM NPetc. SI SI o técnico. M EE SIpreservar Iuma N EM SI produzem N faceta da diver. PE bombas EM P E M S M E N S P quais atribui sentido à vida P PE EE EE SI no século XX: a bomba demográfica. a televisão. CAPÍTULO 1 EE SI NP M EM EE P I M E E P S N E 10 São Paulo. relações de N E E N P N N SI SI M PE IN SI M NP M SI I S N E EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI CIBERCULTURA 139 . M Ed. que in. isolar do E EE as ideias SI EM e a bomba P PE P M E M N E N ao olharmos pelas do material (ideias e usam EEda arca original. to de um projeto instrucional N E E I E M E P E S E P Esejam claros está aberta às modificações que possam os envolvidos Mclui animar N em resposta IN NP para que EM PE EM I P I E M S E E S N S finalmente. ERock. A tecnologia não é umEator N E E EM se. bemEE como separar SI anos 50IN IN dos sinais.M Ediferentes EE SI ciberespaço EM NP inclui a inP ga. que P milhares I Noé. E P M M E P E N N P M EE M SI disse que três haviam explodido ambiente material. As atividades humanas abranSI IN na ciotécnicos IN M M EE S S M E P P M EE M era comercial (quase assim como o gem. 1. S e vivo? M N SIde informação N SI volvimento IN digitais frio. inumacom as metáforas. e tantas outras e pensantes. P I S M M N S IN SIentrevista Snos EE EM de seuPEE menos quase).EEPodemos assuP I M E S S N P P EE SI sidade. alienante. IN I M S S N P S E da nova cultura da clui atuações dirigidas a ajudar os alunos M SI aprendizagem. devido EE EM ECabe lembrar à rapidez que SIN Silva Pincigher Pacheco M Vieira N M E E P P I M M E E P S N N E EE EE PE SI IN SI NP EM P P PE I S M N E N S N E M P SI SI SI PE EE IN M P S EM N E I M M E E N S E I M E P M E M S E N NP EE EE M EE P SI NP SI P NP E I P I M N E S M N I S EM N E I P I E S E E S S E N P P M P M SI N IN M EE IN M M SI S E P S E E M E M E E N E E SI NP EM NP PE NP PE M M M I E SI N E E SI S N P M I EE E E SI N S P P P I M EE S N E N N P I I I M M E S S S N M E Pierre Lévy. EM para quePE tante mutação IN M EE E S E EM P se sintam competentes e confortáveis com os reN P M M M I E M E N E E S N P I P M I a proposta E E EE S N configuram E cursos e ferramentas que S N P P I P M I E S N N S N EE SI SI instrucional.SIN N E SI mica das telecomunicações. mas E conjunto de técnicas M EM NP de modos NP práticas. de maneira indissolúvel. forma de analisar os sistemas so. interações entre (a) E E tudo é pago). entidades. numa É impossível separar o que é humano EM Albert Einstein. EM mas uma SI NP PE IN I E E S SI Agora éMa vez da cibercultura. que já entrou N S P P globais. trocas SI de força). EMde atitudes. M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M formas M pessoas vivas P telefone. cinema. sem EM digital. 8Ee M N PE SI E P EE IN SI N EE E I P S EM As tecnologias têm um impacto? N P P I S M N E N S N I N E M P I I de um relatório encomendaSI S E E O livro é resultado S S N P E I M P S é por EM M IN “impacto”? Tecnologia M EEpara o começo doEM pelo Conselho Europeu. e ao mundo.PE P P I P M E E S N E N N P na parado.M M EE E P M N PE M ocorrem EE M adequado. SI material M NP P I S apenas M a infraestrutura da comunicação di(pessoas. de causas) e “a”S cultura (que sofreria os efeitos).

antes isolados. SI técnicas Mquando SI EM Nagem EE P P E I E M E P P S econômicos. em especial a PE que a conceberam. correntes. ajudando-se mututroalimentando-se e com diferentes implicações culEM PE SI E SI M E E N E E P I M P E E amente. não seria em si a responsável pelo específiI E S M E E S E S E E P IN P EM PE Nmas NP EM sucesso. nem EE civilização. SI SI E discu. IN se de.PEE SI não é nem N S E I E S M M E S N N PE usos e dos senvolve. não EM a técnica EM ciedade. Há uma diferença E I P I P E S NP S S N I P I N M M (como o S tipógrafo.cessidade M EM M EE NP de criatividade SI Há uma M N E I E M P I E competências.>. I N E E I S SI P N I P S I EM M M S N S E ram e usaram.Edos SI gital após EM de auxílio à colaboração SI EM EM o ano 2000.desenvolver EM a inteligência PE M E SI E EM não entraram N E P P I M E diante. S M Meletrônica pode ser difundida. P I M vo. P PEculturais S IN informática M permite afirEE EE E S N E P N P P I rápida é a multimídia é multiplicada pela ausência N EM SI EM PEalteração Etécnica. PEquando as mudanças SI NP EM sobrecarga.ou partes delesM a programas EE I SI to e se refere N S P N I E P S I S S de EM de diferentes IN indivíduos e grupos e menores são os efeitos coletam fonPEautomaticamente dados IN M E S S E N M M M E SI mundo virtual/digital NP cumprirPuma tes no para deterEM M EE M exclusão. P N P P I E M P N S que se Pdesenvolve. velocidade da mudança. projetos sociais. SI EE EM cibe. controlar seu caminho gera estranheza.sas instalam “groupwares” NP EMas mutações N I I M E N S S E P e à coordenação descomu. digital. A Iinteligência é os transformação. o que tende a excluir os que tem as possibilidades de uso da técnica.M N EM uso em P M I E P E E S N respaço. de mudanças.EM E Cooperação é a Grandes minada tarefa. Enquanto. e assim por não determinante. o que. em M EE EE nesse ritmo. M E E S N E E M SI dinâmica NP da “inteligência coletiva”. IN I de estabili. o Ibancário. EM estar Mbagens coletivas P S I N E I M S N P mas pe. zer fluir Io desenvolver prograN E P PE E I NPfluxo de dados e ao N M P E com uma PE INdisI <NR. uma disputa imensa para PEfa. interesses estratégiIN SI em dizer SI NP de quem IN M PE I S N M S I S N E e todos os EE I S deverá ser incriminado ou punido e quando positias de poder “jogos” dos homens em soM E P S E E há um “significado” M IN NP NPPor isso. porém. N S N E alguns M N SI mais coletiva.mar que Squanto mais IN M tudo muda S N S E P M PE I mais ela parece vir “de fora” e “estranha”. EE PE sigla de Knowledge-Based Object Technology ou S E P M IN N M M M N PE SI Objetos com EE principais Quanto Tecnologia de EE mais elaEM EE Base em EM motores SI ConhecimenEE da cibercultura. N dos M EE SI SI (o que depende NP E P I I M M E M S S N E E E tampouco neutra (já Eque é P torna-se veneno: nas Eredes digitais pontos de vista). Knowbot é a S S NP M mas inteligentes E N I S com cooperação flexível e transversal ou “knowbots” M S N I E P S E M S SI PE IN Essa é um dos M tribuição coordenada das decisões.IN centralizada M de trabalhos). S SI Ninguém. N PE IN N mais é distribuída aSItécnica entre .M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E métodos de E M trabalhoIN EE S força entre os seres fissões cujos foram alterados N S E N humanos. Só haverá desenvolvimento da cibercultuturais e sociais. pode atualizaenquanto a M gorosas. N P NP P I P M EE N S N E N I M Como remédio. aqueles executaco e único para S o uso das N técnicas. E EE S N N E N P P P I I I E S se dizer I100% N N S N porém. IN e normas P M EEmudanças. outros já M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE as transformam em aplicações. SI NP I EE é versátil. cias. S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE (dispositivos do mundo SIinformatizaPE É impossível prever SI di. atômica M M E M N E N E P M M EEri. N E I I P M EE E S S E P P N M M E às de analisar concretamente as imN A dificuldade SI IN M entre as pessoas se sobrepõem EEAs relações M EE S SI plicações NP E E P P I M M M E relações técnicas. reE I N M P P I P S N E S N N M SIlugar. em um mesmo ciclo. EE S E S convergente de recursos e projetos. Daí um distribuída sem grandes exigênE P P M M N N M N E PE Ecom SI EEPor trás das EM impacto da relação a tecnologia que. Pode-se P E perceber isso nas proN SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 140 . a inteligência coletiva tem um asP coisas e práticas. pode serEE EE M S P do ou em dia com todas as transformações. e aumenta P a própria EE lasE consequências desse uso. dá significado P M SI IN inteligência EE uma evolução coletiva.PE ra atravésSda E EEsimSI P N I E M M P N S o ciberespaço P IN plesmente crescendo M Uma técnica que ela ral P da M boa. mas não é ge. quanS M mas é condicionante EE IN EM IN IN NP E M S E P I S S N E E (boatos. P M M IN EM ela se autoalimenta SI N P E N E S I E I E E N S ter que S digital é condicionante. ou in. sem E do abre Spossibilidades P IN SI NP entre outros). essa velocidadeSIexplica parcialmenNP EM NP PEveneno para EE EM E P S M SI N E P E M P N participam e remédio para te a sensação de algo que impacta.de quem SI especialistas SI EM não esteja PE com as PE “antenado” instituições centralizadas. EE empre. PEque o digital IN uma vez M E E S P M N E P ondeE todos podem tronica N eP coloca processos físicos. má dos contextos. de EEM IN e por N EM EE P M S E P P I exploração e teletrabalho vigiado ou mesmo de boda aplicação da técnica. queEM que nãoIN SI quem consegue M SI PE EE IN S E E P S N M no meio de suas correntes. EE EE SI N E P P P I PE M palavra chave. que altera. Daí a ne. PE Algo só é determinante IN M E N S SI N E I M P M existência S a partir da senhas e níveis de acesso não senão SI podem acontecer PE EE diferenciados. O surgimento doM ciberespaço S N P N acom. SI SIem tecnologias. o piloto de avião) real.E M EE M SI e favorece NP panha. SI econômicos EE P IN I EM EM S car tudo EE P EM S S N E E P de qualquer lugar do planeta para qualquer dustriais. em M outro qualquer tempo. da ou da IN S sociais e E em resumo. a energia S isolamento EMimplica em EM P P como na sensação de e de perda de algo logia. Eentretanto. de dominação des). Como a única constante da técI I M E S E S S N P M exatamente EE acelerada PE participativo. nos efeitos socioculturais da tecnoS I S bem N EE E Por exemplo. que implica em a técnica e P NP P I P M SI Dito assim. emancipador. e reagem idéias. socializante. nem SI O remédio EM P PEe fecha diferentes possibilidaIN M condicionante e abre E S NP NP isolamento EM e N interativas surgem novas formas de E N M P I I I I M E E E S S S S E N P de dependência e vício.EE Como a inteligência coletiva se desenvolve no necessariamente Sligado ao seu si. SI EM descompartimentaliEé pecto nica digital de P IN a velocidade M E E N S E N M SI zante.S dade: muito rápido. N E trabalho N E implicaria Po negativo.

engenheiros e meSbora M E S E IN S N IN Simportância EE sim no S PEno autor.M como no meio S N E E P P I M M E E P S E IN gêneros EE grava. Caem e P o autor P EE E a grava.economia N viagens. EE uma padroM E escrita. Da mesma são criadas múparticipantes. I E E S S P P rock e pop dos anos massa.NP NP erudita da E P N I S SI I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 141 . P S SI mas tradições lo. a S partir das con. tradições P N SI NP PEvivas.M dá “vida nova” SI à composição. que cenas. melodias M ocidental I M EE seus cantores. a SI N SI P NP E I P I M N E S representam M N I S nização. EE NP na sua tradução da SI M E E Um outro traço é a organização P I M E E P S Nvários dialetos Bíblia. oPE NP Pintervir NP o italiano. estilos e sons da obra e de seu contexto. Não de artistas. inE M E E N E EE SI o dialetoMde NP EM Assim. ouEM desenrolar efetivo aqui S e agora deM uma obra. ou mesmo M M E E N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E e sons. IN IN M EM E E S S M NP E E P E M e evomúsica arte no E jogo M e no ritual. em rede E S S N P E I M S EM M sicas nacionais IN e internacionais. IN M EE S E P original ao locais. PE da cibercultura IN M “popular” PE EE varia e incormente: a música O som SI S N N E P I N I E M S S SI IN Essa muM EE pora novas NP correntes culturais e Ssociais.Ea E N NP virtuais.PE de músicos NP Mlocais. tirando-se dução. planetáinterconexos e Eampliam os limites M SI EMespaço musical SI lhos recíprocos. SIN ção. Um deles é a N coprodutividade.regiões P M necessário principais. EM P PE P M E M N E totalidade (sem ser único).. hipermídias. I IN M E E E E S S M N E P E M EEescrita levou uma A Ptradição SI a música Eassinar EE a música de NP blicos locais. sugerir não maisSIum algo finalizado masEM um “como M estilos. EM E I P M E E S E EM P dança se deu tanto pelas transformações gerais da M Quais são as novas modalidades de produção e N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E e daPsociedadeE (globalização. ou. I E M E N S E N E I P P a corpo. Somente IN partitura. um século depois. daqueles que as provam. impreN em qualquer N vidos lugar S do um novo aspecto. Assim techno Nconseguir melhor qualidade M EEé com a música M. N em choque com o S P I I M E E S S N P P EE Vejamos sua história. jáIN que os estilos a substancialidade e a totalização das obras) e sobe EE SI se transNP EM EM S EM PE P M E E E SIum novo Iolhar. ou com SINmundo.Mtancia da recepção: o E P NP sistema musical se canções. no entre (artistas) I P S N P S N EE SI pro. a EM universais todo E o planeta). No século XV. sempre conheceram. de criatividade poética e musical inesgotável ePE remetem uns aos outros.alemão N IN NP e concorrendo à mesma EM forma. públicos e privados. Lutero. SIque entram N EM EM SI da cibercultura. ticipação. N E E SI exploram S N P I M EE torE E exibição. NP PE música S IN surgeNa IN por questões legais Se financeiras).Sdistribuição e ções automáticas de partituras ou textos.S rio recria Ias S N N I P N M M S S (porque atinge N E SI agora. S E E P M M E P E N N E P M N amplamente distribuída. de Iantigas E IN SI NP EE desconectadas. para EM que é pretensamente EM Gravações M pú. PE PE IN EO M SI M EE N S E N P E I P I diferenças em gêneros. difundida por imitação PE IN que reelaEE há tan-EM E P NP IN a colaboração S N I M P P I lui por reinvenção de temas e gêneros. Nas sociedades orais. M escrita EE M EM SI E ocidental tinha CAPÍTULO 8 N E E M I E M E P S E P P EE M M N E Hoje. corpo con-INP É interessante no início do século S SI A interpretação SI notar a evolução: N P I N M M I S S N S atualizando tinua mas a composição se dismostravam que cada reEE EE XX.M M EE E P M N PE um auditório internacional. a modelo de críticos SI EM É uma M especialistas e museus. SI Com isso. Como. Sedição N Touraine o SI francês e o inglês falado P P P na corte diretamente na materialização. As pessoas queriam PEtal nos EE como universal SI SI NP NP apresenta SI aquilo que N P M I I I M S A ênfaseS agora vai EEM S conservatórios no mundo todo. germânicos e ajuE M P de processos N PE misturou SI EM mínimo. distribuiçãoEE da música Pcriou instalaçõesPinterativas.M fazer algo”. a música não depende “aberta” em sua atualizaIN em que M e cria ou-PEE P E E N S E N I P P N M E S M SI formato. N P I S S IN em merguE EMOs sites M M IN S E E cais. P que se reinventa EE é ouvida direta. os catálogos musicais SI o som. para distribuir um livro. o rádio só tocava peças M ao vivo. P P M I S N N E S N P SI urbano eINsuburbano SI figurações estilo de vida internacional. a situação mudou radicalM N I N E P E I P E M S S N SI PE é mundial.Mo EM iniciadores PE e dou EE coletiva. Pcada a letra. únicos. IN SI ção podeSIrevelar EEcorrespondam SI EE que lhes NP P I P M S nas gravavisibilidades. nes.. no M M sentido de I E SI terpretam. mas E como texto. é a criação P contínua: a obra M virtual é EE NP M Outro M E S I E PE M E E M S E E P E do idioma E construção. uma obra-processo. E IN SI de criação N E a construir “a” língua alemã. A música EM sobem novos critérios de apreciaN E N P P P I E E S N N S N P P I EE techno é o som ção e conservação. as obras deixam de ser “estáticas” e podem tornarM SI 1960 e 1970. formam e se renovam constantemente. M P I I SI S E escrito.SIN pelas condições econômicas e EE PEtécnicas da INdiversos: de composiSOs NPsão muito EM P P PE I S M N E S E M P audição da IN SI música. P SI NP ta mas intérprete. PE EM NP EE a pautaM EE musical permite uma transmissão não dial. de recepção das obras Ido espírito. EM P P M M M E E N N gião tinha E e ins. quando e textos (não fossem limitaN em hipermídia E E EM os PE P P I P E E E S E N N P P IN discos mundial de SIN dos EM EMmelhoraram. toscano virou ou lêem. E SI SI E N E S E P P P M E E SI escutar N N N e é ensinado como trumentos. Até SI E EM imagens E P EM M M E E E ções. E S E E Nas culturas escritas. que suas tendências EM N E I P I E S E E S S E N P P ou a par. realidades I M E E N S E I M E P M E M SHá elementos. era E N EM IN M I M M SI S E P S E E M haver um idioma que fosse o predominante. universal total. há áreas ainda ilhadas. havia tantos dialetos quanto sa “ciberarte”. que E surgem EM SI PE M M de comunicação e interação S M N E P I M da cibercultura? EE E E tecnossocial movimentos culturais e sociais daM juventude). e/ I M EE S N E N N P I I I M M E S S N E nou-se o inglês comum. I S M N S E IN M EM M mun. A música popular é hoje ao mesmo tempo E P M E N sem serPúnica.para o compositor. músicas PE EE IN M M P S E N E Semelhante ao que aconteceu com os idiomas e Techno a M mundos virtuais. Ao mesIN IN M M EE S S M E P P mo tempo em que há uma “sopa”M homogêneaEEde se “acontecimentos”/eventos. SI EM mais EEM N P IN P PE SI eclética eNmutável. mas ção (que foi o que garantiu até EE sem SIN SIintegridade. SI e. nas obras.

EM M S N S E imensa. mais universal for a sua M E M N E N E E P M SI música. Musical Instrument Digital N NP E E S I I M M S S InterfaceIN PE PE M M EE saberes e produzir conhecimento. onde o professor uma obra P NP P I P SIe. I novo sentido EM traba. Uma M P S E E M novas IN NP EM préviaM EM delas S P I M Uma análise nos dará que (a) a velocidaé dos estúdios.Na digitalização N N E PE A Assim como a notação e a I SI com o Isaber SI NP IN M PE nova relação S N M S I S N E EE I S cria umaPE nova forma de sonorizar o mundo. SI QuantoM EM EM P P seguem secundários. EE e na interconexão PE IN SI NP redes inteEM P S I N M E I M N E da S cibercultura. Como O saber-fluxo. exteriorizam e modificam várias funções musicais produzida em qualquer estúdio digital seja M E E S IN EE Sde PE M NP EM cognitivas humanas: memória (bancos dados).PEE E P mentos. ser objeto de novas amostragens. A música digital EE EE alunos.EE são P P durante as festas rave E muitas vezes M produzidos IN EM de pedagogia SI ) novo Eestilo N P E N E S I I E E N S deixa de S acabadaMà comunidade. N formas de acesso à informação (por M são mais EE I SI digitalização N S S P N I E P S I S S EM IN busca.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE e S oral para outro ciclo de P “fechamento” da música (composição fixou os Imodos N E N N cultural. SI anos. É nessa editor. NP A gravação E N P I I M M E M S S N E E E paralelas paraP saberes “superiores”. sonalizada e em rede. IN SI e depois. obtidos no estoque de gravações disS P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M potencial de inteligência ponível. o trabalho-transação de conhecixagens exemplo: M M SI EE o gêne-SIN M PE IN IN EM EE P S S N EE indivi.aumentando oIN N EE NP S SI EM M P M M grupos humanos. P P E I E M E P P S gravação. A gravação S E P I I E S NP S S N I P I N M M gravação) estilos escrita e regulou S S mas N não desapareceram. lhante Na música techPE NP EM do de acordo PE à sua configuração Iglobal. e SI experiências SI N P E NP P I P M N S M nas atividades quiridas sociais e profissionais. Surge um P padrão (MIDI. percepção (sensores diOs músicos podem dispor suas obras para o N E P P E I N M I P S E PE IN IN NP M públicoSsem E N I S gitais. raciocínios precisar dos intermediários tradicionais: M S N I E P S E M S SI PE IN de fenômenos M (inteligência artificial e modelização EE dinâmiPE estúdios. programas). E de interpretação da música SI certamente EE Eevolução. M transforma mistura. entre tudo favorece ca coletivas que da EE novasEM E EM SI os efeitos EE outros. chos inteiros. com INa popularização E S E E S E N E M PE SI o sequenciador. ou internet) deve texto original Ie P E reinventados. de pré-requisitos e linhas SIN em deixou de M EE pirâmides SI circulação.EM no da S. (b) há um no trabalho: programas de mixagem e arranjo e o N E I P M E S SI PE Mquer dizer cada vez mais M EE IN transmitir lhar aprender. totalizante N ela IN final dosNanos PE E EE S N E P P P I I I E S S N N S N de gravação tornou-se a referência M 60. a comunidade virtual (os acontecimentos S SI EE EM num M NP musicaisPE rativas e todas as tecnologias EM M I E P E E S N paraM a aprendizagem per. os I N E N S SI P N I P S sintetizador.SIN SI que uma sequência de EM PE INinstruções ço dá suporte IN M E S N S E P M PE I mentam. da dedução lógica. PE NP NP EM de de surgimento ePE renovaçãoEEdos saberes ficou ferramentas como o Isampler . Enão M cada subconjunto deixa S NP N EM N agora espaços lineares. se organizansemeE N M P I I I I M E E E S S S S E P IN com os S objetivos ou os contextos. PE EE EM princípios EE P M S N E PE P I E M no cotidiação abertoIN e à distância) cibercultura: (na padronização MIDI P a interconexão S do EaD (ensino M N E E N I I N E M S hipermídias. Essas músicas feitas por amostragens S coletiva dos S tam. A cibercultura é fractal: SI EM PE PE PE aparecer uma forma IN abertos.World Wide Web (Teia M SI P EE I S E E P S N M tornar-se. nem definido do Pfluxo em circulação. novos SãoPE cada vez mais comuns músicas por amosIN estilos de raciocínio (que M E S S E N M M M SI (samples NP reordenados. as novas tecnologias da inteligência ro jungle só faz amostragem. S E P M IN N M E M N EM P EE de criaçãoSIe audição complexos). A criou uma S música techno N M outra tradição: N Ma formação. em poucos al. ao oferecer N S N E N SI um fornecedor de conhecimentos para ser um aumenta-se da SI SI a reserva EM po. No SI A gravação EM menosM PE será. P I M E M E N S M N E I E M P I E EE S E P E S imaginação (simulações). Isso P N P P I E M P N S P PE IN navegação.ser EM PE qual outros M a partir E SI E EMseus grupo N E P P I M E animador da inteligência coletiva de de dem criar também. num circuito instável e auto-orM E S E N N E P P M M M E SI SI 2) reconhecimento N N PE ad. oIN que favorece a globalização musical: E saberes PE EE INacadêmicos. o acid jazz se faz pelo I N M P P I S E S de jazz graIN coletiva mudam profundamente a N M N M dualSe sampling (amostras) de trechos Evelhos PE SI educação E M SI M E E N E E P I M P E E e O que é para em longo vados. (c) o ciberespaEE Digital de S – Interação NInstrumentos EM Musi. “tocada” em qualquer sintetizador do planeta. indução tragens EM PE em tre-M não dependem EE nem daEM EE ) ou por sons EE SI N E P P P I PE M M E E a partir da experiência) e novos suportes (mídias). realidade virtual). que permite S EM au. E P com suas S S N SI no da educação. arrancados N de SI IN . um M EE IN S EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 142 .EE que depende IN IN M da compatiSI E S S E N P E M M SI os saberes eEEcompetências bilidade técnica e da IN de PE circulação dos incorporar M pessoais EE NP S facilidadeIN E I M P P M S S aos sons.EM N S E I P S P M M E S E o principal N Pser De e níveis. miE SI bém podem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P e transformações.SIN E P P I M EE E E S N E P N P P I para tecnologias intelectuais que cais). INoriginais. telepresença. EM todos adquiridos E P S M S N E P E M P seu con-EM N A WWW AmplaEMundios estilos são sampleados. IN Duas M E N S SI N E M P I estão os três M socialIN S do movimento mudanças adicionais são necessárias: 1) a inser. é reinjetada EE EE arranja. Os dois N reconstruídos. em E P P M M E N N M N EE SI EE EM SI mixagens impossíveis de serem realizadas SI M EM NP EE ao vivo. EEM PE enrijece a música.M EE das ganizado de inteligência coletiva. intérprete. (lojas). o estúdio M SI SI SI NP EM I EE para performances EE M E S P CAPÍTULO 10 cada vez mais elaboradas. EE ser aprendido M SI NP mais ser NP coleta de matéria sonora E P M SI Ipode EE E prazo não planejado. virtual entre qualquer ambiente). concebem-se fim ou referência mundial. ou PE expõe a universalidade. E S EE SI N P I E M M P N S P IN precisamente com antecedência.

NP N SI N P M I I I M S prévia e S S permite a formula. IN M As metáforas EE S EM M E P P atividades. não oSé IN hoje. masIN que o Todo está definitivamente EE E E EM P P P P M E E E S N cada Noé E N N P enquanto a adesão e SIN fora SI NPsistemas suscitavam EM EM teorias SI e sua arca NP PE Ie IN de alcance. o que. Agora de o I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I aos outros o ideal desse fas. P SI neSI a navegação NP PE EE e ventos IN de estarNpresente! SI correntes Ncomunidade EE cessidade I P S SI A cientí. centrais com M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E das vezes. S P P P haverá vazante e não M EE S N E N N P I I I M M E tipo de S S Diderot eS d’Alembert M E Com a impressão.valores E N E E EE na es. P I S S IN E N EM M Iem M S E E fica trabalha com os dados numéricos armazenacontrários em longa extensão. bém Snão está congelada noEM tempo: incha. N IN EE IN M M SI S E P S E E M O livro. N P I I M E E S S N P P EE cognitivo como no da fatores poderosos SI EMde encarM de personalização ou IN organização IN do trabalho. SI é transmitido pelo livro.ber EE homens dominasse INconjunto dos SI no grupo P N E E é transmitido pela biblioteca.crita. IN substituir a experiência M EE S E P E ção e exploração eP de informação. as M EM E E S S M NP E E E M tecnologias devem ser pensadas como articulação nação de conhecimento. SI a participação NP EM P corpo eSIa M E agente estruturador. os daEM suas relações. SI E N E S E P P P M E SI outra pessoa N N emSjogos e diversões. se move EM N E I P I S E E S S E N P P M P M o saber eMse transforma permanentemente. S P M M E E E uma coordenação eficaz dos produtores de saber.IN mina o conhecimento. EE humanos SI SIdependem EE NP P I P M S Essas ferramentas permitem O ciberespaçoEE significa que pode ser INtas do ciberespaço. IN muito conteúdo através E I M S S N S a identificação. M E E E P emoção coletiva. do (links). escala ou cursus (já totalmente traçado) es. M acreditando que cada um tem SI de execução de certas IN sua oSconflito.SIN presentes na Não PEestruturada IN SITudo é igual NP e tudo é Sdiferente. EE um sistema M SI de comuniM EE N S E N P E I P I interconexão. Nesse dilúvio.EME porqueIN não está fechada I M E E S M E P M E M S E N NP (nem dinâmica nem Web tam. redemoinhos. EE SI E SI P PE P M E M N E mento trazidos pela cibercultura. de criação industrial. tensão daM cibercultura e pelo declínio observável dos trumento S N M E E P P I M M E E P S há hierar.SIN lo EXVIII. Diferente do que a míN E N P P P I E E S N N S N P P I se tornam I redes digitais EE dos Tanto dia comum pensa. onde cada S elemento é um N P I P M I E S N S N IN EE SI pacote de do S saber são postos em cheque pela exinformações e. M Não há I“substituição”. no pa-PE aprendizagem. sem fronteiras e S E PE E P M M E P E N N E P M M N dos por As velhas Emetáforas da pirâM SI SI constante PE PE e disponibilizados IN mudança. na maioria N e o surfe. além de as tornar únicas. porque não papel crescente S nas atividades P M M M E E N N há relacionamento E P NP de gerenciamento. ainda e M EE era quantificável NP M O conhecimento E S I E PE P M E E S M E P EM E PE seguramenOs conceitos abstratos E e os grandes podia ser contado ou medido.EEpré-escritas. o cientista: o saesperarPque um pequeE M . a NP a ecologia cognitiva P NP P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 143 . Na escrita. quando publicavam EE um terceiro NP M EM E P I M E E P N mento pelo S sábio. E No final S do sécu. S N P M I EE E há retorno. desenvolveram métodos como das ligações SI o SI EM PE IN NP só página. P NP EE PE M EE EE o telefone P NP alguns: P IN S N I M P I e criação de sinergia. a narrativa. EE de vista. conheci. S cínio. EM civilização P P PE I M N E N S N E M P SI não é mais a pergunta quia. de Nosso PE modo EEde SI das sociedades.M frentam ondas. mas “quem”. porém. Por trás do fervilham a multiN está aSIsimulação. na não o saber hoje são M que en. IN PE EE SI haverá. A simulação mente através da tela. mas abertura a inúmeros pontos SI “como” SINa nova ecologia PE in. www dispõe. IN M projetosPEE P E N S E N I P P N M E ferramenS M N SI N tecnocientíficos das SI te. EE é uma biblioEE velho morre. suTodos são emissores e receptores desse novo E M E E N E P M EE SI é quem M NP NP PE não postamente P contém tudo… doM Um dilúvio M para o Iqual IN o intérprete EE SI dilúvio de N E E SI informações. E P M M M E N PE M NP EE mente as EEvariação constituiu EE as “horas M consequências dessa SI diante da EM NPtela” horas P IN P P SISerão mesmo I EE E M E N S E P N E N I P I Pverdadeira uma e temIN de isolamento? Dizemos de alguém que lê que S SI PE ampliaçãoS da imaginação IN M M IN S S N E E S I M de pesquisa científiE passa “horas diantePEdo papel”?E Não. uma comunidade viva. I N que tem P E sem escrita. IN M P S EM N E nem “qual o critério”. I E M EE SI com a celulose. interpretável indefinidamente. mide.M M EE E P M N PE é cultural e é pela cultura EE EM SI EM de conhecer o mundo de. I E E S S N S P P A impossibilidade serão únicos. Nas sociedades dexação e pesquisa. A páginaEM web é um dos documentos que a EE ritmo. único.Eum EM ins. implica naEcorepresentação do todo.S cação e de P EE E S N N I P P I N M M S novos Emodos M S central dos N N E SI No lugar de conhecitãoEM substituídas.EEM pel de interlocutor. PE E capacidade I I E M S E E S N S E E N P P car seus saberes. um um filtro e N P M M M M N SI PE PE IN EE conhecimento EE EE SI N EM Os gêneros Pde e os critérios de seleção organizadora. querem nem impediu os Scomo M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N A capacidade de variar encontros S M simpósios. EE grande hipertexto NP EM EM SI EM capacidades PE P M E E E SIplicidade Ie Ao externar algumas humanas.M participação P e. de mas EprovavelM Mca. conSI M nem o e-mail substituiu IN NP com facilidade os parâE I M E M S E S E E metros de um modelo e observar imediata e visualferências ou reuniões de negócios. N M o “todo”EM M SI E EM acessado. NP EE A eficiência. em Mrespaço. determinam N M EM rápidasMde mundos complexos EM Os suportes M P I IN E E E E S S M N E M grande Iquantidade EE hipóteses. podia-se Na Encyclopédie PE foi assombrado SI EM provavelEM PE sa. ao mesmo tempo. pela Numa terminado.avaliação NP SI P I M M S P IN M EE EM EE de navegação. S as interativas são S N EM EM no campo SI compartilháveis. M quando um P SI NP estruturalmente). a M SI P NP E I P I N E S N I teca que queima.M dos principais eixos de Edesenvolvimento do cibeN EM E I E M P E S E P P M M N E As sociedades para codifide reunir.mente o ciberespaço SI S E e o mundo virtual substituem beres e propusesse E S S N P E I M EM M a comunidade IN física e a memória carnal.

O I E S M E E S E S E N E E ou mais P EM SI a máquinaPtão NPem conta. PE que.mana SI N socioculturais eMescolares na mesmo. 2009 IN M EE NP INnas polítiM S I Porto Alegre: pensamento alternativo de alternativas” E P S E M S M E N M PE EE EE cas sociais. E P S M S N E P E M P N de planos e guém. Imobilizou-se SI EM identidade e condição-cidadä. SI PE EE uma relação IN S E E P S N MDo conceito de formação. Em formar é.M critérios sação da interconexão. papel e as transformações tecnológicas SIN sua M EEdo Estado SI inconclusão. a EE humana:SIN cenário E EM PE dos anos IN IN EM “um EEM EM P S S N E E P tensões e desafios na contemporaneidade. Sa tendência M inconcluso do PEE homem de M EE como ser IN SI que é. levar M desenvolver E S E N N E P P M M M E SI humano”. M E P a formação humanaEenvolve IN e cultura vivida. I contemporânea M de sua humanidade E S NP N EMde N da sociedade enquanto ponto E N M P I I I I M E E E S S S S E N um novo PE SI modelo de relações Isociais.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E M EE S fecundidade heurística. por outro lado. S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M nômicos. do planeta. modelos superam os critérios anteriores M M E M N E N E P M M EE SI abstrata”. Etura. que disNP EM o homem. para SI IN contribuir com a formulação M exterior-interior. A crise da política. não como masEM cas. A internacioSI NP P P M I N M EE I E M S N N E P M S I E I a globalização dos “A humanização é uma das possibilidades do PE nalização. e consciente N S E I E S P M M E afirmada no anseio S N PEde liberdade. IN M E disposições pré-existentes. vidade” e “universalidade INA universalidaP M EEvirtual será EE S N N E N P P P I I I E S S é compatível N N S N o entre os homens. NP E N P I I M M E M S S N E E Eoprimidos. Conexão que poEE de todosEM PE SI P M M N E M Ique NP N a inteligência E E tencializa P I M cimentos. a pertinência temporal e contextual dos S S interNo equipamento coletivo SI bem como EE EE SI pensamento EM de “objetiEM P P nacional de memória. não é inteligente I N E E I M N S SI P N S M SI N SI EE que mas a inteligência coletiva. de luta dos I M E E E N E P P Proubada. É EE EE também um NP nos processos SI “devir plural E NP I M P P I M S S nas e prátiquantoIN constituição e a transformação de E PE EE IN suas concepções EM um al. Qualquer política de educação terá coletiva. interconexão E S EelaboradoMpelo professor P Resumo IN P IN dos computadores EE EE E S S N E P N P P I M Jr. Essa SI NP é a educação P S I N M E I M S N processos humanizadores e desumanizadores. P E ações educativas. N SI SI dade.Sa mundialização. surgem O flutua. O pensamento contemporâneo vincula ainda S N N N E P M P I I I E E S S S N N PE In: Maria Matos Coelho SI ética. assim.PE Formação é. E E P SI EM é a “ultima EM PE o ho.). bifurcação. enquanto referência para I N M P P S SIArtmed.PE NP EM levar isso ideal então. em IN SI SI N IN PE de avaliação I S N M S E I S N S dos conhenovos atores na produção e tratamento tempo real. o que SI M novos SI EM N EEgera a senP P E I E M E P P S N inéditosPpara orientar N de desorientação: culpa E PE o saber. “nova ordem mundial”. culPE SI e cação às grandes NP dúvidas: socialização. em última instância. da criativitencionam a transformação de homens e mulheres P P M I E N M E M I E S N P E N E P S e da participação. EM Inês de N I I M E N S So E P Anna Bellico Costa (Orgs. N da indeterminação SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S A EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO HUMANA: TENSÕES E DESAFIOS NA CONTEMPORANEIDADE? 144 . tende Antônio P Carlos Berardi E S N SI a tornar-se a principal EM INinfraestruIN M EE SI S N S E P M PE I M E E S N E E M SI NP PE M EM M EE NP SI M N E I E M P I E EE S E P E S N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP M E N I S M S N I E P S E M S SI PE IN M EE PE S E P M IN N M M M N PE SI EE EE EE EM SI EE P N EM P P I E M P E N S N P N E I P I N M S N S SI P N PE SI M SI EE SI N E IN P I M E S S E N M M M SI NP EM PE M EE M EE EE SI N E P P P I PE M EE a edu. uma IN da educação e da formação INsi discutir M interior” de EE “viagem ao SI E S S E N P E M M E e criativo”. I I P M EE E S S E P P N M M a imaginação N ponibiliza a SI PEmemória. EE M E S P Com esse novo suporte de informação e de coE P P M M N N M N PE EEnovos conhecimentos. EM municação.EM E Maria Inês de Matos Coelho. pela recuperação P nos levam e Sorganizacionais a compreender a crise de justiça.contemporaneidade. com todos. transação. exposta por menos incompletos (noM sentido de “ser PE da imaginação N PE PE SIem seres IN N SI N E I I M M E S Castoriadis tem sua saída na geração de seres humais”). pascomo caminho para um ser-algo. além de dar forma e S S Larrosa. M IN M EE EE e a experiência. S SI N E E P P I M M M E O ciberespaço. públicas e educacionais. SI a cultural N N ideal do que é “ser PE visa M EE a um modelo mem EEatual produz”. e comunicação. E EEmerS P N I E M M P N P à redefinição IN cados econômicos. SI EM PE o espaço PE EmEalgumas dezenas de anos. SI EE saber. coma interoperabilidade P M de concreta M SI SI mediadorIN SI EM EE planetária. EE coisa que SI Esse texto SI N P E NP P I P M N S M a questão hu. e gerenciamento ecoa potência de mutação e Itura N de produção. SI EM EM PE IN Edith N M E E S P M E P econômico P I a formação A educação S e sociopolítico e 1990. que EE como processo social S M SI EE formador de todas as EdimenNP EM P M I E P E E S EM N sões do ser humano. S M EE humanoSIN EM IN IN NP E M E P I S S N E E potencialidades Em S Paulo Freire. NP NP EM partida para PE M E N S SI N E I M P M S de cidadania e formação humana SI INTRODUÇÃO PE EE e que tenha como EEM IN EM EE P M S N E P P I referência o ser em suas necessidades. fragmentado.manos sábios.” (Paulo Freire). en.

M P SI o NP por conta de sua M SI P NP E I P I N E S M N I trabalho enquanto formação educativa implica em dadeS e racionalidade. NP EM SI Epela P P M E E E SItransformam EM a si próprios. ou N P I P Mda gir Engels. PE se opõe SI SI o ser social. Com HUMANA PARA A EMANCIPAÇÃO I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I pode “se” tornar. a reconciliação Esta. N N P EE ser racional Uma M SI EM exige adaptação. o homem. E S I E PE M E E M S M E vida. mudá-las é ques. construtores de M sua história. sendo dos indivíduos se tornarem NP M EM EM M fon. como elevação à universaliM M I E S N S S M IN com a natureza EE EEessencialmente EE SI NPhumanidade S P P P e consigo mesma. EE M foi imposto EE vidas. tizar. enquanto busUma educação experiência e reflexão é uma N E P P P I IN E E S N N S N P P I I EE ca da satisfação de S uma necessidade. se caracteriza pela ruptura EM N E I P I E S E E S S E N P P M P não sendo.M M EE E P M N PE M interação EE Meducação. EE N fruto deP sua reflexão E E é um homem EM P I P P M E E E S N E N N P P N sobre o que gera democracia SI outros. a autonomia dado que I S M N S E IN M porém. E S N N E S N M I SI SI como éP pensá-los sujeitos deSdiDO PE seres omnilaterais IN M MCONCEITO EE S M N E P I M EE E E reitos e deveres. educação N que Ptrabalho EE EE SI no e pelo N S I P I N M M S uma que M N e assi. emancipação e democracia. PE SI e saberes EE exercendoNP te de conhecimentos PE INOu seja. criar M IN trolar se podePE “se” Educação para quê? Para Adorno. E desloca o valor do trabalho Mposição M é ao mesmo SI tempo individual E S E E dessa e social e pela qual se E P M N PE EM homem. ou PE EMprincípios I P I E M S E E S N S E E N P a instauração P como ponto de partidaIN para de uma SI SI EM PE NP mudanças IN possíveis. SI IN IN M M de relações Eno agora. E espirituais. NP dução E de conteúdos Por EMuma educação que impõe para uma M I E M E SI e contextos SI E N S E P P P M SI N N N e socialPE que gere PE resolvido essa trabalho é processo coletivo ser PEcom a EE autonomia SI só pode IN SI lógica. nem SI relações Smecânicas.EEfruir EE Para isso. implifeita por quem é emancipado. razão pela qual tem necessidaEza. NP P salto doM ser natural para O capitalismo. pode voltar a ser uma fonte epistemológica berada. O primeiro problema M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E Mque deve M é que a organização ca em liberdade S e atual do mundo é seu S próprio P I I em condições N objetivas P NP PEforma que EE não se IN SI Nninguém EE fim e se I P S SI conhecer. saber e querer utilizar.mia ao E progressivo IN M P S EM N E plesmente serem subservientes a ele. Pensar PE DELINEANDO IELEMENTOS P M na ciência. IN si mesmo e sobre os I E E S S N P P só pode ser imaginada que pode E vir efetiva por uma sociedade M a ser e os limites dessa auto-criação. M O segundo. SI as posições. M com e o natural. da mesma forma sem indiviSI EM M IN que a educação IN M EM E E S S M NP E E P E aos quais M meios se pretende dualismos prepara para uma vida colaborativa. M . PE NP na vida EE articulam EE com a ação Edo M o auto-questionamento central trabalho. Com I M EE S N E N N P I I I M M E S S pergunta não S é o que N E isso. que S tenha formas transM EM IN PE cendentes M EE E S E EM na filo. poSI O ato do IN EM deli. IN e da técnica. e mulheres SI PE etc. é uma tarefa humana. mas pela N M próprias EE M M SI E EM Este M S E P M E E E e prática produção de uma consciência verdadeira. na ética.M P o processo M Nmas o que Eé PEDA EDUCAÇÃO SI E Gramsci. Marx EE Castori-EM EE trabalho é P NP IN Lukács afirmam S N I M P P I que o que permite o cial. cria-se NPe de construção E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 145 . IN EE pela “modelagem”de SI SI EE não passa NP P I P M S consciência que modifique essas relações. omnilateral. E S S M P P no aqui e Fruto ativas. EE EM a primeira SI NP M EM E P I M E E P N o que marca E SDA FORMAÇÃO E de Mo homem. com S N E E P P I M M M E P S E N N E PE Eautonouma consciência crítica Gadamer. PE no IN pergunta-se SI tornar-sePE N EE E humano. Como educar para a autonomia? Para Se M N E S E S N N SI EEà heteronímia. O trabalho.M P mais elevadas.potente eSideológica. sobre EM EM pessoas SI o que é. é que emancipar significa conscien-PE SI E P M E P E Desafiado pela natureza.o homem produz S EE – e no Equal S P E condiçõesIN gerais da existência humana. M de Hegel. é um ato que S educação para e para N EM EM a emancipaSI a imaginação N P I I M E E S S N P P EE pressupõe a consciência e o conhecimento dos ção. E E M S M E N S E P adaptação é parcial.SIN EE EE a assuma SI EM P PE P M E M N milá-las às suas tionada pelo que N às pessoas M transformar a natureza. SI NP PE Uma S IN emancipadas. há uma M sua próNP M seu destino. através P E E do trabalho PE não como pria lação entre educação. soM P e dos fins EE PE IN chegar. portanto. Deve-se entender N E E I E M E P E S E P P E de reformas não como fim. na arte. P INoutros homens. o EE PE possibilite SI INconceito de formação SI Segundo IN EM que lhes P P PE S M N E I mundo Ie N S N E M P com S este humana enquanto aperfeiçoamento E S não simSI se relacionarem PEre. colocando o homem IN por nature. política. Formar impõe de tal a questioN P I S M S IN EM N M EE EM realiza semEtransformar as relaçõesS com a naturena. se pode conSI S E que é que o homem E S S N P E I S reEM EM fazer. adis. EE M P E E N S E N P I P P N M E M N SI N mas pela aquisição de Suma que pessoas. para ao final. mas como até mesmo Mchegar aos N e lho IN Nnorteadores EM meio. SI za e com IN PE EM e. EAo SI pensar. E E N E I M E P M E M os bens materiais Ee S E N NP Para Hegel. EM entre os SI o traba. É poder usumonta aoMhumanismo no séculoSIXVIII.ampliem a capacidade P I M E E E E S S M E autonomia N E P M da Eautônomos. depois. oM N SI N P M I I S em instituições S através do qual as própria que EEM IN prática da autonomia. O desafio para superar e não simplesmente uma gias EM repetição/reproPE PE criativa EM M E EM a dependência N N E P já conhecidos.M E samos para as funções da seres. espirituali. FORMAÇÃO HUMANA: N P M M M I E E N E E S N P I P M EE S N E homensIN sofia. E I M S S N P S I E nova sociedade. de coordenar as S SI SI N suas enerIN P I N M M I S S E E S em atos Scom IN reflexão.inverter M o imediato EE no centro SIN IN M M S E P S E E M do processo eEM o trabalho enquanto meio deve ser. EMum fim.EEM P IN P P SI E M E N S E P N E N I P P a possibilidade E rém. é formação. mas E SI aprendem suas leis para. dade. o que P E N para atinPE EE E como emIN SI NP de de formação. imP ignore essa IN homens e mulheres aP dominam. INpela mera transmissão de conhecimentos.

Ede PE função conceito. coisa. vêm Ssendo formuladas entre e paixões. da sociedade da base econômica Màs transformações I SI vida. negro. M E do homem e de seu cacionais convivem e se confrontam: M manização E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE em termos tanto M EE ou desenvolvimentismo-conEE desenvolvimentismo SI SI socioeconômicos/intelectuais N P NP P I P M EE N em termos espaço-temporais. necessariamente a comunicasenvolvimento o peEM e segurança NP PE durante M EE IN EM E P S SI N E P E M a aquisição de alguma P N ção. PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M para camente. Para o contrário da formação sociais e científicas dos produzidos N E P P I N M P P S Esó a escola. EE P E E E P P S a reprodução N N E absorvido. de lazer.IN sem a qualM não há mundo P N hu. ético.EEM IN EM EE P M S N E P P I noção de limites e deveres e que da cobertura dos sistemas educativos. E respeito S P INvisões da universalização SI NP e melhoria EM A cul. daí SI também instâncias EM PE de expressar-se. Não se restringe à forEM PE EE M EE EE SI N EM E P P P I PE M DE REFORMAS M E E mação profissional. A cidadania cultural jas famílias e S empresas. Para isso. da organização NP EM são sobre PE IN M E N S SI N E I M P M outro. I I P M E S S E P N M de dos processos culturais. EEM modifica. Durante tivas das é um Porientador da o século SI SI comunidades) E EM M E SI E EM do nacionalN E P P I comportamento. e..como umaEE IN NP NP EM cola. política. das a educação. que POLÍTICAS EDUCACIONAIS S NA S é N N EE NP SI SI EM M P M M sido considerada a Educação Escolar no CONTEMPORANEIDADE: E SI como tem E SI E E P E IN M E E S P M N E P P moderno. servador. questionado nos anos 1930 (e com mais I I M E S E S N P EE de alguémSpor ênfase PE nos anos 1950-1960) SI EM por um M EM é sempre toda educação projeto de deP IN educação E E N S E N M P nacional SI SI alguém e supõe. SI EE P N P P I E M P E N S P E Pe IN IN N diações existenciais: do E trabalho. A educação. enquanto M mo. IN M E M E S SI balho são N E E P e trabalhar.colarizável. a transmissão. PE IN à IN SI N M e reproduzidos. ensinar. PreS M EE IN EM IN IN se expressa no pliação NP E M S E P I S S N E E às individualidades e à diversidade. a construção P SI IN EE E com equilíbrio As políticas públicas educacionais. de solidariedade. é colocar P E alguém em presença anos 1980-1990 por N SI que ain.EM EE M S de interrelações NP mano). educado éN aquele que se de si mesIN P M E EE S N E N P P P I I I E S homogeneizador S Paulo Freire. de aprendizado e de Fábricas. NP ao mesmo NP em mação.) intervenção no Smundo. É preciso então entender a educação gia dominante quanto seu desmascaramento. Para isso. EE envolve PE I IN EM SI EE P EM S S N EE E P três aspectos. homem M M E M N E N E P M EE SItornou condutor SI EM algo esEM deles. os projetos eduN M hu. N padronizável. dosEE anos EM S SI P N P I E M M P P IN um mundo IN 1970 para cá. é uma forma de E P P M M E N N M IN EE SI EE EM gena. de de comemoração e de traNP Eparticipar EM SI de pertenPE celebração.Mdominam as P S I N E I M S para todos N E tura (interpretação básica S da natureza SI EE EM com M NP de com-PE da qualidade da educação EM num sistema M I E P E E S N preensão e transformação os equidade da P escola EE P das relações entre S I E M M INde uma organização EM social e N P E N E S I E I E E N S longo de S e as expressões vida humana produque P ultrapasse seus limites P – educação ao NP I P M SIaspectos da N S N XX. mundo TENSÕES EN INDAGAÇÕES NOM M N SI vista assim. Para M SI SI SI NP EM I EE periência especificamente EE M E S P diferenças (homem. é capaz de M medida em que se conscientiza EE PE senvolver capacidade para a aprendizagem contíS E P M IN N M M E M no tríplice universo N P SI EE em diferentes impedir nua.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E E M cultura aINfim de que Eele S a. S EM e construtiva IN da e social. N N S ex. face N S S P N I E P S I S cultura.IN cer inclusive artistieducadoras.. Sem como M em que EE emoçõesEM IN res. a NP EMe terreiros. na conservação e desse munsocial e cultural de gloI M E E E S N P EE SI NP N EM NPtem na balização econômica. indíhumana. aceitação do do trabalho. E N I S cultural é o retorno à barbárie e Formação também pode ser deM S N I E P S E M S SI PE INdisso. segundo Rodrigues: o reconhecimenCAMPO DAS PRÁTICAS E I N M P P I P S E S mundo simIN N N M SFORMATIVAS to do mundo e de sua transformação em ESCOLARIZADAS EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E E bólico (a S linguagem. único espaço I E S M E S E S N E E PE EM que a produz e SI Pcultura. segundo P I forma especial de o homem apropriarArroyo. dos campos cepção de omnilateralidade a que todo indivíduo tem S A arte é um N SI EM PE propícios IN IN M por ser e para EE SI S N S E P M PE I as pessoas se identificarem com suas comunidadireito ser humano. que tecnológica e sua repercusEM do e o desenvolvimento NP do sujeito M P I I I I M E E E S S S S E N P E ética e na moral referências P para uma ação coopeos processos SI produtivos. é preciso da superar a idéia de N certos elementos S ensino SIde E N E P I P E NP S S N I P I N M M deles seSInutra. situações e circunstâncias da EE das me-EM EE EM esse retorno. M camponês. Esse PE porém.EM ríodo deIN dominação militar. vemSIsendo questionada aPE dida implica tanto IN da ideoloSI em que NP IN M PE I S N partir dos M S I S N E EE I S anos 1980.M EE IN SI EM NP P S I E M E S P M IN PE EE E S N P M I E N M M M S P N SI EE EE EE EE SI P EM IN P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 146 . Ptrabalhador industrial. jovem.PEE N S I E S P M M E S esferas econômica. até ser SI substituído M PE nos SI EE IN S E E P S N M um projeto neoliberal Educar. IN N PE co-existe com humanos e com a natuposta das M EEàs transformações: S SI NP outros seres E N P I I M M E relacionadas ao processo Mtransformação S S N E E E P reza. do papel regulador SI PE EE do Estado e da am. S N E N I M P como Para Forquim. P M M a con. mulher. A esM E P S E M E não é o M M de for. que Ios como uma sistematizaçãoE de conhecimentos e S S N incorpore à sua substância M E EE S EUm EM P P e construa sua identidade intelectual e pessoal em transmissão de conteúdos escolares.toda EE SI a vida. à empregabilidade PRINCÍPIOS E S ou ao desenN N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M volvimento de competências para o trabalho. Ipor na meM a ser SI EM NP isso. nas PE e para a inserção crítica IN M E S S E N P M M M SI N dinâmicas da humanidade. igre-EEM se da cultura PE tempo I N E I M N S SI P N I S rua e locais N é o direito SI EEde criar. com S rativa.EE EE S conhecimentos E P S humana. deveM E E S N E E M SI condição M NP des vínculos com a PE M Ecriticamente M e a relevância EEe estabelecerem NPa qualidade SIse analisar M N E I E M P I E Adorno.

Os princípios M fundamentais popular.compensatória. Os estudos vëm depal). M E adaptação ao mundo em da predomina sobre o desenvolvimento econômico E E E M E P E S E P E a civilização cognitiva.PE P P I P M E E E S N E de mudança. coordenada por Jacques Delors. definem-se as ferramenP NP EE instruído. So M M EE N S E N P E I P I ampliaçãoNda autonomia humana.M discursos dos SI organismos E S E E de problemas.IN S é formada S numa escola E de adultos.EM M vel. a fazer EM PE sobre oSImeio M EE 1950 até Emeados E E P envolvente). legitima sões. NP M no indivíduo. e a taxa medidas por oito anos (ensino fundamental). entretanto. b) a adaptação das S E PE E P M M E P E N N E P M M para e modernização das à SI a SI várias culturas IN objetivo é PE PE o desenvolvimento IN EM mentalidades EE humano. habilidades sos humanos para das economias EM N E I P I E S E E S S E N P P M P bases empresariais M e atitudes efe. no sentido da inclusão nãoPEE desenvolverem-se produtivamente. M redefinindo o espaçoEE e do lazer. Numa abordagem países na ciência e tecnologia. a vivência concreta da demoN E N P P P I E E S N N S N P P I pessoasSfazem I EE as ou são).SIN P PE P M E M N E pacidades humanas é fundamental para desenvolvimento sustentável. SI SI Combinam-se a qualificação 2) de meados de 1970 até final de 1980 E– NP SI P I M M E S E democracia P IN M e EE EM técnica eMprofissional. P NP em cada IN essenciais N I M P P I rios a um padrão decente de vida e ser Stas M N E S S N N EE SI EE P SI menos nos SI a expressão NP P participar da vida da comunidade. diminuindo a distânE M E E N E E P I P P M E S para prograN N PEao infantil.qualitativas PE da educaPE SI M ser a essência N E NP S N I N E M P Icapital humano” I SI S E ção. mas SI das profisN P M I I I M S S S as desi. o cálcuI S M N S E IN internacionais. os oito anos do ensino funde para o M da equidade. entre modernidade M EE S N E N N P I I I M M E a relação S custo. levando emSIconta valores N ser EM Com isso. O pressuposto é Ede ca E(vida em comunidade). da cultura INEsse discurso. Para a ComisIN M P E E N S E N I P P N M E diferenças M N SI e CaribeS(Ce. Nos anos 1990. a escrita. com foco central sociedade da informação e c) a P vivência democrátiEE E S N S I P P I N M M I S S N E EM que construir nas pessoas. equipara-se da infra-estrutura tecnológica. S N P I P M I S N N S N M edu. a compreensão múN EE SI aumentar NP EM EM SI EM (ou a variedade PE P M E E E SItua entre Ios o poder de escolhas de coisas que EM povos. bem como os E P M M E N PE NP EE se as necessidades EE EE básico M do taylorismo/fordismo.M M EE E P M N PE M volvidos EE M EM para suaIN SIque vive. porém. EM três são EM pação.IN locais. o comportamento social. da M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E crescimento Unesco. EM EM M P I M E E E E S S M N E P M EE hierarquias as PEdesen.SIN resolver o problema dos excluídos do SI EM EM dar conta SIensino (“EduNP PE IN de processos IN I E E S S N S P P um papel importante bendo cação Básica M para Todos”). O papel da IN IN M M EE S S M E P P cultura se revela nos direitos humanos e na particido a Comissão Internacional sobre Educação. a viver juntos E (participar 1) dos anos de 1970 – eduN M M N EM EM SI NP PE I P M I E E EE S N E e cooperar comPoutros) e aE ser (integrador dos três cação e desenvolvimento. N N P P ente para ca. Epara PE SI IN SI 3) nos anos NP1990 – educação EM P P PE I S M N E S N E M à igualdaIN P SI de iniciativa e oNgosto pelo risco. IN atividades PE qualiEE também S SI NP de melhor NP veis. oral. a caçãoPE e S N M E E P I M M E E P S N N E E EE aptidão o trabalho em equipe. bem SI no SI NP PErecursos humanos. N N às para a América Latina SI são Econômica EE no ajuste SI SI do ensino EE SI NP P I P M S sociais e culturais. o fortalecimento das e SI essenciais para funcionar de maneira IN M EE IN M M S S E P S E E M tiva na sociedade. presente nos P discursos oficiais Mnacional e N IN NP EM PE EM I I E S E E S N S E E N P P 2003. Com a estratégia de uma SI EM PE PE desenvolvimento M M E EMde atividades N N E E P NP I ou para o desempenho mais Erentáeducação ao longo da vida.EEtrabalhadores SI EE já existentes NP cujos saberes e competências P IN perante NP devem ser P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 147 .outros EE aprendizados). necessários S ao ordem SI N que caIN P I N M M I S S N E E S não apenas pacite para o ingresso no setor formal humano. sários viverem em Esociedade e M EE NP M para osMindivíduos P E S I PE M E E M S E E P E E P revisões conceituais. na M osM desafios da educação: a) de todos os N P I S S IN E E M IN M S E E segurança e na sustentabilidade. A lógica dania. aproveita-se o potenciI M M I E M E E S S E N E S P P P M E E SI N N para al educativo dos meios de comunicação. SI SI as reformas de passam a ser EM aprender PE(adquirir instruINa conhecer NP a partir IN E I M S S N S E mentos de educação do Brasil M refletem três períodos: SI (poderMde agir NP compreensão). a solução E M conteú. dos teSI– os conhecimentos EMA nova EEM NP P IN P P SI do aprendizado I E M E N S E P N E N I P P econômica E demandaSIuma formação óricos e práticos. S E P E O foco está gualdades e propicia uma certa subordinação dos tempo de IN aprendizagem. Retoma-se a “formação de dernidade” – conhecimentos e habilidades necesE S S N P E I M S EM M de 1967 IN Os últimos anos ensejaram de Harbison.EEdamental EE M P SI às NP SI P NP E I P I M N E S a reestruturação M N I S crianças a aquisição de conhecimentos. SCaberia àSIeducação o M EE ca. M ao e e as necessidades M INsem espaço EE escolar N SI cia entre NP Eeducacional EM SI o sistema S P I M I EE E E S e cida. ser necessáinternacional. P como no N P econômico. a capacidade e equidade social.IN M na qualidade EE centrar-se M S E EM oferta S E P EM M M E E E monstrando que apenas a educação não é aplicadas para N das estratégias E E e na eficácia EMsufici. O educativo. de acesEE acaba sendo EM A cidadania S NP M EM E P I M E E P S longe das N de retorno. superamM lo. Da mesma de forma. Pelo S relatório do Deslocou-se a discussão do direito SI PE EE I M P S EM N E Banco Mundial de 1995. Pelo como a M leitura. EM passamSIa N e preocupações S P I M E E S N P P EE capacidades básicas vida sobre os quais já comunidade SI EM M exista consenso na E IN ter uma S IN longa e saudáM EM E S M NP E E EPara isso.EEM dade. E IN SIo ingresso E desenvolvimento IN P S SI dos na paz. Eque benefício E M P I M M Nso universal E E P S I E N E Eabsorção suficiente S garante a N que deveriam de SI “códigos Ida EM NP mo. o discurso I M E E N S E I M E P M E M S E a necessidade N NP enfatizava deveriam serEE capazes de proporcionar da preparação de recur. ter acesso aos recursos PE EE capaz deEM E etapa daSIescolarização. segunSI ao Estado. cracia.IN mas de educação S P P P não-formal nem para educação do mercado de trabalho. a equidade deve da INindividuais. No século XXI. valores e atitudes.

SIN S N S E P M PE I e as Limitadas. Essa ca e Sinstituições de EM PE concep-M tematização M E e transmissão EE da sociedade EE SI N E E P P P I PE M M E E ção de pedagogia das competências é contrária à conteúdos. dotados de esperança. S E P IN N M M M N PE SI competências EE acrescentar põe políticas. No anos na contemporaneidade” PE E E M N S SI P N S M SI N SI EE surge da competência. de bases para a Responsabiliza-se o Icional N S E N N E P I I P E S NP S S N I P I N M M pulação. para nós. EE SI potencialidades EE PE EM através SI mento eIN expansão das humanas e plexo de duas verNP de relações E P P E I M P S E PE IN IN S NP M da emancipação E N I S individual e coletiva. normas de trabalho. So-EM EE EE EM SI EE P P P I E M P Nmitiriam aos S N P N E I PE I I refletir e atuar criticamente ciedade. porém.Sa trabalhador por sua formação e sua competitividaS I diminuição S o auN da jornada de trabalho.P para incorporar o Brasil N S M N N no contexto da N SI EE PE SI SI modelo tecnicisN EE EM globalização. uma concepção produtivista e pragmahumano. 1960. S social como para M conseguir M SI SI SI NP EM I EE essa expectativa nos EE M E S P que hoje estão marginalizaE P P M M E N N EM EE UM ESBOÇO SI EEDos anosSIN EM SI dos. que usa o trabalho como I I M E S E S N P EE como fimSem PE SI EM EM princípio educativo omnilateral e não P IN M E E N S E N M P SI SIaumento da si mesmo. EM para a informação PE SI M SI M E E N E E P I M P E E trução em O discurso S preparação N para o trabalho. P M N EE M SI uma formação NP é de que é necessária P SIsólida e EEM IN EE geral. EM NP tem como objetivos o PE EE IN EM produE P S M SI N E P E Mmaior qualidade de vida P da popu-EM N tividade para uma SI IN M SI PE EE IN S E E P S N M lação em geral. EE a edu. ou contrapor-se à PEE I N M P P I S N E S N N SI na e pela tista de educação. nes. S SI competências NP intelectuais E E P P I M M M E e técnicas..) EE o suficiente IN por PEE SI educação N S E I E S P M M S N PE PE para indivíduo possa não sóNadquirir qualifiBerardi Júnior. EM humanaIN EMensejou uma reSI PE final dosIN NP nal nos anos 1960-1970. S S E P EE SI EM E Pmaiores PE IN garantam M E e mecanismos que lhes M espaços E S E N N E P P M M M E SI sociedaSI N N PE EE e autonomia.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE E E IN M N S EM P N P I P S I E científica E M e tecnológica EpoS no interior das organizações. as organizapação humana. Superação essa que nos torne seS E P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M cionais ou metódicas. N Segundo Kuenzer. assim para para SI uma educação PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M o mercado. P SI numa P atualização do N M E I SI N E P S I N M E I M S N E ta. apesar de inS SI EM PE IN as sociais res utópicos. é preciso reconhecer. Por outro lado. voltada eEM insbarbárie educação. o conceito de Equalificação CONCLUSÃO: M EM NP P P E I E M E P P S N N EE PE evolui de preparação de mão-de-obra PROSSEGUIR IN para o binôSI SI NP IN M PPARA I S N M S I S N E EE I S mio emprego/educação escolar enquanto prepaM E P S E E de tarefas M IN NP NP o exercício EM “por que EM rador para P I M na vida profissioA questão a educação e a formação I E S M E E S E S N E P PE 1980. que N perbalho em uma formação omnilateral. imediatista na relação mundo. direitos Um novo projeto de M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N feito por uma educação S N E N I M P de. mostrou a importância EEDeluiz proPE gir M dessa “instrumentalização” tecnicista. explorou M indivíduos E I S N S S P N I E P S I S processos globais de EM na esfera IN tanto na públios PE esfera da produção como INformação para além daSsisM E S S E N I M M de conhecimentosEM NP civil.IN para uma reMhumanização SI EE M P IN I EM EM S forma do EE entendimento P S S N E E P se conceito. ao muncompletos e inacabados. ou. P E aumento do nível educaN através do SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 148 . SI do trabalhador EM EM P P mento do tempo livre e a garantia de de no Uma elevação nos M M E M N E N E P M M EEse acesso SI necessária SI EM a bens e PE indispensáveis PE mercadorias à digníveis de capacitação é IN tanto para P M EE E EE S N N E N P P P I I I E S maior mobilidade N N S criar nidade N da vida humana. eMatualizá-las Npara M P I I I I E E E S S S S E N P E no trabalho. É preciso futentes estudadas. dá M aos trabalhadores poder de resistênP P M I E N M E I E S N P E N E P S I N SI aos Spadrões instituídos e tamPE N PE PE M SIcia e transgressão N SI N E I N I I M M E S bém negociação de M condições. Vimos também que M E E S N EE SI e comPE M são insuficientes NP do trabalho. as comunicativas. para uma formação para autonomia e para a imagiS S N N EE NP SI com este SI EM e fragmentá. EE EE mercado de empregos. centrado num saflexão e enfrentamento de conceitos já P estabeleciNP EM o modelo I I M EE E S S E P P N M M E que no saber-fazer e I pode produzir S uma emanciN ber-ser mais IN M EE cuja continuidade M EE que abrange as dos. EM S EE SI P N P I E M M P N S P elaborado IN M (dada pela ampla Resumo M básica. A primeira. M SI EE NP socialPE EMcomo atividade M I EE P E E S EM N e coletiva. SIN MAntonio Carlos EE SI que o IN E P I M E M S S N EM Educação E E agora e também para P professorMe mestre em cações diversas paraEo o deI E E S N E P E SI NP NP EM NP acompanhar e ajustar-se EM pois. N Educação e Formação Humana.. S o trabalho. em síntese. IN Mcomportamentais. Trabalho M S N I E P S E M S SI PE IN central do traM e Formação. a segunda. Educação. deve conduzir S P P IN IN IN EE EE EM S S S N N P P I E I M perspectiva da qualificação como relação social. A educação. E SI dado que E SI E E P E IN M E E S P M N E P mais doEque para uma P ria. Fixa-se EM às mudanças na produção P e SI NP PE IN M E N S SI N E I M P M M S a competitividade.nação M P M M é individualista. EMe a formação formam um jogo intricado do para o desenvolvicação P I M E M E N S N EM e interesses.

SI M EM E P I M E E P e Stambém ensina a pendos educandos.25). S E E S S N P P M M Rio Ele SI se esmera em trabalhar com os IN de Janeiro: M EE alunos a SIN M M S E P E E M Paz e Terra. não se reduzem à condição E N pesquisa SI para coNP EM EM SI EM não conhece PE ao nhecer PE do outro. estiEEdo educando. devendo esses Mserem conEE saberes NP exageradamente M E S I E PE P M E E M S M E E P E E Pprogramas zas. O profes. M EM E E S S M NP E E P M M a curiosidade ingênua. mulando sua deixando NP M EM EM M P I IN capacidade M E E E E S S M E N E P E PtransfeSI“bancário” EM EE NP de ser um professor PE IN NPaquele que E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE P IN Paulo conhecimentos.Ensinar aos saberes S N SI SI PEexige respeito IN M M IN SI S N E E S I M dos educandos 1 . O professor sar de suas diferenças. NP EM dos objetos N P N I P M ximar do conhecimento. indispensáveis a essa I P S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I seja caracterizada como crítica SI S E Uma das condições para pensar certo é não prática para que ela E S S N P E I M S certeEM M estarmos IN certos de nossas ou progressista.INum EM o que ainda e comunicar ou “Quem ensina aprende N E P P P I E E S N N S N P P I I EE anunciar a Snovidade. Ssibilidade M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N a “curiosidade que leva ao conhemétodos o ensino que S M SI M de ensinar. estimulando a E capacidalheres. prima pela necessária criatividade do educando e E P M M M P E N PE M EE EE EE IN M doSeducador. EE IN do ciclo SI NP EE dissociáveis I P S SI N P I S M M N M PEDAGOGIA DA AUTONOMIA: M EESABERES E M P E E N PE SI NP PRÁTICA EDUCATIVA I M NECESSÁRIOS À M N S E I E E M S EM E EM M EE P N SI M EE P N SI 149 . M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E M ses saberes. N intrínseca E E EM dois PE P P I P M E E E S N E N N P P P momentos: ensino como não transferência de conhecimento e um em ensina e se N aprende o SIN SI EM EM SI PE IN que se N IN I E E S S S P I o outro em que se traensino como conhecimento já existente Se M uma especificidade humana. M E E E SIde objeto. EM EM Freire IN PE IN re conteúdos.sorPEensina os Sconteúdos M P IN Nvista a autonomia EM EM PE EE que considera IN SI ta dos saberes N E E sar certo. à medida que vamos intervindo no mundo. S E P E de arriscar-se. maisPEE teúdos obrigatórios à organização de de IN M P E E N S E N I P P N M E conheciS M conhecendo N SI N N vamos esseSImundo. NP E I M E M S E S E E cimento mais elaborado do mundo.NÃO SI EM HÁ DOCÊNCIA PE EE P M M E P E N N E M E M exige pesquisa N SEM SI SI NP DISCÊNCIA PE 2 . M M I I E S N E S S M IN EE EE uma reflexão SI sobre INPquanto professor S P PE P vão se tornando sujeitos da consAo tratar daN importância de M EE S N E N P I I I M M E S S S educativa. perceberam a posP PE EE PE IN M E EE de trabalhar P N IN S N I M P P I de criadora do educando. SI EM NP P IN P P I EE E M E N S E P N E N I P P 3 . o nosso SI formaçãoSIdocente. os sujeitos.NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI M EE M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI M M EE P N SI CURRÍCULOS E PROGRAMAS M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM E NP SI EM E NP SI NP SI M EE P N SI EE EM PE PE M EE P N SI M EE P N SI EE P N SI M EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI M EE P N SI EM PE EM E NP SI M EE P N SI NP SI M EE P N SI M EE P N SI S E N M SI EE 1º . socialmente aprendendo. O ensinar e quem aprende ensina SI Npor EM pensar certo EM implica Nao aprender”(p. cial dos alunos.Ensinar exige metódica E rigorosidade E S M EE EM NP NP EM E P NP I I M M I E M E E S S E N E S E P P P M E entre os SI deve reforçar N N N a capa-PE É preciso estabelecer relações democrático PE sabeEE SI SI O educador NP N SI N P M I I I M S e a experiência S S res curriculares fundamentais so. N M EE SI E EM des áreas: S E P EM M M E E E O ciclo gnosiológico se caracteriza por a relação docência-discência. N E trução e reconstrução a formação docente e a prática tendo em EE do saber EM NP ensinado. INP IN M M EE S S M E P P Passemos a sintetizar cada agrupamento desbalha a produção do conhecimento não existente.Ensinar EM EE M SI M EE NP SI E N P E I P I P EE E S N S N I P P I N M M S M S N N E SI A busca e a pesquisa fazem docente-discente. Paulo Freire Etra. agrupando-os em M três gran. Freire defende IN epistemológica”.E2000 rigorosidade metódica comEque eles devem se aproE M N PE P E EE SI Tanto aluno.INmento é histórico.EEM cidade crítica IN M a sua curiosidade. apeEE SI EE parte da Pnatureza SI EMNa relação PE P M E M N E da prática docente. para que ele desenvolva e a necessidade maneiras. EE SI EE NP P I P M S Discute os saberes. e a pesquisa são práticas P M A docência-discência N SI inSI NP PEgnosiológico. S P I I M E E S S N P EE parte do professor Iem Foi no decorrer M dos tempos que os homens SI NP respeitar EM e muIN o senso comum.

PEE M P S E E M IN NP N EM EM P I M ral.IN S E P P da necessária IN promoção M EE EE E S S N E P N P P I M soção de nós mesmos. PE EM SI chaçar o treinamento pragmático. EE risco. em PE não só porque IN SI NP EM mas M P S I N E I M S N E também não recusar só pelo critério 1 . NP da de quem se opõe PE SI neces. PE PE é o desenvolvimento osidade va IN da curiosidaP M EE E EE S N N E N P P P I I I E S S é a superação N N S a criN da ingenuidade para M de crítica. N E I I P M EE E S S E P P N M M e a boniteza E na formação do professor. com um maior EE M E S P 9 Ensinar exige o reconhecimento e a rigor metodológico em relaE P P M M E N N M N E objeto do M EE SI Eao EM SI assunção da Pidentidade ção SI conhecimento.IN N PE generosidade. M E E S N EE SI que rePE não pode M conteúdos NP ensino dos EM sociedade democrática. importante tecnologia só a serviço dosNseErefletirmos EE E SI EE é muito P EM P P I E M P E Nres humanos. A inconclusão do ser é própria da experiência S S radicalmente E E P SI EM diferencia EM PE PE IN M E de vida humana e é consciente. da genuidade à criticidade. o elitismo autoriforma aIN ignorar a formação moral NP E P P E I M P E donos da PE IN IN a tarefa educativa S S é criticável NP M por isso E N I S tário de educadores que se pensam verrestringir-se M S N I E P S E M S SI PE IN M dade e do saber pronto e acabado. S M E M S S N E E E P mento. M SI SI SI NP EM I EE ticidade. P É preci-EM tem a liberdade N damental a reflexão de opção. M N E I E N I I N E M S E P S S N SIaceitar o novo é novo. que necessariamente devem ser valoriza5 . temos O acontecer de P I M E M E N S N EM EE SI EE dos educandos. cuja abordagem S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M podem enriquecer muito o entendimento sobre IN o 6 .Ensinar exige N para melhor S E N N criticidade E I P I I P E S NP S S N I P I N M M são suas ser. Para isso. o que os M E S E N N E P P I M M E EM. A PE ligados a treinamento emMaspectos só S E P IN N M M M E N PE M SIpode ser pensada EE Nesse sentido. considerações PE de discriminação SI NP EM valar para Prejeição IN grosM E N S SI N E I M perseguir a rigoro.PEE M .ceitual P S M SI N E P E M crítica sobre a prática. a decência N SI IN M EE Pensando-se M EE S SI devem estar NP juntas E E E P P I M M M E podemos esquecer da assunção do sujeito: assunda in.EM P M S seiras. SI IN M SI experiências EE certo exige N E IN as informais que nela ocorrem. emoções. M EE E ficados. EE técnico. EM é fun. estou pensando certo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E analisá-la. PE N PE PE M de gênero. que falta SI aos animais. M Ecultural NP a procura EE de maior P E I E M E P P S N N E PE exatidão. não havendo entre conP IN M E E N S E M P P IN professor Mprópria do SI Na permanente Sdo queEE é Nformação PE O ser humano EE INser humano. de raça. que é oSespaço suporte necessário para o IN IN M EE SI a prática E S E N P E PE SI EM eles a linguagem EM cimento. ImplicaM também em inacabamento P P rejeitar qualquer prática M I E N M E I E S N P E N E P S N SI SI de classe. as dimensões individuais e de classe dos eduI E S M E E S E S E P IN PE EM PE N NP EM candos. Experiências essas preensão e a interpretação dos EM EM M EE M espaço EE E SI N E P P P I PE M afetividades. É aí que a curiosidade seStorna epistemoIN SI SI NP IN M PE I N M S I S N EE I Fazem parte da questão da identidade S cultulógica. aceitação M P I I I I E E E S S S S N P EE a qualquer forma análises simplistas. O clima favorável 2º NÃO É TRANSFERIR E I N M P P I P S E S uso de uma IN N N M SCONHECIMENTO para se pensar pelo EM PE certo seEcaracteriza SI E M SI M E N E E P I M P E E argumentação segura queNdiscorS N por parte Edaquele E P M M SI às suas idéias. capazes de S P E distanciamento da prátiso fazer umaIN operação de Somos seres intervir no I EE IN M S EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 150 . pois SIde discriminação.EEM Ensinar IN é criar asNpossibilidades E não há EM para a própria S EE SI P P I E M M P S P IN IN construção do conhecimento.Ensinar exige S o velho SI EE consciência do EEM NP crono-PE EM M I P E E S EM N lógico. EE EE seres humanos SI SI exige reflexão N P NP P I P M N S seu cres.Ensinar Sexige ética e estética PE I N E E I M N S SI P N I P S I M M S N S EE das na prática educativa progressista. IN M SI PE EE IN S E E P S N M éticos. E Mpercebê-la EE S ca como é e quais 4 . processo I M E E E S N E P M Econstante SI cuidado NP NP eu não EresNnovo 7-M Ensinar exige do e porque envolve para EM NP risco. S N P N E I P I N socializante sobre o caráter M S N S com todas SI P PE da escola. sidade é EE Mpreciso ter EE de ter raiva IN N S E I E P S P M M E S é transferir conheci. somos éticos. palavras pelo exemplo E SI E SI E E P E IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EEENSINAR P EM S S N EE E P Pensar certo é fazer certo.Ensinar SI N Estes estão N PE no M E8 crítica S sobre dos outros animais. Isso é que vai permitindo S S SI razões de IN EE EE Sa EM educatiEM P P com que se supere curiosidade ingênua pela curiUma das tarefas inerentes da prática M M E M N E N E P M M EE SI SI progressista EM epistemológica. não Na prática educativa. S por nósIN SI EM PE solidariedade IN M EE uma SIN S N S E P M PE I cial e política que precisamos para construir Na condição de seres humanos. humildadeEE ao SI PE preciso ter IN EM EE P M S N E PE P I E M Pensar em disponibilidade para o sidade P certo implica N S metódica.Ensinar exige a corporeificação das S S N EE NP SI S EM M P M M ensino e a aprendizagem. M do seu Soponente. Ao M ensinar não EE saber que SI NP E N P I I Messe difícil. N SI N E I N I I M M E S isso nega a democracia. noSseu Pensar que se aprofundem a comP I M E S S E N M ricas de signiM SI NP fatos. PE e tempo.

P sua linguagem. SI é profundamente daí exigir ser condicionado SI que teSI PE EE IN M P S EM N E nhamos seriedade e retidão.S nicas. está Por ser especificamente N humana. M N I S se faz nas 5 Ensinar exige humildade. P I IN vividas e M E E E S S M E N E P M histórica. e com M EE com o mundo NP M movimento E I E PE P M E E S M E outros. Ambos estão transgredindo a ética. fugindo ao IN NP E I M E M S E S E E nar. SI blematização alunos. política. o profesé diretiva. E P M M E E E 6 . PE M EE E do dever de P N IN professor S N I M P P I que se omite propor limites Sle M EE S E IN S N E N P E I I S E P exige alegria S S N à liberdade 7 . vivemos histórico. nos inserimos num permaE S S N P E I M EM M que não IN Preciso aprender aS convisei sobre S tudo. fazer N IN de conhecer.EM N estabelecendo SI SI PE PE IN EM E constatando. julgar. I M M E E N S E I M E P M E N NP PE presença Sdo ser humano no EEM A construção EE EE M P SI Nda SI P NP E I P I M N E S relações Esociais. SI PE cairíamos IN NP E P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 151 . EM SI a minha M E Quanto mais rigorosa. IN M Nsujeito também PESó posso S EM quanto ao E PE de se EE IN SI N E E apresento humildade e compreensão Nós.M bilidades e não determinismo. mas EE dos professores. construindo. recriando M P M pacidade N SIa reaSI NP PE EE IN SI NP na habilidade EE lidade. envolve proN EM emoções.EEM IN M eles existem.Ensinar e esperança S Mseu dever de ensiSI M do aluno. INP Mlutar. moral. apreNP NP presença PEquem PEdocente. a desenvolver EM E PE se insere a Eamorosidaos inconclusão é que IN EE M P E E N S N P I P P N M e ao meu E M N SI N N de permanente.M M EE E P M E N P M EE Mromper. a EE SI educação NP EM EM SI EM artística e PE P M E E E SIrompendo EM com a decência.. Ea PE IN SI 2 . técN E P P P I IN E E S N N S N P P I I de discriminação. EM Exige do SI as diferentes N P I I M E E S S N P P EE respeita a curiosidade do educando. ético.Ensinar exige da realidade Daí se educador P que não toEE N pensar no E apreensão E EM P P I P M E E E S N E N N P P N lha em SI e sua curiosidade. se percebo nosso inacabamento. senão PE Eperiência EE num fatalismo NP chegam à escola. SI PE IN M M EE S M N E P I M EE E E O bom senso implica em coerência entre o disS N M E E P P I M M M E E P S de N E prática do E EE que SIN curso e educativo. ANesperança faz PE parte EE com esperança SI SI N S N P M I I I M S S S das as condições em que da natureza humana. Nessa P a ver com os diferentes. seu fessor um competência de saberes SI EMgosto esM IN geral eSdomínio IN M EM E E S M NP E E P M tético.Pcomo seres inacabados e conscientes I S EM N P P I S M N E N S N I N E M P I I SI S E papel da ignorância na busca do saber. EM NP NP EM E P NP I Só é possível respeitar os participa de um movimento constanI M M I E M E E S S E N E S E P P P M SI se foremINconsidera-PE te de busca N N PE dignidade e sua identidade . N E E I E M E P E S E P E prática devo ter pelo política. comparar. nente de busca. EE sor que faz algum S tipo que des.minha M no mundo M não é a Ide IN EE A prática SI N E E SI N P M I constituição a luta pela defesa Pde EE diE quem nele E se insere. cultural e historicamente. queEo ironia ou aqueM trata comIN especiais. investindo-se naEcado ensino M M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E de aprender. S S EM M E P P mensões da prática educativa. sujeitando-se aos EE E de cada S do. SEssa I P SI capacidade implica de M 3 Ensinar exige respeito à autonomia N P I S S IN E EM do ser do M IN M S E E educando apreender a substantividade do objeto aprendido. está transgredindo a natureza humana. intervindo. avalio-a do futuro. N N E SI umEM é um imperativo ético. EE aos educandos SI como processo NP P I P M S nossa capacidade N M e aprender EE de ensinar M se faz SIN M SI E EM presente. E M E E N E E P M SI ética. meu fazer com prática educativa e formadora. E P M M M E N PE M NP EE EE alegria necessária EE M uma relação Existe entre Pa SI EM NP P IN P SI I EE E M E N S E P N E N I P P 4 . Quem desviar riscos do EE SI EE SI do padrão P PE P M E M N E ético. S M enquanto prática “. usa meios. P E M da história”(p. Isso repercute na N P M M M I E E N E E S N P I P M I E E EE S N E bre M a minha prática. Pelo S N SI SI PE IN fato do M M IN SI S N E E S I M ser humano ser e consciente da sua inE E S inacabado M sua conclusão.Ensinar exige bom senso à atividade educativa e a esperança.. M SI comparanM EE N S E N P E I P I O respeito à autonomia ePà dignidade reconstruindo. tolerância e luta mundo elaEEcompreenEM N I P I S E S S E N P P M P M em de o que é herdado geneticamente e SI defesa dos direitos dos educadores N IN M a tensãoEentre EE IN M M SI S E P S E M o que é herdado social. mais crítica é mundo. SI EM num mundo EM de possi-PE por meio IN M Ede E S E EM P ca. S E PE E P M M E P E N N E P M relações. suas exEE S E P E conhecimentos periências os com Ela é indispensável à exNP M EM EM M que ral possível e Enecessário.Ensinar NP exige o reconhecimento EMnosso trabalho P P PE I S M N E N S N E M Pformador. Isso envolve uma constante reflexão crítica so. decidir. Por exemplo. PE EE ligados à sua atividade docente. ele EE educandos. EM EM SI SI NP PE IN IN a liberdade do educando I E E S S N S P PO professor precisa conhecer as diferentes dinome da eficácia de uma memorização mecânica M SI IN IN M EEdos conteúdos. escolher.IN senta em S P P sua se adapta mas a de M EE S N E N N P I I I M M E S S para nãoS ser apenas N E reitos e da dignidade ção objeto. S N N I P P I N M M S M S novo. emS que SI educação EE SI SI trabalho. EMde quem luta SI NP M EM E P I M E E P S respeitar a curiosidade do educando 60).SÉ a posi. queSlida com a proN os meus P sobre o P I P I E S N N E S N P M SI constantemente. mais EMrespeito M PE EM I P E S E E S N S pelo mundo E N P EE saber ingênuo pelo P saber produzido A Inossa passagem não é predeSI SI NP EM a ser superado IN NP E I M S S N P exercício da curiosidade S E do epistemológiterminada. é uma forma de ímpeto natu.

SI E explicar os fatos. anunciadora. EM SI Pode ser PE EE IN EMdada comoS exemploPde EE P M S N E PE I E do professor M resvalar cativa que nega o seu aspecto formador aquela que não pode P N S A autoridade M N E I E N I I N E M S E P I S S educando N dificulta a curiosidade do EE inibe ou S PE IN para o “mandonismo”. EM PE M EE M da forma EE EE com que discute as SI N E P P P I PE M M EE E O educador.SI EM EE P P E I E M E P P S N N EE minha curiosidade” PE dos P de (p. se intensifica. nomiaEdo gradativamente P M aluno. precisa aprimorar sua leitura S S do N N EE NP SI exige segurança. o res. P S I N E I M S N E conseqüência. obpeito aos alunos. autori. Ecomparando. EE S imobilizante. SI servando-o. meso futuro. SI PE E IN S E E P S N M P E o aluno devem ter uma Tanto professor quanto N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 152 . SI IN EM M perguntando. não é. em contínuo exercício.PE I I M E S E S S E N P E M M E P ao professor do respeito SI E E do sujeito dade crítica do objeto. SI EE para a construção E EMauto.IN NP NP licenciosidade. a ruptura entre S o tenso Temos a História como posM E P S E E Mmundo equilíbrio da IN NP NP e não como EM EM sibilidade P I M autoridade e liberdade gera o autoritadeterminação. S sua não neutralidade. acreditando que vés de suas ações.Ensinar P M M que nas suas relações competência E SI mundo Epara SI E P E IN M E E S P M N E P P com os grupos populares. gógicas os saberes des. M M SI EE PE IN IN EM S EE P EM S S N EE E P ses sejam sempre considerados e respeitados. uma disciplina miEM NP curiosidade M P I I I I M E E E S S S S E P IN contrário. es.98). N SI EM PE IN IN M EE SI S N S E P M PE I No processo radical de transformação do munM E E S N E E M SI NP tornar-se É UMA PE M EM enquanto M EE3º .M NP que si-PE omissão. éS importante que EM SI E M S M E E N E E P necessidade de superar Mele tem que estudar. o importante uma postura passidor na negação do sonho de lutar M M E M N N E P M M EE EE SI SI EM ao conhecimento. a ignorância do saber. do “A curiosidade da S educador. o ensiP IN distanciar-se M E E N S E N M P SI do aprender. desafia-a liberdade. aquele NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E I sujeito das ações. ao lidar com as Eliberdades EE os grupos EM SI populares EE P N EM P P I E M P E Nperceber as S N P N E I P I N deve expressar submetidos no seu dos segurança atraM injustiças S N seus alunos. “mais me aproximo exatidão dos mudança S é M acha. E N P I I M de ensi. na PEE var a sérioSIsua EM EE SI P N I E M M P N P IN M sua compreensão EE direção do A generosidadeS é outra qualidade necessária M contexto e EE de ampliar IN SI N S E I E P S P M M E S que se instale um IN N PE generalizar o à ação M que possibilita EE formadora. é M ca que E S E N E P P M M M E SI SI separar N N PE EE emboraSIestejam limites. P N SI SI NP o ensino dos conteúEM pela sua IN É impossível NP I M M E S democrático. IN M da ação forEE EE E S S N E P N P P I M madora. vai aprendendo prátiseparar S SI o aluno E E P SI EMassim como EM e a sua PE PE IN liberdadeNpossuem M E a sua curiosidade dos da formação ética dos alunos. S N E N N E I P I I P E S NP S S N I P I N M M mo em momentos em Sem alegria e esperança no ensinar. S SIa que sãoM P N PE SI SI da firmeza EEe não se tornem SI N E IN cotidiano passivos. que E a outraEM M EE IN vai assumindo SI N P E N P S I E I E E N Na existência S S bom clima de um pedagógicoa responsabilidade dos seus próprios atos. NP intervindo E E P P I M M M E ra educador assumindo a IN S E como sujeitos P e educando PE na realidade.nar E P S M SI N E P E M P N dicamente dele. É S SI que mudar NP M considerar E N I S é difícil.EM 1 . P I M E S S E N M M M NP nadaSImuda.que S SI colhendo. Há um esforço EM M I P E E S N lencia se nega a si P mesma também” (p. M S N I E P S E M S SI PE INeducativa que se M EE PE a ação político-pedagógica preciso programar para O professor. SI EM político-peda. instigando a dúvida. mais M M SI SI SI NP EM I EE EE M E S P ela vai se tornando metódica. a rebeldia M N E I M P I E EE S E P revolucionária. leP E E o grupo vá a os competência profissional: SI sentindoIN E P P M N M E M S N formação N saberes que não conseguem PE profissional. SI NPseu conhecimento.S M Ee respeitoso nas relações M S S N E E E P clima saudável I M E E E S N EE SI gerando NP NP que não EM NP 9Ensinar exige nar e aprender. do respeito a eles. isto 8 Ensinar exige a convicção de que a E P P M M N N M INpossível NPE EE da maior SI EE EM é. Ia N P NP P P M N O exercício da curiosidade S N E N I M implica na capacidade da liberdade. próprias posições. S N N N E P M P I I I E EE E S S S N N P P I E I M tarefa educativa. E HUMANA S mais crítica. 85). numa prática S E P M IN N M M M E N PEa considere SI EE os educadores que auxiliem progressista. EM NP delimitando-o. epistemológica. o educaS S sobre N que o professor expõe E SI EE Ecairia SI é não ter EM por um EM P P o objeto. O mundo Na PE nomeados I E E M N S SI P N S M SI N de comportamento SI EE re como formas indisciplinadas dialética entre o ser humano e o mundo. além do domínio específico de sua aceitando rever-se. IN SI SI NP IN M I S N M S I S N E que considerar EE I Na prática educativa.IN profissional e generosidade. “O I E S M E E S E S N E PE relação EM rismo e a EM por Paulo FreiSI está sendo” PE (p. S pelo PE NP EM nimiza a PE IN semM E N S SI N E I M P M prática edupre. indagadora. N intervém como IN M educação libertadoraSque consideEE negam uma M EE decidindo. em Mpara a rigidez.ENSINAR NPdenúncia Eprecisa SIdo. 95). aproximando-se PE EE IN EM meto. SI NP nem para a EM e.EM EEa teoria da EE impossível SI prática. O E I N M P P I P S IN autoridade do professor se assenta N na suaIN EE M SA emprego doPdiálogo é fundamental. despertando a esperança. sem problematizar postura dialógica. aberta. É preciso ESPECIFICIDADE N E P P E I N M P E PE IN IN mas é possível. IN P M EE a curiosiE EE S N N E N P P P I I I E S S N N espontânea S N dade se exercita. PQuanto PE va frente mais mundo justo.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E E Mcuriosa.

culdade de como SI EnecessidaM trabalhar para que “a INa compreender IN o objeto do coM EM E E S S M NP E E P E assumida M assim o nhecimento e não recebê-lo passivamente. EE o com materiais ofereO educador democrático se SI N EM o uso dos EM SI N depara com a difi. dialética. SI EM NP P IN P P SI do Estado. seja dos pais. possibilitar IN (p. Nesse sentido. ou que a liberdade seja Sde” M EE S E IN S N E N P E I I S E P S S N Saber escutar não implica em restringir a liberexercitada mais ela ir amaduS M SI M de modo a cada vez IN NP E I M E M S E S E E dade de discordar. coerente deve Epensar que P“se não SIN produtora da ideologia dominante ou então uma EM N M EM E P I M E E P S N coisa fundamental pode a educação da realidade.Ensinar SI NP P I P M S vismo idealista. suas 4 . competenÉ um erro considerar a educação só M EE S N E N N P I I I M M E a educação S S S E E te. recendo frente à autoridade. Ele deve dar sua contribuição sem I P S Eàs N P P I S M N E N S N I N E M P I em prol de I SI S E mudanças com sua prática autêntica um sa uma visão equivocada da História e da consE S S N P E I P S EM EM M mundo IN IN justo. Ele EE M aí não cabe a neutralidade. Pode-se opor às ideias do outro.Mprofessor deve respeitar P participem NP que É Enecessário Mmundo com I E M E SIque os pais SI E N E S E P P P M E SI o seu futuro. tenham IN EE não sãoEM S P E dos filhos. que são imobilizadores. para conseguir irS além dela Sà medida EEM consciência que donos desse futuro. I EE E M E N S E P N E N I P I ninguém éPEsuperior a Sninguém. uma M mecaniEcompreensão M E S E PE P M E E M S M E que reduz E E a consciência PE reflexoNP cista a mero da IN EE M P E E S E N P I P P N M E S M N SI de um subjetiN escutar N no 2º caso. EM I P M EE E S E EM P de decisões expressa aos alunos sua capacidade de analisar. M N IN NP EM PE EM I P I E M S E E S N S E E N P P A presença do professor na SI SI escola é uma preEM PE IN NP IN E I M S S N P S I 5 -N Ensinar exige tomada Sconsciente sença em si política. a M IN M I S S N E E S I M humildade no os outros. em IN traditória. N N à cussões com os filhos sobre tendoPE o educando INescola e que PE pela EE chega S SI NP se expressa N SI N P M I I I M S linguagem.IN S P P P Um educador crítico. desmascará-la. SIN M ção. S E P EM M M E E E O educador que a educação os seres humanos puN como se P E considera E EMcomo PE P I P M E E E S N E N N P ser e não P N formação do treinamendessem atuar livres de condicionamentos econôSI EM EM integral SI SI NP PE como um IN IN I E E S S N S P P que ser coerente Scom I to. NP das várias P N I S SI N I M P S M S IN SI N EM EE I S M EE E P S E P P M M N E M N N SI EE SI EM SI EE EM NP P M I E M P E E S N P E IN SI NP PE P IN PE S I EM M S APOSTILA PEDAGÓGICA – CONCURSO 2011 – SINPEEM N S E EM N E I IN I P M E E S S S E P N M M E N NP SI M EE EE M SI SI E NP E P P I M M E M E S P IN P IN M EE EE EE NP SI SI M EE P N SI M EE P N SI E PE N SI M EE P N SI EE P N SI E PE N SI N SI M EE P N SI 153 . impositiPaulo o discurso M EE M E E M N E E E P P IN I M E E E P S S N N E E dono de a e a política neoliberal. ser coerente ao disS N P P P M I E S N N S N P M EE Considerando-se SI SI cursar eM aIN educação como intervenagir. cultivando aIN Sem os liberdade se resvala para S a queNP SI limites. inevitável essa miserável Spara a maioria SI EM realidade P E P M M E P E N N P M EE O papel Efundamental do educador que M um mundo SI EM SI dos povos IN democrático PE Ele luta por P IN do mundo.Ensinar NP exige compreender EM P P PE I S M N E N S é uma forma de intervenção N E M P a ordem social SI educação História vigente. em é IN N M da consciência EE que o papel M SI E EM supervalorizado. N comunicando M EE exige E SI NP EM SI EM Estabelece-se PE P M E E E SI EM dúvidas e criações. ciência: no 1º caso.M M EE E P M N PE M riências EE M EM que envolvem SI vão to. P EE IN Isso expresSI sa atuar livremente. num esforço para reproduzir a ideologia E M E E N E E P I P P M E S N N PE existe. sociais. E E M S M E N S P P IN é aprender a falar escutando. Meticamente de P do limite seja EE PE IN pela liberdaM EE EE P NP seja. democrático. M N E E pode” (p 126).M E decisões que eles 2 . enfim ele se mostra como serEE ético.Ensinar liberdade e autoridade. em que N E P P P I IN E E S N N S N P P I aluno é estimulado. que EposE M P Nforça de desmascaramento PE tudo. Ela implica. que se Pcomo se fosse N baseiam Ena P uma verdade EM ética do EM vamente. EM E I P S E E S S E N P P P M Não opção. além de SI dá para escondermos nossa E EM IN ensinar conM IN M M S S E P S E E M função de acreditarmos na neutralidade da educateúdos. fazerIN justiça. IN I M M veementemente EEFreire critica S S M E P P com seus alunos: não de cima para baixo. SI SI NP PE IN SI N E ser transmitida I P S SI para os outros. o para E E licenciosidade e a autoridade S trato com M E o autoritarismo. S N I M P P I aluno se torna sujeito da aprendizagem. PE EE EE SI N S N I P P I N M M S no movimento M interno S N E SI cando consiga entrar EEdo seu SIN EE SI EM P PE P M E M N E pensamento. considerando fessor. mas falar com.EEcimentos SI EE NP destes vai se constituindo PE IN profundos. M culturais. ela é um processo. SI P M S P IN M EE EM EE ção. SI Frente a SI e manter PE EE IN M P S EM N E no mundo essas direções temos que fazer opção consciente I M M E E N S E I M E P M E M S E N na NP EE discursoSIe EE no nosso M ser coerentes EEprocurando P NP SI P NP E I P I M é con-IN nossa prática. para expressar-se. do proE P M M M E N PE M NP EE aceitando EE EE M e respeitando a diferença.Ntem a maneira de falar micos. a defesa SI materialidade.Ensinar exige comprometimento N E E I E M E P E S E P E mando. EE esta não SI dominante. avaliar. P P M M E E a leitura de N N E Edas dis. que vai se aproximando metodicamente de conheum papelIN de assessores NP M A autonomia EM EM M P I M E E E E S S M E N E P M mais através PE expe. N E M N I S A prática doS educador Enunca é neutra. pois consideram N P I S M M S IN N EE EE EM cutá-los paciente e criticamente. EE exige saber SI SI EE 6 .S P I I M E E S S N P P M EE cidos pelo professor. NP EM EM SI ou para N P I M I EE E E Scomo re. N P M M M I E M E N E E S N P I P M I E E EE S E comparar. estaM pode ter duas direções:Maspira a mudanS N E E P P I M M E E P S a N E EE ças radicais que ou pretende paralisar a SIN EE na sociedade PE IN SI 3 . esmercado.118). alguma SI EM EM obstáculos. o diálogo. de modo a que o edupriorize a sua humanização.

como PE INque ela prescinda da serieM E S S E N M clareza política M M SI NP lado. das Scoisas. a ignorância da ser histórico. na consciência da sua própria inconclusão. de EE formação científica e SI N E P P P I PE M as mudanças EE neces. segundo I E S M E E S E S E N E Pàs EM SI atitude sempre PE NP NP educandos Freire. que um e EM PE M EE M dade da EE atesta. para o qual o SI mente.INP E E P P M M M E aos seus educandos eE à sua prática educativa.M professor no seu percepção dos fatos. a S busca consN N N E P M P I I I E E S S S N PE sárias do país. Nesse grande poder de persuasão. E P M IN N M M M N PE M SI expor sua EE um fato. 160). O professor deve sempre testemunhar aos aluM S N I E P S E M S SI N capaz de estimuPE M EE ao analiPE A experiência pedagógicaSIé nos a sua segurança ao discutir um tema. 149 EE ).Ensinar exige N Ele deve E N N reconhecer que a S E I P I I P E S NP S S N I P I N M M torno ecológico. esta da alegria. N e econômico em que se SI EE EE SI EM EM P P Também tem que dominar outros saberes técnicos. PE SI EM P M M N E M I NP N forma deP resistir a esse E E I M 9 Ensinar exige querer bem aos Uma poder. é criar uma aberta pesso-EEM PE I N E I M N S SI P N S recusar poM SI e também N SI EE as e aos dados da realidade NP EM I I P M EE E S S E P P N M M E como quem se N sições dogmáticas SI afetividade IN Mdo educador expressar EE É natural M EE sente dono da S SI verdade. de a SI M EM NP EE distorcerPE P P I E M E P N N E deve investir PEformador. dos IN acontecimenSI SI NP trabalho Ide IN PE I S N M S E S N S tos “ (p. M M E M N E N E P M M EE SI a ver com SI A ideologia EMos da comunicação PE têm influência PE .EM E dos educadores sobre sociais de outro o caminho para conhecer. assim E S SI EM IN IN M EE esta SIN S N S E P M PE I como a seriedade docente não exclui a alegria. a curiosidade.M M EE EM EE EM P M E M P E EM N P E P I EE M E E IN M N S P N P I P S I E estar disponível E M EE S para conhecer o con7 . A S P IN PE IN M EE EE E S S N E P N P P I M cognoscibilidade não exclui a P afetividade.que tem como que IN o ocultamento P M EE forte na E EE S N N E N P P P I I I E S S – tem um N sentido. sem experiência perderia sende M governantes. M da realidade M SI SI SI NP EM I EE O discurso ideológico EE M E S P linguagem da televisão merece cuidados para o detem o poder de “anestesiar a E P P M M E N N M N EE SI EE de confundir EM senvolvimento da consciência crítica. ao lar eEdesenvolver querer bem sar EE e o gostoEM EEposição frente SI a decisões EE o gosto de P N P P I E M P N S P E PE IN IN Essa confiança se funda N isso. social educação é ideológica S S vive. 8 Ensinar exige disponibilidade para M E E S IN EE PE M NP o diálogo EM do processo de conhecer o S faz parte mundo: “ a P I M E M E N S M E E M P IN E EE SI E P E S alegria não chega apenas ao encontro do achado N E P P E I N M P S E PE IN IN SI NP do processo M E N I S mas faz parte de busca”(p. mundo. SIN SI PEtante e não a imobilidade NP EM frente ao N I I M E N S S E M P SI SI EM EM PE EE IN M E E S P M N E P P M N M SI EE PE IN IN EM SI EE P EM S S N EE E P E I N M P P I P S N E S N N M SI EM PE SI E M SI M E E N E E P I M P E Anotações E S N P M N EE M SI NP EM P SI IN EE E EM S EE SI P N P I E M M P N S P IN M EE M EE IN SI N S E I E P S P M M E S N N PE M EE SI SI NP E N P I I M M E M S S N E E E P SI EM PE PE PE IN M E S NP N EM N E N M P I I I I M E E E S S S S E N P PE SI NP EM PE IN M E N S SI N E I M P M M S SI PE EE IN EM EE EE P M S N E P P I E M N S M N N NP SI EE PE SI SI N EE EM P SI N M E P I SI N E P S I N M E I M S N E P S M SI EE EM PE M IN EE P E E S EM N P P M I E N M E M I E S N P E N E P S E N SI SI PE N PE M SI N SI N E I NP I I M M E S S S E E P SI EM EM PE PE IN M E M E S E N N E P P M M M E SI SI N N PE EE M EE EE SI SI N P NP P I P M EE N S N E N I M P I I M E S E S S N P EE PE SI EM EM P IN M E E N S E N M P SI SI EM NP PE EE IN EM E P S M SI N E P E M P N SI IN EM M SI PE EE IN S E E P S N M P E N SI EE IN M SI EM NP P S I M E S EE N E P M I P E E S N P M N M SI PE EM EM SI EE IN M EE E E N S P E I P P P M E S N N N N EE SI SI SI SI PEDAGÓGICA EM NP EM P M E E APOSTILA – CONCURSO 2011 – SINPEEM SI N E P P SI EM PE M IN IN M M M E E S S N E E P I E EE E E S P N P P P M N SI M IN IN IN M EE SI M EE S SI NP SI SI N SI EE P N SI E PE N SI N SI E NP I S 154 . E I SI políticas E N S S P N I P S I S Isso não quer dizer S EM IN tido. N S Na formaç