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Sismologia Estrutura Ano lectivo 2011- 2012 Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Dinâmica Estrutura stevencasteleiro@gmail.com Prof. Steven
Sismologia
Estrutura
Ano lectivo 2011- 2012
Dinâmica
Dinâmica
Dinâmica
Dinâmica
Dinâmica
Dinâmica
Estrutura
stevencasteleiro@gmail.com
Prof. Steven Casteleiro
Dinâmica dadadadadadadada
Sismologia
Sismologia
Sismologia
Estrutura
Biologia / Geologia – 10º ano de escolaridade
Estrutura eeeeeeee Dinâmica
Geosfera
Geosfera
Geosfera
Geosfera
Geosfera
Geosfera
Geosfera
Geosfera
Estrutura
Estrutura
Estrutura
Estrutura
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Movimento vibratório brusco com origem nas camadas superiores da Terra, provocados por uma libertação de energia.
Movimento vibratório brusco com origem nas camadas superiores da Terra,
provocados por uma libertação de energia. A maioria dos sismos são
tectónicos.
Sismo = Abalo = Tremor de Terra
Sentidos pelos
aparelhos de
detecção
São sentidos pela população
Imperceptíveis
Macrossismos
Microssismos
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Abalos Premonitórios Sismo principal Réplicas 3
Abalos Premonitórios
Sismo principal
Réplicas
3
Mecanismos de •Deslizamento de terrenos Colapso •Desabamento de cavernas •Vulcânicos Explosão •Tectónicos Ruptura em falha activa
Mecanismos de
•Deslizamento de
terrenos
Colapso
•Desabamento de
cavernas
•Vulcânicos
Explosão
•Tectónicos
Ruptura em falha
activa
Naturais
Artificiais
geração
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Tipos de Sismos
•Explosões nucleares
•Desabamento em
minas
•Explosão em minas
e pedreiras
•Mudanças de fase
(modificação do
volume de rochas)
•Induzidos (injecção
de fluidos em furos;
armazenamento de
água em barragens)
Mecanismos dede Geração
Geração dede Sismos
Mecanismos
Sismos
Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Tectónicos Forças
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Tectónicos
Forças Compressivas
Sismos
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Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Tectónicos Forças
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Tectónicos
Forças Distensivas
Sismos
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Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Sismos Tectónicos Forças de
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Sismos Tectónicos
Forças de Cisalhamento ou deslizamento
Tectónicos
Sismos
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1911 Os sismos tectónicos resultam da actuação de forças internas sobre as rochas, o que leva
1911
Os sismos tectónicos resultam da actuação de forças internas sobre as rochas, o que
leva à acumulação de energia durante longos períodos de tempo e à deformação das
rochas. Num dado momento dá-se a ruptura e a deslocação das rochas com enorme
libertação de energia, que provoca o sismo.
Teoria do Ressalto Elástico –––––––– Harry Reid
Teoria do Ressalto Elástico
Teoria do Ressalto Elástico
Teoria do Ressalto Elástico
Teoria do Ressalto Elástico
Ressalto Elástico
Ressalto Elástico
Harry Reid,
do Ressalto
Harry Reid
Harry Reid
Harry Reid
Harry Reid
Teoria dodo
1911
1911
1911
1911
1911
1911 1911
Reid
Harry
Harry
Reid,,,,,,,
Teoria
Teoria
Elástico
8

Teoria do Ressalto Elástico

Teoria do Ressalto Elástico

Teoria do Ressalto Elástico

Teoria do Ressalto Elástico

Teoria do Ressalto Elástico

Teoria dodo

Teoria

Teoria

do Ressalto

Ressalto Elástico

Ressalto Elástico

Elástico

Falha activa 9
Falha activa
9
Foco, Profundidade focal Epicentro Falha Activa Parâmetros de caracterização Sísmica 10
Foco, Profundidade focal
Epicentro
Falha Activa
Parâmetros de caracterização Sísmica
10

Ondas sísmicas (ondas de profundidade ou volumétricas – body waves e ondas de superfície ou superficiais)

11 Pág.178/179 do livro Ondas Sísmicas Ondas S Ondas P Ondas R Ondas L ondas de
11 Pág.178/179 do livro Ondas Sísmicas Ondas S Ondas P Ondas R Ondas L ondas de
11
Pág.178/179 do livro
Ondas Sísmicas
Ondas S
Ondas P
Ondas R
Ondas L
ondas de superfície ou superficiais
Quais as ondas responsáveis pela destruição???
ondas de profundidade ou volumétricas – body waves
Ondas P – ondas longitudinais ou de compressão (nos 3 meios) Ondas S – ondas transversais
Ondas P – ondas longitudinais ou de compressão (nos 3
meios)
Ondas S – ondas transversais (em meios sólidos)
Direcção de propagação das ondas
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Ondas R (Rayleigh) – movimento elíptico (meios sólidos e líquidos) Ondas L – Torção (meios sólidos)
Ondas R (Rayleigh) – movimento elíptico (meios sólidos e
líquidos)
Ondas L – Torção (meios sólidos)
Direcção de propagação das ondas
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14 i if é d erenc ada Mas…A Terra Interior da Terra Homogéneo A energia sísmica
14
i
if
é
d erenc ada
Mas…A Terra
Interior da Terra Homogéneo
A energia sísmica libertada
propaga-se como???
depender das propriedades físicas das
A propagação da energia sísmica vai
rochas atravessadas
Quanto mais rígido o meio, maior a velocidade das ondas Quanto mais denso o meio, menor
Quanto mais rígido o meio, maior a velocidade das ondas
Quanto mais denso o meio, menor a velocidade das
Propriedades Físicas das rochas atravessadas
Rigidez dos materiais
Densidade das materiais
ondas P e S.
Pág.180 do livro
P e S.
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profundidade conclui-se que a rigidez aumenta muito mais com a profundidade do que a densidade Como
profundidade conclui-se que a rigidez aumenta muito
mais com a profundidade do que a densidade
Como a velocidade das ondas aumenta com a
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Este aparelho consiste numa bola de bronze sustentada por oito dragões que a seguram com a
Este aparelho consiste numa bola de bronze sustentada por oito dragões que a
seguram com a boca. Quando ocorria um tremor de terra, por menor que fosse a
bola caía na boca aberta de um dos oitos sapos de metal que se encontrava em
baixo. Era deste modo que os chineses determinavam a direcção de propagação
do sismo.
Sismoscópio chinês – ano 132 (criado por Chang Heng)
Sismógrafo chinês, um dos primeiros no Mundo, a detectar tremores de terra
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Construção de sismoscópios/sismógrafos caseiros… 18
Construção de sismoscópios/sismógrafos caseiros…
18
Sismógrafos mecânicos – horizontais e verticais Detecção e Registo Sísmico 19
Sismógrafos mecânicos – horizontais e verticais
Detecção e Registo Sísmico
19
As ondas P são as que se deslocam mais rapidamente e, por isso, são as primeiras
As ondas P são as que se deslocam mais rapidamente e, por isso, são as
primeiras a chegar.
Depois chegam as ondas S que têm uma amplitude superior à das ondas
Chegam em seguida as perturbações associadas com as ondas
superficiais (com comprimento de onda muito superior), que se
caracterizam também por possuírem uma amplitude mais elevada que a
das ondas volúmicas (S e P).
Sismogramas
P.
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Actualmente utilizam-se redes sismográficas que ligam várias estações, o que permite determinar com maior precisão a
Actualmente utilizam-se redes sismográficas que ligam várias
estações, o que permite determinar com maior precisão a
localização do epicentro e do hipocentro, bem como produzir
melhores estimativas dos outros parâmetros.
Com os dados registados por estes equipamentos é possível
determinar a distância e direcção do epicentro, a magnitude e o
tipo de falha que originou o sismo .
um sensível às vibrações norte-sul, outro às este-oeste, e um
terceiro para as vibrações verticais.
Uma estação sismográfica deve ter três sismógrafos diferentes:
Determinação do Epicentro de um sismo
Para determinar todos os movimentos do solo…
Exercício Pág.183 e 184
do livro
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Intensidade vs Magnitude de um sismo Modificada Escala de Escala de Mercalli Richter 22
Intensidade vs Magnitude de um sismo
Modificada
Escala de
Escala de
Mercalli
Richter
22
Determinação da Magnitude pelo método gráfico Determinação da magnitude (método gráfico) :exercício Pág.187 do livro 23
Determinação da Magnitude pelo método gráfico
Determinação da
magnitude (método
gráfico) :exercício
Pág.187 do livro
23
III - Abalo sentido por várias pessoas, no solo e no interior dos edifícios, especialmente dos
III - Abalo sentido por várias pessoas, no solo e no interior dos edifícios,
especialmente dos andares mais elevados.
IV - Abalo sentido por muitas pessoas. As louças, janelas, portas e líquidos
vibram. As paredes rangem. Sente-se dentro de um carro parado.
V - Toda a população se apercebe do sismo. Muitas pessoas acordam.
Oscilam os objectos pendentes e podem parar os relógios de pêndulo. Cai cal
das paredes, estuques e objectos mal equilibrados.
VIII - Grandes fendas nas construções, podendo abater-se alguns edifícios.
Fendas no solo. Variação do nível de água nos poços.
IX - Destruição parcial de edifícios de pedra ou tijolo. Deslizamento de terras.
Ruptura de canalizações.
X - Desmoronamento parcial das construções de betão. Ruptura das estradas,
vias férreas, canalizações e barragens.
assustadas.
VII - Pânico geral. Grandes fissuras nas construções frágeis. Queda de
chaminés. As pessoas que viajam de automóvel sentem o abalo.
I - Sismo não sentido pelas pessoas, apenas registado pelos sismógrafos.
II - Abalo apercebido pelas pessoas em repouso, nos andares mais elevados.
VI - Deslocamento dos móveis. Tocam os sinos e as campainhas. Abrem-se
XII - Nenhuma obra humana subsiste. Dão-se mudanças importantes da
fissuras nos tectos e muros de argila. Muitas pessoas correm para a rua
XI - Todas as construções, pontes e diques são destruídos.
topografia. Cursos de água são desviados.
Escala de Mercalli modificada
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25
Mapa de isossistas do sismo de 11 de Novembro de 1858 (escala de Mercalli mod.), adpat.
Mapa de isossistas do sismo de 11 de Novembro de 1858
(escala de Mercalli mod.), adpat. Moreira (1991)
Cartas de Isossistas
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Cartas de Isossistas – sismo de 1755 27
Cartas de Isossistas – sismo de 1755
27
Sismicidade em Portugal Lisboa, sismo de 01 de Novembro de 1755 28
Sismicidade em Portugal
Lisboa, sismo de 01 de Novembro de 1755
28
O Convento do Carmo é um exemplo elucidativo da destruição provocada pelo sismo de 1755, em
O Convento do Carmo é um exemplo elucidativo da destruição provocada
pelo sismo de 1755, em Lisboa.
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O Convento do Carmo na actualidade 30
O Convento do Carmo na actualidade
30
31
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Benavente (Santarém), sismo de 23 de Abril de 1909 32
Benavente (Santarém), sismo de 23 de Abril de 1909
32
Sismo no Faial, Pico e S. Jorge em 09 de Julho de 1998 33
Sismo no Faial, Pico e S. Jorge em 09 de Julho de 1998
33
Construção anti-sísmica e a gaiola pombalina Reconstrução da baixa Pombalina após o sismo de 1755 34
Construção anti-sísmica e a gaiola
pombalina
Reconstrução da baixa Pombalina após o sismo de 1755
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A Gaiola pombalina – inspirado na construção de embarcações. Estrutura de madeira tridimensional interior com paredes
A Gaiola pombalina – inspirado
na construção de embarcações.
Estrutura de madeira
tridimensional interior com
paredes revestidas de pedra.
A Gaiola pombalina
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Sismo e tsunami na Indonésia, em 26 Dezembro de 2004 36
Sismo e tsunami na Indonésia, em 26 Dezembro de 2004
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O sismo de 2004 ocorreu devido a uma subducção entre a placa Indo- australiana e a placa euroasiática

Tsunami ((onda onda dede porto porto))–– raz Tsunami raz dede maré maré 38
Tsunami ((onda
onda dede porto
porto))–– raz
Tsunami
raz dede
maré
maré
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Animação que mostra a evolução do tsunami na Os dias ficaram mais curtos; A Terra ficou
Animação que mostra a evolução do tsunami na
Os dias ficaram
mais curtos;
A Terra ficou
mais esférica;
O PN alterou a
sua posição.
Indonésia em 26 de Dezembro de 2004
Algumas
consequências
deste sismo:
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O tsunami a atingir a Tailândia (26/12/2004) 40
O tsunami a atingir a Tailândia (26/12/2004)
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41
http://www.youtube.com/watch?v=l_a4N1ga0uo&feature=r http://www.youtube.com/watch?v=AcoDQ9fRvAQ&fe http://www.youtube.com/watch?v=Gbq412haY1c http://www.youtube.com/watch?v=B5- tGjbBNZ8&feature=related Efeitos do Tsunami no Sri Lanka, Índia, Indonésia e Tailândia Pai
http://www.youtube.com/watch?v=l_a4N1ga0uo&feature=r
http://www.youtube.com/watch?v=AcoDQ9fRvAQ&fe
http://www.youtube.com/watch?v=Gbq412haY1c
http://www.youtube.com/watch?v=B5-
tGjbBNZ8&feature=related
Efeitos do Tsunami no Sri Lanka, Índia, Indonésia e Tailândia
Pai e família no 3º andar de um Hotel, na Tailândia
O Tsunami de 2004 em Phuket, na Tailândia
O Tsunami de 2004 na Tailândia
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elated
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Sismo de São Francisco (EUA), em 1906. Magnitude estimada de 8,0 (duração 28 segundos)
Sismo de São Francisco (EUA), em 1906. Magnitude estimada de 8,0 (duração 28
segundos)
http://www.meteo.pt/pt/sismologia/actividade/ Instituto de Meteorologia 44
http://www.meteo.pt/pt/sismologia/actividade/
Instituto de Meteorologia
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