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Clec Formação Modular Automóvel

Títl d Módl Procedimentos de Inspecção Periódica


Obrigatória em Veículos Pesados

Spte Didáctic Guia do Formando

Cdena Técnic-Pedaóica CEPRA - Centro de Formação Prossional da


Reparação Automóvel
Departamento Tcnico Pedagógico

Diec Editial CEPRA - Direcção

At CEPRA - Desenvolvimento Curricular

Maetaem CEPRA - Núcleo de Apoio Gráco

Ppiedade CEPRA – Centro de Formação Prossional da


Reparação Automóvel
Rua Francisco Salgado Zenha, 3
2685 - 332 PRIOR VELHO

Edi 1.0 Portugal, Lisboa, 2007/11/02

Depósit Leal 264619/07

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Índice

ÍNDICE

DoCuMENToS DE ENTrADA
objECTIvoS gErAIS ...............................................................................................E.1
objECTIvoS ESPECÍFICoS ....................................................................................E.1
CorPo Do MÓDuLo
INTroDução..........................................................................................................A.0.1
A - EquIPAMENToS
A.1 – FrENÓMETro DE roLoS ......................................................................................A - 1.1

A.1.1 - INSPECÇÃO COM O AUXÍLIO DO FRENÓMETRO DE ROLOS ...................... A - 1.1


A.1.2 - ASPECTOS A MERECER ESPECIAL ATENÇÃO .............................................. A - 1.2
A.2 – DESACELErÓgrAFo .............................................................................................. A - 2.1
A.2.1 - INSPECÇÃO COM O AUXÍLIO DO DESACELERÓGRAFO.............................. A - 2.1
A.3 – rIPÓMETro ..............................................................................................................A - 3.1
A.3.1 - INSPECÇÃO COM O AUXÍLIO DO RIPÓMETRO ............................................. A - 3.1
A.3.2 - ASPECTOS A MERECER ESPECIAL ATENÇÃO .............................................. A - 3.1
A.4 – DETECTor DE FoLgAS ..........................................................................................A - 4.1
A.4.1 - INSPECÇÃO COM O AUXÍLIO DO DETECTOR DE FOLGAS.......................... A - 4.1
A.4.2 - ASPECTOS A MERECER ESPECIAL ATENÇÃO .............................................. A - 4.1
A.5 – oPACÍMETro............................................................................................................ A - 5.1
A.5.1 - INSPECÇÃO COM O AUXÍLIO DO OPACÍMETRO EM VEÍCULOS EQUIPADOS
COM MOTORES DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO ....................................... A - 5.1
A.6 – SoNÓMETro ............................................................................................................A - 6.1
A.6.1 - INSPECÇÃO COM O AUXÍLIO DO SONÓMETRO ........................................... A - 6.1
A.7 – rEgLoSCÓPIo .........................................................................................................A - 7.1
A.7.1 - INSPECÇÃO COM O AUXÍLIO DO RIPÓMETRO ............................................. A - 7.1
A.7.2 - ASPECTOS A MERECER ESPECIAL ATENÇÃO .............................................. A - 7.1
b - PoNToS A vErIFICAr
b.0 – INSPECção ..............................................................................................................b - 0.1
b.1 - SISTEMAS DE TrAvAgEM .......................................................................................b - 1.1
B.1.1 – ESTADO MECÂNICO DE FUNCIONAMENTO ................................................. B - 1.1
B.1.1.1 - VEIOS DE EXCÊNTRICOS DOS TRAVÕES E ALAVANCA DO
TRAVÃO (PEDAL DE TRAVÃO) ............................................................. B - 1.1
B.1.1.2 - ESTADO E CURSO DO PEDAL DE TRAVÃO ....................................... B - 1.1
B.1.1.3 - BOMBA DE VÁCUO OU COMPRESSOR E DEPÓSITO ....................... B - 1.2
B.1.1.4 - INDICAÇÃO DE PRESSÃO (MANÓMETRO OU INDICADOR) ............ B - 1.3
B.1.1.5 - VÁLVULA MANUAL DE TRAVAGEM ..................................................... B - 1.3

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B.1.1.6 - TRAVÃO DE ESTACIONAMENTO, ALAVANCA DE COMANDO,


E DISPOSITIVO DE BLOQUEIO ........................................................... B - 1.4
B.1.1.7 - VÁLVULA DE TRAVAGEM (DE COMANDO, DE DESCARGA
RÁPIDA, REGULADORAS DE PRESSÃO, ETC.) ................................ B - 1.4
B.1.1.8 - CABEÇAS DE ACOPLAMENTO PARA OS TRAVÕES DOS
REBOQUES E SEMI-REBOQUES ........................................................ B - 1.5
B.1.1.9 - DEPÓSITOS DE PRESSÃO .................................................................. B - 1.5
B.1.1.10 - DISPOSITIVO DE ASSISTÊNCIA À TRAVAGEM E BOMBA
CENTRAL (SISTEMAS HIDRÁULICOS) ............................................. B - 1.6
B.1.1.11 - TUBAGEM RÍGIDA DOS TRAVÕES .................................................... B - 1.7
B.1.1.12 - TUBAGEM FLEXÍVEL DOS TRAVÕES ............................................... B - 1.7
B.1.1.13 - CINTAS/CALÇOS DOS TRAVÕES ...................................................... B - 1.8
B.1.1.14 - TAMBORES E DISCOS DOS TRAVÕES ............................................. B - 1.8
B.1.1.15 - CABOS DOS TRAVÕES E COMANDOS............................................. B - 1.9
B.1.1.16 - CILINDROS DOS TRAVÕES (INCLUÍNDO TRAVÕES DE MOLAS
E CILINDROS HIDRÁULICOS) ........................................................... B - 1.9
B.1.1.17 - COMPENSADOR AUTOMÁTICO DE TRAVAGEM EM FUNÇÃO
DA CARGA......................................................................................... B - 1.10
B.1.1.18 - ALAVANCAS EXCÊNTRICAS DE AFINAÇÃO AUTOMÁTICA........... B - 1.11
B.1.1.19 - SISTEMAS RETARDADORES (PARA OS VEÍCULOS
EQUIPADOS COM ESTE TIPO DE DISPOSITIVO) .......................... B - 1.11

B.1.2 B.1.1.20 - SISTEMA


– DESEMPENHO E ABS (SISTEMA
EFICIÊNCIA DODE TRAVAGEM
TRAVÃO DE SERVIÇOANTIBLOQUEIO)...........B
.......................... B -- 1.12
1.12
B.1.2.1 - COMPORTAMENTO FUNCIONAL (AUMENTANDO A FORÇA DE
TRAVAGEM PROGRESSIVAMENTE ATé AO VALOR MÁXIMO) ....... B - 1.13
B.1.2.2 - EFICIÊNCIA..........................................................................................B - 1.14
B.1.3 - DESEMPENHO E EFICIÊNCIA DOS TRAVÕES DE EMERGÊNCIA
(SE EXISTIR UM SISTEMA EM SEPARADO) ................................................. B - 1.14
B.1.3.1 - DESEMPENHO ....................................................................................B - 1.15
B.1.3.2 - EFICIÊNCIA..........................................................................................B - 1.15
B.1.4 - DESEMPENHO E EFICIÊNCIA DO TRAVÃO DE ESTACIONAMENTO ......... B - 1.15
B.1.4.1 - DESEMPENHO ....................................................................................B - 1.16
B.1.4.2 - EFICIÊNCIA..........................................................................................B - 1.16
B.1.5 - DESEMPENHO DO RETARDADOR OU DO TRAVÃO DE ESCAPE .............. B - 1.17
B.1.6 - ENSAIO COM DESACELERÓGRAFO ............................................................B - 1.17
b.2 - DIrECção E voLANTE ............................................................................................b - 2.1
B.2.1 - ALINHAMENTO DA DIRECÇÃO ........................................................................ B - 2.1
B.2.2 - VOLANTE E COLUNA DE DIRECÇÃO.............................................................. B - 2.1
B.2.3 - CAIXA DE DIRECÇÃO ....................................................................................... B - 2.2
B.2.4 - BARRAS DE DIRECÇÃO, TIRANTES E RÓTULAS .......................................... B - 2.3
B.2.5 - DIRECÇÃO ASSISTIDA ..................................................................................... B - 2.4

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b.3 - vISIbILIDADE
B.3.1 - VISIBILIDADE..................................................................................................... B - 3.1
B.3.2 - VIDROS .............................................................................................................. B - 3.2
B.3.3 - ESPELHOS RETROVISORES ........................................................................... B - 3.4
B.3.4 - SISTEMA DE LIMPA-VIDROS............................................................................ B - 3.5
B.3.5 - LAVA-VIDROS .................................................................................................... B - 3.5
b.4 - EquIPAMENToS DE ILuMINAção, LuZES, rEFLECTorES E
EquIPAMENToS ELÉCTrICoS ...............................................................................b - 4.1
B.4.1 - LUZES DE ESTRADA (MÁXIMOS) E DE CRUZAMENTO (MéDIOS)............... B - 4.1
B.4.2 - LUZES DE PRESENÇA, DELIMITADORAS, DE MUDANÇA DE DIRECÇÃO,
DE CHAPA DE MATRÍCULA, DE TRAVAGEM, AVISADORES DE PERIGO E
SINALIZAÇÃO LATERAL ................................................................................... B - 4.3
B.4.3 - LUZES DE NEVOEIRO À FRENTE E RETAGUARDA ...................................... B - 4.4
B.4.4 - LUZES DE MARCHA-ATRÁS............................................................................. B - 4.6
B.4.5 - LUZES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS......................................................... B - 4.7
B.4.6 - REFLECTORES E PLACAS REFLECTORAS ................................................... B - 4.7
B.4.7 - HOMOLOGAÇÕES (TODAS AS LUZES E REFLECTORES INCLUÍNDO AS
PLACAS REFLECTORAS) ................................................................................B - 4.8
B.4.8 - INSTALAÇÃO ELéCTRICA ................................................................................ B - 4.8
B.4.9 - LUZES DE TRABALHO ...................................................................................... B - 4.9
b.5 - EIXoS, SuSPENSão, roDAS E PNEuS, TrANSMISSão..................................... b - 5.1

B.5.1
B.5.2 -- MOLAS
EIXOS TRASEIRO
E BARRASEDE DIANTEIRO ..................................................................... B
TORÇÃO...................................................................... B -- 5.1
5.1
B.5.3 - AMORTECEDORES ..........................................................................................B - 5.3
B.5.4 - BRAÇOS DE SUSPENSÃO, BARRAS ESTABILIZADORAS ............................ B - 5.4
B.5.5 - SISTEMAS PNEUMÁTICOS E HIDROELÁSTICOS .......................................... B - 5.5
B.5.6 - jANTES .............................................................................................................. B - 5.6
B.5.7 - PNEUS ............................................................................................................... B - 5.7
B.5.8 - ROLAMENTOS DAS RODAS ............................................................................B - 5.9
B.5.9 - TRANSMISSÃO................................................................................................ B - 5.10
b.6 - quADro E ACESSÓrIoS Do quADro ................................................................. b - 6.1
B.6.1 - QUADRO E CHASSIS .............................................................................................. B - 6.1
B.6.1.1 - ESTADO GERAL ............................................................................................. B - 6.1
B.6.1.2 - RESERVATÓRIOS E TUBAGENS DE COMBUSTÍVEL.................................. B - 6.2
B.6.1.3 - DISPOSITIVOS ANTIENCASTRAMENTO (LATERAL E RETAGUARDA) ..... B - 6.2
B.6.1.4 - SUPORTE DA RODA DE RESERVA............................................................... B - 6.4
B.6.1.5 - DISPOSITIVO DE REBOQUE ......................................................................... B - 6.4
B.6.2 - CABINA E CARROÇARIA ........................................................................................B - 6.5
B.6.2.1 - ESTADO GERAL ............................................................................................. B - 6.5
B.6.2.2 - FIXAÇÃO ......................................................................................................... B - 6.6
B.6.2.3 - PORTAS E FECHOS ....................................................................................... B - 6.7

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B.6.2.4 - FIXAÇÃO DA BATERIA ................................................................................... B - 6.7


B.6.2.5 - FIXAÇÃO DO MOTOR ....................................................................................B - 6.8
B.6.2.6 - PISO DO HABITÁCULO E DO COMPARTIMENTO DE CARGA.................... B - 6.8
B.6.2.7 - ANTEPARA...................................................................................................... B - 6.9
B.6.2.8 - BANCOS.......................................................................................................... B - 6.9
B.6.2.9 - DEGRAUS E ESTRIBOS ..............................................................................B - 6.10
b.7 - EquIPAMENToS DIvErSoS ................................................................................... b - 7.1
B.7.1 - CINTOS DE SEGURANÇA................................................................................. B - 7.1
B.7.2 - EXTINTOR.......................................................................................................... B - 7.3
B.7.3 - DISPOSITIVOS ANTI-ROUBO ...........................................................................B - 7.5
B.7.4 - TRIÂNGULO DE PRé-SINALIZAÇÃO ...............................................................B - 7.5
B.7.5 - CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS ................................................................B - 7.6
B.7.6 - CALÇOS DE RODA............................................................................................ B - 7.7
B.7.7 - CAIXA DE FERRAMENTAS ...............................................................................B - 7.8
B.7.8 - AVISADOR SONORO ......................................................................................... B - 7.8
B.7.9 - VELOCÍMETRO E CONTA-QUILÓMETROS .....................................................B - 7.9
B.7.10 - TACÓGRAFO ................................................................................................... B - 7.9
B.7.11 - LIMITADOR DE VELOCIDADE ......................................................................B - 7.12
B.7.12 - HOMOLOGAÇÃO DE TODOS OS EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS ....... B - 7.13
b.8 - PErTurbAçÕES ......................................................................................................b - 8.1
B.8. 1 - DEFICIÊNCIAS GERAIS (DISPOSITIVOS DE ESCAPE E SILENCIA-

DORES) ............................................................................................................
B.8.2 - EMISSÕES DE ESCAPE PARA MOTORES DE IGNIÇÃO POR FAÍSCA B - 8.1
(MOTOR OTTO)................................................................................................. B - 8.2
B.8.3 - EMISSÕES DE ESCAPE PARA MOTORES COM IGNIÇÃO POR
COMPRESSÃO (GASÓLEO)..............................................................................B - 8.2
B.8.4 - EMISSÃO RELATIVAS AO ÓLEO DE LUBRIFICAÇÃO .................................... B - 8.4
B.8.5 - RUÍDO ................................................................................................................ B - 8.4
b.9 - CoNTroLo SuPLEMENTAr DE vEÍCuLoS DE TrANSPorTE PÚbLICo..........b - 9.1
B.9.1 - SAÍDAS DE EMERGÊNCIA................................................................................B - 9.1
B.9.2 - VENTILAÇÃO E AQUECIMENTO ...................................................................... B - 9.3
B.9.3 - BANCOS............................................................................................................. B - 9.3
B.9.4 - ILUMINAÇÃO INTERIOR ...................................................................................B - 9.4
B.9.5 - PUBLICIDADE .................................................................................................... B - 9.5
B.9.6 - LIMPEZA............................................................................................................. B - 9.6
B.9.7 - RODA DE RESERVA.......................................................................................... B - 9.6
B.9.8 - CORTINAS OU DISPOSITIVOS EQUIVALENTES ............................................ B - 9.7
B.9.9 - SINALIZAÇÃO ACÚSTICA OU LUMINOSA PARA PARAGEM .......................... B - 9.7
B.9.10 - SINALIZAÇÃO INFORMATIVA INTERIOR ....................................................... B - 9.8
b.10 - IDENTIFICAção Do vEÍCuLo .............................................................................b - 10.1
B.10.1 - CHAPAS DE MATRÍCULA.............................................................................. B - 10.1

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B.10.2 - NÚMERO DE QUADRO .................................................................................B - 10.2


B.10.3 - LIVRETE .........................................................................................................B - 10.4
bIbLIogrAFIA ...........................................................................................................C.1
DoCuMENToS DE SAÍDA
PÓS-TESTE ................................................................................................................S.1
CorrIgENDA Do PÓS-TESTE .................................................................................S.5

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DoCuMENToS
DE
ENTrADA

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Objectivos Gerais e Específcos

objECTIvoS gErAIS E ESPECÍFICoS

objECTIvo gErAL
Proceder a uma inspecção periódica de um veículo pesado, fazendo as observações e
vericações previstas na legislação e classicando as deciências encontradas

objECTIvoS ESPECÍFICoS

Identicar e interpretar as normas gerais de procedimentos, métodos e critérios de


deciência aplicados às inspecções periódicas de veículos pesados e reboques com peso
bruto superior a 3500 kg e sua regulamentação

Identicar, consultar e interpretar a legislação aplicável às inspecções periódicas de


veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Identicar e descrever os métodos e procedimentos de inspecção dos sistemas de


travagem dos veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Identicar os componentes dos sistemas de travagem dos veículos pesados e reboques


com peso bruto superior a 3500 kg e sequência da inspecção

Vericar visualmente os componentes dos sistemas de travagem dos veículos pesados e


reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Vericar o estado e funcionamento dos componentes dos sistemas de travagem dos


veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Descrever os procedimentos de utilização de um frenómetro para veículos pesados e


reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Utilizar o frenómetro para veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500
kg

Identicar e vericar os elementos que afectam a visibilidade do condutor em veículos


pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Identicar e descrever os métodos e procedimentos de inspecção dos sistemas de direcção


dos veículos pesados

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads E.1


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Objectivos Gerais e Específcos

Identicar os componentes dos sistemas de direcção dos veículos pesados e sequência


da inspecção

Vericar visualmente os componentes dos sistemas de direcção dos veículos pesados

Vericar o estado e funcionamento dos componentes dos sistemas de direcção dos


veículos pesados

Identicar e descrever os métodos e procedimentos de inspecção dos sistemas de


suspensão dos veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Identicar os componentes dos sistemas de suspensão dos veículos pesados e reboques


com peso bruto superior a 3500 kg e sequência da inspecção

Vericar visualmente os componentes dos sistemas de suspensão em veículos pesados e


reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Vericar o estado e funcionamento dos componentes dos sistemas de suspensão dos


veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Identicar e descrever os métodos e procedimentos de inspecção dos sistemas de


transmissão dos veículos pesados

Identicar os componentes dos sistemas de transmissão dos veículos pesados

Vericar visualmente os componentes dos sistemas de transmissão em veículos pesados

Vericar o estado e funcionamento dos componentes dos sistemas de transmissão dos


veículos pesados

Vericar o estado, funcionamento, montagem, xação e homologação dos eixos, rodas e


pneus dos veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Identicar e descrever os métodos e procedimentos de inspecção dos sistemas de


iluminação dos veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Identicar os componentes dos sistemas de iluminação dos veículos pesados e reboques


com peso bruto superior a 3500 kg e sequência da inspecção

Vericar visualmente a existência, estado, funcionamento, montagem, xação e


homologação dos componentes dos sistemas de iluminação dos veículos pesados e
reboques com peso bruto superior a 3500 kg

E.2 Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads


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Objectivos Gerais e Específcos

Descrever os procedimentos de utilização do regloscópio em veículos pesados e reboques


com peso bruto superior a 3500 kg

Vericar a orientação e intensidade luminosa das luzes em veículos pesados e reboques


com peso bruto superior a 3500 kg com o regloscópio

Identicar os componentes e acessórios dos quadros dos veículos pesados e reboques


com peso bruto superior a 3500 kg e sequência da inspecção

Vericar visualmente os componentes e acessórios dos quadros dos veículos pesados e


reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Vericar o estado e funcionamento dos componentes e acessórios dos quadros dos


veículos pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg

Vericar visualmente a existência, estado, funcionamento, montagem e homologação dos


tacógrafos dos veículos pesados

Vericar visualmente a existência, estado, funcionamento, montagem e homologação dos


limitadores de velocidade

Classicar as deciências ou não conformidades detectadas

Interpretar os resultados obtidos pelos equipamentos

Identicar os tipos de deciência

Classicar os graus de deciência observados

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads E.3


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CorPo
Do
MÓDuLo

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Intd

INTroDução

Os veículos pesados são um meio de transporte de pessoas e mercadorias muito utilizado. Devido
ao elevado número de veículos que circulam diariamente nas estradas há que assegurar que as suas
condições de funcionamento são as necessárias de modo a garantir a segurança dos seus ocupantes
e dos outros utilizadores da via pública.

A inspecção dos veículos surge assim como um meio de controlar pontos chave dos veículos, em
função de parâmetros pré-estabelecidos assegurando que estes apresentam condições para circular 
na via pública.

Neste módulo pretende-se que o inspector faça as observações e vericações de uma inspecção
periódica a um veículo pesado, previstas na legislação, e classique as deciências encontradas.

Este manual encontra-se dividido em duas partes fundamentais:

A – Equipamentos
B – Pontos a vericar 

Na parte A são descritos os equipamentos utilizados em Centros de Categoria A, o seu princípio de


funcionamento, procedimentos operativos e aspectos a ter em atenção por inuenciarem os resultados.
Pretende-se que o inspector esteja familiarizado com os equipamentos e sua utilização, suscitando-lhe
um espírito crítico sobre os resultados e suas inuências.

A parte B está estruturada de acordo com o Despacho 5392/99 (2ª série) havendo correspondência dos
capítulos com os pontos do referido despacho. Deste modo, pretende-se que seja utilizado para apoio
ao inspector no esclarecimento das suas dúvidas durante a classicação de deciências observadas
na inspecção.

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads A - 0.1


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A - EquIPAMENToS

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Fenómet de rls

1 - FrENÓMETro DE roLoS

1.1 - INSPECção CoM o AuXÍLIo Do FrENÓMETro DE roLoS


O frenómetro para veículos pesados é um aparelho destinado a medir a força, o equilíbrio e a eciência
de travagem dos veículos pesados e seus reboques.

Cálculo matemático do valor da efciência de travagem

A eciência de travagem deve estar relacionada com a massa máxima autorizada ou, no caso dos
semi-reboques, com a soma das cargas máximas autorizadas por eixo. A determinação do valor da
eciência de travagem é baseada na seguinte expressão matemática:

 
E(%) = _______ 
F x 100
   P x 9,81

E = valor da eciência em percentagem


F = soma das forças máximas de travagem medidas em cada roda durante o ensaio
(Newton)
P = massa do veículo no momento do ensaio (kg)
 

Ensai de taaem em eícls aticlads (tact/semi-ee)


Nos ensaios de travagem de veículos articulados, tractor/semi-reboque, a avaliação da eciência das
forças de travagem medidas numa inspecção periódica deve fazer-se considerando o seguinte:

• Semi-ees – o ensaio para o cálculo da eciência das forças de travagem dos


sistemas de travão de serviço e de estacionamento deve fazer-se com o semi-reboque
atrelado ao veículo tractor, utilizando os valores indicados por eixo, em frenómetro
equipado com captores e sistema de medição de forças verticais.

• Tactes – se o tractor for inspeccionado com o semi-reboque acoplado, a eciência das


forças de travagem dos sistemas de travão de serviço e de estacionamento  indicada
no frenómetro equipado com captores e sistema de medição de forças verticais.

Ensai de taaem as estantes eícls pesads e ees


A eciência das forças de travagem é calculada tendo por base as medições, por roda, no frenómetro
equipado com captores e sistema de medição de forças verticais.

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads A - 1.1


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Fenómet de rls

1.2 - ASPECToS A MErECEr ESPECIAL ATENção


• Verificar se o peso do veículo (total ou por eixo) não ultrapassa a capacidade do
equipamento. Se assim for, o ensaio deve ser realizado noutro equipamento de maior 
capacidade ou, no caso de esse não existir no centro, deve ser feito um ensaio de
estrada utilizando o desacelerógrafo.

• Verificar a pressão dos pneus.

• Se o veículo estiver equipado com um dispositivo de bloqueio do diferencial, desligá-lo.

• O controlo deve ser feito com o veículo vazio.

• No caso de travões a ar comprimido, vericar se a válvula “VAZIO-CARREGADO” do


veículo se encontra na posição adequada. Se tal não acontecer pedir ao condutor a
mudança de posição.
N.B.: Para os veículos em que a carga é permanente, tais como os camiões grua ou
camiões ocina, deve ser assegurado que a válvula está na posição “CARGA”.

• Frequentemente, durante o ensaio de frenómetro para avaliação da eciência do


travão de estacionamento, em particular nos casos em que o sistema de travagem está
equipado com uma válvula de descarga de pequeno curso, esta origina uma rápida

saída do ar e pode provocar o bloqueio prematuro dos rolos do frenómetro, o veículo é


projectado para trás, interrompendo o contacto das rodas com os rolos.
Nesta situação, o valor da eciência de travagem medida é inferior à real, conduzindo a
resultados pouco áveis.
De modo a evitar esta situação, as rodas dianteiras devem ser calçadas, para se
evitar a referida projecção do veículo para a retaguarda, podendo desta forma avaliar 
correctamente a eciência do travão de estacionamento.

• A função do travão de emergência, quando prevista, pode ser realizada pelo travão de
serviço ou pelo travão de estacionamento. Assim, a avaliação da ecácia do sistema de
travagem de emergência está associada aos resultados obtidos no ensaio do travão de

serviço ou de estacionamento, consoante os casos.


 
• Uma vez ensaiados todos os eixos e todos os tipos de sistemas de travagem aplicados
a cada eixo, (não esquecer que alguns veículos pesados possuem um sistema de
travagem de emergência que também deve ser ensaiado) retirar denitivamente o
veículo dos rolos. Em seguida dar indicação ao frenómetro que o ensaio foi terminado.

• Caso o frenómetro não esteja equipado com balanças automáticas para pesagem do
veículo, o inspector deve informar o equipamento da tara nominal do veículo (atenção
às unidades em que essa tara é expressa).

A - 1.2 Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads


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Fenómet de rls

• Com esta informação ou por indicação do operador, o frenómetro está em condições


de calcular a eciência de travagem e proceder à impressão dos resultados de forma
automática.

• No caso de um eixo tandem ou tridem, o desequilíbrio de travagem deve ser julgado por 
eixo e não por grupo de eixo.

NOTA: Sendo dado adquirido que os camiões se apresentam vazios e que a carga útil ultrapassa, em
muito, a tara, a força de travagem obtida indica unicamente o limite da força de bloqueio das rodas. A
força de travagem máxima com o veículo carregado, será provavelmente mais elevada, mas não pode
ser julgada. Há no entanto maneira de saber se a eciência de travagem é suciente:

• Nos sistemas de travões a ar comprimido, medir a força de travagem no limite de patinagem e


extrapolar o resultado obtido, para avaliar a força de travagem do veículo em carga.

• No sistema de travões hidráulicos, medir a força de travagem no limite de patinagem sobre os


rolos do frenómetro e extrapolar o resultado obtido, tendo em conta a pressão sobre o pedal
do travão, para avaliar a força de travagem em carga.

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Desaceleóaf

2 - DESACELErÓgrAFo
2.1 - INSPECção CoM AuXÍLIo Do DESACELErÓgrAFo
São sujeitos a inspecção alguns veículos que, pelas suas características técnicas, não podem ser 
inspeccionados no frenómetro. São exemplos:

• Veículos de tracção integral permanente sem possibilidade de desacoplamento entre


eixos.

• Veículos multi-eixos com dois ou mais eixos tractores permanentes e sem possibilidade
de desacoplamento.

• Veículos cuja dimensão das rodas não garantam o perfeito contacto do pneu com os
rolos do frenómetro.

• Reboques com eixos multi-rodas ou estruturas de chassis de perfil muito baixo para
transportes especiais.

• Veículos cujo seu peso exceda a capacidade do equipamento disponível.

Neste tipo de veículos, o inspector deverá fazer uso do desacelerógrafo para poder avaliar a eficiência
do sistema de travagem, seguindo o procedimento semelhante ao usado para veículos ligeiros.

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads A - 2.1


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ripómet

3 - rIPÓMETro
3.1 - INSPECção CoM AuXÍLIo Do rIPÓMETro
O ripómetro tem como objectivo medir a tendência de desvio de um dado eixo em relação à trajectória
teórica desse eixo. Assim, dado que o ripómetro calcula, em metros, o desvio ( para a esquerda ou para
a direita ) que um dado eixo terá ao m de um km percorrido, a unidade de medida utilizada é o m/km.

De todos os ângulos mesuráveis num sistema de direcção o valor da convergência é o que mais in -
uencia o comportamento do ripómetro.

Se o valor máximo admissível para o ripómetro for atingido poderá ser uma indicação de que o ali -
nhamento da direcção não está correcto. No entanto, outros factores como folgas em rolamentos ou
rótulas,
podem serelementos
a origemmecânicos
de valoresda
dosuspensão em dos
ripómetro fora maulimites.
estado e mesmo incorrecta pressão dos pneus

O procedimento de utilização deste equipamento é igual para veículos ligeiros e pesados. A única
diferença reside no próprio equipamento, cuja capacidade de carga sobre a placa é diferente consoante
se destina a avaliar veículos ligeiros ou pesados.

3.2 - ASPECToS A MErECEr ESPECIAL ATENção


Além de todos os aspectos já conhecidos aplicáveis aos veículos ligeiros, importa salientar o
seguinte:

• Garantir que a capacidade de carga do equipamento é suciente para o veículo a


ensaiar.

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads A - 3.1


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Detect de Flas

4 - DETECTor DE FoLgAS
4.1 - INSPECção CoM AuXÍLIo Do DETECTor DE FoLgAS
O detector de folgas facilita a vericação do estado das juntas e articulações (folgas, estado das articu-
lações de borracha e casquilhos).

A vericação destas articulações é indispensável para a detecção de deciências provocadas por des-
gastes progressivos, que podem pôr em risco a segurança do veículo.

O detector de folgas para veículos pesados é obrigatoriamente instalado na fossa, uma vez que as
forças a aplicar nas rodas do veículo são muito elevadas e não seriam suportáveis por um elevador. A
fossa deve ter boa iluminação para facilitar a observação.

4.2 - ASPECToS A MErECEr ESPECIAL ATENção


Todas as vericações a efectuar nos veículos pesados são semelhantes às dos veículos ligeiros. De
realçar apenas que o tipo de suspensão instalada nestes veículos difere da dos ligeiros. No entanto, os
componentes a dar especial atenção continuam a ser os mesmos:

• rótlas – Normalmente aparecem folgas, que são visíveis quando se aplica um esforço
na roda. Folgas ou perdas de massa de lubricação da rótula por desgaste ou guarda-
pós requerem a substituição da rótula.

• Amtecedes – Na inspecção visual dos amortecedores deverá ter-se em conta a


existência de fugas de líquido e o estado geral do amortecedor, nomeadamente:

- Suportes
- Deformações
- Casquilhos de suporte
- Haste do êmbolo

• Aticlaões ds as scilantes – Aplicando forças que provocam movimento nos
braços oscilantes, verica-se a necessidade de substituir os silent block (casquilhos
elásticos) caso esteja deteriorados.

• Silent lcks – Os silent blocks ou casquilhos elásticos não necessitam de manutenção,


contudo, é preciso vericar se estão expostos a salpicos de óleo ou combustível que
aceleram a degradação das borrachas.

Com o tempo os silent blocks endurecem e por isso devem ser substituídos
periodicamente. Quando gastos, tornam a suspensão ruidosa.

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Detect de Flas

• Fixa das aas – deverá ter-se em atenção as xações dos extremos da barra ao
braço oscilante e o estado dos silent blocks.

• Mlas – nas molas helicoidais deve-se vericar se estão partidas ou mal posicionadas
sobre os suportes; nas molas de lâminas, vericar todos os seus componentes (brincos,
apoios, lâminas, olhais, braçadeiras...). Estes elementos não se podem apresentar
ssurados, com desgaste, desapertados, com soldaduras ou oxidados.

Dado que o detector de folgas não é um equipamento de medição absoluta fica ao critério e técnica
do inspector a avaliação e qualificação das folgas verificadas. De lembrar que a dimensão dos órgãos
dos veículos pesados difere da dos ligeiros, pelo que a avaliação das folgas deve levar esse facto em
consideração.

Todo o procedimento de utilização do detector de folgas  semelhante ao dos veículos ligeiros.

A - 4.2 Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads


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opacímet

5 - oPACÍMETro
5.1 - INSPECção CoM AuXÍLIo Do oPACÍMETro EM vEÍCuLoS
EquIPADoS CoM MoTorES DE IgNIção Por CoMPrESSão
O opacímetro  um aparelho destinado a medir o grau de opacidade dos gases de escape emitidos pe-
los motores diesel. Através da medida da opacidade poder-se-à avaliar qual o nível de “fumos negros“
saídos para o exterior resultantes de uma má combustão ou combustão incompleta diesel.

Como opacidade dever-se-à entender a maior ou menor diculdade que um dado volume de gases de
escape diesel tem em ser atravessado por uma fonte luminosa conhecida.

Para normalização do procedimento e uniformização dos resultados foi estabelecida como unidade de
medida da opacidade o coeciente característico de absorção - Valor K .

O procedimento a seguir para vericação de veículos pesados é igual ao dos veículos ligeiros.

Deve-se apenas lembrar que, de um modo geral, a quantidade de gases libertados pelos motores dos
veículos pesados é maior que a dos veículos ligeiros, pelo que o ensaio deve ser realizado em local
bem arejado ou com equipamento de extracção de gases.

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads A - 5.1


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Snómet

6 - SoNÓMETro
6.1 - INSPECção CoM AuXÍLIo Do SoNÓMETro
• O sonómetro num centro de inspecções tem como objectivo medir o ruído emitido pelo
funcionamento do motor do veículo, visando a análise do correcto funcionamento do
silenciador (vulgo panela) do sistema de escape.

• O ruído  medido em DB (dcibel).

• A utilização do sonómetro de forma correcta e credível, implica a necessidade de se


reunirem um conjunto de condições físicas (espaço e ambiente envolvente) que de
uma forma genrica não são fáceis de reunir nos centros de inspecção
 • O nº 2 do artigo 80º do Código da Estrada proibe o trânsito de veículos a motor que
emitam ruídos superiores aos limites xados.

• O Decreto-lei nº 292/2000 de 14 de Novembro aprova o regulamento geral do ruído


e estabelece, no seu artigo 16º, que a circulação de veículos com motor cujo valor do
nível sonoro do ruído global de funcionamento exceda os valores xados no livrete,
considerando o limite de tolerência de 5 dB(A), é proibida e sancionada nos termos do
Código da Estrada e respectivo regulamento.

• Não sendo sujeito a um regulamento especíco próprio de outra entidade competente,


ca-se assim obrigado ao cumprimento da norma portuguesa N.P. - 708 - acústica -
ruído emitido pelos veículos rodoviários a motor.
Esta norma dene o conjunto de condições técnicas que deverão ser reunidas para que
se possa efectuar a medição do nível de ruído. Da sua leitura (que se aconselha a todos
os inspectores) conclui-se não ser facilmente reuníveis estas condições num centro de
inspecções
 
• Assim não faz sentido falar em procedimentos de ensaio e utilização do sonómetro
se não estão devidamente regulamentadas e reunidas as condições para efectuar o
ensaio.

• Só após a publicação de um regulamento especíco que dena as condições de uso


do sonómetro nos centros de inspecção será possível estabelecer um procedimento de
ensaio válido.

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads A - 6.1


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relscópi

7 - rEgLoSCÓPIo
7.1 - INSPECção CoM AuXÍLIo Do rEgLoSCÓPIo
O alinhamento preciso dos faróis é imprescindível para a segurança de quem circula de noite e em más
condições e visibilidade.

O regloscópio é o equipamento que permite a verificação do alinhamento e intensidade luminosa das


luzes de médios (simétricas e assimétricas), de máximos e de nevoeiro.

Para verificar o alinhamento dos faróis, o écran de controlo do regloscópio tem uma linha de referência
que deverá coincidir com o limite da zona iluminada (divide a zona clara / escura).

Este equipamento dispõe também de um luxímetro que permite verificar se a diferença de intensidade
luminosa entre faróis  superior a 50%, detectando-se possíveis problemas nos faróis, lâmpadas, etc.

O procedimento operativo (genérico) do regloscópio para vericação dos veículos pesados é semelhante
ao dos veículos ligeiros.

 
7.2 - ASPECToS A MErECEr ESPECIAL ATENção
Todos os aspectos importantes conhecidos do procedimento aplicável a veículos ligeiros repetem-se
para os veículos pesados. No entanto convm salientar os seguintes:

• Nivelamento do veículo
- Altura da suspensão
- Distribuição das cargas

Pcediments de Inspec Peiódica oiatóia em veícls Pesads A - 7.1


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B - PONTOS A VERIFICAR

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Inspeco

B.0 – INSPECçãO
Abordem-se alguns aspectos importantes relativos à inspecção periódica de veículos pesados.

Os veículos pesados e reboques sujeitos a inspecções periódicas são:

1 - Automóveis pesados de passageiros

2 - Automóveis pesados de mercadorias

3 - Reboques e semi-reboques com peso bruto superior a 3500 kg (com excepção dos reboques
agrícolas)

4 - Automóveis pesados e reboques com peso bruto superior a 3500 kg utilizados por corporações
de bombeiros e suas associações e outros que raramente utilizam a via pública, designadamente
os destinados a transporte de material de circo ou de feira, reconhecidos pela entidade compe-
tente.

Podem ser dispensados destas inspecções os veículos destinados a ns especiais, que raramente
utilizam a via pública e cuja circulação esteja dependente de autorização especial (prevista no artigo
58º do Código da Estrada e regulamentada no artigo 5º do Regulamento do Código da Estrada) por
apresentarem pesos brutos, pesos por eixo ou dimensões que excedam os limites gerais xados
legalmente.

Os veículos devem apresentar-se à inspecção em normais condições de circulação, podendo


transportar carga, e em perfeito estado de limpeza que não prejudique a observação da estrutura,
sistemas, componentes e elementos de identicação, nem ponha em causa a higiene e saúde do
inspector, devendo esta situação, sempre que possível, ser vericada antes do veículo entrar na linha
de inspecção. Os inspectores não poderão, mesmo com a autorização do cliente, raspar, decapar, limar
ou desbastar o número de quadro do veículo, podendo limitar-se a limpar sujidades que se encontrem
sobre o mesmo.

Sempre que as condições de limpeza do veículo não possibilitem a inspecção de determinado órgão
ou item, o veículo será reprovado sendo atribuída deciência no respectivo órgão, anotando-se em
observações os componentes não inspeccionados.

Periodi cidade de inspeco

Os veículos devem ser apresentados à primeira inspecção anual e às subsequentes durante o mês
correspondente ao da matrícula inicial, devendo ser apresentados às inspecções semestrais (nos casos
em que se aplica) no 6º mês após a correspondente inspecção anual e de acordo com a periodicidade
estabelecida.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 0.1


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Inspeco

A pedido do interessado, a inspecção periódica pode ser antecipada pelo período máximo de dois
meses em relação ao mês previsto. Poderá o utente por questões legais ou interesse próprio pedir uma
inspecção ou reinspecção ao veículo sem que a periodicidade da mesma seja alterada, com o objectivo

de obter uma cha de inspecção sem anomalias (por exemplo veículos de transporte de mercadorias
perigosas).

Veículos Periodicidade
1 - Automóveis Pesados de Passageiros
Um ano após a data da primeira matrícula e,
2 - Automóveis Pesados de Mercadorias
em seguida, anualmente até perfazerem sete
3 - Reboques e Semi-reboques com peso bruto supe-
anos; no 8º ano e seguintes, semestralmen-
rior a 3500kg (com excepção dos reboques agríco-
te.
4 - las)
Automóveis pesados e reboques com peso bruto
superior a 3500kg utilizados por corporações de
bombeiros e suas associações e outros que rara- Um ano após a data da primeira matrícula e,
mente utilizam a via pública, designadamente os em seguida, anualmente.
destinados a transporte de material de circo ou de
feira, reconhecidos pela entidade competente

Nota: Sempre que for realizada uma Inspecção Extraordinária ou para Atribuição de Matrícula ao

veículo dentro do período estabelecido para a Inspecção Periódica, a primeira é válida como periódica
e não é alterada a periodicidade de inspecção.

Observações e Vericações

Nas inspecções periódicas procede-se às observações e vericações dos elementos de todos os


sistemas, componentes, acessórios e unidades técnicas dos veículos, sem desmontagem, e aos
sistemas de controlo de perturbação ambiental e dos equipamentos suplementares de instalação
obrigatória em veículos de transporte público, nos termos dos anexos II e III do Decreto-Lei 554/99,
onde são descritos os pontos de controlo obrigatório e que serão detalhados neste manual.

O inspector é responsável por seleccionar a linha de inspecção de acordo com o tipo e categoria do
veículo, da seguinte forma:

• Linha de pesados

  – Veículos automóveis pesados


 – Reboques e semi-reboques com peso bruto superior a 3500kg
 – Ligeiros com peso bruto superior a 2800kg

B - 0.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Inspeco

Os centros com linhas de inspecção simultaneamente para veículos ligeiros e pesados aprovadas
(chamadas mistas), utilizarão as referidas linhas indistintamente para veículos ligeiros (peso medido no
banco de suspensão) e pesados (peso medido no frenómetro) e ainda para veículos ligeiros com peso

bruto superior a 2800kg e inferior a 3500kg (peso medido no frenómetro).


Aquando das inspecções de veículos pesados neste tipo de linhas, deve ter-se muita atenção e não
esquecer nunca de tapar o banco de suspensão, pois este não está preparado para suportar um peso
superior a 3500 kg.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 0.3


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Sistemas de Travagem
 

B.1 - SISTEMAS DE TRAVAGEM


B.1.1 - ESTADO MECÂNICO DE FUNCIONAMENTO
B.1.1.1 - VEIOS DE EXCÊNTRICOS DOS TRAVÕES E ALAVANCA DE TRAVãO
(Pedal de Travo)

Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N.

Com o condutor sentado na posição de condução vericar o estado do pedal. Conrmar se está preso
se tem folgas ou qualquer outro problema

Tipo
Deciência
Difíceis de movimentar 2

Desvio da sede 2

Forte desgaste ou com folga 2

Consequências das Deciências

• Falta de precisão no esforço de travagem


• Redução de segurança

B.1.1.2 - ESTADO E CURSO DO PEDAL DE TRAVãO


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N.

O curso excessivo do pedal motivado por fuga do uído de travagem, desgaste dos calços ou bomba
central com defeito, conduz a uma reserva de curso insuciente e consequentemente a riscos de res -
posta deciente de travagem.

Se o travão não recupera facilmente (o pedal não acompanha o pé) pode haver problemas de servo-
freio ou da mola de retorno (o servo-freio pode ter problemas no ltro de ar ou nas válvulas interiores).

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.1


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Sistemas d e Travagem

Deciência Tipo

Curso excessivo, reserva de curso insuciente 2

O travão recupera com diculdade 2

Superfície anti escorregamento do pedal inexistente, mal xa ou


1
gasta

Consequências das Deciências

• Tempo de reacção do sistema de travagem elevado.

B.1.1.3 - BOMBA DE VÁCUO OU COMPRESSOR E DEPÓSITO


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N (veículos O só para os depósitos).

Vericar se, caso haja bloqueamento dos travões por baixa pressão, se o tempo para o sistema recu -
perar é demasiado elevado (bloqueamento sucessivo durante o ensaio).

No teste do frenómetro se surgir indicação de pressão baixa (avisador luminoso), deverá ser possivel
efectuar mais duas travagens sem que o sistema bloqueie.

Vericar perdas de óleo no compressor ou fugas de ar nos circuitos.

Deciência Tipo
Tempo demasiado longo para atingir a pressão de serviço e asse- 2
gurar uma travagem ecaz
Pressão insuciente para assegurar uma travagem repetida (pelo
menos duas aplicações de travão) após indicação de pressão bai- 2
xa (situação de perigo)
Fuga
fugas de
de ar
ar causadora
perceptíveisde uma queda de pressão signicativa ou 2

Perdas de óleo excessivas no compressor 2

Consequências das Deciências

• Perda rápida de poder de travagem.

B - 1.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Sistemas de Travagem

B.1.1.4 - INDICAçãO DE PRESSãO (MANÓMETRO) OU INDICADOR


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N.

Na posição activa de condução com o motor em marcha vericar o correcto funcionamento do manó -
metro, do avisador (actua em caso de perdas de pressão) ou de ambos quando for o caso.

Deciência Tipo

Funcionamento defeituoso do indicador ou do manómetro 2

Consequências das Deciências

• Indicação incorrecta da pressão da qual pode resultar uma falha do sistema de travões
por não se reagir em tempo útil

B.1.1.5 - VÁLVULA MANUAL DE TRAVAGEM


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Vericar, visualmente, com o motor a trabalhar, o estado da válvula, o seu funcionamento e a existência
de fugas de ar.

Deciência Tipo

Fissurada ou danicada, forte desgaste 2

Funcionamento defeituoso da válvula de comando 2

Pouca abilidade no accionamento da válvula ou da haste respecti-


2
va

Fugas nos sistemas, ligações mal xadas 2

Mau funcionamento 2

Consequências das Deciências

• Fugas de ar no circuito, diculdade ou impossibilidade de actuar o travão.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.3


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Sistemas d e Travagem

B.1.1.6 - TRAVãO DE ESTACIONAMENTO, ALAVANCA DE COMANDO E DISPO-


SITIVO DE BLOQUEIO

Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.


Com o veículo colocado no frenómetro vericar o funcionamento do sistema.

Deciência Tipo

Fixação de posição da alavanca insuciente 2

Desgaste excessivo no pivot da alavanca ou no mecanismo da 2


cremalheira
Curso excessivo ou anação incorrecta 1

Consequências das Deciências

• Riscos de não manter imobilizado o veículo

B.1.1.7 - VÁLVULAS DE TRAVAGEM (DE COMANDO, DE DESCARGA RÁPIDA,


REGULADORAS DE PRESSãO, ETC.)

Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Feito normalmente na fossa com o motor em funcionamento e accionando os sistemas de travagem

Deciência Tipo

Danicadas, descarga excessiva, estanquecidade insuciente (fu - 2


gas de ar)
Fixação ou suporte defeituoso 2

Perdas de uido de travões 2

Consequências das Deciências

• Perdas rápidas de pressão


• Comunicação deciente

• Travagem irregular ou insuciente

B - 1.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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B.1.1.8 - CABEçAS DE ACOPLAMENTO PARA OS TRAVÕES DOS REBOQUES


E SEMI-REBOQUES

Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.


Com o veículo em funcionamento vericar o estado da cabeça de acoplamento e mangueiras assim
como a respectiva xação. Vericar a existência de fugas.

Deciência Tipo

Torneiras ou válvulas autovedantes defeituosas 2

Fixação ou montagem defeituosa 2

Estanquecidade insuciente 3

Consequências das Deciências

• A ligação defeituosa além de provocar perda de pressão e consequentemente consu-


mos desnecessários pode provocar o bloqueamento do sistema de travagem do rebo-
que/semi-reboque ou falhas de travagem por faltas de pressão

B.1.1.9 - DEPÓSITOS DE PRESSãO


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N, O.

A inspecção é realizada normalmente na fossa vericando o estado e xação dos depósitos, fugas,
assim como a operacionalidade do sistema de purga.

Deciência Tipo

Danicado, corroído ou com fugas 2

Dispositivo de purga inoperativo 1

Fixação inoperativa ou incorrecta 2

Consequências das Deciências

• Consumo desnecessário de ar
• Risco de resposta à travagem lenta ou bloqueamento do sistema
• Redução da reserva de ar disponível no caso de purga não efectuada

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.5


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B.1.1.10 - DISPOSITIVO DE ASSISTÊNCIA À TRAVAGEM E BOMBA CENTRAL


(SISTEMAS HIDRÁULICOS)

Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N.


Vericar o estado da bomba, vericar o nível do óleo do reservatório da bomba e vericar, aquando
do teste de travagem, a luz indicadora do nível de uído de travões. Vericar o estado da vedação da
tampa do reservatório.

Vericar a existência de fugas assim como a eciência do dispositivo. Para vericar a eciência do dis -
positivo acciona-se o pedal repetidamente até car rijo (motor parado) mantendo de seguida o pé em
cima do pedal colocar o motor em funcionamento - o pedal deve começar a descer .

Vericar o estado dos componentes e a respectiva xação.

Deciência Tipo

Dispositivo de assistência à travagem deciente 2

Dispositivo de assistência à travagem inecaz 3

Bomba central com fugas 3

Bomba central defeituosa 2

Bomba central solta 3

Quantidade insuciente de uído de travões 1

Tampão do reservatório da bomba central em falta 1

Luz indicadora do nível de uído de travões acesa ou defeituosa 1


Funcionamento defeituoso do dispositivo indicador do nível de
uído dos travões 1

Consequências das Deciências

• Esforço elevado no pedal de travão


• Falta de eciência de travagem
• Curso excessivo

B - 1.6 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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B.1.1.11 - TUBAGEM RÍGIDA DOS TRAVÕES


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

A vericação é realizada normalmente na fossa com o veículo em funcionamento. Deve-se ter em aten-
ção o estado dos tubos (corrosão, rotura ou amolgamentos) assim como os componentes de ligação
aos equipamentos ou aos tubos exíveis.

Deciência Tipo

Risco de falha ou de rotura 2

Fugas nos tubos ou acoplamentos 3

Danicada ou excessivamente corroída 2

Decientemente apertada 2

Consequências das Deciências

• Risco de redução da eciência de travagem


• Perda total da capacidade da travagem

B.1.1.12 - TUBAGEM FLEXÍVEL DOS TRAVÕES


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

A vericação é feita normalmente na fossa devendo ser vericado o estado dos tubos (danicados,
muito ressequidos, curtos, deformados ou torcidos) e a existência de fugas.

Deciência Tipo

Risco de falha ou de rotura 2

Danicada, demasiado curta ou torcida 2

Fugas nos tubos ou nas ligações 3

Deformação dos tubos sob pressão 2

Consequências das Deciências

• Fugas de uído hidráulico ou de ar 


• Perda de eciência de travagem

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.7


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B.1.1.13 - CINTAS / CALçOS DOS TRAVÕES


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Se a luz indicadora de aviso se encontra acesa deve procurar-se se possivel, vericar o desgaste das
pastilhas de travão.

Sendo possivel vericar, deve considerar-se desgaste excessivo, sempre que haja contacto entre o
suporte do calço ou pastilha e a polia ou disco (metal/metal).

Deciência Tipo

Ausência de calços 3

Desgaste excessivo 2

Atacados por óleo ou gorduras 2

Consequências das Deciências

• Redução ou perda total do poder de travagem

B.1.1.14 - TAMBORES E DISCOS DOS TRAVÕES


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Deve ser vericado a existência de gorduras, xação da chapa de protecção e quando possível o des -
gaste dos tambores ou discos dos travões.

Deciência Tipo
Desgaste excessivo, ssuras, fracturas ou outros defeitos que 2
afectem a segurança
Tambores ou discos engordurados por óleo, gorduras, etc. 2

Chapa mal xada (protecção) 1

Consequências das Deciências

• Perda do poder de travagem


• Travagem irregular

• Ruído na travagem

B - 1.8 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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• Vibração na chapa de protecção e insuciente refrigeração


• Perigo para terceiros se a chapa de protecção se soltar

B.1.1.15 - CABOS DOS TRAVÕES E COMANDOS


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Na fossa vericar o estado mecânico dos cabos assim como dos elementos de xação. Vericar o fun -
cionamento do conjunto.

Deciência Tipo

Cabos danicados 2
Desgaste ou corrosão excessivos dos cabos e comandos 2

Falta de dispositivo de segurança nas juntas dos cabos ou has-


2
tes
Guias dos cabos defeituosas ou mal xadas 2
 
Fixação insuciente dos cabos 2

Entrave ao movimento do sistema de travagem 3


Movimento anormal das alavancas, tirantes ou articulações que
2
revelem anação incorrecta ou desgaste excessivo

Consequências das Deciências

• Má anação ou não funcionamento do sistema com risco de não actuação do travão de


estacionamento.

B.1.1.16 - CILINDROS DOS TRAVÕES (INCLUINDO TRAVÕES DE MOLAS E


CILINDROS HIDRÁULICOS)
Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Visualmente, vericar a montagem, fugas, curso, estado e protecções anti-poeira.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.9


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Deciência Tipo

Fissurados ou danicados 3

Com fugas 3

Montagem inadequada ou deciente 2

Corrosão excessiva 2

Curso excessivo do mecanismo do diafragma 2

Curso excessivo do êmbolo 2

Protecção anti poeira inexistente ou danicada 2

Consequências das Deciências

• Curso excessivo, perdas de ar ou uído.


• Perda de eciência de travagem

B.1.1.17 - COMPENSADOR AUTOMÁTICO DE TRAVAGEM EM FUNçãO DA


CARGA
Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Vericar a montagem dos componentes quando possível e o estado das ligações e respectivo funcio -
namento.

Deciência Tipo

Montagem ou ligações defeituosas 2

Anação incorrecta 2

Mecanismo gripado ou inoperativo 2

Inexistente 2

Consequências das Deciências

• Bloqueio das rodas traseiras com carga reduzida.


• Falta de eciência de travagem em função da carga

B - 1.10 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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B.1.1.18 - ALAVANCAS EXCÊNTRICAS DE AFINAçãO AUTOMÁTICA


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Vericar o estado do mecanismo, quando possível, assim como o seu funcionamento normal

Deciência Tipo

Mecanismo gripado 3

Movimento anormal indicando desgaste excessivo ou má ana- 2


ção
Funcionamento defeituoso 2

Consequências das Deciências

• Perda de eciência de poder de travagem.


• Perda de reacção

B.1.1.19 - SISTEMAS RETARDADORES ( PARA OS VEÍCULOS EQUIPADOS


COM ESTE TIPO DE DISPOSITIVO)

Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Vericar o estado de montagem do equipamento e revestimentos térmicos de protecção

Deciência Tipo

Mal montado ou ligação deciente 2

Funcionamento defeituoso 2

Ausência de revestimentos térmicos 2

Posicionamento inadequado 2

Consequências das Deciências

• Funcionamento deciente, com desgaste anormal de pneus e calços


• Aquecimento excessivo do chassis no caso da falta de revestimentos térmicos.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.11


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B.1.1.20 - SISTEMA ABS (SISTEMA DE TRAVAGEM ANTIBLOQUEIO)


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

O sistema ABS funciona normalmente com velocidades superiores à velocidade de ensaio no frenó-
metro.

Vericar o indicador luminoso e ligações aos sensores das rodas quando possivel

A luz indicadora de ABS poderá car sempre acesa. Este facto poderá ter origem no funcionamento
deciente do ABS ou simplesmente por uma avaria já reparada, memorizada mas não apagada. Como
não podemos saber qual a realidade o veículo terá que ser reprovado atribuindo-se a deciência “fun-
cionamento deciente”

Deciência Tipo

Funcionamento deciente 2

Montagem incorrecta 2

Mau funcionamento do indicador luminoso 1

Consequências das Deciências

• Bloqueio de rodas durante a travagem


• Travagem deciente

B.1.2 - DESEMPENHO E EFICIÊNCIA DO TRAVãO DE SERVIçO


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M,N e O.

Vericar se o peso por eixo do veículo não ultrapassa a capacidade do equipamento.

Vericar se o veículo é dotado de tracção integral e nesse caso, se for possível, desligar o diferencial
traseiro do dianteiro. Não o sendo haverá que recorrer à utilização de rolos loucos ou ao uso do desa-
celarógrafo

Avaliar se os pneus mantêm uma pressão correcta

Com o veículo no frenómetro deve-se iniciar a travagem de forma lenta e uniforme até ao bloqueio das
rodas ou até atingir o esforço máximo de travagem.

B - 1.12 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Sistemas de Travagem

Para vericar uma eventual ovalização dos tambores ou empeno dos discos, manter estável a pressão
do pedal do travão pelo menos uma volta completa do rodado. O momento em que tal ensaio deve
ser efectuado e a sua duração são, em alguns modelos dos equipamentos, indicados ao operador por
mensagem disponível no monitor ou indicadores luminosos existentes na consola.

Se durante a travagem o inspector detectar que a força máxima é atingida com o pedal no m de curso
o teste deve ser repetido após carregar várias vezes no pedal (ar no circuito ou deciência na bomba
central).

Se o pedal, após comprimido, continuar a deslocar-se lentamente até ao m de curso, a bomba central
pode estar defeituosa.

Se durante a travagem for necessário exercer um esforço exagerado no pedal, o servofreio pode estar
a funcionar mal.

Quando se inicia o teste a um sistema pneumático deve-se vericar a pressão no manómetro. Uma
diminuição demasiado rápida dessa pressão pode ser indicativa de fugas ou mau funcionamento do
compressor.

O manuseamento do frenómetro deve ser efectuado de acordo com o manual do equipamento.

B.1.2.1 - COMPORTAMENTO FUNCIONAL (AUMENTANDO A FORçA DE


TRAVAGEM PROGRESSIVAMENTE ATÉ AO VALOR MÁXIMO)

Deciência Tipo

Força de travagem inadequada de uma ou mais rodas 2

Força de travagem de qualquer roda inferior a 70% da registada 2


na outra roda do mesmo eixo
Desvio do veículo em relação a uma linha recta excessivo (teste
2
realizado em estrada)
Inexistência de variação gradual da força de travagem (trepidação
2
ou bloqueamento brusco)
Tempo resposta anormal na operação travagem de qualquer
2
roda
Flutuação excessiva da força de travagem devido à existência de
2
discos empenados/ tambores ovalizados

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.13


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Sistemas d e Travagem

B.1.2.2 - EFICIÊNCIA

Deciência Tipo

Para reboques e semi-reboqu es matricul ados antes de Janeiro d e 1989

inferior a 20% 3

entre 20% e 40% (exclusive) 2


Para reboques e semi-reboqu es matricul ados após J aneiro de 1989

inferior a 20% 3
entre 20% e 43% (exclusive)
2
Para pesados de mercadorias e tractores

inferior a 20% 3
entre 20% e 45% (exclusive) 2
Para pesados d e passageiros

inferior a 25% 3
entre 25% e 50% (exclusive)
2

Consequências das Deciências

• Impossibilidade ou diculdade de imobilização do veículo


• Redução das condições de segurança

B.1.3 - DESEMPENHO E EFICIÊNCIA DOS TRAVÕES DE EMER-


GÊNCIA (SE EXISTIR UM SISTEMA EM SEPARADO)
O sistema de travagem de emergência deve permitir parar o veículo numa distância razoável, no caso
de avaria do sistema de travagem de serviço, devendo a sua acção ser regulável e o condutor conse-
guir actuar no lugar de condução. Há veículos cuja actuação deste travão é automática.

O sistema poderá ser autónomo do sistema de travagem de serviço ou integrado no mesmo.

O ensaio deverá ser feito através da simulação das condições reais de avaria no sistema o que não é
possível no acto de inspecção periódica.

B - 1.14 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Sistemas de Travagem

Quando o sistema de emergência existir em separado do sistema de travões de serviço o método de


inspecção será o mesmo previsto para o sistema de travões de serviço.

O manuseamento do Frenómetro deve ser efectuado de acordo com o manual do equipamento.

B.1.3.1 - DESEMPENHO

Deciência Tipo

Travão de emergência inoperativo num dos lados 2

Força de travagem na roda menos travada do eixo, inferior a 70%


do esforço máximo da outra roda 2
Progressividade irregular na travagem (bloqueamento) 2

Sistema automático de travagem do reboque inoperativo 2

B.1.3.2 - EFICIÊNCIA

Deciência Tipo

Inferior a 20% (reboques e semi reboques) 2

Inferior a 25% (ligeiros e pesados de passageiros) 2

Inferior a 20% (restantes veículos) 2

Consequências das Deciências

• Perda de segurança no caso de utilização do travão em situações de emergência

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.15


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B.1.4 - DESEMPENHO E EFICIÊNCIA DO TRAVãO DE ESTACIONA-


MENTO
O travão de estacionamento permite manter um veículo imobilizado após actuação do travão de serviço
e é sempre um equipamento mecânico.

O teste para vericação da eciência deve, no caso dos veículos ligeiros, ser feito actuando de forma
lenta (dente a dente) até atingir a força de travagem máxima.

No caso dos travões pneumáticos, o manípulo será igualmente accionado devagar até se atingir o
bloqueio

Quando o ensaio acusar o esforço nulo numa das rodas o problema poderá ser devido a uma má
anação e não travão inoperativo. Para se comprovar repete-se o ensaio accionando apenas o rolo
do frenómetro relativo à roda que acusa esforço nulo, conseguindo deste modo vericar se há ou não
esforço de travagem. Havendo esforço de travagem a anomalia a assinalar não será de travão inope-
rativo mas anação incorrecta.

Existe uma patilha no interior do veículo que permite accionar o sistema em caso de necessidade per-
mitindo assim a realização do ensaio no frenómetro.

O manuseamento do Frenómetro deve ser efectuado de acordo com o manual do equipamento.

B.1.4.1 - DESEMPENHO

Deciência Tipo

Travão inoperativo num dos lados 2

B.1.4.2 - EFICIÊNCIA

Deciência Tipo

Inferior a 16% 2

Consequências das Deciências

• Impossibilidade de se imobilizar o veículo quando estacionado.

B - 1.16 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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B.1.5 - DESEMPENHO DO RETARDADOR OU DO TRAVãO DE


ESCAPE
Para veículos equipados com retardador eléctrico ou hidráulico de acção independente, o seu funciona-
mento pode ser vericado quando o veículo está instalado no frenómetro, desde que o comando deste
equipamento seja independente limitando-se esta vericação à conrmação da existência de esforço
de travagem.

Para veículos equipados com retardador de escape não é possivel vericar o seu funcionamento no
decorrer da inspecção

Deciência Tipo

Não modulável 2

Funcionamento defeituoso 2

Consequências das Deciências

• Desgaste anormal de pneus e material de fricção.

B.1.6 - ENSAIO COM DESACELERÓGRAFO


É apenas justicado o uso do desacelerógrafo nos casos em que devido às características dos veículos
não seja exequível o ensaio no frenómetro, devendo a justicação do ensaio constar do relatório de
inspecção.

Com a utilização dos rolos loucos o ensaio com o desacelarógrafo cará limitado a alguns pesados.
Este ensaio deverá ser realizado em local que não coloque em risco a segurança do veículo em teste,
assim como a segurança de terceiros, devendo ser realizado nas instalações do Centro ou num outro
local não público.

O veículo não deve ser sujeito a qualquer tipo de vibração, deve arrancar lentamente e rolar alguns
segundos até atingir a velocidade de 40 Km/h, após o que se deve efectuar uma travagem progressiva
sem derrapar.

Devem ser vericados os valores da desaceleração e os desvios do veículo ao travar relativamente ao


eixo da via.

O ensaio da eciência do travão de estacionamento não deve ser realizado por este método uma vez
que o mesmo para este caso não permite resultados áveis assim como a repetibilidade dos mesmos.

O manuseamento do desacelarógrafo deve ser efectuado de acordo com o manual do equipamento.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 1.17


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Direco e Volante

B.2 - DIRECçãO E VOLANTE

B.2.1 - ALINHAMENTO DA DIRECçãO


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

O ensaio é realizado no ripómetro com a pressão correcta nos pneus, o volante solto e o veículo en-
gatado.

Colocar o veículo de maneira a que este siga uma linha recta, fazendo passar de maneira lenta e cons-
tante a roda dianteira esquerda por cima do tapete do ripómetro. Durante a passagem é imprescindível
que o condutor mantenha o volante livre, para que o veículo possa seguir o seu trajecto natural.

Apenas os valores das rodas direccionais são considerados para a atribuição de deciências. Os valo -
res das rodas não direccionais, servem apenas de orientação e de alerta para possíveis deciências a
detectar na fossa.

Deciência Tipo

Desvio superior a 10 m/km 2

Desvio superior a 5 m/km e inferior ou igual a 10 m/km 1

Consequências das Deciências

Condução difícil e perigosa. Desgaste irregular dos pneus e de outros componentes do sistema de
direcção.

B.2.2 - VOLANTE E COLUNA DE DIRECçãO

Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.


Com o motor a funcionar, rodar o volante para a esquerda e para a direita, com movimentos curtos, até
se detectar resistência. As rodas do veículo devem acompanhar o movimento do volante. Desta forma
o Inspector verica a existência de folgas radiais e quantica-as.

Com o motor a funcionar, ao rodar o volante verica-se se existe resistência ao movimento assim como
batimentos e ruídos anormais que serão indícios de folgas nas uniões elásticas.

Vericar se o volante corresponde ao volante original ou se é um volante com diâmetro diferente que
causará o endurecimento da manobra.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 2.1


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Direco e Volante

Puxar e empurrar o volante axialmente. Desta forma o inspector verica se existe folga axial no volante
com batimento ou má xação do sistema do volante e coluna.

Na fossa, vericar as uniões, cardans e possíveis deformações.

Deciência Tipo

Folga radial do volante, superior a 1/8 de volta (45º) 2


Folga axial no volante com batimento 2
Resistência ao movimento 2

Existência de deformações, soldaduras ou ssuras 2


Folgas nos cardans 2
Uniões elásticas deterioradas 2
Má xação do sistema de volante e coluna 2

Consequências das Deciências

• No caso de folgas (axiais e/ou radiais) ou decientes reparações, haverá um risco de


aumento de esforço (direcções duras), bloqueamento de direcção, perda de ecácia
com aumento do tempo de reacção e perda de funções com o veículo descomandado.

B.2.3 - CAIXA DE DIRECçãO


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Colocar as rodas do veículo, sobre as placas detectoras de folgas, tendo o cuidado de garantir que o
veículo está centrado em relação ao eixo da fossa.

Efectuar sucessivas e rápidas rotações do volante, para poder avaliar o estado dos diferentes com-
ponentes da direcção, vericando a xação da caixa, folgas, fugas de uído. Vericar igualmente a
existência de batimentos anormais.

Com o veículo travado e o motor a trabalhar, oscilar os pratos individualmente ou em conjunto, em


movimentos sucessivos longitudinais e transversais de maneira a que as folgas dos elementos da sus-
pensão e da direcção sejam mais evidentes.

B - 2.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Direco e Volante

Deciência Tipo

2
Fixação deciente
Fuga de uído 1

Guarda - pós ausentes 1

Guarda - pós em mau estado 1

Mau estado geral exterior, nomeadamente ssuras 2

Consequências das Deciências

• Em todos os casos, uma direcção deciente provoca um aumento de diculdade de manobra,


viatura instável, direcção dura.
• Risco de bloqueamento e perda de controlo
• Perda de segurança activa e redução do agrado de condução

B.2.4 - BARRAS DE DIRECçãO, TIRANTES E RÓTULAS

Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Colocar as rodas do veículo sobre as placas deslizantes do detector de folgas, tendo o cuidado de ga-
rantir que o veículo está centrado em relação ao eixo da fossa.

É indiferente realizar o ensaio com o veículo destravado ou travado

Devem-se efectuar sucessivas e rápidas rotações do volante, para poder avaliar os órgãos da direcção.
Rodar também o volante totalmente para um lado e para o outro para vericar os limitadores.

O Inspector deve vericar se há contacto das rodas ou das barras com partes xas do veículo.

Vericar alterações ao movimento dos braços de direcção que indiciem folgas na ligação à caixa de
direcção.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 2.3


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Direco e Volante

Deciência Tipo

Deformações, soldaduras ou ssuras 2

Folgas exageradas nas rótulas 2

Ausência de guarda-pós 2

Mau estado dos guarda-pós 1

Limitador de direcção inexistente ou mal regulado 2

Barras de direcção, tirantes, rótulas - limitador de direcção mal 2


regulado

Consequências das Deciências

• Vibração nas rodas


• Condução insegura
• Risco de bloqueamento ou perda de controlo
• Desgaste de pneus

B.2.5 - DIRECçãO ASSISTIDA


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Com o motor parado rodar ou tentar rodar o volante para um dos lados. Colocar o motor em funciona-
mento e vericar a redução do esforço no volante.

Controlar visualmente a existência de fugas de uído.

Deciência Tipo

Funcionamento incorrecto 2

Fuga de uído 1

Consequência das Deciências

• Direcção dura e pesada com maiores diculdades de manobra.

B - 2.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Visibilidade

B.3 - VISIBILIDADE
B.3.1 - VISIBILIDADE
 
Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Vericar a existência e o bom funcionamento das palas do sol.

Vericar a inexistência de autocolantes na área de varrimento das escovas do limpa pára-brisas.

Vericar a existência de autocolantes não regulamentares nos vidros.

Vericar a existência de alterações no vidro pára-brisas que reduzam a visibilidade do condutor 

Considera-se 3 zonas distintas no vidro pára-brisas nas quais a existência de riscos, ssuras ou outras
deformações provocam redução de visibilidade com diferentes consequências.

Zona A Zona de varrimento das escovas no lado do condutor

Zona B Zona de varrimento das escovas no lado do passageiro

Zona C Zona exterior ao varrimento das escovas

Deve-se ter em atenção que ssuras simples ou múltiplas serão sempre causadoras de redução de
visibilidade, especialmente devido a fenómenos de reexão quando o vidro está molhado, de noite ou
com má visibilidade durante o dia.

Zona A Não são aceites nesta zona ssuras, riscos, deformações com excepção de pequenos
picos motivados pela projecção de gravilhas

Zona B São aceites ssuras simples, múltiplas ou riscos, desde que e por julgamento do ins -
pector não provoquem perda de visibilidade.

Zona C São aceites ssuras simples, múltiplas ou riscos desde que não esteja em causa a
segurança estrutural do vidro.

O julgamento das situações A, B ou C é da responsabilidade da apreciação técnica do inspector que


em caso de duvida deverá tomar uma decisão colegial com o apoio de outro inspector ou do Respon-
sável Técnico do Centro.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 3.1


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Visibilidade

Deciência Tipo
Autocolantes na área de varrimento das escovas do limpa pára- 2
brisas
Alterações no vidro que reduzam, deformem ou interram com a 2
visibilidade para o condutor
Objectos ou autocolantes não regulamentares no pára-brisas ou
1
em qualquer outro componente que interra com a visibilidade
Ausência de palas de sol 2

Funcionamento deciente das palas do sol 1

Consequências das Deciências

• Diminuição do campo de visibilidade devido ao mau estado dos vidros ou existência de pelí-
culas ou autocolantes indevidos.

• Encadeamento no caso de palas de sol ausentes ou defeituosas.

B.3.2 - VIDROS
Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

A marca de homologação deve normalmente compreender os campos exemplicados na tabela se -


guinte:

Gravao

Fabricante do veículo Seat


Fabricante do vidro Saint Gobain
Tipo de vidro II (laminado)
Norma americana DOT 211 M109 AS1
País de homologação E9 (Espanha)
Norma europeia 43R-000451
Data de fabrico 0... (ano 2000, mês de Setembro)

Vericar a existência dos vidros, a homologação bem como o seu estado.

Um vidro pára-brisas devidamente reparado deverá ser aceite.

B - 3.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Visibilidade

Não é permitida a colocação de películas autocolantes nos vidros dos veículos destinadas a escurecê-
los.

São permitidas películas opacas na caixa de carga dos veículos automóveis de mercadorias, devendo-
se entender que a opacidade destas películas deverá vericar-se do exterior para o interior e não no
sentido inverso.

Considera-se como não aceitável as seguintes ssuras ou fracturas:

- Vidros laminados com ssuras em ambas as faces ou com perfuração total;

- Vidros laminados com ssuras extensas em apenas uma das faces que passem de um lado ao
outro do vidro;

- Vidros laminados em que a ssura sendo extensa numa das faces passa para além do meio do
lado adjacente
- Fissuras múltiplas

- Fissuras que pela sua dimensão e aspecto põem em causa a visibilidade ou resistência do vi -
dro

São permitidos segundo o Regulamento 43 ECE, vidros escuros ou escurecidos, nos veículos automó-
veis, desde que a percentagem de absorção de luminosidade não exceda os seguintes valores:

Vidro pára-brisas 25%, Vidro Porta da frente 30%, Outros vidros superior a 30%

Assim, desde que os vidros possuam marca de homologação e na qual é prevista a vericação destes
valores poderemos ter um veículo com vidros nas portas da frente mais claros que os vidros das portas
traseiras ou óculo.

Deciência Tipo

Vidros inexistentes 2

Vidros partidos 2

Vidros não homologados 2

Vidros com películas não regulamentares 2

Consequências das Deciências

• Redução do campo de visibilidade do condutor.


• Diminuição da resistência do vidro, podendo provocar riscos na condução nos casos de
fractura inesperada.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 3.3


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Visibilidade

B.3.3 - ESPELHOS RETROVISORES


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Vericar a existência, a homologação, o estado e o sistema de regulação dos espelhos retrovisores.

Todos os veículos automóveis devem dispor de pelo menos um espelho retrovisor interior e um exterior
colocado no lado esquerdo do veículo.

Sempre que se verique a redução ou eliminação do campo de visão do espelho retrovisor interior,
deve existir um espelho retrovisor exterior instalado no lado direito do veículo.

Excepões:

a. Em qualquer tipo de veículo, a instalação do espelho interior é dispensada, desde que


as características do veículo anulem permanentemente o seu campo visual.

b. Para os veículos N3 pode ser necessário prever um retrovisor complementar de grande


ângulo assim como um retrovisor de arrumação.

Todos os espelhos retrovisores do veículo devem conter a marca de homologação, ou seja, a letra “E” -
envolvida num círculo (regulamento UNCE), ou a letra “e” (aprovação comunitária). Em certos espelhos
retrovisores exteriores a marca de homologação, encontra-se na parte inferior do retrovisor.

Deciência Tipo

Ausência de retrovisores 2

Retrovisores não homologados 2

Espelhos deteriorados ou com visão deciente 2

Sistema de regulação deciente 2

Consequências das Deciências

• Redução da visibilidade com aumento de risco durante manobras perigosas, ultrapas-


sagem, mudança de direcção, etc..

B - 3.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Visibilidade

B.3.4 - SISTEMA DE LIMPA VIDROS


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Vericar o funcionamento das diversas velocidades do limpa pára-brisas.

Deciência Tipo

Ausência ou não funcionamento de qualquer elemento 2

Funcionamento deciente ou escovas em mau estado 1


Limpa pára-brisas com dimensões ou características não regula- 2
mentares

Consequências das Deciências

• Visão insuciente da estrada


• Condução perigosa

B.3.5 - LAVA-VIDROS
Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Vericar o funcionamento do sistema lava vidros.

Deciência Tipo

Funcionamento deciente 1
 

Consequência das Deciências

• Visão deciente.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 3.5


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

B.4 - EQUIPAMENTOS DE ILUMINAçãO, LUZES, REFLEC-


TORES E EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS
B.4.1 - LUZES DE ESTRADA (MÁXIMOS) E DE CRUZAMENTO (MÉDIOS)
Estas vericações aplicam-se a todos os veículos das categorias M e N.

Cores Regulamentares

Homologao Até 31-12-1995 Desde 1-1-1996

Matrícula Até 31-12-1997 (1.ª Matrícula) Desde 1-1-1998

Amarelo Branco Amarelo Branco

Cruzamento Sim Sim Não Sim

Estrada Sim Sim Não Sim

O veículo autorizado a usar faróis amarelos, pode circular com faróis de médios brancos e máximos
amarelos ou vice-versa.

Vericar o correcto funcionamento e estado das luzes de máximos e médios, estado e xação das
ópticas ou vidros dos faróis ou ainda o estado do material reector.

Vericar se o número de faróis, colocação, posição e cor obedecem às prescrições constantes da


legislação.

Vericar a homologação dos projectores quando aplicável.

Vericar a existência de avisador que será de cor azul para os máximos (obrigatório) e da cor verde
para os médios quando existir.

Vericar se a pressão dos pneus está correcta (para veículos com suspensão a ar, deve ligar-se o
motor de modo a estabilizar a altura do veículo).

O Inspector deverá colocar o veículo com o motor a trabalhar, sobre a superfície lisa e horizontal
destinada ao ensaio.

Vericar se o regulador dos faróis pelo interior (se existente) está na posição normal (posição zero).

Colocar o regloscópio diante do farol a focar, a uma distância de 20 a 50 cm (de acordo com o equi-
pamento instalado) e paralelamente à linha denida pelos 2 faróis.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 4.1


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

Colocar a câmara do regloscópio ao nível do farol.

Acender os médios e os máximos em sequência e projectar o foco luminoso no painel do interior do


grupo óptico.

Comparar a inclinação do feixe luminoso em percentagem, com o valor declarado pelo fabricante
do veículo. Caso se utilize um regloscópio sem impressão de resultados, comparar o feixe luminoso
projectado no equipamento

Vericar a diferença de intensidade luminosa entre os faróis máximos e os médios.

A ecácia dos feixes luminosos e orientação será vericada com o Regloscópio, sendo o procedimen -
to de manuseamento do mesmo de acordo com o Manual do Equipamento.

A instalação de luzes anormais em veículos deverá ser motivo de reprovação (azuis, uorescentes e
outras)

Deciência Tipo

Deteriorados, ausência ou não funcionamento 2

Funcionamento incorrecto 2

Montagem ou cor não regulamentar 2

Projectores não homologados 2

Má xação ou deciente regulação 1

Alinhamento incorrecto (orientação alta) 2

Alinhamento incorrecto (orientação baixa) 1

Diferença entre intensidade luminosa de luzes do mesmo tipo 2


superior a 50%
Não homologadas ou sem marca de homologação, quando obri- 2
gatória

Consequências das Deciências

• Coima
• Redução das condições de segurança, a orientação alta provoca encandeamento e a
orientação baixa provoca visão deciente.

B - 4.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

B.4.2 - LUZES DE PRESENçA, DELIMITADORAS, DE MUDANçA DE DI-


RECçãO, DE CHAPA DE MATRÍCULA, DE TRAVAGEM, AVISA-
DORES DE PERIGO E SINALIZAçãO LATERAL
Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O.

• Luzes de presena - as luzes que servem para indicar a presença e a largura do veículo
quando visto de frente e da retaguarda. As luzes de presença da frente tomam a designação
de “mínimos”, devendo apresentar uma intensidade tal, que sejam visíveis de noite e por tem -
po claro a uma distancia mínima de 150 m.

• Luzes delimitadoras - a luz destinada a indicar a largura total do veículo, destinando-se a


completar, para determinados veículos automóveis e reboques, as luzes de presença e da
retaguarda, chamando especial atenção para as suas dimensões. São obrigatórias para veí-
culos com larguras superiores a 2,10 m.

• Luzes indicadoras de mud ana de direco - a luz que serve para indicar aos outros uten-
tes da estrada que o condutor tem a intenção de mudar de direcção para a direita ou para a
esquerda.

A luz emitida deve ser intermitente (90 ± 30 ciclos /minuto), devendo existir um avisador óptico
ou acústico.

• Luz de chapa de matrícula - o número de matrícula inscrito à retaguarda deve ser iluminado
com luz de cor branca e por forma a ser visível pelo menos a 20 m. Deve possuir uma ligação
funcional com as luzes de presença devendo ser accionado com estas.

• Luz de travagem – indica aos utentes da estrada que circulam atrás do veículo que o condu-
tor deste accionou o travão de serviço.

De acordo com a Directiva 97/28 CEE para os veículos matriculados a partir de 1-10-2000,
passa a ser obrigatória a 3ª luz de travagem para os veículos M1 e facultativa nos restantes.
De acordo com a Directiva 91/663/CEE para os veículos matriculados a partir de 1-1-1998, a
cor da luz de travagem passa a ser obrigatoriamente vermelha e com uma intensidade supe-
rior à das luzes de presença (Directiva 91/663 CEE).

• Luzes avisadoras de perigo – os sinais luminosos destinados a indicar mudanças de direc-


ção poderão ser utilizados em funcionamento simultâneo como luzes avisadoras de perigo.
O accionamento deve ser feito através de comando distinto que deverá possuir um avisador
de cor vermelha e intermitente, podendo funcionar em conjunto com o ou os avisadores das
luzes indicadoras de mudança de direcção, ou seja se funcionarem simultaneamente os dois
avisadores de mudança de direcção pode ser dispensado o avisador de cor vermelha.

As luzes de perigo têm que poder funcionar mesmo com o motor parado.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 4.3


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

• Luzes de presena lateral – Todos os veículos com um comprimento superior a 6


metros devem estar equipados com um dispositivo de sinalização lateral (luzes e ou re-
ectores não triangulares) destinados a indicar a sua presença quando vistos de lado.

Vericar a existência, funcionamento, ecácia, estado, montagem, cor, xação e homologação das
luzes e reectores.

Deciência Tipo

Ausência ou não funcionamento 2

Montagem ou cor não regulamentares 2

Mau estado ou partidos 1

Fixação deciente 1

Ecácia reduzida ou nula 2

Funcionamento deciente 2

Terceira luz de travagem não homologada ou mal colocada 1

Não homologados ou sem marca de homologação quando obrigatória 2

Nota:
Havendo mais que uma luz (ou reector) do mesmo tipo, ao não funcionamento de uma delas é atribu -
ído o grau de deciência 1.

Consequências das Deciências

• Redução das condições de segurança


• Coima

B.4.3 - LUZES DE NEVOEIRO À FRENTE E RETAGUARDA


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O.

As luzes de nevoeiro devem estar orientadas para a frente do veículo sem provocar encadeamento
para os condutores que circulem em sentido oposto e montadas segundo a legislação em vigor à data
da homologação.

B - 4.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

Devem ser ligadas ou apagadas separadamente das luzes de cruzamento e estrada ou em combina-
ção com uma destas.

Para ligar os faróis de nevoeiro da frente terão que estar ligadas as luzes de presença

Os faróis de nevoeiro traseiros são obrigatórios para os veículos matriculados a partir de 27-5-1990.

Deverão existir 1 ou 2 luzes de cor vermelha, devendo no caso de existir apenas uma luz, esta estar
colocada no lado esquerdo do veículo, ou ao centro do mesmo para veículos homologados a partir de
1996-01-01 ou matriculados a partir de 1998-01-01. As luzes só podem ligar-se quando as luzes de
cruzamento, estrada ou nevoeiro da frente estiverem em serviço.

Podem car ligadas com as luzes de presença não podendo no entanto ser ligados com estas.

Deve existir um avisador de accionamento de luz de cor âmbar 

Vericar o estado, funcionamento, xação, cor e eciência visual.

Deve vericar-se a dependência de ligação com as outras luzes e de acordo com a legislação em vi -
gor.

A orientação das luzes de nevoeiro à frente deverá ser vericada com auxílio do regloscópio

Deciência Tipo

Deteriorado, ausência ou não funcionamento 2

Montagem ou cor não regulamentar 2

Mau estado, partidos ou xação deciente 1

Funcionamento incorrecto ou ecácia nula à rectaguarda 2

Dependência de funcionamento não regulamentar  2

Orientação alta 2

Não homologados ou sem marca de homologação quando obrigatória 2

Consequências das Deciências

• Segurança do Condutor e terceiros


• Coima.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 4.5


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

B.4.4 - LUZES DE MARCHA-ATRÁS


Aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O.

São obrigatórias para os veículos das categorias M e N matriculados a partir de 1-1-1998 e facultativa
para os veículos da categoria O.

São luzes de cor branca podendo existir uma ou duas. Não podem provocar encadeamento pelo que o
seu alcance não deve ser superior a 10 metros.

Só devem poder ligar-se com a marcha-atrás engrenada e com o motor em funcionamento.

Para veículos matriculados até 30-09-1994, os faróis de marcha-atrás poderão ter a cor amarela

Vericar a existência, ecácia, estado, cor, xação, montagem e homologação das luzes.

Deciência Tipo

Funcionamento incorrecto 1

Colocação não regulamentar 1

Cor não regulamentar 1


Orientação incorrecta, provocando encandeamento 2

Funcionamento não dependente da marcha atrás 2

Não homologados ou sem marca de homologação quando obrigatório 2

Consequências das Deciências

• Diculdade de manobra
• Segurança
• Coima

B - 4.6 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

B.4.5 - LUZES DO PAINEL DE INSTRUMENTOS


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Ligar a chave na ignição, ligar os interruptores e vericar se as luzes do painel de instrumentos funcio-
nam.

Deciência Tipo

Não funcionamento luzes indicadoras de máximos 2

Não funcionamento de luzes indicadoras 1

Consequência das Deciências

• A falta de informação ao condutor poderá colocar em risco o funcionamento do veículo


e a sua segurança.

B.4.6 - REFLECTORES E PLACAS REFLECTORAS


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O. A aplicação dos diferentes tipos
de reectores difere de acordo com a categoria de veículos.

Tipo de Reectores

• Reectores não triangulares, de cor vermelha colocados na traseira de veículos auto-


móveis (categorias M e N, na quantidade 2)

• Reectores triangulares na cor vermelha, colocados à retaguarda de reboques e semi-


reboques (categoria O, na quantidade 2).

• Reectores não triangulares, de cor branca/incolor montados na frente dos reboques e


semi-reboques (categoria O na quantidade 2). Passam a obrigatórios para os veículos
matriculados a partir de 1-10-1994

• Reectores não triangulares, de cor âmbar montados nas laterais dos veículos automó-
veis com comprimento superior a 6 metros. A quantidade é função do comprimento

Os veículos pesados matriculados até 30-09-1994, poderão apresentar-se com reectores vermelhos
nos painéis laterais

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 4.7


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

Sempre que, por construção, os veículos não permitam a montagem dos reectores, podem os mes-
mos ser colocados em dispositivo amovível xado à estrutura do veículo.

Vericar a existência, estado, montagem, xação e homologação dos reectores e placas reectoras.

Deciência Tipo

Ausência ou deteriorados 2

Colocação não regulamentar 2

Não homologados ou sem marca de homologação quando obrigatória 2

Nos veículos mais modernos, é comum os diversos reectores aplicados na traseira do veículo, esta -
rem integrados nos faróis.

Consequências das Deciências

• Segurança

• Coima

B.4.7 - HOMOLOGAçÕES (TODAS AS LUZES E REFLECTORES INCLU-


INDO AS PLACAS REFLECTORAS)
Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O

Vericar as marcas de homologação quando obrigatórias.

Classicação de deciências referenciada nos quadros anteriores

Consequências das Deciências

• Coima

B - 4.8 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

B.4.8 - INSTALAçãO ELÉCTRICA


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O.

Vericar o estado, xação e montagem das cablagens e respectivas ligações eléctricas do veículo.

Vericar a xação e o estado das ligações da(s) bateria(s).

Deciência Tipo

Mau estado da cablagem 2

Fixação deciente da cablagem 1

Bateria e ligações em mau estado 1

Consequências das Deciências

• Curto-circuito,
• Risco de incêndio.
• Avaria no veículo

B.4.9 - LUZES DE TRABALHO


Aplicável a veículos que devido às suas condições gerais de utilização estão autorizados a utilizar luzes
especícas (tractores, veículos pronto-socorro, veículos especiais para limpeza urbana e bombeiros).

Faróis Rotativos Azuis – utilizados em veículos que fazem serviço de emergência

Faróis Rotativos Amarelos – utilizados em veículos que podem circular em marcha

lenta ou com cargas de grandes dimensões


Faróis auxiliares para engate de semi-reboque – faróis utilizados para auxiliar a
manobra de engate ou desengate dum semi-reboque durante a noite

• O comando para ligar e desligar deve estar localizado no exterior da cabina do


veículo.

ou

• No painel de bordo existe uma luz avisadora claramente visível a partir da posi-
ção de condução, que acende sempre que a luz de trabalho estiver ligada.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 4.9


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Equipamento de Iluminação, Luzes, Reectores e Equipamentos Eléctricos

Faróis u tilizados para o servio de limpeza urbana – faróis direccionais de cor bran-
ca utilizados como auxiliares de serviço e que não podem provocar o encadeamento
de outros veículos (superior a 5 m).

• O comando para ligar e desligar deve estar localizado no exterior da cabina do


veículo.

ou

• No painel de bordo existe uma luz avisadora claramente visível a partir da posi-
ção de condução, que acende sempre que a luz de trabalho estiver ligada.

Vericar a existência, funcionamento, ecácia, estado, montagem, cor e xação

Não está prevista na legislação actual nenhuma classicação especíca para este conjunto de faróis.

Consequências das Deciências

• Encadeamento

B - 4.10 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Eixos, Suspenso, Rodas e Pneus, Transmisso

B.5 - EIXOS, SUSPENSãO, RODAS E PNEUS, TRANSMISSãO


B.5.1 - EIXOS TRASEIRO E DIANTEIRO
Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Utilizar o detector de folgas. Vericar xações, recorrendo quando necessário ao uso do travão. Veri -
car a existência de deformações, soldaduras ou ssuras, reparações incorrectas ou xações decien-
tes ao chassis.

Deciência Tipo

Deformações, soldaduras ou ssuras 2

Fixação deciente ao chassis 2

Consequências das Deciências

• Acidente
• Imobilização do veículo

B.5.2 - MOLAS E BARRAS DE TORçãO


Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

As molas ou as barras de torção num sistema de suspensão destinam-se a absorver as irregularidades


do pavimento e suportar o peso do veículo.

Assim, para molas de rigidez elevada a frequência de oscilação aumenta e para veículos pesados
diminui.

Tipos de molas ou equipamentos alternativos


 
• Molas de lâminas
• Molas helicoidais
• Barras de torção
• Suspensão pneumática

Utilizar as placas detectoras de folgas. Com o veículo travado ou destravado, provocar deslocações
longitudinais e transversais dos pratos, a m de analisar o estado das molas, a sua manutenção e res -
pectivas xações (casquilhos, apoios, braçadeiras, etc.) e possíveis alterações da suspensão.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 5.1


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Eixos, Suspenso, Rodas e Pneus, Transmisso

Vericar visualmente o estado geral das molas (braçadeiras, brincos, olhais, etc.)

Uma mola de lâminas pasmada tem normalmente o brinco de xação na posição horizontal com a
viatura descarregada.

Deciência Tipo
Molas de Lâminas
Braçadeiras desapertadas ou partidas 2

Ponto de mola desapertado ou partido 2

Brincos ou apoios partidos, ssurados ou desapertados 2

Olhais, casquilhos ou cavilhas com desgaste 2

Olhais, casquilhos ou cavilhas com desgaste ligeiro 1

Lâminas partidas, soldadas ou fortemente oxidadas 2

Lâminas pasmadas (com inversão da curvatura) 2

Lâminas pasmadas (sem inversão da curvatura) 1

Batentes em falta, partidos ou em mau estado 2

Deciência Tipo
Molas Helicoidais
Mola partida ou soldada 2

Molas do mesmo eixo com diâmetro de arame diferente 2

Molas pasmadas 2

Montagem ou xação incorrecta 2

Batentes ou apoios em falta ou mau estado 2

B - 5.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Eixos, Suspenso, Rodas e Pneus, Transmisso

Deciência Tipo
Barras de Toro
Elementos de xação partidos 2

Barra partida ou soldada 2

Montagem incorrecta 2

Consequências das Deciências

• Veículo instável e desalinhado.

B.5.3 - AMORTECEDORES
Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

O amortecedor reduz a amplitude e a frequência de oscilação das molas, dissipando a energia acumu-
lada pelas mesmas. A força de amortecimento é maior na extensão do que na compressão.

Tipos de amortecedores – Monotubo, bitubo e hidropneumático.

Utilizar o detector de folgas movimentando-os longitudinal e transversalmente. Vericar a montagem,


fugas de óleo, indícios de falta de eciência, montagem e estado das xações (suportes, casquilhos).

Deciência Tipo

Ausência 2

Fuga de óleo 2

Suporte partido ou ssurado 2

Montagem incorrecta 2

Danos exteriores 1

Consequências das Deciências

• Perda de aderência à estrada, consumo de pneus.


• Redução de conforto do utilizador
• Redução de segurança

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 5.3


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B.5.4 - BRAçOS DE SUSPENSãO, BARRAS ESTABILIZADORAS


Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Com o veículo travado ou destravado, movimentar os pratos do detector de folgas de forma a potenciar
eventuais folgas.

Esta vericação é feita parte na fossa e em casos especícos pela parte superior do veículo.

Deciência Tipo
Barras Estabilizadoras
Ausência quando prevista 2

Elementos ou casquilhos de xação de xação da barra estabilizado - 2


ra com folga ou ssurados
Barra estabilizadora soldada ou ssurada 2

Montagem incorrecta da barra estabilizadora 2

Guarda-pós da barra estabilizadora inexistentes ou em mau estado 1

Deciência
Braos de Suspenso Tipo

Braços de suspensão danicados ou ssurados 2

Rótulas dos braços de suspensão com folgas 2

Veios ou casquilhos dos braços de suspensão com folgas 2

Deciente xação dos braços de suspensão à carroçaria 2

Guarda-pós em mau estado ou inexistentes 1


Braços esticadores com folga (tensores) 2

Consequências das Deciências

• Mau comportamento do veículo em curva

B - 5.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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B.5.5 - SISTEMAS PNEUMÁTICOS E HIDROELÁSTICOS


Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Colocar as rodas do veículo sobre as placas deslizantes do detector de folgas.

Com o veículo travado ou destravado e o motor a trabalhar, oscilar os pratos individualmente ou em


conjunto, em movimentos sucessivos longitudinais e transversais de forma a garantir que as folgas dos
elementos da suspensão sejam evidenciadas.

Vericar a existência de fugas de ar ou óleo no sistema.

Deciência Tipo
Sistemas Pneumáticos
Ligação à carroçaria ou ao eixo deciente 2

Fugas de ar 2

Veículo desnivelado 2

Componentes em mau estado ou defeituosos 2

Pressão de funcionamento insuciente 2

Deciência Tipo
Sistemas Hidroelástico s
Fugas de óleo 2

Incorrecto funcionamento do comando manual 2

Montagem incorrecta de componentes 2

Consequências das Deciências

• Redução do nível de conforto


• Condução instável

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 5.5


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Eixos, Suspenso, Rodas e Pneus, Transmisso

B.5.6 - JANTES
Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Vericar o tipo da jante, o estado, se é compatível com o pneu e a uniformidade de jantes em cada eixo
do veículo. Vericar a xação da jante.

A falta de uma porca ou parafuso de aperto deverá ser considerada uma “deciência de carácter per -
manente”.
Quando se detectam espaçadores (bolachas) montados com a nalidade de aumentar a distância entre
vias, deverá ser assinalada a deciência “Fixação com deciência de carácter permanente”.

As distâncias entre vias podem ser igualmente alteradas com a utilização de jantes não homologadas
ou devido à alteração do posicionamento jante/disco, no caso de jantes de ferro alterando o “Deport”
da jante D (distância entre o plano de rolamento e a face do disco que se apoia ao cubo).

Por vezes este tipo de alteração torna-se visível por a roda sair para fora da carroçaria.

Deciência Tipo

Mais de um tipo de jantes no mesmo eixo 2

Deformações localizadas que não põem em causa o equilíbrio da 1


roda nem a montagem do pneu

Deformações localizadas
ou a montagem do pneu que põem em causa o equilíbrio da roda 2

Empeno 2

Fissuras 2

Soldaduras de recuperação 2

Corrosão excessiva 2
Fixação com deciência de carácter permanente (ex. furos ovali -
zados) 2
Dimensão (largura e ou diâmetro) não de acordo com o pneu 2

Consequências das Deciências

• Redução da eciência de direcção


• Direcção pesada
• Perda de ar no caso de jantes empenadas ou danicadas

B - 5.6 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Eixos, Suspenso, Rodas e Pneus, Transmisso

B.5.7 - PNEUS
Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Um pneumático para veículos pesados tem uma inscrição semelhante à existente nos pneumáticos dos
veículos ligeiros.

Veja-se o exemplo seguinte:

315 / 60 R 22.5 152/148 K

a. largura nominal da secção de 385 mm


b. índice de aparência nominal, neste caso é 55 % de 385 mm

c.
d. estrutura
diâmetro radial
nominal- Rda jante de 571.5 mm = 22.5’’
e. capacidade de carga quando utilizado em rodado simples 3550 kg = 152
f. capacidade de carga quando utilizado em rodado duplo 3150 kg = 148
g. velocidade máxima de 110 Km/h = K

Num pneumático para veículos ligeiros só existe um índice de carga. Num pneumático para veículos
comerciais e pesados poderão existir um ou dois índices de carga. O primeiro refere-se à capacidade
de carga sobre o pneu aquando da sua utilização em rodado simples e o segundo aquando da sua
utilização em rodado duplo.

Nos pneus de veículos pesados é comum o modelo do pneu ter uma letra indicadora do tipo de eixo
onde instalar o pneu. Por exemplo, na Michelin:

- a letra F designa um pneu para instalar no eixo direccional


- a letra D designa um pneu para instalar no eixo motor
- a letra T designa um pneu para instalar no eixo de reboques ou semi-reboques
- a letra Z designa um pneu genérico, que pode ser instalado em qualquer tipo de eixo

Existem também designações para o tipo de utilização a dar ao pneu. Por exemplo, na Continental:

- “L ong distance” designa longa distância - pneus ideais para circular em auto-estrada durante
longos períodos de tempo

- “Regional Trafc” designa tráfego regional - pneus exíveis na sua aplicação, ideais para veí -
culos que percorrem diferentes tipos de estradas

- “Winter” designa inverno - Pneu especialmente concebido para circular durante o inverno, em
condições de chuva e neve

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 5.7


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Eixos, Suspenso, Rodas e Pneus, Transmisso

- “Urban Trafc” designa tráfego urbano - pneu concebido para circular em zonas urbanas, com
paragens frequentes

- “Construction” designa construção - Pneu robusto idealizado para circular dentro e fora de
estrada
 
- “Off road” designa fora de estrada - Pneu concebido para circular fora de estrada, em condições
de piso bastante adversas.

Vericar se no mesmo eixo os pneus montados são do mesmo tipo e se no veículo têm todos a mesma
estrutura.

Vericar visualmente se existem diferenças de pressão substanciais entre pneus e corrigir caso neces-
sário

Vericar se as características dos pneus montados correspondem às indicadas no livrete (Dimensão,


estrutura, velocidade, índice de carga).

Vericar marcações regulamentares, incluindo a da homologação

Podem ser aceites nos eixos não direccionais pneus recauchutados com carcaças diferentes mas com
o mesmo desenho de piso e naturalmente desde que todas as restantes características que denem
os pneus sejam iguais.

Vericar o desgaste dos pneus utilizando as marcas indicadoras existentes no piso (altura mínima de
1,0 mm - veículos pesados).

Vericar se existem cortes, ssuras ou outras deciências que coloquem em causa a segurança do
veículo.

Vericar o sentido de rodagem quando for o caso

Vericar se no piso do pneu existem sinais de reabertura de ranhuras quando não for permitido para
este tipo de pneus (apenas o sendo possível para os pneus regroovable).

Se no livrete
livrete que lheestiver
servecontemplada
de referênciamais que uma
e utilizar essadimensão,
referênciadeve
para oo inspector
controlo. escolher qual a medida do

Quando o pneu montado não corresponder ao previsto no livrete, o inspector deve comparar o períme-
tro do pneu montado e do pneu previsto no livrete utilizando a seguinte fórmula (para pneus de estrutu-
ra radial). Tal como nos veículos ligeiros, o pneu será aceite com o grau de deciência 1 se a diferença
para o perímetro do pneu previsto no livrete for igual ou inferior a 5% e recusado se for superior a 5%.

B - 5.8 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Eixos, Suspenso, Rodas e Pneus, Transmisso

Deciência Tipo

Mais de um tipo de estrutura dos pneus 2

No mesmo eixo, mais de um tipo de pneu 2

Profundidade das ranhuras do piso inferior aos valores mínimos


2
legais
Cortes ou ssuras que põem à vista ou alcançam a carcaça 2
Pisos com sinais de reabertura de ranhuras salvo em pneus re- 
2
grovable 
Deformações convexas (salientes) na superfície das paredes la-
2
terais
Falta das marcações regulamentares, incluindo a de homologa- 2
ção
Dimensão não contemplada no livrete e diâmetro exterior diferen-
2
te em mais de 5%
Largura inferior à que consta no livrete 2

Capacidade de carga incorrecta 2

Categoria de velocidade incorrecta 2

Sentido ou posição de montagem incorrecto 2


Impossibilidade de manutenção da pressão correcta do ar 2

Consequências das Deciências

• Mau comportamento do veículo em estrada


• Diminuição de eciência de travagem
• Diminuição de conforto e aderência à estrada
• Risco de rebentamento e consequente acidente

B.5.8 - ROLAMENTOS DAS RODAS


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M, N e O.

Colocar as rodas do veículo sobre as placas detectoras de folgas.

Com o veículo destravado, oscilar os pratos individualmente ou em conjunto, em movimentos sucessi-


vos transversais de maneira a que as folgas dos rolamentos sejam mais salientes.

Vericar a existência de fugas de lubricante

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 5.9


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Deciência Tipo

Folga excessiva 2

Fuga de lubricante 1

Consequências das Deciências

• Instabilidade de direcção
• Desgaste irregular nos pneus.

B.5.9 - TRANSMISSãO
Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N.

Colocar as rodas do veículo sobre as placas deslizantes do detector de folgas.

Oscilar os pratos individualmente ou em conjunto, em movimentos sucessivos longitudinais e transver-


sais de maneira a que as folgas da transmissão sejam mais salientes.

Vericar, quando do arranque do veículo, alguma situação indicadora de folgas na transmissão.

Vericar se os elementos de xação ou protecções estão decientes.

Vericar a existência de fugas de lubricante na transmissão e caixa de velocidades.

Vericar, quando do arranque do veículo, o funcionamento do sistema de transmissão.

Deciência Tipo

Guarda pós em mau estado 1

Rolamentos ou uniões com folga exagerada 2

Elementos de xação ou protecções decientes 2

Fuga de uído de lubricante 1

Consequências das Deciências

• Existência de ruído metálico (componentes gripados)

• Vibrações

B - 5.10 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Quadro e Acessórios do Quadro

B.6 - QUADRO E ACESSÓRIOS DO QUADRO


B.6.1 - QUADRO E CHASSIS
B.6.1.1 - ESTADO GERAL

Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O.

Vericar a existência de deformações, empenos, corrosão ou ligações decientes. Com o veículo nas
placas do detector de folgas, vericar a existência de fracturas, ssuras ou más ligações.

Vericar a existência de palas anti-projecção quando obrigatórias.

Deciência Tipo

Deformação ou empeno no quadro (longarina ou monobloco) 2

Longarina fendida 3

Ligação deciente em longarina ou travessas (soldadura, 2


parafusos, etc)
Corrosão profunda em longarina ou travessa ou em elementos de
xação 2

Corrosão média em quadro de estrutura simples (chassis) 1

Corrosão média em quadro monobloco 2

Corrosão supercial em quadro monobloco 1

Palas antiprojecção inexistentes (quando obrigatórias) ou inecien- 2


tes
Limpeza insuciente que diculta as observações e vericações do 2
inspector

Consequências das Deciências

• Acidentes
• Coimas
• Desgaste irregular dos pneus.

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Quadro e Acessórios do Quadro

B.6.1.2 - RESERVATÓRIOS E TUBAGENS DE COMBUSTÍVEL


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N.

Inspecção visual vericando o estado do reservatório e tubagens assim como a sua identicação quan-
do necessário.

No caso de veículos a GPL, de acordo com o Decreto-Lei 195/91 é obrigatório a utilização de um dís-
tico “GPL” colocado na traseira do veículo de forma visível e que respeite as características referidas
na Port. 350/96.

Deciência Tipo

Fugas de combustível 3

Tampão inadequado 1

Tampão ausente 2

Reservatório danicado 2

Montagens ou xações não regulamentares 2

Tubagem ou elementos de xação deformados, partidos ou deterio- 1


rados
Ausência de dístico identicativo GPL 2

Reservatório de GPL não regulamentar nomeadamente ausência de 2


chapa de características

Consequências das Deciências

• Perigo de incêndio ou explosão e derrame de combustível para o pavimento.


• Consumo de combustível anormal.

B.6.1.3 - DISPOSITIVOS ANTIENCASTRAMENTO (LATERAL E RETAGUARDA)


Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M, N e O, quando obrigatório.

Qualquer veículo deve ser fabricado ou equipado de forma a oferecer em toda a sua largura protecção
ecaz contra o encaixe, de forma a cumprir os seguintes requisitos:

B - 6.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Quadro e Acessórios do Quadro

• Perl de pelo menos 0,1 m de largura

• Extremidades laterais do perl curvadas para a frente e sem rebordos cortantes no ex-
terior

• Espessura do perl de modo a oferecer resistência suciente contra o encaixe de outros


veículos

• Deve ser colocado a menos de 0,45 m da extremidade traseira do veículo

• O rebordo inferior do perl não deve distar do solo mais de 0,55 m quando o veículo se
encontra sem carga

• As extremidades laterais do perl não devem ultrapassar a largura do rodado da reta-


guarda nem estar recolhidos relativamente ao mesmo, mais de 0,1 m de cada lado.
Qualquer veículo das categorias M1, M2, M3 e N1 preenche os requisitos acima denidos se a altura
ao solo relativa a toda a sua largura não exceda 55 cm. Esta prescrição deve ser respeitada a partir de
uma distância de 45 cm, medida desde a extremidade da retaguarda do veículo.

Para os veículos N2, N3, O3 e O4, terá que existir pára-choques com as seguintes características para
os veículos matriculados a partir de 1-1-1993:

• Perl com a largura mínima 10 cm

•• Extremidades curvadas
Colocada a menos sem
45 cm da rebordos cortantes
extremidade traseira
• Rebordo inferior não deve distar do solo mais do que 45 cm com o veículo em carga
• As extremidades do perl não devem ultrapassar a largura do rodado da retaguarda
devendo car recolhidas relativamente ao mesmo de 10 cm.

Vericar a existência, estado, xação, a forma e dimensões dos dispositivos de antiencastramento.

Deciência Tipo

Ausência ou forma, dimensões ou xação não regulamentares 2

Empenado, soldaduras decientes ou fendas 1

Consequências das Deciências

• Diminuição da segurança de terceiros em caso de acidente


• Riscos de acidentes com terceiros

• Coimas

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Quadro e Acessórios do Quadro

B.6.1.4 - SUPORTE DA RODA DE RESERVA


Veículos das categorias M, N e O

A roda de reserva é obrigatória nos veículos de transporte público com excepção dos pesados de
passageiros Categoria I. Quando existente, a roda e o respectivo suporte deverão estar em boas con-
dições funcionais.

Vericar a xação do suporte existência de ssuras, corrosão ou mau estado dos elementos de xação
e a ausência da roda de reserva quando obrigatória.

No caso de veículos ligeiros de passageiros (táxis), a falta ou o mau estado do suporte da roda de
reserva deverá ser classicado como “elemento de ligação ou xação deteriorado”, no grupo cabina e
carroçaria. Esta situação deve-se a não estar prevista esta deciência nos códigos informáticos para
veículos ligeiros.

Deciência Tipo

Ausência ou xação deciente 2

Consequências das Deciências

• A roda suplente solta ou em risco de cair pode provocar acidentes.

B.6.1.5 - DISPOSITIVO DE REBOQUE


 
Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M, N e O. Para os veículos matriculados ou homo-
logados a partir de 30-11-1995 é obrigatória a homologação do dispositivo de reboque.

Vericar o estado do dispositivo de engate e xação ao quadro (apertos, ssuras, empenos), ecácia
do dispositivo de segurança, estado das ligações eléctricas e homologações.

Caso existam componentes do sistema de engate montados, mesmo que parcialmente, terá que ser
comprovada a sua homologação assim como indicação no livrete do seu peso bruto rebocável.

B - 6.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Quadro e Acessórios do Quadro

Deciência Tipo
Montagem ou dispositivo não regulamentar ou com folgas, 2
desgaste ou reparações precárias
Ligação deciente ao quadro (aperto, ssuras, empeno, reforço, etc) 2

Dispositivo de ligação eléctrica ausente ou defeituoso 2

Dispositivo de ligação eléctrica mal colocado ou mal xado 1

Consequência das Deciências

• Deciente engate do atrelado e correspondente risco de se soltar 


• Sinalização eléctrica deciente
• Acidentes

B.6.2 - CABINA E CARROçARIA

B.6.2.1 - ESTADO GERAL

Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M, N e O

Vericar o estado geral da cabina/carroçaria vericando deformações ou alterações relativas à geome-


tria original do veículo.
Vericar:
- Existência de roturas nos elementos de xação

- Saliências cortantes ou agressivas

- Corrosão ou estrutura deciente

- Comando e funcionamento da abertura e fecho dos vidros

- Estado e forma dos pára-choques

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 6.5


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Quadro e Acessórios do Quadro

Deciência Tipo

Corrosão média ou profunda em elemento resistente 2

Corrosão supercial em elemento resistente 1

Deformação num elemento resistente 2

Deformação com arestas vivas 2

Saliências agressivas não regulamentares (frisos, ou outros aces - 2


sórios) exteriores ou interiores
Pára-choques em mau estado (sem saliências agressivas) 1

Comando ou funcionamento deciente para abertura e fecho dos 1


vidros
Protecção (pintura) deciente ou incompleta 1

Consequência das Deciências

• Destruição precoce da carroçaria


• Risco de acidentes com terceiros

B.6.2.2 - FIXAçãO

Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M, N e O.

Vericar a existência de ligações não originais que possam provocar falta de segurança do conjunto,
como por exemplo:

- Cordões de soldadura defeituosos.

- Vericar a xação da cabina ao quadro (dispositivo trancamento no caso de cabines basculan -


tes).

- Fixação da caixa de carga ao chassis.

Com o veículo travado, oscilar os pratos detectores de folgas individualmente ou em conjunto, em mo-
vimentos transversais e longitudinais para vericar o estado das xações.

B - 6.6 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Quadro e Acessórios do Quadro

Deciência Tipo

Elementos de ligação ou xação deteriorados ou incorrectos 2

Consequência das Deciências

• Instabilidade do veículo.
• Risco de acidentes

B.6.2.3 - PORTAS E FECHOS

Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M, N e O

O Inspector deve abrir todas as portas e capots para vericar o estado de funcionamento dos fechos e
respectivas dobradiças. Deve vericar o funcionamento do sistema de segurança.

Sendo o veículo inspeccionado de categoria “O” e havendo problemas com portas, haverá que clas -
sicar a deciência como “elemento de ligação ou xação deteriorado ou incorrecto” no grupo cabina -
carroçaria. Este problema deve-se à falta de código informático para esta deciência nesta classe de
veículos

Deciência Tipo
Diculdade de abertura ou fecho 1

Mau funcionamento que ponha em causa a segurança 2

Consequência das Deciências

• Abertura acidental das portas em movimento


• Abertura do exterior quando trancadas
• Acidente

B.6.2.4 - FIXAçãO DA BATERIA

Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M, N e O

Vericar os suportes e respectivos apertos

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 6.7


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Quadro e Acessórios do Quadro

Deciência Tipo

Aperto deciente 1

Fixação deciente ou suporte corroído 2

Consequência das Deciências

• Falta de energia
• Derrame de ácido
• Curto-circuito

B.6.2.5 - FIXAçãO DO MOTOR

Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M e N.

Para vericar o estado dos apoios do motor deve ser feita uma análise visual na fossa.

Deciência Tipo

Apoio deteriorado ou ineciente 2

Consequência das Deciências

• Vibração nos arranques ou em andamento


• Deterioração de componentes
• Risco de queda do motor

B.6.2.6 - PISO DO HABITÁCULO E DO COMPARTIMENTO DE CARGA


Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M, N e O.

Vericar se o material utilizado no pavimento está em boas condições, ver a sua xação observando
possíveis danos, deformações ou sintomas de corrosão, nomeadamente nas zonas de maiores esfor-
ços.

B - 6.8 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Quadro e Acessórios do Quadro

Deciência Tipo

Mau estado sem perigo 1

Mau estado com perigo 2

Consequência das Deciências

• Perigo da queda do piso,


• Má xação dos bancos com risco para passageiros
• Possibilidade no caso da caixa de carga de perda ou má xação da carga

• No caso da caixa de carga, má xação ou possibilidade de perda da carga.

B.6.2.7 - ANTEPARA

Esta vericação aplica-se exclusivamente a veículos da categoria N1.

B.6.2.8 - BANCOS

Esta vericação aplica-se a veículos das categorias M e N.

Vericar toda a funcionalidade e estado geral do banco do condutor 

Deciência Tipo

Mecanismo de regulação do banco do condutor não funcional ou 1


com revestimento em mau estado
Fixação deciente ou estrutura deformada 2

Consequência das Deciências

• Má posição de condução.
• Fadiga precoce do condutor
• Risco de acidente no caso de deciente xação

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 6.9


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Quadro e Acessórios do Quadro

B.6.2.9 - DEGRAUS E ESTRIBOS


Est avericação aplica-se a veículos das categorias M e N.

Vericar a existência, quando obrigatória, e o estado de xação e superfície de revestimento do estri-


bo.

Deciência Tipo

Danicados ou com superfície do revestimento pouco aderente 1

Ausência 2

Consequência das Deciências

• Diculdade de acesso ao habitáculo


• Risco de queda

B - 6.10 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamentos Diversos

B.7 - EQUIPAMENTOS DIVERSOS


B.7.1 - CINTOS DE SEGURANçA
Esta vericação apica-se a veículos das categorias M e N.

Categoria Bancos 1.1.66 27.5.90 1.1.98 1.10.99 1.10.01 1.10.04 Observaões


Frente Lateral 2 3 3 3 3 3
Frente Central 2 2 2 2 2 3
M1 Retaguarda Lateral 2 3/2JP 3/2JP 3/2JP 3/2JP
Retaguarda Central 2 2 2 2 3
Virado Retaguarda 2 2 2 2 2
Frente Lateral 3 3 3 3
Frente Central 2 2 3 3
M2 Retaguarda Lateral 2NP 2NP 3 3
≤ 3,5 Ton
Retaguarda Central 2NP 2NP 3 3
Virado Retaguarda 2 2
Frente Lateral 2 3/2CE 3/2CE 3/2CE

M2 Frente Central 2 3/2CE 3/2CE 3/2CE


> 3,5 Ton Retaguarda Lateral 2NP 3/2BF 3/2BF 3/2BF
M3
Retaguarda Central 2NP 3/2BF 3/2BF 3/2BF
Virado Retaguarda 2 2 2
Frente Lateral 2 3 3 3 3 3
Frente Central 2 2 2 2 2 2
MISTOS Retaguarda Lateral 2 2 2 2 2
Retaguarda Central 2 2 2 2 2
Virado Retaguarda Não é obrigatório
Frente Lateral 3 3 3 3 3
Frente Central 2 2 2 2 2
N1 Retaguarda Lateral 2 2 2 2 2NP
Retaguarda Central 2 2 2 2 2NP
Virado Retaguarda Não é obrigatório
Condutor 2 3PB 3PB 3PB

N2
N3 Frente Central/Lateral 3PB 3PB 3PB 3PB
Retaguarda Lateral 2NP 2NP 2NP 2NP
Retaguarda Central 2NP 2NP 2NP 2NP
Virado Retaguarda Não é obrigatório

2 pontos de xação

3 pontos de xação

JP É admitido um cinto subabdonimal se o banco estiver junto a uma passagem


NP Só é obrigatório nos lugares “não protegidos” (Directiva 90/628/CEE).
CE Em condições particulares pode ser instalado conto subabdominal
BF Em determinadas condições pode ser instalado cinto subabdominal, nomeadamente quando haja um banco directamente à frente
PB Em condições particulares (posicionamento do párabrisas) pode ser instalado cinto subabdominal

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 7.1


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Equipamentos Diversos

Ae

• Cinto de três pontos “A”Provido de absorvedor de energia “e”Homologa-


e4 ção dos Países Baixos “e4”Nº de Homologação “2439”

2439

Ar4mp

• Cinto de três pontos “A””Provido de retractor de bloqueio de emergência

e9 de sensibilidade múltipla “r4m”Provido de pré-tensor “p”Homologação


de Espanha “e9”Nº de Homologação “1568”
1568

Br4m

• Cinto subabdominal “B” Provido de retractor de bloqueio demergên-


e2 ciade sensibilidade múltipla “r4m”Homologação de França “e2”Nº de
Homologação “2140”
2140

A marcação compreende 3 identicações, tipo de cinto, país onde foi homologado e número de homo -
logação.

Quanto a tipos de cinto tem-se:

• A . Cinto de três pontos


B. Cinto subabdominal
S. Cinto especial

• Cinto com absorvedor de energia é identicado com a letra “e”

• Cintos com retractor são identicados com uma letra “r”, seguida de um número que identica
o tipo de retractor

• Cinto com pretensor é identicado com a letra “p”

B - 7.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamentos Diversos

As indicações referidas à homologação dos cintos devem ser ostentadas por meio de uma etiqueta ou
uma marcação directa de modo a resultarem nitidamente legíveis e indeléveis. A etiqueta ou a marca-
ção devem poder resistir ao desgaste.

Vericar a xação, funcionamento, ausência, homologação e encaixe de todos os cintos de seguran-


ça.

Para os veículos importados da USA e Canadá, são aceites os cintos com homologação dos países de
origem.

Vericar se o pré-tensor ou absorvedor de energia estão activados. Quando activados, alguns pré-ten -
sores apresentam uma patilha de cor forte saliente. Noutros, apenas se verica que o conjunto está
recolhido, podendo eventualmente acender-se uma luz no painel de instrumentos,

Deciência Tipo

Falta de um ou mais cintos de segurança 2

Fixações decientes ou precintas deformadas ou gastas ou mau 2


funcionamento dos fechos
Mau funcionamento do sistema de recuperação automático 2

2
Pretensor ou absorvedor de energia activado

Consequências das Deciências

• Redução das condições de segurança


• Risco grave para os ocupantes

B.7.2 - EXTINTOR

É obrigatório o uso de extintores nos seguintes tipos de veículos:

• Ambulâncias
• Veículos de transporte de mercadorias perigosas
• Veículos de transporte público de passageiros

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 7.3


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Equipamentos Diversos

Categoria e tipo d e N.º de extinto- Capacidade do Classes d e Localizao do


veículo res obrigató- extintor fogos extintor
rios
Pesados de passa- 1 4 kg A, B, e C próximo do banco
geiros de transporte do condutor
publico
Pesados de passagei- próximo do ban-
ros de transporte publi- 2 4 kg A, B c C co do condutor e
co, categorias II e III, só metade posterior do
com lugares sentados veículo

Pesados de passa- próximo do banco


3 4 kg A, B e C
geiros de transporte do condutor, metade
publico de dois pisos posterior do veículo
e zona central no 2º
piso
Ligeiros de passageiros habitáculo ou baga-
1 2 kg A, B e C
de transporte público geira

Ambulâncias  
1 1 kg ------------- -----------

Veículos de transporte Cabine/Local aces-


2 kg A, B e C
de matérias perigosas 1+1 sível
6Kg Local acessível
(PB>3500kg) A, B e C
ou 2 Kg
(PB<3500 Kg)

Classes de fogos – os extintores utilizados nos veículos automóveis devem estar prepa-
rados para actuar em fogos das classes A, B, C.

• Classe A – Combustíveis sólidos que formam resíduos incandescentes (madeiras,


borrachas, etc)
• Classe B – Combustíveis líquidos (gasolina, gasóleo)

• Classe C – Gases (butano, GPL, etc.)

• Classe D – Metais (alumínio, magnésio, etc.)

Os extintores devem estar selados, ostentar uma marca de conformidade reconhecida pelo I.P.Q., os-
tentar uma inscrição que indique a data em que deve ser realizada a próxima inspecção ao extintor e
possuir agentes de extinção do fogo que não libertem gases tóxicos.

B - 7.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamentos Diversos

Os extintores devem estar colocados de forma claramente visível e a sua localização estar assinalada
através de setas indicadoras adequadas ou pictogramas.

Os extintores não podem apresentar qualquer dano físico, devendo encontrar-se completamente carre-
gados e em condições de imediata utilização. Devem ser pintados na cor vermelha

Todas as instruções de utilização dos extintores, bem como as marcas e inscrições relativas às suas
características, devem apresentar-se perfeitamente legíveis, em língua portuguesa e em bom estado
de conservação.

Devem apresentar indicação da data da vericação e respectiva validade, estabelecida pelo seu fabri-
cante ou pela entidade responsável pela sua manutenção.

Não são admitidos extintores que contenham hidrocarbonetos halogenados (Halon).

Deciência Tipo

Ausência, não adequado ou com prazo de validade ultrapassado 2

Fixação deciente ou local de xação inadequado (bem visível e 1


de fácil acesso)

Consequências das Deciências

• Incapacidade de actuação em caso de acidente com fogo


• Coima

B.7.3 - DISPOSITIVOS ANTI - ROUBO


Esta vericação aplica-se exclusivamente a veículos das categorias M1 e N1 matriculados a partir de
01-01-1998.

B.7.4 - TRIÂNGULO DE PRÉ - SINALIZAçãO


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N. A aplicação dos diferentes modelos
de triângulo difere de acordo com o ano da primeira matrícula do veículo.

O Inspector pode solicitar ao cliente a montagem do triângulo

Vericar a existência, funcionalidade (proceder à montagem), estado e homologação.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 7.5


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Equipamentos Diversos

Deciência Tipo

Ausência ou não funcionalidade 2

Não homologado ou não aprovado 2

Mau estado geral 2

Consequências das Deciências

• Risco de acidente por má utilização


• Funcionamento deciente ao vento
• Pouco visível à noite por má reexão
• Coima

B.7.5 - CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS


Esta vericação aplica-se a veículos utilizados no transporte de crianças.

As características da caixa de primeiros socorros são as seguintes (de acordo com o despacho DGV
nº 25879/2006):

a) A caixa deve ser resistente ao choque e o seu material não deve afectar o respectivo conteúdo;
b) Não deve possuir arestas cortantes que possam provocar ferimentos;
c) Deve ser de cor viva e contrastante;
d) Deve estar devidamente identicada através da inscrição «Caixa de primeiros socorros» e possuir 
indicações sobre o seu conteúdo em língua portuguesa e validade do respectivo conteúdo quando
aplicável;
e) Deve possuir sistema de fecho;
f) Deve ser hermética;
g) O respectivo conteúdo não deve cair quando a caixa é inclinada a um ângulo de 30 ° relativamente

a um plano horizontal.
O conteúdo mínimo da caixa de primeiros socorros apresenta-se de seguida:

a) Um rolo adesivo (para manter as compressas xas sobre o ferimento);


b) Vários pensos rápidos (para pequenos ferimentos);
c) Vários pensos de compressão (gaze) de diversos tamanhos (para compressão ou para manter os
ferimentos protegidos);
d) Várias compressas para queimaduras de diversos tamanhos (para ferimentos de maior dimensão);
e) Várias ligaduras elásticas de diversos tamanhos (para manter as compressas xas sobre o ferimen-
to);
f) Uma manta de primeiros socorros de tamanho mínimo de 2100 mm×1600 mm, em poliéster metali-

B - 7.6 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamentos Diversos

zado ou outro material de características equivalentes, em embalagem fechada (para protecção


contra o frio e o calor);
g) Várias compressas para feridas (para proteger ferimentos abertos);
h) Várias ligaduras triangulares (para imobilizar zonas corporais fracturadas);
i) Uma tesoura (para cortar roupa);
 j) Vários pares de luvas descartáveis, em embalagem fechada (para protecção contra infecções);
l) Um manual de primeiros socorros;
m) Uma lista do conteúdo da caixa de primeiros socorros com indicação da matrícula do veículo.

É admitida a utilização de caixas de primeiros socorros de modelo e conteúdo conforme com a regula-
mentação em vigor em qualquer outro Estado-Membro da Comunidade Europeia, da Turquia ou país
integrante do Acordo Europeu de Comércio Livre, signatários do Acordo sobre o Espaço Económico
Europeu.

Vericar se está colocada em local bem visível, no interior do habitáculo do veículo

Deciência Tipo

Ausência, quando regulamentada 2

B.7.6 - CALçOS DE RODA


Esta vericação aplica-se a veículos das categorias N e O, equipados para o transporte de matérias
perigosas.

Qualquer veículo que transporte mercadorias perigosas deve estar equipado com um calço de rodas de
dimensões apropriadas ao peso do veículo e dimensões das rodas de acordo com ADR/RPE

Vericar a existência do calço e se as dimensões são as adequadas.

Deciência Tipo
 
Ausência quando obrigatório 1

Consequências das Deciências 

• Potenciais acidentes nas cargas e descargas do veículo


• Riscos de não imobilizar o veículo em situação de avaria

• Coima

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 7.7


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Equipamentos Diversos

B.7.7 - CAIXA DE FERRAMENTAS


Não estando denido pela entidade competente o conteúdo da caixa de ferramentas não se pode pro-

ceder a esta vericação.

B.7.8 - AVISADOR SONORO


Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M e N.

Os veículos matriculados ou homologados a partir de 1-1-1998 terão que ter os avisadores sonoros
homologados.

Os veículos automóveis devem possuir o avisador acústico homologado susceptível de emitir um som
contínuo.

O avisador está montado de maneira rígida por intermédio de peça ou peças previstas pelo fabricante
num suporte com massa, que seja pelo menos, 10 vezes maior que a do avisador e no mínimo com o
peso de 15 Kg.

Os avisadores pneumáticos ou electropneumáticos devem possuir as mesmas características acústi-


cas que as requeridas para os avisadores accionados electricamente.

Vericar a ausência ou falta de funcionalidade do avisador e respectiva homologação


Vericar se o avisador pneumático tem comutação para avisador de utilização urbana

Deciência Tipo

Ausência ou não funcionamento 2

Avisador pneumático sem comutação para avisador de utilização 2


urbana

Funcionamento deciente 1

Consequências das Deciências

• Redução da segurança do veículo pela impossibilidade de comunicar com terceiros


• Coima

B - 7.8 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamentos Diversos

B.7.9 - VELOCÍMETRO E CONTA-QUILÓMETROS


Esta vericação aplica-se a todos os veículos das categorias M e N.

Vericar a existência, tipo de escala, (Km ou milhas) e funcionamento. Quer o conta quilómetros, quer o
velocímetro terão que ter obrigatoriamente a escala em Km e Km/hora, independentemente de também
poderem ter em milhas.
Para vericar o funcionamento do conta-quilómetros poderá comparar-se o número de quilómetros re -
gistados com os da última inspecção. Em caso de dúvida circular um pouco com o veículo no parque.

Caso o veículo esteja equipado com um velocímetro digital deve o inspector vericar no teste do frenó-
metro se o velocímetro apresenta o valor da velocidade de ensaio (+- 5 Km/h).

Deciência Tipo
Ausência ou escala em milhas 2

Funcionamento deciente 1

Consequências das deciências

• Situação de riscos por poder circular a velocidades não permitidas

• Coima

B.7.10 - TACÓGRAFO
Esta vericação aplica-se aos veículos das categorias M2, M3, N2 e N3.

Tacógrafo – Equipamento destinado a recolher informações sobre a utilização do veículo.

• Velocidade e picos de velocidade

• Tempo de circulação
• Tempo de paragem

Estão dispensados da instalação do tacógrafo os seguintes veículos:

a veículos afectos ao transporte de mercadorias cujo peso máximo autorizado, incluindo


os reboques ou semi - reboques, não é superior a 3,5 toneladas.

b veículos afectos ao transporte de passageiros que, de acordo com o tipo de constru-


ção e o seu equipamento, estejam aptos a transportar um número máximo de nove
pessoas, incluindo o condutor e se destinem a esse efeito.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 7.9


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Equipamentos Diversos

c veículos afectos ao serviço regular de passageiros, cujo percurso da linha não ultra-
passe 50 quilómetros.

d veículos cuja velocidade máxima autorizada não ultrapasse 30 Km/h.

e veículos ao serviço e sob o comando das forças armadas, da protecção civil, dos bom-
beiros ou das forças policiais.

f veículos afectos ao serviço de esgotos, de protecção contra inundações, serviços de


água, gás e electricidade, manutenção da rede viária, recolha de lixo, telégrafos e
telefones, correios, radiodifusão, televisão, e detecção de emissores ou receptores de
televisão ou rádio.

g veículos utilizados em situação de urgência ou em operação de salvamento.

h veículos especializados, afectos a serviços médicos.

i veículos que transportam material de circo ou de feira.

 j veículos de pronto-socorro.

l veículos submetidos a testes rodoviários para ns de aperfeiçoamento técnico, repa -


ração ou manutenção e veículos novos ou transformados que ainda não tenham sido
postos em circulação.

m veículos utilizados em transportes não comerciais de bens para ns privados.

n veículos utilizados na recolha de leite nas quintas ou na devolução às quintas de con-


tentores para leite ou lacticínios destinados à alimentação do gado.

o veículos utilizados para transporte de mercadorias por empresas agrícolas, hortícolas,


orestais ou pesca, num raio de 50 Km a partir do seu local de afectação habitual,
incluindo o território das freguesias, cujo centro esteja situado nesse raio.

p veículos utilizados no transporte de animais vivos das quintas aos mercados locais e
vice-versa ou das quintas ou mercados aos matadores locais.
q veículos utilizados para venda ambulante, num raio de 50 Km a partir do local de afec-
tação habitual.

r veículos utilizados para empréstimo de livros de discos ou cassetes, para manifesta-


ções culturais ou exposições, desde que especialmente equipados para estes ns.

s veículos utilizados no transporte de material ou equipamento destinado ao exercício


da prossão do seu condutor, num raio de 50 Km a partir do seu local de afectação
habitual, desde que a condução do veículo não represente a actividade principal do
condutor.

B - 7.10 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Equipamentos Diversos

t veículos afectos ao ensino de condução automóvel.

u veículos afectos a transportes nacionais e internacionais, cujos terminais da linha se


encontram a uma distância de 50 Km em linha recta de uma fronteira entre dois Esta-
dos – Membros, e cuja linha não ultrapasse um percurso de 100 Km.

Nos casos referidos em a, f, g, h, i, j, m, n, o, p, q, r e s , para conrmação da dispensa de instalação


de tacógrafo, deve ser vericado pelo centro se no livrete consta a menção “especial para” ou, em
alternativa, se existe algum documento ou declaração da empresa referindo que o veículo está afecto
apenas à actividade correspondente.

São equipamentos sujeitos à metrologia legal e como tal sujeitos ao controlo do IPQ ou de entidades
em quem o IPQ delegue (NP 1815).

O controlo metrológico dos tacógrafos compreende a aprovação de modelo, 1ª vericação, vericações


periódicas e vericações extraordinárias.

A vericação periódica será feita de 2 em 2 anos ou seja num período máximo de 24 meses após efec -
tuada a 1ª inspecção. Vericar data (dia e mês).

Os tacógrafos devem possuir dispositivos de selagem para os elementos seguintes

• Placa de Instalação
• Extremidade de ligação entre o tacógrafo e o veículo

• Dispositivo corrector e sua inserção no circuito


• Dispositivo de comutação para veículos com várias relações de transmissão no diferen-
cial
• Invólucros para proteger as partes interiores do tacógrafo

Vericar a existência, chapa de instalação, funcionamento, selagem e homologação nos elementos


possíveis de analisar. A chapa de instalação poderá apresentar-se em língua estrangeira caso a insta-
lação do tacógrafo tenha sido realizada num país da CE

Deciência Tipo
Ausência quando obrigatório 2

Ausência da chapa de instalação, ausência de selagem ou con - 2


trolo caducado
Funcionamento deciente 1

Consequências das deciências

• Coima

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 7.11


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Equipamentos Diversos

 B.7.11 - LIMITADOR DE VELOCIDADE


Esta vericação aplica-se aos veículos de passageiros das categorias M3 (com peso bruto superior a

10000 kg) e mercadorias N3 (com peso bruto superior a 12000 kg) matriculados depois de 1/1/88.
Limitador de velocidade - um dispositivo que actuando sobre o sistema de alimentação do
motor limita a velocidade máxima do veículo para valores pré-determinados.

Iseno da instalao do limitador de velocid ade:


 
• veículos das forças armadas, da protecção civil, dos serviços de bombeiros e das
forças responsáveis pela manutenção da ordem pública;
• veículos que, por construção, não possam ultrapassar as velocidades de 85 Km/h e
100 Km/h.
• veículos utilizados para ensaios cientícos em estrada;
• veículos utilizados unicamente para serviços públicos, em áreas urbanas.

A placa informativa da instalação deverá ser colocada de tal forma que permita a sua visão clara e
directa por parte dos condutores dos veículos, quando sentados no seu lugar, virados para a frente e
em posição de condução.

A placa informativa da instalação deverá estar montada de modo xo, não devendo ser de fácil remo -
ção.

No caso dos veículos importados já equipados de origem com dispositivo limitador de velocidade consi-
deram-se, como de modelo equivalente ao modelo estabelecido, as placas de origem, desde que con-
tenham, em língua portuguesa, a indicação de que o veículo está equipado com dispositivo limitador de
velocidade, a velocidade máxima permitida e a entidade responsável pela instalação do dispositivo.

Vericar a existência, selagem e homologação.

Deciência Tipo

Ausência de chapa de instalação (quando obrigatório) 2

Ausência de selagem (quando prevista) 1

Consequências das Deciências

• Coima

B - 7.12 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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5/12/2018 CEPRA-ProcedimentosdeInspec o Peri dicaObrigat riaemVe culosPesados-...

Equipamentos Diversos

B.7.12 - HOMOLOGAçãO DE TODOS OS EQUIPAMENTO E ACESSÓ-


RIOS

Os componentes e acessórios de homologação obrigatória são:


• Cintos de segurança
• Triangulo de pré-sinalização
• Avisador sonoro
• Tacógrafo

Vericar as marcas de homologação nos equipamentos de homologação obrigatórios

Deciência Tipo
Não homologados ou sem marca de homologação quando obri- 2
gatória

Consequências das Deciências

• Coimas

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 7.13


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Perturbaões

B.8 - PERTURBAçÕES
B.8.1 - DEFICIÊNCIAS GERAIS (DISPOSITIVOS DE ESCAPE E SILEN-
CIADORES)
Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M e N

Inspecção visual do sistema de escape para a verificação da presença e condições de montagem do


tubo de escape, existência de possíveis fugas, estado das fixações e protectores térmicos.

Se aplicável, inspecção visual do sistema de controlo de emissões para verificar se os equipamentos


exigidos estão instalados.

Montagem deficiente (artº 16 RCE).

• O tubo de escape deve estar dirigido para a retaguarda ou para a esquerda do veículo,
devendo nos automóveis de passageiros ser prolongado até à extremidade da caixa.

• O silencioso e o tubo de escape devem estar afastados pelo menos 10 cm de qualquer


material combustível

• Nos automóveis empregues exclusivamente no transporte de explosivos ou de substân -


cias facilmente inflamáveis, o tubo de escape deve estar dirigido para a esquerda sob a
cabine do condutor e ter a extremidade protegida com um tapa-chamas.

As saídas de escape não devem estar dirigidas para as rodas incluindo a roda de reserva, nem para a
tubagem ou depósito de combustível.

Veículos homologados a partir de 1988 ou matriculados a partir de 01-01-1990, podem ter a saída do
sistema de escape direccionada para o lado direito do veículo de acordo com a directiva 70/157CE.

Deciência Tipo

Fugas nas condutas ou silenciador 2

Ausência de silenciador  2

Reparações precárias ou suportes deficientes 1

Montagem deficiente 2

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 8.1


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Perturbaões

Consequências das Deficiências

• Aumento da Poluição sonora.

• Alteração dos resultados da análise de gases


• Risco de incêndio
• Agressão aos transeuntes e passageiros

B.8.2 - EMISSÕES DE ESCAPE PARA MOTORES DE IGNIçãO POR


FAÍSCA (Motor OTTO)
Este procedimento aplica-se exclusivamente aos veículos das categorias M e N com motores de igni-
ção por faísca.

B.8.3 - EMISSÕES DE ESCAPE PARA MOTORES COM IGNIçãO POR


COMPRESSãO (GASÓLEO)
Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M e N.

Esta verificação deverá ser realizada de acordo com procedimentos semelhantes aos utilizados para
os veículos ligeiros, uma vez que o equipamento é o mesmo.

B - 8.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Perturbaões

Deciência Tipo

Para veículos matricul ados antes de 1-1-80:

Motores de aspirao natural

Opacidade superior a 4,5 m-1 2

Opacidade superior a 4m-1 e inferior a 4,5m-1 inclusive 1

Motores sobrealimentados

Opacidade superior a 5,0 m-1 2


-1 -1

Opacidade superior a 4,5 m e inferior a 5,0 m inclusive 1


Para veículos matricul ados a parti r d e 1-1-80:

Motores de aspirao natural

Opacidade superior a 3,0 m-1 2

Opacidade superior a 2,5 m-1 e inferior a 3,0 m-1 inclusive 1

Motores sobrealimentados

Opacidade superior a 3,5 m-1 2

Opacidade superior a 3,0 m-1 e inferior a 3,5 m-1 inclusive 1

Para veículos matricul ados a parti r d e 1-1-93

Motores de aspirao natural

Opacidade superior a 2,5 m-1 2


 
Motores sobrealimentados

Opacidade superior a 3,0 m-1 2

Consequências das Deficiências

• Emissão de gases nocivos para o meio ambiente e ser humano.


• Consumo anormal de combustível.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 8.3


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Perturbaões

B.8.4 - EMISSÕES RELATIVAS AO ÓLEO DE LUBRIFICAçãO


Este procedimento aplica-se aos veículos das categorias M, N e O

A emissão de óleos verifica-se por duas formas:

• Emissão de óleos devido à má estanquecidade de componentes (motor ou outro órgão


mecânico babado).

• Emissão de óleo através de gases de escape (fumos azulados) devido a folgas nos
componentes mecânicos no interior do motor.

Com o motor parado e posteriormente em funcionamento, verificar por controlo visual se existem emis-
sões de óleo ou vapor de óleo em excesso do motor e respectivas juntas, e zona dos tubos de purga.

Deciência Tipo
Emissões generalizadas de óleo (“ motor babado “) 2

Emissões pequenas de óleo em juntas secundárias 1

Emissões de óleo do carter em juntas a ele associadas directa- 2


mente, ou grandes emissões localizadas
Emissões de vapores de óleo do carter provenientes do carter ou
2
do reservatório de óleo

Consequências das Deficiências


• Poluição do meio ambiente
• Consumo anormal de lubrificantes

B.8.5 - RUÍDO
Esta verificação aplica-se aos veículos das categorias M e N.

As medições devem ser efectuadas com um sonómetro de precisão, conforme definido no DL


49/2001.
Não se encontra definido nenhum grau de deficiência para este requisito, devendo caso se notem va -
lores anormais ser o veículo penalizado ao nível de sistema de escape.

O veículo é considerado não conforme se apresentar um valor que exceda 5 dB em relação ao valor
indicado no livrete.

Aplicáveis as deficiências previstas para o tubo de escape e silenciador.

Consequências das Deficiências


• Poluição sonora.

B - 8.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

B.9 - CONTROLO SUPLEMENTAR DE VEÍCULOS DE TRANS-


PORTE PÚBLICO
B.9.1 - SAÍDAS DE EMERGÊNCIA
Este conjunto de verificações aplica-se aos veículos das categorias M2, M3 (pesados de passageiros)

• Saídas de emergência:

Devem existir saídas de emergência nas quantidades a seguir referidas, que poderão
ser janelas ejectáveis ou de fácil abertura (dimensões mínimas de 50 por 70 cm), por-
tas de fácil abertura interna e externa (com dimensões mínimas de 55 por 125 cm) e
portas de serviço que sendo servo comandadas deverão ser de fácil e rápida abertura
manual.
O número de saídas de emergência é função da lotação:

• Até 23 lugares 3 saídas


• De 24 a 36 lugares 4 saídas
• Superior a 36 lugares 5 saídas

As saídas de emergência deverão ser colocadas de tal modo que a diferença entre o
número de saídas do lado direito para o esquerdo não seja superior a 1.

As saídas de emergência que não sejam portas de serviço deverão ser assinaladas no
interior e exterior do veículo com a inscrição “Saída de Emergência”

Deverão existir martelos junto às janelas de emergência.

• Portas

As portas de correr ou dobrar terão que ser manobráveis com perfeita segurança. As
portas de 1 folha devem abrir de trás para a frente.

Qualquer porta comandada à distância deve dispor de um comando interior e exterior 


próximo da porta e utilizável em caso de necessidade. Quando necessário serão insta-
lados equipamentos ópticos que permitam ao condutor ver claramente as zonas interio-
res e exteriores de acesso às portas.

Pelo artigo 21 do regulamento do RCE de 1954, todas as portas devem estar munidas
de fecho com punhos no interior e no exterior, bem visíveis de fácil alcance e rápido
manejo. Pela Portaria 464/82 é imposto para todos os veículos matriculados a partir do
mês de Novembro de 1982 que exista um comando no interior e outro no exterior ambos
situados na proximidade da porta a utilizar apenas em caso de necessidade.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 9.1


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

O número de portas de serviço é função da lotação:

• Até 17 lugares 2 portas (podendo uma ser de emergência ou ambas de serviço)

• De 18 a 60 lugares 2 portas (no painel direito)


• Superior a 60 lugares 3 portas no painel direito

Uma porta dupla equivale a duas portas de serviço se tiver no mínimo 1,20 m de lar-
gura.

• Lugares cativos

Veículos com lugares em pé deverão possuir lugares cativos para passageiros invá-
lidos, doentes, idosos e senhoras grávidas ou transportando crianças ao colo. Estes

lugares correspondem aos primeiros bancos a partir da entrada e devem estar devida-
mente assinalados.

Verificar a existência, número e sinalização das saídas de emergência. Sendo caso


verificar o equipamento auxiliar para abertura (martelos).

Verificar a existência de um comando de emergência e respectiva sinalização, em por -


tas com abertura de sistema pneumático ou hidráulico

Deciência Tipo

Não regulamentares 2

Sinalização incorrecta ou ilegível 2

Sinalização pouco visível 1

Falta de comando de emergência, ou não sinalizado, em portas 2


com abertura pneumático ou hidráulica
Falta de martelos 1

Consequências das Deficiências

• Se as saídas de emergência não estiverem assinaladas, em caso de acidente podem


dificultar ou impedir a saída dos passageiros.

• Coimas

B - 9.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

B.9.2 - VENTILAçãO E AQUECIMENTO


Estas verificações aplicam-se aos veículos de transporte publico das categorias a seguir indicadas:

Para os veículos da categoria I e II deve ser garantido um sistema de ventilação e aqueci-


mento adequado e eficiente

Para os veículos da categoria III é obrigatório a existência de ar condicionado.

Todos os veículos devem possuir um sistema eficaz de desembaciamento do pára-brisas

Deverá ser verificado o funcionamento dos diversos sistemas obrigatórios (desembaciador de pára-
brisas, sistema de ventilação, sistema de ar condicionado) e a sua eficiência.

Deciência Tipo

Falta ou mau funcionamento do desembaciador de pára-brisas 1

Deficiências em elementos do sistema de ventilação 1

Falta ou funcionamento deficiente do sistema de ar condicionado 2

Consequências das Deficiências


Para o caso do desembaciamento do vidro para brisas poderá haver graves consequências de segu -
rança devido à falta de visibilidade para o condutor
Para o caso da ventilação / ar condicionado está em causa o conforto dos passageiros, o conforto do
condutor, assim como o consequente aumento de fadiga para o mesmo.

B.9.3 - BANCOS

Esta verificação aplica-se a veículos das categorias M1, M2 e M3, incluindo portanto táxis e transportes
pesados das categorias I, II, III

Verificar a montagem, estado e fixação dos bancos assim como se o seu número corresponde à lotação
do veículo

Caso o número de lugares não corresponda à lotação indicada no livrete deverá ser assinalada uma
deficiência de livrete “outras deficiências”, indicando em observações na ficha de Inspecção o motivo.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 9.3


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

Deciência Tipo

Disposição não regulamentar ou fixação deficiente dos bancos 2

Mau estado de conservação da estrutura ou revestimento dos 2


bancos

Consequências das Deficiências

• Segurança
• Conforto
• Coima

B.9.4 - ILUMINAçãO INTERIOR


Esta verificação aplica-se a veículos das categorias M1, M2 e M3 utilizados no transporte público de
passageiros.

Os veículos pesados de passageiros devem possuir um sistema de iluminação permanente que permi-
ta fácil leitura em todos os lugares sem prejudicar a boa visibilidade do condutor. Os degraus de acesso
deverão ser convenientemente iluminados.

Os veículos ligeiros deverão ter iluminação interior não permanente.

Verificar o estado e funcionamento do sistema de iluminação interior

Deciência Tipo

Deficiências em elementos do sistema de iluminação interior  1

Consequências das Deficiências

• Segurança
• Falta de condições de conforto para o passageiro

B - 9.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

B.9.5 - PUBLICIDADE
Esta verificação aplica-se a veículos das categorias M1, M2 e M3, utilizados no transporte público de
passageiros.

• Publicidade em veículos pesados

No exterior – na carroçaria, salvo no painel da frente, não podendo a mensagem publi-


citária afectar a boa percepção dos dispositivos de iluminação e sinalização.

No interior – nos espaços disponíveis, desde que não seja prejudicada a visibilidade
para a via publica, nem a visibilidade do sinal acústico ou luminoso, a ser usado pelo
cobrador ou pelos passageiros, para determinar a paragem ou recomeço da marcha do
veículo, bem como o distintivo destinado a identificar os lugares reservados para passa-
geiros inválidos, doentes ou idosos e senhoras grávidas ou com crianças ao colo.

Não é permitido o uso de luzes ou material retroflector para fins publicitários;

Não é permitida a afixação de publicidade nos vidros, salvo no da retaguarda;

A afixação de publicidade não deve afectar a sinalização nem a identificação do veículo;

É obrigatória a colocação do logótipo ou da designação da empresa a que o veículo está afecto nos

painéis da frente e laterais do veículo.


Verificar se a publicidade instalada, quando for o caso cumpre as normas definidas.

Deciência Tipo

Colocação não regulamentar de painéis publicitários 2

Painéis publicitários que interfiram com a visibilidade do condutor 2

Consequência das Deficiências

• Redução da visibilidade do interior para o exterior.


• Identificação dos órgãos de sinalização
• Coima

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 9.5


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

B.9.6 - LIMPEZA
Esta verificação aplica-se a veículos das categorias M1, M2 e M3, utilizados no transporte público de
passageiros
Verificar o estado geral de limpeza do veículo

Deciência Tipo

Falta de asseio ou conservação de elementos no interior ou exterior 2

Consequências das Deficiências

• Redução de conforto do utilizador

B.9.7 - RODA DE RESERVA


Esta verificação aplica-se a veículos pesados das categorias II e III utilizados no transporte público de
passageiros. Os veículos da categoria I estão dispensados.

A roda de reserva deve estar em condições de imediata e perfeita utilização.


Verificar a existência e o estado funcional da roda de reserva. Uma roda furada ou deficiente deve ser 
considerada como não existente uma vez que não está em condições de imediata utilização

Deciência Tipo

Ausência 2

Consequências das Deficiências


• Em caso de avaria o veículo ficará imobilizado

B - 9.6 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

B.9.8 - CORTINAS OU DISPOSITIVOS EQUIVALENTES


Esta verificação aplica-se a veículos das categorias M2 e M3, utilizados no transporte público de pas-
sageiros.
Nos veículos pesados de passageiros devem existir nas janelas cortinas ou dispositivos equivalentes
(estores) para proteger o passageiro da acção dos raios solares

Verificar a existência e funcionamento das cortinas

Deciência Tipo

Ausência ou mau estado de conservação 1

Consequências das Deficiências

• Redução da comodidade do passageiro

B.9.9 - SINALIZAçãO ACÚSTICA OU LUMINOSA PARA PARAGEM

Esta verificação aplica-se a veículos das categorias M2 e M3, utilizados no transporte público de pas-
sageiros.

Os veículos das categorias I e II deverão ter um avisador acústico ou luminoso para determinação de
paragem ou recomeço de marcha do veículo. Para os veículos da categoria I deverá ainda haver um
sinal acústico para assinalar o fecho de qualquer porta servo comandada, situada por trás do eixo an-
terior do veículo.

Verificar a existência e funcionamento dos sinais de paragem e arranque previstos legalmente.

Deciência Tipo
Ausência 2

Mau funcionamento 1

Consequências das deficiências

• Risco de acidente por fecho imprevisto de uma porta

• Deficiente informação para o passageiro da previsão de paragem ou arranque do veículo

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 9.7


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Controlo Suplementar de Veículos de Transporte Público

B.9.10 - SINALIZAçãO INFORMATIVA INTERIOR


Esta verificação aplica-se a veículos das categorias M1, M2 e M3, utilizados no transporte público de
passageiros.

Para os veículos M2 e M3 deverá constar:

• Indicação da lotação do veículo no interior e próximo da porta dianteira


• Marcação de lugares para idosos, deficientes, grávidas ou passageiros com crianças
ao colo nos veículos com lugares em pé.
• Identificação das saídas de emergência no interior e exterior do veículo

Verificar o estado da sinalização imposta e o seu estado de conservação

Deciência Tipo

Ausência ou indicação em local não regulamentar da lotação 1

Ausência ou indicação não regulamentar dos lugares cativos 1

Consequências das deficiências

• Falta de informação para o utente

B - 9.8 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Identicação do Veículo

B.10 - IDENTIFICAçãO DO VEÍCULO


O veículo deve encontrar-se no interior das instalações e no início da linha.

Na identificação do veículo devem ser considerados os seguintes aspectos:

• Número de quadro e chapa de matrícula


• Modelo e cilindrada do motor
• Tipo de combustível
• Outros aspectos relativos à identificação

B.10.1 - CHAPAS DE MATRÍCULA


Esta verificação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O. A aplicação dos diferentes mo-
delos de chapas de matrícula difere de acordo com o ano de matrícula do veículo.

Comparar o número da chapa de matrícula mencionado no livrete com o inscrito na chapa de matrícula
na frente e retaguarda do veículo.

Verificar se as chapas de matrícula que o veículo apresenta no momento da inspecção cumprem as


regras definidas legalmente.

Verificar se longitudinal
te ao plano a chapa de matrícula
médio do se encontra
veículo natal
ou, se posição
não forvertical,
possível,perpendicular e centrada
à esquerda deste planorelativamen-
de tal forma
que o bordo inferior não diste do solo menos de 30 cm e o bordo superior mais de 120 cm.

Verificar se a chapa não está total ou parcialmente encoberta e, salvo disposição legal em contrário, se
não estão colocados sobre ela quaisquer emblemas ou insígnias.

O Inspector deve comparar se os caracteres das chapas de matrícula correspondem aos caracteres
definidos legalmente pela legislação em vigor (dimensões e formato).

O Inspector deve realizar um exame visual ao estado e fixação das chapas de matrícula colocadas à
frente e na retaguarda e verificar se os materiais de construção das chapas não se encontram defor-
mados ou/e com arestas vivas ou deterioradas.

Deve ser igualmente verificada a marca de homologação da chapa de matrícula (com excepção das
chapas de matrícula de fundo preto com caracteres brancos) e verificar se a chapa obedece à regula-
mentação em vigor.

As chapas de matrícula com indicação do ano e mês de matrícula não podem ser utilizadas nos veícu -
los da categoria O.

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 10.1


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Identicação do Veículo

Deciência Tipo

Número ou data não correspondente ao livrete 2

Sem marca de homologação (obrigatória a partir de 2/1/1992) 2

Dimensões não regulamentares 2

Com arestas agressivas 2

Fixação incorrecta 2

Materiais deformados, sem arestas vivas ou deteriorados 1

Consequências das Deficiências

• Coima

B.10.2 - NÚMERO DE QUADRO


Esta verificação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O.

Número de quadro - é o número de identificação do veículo, constituído por uma com-


binação estruturada de 17 caracteres, atribuída a cada veículo pelo fabricante. Tem
por objectivo permitir (sem ser necessário recorrer a outras indicações) durante um
período de tempo de 30 anos, identificar o país de origem do veículo e o fabricante.

XXX.YYYYYY.ZZZZZZZZ

“WMI”(X) - Identificação mundial do fabricante (World Manufacturer Identifier) - identi-


fica o construtor, código constituído por três caracteres (letras ou números). O primeiro
carácter designa uma zona geográfica, o segundo carácter designa um país no interior
de uma zona geográfica e o terceiro carácter designa um determinado fabricante.

“VDS” (Y) - Secção descritiva do veículo (vehicle description section) - identifica as


características gerais do veículo, código constituído por seis caracteres (letras ou nú-
meros).

“VIS”(Z) - Secção informativa do veículo (vehicle indicator section) - identifica o nú-


mero de série do veículo, código constituído por oito caracteres, dos quais os quatro
últimos são obrigatoriamente numéricos.

B - 10.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Identicação do Veículo

O número de quadro deve ser coloc ado num lo cal bem visível e acessível, por um
processo tal como caneta eléctrica ou punção, de modo a evitar que se apague
ou se altere.

Chapa do construtor - é a chapa de identificação colocada pelo fabricante ou seu


mandatário fixada numa peça não susceptível de ser substituída durante a normal uti-
lização do veículo. Os veículos matriculados após 1 de Janeiro de 1998 ou novas ho-
mologações após 1 de Janeiro de 1988 devem ter chapas de construtor de acordo com
o referido na Directiva Comunitária 78/507/CEE, de 19 de Maio de 1978

O inspector deve localizar a gravação a frio do número de quadro e a chapa do construtor. Deve ter em
atenção a qualidade e uniformidade das marcações da gravação, as condições de fixação e originali-
dade da chapa do construtor.

O inspector deve confirmar o número do quadro com o número constante no livrete do veículo.
Verificar se o número de quadro que o veículo apresenta no momento da inspecção cumpre as regras
definidas legalmente.

O número de quadro deve ser sempre verificado pelo inspector, quer em inspecção, quer em reinspec-
ção. Esta verificação deve ser feita com o motor do veículo parado, por razões de segurança.

Veículos com dois números de quadro :

• No caso dos veículos provenientes de países terceiros (nomeadamente EUA e Canadá)


que apresentem dois números de quadro (diferindo entre si parcialmente), um atribuído
pelo fabricante do veículo e outro pela administração do país de proveniência, ambos
devem ser anotados no livrete.

• O veículo deve ser identificado através do número do quadro atribuído pelo fabricante e
gravado na estrutura do veículo, que deve ser registado no campo próprio do livrete.

• O número de quadro atribuído pela administração do país de origem deve ser inscrito
em anotações especiais, mediante a indicação:

 «Possui também gravado o n.º quadro: XXXYYYYYYZZZZZZZZ»

As anomalias relativas à identificação dos veículos (com excepção das deficiências identificadas nas
chapas de matrícula) devem ser comunicadas à Direcção de Serviços de Viação no prazo de quarenta
e oito horas, depois de convenientemente anotadas no certificado de inspecção. No campo das obser-
vações do certificado de inspecção deve inscrever-se:

“ É necessário regularizar a identificao do veículo na Direco de Servios d e Viao” .

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 10.3


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Identicação do Veículo

Deciência Tipo

Ausência de gravação no quadro e na chapa do construtor  2

Ausência de gravação com identificação na chapa do construtor  1

Divergência ou impossibilidade de leitura de qualquer caracter  1

Divergência ou impossibilidade de leitura do número de série 2

Indícios de alteração ou viciação 2

Consequências das Deficiências


• Coima
• Apreensão do veículo

B.10.3 - LIVRETE
Esta verificação aplica-se a todos os veículos das categorias M, N e O.

Comparar as características mencionadas no livrete com as que o veículo apresenta no momento da


inspecção.

Verificar se o livrete que o veículo apresenta no momento da inspecção cumpre as regras definidas
legalmente.

O inspector deve verificar pelo livrete se o tipo de combustível da viatura se encontra correcto com
o indicado no livrete. Caso haja dúvida o inspector deve verificar visualmente o sistema de ignição e
injecção do veículo.

Caso o combustível
no livrete seja GPL, deverá
e se as características o inspectordeconfirmar
do reservatório GPL em se o tipoàs
relação deapresentadas
combustível vem averbado
no livrete são
semelhantes.

Sempre que a deficiência levante dúvida o centro deve comunicar à entidade competente que existe
indícios de alteração da cilindrada ou modelo do motor.

A aprovação de um veículo anteriormente reprovado por razões de identificação fica condicionada à


apresentação de documento emitido por uma Direcção de Serviços de Viação que permita a circulação
do veículo. O documento de substituição do livrete apresentado deve-se apresentar totalmente pre-
enchido no tocante às características do veículo, contendo a sua identificação completa, incluindo o
respectivo número de quadro, carimbado e com a indicação que substitui o livrete.

B - 10.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Identicação do Veículo

Deciência Tipo

Indícios de alteração ou viciação de qualquer elemento 2

Deterioração que impossibilita a leitura 2

Deterioração que não dificulta a leitura 1

Falta de indicação de P.B.R. (com dispositivo de reboque) 1

Divergência de dimensões dos pneumáticos 1

Tipo de veículo divergente 2

Tipo de caixa divergente do indicado no livrete 2

Divergência do combustível indicado no livrete 2

Modelo ou cilindrada de motor diferente do indicado no livrete 2

Divergência do reservatório de GPL do indicado no livrete 2

Outras divergências, nomeadamente a cor  1

Consequências das Deficiências

• Coima
• Apreensão do veículo

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados B - 10.5


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Bibliograa

BIBLIOGRAFIA
Decreto-Lei nº 554/99 de 16 de Dezembro

Despacho nº 5392/99 de 16 de Março

Standard Operating Procedures and User’s Manual - Roller-Brake Tester for passenger cars and
commercial vehicles up to 18 ton axle load, MAHA, 1994

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados C.1


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DOCUMENTOS
DE
SAÍDA

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Pós-Teste

PÓS-TESTE
Em relação a cada um dos exercícios seguintes, são apresentadas 4 (quatro) respostas das quais
apenas 1 (uma) está correcta. Para cada exercício indique a resposta que considera correcta,
colocando uma cruz (X) no quadradinho respectivo.

1. No caso de um ensaio de travagem de um veículo pesado com sistema de travagem


pneumático realizado no frenómetro , a válvula “ vazio-carregado” :

a) Deve estar sempre na posição “vazio” porque deve ser nessa condição que o veículo se
apresenta à inspecção .................................................................................................................

b) Deve estar na posição adequada de acordo com a condição do veículo ....................................

c) Deve estar sempre na posição “carregado” .................................................................................

d) Não tem qualquer inuência na eciência de travagem ..............................................................

2. No teste com o frenóm etro, devem ser ensaiados:

a) Todos os eixos e todos os sistemas de travagem aplicados a cada eixo ...................................

b) O travão de serviço de todos os eixos ........................................................................................


c) O travão de serviço dos eixos com tracção ................................................................................

d) Os travões de serviço e de estacionamento em todos os eixos .................................................

3. O veículo apresentado à inspeco apresenta um autocolante na zona de varrimento das


escovas limpa-vidros:

a) Não é deciência.........................................................................................................................
b) É uma deciência tipo 1 ..............................................................................................................

c) É uma deciência tipo 2 ..............................................................................................................

d) É uma deciência tipo 3 ..............................................................................................................

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados S.1


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Pós-Teste

4. O sistema de direco de um veículo pesado:

a) É inspeccionado visualmente no detector de folgas ...................................................................

b) É experimentado e inspeccionado visualmente na fossa ...........................................................

c) É inspeccionado visualmente na fossa e testado no ripómetro ..................................................

d) É inspeccionado visualmente no detector de folgas, experimentado e testado no ripómetro ....

5. O sistema de suspenso d e um veículo pesado:

a) É vericado através de um ensaio no banco de suspensão .......................................................

b) É vericado visualmente e através de ensaio no banco de suspensão ......................................

c) É vericado visualmente na fossa e com a ajuda do detector de folgas .....................................

d) É vericado com o detector de folgas e ensaio no banco de suspensão ...................................

6. A vericação do sistema de transmissão de um veículo pesado consiste em:

a) Um ensaio no banco de potência para veículos pesados ...........................................................


b) Uma vericação visual do estado dos componentes, folgas e fugas de uido lubricante .........

c) Um teste de estrada seguido de uma vericação visual completa realizada na fossa ...............

d) Um teste no banco de potência e uma vericação visual realizada na fossa .............................

7.O inspector verica que o veículo apresenta dois tipos diferentes de pneus no mesmo eixo:

a) Deve assinalar uma deciência tipo 2.........................................................................................

b) Deve assinalar uma deciência tipo 1, desde que o eixo não seja direccional ..........................

c) Deve assinalar uma deciência tipo 1, desde que o eixo seja direccional ..................................

d) Não é considerada deciência desde que os pneus tenham a mesma medida .........................

S.2 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Pós-Teste

8. Um veículo da categoria M2 no tem terceira luz de sto p.

a) Deve assinalar uma deciência tipo 2 pela ausência da mesma.................................................

b) Deve assinalar uma deciência tipo 1, pois a mesma é facultativa .............................................

c) Deve assinalar uma deciência tipo 2, desde que o veículo tenha matrícula posterior a 1-10-
2000 .............................................................................................................................................

d) Não é considerada deciência pois a mesma não é obrigatória ..................................................

9.Qual a armação incorrecta sobre a utilização do regloscópio?

a) O veículo deve estar parado numa zona lisa e horizontal ..........................................................

b) O veículo deve estar nivelado em termos de suspensão e distribuição de cargas ....................

c) O regloscópio deve ser alinhado com o veículo ..........................................................................

d) O regloscópio deve ser deslocado longitudinalmente ao veículo ...............................................

10. As luzes delimit adoras so obri gatórias para:

a) Veículos da categoria O com largura superior a 2,10 m .............................................................

b) Veículos com largura superior a 2,10 m ......................................................................................

c) Veículos das categorias M e N com largura superior a 2,10 m ...................................................

d) Todos os veículos com largura superior a 2,00 m .......................................................................

11. Um veículo apresenta uma fenda numa lon garina do quadro:

a) Não é deciência.........................................................................................................................

b) É uma deciência tipo 1 ..............................................................................................................

c) É uma deciência tipo 2 ..............................................................................................................

d) É uma deciência tipo 3 ..............................................................................................................

Procedimentos d e Inspecões Periódicas Obrigatória em Veículos Pesados S.3


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Pós-Teste

12. Indique a armação incorrecta sobre o tacógrafo:

a) Todos os veículos das categorias M2, M3, N2 e N3 são obrigados a ter tacógrafo ...................

b) O tacógrafo é um equipamento sujeito a controlos metrológicos ...............................................

c) É obrigatória a existência de uma chapa de instalação ..............................................................

d) É obrigatória a selagem do tacógrafo .........................................................................................

13. A falta da chapa de ins talao do tacógr afo:

a) Não é deciência.........................................................................................................................

b) É uma deciência tipo 1 ..............................................................................................................

c) É uma deciência tipo 2 ..............................................................................................................

d) É uma deciência tipo 3 ..............................................................................................................

14. O limitador de velocidade é obrigatório:

a) Em veículos das categorias M3 e N3 matriculados depois de 01/01/1988, salvo excepções


consideradas na legislação ..........................................................................................................

b) Em veículos das categorias M2, M3, N2 e N3, salvo excepções consideradas na legislação ....

c) Em veículos das categorias M3 e N3 matriculados depois de 01/01/2000, salvo excepções


consideradas na legislação ..........................................................................................................

d) Não é um equipamento obrigatório, mas quando existir deve ser vericado ..............................

S.4 Procedimentos d e Inspecões Periódi cas Obrigatóri a em Veículos Pesados


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Corrigenda do Pós-Teste

CORRIGENDA DO PÓS-TESTE

Nº DA QUESTã O RESPOSTA CORRECTA


1 b)
2 a)
3 c)
4 d))
5 c))
6 b))
7 a))
8 d))
9 d))
10 b))
11 d))
12 a))
13 c)
14 a)

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