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Patrimônio Cultural Piauiense: oficinas e ações educativas no contexto do X Salão do Livro do Piauí

Introdução

Andréa Lourdes Monteiro Scabello * Cecília Aparecida Lima ** Keyla Maria Ribeiro Frazão ** Manuela Lobo Teles Moura ** Roseane da C. S. Serra **

Ações educativas acerca do patrimônio cultural piauiense foram realizadas no

contexto da décima edição do Salão do Livro do Piauí SALIPI com o objetivo de

sensibilizar o público visitante para os bens culturais existentes no Estado.

A ideia de realizar oficinas pedagógicas no SALIPI surgiu, em 2011, durante as

reuniões do Grupo de Pesquisa Arqueologia, Turismo Cultural e Educação Patrimonial 1 .

O grupo compartilhava e ainda compartilha da ideia de que “os indivíduos

aprendem melhor por meio das vivências e experiências diretas com os bens do

patrimônio” (COSTA, 2009, p.99). Defendemos também que essas ações educativas,

embora, possam ser usadas como ferramenta auxiliar do trabalho pedagógico,

desenvolvido nas escolas e/ou instituições de ensino, não podem se restringir a esses

espaços. No nosso entender, a educação patrimonial deve ter uma abrangência maior,

principalmente, no que diz respeito a diversidade de públicos.

As ações educativas, em 2011, foram planejadas e realizadas de forma voluntária

por discentes do curso de Bacharelado em Arqueologia e Conservação de Arte Rupestre

* Prof a . Dr a . do Curso de Bacharelado em Arqueologia e Conservação de Arte Rupestre da Universidade Federal do Piauí, Programa de Pós-graduação em Antropologia e Arqueologia - PPAGAArq/UFPI, Programa de Pós-graduação em Geografia - PPGG/UFPI ** Discente do curso de Bacharelado em Arqueologia e Conservação de Arte Rupestre da Universidade Federal do Piauí.

1 Este grupo de pesquisa é coordenado pela Prof a . Andréa Lourdes Monteiro Scabello e dedica-se ao estudo da Arqueologia, suas interelações com o turismo sustentável e a educação patrimonial, entendida como metodologia que permite estimular a curiosidade científica, além de incentivar o reconhecimento e fortalecimento da identidade, permitindo as comunidades conhecer a si próprias e as outras, por meio do patrimônio material e imaterial. Entre as intenções desejamos verificar como a educação patrimonial - enquanto ação pedagógica dialógica, permanente e sistematizada - pode contribuir para a preservação e conservação dos sítios e remanescentes arqueológicos, existentes num determinado território turístico.

da Universidade Federal do Piauí que demonstraram interesse por Educação Patrimonial e Arqueologia Comunitária. O planejamento das atividades envolveu várias etapas: pesquisa bibliográfica, leitura e discussão de artigos e obras que versavam sobre patrimônio, educação patrimonial ou outras temáticas consideradas pertinentes; elaboração de oficinas de capacitação dos discentes e de elaboração de material didático-pedagógico. As atividades educativas realizadas envolveram um público heterogêneo permitindo-nos refletir sobre as formas de comunicação e socialização dos conhecimentos científicos, especialmente, no que tangia a produção arqueológica. E, além disso, pensar sobre a responsabilidade dos arqueólogos no processo de formação de opinião. Frente as avaliações positivas do público participante, comissão organizadora e dos membros do grupo de pesquisa nos propusemos a participar, em 2012, da décima edição.

A proposta apresentada aos organizadores não divergiu da executada no ano anterior. Mas, contamos com outra equipe de trabalho o que exigiu atividades de capacitação e a inserção de novas propostas pedagógicas. Novamente, durante o processo preocupamo-nos em discutir diversos tópicos, entre eles o conceito de patrimônio cultural e as questões relativas a educação patrimonial e as práticas/ações educativas. Neste trabalho teremos por intenção apresentar os relatos de experiências e algumas reflexões sobre o tema em questão.

Sensibilizando os olhares: o patrimônio e a educação patrimonial

O que se entende por patrimônio? Para alguns significa um conjunto de monumentos antigos que se deve preservar. Contudo, adotamos o conceito no qual o patrimônio pode ser compreendido como tudo aquilo que uma determinada sociedade considera significativo no presente e também o que foi importante no passado fazendo parte do que “é corriqueiro, cotidiano e simples” (TEIXERA & OLIVEIRA: 2009, p. 53). Dessa forma, quando discorremos sobre o patrimônio estamos nos referindo ao legado social, comum que é depositário de memórias e identidades coletivas. E, nesse

sentido compreendemos o patrimônio cultural como aquilo que resulta da ação do homem na relação com o meio ambiente. Isso significa dizer que

de um lado, o patrimônio passou a ser entendido não mais estritamente

como obra produzida diretamente pela ação humana, mas incluindo também todo o contexto natural que é cenário das memórias e identidades sociais [ ] Assim, por um lado, a cultura não exclui mais a natureza; de outro, o meio ambiente não exclui mais o homem (CERQUEIRA, 2005, p.95).

] [

A educação com foco no patrimônio é uma prática relativamente recente, especialmente no contexto brasileiro. Oriunda no âmbito da Heritage Education 2 , a educação patrimonial renova-se constantemente, nos dizeres de Cerqueira (2005, p. 98) na medida em que a conceituação de patrimônio se reconstrói e se amplia, incluindo o antropológico (imaterial) e o biológico/geográfico (meio ambiente). Para Cerqueira (2005, p. 99), a educação patrimonial possui dois focos gerais de

ação: a educação da comunidade escolar e a educação da comunidade em geral. E, é vista

um processo permanente e sistemático de trabalho educacional centrado no

Patrimônio Cultural como fonte primária de conhecimento e enriquecimento [ ]”

(HORTA; GRÜNBERG; MONTEIRO: 1999, p. 6). Contudo,

como “[

]

A despeito do significativo avanço ocorrido nos últimos anos, o tema da educação patrimonial no Brasil é bastante incipiente. Ainda causa estranheza falar desse assunto nas escolas, nas universidades e nos diferentes espaços sociais, inclusive na mídia. Tal estranhamento está estreitamente ligado ao fato de que a cultura e a preservação cultural não integram a agenda de preocupações da sociedade (GAZZOLA & TREVISOL: s/d, 412).

Ao tomarmos essa assertiva como pressuposto é que se realizaram as oficinas educativas sobre o patrimônio piauiense num espaço social singular o Salão do Livro do Piauí. Ali, na Sala do Bate Papo Literário ocorreram os encontros com o público escolar, especialmente crianças e adolescentes, professores e coordenadores de diversas

2 A educação patrimonial foi introduzida no Brasil por ocasião do I Seminário sobre Educação Patrimonial realizado, em 1983, no Museu Imperial de Petrópolis no Rio de Janeiro. Oriunda do trabalho pedagógico desenvolvido na Inglaterra, a metodologia foi transporta para o Brasil voltando-se, inicialmente, para o trabalho educacional nos museus, monumentos e sítios históricos.

escolas da rede pública e particular que circulavam pelo evento. A nossa intenção era sensibilizá-los com relação ao patrimônio cultural, pois acreditamos que

A comunidade é a verdadeira responsável e guardiã de seus valores culturais. Não se pode pensar em proteção de bens culturais senão no interesse da própria comunidade, à qual compete decidir sobre sua destinação no exercício pleno de sua autonomia e cidadania (IEPHA/MG, 2009, p. 15).

Além disso, desejávamos mostrar aos professores novas possibilidades pedagógicas a serem utilizadas no contexto da sala de aula. Sabemos que o processo educativo depende de vários fatores, “mas a ação do educador, é sem dúvida uma das mais importantes” (GAZOLLA & TREVISOL: s/d, 413) para estimular as práticas de preservação e conservação patrimonial. As ações pedagógicas assumiram o formato de oficinas 3 baseando-se numa concepção de ensino-aprendizagem que leva em conta o aprender a aprender e o aprender brincando. Esta metodologia foi considerada a mais adequada para se trabalhar com um grupo diversificado (alunos de diferentes faixas etárias), uma vez que permite exercitar diferentes competências e habilidades pensar, sentir e atuar estimulando a participação e a criatividade. Não há uma transmissão automática de informações, mas uma construção cognitiva individual favorecida pelo trabalho coletivo, pautada nos conhecimentos prévios dos participantes. Assim, a nossa intenção foi sensibilizar a sociedade para uma mudança de atitude incluindo entre os objetivos: aprender a conhecer a diversidade cultural; aprender a fazer, participar, vivenciar; aprender a viver em sociedade e respeitar as diversidades culturais e aprender a ser, desenvolvendo a capacidade crítica, emocional e criativa (IEPHA/MG, 2009, p.25).

O planejamento das ações e as oficinas educativas

Antes de iniciarmos a elaboração das oficinas e seleção dos materiais didáticos realizamos alguns encontros para discutir o conceito de patrimônio e verificar os

3 A oficina pedagógica é uma metodologia de trabalho em grupo caracterizada pela construção coletiva de um saber pautado no intercâmbio de experiências, cuja aprendizagem não se constitui no produto final, mas num processo de construção de conhecimento.

entendimentos acerca da educação patrimonial. As concordâncias e as dissonâncias fizeram parte deste processo. Havia os que defendiam a realização de palestras informativas e aqueles que percebiam a necessidade de uma relação dialógica. Para estes últimos, a educação patrimonial possui uma abrangência maior, não só no que diz respeito a diversidade de público, mas também, com relação aos resultados alcançados. A exemplo do que afirma Rubman (1998 apud Costa 2009, p.100)

As atividades de educação patrimonial [

observadores e curiosos do seu entorno, auxiliando-os a desenvolver a ‘alfabetização visual’; oferecem aos indivíduos ferramentas para dar sentido ao que veem e experimentam, para entender o seu próprio ambiente e os locais

visitados; desenvolvem senso de conexão pessoal com outras pessoas em outros tempos e lugares; ensinam a apreciação e o respeito e estimulam a ‘apropriação’ de lugares e objetos; incentivam a tomada de decisões sobre o futuro pela demonstração de como as decisões no passado têm consequências diretas sobre as possibilidades vindouras; mostram aos indivíduos como eles podem estar envolvidos em suas comunidades, como voluntários e defensores dos bens patrimoniais, e influenciar o presente e o futuro de sua comunidade e de outras regiões; e apresentam para os indivíduos, principalmente aos mais jovens, novas opções de carreiras profissionais, como arquitetura, planejamento urbano, museologia e pesquisa em história e arqueologia.

tornam os indivíduos mais

]

Elaboramos um planejamento prévio de todas as ações educativas, com a finalidade de coibir atos amadorísticos. Para orientar as nossas ações usamos por aporte teórico várias obras e guias. Entre eles destacamos o Guia de Educação Patrimonial (1999) e o Manual de Atividades de Educação Patrimonial (2007) editados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional IPHAN. Estas obras contêm propostas educativas que nos auxiliaram nas discussões e reflexões acerca do patrimônio, permitindo a proposição de diferentes atividades pedagógicas. A equipe passou por um processo de capacitação, participando de algumas oficinas a fim de desenvolver repertório sobre as temáticas citadas. Os discentes lidaram com diversas situações de ensino-aprendizagem e foram colocados diante de alguns problemas. Foram incentivados, ainda, a demonstrar atitudes empreendedoras e pró- ativas.

A organização das oficinas requereu conhecimentos pedagógicos básicos e algumas ponderações: Qual o objetivo da oficina? Qual o público alvo? Qual a faixa etária a que se destina? Quais tipos de aprendizagens deseja-se estimular? Qual a duração? Que tipos de materiais devem ser utilizados?

Após discutirmos as responsabilidades de cada um passamos para a montagem das oficinas selecionando o material didático, propriamente dito. Propusemos cinco atividades pedagógicas adequando-as à faixa etária do público alvo. Entre elas citamos:

a) Contação de história e de oficina de desenho

Foi realizado o levantamento de diversas lendas piauienses e dentre elas selecionamos três: Cabeça de Cuia, Num se Pode e Zabelê. Elas foram adaptadas e dramatizadas para o público infantil. Essa atividade foi acompanhada pela oficina de desenho na qual as crianças registraram os aspectos das lendas que mais gostaram.

b) Jogos e brincadeiras

Entre eles destacamos os jogos de memória, da velha e do patrimônio arqueológico, elaborados para o público infanto-juvenil. O jogo de memória foi produzido utilizando cartões postais que incluíram aspectos do patrimônio natural e histórico, material e imaterial piauiense. O da velha foi confeccionado usando signos das pinturas rupestres existentes no Parque Nacional de Sete Cidades. E, o jogo do patrimônio arqueológico, constituído por um tabuleiro subdividido em casas, cujos signos rupestres remetem os jogadores a questões de legislação e do trabalho arqueológico.

c) Isoporgravura e Pinturas Corporais

Estas atividades associaram-se à arte rupestre. Através da isoporgravura foram elaboradas matrizes de algumas pinturas rupestres existentes em Sete Cidades, reproduzidas pela referida técnica. Assim como, as pinturas corporais que utilizaram alguns dos signos - antropomorfos, zoomorfos e geométricos - existentes na localidade citada.

d)

Cancioneiro piauiense

Foram selecionadas algumas canções piauienses e estas foram utilizadas numa ciranda, que envolveu cerca de 60 crianças e adolescentes.

Todas estas atividades foram realizadas ao longo das manhãs, no período de 11 a 17 de junho, no espaço Sala do Bate Papo Literário, como já foi mencionado. Em alguns momentos, elas ocorreram de forma concomitante em função da demanda existente. E, podemos dizer que nestas ocasiões não foi fácil gerenciá-las. Contudo, os discentes demonstraram capacidade de adaptação e de solução dos problemas. Perceberam a importância do planejamento e como adequa-lo a realidade. A Teoria e a prática integraram-se. As nossas percepções surgiram no decorrer da semana. Notamos que as crianças da Educação Infantil já possuíam alguma noção a respeito das lendas piauienses. Após a encenação, através da roda de conversa, observamos que o Cabeça de Cuia era a lenda preferida. Por quê? Não sabemos dizer ao certo, mas é importante ressaltar que a narrativa traz para o presente os espaços, as memórias e o modo de vida dos pescadores, assim como, as imagens do encontro dos rios Parnaíba e Poti. Os jogos e brincadeiras foram bem aceitos pelo público juvenil. O jogo da memória, com cartões postais, demonstrou o desconhecimento dos adolescentes com relação aos bens culturais existentes no estado. Muitos dos lugares retratados eram ignorados. Outros eram conhecidos, mas não haviam sido visitados. O jogo da velha teve uma ótima aceitação por parte do público, especialmente por estar associado à pintura corporal. As crianças, jovens e adultos permitiram a execução de pequenas tatuagens de antropomorfos e zoomorfos, em várias partes do corpo (especialmente nos membros superiores e nas faces). A sensação que passavam era de orgulho por portarem tais inscrições. O Jogo sobre o patrimônio arqueológico envolveu, particularmente, os alunos do Ensino Médio, com qual pudemos discutir aspectos da atuação do arqueólogo na sociedade. As caixinhas de escavação se revelaram num importante instrumento pedagógico para demonstrar aspectos do trabalho de campo e de laboratório. Dentro desta perspectiva, podemos dizer que as ações educativas realizadas no Salipi (2012) atingiram os objetivos esperados.

As oficinas, de uma maneira geral, foram bem aceitas pelo público que participou de forma efetiva. E, entre as atividades destacaram-se a contação de história (público infantil) e o jogo do patrimônio e a oficinas de gravura (público juvenil).

Considerações Finais

As práticas educativas mostram-se fundamentais na socialização do patrimônio cultural já que permitem, como afirma Grunberg (2009, p. 39), provocar situações de aprendizado sobre o processo cultural, seus produtos e manifestações, despertando nos cidadãos o interesse, em resolver questões significativas para a própria vida, pessoal e coletiva. Os indivíduos, através dessas práticas, desenvolvem habilidades de interpretar os objetos e os fenômenos culturais ampliando a capacidade de compreensão do mundo. Cabe destacar que

O espírito crítico é o fator principal contra a alienação. É ele que garante a formação de um adulto participativo e consciente do seu momento histórico. Para tanto, temos que nos identificar e sentir parte da corrente histórica que vem do passado, sem que se percam as nossas raízes, para podermos nos situar no presente, modificá-lo e transformá-lo em um futuro digno para os homens (GRUNBERG, 2009, p. 41).

Como afirma Macedo (2010, p. 91) a preservação cultural é o modo mais eficiente de resguardar para as futuras gerações o contato com a história de um povo refletida em seus costumes, suas tradições, suas produções artísticas. É importante, ainda dizer que

é preciso transpor esta visão fortemente arraigada de que as questões locais

o

reconhecimento de nós mesmos, dos outros e do patrimônio histórico/cultural

construído e vivido pelos alunos (GAZZOLA & TREVISAL: s/d, p. 426)

são menos importantes e iniciarmos um processo que [

] [

],

produza

Para isso, as atividades educativas com foco no patrimônio, precisam ser apropriadas por um número maior de pessoas. Torna-se ainda necessário “alargar o campo de pesquisa, fazendo com que as decisões relacionadas à preservação sejam compartilhadas com um maior número de atores sociais” (MORAIS, 2005). E, no que diz respeito ao patrimônio arqueológico brasileiro para que ele tenha futuro, é preciso que

arqueólogos, professores e comunidade em geral trabalhem juntos, para garantir às

futuras gerações a preservação desta herança e assegurar que saibam o que fazer com

ela (BEZERRA, 2010, p. 64).

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