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MEDIDAS DE AVALIAÇÃO

INTRODUÇÃO
ANAMNSE
MEDIDAS
TESTES PRÁTICOS
RECURSOS
ANÁLISE DE DADOS

Professora CYNARA LOPES


E-mail: anacynara@hotmail.com
Face: CYNARA LOPES
Contatos: 9-88196491
MEDIDAS DE AVALIAÇÃO
 Introdução
 Mas qual a diferença entre ou
Verificar e Avaliar?
MEDIDAS DE AVALIAÇÃO
 Introdução
 Podemos dizer então que Medidas de
Avaliação é um método de coletar informações
e dados a fim de concluir quais os limites, as
necessidades e os objetivos do nosso cliente
ou paciente.
 Analisar todos estes fatores nos dará
condições de concluir qual perfil do nosso
cliente, e, portanto, indicativos para planejar
qual melhor caminho do prognóstico ou do
treinamento.
MEDIDAS DE AVALIAÇÃO
Alguns componentes da aptidão física a
saúde

Flexibilidade

Aptidão física Força e


Aptidão relacionada resistência
cárdiorrespiratória
à saúde muscular

Composição
corporal
MEDIDAS DE AVALIAÇÃO
 Mas quais informações precisamos?
 Fazer perguntas pessoais?
 Aferir as medidas unilaterais e bilaterais do corpo?
 Medir o Peso, Altura e Envergadura?
 Aferir a amplitude articular?
 Coletar as dobras cutâneas?
 Medir os sinais vitais como a freqüência cardíaca de
repouso e Pressão Arterial?
 Calcular a Zona de Treinamento?
 Mensurar como está a Resistência?
 Verificar como está a Potência?
 Avaliar o nível de Força Muscular?
ANAMNESE
Coletar dados pessoais (Nome completo,
endereço, CEP, ocupação, data do nascimento,
contatos possíveis)
Saber se pratica alguma atividade física
regularmente?
Qual intensidade desta atividade?
Qual volume desta atividade?
Qual horário desta atividade?
Qual atividade específica ele (a) realiza?
Qual tipo de exercício o cliente mais gosta?
ANAMNESE
Como é sua recuperação?
Perguntar se há uso de drogas, álcool e fumo? Se
positivo com que freqüência e quantidade.
Perguntar se usa algum medicamento?
Se positivo qual o motivo.
Perguntar se sente dores ou desconfortos em alguma
estrutura ao realizar atividades físicas?
Perguntar se teve algum traumatismo?
Se positivo saber se existe alguma limitação.
Perguntar se tem diabetes, obesidade, hipertensão ou
doenças cardíacas?
ANAMNESE
Perguntar em relações ao atos sexuais e como
se previne?
Perguntar se usa contraceptivos? (feminino)
Saber qual período menstrual? (feminino)
Perguntar se sente estresse?
Se positivo saber qual possível motivo.
Perguntar se há instabilidade de peso?
Perguntar se há hidratação regularmente e
com que freqüência?
Procurar saber quantas refeições faz por dia?
ANAMNESE
PAR-Q
1- Algum médico já disse que você possui
alguma problema de coração e só deveria
realizar atividade física supervisionada por
profissionais de saúde?
2- Você sente dores no peito quando pratica
atividade física?
3- No último mês você sentiu dores no peito
quando praticou atividade física?
4- Você apresenta desequilíbrio devido a
tonteiras e/ou perda da consciência?
ANAMNESE
PAR-Q
5- Você possui alguma problema ósseo ou
articular que poderia ser piorado pela atividade
física?
6- Você toma atualmente alguma medicamento
para pressão arterial e/ou problema de
coração?
7- Existe alguma outra razão pela qual você não
deve realizar atividade física?
ANTROPOMETRIA
Peso (em kilogramas)
Material utilizado - balança ergométrica ou
digital
Altura (metros ou centímetros )
Material utilizado- Estadiômetro

Envergadura (em centímetros)


Material utilizado- Fita métrica
ANTROPOMETRIA
Peso
Protocolo
Explicar a avaliado sobre todos os testes e
verificações;
Em pé, de costas para escala, afastamento lateral dos
pés, ereto com um olhar fixo. Precauções
Verificar o nivelamento do solo evitando leitura errada
da balança;
Aferir a balança, utilizando o ajuste da tara;
Recomenda-se que seja calibrada a cada 10
pesagens;
Realizar apenas uma medida.
ANTROPOMETRIA
Peso
Precauções
Aferir sempre no mesmo horário;
Encontra-se o mais próximo possível da nudez;
Cuidado com movimentos bruscos na balança;
Travar a balança antes do avaliado subir;
Quando o avaliado subir destravar a balança;
Regular os cilindros;
Realizar a leitura na borda interna;
Após o avaliado sair travar a balança;
Evitar atividades antes de qualquer avaliação.
ANTROPOMETRIA
Altura
Protocolo
Posição ortostática, em pé, ereto, MMSS
estendidos, pés unidos com os calcanhares em
contato com o instrumento de medida, além da
cintura pélvica, cintura escapular e região
occiptal;
A medida deve ser em apnéia inspiratória,
cabeça paralela ao solo;
É importante o avaliado estar descalço;
ANTROPOMETRIA
Altura
Precauções
Se posicionar à direita do avaliado;
Sempre medir no mesmo horário ou período do
dia;
Evitar encolhimento quando o cursor tocar a
cabeça;
O período da manhã é mais interessante por
haver uma descompressão das vértebras.
ANTROPOMETRIA
Envergadura
Protocolo
É a medida entre o quirodactylon direito ao
esquerdo;
Medir a distância entre eles estando os ombros
em abdução de 90° com cotovelos estendidos
e antebraços supinados;
Precauções
O avaliado deverá estar em pé;
Dedos unidos e medição no ponto maior;
ANTROPOMETRIA
Peso Altura Envergadura
ANTROPOMETRIA
Índice de Massa Corpórea
Peso (Kg)

IMC = ------------------------------
Altura ² (metros)
Classificação do IMC (OMS)
Valores normais - homens > 20 - 25
(kg/m²)
- mulheres > 19 – 24
(kg/m²)
ANTROPOMETRIA
Tabela de IMC
Fonte: OMS (1998) e Min. da Saúde (2002)
CLASSIFICAÇÃ IMC RISCOS DE CO-
O MORBIDADES
Baixo peso < 18,5 Baixo (maiores riscos
de outros
problemas clínicos)
Normal 18,5 - 24,9 Ausente
Excesso de ≥ 25 Ausente
peso
Pré-obeso 25 – 29,9 Aumentado
Obeso classe I 30 – 34,9 Moderado
Obeso classe II 35 – 39,9 Severo
Obeso classe III ≥ 40 Muito severo
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Perimetria
Protocolo
Medição de circunferências corporais;
Algumas delas são únicas;
Outras bilaterais a fim de haver comparações de
possíveis desproporcionalidade;
Precauções
Marcar corretamente os pontos dos perímetros com o
lápis demográfico de desejar;
Medir sempre num ponto fixo, pois a variação aponta
erros;
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Perimetria
Precauções
Medir sempre sobre a pele nua;
Nunca utilizar fita elástica ou de baixa flexibilidade;
Não esquecer o dedo entre a fita e a pele;
Não dar pressão excessiva nem deixar a fita frouxa;
Realizar três medidas e calcular a média se desejar;
O avaliado não deve realizar qualquer tipo de
atividade física antes de sua avaliação.
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Tórax – fita no plano horizontal
por cima da cicatriz mamilar (masculino);
- fita no mesmo plano por baixo
das linhas axilares (feminino);
Cintura- posição ortostática, abdômen relaxado, fita
no ponto de menor circunferência abaixo da última
costela;
Abdômen- posição ortostática, fita no plano horizontal
passando por cima da cicatriz umbilical;
Quadril- fita horizontal no ponto de maior massa
muscular das nádegas, pés unidos e glúteos
contraídas
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Braço Direto e Esquerdo
Ombro relaxado com antebraço em posição supinada,
ou ombro abduzido e cotovelo fletido,fita envolvendo o
ponto meso-umeral do braço;
Antebraço Direito e Esquerdo
Ombro relaxado com antebraço supinado, envolver a
fita no ponto de maior massa muscular;
Coxa Direita e Esquerda Proximal
Pernas levemente afastadas, fita logo abaixo da prega
glútea, no plano horizontal
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Coxa Direita e Esquerda Meso-femural
Pernas levemente afastadas, fita no nível do
ponto meso-femural (entre a prega inguinal e o
bordo superior da patela) no plano horizontal;
Perna Direita e Esquerda (Panturrilha)
Pernas levemente afastadas, coloca-se a fita
no plano horizontal, no ponto de maior massa
muscular;
Material utilizado- Fita métrica
* Todas as medidas em centímetros
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Tórax Cintura Abdômen

Masculino Feminino
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Quadril Braço Antebraço

DeE DeE
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Coxa proximal Coxa medial Panturrilha

DeE DeE DeE


PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Medidas de
Circunferência
PERIMETRIA (MEDIDAS DE
CIRCUNFERÊNCIA)
Relação circunferência cintura/quadril (RCQ)
circunferência da cintura

RCQ = ------------------------------
circunferência do quadril
Classificação do RCQ
(Heyward&Stolarczyk,1996)
Valores normais - homens > até 0,94
- mulheres > até 0,82
FLEXIMETRIA E
GONIOMETRIA
Testes Angulares
Escápulo-Umeral (Ombro)
Dorso-Lombar (Tronco)
Demais Medidas Articulares
Material utilizado- Flexímetro ou Goniômetro

Testes Lineares
Sentar e Alcançar
Elevação de Ombros e Punhos
Material utilizado - Banco de Wells/ Régua
* Todas medidas em graus (°) e/ou centímetros.
FLEXIMETRIA E
GONIOMETRIA
Testes Angulares
Escápulo-Umeral Dorso-Lombar

Abdução de ombro Flexão de tronco


Normal- 0 a 180° Normal- 0 a 95°
FLEXIMETRIA E
GONIOMETRIA
Testes Lineares- Lombrossacra e Isquiotibiais
FLEXIMETRIA E
GONIOMETRIA
Testes Lineares- Elevação de Ombros e Punho
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Adipometria
Protocolo
Realizar sempre do lado direito do corpo;
Série de três medidas com a média entre elas;
Separar a dobra subcutânea do tecido muscular;
O polegar e o indicador devem ser os dedos utilizados
para realizar estas pregas;
O adipômetro deve estar sempre perpendicular à
prega;
Aguardar pelo menos dois segundos para que a
leitura tenha um efeito satisfatório;
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Adipometria
Procedimentos
Identificar os pontos de referência;
Demarcar os pontos se desejar;
Destacar a Dobra Cutânea;
Pinçar a Dobra Cutânea;
Realizar a leitura;
Retirar o compasso;
Soltar a Dobra Cutânea;
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Bicipital- Dobra determinada no sentido do eixo
longitudinal do braço, face anterior, no ponto meso-
umeral do bíceps;
Tricipital- Dobra paralelo ao eixo longitudinal do
braço ,face posterior, a distância média entre a borda
supero-lateral do acrômio e o olécrano;
Subescapular- Dobra oblíqua ao eixo longitudinal
seguindo a orientação dos arcos costais, dois
centímetros abaixo do ângulo inferior da escápula;
Axilar Média- Medida obliquamente, entre os arcos
intercostais, no ponto de intersecção da linha média
com uma linha imaginária horizontal que passaria com
o apêndice xifóide. Ombro em hiperextensão.
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Supra-ilíaca- Afastar o braço direito levemente
não influenciando na medida. Localiza-se a
crista ilíaca ântero-superior e plica a dobra
acima desta;
Abdominal- Dobra paralela ao eixo longitudinal
do corpo, aproximadamente 2 cm à direita da
borda lateral da cicatriz umbilical;
Coxa- Dobra deve ser plicada paralela ao eixo
longitudinal da coxa, sobre o músculo reto
femural a 1/3 da distância do ligamento
inguinal e o bordo superior da patela;
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Panturrilha- Colocar o pé direito do avaliado apoiado
em um cadeira de altura compatível, com o Joelho e
Quadril a 90°. Toma-se a dobra cutânea no sentido
paralelo ao eixo longitudinal, na altura de maior
circunferência da perna, destacando-a com o polegar
apoiado no bordo medial da Tíbia
Peitoral- Dobra na diagonal na metade da distância
entre a linha axilar anterior e o mamilo (masculino) e a
1/3 da distância da linha axilar anterior e a mama
(feminino);
Material utilizado- Adipômetro, Bioimpedância, Fita
métrica.
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Biciptal Triciptal

Subescapular
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Axilar Média Suprailíaca

Abdominal
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)

Coxa Panturrilha
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)

Peitoral masculino Peitoral feminino


ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)

Pegada de
Pregas
Cutâneas
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Potocolos (Para medir % de Gordura)
Guedes para crianças e adolescentes
Falkner
Pollock
Wilmore/Benque
Dontson e Davis
Guedes
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Guedes para Crianças e Adolescentes
Rapazes brancos
Dobras utilizadas- Tríceps e subescapular
Maturação Pré-púbere ( de 7 anos a 11 anos e
11 meses)
%G= 1,21 (Σ2) - 0,008 (∑2)² - 1,7
Maturação Púbere ( de 12 anos a 13 anos e 11
meses)
%G= 1,21 (∑2) - 0,008 (∑2)² - 3,4
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Guedes para Crianças e Adolescentes
Rapazes brancos
Maturação Pós-púbere ( de 14 anos a 17 anos
e 11 meses)
%G= 1,21 (∑2) – 0,008 (∑2)² - 5,5
Rapazes negros
Maturação Pré-púbere
%G= 1,21 (∑2) – 0,008 (∑2)² - 3,5
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Guedes para Crianças e Adolescentes
Rapazes negros
Maturação Púbere
%G= 1,21 (∑2) - 0,008 (∑2)² - 5,2
Maturação Pós-púbere
%G= 1,21 (∑2) - 0,008 (∑2)² - 6.8
Moças
%G= 1,33 (∑2) - 0,013 (∑2)² - 2,5
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Guedes para Crianças e Adolescentes

Se ∑ das duas dobras for superior a 35mm


usa-se uma única equação para cada sexo:
Rapazes %G= 0,783 (∑2) + 1,6
Moças  %G= 0,546 (∑2) + 9,7
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Tabela de % de Gordura (Crianças e Adolesc.)
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Pollock
Sete dobras- subescapular, tríceps, peitoral,
axilar média, supra-ilíaca, abdômen e coxa.
Homens Adultos
DC= 1,11200000 - [0,00043499(∑ 7 DC)] +
[0,00000055 (∑ 7 DC)²] – [0,0002882(Idade)]
Mulheres Adultas
DC= 1,0970 – [0,00046971(∑ 7 DC)] +
[0,00000056(∑ 7 DC)²] – [0,00012828(Idade)]
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Pollock
Sete dobras- subescapular, tríceps, peitoral,
axilar média, supra-ilíaca, abdômen e coxa.
Ao de obter o resultado de DC aplica-se a
fórmula de Siri para calcular o % de Gordura:
%G= [(4,95/ Dc) – 4,50] X 100
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Jaccson e Pollock (1978)
Três Dobras - tríceps, supra-ilíaca e coxa.
Para mulheres adultas.
DC= 1,0994921 - 0,0009929(X2) + 0,0000023
(X2)² - 0,0001392 (X3), onde:
X2= ∑ das três dobras cutâneas;
X3= idade em anos;
Ao obter o resultado aplica-se a fórmula de Siri.
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
 Jaccson e Pollock (1978)
Três Dobras - peitoral, abdominal e coxa.
Para homens adultos
D = 1,1093800 – 0,0008267 (X3) + 0,0000016
(X3)² - 0,0002574 (X4)
X3 = ∑ das três dobras cutâneas;
X4 = idade em anos;
Ao obter o resultado aplica-se a fórmula de
Siri.
%G= [(4.95/ Dc) – 4, 50] X 100
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Tabela de Percentual de Gordura (Masculino)
ADIPOMETRIA (DOBRAS
CUTÂNEAS)
Tabela de Percentual de Gordura (Feminino)
SINAIS VITAIS
A Freqüência Cardíaca
É a quantidade de batimentos que o coração bate
a cada minuto.
Desta maneira a cada batida o coração bombeia uma
determinada quantidade de sangue para a corrente sanguínea,
visando nutrir e oxigenar todo o corpo.
Com o hábito de praticar exercícios, você faz com que o seu
coração se desenvolva, ficando maior(volume) e mais forte
(intensidade) do que o coração de uma pessoa sedentária.
Com isso, ele bombeia o sangue com maior eficiência e isso
faz com que a sua freqüência cardíaca seja menor para
movimentar um mesmo fluxo sanguíneo a cada minuto.
Consequentemente o indivíduo passará a correr, andar ou
pedalar mais para um mesmo número de batimentos cardíacos
SINAIS VITAIS
A Freqüência Cardíaca
Sua importância se dá quando:
No cálculo da zona alvo
No monitoramento de um indivíduo antes,
durante ou após atividade física
Na análise do nível de condicionamento de um
indivíduo
Na análise da reação do indivíduo a mudanças
de um determinado volume ou intensidade
SINAIS VITAIS
Para o Cálculo de Zona Alvo precisamos:
Fc (repouso)- medida após acordar ou pelo
menos 20 minutos de repouso com o cliente
deitado;
Fc (máxima) que pode ser medida por:
220 – idade (Masculino)
206 – idade (Feminino)
Tanaka –> 208 – (0,75 X idade)
Fc (de reserva) que é o resultado da subtração
da Fc(máxima) pela Fc (repouso)
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistemas Energéticos
São sistemas de produção de energia do
corpo humano. É a forma como o ser humano
produz energia (ATP) para realizar suas
atividades da vida diária e exercícios físicos.
São eles:
Aeróbio
Anaeróbio Lático
Anaeróbio Alático
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema Energético Aeróbio
É um sistema energético que usa o O² no processo
de produção de energia (ATP);
O percentual que se usa neste sistema energético
varia de 0 a 80% da intensidade;
De 0 a 70% o processo é de oxidação das gorduras
(lipídios) pelo oxigênio para produção de energia;
De 0 a 50% de intensidade não vai haver grandes
modificações fisiológicas e estruturais;
De 50 a 60% de intensidade se inicia um processo de
mudanças adaptativas;
De 60 a 70% de intensidade vai haver uma maior
ativação da oxidação das gorduras;
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema Energético Aeróbio
Nestas intensidades o pâncreas libera o glucagon que vai até o
adipócito ativando o adenilato ciclase. Este por sua vez quebra
o triglicerídeo (1 gliceroal + três ácidos graxos) para ser
transportado pela albumina no sangue até a célula muscular.
Ao entrar na célula o ácido graxo precisa entrar na mitocôndria
e este processo ocorre graças a presença da L-Carnitina.
À partir daí o Acil-CoA está preparado para ativar o ciclo de
Krebs;
Esta ativação só ocorrerá se tiver a presença de Oxaloacetato
para transformar o Acil-CoA em Citrato fornecendo até 460
ATPs de energia.
Assim concluímos que de 0 a 70 % haverá queima de gordura,
mas entre 60 e 70% de intensidade é onde ocorrerá oxidação
de lipídios em maior ênfase.
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema
Energético
Aeróbio
(gorduras)
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema Energético Aeróbio (gorduras)
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema Energético Aeróbio
Quando se aumenta a intensidade para 70 a 80% o
sistema energético continua o mesmo ,mas o
substrato energético muda;
Nesse caso o processo é a transformação do
carboidrato em energia (ATP);
Aqui o carboidrato dentro da mitocôndria se
transforma em piruvato e consequentemente em
Acetil-CoA (ciclo do ácido cítrico) para entrar no ciclo
de Krebs e fornecer de 36 a 38 ATPs de energia.
Neste caso a glicose e possivelmente glicogênio
muscular começa a ser solicitado.
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema
Energético
Aeróbio
(carboidratos)
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema Energético Aeróbio
É importante destacar que ao realizar atividades ou
exercícios de intensidade entre 0 a 80% serão
liberados Hidrogênios e Carbonos;
Assim pelo sistema energético aeróbio conseguimos
controlar esta acidez unindo o H ao O² formando H²O
e unindo o C ao O² formando CO²;
Estes são subprodutos da produção de energia pelo
sistema energético aeróbio.
Este processo geralmente ocorre em média à partir
de 2 minutos.
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema Energético Anaeróbio Lático
Se a Intensidade de treino aumenta para 80 a 90% não há
mais como utilizar o oxigênio para produção de energia;
Neste caso os Hidrogênios liberados (acidez aumentada)
terão que ser controlados pelo NAD ou FADH;
Assim dois Hidrogênios serão transferidos para o piruvato
(C3H3O3) mudando sua composição química para C3H5O3,
ou seja, formando ácido lático;
O ácido lático deverá ser transportado até o Fígado para sofrer
um processo chamado de gliconeogênese, onde é
transformado em glicose novamente retornando ao músculo;
Todo este processo é chamado ciclo de Cori, e, é através dele
e da capacidade hepática de cada indivíduo que controlamos a
acidez em exercícios de alta intensidade.
Este processo ocorre geralmente em média entre 10 segundos
a 1 minuto e meio.
SISTEMAS ENERGÉTICOS
Sistema Energético Anaeróbio Alático
Enfim, se a intensidade de treino aumenta para 90 a
100% o indivíduo usará os ATPs já disponíveis no
músculo.
De 0 a 3 segundos serão atividades de explosão
onde haverá utilização dos ATPs disponíveis;
De 3 a 10 segundos há necessidade de fosfocreatina
(CP) para reconstituição de ATPs e manutenção
destas atividades.
ZONAS ALVO
Zonas Alvo
Zona de Atividade Moderada- 50 a 60 % da
Fc(máxima)
Zona Lipolítica (controle de peso)- 60 a 70 %
da Fc(máxima)
Zona Glicolítica (aeróbia)- 70 a 80 % da
Fc(máxima)
Zona de Limiar Anaeróbico- 80 a 90% da
Fc(máxima)
Zona de Esforço máximo- 90 a 100% da
Fc(máxima)
ESCALA DE BORG
ESCALA DE BORG
6
7 Muito, muito leve
8
9 Muito leve
10
11 Razoavelmente leve
12
13 Um pouco difícil
14
15 Difícil
16
17 Muito difícil
18
19 Muito, muito difícil
20 Esforço máximo

Fonte: Pollock & Wilmore, 1993


SINAIS VITAIS
 Agora para saber a zona alvo do seu cliente
pegue a Fc(reserva), multiplique pelo limite
inferior e some com a Fc(repouso);
 Depois faça o mesmo, multiplique pelo seu
limite superior e some com a Fc(repouso);
 Se você não tiver freqüencímetro divida o
resultado obtido de cada limite por 4 para
verificar esta freqüência em 15 segundos;
 Pronto, acompanhe seu cliente com
segurança e anote suas evoluções para futuros
aumentos de volume e intensidade.
SINAIS VITAIS
Pressão Arterial (PA)
É a força com que o Coração pressiona o
sangue para fora (Sístole) ao mesmo tempo
que o vaso resiste a esta força (diástole).
O Normal entre a diferença da Pressão
Sistólica e Pressão Diastólica é entre 40 a
50mmHg. Ex-120 / 80 - 120 – 80 = 40 mmHg
SINAIS VITAIS
Pressão Arterial (PA)
Mas como medir a pressão arterial?
 Sala ou consultório que dê tranqüilidade ao cliente.
 Deve estar relaxado, seja deitado ou sentado.
 O material utilizado deve ser um estetoscópio e um
tensiômetro ou esfigmomanômetro.
 Coloque o tensiômetro no braço esquerdo ou direito e
insufle até 160mmHg e vá desinsuflando o ar
lentamente.
 O estetoscópio ficará na artéria braquial para
ausculta e aferição do primeiro (sistólico) e último
(diastólico) batimento cardíaco.
SINAIS VITAIS

Estetoscópio Tensiômetro
SINAIS VITAIS
Valores e diagnóstico da PA
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
 Testes para Resistência Aeróbia (Vo² máximo)
Teste de 12 minutos (Cooper)
Teste na Bicicleta
Teste de 12 minutos na piscina
Teste de 2400metros (Pedômetro ou pista de atletismo)
Ergoespirometria
Teste de banco
1.000 Metros para crianças
Teste de 9 minutos (Crianças)
Teste através de freqüencímetro
Soccer Test (programa)
Iô-iô teste
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
Ergoventilometria
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
Ergoventilometria
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
 Resistência Aeróbia (Vo² máximo)
Teste de 12 minutos (Cooper)
Consiste em percorrer a maior distância possível em
12 minutos de corrida leve, moderada ou rápida;
Com a distância percorrida realiza-se a estimativa do
consumo de Oxigênio;
VO²máx= D(em metros) – 504 / 45
O valor é em ml (kg.min)-¹
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
 Resistência Aeróbia (Vo² máximo)
Teste de 2400 metros
Consiste em percorrer correndo ou caminhando leve,
moderado ou rápido a distância de 2400 metros no
menor tempo possível;
Com o tempo percorrido realiza-se a estimativa do
consumo de Oxigênio; O tempo deve ser em
segundos;
VO²máx= (2400 X 60 X 0,2) + 3,5 / t em seg.
O valor é em ml (kg.min)-¹
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
 Resistência Aeróbia (Vo² máximo)
Soccer Test
O Soccer Test será visto na prática
Consiste de vários estágios com 4 tiros de 15
metros cada.
O estágio atingido será colocado no programa junto
com a frequência cardíaca máxima que se atingiu
logo após encerrar o teste a fim de verificar o VO²
(máx).

O valor é em ml (kg.min)-¹
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
Ao se adquirir este resultado de VO²máx
observa-se na tabela como o cliente está
condicionado aerobicamente.
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
Para determinar a idade exata deve-se procurar
saber inicialmente a idade do cliente. Depois quantos
meses ele tem além da idade e fazer a seguinte regra
de três.
 Exemplo-
 Idade do cliente – 33 anos e 8 meses
 Com estes dados a determinação da idade exata vai
ficar da seguinte maneira:
 12 – 1 (12 vai está para 1 ano)
 8 – X (assim como 8 estará para X)
 Como o resultado de X será de 0,66 concluímos que
a idade dele exata é 30 + 0,66, portanto 33,66 anos.
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
Resistência aeróbia e prescrição do VO²
preditivo
X1= idade em anos X2=%gordura
 VO²máx Preditivo ou previsto (é o quanto ele deveria
ter) = 57,50 - 0,31( idade em anos) – 0,37(% de
gordura);
 Déficit Aeróbio Funcional
 FAI = (VO²máx preditivo - VO² medido dividido pelo
VO²máx preditivo. Ao final multiplique por 100.
 Depois dos cálculos o resultado será em % a fim de
comparar na tabela a seguir:
RESISTÊNCIA AERÓBIA
(VO² máximo)
Se o FAI for:
0 a 26% - S/ Déficit significante
27 a 40% - Déficit funcional leve
41 a 54% - Déficit funcional moderado
55 a 68% - Déficit funcional importante
> ou = 69% - Déficit funcional extremo
O FAI serve para fazer um comparativo do VO² real
com o VO² preditivo indicando o nível de
condicionamento do indivíduo (bom ou ruim).
Isso quer dizer que se o FAI estiver negativo o
indivíduo estará bem condicionado.
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA
LÁTICA
 Resistência Anaeróbia Lática
Teste de Matsudo (40”)- 7 a 18 anos
Teste de 20 metros- 7 a 13 anos
Teste de Limiar Anaeróbio- Lactato
Rast Test
RESISTÊNCIA ANAERÓBIA
LÁTICA
 Rast Test
Consiste em seis tiros de 35 metros com 10
segundos entre cada corrida;
Usar cones, cronômetro e espaço adequado para o
teste;
Um integrante deve iniciar o teste e outros devem
marcar o tempo de cada tiro de 35 metros.
Ao final coletar o sangue para verificação do nível de
ácido lático ou colocar os tempos no programa para
ver como foi o índice de fadiga e perca de rendimento.
TESTES FÍSICOS E
METABÓLICOS
Testes motores em que o próprio peso corporal
é utilizado.
 Guedes 2006, relata que tarefas motoras voltadas
à coleta de informações relacionadas a força e
resistência muscular devem ser estabelecidas
mediante situações em que o próprio peso corporal
possa ser utilizado como sobrecarga.
Principais testes motores
 Flexão de braços;
 Abdominal;
 Puxada em suspensão na barra.
TESTES FÍSICOS E
METABÓLICOS
Força de Membros Superiores(MMSS)
Contar o número máximo de flexões de MMSS
que o avaliado puder fazer, sendo que para
mulheres é com o joelho apoiado e quadril fixo.
TESTES FÍSICOS E
METABÓLICOS
Tabela para Flexão de MMSS

Masculino

Feminino
TESTES FÍSICOS E
METABÓLICOS
Teste de Resistência Abdominal
Deitado em decúbito dorsal, com as mãos
atrás da nuca, joelhos e quadril em
flexão,realizando o máximo de flexões de
tronco possível em 1 minuto.
TESTES FÍSICOS E
METABÓLICOS
Tabela para Resistência Abdominal

Masculino

Feminino
TESTES FÍSICOS E
METABÓLICOS
Puxada em suspensão na barra(MMSS)
Com pegada aberta ou fechada realizar o
maior número de flexões possíveis.
Não é permitido qualquer tipo de impulsão
auxiliar.
AVALIAÇÃO DA POTÊNCIA

Testes para Potência (Anaeróbia Alática)


 Metodologia Direta
Ressonância Nuclear Magnética
Biópsia Muscular
 Metodologia Indireta
Teste de corrida dos 50 metros
Teste de Impulsão Vertical
Teste de Impulsão Horizontal
AVALIAÇÃO DA POTÊNCIA
Classificação para o teste de corrida de 50 metros
(Johson&Nelson, 1979)

Muito Excel
Fraco Regular Bom
Velocistas bom ente

EXPERIENTES 5,7 5,6 5,5 5,4 < 5,4

NOVATOS 6,1 6,0 5,9 5,8 < 5,8


TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Força e resistência musculares são dois importantes
componentes da aptidão física. São necessários
níveis mínimos de capacidade muscular para realizar
atividades da vida diária (HEYWARD, 2004).
Força muscular
 Capacidade de um grupo muscular de desenvolver
força contrátil máxima contra uma resistência em
uma única contração.
Resistência muscular
 Capacidade de um grupo muscular de exercer força
submáxima por períodos prolongados.
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Protocolos e
testes  Testes de 1 RM
 Dinamômetros  Testes de RM´s
 Plataformas de  Testes motores
Força em que o próprio
 Eletromiografia peso corporal é
 Máquinas utilizado.
isocinéticas
MÉTODOS
LABORATORIAIS MÉTODOS NÃO
LABORATORIAIS
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Protocolos e testes
 Dinamômetros

MÉTODOS
LABORATORIAIS
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Protocolos e testes
 Plataformas de Força

MÉTODOS
LABORATORIAIS
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Protocolos e testes
 Eletromiografia de Superfície

MÉTODOS
LABORATORIAIS
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Protocolos e testes
 Máquinas isocinéticas

MÉTODOS
LABORATORIAIS
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Teste de Carga Máxima
Realiza-se 1 repetição máxima e usa-se o
percentual de acordo com os objetivos;
O ACSM (2000) recomenda o supino e o leg
press para mensurar a força de membros
superiores e inferiores respectivamente.
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Protocolo para o teste de 1RM:
 Aquecimento de 5 a 10 reps (40% a 60% de 1RM);
 1 minuto de intervalo. Leve alongamento;
 Aquecimento de 3 a 5 reps (60% a 80% de 1RM);
 2 minutos de intervalo;
 Estimar um peso próximo ao máximo com o qual o
praticante possa completar 2 a 3 repetições;
 3 a 5 minutos de intervalo entre as tentativas;
 Realizar a 1ª tentativa de carga máxima;
 Realizar no máximo 5 tentativas.(ACSM, 2000)
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Teste de Carga Máxima por repetições
É a quantidade máxima de peso levantado em
um esforço determinado, onde o aluno
completara um número máximo de repetições ou
carga pré-estabelecido.
Segundo SAFRIT (1995) existe uma alta
correlação entre as medidas de força e
resistência (r  .90).
TESTES DA FORÇA E
RESISTÊNCIA MUSCULAR
Teste de Carga Máxima por repetições
Protocolo para o teste de RM’s:
 Realizar um aquecimento no próprio aparelho;
 Selecione aleatoriamente um peso, que o aluno
consiga fazer satisfatoriamente < 10RM;
 Caso o aluno consiga executar >10RM, adicione
Kilagem que não permita o aluno consiga realizar
mais que 10RMs.
 Para obter a Carga Máxima multiplique a kilagem
do teste pela variável referente ao número de
repetições atingido.
1 1
2 1,07
3 1,10
4 1,13
5 1,16
6 1,20
7 1,23
8 1,27
9 1,32
10 1,36
USO DO TESTE DE
CARGA MÁXIMA
 Depois que você fizer o teste de carga ou repetições
máximas, deve analisar qual o objetivo do cliente e
preparar sua periodização respeitando a tabela
abaixo.
VALÊNCIA DE Recuperação REPETIÇÕES PAUSA % CARGA
FORÇA

F. PURA 48 a 72 h 1 A 5 3 a 5 min. > 85 a 100 %


F. DINAMICA 48 a 72 h 6 A 12 1 a 2 min. 70 a 85 %
F. DE
RESISTÊNCIA 24 a 48 h 1 A 30 30´´a 2´ 40 a 65 %
F. EXPLOSIVA 48 a 72 h Até 10 3 a 5 min 30 a 90 %
USO DO TESTE DE
CARGA MÁXIMA
Intens. Repet. Veloc. Séries Interv. Rec
Força 85 A 2A5 Lenta 3a8 2 a 5’ 20 a
Pura 95% 24hs
Força 70 a 6 a 12 Média 3 a 5 2 a 4’ 36 a
Dinâm 85% a Lenta 48hs
Força 30 a 6 a 10 Máx. 4a6 2 a 5’ 18 a
Expl.. 60% 24hs
Endur 10 a + de 50 Média/ 4 a 6 1’ a 48 a
ance 30% Rápida ½’ 72hs
RML 40 a 15 a 30 Média 3 a 5 30” a 48 a
60% 4’ 72hs
SOMATOTIPO
Mesomorfo, Endomorfo ou Ectomorfo:
Qual o seu tipo físico?
Desde que todos nós somos geneticamente
diferentes, saber exatamente qual é o seu tipo
físico pode ser uma grande ajuda para
alcançar os seus objetivos mais rapidamente,
se alimentando e se exercitando de forma mais
apropriada.
SOMATOTIPO
Mesomorfo, Endomorfo ou Ectomorfo:
Qual o seu tipo físico?
Geneticamente falando, existem 3 tipos físicos
diferentes:
Mesomorfo, Endomorfo e Ectomorfo.
Você é na verdade uma mistura desses 3 tipos
físicos, mas sempre existe a predominância de
um deles em particular. O seu tipo físico
"principal" vai ser aquele no qual você mais vai
se identificar. Então vamos ver qual é o seu
tipo físico:
SOMATOTIPO
Mesomorfo
São aqueles mais bem dotados geneticamente
falando porque são mais pré-dispostos a terem
maiores ganhos musculares.
Geralmente tem um visual mais atlético e sarado,
tem boa postura e são simétricos.
Mesomorfos são conhecidos por ganharem massa
muscular muito mais rapidamente do que a
maioria das pessoas e da mesma forma podem
perder gordura rapidamente seguindo uma dieta
apropriada.
Para os bodybuilders e para os fanáticos por
fitness essa é uma excelente notícia!
SOMATOTIPO
Dicas de treinamento para o Mesomorfo:
O melhor treinamento com pesos para o
mesomorfo é aquele com cargas muito pesadas e
feito de forma explosiva (com muita força e muita
intensidade).
Super Séries, Drop Sets, Séries Negativas e outras
técnicas avançadas de treinamento são muito
úteis para os mesomorfos, pois vão proporcionar
excelentes ganhos de massa muscular.
Mas é muito importante sempre descansar e
intercalar os treinamentos para evitar a todo custo
o overtraining..
SOMATOTIPO
Dicas de treinamento para o Mesomorfo:
Os treinos cardiovasculares devem ser feitos 2-3
vezes na semana por aproximadamente 20-30
minutos por sessão.
A intensidade deve ser moderada a alta para
objetivos de queima de gordura.
Se você se identificou com o tipo físico
mesomorfo é muito importante que não se exceda
nos exercícios cardiovasculares porque eles
podem fazer com que você perca massa muscular
magra se forem feitos durante muito tempo e/ou
com muita frequência.
SOMATOTIPO
Dicas de dieta para Mesomorfo:
Proteína é a chave para os mesomorfos!
Procure ingerir proteínas de alta qualidade ao
longo do dia com uma quantidade moderada de
carboidratos (de preferência aqueles com baixo
índico glicêmico) e gorduras.
O mesomorfo deve evitar variações de peso para
ganhar/reter massa muscular.
Adotando uma dieta nutritiva e evitando alimentos
com pouco valor nutricional o apetite e os níveis
de energia ficarão estáveis proporcionando uma
saciedade e evitando o desejo de comer besteiras
como balas, doces, etc.
SOMATOTIPO
Endomorfo
As pessoas com esse tipo corporal são
geralmente mais pré-dispostas a um maior
acúmulo de gorduras. Conhecidas por
terem um visual menos definido, é mais
difícil para elas conseguirem um corpo em
forma através de exercícios e dieta. A boa
notícia é que a estrutura óssea dos
endomorfos é larga e forte. Isso pode ser
uma vantagem no seu esforço em ganhar
massa muscular.
SOMATOTIPO
Dicas de Treinamento para o Endormorfo:
Ao escolher um tipo de treinamento, o Endomorfo
deve focar em aumentar seu metabolismo.
Treinos em Circuito, Superséries, Séries
Compostas e outras técnicas são muito positivas.
Não é recomendado o uso de cargas muito
pesadas que vão limitar o número de repetições a
serem feitas. A faixa entre 10-15 repetições é a
ideal para os endomorfos.
É indicado pouco tempo de descanso entre os
sets de exercícios para se manter dentro da sua
zona de batimento cardíaco alvo.
Já que o endomorfo é conhecido pela sua
tendência de acumular gordura corporal, o treino
cardiovascular deve ser feito com regularidade.
SOMATOTIPO
Dicas de Treinamento para o Endormorfo:
Se você se identificou com o tipo físico endomorfo
saiba que o uso de monitores cardíacos é muito
útil na sua rotina de exercícios.
Eles vão permitir com que você se mantenha
exercitando dentro da sua zona de batimentos
cardíacos alvo para maximizar a perda de gordura.
Para achar sua zona de batimento cardíaco alvo,
diminua sua idade de 220 e multiplique o resultado
pela porcentagem determinada para atingir seus
objetivos.
SOMATOTIPO
Dicas de Dieta para o Endormorfo:
Todos nós precisamos fazer refeições menores e
freqüentes ao logo do dia além das principais que já
estamos acostumados a fazer (café da manhã, almoço e
jantar).
Essa regra não é uma exceção para os endomorfos! Muito
pelo contrário, eles são os grandes beneficiados disso já
que sabemos que refeições menores e mais freqüentes
aumentam o metabolismo e mantém os níveis de energia
mais estáveis.
Certifique-se de comer pelo menos 5-6 refeições por
dia.Substitutos de refeições e barrinhas de proteínas vão
te ajudar pela praticidade e pela qualidade nutricional,
especialmente nas refeições menores entre as refeições
principais.
SOMATOTIPO
Dicas de Dieta para o Endormorfo:
Existem excelentes Fat Burners (queimadores de
gordura) no mercado que podem te ajudar a
acabar com a gordura indesejada.
Produtos como "Thermobum" e "Fatloss" da
Arnold Nutrition, "Fat Burners" da Universal Labs
e outros produtos como o "Thermogenic ripped"
da Nutrilatina, que tem em sua fórmula o chá
verde, sensação do momento, podem ser uma
excelente alternativa para que você consiga
perder a gordura mais rapidamente.
SOMATOTIPO
Ectomorfo
Difícil de ganharem peso! Pernas e braços
grandes, pequena porcentagem de gordura
corporal e poucos músculos. Esses são os
Ectomorfos. Enquanto que algumas
mulheres não veriam problema nenhum em
ter essas características, os homens
geralmente tem uma visão diferente.
SOMATOTIPO
Dicas de Treinamento para o Ectomorfo:
Se você é um Ectomorfo, provavelmente seu maior
benefício vai ser alcançado com cargas muito pesadas nos
treinos com pesos.
Você vai querer estimular os seus músculos muito
intensamente para ter a resposta que quer em termos de
ganhos musculares.
Exercícios usando barras e halteres são ótimos para
alcançar esse objetivo.
Eles permitem que você use toda a amplitude de
movimentos e geralmente são mais familiares ao corpo do
que aqueles feitos nas máquinas.
Dê um bom descanso entre os sets (2-3 min) para que com
isso você reponha seus níveis de ATP e tenha forças para
uma nova série de exercícios pesados.
SOMATOTIPO
Dicas de Treinamento para o Ectomorfo:
Malhar pesado exige muito do seu organismo e
dessa forma você vai precisar descansar o
suficiente entre as sessões de treinamento.
Os ectomorfos geralmente têm um metabolismo
muito rápido e a queima de calorias é muito
intensa.
Dessa forma não se preocupe com exercícios
cardiovasculares por enquanto.
A menos que você faça atividades
cardiovasculares por razões pessoais, você deve
inicialmente se concentrar em ganhar massa
muscular magra através do treino com pesos.
SOMATOTIPO
Dicas de Treinamento para o Ectomorfo:
Malhar pesado exige muito do seu organismo e
dessa forma você vai precisar descansar o
suficiente entre as sessões de treinamento.
Os ectomorfos geralmente têm um metabolismo
muito rápido e a queima de calorias é muito
intensa.
Dessa forma não se preocupe com exercícios
cardiovasculares por enquanto.
A menos que você faça atividades
cardiovasculares por razões pessoais, você deve
inicialmente se concentrar em ganhar massa
muscular magra através do treino com pesos.
SOMATOTIPO
Dicas de Dieta para o Ectomorfo:
Lembre-se que a sua alimentação é responsável
por pelo menos 70-75% de todo resultado do seu
treinamento. Dessa forma mesmo que você seja
naturalmente magro você precisa ingerir com
freqüência alimentos de alta qualidade nutricional,
saudáveis e completos. Sempre tome
suplementos multivitamínicos e minerais.
Existem outros suplementos que podem te ajudar
muito, dentre eles os aminoácidos, os shakes de
proteínas e principalmente os hipercalóricos
dentre os quais recomenda-se a linha Mega-Gyn
da Nutrilatina que foi desenvolvida especialmente
para ajudar os Ectomorfos no ganho de massa
muscular.
CARACTERÍSTICAS DO
CICLO MENSTRUAL
Ciclo Menstrual
É um processo ovulatório presente nas mulheres até
certa idade que ocorre mensalmente podendo variar
de acordo com vários fatores.
Fases
1º ao 3º dia – menstrual (1ª fase)
4º ao 12º dia – pós-menstrual (2ª fase)
13º ao 14º dia – ovulatório (3ª fase)
15º ao 25º dia – pós-ovulatório (4ª fase)
26º ao 28º dia – pré-menstrual (5ª fase)
CARACTERÍSTICAS DO
CICLO MENSTRUAL
Ciclo Menstrual
Cada ciclo oscila de 21 a 36 dias de acordo com cada mulher.
Geralmente cada ciclo é de 28 dias
A primeira metade é diferente para cada mulher (até a fase
ovulatória)
A segunda metade é sempre constante na sua maioria (14
dias) baseado nos fatos acima.
Portanto torna-se necessário conhecer o ciclo ovulatório da sua
cliente pois:
No ciclo de 21 dias a ovulação é do 7º ao 9º dia do ciclo;
No ciclo de 28 dias a ovulação é entre o 12º ao 16º dia do ciclo;
No ciclo de 36 dias a ovulação é entre 0 19º ao 23º dia do ciclo.
CARACTERÍSTICAS DO
CICLO MENSTRUAL
Ciclo Menstrual
Com estes conhecimentos sobre a cliente o
treinamento deve:
Ter um aumento de intensidade ou volume
durante as fases pós-menstruais até as pós-
ovulatórias.
Ter uma diminuição na intensidade ou volume
durante as fases ovulatória, pré-menstrual e
menstrual (período de mais irritabilidade,
instabilidade emocional e menos disposição).
BIOQUÍMICA SANGUÍNEA

Parâmetros adequados para Exercício Físico


GLICEMIA (mg/dl) CONDUTA

Até 80 Não realizar exercício


físico
80 a 100 Ingerir carboidrato, medir a
glicemia
100 a 250 Realizar exercício físico

Acima de 250 (cetonúria) Não realizar exercício


acima de 300 físico
ANÁLISE DE
RESULTADOS

Os resultados deverão ser analisados um a um


a fim de se ter uma visão do quadro geral do
cliente ou aluno.
Cada resposta ou valor medido servirá de base
para calcular os volumes e intensidade do seu
treinamento ou atividade física.
Quem determinará a intensidade e o tipo de
atividade é um acervo de conhecimentos
fundamentados, experiência e bom senso do
profissional de Educação Física.
OBRIGADO, SUCESSO A
TODOS