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CURSO DIMENSIONAMENTO DO SOBRADO

COMPLETO EM EBERICK

Engenheiro civil: Emanuel Dantas

2018
SUMÁRIO
SUMÁRIO ......................................................................................................................................iii
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................................... 1
2. INTERFACE DO SISTEMA ..................................................................................................... 2

2.1. Tela de boas-vindas do sistema............................................................................................. 2


2.2. Novo projeto ........................................................................................................................... 2
2.3. Tipos genéricos de estruturas ............................................................................................... 4
2.5. Pontos de captura .................................................................................................................. 4
2.6. Importação de desenhos em DWG ....................................................................................... 5
2.7. Salvar e abrir arquivos no Eberick ...................................................................................... 8
2.8. Teclas de atalho ..................................................................................................................... 8

3. LANÇAMENTO DA ESTRUTURA NO EBERCIK ............................................................. 10

3.1. Lançamento dos pilares ...................................................................................................... 10


3.2. Lançamento das vigas ......................................................................................................... 11
3.3. Lançamento das lajes .......................................................................................................... 13
3.4. Lançamento das fundações ................................................................................................. 15
3.5. Lançamento das escadas ..................................................................................................... 16

4. CONFIGURAÇÕES DO SISTEMA ....................................................................................... 20

4.1. Materiais e durabilidade ..................................................................................................... 20


4.2. Dimensionamento das sapatas ............................................................................................ 23
4.3. Pranchas e RA ..................................................................................................................... 25
4.4. Vento..................................................................................................................................... 25
4.5. Verificações ao ELS ............................................................................................................. 26
4.6. Cargas das lajes ................................................................................................................... 28
4.7. Configuração de unidades .................................................................................................. 29
4.8. Configuração de ações ......................................................................................................... 31

5. PROCESSAMENTO E DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA .................................. 34

5.1. Analise estática linear do pórtico espacial ......................................................................... 34


5.2. Análise dinâmica da grelha ................................................................................................. 35
5.3. Determinação das flechas nas lajes .................................................................................... 35
5.4. Determinação das flechas no pórtico ................................................................................. 36
5.5. Dimensionamento dos elementos estruturais .................................................................... 36

6. ANALISE DOS RESULTADOS FINAIS ............................................................................... 38

iii
6.1. Analise dos resultados dos pilares ...................................................................................... 38
6.2. Analise dos resultados das vigas ......................................................................................... 39
6.3. Analise dos resultados das lajes .......................................................................................... 41
6.4. Analise dos resultados das escadas..................................................................................... 42
6.5. Analise dos resultados das sapatas ..................................................................................... 43

7. DETALHAMENTO E GERAÇÃO DE PRANCHAS FINAIS ............................................. 45

7.1. Detalhamento das lajes........................................................................................................ 45


7.2. Detalhamento das vigas ....................................................................................................... 46
7.3. Detalhamento dos pilares .................................................................................................... 46
7.4. Detalhamento das escadas .................................................................................................. 47
7.5. Detalhamento das sapatas ................................................................................................... 47
7.6. Planta de locação ................................................................................................................. 47
7.7. Planta de cargas ................................................................................................................... 47
7.8. Planta de forma ................................................................................................................... 48
7.9. Impressão das pranchas finais............................................................................................ 48

REFERÊNCIAS ............................................................................................................................ 52

iv
Curso de Dimensionamento do Sobrado Completo em Eberick – O Canal da Engenharia

1. INTRODUÇÃO
O software Eberick e um sistema de cálculo estrutural desenvolvido e
comercializado pela AltoQi atualmente está na versão 2019, o software é vendido
em forma de uma plataforma básica que contempla vários recursos e módulos
adicionais para incremento de novas funcionalidades ao programa.
Para que o programa realize o cálculo e dimensionamento da estrutura é
necessário que usuário insira os dados e parâmetros iniciais em nosso curso será
demonstrado como estes dados devem ser lançados, utilizando-se como referência
o projeto de um sobrado.
Para a elaboração deste curso foi utilizado a versão Basic do Eberick V10,
sendo a sua última atualização desta versão chamada de 2017-10 que pode possui
restrição de 5 pavimentos, 120 elementos entre vigas e pilares por pavimento e
8000 metros quadrados de área, alguns módulos adicionais foram utilizados para
realização deste curso, sendo eles lajes treliçadas, região maciça em lajes e
escadas especiais.

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2. INTERFACE DO SISTEMA
O Eberick conta com uma interface simples e amigável aos usuários que
demanda pouco tempo para sua compreensão, isso torna a interação usuário
sistema mais fácil de ser compreendida, o sistema é composto por uma tela de
CAD onde é realizado o lançamento dos elementos estruturais e das cargas da
edificação o sistema também conta com telas de preenchimento de dados
amigáveis ao usuário como serão demonstradas no decorrer do curso.

2.1. Tela de boas-vindas do sistema


Ao se iniciar o Eberick pela primeira vez nos deparamos com uma tela
onde é possível exibir um guia rápido do programa, uma opção para iniciar um
novo e outra para procurar um projeto já desenvolvido, além de mostrar todos os
últimos projetos que foram abertos pelo sistema.
Mais abaixo encontra-se uma caixa que pode ser marcada caso o usuário
não deseje mais visualizar esta tela ao se iniciar o programa, deixando o usuário
livre para executar os comandos que assim achar conveniente.

Figura 2.1: Tela de boas-vindas do sistema

2.2. Novo projeto


Ao iniciarmos um novo projeto o programa abre a seguinte tela.

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Figura 2.2: Tela para início de um novo projeto no Eberick já preenchida

Nesta tela o usuário deve definir alguns parâmetros como:


a) Modelo onde é possível escolher um modelo de configuração já
existente para que possa ser utilizado, nestes modelos podem conter
dados específicos para cada local onde projetista atua, como por
exemplo, cargas de vento, recobrimento das armaduras, tipo de
agregado utilizado, resistência do concreto entre outros.
b) Pavimento aqui serão criados os pavimentos que compõem a
edificação, os pavimentos podem ser inseridos acima ou abaixo de
outros pavimentos já existentes.
c) Repetições nestes campos é possível determinar a quantidade de
repetições cada pavimento terá no projeto, no caso deste projeto todos
os pavimentos irão possuir apenas uma repetição, sendo assim deve-se
indicar apenas uma repetição para cada pavimento.
d) Altura aqui é onde definimos qual altura terá cada pavimento do nosso
projeto a unidade de medida pode ser selecionada nas configurações de
sistema que serão mostradas mais à frente.
e) Título neste campo podemos dar um nome ou uma descrição completa
ao projeto que está sendo desenvolvido para facilitar a organização de
projetos e versões futuras.

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2.3. Tipos genéricos de estruturas


Listaremos alguns padrões que podem ser utilizados no Eberick para
determinação dos pavimentos de uma estrutura simples.
a) Edificação térrea (1 pavimento):
 Pavimento fundação
 Pavimento cobertura
b) Edificação de dois andares (2 pavimentos):
 Pavimento fundação
 Primeiro pavimento
 Pavimento cobertura
c) Edificação de três ou mais andares (3 pavimentos ou mais):
 Pavimento fundação
 Primeiro pavimento
 Segundo pavimento
 Pavimento cobertura
d) Edificação onde é necessário inserir caixa d’água em local onde é
necessário ter cintas e pilares:
 Pavimento fundação
 Pavimentos necessários
 Pavimento cobertura
 Caixa d’água

2.5. Pontos de captura


No Eberick é possível selecionar alguns tipos de capturas de ponto e
capturas auxiliares sendo eles:

Figura 2.3: Pontos de captura e comandos auxiliares

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a) Captura personalizada onde é possível determinar quais pontos do


desenho serão capturados pelo cursor do mouse, vale salientar que este
é um recurso disponível apenas na versão V9 em diante.
b) Ponto médio captura o ponto central de um determinado elemento.
c) Extremidade captura o ponto extremo do elemento.
d) Centro captura o ponto central de uma circunferência.
e) Quadrante permite capturar os pontos externos de uma circunferência
qualquer.
f) Ponto no elemento permite capturar qualquer ponto no elemento
desde que não seja o ponto médio ou ponto na extremidade.
g) Interseção captura o ponto que apresenta a interseção entre dois
elementos do desenho.
h) Perpendicular captura um ponto perpendicular ao primeiro objeto
selecionado.
i) Ponto médio com esta função auxiliar ativada é possível clicarmos em
dois pontos distintos e será retornado um ponto médio entre os dois
pontos clicados.
j) Ponto relativo esta função auxilia quando não há uma linha de
referência lançada, com esta ferramenta é possível clicarmos em um
ponto e indicar uma coordenada desejada para captura do ponto X e Y
em relação ao primeiro ponto.
k) Quadrante esta ferramenta é bastante parecida com o ponto relativo
porem com ela ativada é possível determinar por meio de coordenadas
qual quadrante será utilizado.
l) Ponto na interseção com a ferramenta selecionada ao clicarmos e um
duas linhas surgirá na interseção das duas o ponto desejado.
2.6. Importação de desenhos em DWG
Para realizamos a importação dos desenhos para o Eberick, devemos clicar
no símbolo de mais referente ao pavimento desejado, onde será aberta as opções
de “Croqui”, “Forma” e “Arquitetura”, para uma correta importação dos desenhos

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deve-se selecionar a disciplina “arquitetura” e dar um duplo clique com o botão


esquerdo do mouse sobre ela.
Importando o desenho para a disciplina “Arquitetura” o desenho ficará
travado na disciplina “Croqui” não permitindo que sejam feitas alterações por
engano nos desenhos, somente será possível realizar alterações no desenho
original se entrarmos na disciplina “Arquitetura”

Figura 2.4: Disciplina para qual será importada a “arquitetura”

Abre-se assim uma janela de CAD onde faremos a inserção do desenho,


para versão V9 ou anterior iremos na aba “ferramentas”, “ler DWG/DXF” para a
versão V10 em diante devemos ir em “projetos”, “ler DWG/DXF”.

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Figura 2.5: Tela de importação de arquivo DWG

Feito isto será aberta uma caixa de diálogo, em “escala” selecione


“Converter logo após a leitura” e em “níveis de desenho” selecione “Inserir todos
no nível” e selecione o nível arquitetura e pressione o botão “OK”.

Figura 2.6: Tela para configuração de escala e níveis de desenho

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Com o desenho importado para o Eberick devemos selecionar agora uma


medida conhecida para que o programa possa converter corretamente a escala do
desenho em 1:50. Para que isso seja possível basta clicar em dois pontos onde já
seja conhecida as distancias originais, como por exemplo, os pilares de referência
inseridos no AutoCad, após selecionar os dois pontos digite a distância e
pressione Enter.
Com o desenho já na escala correta devemos posicionar a sua origem na
origem do programa, para isto iremos em “Ferramentas” e escolhemos
“Posicionar origem” e clicamos no ponto inferior esquerdo do desenho importado,
estes passos devem ser seguidos para todos os pavimentos que se julgar
necessários no projeto, com estes passos executados nossa planta já está pronta
para o lançamento da estrutura.

2.7. Salvar e abrir arquivos no Eberick


O programa dispõe de dois tipos de salvamento de arquivos o “Salvar” e
“Salvar como”, por meio do botão “Salvar” é possível fazer um salvamento rápido
do projeto, com a opção “Salvar como” é possível selecionar onde o arquivo será
salvo e seu nome, função muito útil para quando se precisa salvar uma nova
versão de um projeto por exemplo.
A abertura de um projeto existente pode ser realizada na tela de “Boas
vindas” já mencionada anteriormente ou por meio do botão abrir onde em ambos
o caso é possível escolher o arquivo a ser aberto pelo Eberick.
O Eberick salva o projeto na extensão prj porem recomenda-se a criação
de uma pasta exclusiva para projeto pois a cada lançamento e analise da estrutura
o programa cria uma série de outros arquivos e memorias e cálculo.
2.8. Teclas de atalho
Quando o sistema é instalado existem poucas teclas de atalho definidas,
estas teclas de atalho servem para auxiliar o usuário no lançamento da estrutura,
podendo diminuir consideravelmente o tempo de lançamento de uma estrutura no
Eberick.

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Para configurar nova teclas de atalho o usuário deve ir em


“Configurações”, “Teclas de atalho” lembrando que caso o usuário por algum
motivo precise reinstalar o programa em sua máquina estas teclas de atalho
definidas serão perdidas.

Figura 2.7: Definição das teclas de atalho do sistema.

Nesta tela além de definir as teclas de atalho do sistema o usuário pode


definir abreviaturas para o comando, que quando digitadas na área de CAD abre o
comando desejado, nesta tela o usuário também pode visualizar as teclas de atalho
já definidas, além de haver a possibilidade de mudar estes atalhos a qualquer
momento.

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3. LANÇAMENTO DA ESTRUTURA NO EBERCIK


O lançamento da estrutura no Eberick é feito de modo simplificado e
intuitivo, para realizar o lançamento da estrutura, na arvore de projetos, basta dar
dois cliques sobre o pavimento onde se deseja realizar o lançamento e será aberto
o croqui com o desenho de arquitetura que permite realizar o lançamento.
Com o croqui do pavimento desejado aberto basta ir no menu “elementos”
que temos acesso as ferramentas de lançamento de fundação, pilares, vigas, lajes e
escadas, além do lançamento de cargas, barras, nó, renumeração de elementos
entre outros.

3.1. Lançamento dos pilares


Para o lançamento dos pilares no desenho o usuário deve ir no menu
“Elementos”, “Pilares”, “Adicionar...” feito isso será aberta uma tela onde o
usuário deve inserir os dados do pilar a ser adicionado, lembrando que a dimensão
mínima para pilares segundo a norma NBR 6118:2014 é de 14 cm, com a área
mínima do pilar sendo de 360 cm², portanto as dimensões mínimas para pilar são
de 14 x 26 cm².

Figura 3.1: Tela para inserção dos dados do pilar

Para realizar o lançamento o lançamento dos pilares basta preencher os


dados e logo após selecionar o local de inserção no desenho.

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 Clique o no canto do desenho onde desejasse que o ponto fixo


do pilar fique colocado.
 Indique o ângulo de rotação do pilar que pode ser feito
digitando o valor de rotação ou com o cursor do mouse.
 Indique a posição final do pilar com o auxílio do mouse.
 Para terminar a inserção de um pilar aceite a solicitação de
deslocamento de 1,5 cm referente ao revestimento do elemento
ou apenas digite outro valor caso desejado e pressione Enter,
durante este curso o valor escolhido será 0 pois o revestimento
já foi considerado no lançamento dos pilares no AutoCad.

Após todos os pilares serem lançados no croqui deve-se renumera-los para


isto basta acessar o menu “Elementos”, “Pilares”, “Renumerar” e indicar o
número do qual deve começar a contagem, por padrão o sistema marca a
contagem a partir do pilar 1, bastando assim pressionar o botão “OK” para realizar
a renumeração dos pilares.

3.2. Lançamento das vigas


Realizado o lançamento dos pilares podemos realizar o lançamento das
vigas, para tal o usuário deve selecionar o menu “Elementos”, “Vigas”,
“Adicionar vigas...” e será aberta para inserção dos dados do elemento.

Figura 3.2: Tela para inserção dos dados da viga

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A tela de lançamento de vigas também permite que seja lançada cargas de


paredes sobre as vigas para tal basta clicar no botão “Lançar...” que será aberta
uma nova tela com para preenchimento dados de altura, espessura e peso da
parede a ser lançada, além de possíveis aberturas.

Figura 3.3: Tela para inserção das cargas de parede sobre a vigas

Com todos os dados preenchidos basta clicar no botão “OK” para que o
usuário tenha os controles para inserir as vigas, para inserção de vigas entre dois
pilares o usuário deve:
 Clicar nos pontos notáveis de cada um dos dois pilares.
 Indicar o lado que a viga deve seguir em relação a primeira
linha criada.
Para lançar uma viga que começa em um pilar e termina em uma outra
viga o usuário deve:
 Clicar no ponto notável do pilar.
 Ativar a ferramenta “perpendicular” ou a captura personalizada
estar com o “perpendicular” selecionado.
 Ligar a nova viga ao centro da viga existente.
 Indicar o lado para o qual a viga será lançada em relação a
linha original.

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Para lançar uma viga que nasce em uma viga e termina em outra viga o
usuário deve:
 Selecionar a ferramenta “ponto relativo”.
 Escolher um ponto de referência.
 Digitar as coordenadas a partir do ponto selecionado e dar
Enter, com isso se iniciará o desenho da viga.
 Em seguida o usuário deve desligar a ferramenta “ponto
relativo” e ligar a ferramenta “perpendicular” e clicar no eixo
da viga que receberá a nova viga lançada.
 Indicar o lado para o qual a viga será lançada em relação a
linha original

Mais detalhes sobre o lançamento das vigas são mostrados nas aulas
número xx.
Concluído o lançamento das vigas na estrutura pode-se realizar a
renumeração dos elementos bastando o usuário selecionar o menu “Elementos”,
“Vigas”, “Renumerar” e escolher o nome a ser dado as vigas, esta renumeração de
elementos será vista com mais detalhes no decorrer do curso.
Caso o usuário deseje alterar o tipo de vinculação de uma viga lançada
deve-se acessar o menu “Elementos”, “Vigas” e selecionar qual o tipo de vínculo
será utilizado sendo possível selecionar rotula, engaste e nós semirrígidos, para
aplicar a modificação basta selecionar o encontro entre a viga e o pilar que
receberá o novo vinculo.
Para cada vinculo o usuário deve estar ciente que a estrutura terá um
comportamento diferente ficando a cargo do usuário definir qual o melhor vinculo
para cada situação de projeto, no projeto executado no curso optou-se por manter
todas as vinculações entre viga e pilar como engastadas.

3.3. Lançamento das lajes


O lançamento das lajes segue o mesmo método já visto até o momento,
para realizar o lançamento das lajes o usuário deve ir em “Elementos”, “Lajes”,

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“Adicionar...” com isso abre-se uma janela onde o usuário deve inserir os dados
referente as lajes.

Figura 3.4: Tela para inserção das lajes

Nesta tela é possível escolher o tipo de laje a utilizada e sua espessura,


bem como os carregamentos que irão atuar na mesma, na versão 2018 do Eberick
foi adicionado o recurso de grupo de cargas onde o usuário pode utilizar uma
carga já predefinida pelo programa ou adicionar um outra no banco de dados do
programa, facilitando assim a usabilidade do programa, nas versões anteriores o
usuário deve inserir estas cargas manualmente de acordo com a norma NBR
6120:1980.
Com todos os dados já definidos basta o usuário clicar em “OK” para
começar a inserir as lajes na estrutura, para realizar a inserção da laje basta o
usuário clicar em um ponto interno formado por 4 vigas.

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Caso o usuário necessite lançar uma viga em balanço deve-se lançar barras
rígidas de contorno e então clicar em um ponto interno, realizando assim o
lançamento da laje.

3.4. Lançamento das fundações


Para realizar o lançamento da fundação o usuário deve acessar a planta do
primeiro pavimento e selecionar o menu “Elementos”, “Pilares”, “Converter para
fundação”, feito isto basta o usuário selecionar todo o desenho que somente os
pilares serão incluídos na seleção e pressionar o Enter, após este processo será
aberta uma nova tela para que o usuário determine o tipo de fundação a ser
utilizada.

Figura 3.5: Tela para inserção das fundações

O usuário deve então selecionar o tipo de fundação e dados da fundação,


para o curso será utilizado fundações do tipo sapata e o apoio como rotulado, o
usuário deve estar ciente que a utilização de apoio rotulado ou engastado
influência nos resultados finais da estrutura, ficando a cargo do projetista
estrutural determinar qual o melhor modelo de apoio para cada situação.
De acordo com a norma NBR 6120:1980 algumas cargas mínimas devem
ser respeitadas, sendo algumas delas listadas abaixo

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Cargas de laje piso:


 Acidental 1,50 kN/m² para quartos, salas, cozinhas e banheiros
e 2,00 kN/m² para áreas de serviço e despensas.
 Revestimento deve-se verificar o peso especifico caso seja
conhecido o tipo de revestimento a ser aplicado ou realizar uma
aproximação deste valor.

Cargas de laje forro:


 Acidental 0,50 kN/m².
 Revestimento deve-se verificar o peso especifico caso seja
conhecido o tipo de revestimento a ser aplicado ou realizar uma
aproximação deste valor.

3.5. Lançamento das escadas


Sem sombra de dúvidas esta é a parte mais difícil e menos intuitiva que o
Eberick possui, para realizar o lançamento de uma escada o usuário deve criar um
pavimento intermediário e nele lançar uma viga para o apoio do patamar de
descanso.
Para criar este nível intermediário o usuário deve ir até a arvore de projeto
e clicar sobre o pavimento que receberá esta escada com o botão direito do mouse
e selecionar a opção “Inserir nível intermediário” com isso abre-se uma tela onde
o usuário deve definir alguns parâmetros.

Figura 3.6: Criação do nível intermediário.

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Com o pavimento intermediário criado o usuário deve expandir as opções


do pavimento desejado para que possa ser selecionado o pavimento intermediário
criado anteriormente, lançando neste nível o patamar da escada.
Para realizar o lançamento do patamar da escada o usuário deve
primeiramente lançar uma viga de apoio na face do patamar, entre dois pilares ou
quaisquer outros apoios, além de lançar barras rigidez para delimitar a área do
patamar.
Para realizar o lançamento do patamar basta que o usuário vá em
“Elemento”, “Escadas”, “Adicionar patamar de escadas...”, com isso abre-se uma
tela para que o usuário insira os dados relativos ao patamar da escada.

Figura 3.7: Lançamento do patamar da escada.

Com os dados referentes ao patamar da escada corretamente preenchidos,


basta que o usuário clique sobre o contorno definido anteriormente para que o
programa lance o patamar da escada.

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Realizado este procedimento podemos lançar os lances de escada, no


projeto desenvolvido para o curso, a escada será dividida em lances e um patamar
de descanso.
Para realizar o lançamento dos lances de escada o usuário deve sempre
começar a lançar do pavimento superior para o inferior, por exemplo, para realizar
o lançamento de uma escada que ligue o pavimento térreo ao primeiro pavimento
o usuário após realizar o lançamento do patamar no nível intermediário, deve
começar o lançamento do lance de escada do primeiro pavimento para o térreo.
Para que realizar o lançamento dos lances de escada o usuário deve ir em
“Elementos”, “Escadas”, “Adicionar lance de escada”, com isso será aberta uma
tela para configuração de alguns parâmetros.

Figura 3.8: Lançamento do lance de escada.

Com os dados preenchidos corretamente basta que o usuário clica no


primeiro apoio, no caso a viga de borda da laje, clique em uma linha lateral da

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escada e posteriormente na segunda linha lateral da escada, com isso uma nova
caixa de diálogo é aberta.
Nesta caixa de diálogo o projetista pode definir qual para pavimento a
escada deve seguir, deve-se definir também a espessura das barras de contorno,
que por padrão o sistema utiliza 0.0.
Realizado este procedimento o croqui do pavimento inferior é aberto para
que o usuário selecione o ponto de apoio do lance de escada, que por padrão será
apoiada em uma barra do patamar ou em um trecho da viga, caso seja necessário.

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4. CONFIGURAÇÕES DO SISTEMA
Na parte de configurações e possível alterar muita coisa no Eberick que
por default do sistema vem muitas vezes configuradas com valores bem acima do
recomendado em norma, causando assim um superdimensionamento da estrutura
e consequentemente encarecendo o projeto.
Na parte de configurações do sistema o usuário deve alterar os valores
ciente que quaisquer alterações podem causar uma grande mudança na análise e
dimensionamento do projeto, sendo assim recomenda-se que o usuário tenha
cautela na hora de mudar configurações do sistema e sempre que seja feita uma
alteração, esta esteja dentro dos parâmetros estipulados na NBR 6118:2014.

4.1. Materiais e durabilidade


Na configuração de matérias e durabilidade é possível alterar uma série de
fatores do projeto como classe de agressividade, dimensão do agregado, abertura
máxima de fissuras, classe do concreto e bitolas e etc.

Figura 4.1: Tela de configuração de materiais e durabilidade

Estas modificações podem ser aplicadas tanto ao projeto como um todo


como para um pavimento isolado, caso o usuário ao realizar a mudança de dados
insira valores que não são cobertos pela norma aparecerá no campo aviso quantos

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problemas foram encontrados permitindo que o usuário verifique se deseja ou não


continuar com as alterações.
Caso o usuário deseje ver qual o parâmetro que não está cumprindo o
estipulado pela norma basta clicar em “Detalhes...” que será aberta uma tela com
as verificações de parâmetros, caso deseje mudar basta selecionar o dado incorreto
e clicar em corrigir.

Figura 4.2: Tela de verificação de parâmetros

Outra configuração importante que pode ser realizada é a sobre a fluência


do concreto, onde o usuário pode definir alguns fatores que serão utilizados para
determinar as flechas nas estruturas.

Figura 4.3: Tela de fluência do concreto

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A umidade relativa do ar por padrão do sistema é 70%, mas o usuário pode


alterar esta umidade relativa do ar para a umidade característica da sua região de
atuação, esta informação pode facilmente ser encontrada em site de meteorologia.
O usuário também pode definir a vida útil mínima da estrutura que por
norma é estipulada em 50 anos, bem como o início dos carregamentos e o início
dos carregamentos de parede, estes parâmetros possuem influência direta no
cálculo das flechas imediatas e finais da estrutura calculada.
Ainda em materiais e durabilidade o usuário pode inserir novas classes de
concreto ao programa, na versão básica do sistema ficando limitado a 50 Mpa por
conta de hipóteses de cálculo diferentes para concreto acima desta resistência,
para que possa utilizar concreto com resistência entre 50 e 90 Mpa o usuário deve
inserir um modulo adicional para esta função.

Figura 4.4: Tela de fluência do concreto

Para adicionar uma nova classe de concreto basta clicar no botão “+” e
preencher os parâmetros solicitados pelo programa, sendo algo bem simples e
intuitivo.
Nesta tela o usuário pode definir o nome do concreto, resistência
característica, coeficiente de minoração do concreto, peso específico, abatimento,

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tipo do agregado e custos de material e mão de obra entre outros fatores que
podem ser calculados automaticamente ou manualmente pelo usuário.

4.2. Dimensionamento das sapatas


Nas configurações de dimensionamento assim como nas de
dimensionamento o usuário pode definir uma serie de parâmetros para obter um
melhor dimensionamento da estrutura, entretanto neste curso iremos abordar
apenas a aba sapatas.

Figura 4.5: Tela para dimensionamento de sapatas.

No grupo de configurações “Solo”, que é o importante neste curso, o


usuário pode definir os seguintes parâmetros:
 Tipo do solo: com este item o usuário pode configurar em qual
tipo de solo a sapata estará apoia, como por exemplo, arenoso

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ou coesivo, este item serve para que as sapatas sejam


verificadas quanto ao deslizamento quando submetidas a cargas
horizontais. A escolha do solo é fundamental pois em cada tipo
de solo é realizada um tipo de análise diferente quanto a
resistência ao deslizamento.
 Pressão admissível: neste item o projetista pode definir qual é
a pressão admissível inicial na camada de solo onde serão
executadas as sapatas, caso em um projeto existem várias
sapatas com tensões de solo diferente o usuário pode definir um
valor individual de acordo com o elemento.
 Coesão: neste item o projetista pode definir a coesão do solo
onde estará apoiada a sapata, este parâmetro é utilizado pelo
programa para verificar o deslizamento de sapatas com carga
horizontal.
 Peso especifico: neste item o projetista pode definir o valor do
peso especifico do solo utilizado no reaterro das sapatas, este é
um parâmetro importante pois em casos onde as sapatas estão
sujeitas a tombamento o peso do solo pode contribuir no
equilíbrio da sapata, caso o projetista queira desconsiderar este
efeito sobre as sapatas basta informar o valor do peso
especifico do solo como sendo zero.
 Ângulo de atrito: este item somente está disponível para o
usuário quando o tipo de solo escolhido for o “arenoso”, com
esta configuração o projetista pode definir o ângulo de atrito
inicial interno dos solos arenosos, valor este utilizado pelo
programa para realizar verificações quanto ao deslizamento das
sapatas, arrancamento de sapatas e em sapatas de divisa.
 Redutor de atrito: este item, assim como o anterior, somente
está disponível se o tipo de solo configurado for “arenoso”,
com esta configuração é possível definir um valor de redução
no ângulo de atrito do solo, por padrão o valor configurado no

Eng. Emanuel Dantas 24


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software é de 0.67 que é o recomendado em diversas


literaturas.

4.3. Pranchas e RA
Na configuração de pranchas e relação de aço é possível definir o tamanho
das folhas para impressão dos desenhos como prancha ou caderno, além de
escolher os espaçamentos para margens e espaçamento horizontal e vertical dos
elementos, o usuário pode ainda definir a ordenação das pranchas, podendo
escolher entre manter uma sequência numérica ou otimizar a área útil da prancha.
O usuário pode definir também alguns parâmetros, como relação de aço
“global”, “individual” ou “sequencial”, além de existir a possibilidade de
configurar o resumo de aço, apresentando “peso”, “barras” ou “peso e barras”
além de existir a possiblidade de configurar o acréscimo de aço, além do
comprimento unitário caso alguma das opções de “barras” esteja selecionada.

Figura 4.6: Tela pranchas e relação de aço

4.4. Vento
Na configuração de vento o usuário pode definir a velocidade média do
vento para cada região de acordo com o mapa de ventos disponibilizado pelo

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programa, por padrão o vento é configurado para o pior caso no cenário brasileiro
que é 42 m/s.
O projetista deve definir este valor para o mais próximo de sua realidade
pois o vento influencia diretamente no dimensionamento da estrutura, a edificação
calculada no curso será em uma região onde a velocidade média do vento é de 35
m/s.
Nesta tela o projetista também pode escolher qual o valor de S1 para a
localidade onde está sendo realizado o projeto o que altera os valores de
coeficiente de vento para cada um dos 3 casos.
O usuário também pode definir os dados da edificação em relação ao seu
maior tamanho horizontal ou vertical juntamente com a rugosidade do terreno que
deve ser considerada de acordo com os parâmetros estipulados na norma NBR
6123:1983.
Por último o usuário pode definir o fator estatístico de para a edificação
que pode ser considerado de acordo com o tipo de uso da mesma.

Figura 4.7: Tela para configuração de vento

4.5. Verificações ao ELS

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Na configuração de estado limite de serviço é possível determinar os


limites máximos de flecha para cada situação descrita na norma, o usuário pode
definir novos valores para análise das flechas bem como o tipo de combinação de
carregamento a ser considerada, além disso o usuário ainda pode definir os limites
de contra flecha máxima na estrutura.
O usuário pode definir também qual vai ser o máximo valor de contra
flecha pelo estipulado em norma ou limitando ao valor do deslocamento imediato
esta limitação por deslocamento imediato pode ser interessante quando o
carregamento final pode demorar a ocorrer na estrutura.
Por padrão os valores de flecha são estipulados pelo máximo valor
encontrado na NBR 6118:2014 sendo assim não é interessante que o usuário
preencha os campos com valores acima dos padrões, mas ficando livre para inserir
valores menores o que acarretará em uma análise mais criteriosa do estado limite
de serviço da estrutura.

Figura 4.8: Tela para configuração de verificação de flechas

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Além da possibilidade de configurar as flechas na estrutura foi aficionado a


possibilidade de análise de vibrações no pavimento.

Figura 4.9: Tela para configuração de verificação de vibrações no pavimento

Nesta tela o usuário pode selecionar se deseja ou não verificar a vibração


em um determinado pavimento, de acordo com o que foi criado na arvore de
projeto, podendo também determinar o tipo de ambiente para o qual deve ser
realizada a análise.
Já existem alguns ambientes cadastrados no programa que indicam uma
frequência de vibração, caso o usuário deseje, ele pode escolher a opção “Outro” e
utilizar a frequência de vibração que desejar, para o curso deixaremos definido
como “Escritórios”, uma vez que no programa não consta opção de residências.

4.6. Cargas das lajes


Uma nova e interessante função adicionada ao Eberick 2018 foi a inclusão
da possiblidade de cadastrar casos de cargas no programa, fazendo com que o
usuário lance cargas predefinidas de forma rápida.

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Já de início o programa possui uma grande quantidade de tipos de cargas,


mas o usuário ainda pode ainda realizar a exclusão ou inclusão de quaisquer
cargas que para ele for conveniente.
O usuário pode definir cargas características para lajes, patamares e lance
de escada de forma simples e rápida.

Figura 4.10: Tela para cadastro de cargas típicas para lajes

Para realizar a inclusão de um tipo de carregamento para laje basta o


usuário clicar no símbolo de “+” e preencher os dados que o programa solicita,
como nome do carregamento, carga acidental e espessuras e pesos específicos
para cada tipo de elemento que compõe a laje.
Feito isto o programa já calcula automaticamente a carga de revestimento
a ser utilizada pela nova laje cadastrada.

4.7. Configuração de unidades


Para determinar as unidades de medida do sistema devemos ir em
“Configurações” e “Sistema” na tela que se abre é possível selecionar todas as
unidades que o programa utilizará, podendo selecionar padrões pre configurados

Eng. Emanuel Dantas 29


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Como descrito anteriormente é possível determinar unidades de medida de


forma independente ou seguir um padrão predeterminado pelo sistema sendo o
“SI”, “MK*S”, “Sist. Europeu” e “Sist. Inglês”.
Durante o curso foi utilizado o “SI” sistema internacional de medidas com
a única mudança na unidade do “comprimento” que será utilizado em centímetros.
Nesta tela também podemos determinar se o software salve
automaticamente ou não o projeto em um período pre estipulado pelo usuário, que
por default é 30 mim

Figura 4.11: Configuração de unidades do sistema

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4.8. Configuração de ações


Neste tópico será abordado os tipos de ações e as combinações de cargas
que podem ser consideradas no Eberick.
O Eberick traz por padrão 5 grupos de ações, porém é possível que o
usuário insira mais grupos de ações e gere as suas combinações, os grupos padrão
do sistema são: permanente, acidental, subpressão, vento e desaprumo.
No grupo de cargas “Permanente” há por padrão as cargas de peso próprio,
adicional e solo, clicando em cada uma delas é mostrado o seu nome, indicação,
variabilidade e se deve considerar para lajes ou não.
Ainda é possível definir coeficientes de ponderação para cada uma destas
ações, sendo possível determinar coeficientes para quando esta ação é
desfavorável, favorável e fundações.

Figura 4.12: Tela de ações.

Também é possível determinar os fatores de combinação ψ0, ψ1, ψ2, que


podem ser encontrados na NBR6118:2014 nas tabelas 11.1 e 11.2.
Ainda é possível cadastrar um novo grupo de ações clicando no botão “+”
e excluir um grupo clicando no botão “-”, para adicionar um grupo é necessário

Eng. Emanuel Dantas 31


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dar um nome a ele e indicar qual o tipo das ações daquele grupo dentre aquelas
que o programa disponibiliza.
Também é possível cadastrar novas ações, para isto basta preencher os
dados como nome, indicação que é uma sigla para a ação, variabilidade, se deve
ou não ser considerada nas lajes, além disso é necessário cadastrar os coeficientes
de ponderação e os fatores de combinação.

Figura 4.13: Tela de combinações.

Nesta tela é indicada se a ação está ativa ou não, o nome da ação e sua
variabilidade.
Aqui é possível determinar quais cargas devem estar ativas clicando, para
desabilitar uma ação basta desmarcar a caixa de seleção da coluna “Ativo”
referente a ação desejada.
Ainda é possível determinar se as combinações devem ou não ser geradas
automaticamente e se deve considerar o γG favorável no estado limite último,
quando esta opção é habilitada o programa gera as combinações automaticamente
de acordo com as ações que foram inseridas pelo usuário na estrutura.
Por meio do botão “Definir combinações...” é aberto uma nova tela onde
pode-se visualizar as combinações definidas, caso o usuário tenha seleciona a

Eng. Emanuel Dantas 32


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opção de geração automática das cargas não é possível realizar alterações nestas
ações.
Já com a opção de geração automática de cargas desabilitada é possível
incluir, excluir, editar e gerar combinações nesta tela em cada um dos grupos
disponíveis.
O mais indicado neste caso é deixar o programa gerar os casos de
carregamento automaticamente para que seja evitado possíveis erros ou geração
de combinações que não serão utilizadas, mas que tomam tempo de
processamento em sua verificação.

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5. PROCESSAMENTO E DIMENSIONAMENTO DA
ESTRUTURA
Com todo o projeto já lançado fazemos a análise estática linear do pórtico
criado, nesta etapa do projeto já podemos pedir para o programa analisar o modelo
estrutural.

Figura 5.1: Tela para analises e dimensionamento da estrutura.

Para isto temos as opções de análise estática linear, dimensionamento dos


elementos, determinação flechas no pórtico e nas lajes e realização da análise
dinâmica da grelha.

5.1. Analise estática linear do pórtico espacial


Para a versão V10 ou superior do sistema esta opção já vem marcada por
padrão, para as versões anteriores é necessário que o usuário marque está opção,

Eng. Emanuel Dantas 34


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executando esta ação o sistema automaticamente irá montar o pórtico espacial por
meio de algoritmos que possuem equações matemáticas e analisa-lo obtendo
assim os esforços e deslocamentos aproximados da estrutura lançada.
Nesta etapa o usuário consegue visual os digramas de esforços, como
momento fletor, esforço cortante, momento torço entre outros com base em várias
combinações de cargas já preestabelecidas no programa ou cadastradas pelo
usuário, por padrão o sistema mostra ao usuário as envoltórias sejam elas de
momento fletor, esforço cortante e etc.
Nesta etapa de analise o sistema determina a rigidez equivalente do pórtico
analisado para após o dimensionamento da estrutura comparar com a nova rigidez
calculada após a determinação da armadura.

5.2. Análise dinâmica da grelha


Esta opção está disponível no Eberick 2018, e por padrão ela em
desmarcada, está nova analise possui o objetivo de verificar o estado limite de
vibrações excessivas nas lajes, de acordo com as prescrições da NBR 6118/2014.
Para tal o programa calcula as frequências de vibração das lajes e as suas
respectivas frequências, obtendo também a frequência natural da laje e assim
compara os valores obtidos com os valores limites prescritos em norma.
Além disso o programa ainda exibe uma tela onde é possível visualizar o
comportamento dinâmico da laje por meio de animações gráficas, facilitando
assim o entendimento por parte do usuário.

5.3. Determinação das flechas nas lajes


Por padrão esta opção vem desmarcada, ela possui o objetivo de
determinar de uma forma mais precisa os valores de deslocamentos nas lajes,
levando em consideração a seção fissurada das lajes e das vigas.
Como o programa analisa a estrutura como um pórtico espacial ele deve
levar em conta a seção fissurada das vigas uma vez que o deslocamento das vigas
pode ser fator fundamental para a determinação dos deslocamentos das lajes.

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Caso o projetista execute apenas a análise estática linear da estrutura o


programa exibe resultados apenas para “aceitabilidade sensorial – visual” somente
após o processamento deste item são exibidos os resultados mais refinados da
estrutura.
Como já foi dito anteriormente na “análise estática linear” o programa
analise os deslocamentos aproximados da estrutura, esta opção tem como
finalidade refinar os resultados obtidos pela iteração anterior.

5.4. Determinação das flechas no pórtico


Assim como a configuração anterior esta opção também vem desmarcada
por padrão, neste item o programa analisa a estrutura considerando a seção
fissurada das vigas.
Com esta opção ativada o programa obtém deslocamentos mais refinados e
consequentemente mais precisos no pórtico espacial, com esta opção ativa o
programa exibe na tela de deslocamentos das vigas um quadro com a variação
entre a rigidez imediata e a rigidez imediata recalculada.
Como o programa exibe estes resultados em porcentagem, para valores
pequenos a diferença percentual entre os dois resultados pode ser grande porem o
valor bruto é pequeno cabendo ao projetista analisar se esta diferença deve ou não
ser levada em conta.

5.5. Dimensionamento dos elementos estruturais


Assim como as anteriores pode padrão este item vem desmarcado, com
esta opção o projetista pode solicitar ao Eberick que os elementos estruturais
sejam dimensionados, poupando o trabalho de abrir cada janela de elemento e
solicitar o dimensionamento um a um.
Na versão V10 do sistema foi incluído uma nova opção, sendo agora
possível “Dimensionar todos os elementos” onde automaticamente todos os
elementos estruturais lançados no projeto serão dimensionados automaticamente e
“Dimensionar elementos selecionados” sendo que com esta opção o projetista

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pode clicar em “...” e selecionar quais os elementos devem dimensionados pelo


programa.

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6. ANALISE DOS RESULTADOS FINAIS


Neste tópico será realizada as análises dos resultados gerados pelo
programa o que inclui analise dos valores de deslocamentos na estrutura, analise
das áreas de aço dos elementos estruturais e analise dos erros e avisos emitidos na
estrutura entre outros.

6.1. Analise dos resultados dos pilares


Na análise dos resultados dos pilares o usuário possui duas opções de
visualização disponíveis, sendo elas: visualizar resultados por cada lance do pilar
ou visualizar o resultado pelo prumada do pilar.
Caso o pilar obtenha algum erro de dimensionamento ele será apresentado
com o nome em vermelho, facilitando assim a verificação das seções com erro por
parte do usuário, quais outros avisos podem facilmente serem visualizados quando
se pede o detalhamento do pilar.
Por ser mais completa e mais fácil visualizar os resultados em todos os
lances do pilar será utilizado no curso a análise de resultados pela tela de “Pilares
em prumada” disponível após o primeiro processamento da estrutura.

Figura 6.1: Tela para analises dos pilares da estrutura.

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Nesta tela é possível visualizar várias informações referentes a análise e


dimensionamento dos pilares, por exemplo, informações da seção do pilar, cargas
atuantes, informações sobre comprimento de flambagem e os resultados obtidos
para o pilar separado por cada lance do pilar.
Na versão 2018 do programa ainda a possibilidade de otimizar a seção dos
pilares de acordo com composições de custo escolhidos pelo usuário, com esta
função o projetista pode buscar uma seção resistente com o menor custo de uma
forma mais rápida e pratica.
Por fim ainda é possível uniformizar a armadura, ou seja, nesta opção o
projetista pode ou não escolher uma única armadura para toda a prumada do pilar,
mudar a armadura de um determinado trecho, adicionar barras caso deseje ou até
mesmo retirar barras caso seja possível.

6.2. Analise dos resultados das vigas


Para acessar os resultados das vigas basta que usuário selecione na arvore
de projeto o pavimento para o qual deseja ver os resultados, expandindo as opções
do pavimento encontrasse a opção “Vigas”, selecionando-a é aberta uma nova tela
que mostra várias informações referentes as vigas do pavimento.

Figura 6.2: Tela para analises das vigas do pavimento

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Nesta tela é possível visualizar informações como os carregamentos


atuantes na viga, esforços cortantes, momento fletor, momentos torsores,
deslocamentos e um detalhamento simples da viga.
Nesta tela também é possível visualizar informações referentes a
composição dos carregamentos, extensões e vãos livres da viga, bem como
elevações e o nível no qual a viga se encontra.
É possível também modificar as armaduras geradas pelo programa com
um editor simples que mostra em tempo real as alterações feitas tanto para
armadura longitudinais quanto para armaduras transversais.
Assim como nos pilares é possível otimizar as seções de acordo com
parâmetros de custos, gerando assim com uma grande facilidade seções resistentes
com uma maior economia, deixando claro que é sempre recomendado que após a
aplicação destas otimizações a estrutura seja recalculada afim de obter valores
mais reais de deslocamentos e áreas de aço.
Assim como nos pilares, caso haja algum erro de dimensionamento em
alguma viga o programa apresenta a viga com o nome em vermelho, facilitando
assim a identificação da viga com problema.

Figura 6.3: Tela de erros de dimensionamento de vigas

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Quando uma viga se encontra em situação de erro o usuário pode


visualizar facilmente quais são os erros de dimensionamento da viga acessando o
comando “Erros” através do menu “Vigas”, “Armadura”, “Erros” ou utilizando as
teclas de atalho “Alt+L”

6.3. Analise dos resultados das lajes


Para acessar os resultados das lajes basta o usuário seguir os mesmos
passos mostrados para as vigas, selecionando a opção “Lajes” para que seja aberta
uma nova tela com as informações das lajes.

Figura 6.4: Tela para analises das lajes do pavimento

Nesta tela o usuário pode acessar informações como os carregamentos


atuantes nos panos de laje, seção das lajes e armaduras calculadas, ainda há
possibilidade gerar a planta de reações dos panos de laje, deslocamentos atuantes
e um modelo 3d da discretização das barras que compõem a laje pavimento.
Neste modelo 3d o usuário pode visualizar informações como o
deslocamento das lajes, as ações atuantes em cada uma das barras, frequência de
vibração do piso entre outros resultados.

Eng. Emanuel Dantas 41


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Nesta tela ainda é mostrado uma imagem que detalha os lados X e Y da


laje e mostra de forma resumida os momentos fletores e áreas de aço calculadas
para cada laje.
Caso alguma laje não possa ser dimensionada corretamente, assim como
nos elementos anteriores, o seu nome é mostrado em vermelho facilitando que o
usuário visualize o elemento com problemas no dimensionamento.

6.4. Analise dos resultados das escadas


Para acessar a tela de dimensionamento das escadas basta seguir os
mesmos passos mostrados nos itens anteriores selecionando desta vez o item
“Escadas”.

Figura 6.5: Tela para analises das escadas do pavimento

Assim como nas demais telas de dimensionamento, na tela de escadas o


usuário também possui uma grande quantidade de informações disponíveis, uma
tela muito parecida com a tela referente ao dimensionamento das lajes.
Aqui o usuário pode ter acesso as cargas atuantes em todos os lances que
compõem a escada no pavimento, obter as reações de apoio, deslocamentos, gerar

Eng. Emanuel Dantas 42


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detalhamento do lance de escada, assim como nas lajes o usuário pode visualizar o
modelo 3d discretizado das barras que compõe a escada.
Neste modelo 3d é possível analisar os deslocamentos e as regiões mais
solicitadas dos elementos de forma gráfica, além de ter acesso aos esforços
atuantes em cada uma das barras que compõem o elemento.
Assim como nas telas anteriores caso haja algum elemento com erro de
dimensionamento o programa marca os elementos com problema em vermelho
para facilitar a visualização do projetista.

6.5. Analise dos resultados das sapatas


Para acessar a tela de resultados das sapatas o usuário deve seguir os
mesmos passos anteriores, porem desta vez este resultado estará disponível apenas
no pavimento de fundação da estrutura, no caso do arquivo do curso “Pav.
Baldrame”.

Figura 6.6: Tela para analises das sapatas

Nesta tela o usuário tem acesso a várias informações como os esforços


atuantes, seção em planta das sapatas, altura das sapatas, propriedades do pilar
sobre a sapata e os resultados de armaduras das sapatas.

Eng. Emanuel Dantas 43


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Nesta tela o projetista tem acesso também as informações sobre possíveis


erros no dimensionamento das sapatas, detalhamento das sapatas, além de uma
imagem atualizada em tempo real que mostra a situação da sapata.
Assim como nos demais elementos caso uma sapata tenha problemas de
dimensionamento o seu nome aparece em vermelho para facilitar a análise do
projetista.

Eng. Emanuel Dantas 44


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7. DETALHAMENTO E GERAÇÃO DE PRANCHAS FINAIS


Após a finalização do lançamento, analise, dimensionamento e correção de
possíveis erros do projeto, partimos então para o último passo da elaboração do
projeto o detalhamento dos elementos.
Como já foi dito no item 4.3 desta apostila o usuário pode facilmente
escolher um tamanho de prancha pre cadastrado ou selecionar o tamanho que
desejar para que o programa gere os desenhos, o que pode ser separado em
prancha ou caderno conforme a necessidade de cada um.
Por meio de um simples comando todas as pranchas podem ser geradas
automaticamente, para isto basta que o usuário acesse “Estrutura”, “Gerar”,
“Prancha...” e selecione todos os elementos.
Apesar de ser uma opção pratica esta pode não ser a melhor maneira de se
gerar as pranchas pois o programa irá tentar alocar tudo de modo a otimizar o
espaço, podendo assim misturar elementos e dificultar o entendimento do projeto.
Para um melhor entendimento do projeto impresso é ideal que o usuário
gere as pranchas de apenas um elemento por vez.
Sempre que é gerado uma prancha esta aparece apenas um retângulo
branco que indica o local dos desenhos para que o programa passe a mostrar o
detalhamento propriamente dito dos elementos basta que o usuário desmarque a
opção “Mostrar somente layout” que pode ser encontrada no menu “Prancha”.

7.1. Detalhamento das lajes


Para realizar a geração dos desenhos é possível escolher dois caminhos
distintos, um deles é gerar as pranchas pela tela de dimensionamento das lajes que
foi mostrada no item 6.3, caso o projetista escolha esta opção será gerada a
prancha de cada um dos pavimentos individualmente.
A segunda opção é acessar o menu “Estrutura”, “Gerar”, “Prancha...” e
selecione todos os pavimentos desejados para a geração dos desenhos, este é um
modo mais prático para gerar as pranchas já que o programa gera estas pranchas
com uma sequência muito bem organizada.

Eng. Emanuel Dantas 45


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Como se trata de lajes treliçadas é possível gerar as plantas de armadura


nos eixos X e Y, planta das vigotas treliçadas e prancha de vigotas treliçadas onde
é mostrada armadura para trilho da laje.

7.2. Detalhamento das vigas


Assim como para as lajes o detalhamento das vigas pode ser feito de duas
maneiras, pela tela de dimensionamento das vigas mostrada no item 6.2 ou
acessando o menu “Estrutura”, “Gerar”, “Prancha...” e selecione todos os
elementos desejados.
Ao gerar as pranchas pela tela de dimensionamento o programa mostra
uma nova tela pequena com as vigas que o usuário deseja imprimir e os seus
respectivos avisos, caso existam, assim que o programa gera as pranchas também
é aberto uma tela com todos os avisos caso eles existam.
Ao utilizar o segundo processo de geração de pranchas descrito acima o
projetista pode selecionar todos os pavimentos e gerar o detalhamento de todas as
vigas do projeto, o que é bem mais prático, após finalizar a criação das pranchas o
programa também exibe uma tela com avisos, caso estes existam.
Apesar do programa seguir uma boa ordenação dos elementos na prancha
quando o projetista opta por detalhar todas as vigas da estrutura, o programa
mistura vigas de pavimentos distintos em uma mesma prancha o que pode tornar o
entendimento do projeto um pouco mais complexo.

7.3. Detalhamento dos pilares


O detalhamento dos pilares pode ser realizado de dois modos um deles é
como descrito anteriormente no item 8 ou pela tela de dimensionamento
apresentada no item 6.1, as duas maneiras irão gerar as pranchas com todos os
pilares porem com grandes diferenças.
Caso o projetista opte pela primeira opção o detalhamento e realizado por
lance isolado do pilar e o programa busca agrupar todos os lances iguais do pilar
em um único detalhamento o que pode representar um menor consumo de
pranchas para alocar todos os pilares.

Eng. Emanuel Dantas 46


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Caso o usuário opte por gerar o detalhamento pela tela de


dimensionamento o pilar e detalhado em toda a sua extensão e os pilares iguais
não são agrupados, sendo assim pode haver um consumo maior de pranchas para
alocação dos detalhamentos dos pilares.

7.4. Detalhamento das escadas


Assim como para os outros elementos as pranchas das escadas podem ser
geradas pelos dois modos já descritos anteriormente, porem para as escadas pouco
importa por onde será gerado o detalhamento.
Para geração dos detalhamentos das pranchas e mais indicado o segundo
modelo, realizado pelo menu “Estrutura”, “Gerar”, “Prancha...” uma vez que
todos os elementos podem ser detalhados de uma única vez, facilitando o trabalho
do projetista.

7.5. Detalhamento das sapatas


Assim como nos demais itens os detalhamentos das sapatas podem ser
realizados das duas maneiras já descritas nos itens anteriores, mas diferentemente
dos outros, as pranchas dos blocos de fundação são exatamente iguais
independentemente do modo de geração escolhido.

7.6. Planta de locação


A planta de locação das fundações do Eberick mostra os eixos de locação e
as dimensões da sapata, além disso é gerado o quadro de cargas da fundação.
Para gerar a planta de locação das fundações o projetista pode selecionar o
menu “Elementos”, “Gerar”, “Planta de locação” ou por meio do atalho rápido.

7.7. Planta de cargas


Esta é uma planta muito parecida com de locação das fundações, porem
neste caso não é mostrado as sapatas, somente os pilares, com as suas respectivas
coordenadas em projeto. Para gerar esta prancha o projetista deve acessar o menu
“Elementos”, “Gerar”, “Planta de cargas”.

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7.8. Planta de forma


Para gerar as plantas de forma da edificação o projetista pode gerar cada
uma de forma independente expandindo a arvore de projeto e selecionando a
planta de forma desejada ou pelo menu “Elementos”, “Gerar”, “Pranchas de
forma...” e selecionar quais pavimentos devem ser incluídos no desenho.

7.9. Impressão das pranchas finais


Caso deseje o projetista pode importar todas as pranchas para um
programa de CAD qualquer e realizar a impressão ou quaisquer alterações por lá,
porem o Eberick permite que as pranchas sejam impressas diretamente pela
interface do programa sem a necessidade de outros programas de CAD.
Para que a impressão seja realizada de modo correto o projetista deve
realizar algumas configurações preliminares, esta impressão pode ser realizada
para PDF e depois enviada para a gráfica ou diretamente para a impressora
selecionada.

Figura 7.1: Tela de configuração da impressora

Nesta tela o projetista deve selecionar a impressora, neste caso foi


selecionado a impressora virtual cutePDF Writer para geração de arquivos pdf, em

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Curso de Dimensionamento do Sobrado Completo em Eberick – O Canal da Engenharia

seguida deve ser escolhido o tamanho do papel desejado e a orientação de


impressão desejada.
Logo em seguida o usuário deve configurar as pranchas como já foi
mostrado no item 4.4 desta apostila, caso o projetista deseje gerar uma prancha
personalizada alguns passos a mais devem ser seguidos.
Para uma prancha de tamanho personalizado o projetista deve configurar o
tamanho desejado e gerar uma prancha qualquer, logo em seguida deve usar o
comando de construção de “linha” para fazer linhas guias sobre os limites da
prancha gerada.
Com isto feito o usuário deve exportar este arquivo para realizar a
montagem da prancha e do selo em um software de CAD, este procedimento só
necessita ser realizado uma vez para cada tamanho diferente, após configurado o
arquivo no CAD basta o usuário importar o arquivo para o Eberick.

Figura 7.2: Tela de importação de arquivos DWG/DXF

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Curso de Dimensionamento do Sobrado Completo em Eberick – O Canal da Engenharia

Para importar o arquivo o usuário deve ir em “Projeto”, “Importar”,


“DGW/DXF”, na opção de escala deve-se selecionar a opção “não converter” e
logo em seguida pressionar “OK”.
Com estas configurações prontas basta o projetista imprimir o desenho,
para isto deve-se ir em “Projeto”, “Imprimir...”, com isso é aberto uma nova tela
para configuração da impressão.

Figura 7.3: Tela de configuração de impressão

Nesta tela basta o projetista selecionar as opções “Centralizar na


horizontal” e “Centralizar na vertical”, nas configurações de margem, por
definição, todos os valores vem como 20, mas o usuário pode configurar como
bem entender, no curso será utilizado os valores 1 e 2, conforme mostrado na
imagem 8.3.
Caso deseje o usuário pode ter uma pre visualização de como fica a
prancha para impressão.
Nos arquivos do curso há algumas pranchas montadas com o carimbo para
ser preenchido nos tamanhos A0, A1, A2 de acordo com o desenho gerado pelo

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Curso de Dimensionamento do Sobrado Completo em Eberick – O Canal da Engenharia

Eberick, o que já facilita o processo de impressão dos arquivos diretamente pelo


programa.
Caso o projetista deseje imprimir os desenhos gerados em tamanhos A1,
A0 e A2 basta que o usuário gere as pranchas no tamanho desejado e faça a
importação do arquivo DWG referente ao tamanho da prancha gerada, neste caso
o projetista deve seguir somente os passos a partir da importação da prancha.

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Curso de Dimensionamento do Sobrado Completo em Eberick – O Canal da Engenharia

REFERÊNCIAS
ALTOQI Eberick. 2018, Disponível em:
http://help.altoqi.com.br/Eberick/defaul.aspx#pageid=altoqi_eberick. Acesso em:
10 jul. 2018.

Versão 1.0 | 30/11/18

Eng. Emanuel Dantas 52