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AM099 – ETNOGRAFIA

2018/2
BACHARELADO CIÊNCIAS SOCIAIS
Segunda-feira, 14h18h
Docente: Laure Garrabé

EMENTA
A alteridade e produção de conhecimento na antropologia. O debate metodológico: circunscrição de
objetivos, relação entre pesquisadores e investigados, e problemas de autoria e autoridade
etnográfica. A etnografia como produção de conhecimento e textualização da experiência de campo.
Bibliografia sujeita a modificações.

PROGRAMA
UNIDADE 1 – As fontes e a produção etnográfica
UNIDADE 2 – A construção do campo e o encontro etnográfico: questões clássicas e
contemporâneas.
UNIDADE 3 – A descrição etnográfica
UNIDADE 4 – Novos enfoques, novas escrituras
UNIDADE 5 – Etnografia como produção de conhecimento

METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas.
Apresentação crítica de textos etnográficos pelos alun@s em relação a temática de cada sessão.

13.08.2018
Apresentação da disciplina e bibliografia
Etnografia/trabalho de campo/etnologia/antropologia/
UNIDADE 1 – As fontes e a produção etnográfica
Emic/etic (a partir de OLIVIER DE SARDAN, Jean-Pierre, 1998. « Emic », L’Homme, tome 38, n°147,
pp. 151-166).

20.08.2018
PEIRANO, Mariza, “A favor da etnografia” pp. 31-58, in A favor da etnografia, Rio de Janeiro: Relume-
Dumará, 1995.
A etnografia como atividade perceptiva e linguística
LAPLANTINE, François, “A etnografia como atividade perceptiva: o olhar”, In A descrição etnográfica,
São Paulo: Terceira Margem, 2004, pp. 13-28.
LAPLANTINE, François, “A etnografia como atividade linguística: a escrita”, In A descrição etnográfica,
São Paulo: Terceira Margem, 2004, pp. 29-42.

27.08.2018
UNIDADE 2 – A construção do campo e o encontro etnográfico: questões clássicas e
contemporâneas.
Os “heróis fundadores”

1
STOCKING Jr. George, “Uma amostra do trabalho de campo de Boas” in Franz Boas: a formação da
antropologia americana (1883- 1911), Rio de Janeiro: UFRJ, 2004, pp. 111-160.
MALINOWSKI, B, “Introdução”, in Argonautas do Pacífico Ocidental: Um relato do empreendimento e
da aventura dos nativos nos arquipélagos da Nova Guiné Melanésia. São Paulo: Ática, 1978.
Seminário
MALINOWSKI, B, “Caracteristicas essenciais do kula”, pp. 71-86; “O significado da kula” pp. 365-371
in Argonautas do Pacífico Ocidental: Um relato do empreendimento e da aventura dos nativos nos
arquipélagos da Nova Guiné Melanésia. São Paulo: Ática, 1978.

03.09.2018
STOCKING, George W., Jr. "The ethnographer's magic", in Observers observed, Madison: The
University of Wisconsin Press, 1983, pp. 70-120.
https://fr.scribd.com/doc/259776028/Stocking-George-La-Magia-Del-Etnografo
EVANS-PRITCHARD, E. E., “Trabalho de campo e tradição empírica” pp. 67-86; “Antropologia
aplicada” pp. 107-124, in Antropologia Social. Lisboa: ed. 70, 1972.
Seminário
EVANS-PRITCHARD, E. “Introdução” e in Os Nuer: Uma descrição do modo de subsistência e das
Instituições Políticas de um povo Nilota. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1978

10.09.2018
Introdução a Escola de Chicago e interacionismo simbólico
HANNERZ, Ulf, Explorando a cidade: em busca de uma antropologia urbana, Petropolis: Vozes, 2015.
Cap. 1 & 2.
Seminário
BECKER, Howard, 2008. “Tornando-se um usuário de maconha”, pp. 51-67; “A cultura de um grupo
desviante: o músico de casa noturna”, pp. 89-110, in Outsiders: Estudos de sociologia do desvio, Rio
de Janeiro: Zahar.

17.09.2018
estruturalismo
Seminário
LÉVI-STRAUSS, Claude, “Partida”, “O regresso”, in Tristes trópicos, São Paulo: Anhembi, 1957, pp. 9-
14 e pp. 401-444.

SAHLINS, Marshall, “O ‘pessimismo sentimental’ e a experiência etnográfica: por que a cultura não é
um “objeto” em via de extinção (parte I)” MANA 3(1):103-150, 1997.
SAHLINS, Marshall, “O ‘pessimismo sentimental’ e a experiência etnográfica: por que a cultura não é
um “objeto” em via de extinção (parte II)” MANA 3(2):, 1997.

24.09.2018 – afastamento
O interpretativismo
GEERTZ, Clifford, “A descrição densa”, in A interpretação das culturas, Rio de Janeiro: LTC Ed., [1973]
1989, pp. 3-21.
RABINOW, Paul and SULLIVAN, William M., 1979. “The interpretive turn: emergence of an approach”,
in Interpretive Social Science: a reader. Berkeley: University of California Press, pp. 1-24
GEERTZ, Clifford, “Estar lá. A antropologia e o cenário da escrita” pp. 11-39; “Estar aqui. De quem é a
vida afinal?”, pp. 169-193; in Obras e vidas. O antropólogo como autor, Rio de Janeiro: Ed. UFRJ,
2009.

2
Seminário
GEERTZ, Clifford, “Um jogo absorvente: notas sobre a briga de galo balinesa”, in A interpretação das
culturas, Rio de Janeiro: LTC Ed., [1973] 1989, pp. 185-213.

01.10.2018 – afastamento
UNIDADE 3 – A descrição etnográfica
O estatuto do texto
LAPLANTINE, François, “Teoria da descrição etnográfica”, , pp. 93-112; “Descrição e explicação”, pp.
113-124in A descrição etnográfica, São Paulo: Terceira Margem, 2004.
OLIVIER DE SARDAN, Jean-Pierre, 2000. « Le “je” méthodologique : implication et explication dans
l’enquête de terrain », Revue Française de sociologie, 41 (3), pp. 417-455.
Seminário
FONSECA, Claudia, “Quando cada caso NÃO é um caso. Pesquisa etnográfica e educação”, Revista
Brasileira de Educação, Jan/Fev/Mar/Abr 1999 Nº 1, pp. 58-78. Lena
SILVA, Vagner Gonçalves da, “Minhas perguntas, suas tartarugas”, in O antropólogo e sua magia, São
Paulo: EDUSP, pp. 41-58.

08.10.2018
A crise da representação
TEDLOCK, B. (1991). “From Participant Observation to the Observation of Participation: The
Emergence of Narrative Ethnography”, in Journal of Anthropological Research, 47, pp. 59-94.
ASAD, Talal, “The concept of cultural translation in British Social Anthropology”, in Clifford, James &
Marcus, George E., Writing Culture. The poetics and politics of ethnography, Berkeley: University of
California Press, pp. 141-164.
Seminário
Lewin, Ellen, 2016. « Who’s Queer? What’s Queer? Queer Anthropology Through The Lens Of
Ethnography », Cultural Anthropology, Vol. 31, Issue 4, Pp. 598–606. Bruno
SOUSA, Catarina Carneiro de 2014. « Meta_Body - um projecto artístico de construção de avatares
enquanto partilha criativa », Cultures-Kairós [En ligne], Métamorphoses digitales : Expérimentations
esthétiques et construction du sensible dans l'interaction humain-machine, Théma, Mis à jour le
21/07/2014 URL: http://revues.mshparisnord.org/cultureskairos/index.php?id=886; Bruno

15.10.2018
Prova escrita 1 (Unidades 1, 2 e 3)

22.10.2018
A virada narrativa
CLIFFORD, J. “Sobre a autoridade etnográfica”, in A experiência etnográfica: Antropologia e
Literatura no século XX. Rio de Janeiro, Ed. UFRJ, 1998, pp. 17-62.
CLIFFORD, J. “Sobre a alegoria etnográfica”, in A experiência etnográfica: Antropologia e Literatura
no século XX. Rio de Janeiro, Ed. UFRJ, 1998, pp. 63-99.
CLIFFORD, James, 1997. “Traveling cultures”, pp. 17-47 ; in Routes. Travel and translation in the late
twentieth century. Cambridge : Mass., Harvard University Press.
Seminário
CARVALHO, Bernardo. Nove Noites. São Paulo: Companhias das Letras Guilherme
CLIFFORD, James, 1997. “White Ethnicity””, in Routes. Travel and translation in the late twentieth
century. Cambridge : Mass., Harvard University Press, pp. 92-104.

3
29.10.2018 – afastamento provável
do corpo e dos afetos
DAMATTA, Roberto, “o oficio do etnólogo, ou como ter o anthropological blues”, Boletim do Museu
Nacional, Antropologia, n°27, Rio de Janeiro, 1978.
FAVRET-SAADA, Jeanne, “Ser afetado”, in Cadernos de campo, n.13, 2005, pp. 155-161.
Seminário
RAMOS, Alcida Rita, “Do engajamento ao desprendimento”, in Campos 8(1):11-32, 2007.
BRE, 2007. “Hard Livin’: bare life, autoethnography, and the homeless body” in Shukaitis, Stevphen;
Graeber, David; (Ed.), Constituent Imagination. Militant investigations // collective theorization,
Oakland: AK Press, 2007, pp. 223-241. Vitoria

05.11.2018
UNIDADE 4 – Novos enfoques, novas práticas
MARCUS, George E., « Etnografía en/del sistema mundo. El surgimiento de la etnografía multilocal »
in Alteridades, 2001 11 (22): Págs. 111-127 (“Ethnography in/of the World System. The emergence of
multi-sited ethnography” (1995), en Annual Review of Anthropology, núm. 24, pp. 95 – 117).
HERZFELD, Michael, “Mídias”, in Antropologia: prática teórica na cultura e na sociedade, São Paulo:
Vozes, 2014, pp. 358-383.
Seminário
HANNERZ, Ulf, 2003. “Being there... and there... and there!: Reflections on Multi-Site Ethnography”.
In Ethnography 2003 4: 201-216.
AGIER, Michel, 2015. “Viver muito tempo na fronteira: investigações sobre o cosmopolitismo banal”,
(CAP. 3) in Migraçoes, descentramento e cosmopolitismo. Uma antropologia das fronteiras, São
Paulo: EDUFAL/EDITORA UNESP, pp. 113-154 Vanessa

12.11.2018
Etnografia e performance
LANGDON, Esther Jean. “Performance e sua Diversidade como Paradigma Analítico: A Contribuição
da Abordagem de Bauman e Briggs”, in Ilha, Revista de Antropologia, Florianopolis, UFSC, pp. 163-
183
SEEGER, Anthony, “Etnografia da Música”, in MYERS, Helen. Ethnomusicology. An introduction.
Londres, The MacMillan Press, 1992. (Tradução Giovanni Cirino).
Seminário
DAWSEY, John. “O teatro dos ‘boias-frias’: repensando a antropologia da performance”. Revista
Horizontes Antropológicos 11 (24), 2005, p. 15-34. DAWSEY, J. C. 2013. De que Riem os Boias-Frias?
Diários de antropologia e teatro. São Paulo: Terceiro Nome.
SEEGER, Anthony, “Começa a festa do rato”, in Por que cantam os Kisedjê? Uma antropologia
musical de um povo amazônico, São Paulo: Cosac Naify, pp. 25-65.
Carolina de C. ABREU , « Trabalhadores da Cultura: efervescência e luta do teatro de grupo
paulistano », Cultures-Kairós [En ligne], Théma, Subvertir les plateaux / Subvertendo palcos, Mis à
jour le 25/12/2016

19. 11.2018
UNIDADE 5 – Etnografia como produção de conhecimento
WAGNER, Roy, [1975] 2012. “Introdução” pp. 13-26; “A presunção da cultura”, pp. 27-48; A cultura
como criatividade, pp. 49-74.; in A invenção da cultura, São Paulo: Cosac Naify.
STRATHERN, Marilyn, “O efeito etnográfico”, in O efeito etnográfico, Cosac Naify: 2014, pp.345-406.
Seminário

4
STRATHERN, Marilyn, “Cortando a rede”, in O efeito etnográfico, Cosac Naify: 2014, pp. 295-319.
Felipe.

26.11.2018
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo B., 2002. “O nativo relativo”, in MANA 8(1):113-148, 2002
INGOLD, Tim, 2011. “Antropologia não é etnografia”, Tradução e revisão para a língua portuguesa
brasileira feita por Caio Fernando Flores Coelho e Rodrigo Ciconet Dornelles, de acordo com texto
original publicado em: INGOLD, Tim. Epilogue: “Anthropology is not Ethnography.” In: ______. Being
Alive. Routledge: London and New York, 2011. pp. 229-243.
Seminário
ALBERT, Bruce; KOPENAWA, Davi, [2008] 2015. “Falar aos brancos” pp. 375-393; “Quando eu é um
outro”, pp. 512-549, in A queda do céu. São Paulo: Companhia das letras. Gelsimar
INGOLD, Tim, 2013. “Knowing from the inside”, Making. Anthropology, archaelogy; art and
architecture. London: Routledge, pp. 1-15

03.12.2018
Antropologia colaborativa
LOW, Setha M., MERRY, Sally E., 2010. “Engaged anthropology: diversity and dilemmas. An
introduction” Current Anthropology Volume 51, Supplement 2, pp. 203-226.
FLUEHR-LOBBAN, C., 2008, “Collaborative Anthropology as Twenty-first Century Ethical
Anthropology”, Collaborative Anthropologies, vol. 1, pp. 175-182.
Seminário
GRAEBER, David, “Chapter 1” in Fragments of an anarchist anthropology. Chicago: Prickly Paradigm
Press. Glauber
BOURGOIS, Philippe, 1990. Confronting Anthropological Ethics: Ethnographic Lessons from Central
America. Journal of Peace Research, Vol. 27, No. 1. (Feb., 1990), pp. 43-54.

10.12.2018
Prova Escrita 2 (Unidades 3, 4 e 5).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERT, Bruce; KOPENAWA, Davi, [2008] 2015. A queda do céu. São Paulo: Companhia das letras.
BECKER, Howard, Outsiders. Studies in the sociology of deviance, New-York: Free Press, 1997.
CARVALHO, José Jorge de. 2011 « O Olhar Etnográfico e a Voz Subalterna ». Horizontes
Antropológicos, Porto Alegre, ano 4, n. 8, p. 182 – 198. Vitoria
CLIFFORD, James, “Sobre o surrealismo Etnográfico” In A Experiência Etnográfica. Antropologia e
Literatura no século XX. Org. José Reginaldo Santos Gonçalves. Rio de Janeiro, Ed. da UFRJ, 1998, pp.
132-178.
DAWSEY, J. C. 2013. De que Riem os Boias-Frias? Diários de antropologia e teatro. São Paulo: Terceiro
Nome.
DAWSEY, J., MÜLLER, R., HIKIJI, R. E MONTEIRO, M. (Org.), Antropologia e performance. Ensaios
Napedra, São Paulo: Terceiro Nome, 2013.
DECLERCK, Patrick, Les naufragés. Avec les clochards de Paris. Paris: Plon, 2001.
DURHAM, Eunice Ribeiro. A reconstituição da realidade: um estudo sobre a obra etnográfica de
Bronislaw Malinowski, São Paulo: Ática, 1978
EVANS-PRITCHARD, Evan E., Os Nuer: Uma descrição do modo de subsistência e das Instituições
Políticas de um povo Nilota. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1978.

5
FAVRET-SAADA, Jeanne, Les mots, la mort, les sorts, Paris: Folio Gallimard.
FOOTE-WHYTE, William, Street corners society. The social structure of an italian slum / Sociedade de
esquina. A estrutura social de uma área urbana pobre e degradada, Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
FRAZER, James Georges, O Ramo de Ouro, São Paulo: Guanabara, 1982.
GEERTZ, Clifford, Obras e vidas. O antropólogo como autor, Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2009.
GOODY, Jack. A domesticação da mente selvagem, Petropolis: Vozes, 2012.
GIUMBELLI, Emerson, “Para além do trabalho de campo: reflexões supostamente malinowskianas”,
Revista Brasileira de Ciências Sociais - Vol. 17 No 48, pp. 91-107.
HANNERZ, Ulf, Explorando a cidade: em busca de uma antropologia urbana, Petropolis: Vozes, 2015.
HEBDIGE, Dick, Subculture. The meaning of style. London: Routledge, 1979.
MALINOWSKI, Bronislaw, Um Diário no Sentido Estrito do Termo, Rio de Janeiro : Record, 1997.
LAPLANTINE, François, A descrição etnográfica, São Paulo: Terceira Margem, 2004.
LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos. Ensaio de Antropologia Simétrica. Rio de Janeiro: Editora
34, 1994.
LEIRIS, Michel, A África Fantasma, São Paulo: Cosac Naify, 2008. Guilherme
LÉVI-STRAUSS, Claude, Tristes trópicos, São Paulo: Companhia das letras, 1996.
LÉVI-STRAUSS, Claude, De perto e de longe. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 1990.
MORPHY, Howard; BANKS, Marc. 1997. “Introduction: Rethinking visual anthropology”, in Morphy,
H.; BANKS, M. (org.) Rethinking visual anthropology. New Haven, Yale University Press. pp. 1-35.
OLIVIER DE SARDAN, Jean-Pierre, Anthropologie et développement. Essai en socio-antrhopologie du
changement social, Paris: Karthala, 1995.
PEIRANO, Mariza, A favor da etnografia, Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995.
PEIRANO, Mariza, “O encontro etnográfico e o diálogo teórico” in Uma antropologia no plural. Três
experiências contemporâneas. Brasilia: Editora UnB, pp. 131-146.
PEIRANO, Mariza, “Os antropólogos e suas linhagens”, in A favor da etnografia, Rio de Janeiro:
Relume-Dumará, 1995, pp. 13-30.
PEIRANO, Mariza, 2000. A análise antropológica de rituais. Série Antropologia, n. 270.
PEIRANO, Mariza, “O encontro etnográfico e o diálogo teórico” in Uma antropologia no plural. Três
experiências contemporâneas. Brasilia: Editora UnB, pp. 131-146.
http://www.marizapeirano.com.br/
QUEIROZ, Ruben Caixeta. 2004. Política, estética e ética no projeto vídeo nas aldeias. In Catálogo
Mostra Vídeo nas Aldeias. Centro Cultural do Banco do Brasil. p. 40-49.
SEEGER, Anthony, Por que cantam os Kisêdjê ? São Paulo: Cosac Naify, 2015.
SILVA, Vagner Gonçalves da, O antropólogo e sua magia. Trabalho de campo e etnografia nas
pesquisas antropológicas sobre religiões afro-brasileiras, São Paulo: EDUSP, 2000.
STENGERS, Isabelle. A invenção das ciências modernas. São Paulo: Editora 34. 2002.
STOCKING G., (ed) Observers observed. Essays on ethnographic fieldwork. University of Wisconsin
Press, 1983.
STRATHERN, Marilyn, O efeito etnográfico, São Paulo: Cosac Naify, 2014, pp. 263-294.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo Batalha, A inconstância da alma selvagem, São Paulo: Cosac Naify,
2011.
WACQUANT, Loïc, Corpo e Alma. Notas Etnográficas de um Aprendiz de Boxe, Rio de Janeiro: Relume
Dumara, 2002.
ZUMTHOR, Paul, Performance, recepção, leitura. São Paulo: Cosac Naify, 2014.

AVALIAÇÃO
Oral:
Participação oral em contínuo
Seminário com apresentação de slides obrigatória
Trama para as apresentações de seminário:

6
- breve apresentação do autor
- breve contextualização do texto/obra na respectiva disciplina
- teses do autor
- contribuições à perspectiva da disciplina
- críticas
- formular questões problemáticas para além das que são tratadas no texto

Escrita:
Na mesa, prova escrita 1 (Unidades 1, 2) e prova escrita 2 (Unidades 3, 4 e 5)
Critérios de avaliação:
- clareza, coerência e coesão textual
- domínio dos conteúdos, evidenciando a compreensão dos tópicos objeto da prova
- domínio e precisão no uso de conceitos, perspectivas e teorias de autores
- coerência no desenvolvimento das ideias e capacidade argumentativa.