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TÉCNICAS

MODELO ESTRUTURAL DE MINUCHIN


Modelo de Minuchin para acessar as Famílias
Técnicas:
Espontaneidade
Planejamento
Mudança: desafiando o sintoma, a estrutura familiar, a
realidade familiar
Reenquadramento
Reestruturação
Fronteiras
ESPONTANEIDADE:
Atitude do terapeuta, preservar a espontaneidade, para
que não nos tornemos um executor de técnicas. Para
Minuchin é importante trabalhar com as polaridades do
sujeito.
Ex.: …eu sou muito chata…
Você poderia falar de suas qualidade….
Ex.: …caso existir muitos conflitos entre os indivíduos na
sessão.
 Bem enquanto vocês discutem, nós vamos tomar um café...
PLANEJAMENTO:

Refere-se o manejo do tratamento, para planejar um


tratmento é necessário ter conhecimento da estrtutura
familiar, e está nunca é imediantamente manifesta, embora
desde a primeira sessão há indícios.
É importante que desde o princípio o foco seja investigar
as interações familiars, para se chegar na estrutura da
família, evidenciando seu funcionamento.
Resalta-se que as famílias por vezes estão disfuncionais
em determinadas áreas e funcionais em outras.
MUDANÇA:
Desafiando o sintoma:
Através de questionamento, reflexão sobre a visão que
cada indivíduo tem do problema, a percepção de cada um.
O sintoma é visto inicialmente como uma solução
protetora. Propõem-se que a família tenha respostas
alternativas para seus problemas.
MUDANÇA:
Desafiando a estrutura familiar:
Significa falar me fronteiras, ou seja padrões de
relação. O terapeuta pode e deve mudra sua posição e
trabalhar em sbsistemas diferentes, desafiando a
demarcaçaõ de papéis e funções familiars.
Utiliza-se as técnicas de fixação e alteração de
fronteiras, e o desequilíbrio da complementariedade.
MUDANÇA:
Desafiando a realidade familiar:
Significa desafiar, refletir sobre as concepções que a
família carrega de si.
Como rotula os indivíduos, o que pensa, o que sente e
como age….
Trata-se de mexer na visão da realidade, Segundo os
membros familiars, solicitando novos meios interacionais.
As técnicas utilizadas são os construtos cognitivos,
intervenções paradoxais, com ênfase na força da família.
REENQUADRAMENTO:

As famílias imprimem em seus membros a configuração


única, que os identifica como pertencente a esta família,
que os terapeutas estruturais denominam como os
papéis, scripts, que passa a ser cristalizar um processo
interpessoal contínuo.
Assim o terapeuta inicia o enquadramento percebendo o
que é relevante para a família, porém enquadrando o que
foi apresentado de forma diferente.
REENQUADRAMENTO:

A tarefa do terapeuta é trabalhar com a família, no


sentido de colocar para eles que o mapa por eles
traçado pode ser ampliado ou modificado.
Para esta tarefa o terapeuta se apoia nas técnicas
dramatização, focalização, e obtenção de
intensidade.
REENQUADRAMENTO:

Dramatização:
O terapeuta solicita que contem, representem os
conflitos e situações familiares, para que todos,
terapeuta e família possam experiênciarem
as situações no sistema terapêutico,
analisando o impacto sobre
os indivíduos na família.
REENQUADRAMENTO:

Focalização:
O terapeuta lidera junto à família a seleção e
escolha de fatos e
atitudes relevantes para a mudança terapêutica,
propondo intervenções que possibilitem
a busca de novos significados.
REENQUADRAMENTO:

Obtenção de intensidade:
Diz respeito a tarefa terapêutico de reforçar a
proposta terapêutica,
com ênfase e foco na mudança,
apoiando-se na parte funcional da família,
a parte saudável.
REESTRUTURAÇÃO

A estrutura familiar diz respeito de como a família se


organiza e interage, seus padrões transgeracionais, as
repetições, reforçando o Sistema.
O terapeuta efetiva as intervenções delineando e
diferenciando as fronteiras, abrindo espaço para a
família pensar e repensar papéis e funções que cada um
desempenha no Sistema familiar, dando lugar para a
flexibilização e crescimento e transformação do
funcionamento familiar.
FRONTEIRAS
São as barreiras invísiveis existentes nas famílias, para
demarcarem as divisões entre os membros e os papéis por
eles desempenhados.
As fronteiras denunciam os padrões relacionais, as
conexões, apegos, alianças, que tornam-se hipóteses
inicialmente, para que sejam investigadas, trabalhadas, ou
recusadas.
O terapeuta trabalha com manobras subjetivas e reais
concretas sobre a alteração das fronteiras, de acordo aos
subsistemas, papéis e funções dos indivíduos, tornando-se
um delineador de fronteiras, com apoio e parceria da família.
FRONTEIRAS
Tipos:
Rígidas: Fechadas
Nítidas Semi-abertas
Difusas: Abertas