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I – A contabilidade é uma ciência social.

II – Cabe à contabilidade controlar o patrimônio e apurar o resultado.

Patrimônio é o conjunto dos bens direitos e obrigações, enquanto o


capital é a origem do patrimônio bruto.

Se os objetivos de uma companhia brasileira de


capital aberto (S.A.) incluírem a exploração de serviços de energia
elétrica, um dos principais usuários da informação contábil dessa
sociedade será a Agência Nacional de Energia Elétrica.
A ANEEL assume o papel de ​usuário externo secundário​,
representando o governo.

*A finalidade da contabilidade é :assegurar o controle do


patrimônio administrativo, devendo o administrador
apoiar-se nos dados por meio dela obtidos para tomar
decisões que envolvam bens, direitos e obrigações da
empresa, bem como para apurar os resultados positivos
(lucros) ou negativos (prejuízos).

As demonstrações contábeis devem ser elaboradas para atender os


interesses de investidores atuais e de investidores em potencial, bem
como as necessidades de credores por empréstimos e de outros
credores, os quais utilizarão a informação contábil para decidir
se devem ou não fornecer recursos para financiar a entidade que
divulga essas demonstrações.
A questão refere-se aos usuários primários. A essência da
contabilidade é a elaboração das demonstrações contábeis para os
usuários primários.
Diversos são os tipos de usuários interessados
nas informações contidas nas demonstrações contábeis das entidades.
Um desses grupos é constituído pelos clientes, cujo interesse é tanto
maior quanto maior for a sua dependência e a concentração nos
fornecimentos de algumas poucas entidades.

A contabilidade tem como principal objetivo a(o):


fornecimento de informações que proporcionem aos seus mais diversos
usuários — seja internos, seja externos — utilidade no processo de
tomada de decisões.

Todos os itens contidos nas demonstrações contábeis são


considerados relevantes, ​mas
nem todos os itens relevantes
estarão presentes nas demonstrações contábeis.

As subavaliações de ativos e as superavaliações de passivos, com


consequentes registros de desempenhos posteriores inflados, são
incompatíveis com a pretensão de neutralidade da informação. Em
função disso, o Conselho Federal de Contabilidade, por meio da
Resolução n.º 1.374/2011, acatou que se retirasse da condição
de aspecto da representação fidedigna.
o princípio da prudência.
​ Atualmente, a prudência foi excluída da contabilidade, devendo a
informação contábil ​ser neutra, sem pendências.

A falta de integridade e tempestividade na geração e divulgação da


informação contábil-financeira pode dificultar ou mesmo impedir a
tomada de decisão pelo usuário da informação,criando um trade-off
entre o tempo e a fidedignidade dessa informação.Nesse caso, o
princípio fundamental contábil relacionado ao trade-off é oprincípio da
oportunidade.
Trade-off ou tradeoff é uma expressão que significa o ato de escolher
uma coisa em detrimento de outra e muitas vezes é traduzida como
"perde-e-ganha".
O conjunto de relatórios contábil-financeiros elaborados de acordo com
a estrutura conceitual :Constam nas demonstrações as informações
financeiras e patrimoniais, cabendo ao usuário a análise de fatos
ocorridos e divulgados isoladamente e o relatório de administração.

A contabilidade propõe-se a identificar fatos que afetem o patrimônio


da empresa, registrá-los, classificá- los, resumindo-os, e divulgá-los
para que possam ser estudados pelos interessados.

Cabe à contabilidade o estudo dos aspectos quantitativos e


qualitativos (valoração).

O termo “​entidade contábil”​ está ​diretamente atrelado a uma única


empresa​. Um conglomerado econômico-financeiro é um grupo de
empresas.

O principal objetivo da contabilidade é fornecer informações úteis


sobre o patrimônio da entidade para finalidades diversas, entre as quais,
planejamento, controle e auxílio no processo decisório.

As aziendas não correspondem ao objeto de estudo da contabilidade,


mas sim ao campo de aplicação.

De acordo com Max Weber, a moderna organização racional da


empresa capitalista foi viabilizada pela contabilidade racional. Esse
pensamento foi corroborado, na ciência contábil, por Vicenzo Masi, que
identificou como objeto da contabilidade o ​patrimônio.

A aplicação da regra contábil do conservadorismo na elaboração do


balanço patrimonial pode provocar distorções, erros e enviesar a
informação contábil, o que demonstra que o conservadorismo
está em desacordo com a característica qualitativa da informação
contábil útil denominada:​FIDEDIGNIDADE.