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CAPÍTULO 2

Determinismo e liberdade na ação humano

Selecione a alternativa correta ou as alternativas corretas, quando for o caso.

1. Analise as afirmações seguintes sobre o determinismo. Selecione de seguida a alternativa correta.


1. Para o determinismo, tudo o que acontece resulta necessariamente do que aconteceu antes.
2. O determinismo admite que alguns acontecimentos não tenham causa.
3. Para o determinismo, há acontecimentos que são o resultado provável de uma sequência de acontecimentos anteriores.
4. Para o determinismo, se conhecêssemos completamente o estado do universo neste momento poderíamos conhecer todo o
futuro.
A – 1 e 2 são falsas; 3 e 4 são verdadeiras.
B – 1 e 2 são verdadeiras; 3 e 4 são falsas.
C – 1 e 4 são verdadeiras; 2 e 3 são falsas.
D – 1 e 4 são falsas; 2 e 3 são verdadeiras.

2. Analise as afirmações seguintes sobre o determinismo. Selecione de seguida a alternativa correta.


1. Falar em determinismo é pressupor a ideia de causalidade, de relação necessária de causa e efeito.
2. Falar em determinismo é falar em consequências necessárias a partir de condições antecedentes.
3. Segundo o determinismo, tudo o que acontece na natureza segue uma lei invariável.
4. Segundo o determinismo, alguns acontecimentos, incluindo as ações, são causalmente determinados segundo as leis da
natureza.

A – 1 e 2, verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 4 verdadeira; 1, 2 e 3 falsas.
C – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
D – 1, 2 e 4 verdadeiras; 3 falsa.

3. Analise as afirmações seguintes, respeitantes ao determinismo radical. Selecione de seguida a alternativa correta.
1. Segundo o determinismo radical, a causa de uma ação está fora do controlo do agente.
2. Segundo o determinismo radical, temos a falsa impressão de liberdade porque desconhecemos as causas que determinam as
nossas ações;
3. Segundo o determinismo radical, o livre-arbítrio é incompatível com um mundo regido por leis causais;
4. Segundo o determinismo radical, o determinismo pode coexistir com o livre-
-arbítrio.

A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 4 verdadeira; 1, 2 e 3 falsas.
C – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
D – 1, 2 e 4 verdadeiras; 3 falsa.

4. Analise as afirmações seguintes, respeitantes ao determinismo radical. Selecione de seguida a alternativa correta.
1. Segundo o determinismo radical, as nossas ações resultam das nossas deliberações e escolhas;
2. Segundo o determinismo radical, as nossas ações livres são causadas pela nossa personalidade, crenças e desejos, ainda que
estes sejam determinados por acontecimentos anteriores;
3. Segundo o determinismo radical, todas as causas são constrangimentos que negam o nosso livre-arbítrio;
4. Segundo o determinismo radical, a experiência da liberdade faz parte da experiência do agir.

A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 3 verdadeira; 1, 2 e 4 falsas.
C – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
D – 1, 2 e 4 verdadeiras; 3 falsa.

5. Analise as afirmações seguintes, respeitantes ao determinismo moderado. Selecione de seguida a alternativa correta.
1. Segundo o determinismo moderado, as deliberações do agente são determinadas por acontecimentos anteriores.
2. Segundo o determinismo moderado, as nossas ações livres são aleatórias;
3. Segundo o determinismo moderado, um ato é realmente livre se não for determinado por acontecimentos anteriores;
4. Segundo o determinismo moderado, a experiência da liberdade faz parte da experiência do agir.

A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 2 e 3 verdadeiras; 1 e 4 falsas.
C – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
D – 1 e 4 verdadeiras; 2 e 3 falsas.

6. Analise as afirmações seguintes, respeitantes à relação entre libertismo e determinismo moderado. Selecione de seguida
a alternativa correta.
1. São teorias idênticas porque não admitem a conciliação entre livre-arbítrio e determinismo;
2. Ambas as teorias consideram que as nossas ações livres são aleatórias;
3. São maneiras opostas de afirmar uma mesma tese: a de que não há possibilidade de conjugar determinismo e liberdade;
4. Para ambas as teorias, o facto de um comportamento ter causas não impede que seja livre.

A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 2 e 3 verdadeiras; 1 e 4 falsas.
C – 1 verdadeira; 2, 3 e 4 falsas.
D – 1 e 2 falsas; 3 e 4 verdadeiras.

7. Considere a seguinte afirmação: «Todos fazemos parte de um universo determinista».


A – Segundo o determinismo radical, esta afirmação não implica a negação do livre-
-arbítrio.
B – Segundo o determinismo moderado, esta afirmação não implica a negação da responsabilidade moral.
C – Segundo o libertismo, o universo é indeterminista.
D – Segundo o determinismo moderado, esta afirmação implica a negação da responsabilidade moral mas não do livre-arbítrio.

8. Segundo o determinismo moderado,


A – O livre-arbítrio exige a capacidade de podermos ter agido de modo diferente.
B – O livre-arbítrio exige unicamente a possibilidade de fazermos o que queremos.
C – O livre-arbítrio exige a indeterminação das nossas ações.
D – O livre-arbítrio exige não que as ações sejam voluntárias mas sim causadas.

9. Analise as afirmações seguintes sobre o determinismo moderado. Selecione de seguida a alternativa correta.
1. Para um determinista moderado, a falsidade do determinismo tem como consequência que somos livres e responsáveis;
2. Para um determinista moderado, o nosso comportamento é impossível de prever porque não tem qualquer causa;
3. Para um determinista moderado, o indeterminismo não fornece uma base adequada à defesa da existência de livre-arbítrio;
4. Para os deterministas moderados, as ações podem ser causadas e, apesar disso, serem livres.
A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 3 verdadeira; 1, 2 e 4 falsas.
C – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
D – 3 e 4 verdadeiras; 1 e 2 falsas.

10. Analise as afirmações seguintes sobre o libertismo. Selecione de seguida a alternativa correta.
1. Para o libertismo, só faz sentido deliberarmos se pudermos escolher agir de modo diferente;
2. Para o libertismo, como toda a gente de uma forma ou outra delibera, isso significa que toda a gente, quer o reconheça quer
não, acredita que tem livre-arbítrio;
3. O libertismo justifica a realidade do livre com a alegação de que este é uma condição necessária para se poder responsabilizar
as pessoas pelas suas ações;
4. O libertismo é uma teoria incompatibilista no que respeita à conciliação entre livre-arbítrio e determinismo.
A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 2 e 3 verdadeiras; 1 e 4 falsas.
C – 1 verdadeira; 2, 3 e 4 falsas.
D – 1, 2, 3 e 4 verdadeiras.

11. Analise as afirmações seguintes sobre o conceito de ação livre para o determinismo moderado. Selecione de seguida a
alternativa correta.
1. Uma ação é livre desde que não seja o resultado de coerção.
2. Uma ação é livre desde que o sujeito, caso o tivesse desejado, tivesse agido de outra forma.
3. A ação é livre se está sob o controlo das crenças e desejos do agente e se, tendo este tido outros desejos, pudesse ter
escolhido e realizado uma ação diferente.
4. Uma ação é livre se não for o resultado de nenhuma causa.

A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
C – 1 verdadeira; 2, 3 e 4 falsas.
D – 1, 2, 3 e 4 verdadeiras.

12. Analise as afirmações seguintes sobre o problema do livre-arbítrio. Selecione de seguida a alternativa correta.
1. Só haveria ações livres, se o universo não fosse regido por leis causais. Mas isso é falso.
2. Uma ação é livre desde que o sujeito, caso o tivesse desejado, tivesse agido de outra forma.
3. Uma ação livre é a que não está necessariamente vinculada a acontecimentos passados.
A – 1. Determinismo moderado; 2. Libertismo; 3. Determinismo radical.
B – 2. Indeterminismo; 2. Determinismo radical; 3. Libertismo.
C – 1. Determinismo radical; 2. Determinismo moderado; 3. Libertismo.
D – 1. Determinismo radical; 2. Determinismo moderado; 3. Indeterminismo.

13. «A proposição Dadas as mesmas causas seguem-se os mesmos efeitos» é própria do determinismo radical. Esta afirmação
é:
A – Falsa: carateriza exclusivamente o determinismo moderado.
B – Verdadeira: Para o determinismo radical, o mesmo acontecimento pode ter uma causa hoje e outra diferente amanhã.
C – Falsa: os deterministas moderados consideram compatível o determinismo e o livre-arbítrio.
D – Verdadeira: uma ação causalmente determinada é a que não dá a possibilidade de decidir e de querer outra coisa senão o que
decidimos ou quisemos.

14. «A proposição Se o determinismo é verdadeiro, então só há um futuro, que necessariamente acontecerá é rejeitada pelo
libertismo». Esta afirmação é:
A – Falsa: só o determinismo radical e o moderado admitem que o passado determina o futuro.
B – Verdadeira: o libertismo não nega que o passado condicione o futuro.
C – Falsa: esta crença carateriza o determinismo radical.
D – Verdadeira: o libertismo tal como o determinismo radical é uma posição incompatibilista.

15. Se o determinismo é verdadeiro, então não realizamos escolhas. Esta afirmação é:


A – Falsa porque escolher é não ser condicionado pelo que fizemos antes.
B – Verdadeira porque as escolhas supõem a indeterminação da vontade.
C – Falsa porque uma coisa é dizer que não há escolhas e outra coisa é dizer que não há escolhas livres.
D – Verdadeira porque só há escolhas se houver liberdade.

16. Analise as afirmações seguintes sobre o problema da responsabilidade moral. Selecione de seguida a alternativa
correta.
1. O determinismo não é compatível com a existência de responsabilidade moral.
2. As ações determinadas por circunstâncias passadas não podem ser livres nem por elas podemos ser responsabilizados.
3. O critério de escolha livre e responsabilizável não é a escolha ser não causada mas antes a escolha ser não compelida.
A – 1. Libertismo; 2. Determinismo moderado; 3. Determinismo radical.
B – 1 e 2. Indeterminismo; 3. Libertismo.
C – 1. Determinismo radical; 2. Determinismo moderado; 3. Libertismo.
D – 1 e 2 Libertismo; 3. Determinismo moderado.

17. «Determinismo e determinismo radical são sinónimos.» Esta afirmação é:


A – Falsa porque uma coisa é o determinismo e outra o determinismo moderado.
B – Verdadeira porque determinismo e negação da liberdade estão necessariamente ligados.
C – Falsa porque uma coisa é o determinismo e outra o que ele pode implicar.
D – Verdadeira porque só há livre-arbítrio se não houver determinismo.

18. Analise as afirmações seguintes sobre o problema do livre-arbítrio. Selecione de seguida a alternativa correta.
1. Dizer que somos livres é dizer que não há pessoas ou circunstâncias externas que nos impeçam de fazer aquilo que queremos
fazer.
2. Uma pessoa pode ser livre e determinada porque aquilo que faz pode ser causado por algo que acontece dentro dela.
3. Uma ação ou é livre ou é determinada, mas não as duas coisas ao mesmo tempo.
A – 1. Libertismo; 2. Determinismo moderado; 3. Determinismo radical.
B – 1 e 2. Determinismo moderado; 3. Libertismo e determinismo radical.
C – 1. Determinismo moderado; 2. Determinismo radical; 3. Libertismo.
D – B – 1 e 2. Determinismo moderado; 3. Libertismo.

19. Habitualmente, entende-se por livre-arbítrio a «capacidade de agir de outro modo». Considere as posições das três
teorias que estudou sobre a possibilidade de agir de modo diferente e assinale a alternativa correta.
1. Não temos controlo sobre aquilo que fazemos;
2. Temos controlo sobre aquilo que fazemos, mas as nossas ações não deixam por isso de ser determinadas.
3. Nada daquilo que fazemos poderia ser diferente daquilo que fazemos.
A – 1. Libertismo; 2. Determinismo moderado; 3. Determinismo radical.
B – 1 e 3. Determinismo radical; 2. Determinismo moderado.
C – 1. Determinismo moderado; 2. Determinismo radical; 3. Libertismo.
D – 1 e 2. Determinismo moderado; 3. Libertismo.

20. Se é verdade que todas as ações são causalmente determinadas, como podemos responsabilizar os agentes? Se estamos
determinados a agir de um determinado modo, por que nos culparmos ou sentirmos remorso por coisas que fazemos, e,
ainda, como podemos culpar ou punir alguém por ter feito algo errado, se este já estava determinado a agir desta forma?
Estes argumentos constituem uma crítica:
A – Ao determinismo.
B – Ao libertismo.
C – Ao determinismo moderado e ao determinismo radical.
D – Ao determinismo radical.

21. As ações livre são não constrangidas, e não incausadas. Esta tese é típica de um:
A – Determinista radical;
B – Libertista;
C – Determinista moderado;
D – Determinista radical e de um determinista moderado.

22. Analise as afirmações respeitantes à posição do determinismo moderado sobre o livre-arbítrio. Selecione de seguida a
alternativa correta.
1. O determinismo é a negação do livre-arbítrio.
2. Se o determinismo for verdadeiro, não está excluída a possibilidade de sermos livres.
3. A liberdade não requer a ausência de determinismo, requer apenas que as nossas ações sejam causadas de uma certa maneira.
4. Se o determinismo é verdadeiro, ninguém pode ser razoavelmente elogiado ou condenado por nada, tal como a chuva não
pode ser elogiada ou condenada por cair.
A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
C – 1 verdadeira; 2, 3 e 4 falsas.
D – 1 e 4 falsas; 2 e 3 verdadeiras.

23. «As nossas ações podem ser causadas pelas nossas crenças, desejos e escolhas e, ao mesmo tempo, não serem forçadas
por nenhuma pessoa ou circunstância. O exemplo do ladrão de bancos é esclarecedor. Ele poderia não ter assaltado o
banco uma vez que ninguém o forçou a isso, no entanto, a ação de assaltar o banco foi causada pela sua crença de que
poderia escapar e pelo seu desejo de ficar rico. Ele é moralmente responsável por aquilo que fez, ainda que a sua ação
tenha sido causada.» Clifford Williams.

Este texto poderia atribuir-se a um partidário do determinismo radical. Esta interpretação é:


A – Falsa porque o determinista radical entende que as causas das nossas ações são meramente externas.
B – Verdadeira porque o determinista radical considera que a negação do livre-arbítrio não implica a negação da
responsabilidade moral.
C – Falsa porque o determinista radical entende que uma pessoa só pode responder pelas consequências das ações se estas
resultarem da sua livre escolha.
D – Verdadeira porque o determinista radical entende que a causa das ações reside em fatores que o agente não domina (como
por exemplo: a educação, as experiências anteriores, os fatores genéticos) e o «obrigam», sem que ele tenha consciência disso, a
agir de um modo determinado.

24. O indeterminismo assegura que as nossas ações são livres. Esta afirmação é:
A – Falsa porque o indeterminismo defende que as nossas ações são o efeito inevitável das causas que o antecedem.
B – Verdadeira porque uma ação livre é uma ação sem causa.
C – Falsa porque não podemos controlar o que apesar de ter uma causa acontece por acaso.
D – Verdadeira porque uma ação resultante da intervenção do acaso não resulta necessariamente de causas anteriores.

25. Analise as afirmações respeitantes à posição do determinismo moderado sobre o que é agir livremente. Selecione de
seguida a alternativa correta.
1. Uma pessoa age livremente se, tendo outros desejos e crenças, pudesse não ter feito o que fez.
2. Uma pessoa age livremente se na série de causas que determinam a ação houver lugar para outros desejos e crenças.
3. Uma pessoa age livremente se a sua ação não for determinada por causas.
4. Uma pessoa age livremente se a sua ação for uma consequência apenas provável das causas que a antecedem.
A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 1, 2 e 3 verdadeiras; 4 falsa.
C – 1 verdadeira; 2, 3 e 4 falsas.
D – 1 e 4 falsas; 2 e 3 verdadeiras.

26. Considere as afirmações seguintes, respeitantes à formulação do dilema do determinismo. Selecione de seguida a
alternativa correta.
1. Ou somos livres ou não somos.
2. Ou as nossas ações são determinadas, caso em que não somos responsáveis por elas, ou então são o resultado de
acontecimentos aleatórios, caso em que também não somos responsáveis por elas.
3. Ou as nossas ações são determinadas ou não são.
4. Ou as nossas ações são indeterminadas ou não podemos ser responsabilizados por elas.
A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 1, 3 e 4 verdadeiras; 2 falsa.
C – 1 verdadeira; 2, 3 e 4 falsas.
D – 1, 3 e 4 falsas; 2, verdadeira.
27. Considere as afirmações seguintes, respeitantes à conceção libertista de ação. Selecione de seguida a alternativa
correta.
1. Uma ação livre não é causalmente determinada, mas também não é aleatória;
2. Uma ação livre é incompatível quer com o determinismo quer com o indeterminismo;
3. Ou as nossas ações são determinadas ou não são livres;
4. As nossas ações são livres se as nossas escolhas forem determinadas pelos nossos desejos e crenças.
A – 1 e 2 verdadeiras; 3 e 4 falsas.
B – 1, 3 e 4 verdadeiras; 2 falsa.
C – 1 verdadeira; 2, 3 e 4 falsas.
D – 1, 3 e 4 falsas; 2, verdadeira.

28. Partindo da premissa Se o ser humano está no mundo natural, então obedece às mesmas leis que os restantes fenómenos
naturais, temos de concluir que não há livre-arbítrio. Esta afirmação:
A – É falsa para o libertismo porque os agentes podem iniciar sequências de acontecimentos que não são causalmente
determinadas por sequências anteriores;
B – É falsa para o determinismo radical porque para este o ser humano tem consciência de que pode agir de modo diferente;
C – É verdadeira para o determinismo moderado porque para este todas as ações são determinadas;
D – É falsa para o libertismo porque a causalidade natural é desmentida pelo indeterminismo.

29. Considere o seguinte argumento:


Se temos livre-arbítrio, o determinismo radical é falso. Algumas das nossas ações são livres. Logo, o determinismo radical é
falso.
A conclusão deste argumento é verdadeira para:
A – O determinismo radical.
B – O determinismo moderado e o libertismo.
C – Somente para o libertismo.
D – Qualquer das teorias que consideram incompatíveis o determinismo e o livre-arbítrio.

30. Considere as afirmações seguintes sobre o suposto conflito entre determinismo e livre-arbítrio. Selecione de seguida a
alternativa correta.
1. Resolve -se o conflito rejeitando o determinismo.
2. Resolve- se o conflito afirmando que ambos são compatíveis.
3. Resolve-se o conflito distinguindo dois tipos de causalidade: a causalidade natural e a causalidade do agente.
4. Não há conflito porque o livre-arbítrio é uma ilusão.
A – 1. Libertismo; 2. Determinismo moderado; 3 e 4. Determinismo radical.
B – 1 e 2. Determinismo moderado; 3 e 4. Libertismo.
C – 1 e 3. Libertismo; 2. Determinismo moderado; 4. Determinismo radical.
D – 1 e 2. Determinismo moderado; 3. Libertismo; 4. Determinismo radical.

31. O determinismo moderado defende que as nossas ações são causadas pelas nossas crenças e desejos, isto é, pela nossa
personalidade, porque:
A – As ações livres não podem depender de acontecimentos anteriores.
B – Só assim as ações que realizamos são nossas e por elas podemos ser responsabilizados.
C – Nem todas as ações são causalmente determinadas pelo nosso passado;
D – As ações livres exigem que o agente delibere e decida libertando do encadeamento de causas e efeitos.

32. O libertismo defende que:


a) Há ações livres e que somos responsáveis por todas as nossas ações;
b) Há ações livres e que somos responsáveis pelas ações que realizamos livremente;
c) Que as ações livres não têm causa;
d) Que as ações livres não têm causa porque qualquer causa está fora do controlo do agente.

33. A questão do livre-arbítrio é a questão de saber:


a) Até que ponto o Estado deve interferir na nossa vida.
b) Até que ponto deve ir a nossa liberdade na relação com os outros.
c) Se temos a possibilidade de agir de modo diferente do que agimos.
d) Se a liberdade nos pode ser dada ou tirada.

34. Somos livres se e só se:


a) Pudermos fazer tudo o que nos apetecer;
b) As condicionantes biológicas e culturais não influenciarem tanto a forma como agimos quanto as condicionantes físico-
biológicas;
c) Nem todas as nossas ações forem inevitáveis;
d) Algumas das nossas ações acontecerem sem qualquer razão de ser.

35. O determinismo radical afirma que:


a) Tudo no mundo tem uma causa exceto os atos humanos;
b) Tudo no mundo tem uma causa, podendo, eventualmente, ter hoje uma causa e amanhã uma outra completamente diferente;
c) A ideia de que tudo resulta de causas anteriores aplica-se apenas aos objetos físicos;
d) Um acontecimento resulta de uma causa ou conjunto de causas e que sempre que essa causa ou conjunto de causas ocorrer
dará inevitavelmente origem ao acontecimento.

36. Ações livres são as que:


a) Não podemos evitar.
b) Resultam da opção por uma alternativa entre várias possíveis.
c) Não podemos controlar.
d) São indeterminadas ou aleatórias.

37. O chamado «dilema do determinismo» consiste no facto de:


a) O determinismo ser a crença de todas as pessoas.
b) O indeterminismo ser a forma de salvar a liberdade.
c) O determinismo e o indeterminismo serem teorias que negam a liberdade da vontade.
d) O livre-arbítrio e o determinismo serem compatíveis.

38. O chamado problema do livre-arbítrio formula-se nos seguintes termos:


a) Será possível conciliar o determinismo com o indeterminismo?
b) Será que podemos controlar atos que são inevitáveis?
c) Será que todas as ações são livres?
d) Será possível conciliar a crença no livre-arbítrio com a crença no determinismo?

39. O livre-arbítrio não é compatível com o determinismo, ou seja, se o mundo é determinado, não há livre-arbítrio. Esta
tese é defendida:
a) Pelo compatibilismo.
b) Pelo determinismo radical.
c) Pelo indeterminismo.
d) Pelo determinismo moderado.

40. O determinismo radical é a teoria segundo a qual:


a) O determinismo é incompatível com a crença no livre-arbítrio.
b) Há ações humanas que não decorrem de causas anteriores e por isso são livres.
c) O determinismo é incompatível com a crença no livre-arbítrio e o determinismo é verdadeiro.
d) O determinismo é incompatível com a crença no livre-arbítrio e as duas crenças são verdadeiras.

41. Determinismo e fatalismo são idênticos. Esta afirmação é:


a) Verdadeira, porque ambos consideram que as nossas ações são inevitáveis.
b) Falsa, porque o fatalismo somente se aplica às ações humanas.
c) Verdadeira, porque em ambos os casos há forças que anulam a liberdade humana.
d) Falsa, porque o fatalismo defende que alguns acontecimentos são inevitáveis, independentemente da modificação das causas,
ao passo que o determinismo defende que mudando as causas mudam os efeitos.

42. O libertismo nega:


a) O determinismo.
b) O determinismo universal.
c) Que façamos parte do mundo natural sujeito a leis físicas deterministas.
d) Que livre-arbítrio e determinismo sejam inconciliáveis.

43. A crença de um determinista moderado no determinismo é radicalmente diferente da crença de um determinista


radical. Esta afirmação é:
a) Falsa, porque a diferença entre ambos reside apenas em que o determinista moderado não pensa que a sua crença no
determinismo acarrete necessariamente que não haja livre-arbítrio.
b) Verdadeira, porque o determinismo moderado modifica a ideia de causalidade;
c)Falsa, porque o determinismo moderado é uma forma disfarçada de determinismo radical.
d) Verdadeira, porque o determinismo moderado admite que algumas das nossas ações não fazem parte de um encadeamento
causal.

44. O que acontecerá é completamente determinado pelo que aconteceu antes. Esta posição é defendida:
a) Pelo libertismo.
b) Pelo determinismo radical mas não pelo moderado.
c) Pelo determinismo radical e pelo determinismo moderado.
d) Pelo determinismo moderado.

45. As escolhas que fazemos resultam de cadeias causais – de uma sucessão necessária de eventos – que não podemos
controlar. Para o determinismo radical esta tese implica que:
a) Uma ação livre tem de ser uma ação não causada;
b) Há ações que escapam ao encadeamento causal;
c) Que nem todos os acontecimentos derivam necessariamente de acontecimentos anteriores;
d) Que algumas ações não constituem elos de uma cadeia causal.
46. Segundo os críticos, o indeterminismo não fornece uma base adequada à defesa da existência de livre-arbítrio porque:
a) É uma teoria cientificamente falsa.
b) Mesmo que o indeterminismo seja verdadeiro, acrescentar o acaso ao conjunto de causas de uma ação não torna essa ação
mais dependente da nossa vontade.
c) Algumas ações não constituem elos de uma cadeia causal.
d) Os nossos comportamentos são determinados pelos nossos genes, pelo meio em que crescemos, pelos nossos desejos e pelas
nossas crenças.

47. Segundo o compatibilismo proposto entre outros por David Hume:


a) Temos livre-arbítrio e só o universo físico é determinado.
b) Não temos livre-arbítrio e o universo é determinado.
c) A liberdade consiste em ser possível agir tendo controlo sobre os elos passados das nossas ações.
d) A liberdade é não só compatível com o determinismo como também tem neste a sua condição de necessária.

48. Segundo os críticos, o compatibilismo não fornece uma base adequada à defesa da existência de livre-arbítrio porque:
a) Reconhece que tudo é determinado.
b) Agimos livremente desde que as nossas ações resultem do que desejamos e acreditamos fazer e não de crenças e desejos de
outros.
c) Não consegue explicar como é que um agente pode agir de modo diferente nas mesmas circunstâncias.
d) Desconhece que a nossa personalidade resulta do condicionamento social.

49. Segundo o libertismo, temos livre-arbítrio ou liberdade porque decisões do ser humano decorrem das suas
deliberações e não de acontecimentos anteriores. Esta tese enfrenta a objeção determinista de que:
a) As deliberações e decisões derivam de crenças e desejos e, tendo estas sempre por base, crenças e desejos anteriores (passado)
são também causalmente determinadas.
b) O nosso caráter é geneticamente predeterminado.
c) O livre-arbítrio é uma condição necessária para se poder responsabilizar as pessoas pelas suas ações.
d) A personalidade do agente não é causalmente relevante para o que ele pretende fazer.

50. O defensor do livre-arbítrio é a pessoa que:


a) Afirma que todos os acontecimentos escapam ao encadeamento causal;
b) Afirma que algumas ações não são o efeito necessário de causas anteriores;
c) Afirma que mundo é uma vastíssima cadeia causal em que se sucedem causas e efeitos de um modo necessário, estando o
momento presente ligado a todos os momentos anteriores como desfecho necessário daqueles;
d) Afirma que mesmo que o Universo físico seja determinista, e nós façamos também parte dele, não se segue que as nossas
ações sejam determinadas.
e) As alíneas a), c) e d) são falsas;
f) Todas as alíneas são verdadeiras.

51. Para o compatibilismo, o livre-arbítrio é compatível com o determinismo porque:


a) Tudo no mundo natural é determinado.
b) Algumas ações são livres por serem determinadas, mas não constrangidas.
c) Algumas ações são livres e não determinadas.
d) Defende uma visão dualista do universo.

52. Na questão «É, ou não, o livre-arbítrio compatível com o determinismo?» o que está em causa é:
a) Saber qual das crenças é falsa.
b) Saber se a crença na liberdade e a crença no determinismo são ambas verdadeiras.
c) Saber se o libertismo é compatível com o determinismo radical.
d) Saber se todas as nossas ações são indeterminadas.

53. Dizer que o livre-arbítrio não é compatível com o determinismo é dizer que:
a) Ambas as teses são verdadeiras.
b) Se a crença no livre-arbítrio for verdadeira, então a crença no determinismo é falsa.
c) Se a crença no determinismo for verdadeira, então a crença no livre-arbítrio é falsa.
d) Não é impossível que ambas as crenças sejam verdadeiras.

54. Se uma pessoa age de sua livre vontade, então poderia ter agido diferentemente.
Se o determinismo é verdadeiro, ninguém pode agir diferentemente do que realmente age.
O determinismo é verdadeiro.
Logo, ninguém age de sua livre vontade.
Este argumento é próprio de um defensor do:
a) Libertismo.
b) Determinismo radical.
c) Indeterminismo.
d) Determinismo moderado.

55. Segundo o libertismo:


a) A nossa programação biológica ou cultural não condiciona as nossas ações.
b) Somos livres de escolher o que nos acontece.
c) Tudo depende da nossa vontade.
d) Podemos em algumas das nossas ações controlar o encadeamento das causas e dos efeitos.

56. Considere as seguintes proposições: 1. Todas as nossas ações são efeitos de causas anteriores; 2. Há ações que não são
efeitos de causas anteriores.
a) O determinismo moderado está de acordo com as proposições 1 e 2.
b) O determinismo radical está de acordo com a proposição 2.
c) O determinismo radical e o determinismo moderado estão, em termos gerais, de acordo com a proposição 1.
d) O determinismo radical e o determinismo moderado estão, em termos gerais, de acordo com as proposições 1 e 2.

57. 1. Matriculo-me no 10.º ano porque quero; 2. Matriculo-me no 10.º ano porque os meus pais me forçam a isso.
a) Para o determinista moderado, as proposições 1 e 2 são aceitáveis porque o que importa é que uma ação seja causada.
b) Para o determinista moderado, as proposições 1 e 2 são incompatíveis porque, embora importe que uma ação seja causada, ela
tem de ser causada pelos meus desejos e crenças.
c) Para o determinista moderado a proposição 2 não é um exemplo de negação do livre-arbítrio porque só as ações que não têm
causa negam a liberdade.
d) Para o determinista moderado, a proposição 1 é um exemplo de ação livre desde que não derive do meu caráter ou da minha
personalidade porque estes são determinados por uma série causal de acontecimentos.

58. «Perspetiva que procura proteger a realidade do livre arbítrio humano através da assunção de que uma escolha livre
não é causalmente determinada, mas também não é aleatória; é antes necessário conceber uma intervenção racional e
responsável no curso das coisas. […] Postula-se uma categoria especial de causalidade do agente, […] um agente situado
completamente fora da esfera da natureza.»
Simon Blackburn, Dicionário de filosofia.
a) Este texto carateriza o determinismo moderado.
b) Este texto carateriza o determinismo radical.
c) Este texto carateriza o fatalismo.
d) Este texto carateriza o libertismo.

59. «Contribuímos com dinheiro para uma organização de beneficência porque decidimos que essa organização merece o
nosso apoio. Alistamo-nos no exército porque a perspetiva de ser soldado nos atrai.
Estas ações são livres porque a nossa escolha se baseia nos nossos próprios desejos, sem que ninguém nos diga o que
temos de fazer. É isto que significa fazer algo «de livre vontade». Mas repare-se que isto é perfeitamente compatível com
as nossas ações estarem causalmente determinadas pelo nosso passado, pelos acontecimentos que ocorrem no nosso
cérebro e assim por diante.»
James Rachels, Problemas da Filosofia.
a) Este texto carateriza o determinismo moderado.
b) Este texto carateriza o determinismo radical.
c) Este texto carateriza o fatalismo.
d) Este texto carateriza o libertismo.

60. «Existem leis da Natureza, tal como aquelas que governam o movimento dos planetas, que governam tudo o que
acontece no mundo — e que, de acordo com essas leis, as circunstâncias anteriores a uma ação determinam que ela irá
acontecer e eliminam qualquer outra possibilidade.»
Thomas Nagel, Que quer dizer tudo isto?
a) Este texto carateriza o determinismo.
b) Este texto carateriza o determinismo moderado.
c) Este texto carateriza o determinismo radical.
d) Este texto carateriza o libertismo.

61. Para o libertismo,


a) O determinismo explica todas as nossas ações.
b) O determinismo explica algumas das nossas ações.
c) O determinismo não explica nenhuma das nossas ações.
d) O indeterminismo é a solução para o problema de saber se há ou não liberdade.

62. «Quando um homem escolhe e age no presente, não é inteiramente controlado pelo passado, mas parte da evolução
interminável do poder cósmico. É um agente ativo e iniciador, que, montado na onda de um dado presente, delibera entre
alternativas abertas para alcançar decisões relativamente às muitas e diversas fases da sua vida.»
Corliss Lamont, tradução e adaptação de Vítor João Oliveira in Crítica na Rede.
a) Este texto defende o determinismo radical.
b) Este texto rejeita o determinismo.
c) Este texto defende o determinismo moderado;.
d) Este texto é de um partidário do indeterminismo.

63. «Se as nossas escolhas e ações de hoje estivessem determinadas ontem, então estariam igualmente determinadas antes
de ontem, no dia do nosso nascimento, no dia do nascimento do nosso Sistema Solar e da Terra há biliões de anos.»
Corliss Lamont, Tradução e adaptação de Vítor João Oliveira in Crítica na Rede.
Este texto:
a) Apresenta uma objeção ao libertismo.
b) Por uma espécie de refutação ao absurdo, rejeita o determinismo.
c) Considera que determinismo e liberdade são compatíveis.
d) Por uma espécie de refutação ao absurdo, defende o determinismo.

64. A ausência de compulsão, e não a ausência de causa, é o critério da liberdade de escolha. Esta posição é defendida
pelo:
a) Determinismo radical.
b) Determinismo moderado.
c) Libertismo.
d) Pelo determinismo moderado e pelo determinismo radical.

65. Todas as nossas escolhas e ações são determinadas por circunstâncias passadas. Esta tese é defendida:
a) Pelo determinismo radical.
b) Pelo determinismo moderado.
c) Pelo libertismo.
d) Pelo determinismo moderado e pelo determinismo radical.

66. Segundo o determinismo moderado, o que carateriza uma ação livre é:


a) A ausência de causas anteriores à decisão do agente.
b) A ausência de coações e de constrangimentos que impeçam o agente de fazer o que deseja apesar de a sua vontade ter sido
influenciada por fatores que aquele não controla.
c) O poder de iniciar ações independentemente de quaisquer causas anteriores uma vez que o passado condiciona mas não
determina.
d) A capacidade de decidir fazer algo a partir do nada.

67. A teoria que afirma que tudo o que acontece é causado por um acontecimento ou conjunto de acontecimentos
anteriores de tal modo que todo e qualquer acontecimento futuro depende de acontecimentos passados, estando assim
totalmente determinado, tem o nome de:
a) Determinismo moderado.
b) Determinismo radical.
c) Libertismo.
d) Determinismo.

68. «Será que vale a pena fazer o que é correto, será que há interesse e alegria nisso, a não ser que seja possível fazer o
contrário? E será que tem sentido censurarmo – nos por ter seguido o caminho errado… a não ser que pudéssemos ter
seguido o caminho correto?»
William James
Este texto é uma crítica ao:
a) Determinismo radical.
b) Libertismo.
c) Determinismo moderado e ao libertismo.
d) Determinismo radical e ao libertismo.

69. «Sempre que as ações procedem não de alguma causa como o caráter e disposição da pessoa que a realizou, não
podem servir para as honrar, nem para as censurar, se forem más. A pessoa não será responsável por elas; e como não
procedem de algo delas que seja durável e constante é impossível que ela possa ser por si objeto de punição ou vingança.»
David Hume
Este texto defende que:
a) As ações livres – pelas quais podemos ser responsabilizados – são ações sem causa.
b) As ações livres – pelas quais podemos ser responsabilizados – não são ações incausadas.
c) As ações livres são indeterminadas.
d) As ações livres são as que podem ser objeto de punição ou de vingança.

70. Analise a frase que se segue, relativa ao problema do livre-arbítrio. Selecione, depois, a alternativa que identifica
corretamente a perspetiva apresentada.
Considera-se que o estado mental de um indivíduo num dado momento determina a escolha que irá fazer.
A – Perspetiva libertista.
B – Perspetiva determinista radical.
C – Perspetivas determinista radical e moderada.
D – Perspetiva determinista moderada.

71. Analise as afirmações seguintes relativas ao libertismo. Selecione, depois, a alternativa correta.

A – Todas as escolhas são inevitáveis.


B – A nossa personalidade é o resultado inevitável de uma série causal que não controlamos.
C – A causa das nossas escolhas somos nós.
D – O livre-arbítrio significa ausência de causa.
72. Analise as afirmações seguintes relativas ao determinismo moderado. Selecione, depois, a alternativa correta.

1 – O determinismo moderado considera que a liberdade da vontade implica que haja ações sem causas.
2 – O determinismo moderado considera que as nossas ações resultam de eventos mentais que não são causados por
pensamentos, desejos e opiniões.
3 – O determinismo moderado considera que um ato livre pode ser determinado por acontecimentos anteriores.
4. O determinismo moderado considera que a diferença significativa entre ações livres e não livres reside não em terem sido
causadas por fatores anteriores, mas em não termos sido coagidos ou forçados por fatores externos.

A. 1 e 4 falsas. 2 e 3 verdadeiras. B. 1 e 2 falsas. 3 e 4 verdadeiras. C. 1, 2 e 3 verdadeiras. 4 falsa.

73. Analise a frase que se segue, relativa ao problema do livre-arbítrio. Selecione, depois, a alternativa que identifica
corretamente a perspetiva apresentada.

As ações livres são compatíveis com um universo governado por leis causais.

A – Perspetiva libertista.
B – Perspetiva determinista radical.
C – Perspetivas determinista radical e moderada.
D – Perspetiva determinista moderada.

74. Analise a frase que se segue, relativa ao problema do livre-arbítrio. Selecione, depois, a alternativa que identifica
corretamente a perspetiva apresentada.
As ações livres são incompatíveis com o facto de as nossas ações estarem todas determinadas por acontecimentos
anteriores.
A – Perspetiva libertista.
B – Perspetiva determinista radical.
C – Perspetivas determinista radical e moderada.
D – Perspetiva determinista moderada.

75. Analise o texto que se segue, relativo ao problema do livre-arbítrio. Selecione, depois, a alternativa que identifica
corretamente a perspetiva apresentada.
Se queremos responsabilizar as pessoas pelas suas ações, é tão inaceitável afirmar que o que fizeram resulta do acaso
como afirmar que são o desfecho necessário de acontecimentos anteriores.
A – Perspetiva libertista.
B – Perspetiva determinista radical.
C – Perspetivas determinista radical e moderada.
D – Perspetiva determinista moderada.

76. Analise as afirmações seguintes relativas ao determinismo radical. Selecione, depois, a alternativa correta.

1 – O determinismo radical considera que uma dada ação é o efeito de um conjunto de circunstâncias ou fatores – a causa – que a
tornaram necessária.
2 – O determinismo radical considera que temos o poder de iniciar desligando-nos de acontecimentos anteriores, uma nova série
de acontecimentos.
3 – O determinismo radical considera que um ato livre pode ser determinado por acontecimentos anteriores.
4. O determinismo radical considera que a diferença significativa entre ações livres e não livres reside não em terem sido
causadas por fatores anteriores, mas em não termos sido coagidos ou forçados por fatores externos.
A. 1 e 4 falsas. 2 e 3 verdadeiras. B. 1 verdadeira. 2, 3 e 4 falsas. C. 1, 2 e 3 verdadeiras. 4 falsa.

77. Analise as afirmações seguintes relativas ao determinismo radical. Selecione, depois, a alternativa correta.

1 – O determinismo radical considera que uma dada ação é o efeito aleatório de um conjunto de circunstâncias ou fatores – a
causa.

2 – O determinismo radical considera que não temos o poder de iniciar desligando-nos de acontecimentos anteriores, uma nova
série de acontecimentos.

3 – O determinismo radical considera que um ato livre é impossível porque é um ato que não é determinado por acontecimentos
anteriores.

4. O determinismo radical considera que a diferença significativa entre ações livres e não livres reside em que as primeiras são
causadas e as segundas são constrangidas.

A. 1 e 4 falsas. 2 e 3 verdadeiras. B. 1 verdadeira. 2, 3 e 4 falsas. C. 1, 2 e 3 verdadeiras. 4 falsa.


78. Analise as afirmações seguintes relativas ao que diferencia o determinismo radical das outras teorias sobre o livre-
arbítrio. Selecione, depois, a alternativa correta.

1 – Considera verdadeira a crença no determinismo universal.


2 – Considera que só o indeterminismo poderia salvar a liberdade da vontade.
3 – Considera que a negação da liberdade da vontade implica a negação da responsabilidade moral.
4 – Considera que o que fazemos no presente produz efeitos no futuro.

A. 1 e 4 incorretas. 2 e 3 corretas. B. 1 correta. 2, 3 e 4 incorretas. C. 1, 2 e 4 incorretas. 3 correta.

79. Analise as afirmações seguintes relativas ao determinismo moderado. Selecione, depois, a alternativa correta.

1 – Considera que o facto de efetuarmos escolhas confirma a existência de livre-arbítrio.


2 – Considera que realizar uma ação livre implica uma quebra na cadeia causal dos acontecimentos.
3 – Defende que há livre-arbítrio porque o determinismo físico ou natural não se aplica aos seres humanos.
4 – Defende que as escolhas que derivam dos nossos estados psicológicos e não de forças externas são livres.
A. 1, 2 e 3 incorretas. 4 correta. B. 1 correta. 2, 3 e 4 incorretas. C. 1, 2 e 4 incorretas. 3 correta.

80. Analise a frase que se segue, relativa ao problema do livre-arbítrio. Selecione, depois, a alternativa que identifica
corretamente a perspetiva apresentada.

A ação de uma pessoa é livre se tem como causa os desejos e crenças da própria pessoa.

A – Perspetiva libertista.
B – Perspetiva determinista radical.
C – Perspetivas determinista radical e moderada.
D – Perspetiva determinista moderada.

81. Analise a frase que se segue relativa ao problema do livre-arbítrio. Selecione, depois, a alternativa que identifica
corretamente a perspetiva apresentada.
Todas as nossas crenças, desejos e pensamentos são causados por experiências anteriores, mas as nossas ações são livres
desde que não sejamos impedidos de fazer o que queremos.
A – Perspetiva libertista.
B – Perspetiva determinista radical.
C – Perspetivas determinista radical e moderada.
D – Perspetiva determinista moderada.