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ESTUDOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia

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Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia coleção d
UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO José Carlos Carles de Souza Reitor Neusa Maria Henriques Rocha Vice-Reitora

UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO

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ESTUDOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia

2011

Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia

Copyright © Editora Universitária

Maria Emilse Lucatelli

Editoria de Texto

Sabino Gallon

Revisão de Emendas

Alisson Gampert Spanemberg]

Produção da Capa

Sirlete Regina da Silva

Projeto gráfico e diagramação

Mario Geovani dos Santos

Desenhos

Este livro no todo ou em parte, conforme determinação legal, não pode ser reproduzido por qualquer meio sem autorização expressa e por escrito do autor ou da editora. A exatidão das informações e dos conceitos e opiniões emitidos, as imagens, tabelas, quadros e figuras são de exclusiva responsabilidade dos autores.

e figuras são de exclusiva responsabilidade dos autores. ISBN – 978-85-7515-463-2 UPF EDITORA Campus I, BR
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Associação Brasileira das Editoras Universitárias

À comunidade surda pela trajetória da aprendizagem

Sumário

Apresentação

8

1

Conhecer e reconhecer a diferença nas relações de aprendizagem

10

Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

2

Indagações iniciais

12

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia

3

“Ser surdo”

14

Ângela Mara Berlando Soares Monique Giusti Reveilleau

4

Retrospectiva histórica da educação e da cultura surda

18

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

5

Língua de sinais

22

Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau

 

6

Sinais básicos das libras

29

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia

 

7

Perspectivas da educação de surdos ao longo da história

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Tatiane de Souza da Anhaia

 

8

Aquisição da linguagem pela criança surda

67

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

 

9

O tradutor/intérprete de língua de sinais

74

Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

 

10

Alteridade: constituição subjetiva do ser humano

77

Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

Referências

79

Sobre os autores

81

8

Apresentação

Q uando uma instituição como a UPF determina o cumprimen- to de sua excelência na formação docente, busca contemplar todos os espaços possíveis no eixo ensino-aprendizagem. Para

isso, a Divisão de Graduação lançou o edital para participação no pro- jeto Série de Livros Didáticos. Nesse sentido, o colegiado da discipli- na de Libras do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), e profissionais vinculados ao Setor de Atenção ao Estudante (SAEs) 1 dedicaram-se à produção desta obra, processo que se fez com muito entusiasmo e enorme afinco. Como toda língua, a língua brasileira de sinais (libras) é dinâ- mica, reformula-se constantemente, possui estrutura gramatical. Por esse motivo, a organização deste material teve o cuidado de propor um desenvolvimento gradual em contexto, dirigido aos alunos e futuros professores, em formato atual, acessível e prático. A equipe elaborou com propriedade textos pertinentes e ilustrações detalhadas, conju- gando suas performáticas, características, crenças e verdades. Para aprender toda e qualquer língua, além de conhecer seus as- pectos sintáticos, morfológicos ou fonológicos, é relevante integrar-se à cultura inerente à mesma, pois só assim é possível assimilar a capa- cidade de comunicação, a qual justifica a sua existência. O resultado não poderia ser diferente, porque desde o início hou- ve clareza no objetivo: desenvolver uma obra que preencha a lacu- na no processo de formação dos futuros professores, ora acadêmicos dos cursos de licenciatura, configurando-se como importante subsídio para sua aprendizagem sobre as temáticas da surdez e da libras. Na mesma medida, estende-se aos estudantes e professores dos demais cursos de graduação e pessoas interessadas, que, com o acesso às in- formações contidas na obra, têm a oportunidade de ampliar os conhe-

1 Setor da UPF que desenvolve programas e ações que garantem a acessibilidade das pessoas com deficiência.

Estudo da língua brasileira de sinais

cimentos e ressignificar concepções acerca dos temas abordados, intervindo po- sitivamente no processo de inclusão social e educacional. Despertar interesse em aprender libras é uma das conquistas desse proje- to pela simples razão de que o planejamento levou em conta a importância do encantamento contido em toda linguagem. Dessa forma, esta obra apresenta técnicas para que os aprendizes consigam compreender e utilizar de fato os co- nhecimentos que a proposta oferece. A equipe pensa e atua com muita seriedade e competência. Dessa manei- ra, aprendendo a nos inserir no universo humano, podemos imaginar um mun- do melhor. A linguagem humana, em sua abrangência e complexa diversidade, nasce da necessidade de comunicação, de estabelecer as relações humanas e, sobretudo, cidadãs.

Dora Angélica Segovia de Rodrigues

Mestra em Letras, Professora da área de Línguas Estrangeiras e docente nos cursos de Letras e Secretariado Executivo da Universidade de Passo Fundo

Estudo da língua brasileira de sinais

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1

Conhecer e reconhecer a diferença nas relações de aprendizagem

10

Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

P ara que a aprendizagem aconteça, a relação entre os protago- nistas é de grande relevância. Se partirmos da premissa de que os sujeitos ora aprendem, ora ensinam, estabelecemos uma re-

lação de complementaridade, de troca, de interação. Entretanto, como atingir esse ideal se os alunos são diferentes entre si, com muitas peculiaridades? A heterogeneidade é característica das sociedades porque o sujeito é, por natureza, singular, e nesse contexto nos depa- ramos com a diversidade de modos de ser, de aprender, de construir o conhecimento. Nas relações de aprendizagem entre surdos e ouvintes, é fun-

damental conhecer a diferença, pois a partir dela compreendemos os processos de ensinar e aprender. Noutros tempos nos contentávamos com uma relação de ensino linear, como se as pessoas aprendessem no mesmo tempo e de igual maneira, e insistíamos fortemente neste pa- radigma, no qual prevalecia a padronização. Ao conhecer e reconhecer a diferença, compreendendo-a como algo natural, não como déficit ou desvantagem, abre-se espaço para novas concepções acerca da apren- dizagem. Pozo (2002), na sua obra Aprendizes e mestres, enfatiza que há novos cenários de aprendizagem, constituídos por novos perfis e modalidades de aprender, tornando-se emergencial um novo perfil de quem ensina e distintas possibilidades que viabilizem a aprendiza- gem.

Estudo da língua brasileira de sinais

Segundo Humberto Maturana (2009), ensinar é criar um espaço de convi- vência, sendo da competência do professor a condução do processo. Para isso, o

acolhimento do aluno é de extrema importância. Ao acolher o sujeito, acolhem-se

a dúvida, a curiosidade, a inquietação, quesitos necessários para que a aprendi- zagem ocorra. Para aprender é essencial a constituição de um espaço propício

e fecundo, no qual a especificidade do sujeito seja respeitada e possam ocorrer

as relações de aprendizagem, nos vieses de ensinar e aprender. A constituição desse espaço ocorre à medida que os sujeitos se envolvem e convivem de maneira propositiva, questionando, duvidando, lidando com informações, materializando

a rede invisível de conexões das ideias, teorias, conceitos até chegar ao conheci- mento e sua aplicabilidade.

Como protagonistas nas relações de aprendizagem, é importante lançar um olhar sobre os modelos educacionais e os referenciais teóricos que interferem nas concepções sobre a diferença entre surdos e ouvintes, seja nos aspectos culturais, seja nos linguísticos, os quais nortearam as práticas sociais e educacionais ao longo da história.

Santos enfatiza que é premente compreender que “[

]

temos o direito a ser

iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igual- dade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades” (2003, p. 56).

Os processos de ensinar e aprender dos surdos são temas profícuos nas instituições de ensino e nos diferentes espaços sociais, que pressupõem modifi- cações profundas para que adquiram a dimensão e força de romper paradigmas de incapacidade ou deficiência e, simultaneamente, (re-)constituir espaços e re- lações que viabilizem a percepção das potencialidades do surdo e qualifiquem sua aprendizagem.

Estudo da língua brasileira de sinais

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12

2

Indagações iniciais

12 2 Indagações iniciais Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia

• Surdez é doença? Não. A surdez priva o surdo de ouvir, porém não o impede de se co- municar. A surdez pode ter causa congênita ou ser adquirida ao longo da vida.

• Todo surdo é mudo? São muito raros os casos em que o surdo é mudo. Mudez nem sempre tem conexão com a surdez. “Surdo-mudo” é, provavelmente, a deno- minação mais arcaica e incorreta sobre a surdez.

• O surdo consegue falar? O surdo tem capacidade de oralizar, que é fazer uso de sua capacidade fonadora por meio de exercícios fonoaudiológicos. Ao ser oralizado, o surdo não passa a “ouvir”, mas tem na oralização uma estratégia de comunicação com os ouvintes.

• O uso de aparelho auditivo é indicado para surdos? Cada caso tem suas peculiaridades. Por isso, é essencial uma investi- gação detalhada e a opção do surdo deve ser respeitada.

• É possível o surdo fazer leitura labial?

Estudo da língua brasileira de sinais

A leitura labial é uma estratégia utilizada por alguns surdos oralizados. É im-

portante salientar que nunca será possível ler na totalidade a sequência de palavras pronunciadas e que, provavelmente, haverá perdas de elementos, in- terferindo na compreensão do que foi dito.

• Como o surdo se comunica?

Os surdos podem utilizar diferentes modos de comunicação: expressões faciais

e corporais, escrita, indicações (apontamentos) do que deseja. Entretanto, é importante salientar que a língua materna dos surdos é a língua de sinais.

• O que são línguas de sinais (LS)? As línguas de sinais são sistemas linguísticos para a transmissão de ideias e fatos, capazes de expressar conceitos abstratos. São utilizados pelas comunida- des surdas como sua língua natural, sendo diferentes em cada país.

• Língua brasileira de sinais (libras):

A libras é a língua materna dos surdos do Brasil. Tem estrutura gramatical

própria, status de língua e é reconhecida como a segunda língua oficial do país

pela lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002.

Para saber mais, visite os sites e blogs

http://www.feneis.com.br http://www.editora-arara-azul.com.br http://www.filmeseducativos.com http://www.vezdavoz.com.br http://www.alfabetosurdo.com http://www.legendanacional.com.br http://www.deficienteonline.com.br http://www.acessobrasil.org.br http://www.dicionariolibras.com.br http://www.inilibras.com.br

http://www.webartigos.com/articles/3639

http://ensinodelibras.blogspot.com http://aprendolibras.blogspot.com http://trabalhandocomsurdos.blogspot.com http://www.contextualizandoalibras.blogspot.com

http://ensinandoeaprendendocomatiarose1.blogspot.com

http://anacarolinafrank.blogspot.com

www.tvararaazul.blogspot.com

Estudo da língua brasileira de sinais

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3

“Ser surdo”

Ângela Mara Berlando Soares Monique Giusti Reveilleau

A presentamos algumas cenas para posterior análise e discus-

são. Os comentários partem da experiência de surdos e ou-

vintes ao se depararem com a condição da surdez:

Cena 1 - Encontrando um surdo pela primeira vez

14

surdez: Cena 1 - Encontrando um surdo pela primeira vez 14 As pessoas veem os surdos

As pessoas veem os surdos conversando em língua de sinais na rua, nas escolas e em outros espaços e demonstram diversos senti- mentos: algumas ficam impressionadas, outras curiosas ou, ainda, compadecidas, com pena dos surdos, afinal eles não ouvem. A verdade é que os ouvintes nem sempre entendem o que está acontecendo e suas reações são diferentes, geralmente por falta de informação.

Estudo da língua brasileira de sinais

Cena 2 - Surdos conversando em língua de sinais

Cena 2 - Surdos conversando em língua de sinais É importante que a sociedade conheça o

É importante que a sociedade conheça o modo de vida dos surdos, que pos- sui algumas peculiaridades, relacionadas a sua cultura e identidade. No entanto, é preciso aceitar a diferença do sujeito surdo, assim como é importante aceitar a diferença do ouvinte, compreendendo que todos têm capacidade de aprender, de emitir sua opinião, de expressar seus desejos e se comunicar.

As cenas 3 e 4 representam situações vivenciadas por Monique Giusti Reveilleau.

Cena 3 - Insistência em oralizar

Monique Giusti Reveilleau. Cena 3 - Insistência em oralizar 15 “Quando eu era pequena, tinha mais

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“Quando eu era pequena, tinha mais ou menos 10 anos de idade, eu ficava brava com Deus e queria saber: ‘Por que Ele fez isso comigo? Por que sou surda?’ Sofria muito, era muito nervosa, triste, e chorava muito porque minha fala não era boa o bastante, as pessoas tentavam me entender, mas não conseguiam. Já estava muito cansada de tanto falar.1

1 Neste contexto, falar significa oralizar, que é a tentativa de reabilitação da fala por meio de exercícios fonoaudiológicos

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Cena 4 - Surdo e a língua de sinais

Cena 4 - Surdo e a língua de sinais 16 “Não sabia nada sobre surdez Aos

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“Não sabia nada sobre surdez

Aos 13 anos, descobri que a língua de si-

nais existia e era a língua natural de surdos

Quando vi pela primeira vez a língua de sinais, percebi que existiam pessoas iguais a mim. Era como outro mundo e a partir desse momento mudei minha

vida completamente comunicando.”

Meus olhos brilharam muito ao ver as mãos lindas se

Fiquei encantada e maravilhada.

3.1 Entender a condição da surdez para perceber as possibilidades

A maioria passa por situações semelhantes às das charges e a sociedade em geral carece de informações claras sobre a surdez e suas implicações. Na tentativa de “padronizar”, cometem-se erros, principalmente pela insistência de que o surdo “fale” do mesmo modo como os ouvintes. São inúmeras situações constrangedoras que interferem na construção da identidade do surdo, que é privado de se expres- sar pela sua língua materna (língua de sinais) e forçado a utilizar a língua oral. Entretanto, existem casos em que se respeita a diferença linguística e cul- tural, inicialmente pelo grupo familiar, que se traduz pela aceitação da surdez, pelo investimento na trajetória de aprendizagem do sujeito e no incentivo à cons- trução de sua autonomia. Essas ações, tão simples, mas importantes, estendem- -se para o contexto educacional e social do qual o surdo faz parte. O posiciona- mento de Monique referenda o que salientamos anteriormente:

A minha família sempre me apoiou muito, principalmente minha mãe. Ela sempre me acompanhou para fazer os temas de casa, trabalhos, estudar para as provas, etc. Ficava o tempo todo comigo e o meu pai com os meus dois irmãos porque era eu quem precisava mais ajuda. Hoje eu agradeço à minha mãe, que sempre me incentivou a estudar

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Na escola tive muitas dificuldades, as pessoas não sabiam a importância da lín- gua de sinais e a comunicação não acontecia. Depois de muitos anos, passei no vestibular para o curso de Pedagogia – Anos Iniciais na UPF. Foi muita alegria, principalmente porque eu e duas colegas surdas tivemos um tradutor/intérprete de libras (TILS) pela primeira vez. Loreni Lucas dos Santos, a TILS, participou de nossa formação profissional, possibilitando a comunicação e o acesso ao conhecimento. Hoje sou pedagoga, professora de libras, casada, mãe de dois filhos ouvintes, dedicada e realizada. Tudo o que eu consegui valeu a pena.

Desejo muito que outros surdos também lutem pelo seu futuro, sem sofrimen- tos e sem preconceito, que sejam respeitados e aceitos pela sociedade. Por isso, é importante nunca desistir dos seus sonhos!

Estudo da língua brasileira de sinais

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4

Retrospectiva histórica da educação e da cultura surda

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Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

P retende-se, a partir da retrospectiva histórica sobre a educação e cultura surda, buscar elementos para a compreensão do con- texto da surdez, os quais permitirão analisar os processos de

inclusão social e o desenvolvimento educacional dos surdos na atuali- dade. Para tanto, tomamos como base a pesquisa “Para uma cronolo- gia da educação dos surdos”, realizada por Cabral (2001), professor de educação especial de Portugal, que apresenta, em ordem cronológica, os registros encontrados a respeito da história dos surdos no mundo.

4.1 Raízes do (pré)conceito

Consta que no antigo Egito do séc. XVI a.C. os egípcios acredita- vam que não era possível educar as pessoas surdas. O notável filósofo Sócrates, que viveu no século V a.C., afirmou que “os surdos têm que usar o gesto e a pantomina” 1 (Cabral, 2001), e Aristóteles teria conclu- ído que, apesar de os surdos emitirem sons, seriam incapazes de falar, razão por que não teriam a capacidade de fazer o uso da razão.

1

Pantomina – representação de ideias por meio de gestos, sem os recursos das palavras, um modo de narrar com o corpo.

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Durante os séculos X a IX a.C., as leis permitiam que os recém-nascidos com sinais
Durante os séculos X a IX a.C., as leis permitiam que os recém-nascidos com sinais de debilidade
ou algum tipo de má formação fossem lançados ao monte Taigeto (Grécia Antiga).
O imperador Justiniano, em 529 a.C. criou uma lei que impossibilitava os Surdos de celebrar con-
tratos, elaborar testamentos e até de possuir propriedades ou reclamar heranças (com exceção
dos surdos que conseguiam oralizar). (http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_dos_surdos).

4.2 Protagonistas do início da mudança da história

Considerado um dos primeiros relatos comprovando que uma pessoa surda pode ser educada foi o do holandês Rudolphus Agricola, filósofo, professor e con- siderado modelo humanista. Em seu livro De inventione dialectica (1479), publi- cou a experiência de ter ensinado uma criança surda a se comunicar oralmente e a escrever. Dessa forma, provou a capacidade de uma pessoa surda expressar seus pensamentos, suas emoções e opiniões. Era o início de uma influência posi- tiva para a comunidade surda. No século seguinte, o médico Girolano Cardano (1501-1576) apresentaria a teoria de que a audição e o uso da fala não são con- dições para o desenvolvimento e compreensão das ideias e de que a surdez seria uma barreira à aprendizagem, não uma condição mental (Cardano apub Soares, 2005, p. 17). Seguindo a cronologia de Cabral surgiu o monge beneditino Pedro Ponce de León (1520-1584), considerado um dos pioneiros na educação dos surdos e que trabalhava com o método da datilologia, 2 da escrita e do oralismo. Ao longo dos séculos muitos foram os protagonistas de teorias a favor ou contra o uso da língua de sinais, do oralismo, da datilologia. Surgiram várias metodologias de ensino e suposições a respeito do desenvolvimento cognitivo das pessoas surdas, técnicas para o treino da fala, juntamente com novas descober- tas científicas acerca da fisiologia da audição, procedimentos clínicos na tenta- tiva de reverter a surdez muitas vezes resultando na morte das pessoas surdas submetidas a tais experimentos.

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2 Datilologia – termo utilizado para o uso do alfabeto manual.

Estudo da língua brasileira de sinais

4.3

Fatos que marcaram um novo capítulo na história

Em 1760 Charles Michel de L’Épée, educador filantrópico francês, abriu a primeira escola pública para surdos em Paris, a Institution Nationale des Sour- ds-Muets à Paris (Instituto Nacional de Surdos-Mudos de Paris). A partir de então, os surdos passaram a receber uma formação com uma metodologia em si-

nais, desenvolvida pelo próprio L’Épée, que em 1776 publica um livro a respeito. Nesse período os surdos passaram a atuar de maneira propositiva em diversos países que adotaram o método de L’Éppé e, instruídos, começaram a trabalhar como educadores das crianças surdas na aquisição da linguagem em sinais. Pierre Desloges, um surdo que trabalhava como encadernador de livros, revoltou-se diante das colocações do religioso abade Deschamps, o qual afirma que a comunicação por sinais dos surdos não podia ser considerada uma língua

e,

portanto, era inadequada para a educação das crianças surdas. Desloges, com

o

objetivo de “defender minha língua contra as falsas acusações desse autor”

20

(Moody, 1987, apud Wilcox, 2005, p. 37), sentiu-se desafiado a escrever um livro, Observações de um surdo-mudo (1779), explicando acerca das línguas de sinais utilizadas pelos surdos e descrevendo a ordem dos enunciados sinalizados, suas

combinações e a precisão dos sinais. Foi essa uma tentativa empírica do jovem surdo em suas observações de sistematizar a língua de sinais, o que certamente deve ter causado um grande impacto na sociedade parisiense a respeito dos con- ceitos cognitivos que na época se tinha sobre o surdo.

4.4 Congresso em Milão

A trajetória educacional do surdo foi fortemente marcada por uma impo- sição cultural ouvintista. 3 O ápice foi o Congresso de Milão em 1880, com a re- solução de que a modalidade de ensino para os surdos passaria a ser a “oral”, considerada pelos participantes como superior à língua de sinais. A partir de então, os surdos que conseguiam “falar” eram considerados excepcionalmente inteligentes e, em consequência, os que sinalizavam eram marginalizados e de- preciados por seus mestres, famílias e sociedade. O processo educacional dos surdos foi drasticamente comprometido pela imposição do método oralista, pois,

3 Os termos ouvintista, ouvintismo etc. são derivações de “ouvintização”, que, segundo a concepção de Skliar, sugere “uma forma particular e específica de colonização dos ouvintes sobre os surdos. Supõe representações práticas designificação, dispositivos pedagógicos, etc., em que os surdos são vistos como sujeitos inferiores” (1999, p. 7).

Estudo da língua brasileira de sinais

ao contrário do que se pensava e se concluíra naquela época, essa imposição foi de encontro às primeiras pesquisas, que apontavam o método oral/auditivo como não sendo o canal de alcance da aprendizagem e significação do mundo dos sur- dos e, sim, por definição natural, o canal visual/gestual.

4.5 Educação dos surdos no Brasil

Em 26 de setembro de 1857, por decisão de Dom Pedro II, foi aprovada a lei de nº 939/1857, que dispôs verba para a criação do Imperial Instituto dos Sur- dos-Mudos no Rio de Janeiro Brasil. O instituto iniciou com dez meninos surdos, instruídos pelo professor surdo Hernest Huet na Língua de Sinais Francesa – LSF. Em 1911, em razão da influência da Europa, o INES adotou a modalidade educacional oralista, proibindo o uso da língua de sinais. Em 1957 o instituto passou a ser chamado de Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES), 4 como é conhecido atualmente. Os surdos, oprimidos no passado pela sociedade, constituída majoritaria- mente por ouvintes, carregam as marcas da história e das concepções que os rotularam como incapazes, dependentes, desprovidos de potencialidades. Essas ideias são confirmadas no cotidiano quando, em algumas situações, os surdos permitem a opressão e não se posicionam diante das dificuldades, aceitando ajuda ao invés da efetivação de seus direitos, especialmente do ser surdo, de ser respeitado como minoria linguística e reconhecido como cidadão. Na mesma me- dida, os ouvintes reforçam as concepções errôneas quando tendem a superprote- ger ou favorecer o surdo ao invés de acreditar no seu potencial e na capacidade de protagonizar a sua própria história e construir uma identidade autônoma.

21

4 Para saber mais acesse o site <http://www.ines.gov.br/Paginas/historico.asp>

Estudo da língua brasileira de sinais

22

5

Língua de sinais

Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau

A língua de sinais utiliza a comunicação visuoespacial. Por

esse motivo, quase não se encontram registros da sua

historicidade,sendo difícil localizar e comprovar sua origem.

Os estudos linguísticos das línguas de sinais têm como marco os trabalhos realizados pelo linguista escocês William C. Stokoe em 1957, docente do Departamento de Inglês do Gallaudet College, em Washington, nos Estados Unidos. Quando iniciou na Gallaudet, Stokoe desconhecia a língua de si- nais americana (ASL). Nessa época os professores da instituição eram ouvintes e ensinavam inglês aos alunos surdos; não havia aulas de ASL, porque era desconsiderada como língua. Ao observar a diferença entre a sinalização das palavras em inglês durante as aulas e a sina- lização quando os surdos se comunicavam entre si, Stokoe percebeu uma autonomia na comunicação sinalizada. Ao conseguir um finan- ciamento do governo norte-americano, teve a possibilidade de desen- volver pesquisas acerca das sinalizações produzidas pelos surdos fora das aulas. As conclusões de sua pesquisa demonstraram que a sinalização não dependia de uma língua falada, no caso o inglês, e que seguia uma gramática própria. Assim Stokoe publicou em 1960 seus estudos na obra Language structure: an outline of the visual communication syste- ms of the american deaf. A divulgação e a disseminação de seus estudos revolucionaram a visão linguística, pois, ao mostrar que as línguas de sinais são línguas naturais, concedeu-lhes o status de língua.

Estudo da língua brasileira de sinais

5.1

Organização neural da língua de sinais

Estudos desenvolvidos por Rodrigues (1993) sobre a organização neural da

linguagem no cérebro, do ponto de vista biológico, enfatizam que ocorre de forma semelhante para línguas orais e línguas sinalizadas. As pesquisas nesse campo fornecem elementos para que possamos com- preender como ocorre a linguagem para o surdo. Tomando como base a análise das testagens aplicadas em pacientes surdos com lesões cerebrais, Rodrigues constatou que existe uma separação entre linguagem e funções visuoespaciais, com forte evidência de que os aspectos gramaticais das línguas sinalizadas são lateralizados para o hemisfério esquerdo do cérebro. A organização da lingua- gem, tanto para um grupo de ouvintes como para um grupo de surdos, apresenta semelhanças no período das primeiras aprendizagens. O canal de comunicação “natural” é distinto quanto à predominância no re- cebimento de estímulo para cada um desses grupos, ou seja, para o grupo de ou- vintes é natural que a via de comunicação preferencial se dê pela audição e pela fala, pois esta predomina no recebimento de estímulos, ao passo que no grupo de surdos, pelo fato de não ouvir, passa naturalmente a predominar o canal vi-

suoespacial como principal via de comunicação. “[

discriminar e seguir estímulos, no caso dos movimentos das mãos, na periferia do campo visual é uma grande vantagem para o surdo, a qual não é aproveitada caso ele não utilize a língua de sinais” (Rodrigues, 1993, p. 16). Nesse sentido, é imprescindível a estimulação do canal visuoespacial com os bebês surdos, pois a aquisição da linguagem interfere no seu desenvolvimento geral, especialmente no aspecto cognitivo.

Essa maior habilidade para

]

5.2 Língua brasileira de sinais

23

Contrário ao modo como muitos definem a surdez [ surdas definem-se em termos culturais e lingüísticos.

]

pessoas

 

Wrigley

A língua brasileira de sinais (libras) é a usada pela comunidade surda no Brasil. A libras foi oficializada por meio da lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002.

Art. 1 o - É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasi- leira de Sinais – Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais – Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora,

Estudo da língua brasileira de sinais

com estrutura gramatical própria, constitue um sistema lingüístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil (Decreto nº 5.626 de 22 de dez de 2005).

As línguas de sinais são basicamente produzidas pelas mãos e sua estru- tura gramatical aporta os níveis linguístico, fonológico, morfológico, sintático e o semântico. As expressões corporais e faciais também desempenham impor- tantes funções gramaticais. Como qualquer outra língua, possui regionalismos, dialetos, gírias e neologismos.

Elementos essenciais da gramática da libras

A - Alfabeto manual

São representações do alfabeto latino produzido com as mãos escrevendo no ar, por meio da digitação manual chamada de “datilologia”, as quais juntando as letras, formam uma palavra. É usado como empréstimo da língua nacional para sinais que ainda não existem, como, por exemplo, de cidades, nomes de pessoas, conceitos, entre outros. Por exemplo: Passo Fundo [P-A-S-S-O_F-U-N-D-O].

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O alfabeto é característico de cada país. Confira o alfabeto da língua americana de sinais
O alfabeto é característico de cada país. Confira o alfabeto da língua americana de sinais
<http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg= pt&info=AlfaAmericano> e o da língua de sinais
espanhola <http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=AlfaEspanhol>

Estudo da língua brasileira de sinais

25
25

Estudo da língua brasileira de sinais

B - Configurações

Na estrutura gramatical da libras as configurações de mãos (CM) são uni- dades mínimas usadas na produção de um sinal.

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de mãos (CM) são uni- dades mínimas usadas na produção de um sinal. 26 Estudo da

Estudo da língua brasileira de sinais

Os sinais APRENDER e AMAR têm a mesma configuração de mão.

sinais APRENDER e AMAR têm a mesma configuração de mão. Aprender Amar C - Ponto de

Aprender

e AMAR têm a mesma configuração de mão. Aprender Amar C - Ponto de articulação São

Amar

C - Ponto de articulação

São sinais produzidos no espaço (à frente, acima, abaixo, à esquerda e/ou à direita do corpo), podendo tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro. Os sinais TRABALHAR e BRINCAR localizam-se no espaço neutro e os sinais ESQUECER e APRENDER, na testa

no espaço neutro e os sinais ESQUECER e APRENDER, na testa Trabalhar Brincar Esquecer Aprender 27

Trabalhar

Brincar

Esquecer

Aprender

27

D - Movimento

Os sinais podem ter um movimento ou não. O sinal CACHORRO-QUENTE não tem movimento, e os sinais FALAR e BRINCAR têm.

não tem movimento, e os sinais FALAR e BRINCAR têm. Cachorro-quente Falar Estudo da língua brasileira

Cachorro-quente

não tem movimento, e os sinais FALAR e BRINCAR têm. Cachorro-quente Falar Estudo da língua brasileira

Falar

Estudo da língua brasileira de sinais

não tem movimento, e os sinais FALAR e BRINCAR têm. Cachorro-quente Falar Estudo da língua brasileira

Brincar

E - Orientação/direcionalidade

Os sinais têm uma direção com relação aos parâmetros acima. Os ver- bos IR e VIR, SUBIR e DESCER, ACENDER e APAGAR têm relação com a direcionalidade.

F - Expressão facial e/ou corporal

Por serem extremamente visuais, as expressões faciais e corporais são mui- to importantes nas línguas de sinais. A língua de sinais tem sentimento, emoção, como ALEGRE e TRISTE. Segundo Quadros e Karnopp (2004), algumas expres- sões marcam gramaticalmente as sentenças, como nos sinais COMO e AGORA. Salientamos que todos os itens abordados são de grande relevância para o aprendizado da libras, no entanto representam os elementos gramaticais bási- cos. A libras, como as demais línguas, é dinâmica e evolui de acordo com a comu- nicação que acontece na comunidade surda.

28

Estudo da língua brasileira de sinais

6

Sinais básicos das libras

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia

Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia EU NÓS Pronomes TU/VOCÊ MEU/MINHA Estudo da

EU

Luna Monique Giusti Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia EU NÓS Pronomes TU/VOCÊ MEU/MINHA Estudo da

NÓS

Pronomes

Reveilleau Tatiane de Souza da Anhaia EU NÓS Pronomes TU/VOCÊ MEU/MINHA Estudo da língua brasileira de

TU/VOCÊ

Tatiane de Souza da Anhaia EU NÓS Pronomes TU/VOCÊ MEU/MINHA Estudo da língua brasileira de sinais

MEU/MINHA

Estudo da língua brasileira de sinais

da Anhaia EU NÓS Pronomes TU/VOCÊ MEU/MINHA Estudo da língua brasileira de sinais ELE/ELA TEU/SEU/TUA/SUA DELE/DELA

ELE/ELA

da Anhaia EU NÓS Pronomes TU/VOCÊ MEU/MINHA Estudo da língua brasileira de sinais ELE/ELA TEU/SEU/TUA/SUA DELE/DELA

TEU/SEU/TUA/SUA

DELE/DELA

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QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais

QUE

QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR

30 COMO

QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR

ONDE

QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR

COM/JUNTO

QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR

QUEM

QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR

QUANDO

QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR

MAS

QUE 30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR

JUNTO/PESSOAS

Estudo da língua brasileira de sinais

30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR QUE/PORQUE

POR QUE/PORQUE

30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR QUE/PORQUE

QUANTOS

30 COMO ONDE COM/JUNTO QUEM QUANDO MAS JUNTO/PESSOAS Estudo da língua brasileira de sinais POR QUE/PORQUE

MAIS

Estudo da língua brasileira de sinais 31
Estudo da língua brasileira de sinais 31
Estudo da língua brasileira de sinais 31
Estudo da língua brasileira de sinais 31
Estudo da língua brasileira de sinais 31
Estudo da língua brasileira de sinais 31
Estudo da língua brasileira de sinais 31

Estudo da língua brasileira de sinais

31

CumPrimentos, saudações e exPressões

CumPrimentos, saudações e exPressões OI BEM/BOM BOM DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM

OI

CumPrimentos, saudações e exPressões OI BEM/BOM BOM DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM
CumPrimentos, saudações e exPressões OI BEM/BOM BOM DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM

BEM/BOM

CumPrimentos, saudações e exPressões OI BEM/BOM BOM DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM
CumPrimentos, saudações e exPressões OI BEM/BOM BOM DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM

BOM DIA

CumPrimentos, saudações e exPressões OI BEM/BOM BOM DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM
32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA
32 BOA TARDE
BOA NOITE
BOA AULA

BOM

OI BEM/BOM BOM DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM DESCULPE FIM DE SEMANA

DESCULPE

FIM DE SEMANA

DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM DESCULPE FIM DE SEMANA OBRIGADO DE NADA

OBRIGADO

DIA 32 BOA TARDE BOA NOITE BOA AULA BOM DESCULPE FIM DE SEMANA OBRIGADO DE NADA

DE NADA

Estudo da língua brasileira de sinais

COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de

COM LICENÇA

COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais

DE NOVO

COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais

ENTENDEU

COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais

ATENÇÃO

COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais

ENTENDEU/NÃO

COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais

POR EXEMPLO

33

COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais
COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais
COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais
COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais
COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais
COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais
COM LICENÇA DE NOVO ENTENDEU ATENÇÃO ENTENDEU/NÃO POR EXEMPLO 33 Estudo da língua brasileira de sinais

Estudo da língua brasileira de sinais

34

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

FAMÍLIA

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

MENINA

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

PAPAI

GruPo familiar

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

MULHER

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

MENINO

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

HOMEM

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

MAMÃE

34 FAMÍLIA MENINA PAPAI GruPo familiar MULHER MENINO HOMEM MAMÃE FILHO (a) Estudo da língua brasileira

FILHO (a)

Estudo da língua brasileira de sinais

BEBÊ PRIMO (a) PADRINHO/MADRINHA CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO

BEBÊ

BEBÊ PRIMO (a) PADRINHO/MADRINHA CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a)

PRIMO (a)

BEBÊ PRIMO (a) PADRINHO/MADRINHA CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a)

PADRINHO/MADRINHA

BEBÊ PRIMO (a) PADRINHO/MADRINHA CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a)

CRIANÇA

BEBÊ PRIMO (a) PADRINHO/MADRINHA CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a)

VOVÓ/VOVÔ

BEBÊ PRIMO (a) PADRINHO/MADRINHA CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a)

SOBRINHO (a)

Estudo da língua brasileira de sinais

CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a) TIO (a) MARIDO/ESPOSA 35

IRMÃO (a)

CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a) TIO (a) MARIDO/ESPOSA 35

TIO (a)

CRIANÇA VOVÓ/VOVÔ SOBRINHO (a) Estudo da língua brasileira de sinais IRMÃO (a) TIO (a) MARIDO/ESPOSA 35

MARIDO/ESPOSA

35

36

36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de

NAMORADO (a)

36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de

CUNHADO (a)

36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de

SOLTEIRO (a)

36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de
36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de

AMIGO (a)

NOIVO (a)

36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de
36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de
36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de
36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de
36 NAMORADO (a) CUNHADO (a) SOLTEIRO (a) AMIGO (a) NOIVO (a) Estudo da língua brasileira de

Estudo da língua brasileira de sinais

marCação de temPo na libras

marCação de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de

PASSADO

marCação de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de

ONTEM

marCação de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de

MANHÃ

marCação de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de

AGORA

marCação de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de

HOJE

marCação de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de

TARDE

Estudo da língua brasileira de sinais

de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de sinais

FUTURO

de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de sinais

AMANHÃ

de temPo na libras PASSADO ONTEM MANHÃ AGORA HOJE TARDE Estudo da língua brasileira de sinais

NOITE

37

38

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

ANTES

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

DEMORADO

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

ATRASADO

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

NUNCA

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

DEPOIS

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

SEMPRE

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

TODOS OS DIAS

38 ANTES DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de

DIA

Estudo da língua brasileira de sinais

DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de sinais RÁPIDO

RÁPIDO

DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de sinais RÁPIDO

CEDO

DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de sinais RÁPIDO

FIM

DEMORADO ATRASADO NUNCA DEPOIS SEMPRE TODOS OS DIAS DIA Estudo da língua brasileira de sinais RÁPIDO

SEMANA

MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39

MÊS

MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39

ANO

MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39

MINUTO

MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39
MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39
MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39
MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39
MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39
MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39
MÊS ANO MINUTO Estudo da língua brasileira de sinais irmão (ã) 39

Estudo da língua brasileira de sinais

irmão (ã)

39

40

40 DOMINGO QUARTA-FEIRA SÁBADO dias da semana SEGUNDA-FEIRA QUINTA-FEIRA Estudo da língua brasileira de sinais

DOMINGO

40 DOMINGO QUARTA-FEIRA SÁBADO dias da semana SEGUNDA-FEIRA QUINTA-FEIRA Estudo da língua brasileira de sinais

QUARTA-FEIRA

40 DOMINGO QUARTA-FEIRA SÁBADO dias da semana SEGUNDA-FEIRA QUINTA-FEIRA Estudo da língua brasileira de sinais

SÁBADO

dias da semana

40 DOMINGO QUARTA-FEIRA SÁBADO dias da semana SEGUNDA-FEIRA QUINTA-FEIRA Estudo da língua brasileira de sinais

SEGUNDA-FEIRA

40 DOMINGO QUARTA-FEIRA SÁBADO dias da semana SEGUNDA-FEIRA QUINTA-FEIRA Estudo da língua brasileira de sinais

QUINTA-FEIRA

Estudo da língua brasileira de sinais

SÁBADO dias da semana SEGUNDA-FEIRA QUINTA-FEIRA Estudo da língua brasileira de sinais TERÇA-FEIRA SEXTA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

SÁBADO dias da semana SEGUNDA-FEIRA QUINTA-FEIRA Estudo da língua brasileira de sinais TERÇA-FEIRA SEXTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41
estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41
estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41
estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41
estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41

estações do ano

estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41

VERÃO

estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41

PRIMAVERA

estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41

OUTONO

estações do ano VERÃO PRIMAVERA OUTONO INVERNO Estudo da língua brasileira de sinais 41

INVERNO

Estudo da língua brasileira de sinais

41

42

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

JANEIRO

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

ABRIL

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

JULHO

meses

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

FEVEREIRO

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

MAIO

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

AGOSTO

Estudo da língua brasileira de sinais

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

MARÇO

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

JUNHO

42 JANEIRO ABRIL JULHO meses FEVEREIRO MAIO AGOSTO Estudo da língua brasileira de sinais MARÇO JUNHO

SETEMBRO

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR

OUTUBRO

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

ACEITAR

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

AMAR

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

NOVEMBRO

Verbos

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

ACORDAR

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

APRENDER

Estudo da língua brasileira de sinais

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

DEZEMBRO

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

AJUDAR

OUTUBRO ACEITAR AMAR NOVEMBRO Verbos ACORDAR APRENDER Estudo da língua brasileira de sinais DEZEMBRO AJUDAR BRINCAR

BRINCAR

43

44

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

BUSCAR

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

CONHECER

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

COPIAR

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

ESCOLHER

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

COMPRAR

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

CONTINUAR

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

CORTAR

44 BUSCAR CONHECER COPIAR ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR

ESPERAR

Estudo da língua brasileira de sinais

ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR CONVERSAR DORMIR ESQUECER

COMUNICAR

ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR CONVERSAR DORMIR ESQUECER

CONVERSAR

ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR CONVERSAR DORMIR ESQUECER

DORMIR

ESCOLHER COMPRAR CONTINUAR CORTAR ESPERAR Estudo da língua brasileira de sinais COMUNICAR CONVERSAR DORMIR ESQUECER

ESQUECER

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER

ESTUDAR

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR

GOSTAR

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR

LER

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR

PASSEAR

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR

FALAR

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR

GOSTAR-NÃO

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR

MORRER

ESTUDAR GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR

PEDIR

Estudo da língua brasileira de sinais

GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR OUVIR

FAZER

GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR OUVIR

LEMBRAR

GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR OUVIR

OUVIR

GOSTAR LER PASSEAR FALAR GOSTAR-NÃO MORRER PEDIR Estudo da língua brasileira de sinais FAZER LEMBRAR OUVIR

PERGUNTAR

45

46

46 PODER PROCURAR RESPEITAR SABER-NÃO PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais

PODER

46 PODER PROCURAR RESPEITAR SABER-NÃO PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais

PROCURAR

46 PODER PROCURAR RESPEITAR SABER-NÃO PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais

RESPEITAR

46 PODER PROCURAR RESPEITAR SABER-NÃO PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais

SABER-NÃO

46 PODER PROCURAR RESPEITAR SABER-NÃO PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais

PODER-NÃO

46 PODER PROCURAR RESPEITAR SABER-NÃO PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais

QUERER

46 PODER PROCURAR RESPEITAR SABER-NÃO PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais

RESPONDER

Agosto
Agosto

TER

Estudo da língua brasileira de sinais

PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais PRECISAR QUERER-NÃO SABER TER-NÃO

PRECISAR

PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais PRECISAR QUERER-NÃO SABER TER-NÃO

QUERER-NÃO

PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais PRECISAR QUERER-NÃO SABER TER-NÃO

SABER

PODER-NÃO QUERER RESPONDER Agosto TER Estudo da língua brasileira de sinais PRECISAR QUERER-NÃO SABER TER-NÃO

TER-NÃO

TRABALHAR

TRABALHAR

TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47

VER

TROCAR
TROCAR
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47

VIAJAR

VENDER
VENDER
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47

VIVER

TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47
TRABALHAR VER TROCAR VIAJAR VENDER VIVER Estudo da língua brasileira de sinais 47

Estudo da língua brasileira de sinais

47

48

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

AMARELO

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

LARANJA

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

VERMELHO

Cores

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

AZUL

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

ROSA

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

PRETO

Estudo da língua brasileira de sinais

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

BRANCO

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

VERDE

48 AMARELO LARANJA VERMELHO Cores AZUL ROSA PRETO Estudo da língua brasileira de sinais BRANCO VERDE

ROXO

animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49
animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49
animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49
animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49
animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49

animais

animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49

CACHORRO

animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49

COBRA

animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49

CAVALO

animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49

ELEFANTE

animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49

COELHO

animais CACHORRO COBRA CAVALO ELEFANTE COELHO GATO Estudo da língua brasileira de sinais 49

GATO

Estudo da língua brasileira de sinais

49

50

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

LEÃO

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

PORCO

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

ÁGUA

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

ARROZ

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

MACACO

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

TARTARUGA

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

PÁSSARO

50 LEÃO PORCO ÁGUA ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da

BOI

alimentos - bebidas

ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da língua brasileira de sinais

AÇÚCAR

ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da língua brasileira de sinais

AZEITE

Estudo da língua brasileira de sinais

ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da língua brasileira de sinais

ALFACE

ARROZ MACACO TARTARUGA PÁSSARO BOI alimentos - bebidas AÇÚCAR AZEITE Estudo da língua brasileira de sinais

BALA

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

BATATA

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

CACHORRO-QUENTE

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

BOLACHA

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

CAFÉ

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

BOLO

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

CARNE

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira
BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

CEBOLA

BATATA CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

CERVEJA

CACHORRO-QUENTE BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira

CHIMARRÃO

BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira de sinais 51

CHOCOLATE

BOLACHA CAFÉ BOLO CARNE CEBOLA CERVEJA CHIMARRÃO CHOCOLATE CHURRASCO Estudo da língua brasileira de sinais 51

CHURRASCO

Estudo da língua brasileira de sinais

51

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais

FEIJÃO

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

52 OVO

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

PIPOCA

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

QUEIJO

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

MASSA

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

PÃO

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

PIZZA

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

SAL

Estudo da língua brasileira de sinais

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

MEL

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

PASTEL

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

PRESUNTO

FEIJÃO 52 OVO PIPOCA QUEIJO MASSA PÃO PIZZA SAL Estudo da língua brasileira de sinais MEL

SANDUÍCHE

SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53

SOPA

SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53

REFRIGERANTE

SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53

VINHO

SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53
SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53

TOMATE

SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53
SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53
SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53
SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53
SOPA REFRIGERANTE VINHO TOMATE Estudo da língua brasileira de sinais 53

Estudo da língua brasileira de sinais

53

ABACATE 54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de

ABACATE

ABACATE 54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais

54 BERGAMOTA

ABACATE 54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais

LARANJA

ABACATE 54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais

MAMÃO

frutas

ABACATE 54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais

ABACAXI

ABACATE 54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais

COCO

ABACATE 54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais

LIMÃO

54 BERGAMOTA LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais BANANA

MELÃO

Estudo da língua brasileira de sinais

LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais BANANA FIGO MAÇÃ

BANANA

LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais BANANA FIGO MAÇÃ

FIGO

LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais BANANA FIGO MAÇÃ

MAÇÃ

LARANJA MAMÃO frutas ABACAXI COCO LIMÃO MELÃO Estudo da língua brasileira de sinais BANANA FIGO MAÇÃ

PÊSSEGO

UVA MORANGO PERA Contexto aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira

UVA

UVA MORANGO PERA Contexto aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de

MORANGO

UVA MORANGO PERA Contexto aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de

PERA

Contexto aCadêmiCo

UVA MORANGO PERA Contexto aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de

UPF

UVA MORANGO PERA Contexto aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de

CARAZINHO

UVA MORANGO PERA Contexto aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de

PASSO FUNDO

MORANGO PERA Contexto aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de sinais

LAGOA VERMELHA

Estudo da língua brasileira de sinais

aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de sinais CASCA PALMEIRA DAS

CASCA

aCadêmiCo UPF CARAZINHO PASSO FUNDO LAGOA VERMELHA Estudo da língua brasileira de sinais CASCA PALMEIRA DAS

PALMEIRA DAS MISSÕES

55

56

56 SARANDI ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS

SARANDI

56 SARANDI ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS

ALUNO/ESTUDANTE/

ACADÊMICO

56 SARANDI ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS

OUVINTE

56 SARANDI ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS
56 SARANDI ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS

SOLEDADE

56 SARANDI ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS

PROFESSOR

ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS TRADUTOR/

AMIGO

ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS TRADUTOR/
ALUNO/ESTUDANTE/ ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS TRADUTOR/

FACULDADE

ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS TRADUTOR/ SETOR DE

SURDO

ACADÊMICO OUVINTE SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS TRADUTOR/ SETOR DE ATENÇÃO

LÍNGUA DE SINAIS

SOLEDADE PROFESSOR AMIGO FACULDADE SURDO LÍNGUA DE SINAIS LIBRAS TRADUTOR/ SETOR DE ATENÇÃO INTÉRPRETE

LIBRAS

TRADUTOR/

SETOR DE ATENÇÃO

INTÉRPRETE

AO ESTUDANTE

Estudo da língua brasileira de sinais

DEDO DE PROSA UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA

DEDO DE PROSA

DEDO DE PROSA UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo

UPF IDIOMAS

DEDO DE PROSA UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo

CANETA

DEDO DE PROSA UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo

APONTADOR

DEDO DE PROSA UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo
DEDO DE PROSA UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo

LABORATÓRIO BILÍNGUE

DE PROSA UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo da

LIVRO

UPF IDIOMAS CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo da língua

CADERNO

CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo da língua brasileira de

LÁPIS

CANETA APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo da língua brasileira de sinais

COLA

APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo da língua brasileira de sinais 57

BORRACHA

APONTADOR LABORATÓRIO BILÍNGUE LIVRO CADERNO LÁPIS COLA BORRACHA TESOURA Estudo da língua brasileira de sinais 57

TESOURA

Estudo da língua brasileira de sinais

57

58

58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais
58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais

ESCOLA

58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais

INTERVALO

58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais

BANHEIRO

58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais
58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais
58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais
58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais
58 ESCOLA INTERVALO BANHEIRO Estudo da língua brasileira de sinais

Estudo da língua brasileira de sinais

CURSO ARTES VISUAIS CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Cursos ADMINISTRAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CURSO

CURSO ARTES VISUAIS CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Cursos ADMINISTRAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO CIÊNCIAS CONTÁBEIS

ARTES VISUAIS

CURSO ARTES VISUAIS CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Cursos ADMINISTRAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

Cursos

CURSO ARTES VISUAIS CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Cursos ADMINISTRAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO CIÊNCIAS CONTÁBEIS

ADMINISTRAÇÃO

VISUAIS CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Cursos ADMINISTRAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO CIÊNCIAS CONTÁBEIS COMUNICAÇÃO

ARQUITETURA E URBANISMO

COMPUTAÇÃO Cursos ADMINISTRAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO CIÊNCIAS CONTÁBEIS COMUNICAÇÃO SOCIAL E JORNALISMO

CIÊNCIAS CONTÁBEIS

ADMINISTRAÇÃO ARQUITETURA E URBANISMO CIÊNCIAS CONTÁBEIS COMUNICAÇÃO SOCIAL E JORNALISMO Estudo da língua

COMUNICAÇÃO SOCIAL E JORNALISMO

Estudo da língua brasileira de sinais

SOCIAL E JORNALISMO Estudo da língua brasileira de sinais AGRONOMIA CIÊNCIA BIOLÓGICAS CIÊNCIAS ECONÔMICAS DIREITO

AGRONOMIA

SOCIAL E JORNALISMO Estudo da língua brasileira de sinais AGRONOMIA CIÊNCIA BIOLÓGICAS CIÊNCIAS ECONÔMICAS DIREITO 59

CIÊNCIA BIOLÓGICAS

SOCIAL E JORNALISMO Estudo da língua brasileira de sinais AGRONOMIA CIÊNCIA BIOLÓGICAS CIÊNCIAS ECONÔMICAS DIREITO 59

CIÊNCIAS ECONÔMICAS

SOCIAL E JORNALISMO Estudo da língua brasileira de sinais AGRONOMIA CIÊNCIA BIOLÓGICAS CIÊNCIAS ECONÔMICAS DIREITO 59

DIREITO

59

60

60 COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA ENGENHARIA ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA

COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

60 COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA ENGENHARIA ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA

ENGENHARIA

60 COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA ENGENHARIA ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA

ENGENHARIA CIVIL

SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA ENGENHARIA ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA ENFERMAGEM Estudo

ENGENHARIA

AMBIENTAL

PROPAGANDA ENGENHARIA ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA ENFERMAGEM Estudo da língua brasileira

ENGENHARIA

ELÉTRICA

ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA AMBIENTAL ENGENHARIA ELÉTRICA ENFERMAGEM Estudo da língua brasileira de sinais EDUCAÇÃO

ENFERMAGEM

Estudo da língua brasileira de sinais

ELÉTRICA ENFERMAGEM Estudo da língua brasileira de sinais EDUCAÇÃO FÍSICA ENGENHARIA DE ALIMENTOS ENGENHARIA

EDUCAÇÃO FÍSICA

Estudo da língua brasileira de sinais EDUCAÇÃO FÍSICA ENGENHARIA DE ALIMENTOS ENGENHARIA MECÂNICA FARMÁCIA

ENGENHARIA DE ALIMENTOS

Estudo da língua brasileira de sinais EDUCAÇÃO FÍSICA ENGENHARIA DE ALIMENTOS ENGENHARIA MECÂNICA FARMÁCIA

ENGENHARIA

MECÂNICA

Estudo da língua brasileira de sinais EDUCAÇÃO FÍSICA ENGENHARIA DE ALIMENTOS ENGENHARIA MECÂNICA FARMÁCIA

FARMÁCIA

FÍSICA FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

FÍSICA

FÍSICA FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

FILOSOFIA

FÍSICA FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

LETRAS

FÍSICA FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

FISIOTERAPIA

FÍSICA FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

GEOGRAFIA

FÍSICA FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

MATEMÁTICA

FÍSICA FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

MÚSICA

FILOSOFIA LETRAS FISIOTERAPIA GEOGRAFIA MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais

NUTRIÇÃO

Estudo da língua brasileira de sinais

MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais FONOAUDIOLOGIA HISTÓRIA MEDICINA ODONTOLOGIA 61

FONOAUDIOLOGIA

MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais FONOAUDIOLOGIA HISTÓRIA MEDICINA ODONTOLOGIA 61

HISTÓRIA

MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais FONOAUDIOLOGIA HISTÓRIA MEDICINA ODONTOLOGIA 61

MEDICINA

MATEMÁTICA MÚSICA NUTRIÇÃO Estudo da língua brasileira de sinais FONOAUDIOLOGIA HISTÓRIA MEDICINA ODONTOLOGIA 61

ODONTOLOGIA

61

PEDAGOGIA SECRETARIADO 62 EXECUTIVO BILÍNGUE PSICOLOGIA SERVIÇO SOCIAL Estudo da língua brasileira de sinais QUÍMICA

PEDAGOGIA

PEDAGOGIA SECRETARIADO 62 EXECUTIVO BILÍNGUE PSICOLOGIA SERVIÇO SOCIAL Estudo da língua brasileira de sinais QUÍMICA

SECRETARIADO

62 EXECUTIVO BILÍNGUE

PEDAGOGIA SECRETARIADO 62 EXECUTIVO BILÍNGUE PSICOLOGIA SERVIÇO SOCIAL Estudo da língua brasileira de sinais QUÍMICA

PSICOLOGIA

PEDAGOGIA SECRETARIADO 62 EXECUTIVO BILÍNGUE PSICOLOGIA SERVIÇO SOCIAL Estudo da língua brasileira de sinais QUÍMICA

SERVIÇO SOCIAL

Estudo da língua brasileira de sinais

PEDAGOGIA SECRETARIADO 62 EXECUTIVO BILÍNGUE PSICOLOGIA SERVIÇO SOCIAL Estudo da língua brasileira de sinais QUÍMICA

QUÍMICA

Cursos suPeriores de teCnoloGia

Cursos suPeriores de teCnoloGia AGRONEGÓCIO ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMÉRCIO EXTERIOR 63 DESING DE

AGRONEGÓCIO

Cursos suPeriores de teCnoloGia AGRONEGÓCIO ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMÉRCIO EXTERIOR 63 DESING DE
Cursos suPeriores de teCnoloGia AGRONEGÓCIO ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMÉRCIO EXTERIOR 63 DESING DE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

AGRONEGÓCIO ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMÉRCIO EXTERIOR 63 DESING DE DESING DE MODA DESING
AGRONEGÓCIO ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMÉRCIO EXTERIOR 63 DESING DE DESING DE MODA DESING

COMÉRCIO EXTERIOR

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMÉRCIO EXTERIOR 63 DESING DE DESING DE MODA DESING GRÁFICO

63

DESING DE

DESING DE MODA

DESING GRÁFICO

MOBILIÁRIO

DE DESING DE MODA DESING GRÁFICO MOBILIÁRIO ESTÉTICA E FABRICAÇÃO GESTÃO COMERCIAL
DE DESING DE MODA DESING GRÁFICO MOBILIÁRIO ESTÉTICA E FABRICAÇÃO GESTÃO COMERCIAL
DE DESING DE MODA DESING GRÁFICO MOBILIÁRIO ESTÉTICA E FABRICAÇÃO GESTÃO COMERCIAL

ESTÉTICA E

FABRICAÇÃO

GESTÃO COMERCIAL

COSMÉTICA

MECÂNICA

Estudo da língua brasileira de sinais

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO DO 64 VESTUÁRIO LOGÍSTICA SISTEMAS PARA INTERNET Estudo da língua

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO DO 64 VESTUÁRIO LOGÍSTICA SISTEMAS PARA INTERNET Estudo da língua brasileira

PRODUÇÃO DO 64 VESTUÁRIO

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO DO 64 VESTUÁRIO LOGÍSTICA SISTEMAS PARA INTERNET Estudo da língua brasileira

LOGÍSTICA

DE RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO DO 64 VESTUÁRIO LOGÍSTICA SISTEMAS PARA INTERNET Estudo da língua brasileira de

SISTEMAS PARA INTERNET

Estudo da língua brasileira de sinais

PRODUÇÃO DO 64 VESTUÁRIO LOGÍSTICA SISTEMAS PARA INTERNET Estudo da língua brasileira de sinais PRODUÇÃO CÊNICA

PRODUÇÃO CÊNICA

7

Perspectivas da educação de surdos ao longo da história

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna Tatiane de Souza da Anhaia

A trajetória educacional do surdo no âmbito mundial passou por vários momentos históricos, que gradativamente ressignifica- ram as concepções sobre surdez e educação de surdos. As dis-

tintas modalidades colaboraram nos processos de ensinar e aprender, de modo que temos subsídios para implementar propostas educacio- nais condizentes com a especificidade do surdo. Os modelos que ao longo da história foram mais significativos são descritos na sequência.

65

7.1 Oralismo

O oralismo é uma perspectiva educacional direcionada à reabili- tação da fala. Dentre as várias metodologias desenvolvidas, a leitura labial é a principal técnica aplicada. Os sons e palavras emitidas pelo interlocutor são captadas pela leitura (interpretação) dos movimentos de seus lábios. Recentes estudos comprovaram que mesmo o leitor la- bial mais experiente consegue captar apenas em torno de 50% do que a outra pessoa pronuncia.

Estudo da língua brasileira de sinais

7.2

Comunicação total

Com início na década de 1960, essa perspectiva de educação é uma combi- nação do oralismo com a língua de sinais simultaneamente como uma alterna- tiva de comunicação; também inclui aspectos linguísticos, como os gestos soltos, leitura orofacial, 1 alfabeto manual, leitura e escrita. A comunicação total tam- bém prima por aproveitar resíduos auditivos que a pessoa possa ter, pelo uso permanente de aparelhos auditivos. Essa modalidade também é conhecida como “bimodalismo”, que é o uso da língua de sinais dentro da estrutura das línguas faladas.

66

7.3 Bilinguismo

A modalidade bilíngue é uma perspectiva de ensino recente, que propõe a aquisição da linguagem dos surdos por meio das duas línguas no contexto esco- lar, tendo como pressuposto que o aluno surdo seja bilíngue, adquirindo a língua materna, ou seja, língua de sinais como primeira língua, comprovadamente a língua natural do surdo, e a língua oral oficial do país como segunda língua. Nesta ideologia sugere-se que as crianças surdas tenham contato o mais cedo possível com pessoas fluentes na língua de sinais.

7.4 Pedagogia surda

Esta perspectiva surge no viés da discussão que problematiza a melhor mo- dalidade de ensino para a educação dos surdos. Estabelece uma educação para o surdo a partir de uma visão de sua especificidade de aprendizagem, como es- timulação em libras na aquisição do conhecimento pelo canal de recepção visuo- espacial, o uso de recursos visuais, metodologia com didática que proporcione a internalização do conhecimento e o respeito ao tempo diferenciado de aprendi- zagem do surdo. A pedagogia surda propõe que a aprendizagem é significativa- mente favorecida quando o surdo tem a oportunidade de estar constantemente em contato com seus pares.

1 Leitura da articulação dos lábios.

Estudo da língua brasileira de sinais

8

Aquisição da linguagem pela criança surda

Andréia Mendiola Marcon Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

A aquisição da linguagem no ser humano constitui-se a partir da interação, primeiramente com o grupo familiar e depois no âmbito social. A criança constrói sua identidade interagindo e

se expressando por meio da língua. De modo similar, a aquisição da linguagem pelo surdo também se realiza por meio da interação com as pessoas e o meio do qual faz parte. É essencial que essa interação aconteça na primeira língua da criança surda (libras), a partir da qual os estímulos para a aquisição da linguagem devem ocorrer. É importante que a estimulação para a aquisição da linguagem ocorra desde a detecção da surdez, pois,

quanto mais cedo, maiores serão as possibilidades de desenvolver a linguagem adequadamente. Nisso a família tem um papel de suma importância. Segundo Pettito e Marantette (1991, apud Quadros, 1997), “as vocalizações são interrompidas nos bebês surdos assim como as pro- duções manuais são interrompidas nos bebês ouvintes, pois o input favorece o desenvolvimento de um dos modos de balbucia” (1997 p. 70). Nesse sentido, podemos compreender que tanto bebês ouvintes quanto bebês surdos apresentam balbucio oral e manual até um de- terminado tempo. Para melhor compreensão do exposto apresento um quadro com- parativo sobre a aquisição da língua entre crianças surdas e ouvintes:

Estudo da língua brasileira de sinais

67

AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM

Período aproximado

Criança ouvinte

Criança surda

Primeiro a seis meses Primeiro a seis meses Dez meses Um ano Dois anos Três anos

Balbucio manual e oral Balbucio manual e oral Primeiras sílabas Combinam palavras isoladas Aquisição de vocábulos pela fala Desenvolvimento da fala

Balbucio manual e oral Balbucio manual e oral Apontamentos Apontamentos referentes si mesma. Aquisição de sinais por meio visual Desenvolvimento dos sinais

68

Quadro 1 - Aquisição da linguagem

Dada essa contextualização, podemos verificar que o input na língua de sinais é muito importante para o desenvolvimento linguístico da criança. A per-

cepção visual começa a ser forte fator para esta aquisição; por isso, hoje em dia

é premente que os pais de surdos se interessem pela língua de sinais, bem como

pelos aspectos relacionados à cultura surda. Cabe ressaltar que nesse estágio a criança surda está atenta às expressões faciais dos interlocutores, capta elementos que disponibilizam significados que mais tarde serão agregados à língua de sinais na fase de aquisição. Outro fator importante é a repetição dos sinais fazendo movimentos mais lentos; dessa for- ma, pode-se trabalhar o “foco”, ou seja, a questão do olhar e da direcionalidade do sinal com o bebê, proporcionando-lhe maior ênfase no seu input. Entretanto, por volta de dois anos de idade a criança surda começa a fazer suas primeiras combinações em língua de sinais e, por volta dos três, apresenta gradativa am- pliação do vocabulário. É importante salientar três aspectos fundamentais para a aquisição da lin- guagem da criança surda:

a) Contato com a língua de sinais

Acredita-se que em todos os momentos a família e a escola devem proporcio- nar o desenvolvimento integral da criança surda por meio da sua língua mater- na, sendo importante que ela tenha contato diariamente com a língua de sinais

em todos os momentos de sua vida.

b) Contexto familiar No mesmo sentido, é importante que a criança surda tenha clareza real do

seu contexto familiar, ou seja, que saiba de fato quais são os papéis exercidos pelas pessoas que a rodeiam. Como exemplo, o papel do pai, da mãe, dos irmãos

e assim por diante.

Estudo da língua brasileira de sinais

c)

Contexto espacial

A criança surda necessita de muitos estímulos para significar seu mundo;

então, não se pode deixar de lado o contexto espacial. A casa, seu local de refe- rência, tem importante sentido; por essa razão, cabe instigar a curiosidade e o aprendizado acerca dos nomes dos cômodos e espaços. É adequado perguntar ou falar à criança sobre a estrutura da casa: quarto, cozinha, banheiro, sala, etc.; salientar os objetos ou mobiliários que pertencem a cada local, sua utilidade, seu significado. Essas ações, aparentemente simples, proporcionam à criança esta- belecer relações e associações, ampliando o vocabulário e desenvolvendo uma organização interna. São inúmeras as possibilidades para promover e incentivar a aquisição da linguagem da criança surda. Para tanto, a metodologia visual merece destaque, pois a criança que é estimulada desde tenra idade obtém ganho no seu processo de desenvolvimento cognitivo.

d) Interação com outras crianças Deve se dar essencialmente com surdos, para que ocorra a aquisição da

língua e a construção da sua identidade.

e) Etiquetas com o nome dos objetos

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A partir desta estratégia a criança surda associa palavras aos objetos e

atribui-lhes significados, finalidades; pode também usar palavras descritivas, como cadeira pequena, cadeira grande, cama branca, armário azul.

f) Fotos da família

Ajudam a criança a associar quem faz parte de seu grupo familiar - mãe, pai, irmãos, avô, avó, tio, tia, primos, padrinhos.

É fundamental compreender a importância de viabilizar essas situações

para a criança surda, pois, quanto mais informações claras e consistentes tiver, maiores serão as possibilidades de construir o sentido do mundo. Com isso, a criança começa a compreender o que de fato é significado (compreensão) em relação ao significante (objeto ou algo). Neste viés a criança surda passa por um período de transição, no qual o que antes tinha caráter lúdico – formas, tama- nhos, cores – adquire um status de compreensão; assim, começa a estabelecer relações acerca dos objetos e situações, que, à medida que se internalizam, ge- ram valores cognitivos.

Estudo da língua brasileira de sinais

70

8.1 O processo de alfabetização

Ao nos referirmos à terminologia “alfabetização”, geralmente, a primeira impressão está relacionada à apropriação dos códigos escritos. Entretanto, a alfabetização de crianças surdas decorre de processos específicos da surdez e da aquisição da língua de sinais. Quadros (2000, p. 3) aborda um conceito mais amplo do termo, enfatizando que a alfabetização é “um processo que resulta da interação com a língua e com o meio”. A aquisição da linguagem é primordial para a alfabetização da criança surda,

e nesse sentido o grupo familiar possui papel de grande importância, especial- mente nos primeiros anos de vida da criança. Posteriormente, outros persona- gens exercem papéis e cooperam para o desenvolvimento da criança, principal- mente com o ingresso na escola e noutros espaços sociais. Na fase escolar, período marcado pela aprendizagem formal e intencional,

a criança surda, por meio da língua de sinais, tem acesso às informações, esta-

belece relações e constrói significados. O professor, profissional com fluência na língua de sinais, é protagonista da aprendizagem da criança surda. Neste caso,

o docente tem como desafio diário utilizar didática apropriada, proporcionando

condições para que a criança compreenda e construa o conhecimento a partir de sua língua materna. Na fase de alfabetização, a criança surda precisa ter acesso ao conhecimen- to de forma eficaz, razão pela qual as propostas devem ser claras, concretas e com recursos visuais. A internalização das informações ocorrerá na medida em que o docente de libras estiver atento, pois o mundo desta criança tem uma co- notação visual maior em razão da surdez. É por meio da linguagem que a criança desenvolve o pensamento e outras

relações cognitivas. Por isso, precisa de aulas com distintos materiais visuais, que sirvam para estimular e proporcionar maior propriedade na aquisição do co-

nhecimento por meio da língua de sinais. De acordo com Quadros, “[

surda que está passando por um processo de alfabetização imersa nas relações cognitivas estabelecidas através da Língua de Sinais para a organização do pen-

samento, naturalmente passa a registrar as relações de significação que estabe- lece com o mundo” (2000, p. 11). No processo de aprendizagem alguns objetivos metodológicos são impres-

cindíveis:

] a criança

Estudo da língua brasileira de sinais

• explorar as funções do apontar para que a criança inicie e se habitue a fazer relações;

• priorizar o “olhar”, especialmente trabalhando o foco, para que centre a atenção na atividade que está desenvolvendo, e a visão periférica, am- pliando as possibilidades de percepção;

• explorar movimentos dos sinais (movimento interno e externo);

• usar expressões faciais e corporais (interrogativo, positivo, negativo, triste, feliz );

• utilizar classificadores (inclui relações descritivas, como as formas de objetos, pessoas e animais);

• desenvolver estratégias para resolução de problemas;

• estabelecer relações e associações diversas;

• ampliar constantemente o vocabulário;

• explorar do alfabeto manual e as configurações.

As crianças surdas que têm sua condição respeitada e são estimuladas no contexto familiar e escolar, com ensino a partir da língua sinais nas diferentes

áreas do conhecimento, têm possibilidades de aprender tanto quanto as ouvin- tes. A diferença linguística não pode ser, em nenhum momento, impeditiva para seu desenvolvimento cognitivo, pois a inclusão social e educacional parte da perspectiva de conhecer, reconhecer e valorizar a diferença.

71

8.2 Estratégias e recursos didáticos visuais

Existem inúmeros recursos visuais que enriquecem o ensino dos surdos e que facilitam a aquisição da língua e o aprendizado. O aluno internaliza os con- ceitos e constrói significados, sendo imprescindíveis os recursos visuais nesse processo. Quadros (2000, p. 102-110) sugere algumas possibilidades:

• fichário: consiste em uma caixa repleta de fichas padronizadas, com fi- guras e palavras, de tudo o que se possa imaginar, que podem ser utili- zadas em qualquer momento de aula, conversa ou brincadeira. O intuito é mostrar à criança “o nome das coisas” em português ou em libras;

• dicionário libras/português: são dicionários bilíngues, imprescindíveis nas escolas e salas onde são desenvolvidas as propostas educacionais para surdos. O dicionário deve ser usado pelo professor sempre que hou- ver dúvidas, incentivando o aluno à pesquisa;

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• Dicionário configuração de mão: a ideia apresentada aqui é a adaptação deste modelo de dicionário em que a base da procura não seja a letra,

mas a configuração de mão. A partir da configuração, a criança encontra- rá as páginas e nelas a figura, sinal e a palavra em língua portuguesa;

• Caixa de gravuras: consiste numa caixa contendo inúmeras gravuras, ricas em informações e visualmente atrativas, que serão utilizadas de diversas formas com o objetivo de desenvolver e explorar o pensamento

e a criatividade da criança, representando grande auxílio para estimular

a sua produção escrita;

• Caixa com histórias em sequência: uma caixa com histórias em sequên­ cia, tendo o cuidado de ampliar gradativamente as possibilidades, o nú- mero de cenas e a profundidade dos temas.

8.3 Estratégias de avaliação

O ato de avaliar pode se configurar como mais uma possibilidade de apren-

dizagem. Entretanto, o processo de avaliação do surdo requer o entendimento

sobre seu modo de aprender, como processa as informações, sistematiza o conhe-

72 cimento e expressa o que pensa e entende.

É importante compreender que a avaliação extrapola as dimensões soma-

tórias, classificatórias ou eliminatórias. Pode, sim, ser entendida como uma oportunidade de rever, ressignificar, qualificar, ampliar ou aprimorar o que se aprendeu. Para avaliar o aluno surdo, é essencial verificar, observar e analisar todos os aspectos, estando atento às particularidades de cada aluno surdo. Skliar

(1988, apud Thoma, 2000) cita alguns requisitos pertinentes ao assunto:

• organização de um contexto comunicativo apropriado às características particulares do sujeito a avaliar (cabe lembrar que a língua de sinais não

é um instrumento que utilizamos para ensinar ao surdo, mas implica

uma língua que carrega com ela uma cultura e significados);

• uma análise sobre o que o sujeito estaria pronto a conhecer ou já conhece

e com quais instrumentos culturais o faz de acordo com uma obtenção

prévia do meio que rodeia o aluno ou aluna surdo(a) (aqui penso que se insere a questão de o professor verificar o conhecimento prévio do aluno com base numa sondagem sobre o meio em que o surdo vive, o tipo de comunicação que se dá no meio familiar e, até mesmo, a perspectiva dos pais com relação ao seu filho);

Estudo da língua brasileira de sinais

• a valorização do desenvolvimento, tanto no que se refere que a criança surda é capaz de resolver por si mesma, como ao nível de suas poten- cialidades, em uma situação de coorientação e colaboração com pares (lembra-se o que já foi afirmado quando ao nosso papel de medir a rela- ção aluno-aluno);

• o registro de tudo aquilo que o adulto diz ou faz e que pode modificar, criar obstáculos, atrasar e/ou adiantar o processo de desenvolvimento da criança (o próprio processo de avaliação, que muitas vezes não é adequa- do, cria esses obstáculos).

Outrossim, estão em fase de construção os processos de ensinar e aprender

e, consequentemente, o processo de avaliação. Não há modelos prontos, que de-

terminem a melhor forma de ensinar e avaliar; se houvesse, estaríamos negando

a diferença dos surdos entre si, pois não são uma “categoria” que aprende do

mesmo jeito e no mesmo tempo, ao contrário, precisam ser respeitadas as pe- culiaridades enquanto minoria linguística. O fomento de pesquisas na área da surdez é essencial para que tenhamos mais elementos norteadores da pedagogia surda, que inclui os processos de en- sinar, aprender e avaliar o surdo.

Estudo da língua brasileira de sinais

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74

9

O tradutor/intérprete de língua de sinais

Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

O corpo do Outro está diante de mim, mas quanto a ele, leva uma singular existência: entre mim que penso e esse corpo, ou melhor, junto a mim, a meu lado, ele é como uma réplica de mim mesmo [ (Merleau-Ponty, 2002, p. 167).

O tradutor/intérprete de língua de sinais (TILS) é um profissio-

nal que faz a mediação linguística entre a língua de sinais e a

língua oral e vice-versa. De acordo com o decreto n o 5.626, de

dezembro de 2005, no capítulo V, artigo 18:

Nos próximos dez anos, a partir da publicação deste decreto, a formação de tradutor e intérprete de libras - língua portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de:

I - cursos de educação profissional; II - cursos de extensão universitária; e III - cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por secreta- rias de educação [ Entretanto, pelo fato de ser uma atividade em processo de lega- lização, é comum pensar que pessoas bilíngues em língua de sinais e língua oral são intérpretes, pois este profissional atua em diferentes esferas, dentre as quais educação, saúde, justiça, religião, recreações, eventos culturais, educacionais e esportivos, mercado de trabalho e também no contexto familiar. No entanto, esse é um grande equívo-

Estudo da língua brasileira de sinais

co, pois a formação do profissional TILS tem uma sistemática específica, que requer competência linguística, referencial e tradutória, ou seja, uma formação adequada. O TILS educacional tem um papel primordial para a comunidade surda, pois garante a acessibilidade de comunicação a uma minoria linguística e via- biliza a aprendizagem no âmbito escolar. A tradução/interpretação no contexto educacional difere das demais modalidades de tradução, porque requer intera-

ção, necessária para que se perceba se a tradução foi efetiva e eficaz. Elencamos alguns procedimentos específicos do TILS em sala de aula:

a) ser imparcial na tradução/interpretação em contextos formais ou infor- mais nos quais protagonizam alunos surdos, professores, colegas e fun- cionários das instituições de ensino;

b) manter uma postura ética com o aluno surdo e demais pessoas da insti- tuição, fazendo urgir o papel de profissional; para tanto, não cabe fazer comentários, emitir opinião sem ser solicitado, tampouco executar tare- fas particulares, ainda que pertinentes às questões escolares, mas que

são de responsabilidade exclusiva do aluno;

c) primar pela discrição no modo de vestir-se, de posicionar-se no local onde será feita a tradução/interpretação, pela pontualidade, pois, em razão da visibilidade inerente ao trabalho TILS, todos esses aspectos são de grande importância;

d) construir e firmar uma postura clara quanto à relação aluno surdo/intér- prete/professor, clarificando os papéis de cada um. O professor perma- nece com a responsabilidade do ensino; o TILS, com a incumbência de traduzir; o aluno, a de ser protagonista da aprendizagem;

e) esclarecer aos profissionais da educação o modo da escrita do surdo, pois o registro da libras ainda está em construção, razão pela qual ao escre- ver o surdo apoia-se na língua portuguesa. Além desse fator, há que se ressaltar o déficit histórico da sua formação escolar, que muitas vezes compromete o processo de aprendizagem e seus resultados;

f) estabelecer junto ao professor uma relação de mútuo auxílio, com o pro- pósito de verificar com antecedência algumas adaptações necessárias, como:

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• respeitar o tempo necessário para olhar para o intérprete, para o professor; anotar as informações do quadro e olhar para os materiais que o professor estiver utilizando em sala de aula;

• providenciar filmes legendados;

Estudo da língua brasileira de sinais

• manter pequena iluminação durante a projeção de filmes ou slides para que surdo e intérprete tenham preservadas as condições neces- sárias para a visualização da interpretação;

• enviar ao aluno surdo o material para leitura prévia, possibilitando- -lhe sanar dúvidas de interpretação de texto e vocabulário;

• solicitar que quaisquer leituras sejam feitas em bom tom e ritmo adequado, o que garantirá uma boa interpretação;

• esclarecer às pessoas que falem diretamente com o aluno surdo, não com o intérprete; o aluno surdo saberá como proceder; g) pesquisar e aprofundar os conhecimentos referentes ao conteúdo a ser interpretado, pois, quanto mais propriedade o TILS tiver acerca do tema, maiores serão as possibilidades da tradução ser fidedigna. Traduzir e interpretar no universo de surdos e ouvintes significa despir-se das próprias concepções para dar espaço e condições para que a comunicação aconteça. Rompe-se a barreira da comunicação com a atuação profissional do tradutor/intérprete, que se compromete com esse fazer.

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Alteridade: constituição subjetiva do ser humano

Ângela Mara Berlando Soares Cristine Fátima Pereira Luna

A pergunta que não quer calar: “Quem sou”?

A s redes de relacionamentos virtuais – blogs, Orkut, Facebook, Myspace, Twitter, Messenger, dentre outros – contêm a dilemáti- ca indagação: “Quem sou?”. A pergunta nesses veículos de comu-

nicação é feita claramente ou aparece nas entrelinhas, com a sutil tentati- va de esboçar um perfil, um pouco do que se é ou se pretende ser. O sujeito que protagoniza a rede de comunicação virtual elabora um perfil pessoal, social e profissional, que pode ser real ou apenas virtual, construindo uma espécie de identidade. Os estilos escolhidos para a apresentação do perfil são variados: dos poéticos aos filosóficos, dos mais jocosos e ousados aos comuns, ao passo que outros são restritos apenas a uma interrogação“?” A questão subjetiva das descrições que cada membro apresenta na tentativa de responder a “Quem sou?” é de grande relevância, porque evi- dencia a necessidade que o indivíduo possui de se mostrar ao outro como único, diferente, verdadeiro, evidenciando a singularidade. A intenção também pode ser demonstrar algo de si, “explicar-se” e causar algum im- pacto que irá acionar no outro sua aceitação ou rejeição. Com esse breve exemplo, pretendemos elucidar a seguinte questão: a constituição do sujeito se dá a partir da relação que se estabelece com os pares – os outros –, que são todas as pessoas do meio de relacionamento ou com as quais nos deparamos no decorrer de nossas vidas. O outro, que naturalmente é diferente, inscreve algo e interfere na formação da iden- tidade e personalidade – que ocorre desde o nascimento –, provocando emoções e sentimentos diversos, como admiração, indiferença, empatia,

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repulsa, preconceito, incômodo, dentre outros. Assim, o olhar do outro é que huma-

niza o indivíduo. Segundo Velho (1986), a noção de outro ressalta que a diferença constitui a vida social, na medida em que esta se efetiva por meio das dinâmicas das relações sociais.

A

diferença é, simultaneamente, a base da vida social e fonte permanente de tensão

e

conflito. Assim, a opinião do outro provoca reações, razão por que é importante

78

salientar que no contexto da surdez o grupo familiar tem papel fundamental, pois os primeiros registros que o bebê surdo tem são decisivos no processo de constituição de

sua personalidade e refletirão em toda a sua vida; será inscrito, desde tenra idade, se

é um ser capaz ou incapaz, apto ou inapto, competente ou incompetente. Esse processo adquire dimensão maior à medida que se ampliam as relações sociais – com outros familiares, no ambiente escolar, na sociedade em geral. O surdo,

como qualquer outro indivíduo, constrói a sua historicidade a partir do olhar do outro,

como explica Ciampa: “[

assim reconhecido por ele – sozinhos certamente não poderemos ver reconhecida nos- sa humanidade, consequentemente não nos reconhecemos como humanos. Ter uma identidade humana é ser identificado e identificar-se como humano!” (1998, p. 8). As relações sociais estão imbuídas de significado e a construção da identidade do sujeito depende – ou decorre – do ponto de vista do outro, da opinião, tornando possível sua formação individual. Bakhtin 1 2(1999), ao escrever diversos ensaios so- bre o tema, afirma que o eu só existe em diálogo com os outros, e sem esta relação é impossível ou improvável definir-se ou constituir-se. O processo de autocompreensão ocorre por meio da alteridade, isto é, pela aceitação e percepção dos valores que o outro atribui, que ocorre desde o nascimento e se estende na sequência da sua vida. Para Arruda, “a diferença aparece como o contorno mais saliente e intrigante da alteridade. Sinuoso, ele tanto pode afastar como aproximar. O desenho do outro, mais que um retrato, talvez seja um holograma: uma projeção em movimento, e como tal, um pedaço de mim, prestes a esvaecer. A representação aplaca instantane-

amente o conteúdo perturbador do outro, trabalhando-o. Torna-se assim, a diferença incorporada, dando forma ao holograma”. (1998, p. 17). O outro torna-se imprescindível, pois delimita e constrói o espaço de atuação do sujeito no mundo, representando o sujeito ideológico. Nessa perspectiva, “quem sou” depende de como o outro me percebe, e nesta relação é que se experimenta a possibilidade do acabamento, da completude, de complementaridade. Essa é a razão de se investir na capacidade, pois, respeitando a condição de surdez, maiores serão as possibilidade de aprendizagem e de uma vida autônoma.

]

cada indivíduo reconhece no outro um ser humano e é

1 Bakhtin (1895-1975) linguista com reconhecimento a partir da década de 90, quando alcançou um grande prestígio; atualmente, é considerado um dos autores mais referenciados na teoria da alteridade.

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Sobre os autores

Andréia Mendiola Marcon: mestranda em Letras, especialista em Libras, pedagoga, tradutora/intérprete de Libras da Universidade de Passo Fundo.

Ângela Mara Berlando Soares: mestra em Educação, psicopedagoga clínica e ins- titucional, especialista em Educação Especial e Formação de Profissionais Integra- dores, coordenadora do Setor de Atenção ao Estudante da Universidade de Passo Fundo.

Cristine Fátima Pereira Luna: graduanda do curso Letras Libras Bacharelado da Universidade Federal de Santa Catarina, tradutora/intérprete de Libras da Universi- dade de Passo Fundo. Docente nos cursos de Capacitação para tradutor/intérprete de Libras.

Monique Giusti Reveilleau: pedagoga, especialista em Educação Especial, docente na disciplina de Libras da Universidade de Passo Fundo.

Tatiane de Souza da Anhaia: pedagoga, especialista em Educação Especial, gradu- anda do curso Letras Libras Licenciatura da Universidade Federal de Santa Catari- na, docente na disciplina de Libras da Universidade de Passo Fundo.

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