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Jornal Interno de Saúde

(O Jornal Interno de Saúde é um documento interno do SMS desenvolvido com o objetivo de levar aos
colegas de trabalho informações úteis sobre o tema da Saúde. Lembramos que as informações aqui
contidas não se destinam a prescrever medicamentos e nem induzir os colegas a auto-medicação. Quem
deve avaliar o estado clínico e medicar é o Médico Especialista)

Assunto da Semana: Doenças causadas pela poluição atmosférica


A doença mais freqüente é a inflamação, causando ardência nos olhos, nariz, garganta,
traquéia e, por vezes, tosse. A inflamação nada mais é do que uma das formas com que os
tecidos reagem perante irritantes químicos, físicos ou microrganismos. Nessas áreas do corpo há
maior produção de lágrima ou muco e os tecidos ficam vermelhos. Trata-se de um incômodo, que
depois de algumas horas cessa espontaneamente.
Não há muito que fazer: colírio para os olhos e pastilha para a garganta trazem alívio,
embora não sejam realmente necessários. Essas manifestações são as conjuntivites (inflamação
da conjuntiva do olho), rinites (inflamação do nariz), faringites (inflamação da faringe), traqueites
(inflamação da traquéia), bronquites (inflamação dos brônquios) e alveolites (inflamação dos
alvéolos pulmonares). Enquanto, as inflamações, agudas e passageiras, não são alterações
preocupantes, contudo, transformam-se em doenças que podem complicar quando se cronificam.
As sucessivas reações inflamatórias acabam provocando infecções. Os tecidos aguda e
cronicamente inflamados perdem as capacidades de defesa contra os microrganismos que estão
presentes no próprio organismo e no ar que respiramos. O equilíbrio entre o organismo e esses
agentes é mantido por meio de engenhosos sistemas de proteção que garantem a saúde, porém,
quando minados por inflamações crônicas, os microrganismos instalam-se nos tecidos, proliferam
e causam uma infecção. Assim, as faringites, rinites e bronquites, por exemplo, transformam-se
em inflamações infectadas. A mais temível das infecções é a pneumonia. Em crianças e idosos,
as pneumonias podem levar a morte.
Os Poluentes mais importantes são: óxidos de nitrogênio, dióxido de enxofre,
hidrocarbonetos, aldeídos, material particulado e oxidantes fotoquímicos (por exemplo, ozônio).
A poluição atmosférica das cidades pode ser causa de câncer, porque alguns poluentes
são cancerígenos, principalmente os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos. A concentração
dessa substância ou de qualquer outro poluente no ar não é suficiente para causar câncer por si
só. Contudo, junto com outros cancerígenos, o cigarro por exemplo, aumentam a incidência do
câncer pulmonar que, geralmente, não tem cura.
O monóxido de carbono (CO), que muitas vezes é o responsável pela má qualidade do ar,
é uma substância que prejudica a oxigenação dos tecidos, e por isso, classificado como um
asfixiante sistêmico.
A substância que carrega oxigênio aos tecidos é a hemoglobina que está dentro dos
glóbulos vermelhos do sangue (também chamados de hemácias ou eritrócitos). Ao nível dos
capilares pulmonares, a hemoglobina recebe oxigênio do ar que está nos alvéolos e, depois,
continua pelos vasos sangüíneos para levar esse elemento vital a todos os tecidos. Lá ele troca o
oxigênio por dióxido de carbono que transporta até aos pulmões para liberá-lo no ar alveolar e
carregar-se, novamente, com oxigênio. O perigo do CO reside no fato de que impede a
oxigenação dos tecidos. Casos graves de intoxicação por CO, não tendem a ocorrer ao ar livre
mas apenas em ambientes fechados (garagens, túneis longos e mal ventilados). Os sintomas são:
confusão mental, inconsciência, parada das funções cerebrais e morte.

Navarro/2003
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Como os principais poluentes provocam doenças?


Monóxido de Carbono
O monóxido de carbono (CO) é um gás inodoro, incolor, insípido produzido por queima
incompleta de combustíveis que contém átomos de carbono. Sua toxicidade foi uma das primeiras
a ser intensamente investigada e, portanto, é muito bem conhecida. Essencialmente, trata-se de
uma substância que prejudica a oxigenação dos tecidos e, por isso, é classificada como um
asfixiante sistêmico. Vejamos esse mecanismo:
A periculosidade do CO resulta da estabilidade do complexo CO + hemoglobina
(carboxihemoglobina), de modo que o mecanismo de troca fica prejudicado: a hemoglobina não se
consegue livrar do CO, não pode trocá-lo por O2 e, conseqüentemente, oxigenar o organismo. E'
por isso que o CO é um asfixiante sistêmico.
Se 20% a 30% da hemoglobina ficarem saturados com CO, aparecem os sintomas e sinais
de hipóxia (falta de oxigenação do organismo); acima de 60% de saturação, ocorrem perda da
consciência e morte.
Todos os órgãos necessitam de O2, no entanto alguns em maior quantidade do que outros,
como o sistema nervoso, que é muito sensível à sua falta. As intoxicações graves provocam:
confusão mental, inconsciência e parada das funções cerebrais. Nos envenenamentos crônicos,
há perturbações mentais, cardíacas, renais e hepáticas. Se a vítima não mais respirar CO a
hemoglobina lentamente se livra desse gás tóxico. Nessas condições o sistema sangüíneo reage
produzindo novos glóbulos vermelhos prontos para a troca vital de gases, restabelecendo o ciclo
normal da oxigenação celular após vários dias, sem seqüelas, para a maioria dos pacientes.
Óxidos de Nitrogênio
Dois NOx são importantes na poluição do ar: o monóxido de nitrogênio (NO) e o dióxido de
nitrogênio (NO2). Esses poluentes são formados, principalmente, nas câmaras de combustão de
motores de veículos onde, além do combustível, há ar que contém grandes quantidades de
nitrogênio e oxigênio que, devido à altíssima temperatura existente, combinam formando os NOx.
O NO, se permanecesse puro, seria um gás praticamente inofensivo e não representaria perigos à
saúde. Entretanto, ele se oxida facilmente para NO2 que é um gás invisível, de odor característico
e muito irritante. A pessoa atingida sente imediatamente ardência nos olhos, no nariz e nas
mucosas em geral.
O NO2 reage com todas as partes do corpo expostas ao ar, pele e mucosas, e provoca
lesões celulares. Os epitélios (revestimentos celulares) que mais sofrem são aqueles das vias
respiratórias, por serem mais sensíveis do que a pele ou os epitélios da boca e da faringe,
ocorrendo degenerações celulares e inflamações desde o nariz até à profundidade dos alvéolos
pulmonares.
Em caso de intoxicação grave ocorrem: edema pulmonar, hemorragias alveolares e
insuficiência respiratória, causando morte. Se a exposição for aguda, ou houver inalação crônica
de doses nocivas, teremos doenças respiratórias de vários tipos, como: inflamação passageira
das mucosas das vias respiratórias, traqueites e bronquites crônicas, enfisema pulmonar,
espessamento da barreira alvéolo-capilar e broncopneumonias químicas ou infecciosas.
Dióxido de Enxofre
Trata-se de um gás amarelado, com o odor característico do enxofre e terrivelmente
irritante, porque em contato com superfícies úmidas, transforma-se em ácido sulfúrico. A
intoxicação aguda e fatal por SO2 simplesmente queima as vias respiratórias, desde a boca e o

Navarro/2003
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nariz até aos alvéolos. A destruição é marcada por inflamação, hemorragia e necrose dos tecidos.
As quantidades de SO2 lançados no ar, sobretudo pelos canos de escapamentos de ônibus e
caminhões, provocam irritações discretas mas importantes ao longo prazo. Se o nível do gás for
alto, as pessoas sentem ardência nos olhos, nariz e garganta e, por vezes, tossem.
A mucosa respiratória que atapeta o nariz, a traquéia e os brônquios, enfim a região
chamada de vias aéreas superiores, é muito engenhosa. Possui uma camada celular com vários
tipos de células: as células mucosas e as células ciliadas. As primeiras secretam muco recobrindo
com uma camada fina as vias aéreas superiores; as outras movimentam seus cílios de tal modo
que a camada de muco é continuamente deslocada de dentro para fora, dos pulmões para a boca.
O muco é pegajoso e próprio, portanto, para prender partículas de todo tipo que entram pelas vias
aéreas durante a respiração. Graças ao trabalho das células ciliadas, as partículas ou mesmo
bactérias coladas ao muco não chegam à intimidade dos pulmões mas são expulsas para a boca
e imperceptivelmente deglutidas. Uma vez no estômago, o ácido clorídrico e o restante do tubo
digestivo se encarregam delas. Esse sistema de defesa é chamado de aparelho mucociliar.
O gás SO2 é muito solúvel e ao chegar na mucosa respiratória, transforma-se em ácido
sulfuroso e/ou sulfúrico (pelo contato com a umidade da mucosa) que, mesmo em quantidades
muito pequenas, ao longo do tempo lesam o aparelho muco-ciliar. A doença que provoca é a
tráqueo-bronquite crônica que, depois de certo tempo é irreversível, pois as defesas foram
definitivamente comprometidas.
Hidrocarbonetos
Os HCs constituem uma grande família de substâncias orgânicas compostas de hidrogênio
e carbono. Os combustíveis fósseis, a gasolina e o óleo diesel, têm centenas de HCs alguns
formados por longas cadeias de carbono. Na queima dos combustíveis fósseis a situação persiste:
os gases de emissão da gasolina e do óleo diesel contém muitos HCs distintos, entre eles uma
família especial, a dos hidrocarbonetos policíclico aromáticos (HPAs). Dá-se o nome de
aromáticos a todos os compostos orgânicos que têm núcleo benzênico (benzeno) na molécula.
Chamam-se de cíclicos aqueles compostos que apresentam mais de um anel em sua estrutura,
por exemplo o antraceno, que tem 3 anéis.
HPAs são compostos orgânicos de carbono e hidrogênio que possuem mais de uma
estrutura em anel e, pelo menos, um núcleo benzênico.
Muitos HCs não têm efeitos sobre a saúde, a não ser em concentrações altíssimas que
nunca ocorrem nas poluições atmosféricas. Entretanto, existem HCs que são perigosos por serem
irritantes, por agirem sobre a medula óssea provocando anemia e leucopenia, isto é, diminuindo o
número de glóbulos vermelhos e brancos, e, sobretudo, por provocarem câncer.
Na indústria petroquímica existe o risco das leucemias (câncer do sangue) e, por isso, os
níveis dos HCs perigosos são constantemente controlados. Nas poluições atmosféricas por
automóveis, a correlação entre os níveis de HPAs, densidade de tráfego e incidência de câncer
pulmonar foi demonstrada e, em conseqüência, foram desenvolvidos os catalizadores que
reduzem a quantidade de HPAs emitida pela queima de gasolina e óleo diesel. No Brasil esses
catalizadores já são utilizados.
Aldeídos
Aldeídos são compostos químicos resultantes da oxidação parcial dos álcoois. Assim, o
álcool metanol ao perder um átomo de hidrogênio (a perda de hidrogênio aumenta a proporção de
oxigênio e, por isso, fala-se em oxidação dos álcoois) dá origem ao aldeído fórmico e o etanol, ao
acético:

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Na temperatura ambiente o aldeído fórmico (AF) é um gás incolor e de cheiro muito


agressivo. O que se encontra como formol no comércio é a solução aquosa de AF. Na Medicina é
usado como desinfectante de salas cirúrgicas ou outras, e pelos anatomistas e patologistas para
preservarem tecidos, órgãos ou cadáveres. O AF também é muito consumido na indústria da
madeira, de plásticos e de vernizes.
O aldeído acético (AA) é um líquido a 21oC , acima desta temperatura transforma-se em
gás. É explosivo, incolor e de cheiro característico, desagradável quando em altas concentrações.
E' extensivamente utilizado na indústria química para a preparação de outros produtos como
cloral, ácido tricloroacético, inseticidas, etc...
O AF é componente dos gases de escapamento e é emitido em quantidades muito
pequenas, tanto no caso da gasolina como no do álcool. O que polui o ar em quantidades maiores
é o AA e isso só ocorre com o automóvel a álcool. Conforme já explicado, o etanol é parcialmente
oxidado em AA que nas temperaturas do motor transforma-se em gás, e é emitido junto com todas
as outras substâncias. Sua permanência na atmosfera é curta porque é extremamente reativo,
transformando-se em outros compostos. Por essa razão é muito difícil obter altas concentrações
de AA no ar, de forma estável e por longo tempo.
Para efeitos biológicos, o AA é classificado como irritante e narcótico. Em altas doses e se
injetado no organismo, esse solvente também se mostra cancerígeno. Contudo, na prática,
ninguém é injetado com AA e, conseqüentemente, seu potencial neoplásico é, até prova em
contrário, apenas experimental. Sua neurotoxicidade é comprovada e altas concentrações na
atmosfera, obtidas em laboratório, causam vertigens, convulsões, coma e morte a ratos. A
autópsia evidencia graves lesões no sistema nervoso central dos animais. Concentrações
menores irritam as mucosas dos olhos, do nariz e das vias respiratórias em geral, e provocam
constrição dos brônquios, ou seja, uma crise asmática.
E' muito interessante que, no caso das bebidas alcoólicas, o organismo livra-se de grande
parte do álcool ingerido por meio de uma série de transformações químicas realizadas no fígado
que terminam decompondo-no em água e dióxido de carbono, substâncias essas facilmente
elimináveis pelos rins e pulmões. Isto significa que, freqüentemente, uma certa quantidade de AA
é fabricada pelo próprio organismo que, no caso dos alcoólatras ou os assim chamados
"bebedores sociais", pode alcançar níveis indesejáveis, tendo efeitos sobre o psiquismo e as
próprias células hepáticas. Assim, salvo algum acidente extraordinário, a maior quantidade de AA
que atinge o organismo é fabricada por ele mesmo a partir do álcool etílico.
Material Particulado
As fábricas e todos os veículos a motor enchem a atmosfera com material particulado
(MP). Os caminhões e ônibus a diesel lançam ao ar gases e MP; esse constitui a maior parte da
massa da exaustão de seus motores. 80% da MP é fuligem, a fumaça negra que se vê saindo
pelos canos de escapamento. A MP não é uma substância mas, sim, um complexo muito grande
de elementos que se agregam em partículas. Na atmosfera, em qualquer ar por mais limpo que
seja, existe poeira. São partículas de diversos tamanhos: se muito grandes caem logo ao solo
pela força da gravidade, se menores flutuam no ar e podem ser inaladas pelos seres vivos. No
homem essas são retidas nas vias respiratórias superiores pelo aparelho mucociliar já descrito,
porém, algumas partículas muito pequenas (menores do que 10 micra), penetram até a intimidade
do pulmão e depositam-se nos alvéolos.
O tecido pulmonar possui um sistema de defesas eficiente que remove a poeira que nele
penetra. Células especializadas, os macrófagos, procuram fagocitar as partículas e o sistema
linfático drena àquelas que escaparam dessas células a filtros apropriados, chamados de
linfonodos. Enquanto que o aparelho mucociliar retira rapidamente do organismo as partículas que

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nele ficaram presas, os macrófagos e o sistema linfático mantém por um tempo longo as
sujeiras nos pulmões e tecidos adjacentes.
Chumbo

O Pb é um metal pesado que se adiciona à gasolina em forma de tetraetila ou tetrametila


de Pb, a fim de aumentar a octanagem desse combustível. Até a poucos anos, a cada litro de
gasolina acrescentava-se em torno de 1g de Pb e os gases de escapamento liberavam
praticamente toda essa quantidade de Pb no ar (no Brasil substituiu-se esse poluente com a
adição de álcool anidro). Na década dos 70, estimou-se nos USA em 200.000 toneladas o Pb
emitido anualmente pelos carros. Mais recentemente, em 1982, verificou-se que na cidade do
México caía 2,3 toneladas de Pb sobre cada km2. Como se trata de um metal pesado, ao ser
lançado na atmosfera pelo escapamento, uma pequena parte pode ser respirada por seres vivos,
porém todo o resto precipita-se rapidamente ao solo. Aí, na terra, o Pb contamina águas,
alimentos, pastagens, enfim tudo que existe. Desta forma, além de entrar no organismo por
inalação, o Pb também penetra por ingestão de alimentos contaminados. A intoxicação pelo Pb é
conhecida há longa data provocando saturnismo. Esse metal afeta principalmente o sangue, o
sistema nervoso, os rins e o aparelho gastrintestinal. No sangue causa anemia e degeneração das
hemácias. No sistema nervoso verificam-se neurites nos adultos e encefalopatias nas crianças.
Lesões dos túbulos proximais caracterizam o acometimento renal e, finalmente, a sintomatologia
da intoxicação por Pb do aparelho digestivo é expressa por dores violentas em cólica.
Os problemas renais, neurites e cólicas abdominais só aparecem com doses altas de Pb e,
geralmente, são conseqüentes a acidentes ou intoxicações industriais. Portanto, afeta mais a
população adulta. No caso das poluições de ar urbano, a quantidade de Pb jamais atinge níveis
dramáticos, contudo, assim mesmo preocupa as autoridades sanitárias. Acontece que o Pb
absorvido, seja pelos pulmões, seja por via digestiva, é cumulativo. Isto quer dizer que o
organismo tem dificuldades em se livrar desse metal e há uma tendência de acumulá-lo nos
dentes e nos ossos. Com o correr do tempo, mais e mais Pb é juntado no organismo e a sua taxa
no sangue vai aumentando.
Oxidantes Fotoquímicos
A luz solar causa uma série de reações entre as substâncias existentes na atmosfera que,
muito apropriadamente, são chamadas de reações fotoquímicas. Os produtos que resultam
dessas reações são milhares e são divididos em categorias. Aqueles compostos que são
resultantes da ação do luz solar e de oxidações químicas foram denominados de oxidantes
fotoquímicos (OFs). Os principais são: ozônio, aldeídos, cetonas e peróxidos.
O ozônio forma-se desse modo:
NO2 + Luz Solar ---> NO + O
O + O2 + Luz Solar ---> O3 (ozônio)
O ozônio é considerado o oxidante fotoquímico mais importante e é muito irritante. Assim,
os oxidantes fotoquímicos agravam a ação irritante dos outros poluentes e intensificam as
inflamações e infecções do sistema respiratório.

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