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BICARBONATO DE SÓDIO A 1,4%

Classificação: Correctivos da volémia e das alterações hidroelectrolíticas – Correctivos do equilíbrio ácido-base. Alcalinizantes. Indicações: correcção rápida de acidoses metabólicas; coma diabético; diarreias; intoxicações com barbitúrios; correcção de deplecção sódica. Acção: actua como alcalinizante libertando iões de bicarbonato. Efeitos Terapêuticos: alcalinização. Reacções adversas e efeitos laterais: CV: edema; L e E: retenção de sódio e de água, alcalose metabólica, hipernatremia, hipocalemia, hipocalcemia; Local: irritação no local IV; Neuro: tétano. Procedimentos: Informação Geral: este fármaco pode causar a dissolução prematura dos comprimidos com protecção entérica, no estômago. IV directo: administrar por via IV directa em situações de paragem cardíaca. Usar ampolas ou seringas pré-cheias para assegurar a dose correcta. As doses devem ser baseadas nos resultados da gasometria. A dose pode ser repetida de 10/10 min. Ritmo da perfusão: pode ser administrada através de bólus rápido. Lavar via IV antes e depois da administração para prevenir precipitação dos fármacos incompatíveis usados no tratamento da paragem cardíaca. Perfusão continua: pode ser diluído em dextrose, solução salina e combinação dextrose/solução salina. Ritmo de perfusão: pode ser administrado durante 4-8h. Compatibilidade na derivação em Y: aciclovir, amifostina, asparaginase, aztreonam, cefepime, ceftriaxona, ciclofosfamida, citarabina, cloreto de potássio, complexo de vitaminas B e C, daunorrubicina, dexametasona, doxorrubicina, etoposido, famotidina, filgrastim, fludarabina, granisetron, heparina, ifosfamida, indometacina, insulina, melfalam, mesna, morfina, nitrato de gálio, paclitaxel, piperacilina/tazobactam, tacrolimus, teniposido, tolazolina, vancomicina.

Incompatibilidade na derivação em Y: alopurinol sódico, amiodarona, amrinona, cloreto de cálcio, idarrubicina, imipenem/cilastatina, leucovorina de cálcio, midalozam, nalbufina, ondansetrom, oxacilina, sargramosto, verapamil, vincristina, vinorelbina. Incompatibilidade de solução: não adicionar à solução de Ringer, solução de lactato de Ringer ou lonosol, pois a compatibilidade varia com as concetrações.

DEXTROSE EM SORO FISIOLÓGICO (dextrose a 5% em solução isotónica de cloreto de sódio)
Classificação: correctivos de volémia e das alterações hidroeletrolíticas – correctivos das alterações hidroeletrolíticas. Indicações: soluções adequadas para o tratamento, por via parentérica, de alterações em que é necessária a perfusão de água e electrólitos em concentrações fisiológicas e, ao mesmo tempo um aporte ligeiro de calorias. Este aporte calórico origina um aumento da reserva de glicogénio no fígado. Assim, é: - Um veículo de medicamentos; - Alcalóides leves; - Desidratação isotónica; - Desidratação hipotónica; - Hiponatrémia; - Cetose diabética, adicionando os electrólitos necessários (potássio, bicarbonato), bem como, com a administração de insulina. Contra-indicações: hipertensão; edemas (hepático, renal e cardíaco); cardiopatias descompensadas. Composição: - Cloreto de sódio – 0,9 g; - Glucose anidra – 5 g; - Água para injectáveis q.b.p. – 100ml; - Concentração electrolítica: Na+ - 154 mEq/L, 354 mg/100ml; Cl – - 154 mEq/L, 546 mg/100ml; valor energético - 200 Kcal/L; osmolaridade - 585 mOsm/L; pH aproximado - 4,5. Características: soro hipertónico.

IONOSTERIL G
Classificação: Correctivos das alterações hidroelectrolíticas Outros Electrólitos +glucose. Solução para perfusão: - Cloreto de sódio – 6.22mg/ml; - Acetato de cálcio – 0.261mg/ml; - Cloreto de magnésio hexahidratado – 0.254mg/ml; - Acetato de potássio – 0.393mg/ml; - Acetato de sódio trihidratado – 4.01mg/ml; - Glicose – 50mg/ml. Soluções parentéricas: - Acetato de cálcio – 0.261mg/ml +cloreto de sódio - 6.22 mg/ml+glucose - 50 mg/ml+cloreto de magnésio hexahidratado - 0.254 mg/ml+acetato de potássio – 0.393 mg/ml+acetato de sódio tri-hidratado – 4.01mg/ml. Indicações: correcção das alterações hidroelectrolíticas em que as necessidades nos diferentes iões são em proporções idênticas às do plasma. Desidratações isotónicas eventualmente associadas a acidose metabólica. Acção: Aumento do volume de líquidos circulantes. Reacções adversas: sobrecarga hídrica; edema; dispneia; agravamento da insuficiência cardíaca e/ou insuficiência renal; irritação venosa no local da punção. SUPLEMENTOS DE POTÁSSIO Indicações: PO e IV - tratamento e prevenção da depleção de potássio; IV: tratamento de certas arritmias devidas a toxicidade cardíaca por glicosídeos. Efeitos terapêuticos: reposição e prevenção da insuficiência. Contra indicações: hipercaliémia, IRgrave, doença de Addison não tratada, traumatismo grave dos tecidos, paralisia hipercaliémia familiar periódica, alguns produtos com tartrazina ou com álcool; evitar uso em doentes com hipersensibilidade ou intolerância. Apresentação: Acetato de potássio – concentrado para injectável: 25g/l, 30g/l

Cloreto de potásssio: comprimidos de libertação prolongada: 600 mg Pósaquetas para solução oral: 0.3 g; solução para perfusão IV: 0.04 mg/100 ml etc… Injectável: 7.5%, 10%, 15% Solução oral: 31.2% Em combinação com: vitaminas, sais minerais, aminoácidos. Procedimentos (Acetato de potássio): Perfusão continua: não administrar sem ser diluído! Cada dose deve ser diluída em 100-1000 ml de dextrose, solução salina, solução de Ringer, combinação de dextrose/solução de Ringer ou de lactato de Ringer. Ritmo de perfusão: administrar lentamente até um ritmo máximo de 20 mEq/h. não exceder 1 mEq/min em adultos e de 0.02 mEq/kg/min em crianças. SUPLEMENTOS DE CÁLCIO (Acetato de cálcio [25% Ca ou 12.6 mEq/g]) Indicações: IV - controlo de hiperfosfatemia em doença renal no último grau. Efeitos terapêuticos: reposição de cálcio nos estados deficitários. Controlo da hiperfostatemia na doença renal no estado terminal sem promoção da absorção de alumínio (acetato de cálcio). Reacções adversas: formigueiro IV, síncope, obstipação, bradicardia, arritmia, paragem cardíaca, náuseas, vómitos, hipercalcúria, cálculos, flebite no local da punção. Procedimentos: - IV: a solução deve ser aquecida à temperatura corporal e administrada por uma agulha de pequeno calibre numa veia larga para minimizar a flebite; - Pode causar sensação de queimadura cutânea, vasodilatação periférica e descida da TA; - Os doentes devem ficar reclinados 30-60 min após administração IV; - Administrar lentamente; - As concentrações elevadas podem causar paragem cardíaca; - A administração rápida pode causar formigueiro, sensação de calor e sabor metálico à parar perfusão e recomeçá-la com frequência mais lenta quando os sintomas desaparecerem; - Não administrar soluções que contenham precipitado;

- Se ocorrer infiltração, suspender a administração IV à pode ser tratado com aplicação de calor, elevação e infiltração local de solução Alina, HCL procaína a 1% ou hialuronidase. SUPLEMENTOS DE MAGNÉSIO Indicações: taratamento e prevenção de hipomagnesiémia. Como laxante, para evacuação dos intestinos na preparação para cirurgia ou procedimentos radiográficos, leite de magnésia também é utilizado como antiácido. Efeitos terapêuticos: reposição nos estados deficitários, evacuaçõão do cólon. Contra-indicações: Hipermagnesiémia, hipocalcémia, anúria, bloqueio cardíaco, trabalho de parto ou nas 2h seguintes ao parto. Procedimentos: Laxante: monitorizar distensão abdominal, presença de sons intestinais e o padrão normal da função intestinal. Avaliar a cor, consistência de fezes produzidas; Antiácidos: avaliar pirose e a indigestão bem como a localização, duração características e factores que desencadeares de dores gástricas.

LACTATO DE RINGER
Classificação: o lactato de ringer é uma solução isotónica para perfusão. Cada 1000 ml de solução contem cerca de 6 g de Cloreto de sódio, 0,40g de Cloreto de potássio, 0,27g de Cloreto de cálcio di-hidratado e 3,20g de Lactato de sódio em água para preparações injectáveis. A solução destina-se a administração intravenosa, podendo apresentar-se em embalagens plásticas de 250ml, 500ml ou 1000ml. Indicações: indicado par restaurar o equilíbrio em fluidos e electrólitos ou para substituir o volume de fluido perdido em resultado de várias situações do foro médico; é igualmente utilizado, para reposição de volume a curto prazo em caso de depleção de volume de sangue ou em casos de diminuição da pressão arterial; regulação ou manutenção do equilíbrio da acidose do sangue e/ou tratamento de um aumento moderado da acidose sanguínea. Perfusão em excesso: - A perfusão excessiva ou uma administração demasiado rápida pode conduzir a uma sobredosagem de sódio e água com risco de infiltração e acumulação de líquido nos tecidos – edema, principalmente em casos de disfunção renal; - A perfusão excessiva de fluido, contendo potássio pode conduzir a hipercaliémia, cujos sintomas são: formigueiros nas extremidades do corpo, arritmias cardíacas ou até paragem cardíaca, fraqueza muscular e confusão mental.

- A perfusão excessiva de fluido contendo cálcio pode conduzir a hipercalcémia, cujos sintomas são: náuseas ou vómitos, fraqueza muscular, obstipação, dor abdominal, falta de apetite, batimento cardíaco irregular. - A perfusão excessiva de fluido contendo lactato poderá conduzir a hipocaliémia e alcalinização do sangue, cujos os sintomas são: cansaço e fraqueza muscular, dispneia, batimento cardíaco irregular. Efeitos secundários: Derm: reacções alérgicas ou sintomas de reacção anafilática (urticária generalizada ou local, edemas da face e laringe, prurido); Resp: congestão nasal, tosse, espirros, dispneia; CV: dor no peito, alterações do batimento cardíaco, insuficiência cardíaca, em doentes que sofrem de disfunções cardíacas, o que pode originas edema agudo do pulmão; alterações das concentrações electrolíticas no sangue; Local: a perfusão prolongada pode provocar rubor, edema ou irritação em torno do local de administração. NOTA: Num doente com hipotensão grave devem ser feitos soros que aumentem o volume sem aumentar muito a quantidade de líquidos circundantes. Assim, o Lactato de Ringer é o escolhido em primeiro lugar e só depois o Voluven.

MANITOL
Classificação: Diuréticos (osmóticos) Indicações: IV: adjuvante no tratamento da insuficiência renal oligúrica aguda; adjuvante no tratamento do edema; redução da pressão intracraniana ou intra-ocular; promove a excreção de certas substâncias tóxicas; Irrigação GU: usado para irrigação durante procedimentos trans-uretrais (apenas solução a 2,5-5%). Acção: aumenta a pressão osmótica do filtrado glomerular, inibindo assim a reabsorção da água e dos electrólitos. Provoca a excreção de: água, sódio, potássio, cloro, cálcio, fósforo, magnésio, BUN, ácido úrico. Efeitos terapêuticos: mobilização do excesso de líquido na insuficiência renal oligúrica ou no edema. Redução da pressão intra-ocular ou intracraniana. Aumenta a excreção urinária de substâncias tóxicas. Diminuição da hemólise quando usado para irrigação após ressecação prostática trans-uretral.

Reacções Adversas e Efeitos Laterais: SNC: cefaleia, confusão; ORL: visão turva, rinite; CV: expansão de volume transitório; taquicardia, dor torácica, insuficiência cardíaca congestiva, edema pulmonar; GI: polidipsia, naúseas, vómitos; GU: insuficiência renal, retenção urinária; L e E: hiponatremia, hipernatremia, hipocalemia, hipercaliemia, desidratação; Local: Flebite no local IV. Apresentação: Solução Injectável: 10%, 20% Irrigação GU: 5% Em combinação com: sorbitol para irrigação SU NOTA: Normalmente não corre o frasco inteiro (250ml). Por exemplo,”Fazer Manitol 120 ml”. Usa-se um sistema de microgotas e faz-se a conta com a fórmula que aprendemos e com o factor microgota do sistema. 1 gota = 3 microgotas

SOLUÇÃO POLIELECTROLÍTICA COM GLUCOSE
Classificação: Correctivos da volémia e das alterações hidroelectrolíticas. Indicações: Correcção de alterações hidroelectrolíticas em que as necessidades nos diferentes iões são em proporções idênticas às do plasma. Desidratações isotónicas eventualmente associadas a acidose metabólica. Contra-indicações e Precauções: hipercaliemia, oligoanúria, alcalose metabólica, HTA grave, IC descompensada, edemas generalizados, IR grave, hipertensão intracraniana, diabetes mellitus descompensada. Reacções adversas e efeitos laterais: sobrecarga hídrica, edema, dispneia, agravamento de IC e/ou IR, irritação venosa no local da punção.

Solução para perfusão: Cloreto de sódio - 6,22 mg/ml; acetato de cálcio - 0,261 mg/ml; cloreto de magnésio hexahidratado - 0,254 mg/ml; acetato de potássio - 0,393 mg/ml; acetato de sódio trihidratado - 4,01 mg/ml; glicose 50 mg/ml. Osmolaridade: 596 mOsmol/l; pH aprox. 5,8.

SOLUÇÃO POLIELECTROLÍTICA SEM GLUCOSE
Classifcação: Correctivos da volémia e das alterações hidroelectrolíticas. Indicações: correcção de alterações hidroelectrolíticas em que as necessidades nos diferentes iões são em proporções idênticas às do plasma. Desidratações isotónicas, eventualmente associadas a acidose metabólica. Contra-indicações e Precauções: hipercaliemia; oligoanúria; alcalose metabólica; HTA grave; IC descompensada; edemas generalizados; IR grave; hipertensão intracraniana; monitorizar ionograma. Reacções adversas e efeitos laterais: Sobrecarga hídrica. Edema. Dispneia. Agravamento de IC e/ou IR. Irritação venosa no local da punção. Solução para perfusão: 6,4 mg/ml (de acetato de sódio tri-hidratado); 0,79 mg/ml (de citrato de sódio di-hidratado); 0,63 mg/ml (de cloreto de cálcio di-hidratado); 0,31 mg/ml (de cloreto de magnésio hexa-hidratado); 0,75 mg/ml (cloreto de potássio); 5mg/ml (de cloreto de sódio); recipiente 500 ml e 1000 ml – IV. Osmolaridade: 316 mOsmol/l; pH aprox. 6,2 (Podem ser fornecidos produtos com composição qualitativa e quantitativa aproximada).

SORO FISIOLÓGICO (NaCl)
Classificação: Correctivos das alterações hidroelectrolíticas. Indicações: correcções dos desequilíbrios hidroelectrolíticos. E ácido – base, re-hidratação, após vómito e/ou diarreia de qualquer etiologia. Tratamento e prevenção da intoxicação hídrica. Irrigação de feridas expostas como queimaduras ou úlceras. Irrigação de feridas operatórias. Alívio sintomático do edema da córnea (soluções oftálmicas). Alívio sintomético da congestão nasal. Lavagem vesical. Veículo para adição de medicamentos compatíveis. Contra-indicações e precauções: hipernatremia ou retenção hídrica; doentes com hipertenção arterial; ICC; disfunção renal; hipoproteinemia; cirrose hepática; obstrução das vias urinárias; doentes medicados com fármacos que induzem retenção de sódio. Reacções adversas: hipernatremia e retenção hídrica, podendo agravar situações de ICC e provocar edema pulmonar agudo. SORO FISIOLÓGICO A 0.9% Características: Solução isotónica. A administração endovenosa da solução isotónica de cloreto de sódio provoca a diminuição da pressão oncótica das proteínas, passando líquido

para o espaço intersticial com aumento do volume total do líquido extracelular, incluindo o plasma. Indicações: veículo de medicamentos; alcalóides leves; desidratação isotónica com oligúria; hiponatrémia: vómitos, diarreia, colite ulcerosa e pseudo-membranosa e insuf.supra-renal; hipoclorémia: Alcalose hipoclorémica,vómitos, diarreia e aspiração gástrica; irrigação do campo operatório. Contra-indicações: HTA; insuficiência cardíaca congestiva; hiperfunção córtico-suprarenal; edemas (hepático, renal, cardíaca); acidose metabólica hiperclorémica. SORO FISIOLÓGICO A 0.45% Características: solução hipotónico. Indicações: solução de base para a preparação de perfusões ajustadas individualmente. Coma hiperglicémico, hiperosmolar. Desidratação hipertónica. DEXTROSE EM SORO FISIOLÓGICO Características: Solução hipertónica. São soluções adequadas para o tratamento, por via parentérica, de alterações em que é necessária a perfusão de água e electrólitos em concentrações fisiológicas e, ao mesmo tempo um aporte ligeiro de calorias. Este aporte calórico origina um aumento da reserva de glicogénio no fígado. Indicações: desidratação isotónica; desidratação hipotónica; alcalose ligeira; hiponatrémia; cetose diabética. Contra- Indicações: descompensadas. HTA; edemas(hepático, renal e cardíaco); cardiopatias

SORO FISIOLÓGICO 0,9% B.BRAUN NOTA: Este soro só é utilizado para irrigação de feridas ou para lavagem vesical. Nunca é utilizado para administrar IV.

SORO GLICOSADO ISOTÓNICO 5%
- Soro glicosado é uma solução isotónica em relação ao sangue, que contém 5%, em massa, de glicose ( C6 H12 O6 ) em água destilada, ou seja, cada 100 mL de soro glicosado contém 5 gramas de glicose. - A glicose é uma fonte de energia que é facilmente absorvido pelas células, daí ser extensivamente usado em medicina como nutriente energético, via endovenosa. - Este tipo de soro pode apresentar três concentrações de glicose diferentes, 2,5%, 5% ou 10%, consoante o meio que se pretende criar em relação ao sangue. Assim, o soro de 2,5%

corresponde a um meio hipotónico. O de 5%, que é o mais usual, é um meio isotónico ao sangue e o soro de 10% corresponde ao meio hipertónico. - O soro glicosado deve ser considerado um medicamento, portanto, só deve ser usado sob prescrição médica. NOTA: A água movimenta-se sempre de um meio hipotônico (menos concentrado em soluto) para um meio hipertônico (mais concentrado em soluto) com o objectivo de se atingir a mesma concentração em ambos os meios (isotônicos) através de uma membrana semipermeável, ou seja, uma membrana cujos poros permitem a passagem de moléculas de água mas impedem a passagem de outras moléculas.

SORO GLUCOSADO 10%, 20%, 30% e 50%
Classificação: Correctivos da Volémia e das Alterações Electrolíticas / Correctivos das alterações hidroelectrolíticas. Indicações: tratamento da hipoglicemia de qualquer etiologia incluindo hiperinsulinemia, alcoolismo ou choque. Prevenção e tratamento da desidratação devida a diarreia aguda. Tratamento da deplecção em hidratos de carbono e fluidos (nutrição entérica e parentérica). Reacções adversas: hiperglicemia; glicosúria; retenção hídrica; alterações electrolíticas incluindo hipocalemia, hipomagnesiemia e hipofosfatemia; agravamento do estado neurológico após lesão isquémica cerebral; hipoglicemia de "rebound" após interrupção abrupta de perfusões de soluções de elevada concentração; irritação venosa local e tromboflebites (soluções hipertónicas). Contra-indicações e precauções: coma diabético e hiperglicemia; doentes em anúria; hemorragia intracraniana; delírio tremens em doentes desidratados; isquémia cerebral; síndrome da má absorção glicose-galactose.

VOLUVEN FRESENIUS 6%
Classificação: Correctivos da volémia e das alterações electrolíticas. Substitutos do plasma e das fracções proteicas do plasma. Substância activa Dosagem Forma farmacêutica Classificação dispensa quanto à Hidroxietilamido + Cloreto de Sódio 60 mg/ml + 9 mg/ml Solução para perfusão Medicamento sujeito a receita médica restrita IV

Vias de administração Composição (1000 ml):

- PoIy(O-2-hydroxyethyl)starch - 60.00 - - PoIy (P-2-hidroxietil) amido - 60,00 g; - (Molar substitution 0.38 - 0.45)(Molar substituição 0,38 - 0,45); (Mean molecular weight: 130,000)- (Mean peso molecular: 130000); Sodium Chloride 9.00 g - Cloreto de Sódio 9,00 g, Na+ 154 mmol/l - Na + 154 mmol / l; Cl- 154 mmol/l - Cl-154 mmol / l; Theoretical osmolarity - 308 mosml/l - Teórica osmolaridade - 308 mosml / l; pH - 4.5-5.5 - PH - 4.5-5.5; Titratable Acidity - < 1.0 mmol NaOH/ - Acidez titulável - <NaOH 1,0 mmol /l. Indicações: terapia e profilaxia hipovolémia. NOTA: Num doente com hipotensão grave devem ser feitos soros que aumentem o volume sem aumentar muito a quantidade de líquidos circundantes. Assim, o Lactato de Ringer é o escolhido em primeiro lugar e só depois o Voluven.

SOROS

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