Você está na página 1de 55

Aula 10

Tecnologia da Informação p/ ICMS/SP


Professor: Victor Dalton
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015- Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas - Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton -Aula 10

AULA 10: Portais Corporativos/WebServices

SUMARIO PAGINA
!. Portais Corporativos 2
1.1 Introdução 2
1.2 Tipos de Portais Corporativos 3
1.3 Estrutura Tecnológica do Porta l Corporativo 6
1.4 Características desejáveis em um Portal Corporativo 7
1.5 Portais Corporativos e a Gestão do Conteúdo 10
2 . WebServices 13
2 .1 Introdução 14
2 .2 Web Services 16
2 .3 Características de um serviço 18
2 .4 O Protoco lo SOAP 19
2 .5 Uma alternativa : REST 23
Exercícios 25
Considerações Finais 44
Lista de Exercícios 45
Gabarito 54

Olá pessoa l!

Hoje abordaremos os assu ntos Portais Corporativos e WebServices.


Desta forma, nosso curso chegará ao fi nal ... ®

Aos estudos!

Observação importante: este curso é protegido por direitos


autorais (copyright}, nos termos da Lei 9.610/98, que altera,
atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá
outras providências.

Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e


prejudicam os professores que elaboram os cursos. Valorize o
trabalho de nossa equipe adquirindo os cursos honestamente
através do site Estratégia Concursos;-}

Prof. Victor Da/ton


www.estrategiaconcursos.com.br 1 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015- Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas - Especialidade Gestão Tributária
Pro Victor Dalton -Aula 10
PORTAIS CORPORATIVOS

1. Portais corporativos

--= C»

=
-
:11:1
h

=:n. ~

-
:i.

=
~ : 11:1
:D.. 11:

1.1 Introdução

Os portais representam uma evolução das íntranets corporativas,


dispon ibilizando meios de colaboração, que perm item que os funcionários
interajam para a construção e disseminação do conhecimento organizacional.
Outra característica importante dos portais corporativos consiste na capacidade
de integração de sistemas heterogêneos em uma única aplicação que seria a
porta de entrada para todos os sistemas de informação.

Para Ter ra e Gordon (2002), um portal de conhecimento corporativo


simplifica o acesso às informações e as aplicações, reduz a complexidade de
procura em redes complexas e fontes diversas de dados on-line, melhorando o
retorno do invest imento ao fornecer melhores subsídios para a tomada de
decisão e gerando, com isso, benefícios como o aumento da produt ividade,
melhor serviço e custo reduzido de pessoal, além de pou par tempo dos
empregados e disponibilizar informações exatas e relevantes, fazendo o just-in-
time da informação.

Prof. Victor Da/ton


www.estrategiaconcursos.com.br 2 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Segundo Leme, 2005, um Portal Corporativo integra aplicações como
e-mail, acesso a banco de dados e gestão de documentos com serviços
externos como notícias, aplicações de clientes e fornecedores. É uma
interface baseada na web que permite ao usuário acessar todas estas
aplicações por meio de um único ambiente.

As grandes lojas on-line da Internet são exemplos de Portais Corporativos


voltados ao Comércio Eletrônico; os Bancos também possuem seus portais
vinculados ao serviço de BankLine; o governo por sua vez, emite Certidões e
alguns tipos de comprovantes pela Internet (Certidão Eleitoral, Justiça Federal,
Nota Fiscal Paulista).

Os Portais Corporativos assim deixaram de ser meramente Sites


Institucionais, como ocorria no passado. Transformaram-se em verdadeiros
canais de acesso aos clientes e públicos da organização, e o ponto mais
importante não é mais apenas a informação, mas principalmente a interação
entre elas.

1.2 Tipos de Portais Corporativos

Os portais podem receber algumas classificações, segundo a sua finalidade.


São elas:

Portal de suporte à decisão (Business Intelligence)


Concentra informação para tomada de decisão, com ferramentas
inteligentes e aplicativos analíticos como DataWarehouse e Processamento
analítico online (OLAP)

Portal de informações empresariais (Enterprise Information Portal)


Disponibiliza aos usuários corporativos informações como relatórios,
pesquisas, documentos textuais, etc. Ponto de partida para aplicativos de
gerenciamento de conteúdo e processamento de decisões.

Portais Colaborativos (Enterprise Collaborative Portals)


Utiliza ferramentas colaborativas de trabalhos em grupo (groupware) e de
fluxo de tarefas/documentos (workflow) para prover acesso a informações
geradas por pessoas ou grupos.

Portal de Informações ou Conteúdo (Enterprise Knowledge Portals)


Organizam grandes acervos de conteúdos a partir dos temas ou assuntos
neles contidos.

Portais especializados (Enterprise Expertise Portals)

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 3 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Interliga pessoas de mesma área de especialização. Voltado para nichos
específicos, como uma área médica, farmacêutica...

Ainda, os portais podem receber uma classificação segundo o seu papel


(role portals). São alguns tipos:

B2B - Empresas e Empresas (business-to-business): B2B é definido


como o comércio eletrônico entre empresas. Este é o tipo de comércio eletrônico
que trata das relações entre empresas. Cerca de 80% do comércio eletrônico é
deste tipo, e a maioria dos especialistas prediz que o comércio eletrônico B2B
vai continuar a crescer mais rapidamente do que o segmento B2C. A maioria das
aplicações B2B está nas áreas de gestão de fornecedores.

B2C - Empresas e Consumidores (business-to-consumer): Business-


to-consumer, ou comércio entre empresas e consumidores, utilizado para
aquisição de bens de consumo, informações e serviços (material eletrônico ou
conteúdo digitalizado, tais como: software, e-books ou PDFs do Estratégia!).
B2C reduz custos, aumentando o acesso dos consumidores à informação.
Também, reduz as barreiras à entrada no mercado, uma vez que o custo de
criação e manutenção de um site é muito mais barato do que uma instalação
predial.
Quer exemplos B2C? Americanas.com, Submarino.com, Fasthop.com.br...
já percebeu que esses sites apresentam conteúdo personalizado para você,
variando os produtos apresentados na tela inicial conforme seu perfil de
compras? Indicando produtos similares quando você escolhe um determinado
produto? Essas e outras características, vistas mais à frente, são características
de Portais Corporativos...

Submarino.com : exemplo de Portal B2C

B2E - Empresas e Empregados (business to employee): B2E,


informações e serviços disponibilizados on-line para os empregados. Por

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 4 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
exemplo, um portal de intranet que inclui informações específicas e
personalizadas, dados pessoais, hiperlinks, cotações de ações, serviços e
notícias.
B2G - Empresas e Governo (business-to-government): B2G é definida
como comércio ou serviços realizados entre empresas e o setor público. Refere-
se ao uso da internet para a arrecadação de impostos, ou nos processos de
licitação ou pregão, relacionados com a administração pública e outras
operações.

G2G (Government-to-Government) Governo e Governo, G2E


(Government-to-Employee) Governo e Empregado, G2C (Government-to-
Citizen) Governo e Cidadão, C2G (Citizen-to-Government) Cidadão e
Governo, são outras formas de comércio eletrônico que envolve transações com
o governo.

Portal G2E – ouvi muitos elogios a respeito desse funcionário. :)

C2C - Consumidores e Consumidores (consumer-to-consumer): C2C


é o comércio entre consumidores, ou seja, consumidores vendem diretamente a
outros consumidores. Este tipo de e-commerce é caracterizado pelo crescimento
de mercados eletrônicos e de leilões on-line, onde os consumidores podem dar
lances dentre os vários fornecedores e produtos. Um bom exemplo é o Mercado
Livre, ou a OLX.

C2B - Consumidores e Empresas (consumer–to-business):


C2B, operações que envolvem leilões invertidos, no qual o consumidor conduz as

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 5 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
operações, consumidores procuram vendedores a fim de oferecer lances, para
obter produtos e serviços de que necessitam.

E2E - Empregados e Empregados (employee to employee):


E2E, seria uma “mistura” do C2C e B2E, sendo a troca de produtos ou serviços
feita entre trabalhadores de uma mesma empresa.

De uma maneira resumida, é fácil compreender os diversos papéis dos


portais pelos elementos:

B – business, empresa
C – consumer, consumidor, ou citizen, cidadão, quando interagindo com
o governo
G – government, governo
E – employee, empregado

Praticamente todos os relacionamentos dois a dois são permitidos, à


exceção do E2C e C2E, uma vez que o relacionamento empregado/consumidor
(cidadão) não existe, pois será sempre por meio da instituição à qual o
empregado pertence, empresa ou governo. Também desconheço portais E2G.

1.3 Estrutura Tecnológica do Portal Corporativo

A utilização do Portal Corporativo como uma efetiva ferramenta de gestão é


necessário promover a integração de ferramentas que geram, armazenam ou
distribuem informações na organização. Sistemas legados, aplicações internet,
intranet e extranet, softwares de inteligência competitiva, entre outros, devem
trabalhar de forma colaborativa de forma a entregar a informação certa, no
momento certo para a pessoa certa. Tal organização pode ser representada
por meio de uma estrutura em camadas.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 6 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

Camadas de um Portal Corporativo

A primeira camada é a de Apresentação e Personalização do Portal. É a


camada que define como os usuários irão enxergar o portal e como vão fazer a
customização das informações dispostas nele. As soluções mais intuitivas, a
interface mais amigável e informativa é o objetivo desta faceta da arquitetura.

A segunda camada é a de Solução de Busca. É a camada onde reside o


aplicativo de busca de um portal. Estes aplicativos podem ser desde os mais
simples, como apenas indexar as páginas do portal, como também bastante
complexos, integrando bancos e bases de dados. Aqui o bibliotecário pode, por
exemplo, auxiliar a equipe a escolher o buscador que vai gerenciar a indexação,
seu tipo e a interface.

A terceira camada é a de Aplicações Web. Essa pode ser de grande


variedade dependendo do que a empresa deseja fornecer a seus clientes, no
caso de uma extranet, ou a seus funcionários, no caso de uma intranet. Os
exemplos vão desde os mais simples gadgets, como um banner com os
aniversariantes do mês, até gerenciamento de workflow remoto, visualização de
documentos em repositórios virtuais, ferramentas de colaboração e comunidades
de prática.

1.4 Características desejáveis em um Portal Corporativo

Eckerson (1999) estabeleceu 15 regras, ou requisitos que caracterizam um


portal corporativo. São elas:

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 7 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

Requisito Descrição
Facilidade para usuários Os usuários devem conseguir localizar
eventuais e acessar facilmente a informação
correta, com o mínimo de treinamento,
não importando o local de
armazenamento dessa informação.
Encontrar informações de negócios no
portal deve ser tão simples quanto
usar um navegador web.

Classificação e pesquisa O portal deve ser capaz de indexar e


intuitiva organizar as informações da empresa.
Sua máquina de busca deve refinar e
filtrar as informações, suportar
palavras-chave e operadores
booleanos, e apresentar o resultado da
pesquisa em categorias de fácil
compreensão.

Compartilhamento O portal deve permitir aos usuários


cooperativo publicar, compartilhar e receber
informações de outros usuários.

Conectividade universal O portal deve prover amplo acesso a


aos recursos informacionais todo e qualquer recurso informacional,
suportando conexão com sistemas
heterogêneos, tais como correio
eletrônico, bancos de dados, e outros
sistemas.
Acesso dinâmico aos Por meio de sistemas inteligentes, o
recursos informacionais portal deve permitir o acesso dinâmico
às informações nele armazenadas,
fazendo com que os usuários sempre
recebam informações atualizadas.

Roteamento inteligente O portal deve ser capaz de direcionar


automaticamente relatórios e
documentos a usuários selecionados.

Ferramenta de inteligência Para atender às necessidades de


de negócios integrada informação dos usuários, o portal deve
integrar os aspectos de pesquisa,
relatório e análise dos sistemas de
inteligência de negócios.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 8 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

Arquitetura baseada em Para suportar um grande número de


servidor usuários e grandes volumes de
informações, serviços e sessões
concorrentes, o portal deve basear-se
em uma arquitetura cliente-servidor.

Serviços distribuídos Para um melhor balanceamento da


carga de processamento, o portal deve
distribuir os serviços por vários
computadores ou servidores.

Definição flexível das permissões de O administrador do portal deve ser


acesso capaz de definir permissões de acesso
para usuários e grupos da empresa,
por meio dos perfis de usuário.

Interfaces externas O portal deve ser capaz de se


comunicar com outros aplicativos e
sistemas.

Interfaces programáveis O portal também deve ser capaz de


ser "chamado" por outros aplicativos,
tornando pública sua interface
programável.

Segurança Para salvaguardar as informações e


prevenir acessos não autorizados, o
portal deve suportar serviços de
segurança e criptografia bem como
possibilitar auditoria dos acessos a
informações, das alterações de
configuração etc.

Fácil administração O portal deve prover um meio de


gerenciar todas as informações
corporativas e monitorar o
funcionamento do portal de forma
centralizada e dinâmica. Deve ser de
fácil instalação, configuração e
manutenção, e aproveitar, na medida
do possível, a base instalada de
hardware e software
adquirida/contratada anteriormente
pela organização.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 9 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Customização e O administrador do portal deve ser
personalização capaz de customizá-lo de acordo com
as políticas e expectativas da
organização, assim como os próprios
usuários devem ser capazes de
personalizar sua interface para facilitar
e agilizar o acesso às informações
consideradas relevantes.

Na prática, é muito difícil que um portal Corporativo contenha as quinze


características simultaneamente, MAS, a teoria é essa...

1.5 Portais Corporativos e a Gestão do Conteúdo

Um componente importante de qualquer portal corporativo é a delegação


de poder descentralizado para que todos possam incluir informação e
conhecimento no sistema, e ter suas inserções eficientemente e rapidamente
distribuídas para grupos específicos, toda a empresa e até mesmo clientes. É
muito difícil manter a integridade de páginas e links de portais, de maneira
geral, sem sistemas de gestão de conteúdo (ECM).

Na tentativa de lidar com o problema do excesso de informações, os portais


focalizam seus três aspectos particularmente relevantes: Personalização,
Mecanismos de Busca e Categorização (Taxonomias).

Personalização

Significa a melhor adaptação das ferramentas às necessidades dos usuários


em acessar rapidamente a informação mais relevante para a execução das
atividades profissionais do seu dia-a-dia.
Deve acontecer de forma transparente, adaptando e adequando o conteúdo
e/ou a experiência individual com base em informações implícitas e explícitas.
Os sites mais avançados combinam abordagens de personalização de dois
tipos:

A abordagem “pull” é dependente de escolhas feitas pelos usuários, eles


próprios comandam a personalização.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 10 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

Abordagem “pull”: na parte direita da intranet da Câmara dos Deputados, o “Meu Espaço” tem seus
itens escolhidos pelo próprio usuário.

A abordagem “push”, mais simples, consiste em personalizar o site de


acordo com os perfis dos funcionários (ou clientes). As mais sofisticadas
abordagens de personalização "push" são dinâmicas, realizadas em tempo real,
normalmente realizadas em portais de comércio eletrônico. Nesses websites, à
medida que o usuário navega por alguns produtos, o site começa a “direcionar”
o conteúdo que apresenta ao cliente, com o objetivo de fazê-lo comprar.

Exemplo de abordagem “push”, feita pelo site para o cliente.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 11 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

Mecanismos de busca

Um dos objetivos da Gestão do Conhecimento e dos portais é auxiliar os


funcionários a encontrar facilmente as fontes de informações corporativas mais
relevantes.
Mecanismos de busca devem prover, no menor tempo, os resultados mais
relevantes para uma dada consulta.
Essas funcionalidades são representativas da evolução dos mecanismos de
buscas e podem ser organizadas em três gerações.

1a. Geração:
Busca por palavra chave ou frase exata
Busca booleana
Buscas com filtros colaborativos

2a. Geração:
Buscas baseadas em popularidade
Busca por conceitos (uso de thesaurus)

3a. Geração:
Buscas contextualizadas (web semântica)
Buscas em linguagem natural (perguntas)
Buscas em bases de conhecimento (perguntas c/ aprendizado)
Busca por afinidade (expansão dos filtros colaborativos)
Buscas com mapeamento visual

Os portais de busca na internet, muito utilizados pelo usuário web,


retratam essa evolução entre gerações. Entretanto, a terceira geração ainda não
foi completamente implementada. Você pode, por exemplo, perguntar no Google
“Qual a capital do Brasil?”, e ele responderá “Brasília”. Entretanto, perguntas
mais complexas serão buscadas pelo texto, e não pela pergunta propriamente
dita. Experimente!
A web semântica é fervorosamente pesquisada em Universidades e
grandes empresas mundo afora.

Categorização e taxonomia

Independentemente do poder do mecanismo de busca empregado, toda


organização deve lidar com a questão da categorização e organização da
informação.
A categorização adiciona informação de indexação (metadados) aos
documentos, para que estes sejam organizados de acordo com uma taxonomia e
facilmente encontráveis mais tarde.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 12 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Os metadados provêm o contexto necessário para a informação e torna os
documentos mais facilmente localizáveis por mecanismos de busca.

Taxonomia é a utilização de regras de alto nível para organizar e


classificar a informação.

A formação de taxonomias exige a marcação (tagging) dos documentos.

Taxonomias e categorizações são geralmente hierárquicas. Entretanto,


novas formas “mais visuais”, por exemplo, árvores hiperbólicas, estão se
tornando comuns.

Você já leu um artigo na Internet, cujo final ou início aparece um campo


escrito “tags”, ou “palavras-chave”, ou “tópicos”, com várias palavras
essencialmente relacionadas ao texto que você leu? Isso não deixa de ser a
aplicação de taxonomia de uma forma explícita, que facilita a localização desse
texto no futuro.

Experimente ler qualquer notícia no portal G1. No final delas, sempre existe
um campo “tópicos”.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 13 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015- Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas - Especialidade Gestão Tributária
Pro( Victor Dalton -Aula 10
VVEBSERVICES I

2. VVebServices

2.1 Introdução

Nos dias atuais, a necessidade de interoperabilidade entre sistemas


heterogêneos via Web é uma real idade. As empresas, de forma célere, precisam
dispon ibilizar na web funcionalidades que já existem em sistemas legados, ou
mesmo interagir, em tempo real, com serviços já disponibilizados com outras
empresas.

Um exemplo muito t ípico desse t ipo de situação, e que ilustra bem o


caminho pelo qual iremos t rilhar, é a disponibilização de cálculos de frete em
lojas.

Tweeter Selenium Jbl St400 150w Rms


Trio
CÕOIOO 00 PrOOLRO: 40J65
Marca: Se.lenium ••••
Do: R; 1QB,99
Por: R$ 129,60 : ["7"" unida<.e(s)
ou 4x de R$ 32,40

Economiz:e R$ 60,30

~êl as otmi)e~ de que1•1 lá (.Ol11QDll es~e prodL to e tire stjas dútl:las

•w Calculartrete IJ§.gseJmeqçep
~~•~··•-· ] O Opc.ões de wcef.cmento
~

. ...
Webservice: ilustração prática.

Este site calcula em tempo rea l o frete de determinados produtos, de


acordo com os Correios. Como ele faz isso? Ao estudarmos WebServices,
compreenderemos como a coisa funciona.

Service-Oriented Architecture (Arquitetura Orientada a Serviços) é


um estilo de a rqu it et ura de software cujo princípio fu ndamenta l prega que as

Prof. Victor Da/ton


www.estrategiaconcursos.com.br 14 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
funcionalidades implementadas pelas aplicações devem ser disponibilizadas na
forma de serviços.

Serviço é uma atividade de negócio, realizada por um fornecedor para


prover resultados finais requeridos por um consumidor de serviço. Pode ser um
elemento isolado, ou um conjunto de outros serviços, formando um serviço
maior.

No exemplo citado anteriormente, o cálculo do valor do frete é um


serviço que os Correios disponibilizam, e que outras empresas podem desfrutar
em seus negócios. Afinal, quem vende produtos online certamente precisa de
uma transportadora para fazer a entrega, e disponibilizar o valor total de uma
compra (produtos + frete) na tela do cliente é primordial para o sucesso do
negócio. Se é possível para a empresa desfrutar do serviço dos correios, integrar
o WebService dos correios ao seu negócio é proveitoso para todas as partes.

Frequentemente estes serviços são conectados através de um "barramento


de serviços" (enterprise service bus, em inglês) que disponibiliza interfaces, ou
contratos, acessíveis através de Web Services ou outra forma de comunicação
entre aplicações. A arquitetura SOA é baseada nos princípios da computação
distribuída e utiliza o paradigma request/reply para estabelecer a comunicação
entre os sistemas clientes e os sistemas que implementam os serviços.

Visão Geral da arquitetura orientada a serviços

Neste cenário, destacam-se alguns conceitos, a saber:

Service Consumer: O consumidor busca o serviço desejado na base de


dados do Broker e utiliza o contrato para ligar a sua aplicação ao provedor.

Service Provider: O provedor disponibiliza o serviço na Web e publica o


contrato que descreve a sua interface.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 15 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Service Broker: O Broker fornece para o cliente as direções necessárias
sobre como encontrar o contrato que descreve a interface do serviço.

2.2 Web Services

Web Service é uma solução utilizada na integração de sistemas e na


comunicação entre aplicações diferentes. Com esta tecnologia, é possível
que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que
sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Os Web
Services são componentes que permitem às aplicações enviar e receber dados
em formato XML. Cada aplicação pode ter a sua própria "linguagem", que é
traduzida para uma linguagem universal, o formato XML.
Para as empresas, os Web Services podem trazer agilidade para os
processos e eficiência na comunicação entre cadeias de produção ou de logística.
Toda e qualquer comunicação entre sistemas passa a ser dinâmica e
principalmente segura, pois não há intervenção humana.
Essencialmente, o Web Service faz com que os recursos da aplicação do
software estejam disponíveis sobre a rede de uma forma normalizada. Outras
tecnologias fazem a mesma coisa, como por exemplo, os browsers da Internet
acedem às páginas Web disponíveis usando por norma as tecnologias da
Internet, HTTP e HTML. No entanto, estas tecnologias não são bem sucedidas na
comunicação e integração de aplicações. Existe uma grande motivação sobre a
tecnologia Web Service, pois possibilita que diferentes aplicações
comuniquem entre si e utilizem recursos diferentes.
Utilizando a tecnologia Web Service, uma aplicação pode invocar outra para
efetuar tarefas simples ou complexas, mesmo que as duas aplicações estejam
em diferentes sistemas e escritas em linguagens diferentes. Por outras palavras,
os Web Services fazem com que os seus recursos estejam disponíveis para que
qualquer aplicação cliente possa operar e extrair os recursos fornecidos pelo
Web Service.
Os Web Services são identificados por um URI (Uniform Resource
Identifier), descritos e definidos usando XML (Extensible Markup Language). Um
dos motivos que tornam os Web Services atrativos é o fato deste modelo ser
baseado em tecnologias padronizadas, em particular XML e HTTP (Hypertext
Transfer Protocol). Os Web Services são utilizados para disponibilizar serviços
interactivos na Web, podendo ser acessados por outras aplicações usando, por
exemplo, o protocolo SOAP (Simple Object Access Protocol).
O objectivo dos Web Services é a comunicação de aplicações através da
Internet. Esta comunicação é realizada com intuito de facilitar a EAI (Enterprise
Application Integration) que significa a integração das aplicações de uma
empresa, ou seja, interoperabilidade entre a informação que circula numa

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 16 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
organização nas diferentes aplicações como, por exemplo, o comércio electrónico
com os seus clientes e seus fornecedores. Esta interação constitui o sistema de
informação de uma empresa. E, para além da interoperabilidade entre as
aplicações, a EAI permite definir um workflow entre as aplicações e pode
constituir uma alternativa aos ERP (Enterprise Resource Planning). Com um
workflow é possível otimizar e controlar processos e tarefas de uma determinada
organização.”

Web Services são uma forma de implementar a Arquitetura


Orientada a Serviços. Ao fazê-lo, pode-se dividir uma plataforma SOA em três
componentes básicos:

Transporte (SOAP – Simple Object Acess Protocol + XML –


eXtensible Markup Language): O componente de transporte representa os
formatos e os protocolos usados para conectar com o serviço. O formato
especifica os tipos de dados transmitido e as sequências de bits para representar
os dados nas mensagens. O transporte propriamente dito ocorre via HTTP, mas
o SOAP é o protocolo que codifica a mensagem.

Descrição (WSDL – Web Services Description Language): Este


componente representa a linguagem utilizada para descrever um serviço. É a
descrição a responsável por juntar o serviço com a aplicação do cliente. Ela
descreve o contrato de serviço que contém informações como as operações e os
parâmetros que o serviço necessita para se comunicar.

Busca e Descoberta (UDDI – Universal Description Discovery and


Integration): O componente de busca implementa o mecanismo responsável
por encontrar um serviço e sua descrição na web. Esses mecanismos podem ser
utilizados também em tempo de execução, tornando a aplicação mais dinâmica.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 17 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
2.3 Características de um serviço

Serviço é uma atividade de negócio, realizada por um fornecedor para


prover resultados finais requeridos por um consumidor de serviço.

São características desejáveis aos serviços:

 Acoplamento fraco – a comunicação entre o sistema do


consumidos e o sistema do provedor de serviço deve ser a mínima
necessária, para que não haja dependência entre os sistemas.
 Interoperabilidade – os serviços implementados devem adotar
padrões largamente aceitos, para serem compatíveis com os mais
distintos sistemas.
 Encapsulamento – detalhes de implementação devem ser
escondidos pelo provedor do serviço. No exemplo dos correios, não
interessa à empresa que desfruta do Web Service saber como o
cálculo do frete é feito. Apenas basta que o cálculo seja feito, e uma
resposta seja enviada.
 Composição – serviços podem ser compostos para formar novos
serviços com um maior nível de abstração e prover funcionalidades
agregadas.
 Reusabilidade – serviços devem ser lergamente reutilizados, em
virtude das demais caracterísiticas acima.

É um componente coeso e fracamente acoplado. Executa um ciclo


completo e não depende do estado de outros componentes externos. Pode ser
um elemento isolado, ou um conjunto de outros serviços, formando um serviço
maior.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 18 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
2.4 O Protocolo SOAP

Mensagem SOAP.

Uma mensagem SOAP é um documento XML comum contendo um


elemento chamado Envelope, que identifica o documento XML como uma
mensagem SOAP, um elemento Header que contém informações sobre o
cabeçalho do documento, e um elemento Body que é o corpo do documento
contendo informações de chamada e resposta. Ainda, dentro do corpo pode
haver um elemento Fault que contém erros e informações de status.

Segue, abaixo, um esqueleto de uma mensagem SOAP:

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 19 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

O elemento Envelope é o elemento raiz da mensagem SOAP. Este


elemento define o documento XML como uma mensagem SOAP, e é um
elemento obrigatório.

Bem, neste exemplo vimos que no Elemento Envelope temos dois atributos,
o xmlns:soap e o soap:encodingStyle. O primeiro define o namespace da
Mensagem SOAP, e possui conteúdo padrão. O segundo atributo, por sua vez,
define os tipos de dados utilizados no documento.

O elemento Header contém informações especificas do aplicativo da


mensagem SOAP. É um elemento opcional, se ele estiver presente deve ser o
primeiro elemento filho do elemento Envelope.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 20 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

Acima, temos um exemplo de um cabeçalho SOAP. Preste atenção no


atributo mustUnderstand, que pode ser usado para indicar se uma entrada de
cabeçalho é obrigatória ou opcional para o destinatário que a processar.

Se mustUnderstand = “1 for adicionado para um elemento filho do


elemento Header, isto indica que o receptor deve reconhecer o elemento ao
processar o Header. Se o receptor não reconhece o elemento irá falhar ao
processar o Header. O mustUnderstand aceita 0 ou 1.

O atributo actor define a URI (Uniform Resource Identifier – localizador de


recurso) à qual o HEADER se refere.

Atributo actor: ilustração

O elemento Body contém a mensagem SOAP, propriamente dita.

Elementos filhos do elemento Body pode conter namespace.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 21 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

O exemplo acima é uma requisição de preço, para o Item “maçã”.

Podemos interpretar como se fosse a chamada de um método, você tem


uma tag m:getPrice que seria o nome do método, e estaria passando um
parâmetro m:Item que é “Apples”.

A resposta SOAP seria:

O elemento Fault do SOAP é o elemento de falha que relata erros e


informações de status de uma mensagem SOAP.

Este elemento é opcional e quando estiver presente deve aparecer como


um elemento filho do elemento Body. Ele pode conter os seguintes sub
elementos:

SUBELEMENTO DESCRIÇÃO

faultcode Código de identificação de erro

faultstring Explicação legível da falha

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 22 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
faultactor Informações sobre o que pode ter
provocado a falha

detail Informações especificas sobre o erro

Exemplo de implementação:

2.5 Uma alternativa: REST

REST (Representational State Transfer), ou Transferência de Estado


Representativo, a um conjunto de princípios de arquitetura sem as abstrações
adicionais dos protocolos baseados em padrões de trocas de mensagem como o
protocolo de serviços web SOAP.

REST afirma que a web já desfrutou de escalabilidade como resultado de


uma série de desenhos fundamentais:

 Um protocolo cliente/servidor sem estado: cada mensagem


HTTP contém toda a informação necessária para compreender o pedido. Como
resultado, nem o cliente e nem o servidor necessitam gravar nenhum estado das
comunicações entre mensagens. Na prática, muitas aplicações baseadas em
HTTP utilizam cookies e outros mecanismos para manter o estado da sessão
(algumas destas práticas, como a reescrita de URLs, não são permitidas pela
regra do REST).

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 23 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
 Um conjunto de operações bem definidas que se aplicam a
todos os recursos de informação: HTTP em si define um pequeno conjunto
de operações, as mais importantes são POST, GET, PUT e DELETE. Com
frequência estas operações são combinadas com operações CRUD para a
persistência de dados, onde POST não se encaixa exatamente neste esquema.

 Uma sintaxe universal para identificar os recursos. No


sistema REST, cada recurso é unicamente direcionado através da sua URI.

 O uso de hipermídia, tanto para a informação da aplicação


como para as transições de estado da aplicação: a representação deste
estado em um sistema REST são tipicamente HTML ou XML. Como resultado
disto, é possível navegar com um recurso REST a muitos outros, simplesmente
seguindo ligações sem requerer o uso de registros ou outra infraestrutura
adicional.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 24 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
EXERCÍCIOS

PORTAIS CORPORATIVOS E COLABORATIVOS

1º Questão) (FCC – Agente Fiscal de Rendas – Tecnologia da


Informação – 2009) As empresas que implementam portais corporativos por
meio dos quais estabelecem relacionamentos de negócios, com certo nível de
acoplamento eletrônico entre os seus sistemas de compras, venda, logística,
distribuição e outros, adotam uma forma de e-Business conhecida por

a) B2C
b) B2G
c) B2B
d) C2B
e) C2C

Você se lembra!

B2B - Empresas e Empresas (business-to-business): B2B é definido


como o comércio eletrônico entre empresas. Este é o tipo de comércio eletrônico
que trata das relações entre empresas. Cerca de 80% do comércio eletrônico é
deste tipo, e a maioria dos especialistas prediz que o comércio eletrônico B2B
vai continuar a crescer mais rapidamente do que o segmento B2C. A maioria das
aplicações B2B está nas áreas de gestão de fornecedores.
B2C - Empresas e Consumidores (business-to-consumer): Business-
to-consumer, ou comércio entre empresas e consumidores, utilizado para
aquisição de bens de consumo, informações e serviços (material eletrônico ou
conteúdo digitalizado, tais como: software, e-books ou PDFs do Estratégia!).

B2E - Empresas e Empregados (business to employee): B2E,


informações e serviços disponibilizados on-line para os empregados. Por
exemplo, um portal de intranet que inclui informações específicas e
personalizadas, dados pessoais, hiperlinks, cotações de ações, serviços e
notícias.
B2G - Empresas e Governo (business-to-government): B2G é definida
como comércio ou serviços realizados entre empresas e o setor público. Refere-
se ao uso da internet para a arrecadação de impostos, ou nos processos de
licitação ou pregão, relacionados com a administração pública e outras
operações.

G2G (Government-to-Government) Governo e Governo, G2E


(Government-to-Employee) Governo e Empregado, G2C (Government-to-
Citizen) Governo e Cidadão, C2G (Citizen-to-Government) Cidadão e

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 25 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Governo, são outras formas de comércio eletrônico que envolve transações com
o governo.

C2C - Consumidores e Consumidores (consumer-to-consumer): C2C


é o comércio entre consumidores, ou seja, consumidores vendem diretamente a
outros consumidores. Este tipo de e-commerce é caracterizado pelo crescimento
de mercados eletrônicos e de leilões on-line, onde os consumidores podem dar
lances dentre os vários fornecedores e produtos. Um bom exemplo é o Mercado
Livre, ou a OLX.

C2B - Consumidores e Empresas (consumer–to-business):


C2B, operações que envolvem leilões invertidos, no qual o consumidor conduz as
operações, consumidores procuram vendedores a fim de oferecer lances, para
obter produtos e serviços de que necessitam.

E2E - Empregados e Empregados (employee to employee):


E2E, seria uma “mistura” do C2C e B2E, sendo a troca de produtos ou serviços
feita entre trabalhadores de uma mesma empresa.

O compartilhamento de sistemas de compras, venda, logística, distribuição


e outros, realizado entre empresas, é um exemplo clássico do B2B.

Resposta certa, alternativa c).

2ª Questão) (ESAF – Comissão de Valores Mobiliários –


Desenvolvimento de Sistemas – 2010) Os componentes de um Portal
Corporativo podem ser agrupados em

a) Camada de Visualização. Seleção de Entradas. Aplicações Web.


b) Camada de Apresentação e Personalização. Seleção de processos.
Aplicações HTML.
c) Camada de Personalização e Definição. Solução de Complexidade. Sítios
Web.
d) Camada de Apresentação e Personalização. Solução de Busca. Aplicações
Web.
e) Camada de Aplicações. Seleção de browsers. Restrições Web.

Sem rodeios:

A primeira camada é a de Apresentação e Personalização do Portal. É a


camada que define como os usuários irão enxergar o portal e como vão fazer a
customização das informações dispostas nele.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 26 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
A segunda camada é a de Solução de Busca. É a camada onde reside o
aplicativo de busca de um portal. Estes aplicativos podem ser desde os mais
simples, como apenas indexar as páginas do portal, como também bastante
complexos, integrando bancos e bases de dados.
A terceira camada é a de Aplicações Web. Essa pode ser de grande
variedade dependendo do que a empresa deseja fornecer a seus clientes, no
caso de uma extranet, ou a seus funcionários, no caso de uma intranet.

Resposta certa, alternativa d).

3ª Questão) (FCC – Agente Fiscal de Rendas – Tecnologia da


Informação – 2009) A utilização de ferramentas de groupware e de workflow,
cujas informações gerais são apresentadas sob a forma de textos, memorandos,
gráficos, e-mails, boletins informativos, páginas Web e arquivos multimídia,
caracterizam o tipo de portal de

a) informações empresariais.
b) suporte à decisão.
c) especialista.
d) conhecimento.
e) cooperação.

Relembrando!

Portal de suporte à decisão (Business Intelligence)


Concentra informação para tomada de decisão, com ferramentas
inteligentes e aplicativos analíticos como DataWarehouse e Processamento
analítico online (OLAP)

Portal de informações empresariais (Enterprise Information Portal)


Disponibiliza aos usuários corporativos informações como relatórios,
pesquisas, documentos textuais, etc. Ponto de partida para aplicativos de
gerenciamento de conteúdo e processamento de decisões.

Portais Colaborativos (Enterprise Collaborative Portals)


Utiliza ferramentas colaborativas de trabalhos em grupo (groupware) e de
fluxo de tarefas/documentos (workflow) para prover acesso a informações
geradas por pessoas ou grupos.

Portal de Informações ou Conteúdo (Enterprise Knowledge Portals)


Organizam grandes acervos de conteúdos a partir dos temas ou assuntos
neles contidos.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 27 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Portais especializados (Enterprise Expertise Portals)
Interliga pessoas de mesma área de especialização. Voltado para nichos
específicos, como uma área médica, farmacêutica...

Creio que a FCC foi infeliz em colocar “cooperação” na alternativa e).


Porém, não há outra a ser marcada.

4ª Questão)(FCC – ALESP – Agente Lesiglativo – Processamento de


Dados – 2010) Sobre os portais corporativos, é correto afirmar que

a) o portal, para ser implantado, não precisa estar a serviço claro, objetivo
e mensurável da execução da estratégia da organização, já que será implantado
aos poucos.
b) uma ferramenta de portal adequada deve ser aderente ao ERP, suíte de
colaboração e legados existentes na empresa. Ela deve permitir a integração e
interoperabilidade entre sistemas, aproveitando da melhor forma a
infraestrutura e o conhecimento existentes.
c) o projeto de portal corporativo não requer o patrocínio forte de líderes de
primeiro escalão da organização, pois é de competência exclusiva da área de TI.
d) os objetivos do portal e os critérios para execução das atividades de
manutenção, melhoria e inovação devem ser conhecidos, mas não divulgados.
e) o ciclo do PDCA – Planejar, Executar, Controlar, Agir − e as ferramentas
complementares da gestão pela qualidade (kaizen, just-in-time, kanban, círculos
de controle da qualidade) não podem ser usados como suporte metodológico
básico para a execução de projetos de melhoria e inovação em portais
corporativos.

E aqui, companheiros, temos mais uma questão da série “Porque que eu


escolhi estudar TI?” (Pior ainda para vocês, porque nem escolher TI escolheram
e estão tendo que estudar...)

Na FCC, às vezes, o “querido” examinador lê um artigo de determinado


autor e faz uma questão de prova em cima dele. Vamos conferir as alternativas
com base nele? Veja em http://intranetportal.org.br/wp/2007/04/a-felicidade-
na-gestao-do-portal-corporativo/.

a) 2.Alinhamento estratégico: Se o portal não estiver a serviço claro,


objetivo e mensurável da execução da estratégia da organização, é
muito provável que lhe falte fôlego para enfrentar o que vem pela
frente.
b) 5. Escolhas tecnológicas compatíveis: De nada adianta adquirir a
melhor tecnologia, o “estado da arte” da facilidade e usabilidade, se a
ferramenta de portal não for a mais aderente possível ao ERP, suíte de
colaboração e legados existentes. Ela deve permitir (com o menor

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 28 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
esforço possível) a integração e interoperabilidade entre sistemas,
aproveitando da melhor forma a infra-estrutura e o conhecimento
existentes.
c) 3.Patrocínio: O projeto de portal corporativo pressupõe um patrocínio
forte e até certo ponto inabalável de pelo menos um líder de primeiro
escalão da organização. O ideal é que toda a direção esteja apoiando e
patrocinando os recursos e o apoio necessário para as mudanças que o
portal promove.
d) 7.Transparência e disciplina: Os objetivos do portal e os critérios
para execução das atividades de manutenção, melhoria e inovação
devem ser conhecidos e divulgados.
e) 6.Medição, controle e PDCA. Os principais conceitos desenvolvidos
por Deming e Juran a partir de 1950 continuam mais válidos do que
nunca quando se trata de gestão de portais. O Ciclo do PDCA – Planejar,
Executar, Controlar, Agir e Aprender (tradução livre) – e as ferramentas
complementares da gestão pela qualidade (kaizen, just-in-time, kanban,
círculos de controle da qualidade) caem como uma luva enquanto
suporte metodológico básico para a execução de projetos de melhoria e
inovação em portais corporativos.

Eu nem preciso recomendar que você leia o artigo todo, não é mesmo?
Acho interessante o próprio autor escrever no texto “me aventuro a listar dez
situações que (acredito) podem reduzir as condições para que um gestor de
portal seja frustrado nas suas intenções de ser feliz”, e o examinador abraçar o
texto e montar uma questão em cima.

Alternativa b).

5ª Questão) (FCC – SEFAZ/SP – Agente Fiscal de Rendas – 2013)

Como parte de sua estratégia de negócio, a empresa de comércio ATG


resolveu criar um portal colaborativo para consolidar, gerenciar e distribuir as
informações interna e externamente. Para isso, após reunião da diretoria, a
equipe de TI assumiu integralmente a responsabilidade pela criação do portal,
comprometendo-se a entregá-lo em curto prazo.

Devido à urgência, o portal foi construído para dar vazão inicialmente


apenas às demandas dos gestores. A equipe de TI, no processo de engenharia
de requisitos, contatou principalmente os gerentes mais antigos, que conheciam
as especificidades de trabalho, mas não sabiam como o portal poderia apoiá-los.
Esses gerentes forneceram informações que foram publicadas no portal de forma
que todos os usuários poderiam ter acesso a todas elas a partir da página inicial,
que foi construída de forma padronizada, disponibilizando as mesmas
informações para todos os usuários.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 29 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Aos poucos, o portal foi recebendo demandas de outras áreas e, como isso
não havia sido planejado, foi crescendo de forma desordenada.

Percebendo que o portal não estava atendendo às expectativas, a direção


solicitou ao Marketing a realização de uma pesquisa qualitativa para saber a
opinião dos usuários.

Como os resultados foram insatisfatórios o projeto do portal foi


abandonado.

Com base no texto acima, considere:

I. A equipe de TI assumiu integralmente a responsabilidade pela criação do


portal.

II. O portal foi recebendo demandas de outras áreas e, como isso não havia
sido planejado, foi crescendo de forma desordenada.

III. A página inicial foi construída de forma padronizada, disponibilizando as


mesmas informações para todos os usuários.

IV. A equipe de TI entrou em contato principalmente com funcionários que


conheciam suas especificidades, mas não sabiam como o portal poderia apoiá-
los.

Foram ações que podem ter contribuído para o fracasso do portal o que
consta em

a) I, II, III e IV.

b) I e IV, apenas.

c) II e IV, apenas.

d) II e III, apenas

e) I, II e III, apenas.

Pessoal, questão de raciocínio.

A questão nos conta uma história de um Portal Corporativo que fracassou,


e pede para analisarmos os itens, julgando se aquele fator contribui para o
fracasso do portal ou não. Vejamos:

I. “A equipe de TI assumiu integralmente a responsabilidade pela


criação do portal” – ora, o portal deve ser patrocinado pelo alto escalão da
organização, uma vez que serve para atender a uma necessidade de negócio.
Ora “jogar o Portal nas costas da TI” certamente não colabora para o sucesso do
portal;

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 30 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
II. “O portal foi recebendo demandas de outras áreas e, como isso
não havia sido planejado, foi crescendo de forma desordenada” – falta de
planejamento atrapalha QUALQUER projeto;

III. “A página inicial foi construída de forma padronizada,


disponibilizando as mesmas informações para todos os usuários” – uma
característica importante do portal é a personalização, que leva a informação
certa à pessoa certa. A ausência de personalização prejudica o Portal;

IV. “A equipe de TI entrou em contato principalmente com


funcionários que conheciam suas especificidades, mas não sabiam como
o portal poderia apoiá-los” – naturalmente, isso atrapalha o desenvolvimento
do portal.

Portanto, todos esses fatores colaboraram pro fracasso do Portal


Corporativo. Alternativa a).

6ª Questão) (FCC – SEFAZ/SP – Agente Fiscal de Rendas – 2013) Os


portais corporativos oferecem acesso on-line às informações e aplicações das
empresas por meio das tecnologias de Internet, com objetivo de apoiar
diretamente o negócio e ajudar essas empresas a serem mais competitivas.
Esses portais

a) devem incluir ferramentas de inteligência de negócios (Business


Inteligence), gestão de conteúdo, data warehouse e informações estratégicas.

b) devem integrar internet, intranet, extranet e sistemas legados,


permitindo assim o aumento dos níveis de eficiência e de qualidade das relações
nas organizações para serem considerados colaborativos.

c) são soluções puramente técnicas, pois dependem das Tecnologias de


Informação e Comunicação (TICs) para impactar os processos de negócio.

d) têm, como um de seus principais apelos, a promessa de fazerem o just


in time da informação: levar a informação certa, para a pessoa certa, na hora
certa.

e) necessitam, fundamentalmente, de estabelecer métricas para avaliá-los


e acompanhar a sua evolução, porém, as únicas métricas realmente úteis são as
qualitativas, que avaliam o grau de satisfação do usuário com o portal.

Todas as alternativas apresentam alguma falha. Vejamos:

a) Devem não é o verbo adequado. Podem seria correto;

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 31 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
b) Para serem considerados colaborativos deveriam utilizar ferramentas de
groupware e workflow. Essas características apresentadas são de
Portais Corporativos “genéricos”;

c) Não é uma solução puramente técnica! É uma solução de negócio!

d) Correta!

e) Métricas para avaliar a evolução são bem-vindas, mas métricas


quantitativas, além das quantitativas, também são úteis. Por exemplo,
número de acessos de determinadas funcionalidades. Uma
funcionalidade nunca acessada, de repente é inútil, ou mal divulgada.

7ª Questão) (Cesgranrio – Petrobrás – Analista de Sistemas –


Engenharia de Software – 2008) São feitas 4 afirmativas sobre a tecnologia
de portais.

I - Um portal em geral utiliza uma instância de banco de dados para


armazenar informações específicas do portal, como as personalizações dos
usuários, índices para busca, regras de autorização de acesso ao conteúdo e,
possivelmente, o próprio conteúdo.

II - Os portais B2B (Business-to-Business) e B2G (Business-to-


Government) normalmente apresentam estrutura tecnológica similar, fazendo
uso de web services em uma arquitetura A2A (Application-to-Application).

III - Um portal corporativo B2E (Business-to-Employees) pode ser utilizado


para prover, além do conteúdo específico de interesse dos funcionários, recursos
de integração com ferramentas de data warehouse e BI (Business Intelligence).

IV - Ferramentas mais avançadas de portal fornecem recursos para


detecção de padrões de comportamento e áreas de interesse dos usuários, que
serão utilizados para fornecer conteúdo personalizado ao mesmo.

Estão corretas as afirmativas

a). I e II, apenas.

b). I e III, apenas.

c). I, II e III, apenas.

d). II, III e IV, apenas.

e). I, II, III e IV.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 32 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Outra questão informativa. Todos os itens estão corretos, e a alternativa
e) é a nossa escolha.

8ª Questão) (FCC – TRT/18ª Região – Técnico Judiciário –


Tecnologia da Informação – 2013) Os portais corporativos vêm evoluindo
para disponibilizar conteúdos específicos para usuários definidos, procurando
abrir um canal de compartilhamento entre os colaboradores e destes com os
clientes da organização. No cenário competitivo em que as organizações se
encontram, a implantação de portais é uma ferramenta muito importante, pois
informação e conhecimento são elementos essenciais para a gestão dos
negócios. Neste contexto, a definição: Refere-se a elementos estruturantes,
estratégicos e centrais para negócios baseados em informação e conhecimento
para classificar e facilitar o acesso à informação; em um sentido amplo, é a
criação da estrutura (ordem) e dos rótulos (nomes) que ajudam a localizar a
informação relevante e, em um sentido mais específico, é o ordenamento e a
rotulação de metadados, que permitem organizar sistematicamente a
informação primária, corresponde a

a) Colaboração.

b) PdCC - Portais de Conhecimento Corporativo.

c) Usabilidade.

d) Segurança do conteúdo.

e) Taxonomia.

Taxonomia é a utilização de regras de alto nível para organizar e classificar


a informação.

Alternativa e).

9ª Questão) (CESPE – SUFRAMA – Analista Técnico – Tecnologia da


Informação – 2014) Considerando que o portal corporativo seja uma evolução
da Intranet, julgue o item abaixo.

Na descentralização para compartilhamento e organização das informações,


o conteúdo é enviado, pelas áreas da empresa, ao webmaster, que o avaliará e,
posteriormente, o publicará de forma segura e integrada.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 33 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Um componente importante de qualquer portal corporativo é a delegação
de poder descentralizado para que todos possam incluir informação e
conhecimento no sistema, e ter suas inserções eficientemente e rapidamente
distribuídas para grupos específicos, toda a empresa e até mesmo clientes.

Portanto, não será o webmaster que avaliará sozinho o conteúdo de tudo


que é enviado ao portal. Errado!

WEBSERVICES

1ª Questão) (ESAF – Agência Nacional de Águas – Tecnologia da


Informação e Comunicação – Desenvolvimento de Sistemas - 2009) Na
arquitetura de Web Services, o componente que compreende um serviço de
diretórios para armazenamento de descrições de serviços é
a) o Protocolo de Acesso a Objetos Simples (SOAP).
b) a Descrição, Descoberta e Integração Universal (UDDI).
c) a Linguagem de Definição de Web Services (WSDL).
d) a Linguagem de Marcação Hiper-Texto (HTML).
e) a Arquitetura TCP/IP.

WebServices preconizam a adoção de três principais protocolos para


transporte, descrição do serviço e busca e descoberta dos serviços:

Transporte (SOAP – Simple Object Acess Protocol + XML –


eXtensible Markup Language): O componente de transporte representa os
formatos e os protocolos usados para conectar com o serviço. O formato
especifica os tipos de dados transmitido e as sequências de bits para representar
os dados nas mensagens. O transporte propriamente dito ocorre via HTTP, mas
o SOAP é o protocolo que codifica a mensagem.

Descrição (WSDL – Web Services Description Language): Este


componente representa a linguagem utilizada para descrever um serviço. É a
descrição a responsável por juntar o serviço com a aplicação do cliente. Ela
descreve o contrato de serviço que contém informações como as operações e os
parâmetros que o serviço necessita para se comunicar.

Busca e Descoberta (UDDI – Universal Description Discovery and


Integration): O componente de busca implementa o mecanismo responsável
por encontrar um serviço e sua descrição na web. Esses mecanismos podem ser
utilizados também em tempo de execução, tornando a aplicação mais dinâmica.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 34 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

Creio que, após essa leitura, você conseguiu marcar a letra b)


corretamente. Salvo eventuais pegadinhas, o nome do próprio protocolo, muitas
vezes, já é o suficiente para que você acerte a descrição do que ele faz.

2ª Questão) (FCC – INFRAERO – Analista Superior III –Analista de


Sistemas – Engenharia de Software – 2011) Na visão da Arquitetura
Orientada a Serviços (Service Oriented Architecture − SOA), um serviço pode
ser definido como

a) um protocolo baseado em mensagens XML, que define uma série de


regras de mensagens estruturadas que podem ser utilizados em RPC (remote
procedure calls).
b) a composição e sequenciação de tarefas em uma ordem lógica para o
processamento das informações em uma linguagem específica.
c) uma arquitetura que permite a manutenção, alteração, entrega,
monitoração e gerência de um webservice.
d) um modelo de dados que visa aumentar a eficiência, agilidade e
produtividade sob a visão dos negócios.
e) uma representação lógica de uma atividade de negócios e que pode ser
composto por outros serviços.

O conceito de serviço é um conceito em alto nível.

Serviço é uma atividade de negócio, realizada por um fornecedor para


prover resultados finais requeridos por um consumidor de serviço. É um
componente coeso e fracamente acoplado. Executa um ciclo completo e não
Prof. Victor Dalton
www.estrategiaconcursos.com.br 35 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
depende do estado de outros componentes externos. Pode ser um elemento
isolado, ou um conjunto de outros serviços, formando um serviço maior.

Resposta certa, alternativa e).

P.S.: Pessoal, para mostrar como funcionam os Web Services, eu vou dar
um exemplo que vocês mesmos podem conferir na prática.

Minha primeira dica é entrar em www.mercadolivre.com.br e escolher


qualquer produto que ofereça, dentro do próprio anúncio, a possibilidade de
realizar o cálculo do frete, por ocasião da postagem via Correios. Ora, você
percebe que não está em uma página dos Correios, mas o serviço do cálculo do
frete está sendo oferecido. E como isso funciona?

Pois bem, este vendedor provavelmente foi em


http://www.correios.com.br/webservices/ e baixou as especificações deste
serviço. Em http://ws.correios.com.br/calculador/CalcPrecoPrazo.asmx, os
correios disponibilizam toda a especificação do serviço.

Assim sendo, quando você insere o seu CEP, você insere a última
informação que falta para o lojista. Em tempo real, é enviado para os correios o
CEP de origem (da loja), peso e dimensões do produto (fornecidos pela loja), e o
seu CEP. E será os correios que fornecerão a informação com as várias
modalidades de envio e os preços. Sabendo como essa informação chega, o site
da loja mostra as informações para o cliente na página. Experimente fazer uma
simulação.

Veja como esse Web Service é útil ao lojista. Com ele, é possível calcular
em tempo real o valor do frete para qualquer cliente, sem necessidade de
telefonemas ou de uma figura humana entrando no site dos correios para
calcular o frete. E os correios ganham com isso, pois já garantem mais uma loja
como usuária dos seus serviços. Todos saem ganhando.

Espero que esse exemplo tenha feito você entender um pouco mais.

3º Questão) (FCC – Agente Fiscal de Rendas – Tecnologia da


Informação – 2009) Para uma Web Service síncrona, quem chamou a
função

a) deve esperar o retorno para prosseguir e, para uma Web Service


assíncrona, não precisa esperar o retorno, podendo manter mais uma linha de
execução no código.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 36 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
b) deve esperar o retorno para prosseguir e, para uma Web Service
assíncrona, não precisa esperar o retorno, não podendo manter mais uma linha
de execução no código.
c) não precisa esperar o retorno, podendo manter mais uma linha de
execução no código e, para uma Web Service assíncrona, deve esperar o retorno
para prosseguir.
d) não precisa esperar o retorno, não podendo manter mais uma linha de
execução no código e, para uma Web Service assíncrona, deve esperar o retorno
para prosseguir.
e) não precisa esperar o retorno, tal qual uma Web Service assíncrona,
porém, para a forma síncrona pode manter mais uma linha de execução no
código e para a forma assíncrona não pode.

Esta questão de Web Service, na verdade, trata do conceitos de


comunicação síncrona e assíncrona, mais trabalhado na área de protocolos de
comunicação. Como o Web Service é 80% comunicação e 20% dados, até cabe
abordá-los aqui.
As comunicações que são síncronas, via de regra, necessitam da resposta
da outra parte antes de prosseguirem em uma tarefa, ao passo que as
comunicações assíncronas não impedem uma tarefa de continuar, por conta da
resposta que ainda não chegou.

Portanto, a alternativa a) é a correta, e as outras são perfumaria para


confundir o candidato.

(CESPE – MEC – Gerente de Projetos – 2011 - adaptada) Julgue os


itens que se seguem, relativos a SOA e web services.

4 A especificação WSDL permite a descrição das chamadas de métodos do


software de forma abstrata, por meio de uma gramática XML que descreve os
serviços da rede para a troca de informações.

5 A arquitetura SOA, orientada para a criação de componentes fracamente


acoplados, é muito utilizada para componentes que não tenham interface bem
definida ou cujos detalhes de implementação não sejam claros.

6 Uma das formas de se atribuir segurança aos web services é adotar o


XML encryption, que permite criptografar partes confidenciais de um documento,
podendo outras partes estar legíveis sem restrição de processamento.

7 O UDDI (universal description discovery and integration), que


corresponde a um registro de web services, é dividido em páginas brancas,
amarelas e verdes, nas quais são prestadas aos clientes informações sobre a

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 37 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
empresa, os serviços por ela oferecidos e as especificações WSDL desses
serviços.

A saber:

4 – Correta descrição acerca do WSDL.

5 – Errada! O serviço necessita de uma interface bem definida e de


detalhes de implantação claros.

6 – Correta.

7 – Correta!

8ª Questão) (FCC – SEFAZ/SP – Agente Fiscal de Rendas –


Tecnologia da Informação - 2009) A Service-Oriented Architecture – SOA
trata-se de

I. um conjunto de produtos para implementar aplicativos dinâmicos e ágeis,


do tipo loosely couple.
II. uma meta a ser alcançada, ou seja, disponibilizar uma metodologia de
implementação que usa padrões e protocolos de linguagem específicos para
execução de aplicativos.
III. soluções que não requerem uma renovação completa de tecnologia e
de processo de negócios, que devem ser incrementais e baseadas nos
investimentos atuais.
IV. uma abordagem de design de sistemas que orientam como os recursos
do TI serão integrados e quais serviços serão expostos para o uso.

Está correto o que consta APENAS em

a) I e II.
b) I e IV.
c) III e IV.
d) II e III.
e) II e IV.

Vejamos os itens:

I. Loosely couple significa acoplamento fraco, e você ficou com vontade de


considerar esta questão como correta. Mas SOA não é um conjunto de produtos.
SOA é uma arquitetura, uma “filosofia”. Errada;

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 38 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
II. Meta a ser alcançada até poderia ser uma descrição para SOA, mas usar
padrões e tecnologias específicos para a execução de aplicativos não. A
padronização do XML é apenas para a comunicação entre as partes, contudo,
como cada parte vai executar as suas aplicações fica a critério de cada um;
III. Correta. A adoção de SOA não é radical, podendo ser incremental e
com benefícios que não serão imediatos.
IV. Correta.

Alternativa c).

9ª Questão) (FCC – Metrô/SP – Analista Desenvolvimento Gestão


Júnior – Ciências da Computação – 2014) SOA é um tipo especial de
arquitetura de software que pode ser implementada através de diferentes
tecnologias. Web Services têm sido a solução preferida, cuja arquitetura pode
ser visualizada a seguir.

As lacunas I, II e III da figura são preenchidas, respectivamente, por

(A) IDL, HTTP, Autoridade de Registro.

(B) WSDL, SOAP, Registro de Serviço.

(C) WSDL, CORBA, Autoridade de Registro do Serviço.

(D) SOAP, XML, Hospedeiro do Serviço.

(E) SOAP, WSDL, Hospedagem de Serviço.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 39 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Analisando o diagrama:

I. É o contrato estabelecido entre o fornecedor e o consumidor do serviço,


descrevendo como ele funciona. Trata-se do WSDL.

II. Protocolo por meio do qual consumidor e fornecedor do serviço trocam


mensagens. SOAP.

III. A Autoridade de Registro (Servic Broker) é aquela na qual um


fornecedor de serviço registra o seu serviço, por meio do protocolo UDDI.

Resposta certa, alternativa b).

10ª Questão) (FCC – Metrô/SP – Analista Desenvolvimento Gestão


Júnior – Ciências da Computação – 2014) A implementação de Web
Services pode ser feita da forma como a Arquitetura de Web Services foi
especificada (utilizando SOAP) ou através dos princípios de um estilo de
arquitetura orientada a recursos que permite fazer uso do protocolo HTTP para a
comunicação em que os recursos são manipulados por meio das operações GET,
POST, PUT e DELETE, evitando o excesso de padronização existente nos web
services que usam SOAP. Este estilo de arquitetura é conhecido como

(A) REST.

(B) XML-RPC.

(C) DCOM.

(D) RMI.

(E) JSON.

REST (Representational State Transfer), ou Transferência de Estado


Representativo, a um conjunto de princípios de arquitetura sem as abstrações
adicionais dos protocolos baseados em padrões de trocas de mensagem como o
protocolo de serviços web SOAP.

REST afirma que a web já desfrutou de escalabilidade como resultado de


uma série de desenhos fundamentais:

 Um protocolo cliente/servidor sem estado: cada mensagem


HTTP contém toda a informação necessária para compreender o pedido. Como
resultado, nem o cliente e nem o servidor necessitam gravar nenhum estado das

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 40 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
comunicações entre mensagens. Na prática, muitas aplicações baseadas em
HTTP utilizam cookies e outros mecanismos para manter o estado da sessão
(algumas destas práticas, como a reescrita de URLs, não são permitidas pela
regra do REST).

 Um conjunto de operações bem definidas que se aplicam a


todos os recursos de informação: HTTP em si define um pequeno conjunto
de operações, as mais importantes são POST, GET, PUT e DELETE. Com
frequência estas operações são combinadas com operações CRUD para a
persistência de dados, onde POST não se encaixa exatamente neste esquema.

 Uma sintaxe universal para identificar os recursos. No


sistema REST, cada recurso é unicamente direcionado através da sua URI.

 O uso de hipermídia, tanto para a informação da aplicação


como para as transições de estado da aplicação: a representação deste
estado em um sistema REST são tipicamente HTML ou XML. Como resultado
disto, é possível navegar com um recurso REST a muitos outros, simplesmente
seguindo ligações sem requerer o uso de registros ou outra infraestrutura
adicional.

Resposta certa, alternativa a).

11ª Questão) (FCC – TRT/16ª Região – Analista Judiciário –


Tecnologia da Informação – 2014) Um web service pode ser visto como a
convergência de algumas tecnologias como HTTP, XML, SOAP, WSDL e UDDI. O
protocolo SOAP é uma especificação da W3C para troca de informações
estruturadas em ambientes descentralizados e distribuídos. Um arquivo XML de
mensagem SOAP pode conter alguns elementos obrigatórios e outros opcionais.
Um dos elementos opcionais é o Fault, que suporta em seu interior os elementos

(A) <errorcode>, <faultmessage>, <faultsource> e <faultowner>

(B) <faultcode>, <faultstring>, <details> e <faultactor>

(C) <faultcode>, <faulttype>, <faultdetails> e <faultfactor>

(D) <errorcode>, <errormessage>, <errorsource> e <workaround>

(E) <fault_error_code>, <fault_string>, <fault_details> e <fault_actor>

O elemento Fault do SOAP é o elemento de falha que relata erros e


informações de status de uma mensagem SOAP.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 41 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Este elemento é opcional e quando estiver presente deve aparecer como
um elemento filho do elemento Body. Ele pode conter os seguintes sub
elementos:

SUBELEMENTO DESCRIÇÃO

faultcode Código de identificação de erro

faultstring Explicação legível da falha

faultactor Informações sobre o que pode ter


provocado a falha

detail Informações especificas sobre o erro

Exemplo de implementação:

Resposta certa, alternativa b).

12ª Questão) (FCC – ALEPE – Analista Legislativo – Sistemas – 2014)


Os protocolos utilizados em web services possuem diferentes características e
servem a diferentes propósitos. Considere:

I. Responsável por transportar mensagens entre aplicações.

II. Responsável por codificar as mensagens em um formato XML.

III. Responsável por descrever a interface do web service.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 42 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
IV. Responsável por centralizar a informação de web services,
possibilitando a publicação e descoberta de serviços disponíveis na rede.

Os protocolos associados a I, II, III e IV são correta e respectivamente:

(A) TSL - RESTful - WSDL - URL

(B) JSON - SOAP - REST - UDDI

(C) HTTP - JSON - RESTful - URI

(D) SOAP - WSDL - UDDI - REST

(E) HTTP - SOAP - WSDL – UDDI

Analisando os itens:

I. Responsável por transportar mensagens entre aplicações. – em


webservices, as mensagens são transportadas via HTTP;

II. Responsável por codificar as mensagens em um formato XML. – o


protocolo adotado para a codificação das mensagens, utilizando formatação XML
é o SOAP;

III. Responsável por descrever a interface do web service. – descrição do


serviço é tarefa do protocolo WSDL;

IV. Responsável por centralizar a informação de web services,


possibilitando a publicação e descoberta de serviços disponíveis na rede. – o
protocolo para a publicação e descoberta é o UDDI.

Resposta certa, alternativa e).

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 43 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

CONSIDERAÇÕES FINAIS

E chegamos ao final de nosso curso!

Me despeço com uma certa tristeza no coração, mas desejoso de que o seu
esforço seja recompensado com a tão sonhada aprovação no ICMS/SP, ou
qualquer outro concurso que você esteja pleiteando.

Cada noite mal dormida, cada final de semana abdicado em prol dos
estudos, cada momento de lazer sacrificado, tudo isso valerá a pena quando o
seu nome aparecer na relação de aprovados.

Força, foco, fé!

Faça uma excelente prova de Tecnologia da Informação, e em todas as


outras matérias!

Victor Dalton

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 44 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
LISTA DE EXERCÍCIOS

PORTAIS CORPORATIVOS E COLABORATIVOS

1º Questão) (FCC – Agente Fiscal de Rendas – Tecnologia da


Informação – 2009) As empresas que implementam portais corporativos por
meio dos quais estabelecem relacionamentos de negócios, com certo nível de
acoplamento eletrônico entre os seus sistemas de compras, venda, logística,
distribuição e outros, adotam uma forma de e-Business conhecida por

a) B2C
b) B2G
c) B2B
d) C2B
e) C2C

2ª Questão) (ESAF – Comissão de Valores Mobiliários –


Desenvolvimento de Sistemas – 2010) Os componentes de um Portal
Corporativo podem ser agrupados em

a) Camada de Visualização. Seleção de Entradas. Aplicações Web.


b) Camada de Apresentação e Personalização. Seleção de processos.
Aplicações HTML.
c) Camada de Personalização e Definição. Solução de Complexidade. Sítios
Web.
d) Camada de Apresentação e Personalização. Solução de Busca. Aplicações
Web.
e) Camada de Aplicações. Seleção de browsers. Restrições Web.

3ª Questão) (FCC – Agente Fiscal de Rendas – Tecnologia da


Informação – 2009) A utilização de ferramentas de groupware e de workflow,
cujas informações gerais são apresentadas sob a forma de textos, memorandos,
gráficos, e-mails, boletins informativos, páginas Web e arquivos multimídia,
caracterizam o tipo de portal de

a) informações empresariais.
b) suporte à decisão.
c) especialista.
d) conhecimento.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 45 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
e) cooperação.

4ª Questão)(FCC – ALESP – Agente Lesiglativo – Processamento de


Dados – 2010) Sobre os portais corporativos, é correto afirmar que

a) o portal, para ser implantado, não precisa estar a serviço claro, objetivo
e mensurável da execução da estratégia da organização, já que será implantado
aos poucos.
b) uma ferramenta de portal adequada deve ser aderente ao ERP, suíte de
colaboração e legados existentes na empresa. Ela deve permitir a integração e
interoperabilidade entre sistemas, aproveitando da melhor forma a
infraestrutura e o conhecimento existentes.
c) o projeto de portal corporativo não requer o patrocínio forte de líderes de
primeiro escalão da organização, pois é de competência exclusiva da área de TI.
d) os objetivos do portal e os critérios para execução das atividades de
manutenção, melhoria e inovação devem ser conhecidos, mas não divulgados.
e) o ciclo do PDCA – Planejar, Executar, Controlar, Agir − e as ferramentas
complementares da gestão pela qualidade (kaizen, just-in-time, kanban, círculos
de controle da qualidade) não podem ser usados como suporte metodológico
básico para a execução de projetos de melhoria e inovação em portais
corporativos.

5ª Questão) (FCC – SEFAZ/SP – Agente Fiscal de Rendas – 2013)

Como parte de sua estratégia de negócio, a empresa de comércio ATG


resolveu criar um portal colaborativo para consolidar, gerenciar e distribuir as
informações interna e externamente. Para isso, após reunião da diretoria, a
equipe de TI assumiu integralmente a responsabilidade pela criação do portal,
comprometendo-se a entregá-lo em curto prazo.

Devido à urgência, o portal foi construído para dar vazão inicialmente


apenas às demandas dos gestores. A equipe de TI, no processo de engenharia
de requisitos, contatou principalmente os gerentes mais antigos, que conheciam
as especificidades de trabalho, mas não sabiam como o portal poderia apoiá-los.
Esses gerentes forneceram informações que foram publicadas no portal de forma
que todos os usuários poderiam ter acesso a todas elas a partir da página inicial,
que foi construída de forma padronizada, disponibilizando as mesmas
informações para todos os usuários.

Aos poucos, o portal foi recebendo demandas de outras áreas e, como isso
não havia sido planejado, foi crescendo de forma desordenada.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 46 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
Percebendo que o portal não estava atendendo às expectativas, a direção
solicitou ao Marketing a realização de uma pesquisa qualitativa para saber a
opinião dos usuários.

Como os resultados foram insatisfatórios o projeto do portal foi


abandonado.

Com base no texto acima, considere:

I. A equipe de TI assumiu integralmente a responsabilidade pela criação do


portal.

II. O portal foi recebendo demandas de outras áreas e, como isso não havia
sido planejado, foi crescendo de forma desordenada.

III. A página inicial foi construída de forma padronizada, disponibilizando as


mesmas informações para todos os usuários.

IV. A equipe de TI entrou em contato principalmente com funcionários que


conheciam suas especificidades, mas não sabiam como o portal poderia apoiá-
los.

Foram ações que podem ter contribuído para o fracasso do portal o que
consta em

a) I, II, III e IV.

b) I e IV, apenas.

c) II e IV, apenas.

d) II e III, apenas

e) I, II e III, apenas.

6ª Questão) (FCC – SEFAZ/SP – Agente Fiscal de Rendas – 2013) Os


portais corporativos oferecem acesso on-line às informações e aplicações das
empresas por meio das tecnologias de Internet, com objetivo de apoiar
diretamente o negócio e ajudar essas empresas a serem mais competitivas.
Esses portais

a) devem incluir ferramentas de inteligência de negócios (Business


Inteligence), gestão de conteúdo, data warehouse e informações estratégicas.

b) devem integrar internet, intranet, extranet e sistemas legados,


permitindo assim o aumento dos níveis de eficiência e de qualidade das relações
nas organizações para serem considerados colaborativos.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 47 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
c) são soluções puramente técnicas, pois dependem das Tecnologias de
Informação e Comunicação (TICs) para impactar os processos de negócio.

d) têm, como um de seus principais apelos, a promessa de fazerem o just


in time da informação: levar a informação certa, para a pessoa certa, na hora
certa.

e) necessitam, fundamentalmente, de estabelecer métricas para avaliá-los


e acompanhar a sua evolução, porém, as únicas métricas realmente úteis são as
qualitativas, que avaliam o grau de satisfação do usuário com o portal.

7ª Questão) (Cesgranrio – Petrobrás – Analista de Sistemas –


Engenharia de Software – 2008) São feitas 4 afirmativas sobre a tecnologia
de portais.

I - Um portal em geral utiliza uma instância de banco de dados para


armazenar informações específicas do portal, como as personalizações dos
usuários, índices para busca, regras de autorização de acesso ao conteúdo e,
possivelmente, o próprio conteúdo.

II - Os portais B2B (Business-to-Business) e B2G (Business-to-


Government) normalmente apresentam estrutura tecnológica similar, fazendo
uso de web services em uma arquitetura A2A (Application-to-Application).

III - Um portal corporativo B2E (Business-to-Employees) pode ser utilizado


para prover, além do conteúdo específico de interesse dos funcionários, recursos
de integração com ferramentas de data warehouse e BI (Business Intelligence).

IV - Ferramentas mais avançadas de portal fornecem recursos para


detecção de padrões de comportamento e áreas de interesse dos usuários, que
serão utilizados para fornecer conteúdo personalizado ao mesmo.

Estão corretas as afirmativas

a). I e II, apenas.

b). I e III, apenas.

c). I, II e III, apenas.

d). II, III e IV, apenas.

e). I, II, III e IV.

8ª Questão) (FCC – TRT/18ª Região – Técnico Judiciário –


Tecnologia da Informação – 2013) Os portais corporativos vêm evoluindo
para disponibilizar conteúdos específicos para usuários definidos, procurando
Prof. Victor Dalton
www.estrategiaconcursos.com.br 48 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
abrir um canal de compartilhamento entre os colaboradores e destes com os
clientes da organização. No cenário competitivo em que as organizações se
encontram, a implantação de portais é uma ferramenta muito importante, pois
informação e conhecimento são elementos essenciais para a gestão dos
negócios. Neste contexto, a definição: Refere-se a elementos estruturantes,
estratégicos e centrais para negócios baseados em informação e conhecimento
para classificar e facilitar o acesso à informação; em um sentido amplo, é a
criação da estrutura (ordem) e dos rótulos (nomes) que ajudam a localizar a
informação relevante e, em um sentido mais específico, é o ordenamento e a
rotulação de metadados, que permitem organizar sistematicamente a
informação primária, corresponde a

a) Colaboração.

b) PdCC - Portais de Conhecimento Corporativo.

c) Usabilidade.

d) Segurança do conteúdo.

e) Taxonomia.

9ª Questão) (CESPE – SUFRAMA – Analista Técnico – Tecnologia da


Informação – 2014) Considerando que o portal corporativo seja uma evolução
da Intranet, julgue o item abaixo.

Na descentralização para compartilhamento e organização das informações,


o conteúdo é enviado, pelas áreas da empresa, ao webmaster, que o avaliará e,
posteriormente, o publicará de forma segura e integrada.

WEBSERVICES

1ª Questão) (ESAF – Agência Nacional de Águas – Tecnologia da


Informação e Comunicação – Desenvolvimento de Sistemas - 2009) Na
arquitetura de Web Services, o componente que compreende um serviço de
diretórios para armazenamento de descrições de serviços é
a) o Protocolo de Acesso a Objetos Simples (SOAP).
b) a Descrição, Descoberta e Integração Universal (UDDI).
c) a Linguagem de Definição de Web Services (WSDL).
d) a Linguagem de Marcação Hiper-Texto (HTML).
Prof. Victor Dalton
www.estrategiaconcursos.com.br 49 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
e) a Arquitetura TCP/IP.

2ª Questão) (FCC – INFRAERO – Analista Superior III –Analista de


Sistemas – Engenharia de Software – 2011) Na visão da Arquitetura
Orientada a Serviços (Service Oriented Architecture − SOA), um serviço pode
ser definido como

a) um protocolo baseado em mensagens XML, que define uma série de


regras de mensagens estruturadas que podem ser utilizados em RPC (remote
procedure calls).
b) a composição e sequenciação de tarefas em uma ordem lógica para o
processamento das informações em uma linguagem específica.
c) uma arquitetura que permite a manutenção, alteração, entrega,
monitoração e gerência de um webservice.
d) um modelo de dados que visa aumentar a eficiência, agilidade e
produtividade sob a visão dos negócios.
e) uma representação lógica de uma atividade de negócios e que pode ser
composto por outros serviços.

3º Questão) (FCC – Agente Fiscal de Rendas – Tecnologia da


Informação – 2009) Para uma Web Service síncrona, quem chamou a
função

a) deve esperar o retorno para prosseguir e, para uma Web Service


assíncrona, não precisa esperar o retorno, podendo manter mais uma linha de
execução no código.
b) deve esperar o retorno para prosseguir e, para uma Web Service
assíncrona, não precisa esperar o retorno, não podendo manter mais uma linha
de execução no código.
c) não precisa esperar o retorno, podendo manter mais uma linha de
execução no código e, para uma Web Service assíncrona, deve esperar o retorno
para prosseguir.
d) não precisa esperar o retorno, não podendo manter mais uma linha de
execução no código e, para uma Web Service assíncrona, deve esperar o retorno
para prosseguir.
e) não precisa esperar o retorno, tal qual uma Web Service assíncrona,
porém, para a forma síncrona pode manter mais uma linha de execução no
código e para a forma assíncrona não pode.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 50 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
(CESPE – MEC – Gerente de Projetos – 2011 - adaptada) Julgue os
itens que se seguem, relativos a SOA e web services.

4 A especificação WSDL permite a descrição das chamadas de métodos do


software de forma abstrata, por meio de uma gramática XML que descreve os
serviços da rede para a troca de informações.

5 A arquitetura SOA, orientada para a criação de componentes fracamente


acoplados, é muito utilizada para componentes que não tenham interface bem
definida ou cujos detalhes de implementação não sejam claros.

6 Uma das formas de se atribuir segurança aos web services é adotar o


XML encryption, que permite criptografar partes confidenciais de um documento,
podendo outras partes estar legíveis sem restrição de processamento.

7 O UDDI (universal description discovery and integration), que


corresponde a um registro de web services, é dividido em páginas brancas,
amarelas e verdes, nas quais são prestadas aos clientes informações sobre a
empresa, os serviços por ela oferecidos e as especificações WSDL desses
serviços.

8ª Questão) (FCC – SEFAZ/SP – Agente Fiscal de Rendas –


Tecnologia da Informação - 2009) A Service-Oriented Architecture – SOA
trata-se de

I. um conjunto de produtos para implementar aplicativos dinâmicos e ágeis,


do tipo loosely couple.
II. uma meta a ser alcançada, ou seja, disponibilizar uma metodologia de
implementação que usa padrões e protocolos de linguagem específicos para
execução de aplicativos.
III. soluções que não requerem uma renovação completa de tecnologia e
de processo de negócios, que devem ser incrementais e baseadas nos
investimentos atuais.
IV. uma abordagem de design de sistemas que orientam como os recursos
do TI serão integrados e quais serviços serão expostos para o uso.

Está correto o que consta APENAS em

a) I e II.
b) I e IV.
c) III e IV.
d) II e III.
e) II e IV.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 51 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
9ª Questão) (FCC – Metrô/SP – Analista Desenvolvimento Gestão
Júnior – Ciências da Computação – 2014) SOA é um tipo especial de
arquitetura de software que pode ser implementada através de diferentes
tecnologias. Web Services têm sido a solução preferida, cuja arquitetura pode
ser visualizada a seguir.

As lacunas I, II e III da figura são preenchidas, respectivamente, por

(A) IDL, HTTP, Autoridade de Registro.

(B) WSDL, SOAP, Registro de Serviço.

(C) WSDL, CORBA, Autoridade de Registro do Serviço.

(D) SOAP, XML, Hospedeiro do Serviço.

(E) SOAP, WSDL, Hospedagem de Serviço.

10ª Questão) (FCC – Metrô/SP – Analista Desenvolvimento Gestão


Júnior – Ciências da Computação – 2014) A implementação de Web
Services pode ser feita da forma como a Arquitetura de Web Services foi
especificada (utilizando SOAP) ou através dos princípios de um estilo de
arquitetura orientada a recursos que permite fazer uso do protocolo HTTP para a
comunicação em que os recursos são manipulados por meio das operações GET,
POST, PUT e DELETE, evitando o excesso de padronização existente nos web
services que usam SOAP. Este estilo de arquitetura é conhecido como

(A) REST.

(B) XML-RPC.

(C) DCOM.

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 52 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10
(D) RMI.

(E) JSON.

11ª Questão) (FCC – TRT/16ª Região – Analista Judiciário –


Tecnologia da Informação – 2014) Um web service pode ser visto como a
convergência de algumas tecnologias como HTTP, XML, SOAP, WSDL e UDDI. O
protocolo SOAP é uma especificação da W3C para troca de informações
estruturadas em ambientes descentralizados e distribuídos. Um arquivo XML de
mensagem SOAP pode conter alguns elementos obrigatórios e outros opcionais.
Um dos elementos opcionais é o Fault, que suporta em seu interior os elementos

(A) <errorcode>, <faultmessage>, <faultsource> e <faultowner>

(B) <faultcode>, <faultstring>, <details> e <faultactor>

(C) <faultcode>, <faulttype>, <faultdetails> e <faultfactor>

(D) <errorcode>, <errormessage>, <errorsource> e <workaround>

(E) <fault_error_code>, <fault_string>, <fault_details> e <fault_actor>

12ª Questão) (FCC – ALEPE – Analista Legislativo – Sistemas – 2014)


Os protocolos utilizados em web services possuem diferentes características e
servem a diferentes propósitos. Considere:

I. Responsável por transportar mensagens entre aplicações.

II. Responsável por codificar as mensagens em um formato XML.

III. Responsável por descrever a interface do web service.

IV. Responsável por centralizar a informação de web services,


possibilitando a publicação e descoberta de serviços disponíveis na rede.

Os protocolos associados a I, II, III e IV são correta e respectivamente:

(A) TSL - RESTful - WSDL - URL

(B) JSON - SOAP - REST - UDDI

(C) HTTP - JSON - RESTful - URI

(D) SOAP - WSDL - UDDI - REST

(E) HTTP - SOAP - WSDL – UDDI

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 53 de 54
Tecnologia da Informação para ICMS/SP 2015 Pré Edital
Agente Fiscal de Rendas Especialidade Gestão Tributária
Prof Victor Dalton Aula 10

GABARITO PORTAIS CORPORATIVOS

1.c 2.d 3.e 4.b 5.a 6.d 7.e 8.e 9.e

GABARITO WEBSERVICES

1.b 2.e 3.a 4.c 5.e 6.c 7.c 8.c 9.b 10.a
11.b 12.e

Prof. Victor Dalton


www.estrategiaconcursos.com.br 54 de 54