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Prova escrita de Português, 9.

º ano (Para)Textos

Prova Escrita de Português


9.º ano
Duração da Prova: 90 minutos Outubro de 2018

Esforça-te por:
– elaborar um discurso claro e organizado.
– utilizar uma linguagem correta e cuidada. Bom trabalho!

GRUPO I

Lê, atentamente, as questões que te são colocadas. Para responderes aos itens que se
seguem, irás ouvir o texto “A independência do Brasil”1 duas vezes.

1
in http://ensina.rtp.pt/artigo/a-independencia-do-brasil/, desde o início até aos 3:04
(consultado em 07-10-2018)

1. Seleciona a opção que completa a frase, de acordo com o sentido do texto:


A consequência de o Brasil não se ter dividido em pequenas repúblicas foi
(A) ter permanecido um só em termos de território, religião, cultura, língua e mentalidade.
(B) a variedade cultural e linguística.
(C) uma maior ligação a Portugal e à cultura deste país.

2. Houve uma mudança na forma como D. João VI foi historicamente retratado.


Seleciona a(s) opção(ões) correta(s) que poderia(m) caracterizar o monarca,
conforme a História o apresentou até há pouco tempo.
(A) Insubmisso
(B) Irresponsável
(C) Astuto
(D) Tonto
(E) Indeciso
(F) Medroso Alínea(s) _____________________________

3. Depois das Comemorações dos 200 anos da aclamação de D. João VI, este soberano
começou a ser encarado como (Seleciona a(s) opção(ões) correta(s).)
(A) Inábil
(B) Sagaz
(C) Incapaz
(D) Um indivíduo muito apreciado pela plebe
(E) Vacilante
(F) Benfazejo Alínea(s) ____________________________

4. O dito francês “Ao expulsar a verdade, ela voltará galopando.” corresponde ao ditado
português
(A) O erro repetido passa por verdade.
(B) Quem diz a verdade não merece castigo.
(C) A verdade é como o azeite: vem sempre ao de cima.

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GRUPO II

TEXTO A

Relações de Portugal com os Países Lusófonos


A relação de Portugal com África e Brasil e demais espaços da Lusofonia foi
consagrada como uma das prioridades da política externa do XVII Governo […]. As
relações transatlânticas e de cooperação ativa com os países lusófonos (Portugal,
Brasil, PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa –, Timor-Leste), como
5 desde há 30 anos, constituem um dos eixos vetoriais1 da política externa de Lisboa, […]
reforçando a importância da língua portuguesa como elemento de unidade e fator de
coesão na Lusofonia e principalmente nas jovens nações africanas e em Timor. A
cooperação com a Lusofonia visa essencialmente a África, mas também Timor e, num
plano distinto, Macau, reduzindo-se sempre que recordamos outros espaços onde o
10 português é uma das línguas mais faladas (Goa, Diu, Damão, territórios vizinhos dos
PALOP).
A cooperação com os países lusófonos não passa apenas pelo fomento e
difusão da expressão e língua portuguesa, através da cultura, da RTP Internacional e
da RTP África e das estações de rádio ou da imprensa, mas também através do
15 intercâmbio cultural e da circulação de quadros e agentes de cultura. A CPLP
(Comunidade de Países de Língua Portuguesa) é uma das estruturas através da qual
Portugal tem procurado estabelecer programas de cooperação ao nível da cultura e do
ensino. Existe também cooperação ao nível militar e da segurança, através da formação
de quadros militares lusófonos nas Forças Armadas e policiais portuguesas. A mais
20 importante fatia da cooperação é a que está relacionada com a formação profissional e
a assistência humanitária, além da cooperação ao nível médico e sanitário. Uma das
linhas de cooperação mais fortes é a relacionada com o apoio a programas de combate
às doenças sexualmente transmissíveis (como a Sida), um flagelo principalmente em
África. Os apoios portugueses aos ministérios da saúde de alguns PALOP são também
25 efetivos. Os programas Bolsa-Escola têm também linhas de ação em quase todos os
PALOP, onde os projetos de alfabetização promovidos por Portugal têm alcançado
alguns resultados muito satisfatórios. A cooperação regista-se também ao nível do
desenvolvimento empresarial, da formação de quadros para a administração pública, ao
nível técnico e científico (nomeadamente na área das telecomunicações), formação de
30 quadros de saúde ou na rentabilização da agricultura (como o programa ligado ao cacau
em S. Tomé e Príncipe). […]
A lusofonia é tida, pois, como um bem comum, um património que urge manter
e criar laços de aproximação e desenvolvimento nos seus estados-membros.

Relações de Portugal com os Países Lusófonos in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto:
Porto Editora, 2003-2018. (consult. em 07-10-2018)

NOTAS
1. eixos vetoriais: prioridade.

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1. As afirmações apresentadas de A. a F. correspondem a ideias-chave do texto


que acabaste de ler. Escreve a sequência de letras que corresponde à ordem
pela qual essas ideias aparecem no texto.

A. Valorização da ligação entre Portugal e os países falantes de português, vista


como prioritária.
B. Referências aos continentes e países-alvo deste trabalho colaborativo.
C. Ênfase na lusofonia como uma riqueza e criadora de união entre as nações.
D. Enumeração das áreas mais significativas, no que concerne à cooperação.
E. Referência a um dos pontos essenciais da política do Governo português: uma
ativa interação com os países falantes de português.

Sequência: __________________________

2. Seleciona a opção que completa a frase, de acordo com o sentido do texto:


2.1. O Governo português, desde há três décadas, que elege, como fator de união,
(A) a cultura comum.
(B) a língua portuguesa.
(C) a convergência em termos de ideologias políticas.
(D) a semelhança das políticas externas.

3. Transcreve, das linhas 19 a 24, as áreas nas quais há um maior empenho quando se
fala de cooperação entre Portugal e os países lusófonos.
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4. Atenta na frase:
O texto que acabei de ler é de opinião/uma crónica/expositivo/apreciação crítica.

4.1. Obtém uma afirmação correta, riscando as palavras que não fazem sentido.

TEXTO B
Coisas que o mundo inteiro devia aprender com Portugal
Ruth Manus (jornalista brasileira) – 26/11/2016
Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média e é muito maior do
que parece. Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com
Portugal.
Dentre as coisas que mais detesto, duas podem ser destacadas: ingratidão e
5 pessimismo. Sou incuravelmente grata e otimista e, comemorando quase dois anos em
Lisboa, sinto que devo a Portugal o reconhecimento de coisas incríveis que existem aqui
– embora me pareça que muitos nem percebam.
Não estou dizendo que Portugal seja perfeito. Nenhum lugar é. Nem os
portugueses são, nem os brasileiros, nem os alemães, nem ninguém. Mas para
10 olharmos defeitos e pontos negativos basta abrir qualquer jornal, como fazemos
diariamente. Mas acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo
inteiro se deveria inspirar.

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Para começo de conversa, o mundo deveria aprender a cozinhar com os


portugueses. […]
15 Mais do que isso, o mundo deveria aprender a relacionar-se com a terra como
os portugueses se relacionam. Conhecer a época das cerejas, das castanhas e da
vindima. […]
O mundo deveria saber ligar a terra à família e à história como os portugueses.
A história da quinta do avô, as origens transmontanas da família, as receitas típicas da
20 aldeia onde nasceu a avó. O mundo não deveria deixar o passado escoar tão
rapidamente por entre os dedos. E, se alguns dizem que Portugal vive do passado, eu
tenho certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.
O mundo deveria ter o balanço entre a rigidez e o afeto que têm os portugueses.
De nada adiantam a simpatia e o carisma brasileiros se eles nos impedem de agir com
25 a seriedade e a firmeza que determinados assuntos exigem. O deputado Jair Bolsonaro,
que defende ideias piores que as de Donald Trump, emergiu como piada e hoje
fortalece-se como descuido no nosso cenário político. Nem Bolsonaro nem Trump
passariam em Portugal. Os portugueses […] não riem desse tipo de figura, nem
permitem que elas floresçam. […]
30 Os portugueses são dos poucos povos que sabem dosear1 rigidez e afeto, acidez
e doçura, buscando sempre a medida correta de cada elemento, ainda que de forma
inconsciente.
Todo país do mundo deveria ter uma data como o 25 de Abril para celebrar. Se
o Brasil tivesse definido uma data para celebrar o fim da ditadura, talvez não
35 observássemos com tanta dor a fragilidade da nossa democracia. Todo país deveria
fixar o que é passado e o que é futuro através de datas como essa.
Todo idioma deveria carregar afeto nas palavras corriqueiras2 como o português
de Portugal carrega. Gosto de ser chamada de miúda. Gosto de ver os meninos
brincando e ouvir seus pais chamá-los carinhosamente de putos. Gosto do uso
40 constante de diminutivos. […]
O mundo deveria aprender a ter modéstia como os portugueses – embora os
portugueses devessem ter mais orgulho desse país do que costumam ter. […]
O mundo deveria saber olhar para dentro e para fora como Portugal sabe. […]
Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média e é muito maior do que
45 parece. Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com
Portugal. Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos.

in Observador.pt, https://observador.pt/opiniao/coisas-que-o-mundo-inteiro-deveria-aprender-
com-portugal/ (consultado em 7-10-2018, adaptado e com supressões)

NOTAS
1. dosear: repartir em doses. 2. corriqueira: comum, vulgar.

5. Seleciona a alínea que corresponde a um possível título alternativo para esta crónica.
A. A ingratidão e o pessimismo.
B. Trump e Bolsonaro: ligações a Portugal.
C. Portugal: país com ligação às suas raízes.
D. Elogio dos portugueses.

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6. Com a frase “O mundo não deveria deixar o passado escoar tão rapidamente por
entre os dedos (ll. 20-21), pretende-se
A. salientar que o tempo passa demasiado depressa.
B. mostrar que devemos aprender com o passado, de modo a não esquecer os
erros cometidos e não os repetir.
C. enfatizar que temos de aproveitar todos os momentos do quotidiano.
D. mostrar que Portugal deve ser um país só virado para o futuro.

7. Quando, na linha 33, afirma “Todo país do mundo deveria ter uma data como o 25 de
Abril para celebrar.”, a autora pretende salientar
A. a importância da celebração dos dias relevantes para o país.
B. que o dia 25 de Abril deveria ser dedicado a Portugal e feriado no Brasil.
C. a necessidade de haver um dia que nos relembre da importância de valorizar
a democracia.
D. que devemos estar sempre voltados para o futuro, deixando tudo o que é
passado para trás.

8. Ao longo do texto, Ruth Manus vai mostrando que Portugal tem “certas características
nas quais o mundo inteiro se deveria inspirar” (ll. 11-12).
8.1. Redige um parágrafo, no qual enumeres quatro dos vários argumentos usados pela
autora ao longo da crónica.
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9. Para comprovar um dos seus argumentos, a autora recorre a um exemplo.


Seleciona-o.
A. “O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as de Donald
Trump, emergiu como piada e hoje fortalece-se” (ll. 25-26).
B. “O mundo deveria aprender a ter modéstia” (l. 41).
C. “Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média” (l. 44).

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10. Na conclusão do texto, a cronista afirma “Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros
tivemos.” (l. 46)
10.1. Explica, por palavras tuas, a que sorte se refere a cronista.
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PARTE C
11. O texto de Ruth Manus é uma crónica.
11.1. Justifica esta afirmação, redigindo um texto com introdução, desenvolvimento e
conclusão.
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GRUPO III

1. Identifica todas as frases em que o elemento sublinhado desempenha a função


sintática de complemento direto. Escreve o número do item e as letras que identificam
as opções escolhidas.
A. “Mas acredito que Portugal tenha certas características” (l. 11)
B. “Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média” (l. 44)
C. “Sou incuravelmente grata e otimista” (l. 5)
D. “Gosto de ver os meninos brincando” (ll. 38-39)
E. “talvez não observássemos com tanta dor a fragilidade da nossa democracia” (ll. 34-35)
F. “Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos.” (l. 46)

Alínea(s): ________________________________________

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2. Faz corresponder, na tabela abaixo, a palavra sublinhada nos excertos da Coluna A,


à respetiva classe e subclasse, na Coluna B.

Coluna A Coluna B

1. Advérbio de tempo
A. “acidez e doçura” (ll. 30-31)
2. Verbo
B. “quase dois anos” (l. 5)
3. Adjetivo numeral
C. “como fazemos diariamente” (ll. 10-11)
4. Adjetivo qualificativo
D. “Não estou dizendo” (l. 8)
5. Determinante demonstrativo
E. “Sou incuravelmente grata e otimista” (l. 5)
6. Advérbio de modo
F. “através de datas como essa” (l. 36)
7. Nome comum
G. “O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias
8. Pronome demonstrativo
piores” (ll. 25-26)
9. Quantificador numeral
H. “Portugal é um país muito mais equilibrado”
10. Pronome relativo
(l. 44)
11. Advérbio de quantidade e grau

A. B. C. D. E. F. G. H.

3. Escolhe a opção que indica o referente do pronome presente na frase:


“Gosto de ver os meninos brincando e ouvir os pais chamá-los carinhosamente de
putos.” (ll. 38-39)
A. “brincando”
B. “de putos”
C. “os pais”
D. “os meninos”

4. Reescreve a frase, substituindo as expressões sublinhadas pelas formas adequadas


do pronome pessoal.
a. “O mundo não deveria deixar o passado escoar” (l. 20)
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b. Os portugueses têm orgulho no seu país.


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5. Indica a opção que corresponde à passiva da frase seguinte:

Ruth Manus, jornalista brasileira, escreveu esta crónica para o Observador.

A. Esta jornalista brasileira, Ruth Manus, havia escrito esta crónica para o
Observador.
B. Esta crónica, escrita por Ruth Manus, jornalista brasileira, foi publicada no
Observador.
C. Esta crónica foi escrita por Ruth Manus, jornalista brasileira, para o
Observador.
D. Ruth Manus, jornalista brasileira, tinha escrito esta crónica para o
Observador.

6. Faz corresponder, na tabela abaixo, o verbo sublinhado nos excertos da Coluna A,


à respetiva subclasse, na Coluna B.

Coluna A Coluna B

A. Os portugueses chegaram ao Brasil em 1500. 1. principal transitivo direto


B. O rapaz abriu calmamente o jornal. 2. principal transitivo direto e indireto
C. A crónica tornou-se interessante. 3. principal transitivo indireto
D. Se tivesse acesso à internet, a aluna teria lido 4. principal intransitivo
mais cedo este texto. 5. copulativo
6. auxiliar

A. B. C. D.

GRUPO IV

1. Redige um texto, de 160 a 260 palavras, com introdução, desenvolvimento e


conclusão, no qual manifestes a tua opinião relativamente à importância do contacto
entre culturas na nossa formação como pessoas.

Observações:
1. Para efeitos de contagem, considera-se uma palavra qualquer sequência delimitada por espaços em
branco, mesmo quando esta integre elementos ligados por hífen (exemplo: /di-lo-ei/). Qualquer número conta
como uma única palavra, independentemente do número de algarismos que o constituam (exemplo: /2018/).

2. Relativamente ao desvio dos limites de extensão indicados, há que atender ao seguinte:


– um desvio dos limites de extensão implica uma desvalorização parcial de até dois pontos;
– um texto com extensão inferior a 55 palavras é classificado com 0 (zero) pontos.

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Espaço para continuação das respostas (indica, com clareza, o número do item)

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FIM
COTAÇÕES

Item
Grupo Cotação (em pontos)

1. 2. 3. 4.
I 12
3 3 3 3
1. 2.1. 3. 4.1. 5. 6. 7. 8.1. 9. 10.1. 11.1.
II 45
5 3 4 3 3 3 3 5 4 5 7
1. 2. 3. 4. 5. 6.
III 18
3 3 3 3 3 3
25
IV Item único
100
Total

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