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Sem Magia

Al, um mercenário solitário, enfrenta desafios em sua vida cotidiana, incluindo um sonho perturbador e a desconfiança de sua anfitriã na pousada. Ao chegar à guilda, ele aceita uma missão de coleta, mas acaba se envolvendo em um duelo inesperado com Endric, onde revela habilidades surpreendentes. A luta termina em humilhação para Endric, enquanto Al parte para a floresta para cumprir seu contrato.

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Marcos Vinícius
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Sem Magia

Al, um mercenário solitário, enfrenta desafios em sua vida cotidiana, incluindo um sonho perturbador e a desconfiança de sua anfitriã na pousada. Ao chegar à guilda, ele aceita uma missão de coleta, mas acaba se envolvendo em um duelo inesperado com Endric, onde revela habilidades surpreendentes. A luta termina em humilhação para Endric, enquanto Al parte para a floresta para cumprir seu contrato.

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A criança levantou da cadeira. No meio da escuridão seus passos não faziam som algum.

Seus cabelos esganiçados e maus cuidados, sua roupa remendada e suja. Andara ao ponto
de não ver mais a cadeira onde estava sentado. Sozinho e perdido lágrimas caem de rosto.
Uma porta aparece mais a frente. Uma porta trancada olhando pelo buraco da fechadura
consegue ver uma criança. Esta com cabelos bem cuidados, roupas nobres coloridas, a
sala cheia de luz e cores. Uma mãe abraçada a criança, um pai com olhar orgulhoso
sentado em um poltrona e de repente lançando um olhar desgostoso e fulminante para a
porta.

Com o susto, Al desperta rapidamente. Com a respiração ofegante, leva a mão direita ao
rosto, enquanto tenta se acalmar olhando ao redor. Coloca lentamente os dois pés no chão.
-​ Um sonho… Foi apenas um sonho…. - Com olhar perdido para quarto alugado,
balbuciava palavras. Já era hora de levantar e se vestir.
Na parte de baixo da pobre pousada uma jovem estava na cozinha. Pegando uma panela
despeja com cuidado leite e colocando a mesma em cima de uma placa de metal, move as
mãos e fala algumas palavras que fazem a placa aquecer. Aos poucos acrescentando
gemas, carne e temperos fazia uma sopa com base leite típica da região. Al descendo as
escadas sentia o cheiro da comida sendo preparada.
-​ Berlinda já está fazendo a comida? - Diz Al com uma voz metálica enquanto desce
as escadas
-​ Claro, afinal você acorda cedo e…. O que? Já está de armadura? Al o que
combinamos de não usar armadura na pousada? - A jovem diz se inclinando com
uma cara de raiva. Não fora a primeira vez que falava disso com ele, considerava
uma falta de educação estar armado à mesa.
-​ Desculpe, não achei que te veria tão cedo.
-​ Então quando não me vê sempre está vestido assim? - O silêncio de Al correspondia
o pensamento de Berlinda, mas como ela não podia ver sua expressão por de tras
do capacete resolveu deixar do jeito que estava - Logo a comida está pronta se
senta que vou levar para você
-​ Muito obrigado Berlinda.
Um pequeno momento de silêncio deixava Berlinda desconfortável. “Ele não vai falar mais
nada? “ Pensava enquanto preparava o conhecido prato culinário.
-​ Você… Vai pegar que tipo de trabalho hoje?
-​ Hum… Sinceramente…. Não sei ainda - Al olhava para fora aparentava pensar
bastante - Vai depender do que tiver lá… Prefiro missões de coleta em regiões
tranquilas, mas estão cada vez mais escassas e … Pagando pouco.
-​ Você francamente…. - um segunda mulher muito mais velha que a primeira, mas
com traços parecidos desce as escadas - Você é um aventureiro… Deveria caçar
monstros e bestas e não ficar com coletas…. Francamente você…
-​ Aventureiro? Por favor não vanglorie a profissão de mercenário. - Al elevou um
pouco o tom de voz ao interromper a mulher
-​ Aventureiro, mercenário ou caçador de qualquer forma deveria caçar monstros os
guardas nunca vêm para essa região mesmo.
-​ Isso não me parece um problema meu…. - Al se levanta - Vou deixa-la com seu mau
humor matinal….
-​ Espere Al! Acabei de fazer a sopa…. Por favor - Berlinda se desesperava, realmente
não gostava da atitude da mãe, embora não entendia por Al só pegava pequenas
missões.
-​ Eu apenas vou pegar um ar, logo vou voltar. Não se preocupe tanto.
-​ Mãe por que fala assim com ele? - Berlinda esperou Al sair para questioná-la.
-​ Filha, não gosto desse homem. É claro que ele paga tudo certinho mas… Não sei
filha eu… Não confio nele… Ele esconde algo…
-​ Como assim? - Berlinda parou o que estava fazendo e olhou fixamente para a mãe
-​ Eu não sei como… Mas eu não sinto nada vindo dele, mesmo quando ele está
dormindo…. Isso não é normal…. O que ele esconde….
-​ Mãe…. Você sabe que é feio ficar analisando os hospedes… Ora essa você mesma
me ensinou isso…. - Berlinda ficou aliviada de saber que era isso. Sua mãe ficou em
silêncio quando Al voltou.

A GUILDA

Algumas ruas da praça principal de Laus existe um prédio feito quase por inteiro de
madeira. Com 3 amplos andares e 3 bandeiras no topo. A primeira uma bandeira de Laus a
familia do Conde da cidade, a segunda maior e central era a de Asta o país onde estavam
já a terceira era uma bandeira negra com o desenho em branco de um dragão, simbolizava
a propría guilda. O movimento regular de pessoas saindo e entrando mostrava como era
agitada. Al acabara de chegar na guilda, seu primeiro andar continha várias mesas e
cadeiras onde mercenários se sentavam e conversavam. Um balcão com várias atendentes
uniformizadas no fundo e nas paredes a esquerda e a direita murais com missões. Para
aceitar uma missão era simples, era só pegar do quadro levar as atendentes e entregar seu
cartão para ser carimbado. Al quando chegava na guilda sempre ia direto no mural à
esquerda. Das missões mais fáceis e com menos riscos. Depois analisar com calma ele
pega uma e leva ao balcão.
-​ Olá, gostaria dessa missão. - Sua voz era metálica por causa do elmo.
-​ Ah sim claro uma missão de… Coleta de ervas…. Eh bom quem escolhe são vocês
né… - A balconista o olhava com olhar decepcionado esperava mais de alguém que
tinha uma armadura completa. Contudo depois de analisar bem a folha - A senhor
não sei se notou, mais tenho que te avisar. Está vendo essa caveira carimbada na
folha? Isso é por que alguém tentou fazer a missão e acabou morrendo. Se
conseguir descobrir o que aconteceu e completar a missão pode receber um
adicional.
-​ Sim, compreendo. Terei cuidado para não ter o mesmo destino.
A balconista incrédula pensava “Como pode ele nem sequer se animou com isso? Que tipo
de aventureiro é ele?” Mas não deixava transbordar o que pensava antes pegou o cartão
dele carimbou e disse:
-​ Pronto, você tem até 3 dias para realizar a missão, caso contrário será contado mais
uma caveira na folha e você será dito como morto. Além de obviamente não receber
a recompensa.
-​ Tudo bem conheço bem as regras da guilda - de forma engessada pegou o papel e
caminhou para fora da guilda. Muitos olhavam para ele, era comum as pessoas
usarem armadura, mas nunca uma armadura completa, todos queriam que seus
rostos e porte físico fossem vistos. Mas não era o caso de Al para ele usar uma
armadura completa era algo imprescindível.
Fora da guilda, Al se preparava para ir a floresta, facas, frascos com mais variados itens,
lança, escudo no braço esquerdo, espada curta na cintura, besta, virotes andava com tudo
preparado para quaisquer eventualidade menos….
-​ Ei você de armadura! Eu Endric o desafio para um duelo! - Exclamou Endric, um
jovem com roupas coloridas e com uma espada na mão apontada para Al. Que
continuou mexendo em sua mochila organizando seus itens. - Acho que não ouviu
minhas palavras… Ou faz pouco caso de mim?!
Al parou… Se levantou e vendo que alguns já os cercavam ansiosos por um duelo falou em
alto e bom tom.
-​ Desculpe, acabei não ouvindo o que você falava… Mas se tem algum problema
comigo podemos resolver isso de outra forma… - Tentou Al
-​ O que? Não quer lutar comigo? Hmpf…. Onde está sua honra de aventureiro? Cadê
sua coragem? - Pensava em fazer ele lutar usando orgulho
-​ Não tenho… Não tenho coragem alguma… Poderia me deixar ir embora agora? - Al
começa a ficar irritado não com as palavras de Enric, mas por começar a ficar sem
saída.
-​ Está brincando comigo? Enfrente-me logo, não se preocupe a guilda tem
curandeiros você vai ficar bem mesmo se perder - Enric queria lutar com ele pois via
todos falando do guerreiro armadura que nunca lutava. Viu que ele só pegava
missões de coleta, “Lutar contra ele me dará algum renome e será fácil” pensava.
-​ Por favor… O que tenho que fazer para me deixe ir?
-​ Se ajoelhe…. Vamos se ajoelhe… Melhor deite no chão e peça misericórdia… Isso
pela misericórdia na frente de todos. - Enric queria humilhar para fazer transbordar a
raiva de Al.
-​ O que…. É isso que você quer?... Então tudo bem… - Al se deitou no chão, deitar de
bruços era desconfortavel por causa da armadura - Eu sou um covarde tenha
misericórdia Grande Enric! - Bradava Al deitado no chão.
-​ O que?! Eu não acredito….. Ah! Está zombando né? Está zombando de mim! De pé
não perdoarei tal ofensa vamos de pé.
Al notou que não importa o que fizesse não poderia evitar esse confronto. Então se levantou
pegou sua lança, escudo e se posicionou com o escudo na frente, seu corpo semi
agachado e com a lança apontada a para Enric. Uma visão atemorizante “Talvez ele seja
mais forte do que eu pensei” Pensou Enric.
-​ Pois vamos começar - Enric levantou a espada aos céus - Ampliar! - Liberou um
grito cheio de magia, uma pequena aurea de formou ao seu redor. Era mana sendo
usada para ampliar suas habilidades físicas. Al contudo nem se moveu.
-​ Olhem ele não usou encantamento…. É ele acha que pode ganhar sem usar
magia!... Se ele vencer esse Enric não é de nada mesmo. - Diziam as pessoas ao
redor dos dois.
Enric enraivecido mostra sua habilidade, dando um salto que fez rapidamente se aproximar
de Al, e um golpe forte com a espada que Al defendeu com o escudo, mas acabou
empurrando ele um pouco para trás. Enric tenta se aproximar novamente, mais é recebido
pela lança de Al conseguindo escapar graças a velocidade aprimorada.
-​ Você não tem chance sem o encantamento físico. Anda eu deixo você recitar para
equilibrar a luta
Mais uma vez Al se mantinha imóvel. Enraivecido Enric corre desferindo um poderoso golpe
no escudo de Al que mais uma vez o empurra para trás.
-​ Vê você não tem chance! - Exclama Enric
-​ Olhem a perna dele! Aquilo é Sangue? É é sim o de armadura acertou um golpe
nele - as pessoas apontavam para Enric que imediatamente olhou para sua perna e
viu um corte na coxa causado pela lança de Al.
-​ O que é isso?! como você… - Enric olhava para baixo ainda quando de reflexo
pendular para esquerda. Uma faca passou perto de seu rosto.
-​ Droga errei - Disse Al com outra faca na mão pronto para atirar.
-​ Que truque sujo! Queria me pegar desprevinido. Já vi que tipo de pessoa é você
oportunista. Pois saiba que vou ficar bem atento você não vai me enganar mais.
-​ Pois bem… Então segura essa ! - Al tira outra faca mirando no rosto de Enric que
facilmente se defende com a espada. Outra faca e outra Enric aparava todos com a
espada, algo fácil de fazer com encantamento físico.
-​ É só isso eu posso fazer isso o dia todo - Enric se exibia para todos
-​ Então pega essa! - Al atira mais uma, agora vindo de baixo, com mais velocidade.
Enric se prepara e apara a faca, sem notar um corta com um pequeno saco que
acerta ele liberando um pó fino.
-​ O que é isso?! - Exclamou Enric enquanto Al se aproximou rapidamente e fez um
ataque com a lança que antes estava no chão.
Mesmo com o pó cobrindo seu rosto Enric apara a ponta da lança causando uma pequena
faísca e de repente uma explosão. Kaboom. Enric foi atirado alguns metros para trás
acertando uma parede de um casa. Al sabia que não era o bastante, rápidamente pega sua
besta e dispara um virote fincando no ombro de Enric que urra de dor.
-​ O que é isso como você fez isso? Essa flecha nem deveria me acertar…. Como
você fez isso…. - outra flecha disparada por Al agora acerta o peito de Enric que
mais uma vez grita de dor. Se levantado deixa a espada de lado e com um salto
ameça desferir um tremendo soco. Al levanta seu escudo e joga um frasco no ar que
quando acertado por Enric libera um liquido. O golpe poderoso acerta o escudo, Al
ouve um barulho de sua armadura rangendo e sente suas pernas quase se partirem,
mais consegue aparar o golpe e Enric cai de pé ao lado de Al, mais não por muito
tempo. Rápidamente o mesmo se joga ao chão gritando e agonizando.
-​ AhhhH! O que é isso! Queima! Está Queimando! Socorro! - Gritava Enric.
Todos olhavam atônitos enquanto o rosto do jovem derretia na frente de todos. “ Que poder
é esse “ Alguns pensavam “Como ele conseguiu fazer isso? “ pensavam outros.
-​ Acabou a luta eu venci…. Peço que me deixem em paz agora. - Al diz enquanto
Enric gritava de dor e alguns curandeiros chegavam para curar o jovem.
Não ouve aplauso… Todos estavam acostumados com uma luta e mesmo com danos
sempre os curandeiros curavam as pessoas, mas para eles essa luta foi uma vergonha e
humilhação para Enric. Nunca viram ninguém lutar daquele jeito.
-​ O que é esse cara? Nunca vi isso? Será que Enric vai ficar bem? Isso é jogo sujo
não é? Por que não usou magia como todo mundo? Que cara estranho - dizia a
multidão enquanto se afastava de Al.
Ele terminou de organizar os itens, pegou sua lança e partiu para a floresta para coletar os
itens do contrato.

PALÁCIO

Muito distante de Laus, no coração de Asta fica a cidade real, Astarov, conhecida como
cidade da magia. Lá vivia a mais alta nobreza. E no centro de Astarov, ao redor de um
grande fosso tinha um incrível e alto castelo, onde o imperador de Asta Barian Amadeus IV
governava. Em um dos corredores do castelo, uma pequena criança corria.
-​ O céus, o ceús, o ceús eu estou atrasado de novo. O mestre vai me matar. - disse o
jovem Tatalius correndo como se não houvesse amanhã. Era um jovem de cerca de
7 anos de idade. Tinha cabelos cacheados e loiros. Vestia-se de azul e púrpura.
-​ Ah jovem. Atrasado para aula de novo - Aquela voz dava calafrios ao jovem que
parou na mesma hora. Se virando para trás se ajoelhou no manto escarlate
-​ Misercooordiaaaa - Começou a chorar a criança
-​ Acalme-se isso são modos?! Levante-se - Aquele que falava com o Tatalius, não era
ninguem menos que o verdadeiro senhor de Asta. Era aquele que mandava até no
imperador. O sumo mago real Andrus Kalin o mago mais poderoso de Asta. Seu
rosto era claro e fino, seu cabelo era preto, e tinha olhos azuis. Tinha uma poderosa
aurea sempre vista e notada por todos. - Vamos logo é hora da sua aula, pequeno
filho do imperador.
-​ Claro pode deixar… Mais uma vez mestre obrigado por deixar eu aprender com
você….
-​ Sim.. Sim… Eu estou fazendo isso por que gosto muito do seu pai. Agora já que
você se atrasou imagino que já tenha aprendido tudo sobre magia e nossa
organização social não é? Não vai se incomodar se o sumo mago lhe fizer algumas
perguntas.
-​ Gurp! … Claro que não…. Eu estudei sim….
-​ Pois bem… Me diga vejamos… Vamos começar devagar… O que é magia?
-​ Magia é a benção que recebemos ao nascer, aquilo que nos permite viver nesse
mundo. Com ela usamos ferramentas, ficamos mais fortes e dominamos elementos.
-​ Só isso? E a magia familiar o que é?
-​ Sim claro… Ahn… Alguns de nois tem uma magia que é de nossa familia,
carregamos ela com nosso nome. É um tipo de magia especial que apenas existe
para quem tem um sobrenome.
-​ Correto… Então é possível algum pebleu despertar magia familiar?
-​ Não.. Apenas aqueles que tem sobrenome nobre. Alguns mesmo com sobrenome
não tem sendo apenas capaz de dominar 1 ou mais elementos naturais.
-​ Vejo que estudou mesmo. Então me diga o que tem que fazer para ser o Sumo
Mago Real?
-​ Errr…. Ser da familia…. Kalin?
-​ Errado - Andros desfere um tapa na nuca do jovem - Tem que ser o mais forte, não
importa nem se você tem magia familiar. Basta ser o mais forte de todos. Mesmo
assim…. Sempre foram pessoas com magia familiar. Me diga por que é imporante
estudar a magia de cada familia.
-​ Para saber… Para saber se defender e contra atacar.
-​ Muito bem… Agora vamos para o treino… Já vimos que você tem aptidão com fogo,
talvez tenha aptidão com mais algum elemento.
-​ Mestre e minha magia familiar?
-​ Você ainda é jovem, e a magia familiar dos Amadeus é bem poderosa.
-​ Sim por isso quero aprender logo - O jovem falou com entusiasmo
-​ Quem sabe daqui a alguns anos você não aprende. - o jovem ficou chateado com a
última fala do Mestre. Mas logo voltou a estudar.
Algumas horas depois nos aposentos do mago, alguém bate na porta.
-​ Entre… Ah é você mirabel…. Achou ele?
-​ Meu senhor… Ainda não…. Mais ouvi boatos.
-​ Boatos? Que boatos… - O mago se levantou e olhou para a moça que estava
ajoelhada.
-​ Em um cidade não muito no ocidente, parece que um homem lutou em um duelo
sem magia, ele usava truques sujos e venceu seu adversário.
-​ Sem magia…. Então…. Ele pode estar vivo… Mas truques sujos? O que ele fez?
-​ Não sabemos ainda eu estou me preparando para ir para lá investigar.
-​ Pois vá. Ah mais antes me diga… Qual o nome da cidade. - O mago olhava
apreensivo.
-​ O nome da cidade é… Laus senhor
-​ Laus? Nem sabia que havia essa cidade no reino… Ele sempre foi bom em se
esconder…. Pois bem… vá logo e mê noticias. Não use magia, nossa comunicação
não pode ser interceptada.
-​ Ok senhor, assim farei. - Mirabel se levantou e saiu dos aposentos.
-​ Acho que agora sim… Finalmente…. Te achei!

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