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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA

CANÍSIO BARTH JUNIOR NELSON EDELFLIDES CARNEIRO

CONTROLE DE AQUECIMENTO SOLAR PARA PISCINAS - CASP

Ponta Grossa, PR.

2008

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CANÍSIO BARTH JUNIOR NELSON EDELFLIDES CARNEIRO

CONTROLE DE AQUECIMENTO SOLAR PARA PISCINAS - CASP

Documentação apresentada ao Departamento de Informática da Universidade Estadual de Ponta Grossa para a disciplina de Projeto.

Orientador: João Umberto Furquim de Souza Co-orientador: Josmar Ivanqui

Ponta Grossa, PR.

2008

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 6

1.1 TEMA DA PESQUISA 6

1.1.1 O Aquecimento Solar

6

1.1.2 Delimitação do Tema

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1.2 PROBLEMA

8

1.3 HIPÓTESE

8

1.4 OBJETIVOS 8

1.4.1 Objetivo Geral

8

1.4.2 Objetivos Específicos

8

1.5 JUSTIFICATIVA

9

1.6 ESTRUTURA DO TRABALHO

9

2 DESENVOLVIMENTO 10

2.1 REVISÃO DA LITERATURA 10

2.1.1 Microcontroladores 10

2.1.2 Sensores de Temperatura 10

2.2 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 11

2.2.1 Escopo

11

2.2.2 Equipamentos

11

2.2.3 Custos

12

2.2.4 Riscos

13

2.2.5 Benefícios

13

2.2.6 Cronograma

14

2.2.7 Situação atual 14

2.3 Plano de testes

26

2.4 RESULTADOS E ANÁLISES

27

3 CONCLUSÃO 28

4 Responsabilidades

29

REFERÊNCIAS

30

4

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 – Interface, Tela Principal

15

Figura 2 – Interface, Menu 1

15

Figura 3 – Interface, Menu 2

16

Figura 4 – Esquema Elétrico

17

Figura 5 – Fluxograma parte 1

18

Figura 6 – Fluxograma parte

19

Figura 7 – Fluxograma parte 3

20

Figura 8 – Fluxograma parte 4

21

Figura 9 – Fluxograma parte 5

22

Figura 10 – Layout da placa de circuito impresso

26

Figura 11 – Modelo 3D da placa finalizada

26

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LISTA DE QUADROS

Quadro 1 – Custos do Projeto

12

Quadro 2 - Cronograma

14

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1

INTRODUÇÃO

Nesse trabalho é abordado o aquecimento de piscinas através de painéis solares, e é proposto um sistema de automação para esse processo.

1.1 TEMA DA PESQUISA

A pesquisa trata do funcionamento dos sistemas de aquecimento solar para piscinas. Os equipamentos que são utilizados, as instalações e operação também serão objetos de estudo.

1.1.1 O Aquecimento Solar

No trecho a seguir é explicado de forma simples o funcionamento de painéis solares.

O funcionamento de um aquecedor solar é muito simples. Basicamente é o mesmo que se verifica quando deixamos, sob a ação do sol, um veículo fechado e estacionado por algumas horas. A ação da radiação solar se faz cada vez mais presente a medida em que a pintura do veículo se aproxima da cor preta, ocorrendo o mesmo com o seu interior. Essa comparação não terá o mínimo sentido se visualizar-mos o carro e o aquecedor solar pela forma geométrica e utilidade que ambos possam ter. Mas levando em conta o efeito térmico que ocorre, esta comparação faz sentido. Podemos inicialmente imaginar uma caixa de forma geométrica retangular, hermeticamente fechada, tendo dentro dela uma chapa plana ou ondulada pintada de preto fosco, apoiada no fundo da caixa, tendo esta como cobertura uma lâmina de vidro plano transparente (figura 1).

Figura 1
Figura 1

Colocando agora esta caixa sob a ação da luz solar visível e da respectiva radiação infravermelho as quais podem atuar juntas ou separadamente. A radiação solar atravessará o vidro de cobertura e ao encontrar a chapa preta, sofre uma alteração no seu comprimento de onda, o que a torna impotente para atravessar, de volta, o vidro. A partir daí tem origem uma re-emissão

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desta radiação no sentido vidro/chapa/vidro. Como a caixa se encontra hermeticamente fechada ocorre um fenômeno conhecido por efeito estufa, responsável pelo aumento progressivo da temperatura da chapa pintada de preto fosco enquanto durar a ação da radiação solar. Nada impede que a pintura da chapa tenha outra cor qualquer dentro da escala cromática, porém sabe-se que a cor preta é a que praticamente absorve toda a radiação nela incidente, nos mais diferentes comprimentos de onda do espectro solar, a exceção das superfícies seletivas, cuja absorção é quase que total. Para o aquecimento da água, propriamente dito, colocamos sob esta chapa e em contato direto com ela, uma grade de tubos paralelos ligados nas extremidades por dois tubos de maior diâmetro, contendo água em seu interior. (figura 2)

Figura 2
Figura 2

Como a chapa preta está sendo aquecida pela radiação solar e estando a grade de tubos em contato direto com a respectiva chapa, verifica-se uma transferência de calor (temperatura da chapa), para a grade de tubos e desta para a água que se encontra em seu interior. A água aquecia torna-se menos densa, dando início a convecção natural. Este movimento convectivo é também conhecido como termo-sifão e ele só será interrompido quando toda a massa de água entrar em equilíbrio térmico. (BEZERRA, 2008).

1.1.2 Delimitação do Tema

Uma alternativa para o aquecimento de piscinas consiste no uso de painéis solares, pois fazem uso da radiação solar, que é uma fonte de energia renovável e pode ser utilizada sem custo algum. Hoje, esse processo consiste no uso de painéis solares, que retém o calor no seu interior para aquecer a água e ficam normalmente no telhado, e uma bomba d’água usada para fazer a água da piscina subir aos painéis.

8

1.2 PROBLEMA

O uso da bomba para deslocar a água é um processo simples, porém é difícil para uma pessoa decidir quando é necessário o uso da bomba. Esse fato pode fazer com que haja um gasto desnecessário de energia elétrica, caso a bomba seja ligada desnecessariamente. Além disso, caso a bomba não seja ligada nos horários de maior incidência de raios solares, os painéis solares serão sub-utilizados, desperdiçando seu potencial de aquecimento. Será que pode- se resolver este problema fazendo uso da automação deste sistema?

1.3 HIPÓTESE

Propõe-se um controle automático da ativação da bomba, para que um sistema eletrônico monitore o ambiente e faça a tomada de decisões, sem intervenção do usuário, se a bomba deve estar ligada ou não.

1.4

OBJETIVOS

1.4.1

Objetivo Geral

Aquecer ao máximo a água da piscina, ligando a bomba o mínimo possível, tornando o mecanismo de funcionamento de forma automática.

1.4.2 Objetivos Específicos

Verificar os meios possíveis para ler a temperatura da água da piscina e da água dos painéis solares. Avaliar as maneiras de analisar esses dados para decidir sobre o funcionamento da bomba d’água. Criar um modo de atuar sobre a bomba quando o sistema identificar essa necessidade.

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Projetar um sistema micro-controlado que possa controlar eficientemente uma bomba para minimizar o seu uso e aquecer uma piscina o máximo possível, utilizando painéis solares, de forma automática.

1.5 JUSTIFICATIVA

Um sistema automatizado de controle do aquecimento solar de piscinas pode facilitar o dia-a-dia das pessoas responsáveis por sua manutenção. Outro fator que justifica o desenvolvimento do projeto é o uso inteligente da energia elétrica gasta pela bomba.

1.6 ESTRUTURA DO TRABALHO

Este trabalho está organizado em três capítulos. O Capítulo 2 traz a revisão da literatura, abordando os tópicos mais importantes para o desenvolvimento do projeto, discute-se sobre as soluções já existentes, além de detalhar o desenvolvimento do projeto e seu estado atual, bem como os resultados obtidos até agora. O Capítulo 3 apresenta a discussão dos resultados e as conclusões do trabalho. O Capítulo 4 trata das responsabilidades dos envolvidos.

10

2

DESENVOLVIMENTO

2.1

REVISÃO DA LITERATURA

Para o desenvolvimento de uma solução automatizada do processo de aquecimento da água, são necessários conhecimentos em eletrônica, especialmente microcontroladores e sensores de temperatura.

2.1.1 Microcontroladores

Os microcontroladores são dispositivos eletrônicos que integram em um único chip um processador, memória de programa, memória de dados, e recursos de entrada e saída. O processador é responsável pela execução de operações lógicas e aritméticas solicitadas ao sistema. A memória de programa armazena instruções de programa, ou seja, instruções que determinam o que o microcontrolador irá fazer. As informações de dados que o programa utiliza, ficam armazenadas na memória de dados. A comunicação do microcontrolador com o meio externo é feita através de pinos que estão associados às estruturas de memória localizadas internamente no dispositivo. Outros periféricos do microcontrolador podem ser citados, como o clock, controladores de interrupção, contadores e timers. Para o projeto, escolheu-se o microcontrolador PIC16F877A (PIC16F877A, 2008), com baixo custo e diversidade de recursos, é um exemplo de microcontrolador que atende às necessidades exigidas pelo sistema. Fabricado pela Microchip Technology (MICROCHIP TECHNOLOGY INC, 2008) possui um conjunto com 35 instruções de 14 bits relativamente simples, podendo operá-las numa freqüência de até 20MHz. Entre seus principais recursos podemos citar o módulo de conversão analógico/digital, o qual será utilizado para conversão dos sinais analógicos dos sensores de temperatura, comunicando-os com o restante do sistema.

2.1.2 Sensores de Temperatura

Os sensores de temperatura são basicamente dispositivos eletrônicos que ao receberem um estímulo de temperatura (entrada), geram um sinal elétrico de saída

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correspondente. Tais sensores podem ser de vários tipos, podendo-se citar os termistores (resistência inversamente proporcional à temperatura), diodos (diodos comuns têm uma queda tensão de aproximadamente 2mV para cada °C), os termopares (formados por dois metais encostados, que, quando submetidos à temperatura, induzem uma tensão em seus extremos), entre outros.

O LM35DZ (LM35, 2008) é um sensor de temperatura fabricado pela National

Semiconductor (NATIONAL SEMICONDUCTOR, 2008). Quando polarizado, proporciona um sinal analógico de saída de 10mV por °C. Para o projeto escolheu- se esse sensor, pois possui uma escala linear proporcional à escala de temperatura Celsius, e sua comunicação com o microcontrolador pode ser realizada de maneira simples, utilizando apenas um amplificador, para que este insira um ganho na saída do sensor, possibilitando assim a faixa correta de tensão para o conversor interno ao microcontrolador.

2.2

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

2.2.1

Escopo

O sistema proposto fará o sensoriamento de dois pontos: um deles na água

da piscina (dentro da tubulação de saída da água) e outro na saída da placa solar e a partir desses dados acionará o motor caso seja necessário. O sistema não será integrado a outros métodos de aquecimento.

A interface do sistema consistirá de um display LCD e de três botões, para a

visualização e a alteração dos parâmetros.

O usuário poderá definir alguns parâmetros, como: temperatura máxima e a

diferença de temperatura necessária entre o painel e a piscina para ligar a bomba. A amplitude de temperatura na qual o sistema irá trabalhar é de 0 a 50ºC.

2.2.2 Equipamentos

O sistema consiste em:

a) um microcontrolador;

b) dois sensores de temperatura;

12

c)

um relé;

d)

um display LCD;

e)

três botões;

f)

um LED;

g)

dois amplificadores operacionais;

h)

resistores, capacitores, e fios para conexão.

O

microcontrolador irá monitorar os sensores, processar as informações

comparando as temperaturas e caso haja uma diferença entre elas, determinada

pelo usuário durante a utilização e acionará o motor se necessário.

2.2.3

Custos

Os custos em componentes somam R$ 98,95 (noventa e oito reais e noventa

e cinco centavos). Caso o produto seja produzido em série, o seu custo unitário total será próximo a esse valor, sendo que existirá ainda o custo de mão-de-obra para a sua montagem, mas os componentes comprados no atacado teriam o preço reduzido. O custo de mão-de-obra, 100 horas, foi estimado para o desenvolvimento do projeto, criação e montagem do protótipo.

Componente

Preço (R$)

Microcontrolador

16,30

Sensores

9,00

Fonte 12V

12,00

Placa CI

4,00

Relé

2,50

Botões

5,00

Display LCD

13,50

LED

0,15

Resistores

2,00

Capacitores

1,00

Oscilador Cristal

4,00

Gravador de PIC

20,00

Fios

5,00

Amplificadores Operacionais

3,50

Potenciômetro

1,00

Transistor

0,20

Conectores

4,00

Mão-de-obra (100 horas)

2.000,00

Total

2.103,15

Quadro 1 – Custos do Projeto

13

O projeto não inclui a bomba ou o painel solar, sendo que esses devem ser

adquiridos separadamente pelo cliente.

2.2.4 Riscos

O projeto depende de um subsistema (conjunto painel solar – bomba), se este

falhar, poderá comprometer o escopo do nosso trabalho. Um dos fatores que poderá gerar atraso na fase de programação é o fato de que o trabalho com esse sistema microcontrolado necessita de uma conversão analógico-digital, a qual exige um maior conhecimento por parte dos programadores. Outros fatores de risco podem ser relacionados, por exemplo, falha de componentes, atraso na entrega (aquisição) de produtos, falhas relacionadas à distribuição de energia elétrica.

2.2.5 Benefícios

O maior benefício é financeiro, e é dado de duas maneiras:

a) O custo do equipamento para produção em série é de, como será detalhado adiante, aproximadamente 98 reais. Significativamente menor do que os equipamentos que estão atualmente no mercado, como o MICROSOL (MICROSOL, 2008), por exemplo, que custa aproximadamente 310 reais no mercado. b) A economia de energia elétrica, já que o motor não será ligado em vão. Essa economia varia de acordo com o clima da região, da bomba instalada e do tamanho da piscina. Outro benefício do sistema é a praticidade, já que o sistema é automatizado e requer a mínima intervenção do usuário.

14

2.2.6

Cronograma

 
 

Data

Atividade

13/03

Entrega da Definição de Projeto Desenvolvimento do Anteprojeto Entrega do Anteprojeto Desenvolvimento da Documentação Defesa do 1º Bimestre Desenvolvimento da Documentação Entrega da Documentação Defesa do 2º Bimestre Implementação Entrega da Documentação Defesa do 3º Bimestre Implementação e Finalização do Projeto Entrega da Documentação Final Defesa do 4º Bimestre

14/03-23/04

24/04

25/04-14/05

15/05

16/05-25/06

19/06

26-03/06

04/06-24/9

25/09

02-09/09

10/09-19/11

20/11

29/11-04/12

2.2.7

Situação atual

Quadro 2 - Cronograma

O projeto está com a modelagem completa, com o fluxograma concluído e

testes de implementação foram feitos no simulador de circuitos Proteus (PROTEUS, 2008) para testar o funcionamento dos componentes em conjunto.

O layout da placa de circuito impresso foi feito também utilizando o Proteus e

a placa está em fase de montagem.

15

2.2.7.1 Protótipo de Interface

A interface será constituída, fisicamente, por um display LCD, quatro botões e um LED. Através dessa interface o usuário poderá alterar os parâmetros do sistema, escolhendo a opção desejada utilizando o botão “M”, e alterando o seu valor utilizando os botões “+” e “-”.

o seu valor utilizando os botões “+” e “-”. Figura 1 – Interface, Tela Principal Figura

Figura 1 – Interface, Tela Principal

seu valor utilizando os botões “+” e “-”. Figura 1 – Interface, Tela Principal Figura 2

Figura 2 – Interface, Menu 1

16

16 Figura 3 – Interface, Menu 2 Os parâmetros que poderão ser alterados são: temperatura máxima

Figura 3 – Interface, Menu 2

Os parâmetros que poderão ser alterados são: temperatura máxima e o diferencial de temperatura para o acionamento da bomba, como mostrado nas figuras 2 e 3. O botão “reset” reiniciará o microcontrolador quando pressionado, e o LED indicará a situação atual da bomba (ligada ou desligada). A tela principal é mostrada na figura 1. Essa tela exibirá os valores atuais de temperatura na piscina e no painel, em graus Celcius.

17

2.2.7.2 Esquema Elétrico

17 2.2.7.2 Esquema Elétrico Figura 4 – Esquema Elétrico

Figura 4 – Esquema Elétrico

18

2.2.7.3 Fluxograma

Início
Início

Vetor de

reset/inicio Não Reset Aguarda WDT? estouro Sim
reset/inicio
Não
Reset
Aguarda
WDT?
estouro
Sim

Limpa RAM

Não Reset Aguarda WDT? estouro Sim Limpa RAM Inicializa Display Config iniciais Portas,timers,option,int

Inicializa Display

Config iniciais Portas,timers,option,int

1
1

Figura 5 – Fluxograma parte 1

19

1
1

Ajusta conversor para canal 0

19 1 Ajusta conversor para canal 0 Inicia Conversão (Sensor1) Fim conversão? Não Sim Guarda valor

Inicia Conversão

(Sensor1)

Fim conversão? Não Sim
Fim
conversão?
Não
Sim

Guarda valor

convertido (t1)

Fim conversão? Não Sim Guarda valor convertido (t1) Ajusta conversor para canal 1 Inicia Conversão (Sensor

Ajusta conversor para canal 1

Guarda valor convertido (t1) Ajusta conversor para canal 1 Inicia Conversão (Sensor 2) Não Fim conversão?

Inicia Conversão (Sensor 2)

Não Fim conversão? Sim
Não
Fim
conversão?
Sim

Guarda valor

convertido (t2)

2
2

20

2
2

Ajusta valores (multiplica e divide)

20 2 Ajusta valores (multiplica e divide) Verifica presença dos sensores Calcula diferencial Compara diferencial Compara

Verifica presença dos sensores Calcula diferencial Compara diferencial Compara temperatura máx

Sim Não Ligar motor? Liga relé Desliga relé Liga led Desliga led Ajuste decimal
Sim
Não
Ligar
motor?
Liga relé
Desliga relé
Liga led
Desliga led
Ajuste decimal
relé Desliga relé Liga led Desliga led Ajuste decimal Escreve temperaturas no display Testa botão 1

Escreve temperaturas no display

Testa botão 1 Sim Não Alterar 1 parâmetro?
Testa
botão 1
Sim
Não
Alterar
1
parâmetro?

Trata botão 1

Figura 7 – Fluxograma parte 3

21

Escreve temperaturas no display

21 Escreve temperaturas no display Prepara tela principal “PISCINA (t1) PAINEL (t2)” Posiciona cursor Converte dezena

Prepara tela principal “PISCINA (t1) PAINEL (t2)”

Prepara tela principal “PISCINA (t1) PAINEL (t2)” Posiciona cursor Converte dezena de t1 em ASCII Escreve

Posiciona cursor

principal “PISCINA (t1) PAINEL (t2)” Posiciona cursor Converte dezena de t1 em ASCII Escreve dezena Converte

Converte dezena de t1 em ASCII

(t2)” Posiciona cursor Converte dezena de t1 em ASCII Escreve dezena Converte unidade de t1 em

Escreve dezena

cursor Converte dezena de t1 em ASCII Escreve dezena Converte unidade de t1 em ASCII Escreve

Converte unidade de t1 em ASCII

t1 em ASCII Escreve dezena Converte unidade de t1 em ASCII Escreve unidade Posiciona cursor Converte

Escreve unidade

dezena Converte unidade de t1 em ASCII Escreve unidade Posiciona cursor Converte dezena de t2 em

Posiciona cursor

unidade de t1 em ASCII Escreve unidade Posiciona cursor Converte dezena de t2 em ASCII Escreve

Converte dezena de t2 em ASCII

unidade Posiciona cursor Converte dezena de t2 em ASCII Escreve dezena Converte unidade de t2 em

Escreve dezena

cursor Converte dezena de t2 em ASCII Escreve dezena Converte unidade de t2 em ASCII Escreve

Converte unidade de t2 em ASCII

de t2 em ASCII Escreve dezena Converte unidade de t2 em ASCII Escreve unidade Retorna Figura

Escreve unidade

Retorna

22

Trata Botão 1

22 Trata Botão 1 Prepara tela menu “TEMP MÁX(max)” Posiciona cursor Sim Botão2 press? Não Sim

Prepara tela menu “TEMP MÁX(max)” Posiciona cursor

Sim Botão2 press? Não Sim Botão3 press? Não Botão1 press? Sim
Sim
Botão2
press?
Não
Sim
Botão3
press?
Não
Botão1
press?
Sim

Prepara tela menu “DIFERENCIAL” Posiciona cursor

Sim Botão2 press? Não Sim Botão3 press? Não Botão1 1 press? Não Sim
Sim
Botão2
press?
Não
Sim
Botão3
press?
Não
Botão1
1
press?
Não
Sim

Incrementa Temp max Converte e escreve

Decrementa Temp max Converte e escreve

Não

Incrementa Diferencial Converte e escreve

Decrementa Diferencial Converte e escreve

Figura 9 – Fluxograma parte 5

23

2.2.7.4 Código Fonte

Abaixo será mostrado um pequeno trecho de código implementado na linguagem de máquina do PIC 16F877A. O código fonte foi desenvolvido utilizando o MPLAB IDE v7.60 (MICROCHIP, 2008), no qual são feitos os ajustes de canal e as conversões de temperatura:

utilizando o MPLAB IDE v7.60 (MICROCHIP, 2008), no qual são feitos os ajustes de canal e

24

Trecho onde estão as instruções para escrever a palavra “Temperatura” no

LCD:

24 Trecho onde estão as instruções para escrever a palavra “Temperatura” no LCD:

25

No código abaixo são tomadas as decisões referentes ao acionamento da bomba:

tomadas as decisões referentes ao acionamento da bomba: 2.2.7.5 Layout da placa de circuito impresso Abaixo

2.2.7.5 Layout da placa de circuito impresso

Abaixo será mostrado o layout da placa de circuito impresso projetado no Proteus e uma ilustração do circuito pronto em três dimensões.

26

26 Figura 10 – Layout da placa de circuito impresso Figura 11 – Modelo 3D da

Figura 10 – Layout da placa de circuito impresso

26 Figura 10 – Layout da placa de circuito impresso Figura 11 – Modelo 3D da

Figura 11 – Modelo 3D da placa finalizada

2.3 PLANO DE TESTES

Para verificar a consistência do software, foram realizados testes para observar o seu funcionamento. Os testes são os seguintes:

a) No menu “diferencial”, tentar diminuir seu valor para um valor negativo, o que pode causar falhas.

b) No menu “temperatura máxima”, tentar diminuir seu valor para um valor negativo, o que pode causar falhas.

27

c) No menu “temperatura máxima”, tentar aumentar seu valor para um valor maior que 50, que é o limite superior da faixa de trabalho do sensor, o que pode causar falhas.

d) No menu “diferencial”, tentar aumentar seu valor para um valor maior que 50, o que pode causar falhas, já que o sensor funciona entre 0 e 50 graus.

e) Resetar o sistema para verificar a permanência das configurações.

f) Simular variações de temperatura para verificar o comportamento do sistema.

g) Retirar o conector dos sensores para avaliar o comportamento do sistema.

Para testar o funcionamento dos componentes físicos, foram realizados os

seguintes testes:

a) Testar a perda de sinal entre o sensor e o amplificador operacional, variando a bitola e o comprimento dos fios utilizados.

b) Testar a perda de sinal entre o amplificador operacional e o microcontrolador, variando a bitola e o comprimento dos fios utilizados.

c) Testar o acionamento do motor para verificar a existência de algum tipo de interferência.

d) Testar o funcionamento dos botões.

e) Verificar o funcionamento do LCD.

f) Testes de leitura e escrita na RAM.

Todos os testes foram realizados e os resultados obtidos foram os esperados,

não foram encontradas não-conformidades.

2.4 RESULTADOS E ANÁLISES

Não foram encontrados empecilhos para o desenvolvimento do projeto. O software para o microcontrolador já foi implementado e testado, e mostrou-se compatível com o modelo de sensor de temperatura escolhido. O desenvolvimento do protótipo do sistema já foi concluído e o plano de testes foi executado com sucesso.

28

3

CONCLUSÃO

O projeto cumpriu com o objetivo de monitorar dois sensores de temperatura e acionar uma bomba automaticamente, de acordo com os parâmetros fornecidos pelo usuário.

29

4

RESPONSABILIDADES

Canisio Barth Junior

Nelson Edelflides Carneiro

João Umberto Furquim de Souza (orientador)

Josmar Ivanqui

(co-orientador)

Idomar Augusto Cerutti (cliente)

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REFERÊNCIAS

LM35. Disponível em: <http://www.national.com/mpf/LM/LM35.html>. Acesso em:

22.mai.2008.

MICROCHIP TECHNOLOGY INC. Disponível em:

Acesso em: 20.mai.2008.

<http://www.microchip.com>.

MICROSOL. Disponível em:

Acesso em: 29.mai.2008.

<http://www.fullgauge.com.br/PDF/MICROSOL.pdf>.

NATIONAL

SEMICONDUCTOR.

Disponível

em:

<http://www.national.com/mpf/LM/LM35.html>. Acesso em: 21.mai.2008.

PIC16F877A.

Disponível

em:

<http://www.microchip.com/stellent/idcplg?IdcService=SS_GET_PAGE&nodeId=133

5&dDocName=en010242>. Acesso em: 20.mai.2008.

PROTEUS

<http://www.labcenter.co.uk/products/basicsim.cfm>. Acesso em: 22.mai.2008.

SIMULATION.

Disponível

em:

BEZERRA, Arnaldo M. Como Funciona um Aquecedor Solar de Água. Disponível em: <http://www.hidrovector.com.br/downloads/aquecedor.exe>. Acesso em

20.mai.2008.