Você está na página 1de 490

André Guilherme Dornelles Dangelo

A CULTURA ARQUITETÔNICA EM MINAS GERAIS

E SEUS ANTECEDENTES EM PORTUGAL E NA EUROPA:

ARQUITETOS, MESTRES-DE- OBRAS E CONSTRUTORES

E O TRÂNSITO DE CULTURA NA PRODUÇÃO

DA ARQUITETURA RELIGIOSA

NAS MINAS GERAIS SETECENTISTAS

Vol. I/IV

Belo Horizonte

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG – Depto. de História

2006

André Guilherme Dornelles Dangelo

A CULTURA ARQUITETÔNICA EM MINAS GERAIS

E SEUS ANTECEDENTES EM PORTUGAL E NA EUROPA:

ARQUITETOS, MESTRES-DE- OBRAS E CONSTRUTORES

E O TRÂNSITO DE CULTURA NA PRODUÇÃO

DA ARQUITETURA RELIGIOSA

NAS MINAS GERAIS SETECENTISTAS

Vol. I/IV

Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais.

Linha de Pesquisa: História Social da Cultura

Orientador: Prof a . Dr a . Adriana Romeiro

Belo Horizonte

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG – Depto. de História

2006

Capa: Azulejaria portuguesa da segunda metade do século XVIII, claustro do Convento de São Vicente de Fora em Lisboa. Foto do autor, 2004.

FICHA CATALOGRÁFICA

D182c

Dangelo, André Guilherme Dornelles A cultura arquitetônica em Minas Gerais e seus antecedentes em Portugal e na Europa: arquitetos,

mestres de obras e construtores e o trânsito de cultura na produção de arquitetura religiosa nas Minas Gerais setecentistas / André Guilherme Dornelles Dangelo -

2006.

4v. 951p.: il.

Orientadora: Adriana Romeiro Tese (doutorado) - Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas.

1. Arquitetura religiosa – Minas Gerais (MG) – séc.

XVIII 2. Minas Gerais (MG)– História – séc. XVIII

I. Romeiro, Adriana

Gerais. Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

Título

II. Universidade Federal de Minas

III.

CDD : 981.03

Tese defendida em 11 de setembro de 2006, em Banca Examinadora composta pelos

professores:

Prof a . Dr a . Adriana Romeiro Orientadora - UFMG

Prof a . Dr a . Cláudia Carvalho Leme Nóbrega UFRJ

Prof a . Dr a . Celina Borges Lemos UFMG

Prof. Dr. Eduardo França Paiva UFMG

Prof a . Dr a . Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira. UFRJ

A

Vanessa,

amor

maior

Dedicatória:

da

minha

vida

e

permanente incentivadora e companheira de

todas as aventuras empreendidas.

E a Mariana, nosso projeto mais sonhado.

AGRADECIMENTOS

Terminada a tese, depois de incansáveis, mas, infelizmente, revisões não definitivas,

ainda permanece o sentimento de que muitos aspectos não foram abordados e que há muito

ainda o que estudar e pesquisar para se desvendar a complexidade da circulação cultural nas

Minas Gerais setecentistas e seus agentes, responsáveis pela produção arquitetônica.

Passados quase dois anos de quando iniciamos o amadurecimento da proposta final da

Tese, gostaríamos, inicialmente, de agradecer ao apoio da nossa orientadora Prof a . Dr a .

Adriana Romeiro, que desde o início acreditou na viabilidade do bom resultado que a

proposta de pesquisa poderia dar, e que nos incentivou de modo inequívoco sobre a

importância da temporada de pesquisa em Portugal.

Agradecemos também às instituições que, de maneiras diversas, deram suporte a este

trabalho: ao Programa de Pós-Graduação em História FAFICH/UFMG, na figura de seus

professores e funcionários, e ao Departamento de Análise Crítica e Histórica da Escola de

Arquitetura da UFMG, na pessoa na Prof a . Dr a Celina Borges Lemos, pelo apoio e pela defesa

da constante da concessão de afastamentos para que pudéssemos realizar essa pesquisa com

plenas condições de dedicação em sua fase final.

Registro aqui, ainda, o meu mais profundo e sincero agradecimento à CAPES, que

apoiou o Estágio de Pesquisa em Portugal, e ao Prof. Dr. Joaquim Jaime Barros Ferreira-

Alves, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que orientou a pesquisa no Porto e

que abriu, com a gentileza de sempre, uma série de possibilidades de abordar certos temas da

Tese, além da indicação de uma série de artigos especializados, arquivos e monumentos a

serem visitados, fundamentais para o amadurecimento da pesquisa. Neste sentido, agradeço

especialmente também a gentileza e atenção que tivemos dos funcionários da Biblioteca da

Faculdade de Arquitetura e de Letras e Artes da Universidade do Porto e dos funcionários

portugueses

dos

diversos

Arquivos,

Bibliotecas

e

Órgãos

Públicos

que

tivemos

a

oportunidade de consultar em Portugal. Aproveito também, aqui, para agradecer, em especial,

ao apoio que sempre recebi da Prof a . Dr a Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira para me

aprofundasse nesse campo de conhecimento, desde nossos primeiros passos em 1996.

No Brasil, agradeço também aos préstimos recebidos dos funcionários ligados ao

IPHAN e IEPHA e aos funcionários de todas as Bibliotecas, das Prefeituras, dos Arquivos

Paroquiais e Eclesiásticos e das Ordens Leigas consultadas, sempre pacientes e atenciosas aos

nos receberem.

No exame de qualificação, agradeço ainda às ponderações dos Professores Dr.

Eduardo França Paiva e Dr a Celina Borges Lemos, que com suas sugestões, enriqueceram as

discussões da pesquisa e nos entusiasmaram a não perder o fôlego, já tão difícil naquele

momento de cansaço, pelo trabalho já empreendido.

Agradecimentos, ainda, aos diversos amigos e familiares, a quem peço muitas

desculpas por suportar a minha constante falta de tempo, um freqüente mau-humor nos

últimos meses, e a impaciência e o estresse que infelizmente se tornaram presentes nos

momentos finais da elaboração Tese, gerados pela ansiedade e pressão dos prazos a serem

cumpridos.

Agradeço também colegas, professores da Escola de Arquitetura, Frederico Tofani,

Fernando Lara, Celina Borges e principalmente a Fernanda Borges pelo apoio inestimável,

com seus conselhos e experiência na fase final da Tese. Agradeço ainda as opiniões e

conselhos do professor Rodrigo Baeta, companheiro de jornada e de paixão pelos nos estudos

da arquitetura brasileira e pelo tema do patrimônio cultural deste os tempos de faculdade.

Agradeço ainda ao meu pai, pela paciência na colaboração da revisão de redação

inicial da Tese, a minha mãe pelo apoio e ao professor e programador visual Flavio Vignoli, e

a minha estagiária Cláudia Marun, fundamentais para bom desempenho da parte gráfica da

Tese e que se dedicaram de maneira apaixonada pelas descobertas de uma nova possibilidade

de ver o problema da cultura arquitetônica em Minas Gerais no século XVIII.

Expresso, ainda, minha gratidão especial aos colegas professores do Programa de Pós-

Graduação em História da FAFICH/UFMG pela oportunidade de agregar à minha formação

acadêmica uma série de conhecimentos sobre o campo da História, que carregarei para

sempre na minha carreira profissional.

Agradeço a Moema e a sua equipe na Biblioteca da Escola de Arquitetura, quando

resolveram muitas dúvidas sobre problemas na formatação da Tese e que tiveram a paciência

e compreensão de deixar na minha companhia por longos períodos, obras de referência

fundamentais para a pesquisa, e também a Secretaria da Pós-graduação em História na

FAFICH, que dentro do possível, sempre resolveu todas as nossas solicitações. Agradeço

ainda especialmente aos arquitetos e professores Rodrigo Meniconi e Altino Caldeira pela

colaboração nos dados dos levantamentos arquitetônicos.

Tudo isso, no entanto, não teria tido um resultado tão proveitoso se não tivesse

Vanessa como companheira sempre presente nessa jornada. Não bastassem suas qualidades

como a parceira que eu escolhi para compartilhar a vida, ela, como professora experiente e

competente que é da área de história e teoria da arquitetura, foi uma revisora fundamental da

Tese, pois, pelo seu grande conhecimento do tema, foi capaz de propor e discutir novos

pontos de vista, ainda pouco aprofundados na pesquisa, e sugerir outros que necessitavam ser

acrescidos para dar maior densidade ao texto final. Para ela, acima de tudo, dedico essa Tese,

com a certeza que muito do que nos une e que comungamos como valores sentimentais e

profissionais foram aqui consolidados, num projeto de vida que reúne mais dez anos de

sonhos, planos e esperanças, desde que um dia nos conhecemos numa noite belíssima em

Ouro Preto.

A história de Minas Gerais, como a de outras regiões que viveram um certo

momento de auge e supremacia e que se seguiu decadência e atrofia, tem algo de

uma dupla reiteração: o grandioso, que se foi e que se lamente, e o modesto, mas

inabalável, orgulho de uma tradição que se quer superlativa. O sistema cultural

traduz o inumerável do espírito humano; sua diversidade é a realização da

liberdade. É, sobretudo, como atributo da liberdade que poderá explicar as

diferenças culturais, o fato permanentemente surpreendente da criatividade, da

invenção, que faz da trajetória cultural a tessitura permanente de significados

diversos e coletivos.

PAULA, João Antonio. Raízes da modernidade em Minas Gerais. 2000.

RESUMO

A CULTURA ARQUITETÔNICA EM MINAS GERAIS

E SEUS ANTECEDENTES EM PORTUGAL E NA EUROPA: ARQUITETOS,

MESTRES-DE-OBRAS E CONSTRUTORES E O TRÂNSITO DE CULTURA NA

PRODUÇÃO DA ARQUITETURA RELIGIOSA

NAS MINAS GERAIS SETECENTISTAS

A expressão “cultura arquitetônica” refere-se, de uma maneira geral, aos parâmetros

culturais que nortearam a produção da arquitetura. Esta tese trata, especificamente, da “cultura

arquitetônica” em Minas Gerais durante o século XVIII, buscando compreender a maneira

pela

qual

se

fez

a

complexa

assimilação

do

repertório

da

arquitetura

tardo-barroca

internacional, a partir de uma grande rede de informações e de agentes culturais.

A primeira parte da pesquisa trata de buscar compreender e estudar como se deu o

choque de inclusão da nova realidade arquitetônica implementada em Portugal a partir dos

últimos anos do século XVII, e que, por sua vez, era totalmente distinta dos parâmetros com

os quais a arquitetura em Portugal era praticada há séculos. Para o entendimento desse

processo de assimilação, partimos para o estudo dos processos de transposição dos modelos

formais para Portugal através do estudo da tratadística e da iconografia em voga no período.

Neste

sentido,

trabalhamos

principalmente

com

os

valores

da

cultura

tardo-barroca

assimilados pelos diversos segmentos – na prática dos canteiros-de-obras e no mundo erudito

– ligados à produção arquitetônica em Portugal, com ênfase, principalmente, no campo da

produção religiosa, foco primário da nossa pesquisa. Essa iniciativa de analisar a relação entre

cultura e tratadística se mostrou bastante produtiva durante a pesquisa, sendo fundamental

para a compreensão das modificações e conflitos que acompanharam a formação dos mestres-

de-obras, engenheiros militares e arquitetos em Portugal e em Minas. Assim, pudemos

compreender melhor o entendimento que se tinha sobre o que os valores culturais do tardo-

barroco

importado

vernacular.

para

Portugal

poderiam

agregar

à

cultura

arquitetônica

portuguesa

Verificamos que essas contaminações e incertezas foram exportadas para as colônias

portuguesas através não só da circulação constante de tratados de arquitetura, livros religiosos

amplamente ilustrados e maços de estampas gravadas, mas também por agentes culturais para

cá imigrados, num trânsito cultural bem maior, freqüente e de importante sob o ponto de vista

cultural do que antes se imaginava.

O sub-título – arquitetos, mestres-de-obras e construtores e o trânsito de cultura na

produção da arquitetura religiosa nas Minas Gerais setecentista – indica a busca por

compreender melhor os motivos e os caminhos trilhados pelos mestres-de-obras de Portugal

que cruzaram o oceano Atlântico para a região das Minas Gerais, como também o processo de

assimilação, o trânsito de culturas e a contribuição efetiva que eles deram à formação de uma

nova cultura arquitetônica, ao mesmo tempo mestiça e universal, que se formava em Minas a

partir do início do século XVIII.

Esses argumentos propõem, assim, uma visão mais aberta e universal do fenômeno da

arquitetura setecentista mineira que se afasta em muitos pontos fundamentais do arcabouço da

maioria das teorias defendidas por mais de 60 anos de historiografia ligada à produção da

arquitetura religiosa do século XVIII em Minas Gerais.

Palavras-Chave: Minas Gerais – Período colonial –

Arquitetura Religiosa

ABSTRACT

ARCHITECTURAL CULTURE IN MINAS GERAIS AND ITS BACKGROUNDS IN

PORTUGAL AND EUROPE: ARCHITECTS, MASTERS AND CONSTRUCTORS

AND THE CULTURAL TRANSIT ON RELIGIOUS ARCHITECTURAL

PRODUCTION IN MINAS GERAIS ON 18TH CENTURY

The expression “architectural culture” refers, in general, to the cultural parameters that

had guided architectural production. This thesis deals, specifically, with the “architectural

culture” in Minas Gerais during 18 th century, searching to comprehend the way the complex

assimilation of the repertoire of international late-baroque architecture was achieved, through

an information and cultural agents network.

The first part of the research studies how the inclusion chock of the new architectural

realityr was implemented in Portugal from the late 17 th century, that, at its turn, was totally

distinct from the parameters with which architecture have been practiced in Portugal for

centuries. To achieve the comprehension of the assimilation process, we have start with the

study of the transposition processes of formal models to Portugal through the study of

treatises used on the period. In this sense, we have worked mainly with the values of late-

baroque culture absorbed by several segments – in the practice of the construction site and in

the

erudite world – connected to the architectural production in Portugal, emphasizing,

specially, religious production, primary focus of our research. This iniciative to analyse the

relation between culture and treatises have shown quite productive during the research,

fundamental to the comprehension of changings and conflicts that followed masters, military

engineers and architects’ qualification in Portugal and Minas. Thus, we could comprehend the

late-baroque cultural values that had been imported to Portugal and how they could be joined

to vernacular portuguese architecture.

We had verified that this contamination and uncertainties were exported to the

portuguese colonies through the constant circulation of architectural treatises, illustrated

religious books and prints, but also through cultural agents immigrated, in a wider, more

frequent and more important cultural transit than that was former imagined.

The subtitle – architectes, masters and constructors and the cultural transit on religious

architectural production in Minas Gerais on the 18th century – indicates the search for a better

comprehension of the reasons and the ways followed by portuguese masters that had crossed

the Atlantic to Minas Gerais, and also the assimilation process, the cultural transit and the

effective contribution that they had given to the formation of a nwe architectural culture, at

the same time crossbreed and universal, that was beggining in Minas on the 18 th century.

This arguments propose a wider and universal vision of the phenomenon of the

“mineira” architecture on the 18th century that deviates in several fundamental points of the

major theories supported for more than 60 years of historiography linked to the religious

architectural production on the 18 th century in Minas Gerais.

Key-words: Minas Gerais – Colonial period – Religious Architecture

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1

Lucio Costa, Parque Guinle, edifício Nova Cintra (1948-1954), Rio de Janeiro, fachada sul. Fonte: WISNIK, 2001, p.92.

95v

Figura 2

Lucio Costa, Parque Guinle, edifício Nova Cintra (1948-1954), Rio de Janeiro, plantas do 1 o , 3 o e 5 o pavimentos. Fonte: WISNIK, 2001, p.92.

95v

Figura 3

Igreja de São Francisco de Assis (1766), Ouro Preto, detalhe do levantamento do frontispício. Fonte: SANTOS, 1951, p.179.

103v

Figura 4

Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1766), Ouro Preto, detalhe da porta de acesso ao púlpito. Fonte: SANTOS, 1951, p.197.

103v

Figura 5

Relação e importância das igrejas na construção da paisagem ouropretana. Fonte: foto do autor, 2006.

108v

Figura 6

Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre Faria (1740), Ouro Preto, exterior. Fonte: CEMIG, 2004, p.162

109v

Figura 7

Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre Faria (1740), Ouro Preto, interior. Fonte: CEMIG, 2004, p.161.

109v

Figura 8

Etapas sucessivas da evolução da arquitetura religiosa setecentista mineira, paralelo aos momentos de ocupação e expansão do território. Fonte: VASCONCELLOS, 1983, p.49-50.

114v

Figura 9

Evolução das fachadas das igrejas brasileiras, segundo a análise de Sylvio de Vasconcellos. Fonte: VASCONCELLOS, 1974, p.50-51.

115v

Figura 10

Evolução das plantas das igrejas setecentistas mineiras, segundo a análise de Sylvio de Vasconcellos. Fonte: VASCONCELLOS, 1983, p.53.

115v

Figura 11

Igreja de São Francisco de Assis (1766), Ouro Preto, proporções áureas segundo a análise de Sylvio de Vasconcellos. Fonte: VASCONCELLOS, 1968, p.183.

116v

Figura 12

Modelo de evolução das plantas das igrejas setecentistas ouropretanas segundo a análise de Germain Bazin. Fonte: elaboração do autor.

123v

Figura 12a

Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias (1729), Ouro Preto, planta.

123v

Figura 12b

Igreja de Santa Efigênia do Alto da Cruz (1740), Ouro Preto, planta.

123v

Figura 12c

Igreja de São Francisco de Assis (1766), Ouro Preto, planta.

123v

Figura 13

Igreja do colégio dos Jesuítas, atual Sé (1572-1585), Salvador, fachada

130v

(1657).

Figura 14

Fonte: foto do autor, 1998. Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia (1733), Salvador, vista. Fonte: foto do autor, 1998.

130v

Figura 15

Paço dos Governadores (1745), Rio de Janeiro, detalhe da fachada. Fonte: LAGO, 2002, p.226.

131v

Figura 16

Tratados arquitetônicos italianos, franceses e portugueses relacionados por John Bury.

133v

Figura 16a

Giacomo Barozzi da Vignola, “Regre delle Cinque Ordine” (1562), regras para execução de colunas salomônicas. Fonte: BURY, 1991, p.171.

133v

Figura 16b

Padre Ignácio da Piedade Vasconcelos, “Artefactos simétricos e geométricos” (1733), capa do tratado. Fonte: BURY, 1991, p.178.

133v

Figura 16c

Sebastiano Serlio, “Il terzo libro di architettura” (1540), modelo de antigo portão romano, Spello, próximo a Assisi, Itália. Fonte: BURY, 1991, p.181.

133v

Figura 16d

Fray Lorenzo de San Nicolás, “Arte y uso de arquitectura” (1736), capa do tratado. Fonte: BURY, 1991, p.178.

133v

Figura 17

Algumas tipologias e plantas de igrejas relacionadas à produção setecentista mineira, segundo a análise de John Bury.

137v

Figura 17a

Capela de Santa Katharina (1730), Bade (Boêmia), vista. Fonte: BURY, 1991, p.127.

137v

Figura 17b

Capela de Santa Katharina (1730), Bade (boêmia), planta; igreja paroquial (1706), Christkindl (Áustria), planta; igreja paroquial (1720), Nitzau (Boêmia), planta. Fonte: BURY, 1991, p.128.

137v

Figura 18

Gravuras e modelos arquitetônicos em circulação durante o século XVIII que influenciaram a produção artística e arquitetônica religiosa em Portugal e no Brasil, segundo a análise de Myriam Ribeiro.

147v

Figura 18a

Johann Bernhard Fischer von Erlach, Kollegienkirche (1696), Salzburg, planta e figura do tratado “Entwurffeiner historichen architektur” (1721). Fonte: OLIVEIRA, 2003, p.81.

147v

Figura 18b

Franz Xavier Habermann, motivos “rocaille”, séries 103, 120, 124 e 169. Fonte: OLIVEIRA, 2003, p.93.

147v

Figura 19

Modelo de classificação proposto para a arquitetura religiosa barroca e rococó produzida durante o século XVIII no Brasil, segundo a análise de Myriam Ribeiro.

148v

Figura 19a

Tipologia barroca. Fonte: OLIVEIRA, 2001, p.165.

148v

Figura 19b

Tipologia poligonal. Fonte: OLIVEIRA, 2001, p.164.

148v

Figura 19c

Tipologia curvilínea rococó. Fonte: OLIVEIRA, 2001, p.163.

148v

Figura 20

Influência dos modelos de pintura européia na produção da pintura de Manoel da Costa Athaíde nos painéis da capela-mor da igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto.

154v

Figura 20a

Igreja de São Francisco de Assis (1766), Ouro Preto, painéis da capela- mor. Fonte: foto do autor, 2006.

154v

Figura 20b

Dermane, “A morte de Abraão”, bíblia. Fonte: LEVY, 1944, p.20.

154v

Figura 20c

Manoel da Costa Athaíde, “A morte de Abraão”, igreja de São Francisco

154v

Figura 21

de Assis (1766), Ouro Preto, pintura da capela-mor. Fonte: foto do autor, 2006. Evolução da arquitetura religiosa setecentista em Minas Gerais, segundo publicação recente da UNESCO (2004). Fonte: UNESCO, 2004, p.146.

156v

Figura 22

Gian Lorenzo Bernini, Basílica de São Pedro (1657-1667), Vaticano, Roma, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

160v

Figura 23

Gian Lorenzo Bernini, Basílica de São Pedro (1657-1667), Vaticano, Roma, interior, Catedra Petri. Fonte: foto do autor, 2004.

160v

Figura 24

Carlo Maderno, igreja de Santa Susanna (1603), Roma, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

165v

Figura 25

Carlo Maderno, igreja de Sant’Andrea della Valle (1665), Roma, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

165v

Figura 26

Francesco Borromini, igreja de San Carlo alle Quattro Fontane (1665- 1667), Roma, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

166v

Figura 27

Francesco Borromini, igreja de San Carlo alle Quattro Fontane (1638), Roma, planta. Fonte: TAVARES, 2004, p.81.

166v

Figura 28

Francesco Borromini, igreja de San Carlo alle Quattro Fontane (1638), Roma, traçado geométrico da planta segundo Tavares. Fonte: TAVARES, 2004, p.87.

166v

Figura 29

Francesco Borromini, igreja de Sant’Ivo alla Sapienza (1642), exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

166v

Figura 30

Francesco Borromini, igreja de Sant’Ivo alla Sapienza (1642), planta. Fonte: TAVARES, 2004, p.92.

166v

Figura 31

Guarino Guarini, igreja de Santa Sidone (1666), Turim, planta originais. Fonte: MILLON, 1999, p.66.

167v

Figura 32

Guarino Guarini, igreja de Santa Sidone (1666) Turim, interior da cúpula. Fonte: foto do autor, 2004.

167v

Figura 33

Guarino Guarini, igreja de Santa Maria da Divina Providência (1656), Lisboa, projeto publicado no tratado “Architectura civile” (1757). Fonte: PEREIRA, 1989, p.215-216.

167v

Figura 34

Carlo Fontana, igreja de San Marcello al Corso (1682-1683), Roma, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

169v

Figura 35

Luigi Vanvitelli, Palazzo Reale (1741), Caserna (próximo a Nápoles), interior. Fonte: TOMAN, 2004, p.65.

170v

Figura 36

Giuseppe Sardi, igreja de Santa Maria della Maddalena (1737), Roma, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

170v

Figura 37

Filippo Juvarra, Basílica de Superga (1717), Turim, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

170v

Figura 38

Filippo Juvarra, Basílica de Superga (1717), Turim, interior da cúpula. Fonte: foto do autor, 2004.

171v

Figura 39

Luigi Vanvitelli, capela de São João Batista (1742), Lisboa. Fonte: foto do autor, 2004.

171v

Figura 40

Filippo Juvarra, Basílica de Superga (1717), Turim, croquis da fachada. Fonte: GRITELLA, 1992, p.230.

175v

Figura 41

Filippo Juvarra, Basílica de Superga (1717), Turim, fachada e corte em desenho técnico. Fonte: GRITELLA, 1992, p.240.

175v

Figura 42

Filippo Juvarra, Basílica de Superga (1717), Turim, traçado geométrico da fachada, segundo Gritella. Fonte: GRITELLA, 1992, p.252.

175v

Figura 43

Filippo Juvarra, projeto de um palácio. Fonte: GRITELLA, 1992, p.196.

175v

Figura 44

Nicolò Salvi, Fontana di Trevi (1732-1762), Roma, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

176v

Figura 45

Gian Lorenzo Bernini e Claude Perrault, propostas para a ala leste do Palácio do Louvre, Paris: comparação entre as escolas italiana e francesa. Fonte: TOMAN, 2004, p.131.

178v

Figura 46

Roland Fréart, “Parallèle de l’architecture Antique et de la Moderne” (1688), capa do tratado. Fonte: BURY, 1991, p.179.

179v

Figura 47

Abadia beneditina (1702-1727), Melk, Áustria, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

185v

Figura 48

Abadia beneditina (1710-1713), Banz, Alemanha, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

185v

Figura 49

Santuário (1744-1754), Wies, Alemanha, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

186v

Figura 50

Santuário de Vierzehnhiligen (1710-1713), Alemanha, exterior. Fonte: foto do autor, 2004.

186v

Figura 51

Johann Bernhard Fischer von Erlach, KollegienKirche (1694-1700), Salzburg, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

187v

Figura 52

Johann Bernhard Fischer von Erlach, igreja da Santíssima Trindade (1694-1707), Salzburg, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

187v

Figura 53

Johann Bernhard Fischer von Erlach, igreja das Ursolinas (1699-1704), Salzburg, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

187v

Figura 54

Johann Bernhard Fischer von Erlach, Kollegienkirche (1694-1707), Salzburg, gravura comemorativa da construção. Fonte: Barockberichte, n. 18/19, 1998, p.161.

188v

Figura 55

Lucas Von Hildebrand, igreja de São Pedro (1710-1733), Viena, planta. Fonte: prospecto turístico da igreja, 2000.

188v

Figura 56

Lucas Von Hildebrand, igreja de São Pedro (1710-1733), Viena, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

188v

Figura 57

George Dientzenhofer, igreja da Santíssima Trindade (1684), Kappel, Boêmia, República Tcheca, planta. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1989, p. 33.

189v

Figura 58

Christoph Dientzenhofer, igreja da São Nicolau em Malà-Strana (1703- 1713), Praga, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

189v

Figura 59

Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja de São João Batista (1747), Pastiky, Boêmia, República Tcheca, vista da fachada lateral.

190v

Figura 60

Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1993, p. 304. Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja de São João Batista (1747), Pastiky, Boêmia, República Tcheca, detalhe da vista interna das janelas laterais. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1993, p. 304.

190v

Figura 61

Balthazar Neumann, santuário de Vierzehnhiligen (1710-1713), Alemanha, projeto da fachada principal. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1989, p. 95.

190v

Figura 62

Dominikus Zimmermann e Johann Michael Fischer, santuário (1745- 1754), Wies, Alemanha, interior da igreja, exemplo de “gesantkunstwerke”. Fonte: foto do autor, 2004.

191v

Figura 63

Egid Quirim Asam, igreja (1717-1725), Rohr, Alemanha, interior da igreja, exemplo de “theatrum sacrum”. Fonte: foto do autor, 2004.

191v

Figura 64

Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja de São João das Rochas (1729-1739), Praga, vista. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1989, p. 69.

192v

Figura 65

Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja paroquial (1727-1730), Sonov, Boêmia, República Tcheca, detalhe da fachada. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1993, p. 145.

192

Figura 66

Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja conventual (1727-1731), Wahltatt, Boêmia, República Tcheca, vista. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1989, p. 66.

192v

Figura 67

Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja paroquial (1739-1742), Brezno, Boêmia, República Tcheca, vista. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1993, p. 264.

192v

Figura 68

Sé (1150), Lisboa, vista parcial. Fonte: foto do autor, 2004.

195v

Figura 69

Sé (1160), Coimbra, detalhe da fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

195v

Figura 70

Sé (1280), Évora, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

195v

Figura 71

Matriz (1125), Bravães, Portugal, vista. Fonte: GIL, 1998, v.1, p.19.

195v

Figura 72

Igreja do mosteiro (1228), Roiz, Portugal, vista. Fonte: GIL, 1998, v.1, p.75.

195v

Figura 73

Sé (1228), Évora, planta. Fonte: Revista Monumentos, n.19, 2003, p.24.

196v

Figura 74

Sé (1228), Évora, interior da nave principal. Fonte: Revista Monumentos, n.19, 2003, p.24

196v

Figura 75

Matriz (1125), Bravães, Portugal, planta. Fonte: GIL, 1998, v.1, p.18.

196v

Figura 76

Matriz (1125), Bravães, Portugal, interior. Fonte: GIL, 1998, v.1, p.19.

196v

Figura 77

Igreja do mosteiro (1178), Alcobaça, interior da nave. Fonte: foto do autor, 2004.

197v

Figura 78

Igreja do mosteiro (1388), Batalha, detalhe da fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

197v

Figura 79

Sé (1160), Braga, vista exterior da nova capela-mor (1509-1511). Fonte: foto do autor, 2004.

198v

Figura 80

Sé (1160), Braga, detalhe interno da nova capela-mor (1509-1511). Fonte: foto do autor, 2004.

198v

Figura 81

Igreja do mosteiro dos Jerônimos (1495), Lisboa, interior da nave. Fonte: foto do autor, 2004.

199v

Figura 82

Igreja de Santa Maria (1490), Extremoz, Portugal, interior da nave. Fonte: foto do autor, 2004.

199v

Figura 83

Claustro do convento de Cristo (1510), Tomar, vista do pátio interno. Fonte: GIL, 1982, v.2., p.47.

200v

Figura 84

Claustro de Manga (1527), Coimbra, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

200v

Figura 85

Claustro da Sé (1528),Viseu, vista do pátio interno. Fonte: Revista Monumentos, n.13, 2000, p.17.

200v

Figura 86

Ermida de Nossa Senhora da Conceição do convento de Cristo (1530), Tomar, vista da fachada principal. Fonte: CORREIA, 1991, p.31.

201v

Figura 87

Igreja da Graça (1560), Évora, fachada principal. Fonte: foto do autor, 2004.

201v

Figura 88

Convento da Serra do Pilar (1594), Vila Nova de Gaia, Portugal, planta. Fonte: Revista Monumentos, n.9, 1998, p.18.

201v

Figura 89

Leon Battista Alberti, igreja de Santo Andrea (1470), Mantua, Itália, planta. Fonte: NORBERG-SCHULZ,1999, p.124.

202v

Figura 90

Giacomo Barozzi da Vignola, igreja de Il Gesù (1554), Roma, planta. Fonte: NORBERG-SCHULZ,1999, p.146.

202v

Figura 91

Afonso Alvares, Felipe Tércio e Francisco Dias, igreja de São Roque (1556), Lisboa, planta. Fonte: BAZIN, 1983, v.1, p.83.

202v

Figura 92

Igreja de São Paulo (1557-1588), Braga, planta e fachada. Fonte: BAZIN, 1983, v.1, p.85 e foto do autor, 2004.

203v

Figura 93

Extinta igreja de Santo Inácio (1585), Rio de Janeiro, foto do interior. Fonte: NONATO; NUBIA (org.), 2000, p.35.

203v

Figura 94

Igreja da Graça (1580), Olinda, planta e fachada. Fonte: MONTEZUMA, 2002, p.101.

203v

Figura 95

Giacomo Barozzi da Vignola, igreja de Il Gesù (1573), Roma, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

204v

Figura 96

Igreja do colégio dos Jesuítas (1656), Santarém, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

204v

Figura 97

Igreja do colégio dos Jesuítas, atual Sé (1572-1585), Salvador, fachada

204v

(1657).

Fonte: foto do autor, 1998.

Figura 98

Igreja do convento de Santa Clara a Nova (1649), Coimbra, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

205v

Figura 99

Igreja do convento de Santa Clara a Nova (1649), Coimbra, interior. Fonte: foto do autor, 2004.

205v

Figura 100

Arco dos Esparteiros, casamento de D. Pedro II com a rainha D. Sofia de Neuburg (1687), exemplo de arquitetura efêmera em Portugal. Fonte: BRANCO PEREIRA (org.), 2000, p.78.

206v

Figura 101

João Antunes, igreja do Senhor Bom Jesus da Cruz (1705), Barcelos, planta. Fonte: GOMES, 2001, p.294.

206v

Figura 102

Felipe Tércio, igreja de São Vicente de Fora (1590), Lisboa, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

207v

Figura 103

Felipe Tércio, igreja de São Vicente de Fora (1590), Lisboa, planta. Fonte: BAZIN, 1983, v.1, p.86.

207v

Figura 104

João Antunes, igreja de Santa Engrácia (1680), Lisboa, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

207v

Figura 105

João Antunes, igreja de Santa Engrácia (1680), Lisboa, planta. Fonte: VARELA GOMES, 2001, p.283.

207v

Figura 106

João Antunes, igreja de Santa Engrácia (1680), Lisboa, detalhe da fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

208v

Figura 107

João Antunes, capela da Quinta do Calhariz (1681), Sesimbra, Portugal, retábulo marmóreo. Fonte: SERRÃO, 2003, p.158.

208v

Figura 108

João Antunes, igreja de Nossa Senhora da Conceição (1698), Atouguia da Baleia, Portugal, vista. Fonte: SERRÃO, 2003, p.165.

209v

Figura 109

João Antunes, igreja do Senhor Bom Jesus da Cruz (1705), Barcelos, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

209v

Figura 110

João Antunes, igreja do Menino Deus (1711), Lisboa, planta. Fonte: VARELA GOMES, 2001, p.371.

210v

Figura 111

João Antunes, igreja do Menino Deus (1711), Lisboa, interior. Fonte: foto do autor, 2004.

210v

Figura 112

João Frederico Ludovice, complexo do convento (1708), Mafra, vista. Fonte: PIMENTEL, 2002, p.226.

211v

Figura 113

João Frederico Ludovice, complexo do convento (1708), Mafra, nártex. Fonte: foto do autor, 2004.

211v

Figura 114

João Frederico Ludovice, complexo do convento (1708), Mafra, interior da capela-mor. Fonte: foto do autor, 2004.

211v

Figura 115

Luís Serrão Pimentel, “Método lusitano de desenhar fortificações das praças regulares e irregulares” (1680), capa do tratado. Fonte: PIMENTEL, 1993.

217v

Figura 116

Manuel de Azevedo Fortes, “O engenheiro português” (1728), capa do tratado. Fonte: FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, 2003, p.346.

218v

Figura 117

Manuel de Azevedo Fortes, “O engenheiro português” (1728), estampas.

219v

Figura

Manuel de Azevedo Fortes, “O engenheiro português” (1728), traçado de

219v

117a

figuras geométricas. Fonte: FORTES, MDCCXXVIII, estampa 1.

Figura

Manuel de Azevedo Fortes, “O engenheiro português” (1728), traçado de

219v

117b

edificação. Fonte: FORTES, MDCCXXVIII, estampa 11.

Figura 118

Igreja de São Pedro (1728-1730), Vila Real, Portugal, fachada. Fonte: FERREIRA-ALVES, 2003, p.277.

224v

Figura 119

“Compendio pratico de architectura politica” (1661-1667), folha de rosto. Fonte: VARELA GOMES, 2001, p.208.

225v

Figura 120

“Compendio pratico de architectura politica” (1661-1667), ilustração do

225v

Figura 121

tratado “Medidas del romano” (1526), Diego de Sagredo. Fonte: VARELA GOMES, 2001, p.209. “Compendio pratico de architectura politica” (1661-1667), demonstração das ordens. Fonte: VARELA GOMES, 2001, p.211.

226v

Figura 122

“Compendio pratico de architectura politica” (1661-1667), modelos de composição arquitetônica com regras de proporção “ad quadratum”. Fonte: VARELA GOMES, 2001, p.218.

226v

Figura 123

Igreja de São Vicente (1691), Braga, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

227v

Figura 124

Nicolau Nasoni, igreja de São Pedro dos Clérigos (1731), Porto, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

227v

Figura 125

Marcus Lucius Vitruvius Pollio, fac-simile do “De Architecture de Vitruve et Anotations de Philandrier sur Vitruve” (1552), introdução do tratado. Fonte: TOURNES, 1552, p.125.

229v

Figura 126

Marcus Lucius Vitruvius Pollio, fac-simile do “De Architecture de Vitruve et Anotations de Philandrier sur Vitruve” (1552), explicação sobre a construção da ordem dórica. Fonte: TOURNES, 1552, p.126.

229v

Figura 127

Leon Battista Alberti, “De re aedificatoria” (1485), capa do tratado. Fonte: EVERS, 2003, p.22.

230v

Figura 128

Andrea Palladio, “I quattro libri dell’architettura” (1570), detalhe do alçado da Basílica de Vicenza, de Andrea Palladio, e do Tempietto di San Pietro in Montorio, de Donato Bramante. Fonte: EVERS, 2003, p.117.

231v

Figura 129

Pedagogia revolucionária do tratado de Sebastiano Serlio, “Tutte l’opera d’architettura et prospectiva” (1619).

233v

Figura

Sebastiano Serlio, “Tutte l’opera d’architettura et prospectiva” (1619),

233v

129a

diversas possibilidades de planta para arquitetura religiosa. Fonte: THOENES, 1987, p.136.

Figura

Sebastiano Serlio, “Tutte l’opera d’architettura et prospectiva” (1619),

233v

129b

diversas possibilidades de alçado para arquitetura religiosa. Fonte: THOENES, 1987, p.137.

Figura

Sebastiano Serlio, “Tutte l’opera d’architettura et prospectiva” (1619),

233v

129c

explicações para traçar proporcionalmente um frontão. Fonte: THOENES, 1987, p.206.

Figura

Sebastiano Serlio, “Tutte l’opera d’architettura et prospectiva” (1619),

233v

129d

explicações para traçar proporcionalmente uma porta. Fonte: THOENES, 1987, p.207.

Figura 130

Luís Serrão Pimentel, “Método lusitano de desenhar fortificações das praças regulares e irregulares” (1680), detalhe de portão para praça fortificada. Fonte: PIMENTEL, 1993, figura 52b.

234v

Figura 131

Marcus Lucius Vitruvius Pollio, fac-simile do "Architecture de Vitruve p. Perau” (1673), detalhe das relações de proporção. Fonte: PERRAULT, 1673, livro III, prancha VII, p.59.

239v

Figura 132

Pietro Cataneo, "Quatro Primi Libri de Architettura, (1544), alçado e planta de um templo circular. Fonte: EVERS, 2003, p.101.

240v

Figura 133

Androuet du Cerceau, “Livre d’architecture” (1559), detalhes do Palácio do Louvre. Fonte: EVERS, 2003, p.224.

240v

Figura 134

Giovan Battista Falda, “Il terzo libro del novo teatro delle chiese di Roma date in luce sotto il felice pontificato di Nostro Signore Papa Clemente IX” (1669), igreja de San Carlo alle Quattro Fontante, Roma. Fonte: http://www.romamor.it/stampe_antiche/falda.htm

241v

Figura 135

Giovan Battista Falda, “Il terzo libro del novo teatro delle chiese di Roma date in luce sotto il felice pontificato di Nostro Signore Papa Clemente IX” (1669), igreja de Sant’Agnese, Roma. Fonte: http://www.romamor.it/stampe_antiche/falda.htm

241v

Figura 136

João Caramuel de Lobkowitz, “Architectura civil recta, y obliqua” (1678), detalhe da colunata da Praça de São Pedro no Vaticano. Fonte: EVERS, 2003, p.392.

242v

Figura 137

Fray Lorenzo de San Nicolás, “Arte e uso de architectura” (1664), modelo para decoração de abóbadas. Fonte: EVERS, 2003, p.383.

242v

Figura 138

Jacques-François Blondel, “Cours d’architecture” (1770), fachada e cúpula da igreja dos Inválidos, Paris. Fonte: EVERS, 2003, p.299.

244v

Figura 139

Germain Boffrand, “Livre d’architecture” (1745), planta do palacete Amelot-Montmoreney, Paris. Fonte: EVERS, 2003, p.294.

244v

Figura 140

Andrea Pozzo, “Perspectiva Pictorum et Arquitectorum” (1693 e 1700), preparação para figura 71, “teatro representando as Bodas de Caná na Galiléia, erguida na igreja dos Jesuítas em Roma, no ano de 1685, para a solenidade da exposição do Santíssimo Sacramento”. Fonte: POZZO, 1989, prancha 67, p.148-149.

245v

Figura 141

Andrea Pozzo, “Perspectiva Pictorum et Arquitectorum” (1693 e 1700), “teatro representando as Bodas de Caná na Galiléia, erguida na igreja dos Jesuítas em Roma, no ano de 1685, para a solenidade da exposição do Santíssimo Sacramento”. Fonte: POZZO, 1989, prancha 71, p.150-151.

245v

Figura 142

Andrea Pozzo, “Perspectiva Pictorum et Arquitectorum” (1693 e 1700), “construção da trama, representando a arquitetura como sólido, para a elaboração do Teatro das Cinco Ordens de Colunas da Arquitetura”. Fonte: POZZO, 1989, prancha 62, p.138-139.

245v

Figura 143

Giacomo Barozzi da Vignola, “Regolla delli cinque ordini d’architettura” (1562), estudo de composição da ordem toscana. Fonte: EVERS, 2003, p.89.

246v

Figura 144

Vincenzo Scamozzi, “L’idea della architettura universale” (1615), demonstração das ordens. Fonte: EVERS, 2003, p.124.

246v

Figura 145

José de Figueiredo Seixas, igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo (1756), Porto, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

250v

Figura 146

Mateus Vicente de Oliveira, igreja de Santo Antônio à Sé (1767), Lisboa, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

250v

Figura 147

Diego de Sagredo, “Medidas del romano” (1526), relação entre a

251v

Figura 148

proporção na arquitetura e no corpo humano. Fonte: EVERS, 2003, p.359. Igreja de São Nicolau (1675), Porto, fachada. Fonte: foto do autor.

255v

Figura 149

Igreja de São Nicolau (1675), Porto, detalhe da portada. Fonte: foto do autor.

255v

Figura 150

Igreja de São Bento (1680), Monsaraz, Portugal, traçado geométrico da planta. Fonte: CUNHA, 2003, p.167.

256v

Figura 151

Igreja da Misericórdia (1700), Monsaraz, Portugal, traçado geométrico da planta. Fonte: CUNHA, 2003, p.142.

256v

Figura 152

Cyrillo Volkmar Machado, “Tratado de arquitectura e pintura” (1793), estudo comparativo da proposição das ordens clássicas por diversos arquitetos. Fonte: FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, 2001, p.57.

261v

Figura 153

Cyrillo Volkmar Machado, “Tratado de arquitectura e pintura” (1793), estudo da importância do conhecimento da proporção para o desenho. Fonte: FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, 2001, p.141.

261v

Figura 154

Cyrillo Volkmar Machado, “Tratado de arquitectura e pintura” (1793), estudo de perspectiva de Veneza sobre os originais do tratado de Sebastiano Serlio. Fonte: FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, 2001, p.50.

265v

Figura 155

Matriz de Santo Antônio (1742), Itaverava, projeto para o altar-mor. Fonte: RAMOS, 2002, p.107.

301v

Figura 156

Johann Moritz Rugendas, “Viagem pitoresca através do Brasil” (1835), Porto da Estrela. Fonte: RUGENDAS, 1998, prancha 13, p.105.

304v

Figura 157

Johann Moritz Rugendas, “Viagem pitoresca através do Brasil” (1835), Vila Rica. Fonte: RUGENDAS, 1998, prancha 22, p.114.

304v

Figura 158

Johann Moritz Rugendas, “Viagem pitoresca através do Brasil” (1835), São João del-Rei. Fonte: RUGENDAS, 1998, prancha 20, p.112.

304v

Figura 159

Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1756), Rio de Janeiro, exterior. Fonte: LAGO, 2002, p.255.

310v

Figura 160

Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1756), Rio de Janeiro, detalhe do medalhão da portada. Fonte: LAGO, 2002, p.252.

310v

Figura 161

Comparação de solução formal entre a igreja do Santuário de Nossa Senhora do Socorro (1780) e as modificações introduzidas por Francisco de Lima Cerqueira na igreja de São Francisco de Assis de São João del- Rei (1779).

311v

Figura

Francisco de Lima Cerqueira, igreja de São Francisco de Assis (1779),

311v

161a

São João del-Rei, vista. Fonte: foto do autor, 2006.

Figura

Igreja do Santuário de Nossa Senhora do Socorro (1780), Ponte de Lima,

311v

161b

Portugal, vista. Fonte: foto do autor, 2006.

Figura 162

Sítio do Padre Inácio (final do século XVII), Cotia, São Paulo, vista da

313v

Figura 163

capela. Fonte: LAGO, 2002, p.72. Conjunto jesuíta (século XVII), Embu, São Paulo, vista. Fonte: foto do autor, 2001.

313v

Figura 164

Matriz de São Bartolomeu (início do século XVIII), distrito de São Bartolomeu, Ouro Preto, vista. Fonte: CEMIG, 2002, p.184.

314v

Figura 165

Matriz de Santo Amaro (início do século XVIII), distrito de Brumal, Santa Bárbara, vista. Fonte: CEMIG, 2002, p.85.

314v

Figura 166

Extinta Sé de São Sebastião (1580), Rio de Janeiro, interior. Fonte: ALVIM, 1999, p.52)

316v

Figura 167

Matriz de Nossa Senhora da Conceição (1714), Sabará, interior. Fonte: foto do autor, 2006.

316v

Figura 168

Igreja do colégio dos Jesuítas, atual Sé (1572-1585), Salvador, interior. Fonte: foto do autor, 1998.

316v

Figura 169

Sé (1713), Mariana, interior. Fonte: foto do autor, 2006.

316v

Figura 170

Matriz de Nossa Senhora do Pilar (1730), São João del-Rei, interior. Fonte: foto do autor, 2006.

317v

Figura 171

Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias (1727), Ouro Preto, interior. Fonte: foto do autor, 2006.

317v

Figura 172

Matriz de Nossa Senhora do Pilar (1730), Ouro Preto, interior. Fonte: foto do autor, 2006.

317v

Figura 173

Desenhos localizados por Robert Smith no Arquivo Histórico Ultramarino.

318v

Figura

Aula de Fortificação da Bahia, desenhos (1779).

318v

173a

Fonte: FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, 2000, p.250.

Figura

Aula de Fortificação de Pernambuco, desenhos (1743).

318v

173b

Fonte: FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, 2000, p.346.

Figura 174

Igreja de Santo Estevão da Alfama (1732), Lisboa, planta. Fonte: BERGER, 1994, p.115.

326v

Figura 175

Igreja de Santo Estevão da Alfama (1732), Lisboa, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

326v

Figura 176

Igreja do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas (1691), Lisboa, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

328v

Figura 177

Igreja do Santíssimo Nome de Jesus de Odivelas (1691), Lisboa, interior. Fonte: foto do autor, 2004.

328v

Figura 178

Pierre-Antoine Quillard, “Lançamento da nau Nossa Senhora da Lampadosa” (1727), gravura. Fonte: FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN, 2001, p.171.

336v

Figura 179

Guillaume-François-Laurent Debrie, “Alegoria do Colégio de São Pedro I” (1733), gravura. Fonte: DIAS, 1993, p.13.

336v

Figura 180

Guillaume-François-Laurent Debrie, “Alegoria do Colégio de São Pedro II” (1733), gravura. Fonte: DIAS, 1993, p.13.

336v

Figura 181

Francisco Vieira Lusitano, “Mercúrio e Argo”, estudos a carvão. Fonte: ARRUDA, 2000, p.59.

337v

Figura 182

Francisco Vieira Lusitano, “Adoração dos Reis Magos” (1772), óleo sobre tela. Fonte: ARRUDA, 2000, p.202.

337v

Figura 183

João Gomes Baptista, Mapa de Remessa de Ouro e Diamantes da Capitania de Minas Gerais (segunda metade do século XVIII). Fonte: MENEZES, 1973, p.113.

338v

Figura 184

João Gomes Baptista, Mapa de Remessa de Ouro e Diamantes da Capitania de Minas Gerais (segunda metade do século XVIII). Fonte: MENEZES, 1973, p.117.

338v

Figura 185

João Gomes Baptista, Mapa de Remessa de Ouro e Diamantes da Capitania de Minas Gerais (segunda metade do século XVIII). Fonte: MENEZES, 1973, p.121.

338v

Figura 186

Igreja de São Pedro dos Clérigos (1731), Porto, vista lateral. Fonte: foto do autor, 2004.

347v

Figura 187

Igreja de São Pedro dos Clérigos (1731), Porto, interior. Fonte: foto do autor, 2004.

347v

Figura 188

Igreja de Nossa Senhora do Loreto (1747), Rio de Janeiro, estudo de composição geométrica para o traçado do frontispício. Fonte: ALVIM, 1999, p.133.

355v

Figura 189

Casa de Câmara e Cadeia (1762), Mariana, estudo de composição geométrica para o traçado do frontispício. Fonte: BARRETO, 1949, p.133.

356v

Figura 190

Casa de Câmara e Cadeia (1784), Ouro Preto, estudo de composição geométrica para o traçado do frontispício. Fonte: BARRETO, 1949, p.133.

356v

Figura 191

Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1755) e igreja de São Francisco de Paula (1759), Rio de Janeiro, estudo comparativo de composição de formas e agrupamentos geométricos de cheios e vazios para o traçado do frontispícios. Fonte: ALVIM, 1999, p.116.

357v

Figura 192

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro (1738), Rio de Janeiro, estudo de composição geométrica para o traçado do frontispício. Fonte: ALVIM, 1999, p.124.

357v

Figura 193

Igreja do convento de São Salvador (1574), Vila Nova de Gaia, onde foi batizado José Pereira dos Santos em 1719, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

364v

Figura 194

Semelhança de solução de escada.

376v

Figura

Mosteiro de Arouca (1690-1720), Arouca, Portugal, escada principal de

376v

194a

acesso ao segundo pavimento. Fonte: foto do autor, 2004.

Figura

José Pereira Arouca, Casa de Câmara e Cadeia (1782), Mariana, escada.

376v

194b

Fonte: foto do autor, 2006.

Figura 195

Capela do Espírito Santo (1680), próxima da localidade onde nasceu José Pereira Arouca, vista lateral. Fonte: foto do autor, 2004.

377v

Figura 196

José Pereira Arouca, ruínas da antiga igreja matriz de Antônio Pereira (1791), distrito de Mariana, fachada. Fonte: foto do autor, 2006.

381v

Figura 197

José Pereira Arouca, ruínas da antiga igreja matriz de Antônio Pereira (1791), distrito de Mariana, vista lateral.

381v

Figura 198

Fonte: foto do autor, 2006. Capela de São Mamede (1690), onde foi batizado Francisco de Lima Cerqueira em 1728, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

387v

Figura 199

Mapa da micro-região no norte de Portugal, onde se localiza a freguesia de São Mamede de Parada do Monte. Fonte: VALADARES, 1975, p.37.

387v

Figura 200

Francisco de Lima Cerqueira, chafariz das Cabeças (1763), Ouro Preto, vista. Fonte: foto do autor, 2006.

388v

Figura 201

Francisco de Lima Cerqueira, chafariz das Cabeças (1763), Ouro Preto, detalhe da cruz. Fonte: foto do autor, 2006.

388v

Figura 202

Comparação de soluções de molduras de janelas utilizadas em Minas Gerais e em Portugal na segunda metade do século XVIII.

400v

Figura

Francisco de Lima Cerqueira, igreja de Nossa Senhora do Carmo (1785),

400v

202a

São João del-Rei, fachada principal, moldura da janela do coro, presença de arco em chaveta com tripla curvatura. Fonte: foto do autor, 2006.

Figura

Nicolau Nasoni, Palácio Episcopal (1772-1793), Porto, fachada lateral,

400v

202b

moldura da janela, presença de arco em chaveta com tripla curvatura. Fonte: foto do autor, 2004.

Figura

Manuel da Costa Negreiros, Palácio Barbacena (1750), Lisboa, fachada

400v

202c

principal, moldura da janela, presença de arco em chaveta com tripla curvatura Fonte: BERGER, 1994, p.182.

Figura 203

Francisco de Lima Cerqueira, ponte da Cadeia ou da Intendência (1800), São João del-Rei, vista. Fonte: foto do autor, 2006.

405v

Figura 204

Igreja de Nossa Senhora das Mercês (1768), Lisboa, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

414v

Figura 205

Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1755) e igreja de São Francisco de Paula (1759), Rio de Janeiro, vistas. Fonte: ALVIM, 1999, p.231.

414v

Figura 206

Convento das Mercês (1790), Belém do Pará, vista. Fonte: FERRAZ, 2000, p.74.

414v

Figura 207

Comparação da solução arquitetônica para a organização da fachada.

416v

Figura

Carlos Amarante, Hospital de São Marcos (1768), Braga, detalhe da

416v

207a

fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

Figura

Luís Cunha de Menezes, Casa de Câmara e Cadeia (1784), Ouro Preto,

416v

207b

detalhe da fachada. Fonte: foto do autor, 2006.

Figura 208

Comparação da solução de elementos construtivos entre a Casa dos Contos e a capela do Palácio dos Governadores.

418v

Figura

Casa dos Contos (c.1790), Ouro Preto, vista.

418v

208a

Fonte: foto do autor, 2006.

Figura

Casa dos Contos (c.1790), Ouro Preto, detalhe da porta.

418v

208b

Fonte: foto do autor, 2006.

Figura

Capela

do Palácio dos Governadores (1780), Ouro Preto, detalhe da porta.

418v

208c

Fonte:

foto do autor, 2006.

Figura 209

Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1766), Ouro Preto, risco de altar (1779), parede do consistório, vista geral.

422v

Fonte,

foto do autor, 2006

Figura 210

Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1766), Ouro Preto, risco de altar

422v

(1779), parede do consistório, detalhe.

Fonte,

foto do autor, 2006

Figura 211

Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja de São João das Rochas (1727), Praga,

423v

fachada.

Fonte:

foto do autor, 2004.

Figura 212

Igreja de Nossa Senhora da Piedade (1735), Elvas, Portugal, fachada.

423v

Fonte:

foto do autor, 2004.

Figura 213

Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia (1733), Salvador, fachada.

423v

Fonte:

foto do autor,1998.

Figura 214

Matriz de São João Batista (1758-1763), Barão de Cocais, porta.

424v

Fonte:

foto do autor,2006.

Figura 215

Porta da igreja matriz de São João Batista (1735), Campo Maior, Portugal, detalhe da portada.

424v

Fonte:

BORGES, 1993, p.24.

Figura 216

Igreja de Nossa Senhora da Lapa (1756), Extremoz, Portugal, fachada.

424v

Fonte:

BORGES, 1993, p.109.

Figura 217

Comparação das novas solução de aberturas e óculos durante o século

428v

XVIII

e o da nave das igrejas das Ursolinas em Salzburg, Austria (1693).

entre a capela-mor de São Francisco de Assis de Ouro Preto (1766)

Figura

Igreja de São Francisco de Assis (1766), Ouro Preto, fragmento do projeto

428v

217a

original, aberturas da capela-mor.

Fonte:

Museu da Inconfidência, 1995, p.226

Figura

Johann

Bernhard Fischer von Erlach, igreja das Ursolinas (1693),

428v

217b

Salzburg , detalhe da janela.

Fonte:

Fonte: foto do autor,2006.

Figura 218

Comparação entre o desenho técnico da fachada principal da igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto em verdadeira grandeza e a distorção

429v

gerada

pelo olhar dessa mesma fachada, percebida através da fotografia.

Figura

Igreja de São Francisco de Assis (1766), Ouro Preto, desenho técnico da

429v

218a

fachada principal.

Fonte:

SANTOS, 1951, p.178, f.135.

Figura

Igreja de São Francisco de Assis (1766), Ouro Preto, vista.

429v

218b

Fonte:

Fonte: foto do autor,2006.

Figura 219

Georges-Michel Roscher, motivos “rocaille”, suite n. 96 (1730), Augsburg.

435v

Fonte:

MANDROUX-FRANÇA, 1973, p.441.

Figura 220

Juste- Aurèle Meissonier, igreja de Saint-Sulpice (1727), Paris, projeto

435v

para a fachada e altar-mor.

Fonte: OLIVEIRA, 2003, p.77.

Figura

Castelo e na obra de Antônio Francisco Lisboa, portada da igreja de São Francisco de Assis (1795), São João del-Rei. Escudo heráldico no frontão da capela Malheiros-Reimão (1768),Viana do

436v

221a

Castelo, detalhe. Fonte: foto do autor, 2004.

Figura

Escudo heráldico na portada da igreja de São Francisco de Assis (1795),

436v

221b

São João del-Rei, detalhe. Fonte: foto do autor, 2006.

Figura 222

André Soares, igreja da Consolação ou dos Passos (1769), Guimarães, vista parcial. Fonte: foto do autor, 2004.

437v

Figura 223

Nicolau Nasoni, igreja do Recolhimento de Nossa Senhora da Esperança (1746), Porto, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

438v

Figura 224

Nicolau Nasoni, igreja de Nossa Senhora do Terço (1756), Porto, vista. Fonte: foto do autor, 2004.

438v

Figura 225

Johann Bernhard Fischer von Erlach, igreja das Ursolinas (1699-1704), Salzburg, detalhe da torre sineira. Fonte: foto do autor, 2004.

439v

Figura 226

Kilian Ignaz Dientzenhofer, igreja de São Lourenço (1770), Praga, República Tcheca, vista da fachada principal. Fonte: foto do autor, 2004.

439v

Figura 227

Andrea Pozzo, “Perspectiva Pictorum et Arquitectorum” (1693 e 1700), “projeto para os altares da nave da igreja dos Jesuítas em Roma”. Fonte: POZZO, prancha 88.

440v

Figura 228

Andrea Pozzo, “Perspectiva Pictorum et Arquitectorum” (1693 e 1700), “projeto para os altares da nave da igreja dos Jesuítas em Roma”. Fonte: POZZO, prancha 89.

440v

Figura 229

Johann Bernhard Fischer von Erlach, igreja das Ursolinas (1699-1704), Salzburg, detalhe da sineira. Fonte: foto do autor, 2004.

440v

Figura 230

Andrea Pozzo, “Perspectiva Pictorum et Arquitectorum” (1693 e 1700), “projeto para um altar com “colunas sentadas””. Fonte: POZZO, prancha 75.

441v

Figura 231

Antônio Francisco Lisboa, projeto original da igreja de São Francisco de Assis (1774), São João del-Rei, fachada principal. Fonte: Museu da Inconfidência, 1995, p.271.

442v

Figura 232

Antônio Francisco Lisboa, projeto original da igreja de São Francisco de Assis (1774), São João del-Rei, fachada lateral. Fonte: Arquivo da Ordem Terceira de São Francisco de Assis de São João del-Rei, foto do autor, 2006.

442v

Figura 233

Johann Dientzenhofer, catedral de Fulda (1704-1712), Alemanha, fachada principal. Fonte: NORBERG-SCHULZ, 1989, p. 62.

443v

Figura 234

Santuário de Nossa Senhora do Socorro (1780), Ponte de Lima, Portugal, fachada. Fonte: foto do autor, 2004.

457v

Figura 235

Capela Nova (segunda metade do século XVIII), Vila Real, Portugal, fachada. Fonte: IPPAR, 1993, Vila Real, p.13.

457v

Figura 236

Capela do Solar Ferrão (segunda metade do século XVIII), Viseu, Portugal, vista. Fonte: IPPAR, 1993, Viseu, p.47.

457v

Figura 237

Igreja de Santa Eulália (segunda metade do século XVIII), Vila Real, fachada. Fonte: IPPAR, 1993, Vila Real, p.25.

457v

Figura 238

Fac-simile da Certidão de Batismo de Manoel Francisco Lisboa. Fonte: LANARI, 1979, p.240.

518v

Figura 239

Fac-simile da Certidão de Batismo de Antônio Francisco Pombal. Fonte: LANARI, 1979, p.240.

519v

Figura 240 Fac-simile de Petição de Manoel Francisco Lisboa para ser pago pelos riscos da ponte de Itaubira. Fonte: RUSSELL-WOOD,1968 p.59

532v

Figura 241

Fac-simile do Despacho do Conselho da Fazenda ao Abridor dos Cunhos Antoine Mengin (1690-1772) para ensinar João Gomes Baptista a abrir os cunhos. Fonte: MENEZES,1973,p.106.

548v

Figura 242 Fac-simile do Documento de Colação de Grau de Antônio Pereira de

572v

Souza Calheiros – 1728. Fonte: Foto do Serviço de Documentação existente no Arquivo da Universidade de Coimbra, especialmente cedido para essa Tese. Figura 243 Fac-simile do Documento que comprova o Doutor Antônio Pereira de Souza Calheiros como responsável pelo Inventário dos bens da Matriz de Tiradentes (1735-1736). Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo Eclesiástico da Diocese de São João del-Rei, especialmente cedido para essa Tese.

577v

Figura 244

Fac-simile da Certidão de Batismo de Domingos Moreira de Oliveira.

593v

Fonte: Foto do Autor (2004) do Documento existente no Arquivo Distrital do Aveiro, especialmente cedido para essa Tese. Figura 245 Fac-simile do Documento que comprova a participação do mestre-de- obras Domingos Moreira de Oliveira na sexta Louvação das obras da

607v

Figura 246

igreja de Nossa Senhora do Carmo de Ouro Preto – 11/08/1785. Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo da Paróquia do Pilar de Ouro Preto, especialmente cedido para essa Tese. Fac-simile da Certidão de Batismo de José Pereira dos Santos.

611v

Fonte: foto do autor (2004) do Documento existente no Arquivo Distrital do Porto, especialmente cedido para essa Tese. Figura 247 Fac-simile da Certidão de Casamento de Ignácio Pereira dos Santos e Maria Francisca, pais de José Pereira dos Santos. Fonte: foto do autor (2004) do Documento existente no Arquivo Distrital do Porto, especialmente cedido para essa Tese.

612v

Figura 248

Fac-simile da Certidão de Casamento de Felix Francisco e Ana Fontes,

613v

irmã de José Pereira dos Santos. Fonte: foto do autor (2004) do Documento existente no Arquivo Distrital do Porto, especialmente cedido para essa Tese. Figura 249 Fac-simile do Documento da arrematação da Igreja de São Pedro dos Clérigos da cidade de Mariana aos 22 de outubro de 1753 por José Pereira dos Santos.

616v

Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo da Casa Setecentista em Mariana, especialmente cedido para essa Tese.

Figura 250

Fac-simile de trecho do Testamento de José Pereira dos Santos. Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo da Casa Setecentista em Mariana, especialmente cedido para essa Tese.

634v

Figura 251

Fac-simile da Certidão de Batismo de José Pereira Arouca. Fonte: foto do autor (2004) do Documento existente no Arquivo Distrital do Aveiro, especialmente cedido para essa Tese.

639v

Figura 252

Fac-simile de trecho do Testamento de José Pereira Arouca. Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo da Casa Setecentista em Mariana, especialmente cedido para essa Tese.

672v

Figura 253

Fac-simile da Certidão de Batismo de Francisco de Lima Cerqueira. Fonte: RAMALHO,2002, p.116.

685v

Figura 254

Fac-simile de trecho do Termo n.5, de 11 de setembro de 1785, do Livro 2. o da Ordem Terceira de São Francisco de São João del-Rei, onde Francisco de Lima Cerqueira declara as modificações que realizou no

698v

projeto da igreja em construção. Fonte: RAMALHO, 2002, p.87. Figura 255 Fac-simile de trecho de uma carta de Francisco de Lima Cerqueira à Ordem Terceira de São Francisco de Ouro Preto, 1787. Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo da Paroqui do Pilar em Ouro Preto, especialmente cedido para essa Tese.

700v

Figura 256

Fac-simile de trecho do Testamento de Francisco de Lima Cerqueira. Fonte: RAMALHO, 2002, p.137-189.

713v

Figura 257

Fac-simile da Certidão de Casamento de Manuel Francisco de Araújo e Roza Correia. Fonte: foto do autor (2004) do Documento existente no Arquivo Distrital de Braga, especialmente cedido para essa Tese.

715v

Figura 258 Fac-simile da Certidão de Casamento de José Gonçalves e Maria

716v

Francisca de Araújo, pais de Manuel Francisco de Araújo. Fonte: foto do autor (2004) do Documento existente no Arquivo Distrital de Braga, especialmente cedido para essa Tese. Figura 259 Fac-simile de trecho da arrematação dos altares da nave da igreja de Nossa Senhora do Carmo de Ouro Preto assinada pelo mestre Manuel Francisco de Araújo – 31/05/1784. Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo da Paróquia do Pilar de Ouro Preto, especialmente cedido para essa Tese.

719v

Figura 260

Fac-simile de trecho do Testamento de Manuel Francisco de Araújo. Fonte: foto do autor (2006) do Documento existente no Arquivo da Casa do Pilar em Ouro Preto, especialmente cedido para essa Tese.

730v

Figura 261

Fac-simile de Recibo de Antônio Francisco Lisboa de 1802 para a fatura dos profetas em Congonhas do Campo. Fonte: Museu da Inconfidência, 1995, p.265.

756v

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ANTT

AHU

ACU

ACM

AUC

ABPP

ABNBA

ADA

ADB

ADP

ADVC

DEGEMN

ACAM

AEDSJDR

APAD

APP

APM

AOTCM

AOTSFM

AOTSFSJDR

AOTCSJDR

AOTCS

ASSBJM

ACS

APM

BABAL

BGUC

BN

BNL

CMOP

CMSJDR

EA/UFMG

DEGEMN

IEPHA

Arquivo Nacional da Torre do Tombo ( Lisboa) Arquivo Histórico Ultramarino (Lisboa) Arquivo do Conselho Ultramarino (Lisboa) Arquivo da Casa da Moeda (Lisboa) Arquivo da Universidade de Coimbra (Coimbra) Arquivo da Biblioteca Pública do Porto (Porto)

Arquivo da Biblioteca da Academia de Belas-Artes de Lisboa (Lisboa) Arquivo Distrital do Aveiro Arquivo Distrital de Braga Arquivo Distrital do Porto Arquivo Distrital de Viana do Castelo Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais Arquivo da Cúria Arquidiocesana de Mariana Arquivo Eclesiástico da Diocese de São João del-Rei Arquivo da Paróquia de Antônio Dias – Ouro Preto Arquivo da Paróquia do Pilar – Ouro Preto Arquivo Público Mineiro (Belo Horizonte) Arquivo da Ordem Terceira do Carmo de Mariana Arquivo da Ordem Terceira de S.Francisco de Mariana Arquivo da Ordem Terceira de S. Francisco de São João del-Rei Arquivo da Ordem Terceira de N. Senhora do Carmo de São João del-Rei Arquivo da Ordem Terceira de N. Senhora do Carmo de Sabará

Arquivo

Congonhas do Campo Arquivo da Casa Setecentista - Mariana Arquivo da Prefeitura de Mariana Biblioteca da Academia de Belas Artes de Lisboa Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro) Biblioteca Nacional de Lisboa Câmara Municipal de Ouro Preto Câmara Municipal de São João del-Rei Escola de Arquitetura Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (Portugal) Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas

do

Santuário

do

Sr.

Bom

Jesus

de

Matosinhos

IPPAR

Gerais Instituto Português do Patrimônio Arquitectônico e Arqueológico

IPHAN

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

IHGB

Instituto Histórico e Geográfico do Brasil (Rio de Janeiro)

FAFICH/UFMG

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

FAU/USP

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

FAU/UFRJ

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

UFMG

Universidade Federal de Minas Gerais

UFRJ

Universidade Federal do Rio de Janeiro

UNESCO

United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization

USP

Universidade de São Paulo

NOTAS EXPLICATIVAS

1. Esta tese está organizada em quatro volumes: o primeiro, contendo as três primeiras

partes do texto da tese, e referentes ao contexto de formação dos artífices em Portugal;

o segundo é composto pela quarta e última parte do texto – referente à atuação dos

artífices em Minas Gerais; o terceiro, pela transcrição da documentação fundamental

pesquisada sobre os mestres-de-obras estudados; e, por fim, no quarto, estão as

pranchas

com

os

levantamentos

arquitetônicos

digitalizados

em

sistema

CAD,

levantamentos fotográficos e análises sintáticas arquitetônicas da produção do século

XVIII dos mestres-de-obras estudados nesta tese. Optou-se por apresentar volumes

separados para documentos e levantamentos arquitetônicos de modo a facilitar seu

manuseio pelo leitor, permitindo-se confrontá-las umas com outras, conforme é, por

vezes, sugerido no próprio texto da tese.

2. Na organização documental do volume III, entende-se por “fonte”, o local de guarda e

armazenamento atual da documentação consultada, e por “publicação” a fonte onde

aparece publicada a informação, independente de quem tenha feito a transcrição. No

caso dos documentos por nós localizados e transcritos, estes aparecem destacados por

quadros.

Nos

trechos

transcritos

dos

documentos

onde

consideramos

existir

informações importantes sobre o tema ligado à cultura arquitetônica, aos monumentos

arquitetônicos ou aos indivíduos trabalhados nesta tese, destacamos estas informações

utilizando “negrito com grifo para facilitar a localização do leitor.

3. Sempre que possível, principalmente nas cópias e transcrições que fizemos de

publicações de documentos, mantivemos as citações dos documentos consultados sem

atualização ortográfica, atualizando apenas o necessário sobre as informações dos

Códices. Esse trabalho foi feito com o intuito de evitar equívocos de interpretação, e

de estarmos mais próximos das formas de escrita de época e mantermo-nos o mais que

possível fieis à indicação da informação da fonte. No entanto, alguns documentos já

encontravam-se transcritos nas fontes consultadas e assim os mantivemos nas citações

para evitar mais uma modificação à fonte já transcrita.

4.

As

figuras aparecem ordenadas e impressas no verso das páginas dos volumes I, II e

III

a partir de sua menção no texto da tese e nos anexos, à exceção dos monumentos

apresentados no volume IV. Ao adotar tal divisão, julgamos que a leitura da tese se

tornará mais fácil e agradável, pela maior facilidade de consulta ao conteúdo.

5.

Utilizou-se a nomenclatura “figura” quando é apresentada uma imagem digitalizada de

alguma obra, ou mesmo fotografada pelo autor, ou reprodução de documento. Em

ambos

os

casos

foram

indicadas

dentro

do

volume

apenas

as

informações

fundamentais que contextualizam imagem-texto. Na Lista de Figuras, entretanto,

aparecem as informações completas sobre referências e fontes das imagens utilizadas.

6.