Semiologia Dermatológica
A pele é o maior órgão do corpo humano e não diz a respeito somente a pele em si, mas na dermatologia, a
doenças de cabelo, unhas e anexos. A principal parte da dermatologia para um clínico é saber descrever uma
lesão.
Exame objetivo: Inspeção e palpação são os mais importantes da semiologia dermatológica.
Exame subjetivo: Anamnese / antecedentes e pessoais / fármacos / exame físico geral (pois a pele é o local de
manifestação de muitas doenças sistêmicas).
Semiologia cutânea armada: métodos complementares. Como, o dermatoscópio, é o estetoscópio do
dermatologista, aumenta o tamanho das lesões, é com ele que se faz o diagnóstico principalmente de câncer de
pele, mas auxilia em outras doenças, como na unha e cabelo.
Inspeção e palpação
➔ Coloração:
● Bronzeamento (fotoexposição importante, marca da roupa, se a doença ocupa as áreas
fotoexpostas), palidez (anemia ou falta de vascularização), eritema/vermelhidão (condições
infecciosas, inflamatórias, eritrodermia), cianose.
● Pigmentos endógenos: depósito de hemossiderina na pele, altera a coloração da pele (bronze);
depósito de bilirrubina gerando uma pele amarelada.
● Pigmentos exógenos: caroteno, a carotenemia tem diagnóstico diferencial com icterícia, icterícia
geralmente aparece mais na mucosas, carotenemia atinge mais a palma da mão e do pé; tatuagem,
paciente pode fazer alergia a tinta da tatuagem; asfalto; medicamentos (amiodarona (usado na
fibrilação atrial) – acinzentado, clofazimina (usado na hanseníase) – amarronzado, polimixina B
(ATB usado na terapia intensiva) – tonalidade bronzeada);
1: Eritrodermia/ 2: Pigmentação por clofazimina / 3: Icterícia / 4: Doença de Hadson (coloração acinzentada)
➔ Integridade / continuidade: Perda da superfície da pele.
Ex: Erisipela é uma bactéria que entra na pele quando ocorre perda de continuidade, por isso devemos analisar
se a pele tem perda de continuidade, se tem arranhão, algum corte, descolamento epidérmico.
➔ Umidade: Xerose (pele seca), sudorese.
➔ Textura: Lisa, fina, áspera, flácida.
Ex: Paciente que usa corticoide por muito tempo pode apresentar a pele fina.
➔ Espessura: atrófica, hipertrófica / espessa.
Trófica é quando a pele está normal, atrófica significa que a pele está pra dentro e hipertrófica é a pele
espessa, que vai pra fora.
➔ Temperatura.
Nas doenças inflamatórias/infecciosas vamos ter calor local. Ou a pele pode estar mais fria, pensaremos em
uma questão vascular (dentro do palpação).
➔ Elasticidade: Necessário tração / pinçamento da epiderme.
● Aumentada (Ehlers-Danlos é uma doença que altera o colágeno, pela perda do colágeno gera
a hiperelasticidade da pele)
● Reduzido (Idosos, desidratação)
➔ Mobilidade: para avaliar a mobilidade é palpar, devemos encostar o dedo sobre a lesão. Podemos avaliar a
pele, se a pele está com uma mobilidade reduzida/ausente, ao encostarmos vemos sentir uma pele mais
difícil de se mover. Isso pode acontecer na esclerodermia, que é uma doença reumatológica que pode
gerar um espessamento, ou seja, a pele fica dura. Ou pode acontecer em neoplasias como câncer de pele
ou linfoma, ele vai infiltrando a derme e quando palpamos vemos que a pele não tem mobilidade, está
endurecida. Ou a mobilidade pode estar aumentada, no caso de Ehlers-Danlos. Podemos também avaliar a
mobilidade de lesões. Por exemplo, podemos avaliar se um nódulo tem mobilidade ou não.
● Reduzida / Ausente (esclerodermia / neoplasia)
● Aumentado (Ehlers-Danlos)
➔ Turgor: Pinçamento / Engloba tecido subcutâneo / Aumento do tempo de retorno (desidratação)
No pinçamento para avaliar o turgor vamos englobar o tecido subcutâneo. O aumento do tempo do retorno
geralmente mostra um paciente desidratado.
➔ Sensibilidade: Dolorosa (agulha) / Tátil (monofilamentos com pesos diferentes) / Térmica (tubo de ensaio,
algodão com álcool)
Lesões elementares
➔ Inspeção
● Morfologia (qual é o formato)
● Distribuição / Localização (a maneira como a lesão está espalhada e a localização, se pega o
corpo todo, se é segmentada, difusa, localizada)
● Configuração (de que maneira esse arranjo está disposto na pele)
➔ Palpação
● Textura da lesão (rugosa, vegetativa)
● Temperatura (quente ou fria)
● Digitopressão / Vitropressão.
A digitopressão é feita fazendo pressão com a ponta do dedo, é feito geralmente para lesões vasculares, na
qual comprimimos e vemos se o fluxo sanguíneo do local vai parar ou não. A Vitropressão é feita com uma
lâmina de microscópio, fazemos uma vitropressão sobre a pele, isso é usado principalmente para doenças
granulomatosas como LES, sarcoidose. Ao fazer a vitropressão gera uma característica amarelada na pele, isso
é chamado de geléia de maçã.
● Distensão da lesão / Manobras semiológicas (Zileri / Nikolsky)
Lesões planas (sem relevo, da mesma superfície que a pele)
➔ Mácula: Lesão plana, circunscrita, alteração da coloração, até 0,5cm/1cm. O mais usado é que são
lesões menores que 1cm.
➔ Mancha: Maior que 0,5 cm/1 cm. O mais usado é que são lesões maiores que 1cm.
➔ Melanina
● Hipocrômica
● Acrômica (lesão branca, sem coloração nenhuma, ex: vitiligo - sem melanina). Obs: pano
branco não é acrômica, é hipocrômica.
● Hipercrômica
Exemplos de lesões planas:
1: Mácula hipercrômica / 2: Mancha hipercrômica (melasma) / 3: Mancha hipocrômica / 4: Mancha
hipercrômica (mancha mongólica) / 5: Mancha hipercrômica / 6: Mancha e mácula hipercrômica
(característico de neurofibromatose) / 7: Mácula hipocrômica (leucodermia gutata - lesão causada pelo sol -
chamamos até de sal e pimenta, sal as máculas hipo e pimenta as máculas hiper) / 8: Mancha hipercrômica/ 9:
Mancha hipocrômica. A borda é mais vermelha, eritematosa (pano branco).
Escala de Fitzpatrick: vai de 1 a 6, através dela classificamos a cor da pele do paciente. O paciente fototipo 1 é
bem branco, parece europeu, o fototipo 6 é o paciente mais moreno, negro. Isso é importante por exemplo
para fazer laser, existem alguns lasers que não podemos fazer em fototipos altos pois são direcionados para
melanina, então se o paciente tem mais melanina ele tem mais risco de complicação.
➔ Alterações vasculares
● Eritema – Vermelhidão na pele
● Enantema – Quando a mancha ou mácula acomete a mucosa.
● Cianose – Transitória, arroxeado que não é permanente (regride). Cianose na pele é chamada
de cianose.
● Cianema – Cianose na mucosa.
● Telangectasias – São neovascularização, os vasos que temos na pele, comum em pacientes
hepatopatas e com rosáceas. Geralmente esses vasos somem com a digitopressão, são
permanentes e não somem com o passar do tempo.
Obs: Um vasinho geralmente quando comprimimos ele some, mas se o calibre for maior ele não some.
➔ Extravasamento vascular / Púrpura: Lesões que não somem com dígito e vitropressão, são lesões que
têm extravasamento vascular.
● Petéquia (lesões puntiformes, tipo com a ponta da caneta)
● Víbrice: Petéquia linear
● Equimose (sem relevo é o que diferencia do hematoma - o hematoma tem coleção de sangue
embaixo, a equimose não tem)
1: Petéquia / 2: Hematoma / 3: Víbrice / 4: Equimose
Lesões sólidas / com relevo
➔ Pápula: < 0,5 cm ou < 1 cm
➔ Tubérculo: > 1 cm (em desuso). Acima de 1cm geralmente chamamos de nódulo. O tubérculo é mais
visível do que palpável, o nódulo é quando a lesão é mais palpável do que visível. Porém, a
nomenclatura de nódulo é muito mais usada.
➔ Placa: Em platô, extensão ou coalescência de pápulas. Maior que 1cm mas a lesão tem um platô, não é
uma lesão tão arredondada.
1: Pápula / 2: Se for menor que 1cm é pápula, se for maior que 1cm é um tubérculo (pela literatura), mas na
prática é nódulo / 3: É uma placa, é uma lesão em relevo mas não é arredondada, tem um platô / 4: Placa
➔ Nódulo: Entre 1-3 cm (mais palpável que visível).
➔ Tumor ou nodosidade: Nódulo maior que 3 cm.
➔ Goma: Nódulo que sofre evolução em 4 fases (endurecimento/ amolecimento/ eliminação/ reparação)
1: Nódulo / 2: Goma sifilítica (um exemplo de doença que faz goma é sífilis) / 3: Tumor (não estamos
dizendo que é uma doença neoplásica, é só a descrição da lesão elementar).
➔ Ceratose: Espessamento da camada córnea – gera uma aspereza na lesão.
➔ Vegetação: Lesões que têm crescimento exofítico, ou seja, além da pele, crescem para fora - Os
maiores exemplos são as lesões verrucosas e condilomatosas.
➔ Liquenificação: Em decorrência do atrito pelo prurido, espessamento da pele com acentuação dos
sulcos.
1: Lesão ceratótica. A pele fica áspera, muito comum em idoso que muito se expõem ao sol. Essas lesões têm
uma casquinha devido ao espessamento da camada córnea / 2: Vegetação, verruga (superfície irregular e dura)
/ 3: Lesão condilomatosa. Essa foto mostra um condiloma acuminado, lesão causada pelo HPV no pênis. É
uma lesão vegetativa / 4: Lesão liquenificada. Observar que há várias linhas no meio da lesão.
➔ Esclerose: Endurecimento da pele, dificuldade de pregueamento – aspecto couráceo pois lembra um
couro. A sensação é que a pele está emborrachada pois fica grossa.
➔ Infiltração: Aumento da espessura, limites imprecisos, diminuição dos sulcos
➔ Ponfo / Urtica: Edema dérmico (urticária)
1: Esclerose / 2: Infiltração. É um câncer de pele, a lesão infiltrou, tem um aumento do espessamento da
derme mas é diferente da esclerose que o espessamento é difuso. E quando é infiltrativo é mais comum ser por
lesão tumoral, a doença vai infiltrando planos mais profundos e fazendo um relevo na derme / 3: Confo ou
urtica. Lesão elementar da urticária, única doença que gera confo é urticária. É um edema da derme, é como se
fosse uma mancha hipercrômica com placas hipocrômicas encimadas, como se fosse uma compressão
vascular (geralmente desaparece em 24h).
Lesões de conteúdo líquido
➔ Vesícula: < 1 cm – conteúdo citrino (amarelo claro) ou hemorrágico.
Por que não temos uma vesícula com conteúdo purulento? Porque passa a se chamar pústula.
➔ Bolha: > 1 cm – conteúdo citrino, hemorrágico, purulento.
➔ Pústula: Até 1 cm, conteúdo purulento. Confluência – lagos, é quando temos várias pústulas
confluentes.
1: Vesícula (Ex: herpes) / 2: Bolha ( Ex: queimadura - pode gerar vesícula, mas geralmente é maior que 1cm) /
3: Pústula (Ex: acne, foliculite)
Acne no 1 grau, papulopustulosa, porque temos pápulas, lesões menores que 1 cm vermelhas e temos
pústulas, menores que 1 cm mas com conteúdo purulento.
➔ Cisto: Revestido por cápsula, preenchida por fluído. Trata-se de uma lesão dérmica. Na bolha temos um
descolamento da epiderme, ou seja, camada mais superficial. A camada do cisto é mais grossa. Dentro
do cisto pode ter líquido (cisto sinovial), queratina (cisto epidérmico), mas no geral é líquido, quando
furamos não sai nada, diferente da bolha, devido a camada (não é tão sensível).
➔ Abcesso: Coleção purulenta, circunscrita, profundidade (derme, hipoderme e subcutâneo). Flutuação /
Flogose. O abscesso é a mesma coisa que um cisto, mas tem coleção purulenta dentro. Um cisto
infectado é um abscesso, o que diferencia é o sinal flogístico. Além disso, existe abscesso frio.
1: Cisto / 2: Abscesso
Cisto epidérmico geralmente é confundido com um cravo, às pessoas tem o hábito de espremer, com isso sai
um conteúdo fétido, só que ao espremer o cisto abrimos uma porta de entrada para bactérias entrarem e fazer a
infecção, virando um abscesso. Depois de inflamar, o abscesso fica duro, vermelho e depois ele vai fazer
flutuação, ou seja, o meio da lesão fica mole, depois a pele se rompe e coloca pra fora todo conteúdo de pus e
cicatriza, voltando a ser um cisto. Por isso, é recomendado retirar, para não fazer infecção.
Lesões por continuidade
São lesões que temos perda da continuidade da pele, ou seja, ela não está íntegra.
➔ Erosão: Perda da continuidade apenas da epiderme. Ex: Furou uma bolha.
➔ Escoriação: Idem erosão, secundária a trauma (não usamos na prática clínica).
➔ Exulceração: Acomete até derme papilar, mais úmida e mais sanguinolenta pois a derme papilar tem
muitos vasos.
1: Erosão. Rompimento da bolha com resto de epiderme ao lado da lesão / 2: Exulceração. Muito comum em
pacientes em CTI que ficam muito tempo deitados, acontece erosão também, porém as lesões tendem a ser um
pouco mais profundas.
➔ Úlcera/ Ulceração: Pega os planos mais profundos / Deixa cicatriz / Bordas e fundo.
➔ Fissura / Rágade: Perda de continuidade de aspecto linear.
➔ Fístula: Trajeto ou pertuito comunicante, é como se fosse um canudo (levando de um local para
outro). Pode eliminar substâncias.
Ex: Fístula do ânus para pele, fístula do intestino para pele. Diferentes conteúdos podem ser drenados por essa
fístula.
1: Úlcera. Quando vemos uma úlcera, devemos reparar como está os bordos e fundo dela. Importante saber
essas características pois muitas doenças na dermatologia causam úlcera / 2: Fissura ou rágade / 3: Fissura ou
rágade (frieira) / 4: Fístula.
Lesões caducas
Nas lesões caducas é a pele morta.
➔ Escama: Descamação por alteração de queratinização.
➔ Crosta: Ressecamento de exsudato (seroso, purulento ou hemático) - tem cor.
➔ Escara: Úlcera por necrose tecidual.
1: Escama. Pode ser uma descamação pós sol. Escama mais leve / 2: Escama por psoríase, observar que a
escama é mais branca / 3: Crosta melicérica pois lembra a tonalidade de mel, é uma crosta por infecção. Cada
crosta terá uma tonalidade diferente / 4: Escara. Se for feita debridação no local vai virar uma úlcera, úlcera
por escara.
Sequelas
➔ Atrofia: Diminuição da espessura cutânea – estria.
➔ Cicatriz
● Atrófica (funda)
● Hipertrófica (pra cima)
● Queloidiana: Ultrapassa limites do trauma.
1: Atrofia, é uma estria. Não é cicatriz pois não é pós traumática. Diminuição da espessura cutânea por perda
de colágeno / 2: Cicatriz hipertrófica, ou seja, respeita onde foi feita a incisão porém a cicatriz é alta / 3:
Cicatriz queloidiana / 4: Cicatriz atrófica pós acne.
Aspectos Morfo Topográficos e Evolutivos
➔ Tipo de erupção: Monomorfa (um tipo de lesão) ou Polimorfa (vários tipos de lesão).
Ex: Lesão monomorfa temos o exemplo da urticária, só tem um tipo de lesão elementar. Um exemplo de lesão
polimorfa é a varicela, as lesões tem vários estados evolutivos e várias características diferentes. Acne
também é polimorfa, temos pústula, pápula, cicatriz, etc.
➔ Tempo de evolução: Aguda, subaguda e crônica.
Ex: Lesão liquenificada é crônica, não aparece de um dia para o outro.
➔ Idade de aparecimento: Faixa etária (Ex: congênito, senil, jovem)
➔ Distribuição:
● Simétrica / Assimétrica
● Localizada
● Segmentar
● Regional
● Universal
● Confluente
A primeira lesão é herpes zoster, sua distribuição é em dermátomo, ou seja, é de acordo com a inervação. As
lesões vão seguir o trajeto do nervo acometido pelo vírus.
A segunda lesão está pegando o desenho da linha de blaschko. Essas linhas têm relação com o período
embrionário.
➔ Arranjo
(Ler a figura, formas como as lesões podem estar dispostas)
➔ Morfologia
A lesão pode ter esses formatos.
➔ Modo de progressão
● Fadegênica / Terebrante (com destruição do tecido)
● Perfurante
● Centrífuga
1: Fadegênica. Lesões que causam destruição do tecido, são lesões muito agressivas / 2: Crescimento
centrífugo ou centrípeto / 3: Aspecto perfurante, que tem saída de algum tipo de conteúdo de dentro da lesão.
Sinais específicos
➔ Koebner – fenômeno isomórfico – Reprodução das lesões secundário ao trauma (Ex: Psoríase,
Vitiligo)
Ex: paciente tem psoríase, caiu de bicicleta e o guidão passou na barriga, esse local da lesão vai formar uma
placa de psoríase. Pode ser traumas como esse, ou traumas do dia a dia, lavando louça, batendo o dedo nas
quinas, etc.
➔ Auspitz: Curetagem das escamas que se deslocam (sinal da vela) evidenciando orvalho sanguíneo na
psoríase. É um sinal semiológico.
Com uma cureta faz a raspagem da placa de psoríase e vai evidenciar o orvalho sanguíneo.
➔ Zileri: Descamação observada pelo estiramento da pele na pitiríase versicolor (pano branco).
Toda vez que vemos uma mácula hipocrômica devemos estirar a lesão, se ficar com descamação é pitiríase
versicolor, fungo.
➔ Nikolsky: Descolamento da epiderme secundário a leve fricção na pele perilesional. Ex: acontece na
síndrome da pele escaldada por estafilococos. Pele íntegra, mas quando é feita a fricção ocorre o
descolamento da epiderme.
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➔ Patergia: Pústulas ou lesão pré-existente secundário a punturas na pele sã. (Ex: Pioderma gangrenoso,
Doença de Behcet) - acontece em poucas doenças dermatológicas.
Vai na pele normal, faz um furinho com a agulha e faz o acompanhamento em 24h e 48h, podemos ter o
surgimento de pústulas no local ou da lesão mesmo.
Na doença de Behcet a patergia faz parte dos critérios diagnósticos.