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ACONSELHAMENTO

E ORIENTAÇÃO
PSICANALÍTICA
Psicoterapia e Aconselhamento em
Psicanálise
■ Psicoterapia é um recurso para o tratamento da ALMA, muito antigo,
porém, no século XX, com o progresso da Medicina, da Psicanálise, da
Psicologia e das várias correntes e doutrinas psicoterápicas para a
abordagem da mente, surgiram muitas definições e operações
terapêuticas, sendo a Terapia Breve uma delas.
■ A Psicoterapia é o tratamento, por meios psicológicos, de problemas
de natureza emocional, no qual uma pessoa treinada
deliberadamente estabelece um relacionamento profissional com o
paciente, com o objetivo de: remover, modificar ou retardar sintomas
existentes; interferir em padrões perturbados de comportamento;
promover o desenvolvimento e crescimento positivo da
personalidade.
■ Em sua forma mais pura consiste na criação, por um profissional
profundamente treinado, da neurose de transferência através da
manutenção da neutralidade, anonimato e passividade na relação
com o paciente; esse método inclui sessões frequentes, o uso do
divã, a adoção da regra fundamental da associação livre, a utilização
e interpretação dos sonhos, o foco nas memórias infantis e
interpretação das resistências.
■ ONDE HÁ INCONSCIENTE DEVE APARECER O CONSCINETE.
PSICOTERAPIA É A CONSCIENTIZAÇÃO DO INCONSCIENTE.
■ A Psicoterapia Breve é um tratamento de natureza psicológica, de
inspiração psicanalítica, cuja duração é limitada. Nesse modelo, o
terapeuta ajuda o paciente a se ajudar; para tanto, ele assume um
papel mais diretivo e ativo, despreza a neutralidade e não trabalha
com a atenção flutuante.
■ O terapeuta trabalha com o objetivo de fazer com que o paciente
conheça sua próprias capacidades, e aprenda a lidar consigo mesmo.
Além de conhecer-se a si mesmo, este paciente precisa adquirir
suporte emocional para fazer frente às dificuldades que aparecem no
seu dia-a-dia, sem vê-las como fantasmas aterrorizantes, e sim como
algo que faz parte do contexto de vida de todas as pessoas, e que
precisa ser visto como normalidade.
■ Uma terapia de objetivos e tempo limitado pode ser um passo inicial
em direção a um posterior tratamento analítico prolongado.
■ Elementos da relação terapeuta-paciente: expectativas do paciente,
seu posicionamento em relação ao terapeuta e as forças que se
opõem ao trabalho do terapeuta. Todos os elementos tem
componentes conscientes e inconscientes e precisam ser avaliados e
considerados no desenvolvimento do vínculo. As relações
contratransferenciais do terapeuta também são importantes, e
quando inconscientes ela podem ser destrutivas.
■ O terapeuta encoraja o paciente a falar a falar de forma suave e sem
censura, oferecendo um ambiente sem julgamento. Ouvir sem julgar,
estar atento aos próprios sentimentos, apoiar e empatizar com os
esforços do paciente. Por outro lado, o medo de interromper pode
fazer com que informações importantes deixem de ser levantadas ou
esclarecidas.
■ CONTATO EMPÁTICO MANIFESTO – A empatia do terapeuta se faz
manifesta por gestos de escutar atentamente, indicando que o relato
po0de prosseguir com falas como: sim... Compreendo... E então?...
■ CALOR HUMANO – O terapeuta não pode ser frio, calculista,
indiferente. Ele está lidando com um ser humano.
■ FOCO – determinar uma área de conflito na vida do paciente e leva-lo
a trabalhar especificamente este ponto. Para tal, o terapeuta faz uso
de três recursos:

– INTERPRETAÇÃO SELETIVA – o terapeuta trabalha todo o material


relacionado ao conflito focal.
– ATENÇÃO SELETIVA – atenção voltada para o problema
focalizado.
– NEGLIGÊNCIA SELETIVA – evitar qualquer material que possa
desviar o curso do trabalho da meta a ser atingida.
■ EEC – EXPERIÊNCIA EMOCIONAL CORRETIVA
■ A EEC acontece quando o terapeuta procura facilitar o processo
permitindo que o paciente revivencie dentro do ambiente seguro do
relacionamento terapeutico e circunstancias favoráveis, situações
intoleráveis do passado. O paciente revivencia seus conflitos originais
na relação terapêutica mas numa forma menos intensa do que na
relação original.
■ O terapeuta assume intencionalmente uma atitude diferente daquela
pessoa que participou do conflito original do paciente.
■ Se o comportamento do paciente se mantiver nos padrões originais,
então o terapeuta vai agir com o objetivo de auxiliar o paciente a
perceber intelectualmente as distorções cognitivas avaliando a
irracionalidade e inadequação de suas reações emocionais.
■ TIPOS DE INTERVENÇÃO VERBAL DO TERAPEUTA:
■ 1. INTERROGAR – explorar em detalhes as respostas do paciente
■ 2. PROPORCIONAR INFORMAÇÕES – terapeuta orienta em relação ao
processo terapeutico
■ 3. CONFOIRMAR OU RETIFICAR os conceitos do paciente sobre a
situação
■ 4. CLARIFICAR – reformular o relato do paciente de modo que certos
conteúdos e revelações do mesmo adquiram maior relevo
■ 5. RECAPTULAR – resumir os pontos essenciais sugeridos no
processo exploratório de cada sessão e do conjunto do tratamento
■ 6. ASSINALAR – relações entre dados, sequencias, capacidades
manifestas e latentes do paciente
■ 7. INTERPRETAR o significado dos comportamentos, motivações e
finalidades latentes, em particular os conflitos
■ 8. SUGERIR atitudes e determinadas mudanças a título de
experiências
■ 9. INDICAR – especialmente a realização de certos comportamentos
com caráter de prescrição ou seja, intervenções diretas
■ 10. DAR ENQUADRAMENTO A TAREFA – local das sessões, duração e
frequência das sessões, ausências e honorários
■ 11. META-INTERVENÇÕES – comentar ou aclarar o significado de
haver recorrido a qualquer das intervenções anteriores.
■ 12. OUTRAS INTERVENÇÕES – anunciar interrupções, variações
ocasionais dos horários etc.
ACONSELHAMENTO
E ORIENTAÇÃO
COMPORTAMENTAL
Psicoterapia e Aconselhamento
Comportamental
■ O homem é produto do meio. O comportamento é, essencialmente, o
resultado de esforços constantes e sistemáticos, que tanto podem gerar
consequências agradáveis como adversas.
■ O aconselhamento comportamental centraliza-se no comportamento
observável.
■ O comportamento humano, na sua parte, é aprendido, podendo ser
modificado através da manipulação e da criação de novas condições de
aprendizagem.
■ Os problemas do aconselhando devem ser conceituados como problemas
de aprendizagem, sendo função do aconselhador ajudar o aconselhando a
aprender maneiras mais eficazes de solucionar seus próprios problemas.
■ Cabe ao aconselhando decidir quais os problemas que pretende solucionar na
situação de aconselhamento.
■ A compreensão e a empatia são desejáveis e necessárias na fase inicial do
aconselhamento para a identificação da problemática. Mão não são
considerados o suficiente para resultados eficazes em aconselhamento.
■ O objetivo final do aconselhamento é ajudar o aconselhando a lidar mais
efetivamente com seu ambiente e substituir comportamentos desadaptativos
por comportamentos adaptativos. O aconselhador procura aproximar-se o mais
possível da situação real em que o problema de comportamento pode ser
modificado.
■ O aconselhamento deve ser planejado para ser trabalhado um problema de
comportamento de cada vez.
■ O monitoramento ou automonitoramento da frequência da ocorrência do
comportamento desadaptativo é uma prática essencial.
■ As mudanças de comportamento ocorrem em etapas, mudanças gradativas.
■ TÉCNICAS:
■ APRENDIZAGEM OPERANTE – baseada no reforço do aconselhador.
■ APRENDIZAGEM IMITATIVA – técnicas de aprendizagem social (Bandura) –
utilizando a imitação através de recursos como vídeos, imagens,
encenações, biografias, relatos e outras formas onde a pessoa possa ver
um “modelo” de como se comportar em determinada situação.
■ APRENDIZAGEM COGNITIVA – auxiliar o aconselhando a desenvolver a
habilidade de resolver problemas, a tomada de decisão, a tomada de
consciência de como seu comportamento afeta a si mesmo e aos outros.
■ APRENDIZAGEM EMOCIONAL – técnicas de dessensibilização – exposição
gradativa a situação emocionalmente angustiante alternado com técnicas
ou momentos de relaxamento com o intuito de diminuir a resposta
emocional mediante a situação que a estimula.
ACONSELHAMENTO
E ORIENTAÇÃO
COGNITIVO-
COMPORTAMENTAL
Objetivos da Terapia Cognitivo-
comportamental
■ A) Flexibilidade cognitiva: levar o paciente a questionar a veracidade
de seus pensamentos e modificar erros cognitivos.
■ B) Reestruturação Cognitiva: Auxiliar o paciente a chegar na crença
central e no sistema de esquemas e modificar tal crença para uma
mais funcional.
■ C) Resolução de Problemas: Auxiliar o paciente no desenvolvimento
da capacidade de criar hipóteses, explorar opções e pensar mais na
solução que no problema em si.
Modelo Cognitivo – Aaron Beck

Evento Análise
cognitiva

Comportamento

Emoção
Modelo Cognitivo

Não consigo dar


conta do trabalho
Ir ao trabalho Vou ter crise no
trabalho
É muita
responsabilidade
para mim
Chorar
Não sair do metrô
Voltar para casa
Ansiedade
Tristeza
SITUAÇÃO ESTRATÉGIAS OU
CRENÇA ESTILOS DE
ORIGINAL
CENTRAL ENFRENTAMENTO
VERDADES
INCONTESTÁVEIS

REGRAS E CRENÇA
SUPOSIÇÕES INTERMEDIÁRIA

BREVES E
VERDADEIROS COMPORTAMENTO
PENSAMENTO
SITUAÇÃO ATUAL AUTOMÁTICO EMOÇÃO

REAÇÕES FÍSICAS
PENSAMENTO AUTOMÁTICO

Como sou burro! Nunca vou


entender isso...
■ Breves
■ Imperativos Todos parecem tão concentrados, só
eu estou boiando?
■ Tidos como verdades
■ Geralmente não são Eles vão rir de mim se eu abrir a
percebidos boca e falar alguma besteira. Melhor
não falar nada...
PENSAMENTO AUTOMÁTICO
■ São fluxo de pensamentos que coexistem com um fluxo de pensamento
mais manifesto. Surgem espontaneamente e não são embasados em
reflexão ou deliberação.
■ Normalmente esses pensamentos são negativos ou disfuncionais, ou
seja, influenciam negativamente na vida do sujeito. Tem origem na
crença central e afetam diretamente as respostas emocionais como
tristeza ou medo, os comportamentos como sair da sala ou agredir
alguém e causam reações físicas como sudorese, tremores, rubor etc.
■ Podem ocorrer em forma verbal ou como imagens.
■ Normalmente ocorrem como consequência a uma situação
desencadeante.
EXEMPLO 1
SITUAÇÃO

Aula de calculo na faculdade. Não havia entendido a matéria ainda.

PENSAMENTO AUTOMÁTICO

O professor está olhando para mim. Ele vai me reprovar. Vai chamar minha atenção.

RESPOSTA

Ansiedade, medo, as mãos começaram a suar, na primeira oportunidade saí da sala


e não voltei até o intervalo para pegar minhas coisas e ir embora.
EXEMPLO 2
SITUAÇÃO

Em casa, no meu quarto, sozinha. Olhando uma foto minha. Faz algum tempo e tive
recaída do transtorno alimentar.

PENSAMENTO AUTOMÁTICO

Estou gorda novamente. Preciso emagrecer.

RESPOSTA

Angústia, raiva, medo de engordar, fiz 1h de abdominal e 4h na bicicleta


ergométrica.
Situação: Pensamentos: Reações:

Ambiente de Se não der 100% não Tristeza


trabalho sou bom o suficiente Raiva
Ansiedade
Excesso de Não vale a pena me Desânimo
trabalho esforçar, pois nunca vou Cansaço
sair do mesmo lugar Vontade de
Excesso de desistir
cobrança Sou só mais um dentro Sintomas de
da empresa, qualquer Estresse
Falta de um faz o que eu faço Apatia
reconhecimento
Pensamentos: Respostas Adaptativas: Soluções possíveis:

Impossível dar sempre Exercícios de relaxamento


Se não der 100% não 100%, portanto, não serei
sou bom o suficiente ruim se não conseguir Investir nas outras áreas
sempre da minha vida, em
Não vale a pena me especial o lazer
esforçar, pois nunca Enquanto não tomar uma
vou sair do mesmo atitude diferente, nada vai Fazer cursos,
lugar mudar. Preciso pensar em atualizações, procurar
possíveis soluções novo emprego, tornar o
Sou só mais um ambiente de trabalho
dentro da empresa, Eu gosto do que eu faço, mais agradável
qualquer um faz o que independente de ser melhorando as minhas
eu faço reconhecido relações e meu humor
CRENÇAS INTERMEDIÁRIAS

■ São regras, padrões, normas, premissas e atitudes que adotamos e


que guiam a nossa conduta.
■ São pressupostos que se manifestam sempre de forma condicional.
■ Tem origem na crença central.
■ Se manifestam em forma de regras e suposições:
■ Ex: “Se eu fizer o que os ouros esperam, irão gostar de mim”. “tenho
sempre que obedecer, para não perder a minha mãe”.
EXEMPLO 2
SITUAÇÃO

Em casa, no meu quarto, sozinha. Olhando uma foto minha. Faz algum tempo e tive
recaída do transtorno alimentar.

PENSAMENTO AUTOMÁTICO

Estou gorda novamente. Preciso emagrecer.

RESPOSTA

Angústia, raiva, medo de engordar, fiz 1h de abdominal e 4h na bicicleta ergométrica.


CRENÇAS CENTRAIS OU NUCLEARES
■ Crença é uma condição psicológica que se define pela sensação de veracidade.
Elas não são “a verdade”, são apenas uma percepção que foi aceita como
verdade.
■ As crenças centrais sãos mais abstratas e gerais, constituindo um nível mais
profundo de representação do pensamento.
■ A crença central influencia na percepção. Dessa forma, o processamento da
informação se torna tendencioso, extraindo da realidade apenas os aspectos
que confirmam a crença disfuncional. Esse processo se chama viés
confirmatório.
■ As crenças centrais são formadas a partir de experiências vivenciadas desde a
infância, das quais absorvemos algumas verdades que construímos e temos
como verdade como, por exemplo, não ser amado ou ser incompetente.
CRENÇAS CENTRAIS OU NUCLEARES

■ Elas fazem parte da formação do nosso caráter, que se refere a fatores


psicossociais, fatores aprendidos que influenciam na personalidade do
sujeito. Boa parte do caráter é formado ao longo da experiência e do
processo de socialização.
■ Resumindo, crenças são verdades que aprendemos acerca de nós
mesmos. Elas influenciam na forma como percebemos o mundo e ao
mesmo tempo, o que percebemos confirma continuamente as crenças.
Elas regem nosso modo de pensar, agir e até sentir. São estruturas
rígidas, porém, não são imutáveis.
CRENÇAS CENTRAIS OU NUCLEARES

■ As crenças centrais podem ser divididas em categorias que são


facilmente perceptíveis, porém, de essencial importância para o bom
andamento da terapia.
■ DESAMPARO: impotente, frágil, vulnerável, sozinho, desamparado,
necessitado, sente falta de uma base.
■ DESAMOR: indesejável, incapaz de ser gostado, rejeitado, abandonado,
carente de afeto, sem atrativos, sente um vazio.
■ DESVALOR: incapaz, incompetente, inadequado, ineficiente, falho,
fracassado, sem valor, burro.
Sou um fracasso
Crença Central
Suposições: 1. Se eu trabalhar muito duro, eu posso fazer bem as
coisas
Crenças 2. Se eu não trabalhar arduamente, eu fracassarei
Intermediárias Regras: 1. Eu deveria me esforçar ao máximo
2. Eu deveria ser excelente em tudo o que eu tento fazer

Eu não posso fazer isso


Pensamentos
Isso é difícil demais
Automáticos
Eu jamais aprenderei isso
Disfuncionais
(PAD)

Emoções Tristeza/ Ansiedade/ Desânimo

Comportamentos Desistir/ Evitar desafios/ Dar o mínimo necessário apenas


Técnicas Básicas

■ Questionamento Socrático
“Quais as evidências?”
■ Descoberta Guiada
“Quais outros pensamentos você teve na situação? “
“Você se lembra de mais algum pensamento?”
“O que está passando pela sua cabeça neste momento?”
■ RPD – Registro de Pensamento Automático Disfuncional
1 2 3 4 5 6 7
Situação Pensamento Automático Emoção Evidências que Evidências que Respostas Adaptativas Emoção (agora)
APOIAM NÃO APOIAM
O que aconteceu? O que estava passando pela O que estava Quais as Quais as Pensamentos alternativos Como estou me
Fato minha cabeça naquele sentindo evidências ou evidências ou ou respostas adaptativas sentindo agora?
momento? naquele fatores que fatores que são a estes pensamentos
momento? confirmam este contra este baseados nas evidências
pensamento? pensamento? contrárias
Descreva a situação: Quantifique o quanto acredita Meça a Quantifique o quanto acredita Meça a intensidade de
0 a 100 intensidade de de 0 a 100 o a 100
o a 100

Quando foi? Algum outro pensamento?

Onde estava?

Com quem estava? Alguma imagem?

Observações
Técnicas Básicas

■ Imagens mentais – levar o paciente a visualizar em sua mente a


situação e o que sentiu. A partir da emoção identificar o que pensou
ou está pensando.
■ Role Play/ Dramatização – Técnicas psicodramáticas são úteis para
fazer o paciente reviver a situação e resgatar o que sentiu. A partir do
que sentiu, identificar os pensamentos.
■ Cadeira vazia – Técnica da Gestalt-terapia útil para auxiliar no
enfrentamento, resgate de emoções e pensamentos entre outros
objetivos.
Técnicas Básicas

■ Brainstorm ou tempestade de ideias – técnica para resolução de


problemas
■ Descatastrofização – a pior hipótese que pode ocorrer
■ Reatribuição – substituir nomes negativos por nomes positivos (sou
chato – sou atencioso)
■ Lista de vantagens e desvantagens para tomada de decisões e
resolução de problemas
■ Gráfico em pizza – gráfico com as dimensões das atribuições (Torta)
ATRIBUIÇÕES

10%
20%
10%
Família
Trabalho
Vida Social
Lazer/Eu

60%
Técnicas Básicas

■ Cartões de Enfrentamento – cartões com lembretes para si mesmo


de evidências que ajudam a confrontar a situação
■ Exposição In Vivo – Dessensibilização ao confrontar gradativamente o
fator que causa a ansiedade
■ Ensaio cognitivo – Exposição a situações que causam ansiedade de
forma hipotética e trabalhar os pensamentos automáticos e
respostas adaptativas possíveis
Técnicas Básicas
■ Seta Descendente:
Pensamento Automático: “Eu deveria estar me dando melhor na vida”
“Qual o significado de se dar melhor?”
“O que te falta para se dar melhor na vida?”
Respostas: “Todos tem QI – quem indica – eu não tenho ninguém assim”
“O que está querendo dizer é que outras pessoas tem ajuda e você não?”
“Em que outras situações aconteceu algo semelhante?”
Resposta: “Sempre, pois nunca tive ajuda. Sempre estive sozinho”
“O quanto você acredita que sempre esteve sozinho?”
Resposta: “totalmente”