Este material pode ser utilizado

:

Para incentivar ou iniciar a aula de leitura em sala de aula. Faça a
impressão dos textos e entregue um texto para cada aluno. Peça silêncio, após
terminarem peça para levantar a mão quem gostou do texto. Tenho certeza que
90% dos alunos irá levantar a mão, por isso peça que eles façam o troca dos
textos entre si. Todos irão comentar as histórias e vão querer ler. Estes textos
funcionam com qualquer idade.

O JARDIM

Um senhor vivia sozinho em Minnesota. Ele queria virar a terra de seu
jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único
filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão. O homem então escreveu
a seguinte carta ao filho:
- Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim
este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e
esta é a época certa para o plantio.
- Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui,
eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás
na prisão. Com amor, Seu Pai. Pouco depois, o pai recebeu o seguinte
telegrama:
- PELO AMOR DE DEUS, Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu
escondi os corpos!
Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da
manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram
e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo. Confuso, o velho
escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Esta foi a
resposta do filho ao pai:
- Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu
pude fazer no momento.

PAPEL AO VENTO

Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que
o rapaz acabou preso! Dias depois, descobriram que era inocente. O rapaz
foi solto, e processou o homem. No tribunal, o velho diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal. E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços
no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença. O senhor
obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou
ontem - disse o juiz. Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde
estão. Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de
um homem, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não se pode falar
bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
Sejamos donos de nossa boca para não sermos escravos de nossas
palavras.

A FORCA
Havia um homem muito rico, tinha grandes fazendas, carros, vários
empregados e muito dinheiro. Tinha um único filho que ao contrário do pai,
não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era
fazer festas e estar com seus amigos. Seu pai sempre advertia, falando que
esses amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer
e depois o abandonariam. O filho não dava a mínima atenção aos conselhos
de seu pai.
Um dia o velho pai, já avançado na idade disse os seus empregados
para construírem um pequeno celeiro e dentro dele, fez uma forca e junto a
ela uma placa com os dizeres: “Para você nunca mais desprezar as palavras
de seu pai”. Mais tarde chamou o filho e o levou até o celeiro e disse:
- Meu filho, eu já estou velho e em breve você assumirá tudo o que é
meu, e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos
empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os
animais e os bens para se sustentar e quando não tiver mais dinheiro, seus
amigos vão se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai
arrepender-se amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu
construí esta forca, sim, ela é para você, quero que você me prometa que se
acontecer o que eu disse, você se enforcará nela. O jovem riu, achou absurdo,
mas para não contrariar o pai prometeu e pensou que jamais isso iria
acontecer. O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo,
mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens,
perdeu amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito começou a refletir
sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou
a chorar e dizer:
- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, não estaria nesta
situação. Mas agora é tarde demais! Pesaroso, o jovem levantou os olhos e
longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava, a passos
lentos se dirigiu até lá e entrando viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras de meu pai, não pude alegrá-lo quando
estava vivo, mas pelo menos desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir
minha promessa, não me resta mais nada. Então subiu nos degraus e colocou
a corda no pescoço e disse:
- Ah, se eu tivesse uma nova chance. E então pulou, sentiu por um
instante a corda apertar sua garganta. Mas o braço da forca era oco e quebrouse facilmente, o rapaz caiu no chão e sobre ele caíram jóias, esmeraldas,
diamantes, ouro, a forca estava cheia de pedras preciosas e um bilhete que
dizia: - ESSA É A SUA NOVA CHANCE, EU TE AMO MUITO. SEU
PAI!!!”

UM ANJO CHAMADO MÃE

Uma criança pronta para nascer, perguntou a Deus:
- Senhor, dizem que descerei para a Terra amanhã, mas como vou
viver lá, sendo assim, tão pequena e indefesa? E Deus falou:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um muito especial para você. Esse
Anjo está lhe esperando e tomará conta de você. A criança, curiosa,
continuou:
- Mas, me diga uma coisa, Senhor, aqui no céu eu não faço nada, a não
ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz...como será lá na
Terra? E Deus, pacientemente falou:
- Seu Anjo irá cantar e sorrir para você. A cada dia, a cada instante,
você sentirá o amor do seu Anjo e será feliz. A criança queria saber mais e
perguntou:- E como vou entender, quando falarem comigo, se eu não
conheço a língua que as pessoas da Terra falam? E Deus respondeu:
- Com muita paciência e carinho, seu Anjo vai lhe ensinar a falar.A
criança quis saber mais:
- E o que vou fazer quando eu quiser falar contigo, Senhor? Deus
disse:
- Seu Anjo vai juntar suas mãos e lhe ensinar a orar. A criança,
preocupada, perguntou também:
- Eu ouvi dizer que na Terra existem homens maus. Quem irá me
proteger dos perigos? Deus, então, respondeu:
- Seu Anjo irá defender você, mesmo arriscando sua própria vida. A
criança queria saber muito mais e falou:
- Então serei sempre triste porque não o verei mais, Senhor! Deus
disse:
- Seu Anjo sempre irá lhe falar de Mim. Vai lhe ensinar a maneira de
vir a Mim. E Eu, sempre estarei dentro de você!
Nesse momento, havia muita paz no Céu, mas, as vozes da Terra já
começavam a ser ouvidas. A criança, apressada, pediu carinhosamente a
Deus:
- Oh, Deus! Se eu este é o momento de ir para a Terra, por favor, me
diga...qual o nome do meu Anjo? E Deus respondeu:
- Você chamará o seu Anjo de: MÃE!

O ALPINISTA

Depois de muitos anos de preparação, um alpinista resolveu escalar
um alto monte. E quando começou a subir, percebeu que seria mais difícil
do que esperava, mesmo assim decidiu seguir a escalada. Mas começou a
escurecer, e não era possível enxergar quase nada pois não havia lua e as
estrelas estavam cobertas pelas nuvens.
E quando estava a poucos metros do topo do monte, escorregou e
caiu...Mas ele havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda
que estava fixado em sua cintura, e de repente, sentiu um puxão muito forte
que quase o partiu pela metade. E naquele momento, suspenso no ar e em
completa escuridão, começou a gritar:
- OH MEU DEUS, ME AJUDE !!! E sentiu como que uma voz lhe
dissesse:
- CORTE A CORDA QUE TE MANTÉM PENDURADO !!!
Houve um momento de silêncio e reflexão. E ele se agarrou mais ainda
à corda e pensou que se a cortasse, morreria. As horas foram passando, e no
dia seguinte a equipe de resgate encontrou um alpinista que morreu
congelado, agarrado com as duas mãos a uma corda a apenas dois metros do
chão.

CARTA AO CONTRÁRIO

Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis
Tenho certeza que
Nada foi em vão
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada
Não poderia dizer mais que
Alimento um grande amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Eu te amo!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais.

( agora leia as frases de baixo para cima)

COPO DE LEITE

Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta
para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez
centavos e tinha fome. Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém,
seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a
porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água. Ela pensou que o jovem
parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar
e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deves nada - respondeu ela. E continuou:
- Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma
oferta caridosa.
Ele disse:
- Pois te agradeço de todo coração.
Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte
fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte. Ele
já estava resignado a se render e deixar tudo.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos
locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, onde
chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade. Chamaram o
Dr.Howard Kelly. Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera,
uma estranha luz encheu seus olhos.
Imediatamente, vestido com a sua bata de médico, foi ver a paciente.
Reconheceu imediatamente aquela mulher. Determinou-se a fazer o melhor
para salvar aquela vida. Passou a dedicar atenção especial àquela paciente.
Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.
O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura
total dos gastos para aprová-la. Ele a conferiu, depois escreveu algo e
mandou entregá-la no quarto da paciente.
Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida
para pagar todos os gastos. Mas finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou
a atenção, pois estava escrito o seguinte: "Totalmente pago há muitos anos
com um copo de leite ass.: Dr. Howard Kelly." Lágrimas de alegria correram
dos olhos da mulher e seu coração feliz orou assim:
"Graças meu Deus porque teu amor se manifestou nas mãos e nos
corações humanos."

A RATOEIRA
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa
abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao
descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio da
fazenda advertindo a todos:
“- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!!”. A galinha, disse:
“- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema
para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.”
O rato foi até o porco e lhe disse:
“- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!”
“- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa
fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas
preces.”
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
“- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho
que não! ”
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a
ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando
sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No
escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher…O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor
que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar
o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram
visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não
melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro
então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um
problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que,
quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de
um é problema de todos.”

ECO DA VIDA

Um pequeno garoto e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente o garoto cai, se machuca e grita:
- Aai!!!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir em algum lugar da montanha:
- Aai!!!
Curioso pergunta: - Quem é você?
Recebe como resposta: - Quem é você?
Contrariado grita: - Seu covarde!!!
Escuta como resposta: - Seu covarde!!!
Olha para o pai e pergunta aflito: - O que é isso?
O pai sorri e fala: - Meu filho, preste atenção!!!
Então o pai grita em direção a montanha: - Eu admiro você!
A voz responde: - Eu admiro você!
De novo o homem grita: - Você é um campeão!
A voz responde: - Você é um campeão!
O garoto fica espantado sem entender nada.
Então o pai explica:
As pessoas chamam isso de ECO , mas na verdade isso é a vida.
Ela lhe dá de volta tudo que você diz ou faz.
Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração.
Se você quer mais responsabilidade da sua equipe, desenvolva a sua
responsabilidade.
Se você quer mais tolerância das pessoas, seja mais tolerante.
Se você quer mais alegria no mundo, seja mais alegre.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de
volta o que você deu a ela.
SUA VIDA NÃO É UMA COINCIDÊNCIA;
SUA VIDA É A CONSEQÜÊNCIA DE VOCÊ MESMO!!!

O BARCO

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele
tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como
fora contratado para fazer. Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando
pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertálo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e
presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o
vazamento do barco.
- Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me
pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que
aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar
o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para
uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e
notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me
que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi
retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o
havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos!
Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude,
ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos
os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando
de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e
importante para alguém.

EMPURRE SUA VAQUINHA
Um sábio passeava na floresta com seu discípulo. Avistou uma
casinha pobre aos pedaços. Nela moravam um casal e três filhos, todos mal
vestidos, sujos, magros e aparentando subnutrição. O sábio pergunta ao pai
da família:
- “Como vocês sobrevivem? Não vejo horta alguma. Não vejo
plantação alguma. Não vejo animais”. O pai respondeu:
- Nós temos uma vaquinha que nos dá alguns litros de leite por dia.
Uma parte do leite, nós tomamos. Outra trocamos na cidade vizinha por
alimentos e roupas e assim vamos sobrevivendo...” O sábio agradeceu e saiu
novamente pelo seu caminho.
Logo em seguida, o sábio avistou uma vaquinha e ordenou seu
discípulo:
- “Puxe aquela vaquinha até o precipício e a empurre precipício
abaixo”. Mesmo sem compreender a ordem, o discípulo cumpriu, empurrou
a vaquinha no precipício. E ficou pensando na maldade do sábio em mandar
matar a única fonte de subsistência daquela família. Aquilo não saiu da
cabeça do discípulo por muitos anos.
Alguns anos depois, passando pela mesma região, o discípulo
lembrou-se da família e do episódio da vaquinha. Resolveu voltar àquela
casinha e, surpresa, no lugar pobre da casinha uma bela casa. Um pomar ao
redor, várias cabeças de gado, trator novo. Na porta da casa avistou o mesmo
pai, agora bem vestido, limpo e saudável. Logo apareceu a mulher e os três
filhos, todos bonitos e aparentando saúde e felicidade. Quando o discípulo
perguntou a razão de tanta mudança nesses últimos anos, o pai da família
respondeu:
- Sem a vaquinha a gente teve que se virar e fazer outras coisas que
nunca tinha feito. Começamos a plantar, criar animais, usar nossa cabeça
para sobreviver e daí a gente viu que era capaz de fazer coisas que nunca
havia tentado fazer. Sem a vaquinha a gente foi à luta e a gente só tinha essa
alternativa. “Lutar para vencer”.
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá algo para sobreviver e
conviver com a rotina. Vamos descobrir qual é a nossa vaquinha quem sabe
aproveitar este momento de crise para empurrá-la morro abaixo

AS TRÊS PENEIRAS

Quando for passar uma história adiante primeiro passe-a pelas três
peneiras:
Primeira peneira: a Verdade.
Pergunte-se se o que você quer contar é verdadeiro. Se não o for,
deixe-o morrer. Se for, passe-o pela segunda peneira: a Bondade.
É coisa boa? Ajuda a construir o caminho e a fama do próximo? Se o
que você quer contar é verdade e é coisa boa, passe-o pela terceira peneira:
a Necessidade.
Convém contar!? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode
melhorar o planeta?!.
Se passar pela três peneiras, conte!!! Tanto eu como você e seu irmão
nos beneficiaremos. Caso contrário esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca
a menos a envenenar o ambiente e levar a discórdia entre irmãos e colegas.
Devemos sempre ser a estação terminal de qualquer comentário infeliz,
sepultando-o.

Não esqueça: pessoas medíocres falam sobre pessoas. Pessoas comuns
falam sobre coisas. Pessoas inteligentes falam sobre idéias.

VALOR E RESPEITO

Ele tem 80 anos de idade e toma café da manhã todos os dias com sua
esposa. E quando eu perguntei, por que sua esposa está em casa de repouso?
Ele disse: Porque ela tem Alzheimer (perda de memória).
Eu perguntei: a sua esposa se preocupava, o esperava para ir tomar
café com ela?
E ele respondeu:
- Ela não se lembra...
- Já não sabe quem eu sou, faz cinco anos, já não me reconhece.
Surpreso, eu disse:
- e ainda tomando café da manhã com ela todas as manhãs, mesmo que
ela não te reconheça!
O homem sorriu e olhou para os meus olhos e apertou minha mão.
Em seguida, disse: "Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela
é".

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés
no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns
serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca,
de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse
alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo
comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Seu pai, um homem simples mas cheio
de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria
que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado
enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão
Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca
vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o
pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando
no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau
pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do
saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O
menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O
varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o
alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava
tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de
carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão
daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.O filho
acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho
onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus
dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para
você. O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais
que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra,
os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

NADA

Em uma densa floresta em uma terra distante, havia um grande rio.
Um sábio deu algumas moedas a um canoeiro para este o atravessar até a
outra margem. Durante a travessia, tirou uma folha das águas e a examinou
cuidadosamente. Virando-se para o canoeiro, perguntou: " Diga-me uma
coisa: Você sabe botânica? " . O canoeiro olhou para o sábio e respondeu:
"Não, senhor."
"Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas! Que pena
Você perdeu parte da sua vida ", disse o sábio jogando a folha de volta água.
O canoeiro continuava remando.
Depois de algum silêncio, perguntou novamente o sábio: " diga-me
uma coisa: você sabe astronomia? "
O homem simples coçou a cabeça e disse: "Não, senhor, não sei o que
é astronomia". "Astronomia é a ciência que estuda as estrelas. Que pena!
Você perdeu outra parte da sua vida." "E sobre filosofia...," insistiu.
Nada senhor, respondeu o canoeiro. "Imagine só! Outra parte de sua
vida perdida".
De repente, no meio do rio, a canoa bateu contra uma grande rocha,
rompeu-se e ambos caíram na água. Assim que o canoeiro tomou fôlego,
olhou em volta, e avistando o sábio, perguntou:
"O senhor sabe nadar "?
"Não, não sei!"
"Então acho que o senhor vai perder sua vida inteira!"
Moral da história: Tão importante como saber nadar é saber agir.
Inteligente não é aquele que muito sabe, é aquele que aplica aquilo que
sabe.

A VOLTA
Esta história é de um soldado que finalmente estava voltando para
casa, depois de ter lutado no Vietnã, ligou para seus pais em São Francisco.
- Mãe, pai estou voltando para casa, mas antes quero pedir um favor a
vocês. Tenho um amigo que eu gostaria de trazer junto comigo.
- Claro, eles responderam, nós adoraríamos conhecê-lo
- Há algo que vocês precisam saber antes, continuou o filho. Ele foi
terrivelmente ferido em uma luta. Pisou em uma mina e perdeu um braço e
uma perna. O pior é que ele não tem nenhum lugar para morar.
- Nossa!!! Sinto muito em ouvir isso filho, talvez possamos ajudá-lo a
encontrar algum lugar para morar.
- Não mãe. Eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, disse o pai. Você não sabe o que está pedindo? Você tem noção
da gravidade do problema? A mãe concordando com o marido reforçou:
- Alguém com tanta dificuldade seria um fardo para a gente. Nós temos
nossas próprias vidas e não queremos que alguém com esse tipo de problema
interfira em nosso modo de viver. Acho que você poderia voltar para casa e
esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.
Nesse momento ele bateu o telefone. Os pais não ouviram mais
nenhuma palavra dele.
Alguns dias depois, os pais receberam um telefonema da polícia de
São Francisco, informando que o filho deles havia morrido depois de ter
caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio.
Os pais angustiados voaram para a cidade onde o filho se encontrava
e foram levados ao necrotério para identificar o corpo do filho. Eles o
reconheceram, e para seu terror, descobriram algo que desconheciam. “o
filho deles tinha apenas um braço e uma perna”.
Os pais desta história são como nós. Achamos fácil amar aqueles que
são perfeitos fisicamente, bonitos e divertidos. Mas não gostamos das
pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.

A PISCINA E A CRUZ
Um de meus amigos ia toda quinta-feira a noite a uma piscina coberta.
Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume
de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim
mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente
nadador. Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com
esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.
Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O
homem sorriu e respondeu: "Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há
alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu
trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não
conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de
natação, eu tinha uma chave para entrar no clube.
"Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava
através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra
na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma
magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela
imagem." O professor de natação continuou: "Neste momento, pensei na
cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas
palavras me vieram a mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido
para nos salvar por meio de seu precioso sangue.
"Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços
estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei,
desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada
e meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior haviam esvaziado
a piscina e eu não tinha percebido!"
"Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria
meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha
vida.
Fiquei tão agradecido a Deus - que por me amar permitiu que eu
continuasse vivo - que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência
de que não somente a minha vida física, mas minha alma também precisava
ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual
Jesus morreu para nos salvar. Ele me salvou quando confessei os meus
pecados e me entreguei a Ele."
"Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora
tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo.
Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de saltar na
água."

A Serpente e o Vagalume

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um
vagalume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem
pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada... No terceiro dia, já
sem forças o vagalume parou e disse a cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te
devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar...

A Escola dos Bichos

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso
reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O Pássaro insistiu para
que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em
árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida
fosse incluída. E assim foi feito, incluíram tudo, mas... cometeram um grande
erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos
oferecidos. O Coelho foi magnífico na corrida ninguém corria como ele. Mas
queriam ensina-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram:
- "Voa, Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou
as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar
buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não
conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais
qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que
as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no
final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas
poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

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