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1.

A Igreja Católica se originou no seio do Império Romano do Ocidente, a partir do momento que o cristianismo deixou de
ser uma ameaça ao poder de Roma para tornar-se aliado. Em 313, Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos.
Mais tarde, em 391, o imperador Teodósio proclamou o cristianismo religião oficial do império. Após a queda do Império
Romano do Ocidente, em 476, a Igreja deu unidade à Europa, convertendo vários germânicos ao cristianismo. Na Europa
Central, vários territórios foram unificados sob seu poder, originando o que se denomina de Sacro Império Romano-
Germânico.
2. O poder da Igreja: A Igreja foi a instituição mais poderosa da sociedade medieval do ocidente. Seu poder rivalizava com os
grande reinos da Idade Média. A arquitetura religiosa, como no caso das grandes catedrais, era símbolo deste poder. Na Idade
Média, a riqueza era medida pela terra, e a Igreja chegou a ser proprietária de dois terços das terras na Europa. A maior parte
dos bispos eram proprietários de terra, sendo sua função considerada, para alguns, um grande negócio. Neste sentido, o apego
de alguns setores da Igreja aos bens materiais foi alvo de muitas críticas. Este apego podia ser identificado na venda de cargos
eclesiástico e relíquias religiosas. Além disso, havia ainda a venda de indulgências, ou seja, venda de perdões. Muitos fiéis
davam bens para a Igreja, na promessa de que obteriam perdão para os seus pecados. Em alguns casos, pecados maiores
exigiam pagamentos mais vultosos.
3. Organização da Igreja: A direção da Igreja Católica estava nas mãos dos papas e bispos. Cada bispo administrava um
território denominado diocese, auxiliado pelos cônegos. Por sua vez, as dioceses eram formadas por várias paróquias,
administradas por um padre. A Igreja estava organizada como um verdadeiro estado, mais poderoso do que os reinos
medievais. Alguns mosteiros e abadias medievais eram enormes feudos, com numerosos servos.
4. O Canto Gregoriano: ou Cantochão, é o nome que se dá à música monofônica, de apenas uma melodia, sem
acompanhamento. Seu nome deriva do papa Gregório I, que comandou a Igreja entre 590 e 604. Gregório I empreendeu uma
reforma na Igreja e passou a implementar este tipo de canto nas celebrações religiosas.
5. As Cruzadas: foram movimentos militares que partiram da Europa com objetivo de livrar a Terra Santa e Jerusalém das
mãos dos muçulmanos. Foram convocadas pelo papa Urbano II, em 1095. Entre a primeira e a última, passaram cerca de
duzentos anos. O termo “Cruzadas” deriva da cruz pintada nas armaduras dos voluntários. Foram realizadas, ao todo, oito
Cruzadas. Destas, considera-se que apenas a primeira teve algum êxito. No geral, as expedições eram mal organizadas e, ao
final, não cumpriram seu objetivo. Vale ressaltar que não foram apenas causas religiosas que estimularam estas expedições.
Alguns aderiram para fugir da pobreza que viviam, outros iam em busca de aventuras, trabalho ou fortuna que não tinham
em suas terras. Apesar de não terem conseguido reconquistar a Terra Santa, as Cruzadas provocaram grandes mudanças,
como a reabertura do mar Mediterrâneo à navegação e ao comércio europeu, além de intensificarem a crise do feudalismo,
contribuindo para o ressurgimento do comércio na Europa Ocidental.
6. Tribunal da Inquisição Durante a Idade Média, alguns segmentos da Igreja reforçavam a unidade religiosa de forma
dominadora e repressora. Depois das Cruzadas, à medida que sentia enfraquecida, a Igreja buscou formas mais violentas de
reagir. Neste contexto, surgiu a Inquisição, no século XIII, que consistia em um tribunal religioso que julgava e condenava
pessoas consideradas hereges. Herege era a denominação dada àqueles que manifestavam crenças ou dogmas estranhas ao
catolicismo, mesmo sendo cristãos. Os praticantes de heresias eram, muitas vezes, queimados em fogueiras. O órgão da Igreja
encarregado de levar adiante as atividades da Inquisição se chamava Tribunal do Santo Ofício.
7. Idade das Trevas: foi um termo cunhado por Petrarca, no séc. XIV, para se referir à decadência da literatura latina.
Posteriormente, foi utilizada por protestantes, no séc. XVI, e pelos iluministas, no séc. XVIII. O termo é depreciativo, e faz
referência a um baixo grau de desenvolvimento cultural - em especial, na Alta Idade Média - devido ao controle social
imposto pela Igreja. Porém, atualmente, os historiadores contestam o termo, pois o período foi marcado pelo nascimento das
universidades, o desenvolvimento de técnicas agrícolas, renascimento carolíngeo, surgimento da álgebra, entre outros.
1. A Reforma Protestante foi um movimento cristão iniciado no século XVI, na Alemanha, que protestava contra diversos pontos
da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma no catolicismo. A força e o prestígio da Igreja Católica ficaram abalados, no
século XVI, com as transformações econômicas e culturais na Europa. Até o final da Idade Média, a grande maioria dos cristãos
permaneceu unida em torno da autoridade do papa, chefe máximo da Igreja Católica. No início da Idade Moderna, porém, alguns
cristãos passaram a protestar contra o que consideravam abusos da autoridade papal. Alguns destes cristãos deixaram de obedecer
ao papa e separaram-se da Igreja de Roma.
2. Causas: Dentre as causas principais da Reforma Protestante, se destaca o luxo da Igreja, pois, enquanto pregavam pobreza e
simplicidade, membros do clero vivam no meio de grandes riquezas. A crítica à usura, ou seja, empréstimo a juros, e a defesa de
que o lucro era pecado. Estas ideias prejudicavam especialmente a burguesia, que estava em ascensão. A simonia, ou seja, a venda
de relíquias sagradas e cargos eclesiásticos. Além disso, a venda de indulgências, ou seja, de perdões. Esta doutrina defendia que
pessoas deveriam pagar para obter o perdão dos pecados. A invenção da prensa móvel por Gutenberg, que possibilitou a divulgação
e cópia muito mais rápida de livros. E possibilitou que a Bíblia fosse traduzida nas línguas locais.
3. As críticas contra as doutrinas católicas levaram a instauração da Reforma Luterana, Calvinista e Anglicana.
4. Reforma Luterana foi iniciada por Martinho Lutero, na Alemanha. Tudo começou quando, para propiciar a construção da Basílica
de São Pedro, em Roma, o papa Leão X ordenou a venda de indulgências. Em 1517, o monge Martinho Lutero se desentendeu com
o dominicano Tetzel, que vendia indulgências em nome do papa. Isto porque Lutero se recusava a apoiar a absolvição dos pecados
mediante pagamento. Ao ser ameaçado por Tetzel, Lutero reagiu, afixando na porta da Igreja de Wittenberg as 95 Teses, documento
que condenava a venda de indulgências, entre outras práticas e doutrinas da Igreja. A disputa entre Lutero e a Igreja se prolongou
até 1520, quando o papa o excomungou. Lutero queimou publicamente o documento de excomunhão e passou a difundir sua
doutrina. Assim, surgiu o luteranismo, doutrina que ganhou adeptos em várias regiões da Europa, principalmente na Alemanha,
Suécia, Dinamarca e Noruega.
5. Reforma Calvinista foi iniciada por João Calvino, na Suíça. Nascido na França, Calvino teve que fugir para este país, em 1536,
para defender as ideias mais radicais de Lutero. Na Suíça, Calvino passou a dar destaque à ideia da predestinação, segundo a qual
o trabalho e a prosperidade alcançada por meio dele são sinais de benção divina e salvação da alma. Vale ressaltar que a formação
do sistema capitalista foi muito estimulado pelos valores do calvinismo, que encorajava o trabalho e o lucro e condenava os prazeres
e os gastos. Por corresponder aos interesses da burguesia, o calvinismo se expandiu para os países onde o comércio era mais
desenvolvido. Na França, os calvinistas eram chamados de huguenotes; na Inglaterra, de puritanos; na Escócia, de presbiterianos;
na Holanda, fundaram a Igreja Reformada.
6. Reforma Anglicana foi iniciada por Henrique VIII, na Inglaterra. Henrique VIII havia solicitado ao papa a anulação de seu
casamento com Catarina de Aragão, para casar-se com Ana Bolena.
7. Diante da recusa do papa – e usando isso como pretexto –, o rei ordenou que seu casamento fosse anulado por um tribunal
eclesiástico inglês. Além disso, o rei fez com que o Parlamento lhe outorgasse o título de chefe supremo da Igreja da Inglaterra.
Assim, em 1534, nascia o anglicanismo. A Igreja da Inglaterra separou-se de Roma, mas conservou boa parte da doutrina católica.
Os puritanos entraram em choque com os anglicanos, gerando inúmeros conflitos. No século XVII, estes conflitos levaram às
emigrações em massa para regiões da América do Norte.
8. A Reforma Protestante deu origem a conflitos religiosos entre católicos, que queriam manter seu poder, e os protestantes, que
pretendiam aumentar sua influência. Um destes conflitos ocorreu na França, em 1572. Ele foi denominado Noite de São
Bartolomeu. Os reis católicos desejavam reprimir os protestantes franceses. A repressão acabou levando à morte por volta de 100
mil huguenotes, denominação dada aos protestantes calvinistas na França.
9. Contra-Reforma: foi uma reação da Igreja Católica à Reforma Protestante. As principais iniciativas da Contra-Reforma foram a
convocação do Concílio de Trento, a criação da Companhia de Jesus e o aumento das atividades do Tribunal da Inquisição. O
Concílio de Trento condenava a doutrina protestante, aconselhava a formação dos sacerdotes em seminários e instituiu uma lista
de livros proibidos – o Index. O Tribunal da Inquisição foi um instrumento de terror utilizado pela Igreja Católica contra todos que
divergiam de sua doutrina – os hereges. As práticas envolviam interrogatórios, tortura e morte. A Companhia de Jesus foi uma
ordem religiosa criada por Inácio de Loyola, na Espanha. Sob rígida disciplina, os chamados jesuítas combatiam as ideias
protestantes e dedicaram-se a conversão de diferentes povos aos cristianismo.
PROFESSOR(A): RICARDO ATIVIDADE DE HISTÓRIA DO 3º REGISTRO ENSINO MÉDIO ( X ) DATA: ____/____/_____
NOME: CGM

3. No contexto dos diversos conflitos religiosos que eclodiram na Europa, ao longo do século XVI, identificamos a
convocação pela Igreja Católica, a partir de 1545, do Concílio de Trento. Dentre suas determinações, destacamos
corretamente o (a):
a) reconhecimento da autoridade política e teológica da Igreja anglicana frente ao papado, encerrando os conflitos provocados
na Inglaterra devido à luta de Henrique VIII contra o Vaticano.
b) fim do clero regular como solução para conter os abusos cometidos pela Igreja, tais como a venda de indulgências e
sacramentos.
c) oficialização da doutrina calvinista que admitia o lucro comercial como uma dádiva divina e não mais como um pecado
usurário, como um novo dogma católico.
d) submissão da Igreja católica aos Estados imperiais laicos e a validade da livre interpretação da Bíblia.
e) reafirmação da hierarquia eclesiástica católica e a reativação do tribunal do Santo Ofício da Inquisição.

5. Foram elementos da Reforma Católica no século XVI:


a) A tradução da Bíblia para as diversas línguas nacionais, a defesa do princípio da infalibilidade da Igreja e a proibição do
casamento dos clérigos.
b) A afirmação da doutrina da predestinação, a condenação das indulgências como instrumento para a salvação e a manutenção
do celibato dos clérigos.
c) A manutenção do latim como língua litúrgica, a reafirmação do livre-arbítrio e a eliminação do batismo como um dos
sacramentos.
d) A tradução da Bíblia para as diversas línguas nacionais, a abolição da confissão e a crítica ao culto das imagens.
e) A manutenção do latim como língua litúrgica, o estabelecimento do Tribunal do Santo Ofício e a criação da Companhia de
Jesus.

7. "Depois que a Bíblia foi traduzida para o inglês, todo homem, ou melhor, todo rapaz e toda rapariga, capaz de ler o
inglês, convenceram-se de que falavam com Deus onipotente e que entendiam o que Ele dizia". Esse comentário de
Thomas Hobbes:
a) ironiza uma das consequências da Reforma, que levou ao livre exame da Bíblia e à alfabetização dos fiéis.
b) alude à atitude do papado, o qual, por causa da Reforma, instou os leigos a que não deixassem de ler a Bíblia.
c) elogia a decisão dos reis Carlos I e Jaime I, ao permitir que seus súditos escolhessem entre as várias igrejas.
d) ressalta o papel positivo da liberdade religiosa para o fortalecimento do absolutismo monárquico.
e) critica a diminuição da religiosidade, resultante do incentivo à leitura da Bíblia pelas igrejas protestantes.

9. "É preciso ensinar aos cristãos que aquele que dá aos pobres, ou empresta a quem está necessitado, faz melhor do
que se comprasse indulgências". (Martinho Lutero) . As Indulgências eram:
a) documentos de compra e venda de cargos e títulos eclesiásticos a qualquer pessoa que os desejasse.
b) cartas que permitiam a negociação de relíquias sagradas, usadas por Cristo, Maria ou Santos.
c) dispensas, isenções de algumas regras da Igreja Católica ou de votos feitos anteriormente pelos fiéis.
d) proibições de receber o dízimo oferecido pelos fiéis e incentivo à prática da usura pelo alto clero.
e) absolvições dos pecados de vivos e mortos, concedidas através de cartas vendidas aos fiéis.

10. As transformações religiosas do século XVI, comumente conhecidas pelo nome de Reforma Protestante,
representaram no campo espiritual o que foi o Renascimento no plano cultural; um ajustamento de ideias e valores às
transformações socioeconômicas da Europa. Dentre seus principais reflexos, destacam-se:
a) a expansão da educação escolástica e do poder político do papado devido à extrema importância atribuída à Bíblia.
b) o rompimento da unidade cristã, expansão das práticas capitalistas e fortalecimento do poder das monarquias.
c) a diminuição da intolerância religiosa e fim das guerras provocadas por pretextos religiosos.
d) a proibição da venda de indulgências, término do índex e o fim do princípio da salvação pela fé e boas obras na Europa.
e) a criação pela igreja protestante da Companhia de Jesus em moldes militares para monopolizar o ensino na América do
Norte.
12. Analise a decisão da Igreja Católica sobre as indulgências, no Concílio de Trento, no século XVI.
"Havendo Jesus Cristo concedido à Igreja o poder de conceder indulgência (...); ensina e ordena o sacrossanto Concílio que o
uso das indulgências (...) deve conservar-se pela Igreja (...) Não obstante, deseja que se proceda com moderação na sua
concessão (...) a fim de que, pela facilidade de concedê-las, não decaia a disciplina eclesiástica. E ansiando para que se
emendem e corrijam os abusos que se introduziram nelas, motivo que leva os hereges a blasfemarem contra elas, estabelece
(...) que se exterminem de forma absoluta todos os lucros ilícitos que se cobram dos fiéis para que as consigam; pois disto se
originaram muitos abusos no povo cristão."
O Concílio de Trento foi um acontecimento que marcou a Reforma da Igreja Católica. A decisão do Concílio sobre as
indulgências representou:
a) a mudança de atribuições no interior da hierarquia da Igreja, que centralizava ainda mais o poder de cobrar pelas
indulgências.
b) a reafirmação dos princípios da Igreja diante da insubordinação dos seguidores da Companhia de Jesus, que aderiram às
ideias protestantes.
c) o reconhecimento público dos erros cometidos pela Igreja, resultando na reaproximação com os dissidentes.
d) uma afronta para o povo pobre cristão que se utilizava da prática da Igreja de conceder as indulgências aos infiéis em troca
de bens materiais.
e) uma reação da Igreja aos movimentos reformistas que questionavam a concessão das indulgências como um valor para a
obtenção da salvação.

15. "Uma importante atividade intelectual, desenvolvida por Galileu, no século XVII, foi objeto de controvérsias,
sobretudo nos meios da Igreja Católica".
O texto refere-se
a) à ideia de que o conhecimento se reduzia à constatação da existência: "Penso, logo existo".
b) à análise do mundo animal, como um espaço intermediário entre a Física e a Psicologia.
c) à utilização de experimentos na investigação da verdade científica.
d) à ideia de que a origem do conhecimento estava na dúvida metódica.
e) ao princípio de que a matéria atrai a matéria, na razão inversa de suas massas.

19. "Deus chama cada um para uma vocação particular cujo objetivo é a glorificação dele mesmo. O comerciante que busca o
lucro, pelas qualidades que o sucesso econômico exige: o trabalho, a sobriedade, a ordem, responde também ao chamado de
Deus, santificando de seu lado o mundo pelo esforço, e sua ação é santa." (João Calvino. In: Mousnier, Roland. História Geral
das Civilizações. Os séculos XVI e XVII: os processos da civilização europeia. SP: Difel, 1973, p. 90, tomo IV, v. 1.)
A opção que correlaciona a citação acima com o contexto da reforma protestante, no século XVI, que pregava mudanças
no cristianismo e na ação da igreja católica é o
a) calvinismo, a condenação da doutrina da predestinação absoluta formulada pelo pensamento tomista medieval.
b) anglicanismo, a supressão do clero e dos sacramentos na vida religiosa como forma de enfraquecimento do papado.
c) luteranismo e no calvinismo, a pregação teológica de submissão do Estado à Igreja reformada.
d) luteranismo, a defesa do princípio da salvação do homem pela fé sem a necessidade de intermediação da Igreja e da
realização de obras pias.
e) anglicanismo e no luteranismo, a substituição do latim pelo alemão nos cultos religiosos.

20. O texto a seguir se refere ao período do início da transição do feudalismo para o capitalismo.
A expansão navegadora que decorreu do desenvolvimento mercantil ao fim do medievalismo é contemporânea da cisão
religiosa definida com a Reforma. Como aquela expansão foi capitaneada pelas nações católicas, "colonização" e catequese
religiosa confundiram-se. SODRÉ, N. W. "Síntese de História da Cultura Brasileira". Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 19. ed.,
p.15.
A articulação entre catequese e colonização na América acima descrita pode ser entendida
a) pelo interesse do colonizador europeu em conquistar a confiança do ameríndio, conhecedor dos caminhos que levaram às
minas de metais preciosos existentes em toda a região continental americana.
b) como uma preocupação quanto ao risco de influência das religiões dos africanos, trazidos à América para o trabalho escravo,
sobre os ameríndios, afastando-os da "verdadeira" religião (cristã).
c) pela busca da melhoria do trabalho do ameríndio através da influência de uma cultura superior (a europeia), o que garantiria
uma possibilidade de ascensão social do indígena a médio ou longo prazo.
d) como resultado de um conflito entre Igreja Católica e os governantes dos Estados Modernos europeus, todos em busca de
afirmação política e econômica, apresentando assim antagonismos inconciliáveis.
e) pela fusão de interesses nem sempre pacíficos dos Estados colonizadores e da Igreja Católica visando, entre outros objetivos,
à maior exploração do "gentio" e seu afastamento da pregação reformista.