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CHOQUE SÉPTICO, NEUROGÊNICO E HEMORRÁGICO

CHOQUE SÉPTICO, NEUROGÊNICO E HEMORRÁGICO

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O QUE É, CAUSAS, SINTOMAS, PRIMEIRO SOCORROS, DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO, E CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM CHOQUE CHOQUE SÉPTICO, NEUROGÊNICO E HEMORRÁGICO
O QUE É, CAUSAS, SINTOMAS, PRIMEIRO SOCORROS, DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO, E CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM CHOQUE CHOQUE SÉPTICO, NEUROGÊNICO E HEMORRÁGICO

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CHOQUE SÉPTICO

O choque séptico tambem conhecido como choque bacterêmico. E uma condição anormal e grave causada por uma infecção generalizada muitas vezes decorrente da septicemia (infecção que ocorre no sangue causado pela proliferação de bactérias e toxinas/ ou sangue venoso)

EXEMPLO: MARIANA BRIDI A modelo teve uma infecção causada pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, que evoluiu para sepse grave (infecção generalizada). A infecção causou septicemia, que causou coágulos e impediu a circulação do sangue tendo que amputar suas mãos e pés. ESTATÍSTICA “Apesar de rara, a sepse atingiu 400 mil pacientes e provocou a morte de 230 mil pessoas em 2004, segundo estudo realizado pelo Ilas, isso representa uma mortalidade cerca de 12 vezes maior do que o número de mortes provocadas por infarto”

CAUSAS
CHOQUE SÉPTICO

 mais provável ocorrer quando existe uma infecção no organismo (ex. nos pulmões, abdômen, trato urinário ou pele).  em conseqüência de uma cirurgia realizada sobre uma área infectada ou sobre uma parte do corpo onde normalmente ocorre o crescimento de bactérias (ex intestinos).  A inserção de qualquer objeto estranho (ex um cateter intravenoso, um cateter urinário ou um tubo de drenagem)  uso de drogas injetáveis.  indivíduos com comprometimento do sistema imune (ex. um indivíduo submetido à quimioterapia antineoplásica) ** Infecção iniciada por Bactérias Gram- (mais comum), Gram+, Fungos ou virus **

FATORES DE RISCO
CHOQUE SÉPTICO

 Idade  Malnutrição  Debilidade geral  Cateterismo invasivo  Feridas traumáticas  Terapêuticas  diabetes
 cânceres hematológicos,  doenças do trato genitourinário, fígado ou via biliar e trato intestinal  infecções recentes  antibioticoterapia prolongada  cirurgias ou procedimentos recentes.

SINTOMAS
CHOQUE SÉPTICO

Hipotensao (sístole < 90 ) Pressao ortostática(queda da pressão sanguineaao sentar ou ficar em pé Taquicadia (Frequência cardíaca acelerada) extremidades frias e palidas Hipertermia (temperatura elevada) Inquietação agitação ou confusão Oligúria (redução da produção de urina) calafrios

PRIMEIRO SOCORROS
CHOQUE SÉPTICO

 Verificar Sinais Vitais  Verificar se há sangramento  Informar-se ,se possível o que houve com a vítima  Proporcionar ambiente arejado  Eliminar excesso de roupas  Não dar qualquer tipo de líquido enquanto a pessoa estiver inconsciente  Caso tenha desmaiado e esteja deitada: elevar as pernas para facilitar a circulação de retorno.  Se a vítima apresentar vômito lateralizar a cabeça  Evite ou contorne a causa do estado de choque se possível  Controle toda e qualquer hemorragia externa  Deobistruir as vias aéreas  Executar massagem cardíaca e à respira ção de socorro boca-a-boca, se a vítima apresentar ausência de pulso, dilatação das pupilas e

DIAGNÓSTICO
CHOQUE SÉPTICO

 hemoculturas - identificar as bactérias responsáveis  electrocardiograma – identificar irregularidades no ritmo cardíaco  análises de sangue mostram valores elevados ou baixos de glóbulos brancos e o número de plaquetas  hemograma completo

TRATAMENTO
CHOQUE SÉPTICO

 providenciar oxigênio e tratar a angústia respiratória, se presente  levar as pernas a fim de maximizar o fluxo sangüíneo para o cérebro  administrar fluidos intravenosos para restaurar o volume sangüíneo e drogas vasoativas para tratar a pressão sangüínea baixa  tratar as infecções subjacentes com antibióticos  monitorização hemodinâmica para avaliar as pressões no coração e pulmões (equipamentos e equipe de enfermagem especializados)

 antibióticos em altas doses para destruir as bactérias

CUIDADOS DE ENFERMAGEM
CHOQUE SÉPTICO

 Controlar infecção com uso de antibióticos.  Verificar a manutenção da ventilação e oxigenação adequadas.  Proceder a correção da volemia.  Manutenção da pressão arterial.  Instalar monitor cardíaco  Avaliar padrão respiratório  Administrar medicação prescrita ou de acordo com o protocolo da instituição  Colher material para exames laboratoriais.  Avaliar o estado de consciência.  Aferir sinais vitais.  Caso necessário auxiliar na intubação e ligar ventilador mecânico  Demais cuidado como higienização e mudança de decúbito

CHOQUE NEUROGÊNICO
Esse tipo de choque é decorrente de uma lesão medular; levando à perda do tônus simpático,interrompendo o estímulo vasomotor ocasionando intensa vasodilatação periférica e, subsequente, uma diminuição do retorno venoso com queda do débito cardíaco.

CAUSAS
CHOQUE NEUROGÊNICO

 lesões da medula espinhal  Anestesia espinhal  Lesão do sistema nervoso  Efeito depressor de medicamentos  Uso de drogas  hipoglicemia.

SINAIS E SINTOMAS
CHOQUE NEUROGÊNICO

 pele seca e quente  hipotensão  bradicardia  PA normal  arreflexia (paralesia)  priapismo (ereção)  hematoma cervical  hipertonia do esfincter da bexiga  Alerta, orientado e e lúcido, mas não tem reflexos

PRIMEIRO SOCORROS
CHOQUE NEUROGÊNICO

 Verificar sinais vitais  manter vitima aquecida  acalmar a vitima  imobilizar

DIAGNÓSTICO
CHOQUE NEUROGÊNICO

 quadro clínico  hemograma  bacterioscopia com coloração de Gram  hemocultura para identificar o agente causador do choque

TRATAMENTO
CHOQUE NEUROGÊNICO

 vasoconstritores (aumentar tonus muscular) e mudança posturais  Tratamento médico  Tratar a causa  Prevenir instabilidade cardiovascular  Otimizar perfusão tecidular  reposição de líquidos  A posição de Trendelenburg ( a cabeça do paciente se encontra numa altura mais baixa que os pés) pode ser utilizada como terapêutica coadjuvante em casos de hipotensão

CUIDADOS DE ENFERMAGEM
CHOQUE NEUROGÊNICO

 Imobilizar cuidadosamente o paciente para evitar uma lesão maior na medula.  Observar as funções cardiovasculares e neurológicas do paciente.  Elevar os pés da cama para minimizar o acúmulo de sangue nas pernas.  Observar sinais de choque em pacientes submetidos a anestesia espinhal ou epidural.  Monitorizar quanto a sinais de sangramento interno.  Prevenir formação de trombos.  Instalar monitor cardíaco.  Avaliar padrão respiratório.  Administrar medicação prescrita ou de acordo com o protocolo da instituição.  Colher material para exames laboratoriais.  Avaliar o estado de consciência.  Aferir sinais vitais.  Caso necessário auxiliar na intubação e ligar ventilador mecânico.  Demais cuidado como higienização e mudança de decúbito

CHOQUE HEMORRAGICO
Condição onde o coração é incapaz de fornecer sangue suficiente para o corpo devido a perda de sangue, distúrbio circulatório ou volume sangüíneo inadequado.

CHOQUE HEMORRAGICO
CLASSIFICAÇÃO

CAUSAS
CHOQUE HEMORRAGICO

 perda do volume sangüíneo normal, como sangramento do intestino ou estômago, outros sangramentos internos, sangramentos externos (por cortes ou lesões) perda de líquidos e eletrólitos (diarréia, vômito, desidratação,edemas)

SINAIS & SINTOMAS
CHOQUE HEMORRAGICO

             

Pele fria, sobretudo nas extremidades Pálidez pulso rápido e filiforme respiração rápida, curta e irregular Ansiedade nervosismo Fraqueza cansaço excessivo sudorese, pele úmida micção reduzida ou ausente alteração do nivel de conciência pupilas dilatadas olhos escuros e fundos ânsia, vômito e náuseas

SINAIS & SINTOMAS
CHOQUE HEMORRAGICO

Discreta / leve < 20% Diminuição perfusão sanguínea da pele, ossos, musculos e tecido adiposo, sensação de frio, taquicardia, hipotensão, suodorese fria e palidez Moderada 20 – 40% Diminuição da perfusão nos orgãos (rim, baço e pancreas), sensação de sede, hipotensão, taquicardia e oligúria Grave > 40% Diminição da perfusão no coração e cerebro causando confusão mental, agitação, hipertensão, taquicardia, pulso fino e irregular, parada cardíaca

PRIMEIRO SOCORROS
CHOQUE HEMORRAGICO

HEMORRAGIA EXTERNA:  Imobilizar as extremidades suspeitadas  Transportar em decúbito dorsal diretamente ao local para tratamento  Pressão direta sobre a ferida  elevação da área traumatizada  pressão digital sobre o ponto de pulso de uma artéria contrauma superfície óssea (quando metodo anterior falhar)  aplicação de gelo  torniquete (último recurso)

PRIMEIRO SOCORROS
CHOQUE HEMORRAGICO

HEMORRAGIA INTERNA : Tratar a causa: interromper sangramento quando acessível (ex pressão direta, elevação do membro)  Assegurar via aérea permeável e manutenção da respiração  Confortar o paciente - quanto mais calmo e colaborativo, melhores chances de sobrevida  Colocar a vítima em posição de choque a melhor é em decúbito dorsal, com as pernas elevadas  Não dar nenhum líquido ou alimento  Monitorar o paciente durante o transporte; conferir os sinais vitais a cada 5 minutos e comunicar qualquer alteração  Manter o paciente aquecido; certificar  Verificar sinais vitais

DIAGNÓSTICO
CHOQUE HEMORRAGICO

 angiografia  testes laboratoriais (ex hemograma)  exame clinico

TRATAMENTO
CHOQUE HEMORRAGICO

 Compressão mecânica  reposição hidrica e sanguínea  mudança de posição  administração de medicamentos conforme prescrição medica

CUIDADOS DE ENFERMAGEM
CHOQUE HEMORRAGICO

 Remoção imediata da causa determinante do estado de hipovolemia.  Estancamento do processo hemorrágico (por exemplo, compressão).  Repor o volume de líquidos de acordo com a necessidade  Administração de transfusões de sangue em caso de hemorragia excessivas  Fornecer aporte calórico  Fazer reposição hídrica via- oral  Observar a pressão venosa jugular  Instalar monitor cardíaco  Avaliar padrão respiratório  Administrar medicação prescrita ou de acordo com o protocolo da instituição.  Colher material para exames laboratoriais  Avaliar o estado de consciência  Aferir sinais vitais  Demais cuidado como higienização e mudança de decúbito

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