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Aprendizagem Cooperativa Na Sala de Aula

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Cap.

10

Método Discussão em Rotação
Anexo

10.1
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
Os Materiais

Disciplina
CiênCiAs FísiCo-QuíMiCAs

Tabela de Registo – Critérios/Materiais
Critérios Materiais

Ficha elaborada pelo professor António Fortuna da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

1

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.1
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
NúMerOs e Operações

Área curricular
MATeMÁTiCA

1. A Carolina comprou 3 dezenas de balões vermelhos e 8 balões amarelos. Quantos balões comprou a Carolina? Resposta: ______________________________________________________________________________________________________________________________ 2. A Mariana tem 4 dezenas de peixes no aquário. Quantos peixes são ao todo? Resposta: ______________________________________________________________________________________________________________________________ 3. Escrevam a decomposição dos números, de acordo com os exemplos. 4 2 40 2 42 = _______ dezenas + _______ unidades 42 = _______ + _______ 31 = _______ dezenas + _______ unidades 24 = _______ dezenas + _______ unidades 4. Adivinhem quem sou! Sou �  maior do que 40 e menor do que 50;   O �  meu algarismo das dezenas é igual ao das unidades.   Sou o ______________________________________________________________ Tenho �  três dezenas;   O �  meu algarismo das unidades é o maior possível.   Sou o ______________________________________________________________ 31 = _______ + _______ 24 = _______ + _______

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2

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.2
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
FuNciONaMeNtO da LíNgua

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

Aquele livro tem cem páginas; É um livro de texto, sem figuras. A minha terra pertence ao concelho de Aveiro; O teu amigo dá-te um bom conselho. A costureira está a coser o vestido; A panela tem carne a cozer. Agora é a tua _____; Tu _____ aquela árvore? O astronauta deu um _____ na Lua; O _____ é um monumento. O ______ é confortável; A palavra lápis tem _______ agudo.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

3

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.3
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
FuNciONaMeNtO da LíNgua

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

�  escolar �  ameaçador �  vizinhos
agudas

�  lápis �  querer �  está
Sem acento gráfico

�  canetas �  capaz �  rápidas
graves

�  réguas �  ninguém �  árvores
Sem acento gráfico Com acento gráfico

�  gestos �  você �  página
esdrúxuLas

Com acento gráfico

Com acento gráfico

Sem acento gráfico

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4

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.4
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
FuNciONaMeNtO da LíNgua

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

Completa os espaços do texto com os adjectivos. ateNçãO! Têm apenas 10 minutos para colocar todas as palavras! grande ⁄ rugosa ⁄ tão ⁄ orgulhoso ⁄ alta ⁄ frondosa ⁄ bela ⁄ leve ⁄ boa ⁄ compridos ⁄ rugosa larga ⁄ feliz ⁄ tristes ⁄ pálida ⁄ antiga ⁄ venerável ⁄ terrível ⁄ pequenino ⁄ perfumadas
A ÁRVoRe

Era uma vez - em tempos muito antigos, no arquipélago do Japão - uma árvore enorme que crescia numa ilha muito __________. Os japoneses têm um amor e um __________ respeito pela Natureza e tratam todas as árvores, flores, arbustos e musgos com o maior cuidado e com um constante carinho. Assim, o povo dessa ilha sentia-se tão __________ e __________ por possuir uma árvore tão grande tão bela. Em nenhuma outra Ilha do Japão, nem nas maiores, existia outra árvore e tão grande. Até os viajantes que por ali passavam diziam que mesmo na Coreia e na China nunca tinham visto uma árvore tão __________, com a copa tão __________ e bem formada. E, nas tardes de Verão, as pessoas vinham sentar-se debaixo da __________ sombra e admiravam a grossura __________ e __________ do tronco, maravilhavam-se com a __________ frescura da sombra, o suspirar da brisa entre as folhagens __________. Assim foi durante várias gerações. Mas com o passar do tempo surgiu um problema __________ e por mais que todos meditassem e discutissem ninguém era capaz de arranjar uma __________ solução. Porque, ao longo dos anos, a árvore tinha crescido tanto, os seus ramos tinham-se tornado tão __________, a sua folhagem tão __________ e a sua copa tão __________ que, durante o dia, metade da ilha ficava sempre à sombra.
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De maneira que metade das casas, das ruas, das hortas e dos jardins nunca apanhava sol. E, na metade ensombrada, as casas estavam a ficar húmidas, as ruas tinham-se tornado __________, as hortas já não davam legumes, os jardins já não davam flor. E a gente que ali morava andava sempre __________ e constipada. E, à medida que a sombra da árvore crescia, crescia também a perturbação.
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continua

continuação

As pessoas gemiam: – Que havemos de fazer? Que havemos de fazer? Até que foi decidido a população reunir-se toda em conselho para examinar bem o problema e decidir o remédio que lhe devia dar. Discutiram durante muitos dias, e depois de todos terem falado chegou-se à triste conclusão de que era preciso cortar a árvore. Houve choros, lamentações, gemidos. A árvore era ________, ________ e ________. Fazê-la desaparecer era um acto que não só entristecia os habitantes da ilha mas que também os assustava. Mas não havia outro remédio e quase todos acabaram por concordar com o corte. No lugar onde antes ela se erguia plantaram um pequeno bosque de cerejeiras, pois as cerejeiras nunca crescem muito.

Sophia de Mello Breyner, A Árvore

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6

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo A ÁRVoRe

11.4
Ficha de Trabalho

Era uma vez - em tempos muito antigos, no arquipélago do Japão - uma árvore enorme que crescia numa ilha muito pequenina. Os japoneses têm um amor e um grande respeito pela Natureza e tratam todas as árvores, flores, arbustos e musgos com o maior cuidado e com um constante carinho. Assim, o povo dessa ilha sentia-se tão feliz e orgulhoso por possuir uma árvore tão grande e tão bela. Em nenhuma outra Ilha do Japão, nem nas maiores, existia outra árvore tão grande. Até os viajantes que por ali passavam diziam que mesmo na Coreia e na China nunca tinham visto uma árvore tão alta, com a copa tão frondosa e bem formada. E, nas tardes de Verão, as pessoas vinham sentar-se debaixo da larga sombra e admiravam a grossura rugosa do tronco, maravilhavam-se com a leve frescura da sombra, o suspirar da brisa entre as folhagens perfumadas. Assim foi durante várias gerações. Mas com o passar do tempo surgiu um problema terrível e por mais que todos meditassem e discutissem ninguém era capaz de arranjar uma boa solução. Porque, ao longo dos anos, a árvore tinha crescido tanto, os seus ramos tinham-se tornado tão compridos, a sua folhagem tão espessa e a sua copa tão larga que, durante o dia, metade da ilha ficava sempre à sombra. De maneira que metade das casas, das ruas, das hortas e dos jardins nunca apanhava sol. E, na metade ensombrada, as casas estavam a ficar húmidas, as ruas tinham-se tornado tristes, as hortas já não davam legumes, os jardins já não davam flor. E a gente que ali morava andava sempre pálida e constipada. E, à medida que a sombra da árvore crescia, crescia também a perturbação. As pessoas gemiam: - Que havemos de fazer? Que havemos de fazer? Até que foi decidido a população reunir-se toda em conselho para examinar bem o problema e decidir o remédio que lhe devia dar. Discutiram durante muitos dias, e depois de todos terem falado chegou-se à triste conclusão de que era preciso cortar a árvore. Houve choros, lamentações, gemidos.
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A árvore era bela, antiga e venerável. Fazê-la desaparecer era um acto que não só entristecia os habitantes da ilha mas que também os assustava. Mas não havia outro remédio e quase todos acabaram por concordar com o corte. No lugar onde antes ela se erguia plantaram um pequeno bosque de cerejeiras, pois as cerejeiras nunca crescem muito. Sophia de Mello Breyner, A Árvore
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Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.5
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
Materiais

Disciplina
CiênCiAs FísiCo-QuíMiCAs

1 – Observem atentamente cada uma das soluções apresentadas pelo professor e completem o quadro seguinte: A
Massa de soluto Volume da solução Cor da solução Solução com maior quantidade de soluto Solução com maior quantidade de solvente Solução mais concentrada Solução mais diluída Concentração (g/mL) 1g 10ml

B
1g 20ml

C
3g 10ml

2.1 – Que conclusão podem tirar observando os valores das concentrações das soluções a, b e c? 2.2. É correcto dizer que a solução A está saturada? Justifiquem.
Ficha elaborada pela professora Anabela Videira da Escola Secundária Morgado Mateus, Vila Real.

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8

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.6
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
actividade vuLcâNica

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

Actividade vulcânica: riscos e benefícios da actividade vulcânica 1. observem, atentamente, as figuras seguintes.

1.1. Façam a legenda do esquema I.
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1.2. indiquem qual dos esquemas (I ou II) corresponde a uma erupção fissural. Justifica a tua resposta.
continua

1.3. ordenem, correctamente, os acontecimentos ilustrados no esquema III, pelas letras de A a E.

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9

2. Leiam atentamente os textos seguintes, que se referem a erupções verificadas em dois vulcões diferentes. Texto A “A erupção do Cracatoa (Java) em 1883 foi um dos maiores desastres da história. O cone vulcânico, de 450 metros, desapareceu numa série de enormes explosões. Algumas partículas de cinzas, mais pequenas, atingiram a altitude de 80 km e permaneceram na atmosfera durante dois anos.“ Robert Muir Wood, Sismos e Vulcões (adaptado) Texto B “O vulcão Mauna Loa, no Havai, apresenta erupções frequentes, libertando enormes quantidades de lava. Normalmente essas erupções não causam estragos muito grandes. No entanto, por vezes as correntes de lava atingem grandes extensões, o que constitui um perigo para as localidades que se situam muito próximo.“ Robert Muir Wood, Sismos e Vulcões (adaptado) 2.1. indiquem que materiais foram libertados em cada um dos vulcões. 2.2. A actividade vulcânica descrita no texto A pode considerar-se: a) efusiva; b) explosiva; c) nem efusiva nem explosiva.
(seleccionem a opção correcta.)

2.3. O magma responsável pelas erupções referidas no texto B deverá apresentar: a) uma baixa viscosidade; b) uma elevada viscosidade; c) viscosidade indeterminada.
(seleccionem a opção correcta.)

3. estabeleçam a correspondência entre as letras da chave e as afirmações que se seguem. CHAVE: A – actividade efusiva; B – actividade explosiva. AFIRMAÇÕES: i. Formam-se extensos rios de lava ______________. ii. Há emissão de grande quantidade de piroclastos ______________. iii. A lava é muito viscosa ______________. iV. O cone é baixo ______________. V. Ocorrem muitas explosões ______________. Vi. O cone é alto e muito inclinado ______________. Vii. Pode formar-se uma agulha vulcânica ______________.

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10

continua

continuação

4. estabeleçam a correspondência entre os termos da coluna i e as afirmações da coluna ii. i A. Fumarolas B. Géiseres C. Nascentes termais ii 1. Emanações de vapor libertado a altas temperaturas, através de fendas no solo. 2. Fontes de água a elevada temperatura, com substâncias minerais dissolvidas. 3. Jactos de água quente e de vapor projectados a enorme altura.

5. indiquem quatro razões que levam o ser humano a habitar zonas vulcânicas.
Ficha elaborada pela professora Elisabete Matos da Escola Secundária Morgado Mateus, Vila Real.

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11

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.7
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
Language Study – ReLative PRonounS

Disciplina
ingLês – níVeL V

A. Complete with the correct relative pronoun: who, that, which, whose. The woman ____ doctor advised her to go on a diet is really fat. Teenagers ____ want to go on a diet should see the doctor first. There are restaurants _____ serve traditional food. The journalist _____ article we studied in class is giving an interview. B. Cross out the relative pronouns where they are not necessary. The cake that I have just baked smells wonderful. The scientists who we interviewed are very famous. Teenagers who are studying healthy habits are going to give an oral presentation. The food quiz which we did has given us important information. C. Join the two sentences using a relative pronoun. People should change their diet. They eat a lot of red meat and sweets. Restaurants are fashionable again. They serve traditional food. Teenagers should see the doctor. Their diet is not healthy. There are bad fats. They contribute to heart diseases. D. insert the correct relative pronoun when necessary. The class survey ________we carried out had interesting results. People_____ are very active need to eat more servings from each group. The article_______ is causing a lot of discussion is about eating habits. The meal_________ we prepared was very healthy.

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12

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.8
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
equações

Disciplina
MATeMÁTiCA

1. Bolas de golfe Numa loja de desporto venderam-se 31 embalagens de bolas de golfe. Algumas embalagens continham 3 bolas e outras 4. No total, venderam-se 104 bolas. Quantas eram as embalagens de 3 bolas? 2. no horto «Hoje foi o dia das roseiras! Vendi mais 32 roseiras brancas do que roseiras amarelas. Recebi 5 euros por cada roseira branca e 6 euros por cada roseira amarela. Recebi 424 euros no total.» Quantas roseiras vendi? 3. Falando em idades... A soma das idades de dois irmãos é de 120 anos, tendo o mais velho mais dez anos que o mais novo. Representando por y a idade do mais velho e por x a idade do mais novo: 3.1 Escrevam um sistema de duas equações que traduza o problema. 3.2 Resolvam o sistema e encontrem uma solução para o problema. 4. Lote da casa Uma loja de cafés juntou dois tipos de café, um a 7 euros o quilo e outro a 12 euros o quilo, para fazer uma tonelada de café – “lote da casa”. Quantos quilos de cada tipo de café se deve misturar, sabendo que o preço da mistura é de 10 euros o quilo? 5. As idades Descubram a idade actual da Maria e do João, sabendo que, há um ano, a idade do João era o quádruplo da idade da Maria e que, daqui a três anos, a Maria terá metade da idade do João. 6. no ginásio Num ginásio encontra-se um certo número de alunos. Se os contarmos 8 a 8 sobram 3; contando-os 11 a 11 sobram 6. Sabendo que o número de grupos de 8 alunos excede em 3 o número de grupos de 11, calculem o número de alunos no ginásio.
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13

continua

7. Bolas coloridas Numa caixa há dez bolas, umas vermelhas e outras verdes. Se se colocarem mais três bolas vermelhas e duas verdes na caixa, o número de bolas verdes é o dobro do número de bolas vermelhas. Quantas bolas de cada cor há na caixa?

continuação

8. numa fábrica São 72 os trabalhadores de uma fábrica. Os homens são metade das mulheres. Quantos homens e quantas mulheres há naquela fábrica? 1. Escrevam um sistema de duas equações que traduza o enunciado do problema. 2. Resolvam-no.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

14

Cap.

11

Método Cabeças numeradas Juntas
Anexo

11.9
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
10º

Conteúdo
MOrFOLOgia e siNtaxe: adjectivOs da 1ª cLasse

Disciplina
LATiM

Completa os espaços com os adjectivos (da 1ª classe). ateNçãO! Têm apenas 10 minutos para colocar todas as palavras! multi ⁄ longum ⁄ iucundum ⁄ suauissimus ⁄ amoenum ⁄ multae ⁄ frigidi ⁄ solae ⁄ graeci/ ⁄ carissimus ⁄ magnum ⁄ amoenissimus
TexTo LACunAR

________________ et ___________________ montium iugum appelatum Parnasum in Phocide erat ; ibique __________________ nymphae _______________ domicilium habebant. ________________ Apollini deo hunc _________________ montem consecrant, na mis locus nymphis __________________ et __________________ erat. Fontis Castaliae aquae e Parnaso monte descendunt et poetis afflant; ideoque poetis Paenasus mons _________________ est et erit. ___________________ et ___________________ fontes de Graeciae montibus profluunt; _________________ autem fontis Castaliae aquae de monte Parnaso descendentes poetas inuitant et afflant.
Ficha elaborada pela professora Maria Angelina Andrade Pires da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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15

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
FuNciONaMeNtO da LíNgua

Área curricular
LínguA PoRTuguesA

estabelecer a ligação – nomes colectivos
turma  quadrilha  exército  manada  rebanho  vara  matilha  alcateia  enxame  bando  cardume  pomar  arvoredo  olival  souto  casario  esquadrilha  frota  armada  •  • • • • • • • • • • • • • • • • • • •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   •   conjunto de navios de comércio conjunto de oliveiras conjunto de cães conjunto de peixes conjunto de aves conjunto de alunos conjunto de ladrões conjunto de castanheiros conjunto de navios de guerra conjunto de casas conjunto de árvores de fruto conjunto de ovelhas conjunto de soldados conjunto de lobos conjunto de árvores conjunto de aviões conjunto de porcos conjunto de abelhas conjunto de bois

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16

continua

Chegou a Primavera, viva a Primavera, repetiam os pássaros empoleirados nos troncos carregados de flores. Foi então que o Inverno resolveu aproximar-se para ver o espectáculo mais de perto. Pôs óculos e ficou olhando, com surpresa, a bela árvore colorida.

Cap.

12

Método Cantos

continuação

escrever no quadro as palavras agudas, graves e esdrúxulas que há no texto.
agudas graves esdrúxulas

Completar os quadros com o grau dos adjectivos.
normal
quente mais corajoso do que o menos bonito o menos curioso mau

Comparativo de superioridade

superlativo relativo de inferioridade

superlativo absoluto analítico

gRAus
normal
triste linda
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superlativo absoluto sintético

superlativo absoluto analítico
muito larga

pequeníssima estranho grande muito bonita

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17

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
reLevO

Disciplina
geogRAFiA

(Foto)

(Foto)

IDENTIFICAÇãO DAS FORMAS DE RELEVO (CARTOLINA)

– Forma de relevo elevada – De grande dimensão – Grande altitude – Arredondada ou pontiaguda no topo Designação: ________________________

– Forma de relevo elevada – De grande dimensão – Média ou grande altitude – Aplanada no topo Designação: ________________________

(Foto)

(Foto)

– Forma de relevo baixa – De pequena dimensão – Baixa altitude – Arredondada no topo Designação: ________________________

– Forma de relevo baixa – De dimensão variável – Pequena altitude – Declive quase inexistente Designação: ________________________

(Foto)

(Foto)

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– Forma de relevo baixa – De dimensão variável – Associado a um curso de água – Declive variável Designação: ________________________
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

– Forma de relevo baixa – De dimensão variável – De forma mais ou menos circular Designação: ________________________
18

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

AS PRINCIPAIS FORMAS DE RELEVO: principais características grupo de trabalho: Grupo “Vamos descobrir” A superfície terrestre apresenta diferentes irregularidades, a que damos o nome de relevo. Cada área geográfica tem um relevo característico mas existem formas principais que temos estado a estudar. A Colina caracteriza-se por ________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ .
Ficha elaborada pela professora Maria de Lurdes Lúcio da Escola Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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19

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

AS PRINCIPAIS FORMAS DE RELEVO: principais características grupo de trabalho: Grupo “À Procura” A superfície terrestre apresenta diferentes irregularidades, a que damos o nome de relevo. Cada área geográfica tem um relevo característico mas existem formas principais que temos estado a estudar. O Vale caracteriza-se por __________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________ .
Ficha elaborada pela professora Maria de Lurdes Lúcio da Escola Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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20

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

AS PRINCIPAIS FORMAS DE RELEVO: principais características grupo de trabalho: Grupo “Sempre Atento” A superfície terrestre apresenta diferentes irregularidades, a que damos o nome de relevo. Cada área geográfica tem um relevo característico mas existem formas principais que temos estado a estudar. A Planície caracteriza-se por _______________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ .
Ficha elaborada pela professora Maria de Lurdes Lúcio da Escola Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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21

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

AS PRINCIPAIS FORMAS DE RELEVO: principais características grupo de trabalho: Grupo “Laborioso” A superfície terrestre apresenta diferentes irregularidades, a que damos o nome de relevo. Cada área geográfica tem um relevo característico mas existem formas principais que temos estado a estudar. O Planalto caracteriza-se por ______________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ .
Ficha elaborada pela professora Maria de Lurdes Lúcio da Escola Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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22

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

AS PRINCIPAIS FORMAS DE RELEVO: principais características grupo de trabalho: Grupo “In” A superfície terrestre apresenta diferentes irregularidades, a que damos o nome de relevo. Cada área geográfica tem um relevo característico mas existem formas principais que temos estado a estudar. A Montanha caracteriza-se por _____________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ .
Ficha elaborada pela professora Maria de Lurdes Lúcio da Escola Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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23

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Mini-teste

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

1. Completa o texto para encontrares a definição de relevo.
TexTo 1:

A superfície terrestre apresenta diferentes __________________, a que damos o nome de ___________. Cada região da Terra tem um ___________ característico que vai sofrendo alterações de _______________ lenta e contínua, ao longo de muitos anos. 2. Faz corresponder as designações da coluna A aos conceitos da coluna B, preenchendo os espaços em branco com letras, para identificares formas de relevo.

A

B

A – Montanha

 Forma de relevo baixa, associada a um curso de água.  Forma de relevo baixa, de dimensão variável de forma mais ou menos circular.  Forma de relevo baixa, de pequena altitude e declive quase inexistente.  Forma de relevo baixa, de pequena dimensão e arredondada no topo.  Forma de relevo elevada, arredondada ou pontiaguda no topo.  Forma de relevo elevada, aplanada no topo.

B – Planície

C – Colina

D – Bacia

e – Planalto

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F – Vale

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

24

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

COMO PARTICIPEI NO TRABALHO DE GRUPO Assinala a tua resposta com uma cruz. Partilhei as minhas ideias. Escutei os outros e estive atento(a) ao que os meus colegas diziam. Fiz perguntas. Encorajei os outros. Disse de uma forma educada que não estava de acordo. Estive concentrado(a). Reformulei as ideias dos outros. Enriqueci as ideias dos outros. Fiz o resumo das nossas ideias. Reflecti sobre os progressos que fiz no trabalho de grupo. Estabeleci novos objectivos. No meu grupo, consegui fazer muito bem o seguinte: ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ Para a próxima vez os meus objectivos são os seguintes:
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SIM

NãO

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

25

continua

______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________

Cap.

12

Método Cantos

continuação

Para alcançar os meus objectivos, é necessário que eu siga as seguintes etapas: ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ Os recursos (pessoas e coisas) de que tenho necessidade para alcançar os meus objectivos são os seguintes: ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________
Ficha elaborada pelos Professores José Pinto Lopes, Professor de Psicologia da Educação na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e Maria Helena Santos Silva, Professora de Metodologia do Ensino das Ciências na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

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26

Cap.

12

Método Cantos
Anexo

12.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

Parabéns a uma

suPeR eQuiPA
em reconhecimento por um super esforço da equipa com sucesso! eQuiPA: As Águias – Mónica – Rui – Óscar – Vando – Daniela Vila Real, __________ de Janeiro de __________
Ficha elaborada pela professora Maria de Lurdes Lúcio da Escola Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

27

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.1
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
LiNguageM escrita

Área curricular
LínguA PoRTuguesA

Ficha de Trabalho de grupo
escolham a(s) letra(s) adequada(s) para completar o texto: s, ss, z, c, ç. Do ca_arão __in_ento, de janelas qua_e sempre fechadas, saía todos os dias à tardinha um velho de barbas brancas que pa__ava pelas crian_as sem as ver. Não u_ava ca_aco como os outros homens da aldeia, mas _im uma larga capa negra. Ouvi uma ve_ dizer a alguém que ele se pare_ia com um mor_ego. Eu nunca tinha visto morcegos, só sabia que eram criaturas da noite. Talve_ por i_o, por o seu aspecto evocar criaturas da noite, as crian_as interrompiam as brincadeiras, sempre que o viam _urgir, _erta tarde, um rapa_inho en_aiou uma data de palavrões para o de_afiar, mas quando ele se aproximou, devagar e sem nos ver todos nós parámos o jogo, ficámos em silên_io, e o rapazinho não conseguiu pronun_iar um único dos seus palavrões.
Ilse Losa, A minha melhor história

Mini-TesTe
1. Colocar o a__ento correctamente é importante para distinguir o significado das palavras. ss; c; ç. 2. O con_elho que a Joana deu ao Manuel foi muito importante para a sua integração na turma. s; c; ss 3. O senhor Augusto queria descan ar, mas o seu neto queria era brincar. s; ss; ç 4. Ele estava an ioso, à espera da sua vez. c ; ç ; s 5. A Maria disse-lhe que não havia nada a re ear. s ; c ; ç 6. A água é um bem ne essário para a vida. ss ; s ; c 7. Foi um dia de muito a_ar. z ; s ; ss 8. Assinala a forma correcta: a) passeio – paceio b) cacifo – cassifo c) suçurrar – sussurrar d) lansar – lançar 9. Lê as frases atentamente. Escolhe qual das palavras sublinhadas se enquadra em cada frase. a) O pedreiro estava a alisar/alizar as paredes quando a Joana apareceu. b) A Maria ajudou a coser/cozer as bainhas das calças. c) O gato da Maria tinha um guiso/guizo azul. d) O doente tomou a doze/dose recomendada pelo médico. e) O leão tinha a sua presa/preza dominada.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 28

© LideL – edições técnicas

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.2
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O textO pOéticO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

esCoLA seCunDÁRiA/3 CAMiLo CAsTeLo BRAnCo – ViLA ReAL
trabaLhO de grupO grupO i LiçãO sObre a água

o poema puzzle

Este líquido é água. ______________________________________ _______________________________________ Reduzida a vapor, ______________________________________ _______________________________________ É um bom dissolvente. ______________________________________ _______________________________________ Congela a zero graus centesimais. ______________________________________ _______________________________________ Apareceu a boiar o cadáver de Ofélia Com um nenúfar na mão.
António Gedeão, Linhas de força trabaLhO de grupO

Quando pura Sob tensão a alta temperatura, Se denominam máquinas a vapor. É inodora, insípida e incolor. Foi neste líquido que numa noite cálida de verão, Dissolve tudo bem, ácidos, bases e sais. Move os êmbolos das máquinas que, por isso, Embora com excepções, mas de um modo geral, E ferve a cem, quando a pressão é normal. Sob um luar gomoso e branco de camélia,

grupO ii

o poema puzzle

eu querO escrever cOisas verdes

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Arlindo Barbeitos, Angola-Angolê

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

29

continua

Eu quero escrever coisas verdes Verdes ______________________________________ Verdes ______________________________________ Verdes ______________________________________ Verdes ______________________________________ Verdes ______________________________________ Eu quero escrever coisas verdes.

Que soletra em português sa-po sa-po Naquela cubata sem outra história Que acaba de nascer Como as folhas desta floresta molhada Que só a saudade deixa ver Como a manhã azul Como a cobra esguia que me surpreendeu Como a menina de uma trança só Como os teus olhos

trabaLhO de grupO

grupO iii

o poema puzzle

priMavera

O chão começa a levantar-se. ______________________________________ _______________________________________ Olha para os braços ______________________________________ _______________________________________
Mário Castrim, Histórias com juízo trabaLhO de grupO

– Mãe, tenho o corpo cheio de borbulhas. Apetece-lhe um banho. Para a barriga – Deixa, minha filha. Para as pernas: É isso que os homens chamam flores. A pentear-se
destiNO de bOrbOLetas

grupO iii

o poema puzzle

São um coração ao contrário. É uma flor a nascer. As asas delas Cobre o campo. Quando elas voam Parecem fios de linha Cada borboleta

________________________________________ _________________________________________ Asas de borboleta ________________________________________ _________________________________________ Um tapete cheio de cor ________________________________________ _________________________________________
Natália Mª da Mata, (10 anos) grupO iv pOeMa dO Mar e da serra

trabaLhO de grupO

o poema puzzle

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Branquinho da Fonseca, Gente Ousada

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

30

continua

Ó mar de que não sei nada ______________________________________ _______________________________________ Para ir e voltar! Eu sou dos montes ______________________________________ _______________________________________ E onde os rios ainda são apenas fontes. Contigo falo, ó mar. ______________________________________ _______________________________________ Mas só lá sou da terra e a terra é minha. ______________________________________ _______________________________________ Nem fim.

Sou das frias serras onde primeiro o sol nasceu Se a lua vem do céu passear no mundo Tornando-te a planície do luar Nem vejo que desvendar, Que medem o céu. És só a mais larga estrada Só lá eu sou do céu e o céu é para mim, Ó serra aonde há tal serenidade Que nada tem começo Sem ecos, nem mistérios de profundo.

trabaLhO de grupO

grupO v

o poema puzzle

iNverNO

Roubara-as um cão. Parece um lençol. Perto do fogão: Vem de sobretudo, Chegou o Inverno. O chão onde passa Quando as procurou Velho, velho, velho, Senão perde a voz. Dai-lhe café quente Encosta-se a nós

Velho, velho, velho. ________________________________________ _________________________________________ Vem de cachecol, ________________________________________ _________________________________________ Esqueceu as luvas ________________________________________ _________________________________________ Com medo do frio, ________________________________________ _________________________________________ Chegou o Inverno.
Eugénio de Andrade, Aquela nuvem e outra MaNhã

Como um fruto que mostra ______________________________________ _______________________________________ ______________________________________ _______________________________________
Sophia de Mello Breyner, Antologia trabaLhO de grupO

Assim é a manhã A frescura do centro. Aberto pelo meio Dentro do qual eu entro.

grupO vi

cOrtar

o poema puzzle

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Matilde Rosa Araújo, As Fadas Verdes

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

31

continua

Cortaram uma árvore ______________________________________ _______________________________________ E tantas árvores mais… E a terra chorou ______________________________________ _______________________________________ Da terra cansada? ______________________________________ _______________________________________

E a terra chorou Chorar tanto também cansa Quem pode enxugar as lágrimas Cortaram outra árvore E a terra chorou Nem as mãos de uma criança… Vem de cachecol,

continuação

a paz

Qualquer destino lhe serve, Que voa pelo ar Qual o seu rumo Para a paz Só quando vem a guerra Sem saber Fica bem em todo o lado. A paz é muito bonita,

Assim é a manhã A paz é um balão ________________________________________ _________________________________________ Poderá ser. Mas afinal ________________________________________ _________________________________________ ________________________________________ _________________________________________ É que a paz fica na miséria.
Rui Filipe, EB 2,3 Leça da Palmeira

MiNi-teste

grupO vii

escrever uM LivrO, criar uM FiLhO,
pLaNtar uMa árvOre

o texto poético

Escrevi um livro ______________________________________ _______________________________________ A escrevê-lo nos intervalos do emprego, ______________________________________ _______________________________________ Na província, nas cidades…! Criei um filho. ______________________________________ _______________________________________ Como não deixar que os bichos ______________________________________ _______________________________________ Amanhã vou plantar uma árvore.
© LideL – edições técnicas

Quantos anos a sonhá-lo? O frágil caule como protegê-lo? Tanta alegria no coração! E como dialogar com uma árvore-menina? Só ainda não plantei uma árvore. Na província, nas cidades…! A vivê-lo, A rascunhá-lo nas mesas dos cafés, A sofrê-lo, Os anos já me pesam. Maculem as pequeninas folhas? Agora vai sendo tempo.

Saúl Dias, Líricas Portuguesas

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

32

Cap.

13

Método sTAD

Anexo

13.2
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
7º Nome: O Professor: O Encarregado de Educação:

Conteúdo
O textO pOéticO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

Turma:

Classificação:

1. Completa o poema com os versos que se encontram à direita. PesCARiA Cesto de peixes no chão. Cheio ________________________________ Cheiro ________________________________ E peixes no chão. Chora ________________________________ na maré cheia. As mãos do mar vêm e vão, _______________________________________ onde os peixes estão. As mãos ______________________________ em vão. Não chegarão _______________________________________ Por isso chora, na areia, a espuma da maré cheia.
Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo
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Fichas elaboradas pela professora Elsa Pinto da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.

de peixes, o mar. a espuma pela areia, as mãos do mar pela areia do mar vêm e vão, aos peixes no chão. de peixes pelo ar.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

33

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.3
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
unité QuatRe: Mon aRgent de Poche

Disciplina
FRAnCês

esCoLA seCunDÁRiA/3 CAMiLo CAsTeLo BRAnCo – ViLA ReAL
Fiche

1

exPRession De LA CAuse: Comme, grâce à, à cause de, car, parce que (Page 52)

I A. Identifiez les phrases qui expriment la cause. Marquez devant chacune: « C ». Comme elle arrive demain, il faut préparer une chambre. Comme on fait son lit, on se couche. Comme vous avez de l’argent, vous pouvez acheter votre maison. (des fleurs) Il écrit comme il parle. Comme le Carnaval est en train d’ « arriver », il faut faire des masques. Riche comme il est, il pourra vous aider. Mieux vaut l’avoir comme ami que comme ennemi. Comme je travaille, je ne peux pas fêter son anniversaire. Grâce à l’auto, l’étape a été peu fatigante. Grâce à Dieu, nous avons réussi. Grâce à la mode du prêt-à-porter on achète quand on a besoin. Le droit de grâce appartient au Président de la République. Grâce à son aide, nous avons pu y arriver. (à l’heure) Je fis fort peu de progrès grâce aux lenteurs d’une détestable méthode. (Ironie) Il ne viendra pas aujourd’hui, car il est malade. J’ai réussi, car j’ai travaillé beaucoup. Tout est arrivé à cause de sa bêtise. Nous agissons en toute connaissance de cause. Si les effets de la tristesse sont pareils, les causes sont différentes.
© LideL – edições técnicas

C’est parce qu’il était un peintre que je l’avais d’abord aimé. M’aimes-tu parce que tu m’aimes, ou parce que je t’aime? «Une pierre tombe parce qu’elle est pesante. » Stendhal
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 34

continua

Parce que vous êtes un grand seigneur, vous vous croyez un grand génie!

continuação

II Imaginez le dialogue. Complétez le texte, en bas, en utilisant les phrases ci-dessus. Comme on fait son lit, on se couche. – Comme elle nous aime beaucoup, on fête son arrivée et son anniversaire. – dit Marie, sa cousine. – Comme __________________________ fêter ______________________. – dit Louis. – Mais, comme ___________ de l’argent, __________ acheter des fleurs. – dit Maman. – Et comme elle _______________, il _____________ une chambre. Et vous ! Comme le Carnaval ____________ d’ « arriver », il faut faire des masques. Faîtes-les. Invitez José. Riche ___________, il ___________. Dans ce cas : Mieux vaut ________________ que comme ennemi. – dit George, son meilleur ami et son peintre préféré. Anne arrive. – Grâce à l’auto, ___________________________. Et le chauffeur est très bon. Grâce à son aide, __________________, à l’heure. Et grâce à _________________________, on achète quand on a besoin, donc j’ai acheté vos cadeaux à Paris, ça fait une heure. – dit Anne. III A. Réécrivez les phrases, en remplaçant l’expression de cause par d’autre. 1. a. Comme vous avez de l’argent, vous pouvez acheter votre maison. (des fleurs) b. _____________________________________________________________________________ 2. a. Comme le Carnaval est en train d’ « arriver », il faut faire des masques. b. _____________________________________________________________________________ 3. a. Riche comme il est, il pourra vous aider. b. _____________________________________________________________________________ 4. a. Comme je travaille, je ne peux pas fêter son anniversaire. b. _____________________________________________________________________________ 5. a. Grâce à son aide, nous avons pu y arriver. (à l’heure) b. _____________________________________________________________________________ 6. a. Je fis fort peu de progrès grâce aux lenteurs d’une détestable méthode. (Ironie) b. _____________________________________________________________________________ 7. a. Il ne viendra pas aujourd’hui, car il est malade. b. _____________________________________________________________________________ c. _____________________________________________________________________________ 8. a. J’ai réussi, car j’ai travaillé beaucoup. b. _____________________________________________________________________________ c. _____________________________________________________________________________

© LideL – edições técnicas

9. a. Parce que vous êtes un grand seigneur, vous vous croyez un grand génie ! b. _____________________________________________________________________________ c. _____________________________________________________________________________ 10. a. « Une pierre tombe parce qu’elle es pesante. » - Stendhal b. ____________________________________________________________________________
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 35

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.3
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Correction de la Fiche
unité QuatRe: Mon aRgent de Poche

Disciplina
FRAnCês

esCoLA seCunDÁRiA/3 CAMiLo CAsTeLo BRAnCo – ViLA ReAL
Fiche

1

exPRession De LA CAuse: Comme, grâce à, à cause de, car, parce que (Page 52)

© LideL – edições técnicas

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

36

continua

I A. Identifiez les phrases qui expriment la cause. Marquez devant chacune : « C ». Comme elle arrive demain, il faut préparer une chambre. C Comme vous avez de l’argent, vous pouvez acheter votre maison. (des fleurs) C Comme le Carnaval est en train d’ « arriver », il faut faire des masques. C Comme je travaille, je ne peux pas fêter son anniversaire. C Grâce à l’auto, l’étape a été peu fatigante. Grâce à la mode du prêt-à-porter on achète quand on a besoin. Grâce à son aide, nous avons pu y arriver. (à l’heure) C Je fis fort peu de progrès grâce aux lenteurs d’une détestable méthode. C (Ironie) Il ne viendra pas aujourd’hui, car il est malade. C J’ai réussi, car j’ai travaillé beaucoup. C Tout est arrivé à cause de sa bêtise. C C’est parce qu’il était un peintre que je l’avais d’abord aimé. C M’aimes-tu parce que tu m’aimes, ou parce que je t’aime? C Parce que vous êtes un grand seigneur, vous vous croyez un grand C génie! «Une pierre tombe parce qu’elle est pesante. » Stendhal C II Imaginez le dialogue. Complétez le texte, en bas, en utilisant les phrases ci-dessus. Comme on fait son lit, on se couche. – Comme elle nous aime beaucoup, on fête son arrivée et son anniversaire. – dit Marie, sa cousine. – Comme je travaille, je ne peux pas fêter son anniversaire. – dit Louis. – Mais, comme vous avez de l’argent, vous pouvez acheter des fleurs. – dit Maman. – Et comme elle arrive, il faut préparer une chambre. Et vous! Comme le Carnaval est en train d’ «arriver», il faut faire des masques. Faîtes-les. Invitez José. Riche comme il est, il pourra vous aider. Dans ce cas:

continuação

III Mieux vaut l’avoir comme ami que comme ennemi. – dit George, son meilleur ami et son peintre préféré. Anne arrive. – Grâce à l’auto, l’étape a été peu fatigante. Et le chauffeur est très bon. Grâce à son aide, nous avons pu y arriver, à l’heure. Et grâce à la mode du prêt-à-porter, on achète quand on a besoin, donc j’ai acheté vos cadeaux à Paris, ça fait une heure. – dit Anne. III 1. a. Comme vous avez de l’argent, vous pouvez acheter votre maison. (des fleurs) b. Vous pouvez acheter votre maison parce que (car) vous avez de l’argent. 2. a. Comme le Carnaval est en train d’ « arriver », il faut faire des masques. b. Il faut faire des masques parce que (car) le Carnaval est en train d’ « arriver ». 3. a. Riche comme il est, il pourra vous aider. b. Il pourra vous aider, parce que (car) il est riche. 4. a. Comme je travaille, je ne peux pas fêter son anniversaire. b. Je ne peux pas fêter son anniversaire, parce que / car je travaille. 5. a. Grâce à son aide, nous avons pu y arriver. (à l’heure) b. À cause de son aide, nous avons pu y arriver. (à l’heure) 6. a. Je fis fort peu de progrès grâce aux lenteurs d’une détestable méthode. (Ironie) b. Je fis fort peu de progrès grâce aux lenteurs d’une détestable méthode. (Ironie) 7. a. Il ne viendra pas aujourd’hui, car il est malade. b. Il ne viendra pas aujourd’hui, parce qu’il est malade. c. Comme il est malade, il ne viendra pas aujourd’hui. 8. a. J’ai réussi, car j’ai travaillé beaucoup. b. Comme j’ai travaillé beaucoup, j’ai réussi. c. J’ai réussi, parce que j’ai travaillé beaucoup. 9. a. Parce que vous êtes un grand seigneur, vous vous croyez un grand génie ! b. Comme vous êtes un grand seigneur, vous vous croyez un grand génie! c. Car vous êtes un grand seigneur, vous vous croyez un grand génie! 10. a. «Une pierre tombe parce qu’elle es pesante. » - Stendhal b. Une pierre tombe car elle es pesante.
Fichas elaborada pela professora Rosa Preciosa de Azevedo Canelas da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco, Vila Real.

© LideL – edições técnicas
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

37

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.3
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
unité QuatRe: Mon aRgent de Poche

Disciplina
FRAnCês

esCoLA seCunDÁRiA/3 CAMiLo CAsTeLo BRAnCo – ViLA ReAL
reaL L’éLeve:

exPRession De LA CAuse (Page 52, manuel) nº

Observations:

Fiche d´evaluation
I A. Lisez les phrases et écrivez « C » dans la colonne, devant celles qui expriment la cause. 1. Il est malade parce qu’il mange beaucoup. 2. Comme il a beaucoup d’argent, il achète des chocolats. 3. Comme tu es belle, maman! 4. Grâce aux médicaments, il a réussi rapidement. 5. À cause de la tempête, il n’y a pas de pain. 6. La cause de ma tristesse est ma maladie. 7. Je suis content car vous êtes contents. 8. Grâce à mon argent de poche je vais au cinéma. 9. Comme je fais des petits boulots, j’ai mon argent de poche. 10. Car il neige, je mets mon anorak. II B. Complétez les espaces vides correctement et changez les phrases originales de façon convenable. 1. a. Comme elle arrive demain, il faut préparer une chambre. b. Il faut ______________________________ parce qu’ ______________________________ . 2. a. Grâce à l’auto, l’étape a été peu fatigante. b. À cause de _________________________________________________________________ . 3. a. Grâce à la mode du prêt-à-porter on achète quand on a besoin. b. À cause de _________________________________________________________________ . 4. a. C’est parce qu’il était un peintre que je l’avais d’abord aimé. b. C’est car il __________________________________________________________________ . 5. a. M’aimes-tu parce que tu m’aimes, ou parce que je t’aime? b. ____________________________________________________________________________ .

© LideL – edições técnicas

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

38

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.3
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
unité QuatRe: Mon aRgent de Poche

Disciplina
FRAnCês

esCoLA seCunDÁRiA/3 CAMiLo CAsTeLo BRAnCo – ViLA ReAL
reaL L’éLeve:

exPRession De LA CAuse (Page 52, manuel) nº

Observations:

Correction de la Fiche d´evaluation
I A. Lisez les phrases et écrivez « N » dans la colonne, devant celles qui expriment pas la cause. 1. Il est malade parce qu’il mange beaucoup. 2. Comme il a beaucoup d’argent, il achète des chocolats. 3. Comme tu es belle, maman! 4. Grâce aux médicaments, il a réussi rapidement. 5. À cause de la tempête, il n’y a pas de pain. 6. La cause de ma tristesse est ma maladie. 7. Je suis content car vous êtes contents. 8. Grâce à mon argent de poche je vais au cinéma. 9. Comme je fais des petits boulots, j’ai mon argent de poche. 10. Car il neige, je mets mon anorak.

N

N

II B. Complétez les espaces vides correctement et changez les phrases originales de façon convenable. 1. a. Comme elle arrive demain, il faut préparer une chambre. b. Il faut une chambre parce qu’elle arrive demain. 2. a. Grâce à l’auto, l’étape a été peu fatigante. b. À cause de l’auto, l’etape e été peu fatigante. 3. a. Grâce à la mode du prêt-à-porter on achète quand on a besoin. b. À cause de la mode du prêt-à-porter on achète quand on a besoin. 4. a. C’est parce qu’il était un peintre que je l’avais d’abord aimé. b. C’est car il était un peintre que je l’avais d’abord aimé. 5. a. M’aimes-tu parce que tu m’aimes, ou parce que je t’aime? b. M’aimes-tu parce que tu m’aimes, ou car je t’aime.
Ficha elaborada pela professora Rosa Preciosa de Azevedo Canelas da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco, Vila Real.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 39

© LideL – edições técnicas

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.4
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
saNgue e LiNFa

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

esCoLA e.B. 2,3/s/3 de MAÇÃo

Nome:
Ficha de Trabalho nº 1

Turma:

1. Observem, atentamente, as figuras 1 e 2.

Figura 1 1.1. Façam a legenda das figuras 1 e 2. 1- _____________________________________ 2- _____________________________________ 3- _____________________________________ 4- _____________________________________ A- _____________________________________ B- _____________________________________ C- _____________________________________ D- _____________________________________

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Figura 2
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 40

continua

continuação

1.2. Quais os elementos figurados que aparecem em maior quantidade no sangue? __________________________________________________________________________________ 1.3. Identifiquem os elementos figurados do sangue. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 1.4. Refira as funções dos constituintes do sangue. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 1.5. Indiquem três funções do sangue. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 1.6. Refiram como é assegurada a distribuição de sangue a todas as partes do corpo. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 1.7. Indiquem a função da linfa. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________

© LideL – edições técnicas
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

41

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.4
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
saNgue e LiNFa

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

esCoLA e.B. 2,3/s/3 de MAÇÃo

Nome:
Ficha de Trabalho nº 1 – soluções

Turma:

1. 1.1 1- Glóbulos vermelhos 2- Glóbulos brancos 3- Plaquetas 4- Plasma 1.2. Glóbulos vermelhos. 1.3. Os elementos figurados do sangue são os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos e as plaquetas. 1.4. Os glóbulos vermelhos têm como função transportar o oxigénio e algum dióxido de carbono; os glóbulos brancos defendem o organismo; as plaquetas intervêm no processo de coagulação do sangue e o plasma transporta nutrientes, produtos de excreção, hormonas, anticorpos e tem também um papel importante na coagulação do sangue. 1.5. O sangue leva às células oxigénio e substâncias nutritivas e energéticas, transporta produtos resultantes da actividade celular e defende contra infecções. 1.6. Através de uma rede de vasos sanguíneos e de um órgão propulsor, o coração. 1.7. A principal função da linfa é servir de intermediária entre o sangue e as células. A- Plasma B- Glóbulos brancos C- Plaquetas D- Glóbulos vermelhos

© LideL – edições técnicas
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

42

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.4
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
9º Nome: O Professor: O Encarregado de Educação:

Conteúdo
saNgue e LiNFa

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

esCoLA e.B. 2,3/s de MAÇÃo

Turma:

Classificação:
Mini-Teste nº 1

1. Estabelece a correspondência entre a coluna I e a coluna II.
CoLunA i CoLunA ii ResPosTA

1. Hemácias 2. Plasma 3. Plaquetas 4. Leucócitos

A- Transporte de oxigénio. B- Defesa do organismo. C- Transporte de nutrientes e outras substâncias. D- Coagulação do sangue.

2. Sublinha a opção que completa a frase: 2.1. Os eritrócitos são: – células com núcleo esférico. – células anucleadas. – fragmentos celulares anucleados. – células com núcleo lobado. 2.2. Indica em que consiste e qual a importância do fenómeno de diapedese.
3. Observa a figura 1.

© LideL – edições técnicas

Figura 1

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

43

continua

3.1. Faz a legenda da figura 1: 1- __________________________________________________ 2- __________________________________________________ 3- __________________________________________________ 4- __________________________________________________ 5- __________________________________________________ 6- __________________________________________________ 7- __________________________________________________ 8- __________________________________________________

4. Lê, atentamente, as seguintes afirmações: 4.1. O sangue venoso é (assinala a opção correcta): a) o que transporta uma elevada percentagem de oxigénio. b) o que só circula nas veias. c) o que circula na artéria pulmonar. d) o que transporta uma elevada percentagem de dióxido de carbono. 4.2. O sangue arterial é (assinala a opção correcta): a) o que transporta uma elevada percentagem de oxigénio. b) o que só circula nas veias. c) o que só circula nas artérias. d) o que circula na artéria aorta. 5. A figura 2 ilustra a colheita e tratamento do sangue por centrifugação.

Figura 2 5.1. Identifica os constituintes sanguíneos representados pelos números 1, 2 e 3. ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 5.2. As funções dos constituintes do sangue 1, 2 e 3 são respectivamente: A- transporte de oxigénio, defesa e transporte de nutrientes. B- transporte de nutrientes, defesa e transporte de oxigénio. C- defesa, transporte de oxigénio e transporte de nutrientes. D- defesa, transporte de nutrientes e transporte de oxigénio. (Selecciona a opção correcta.) 5.3. Os constituintes sanguíneos têm densidades diferentes. Relaciona este facto com a técnica utilizada – centrifugação. ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 44

© LideL – edições técnicas

continua

continuação

6. A figura 3 representa a variação de glicose no sangue em dois indivíduos: um indivíduo saudável e um indivíduo com diabetes grave.

Figura 3 6.1. Com base nos dados da figura 3, explica em que consiste a doença diabetes. ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 6.2. Sugere uma hipótese explicativa da causa da diabetes. ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

gReLHA De AuTo-AVALiAÇÃo
Nome: ________________________________________________ AVALIAÇãO INDIVIDUAL Sinto-me satisfeito por trabalhar neste grupo Aceitei as responsabilidades Ajudei os meus colegas Pedi ajuda aos meus colegas Aprendi coisas que não sabia Lembrei ao grupo o que era necessário fazer Tentei convencer os outros Tive em conta os conselhos dos outros AVALIAÇãO DO GRUPO O nosso grupo perdeu tempo O nosso grupo conseguiu fazer o que tinha previsto Todos participaram Todos nós prestamos atenção às opiniões uns dos outros Encorajámo-nos mutuamente Ajudámo-nos uns aos outros Conseguimos pôr-nos de acordo Alguns membros do grupo quiseram dominar a discussão O QUE APRENDI Nunca Às vezes Sempre

Nunca

Às vezes

Sempre

© LideL – edições técnicas

Fichas elaboradas pela professora Rita Cláudia da Costa Ramos da Escola F.B 2/3S, Mação.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 45

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.5
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
reacções quíMicas

Disciplina
CiênCiAs FísiCo-QuíMiCAs

Nome:
Ficha de Trabalho da equipa

Turma:

1. Classifiquem as substâncias em elementares ou compostas: A. HCl B. O3 C. KCl D. NaNO3 2. Representem, através de um esquema, nos espaços respectivos: A. Uma substância B. Uma mistura C. Uma substância elementar D. Uma substância composta
A B C D

2.1. Justifiquem os esquemas que realizaram. A. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ B. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ C. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ D. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 3. Classifiquem como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmações e justifiquem as respostas dadas: A. Numa substância composta os átomos são todos iguais. ( ) _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ B. Uma substância elementar só pode ser constituída por moléculas. ( ) _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ C. A molécula de NH3 é uma substância elementar. ( ) _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

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46

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.5
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
reacções quíMicas

Disciplina
CiênCiAs FísiCo-QuíMiCAs

Ficha de Trabalho da equipa – Folha de Respostas

1. D. HCl- substância composta. E. O3- substância elementar. F. KCl- substância composta. G.NaNO3- substância composta. 2. A. O esquema tem de representar moléculas ou átomos iguais entre si. B. O esquema tem de representar mais do que um tipo de moléculas. C. O esquema tem de representar moléculas com átomos do mesmo tipo. D. O esquema tem de representar moléculas formadas por mais do que um tipo de átomos. 3. A. Falsa. Uma substância composta é formada por átomos de elementos diferentes. B. Verdadeira. Uma substância elementar pode ser constituída por moléculas de átomos iguais. C. Falsa. A molécula de NH3 é uma substância composta.

gReLHA De AuTo-AVALiAÇÃo
Nome: ________________________________________________ AVALIAÇãO INDIVIDUAL Sinto-me satisfeito por trabalhar neste grupo Aceitei as responsabilidades Ajudei os meus colegas Pedi ajuda aos meus colegas Aprendi coisas que não sabia Lembrei ao grupo o que era necessário fazer Tentei convencer os outros Tive em conta os conselhos dos outros AVALIAÇãO DO GRUPO O nosso grupo perdeu tempo O nosso grupo conseguiu fazer o que tinha previsto Todos participaram Todos nós prestamos atenção às opiniões uns dos outros Encorajámo-nos mutuamente Ajudámo-nos uns aos outros Conseguimos pôr-nos de acordo Alguns membros do grupo quiseram dominar a discussão O QUE APRENDI
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Nunca

Às vezes

Sempre

Nunca

Às vezes

Sempre

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47

continua

continuação

Cálculo da pontuação de superação para atribuição de diplomas às equipas equipa: Leões Conteúdo: Substâncias elementares e substâncias compostas.

Alunos
Ana Lia Rafael Ana Raquel Pedro Leonel Luís Total da equipa Média da equipa

Pontuação de Base*
92 78 70 65 42 347 69,4

Resultados do mini-teste
95 68 80 70 50 370 72,6

Pontuação de superação
30 10 20 20 20 100 20 GRANDE EQUIPA

equipa: Quinas Conteúdo: Substâncias elementares e substâncias compostas.

Alunos
Zé Luís Liliana Joana Filipe Vânia Total da equipa Média da equipa

Pontuação de Base
93 78 72 60 34 337 67,4

Resultados do mini-teste
94 80 75 70 40 359 71,8 30 20 20 20 20 110 22

Pontuação de superação

GRANDE EQUIPA equipa: Águias Conteúdo: Substâncias elementares e substâncias compostas.

Alunos
Mónica Rui Óscar Vando Daniela Total da equipa Média da equipa

Pontuação de Base
92 71 59 48 60 330 66

Resultados do mini-teste
98 80 70 60 72 380 76

Pontuação de superação
30 20 30 30 30 140 28 SUPER EQUIPA

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48

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.6
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O iMpériO pOrtuguês e a cONcOrrêNcia iNterNaciONaL

Disciplina
HisTÓRiA

Ficha de Trabalho de equipa i

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49

continua

Cap.

13

Método sTAD

continuação

Com os DoCuMenTos aprendem! 1. Formulem hipóteses de interpretação de factos históricos (doc. 1). a) Que factos está o autor a relatar? b) Identifiquem os inimigos de Portugal nessa época. c) Descrevam a imagem A. Relacionem a imagem com os acontecimentos do documento escrito. d) Que consequências terão tido esses factos no Império Português do Oriente? 2. Interpretem documentos escritos e genealogia (docs. 2 e 3) a) Por que razão se colocou um problema de sucessão dinástica após o desaparecimento de D. Sebastião (doc. 2)? b) Quais são os candidatos ao trono de Portugal em 1580 (doc. 2)? c) Que grau de parentesco tinham com D. Manuel I e entre si (doc. 2)? d) Como se encontra o Império Espanhol na segunda metade do séc. XVI (doc. 3)? e) Qual era a cidade europeia que mais riquezas recebia (doc. 3)? f) Quais eram os principais produtos que afluíam a Espanha (doc. 3)? g) Mostrem como a situação do Império Espanhol influenciou alguns a apoiar Filipe II de Espanha para rei de Portugal.

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50

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.6
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O iMpériO pOrtuguês e a cONcOrrêNcia iNterNaciONaL

Disciplina
HisTÓRiA

Ficha de Trabalho de equipa ii

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continua

Cap.

13

Método sTAD

continuação

Com os DoCuMenTos aprendem! 1. Formulem hipóteses de interpretação de factos históricos (doc. 1). a) Que ideias são defendidas pelo autor em relação ao domínio dos mares? Quais são os seus argumentos? b) Em que consiste, então, a teoria do mare liberum? c) Que efeitos terá tido esta teoria sobre os impérios ibéricos? 2. Localizem espaços de dominação económica e política e identifiquem fases de evolução histórica (doc. 4). a) Quais são os impérios coloniais europeus do séc. XVII? b) Que espaços são dominados pelos Holandeses, Ingleses e Franceses? Quais são as possessões portuguesas e as espanholas? c) Qual foi o primeiro império colonial a formar-se? d) Quando é que o Império Espanhol começou a entrar em declínio? e) Quais são as grandes potências coloniais do séc. XVII?

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52

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.6
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O iMpériO pOrtuguês e a cONcOrrêNcia iNterNaciONaL

Disciplina
HisTÓRiA

Ficha de Trabalho de equipa iii

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continua

Cap.

13

Método sTAD

continuação

Com os DoCuMenTos aprendem! 1. Analisem vários documentos (docs. 1 a 3). a) Como evoluiu a produção de açúcar no Brasil entre 1570 e 1664 (doc. 1)? b) Onde era produzido o açúcar (doc. 2)? c) Quem é que realizava todo este trabalho nos engenhos (doc. 3)? Donde provinha esta mão-de-obra? 2. Analisem documentos escritos (doc. 4) a) Quais são os “inimigos” a que se refere o documento? Que zonas do Império Português foram tomadas pelos “inimigos”? b) Quais são os motivos de descontentamento português face ao domínio espanhol? c) Que reacção terão tido os Portugueses face a este descontentamento?
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Adaptado de: Viva a História –8, de Cristina Maia e Isabel Paulos Brandão, Porto Editora.

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54

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.6
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O iMpériO pOrtuguês e a cONcOrrêNcia iNterNaciONaL

Disciplina
HisTÓRiA

Folha de Respostas i
1. a) O autor está a relatar o ataque dos Holandeses e dos Ingleses às nossas possessões ultramarinas. b) Os inimigos de Portugal eram os Holandeses, os Ingleses e os Franceses. c) Na imagem A vemos uma batalha naval entre Holandeses e Portugueses na Índia. A imagem está relacionada com o documento escrito, pois este último refere-se também à invasão de territórios indianos por Holandeses. d) Estes factos contribuíram para a decadência do comércio das especiarias. 2. a) O problema de sucessão colocou-se porque o rei não tinha descendentes. b) Os candidatos ao trono eram D. Catarina, duquesa de Bragança, D. António, prior do Crato, e Filipe II, rei de Espanha. c) Todos eram netos de D. Manuel I e primos entre si. d) O Império Espanhol encontra-se no seu apogeu, muito rico e poderoso. e) A cidade era Sevilha. f) Os principais produtos eram o ouro e a prata. g) A nobreza e a burguesia portuguesas viam na união com a Espanha a possibilidade de acederem a novos cargos e rendimentos e ao comércio colonial espanhol.

ii
1. a) O autor defende a liberdade dos mares. E interroga-se sobre o facto de uma nação decidir interditar o mar a outras nações. Afinal, o mar imenso não é pertença de ninguém. b) A teoria do mare liberum consiste na liberdade de todos os povos navegarem nos mares. c) Os impérios coloniais ibéricos passaram a ter a concorrência de outros povos e começaram a entrar em decadência.

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continua

Cap.

13

Método sTAD

continuação

2. a) Os impérios coloniais europeus são os impérios português, espanhol, holandês, inglês e francês. b) Os espaços dominados pelos Holandeses, Ingleses e Franceses eram uma parte da América Central e do Norte, um pouco do Sul de África e ilhas no Pacífico. As possessões portuguesas eram o Brasil, Angola, Moçambique e um pedaço da Índia. As possessões espanholas eram grande parte da América Central e uma parte da América do Sul. c) O primeiro império colonial a formar-se foi o português. d) O Império Espanhol começou a entrar em declínio nos finais do século XVI. e) As grandes potências coloniais do século XVII são a Holanda, a Inglaterra e a França.

iii
1. a) A produção de açúcar aumentou sempre até 1655. Em 1664 já regista uma diminuição. b) O açúcar era produzido em grandes explorações agrícolas, com engenhos que transformavam a cana em açúcar. c) O trabalho era realizado por escravos negros. A mão-de-obra provinha de África. 2. a) Os inimigos eram a Inglaterra, a Holanda e a França. As zonas do império Português tomadas pelos inimigos foram as nossas possessões na Índia e algumas zonas do Brasil. b) Os Espanhóis envolveram-nos nas guerras que travavam com a Holanda, a Inglaterra e a França; tropas e embarcações portuguesas foram enviadas para essas guerras; lançamento de novos impostos para ajudar nas despesas militares; abandono da defesa dos nossos territórios coloniais. c) Os Portugueses revoltaram-se e restauraram a independência de Portugal, no dia 1 de Dezembro de 1640.

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56

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.6
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O iMpériO pOrtuguês e a cONcOrrêNcia iNterNaciONaL

Disciplina
HisTÓRiA

FiCHA De AVALiAÇÃo inDiViDuAL De HisTÓRiA
Nome: O Professor: O Encarregado de Educação:
Mini-Teste

Turma:

Classificação:

1. Lê o documento. «Coisa lastimosa, e para chorar lágrimas de sangue, é ver a multidão de naus que se perderam por cobiça. (…) Uma das causas que deita a perder as naus, e o Reino, e a Índia, e tudo, é a de que os que navegam nesta carreira sobrecarregarem tanto as naus.»
«Tratado das batalhas da nau Chagas», em História Trágico-Marítima 1593

1.1. Identifica, no documento, uma das causas da crise do Império Português do Oriente. _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 1.2. Refere mais duas causas que motivaram a crise do Império Português do Oriente. _________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________
2. Analisa o gráfico.

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continua

Cap.

13

Método sTAD

2.1. Diz que conclusão retiras da leitura deste gráfico. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 2.2. Mostra como a situação do Império Espanhol influenciou a nobreza e a burguesia portuguesas a apoiar Filipe II de Espanha para rei de Portugal. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ Lê o documento. «O debate entre nós e os espanhóis incide sobre os seguintes pontos: o mar imenso e sem limites poderá ser pertença de um só reino? Uma nação terá o direito de proibir as outras de vender, trocar ou entrar em relação com outros povos? Uma nação poderá dar o que nunca lhe pertenceu ou descobrir o que pertencia já a outrem? Uma injustiça flagrante poderá tornar-se, com o tempo, um direito?»
Hugo Grócio, Mare Liberum, 1609

3.1. Aponta a política defendida no documento em relação ao domínio dos mares. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 3.2. Transcreve do documento os argumentos apresentados em defesa dessa política. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 4. Analisa o quadro e a imagem.

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continua

4.1. Explica como evoluiu a produção de açúcar no Brasil entre 1570 e 1645. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________

Cap.

13

Método sTAD

continuação

4.2. Diz quem realizava todo o trabalho nos engenhos. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ Lê o documento. «Quando Portugal passou para Castela (…) tínhamos poderosas armadas, imensas armas, muita gente. (…) De repente, achámo-nos sem nada. Pôs-nos mal Castela com todas as nações.»

Anónimo, Arte de Furtar, século XVII

5.1. Refere os motivos de descontentamento português face ao domínio espanhol. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________
Adaptado de: Descobrir a História 8 – Caderno de Actividades, de Cláudia Amaral, Ana Lídia Pinto e Pedro Almiro Neves, Porto Editora.

5.2. Sugere uma hipótese explicativa da causa da diabetes. __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________
Fichas elaboradas pela professora Margarida Soares da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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59

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.7
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
traNsLações

Disciplina
MATeMÁTiCA

Ficha de Trabalho de grupo
Nome: 1. Considerem a seguinte figura: Nº Turma

a) Usando as quadrículas do seu caderno, representem o vector u e reproduzam a figura 1. → b) Determinem a imagem da figura 1 na translação u. c) Considerem os pontos C, D E. Designem as suas imagens por C´, D´, E´. d) Qual é a imagem dos segmentos [CD]? E do segmento [DE]? e) Usando a régua, esquadro e transferidor: (i) Indiquem a posição relativa dos segmentos de recta [CD] e [C´D´]; (ii) Indiquem a posição relativa dos segmentos de recta [DE] e [D´E´]; (iii) Verifiquem se CD = C´D´ e se DE = D´E´; (iv) Verifiquem se os ângulos CDE e C´D´E´ têm a mesma amplitude.
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continua

f) Tendo em atenção as alíneas anteriores, completem, usando as palavras paralelos, comprimento, amplitude: “Numa translação, os segmentos de recta correspondentes são _________________ e têm o mesmo _________________ e os ângulos correspondentes têm a mesma _________________ .

Cap.

13

Método sTAD

g) Usando novamente as quadrículas do vosso caderno, representem agora o vector v e reproduzam a figura 2, determinem a imagem da figura 2 na translação Tv . Considerando três pontos que não estejam em linha recta na figura 2, marquem os seus transformados na imagem obtida. Usando a régua, esquadro e transferidor, chegam às mesmas conclusões da alínea anterior? 2. Considerem a seguinte figura, em que estão representados triângulos equiláteros geometricamente iguais.

a) Indiquem um vector igual a GE. b) Indiquem um vector simétrico de AF. c) Completem: (i) HB + BF; (ii) AF + BE; (iii) DG + BC; (iv) DE + BF. d) Qual é a imagem de B pela THF? e) Qual é a imagem do triângulo [BEF] pela TFA? f) Qual é a imagem do triângulo [DEF] na translação composta das translações TFH e TBG?

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continua

Cap.

13

Método sTAD

continuação

Correcção da Ficha de Trabalho de grupo
1. As alíneas a), b) e c) são analisadas em cada grupo. a) [C´D´], [D´E´] b) (i) Os segmentos de recta são paralelos; (ii) Os segmentos de recta são paralelos; (iii) Sim, são iguais; (iv) Têm a mesma amplitude. c) Numa translação, os segmentos de recta correspondentes são paralelos e têm o mesmo comprimento e os ângulos correspondentes têm a mesma amplitude. 2. a) O vector BF, por exemplo. b) O vector FA, por exemplo. c) (v) HB + BF=HF; (vi) AF + BE=AD; (vii) DG + BC=AC; (viii) DE + BF=0 . d) A imagem é o ponto E. e) A imagem é [ADF]. f) A imagem é [BEG].

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

62

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.7
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
traNsLações

Disciplina
MATeMÁTiCA

Ficha de Trabalho de grupo
Nome: exercício 1 Na figura estão representados cinco quadrados geometricamente iguais. Indique: a) Um vector representante de AB e LH; b) Um vector simétrico de BD ; c) Um vector nulo; d) Um vector representante de GD + HJ. exercício 2 Considere o triângulo [TRI] cujas coordenadas dos vértices são: T( 2,5); R (5, 4); I (3,2) e os vectores a = TI e b=RT . a) Desenhe o triângulo [TRI] num sistema de eixos cartesianos. b) Aplique ao triângulo [TRI] uma translação segundo o vector a. Designe o novo triângulo por [T´R´I´]. c) Aplique ao triângulo [T´R´I´] uma translação segundo o vector b. Designe o novo triângulo por [T´´R´´I´´]. d) Que vector de translação se aplica ao triângulo [TRI] para obter o triângulo [T´´R´´I´´]? e) Que vector de translação se aplica ao triângulo [T´´R´´I´´] para obter o triângulo [TRI]? f) Que conclusão podes tirar das duas alíneas anteriores? exercício 3 Os círculos da figura são concêntricos. Copie, complete e justifique: Na translação que transforma:
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Turma:

a) G em F, H tem por imagem ___; b) ___ em B, D tem por imagem C; c) D em O, O tem por imagem ___; d) C em ___, O tem por imagem A.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

63

Cap.

13

Método sTAD
Anexo

13.8
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
11º

Conteúdo
Leitura Literária: cesáriO verde

Disciplina
PoRTuguês

Ficha de Trabalho de grupo
O CESÁRIO Clara Teresa Alves no Expresso de 19-5-2001 Vida breve teve Cesário Verde. Nasceu em Lisboa em 25 de Fevereiro de 1855, morreu em Lisboa a 19 de Julho de 1886. Tinha 31 anos, idade absurda para morrer com uma tuberculose. Eu, que não aprecio poetas com obra extensa com a provável excepção de Shakespeare e poucos mais, tudo génios, aprecio em Cesário a modernidade urgente da sua poesia, que cabe toda em 166 páginas (reedição da Dom Quixote, com fixação de texto e nota introdutória de Joel Serrão e revisão e notas de Jorge Serrão). Cesário Verde pode ter morrido cedo, pode ter sido esquecido, pode ter sido uma das vítimas da sombra pessoana projectada sobre quase toda a poesia portuguesa posterior. Continua a ser um dos maiores poetas da língua portuguesa e, passe a hipérbole, da literatura europeia, mundial, o que quiserem. Cesário Verde é mais conhecido por causa do seu «Sentimento de um Ocidental», que a vulgata adoptou como tema e transfiguração de uma Lisboa de fim de século. Hoje, este poema é mais o seu nome, citado a propósito de tudo e de nada, do que os seus versos, que quase ninguém leu. Deve-se a Joel Serrão a publicação em 1963 (por que é que em Portugal tudo demora tanto tempo?) da «Obra Completa» de Cesário Verde. Antes, «em 1919, um incêndio destrói quase por completo a casa de Linda-a-Pastora (onde o poeta vivera isolado nos últimos anos), fazendo desaparecer irremediavelmente todo o seu espólio literário». Em 1887, com uma tiragem de 200 exemplares, foi publicado pela primeira vez «O Livro de Cesário Verde», numa edição do seu amigo Silva Pinto, tendo uma nova edição, já com distribuição nas livrarias, sido feita em 1901. Escreve Joel Serrão que o amigo do poeta, e admirador, Henrique Lopes de Mendonça, lhe vaticinou sombrio futuro na história da literatura: «A tua obra pequena e dispersa não é daquelas que se impõe à admiração condicional da posteridade». A posteridade é o que é, sendo às vezes cega, surda e muda mas, no caso de Cesário Verde, alguma justiça viria a ser prestada pelos que entendem de poesia. Existe quem jure, Vasco Graça Moura entre eles, que a poesia de Cesário é superior à de Pessoa. Eu, que detesto campeonatos de poetas, tenho por Cesário uma paixão, que agrafei à perfeição dos seus versos. Cesário é mais um poeta do século XX do que do século onde nasceu, e a sua linguagem, estilo, métrica, vocabulário, a concisão dos seus «alexandrinos originais e exactos», como ele diz, sagram-no como um dos inventores do português que usamos. Maria Filomena Mónica, na notável biografia que escreveu de Eça de Queiroz, chega a uma conclusão semelhante. Se Eça libertou a prosa portuguesa da «retórica fradesca» que a dominava, Cesário libertou a língua das amarras do lirismo
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 64

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continua

Cap.

13

Método sTAD

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

65

continua

piegas e do sentimento exaltado, das teias de aranha do ideal parnasiano e do romantismo rendilhado. Maria Filomena Mónica diz que nenhum autor inovou como Eça, «com a possível excepção de Cesário Verde». Eu tiraria o adjectivo «possível». Sem precisar de ir à obra-prima, a «O Sentimento de um Ocidental», leiam-se duas estrofes de um outro poema chamado «Contrariedades»: «Eu hoje estou cruel, frenético, exigente; / Nem posso tolerar os livros mais bizarros. / Incrível! Já fumei três maços de cigarros / Consecutivamente. // Dói-me a cabeça. Abafo uns desesperos mudos: / Tanta depravação nos usos, nos costumes! / amo, insensatamente, os ácidos, os gumes / E os ângulos agudos. // Sentei-me à secretária. Ali defronte mora / Uma infeliz, sem peito, os dois pulmões doentes; / Sofre de faltas de ar, morreram-lhe os parentes / E engoma para fora. // E mais adiante: «O obstáculo estimula, torna-nos perversos; / Agora sinto-me eu cheio de raivas frias, / por causa de um jornal me rejeitar, há dias, / Um folhetim de versos. /». É uma poesia que se alimenta do prosaico, do concreto, do quotidiano, que vai esgaravatar versos e palavras de quilate a todos os lugares da aridez sentimental onde a poesia nunca tinha ido garimpar. Que muda os dias finados do famoso spleen, essa vaga inquietação existencial, esse mal-estar, essa indisposição, numa atitude estética que precede as interrogações e angústias ontológicas da modernidade. Cesário, como diriam hoje os adolescentes, é cool (será que o autoritário Novo Dicionário da Língua ainda nos deixa escrever cool ou já o transformou em cul? Quel horreur!). Cesário usa o português sem rodriguinhos nem enfeites, usa a seriedade de uma língua sem lhe roubar a riqueza. O poeta faz parte, ou inaugura, uma linhagem de ilustres que terá como último e versátil representante, no século XX, Alexandre O’Neill (as «Poesias Completas» foram agora reeditadas pela Assírio e Alvim). São os homens que olham para a realidade e a transfiguram num exercício de aparente facilidade verbal que esconde a cautelosa manipulação da realidade, da oralidade e do peso fonético e semântico do vocábulo. Onde O’Neill pergunta com falsa vivacidade «Que se passa em Lisboa? / Que se passa em Madrid? / que se passa em mim e em ti?» Cesário remata, em «Contrariedades»: «(...) E a vizinha? / A pobre engomadeira ir-se-á deitar sem ceia? / vejo-lhe a luz no quarto. Inda trabalha. É feia... / Que vida! Coitadinha! /». Os dois, O’Neill e Cesário, foram à vida, «coitadinha», e dela retiraram o amor, o torpor, a nostalgia, a melancolia, o riso e o siso. Em «O Sentimento de um Ocidental», os primeiros versos «Nas nossas ruas ao entardecer, / Há tal soturnidade, há tal melancolia, / Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia / Despertam um desejo absurdo de sofrer /» nunca mais se esquecem e fazem parte, não apenas do património afectivo da poesia portuguesa (como faz «Um Adeus Português»), mas da totalidade do seu génio. Isto ainda é uma daquelas coisas que nós fazemos melhor que ninguém. A Lisboa enevoada e opressiva de Cesário, a cidade descarnada e triste que ele atravessa com os olhos abertos, é a precursora universal da Londres enfumarada e crepuscular de T. S. Eliot, a Londres do nevoeiro castanho e da madrugada de Inverno. «Unreal City» («The Waste Land»). Eis uma Cidade tornada Irreal pelo excesso de realidade que a poesia soube cantar e decantar.

Cap.

13

Método sTAD

1. Determinem a importância da localização espácio-temporal do poema, enquanto elemento realista. 2. Realizando um percurso rotineiro, o sujeito poético tem necessidade de alimentar os sentidos e a imaginação através da visão de elementos do real que o cerca. 2.1 Que realidade especial o prende inicialmente? De que modo contrasta ela com a situação pessoal? 2.2 Que figura o “chama” depois? 2.3 Expliquem de que forma ambas as realidades convergem para a visão vivificante de campo, em oposição à “larga rua macadamizada” da cidade. 3. Atira um cobre lívido oxidado, / Que vem bater nas faces de uns alperces. �    Interpretem o valor expressivo das metáforas presentes nestes versos, enquanto símbolos da relação cidade-campo. 4. A atenção antes presa na vendedeira é, pelo gesto criado, deslocada para o cabaz da fruta que se humaniza num pujante “novo corpo orgânico” de Mulher-Mãe. Que significado atribuem a esse olhar metamorfoseante do poeta? 5. A visão humanizada da fruta e a posterior comunicação directa com a vendedeira provocam no sujeito poético uma transformação vital. �    Relevem, do poema, os versos que indicam essa transformação. 6. A recarga energética do sujeito poético tem reflexo na forma como ele avalia a luz do sol. Demonstrem-no, retirando do texto as expressões que o comprovam. 7. Ao descrever o cenário que o cerca, o poeta usa repetidamente palavras dos campos semânticos de cor e luz. Apontem exemplos que, combinados com a visão metamórfica da fruta, e outros elementos de carácter visual, contribuem para uma descrição plástica da realidade (A este propósito poderemos associar Impressionismo e Surrealismo a certos elementos da poesia de Cesário. Consultem uma enciclopédia ou uma História da Arte, que vos poderão fornecer elementos para um melhor entendimento destas associações).
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

66

continua

8. Vista ao longo do poema como a transportadora de um mundo vital e campestre para a rua macadamizada da cidade (apesar de feia e rota), a vendedeira é reduzida, na última estrofe a uma “pobre caminhante” submersa no peso da carga que transporta. Como interpretam esta redução? (Tenham em conta a dimensão social da poesia de Cesário).

Cap.

13

Método sTAD

sugestões de Resposta à Ficha
Num bairro moderno ORIENTAÇãO DE LEITURA 1. A localização espácio-temporal – dez horas da manhã, Agosto, larga rua macadamizada – confere realismo à situação, já que, colocando-se num tempo e num espaço determinados, o poeta torna mais credível e conforme à realidade aquilo que exprime, descreve ou narra. A verosimilhança é, precisamente, um dos parâmetros do Realismo. 1.1 O sujeito poético é inicialmente atraído pela atmosfera burguesa, doméstica, tran-quila, solar, que se desprende de “uma casa apalaçada” e dos andares em prédios. É uma atmosfera aconchegante, saudável, que contrasta com “as tonturas de uma apoplexia” que atacam o sujeito poético a caminho do emprego. 1.2 É depois chamado pela figura da vendedeira. 2.3 As casas que lhe prendem a atenção, embora correspondam a uma realidade urbana, contêm reminiscências campestres, nas nascentes dos jardins, nas ramagens do papel pintado, no canário que canta da janela; a rapariga, essa transporta para a cidade os frutos do campo, vitalidade concentrada no seu cabaz. Esta visão vivificante de campo transportado para a cidade está em oposição à “larga rua macadamizada” que “fere a vista”. 2. Atira um cobre lívido, oxidado, Que vem bater nas faces duns alperces. A moeda com a qual o criado, morador na cidade, paga à rapariga é “lívido, oxidado”, ou seja, pálido, estragado, (doente) em oposição às “faces dos alperces” que sugerem cor, saúde. Poderemos então ver, no gesto do criado que atira a moeda às faces dos alperces, um símbolo da relação mercantil e simultaneamente sobranceira que a cidade tem com o campo. Apesar disso, é o campo que representa a saúde, enquanto a cidade representa a doença. 3. Ao ver no cabaz de fruta e legumes que a vendedeira trouxe para a cidade, um corpo de mulher-mãe, o sujeito poético vê o campo como a Terra-mãe, pujante de vida, palpitante e fértil.
continua
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4. E recebi, naquela despedida, As forças, a alegria, a plenitude, Que brotam dum excesso de virtude Ou duma digestão desconhecida.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

Cap.

13

Método sTAD

5. Quando vê, pela primeira vez, a vendedeira, o sujeito poético olha-a “apesar do sol”, como se o sol fosse um impedimento para a sua visão. Depois, a partir da 7a estrofe, o sol é o principal agente da sua visão de artista, é o intenso colorista. Finalmente, nas estrofes 17 e 18, é o sol que, incidindo sobre a água lançada pelo pequerrucho, faz com que os borrifos sejam estrelas e estende pelas frontarias das casas seus raios de laranja destilada, como se de um quadro de Monet ou de Renoir se tratasse. 6. É interessante perceber, na utilização recorrente da luz e da cor, um procedimento impressionista. Por outro lado, a passagem da transformação dos vegetais num corpo é frequentemente vista como uma espécie de antecipação do Surrealismo do século XX. Cor: “a rama dos papéis pintados”, “algodão azul”, “bracinhos brancos”, “cobre lívido, oxidado”, ‘faces duns alperces”, “o intenso colorista”, “claros de farinha”, “As azeitonas ( .. .) negras”, “verdes folhas”, “da cor do leite”, “ginja vívida, escarlate”, “dedos rubros”, “Descolorida nas maçãs do rosto”, “janela azul”, “nuvens alvas”, “laranja”. Luz: “os transparentes / Matizam uma casa”, “fere a vista, com brancuras quentes”, “Reluzem num almoço, as porcelanas”, “apesar do sol”, “A luz do sol”, “O Sol dourava”, “joeira ou que borrifa estrelas; “e a poeira / Que eleva nuvens”, “o sol estende, pelas frontarias, /Seus raios de laranja destilada”. NOTA: para a dimensão impressionista deste poema, outros elementos, a par da incidência na luz e na cor concorrem, nomeadamente a anteposição da característica visual do objecto ao próprio objecto. Ex: “os transparentes matizam uma casa apalaçada”; “rota, pequenina, azafamada / Notei de costas uma rapariga”; “no xadrez marmóreo duma escada”. 7. É com o seu olhar de artista plástico que o poeta olha a vendedeira, sublinhando aspectos visualmente fortes, como o “xadrez marmóreo duma escada, / Como um retalho de horta aglomerada”, fixando o azul da meia rota, e transfigurando o cabaz que transporta. É também o olhar de artista que transfigura o cabaz da fruta do qual recebe a energia campestre de que o seu ser urbano e doente necessita. No entanto, no final do poema, a vendedeira que se afasta é reduzida a uma “pobre caminhante”, pois o poeta agora, com o seu olhar crítico e solidário, vê nela uma pobre trabalhadora explorada, que despende uma energia acima das suas forças para poder sobreviver.
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

68

continua

Cap.

13

Método sTAD

Mini-Teste
Lê atentamente o texto: Ao gÁs E eu que medito um livro que exacerbe, Quisera que o real e a análise mo dessem; Casas de confecções e modas resplandecem; Pelas vitrines olha um ratoneiro imberbe. Longas descidas! Não poder pintar Com versos magistrais, salubres e sinceros, A esguia difusão dos vossos reverberos E a vossa palidez romântica e lunar! Que grande cobra, a lúbrica pessoa Que espartilhada escolhe uns xales com debuxo! Sua excelência atrai, magnética, entre luxo Que ao longo dos balcões de mogno se amontoa. (...) Desdobram-se tecidos estrangeiros; Plantas ornamentais secam nos mostradores; Flocos de pós de arroz pairam sufocadores, E em nuvens de cetins requebram-se os caixeiros. Mas tudo cansa! Apagam-se nas frentes Os candelabros, como estrelas, pouco a pouco; Da solidão regouga um cauteleiro rouco; Tornam-se mausoléus as armações fulgentes. “Dó da miséria!... Compaixão de mim!...” E, nas esquinas, calvo, eterno, sem repouso, Pede-me sempre esmola um homenzinho idoso Meu velho professor nas aulas de Latim!
Cesário Verde, «O Sentimento de um Ocidental»

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69

continua

Cap.

13

Método sTAD

continuação

Responde às seguintes questões: 1. Que importância atribuis às primeiras impressões que o assolam? 2. Com o avançar da noite, as ruas assumem um aspecto cada vez mais doentio. Como interpretas, neste contexto, a 4ª estrofe? 3. Face à breve visão salutar e vital, o sujeito de enunciação exprime um outro desejo de evasão, agora enquanto poeta. Que desejo? 4. “Que grande cobra, a lúbrica pessoa” Estabelece a relação entre a personagem referida na 7ª estrofe e a mulher do poema “Deslumbramentos”. 4.1. Como justificas a presença dum tal tipo feminino neste poema sobre a cidade?
Fichas elaboradas pela professora Maria João Cunha da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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70

Cap.

14

Método TgT
Anexo

14.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
FuNciONaMeNtO da LíNgua

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

Ficha de Trabalho de grupo Uma destas palavras não é aguda. Qual? – café; – ali; – dizer; – livro. Uma destas palavras não é grave. Qual? – caneta; – boa; – razão; – folha. Uma destas palavras não é esdrúxula. Qual? – penúltimo; – amável; – esdrúxula; – domínio. A palavra “amendoeira” é grave porque a sua sílaba tónica é a: – última; – penúltima; – antepenúltima. A palavra “amêndoa” é esdrúxula porque a sua sílaba tónica é a: – última; – penúltima; – antepenúltima. A frase: “O sol ilumina a terra”, está na forma activa ou passiva? A frase: “O menino foi mordido pelo cão”, está na forma activa ou passiva? Passa para a forma activa a frase: “Os alunos escreveram uma história”. Dadas estas três não frases, transforma-as em três frases correctas: – Meninos os jogam. – a aluna caíram. – As saltam à corda. Das palavras seguintes, só uma é preposição: – os; – um; – as; – de.

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71

continua

Cap.

14

Método TgT

Das palavras seguintes, só uma é preposição: – cem; – vinte; – sem; – este. Das palavras seguintes, só uma é advérbio: – aquilo; – aqui; – alguns; – para. Das palavras seguintes, só uma é advérbio de tempo: – bem; – agora; – ali; – eis. Qual o significado da expressão: – de bom grado. Qual o significado da expressão: – às aranhas. “O polícia dirige o trânsito da cidade, com muita.” Trata-se de uma frase ou de uma não frase? Com estas palavras, faz frases dos seguintes tipos: – zangado; muito; Obélix; ficou; – interrogativo; – exclamativo. Coloca a frase: “O rapaz comeu o bolo” na forma: – enfática; – negativa; – passiva. Uma destas palavras não é nome. Indica-o. – mesa; – lápis; – já; – chá; – copo.
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Qual é o feminino de “cidadão”? Passa esta frase para a forma passiva: “O vento arrasta as nuvens”. Passa esta frase para a forma passiva: “O carpinteiro fez esta cadeira”.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

72

continua

Cap.

14

Método TgT

Depois de leres o texto, indica as frases na forma enfática. O SONHO Pelo sonho é que vamos, Comovidos e mudos. Chegarmos? Não chegarmos? Haja ou não haja frutos, Pelo sonho é que vamos.
Sebastião da Gama Pelo sonho é que vamos

Meninos os jogam. Transforma esta não frase numa frase correcta. Na frase: “O Manuel fechou a janela, ontem”, indica o: – sujeito; – predicado; – complemento circunstancial de tempo. Em qual das seguintes frases existe um erro ortográfico? – O Carlos não tem preconceitos; – O Alberto é muito prespicaz; – A Maria é a tua amiga predilecta. Qual desta frases está correcta? – Depois a gente escolhe o caminho mais curto. – A gente fomos ontem à praia. – Muita gente fazem uma multidão. É correcto escrever estrangeiro e estranjeiro. – Verdadeiro. – Falso. Destes vocábulos, qual é antónimo de generoso? – mentiroso; – distraído ; – magnânimo; – tonto ; – egoísta. Qual o significado da expressão: “andar às apalpadelas”?

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

73

continua

Cap.

14

Método TgT

continuação

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Folha de Respostas da Ficha de Trabalho de grupo Livro Razão Amável Antepenúltima Antepenúltima Forma activa Forma passiva A história foi escrita pelos alunos Os meninos jogam. As alunas caíram (Caíram as alunas). As meninas saltam à corda. De Sem Aqui Agora Com todo o gosto. Com dificuldade Não frase Porque ficou muito zangado Obélix? Obélix ficou muito zangado! O rapaz é que comeu o bolo. O rapaz não comeu o bolo. O bolo foi comido pelo rapaz. Já Cidadã As nuvens foram arrastadas pelo vento. Esta cadeira foi feita pelo carpinteiro. Pelo sonho é que vamos. Pelo sonho é que vamos. Os meninos jogam. O Manuel fechou a janela ontem B (escreve-se perspicaz) A Falso. Egoísta Guiar-se pelo tacto, andar com hesitações, por tentativas.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 74

Cap.

14

Método TgT
Anexo

14.2

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
PReSent PeRfect and PaSt SiMPLe

Disciplina
ingLês iV

Trabalho de grupo exercises
A-Put the verbs in brackets in the Present Perfect.
1- His father _______________ (work) in the Army since he was eighteen. 2- The students ___________________ (not/ finish) their examinations, yet. 3- _________________________ (she/ find) the job she was looking for?

B- Write sentences using the Present Perfect.
1- Sam / be/ a very good student. _________________________________________________________________________________ 2- He / already/ travel/ all around the world. _________________________________________________________________________________ 3- How long / Diane / be / a web designer / ? _________________________________________________________________________________ 4- These students / just / finish/ university. _________________________________________________________________________________

C- Present Perfect or Past simple.
1- You _______________________ (not/ come) to see us last week. 2- She _______________________ (not/ come) to see us since she left the office. 3- I _________________________ (sell) a lot of my old pictures a few days ago. 5- Tim _____________ (borrow) my car last evening and he ____________ (not/ come) back yet.
continua

4- I ___________________ (not/ see) the exhibition yet but Peter ____________ (see) it last night.

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75

Cap.

14

Método TgT

continuação

Folha de Respostas exercises - sOLutiONs
A- Put the verbs in brackets in the Present Perfect.
1- His father HAS WORKED (work) in the Army since he was eighteen. 2- The students HAVEN’T FINISHED(not/ finish) their examinations, yet. 3- HAS SHE FOUND (she/ find) the job she was looking for?

B- Write sentences using the Present Perfect.
1- Sam HAS BEEN a very good student. 2- He HAS already TRAVELLED all around the world. 3- How long HAS Diane BEEN a web designer? 4- These students HAVE just FINISHED university.

C- Present Perfect or Past simple.
1- You DIDN’T COME (not/ come) to see us last week. 2- She HASN’T COME (not/ come) to see us since she left the office. 3- I SOLD (sell) a lot of my old pictures a few days ago. 4- I HAVEN’T SEEN (not/ see) the exhibition yet but Peter SAW (see) it last night. 5- Tim BORROWED (borrow) my car last evening and he HASN’T COME (not/ come) back yet.

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76

Cap.

14

Método TgT
Anexo

14.2

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
PReSent PeRfect and PaSt SiMPLe

Disciplina
ingLês iV

escola secundária Camilo Castelo Branco FOLha de perguNtas dO tOrNeiO
Fill in the gaps with the correct verb tense. (Present perfect or past simple)
1- __________ (you/ ever/ to eat) fish-soup? 2- They __________ (already/ to pass) the first examination. 3- We __________ (to meet) her last week. 4- Two years ago, we __________ (to visit) Italy. 5- The doctor __________ (to tell) her yesterday to stay in bed. 6- There __________ (just/ to be) a terrible accident. 7- She __________ (just/ to cook) a good dinner. 8- It __________ (not/ to rain) yesterday. 9- Fred __________ (not/ to arrive) yet. 10- __________ (she/ to have) a pleasant trip, last night? 11- __________ (you/ to visit) your grandparents last week? 12- The boys __________ (to work) hardly lately. 13- Most people __________ (to live) in cities and towns up to now. 14- I __________ (to sell) a lot of postcards a few months ago. 15- __________ (you/ ever/ to meet) her? 16- Peter __________ (to do) his homework a long time ago. 17- They __________ (not/ to do) anything special, yet. 18- I __________ (to go) to the circus last weekend. 19- __________ (they/ ever/ to ride) a bicycle? 20- My glasses __________ (to disappear) yesterday. 21- There __________ (not/ to be) any good surprises lately. 22- Last week, I __________ (not/ to see) Carol. 23- Janet and Carol __________ (just/ to discover) what happened. 24- Last year, Joan __________ (to spend) two months in Manchester. 25- __________ (you/ to clean) your room yet? 26- Tim __________ (to borrow) my car last evening. 27- __________ (he/ to show) the album yet? 28- He __________ (to write) an article for the youth magazine, last month. 29- Lucy __________ (to win) a lot of prizes since she was a child. 30- The students __________ (to organize) exhibitions for a long time.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 77

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continua

Cap.

14

Método TgT

continuação

Cartões numerados para o Torneio
1. 9. 17. 25. 31. 2. 10. 18. 26. 32. 3. 11. 19. 27. 33. 4. 12. 20. 28. 34. 5. 13. 21. 29. 35. 6. 14. 22. 30. 36. 7. 15. 23. 8. 16. 24.

Respostas às Perguntas do Torneio
1 - Have you ever eaten 2 - have already passed 3 - met 4 - visited 5 - told 6 - has just been 7 - has just cooked 8 - didn’t rain 9 - hasn’t arrived 10 - Did she have 11 - Did you visit 12 - have worked 13 - have lived 14 - sold 15 - Have you ever met 16 - did 17 - haven’t done 18 - went 19 - Have they ever ridden 20 - disappeared 21 - hasn’t been 22 - didn’t see 23 - have just discovered 24 - spent 25 - Have you cleaned 26 - borrowed 27 - Has he shown 28 - wrote 29 - has won 30 - have organized
Fichas elaboradas pelo professor Francisco Coelho da Escola Camilo Castelo Branco, Vila Real.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 78

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Cap.

14

Método TgT
Anexo

14.3

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O OrgaNisMO huMaNO

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

Ficha de Trabalho perguNtas para O tOrNeiO
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. Em que consiste a sístole auricular? Qual a importância da circulação sanguínea? O que entendes por circulação pulmonar? Em que consiste a hematose pulmonar? Comenta a afirmação: “Nas veias apenas circula sangue venoso”. O que entendes por circulação sistémica? O que entendes por sangue arterial? Qual é a maior artéria e as maiores veias do sistema circulatório? Identifica a circulação em que nas veias apenas circula sangue venoso e nas artérias apenas circula sangue arterial. Quais os valores da pressão arterial normal? Indica dois erros alimentares que podem conduzir ao aparecimento de doenças cardíacas. Indica dois motivos por que o exercício físico ajuda a prevenir as doenças cardíacas. Indica o percurso do ar atmosférico até chegar aos pulmões. Identifica o gás que está presente em menor quantidade no sangue venoso do que no sangue arterial. Qual a função do diafragma? Qual o nome do pigmento responsável pelo transporte do oxigénio? Indica duas doenças do sistema respiratório relacionadas com o consumo de tabaco. Identifica a função dos leucócitos e a das plaquetas. Indica as alterações sofridas na caixa toráxica durante a ventilação pulmonar. Indica uma razão por que os alvéolos pulmonares: a) têm uma parede finissíma. b) são em elevado número dentro do pulmão. Como explicas que a quantidade de azoto no ar expirado e no ar inspirado seja muito semelhante? Descreve a circulação pulmonar. Qual a constituição do sangue? Quais são as diferentes fases do ciclo cardíaco? Qual dos elementos do sangue é responsável pela sua coagulação? Quando há uma infecção no organismo, qual é o elemento do sangue que aumenta de número? Qual a função das válvulas auriculoventriculares? Quais as cavidades constituintes do coração humano? Por que razão aumenta a frequência cardíaca e respiratória quando fazemos exercício físico? Descreve a circulação pulmonar.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

79

continua

Cap.

14

Método TgT

continuação

Folha de Respostas
1. Consiste na contracção das aurículas para que o sangue passe destas para os ventrículos. 2. Transporte de oxigénio e nutrientes para todas as células e a remoção de substâncias tóxicas resultantes do metabolismo celular. 3. É a condução de sangue venoso do coração para os pulmões e de sangue arterial dos pulmões para o coração. 4. Consiste na troca de oxigénio dos pulmões para o sangue e de dióxido de carbono do sangue para os pulmões, a nível dos alvéolos pulmonares. 5. A afirmação é falsa. Na circulação pulmonar circula sangue venoso nas artérias pulmonares. 6. Condução do sangue arterial do coração para todo o organismo e condução de sangue venoso de todo o organismo para o coração. 7. Sangue arterial é sangue rico em oxigénio. 8. A maior artéria é a artéria aorta e as maiores veias são as veias cavas inferior e superior. 9. Circulação sistémica ou grande circulação. 10. Cerca de 12 mmHg e 80 mmHg ou 12/8. 11. Alimentação com excesso de açúcares e excesso de gorduras. 12. Ajuda a controlar o peso e a fortalecer o músculo cardíaco. 13. Nariz, faringe, laringe, traqueia, brônquios, bronquíolos e pulmões. 14. É o oxigénio. 15. Fazer variar o volume da caixa torácica. Na inspiração, o diafragma contrai e o volume da caixa torácica aumenta, permitindo a entrada do ar nos pulmões. Na expiração, o diafragma distende e o volume da caixa torácica diminui, permitindo a saída do ar dos pulmões. 16. Hemoglobina. 17. Cancro do pulmão e bronquite. 18. A função dos leucócitos é a defesa do organismo. A função das plaquetas é a coagulação do sangue. 19. Inspiração - Diafragma contrai e desce, os músculos intercostais contraem e as costelas levantam. Estas alterações fazem aumentar o volume da caixa torácica. Expiração - Diafragma distende e sobe, os músculos intercostais relaxam e as costelas baixam. Estas alterações fazem diminuir o volume da caixa torácica. 20. a) Para facilitar as trocas gasosas. 20. b) Para tornar mais eficiente o mecanismo de trocas gasosas, devido ao aumento da superfície de absorção dos gases. 21. O azoto atmosférico não é utilizado pelo organismo. 22. O ar rico em oxigénio passa dos alvéolos pulmonares para o sangue. Os alvéolos pulmonares recebem do sangue, vindo das células de todo o organismo, rico em dióxido de carbono, para ser expirado. 23. Plasma e elementos figurados. Destes os principais são as plaquetas, os glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e os glóbulos brancos (leucócitos). 24. Sístole auricular, sístole ventricular e diástole geral. 25. As plaquetas. 26. Leucócitos. 27. Impedem o sangue de refluir para as aurículas durante a sístole ventricular. 28. Duas aurículas e dois ventrículos. 29. Durante o esforço físico há maior consumo de oxigénio e de nutrientes pelas células. Assim, a frequência cardíaca e respiratória tem de aumentar para assegurar a chegada às células de oxigénio e de nutrientes nas quantidades necessárias. 30. Inicia-se no ventrículo direito que impulsiona o sangue venoso para a artéria pulmonar que o conduz aos pulmões. Nos pulmões ocorre a hematose e o sangue regressa ao coração, ventrículo esquerdo, conduzido pela veia pulmonar.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 80

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Cap.

14

Método TgT
Anexo

14.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
12º

Conteúdo
Física MOderNa: reLatividade gaLiLeaNa

Disciplina
FísiCA

Ficha de Trabalho nº 3 reLatividade gaLiLeaNa
A FísicA é universAl e As suAs leis, que nos são dAdAs A descobrir e A compreender, desdenhAm dAs diFerençAs e pArticulAridAdes humAnAs. Maurice Jacob, No coração da matéria 1. Um avião de carga transporta fardos de alimentos e voa na horizontal, sobre uma planície, com uma velocidade constante de módulo 150 km h-1 no referencial ligado ao solo. O avião voa a uma altura de 50 m, conhecida com uma aproximação de 5% (isto é, sabe-se que o valor da altura está entre 47,5 me 52,5 m). A tripulação lança um fardo pela traseira do avião, empurrando-o ao longo de uma calha horizontal. Quando o fardo sai da calha, iniciando a queda, possui, em relação a um referencial ligado ao avião, velocidade horizontal de módulo 5,0 km h-1 e de sentido oposto ao do movimento do avião. Despreze a resistência do ar. 2. Um carro está rodando para leste, a 20 m/s. Quando o carro A passa pela encruzilhada, o carro B parte do repouso, a 40 m a norte da encruzilhada, e desloca-se para o sul com a aceleração constante de 2 m/s2.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

81

continua

a) Qual a posição de B em relação a A, 6 s depois de A ter passado pela encruzilhada? b) Qual a velocidade de B em relação a A em t = 6 s? c) Qual a aceleração de B em relação a A em t= 6 s?

Cap.

14

Método TgT

3. A chuva cai verticalmente com uma velocidade constante de 8,0 m/s. Para o motorista de um carro viajando a 50 km/h, as gotas de chuva caem fazendo que ângulo com a vertical? 4. Numa grande loja comercial, um cliente está de pé numa escada rolante que se dirige para cima. A escada faz um ângulo de 40º com a horizontal e tem uma velocidade de 0,75 m/s. Ele passa por sua filha, que também está de pé noutra escada rolante idêntica, que se movimenta para baixo. (Fig.3.) Determine a velocidade do cliente em relação à sua filha. 5. Um passageiro de um comboio desloca-se ao longo do corredor da sua carruagem com uma velocidade de módulo 3 km h-1 em relação a ela. A velocidade do comboio é constante e o seu módulo é 25 m s-l. Qual é a velocidade do passageiro relativamente à terra se o seu movimento tiver o sentido do movimento do comboio?

r r r r r r v = v´ +u ⇒ v = ( 25 + 0,8) e x = 25,8e x m/s
E se tiver sentido contrário?

6. A velocidade de uma passadeira rolante em relação à Terra é vP / T=3,0 e x, (m s-1). Um utilizador desta passadeira move-se sobre ela com uma velocidade em relação à Terra r r vU / T= 1,0 e x (m s-1). Nestas condições, a velocidade do utilizador em relação à passadeira rolante é: r r r r r r e B) (A) vU / P= 1,0 e x (m s-1); r vU / P = 3,0r x ; (C) vU / P = 0; r r (D) vU / P= - 1,0 e x ; (E) vU / P= - 2,0 e x . 7. Um comboio move-se com movimento rectilíneo, no sentido positivo do eixo dos xx. Ao passar por uma estação, um passageiro deixa cair um objecto pela janela. A trajectória desse objecto vista por um observador em repouso na estação é:

r r r r r r v = v´ +u ⇒ v = ( 25 − 0,8) e x = 24, 2e x m/s

r

r

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

82

continua

8. Dois blocos 1 e 2, de massas iguais, deslocam-se com movimento uniforme na mesma direcr r r ção e sentido, com velocidades v1 e v2 = 3v1, respectivamente, em relação ao referencial do laboratório.

Cap.

14

Método TgT

continuação

r v2
2

r v1
1

2v (A) Em relação ao bloco 2, o bloco 1 aproxima-se com uma velocidade de módulo 1 . (B) Em relação ao bloco 2, o bloco 1 aproxima-se com uma velocidade de módulo 4v1 .
(C) Em relação ao bloco 1, o bloco 2 afasta-se com uma velocidade de módulo

Nestas condições, podemos afirmar:

4v1

(D) Em relação ao bloco 1, o bloco 2 aproxima-se com uma velocidade de módulo (E) Em relação ao bloco 1, o bloco 2 afasta-se com uma velocidade de módulo 2v1 ,.

3v1

,.

.

Folha de Respostas
o homem, Ao contrário de quAlquer coisA orgânicA ou inorgânicA do universo, cresce pArA Além do seu trAbAlho, gAlgA os degrAus dAs suAs própriAs ideiAs, emerge AcimA dAs própriAs reAlizAções. John Steinbeck, As Vinhas da Ira 1. (A) 2. a) rBA = −120e x + 4,0e y m b) v BA = −20e x − 12e y m s-1 c) a BA = −2e y m s-2 3. 60º 4. 0,96e y m s-1 5. v = v´ +u ⇒ v = ( 25 + 0,8) e x = 25,8e x m/s E se tiver sentido contrário 6. €
r

v
r

r

r

r

r

r

r

r

r r

r

r

r

r r r r r r v = v´ +u ⇒ v = ( 25 − 0,8) e x = 24, 2e x m/s

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7. (B) 8. (A)

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

83

Cap.

14

Método TgT
Anexo

14.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
12º

Conteúdo
Física MOderNa: reLatividade gaLiLeaNa

Disciplina
FísiCA

Ficha de Trabalho nº 4 reLatividade restrita
Antes
de

einstein,

o espAço e o tempo erAm vistos como um teAtro inerte, oFerecendo simplesmente um

pAlco no quAl os eventos do universo se iriAm desenrolAr.

Brian Greene, O Universo Elegante 1. O tempo de vida médio de um muão é de 2 x 10-6 s. Esta partícula pode ser detectada na Terra, ao nível do mar, e provém do decaimento de outras partículas que atingem a alta atmosfera (raios cósmicos). A velocidade típica destas partículas é de 0,998 c. Qual é a distância percorrida pelos muões? 2. Uma partícula tem uma vida média de 200x10-9 s. Durante a sua existência, a partícula percorre 1340 m dentro de um acelerador com uma velocidade 0,999 c. Calcule: a) b) c) d) para o observador no laboratório, o seu tempo de vida; para o observador no laboratório, o espaço percorrido pela partícula; para a partícula, o seu comprimento; o percurso da partícula no seu tempo de vida.

3. As partículas de alta energia são observadas no laboratório pela impressão que deixam nas chapas fotográficas dos detectores. Uma partícula movendo-se com a velocidade de 0,995 c produz um rastro de 1,25 mm. Qual o tempo de vida da partícula no seu referencial próprio? 4. Indicar se são verdadeiras ou falsas as seguintes afirmações: a) b) c) d) e)
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Nos referenciais que se movem uns em relação aos outros com velocidade constante, as r r leis da mecânica newtoniana são válidas e possuem sempre a mesma forma, F = ma . Todos os observadores inerciais medem as mesmas forças quando estudam um movimento acelerado. Constitui um facto experimental que a velocidade da luz tem o mesmo valor em todos os referenciais de inércia. Um observador de um referencial inercial pode estar acelerado. O espaço e o tempo são conceitos relativos.

5. A distância própria entre a Terra e a estrela Antares é de 424 anos-luz. a) Calcular a distância entre a Terra e a estrela medida por uma nave, que viaja da Terra para a estrela à velocidade de: I) v = 0, 900 c. II) v = 0, 999 c.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 84

continua

Cap.

14

Método TgT

a) Que alteração aconteceria se a nave viajasse perpendicularmente à distância Terra-Antares? 6. Uma nave constitui um referencial S1 e uma estação espacial um referencial S2, ambos inerciais. A nave move-se, em relação a S2, com um movimento rectilíneo uniforme. Um passageiro na nave emite, numa das extremidades da nave, um sinal luminoso que atinge a outra extremidade. Para esse passageiro a luz percorre uma distância d2 e levou ∆t 2 = 10 µs a percorrê-la. O observador S1 mede: (A) d1 > d 2 e ∆t1 > ∆t 2 (B) d1 < d 2 e ∆t1 > ∆t 2 (C) d1 = d 2 e ∆t1 < ∆t 2 (D) d1 < d 2 e ∆t1 = ∆t 2 ; ; ;

. 7. Numa estação de comboios, o Pedro e a Raquel encontram-se em comboios diferentes, podendo comunicar por telemóvel. As janelas da carruagem do Pedro têm as persianas descidas, enquanto as da carruagem da Raquel se encontram levantadas. A Raquel vê o comboio do Pedro a mover-se com velocidade constante e diz isso ao Pedro, mas este responde que está parado. a) Por que é que o Pedro não acredita na Raquel? Haverá alguma experiência que o Pedro possa fazer para concluir que se move com velocidade constante? Justifique. b) Como classifica os referenciais a que estão ligados o Pedro e a Raquel? c) O Pedro, entretanto, levanta as persianas da sua janela e diz à Raquel que, afinal, o que está a mover-se não é a carruagem dele mas sim a dela. Afinal quem tem razão? E porquê? 8. Quais das seguintes afirmações estão de acordo com a relatividade galileana? a) Não há limite superior para a velocidade. b) Dois acontecimentos simultâneos num referencial de inércia também o são noutro referencial de inércia. c) O comprimento de um objecto é sempre o mesmo, independentemente do referencial de inércia. d) O tempo é absoluto. e) As leis de conservação (massa, energia, momento linear, carga eléctrica) só são válidas para um dado referencial de inércia. 9. Quais das seguintes afirmações são verdadeiras? a) Não se pode encontrar um referencial em que a luz esteja em repouso; nada pode viajar à velocidade da luz a não ser a própria luz. b) Dois acontecimentos simultâneos num referencial de inércia também o são noutro referencial de inércia, se a velocidade relativa dos dois referenciais for da ordem de grandeza da velocidade da luz. c) Para velocidades próximas da da luz, um intervalo de tempo e um comprimento não são absolutos, pois os seus valores dependem do referencial onde são medidos. d) Todas as leis da física são invariantes, segundo o Princípio da Relatividade galileano.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

85

continua

Cap.

14

Método TgT

10. Quais das seguintes afirmações são verdadeiras? a) Um intervalo de tempo próprio é o intervalo de tempo entre dois acontecimentos que ocorrem no mesmo lugar. b) Um intervalo de tempo medido num relógio que se move relativamente a nós é sempre maior do que o intervalo de tempo medido no nosso relógio. c) O comprimento próprio de um objecto é medido no referencial em que o objecto está em repouso e é o menor valor possível para o comprimento desse objecto. d) O comprimento de um objecto que está em movimento em relação a nós é inferior ao seu comprimento próprio se for medido na direcção do movimento. e) O comprimento próprio é invariante, assim como a velocidade da luz. 11. O comprimento de uma barra, que se move com velocidade 0,6 c em relação a um observador e na direcção em que é medido, é 1,0 m. a) Qual é o seu comprimento próprio? b) Com que velocidade se deve mover a barra para que o seu comprimento passe a ser 80 cm? c) Qual é o comprimento da barra se ela se mover numa direcção perpendicular à direcção em que é medido o comprimento? 12. Uma panela com 2,0 L de água à temperatura de 90 °C é arrefecida até à temperatura ambiente (20 °C). Que variação de massa sofreu a água? 13. Porque é que Mercúrio é o planeta do sistema solar onde se detectam mais facilmente os efeitos da deformação do espaço-tempo? 14. Um electrão, cuja energia em repouso é de 0,511 MeV, está a mover-se à velocidade v=0,80 c. Determine: 14.1. A sua energia total em MeV. 14.2. A sua energia cinética em MeV.

Folha de Respostas
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reLatividade restrita
As leis dA FísicA são As mesmAs pArA todos os observAdores que se desloquem com umA velocidAde
relAtivA uniForme

Einstein
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 86

continua

Cap.

14

Método TgT

1. τ´= 2x10-6 s no ref. próprio v = 0,998c
γ = 1 1− β2 = 15,8

τ = γτ´ =3,2x10-5 s dilatação do tempo d = v. τ = 9580 m

2. a) Para o observador no laboratório, o seu tempo de vida
τ = ∆t = d = 4,47 × 10−6 v s

b) Para o observador no laboratório, o espaço percorrido pela partícula ∆x =1340 m dos dados do problema c) Para a partícula, o seu comprimento
γ = 1 1− β 2 = 22,37

∆x´=

∆x = 59,9 γ m contracção do comprimento

d) O percurso da partícula no seu tempo de vida Cálculo do tempo próprio da partícula τ τ p = = 1,998 × 10−7m γ ∆ x´= 0,999c × τ ´= 59,9 m Não está de acordo com a solução apresentada 3.
τ = ∆t = d = 4,19 × 10 −12 v s

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γ =

1

1− β2

= 10

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87

continua

∆t = γ∆t´ ⇔ ∆t´ =

∆t = 4,19 × 10 −13 γ s

Cap.

14

Método TgT

4. Verdadeiras – A, B, C e E. Falsa - D. 5. a) I)
γ = 1 1− β2

= 2, 29

LN =

LT = 185 γ a. l.

II)

γ =

1 1− β2

= 22,3

LN =

LT = 19 γ a. l.

b)

Nenhuma. Apenas os comprimentos paralelos ao movimento são contraídos.

6. (C). 7. c) Um dos observadores está num referencial em repouso em relação à Terra e o outro em movimento rectilíneo e uniforme, é impossível distinguir os dois referenciais através de uma experiência, pois o resultado da experiência são os mesmos nos dois referenciais. Referenciais de inércia. Os dois têm razão. Se o comboio do Pedro se move em relação ao da Raquel com velocidade r r v , o comboio da Raquel move-se em relação ao do Pedro com velocidade − v .

d) e)

8. (a, b, c e d). 9. Verdadeiras a) e c).
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10. Verdadeiras: a), d) e e). Falsas: b) e d).
continua
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Cap.

14

Método TgT

11. a)
γ= 1 1− β 2 ⇔ γ = 1,25

⇔ L p = γL ⇔ L p = 1,25 m

b)
γ=

Lp L

=

1,25 = 1,56 0,80

γ=

1 1− β 2

⇔γ2 =

1 1− β 2

⇔ γ 2 1− β2 = 1 ⇔ β =

(

)

γ 2 −1 γ2

= 0,77

v = 0,77c
c) 1,25 m porque o comprimento não se altera na direcção perpendicular ao movimento. 12. A água perdeu energia

∆m =

∆E c2

= 6,5 * 10 −12 Kg. indetectável

13. Porque está mais perto do Sol, ou seja, perto de um corpo de massa muito grande e, por isso, o espaço é mais deformado. Na gravitação newtoniana equivale a afirmar que é uma zona onde o campo gravítico é mais intenso. 14. 14.1
γ= 1 1− β 2 = 1,67

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E = γmc 2 ⇔ E = γEo ⇔ E = 1,67 × 0,511 = 0,853 MeV
14.2
continua
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E = mc 2 + Ec ⇔ Ec = γmc 2 − mc 2 ⇔ Ec = 0,853 − 0,511 ⇔ Ec = 0,342 MeV

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Cap.

14

Método TgT

Ficha de Torneio reLatividade
o único tempo inequívoco é o registAdo por um relógio que não estejA em movimento em relAção A um observAdor: chAmA-se tempo próprio. John D. Barrow, in O Mundo dentro do Mundo 1. A velocidade de uma passadeira rolante em relação à Terra é v P / T = 3,0ex (m s-1) . Um utilizador dessa passadeira move-se sobre ela com uma velocidade, em relação à Terra, r r r vU / T = 1,0ex (m s-1). Nestas condições, a velocidade vU / P em m s-1 do utilizador em relação à passadeira é:

r

r

r a) − 1,0ex

b) − 2,0ex

r

c) 0

r

e) 2,0ex

r

2. Um automóvel viaja numa estrada paralelamente à direcção do movimento de uma mota. A r r mota desloca-se com uma velocidade em relação à Terra vm / T = 120ex (km h-1) e a velocidade r r r do automóvel em relação à mota é va / m = −40ex (km h-1). Nestas condições va / T é: a) va / T = −40ex (km h-1);

r

r

r r c) va / T = −80ex (km h-1); r r d) va / T = +80ex (km h-1).

r r b) va / T = −160ex (km h-1);

3. Dois blocos 1 e 2, de massas iguais, deslocam-se com movimento uniforme na mesma direcção e sentido, com velocidades v1 ; e v2 = 3v1 , respectivamente, em relação ao referencial do laboratório.

r

r

r

Nestas condições, podemos afirmar:
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a) b) c) d)

Em relação ao bloco 1 , o bloco 2 afasta-se com uma velocidade de módulo 4v1; Em relação ao bloco 1 , o bloco 2 aproxima-se com uma velocidade de módulo 3v1; Em relação ao bloco 1 , o bloco 2 afasta-se com uma velocidade de módulo 2v1; Em relação ao bloco 1 , o bloco 2 aproxima-se com uma velocidade de módulo 2v1.

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90

continua

4. Um autocarro move-se com uma velocidade v = vex (v > 0), em relação à Terra. Um observador, sentado num banco do autocarro, vê a chuva cair com uma certa inclinação em relação à janela. Quando sai do autocarro vê a chuva cair na vertical.

r

r

Cap.

14

Método TgT

Sendo vc / T a velocidade da chuva em relação à Terra, vc / A a velocidade da chuva em relação ao autocarro e v A / T a velocidade do autocarro em relação à Terra, qual das figuras pode traduzir a situação descrita? 5. A figura representa o perfil vertical de duas escadas rolantes que deslizam com velocidades de módulo constantes e iguais, em relação à Terra. Um utente A utiliza a escada que sobe e simultaneamente um utente B utiliza a escada que desce. Ambos os utentes permanecem imóveis sobre os degraus. De acordo com o referencial, quais são as características da velocidade, do utente A, em relação ao utente B?
(A) (B) (C) (D)

r

r

r

a) b) c) d)

Horizontal com sentido positivo. Horizontal com sentido negativo. Vertical com sentido negativo. Vertical com sentido positivo.

6. Num referencial S1 de inércia, a velocidade de um sinal luminoso que se afasta de S1 é c. Em relação a um referencial S2 que se move, aproximando-se de S1 com velocidade v, a velocidade da luz é: a) c; b) c + v; c) c – v; d) 0. 7. Considerar dois observadores inerciais S1 e S2, onde S2 se move com velocidade constante r r v = 4,0ex em relação a S2. O movimento de um corpo é traduzido pelo observador O, pela equação x1 = 2t + 0,5t 2 (SI). A aceleração do corpo, medida por S1e S2, é: a) b) c) d)

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a1 = 0,5 m s - 2 e a2 = 0,5 m s - 2 ;
a1 = 1,0 m s - 2 e a2 = (1,0 + 4,0) m s - 2 ;

a1 = 0,5 m s - 2 e a2 = (1,0 − 4,0) m s - 2 .
91

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

continua

a1 = 1,0 m s - 2 e a2 = 1,0 m s - 2 ;

Cap.

14

Método TgT

8. Uma nave constitui um referencial S2, e uma estação espacial um referencial S1, ambos inerciais. A nave move-se, em relação a S1, com um movimento rectilíneo uniforme. Um passageiro na nave emite, numa das extremidades da nave, um sinal luminoso que atinge a outra extremidade. Para esse passageiro a luz percorre uma distância d2 e levou ∆t2 = 10 µs a percorrê-la. O observador S1 mede: a) b) c) d)

d1 > d 2 e ∆t1 > ∆t2 ;

d1 = d 2 e ∆t1 < ∆t 2 ; d1 < d 2 e ∆t1 = ∆t 2 .

d1 < d 2 e ∆t1 > ∆t2 ;

9. Imagine que a velocidade da luz é 5,0 m s-1. Um banco de comprimento próprio 5,0 m encontra-se numa sala de 10,0 m de comprimento. Um observador O1 da sala vê o banco aproximar-se com o comprimento de 4,0 m . A velocidade do banco em relação a O1 é: a) b) c) d) 3,0 m s-1; 0,6 m s-1; 6,5 m s-1; 4,8 m s-1.

10. Considerar o enunciado anterior [aplicação 9]. Para um observador O2 que pegue no banco e se desloque com ele ao longo da sala, qual o comprimento da sala: a) b) c) d) 5,0 m; 17,8 m; 8,0 m; 12,5 m.

11. Considerar, ainda, o enunciado da aplicação 10. Para um observador O2 que pegue no banco e se desloque com ele ao longo da sala, qual o comprimento do banco que transporta? a) b) c) d) 3,2 m; 5,0 m; 4,0 m; (D) 1,78 m.

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12. Seleccione a alternativa que completa correctamente a frase. Em dois referenciais inerciais, uma lei da Física ... a) … é expressa pela mesma equação matemática, ainda que as grandezas envolvidas possam ter valores diferentes;

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continua

Cap.

14
b) c) d)

Método TgT

... pode ter expressões matemáticas diferentes, mas as grandezas envolvidas têm sempre os mesmos valores; ... é expressa pela mesma equação matemática e as grandezas envolvidas têm sempre os mesmos valores; ... tem sempre expressões matemáticas diferentes, e as grandezas envolvidas podem também ter valores diferentes.

13. Seleccione a alternativa que completa correctamente a frase. Na teoria de Newton, que obedece à relatividade de Galileu, o intervalo de tempo entre dois acontecimentos ... a) depende da posição dos observadores; b) depende das velocidades dos observadores; c) é nulo se os dois acontecimentos ocorrem no mesmo local, em instantes diferentes; d) é o mesmo para todos os observadores. 14. Seleccione a alternativa que completa correctamente a frase. De acordo com a teoria da relatividade restrita de Einstein, dois observadores inerciais ... a) ... que se movem um em relação ao outro obtêm valores diferentes quando medem a velocidade do mesmo impulso luminoso; b) ... em locais diferentes obtêm valores diferentes quando medem a velocidade do mesmo impulso luminoso; c) ... em instantes diferentes obtêm valores diferentes quando medem a velocidade do mesmo impulso luminoso; d) ... em quaisquer circunstâncias, obtêm valores iguais quando medem a velocidade do mesmo impulso luminoso. 15. Seleccione a alternativa que completa correctamente a frase. A teoria da relatividade restrita de Einstein ... a) ... é válida apenas para observadores que se movem com velocidades próximas da velocidade da luz; b) ... afirma que a velocidade da luz no vácuo é um limite superior para a velocidade de um objecto, em relação a um referencial inercial; c) estabelece uma relação entre um campo gravítico e um referencial acelerado; d) estabelece uma relação entre a massa de um corpo e a sua aceleração.

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continua

Cap.

14

Método TgT

Folha de Respostas reLatividade
precisAmos de supor que As leis que descobrimos que regem A nAturezA locAlmente são tAmbém verdAdeirAs globAlmente, A Fim de podermos repetir experiênciAs compAráveis em diFerentes épocAs e em diFerentes locAis. John D. Barrow, in O Mundo dentro do Mundo 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. B D D C D A C C A

10. C 11. B 12. A 13. D 14. D 15. B
Fichas elaboradas pelo professor Arnaldo Correia da Escola Secundária 13 Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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94

Cap.

15

Método Resolver – elogiar / Ajudar – Passar
Anexo

12.1 15.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
uNidades de Medida: sisteMa MétricO

Área curricular
MATeMÁTiCA

Ficha de Trabalho
A
1. Transforma para a unidade imediatamente inferior: 5,2 m = 0,6 dm = ________ ________

B
1. Transforma para a unidade imediatamente superior: 12,6 cm = 129,5 mm = ________ ________

12,7 cm = ________ 2. Um ciclista tem de percorrer 600 km para terminar a etapa. Como já percorreu 2500 dam, quantos quilómetros ainda lhe faltam?

0,5 dm = ________ 2. O jardim da Joana tem 350 dm de comprimento e o da Rita tem o quádruplo do comprimento do da Joana. Quantos metros têm de comprimento o jardim da Rita? Quantos centímetros têm de comprimento os dois jardins? R.: _________________________ 3. O muro do jardim do Pedro tem de comprimento 200 dm e o da Maria tem 1660 cm. Qual é o que tem maior comprimento? Quantos metros mede a mais? R.: _____________________________

R.: _____________________________ 3. De uma peça de pano com 45 m já se gastou a quinta parte. Quantos centímetros ainda restam dessa peça?

R.: _______________________________

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95

Cap.

15

Método Resolver – elogiar / Ajudar – Passar
Anexo 15.2 12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
FuNciONaMeNtO da LíNgua

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

Ficha de Trabalho descObrir paLavras
À primeira vista, esta série de letras não faz qualquer sentido. No entanto, se se olhar com mais atenção, encontrar-se-ão sílabas que, ligadas correctamente, darão duas palavras com sentido. TUHAPORBIENTANSETE Quais são as duas palavras que se podem formar com a série desordenada de sílabas? As sílabas dão as palavras PORTUENSE e HABITANTE. A seguir apresentam-se mais séries de sílabas desordenadas. Ordenando-as devidamente encontrarás as duas palavras que serviram de ponto de partida.

A
DOPOBREMENCUZATO ________________________________________ ________________________________________ FANMORTACESIAGO ________________________________________ ________________________________________ SEBÁLTICRETÁRIOCO ________________________________________ ________________________________________ BARAPOSBICHALOTO ________________________________________ ________________________________________ MENBOICOTÂNITOINSTRU ________________________________________ ________________________________________
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B
TUPAMULTRIARTOCA ________________________________________ ________________________________________ AUCONSTOCIRIÊNDACIDEA ________________________________________ ________________________________________ TREPAMESDRINHOSE ________________________________________ ________________________________________ NÁCONRIOCORLIOCIAMIRRÊN ________________________________________ ________________________________________ FEITOBEPERTUIMME ________________________________________ ________________________________________ EXNIACLUMOSIHARVISMO ________________________________________ ________________________________________ ALPISTOTULARI ________________________________________ ________________________________________
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PROPOCAENTEVODOREX ________________________________________ ________________________________________ NHIACOMEPINEGÉPASE ________________________________________ ________________________________________
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continua

Cap.

15

Método Resolver – elogiar / Ajudar – Passar

continuação

MENTOGRAPRIVACUMAÇãO ________________________________________ ________________________________________ DOPOBREMENCUZATO TUPAMULTRIARTOCA FANMORTACESIAGO AUCONSTOCIRIÊNDACIDEA SEBÁLTICRETÁRIOCO TREPAMESDRINHOSE BARAPOSBICHALOTO NÁCONRIOCORLIOCIAMIRRÊN MENBOICOTÂNITOINSTRU FEITOBEPERTUIMME PROPOCAENTEVODOREX EXNIACLUMOSIHARVISMO NHIACOMEPINEGÉPASE

SSIMOSGARITCACLASÇãOLOFI ________________________________________ ________________________________________ POBREZA DOCUMENTO TUMULTO PATRIARCA FANTASIA MORCEGO AUTORIDADE CONSCIÊNCIA SECRETÁRIO BÁLTICO PADRINHO SEMESTRE BARBICHA APÓSTOLO MILIONÁRIO CONCORRÊNCIA BOTÂNICA INSTRUMENTO IMPERFEITO BETUME PROVOCADOR EXPOENTE HARMONIA EXCLUSIVISMO COMPANHIA EPIGÉNESE PISTOLA RITUAL GRAVAÇãO CUMPRIMENTO CLASSIFICAÇãO LOGARITMOS
97

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ALPISTOTULARI MENTOGRAPRIVACUMAÇãO

SSIMOSGARITCACLASÇãOLOFI
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Cap.

16

Método A Roleta
Anexo

16.1 12.1

Ficha de trabalho Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
NúMerO e cáLcuLO

Disciplina
MATeMÁTiCA

nomes: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ Data: ___________________________________ 1. Leitura do problema. 2. Reformulação do problema: •  O que procuro; •  Os dados utilizados na resolução do problema; •  As informações que faltam, mas que são úteis para compreender este problema. 3. Propostas de soluções para o problema:  •  Os meios que utilizarei para resolver este problema. 4. Validação da solução sugerida •  Resposta ao problema: Problema n.º ______________________

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98

Cap.

16

Método A Roleta
Anexo

16.1

Ficha de Trabalho

PRoBLeMAs
1. O Francisco está sentado à mesa para jantar, mas está pensativo. Procura uma forma de formar 6 quadrados com 12 palitos. Podes ajudá-lo? 2. É meio dia (12h) e os espectadores começam a chegar ao cinema. Após 5 minutos (12h 05), 6 pessoas estão na fila para comprar os bilhetes. Cinco minutos mais tarde (12h 10) há 11 pessoas na fila. Ao fim dos primeiros 15 minutos (12h 15) há 16 pessoas. Se as pessoas continuarem a chegar a este ritmo, que horas serão quando estiverem 81 pessoas na fila? 3. A equipa de andebol da Júlia pode ser dividida em 4 grupos: 1/2 dos jogadores são excelentes dribeladores, 1/4 são bons lançadores, 1/8 são bons distribuidores e 2 são bons guarda-redes. Se cada um deles se encontra num único grupo, quantos jogadores tem a equipa e quantos jogadores há em cada um dos grupos? 4. Observa o modelo de uma caixa que contém 24 pequenos cubos idênticos. Quantos destes pequenos cubos se podem colocar num outro bloco com o dobro da altura e da largura do bloco da figura?

FoLHA De soLuÇÕes
1. Os alunos podem desenhar um cubo. Existem outras possibilidades. 2. Hora Pessoas na fila 12h 05 6 12h 10 11 12h 50 51 12h 15 16 12h 55 56 12h 20 21 13h 61 12h 25 26 13h 05 66 12h 30 31 13h 10 71 12h 35 36 13h 15 76 12h 40 41 13h 20 81

Hora 12h 45 Pessoas na 46 fila
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3. Dribladores – 8 Lançadores – 4 Distribuidores – 2 Guarda-redes – 2 A equipa tem 16 jogadores. 4. 192 cubos.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 99

Cap.

16

Método A Roleta
Anexo

16.1

Ficha de Trabalho

As quatro etapas de um processo de resolução de problemas em Matemática*

* Estas etapas são aplicáveis a outros domínios.

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Reformulação do problema •    ual é o problema? Preciso do que procuro? Q •    uais  são  os  dados  úteis  para  resolver  o  proQ blema? •    altam informações para compreender este proF blema?

Proposta de uma ou de várias soluções •    e que maneira poderei resolver o problema? D •    erá que devo fazer um esquema, um desenho,  S um gráfico? •    erá que devo proceder por etapas? Fazer ligaS ções com problemas semelhantes, etc.?

Leitura do problema Validação da solução sugerida •  Leio o problema.   •    erifico  se  a  solução  encontrada  é  adequada  V •  Assumo o papel de escriturário completando a  para resolver o problema na folha de rascunho   folha da equipa. que será anexada à folha da equipa.
Adaptado de: Coopération en classe. Guide pratique appliqué à l’enseignement quotidien de Gaudet, D. et al. Montreal: Chenelière/McGraw-Hill, pp. 113-116.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 100

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
Os seres vivOs NO aMbieNte próxiMO

Área curricular
esTuDo Do Meio

AVes Corpo coberto de penas Bico Asas para voar Comem insectos e sementes Deslocam-se no ar

---------------------------------------------------------------------------------------------Peixes Corpo coberto de escamas Barbatanas para nadar Respiram por guelras Vivem na água

---------------------------------------------------------------------------------------------BATRÁQuios Sem penas, nem pêlos, nem escamas Pele húmida Nadam na água e saltam na terra Comem insectos Vivem junto à água e na água

----------------------------------------------------------------------------------------------

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MAMíFeRos Corpo coberto de pêlos Alimentam-se de leite enquanto pequenos Andam com patas Vivem em terra
continua

---------------------------------------------------------------------------------------------A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 101

Cap.

17

Método Jigsaw

continuação

RÉPTeis Corpo coberto de escamas Rastejam Comem insectos, pequenos mamíferos, aves Vivem em terra

---------------------------------------------------------------------------------------------inseCTos Asas Três pares de patas Corpo dividido em cabeça, tórax e abdómen Vivem em terra e no ar

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

102

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.1

Ficha de Trabalho

Ficha de Avaliação (Mini-teste)
Nome do aluno: __________________________________________________________________________________________________________________________ Nome do grupo: ______________________________________________________ Data: ______________/______________/______________ 1. Completa os espaços: Conforme as características dos animais, podemos agrupá-los em ________________________________;
___________________________

; ____________________________; ____________________________; ____________________________ e ____________________________.
Como se desloca Voa Com que se desloca Asas Características do corpo do animal Bico, duas patas e penas

2. Preenche a tabela de acordo com as características de cada animal:
Animal Andorinha Gato Lagartixa Sardinha Rã Pardal Borboleta onde se desloca Ar

3. Liga os animais ao grupo a que pertencem: Girafa Coruja Abelha Truta Tartaruga Sapo
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MAMíFeRos AVes RÉPTeis inseCTos Peixes BATRÁQuios

Porco Lagarto Carapau Mosca
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103

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.1

Ficha de Trabalho

Ficha de auto-avaliação Nome: ___________________________________________________________________________________________________________________________________________
Data: ______________/______________/______________

Matéria: _________________________________________________________________________________________________________________________________________ Assinala a cara que descreve o teu grupo. 1. Nós organizamo-nos rapidamente e em silêncio. 2. Nós sabíamos o que tínhamos que fazer. 3. Todos contribuímos com ideias. 4. Cada um respeitou a vez do outro. 5. Nós não nos distraímos. 6. Todos fizeram a sua parte. 7. Nós partilhamos os materiais. 8. Nós orgulhamo-nos do nosso trabalho.
Fonte: Des utiles pour favoriser les apprentissages (2005). Manitoba: Éducation, Cityoenneté et Jeunesse, p. 18.

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104

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.2

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

dO

Conteúdo
cONheciMeNtO MuNdO MateriaL

Disciplina
CiênCiAs FísiCo-QuíMiCAs

Ficha de Trabalho 1. O que é a quíMica?
A Natureza constitui para o Homem um mistério fascinante e cheio de interesse. Devido à sua inteligência, memória e vontade, o Homem tem demonstrado, ao longo da sua história sobre a Terra, uma enorme capacidade de progresso, conseguindo melhorar as suas condições de vida e de sobrevivência. Assim, graças ao seu esforço físico e intelectual, o Homem pode: Analisar a composição de alimentos, fármacos e outros produtos, bem como fazer o seu controlo de qualidade A principal finalidade de uma análise é descobrir como é constituído um determinado material. Do mesmo modo, no laboratório, mediante condições especiais, um químico pode analisar amostras para descobrir os componentes que nelas estão presentes. A descoberta dos diferentes elementos químicos também dependeu e depende, largamente, do desenvolvimento das técnicas de análise. Os primeiros ensaios na identificação de substâncias são ensaios de natureza física, incluindo cor, aspecto, cheiro, solubilidade, ponto de fusão (substâncias sólidas), ponto de ebulição (substâncias líquidas), etc. Recentemente, o conhecimento de novos materiais e o desenvolvimento da electrónica conduziram a um acréscimo do número de instrumentos analíticos e a processos de análise avançados, que se estão a implantar nos laboratórios científicos de todo o mundo. Tais instrumentos são muito dispendiosos, mas a informação que podem fornecer sobre as “estruturas” químicas é valiosa e rapidamente obtida. A análise química desempenha um papel importante em diversas indústrias tais como a indústria química, a alimentar e a farmacêutica, do mesmo modo que, em análises clínicas e no controlo de qualidade dos produtos, ajudando a manter um alto grau de confiança nas substâncias que comemos, bebemos e utilizamos para manter a saúde. Melhorar as suas condições de vida, sintetizando materiais tão diversificados, dos quais está já tão dependente
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Quase todos os plásticos são produtos químicos orgânicos, como também o são muitos produtos farmacêuticos, pesticidas, corantes e outros. Muitos destes produtos industriais são produzidos a partir de combustíveis fósseis, principalmente do petróleo e do gás natural.
continua
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 105

Cap.

17

Método Jigsaw

São exemplos de plásticos: o PVC – abreviatura do inglês PoIyvinyl Chloride (cloreto de polivinilo), é um dos plásticos mais úteis. As suas muitas utilizações incluem discos de música, fitas de gravação, artigos domésticos, tubagens e caleiras, polimentos, revestimento de certos tecidos (cortinas de chuveiro impermeáveis), estofos não inflamáveis, isolamento eléctrico, etc. o Polietileno – é um dos plásticos mais versáteis. É um material transparente muito utilizado em folhas para embalagens, sacos, coberturas protectoras, brinquedos, fios para têxteis, acessórios de automóveis, etc. o Poliuretano – é um plástico usado sob a forma de espuma, em estofos, forros de casacos e até curiosamente em construções. Actualmente empregam-se grandes placas de espuma de poliuretano para isolamento térmico e acústico de edifícios. As espumas utilizam-se também em embalagens, sob a forma de esferas pequenas ou grandes, consoante o tamanho do objecto a proteger. As espumas são ideais para estes fins, pois amortecem os choques e são muito leves. explorar propriedades de certos materiais para aplicar em novas tecnologias e na medicina o rubi é uma pedra preciosa constituída essencialmente por óxido de alumínio de grande pureza. Em 1960, construiu-se o primeiro laser de rubi. O raio laser é um feixe de luz muito intenso, monocromático e extremamente energético. Os laser usam-se cada vez mais e com múltiplos fins. A energia concentrada num finíssimo raio pode ser utilizada para cortar materiais duros, nomeadamente metais ou vidros; utiliza-se também em soldadura, gravação de discos (compact disc), alinhamento de paredes (fio-de-prumo), medições, etc. Na medicina, o laser constitui actualmente um notável utensílio cirúrgico. Utiliza-se como um raio extremamente fino e concentrado, à semelhança de um bisturi convencional, com as vantagens de ser totalmente asséptico e capaz de cauterizar rapidamente os vasos sanguíneos. Além do laser de rubi, outros sólidos e gases ou mesmo líquidos com corantes diluídos servem para a actividade laser. Aperfeiçoar e melhorar os meios de comunicação Na construção de aviões supersónicos, utiliza-se em larga escala o titânio. O titânio é uma substância de cor acinzentada, muito dura e maleável. É relativamente pouco densa. Reúne a leveza do alumínio e a dureza e resistência do aço inoxidável. Utiliza-se também na construção naval e na construção de reactores.
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Da mistura de titânio com aço obtém-se um material especialmente resistente aos choques. Daí utilizar-se aço de titânio no fabrico de turbinas e de rodas de comboio. Descobrir as origens do universo e a sua evolução Pensa-se que o Universo tenha surgido há cerca de 18 000 milhões de anos, quando um “núcleo” denso que continha toda a matéria explodiu com força inconcebível no Big-Bang (teoria da origem do Universo). Expandindo-se rapidamente, o Universo arrefeceu bastante para, cem segundos depois, permitir a formação do primeiro elemento químico, o hidrogénio (deutério). A temperatura continuou
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 106

continua

Cap.

17

Método Jigsaw

o descer, possibilitando a formação de outro elemento químico, o hélio. Sucessivamente, foram-se formando as galáxias, as estrelas, e outros corpos celestes. Existe um grau surpreendentemente elevado de uniformidade na composição química das estrelas. Uma estrela típica como o Sol compõe-se quase totalmente de hidrogénio e hélio. Estas informações são obtidas por análise espectral. Por esta técnica, apenas se pode medir a abundância de elementos nas camadas superficiais das estrelas. As provas sobre a composição química do seu interior provêm principalmente de estudos da ocorrência de tecnécio (elemento extremamente raro) nas atmosferas estelares. Graças à Química, e a outras ciências, tudo isto e muito mais já foi possível ao Homem alcançar. A Químico está presente no nosso dia-a-dia. Podemos “vê-la” em todos os materiais e em muitas transformações que ocorrem à nossa volta. “A QuíMiCA é uma ciência de futuro por ser, cada vez mais, uma ciência que abandona o seu passado.”

APLiCo
1. Se perguntassem o que é a Química, que responderiam? 2. Onde podemos “ver” a Química? 3. Quais as propriedades do titânio que permitem a sua utilização na construção de aviões supersónicos? 4. Dêem três razões que justifiquem a importância do estudo da Química.

2. a quíMica e O NOssO quOtidiaNO
A Química, como ciência das transformações, é responsável pela diversidade dos materiais de que dispomos no nosso dia-a-dia. Esta diversidade de materiais constitui um testemunho do progresso da actividade científica, que muito se tem desenvolvido nos últimos anos. A Química faz parte da nossa vida, uma vez que está relacionada com os alimentos que comemos, com a roupa que vestimos, com os combustíveis que nos aquecem e permitem cozinhar os alimentos, com os medicamentos que tomamos, enfim... até mesmo com o conforto e comodidade que usufruímos nas nossas casas e no nosso trabalho. Química não é somente o que se passa no laboratório de uma escola ou de uma indústria, é também o que se passa, por exemplo, dentro de uma cozinha - desde o acender de um fósforo, passando pelo cozinhar de alimentos, até ao uso dos detergentes na lavagem da louça. Afinal, a Química não é complicada nem executada somente por químicos especializados, em laboratórios caros e sofisticados.
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“onde quer que estejamos, a QuíMiCA está connosco.” Mas olhemos à nossa volta e observemos aquilo que nos rodeia. Que vemos? De que é feito este mundo que nos envolve?
continua

As casas que habitamos não são feitas apenas de madeira e pedra; o ferro, o aço, o cimento, os tijolos, o vidro, as tintas e outros materiais que lhes dão conforto e beleza são materiais produzidos à custa do trabalho dos químicos.
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 107

Cap.

17

Método Jigsaw

As grandes quantidades de produtos agrícolas produzidas dependem em larga escala da utilização de adubos e pesticidas, do mesmo modo que da utilização de combustíveis nas máquinas agrícolas. Estes materiais são postos à nossa disposição através do trabalho dos químicos. As roupas que vestimos podem ser, por exemplo, de algodão (origem vegetal) ou de lã (origem animal). Mas, além das fibras naturais, também se utilizam as fibras sintéticas, tais como o nylon e o polyester – produtos sintetizados pelos químicos. A propósito de produtos sintéticos, repara bem na etiqueta do teu casaco! Ela dar-te-á, com certeza, uma informação acerca do material de que é feito. Até mesmo o material do próprio etiqueta é, muito provavelmente uma amostra de polyester ou nylon. os medicamentos de que dispomos. A nossa saúde está muito dependente de uma medicina preventiva. No entanto, se contrairmos uma doença, também dispomos de medicamentos para a combater, dando assim à humanidade uma esperança de vida mais longa e saudável. É também aos químicos e a outros cientistas que devemos a descoberta desses produtos. os plásticos que utilizamos desenvolveram-se a partir dos primeiros anos do século XX e a sua expansão teve tal impacto que, por vezes, se fala da “idade dos plásticos”. São diversas as suas aplicações. Os químicos são também os responsáveis pela descoberta destes materiais. os meios de comunicação e de transporte que usamos aperfeiçoam-se cada vez mais. A evolução do telefone, da rádio e da TV deve-se aos progressos alcançados nos últimos anos. Hoje, são utilizadas novas tecnologias, tais como computadores, comunicações via satélite, telefones celulares, etc. Também o avião moderno constitui uma obra-prima do desenvolvimento científico e técnico. A viagem à Lua tornou-se possível porque o homem aprendeu a construir gigantescos foguetões que desenvolvem enormes velocidades. Também nesta área, os químicos colaboram com os seus conhecimentos. Podemos concluir que os materiais, essenciais ou não, resultam de uma actividade científica. Compreendemos, agora, por que se afirma que a nossa vida sem o auxílio da Química seria impensável. Se hoje a influência da Química na vida humana é grande, no futuro possivelmente será ainda maior. Por isso, todos devemos ter uma ideia do que é a Química e qual a sua importância no desenvolvimento da ciência. “Compreender a QuíMiCA é compreender o mundo em que vivemos” E, se um dia, à tardinha, decidires ir jantar com os teus amigos, não te esqueças que o teu perfume foi concebido e testado por químicos e farmacêuticos, que as fibras do teu casaco foram concebidas e elaboradas por químicos e engenheiros químicos, que o aço e as tintas do autocarro que te vai transportar foram “inventados” e trabalhados por químicos e metalúrgicos e, possivelmente, até mesmo a qualidade dos alimentos que vais comer foi ensaiada, depois de controlada, por técnicos de bromatologia (ciência que estuda a qualidade dos alimentos). Lembra-te: “Tu e a Química vivem, em conjunto, no dia-a-dia.”
continua
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

Cap.

17

Método Jigsaw

APLiCo
1. Porque se diz que a Química é uma parte da nossa vida? 2. A cozinha das nossas casas é considerada um laboratório. Porquê? 3. Façam uma listagem de materiais das vossas cozinhas que traduzam obra de um químico. 4. Observem um rótulo de uma garrafa de água. Qual é a sua composição?

3. cOMO Nasceu a quíMica?
É impossível saber-se precisamente quando começou. Talvez tenha sido quando o Homem pré-histórico conseguiu pela primeira vez produzir o fogo. Este foi aprendendo gradualmente a cozer o barro para fabricar vasos e potes, a produzir tintas, a extrair medicamentos das plantas, etc. O Homem passou pelas idades da Pedra, do Bronze e do Ferro, sempre inventando e produzindo novos materiais. “não há dúvida que o Homem, desde a mais remota antiguidade e em todos os povos civilizados, realizou trabalhos de natureza química com diferentes objectivos.” Os Egípcios, muito antes de Cristo, já haviam atingido um alto grau de desenvolvimento: trabalhavam o ferro, o ouro, a prata e outros metais; fabricavam o vidro e trabalhavam o papiro para a escrita; curtiam o couro e extraíam corantes, medicamentos e perfumes das plantas; fabricavam bebidas fermentadas semelhantes à cerveja, etc. Não podemos esquecer que, na conservação das suas múmias, os Egípcios atingiram níveis de perfeição que até hoje têm sido admirados. “Foram os egípcios os primeiros a relacionar entre si factos diversos de índole química, fazendo investigações conscientes, que bem merecem já a classificação de científicas. “ Os Gregos da Antiguidade tentaram várias explicações sobre as coisas da Natureza. Uma das suas teorias filosóficas consistia em dizer que tudo o que existia no Universo era formado pela reunião de quatro elementos: • • • • TeRRA Fogo ÁguA AR

Infelizmente, o incêndio da Biblioteca de Alexandria no ano 640 fez perder os vestígios destes trabalhos e de quantos se lhes haviam seguido até essa data. A “actividade científica” só reaparece sob o domínio dos Árabes, com o estudo generalizado da Alquimia. “Química – vem do árabe “ai quemia” que significa alquimia”
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Na Idade Média, o sonho dos alquimistas era descobrir o “elixir da vida”, que poderia tornar o homem imortal, assim como a “pedra filosofal” que teria o poder de transformar metais baratos em ouro.
continua

O desenvolvimento dos conhecimentos químicos da época estava influenciado por toda uma série de ideias místicas e religiosas, que faziam da alquimia (directa precursora da Química) mais uma espécie de “magia negra” do que uma ciência.
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Cap.

17

Método Jigsaw

Claro que os alquimistas não conseguiram chegar às metas sonhadas, mas ao longo das suas pesquisas acabaram por produzir novas substâncias como o álcool, o ácido sulfúrico e o ácido nítrico, entre outras. No século XVI, na Europa, os “pesquisadores” abandonaram o “sonho” da Alquimia e partiram para caminhos mais realistas e úteis, principalmente a produção de medicamentos. Com isso, novos materiais foram surgindo, assim como se foram formando as primeiras Sociedades Científicas. Uma das primeiras figuras da Química “científica” é Paracelso, médico suíço do século XVI, que procurou dar uma explicação química aos processos vitais. Com Paracelso surgiu, então, a ideia dominante de que toda a arte de curar era apenas Química aplicada, procurando afanosamente a comparação de tudo o que se passa no corpo humano com fenómenos puramente químicos, ensaiando a sua explicação. No século XVII, o químico irlandês R. Boyle rompe com a tradição alquimista e estabelece, pela primeira vez, conceitos químicos perfeitamente definidos como os de “elemento” e “composto”. novo período abre-se para a Química A partir de Boyle, desenvolve-se toda uma geração de químicos experimentais que culmina com Lavoisier (séc. XVIII), a quem se deve o estabelecimento definitivo do Químico científico. No século XVIII, firmou-se realmente o carácter científico do Químico. Surgiu a Química Clássica, que já proporcionava uma explicação lógica para a existência de muitos materiais diferentes e suas possíveis transformações. Nesta época, o método científico já começa a ser usado sistematicamente: o Homem observa e tenta explicar o resultado de todas as suas observações. “o trabalho do cientista é um trabalho de investigação” Assim, essa investigação e observação atenta leva-o a fazer um estudo pormenorizado dos fenómenos, experiências e medições precisos, além de raciocínios críticos. Nos finais do século XVIII, John Dalton, grande químico inglês, introduz a teoria atómica, teoria sobre a qual assenta a Química e a Física dos nossos dias. A ideia de uma estrutura atómica da matéria não é original de Dalton, ela já vem da Antiguidade (tem cerca de 2000 anos). Dalton teve o mérito de introduzir a Teoria Atómica da Matéria como sendo de carácter científico, pois consegue, partindo de uma base experimental, uma interpretação natural e simples para a estrutura da matéria (foi por falta de factos concretos que lhe servissem de apoio que o atomismo grego caiu no esquecimento, por volta do ano 40 a.C.). Nesta época, o número de elementos conhecidos também aumenta extraordinariamente. Entretanto, o estudo dos compostos do elemento carbono veio dar novos horizontes à Química, bem como o consequente aperfeiçoamento dos métodos de análise. Cada vez mais se começa a desenhar a separação entre Química Orgânica e Química Inorgânica. O progresso mais espantoso registou-se no novo campo especializado da Química Orgânica – pode dizer-se que a sua história começa no século XIX. Nos séculos XIX e XX, tem sido possível presenciar as inúmeras pesquisas científicas e o avanço de novos ideias e novas descobertas, algumas das quais transformaram profundamente o nosso modo de vida e as nossas maneiras de pensar.

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Cap.

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Método Jigsaw

No nosso século, a Química surgiu com explicações muito detalhadas sobre a matéria e suas transformações, o que possibilitou o seu enorme desenvolvimento. Um dos ramos da Química que nas últimas décadas mais extraordinário desenvolvimento tem apresentado é, sem dúvida, a Química Industrial. Seria interminável descrever os progressos que se fizeram nas indústrias alimentar, de corantes, de perfumes, de produtos farmacêuticos, de plásticos, de carburantes sintéticos, de adubos, siderúrgica, metalúrgica, entre outros. “A Química industrial moderna, ao criar o plástico, criou uma civilização nova” O prodigioso progresso da indústria química é cada dia mais importante. Graças à extraordinária diversidade de produtos obtidos, o Homem descobre constantemente novos materiais para todos os fins. Infelizmente, porém, foi aperfeiçoando também as formas de guerrear, de destruir, de poluir e de chegar talvez a uma guerra nuclear, ou também química, o que poderá extinguir a própria Humanidade e todos os seres vivos da Terra. “não esquecer nunca que o Homem é o único responsável pelo bom ou mau uso das suas descobertas” Se a situação da Humanidade não é melhor nos nossos dias, é simplesmente porque o desenvolvimento moral do Homem não acompanhou o seu desenvolvimento científico e tecnológico.

APLiCo
1. Quando terá começado o estudo da Química? 2. Na Idade Média, qual era o sonho dos alquimistas? 3. Quem foi Paracelso? 4. Em que século, o método científico começa a ser usado sistematicamente?

4. cOMO trabaLhaM Os quíMicOs?
“A maior parte do conhecimento científico de hoje é o resultado de investigações cuidadosamente planificadas e levadas a cabo por cientistas” Toda a informação científica resulta de uma cuidadosa experimentação.
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Um cientista tem interesse por tudo o que o cerca e, por conseguinte, desenvolve métodos para aprender mais sobre o meio que o rodeia e sobre os fenómenos e ocorrências naturais que observa.
continua

Esses métodos integram um conjunto de etapas que embora os cientistas enquanto desenvolvem as suas investigações não sigam da forma ordenada e linear como aqui te são apresentadas, as contemplam nas suas investigações para que os resultados e as conclusões a que chegam possam ter validade científica.
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Cap.

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Método Jigsaw

“Cuidadosa observação da ocorrência ou do objecto a ser estudado” O químico assume uma posição semelhante à de um detective. Embora possa ter antecipadamente à investigação que desenvolve uma “teoria pessoal” (teoria prévia) sobre como os acontecimentos ou fenómenos decorrem, tem de provar a sua forma de ver os fenómenos, isto é, se a sua teoria pessoal está correcta. Por isso, tem de recolher um conjunto de informações e acumular um conjunto de dados precisos acerca do fenómeno observado que chamou a sua atenção. Se eles não apoiam a sua teoria prévia, o cientista terá de a reformular, de acordo com os dados recolhidos. Esses dados recolhidos resultam de uma observação directa, de pesquisa, de literatura científica e de outras fontes. “Registo preciso dos factos observados e dados recolhidos” Feita esta recolha de dados e de informações, ele terá de os organizar. Em seguida, vai realizar experiências disciplinadas e persistentes. Muitas dessas experiências podem não levar a nada, porque os factos, embora cuidadosamente observados e meticulosamente anotados, não foram organizados de modo a revelar uma tendência ou regularidade que conduzisse a uma maior compreensão do fenómeno. O uso de tabelas e gráficos contribui significativamente para a análise de regularidades observadas. “organização dos dados acumulados” Parte agora à procura de regularidades planeando e realizando novas experiências, de modo a testar, em laboratório, as várias hipóteses previamente formuladas. “Formulação de hipóteses” Se a hipótese formulada leva a conclusões que a experiência confirma, admite-se que a hipótese é aceitável. Caso contrário, é rejeitada. “ideias e factos científicos surgem pela primeira vez da experiência” Quando todas as experiências dão resposta ao nosso problema, a hipótese pode tornar-se mesmo uma teoria. “Conclusões claras e concisas” A teoria, aparentemente satisfatória, é testada repetidamente até se estabelecer a sua validade. Com o passar dos anos, se nenhuma experiência ou observação mostrar que essa teoria está errada, então pode mesmo assumir-se como lei. Em suma, a atitude do cientista segue uma série de passos logicamente relacionados. O conjunto desses “passos” constitui o Método Científico.
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continua

• • • • • • •

observação cuidadosa da ocorrência ou do objecto de estudo; Registo dos factos observados e dados recolhidos; organização dos dados acumulados; Formulação de hipóteses; experimentação para confirmação das hipóteses; Hipótese confirmada ou não confirmada; Resposta ao problema (conclusão) ou escolha de novas hipóteses.

Cap.

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Método Jigsaw

Todo o processo se repete continuamente – a ciência não pára! “A ciência é a investigação sistemática do meio ambiente, realizada pelo Homem.”

APLiCo
1. Qual o local de trabalho dos químicos? Porquê? 2. Como trabalham os químicos? 3. Que qualidades acham que um químico deve ter? 4. Num laboratório não devemos ser medrosos, mas sim cautelosamente conscientes. Porquê?

5. a quíMica cOMO ciêNcia das traNsFOrMações
O Homem, ao utilizar os materiais de que dispõe no sentido de os transformar e elaborar, contribui para que, diariamente, ocorram transformações. Assim: •  Recolhendo minérios existentes na crusta terrestre, isola os metais para com eles fabricar máquinas, automóveis, aviões, utensílios de cozinha, etc; •  Extraindo petróleo e carvão, submete-os a transformações para preparar não só combustíveis, mas também outros produtos intermédios, tais como: borracha sintética, plásticos, corantes, etc; •  Obtendo a madeira das árvores, submete-a a transformações de forma a fabricar papel; •  Colhendo cereais, nomeadamente cevada, o Homem prepara a cerveja, cujo aroma e sabor amargo tradicionais se devem à presença do lúpulo (planta trepadora); •  Cozinhando os alimentos, transforma-os; estes, ao serem digeridos, sofrem também transformações dentro do nosso aparelho digestivo, como se este fosse um verdadeiro tubo de ensaio. Mas como consegue o Homem concretizar todas estas transformações? Bastará ao Homem conhecer somente as propriedades dos materiais? É importante também saber como transformá-los. Realizemos então algumas transformações. Assim podemos ter: TRAnsFoRMAÇÕes FísiCAs e QuíMiCAs
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As transformações que não provocam alterações nas propriedades características das substâncias são TRAnsFoRMAÇÕes FísiCAs. As transformações que conduzem à formação de novas substâncias, em que há alterações nas propriedades características das substâncias iniciais, são TRAnsFoRMAÇÕes QuíMiCAs.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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continua

Cap.

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Método Jigsaw

continuação

Agora estamos com certeza aptos a responder à questão formulada no ponto 1 – “O que é a Química?” “QuíMiCA – é a ciência que estuda as substâncias através das suas propriedades, da sua composição e das suas transformações.”

APLiCo
1. Da listagem de transformações que se seguem, indiquem as transformações químicas e as transformações físicas: - o amadurecimento da fruta; - o talhar do leite; - o estilhaçar do vidro; - a caramelização do vidro; - a solubilização do sal comum em água. 2. Porque muda de cor o camarão quando cozinhado?
Adaptado de: Eu e a Química – 8º ano de escolaridade, de Noémia Maciel e Ana Miranda, Porto Editora.

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Cap.

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Método Jigsaw
Anexo

17.3

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
ecOssisteMas: iNteracções eNtre seres vivOs

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

Ficha de Trabalho

A - interacções interespecíficas favoráveis
Na natureza, muitos seres vivos desenvolveram associações curiosas que beneficiam pelo menos uma das espécies relacionadas. O mutualismo é uma interacção entre seres vivos de espécies diferentes em que ambas são beneficiadas. exemplos: o líquen Os líquenes são um bom e dos mais antigos exemplos de mutualismo entre dois organismos diferentes: uma alga e um fungo. A alga, rica em clorofila, absorve o dióxido de carbono do ar, sintetizando matéria orgânica necessária à vida do fungo. Por outro lado, o fungo fornece matéria mineral pela decomposição da matéria orgânica e retém água, protegendo a alga contra a desidratação. o paguro ou casa-alugada No ecossistema marinho, um exemplo de mutualismo ocorre entre o paguro e as anémonas. O paguro, encontrando uma concha vazia, introduz nela o seu abdómen mole para protecção e transporta esta “armadura” consigo para qualquer local. As anémonas fixam-se a esta concha, servindo-lhe de camuflagem, e assim beneficiam do movimento do paguro. Depois de leres atentamente o texto responde às seguintes questões: Como defines mutualismo? Explica por que razão as relações acima descritas se podem considerar exemplos de mutualismo.

B - interacções interespecíficas favoráveis
Na natureza, muitos seres vivos desenvolveram associações curiosas que beneficiam pelo menos uma das espécies relacionadas. O comensalismo é uma interacção entre duas espécies em que uma, o comensal, é beneficiada e a outra não é prejudicada. exemplos:
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A rémora e o tubarão A rémora é um pequeno peixe que se agarra ao tubarão através de uma ventosa que possui na sua cabeça. Deste modo, a rémora é transportada pelo tubarão e aproveita os restos de alimento que este desperdiça.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

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Método Jigsaw

o congro O congro é um peixe que vive numa toca onde habitualmente se encontram camarões que se alimentam dos seus restos. As epífitas As epífitas como, por exemplo, certas orquídeas, são plantas que vivem sobre o tronco de árvores altas. Encontram-se em florestas chuvosas e utilizam substâncias que retiram do ar e da água das chuvas. As árvores sobre as quais vivem servem-lhes apenas de suporte. Depois de leres atentamente o texto responde às seguintes questões: Como defines comensalismo? Explica por palavras tuas por que razão as relações acima descritas se podem considerar exemplos de mutualismo.

C - interacções interespecíficas desfavoráveis
Na natureza, muitos seres vivos desenvolveram associações curiosas que beneficiam uma das espécies relacionadas e em que a outra é prejudicada. A predação é uma interacção que se estabelece entre dois seres vivos de diferentes espécies, em que um deles captura o outro e se alimenta dele. Ao primeiro chamamos predador e ao segundo presa. Os predadores apresentam diversas adaptações de ataque adequadas à captura das presas. Alguns têm garras desenvolvidas, dentes aguçados, bicos fortes e curvados. Deslocam-se rapidamente, correndo, saltando ou fazendo voo picado. Possuem órgãos dos sentidos bem apurados. Por outro lado, as presas apresentam diversas adaptações de defesa. Na camuflagem o corpo do animal assemelha-se à forma do seu suporte – por exemplo, um bocado de madeira -, ou muda de cor conforme o ambiente em que se encontra. Designa-se por mimetismo a semelhança de aspecto (forma ou cor) entre duas espécies. As colorações miméticas permitem que animais inofensivos pareçam perigosos, ao imitar aqueles que o são. A predação, por estranho que pareça, acaba por beneficiar as populações predadas porque os predadores, geralmente, caçam os animais mais frágeis ou doentes, impedindo, deste modo, que as doenças se propaguem. Além disso, permitem que sejam os animais mais aptos a reproduzirem. exemplos: As plantas carnívoras As plantas carnívoras capturam e digerem insectos, dos quais extraem o azoto e os sais minerais de que necessitam, o que lhes permite sobreviver num ambiente onde esses nutrientes são escassos. Estima-se que em todo o mundo existam, aproximadamente, 600 espécies de plantas carnívoras. o ser humano
continua

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O ser humano, animal carnívoro por excelência, é um dos predadores mais diversificados, ao alimentar-se de uma grande variedade de plantas, animais e seus derivados.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

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Método Jigsaw

continuação

Depois de leres atentamente o texto responde às seguintes questões: Como defines predação? Explica por que razão as relações acima descritas se podem considerar exemplos de predação. Nos exemplos dados, identifica os predadores e as presas. Identifica as formas como as presas podem defender-se dos predadores.

D - interacções interespecíficas desfavoráveis
Na natureza, muitos seres vivos desenvolveram associações curiosas que beneficiam uma das espécies relacionadas e prejudica a outra. Regra geral, um parasita não provoca danos no hospedeiro de forma a matá-lo a curto prazo. Causa-lhe porém um enfraquecimento progressivo. O parasitismo é um tipo de adaptação especial em que um indivíduo, o parasita, retira vantagens do organismo de um outro indivíduo, o hospedeiro, com o qual permanece associado num equilíbrio mais ou menos duradouro. Quando o parasita se situa fora do corpo do hospedeiro, a relação denomina-se ectoparasitismo. Se o parasita viver no interior do hospedeiro, trata-se de endoparasistismo. exemplos: A cuscuta A cuscuta vive sobre outras plantas, retirando-lhes água e alimento. o Homem O ser humano estabelece com os seres vivos que o rodeiam uma grande diversidade de interacções. No parasitismo, são vários os parasitas que no interior e exteriormente, se servem do corpo humano como fonte de alimento. À superfície da pele, piolhos, ácaros e mosquitos são alguns parasitas que se alimentam da epiderme ou do sangue. Pelos sistemas respiratório, digestivo, urinário e circulatório, parasitas, como bactérias e lombrigas, entram no organismo e dele retiram substâncias nutritivas. Depois de leres atentamente o texto responde às seguintes questões: Como defines parasitismo? Explica por palavras tuas por que razão as relações acima descritas se podem considerar exemplos de parasitismo. A partir dos exemplos anteriores identifica: – Os parasitas e os hospedeiros; – Endoparasitas e ectoparasitas.
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117

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.3

Mini-teste

Ano de escolaridade

Conteúdo
ecOssisteMas: iNteracções eNtre seres vivOs

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

grupo: nome: o Professor:

Data: nº Turma:

Classificação:

Mini-teste
1- Lê as frases seguintes, que se referem a relações bióticas entre populações. a) Os lobos caçam em grupo quando se trata de grandes presas, como veados. b) A cuscuta é uma planta de caule muito fino e avermelhado, que vive sobre outras plantas, das quais retira o alimento, através de raízes transformadas em apêndices sugadores. c) As aranhas utilizam as plantas como suporte para as teias, sem as afectar. d) Animais como o cavalo têm, no interior do seu tubo digestivo, bactérias que conseguem digerir a celulose dos vegetais. Sem a presença destes microrganismos o cavalo não teria capacidade de digerir totalmente o seu alimento. Esta associação é, igualmente, obrigatória e vantajosa para as bactérias. e) Na Amazónia, há morcegos e tartarugas que se alimentam do mesmo tipo de frutos. 1.1 - indica, para cada uma delas, quais são as populações prejudicadas, as beneficiadas e as indiferentes. 1.2 - Classifica as relações bióticas apresentadas, referindo o seu nome. 2 - observa atentamente as imagens da Figura 1, que mostram duas relações bióticas que estudaste.

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118

continua

Fig.1- As rémoras fixam-se ao corpo do tubarão através de uma ventosa, conseguindo assim transporte e protecção (A). Algumas anémonas fixam-se à concha do caranguejo-eremita, conseguindo assim transporte e alimentos deixados pelo caranguejo (B) e deste modo servem-lhe de camuflagem.

Cap.

17

Método Jigsaw

continuação

2.1 - indica quais as relações bióticas representadas. 3 - Considera as interacções entre seres vivos: a) As algas castanhas proporcionam refúgio e condições de desova para diversos peixes. b) O caracol come os rebentos e folhas de plantas de que mais gosta. c) A sanguessuga alimenta-se de sangue de animais aquáticos. 3.1 - Assinala a opção correcta que corresponde à sequência apresentada. a) a) b) c) Parasitismo, comensalismo, parasitismo. Predação, comensalismo, parasitismo. Comensalismo, predação, parasitismo. Comensalismo, predação, comensalismo.

4 - As afirmações que se seguem dizem respeito a relações ecológicas. I - Um organismo que mata para comer é um predador. II - Um ser vivo que vive sobre ou no interior dos outros, obtendo deles o alimento e prejudicando-os, é um parasita. III - Um tipo de relação na qual um organismo é beneficiado e o outro não é afectado nem prejudicado chama-se mutualismo. 4.1 - utiliza a seguinte chave para classificar estas afirmações: a) Somente I e II são correctas. b) Somente I e III são correctas. c) Todas as afirmações são correctas. 5 - As raízes do pinheiro, desprovidas de pêlos absorventes, são envolvidas por filamentos de um fungo que com elas vive associado. o pinheiro, planta que realiza a fotossíntese, fornece o alimento ao fungo. Teor dos sais Minerais (mg) Azoto Fósforo Potássio Altura (cm) Plântulas de pinheiro da mesma idade Associada ao fungo 5,39 0,7 2,12 6 Não associada ao fungo 2,16 0,12 0,81 3,2

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5.1 - Perante os dados da tabela, indica: 5.1.1 - A vantagem desta associação para o pinheiro. 5.1.2 - o tipo de associação considerada.

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119

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Contéudo
O arraNque da revOLuçãO iNdustriaL

Disciplina
HisTÓRiA

Ficha de Trabalho
Condições da prioridade inglesa Foi em Inglaterra que se iniciou, no século XVIII, o processo histórico da industrialização. A conjugação de um conjunto de condições favoráveis fez com que este país se tivesse antecipado aos restantes no arranque da revolução industrial.1 A partir do século XVII, a Inglaterra tinha conhecido um processo de desenvolvimento da grande manufactura. Esta tem já algumas semelhanças com o processo industrial. Também o desenvolvimento mercantil que se verificou em Inglaterra a partir do século XVIII teve como consequência um alargamento dos mercados, quer dos abastecedores de matérias-primas, quer dos de colocação dos produtos em excesso. Para isso, a Inglaterra contava com o seu vasto império colonial. Por outro lado, a Inglaterra tinha conhecido uma revolução agrícola. Esta, para além de proporcionar um conjunto de matérias-primas indispensáveis à industrialização, permitiu a dispensa de um grande número de pessoas que acabaram por engrossar a mão-de-obra disponível para a indústria. É evidente que esse desenvolvimento manufactureiro, mercantil e agrícola acabaria por permitir à Inglaterra acumular os recursos financeiros necessários à industrialização (doc. 1). O aumento da população verificado na sequência da revolução agrícola constituiu também um factor de pressão, na medida em que era necessário produzir em maiores quantidades, o que só era possível através da maquinização da produção. No que respeita aos inventos técnicos, a Inglaterra tinha primazia sobre todos os restantes países. Grande parte das inovações técnicas dos séculos XVII e XVIII pertenceram aos Ingleses: máquina de semear, fundição do ferro através do coque, lançadeira volante, tear mecânico e outras (doc. 2). A estas condições materiais juntou-se a condição humana, ou seja, a existência de uma burguesia activa e empreendedora, favorecida pelo regime liberal (parlamentarismo) que vigorava na Inglaterra desde a Revolução Gloriosa (1688). A abundância de matérias-primas (ferro, hulha e lã), a excelente rede natural de comunicações (portos, rios, canais) e as condições geográficas favoráveis constituíram outras condições de prioridade inglesa na revolução industrial (docs. 1 e 3). sectores de arranque da revolução industrial inglesa
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As indústrias têxtil e metalúrgica constituíram os dois grandes sectores de arranque da revolução industrial (doc. 3).
1 Revolução industrial – conjunto de transformações técnicas e económicas que se iniciaram em Inglaterra na 2.ª metade do século XVIII, e se alargaram a quase todos os países da Europa e da América do Norte no decorrer do século XIX. Considera-se geralmente que foi a invenção da máquina a vapor e a sua subsequente aplicação aos transportes e à indústria que provocou a rápida mudança nos modos de produção (da manufactura passou-se à maquinofactura).

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continua

Cap.

17

Método Jigsaw

Até cerca de 1830 o domínio pertenceu à indústria têxtil, nomeadamente a algodoeira. Era um sector que já estava em grande desenvolvimento antes mesmo da revolução industrial, tinha grande procura e, além disso, não exigia grandes investimentos. Os inventos técnicos ao nível da fiação e da tecelagem conferiram-lhe um destaque de primazia. Entre as décadas de 1830 e 1840 o destaque passou para a indústria metalúrgica do ferro, ligada às necessidades decorrentes dos meios de comunicação e de transporte, sobretudo caminhos-de -ferro e pontes, e à maquinaria diversa. A este sector ficou ligado também o desenvolvimento da exploração mineira (ferro e hulha). Progressos técnicos A maquinização da produção foi a grande característica da revolução industrial, na medida em que foram as máquinas-ferramentas que constituíram o grande suporte dessa revolução. O grande motor da revolução industrial foi, sem dúvida, a máquina a vapor de James Watt, descoberta em 1769. Ao transformar o calor em força mecânica, através do vapor, a máquina a vapor possibilitou ao homem, pela primeira vez, a produção artificial de energia. Utilizada inicialmente para bombear a água das minas, foi aplicada a maquinismos utilizados em diferentes sectores, nomeadamente no têxtil (tear e máquina de fiar), no metalúrgico (martelo-pilão) e nos transportes (locomotiva e barco) (doc. 1). Com a introdução destes maquinismos no processo produtivo, foi possível obter níveis de produção até aí impensáveis. Por outro lado, a alimentação das máquinas fez elevar consideravelmente o consumo de carvão (hulha), o que provocou um forte incremento da exploração mineira. Mas a construção das próprias máquinas exigia maiores quantidades de ferro, o que fez aumentar os níveis de exploração do respectivo minério. A utilização de carris de ferro, por onde circulavam os vagões com o minério, contribuiu igualmente para a produtividade das minas. Por outro lado, a fundição do ferro através do coque2 e o aperfeiçoamento dos altos-fornos permitiram uma maior rentabilização da indústria metalúrgica. Com a aplicação da máquina a vapor à locomotiva, em 1815, e com o desenvolvimento do caminho-de-ferro, as produções de hulha e de ferro cresceram a um ritmo vertiginoso. Alterações no regime de produção Com a introdução dos maquinismos no processo de produção, a manufactura cedeu lugar à maquinofactura3 (doc. 2). este novo regime de produção, iniciado na segunda metade do século XVIII e que se desenvolverá ao longo do século XIX, trouxe importantes consequências económicas, sociais e ambientais. Em termos de organização do trabalho, a oficina foi gradualmente substituída pela fábrica, em que há uma maior concentração de operários e de equipamentos sob o mesmo tecto (doc. 3).
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continua

Do ponto de vista social, o homem passou a estar ao serviço da máquina. Mais do que produzir directamente, o trabalhador da fábrica - o operário - passou a ter como função principal o controlo das máquinas. Neste sentido, houve uma certa desqualificação do seu trabalho.
2 3

O coque é um carvão poroso que se obtém da hulha.

Maquinofactura – sistema de produção em que os artigos são produzidos através de máquinas. Este processo de produção foi possível graças à aplicação da máquina a vapor (e mais tarde da electricidade) à indústria. Foi nos finais do século XVIII que a maquinifactura ultrapassou a manufactura (produção através do trabalho manual).

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Cap.

17

Método Jigsaw

continuação

No que respeita às alterações ambientais, elas decorreram da concentração populacional junto dos centros urbanos, da nova arquitectura ligada às construções fabris, com as suas altas chaminés, e da poluição provocada pelo fumo das fábricas.
(Textos retirados do livro: Ao encontro da História 8º ano de Pedro Ramiro Neves e Valdemar Castro Almeida, Porto Editora.)

Documentos 1; 2; 3

Documentos 1; 2; 3

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122

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
cONheciMeNtO dO MuNdO MateriaL

Disciplina
CiênCiAs nATuRAis

grupo: nome: o Professor:

Data: nº Turma:

Classificação:

Ficha de Avaliação individual / Mini-teste
1- observa a gravura e o mapa abaixo.

•  Localiza no tempo e no espaço, o início da Revolução Industrial. •  Indica as condições da prioridade inglesa expressas nos documentos A e B. •  Diz em que medida a revolução agrícola inglesa contribuiu para a Revolução Industrial. •  Mostra o contributo do desenvolvimento mercantil para o arranque da revolução industrial inglesa. •  Justifica a “escolha” dos sectores têxtil e metalúrgico para arranque da revolução industrial inglesa. •  Justifica o desenvolvimento da exploração mineira na 2ª metade do século XVIII.
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•  Indica os principais progressos que acompanharem o arranque da Revolução Industrial. •  Constrói uma frase, entre duas a quatro linhas, em que utilizes o conceito de maquinofactura. 2- Descreve as alterações de ordem social e ambiental, provocadas pela Revolução industrial.

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Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.5

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
10º

Conteúdo
a diMeNsãO éticO-pOLítica

Disciplina
FiLosoFiA

Ficha de Trabalho
Fundamentação da moral A questão de que agora nos ocuparemos é a de saber se um acto moral é bom porque os seus efeitos são bons, ou se é bom por ser realizado de acordo com o que se considera que deve ser feito. Trata-se do problema da fundamentação da moral, no âmbito do qual consideraremos dois tipos de teorias éticas: – Éticas teleológicas que sustentam que o valor dos actos morais se determina pela observação dos seus resultados, fins ou consequências. É o caso da ética de Epicuro. – Éticas deontológicas para as quais o valor das acções se determina pela intenção do sujeito. É o caso das éticas de Kant e de Habermas. A Ética de epicuro Epicuro, pensador grego do século IV a. C., é defensor de uma ética teleológica, dado que fundamenta o carácter bom da conduta no objectivo ou fim conseguido por essa conduta. Da cidadania ao individualismo Para a vida do grego tradicional era essencial participar nos negócios públicos, isto é, intervir activamente na organização e no equacionamento do futuro da pólis. Ora, a crise política e social que assolou as cidades gregas conduziu à perda da sua independência, privando os cidadãos de colaborar na organização e destino das mesmas. Amputada a esfera tradicional de actuação, essencial à existência das pessoas enquanto cidadãos livres, muitos se vocacionaram para a descoberta de novos ideais que refizessem o sentido das suas vidas. Perdida a liberdade social e política, encontram refúgio numa outra liberdade: a liberdade individual. A pessoa vê na capacidade de se bastar a si própria, uma forma de independência e de se sentir livre. Refugiando-se na esfera privada da sua vida e fluindo as delícias do convívio dos amigos pessoais, Epicuro defende que o homem verdadeiramente sábio deve desenganar-se, prescindindo da política, escapando, desse modo, às desilusões por ela provocadas. A questão de Epicuro já não é como realizar-se enquanto cidadão activo e participante na vida pública, mas o que fazer para levar uma conduta individual feliz. A vida política cede lugar, pois, às preocupações morais.
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uma ética do prazer Segundo os epicuristas, há que viver segundo o princípio do prazer, se se pretende ser feliz. O bem supremo identifica-se com o prazer, que é proporcionado, fundamentalmente, pelos órgãos corporais.

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124

continua

Cap.

17

Método Jigsaw

Todavia, é sabido que, quando fluidos em excesso, os prazeres sensíveis são fonte de desgosto, doença, sofrimento, em suma, originam o desprazer. Epicuro ultrapassa esta contradição distinguindo dois tipos de prazer: o prazer em movimento e o prazer em repouso. – O prazer em movimento experimenta-se no acto de satisfação de uma necessidade resultante de um desequilíbrio orgânico. Beber quando se tem sede ou comer quando se tem fome são actos que originam este tipo de prazer. – O prazer em repouso consiste no estado em que se vive quando não há nenhuma necessidade a reclamar satisfação, isto é, quando o organismo está em equilíbrio. Epicuro acaba por concluir que esta segunda forma de prazer é que constitui o verdadeiro bem, na medida em que só ela e duradoura, estável e permite a ausência total de dor. Por isso, o ideal de vida consiste em fugir dos prazeres violentos, tumultuosos, fugazes e procurar prazeres mais prolongados, subtis e espirituais. O sábio epicurista, que à partida nos parece surgir como adepto da sensualidade e do desregramento, toma-se, assim, um homem sereno que usa de moderação nos seus actos. Um pouco de pão para comer, um pouco de água para beber, um pouco de palha para dormir e um pouco de amizade devem bastar para fazer um homem feliz. Cultivando a prudência, a justiça, a temperança e a amizade, atingirá a ataraxia, ou seja, um estado purificado, imbuído de paz absoluta e equilíbrio perfeito. O homem que se encaminhe por esta via não tem que recear a morte, até porque os epicuristas consideram que a alma é de natureza material, morrendo com o corpo. Há que aproveitar esta vida, já que a morte não acarreta consigo a ideia preocupante do destino da alma. Os epicuristas defendem o seu ponto de vista argumentando que, enquanto vivemos, a morte está ausente e que, quando a morte chega, já cá não estamos. Assim, o homem e a morte nunca se encontram. uma ética material Dá-se o nome de material a uma ética em que o agir bem ou o agir mal dependem de um bem exterior à acção. A acção é boa, se nos aproxima desse bem; mas é má, se nos afasta dele. As éticas materiais são teleológicas, ou seja, são éticas de fins ou éticas de consequências porque é nestas que o valor da acção reside. Qualquer ética material comporta um conteúdo constituído por dois elementos básicos: 1. A pressuposição de que há coisas boas entre as quais o homem selecciona a que mais lhe agrada para a eleger como bem superior ou fim a atingir.
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Esse fim pode ser o dinheiro, a saúde, a felicidade, a honra ou o prazer. Os epicuristas escolheram, como sabemos, o prazer para bem supremo. 2. Escolhido o objectivo ou fim, a ética indica as normas ou preceitos de acção para o alcançar. Uma das normas epicuristas diz: “Para obteres o verdadeiro prazer, sê moderado na tua vida”.
continua
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 125

Cap.

17

Método Jigsaw

guiA De oRienTAÇÃo De LeiTuRA
grupo: A Ética de epicuro – Distinguir Ética Formal de Ética Material. – Esclarecer o contexto em que surge a ética de Epicuro. – Como responde Epicuro à pergunta: “o que fazer para ser feliz?” – o que é viver segundo o princípio do prazer? – o que é o bem supremo? – Em que consiste o ideal de vida? – Esclarecer os conceitos de prazer em repouso e prazer em movimento, de ataraxia e de serenidade e moderação. – Relacionar excessos com desprazer. – Elaborar duas questões e respostas sobre Epicuro. Fundamentação da moral A questão de que agora nos ocuparemos é a de saber se um acto moral é bom porque os seus efeitos são bons, ou se é bom por ser realizado de acordo com o que se considera que deve ser feito. Trata-se do problema da fundamentação da moral, no âmbito do qual consideraremos dois tipos de teorias éticas: – Éticas teleológicas que sustentam que o valor dos actos morais se determina pela observação dos seus resultados, fins ou consequências. É o caso da ética de Epicuro. – Éticas deontológicas para as quais o valor das acções se determina pela intenção do sujeito. É o caso das éticas de Kant e de Habermas. A ética de Kant Na filosofia de Kant, o papel da razão humana está em sintonia com os conceitos e os modos de ver e de pensar da época. Kant é o filósofo do século XVIII, o filósofo da ilustração. É o pensador mais representativo do iluminismo, do movimento das luzes, do entusiasmo pela liberdade e pela emancipação do homem em relação a todas as formas de opressão mental. “Ousa pensar” é a fórmula mais repetida e com a qual se pretende despertar a razão humana para lutar contra os preconceitos, contra a tradição, contra a “ superstição”, contra toda e qualquer tirania exterior à razão, isto é, contra toda a autoridade não reconhecida como tal pela própria razão. Neste contexto, podemos considerar que Kant operou uma verdadeira revolução ao propor uma ética autónoma, formal e deontológica, quando as éticas desenvolvidas até ao século XVIII eram heterónomas, materiais e de cariz teleológico.
continua
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 126

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Cap.

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Método Jigsaw

Da heteronomia à autonomia Segundo Kant, o homem que se rege por éticas materiais não têm autonomia da razão, ou seja, não possui uma razão livre para decidir por si, limitando-se a obedecer aos ditames do desejo e das inclinações. Desejos, apetites e inclinações, sempre associados ao corpo, apresentam-se em Kant como autênticos escravizadores da razão humana, impedindo que ela escolha o que deve ou não deve fazer. Neste sentido, obedecendo aos prazeres sensíveis, o epicurismo surgia a Kant como uma ética heterónoma na medida em que as normas de acção são definidas fora da razão do sujeito, impondo-se a partir do exterior. Kant irá propor uma ética racional, por considerar que só assim será universal e com capacidade de restituir ao homem o poder de decidir livremente os actos que julga dever fazer. Compreende-se melhor o conceito de autonomia da razão, depois de considerarmos que o autor que estamos a tratar tem uma concepção dualista do homem, herdeira, aliás, da tradição filosófica que estabelecia uma dicotomia entre: Animalidade Matéria Corpo Sentidos Humanidade Espírito Alma Razão

Assim, integrando por natureza esta dualidade, o homem apresenta, simultaneamente, uma disposição para a animalidade e uma disposição para a humanidade. Humanidade Identifica-se com a parte racional do homem. É a sua dimensão superior, sede da autonomia, da responsabilidade, da liberdade, da consciência, do sentimento do dever, da boa vontade, em suma, da capacidade de agir moral. Animalidade Relaciona-se com o homem enquanto realidade empírico-sensível, enquanto ser material que dispõe de um corpo dotado de apetites, impulsos, desejos, inclinações e necessidades de ordem biológica. A autonomia da razão, ou autonomia moral, consiste em o homem ter força suficiente para seguir os ditames da razão, ainda que os apetites e inclinações biológicas ameacem desviá-lo para uma direcção diferente. A moral de Kant é assim, uma moral racional. uma ética do dever
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O respeito pelo dever é uma noção central na ética kantiana. Compreenderemos facilmente a sua importância, se considerarmos o exemplo que Kant nos apresenta ao caracterizar a acção moral. Kant distingue no homem três espécies de acção: 1. Acção contra o dever.
continua

É o que acontece quando o comerciante explora os clientes, cobrando preços abusivos. Como é óbvio, esta acção é destituída de valor moral.

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Cap.

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Método Jigsaw

2 Acção conforme ao dever. É o caso do comerciante que não vende caro os seus produtos para manter os clientes habituais e, eventualmente, atrair outros novos. Esta acção também não tem valor moral porque ela não passa de um meio de o comerciante alcançar um fim exterior à acção: assegurar vendas e angariar futuros clientes. Acção por dever O exemplo do comerciante que não vende caro porque sabe que é esse o seu dever. Acções como esta são, segundo Kant, as verdadeiras acções morais, pois o valor reside na própria acção. Sendo praticadas por respeito ao dever, elas são um fim em si mesmas e não um meio de obter uma recompensa. São executadas de acordo com o que este pensador designa por boa vontade do agente moral. Isto significa que Kant, defensor de uma ética deontológica, considera que o homem só age bem se actuar por dever. E agir por dever é agir por respeito à lei moral e não por submissão às consequências ou ao fim a atingir. uma ética formal Detenhamo-nos um pouco a considerar duas formulações do imperativo moral que Kant apresenta na obra Fundamentação da metafísica dos costumes: “Age sempre segundo uma máxima tal que possas querer ao mesmo tempo que ela se torne uma lei universal.” “Age sempre de maneira a tratar a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, como fim e nunca simplesmente como meio.” Notemos que, diferentemente do que se passa nas éticas materiais, estes imperativos são formais, isto é, vazios de conteúdo. De facto, nenhum deles faz referência ao que se pode atingir com as acções praticadas nem indica concretamente o que é que se deve fazer para se agir moralmente. O carácter formal destes imperativos é evidente, na medida em que não estabelece nenhuma norma particular para esta ou aquela acção, antes estabelece a forma que deve presidir a qualquer um dos nossos actos. Por isso, quando se diz que uma ética é formal, pretende-se significar que: 1. Não estabelece nenhum bem ou fim exterior à acção que tenha que ser procurado. 2. Não diz o que o homem deve fazer, mas como deve agir, seja qual for a acção a realizar. – Notemos que aqueles imperativos a priori, ou seja, a sua validade não depende da experiência.
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Esta anterioridade e independência em relação à experiência ou às acções concretas conferem àquelas regras carácter incondicional, pelo que surgem como aconselhamentos válidos para todas as pessoas, seja em que caso for. São, de facto, normas válidas independentemente do que quer que seja, e que têm, por isso, aplicação universal.
continua

– A criação de uma ética universal era de facto o objectivo de Kant, para ultrapassar o carácter particular das éticas materiais e com regras fundadas na experiência.

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Método Jigsaw

Ora, tanto o fim - prazer - como as normas - não comer em excesso, não se dedicar à política - são simples generalizações da experiência Sabemos que é perfeitamente possível deparar com pessoas que obtêm prazer ao comer muito ou, também, ao dedicar-se à política. Dado que a excepção pode surgir a qualquer momento, estas éticas a posteriori ou derivadas da experiência não possuem validade universal. – A segunda forma de expor o imperativo categórico, para além de corroborar o carácter formal e universal da ética de Kant, evidencia a ideia de homem como fim e não como meio. Tal significa que não devemos instrumentalizar as pessoas, ou seja, fazermos delas um meio de alcançar certos objectivos. A pessoa considerada como fim constitui-se como objectivo a que tudo se deve subordinar e não o inverso. As concepções morais de Kant têm sempre subjacente o conceito de homem como um valor, a defesa intransigente do respeito pelo ser humano, o qual é portador de uma dignidade intrínseca que, em nenhuma instância, deve ser ameaçada.

guiA De oRienTAÇÃo De LeiTuRA
grupo: A ética de Kant - Distinguir Ética Formal de Ética Material. - Esclarecer o contexto em que surge a ética de Kant. - Reconhecer as críticas de Kant às éticas materiais. - Compreender por que se chama à ética de Kant uma ética racional e autónoma. - Distinguir acção contra o dever, acção conforme o dever e acção por dever. - O que é agir bem? - O que são imperativos éticos? - Enunciar o imperativo categórico/moral. - Apresentar características do imperativo moral. - Elaborar duas questões e respostas sobre Kant. Fundamentação da moral A questão de que agora nos ocuparemos é a de saber se um acto moral é bom porque os seus efeitos são bons, ou se é bom por ser realizado de acordo com o que se considera que deve ser feito. Trata-se do problema da fundamentação da moral, no âmbito do qual consideraremos dois tipos de teorias éticas: – Éticas teleológicas que sustentam que o valor dos actos morais se determina pela observação dos seus resultados, fins ou consequências. É o caso da ética de Epicuro.
continua

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– Éticas deontológicas para as quais o valor das acções se determina pela intenção do sujeito. É o caso das éticas de Kant e de Habermas.

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Cap.

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Método Jigsaw

Éticas da discussão A universalidade das normas morais é igualmente sentida nalgumas teorias éticas da actualidade. Entre elas situam-se as éticas da discussão, propostas na década de setenta por K. O. Apel e J. Habermas. Porém, enquanto a universalidade da norma kantiana se fundava apenas na consciência do dever de um indivíduo racional e livre, a tendência universalizante requerida pelas éticas da discussão encontra fundamento em todos os participantes do diálogo. Contrapondo-se ao imperativo categórico de Kant, afirma-nos Habermas: “Em vez de impor a todos os outros uma máxima que quero que seja lei universal, devo submeter a minha máxima a todas as outras a fim de examinar a sua pretensão à validade.” Quais são as linhas gerais de uma ética da discussão? Na ética formal de Kant, o ponto de partida é, como sabemos já, a consciência do dever. Nesta ética, o ponto de partida é a discussão de normas para a determinação das que são moralmente correctas. Assim, as pessoas argumentam no sentido de chegar a um acordo quanto a aspectos como os seguintes: como lidar e pôr cobro à violência? A insubmissão e a desobediência à autoridade civil serão moralmente correctas? A riqueza estará bem distribuída? um diálogo empenhado Quando se efectuam conversações a nível local, regional, ou em cimeiras internacionais, não se podem excluir do diálogo as pessoas afectadas pelas decisões a tomar, nem ignorar os seus interesses. Tem que se partir do princípio que todas as pessoas são interlocutores válidos, pelo que devem participar na discussão sem omitir as suas necessidades, as suas pretensões e sem ignorar as normas que eventualmente os afectem. Os participantes não podem discutir por discutir nem procurar conduzir o diálogo na direcção que particularmente os favoreça, antes têm de se preocupar vivamente com os problemas em questão, empenhando-se seriamente no diálogo e tendo como objectivo a possibilidade de entendimento entre todos quanto à resolução do problema. Só assim se consegue que as normas encontradas possuam carácter trans-subjectivo. um diálogo com sentido Diga-se ainda que só é possível chegar a normas morais correctas se o diálogo apresentar características que permitam, segundo Habermas, considerá-lo como uma “discussão entre iguais”. Para isso, o diálogo tem de obedecer a regras que Habermas refere do modo seguinte: 1. Na discussão pode participar qualquer sujeito dotado de linguagem e que seja capaz de agir.
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2. Qualquer sujeito pode problematizar qualquer afirmação. 3. Qualquer sujeito pode introduzir na discussão qualquer afirmação. 4. Qualquer sujeito pode expressar as suas posições, desejos e necessidades.
continua

5. Nenhum sujeito pode ser impedido de fazer valer os seus direitos, estabelecidos nas regras anteriores, mediante coacção interna ou externa à discussão.

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Cap.

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Método Jigsaw

Se as regras forem respeitadas, o diálogo terá sentido e constituirá uma autêntica procura cooperativa do que é justo e do que é correcto. A existência de interlocutores válidos e o cumprimento das regras da discussão são os pressupostos que conferem sentido ao diálogo e fazem dele o meio adequado de testar o carácter ético das normas. Critério de validação das normas As normas a que se chega só serão válidas se obedecerem simultaneamente a dois princípios: princípio da ética da discussão e princípio da universalização. Princípio da ética da discussão Só podem pretender ser válidas as normas que forem aceites por todos os elementos participantes na discussão. Princípio da universalização Só serão válidas as normas se todos os que forem por elas afectados aceitarem racional e livremente as consequências previsíveis do seu cumprimento. Em suma, uma norma será correcta se todos os que ela possam ser afectados estiverem de acordo quanto à sua aceitação e isto não porque ela satisfaça os interesses de um indivíduo ou de uma comunidade, mas porque satisfaz interesses universais. As éticas da discussão tornam-se absolutamente necessárias e têm um considerável papel a desempenhar nos tempos que correm, na medida em que as questões morais da actualidade se põem a todas as pessoas enquanto elementos activos e participantes nas comunidades em que vivem e, em última análise, enquanto seres que habitam o mesmo mundo e compartilham os grandes problemas que assolam a humanidade. Tornam-se imprescindíveis na ecologia, por exemplo, em virtude dos problemas resultantes da contaminação do meio ambiente e da má utilização dos recursos naturais. São exigidas pelas questões relacionadas com a paz no mundo para que se ponha termo aos conflitos internacionais. O mesmo se passa no que respeita à injustiça quanto à distribuição das riquezas, etc. Contudo, a ética da discussão de Habermas é apenas uma proposta ideal de actuação. É que na vida real, muitas vezes, as discussões não são feitas em condições de igualdade e de isenção, e quase sempre se verifica a existência de uma forma ou outra de coação. Além disso, é vulgar os participantes caírem nos seus interesses pessoais ou grupais, esquecendo-se de procurar a satisfação dos interesses universais. Por isso, os caracteres ideais da discussão funcionam como meta orientadora que a razão considera necessária e desejável para que se descubram as normas morais válidas, orientadoras de toda a humanidade.

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guiÃo De oRienTAÇÃo De LeiTuRA
grupo: A Ética de Habermas – Distinguir Ética Formal de Ética Material.
continua
131

– Distinguir a perspectiva de Kant e de Habermas quanto à universalidade das normas morais.

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Cap.

17

Método Jigsaw

continuação

– Esclarecer a importância de todos os indivíduos para o estabelecimento das normas. – Compreender porque se chamam éticas da discussão. – Identificar os critérios de validação das normas morais. – Esclarecer o conceito de trans-subjectivo. – Identificar as regras do diálogo. – Elaborar duas questões e respostas sobre Habermas.
Ficha elaborada pelas professoras Arlete Gouveia e Fátima Barros da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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132

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.5

Mini-teste

Ano de escolaridade
10º

Conteúdo
a diMeNsãO éticO-pOLítica

Disciplina
FiLosoFiA

Ficha de Avaliação individual Mini-teste
1 – Das seguintes afirmações, assinale as que estão de acordo com o pensamento de epicuro (1 a 10), Kant (11 a 16) e Habermas (17 a 21). 1. A moderação nos actos é um dos lemas de Epicuro. 2. O homem é feliz quando atinge a ataraxia. 3. A verdadeira felicidade consiste na obtenção do prazer. 4. A ética de Epicuro é considerada uma ética material. 5. O prazer em repouso é superior ao prazer em movimento. 6. A ataraxia é um estado purificado de paz absoluta e de equilíbrio perfeito. 7. Epicuro defende que o homem deve empenhar-se na busca da felicidade. 8. Epicuro propõe uma ética deontológica. 9. O conteúdo da ética material de Epicuro é o prazer, cuja obtenção exige uma vida moderada. 10. O prazer em movimento é mais prolongado, subtil e espiritual. 11. Kant recusou as éticas anteriores porque eram heterónomas, materiais e derivavam da experiência. 12. O imperativo categórico de Kant aproxima-se da regra moral: “Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.”
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13. Considera que agir por dever e conforme ao dever são actos morais. 12. Defende uma ética autónoma. 13. O Homem age moralmente quando satisfaz necessidades de natureza biológica.
continua
133

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Cap.

17

Método Jigsaw

14. O Homem age moralmente quando cumpre um dever pelo puro respeito ao dever. 15. Os imperativos Kantianos impõem-se incondicionalmente a todas as pessoas. 16. A ética de Kant é uma ética material. 17. As éticas da discussão são propostas por K. Apel e J . Habermas. 18. As éticas da discussão são universalizantes. 19. Nas éticas da discussão o ponto de partida é a discussão de normas para determinar as que são moralmente correctas. 20. As éticas de discussão valorizam o diálogo empenhado. 21. As normas possuem carácter trans-subjectivo. 2 – estabeleça a correspondência entre os conceitos indicados e as éticas em que se integram: ÉTICAS A - Epicurista CONCEITOS Ataraxia Acordo Intenção Prazer em movimento Trans-subjectividade Dever Ética da discussão Prazer em repouso
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CORRESPONDÊNCIA (Escreva a letra respectiva A, B ou C)

B - Kantiana

Homem como fim em si mesmo Consenso
continua
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Imperativo categórico

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Cap.

17

Método Jigsaw

continuação

ÉTICAS C - De Habermas

CONCEITOS Ética material / Ética formal Diálogo empenhado a priori Razão autónoma Ética teleológica

CORRESPONDÊNCIA (Escreva a letra respectiva A, B ou C)

1 - Qual a diferença entre éticas deontológicas e éticas teleológicas? 2 - esclareça o sentido da seguinte afirmação, tendo em conta a ética epicurista: “o bem supremo identifica-se com o prazer”. 3 - enuncie o imperativo categórico de Kant. 4 - Quais os princípios que validam as normas na ética de Habermas.
Fichas elaboradas pelas professoras Arlete Gouveia e Fátima Barros da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.

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135

Cap.

17

Método Jigsaw
Anexo

17.6

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
12º

Conteúdo
diversidade e OrigeM das espécies

Disciplina
BioLogiA

Ficha de Trabalho

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continua

Cap.

17

Método Jigsaw

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continua

Cap.

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Método Jigsaw

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continua

Cap.

17

Método Jigsaw

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continuação
Fichas elaboradas pela professora Elisabete Maria Matos Soares da Escola Secundária / 3 Morgado Mateus, Vila Real.

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139

Cap.

18

Método Pensar – Formar Pares – Partilhar
Anexo

18.1
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
FuNciONaMeNtO da LíNgua

Área curricular
LínguA PoRTuguesA

Ficha de Trabalho exercício de completamento de texto.
Completa os espaços em branco com – Ah, à ou há
– ___________, ainda bem que chegaram ___________ escola cedo! Vamos ___________ Sala Polivalente, porque ___________ uma exposição interessante. Na Sala Polivalente encontram vários colegas que ___________ muito tempo andavam a preparar a exposição. Desejaram bom trabalho ___________ equipa, e foram para as aulas. ___________ tarde, o João e a Laura pediram ___________ mãe que os deixasse ir ___________ piscina. ___________, ficaram tão contentes quando a mãe os autorizou! Que pena terem de regressar cedo. Têm de estar em casa a horas, porque vão jantar ___________ casa dos tios. É que o primo, o Miguel, faz dez anos e ___________ um jantar de festa para toda a família. Se tiverem sorte, ___________ música e tudo! ___________, como vai ser divertido! Amanhã é sábado e, por isso, não ___________ aulas, ninguém vai ___________ escola. Assim, podem assistir ___________ festa até mais tarde.

solução da Ficha de Trabalho
– Ah, ainda bem que chegaram à escola cedo! Vamos à Sala Polivalente, porque há uma exposição interessante. Na Sala Polivalente encontram vários colegas que há muito tempo andavam a preparar a exposição. Desejaram bom trabalho à equipa, e foram para as aulas. À tarde, o João e a Laura pediram à mãe que os deixasse ir à piscina. Ah, ficaram tão contentes quando a mãe os autorizou! Que pena terem de regressar cedo. Têm de estar em casa a horas, porque vão jantar à casa dos tios. É que o primo, o Miguel, faz dez anos e há um jantar de festa para toda a família. Se tiverem sorte, há música e tudo! Ah, como vai ser divertido! Amanhã é sábado e, por isso, não há aulas, ninguém vai à escola. Assim, podem assistir à festa até mais tarde.

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140

Cap.

18

Método Pensar – Formar Pares – Partilhar
Anexo

18.2
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
resOLver prObLeMas

Área curricular
MATeMÁTiCA

Ficha de Trabalho
insTRuÇÕes para o grupo os objectivos a desenvolver são: – A entreajuda (o que não quer dizer “dar a resposta”); – A escuta activa; – Decidir em conjunto. Vão-vos ser feitas perguntas ao acaso para que não haja apenas um aluno que saiba a resposta. É necessário que os dois elementos do grupo participem activamente. Se for necessário, apoiem-se nas instruções dos cartões para desempenharem os papéis: – A partilha de ideias; – A participação activa. Desenrolar da primeira tarefa: 1. Formulem uma resposta individualmente e em silêncio (5 minutos). 2. Em grupo, partilhem a resposta obtida. Cada um explica o seu raciocínio. 3. Escutem com muita atenção o colega (2 minutos). 4. Modifiquem o problema para que seja possível responder à questão. Ajudem-se uns aos outros, ponham-se de acordo, pratiquem a escuta activa, decidam em conjunto (10 minutos). Desenrolar da segunda tarefa: 1. individualmente, devem riscar no problema um dado inútil (2 minutos). 2. em grupo: – Devem exprimir a vossa opinião e partilhar a resposta (2 minutos); – Escutar o que o colega diz (2 minutos); – Elaborar uma questão em conjunto a qual é possível responder a partir das informações dadas (4 minutos). Duração: cerca de 30 minutos. enigMA
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Numa canoa, situada a 500 metros da margem, encontram-se duas mães e duas filhas. Contudo, há menos de quatro pessoas nesta embarcação. Quantos são? Explique.
continua
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Cap.

18

Método Pensar – Formar Pares – Partilhar

Problema 1 Primeira tarefa: Num autocarro que pode transportar 25 pessoas e que faz o trajecto entre Vila Real e Lisboa, há 6 homens de Viseu, mulheres de Coimbra e homens de Leiria. Quantas mulheres viajam neste autocarro? Problema 2 segunda tarefa: Esta manhã, o meu despertador tocou às 6h e 15m, mas só me levantei 30 minutos depois. Na ida para a escola, dediquei uma hora às minhas obrigações e outra a ver televisão, isto é, das 19 às 20 horas. A que horas me deitei? Problema 3 Primeira tarefa: As actividades extra-escolares começam de manhã. Fiquei a saber que somos 9 alunos inscritos em basquetebol e 12 em natação. Há o mesmo número de rapazes e raparigas inscritos em cada uma das actividades. O meu amigo Alexandre, com quem costumo jogar futebol, também está inscrito. Somos, no total, 30 alunos a participar. Quantas raparigas estão inscritas em xadrez? Problema 4 segunda tarefa: Durante o mês de Janeiro, celebrei o aniversário de dois dos meus vizinhos que têm 10 anos, assim como a minha irmã do 3º ano de escolaridade, que recebeu uns patins. Quantos anos vou fazer em Janeiro do próximo ano? Problema 5 Primeira tarefa: Na cozinha de um excelente restaurante situado em pleno centro da cidade, a Cláudia confecciona uma receita que leva 8 perdizes, receita na qual ela trabalha há mais de quatro anos. Em que ano a Cláudia terminou os seus estudos?
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continua

Cap.

18

Método Pensar – Formar Pares – Partilhar

Problema 6 segunda tarefa: Na rua Eça de Queirós há três imóveis, assim como seis duplex (imóveis com dois apartamentos em dois andares), em que um é construído em tijolo encarnado e já tem vários anos. Em frente à minha casa, acabam de terminar um prédio de seis andares. Quantos prédios de dois andares há na minha rua? Problema 7 Primeira tarefa: Nas galerias do Shopping Gabaritus vi uma nova revista onde se encontra todo o tipo de coisas interessantes. Comprei três blocos de 12 autocolantes a 3 cêntimos cada folha, assim como uma embalagem de seis porta-minas. Se eu tiver 25 euros que a minha tia me deu no Natal, quanto me resta se ela vive na rua de Trancoso? Problema 8 segunda tarefa: Num comboio podem viajar cerca de 800 passageiros. O comboio faz a viagem com destino a Madrid em 10 horas e eu dormi durante as últimas 3 horas. Quantos passageiros há na minha carruagem que é a quinta a partir da cauda do comboio? Problema 9 Primeira tarefa: Num navio que percorre o golfo entre a Terra Nova e a Ilha do Príncipe Eduardo embarcaram 12 caixas de laranjas da Flórida, caixas de bananas da Madeira e laranjas do Algarve. Quantas caixas de laranjas há se o contentor onde são guardadas tem capacidade até 20 caixas? Problema 10 segunda tarefa: Esta tarde, os meus pais, que devem a seguir levar-me às aulas de ballet às 19h 30m, pediram-me para fazer algumas compras para o jantar. Comprei massas, arroz, tomates e custou-me tudo 8,10 euros. Deram-me 10 euros, mas felizmente tinha muito dinheiro no porta-moedas para comprar para cada um deles um chocolate. Quanto dinheiro ainda me resta?

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continua

Cap.

18

Método Pensar – Formar Pares – Partilhar

continuação

Problema 11 Primeira tarefa: Para poder participar nas aulas de patinagem temos de juntar 1000 euros. Os alunos organizaram duas vendas de bolos, conseguindo juntar 700 euros. Um concurso de andas permitiu-nos angariar 200 euros e com a venda de calendários pintados à mão pela Fábia, nossa professora de Educação Visual, conseguimos fazer 200 euros. Quantos calendários vendemos? Problema 12 segunda tarefa: Este fim-de-semana fará 10 anos que o meu primo Miguel encontrou a sua esposa, a Catarina. Têm bonitos filhos de olhos cor de amêndoa que têm dois anos de diferença entre eles. Em que ano os meus primos se casaram?
Adaptado de : Gaudet, et al. (1998), La Cooperation en Classe.Guide pratique appliqué à l’enseignement quotidien. Québec: Cheneliére/McGraw-Hill

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144

Cap.

19

Método Pares Pensam em Voz Alta para Resolver Problemas
Anexo

19.1
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
Operações cOM NúMerOs raciONais absOLutOs

Disciplina
MATeMÁTiCA

guiÃo Como resolver problemas de Matemática em voz alta
1. O problema diz… 2. O que é que eu estou a tentar resolver? Eu estou a tentar descobrir... 3. A informação importante/essencial é... 4. Que estratégia deverei usar para resolver o problema? A estratégia que deverei usar é.... 5. Eu irei pensar alto em cada etapa desta estratégia. (Palavras de partida úteis; primeiro; segundo; a ordem da operação é; em ordem para; terceiro; próximo; Eu sei que se eu faço ____________ Eu devo fazer ____________; depois disto; então; finalmente; Esta resposta faz sentido? Deixa-me trabalhar atrás e ver...; Esta resposta faz sentido se eu ler o problema novamente?

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Cap.

20

Método investigando em grupo
Anexo

20.1
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O reLevO

Disciplina
geogRAFiA

gReLHA De AuTo-AVALiAÇÃo e De AVALiAÇÃo PeLos CoLegAs
Título do projecto: ____________________________________________________________________ O teu nome: _________________________________________________________________________ Nome dos elementos da equipa: 1. ___________________________________________________________ 2. ___________________________________________________________ 3. ___________________________________________________________ 4. ___________________________________________________________ Atribui aos teus colegas e a ti mesmo a classificação que julgas adequada para cada uma das categorias em baixo mencionadas. Utiliza a seguinte escala: •  A + /A Excepcional •  A - /B+ Bom •  B Aceitável ou razoável •  B - /C+ Médio •  C Fraco •  F Nenhuma contribuição Avaliação dos colegas Auto-avaliação Assistiu às reuniões previstas. Preparou a sua contribuição para o projecto. Fez sugestões e deu feedback útil. Deixou os outros exprimir as suas ideias e encorajou-os; não dominou nem intimidou os outros. Classificação global pela participação e contribuição. Outras observações: #1 #2 #3 #4

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Cap.

21

Método Verificação em Pares
Anexo

21.1
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
aLgOritMO da adiçãO seM e cOM traNspOrte

Área Curricular
MATeMÁTiCA

FiCHA De TRABALHo
FoLHA De PRoBLeMAs Matéria: adição Data: nome: 1 25 37 _+22__ 2 72 37 _+22__ 3 69 37 22 _+85__ 4 69 67 62 _+85__ 86 89 62 _+84__ 68 77 23 _+85__ 68 67 _+22__ 28 38 _+22__ Matéria: adição Data: nome:

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Cap.

21

Método Verificação em Pares
Anexo

21.2
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
equações

Disciplina
MATeMÁTiCA

nome: FoLHA De exeRCíCios
Calcula: O valor de 4X2-5 Quando X=3

Data:

O valor de 5(Y+4)-3x Quando X=2 e Y=4

 

O valor de 3 (X+2)2 Quando X=-4

O valor de ½ (B+ b)h Quando B=3, b=5 e h=4

 

O valor de -5X+4+2Y Quando X=2 e Y=5

O valor de X2+4X-6 Quando X=-5 

O valor de 2(X-3)2+5X Quando X=-1

O valor de 7-3X+5m Quando X=- 6 e m=4 

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Cap.

21

Método Verificação em Pares
Anexo

21.3
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O MuNdO iNdustriaLizadO dO sécuLO xix

Disciplina
HisTÓRiA

FiCHA De TRABALHo

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Retirado de Rumos da História de Aníbal Barreira, Mendes Moreira, Edições Asa, p.70
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 149

Cap.

21

Método Verificação em Pares
Anexo

21.4
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
LiNguageM de cOMuNicaçãO

Disciplina
eFA B3 – eDuCAÇÃo e FoRMAÇÃo De ADuLTos

FiCHA De TRABALHo
Leia o início do conto: Mónica é uma pessoa tão extraordinária que consegue simultaneamente: ser boa mãe de família, ser chiquíssima, ser dirigente da «Liga Internacional das Mulheres Inúteis»... Qual lhe parece ser a atitude do narrador em relação a Mónica? o narrador demonstra:  - simpatia  - condescendência  - ironia  - admiração ReTRATo De MÓniCA Mónica é uma pessoa tão extraordinária que consegue simultaneamente: ser boa mãe de família, ser chiquíssima, ser dirigente da «Liga Internacional das Mulheres Inúteis», ajudar o marido nos negócios, fazer ginástica todas as manhãs, ser pontual, ter imensos amigos, dar muitos jantares, ir a muitos jantares, não fumar, não envelhecer, gostar de toda a gente, gostar dela, dizer bem de toda a gente, toda a gente dizer bem dela, coleccionar colheres do séc. XVII, jogar golfe, deitar-se tarde, levantar-se cedo, comer iogurte, fazer ioga, gostar de pintura abstracta, ser sócia de todas as sociedades musicais, estar sempre divertida, ser um belo exemplo de virtudes, ter muito sucesso e ser muito séria. Tenho conhecido na vida muitas pessoas parecidas com a Mónica. Mas são só a sua caricatura. Esquecem-se sempre ou do ioga ou da pintura abstracta. Por trás de tudo isto há um trabalho severo e sem tréguas e uma disciplina rigorosa e constante. Pode-se dizer que Mónica trabalha de sol a sol. De facto, para conquistar todo o sucesso e todos os gloriosos bens que possui, Mónica teve que renunciar a três coisas: à poesia, ao amor e à santidade. A poesia é oferecida a cada pessoa só uma vez e o efeito da negação é irreversível. O amor é oferecido raramente e aquele que o nega algumas vezes depois não o encontra mais. Mas a santidade é oferecida a cada pessoa de novo cada dia, e por isso aqueles que renunciam à santidade são obrigados a repetir a negação todos os dias. Isto obriga Mónica a observar uma disciplina severa. Como se diz no circo, «qualquer distracção pode causar a morte do artista». Mónica nunca tem uma distracção. Todos os seus vestidos são bem escolhidos e todos os seus amigos são úteis. Como um instrumento de precisão, ela mede o grau de utilidade de todas as situações e de todas as pessoas. E como um cavalo bem ensinado, ela salta sem tocar os obstáculos e limpa todos os percursos. Por isso tudo lhe corre bem, até os desgostos.
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continua

Cap.

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Método Verificação em Pares

Os jantares de Mónica também correm sempre muito bem. Cada lugar é um emprego de capital. A comida é óptima e na conversa toda a gente está sempre de acordo, porque Mónica nunca convida pessoas que possam ter opiniões inoportunas. Ela põe a sua inteligência ao serviço da estupidez. Ou, mais exactamente: a sua inteligência é feita da estupidez dos outros. Esta é a forma de inteligência que garante o domínio. Por isso o reino de Mónica é sólido e grande. Ela é íntima de mandarins e de banqueiros e é também íntima de manicuras, caixeiros e cabeleireiros. Quando ela chega a um cabeleireiro ou a uma loja, fala sempre com a voz num tom mais elevado para que todos compreendam que ela chegou. E precipitam-se manicuras e caixeiros. A chegada de Mónica é, em toda a parte, sempre um sucesso. Quando ela está na praia, o próprio Sol se enerva. O marido de Mónica é um pobre diabo que Mónica transformou num homem importantíssimo. Deste marido maçador Mónica tem tirado o máximo rendimento. Ela ajuda-o, aconselha-o, governa-o. Quando ele é nomeado administrador de mais alguma coisa, é Mónica que é nomeada. Eles não são o homem e a mulher. Não são o casamento. São, antes, dois sócios trabalhando para o triunfo da mesma firma. O contrato que os une é indissolúvel, pois o divórcio arruína as situações mundanas. O mundo dos negócios é bem-pensante. É por isso que Mónica, tendo renunciado à santidade, se dedica com grande dinamismo a obras de caridade. Ela faz casacos de tricot para as crianças que os seus amigos condenam à fome. Às vezes, quando os casacos estão prontos, as crianças já morreram de fome. Mas a vida continua. E o sucesso de Mónica também. Ela todos os anos parece mais nova. A miséria, a humilhação, a ruína não roçam sequer a fímbria dos seus vestidos. Entre ela e os humilhados e ofendidos não há nada de comum. E por isso Mónica está nas melhores relações com o Príncipe deste Mundo. Ela é sua partidária fiel, cantora das suas virtudes, admiradora de seus silêncios e de seus discursos. Admiradora da sua obra, que está ao serviço dela, admiradora do seu espírito, que ela serve. Pode-se dizer que em cada edifício construído neste tempo houve sempre uma pedra trazida por Mónica. Há vários meses que não vejo Mónica. Ultimamente contaram-me que em certa festa ela estivera muito tempo conversando com o Príncipe deste Mundo. Falavam os dois com grande intimidade. Nisto não há evidentemente, nenhum mal. Toda a gente sabe que Mónica é seríssima, toda a gente sabe que o Príncipe deste Mundo é um homem austero e casto. Não é o desejo do amor que os une. O que os une é justamente uma vontade sem amor. E é natural que ele mostre publicamente a sua gratidão por Mónica. Todos sabemos que ela é o seu maior apoio; mais firme fundamento do seu poder. Retirado de Rumos da História de Aníbal Barreira, Mendes Moreira, Edições Asa, p.70
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

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Método Verificação em Pares

Compreender o texto. Vamos interpretar. 1. Ao enumerar todas as tarefas de Mónica, o narrador pretende demonstrar que a personagem:  - tem os dias ocupados com muitas actividades importantes.  - tem muito tempo livre e poucas actividades.  - é desorganizada nas suas actividades diárias.  - tem os dias preenchidos com muitas actividades sem valor. «Tenho conhecido muitas pessoas parecidas com Mónica». A personagem é aqui apresentada como modelo relativamente a:  - características físicas, como cor de olhos e cabelo.  - maneira de ser e de viver.  - mau relacionamento com as pessoas.  - incapacidade de atingir o sucesso. «Mónica teve que renunciar a três coisas: à poesia, ao amor e à santidade». Fez tudo para:  - dedicar o seu tempo aos outros.  - ter um emprego estável.  - ser bem recebida pela sociedade.  - ter os dias menos ocupados. «Como um instrumento de precisão ela mede o grau de utilidade de todas as situações e de todas as pessoas». A frase revela que Mónica é uma pessoa:  - que escolhe as companhias consoante precisa delas.  - que não gosta de ter amigos importantes.  - que gosta de perder tempo com os amigos.  - que gosta de ter muitos amigos. Em relação ao marido, «quando ele é nomeado administrador de mais alguma coisa, é Mónica que é nomeada». Esta frase significa que:  - Mónica se preocupa tanto com o marido que lhe resolve muitos assuntos.  - ele é tão incompetente que tem que ser Mónica a decidir.  - ele só é nomeado porque ela já não tem tempo disponível.  - Mónica decide tudo por ele porque é ela que quer mandar. Qual é a frase que melhor resume a vida da personagem? Para Mónica:  - a família está em primeiro lugar.  - a solidariedade ocupa-lhe todo o tempo.  - o trabalho é o factor mais importante.  - a vida é um negócio.

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3.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

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Método Verificação em Pares

FoLHA De soLuÇÃo
1. Ao enumerar todas as tarefas de Mónica, o narrador pretende demonstrar que a personagem:  - tem os dias ocupados com muitas actividades importantes.  - tem muito tempo livre e poucas actividades.  - é desorganizada nas suas actividades diárias.  - tem os dias preenchidos com muitas actividades sem valor. «Tenho conhecido muitas pessoas parecidas com Mónica». A personagem é aqui apresentada como modelo relativamente a:  - características físicas, como cor de olhos e cabelo.  - maneira de ser e de viver.  - mau relacionamento com as pessoas.  - incapacidade de atingir o sucesso. «Mónica teve que renunciar a três coisas: à poesia, ao amor e à santidade». Fez tudo para:  - dedicar o seu tempo aos outros.  - ter um emprego estável.  - ser bem recebida pela sociedade.  - ter os dias menos ocupados. «Como um instrumento de precisão ela mede o grau de utilidade de todas as situações e de todas as pessoas». A frase revela que Mónica é uma pessoa:  - que escolhe as companhias consoante precisa delas.  - que não gosta de ter amigos importantes.  - que gosta de perder tempo com os amigos.  - que gosta de ter muitos amigos. Em relação ao marido, «quando ele é nomeado administrador de mais alguma coisa, é Mónica que é nomeada». Esta frase significa que:  - Mónica se preocupa tanto com o marido que lhe resolve muitos assuntos.  - ele é tão incompetente que tem que ser Mónica a decidir.  - ele só é nomeado porque ela já não tem tempo disponível.  - Mónica decide tudo por ele porque é ela que quer mandar. Qual é a frase que melhor resume a vida da personagem? Para Mónica:  - a família está em primeiro lugar.  - a solidariedade ocupa-lhe todo o tempo.  - o trabalho é o factor mais importante.  - a vida é um negócio.

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

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Método Verificação em Pares

LinguAgeM e CoMuniCAÇÃo – B3
Leia o início do conto: «Os retratos a óleo fascinam-me. E ao mesmo tempo assustam-me. Sempre tive medo que as pessoas saíssem das molduras e começassem a passear pela casa. Para falar verdade, estou convencido que isso aconteceu algumas vezes. Em certas noites, quando eu era pequeno, ouvia passos abafados e tinha a sensação de que a casa ficava subitamente cheia de presenças. Ainda hoje não gosto de atravessar os longos corredores das velhas casas com grandes retratos pendurados nas paredes. Há olhos que nos seguem do alto e nunca se sabe o que de repente pode acontecer. Havia na casa da tia Hermengarda...» Como irá continuar a narrativa? Assinale a opção que lhe parecer adequada. Na sua opinião, o narrador vai:  - contar a história de uma pessoa, a tia Hermengarda.  - narrar factos da sua vida presente.  - relembrar acontecimentos ocorridos há muito tempo.  - revelar porque decidiu estudar pintura.

A senHoRA Do ReTRATo
Os retratos a óleo fascinam-me. E ao mesmo tempo assustam-me. Sempre tive medo que as pessoas saíssem das molduras e começassem a passear pela casa. Para falar verdade, estou convencido que isso aconteceu algumas vezes. Em certas noites, quando eu era pequeno, ouvia passos abafados e tinha a sensação de que a casa ficava subitamente cheia de presenças. Ainda hoje não gosto de atravessar os longos corredores das velhas casas com grandes retratos pendurados nas paredes. Há olhos que nos seguem do alto e nunca se sabe o que de repente pode acontecer. Havia na casa da tia Hermengarda um quadro deslumbrante. Ficava ao cimo das escadas, à entrada do corredor que dava para os quartos de dormir. Mesmo assim, rodeado de sombras, irradiava uma luz que só podia vir de dentro da dama do retrato. Não sei se da blusa muito branca, se dos olhos, às vezes verdes, às vezes cinzentos. Não sei se do sorriso, às vezes alegre, às vezes triste. Eu parava muitas vezes em frente do retrato. Era talvez o único que não me assustava. Creio até que dele se desprendia uma luz benfazeja, que de certo modo me protegia. Mas havia um mistério. Ninguém me dizia quem era a senhora do retrato. Arminda, a criada velha, benzia-se quando passava diante do quadro. Às vezes fazia figas e estranhos sinais de esconjuração. A prima Luísa passava sem olhar. - Essa pergunta não se faz - disse-me um dia em que lhe perguntei quem era aquela senhora.
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Percebi que não gostava dela e que era um assunto proibido. Até a minha mãe me ralhou e me pediu para nunca mais fazer tal pergunta. Mas eu não resistia. Por vezes descaía-me e dava comigo a perguntar quem era a senhora dos olhos verdes, quase cinzentos, que me sorria de dentro do retrato.

Cap.

21

Método Verificação em Pares

Com a minha tia-avó, eu tinha uma relação especial. Ela lia-me histórias e poemas inquietantes. Creio que troçava das convenções, talvez das próprias pessoas. Por vezes era difícil saber quando estava a sério ou a brincar. Apesar de já ser muito velha, tinha um sentido agudo do ridículo. Foi a primeira pessoa verdadeiramente subversiva que conheci. Era óbvio que tinha um fraco por mim. Pelo menos era o único membro da família a quem ela tratava como um igual. Dormia no andar de baixo e nunca subia as escadas. Talvez por isso eu nunca lhe tinha perguntado quem era a senhora do retrato. Um dia, farto já de tanto mistério e ralhete e, sobretudo, das gaifonas da Arminda e do ar empertigado da prima Luísa, não me contive e perguntei-lhe. A minha tia sorriu. Depois levantou-se, pegou no molho de chaves que trazia preso à cintura, abriu uma gaveta da escrivaninha e tirou um álbum muito antigo. Voltou a sentar-se e lentamente começou a mostrar-me as fotografias. Eram quase todas da senhora do retrato e do meu primo Bernardo, que há muito tinha partido para a África do Sul. Apareciam juntos a cavalo e de bicicleta. E também de fato de banho, na praia da Costa Nova. Havia alguns em que o meu primo estava de smoking e ela de vestido de noite. Via-se também a tia Hermengarda, mais nova, por vezes os meus pais, gente que eu não conhecia. Até que chegámos à senhora do retrato já de branco vestida. - Natacha - murmurou a minha tia, com uma névoa nos olhos. E depois de um silêncio: - Ela chama-se Natália, mas eu gosto mais de Natacha, sempre a tratei assim. É preciso dizer que a tia Hermengarda tinha vivido em Moscovo no início da carreira diplomática do marido e era uma apaixonada dos autores russos, Pushkine, Dostoievski, principalmente Tolstoi, que visitou algumas vezes em Isnaia Poliana. Identificava-se com as personagens de Guerra e Paz. Creio que amava secretamente o príncipe André e gostava de ter sido Natacha. Falava muito da alma russa. Era uma propensão do seu espírito. - Tu também tens alma russa - dizia-me. E era como se me tivesse armado cavaleiro.
Manuel Alegre, O Homem do País Azul, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1989.

Compreender o texto Vamos interpretar o texto. seleccione a opção que lhe parece correcta para completar a frase. 1. O narrador sempre receou os retratos a óleo porque tinha medo que:  - caíssem da moldura e nunca mais conseguisse consertá-los.  - as pessoas retratadas partissem o vidro para poder fugir.  - caíssem em cima dele e o matassem.  - as pessoas saíssem da moldura e passeassem pela casa. Em casa da tia Hermengarda havia um quadro que constituía um mistério porque:  - ficava no cimo do corredor e ele não conseguia vê-lo bem.  - ninguém sabia quem era a pessoa retratada.  - a senhora do retrato tinha um aspecto que metia medo.  - ninguém da família respondia às perguntas sobre a senhora retratada.

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Cap.

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Método Verificação em Pares

3.

A tia-avó do narrador nunca passava em frente daquele retrato porque:  - tinha medo que lhe trouxesse azar.  - dormia no andar de baixo e não subia as escadas.  - não dava importância ao assunto.  - nunca descia as escadas e dormia no andar de cima. O narrador teve informações sobre o retrato quando a tia Hermengarda lhe:  - apresentou algumas roupas da senhora.  - mostrou fotografias e contou a história da senhora.  - disse que a senhora tinha sido casada com Pushkine.  - explicou que a senhora era Natalina e lhe chamavam Natacha. Hermengarda falava muito da alma russa:  - porque tinha vivido em Moscovo durante a sua carreira diplomática.  - porque tinha vivido em Minsk no início da carreira diplomática do marido.  - e dos autores russos, principalmente Tolstoi.  - e de Tolstoi que gostava de ter conhecido.

4.

5.

Palavras difíceis? em cada caso, seleccione a opção mais adequada ao significado da palavra destacada. 1. «Creio até que dele se desprendia uma luz benfazeja...»  - branca  - malfeitora  - benéfica «Às vezes fazia figas e estranhos sinais de esconjuração.»  - gestos para afastar o mal  - movimentos de contentamento  - actos de boa vontade «Foi a primeira pessoa verdadeiramente subversiva que conheci.»  - revolucionária  - conservadora  - benevolente «Um dia, farto já de tanto mistério e ralhete e, sobretudo, das gaifonas da Arminda...»  - gritarias  - caretas  - respostas «... e do ar empertigado da prima Luísa...»  - encolhido  - compreensivo  - altivo «Era uma propensão do seu espírito.»  - inclinação  - obrigação  - preocupação

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Método Verificação em Pares

Retrato de Família Para completar o retrato, distribua os adjectivos apresentados. A cada espaço corresponde apenas um adjectivo: Pequena magro branco alta avermelhada azul espessas imenso importante louro domésticas velhas frágil castanhos garridos tristes Este quadro faz-me sempre voltar à infância: O meu avô, homem ________, de cara ________, olhos _________ e quase sempre ____________, tinha o costume de levantar as sobrancelhas ________ quando dizia alguma coisa _________________. A avó contrastava com a figura _________ do avô. Baixa, tinha a cara cheia de rugas, usava o cabelo _________ sempre preso. Usava vestidos __________, que protegia das lides _________ com um avental cor de cinza. Eu, a julgar pelas _________ fotografias não passava de um ser pequenino, de cabelo ________ e olho muito ___________. Vivíamos os três numa _________ casa com uma varanda, frente ao mar, aquele mar _________ que me fazia sempre sentir tão ___________. Vamos escolher palavras: Complete o quadro, seguindo o exemplo dado. Procure a palavra e escreva-a no sítio correcto. altear diferença medo silenciar sonhar sorriso suBsTAnTiVo magreza diferenciar final triste sonhador medroso especialidade alto fim presença silencioso visão especializar tristeza presente ver sorrir

ADJeCTiVo magro sorridente

VeRBo emagrecer amedrontar

silêncio sonho entristecer apresentar
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vistoso diferente finalizar altura especial
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Método Verificação em Pares

Descubra o que não se pode fazer. A palavra apresentada transmite a ideia de impossibilidade. Das hipóteses propostas, seleccione a única que serve para explicar o significado da palavra em causa. 1 - inaudível não se pode: analisar 2 - imutável não se pode: alterar 3 - irresolúvel não se pode: repreender 4 - invisível não se pode: ver 5 - imparável não se pode: partir ouvir manter pensar fugir parar imaginar calar solucionar voltar continuar

FoLHA De soLuÇÃo
1. O narrador sempre receou os retratos a óleo porque tinha medo que:  - caíssem da moldura e nunca mais conseguisse consertá-los.  - as pessoas retratadas partissem o vidro para poder fugir.  - caíssem em cima dele e o matassem.  - as pessoas saíssem da moldura e passeassem pela casa. Em casa da tia Hermengarda havia um quadro que constituía um mistério porque:  - ficava no cimo do corredor e ele não conseguia vê-lo bem.  - ninguém sabia quem era a pessoa retratada.  - a senhora do retrato tinha um aspecto que metia medo.  - ninguém da família respondia às perguntas sobre a senhora retratada. A tia-avó do narrador nunca passava em frente daquele retrato porque:  - tinha medo que lhe trouxesse azar.  - dormia no andar de baixo e não subia as escadas.  - não dava importância ao assunto.  - nunca descia as escadas e dormia no andar de cima. O narrador teve informações sobre o retrato quando a tia Hermengarda lhe:  - apresentou algumas roupas da senhora.  - mostrou fotografias e contou a história da senhora.  - disse que a senhora tinha sido casada com Pushkine.  - explicou que a senhora era Natalina e lhe chamavam Natacha. Hermengarda falava muito da alma russa:  - porque tinha vivido em Moscovo durante a sua carreira diplomática.  - porque tinha vivido em Minsk no início da carreira diplomática do marido.  - e dos autores russos, principalmente Tolstoi.  - e de Tolstoi que gostava de ter conhecido.
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Método Verificação em Pares

Palavras difíceis? em cada caso, seleccione a opção mais adequada ao significado da palavra destacada: 1. «Creio até que dele se desprendia uma luz benfazeja...»  - branca  - malfeitora  - benéfica «Às vezes fazia figas e estranhos sinais de esconjuração.»  - gestos para afastar o mal  - movimentos de contentamento  - actos de boa vontade «Foi a primeira pessoa verdadeiramente subversiva que conheci.»  - revolucionária  - conservadora  - benevolente «Um dia, farto já de tanto mistério e ralhete e, sobretudo, das gaifonas da Arminda...»  - gritarias  - caretas  - respostas «... e do ar empertigado da prima Luísa...»  - encolhido  - compreensivo  - altivo «Era uma propensão do seu espírito.»  - inclinação  - obrigação  - preocupação

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Retrato de Família Este quadro faz-me sempre voltar à infância: O meu avô, homem magro, de cara avermelhada, olhos castanhos e quase sempre tristes, tinha o costume de levantar as sobrancelhas espessas quando dizia alguma coisa importante. A avó contrastava com a figura alta do avô. Baixa, tinha a cara cheia de rugas, usava o cabelo branco sempre preso. Usava vestidos garridos, que protegia das lides domésticas com um avental cor de cinza. Eu, a julgar pelas velhas fotografias não passava de um ser pequenino, de cabelo louro e olho muito azul. Vivíamos os três numa pequena casa com uma varanda, frente ao mar, aquele mar imenso que me fazia sempre sentir tão frágil.
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Cap.

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Método Verificação em Pares

continuação

Vamos escolher palavras: suBsTAnTiVo medo sorriso silêncio sonho tristeza presença visão diferença fim altura especialidade Descubra o que não se pode fazer. A palavra apresentada transmite a ideia de impossibilidade. Das hipóteses propostas, seleccione a única que serve para explicar o significado da palavra em causa. 1 - inaudível não se pode: analisar 2 - imutável não se pode: alterar 3 - irresolúvel não se pode: repreender 4 - invisível não se pode: ver 5 - imparável não se pode: partir ouvir manter pensar fugir parar imaginar calar solucionar voltar continuar ADJeCTiVo medroso sorridente silencioso sonhador triste presente vistoso diferente final alto especial VeRBo amedrontar sorrir silenciar sonhar entristecer apresentar ver diferenciar finalizar altear especializar

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Fichas elaboradas pela professora Guiomar Azevedo da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

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Método Verificação em Pares
Anexo

21.5
Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade
10º

Conteúdo
da raiz às FOLhas – traNspOrte NO xiLeMa. hipótese de pressãO radicuLar. apOiOs a esta hipótese e arguMeNtOs que a cONtrariaM

Disciplina
BioLogiA e geoLogiA

HiPÓTese - PRessÃo RADiCuLAR

FiCHA De TRABALHo

1 - Relacione transporte activo com a criação da pressão radicular. 3 - Indique dois dados observáveis na natureza, em algumas plantas, que apoiam a hipótese da pressão radicular para explicar a ascensão da seiva bruta no xilema.

2 - Refira em que medida os pêlos radiculares contribuem para melhorar a eficácia da raiz no que diz respeito ao mecanismo de absorção. 4 - Refira dois dados que põem em causa a hipótese da pressão radicular como a única hipótese explicativa da subida de seiva bruta no xilema.

soLuÇÕes DA FiCHA De TRABALHo
HiPÓTese - PRessÃo RADiCuLAR

1 - Na raiz ocorre entrada de iões por difusão simples e por transporte activo, contra o gradiente de concentração. Assim, no interior da raiz gera-se uma pressão osmótica alta e uma grande diferença de potencial hídrico, pelo que a água vai entrar. A grande quantidade de água que entra gera uma força designada pressão radicular.

2 - Os pêlos radiculares melhoram a absorção de água e de sais minerais uma vez que aumentam a superfície de contacto com o solo. As células das plantas passam a ter maior disponibilidade de água e de sais minerais, indispensáveis ao seu bom funcionamento.

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3 - Exsudação e gutação.

4 - Em muitas plantas conhecidas, nunca foi possível observar os fenómenos de exsudação e de gutação. Em algumas plantas, a pressão radicular é tão baixa que não explicaria a subida da água até ao topo das mesmas.

Fichas elaboradas pelo professor Augusto Folgado da Escola E.B. 2,3/S D. Sancho II, Alijó.
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Cap.

22

Método Aprendendo Juntos
Anexo

22.1 12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

da

Conteúdo
aspectOs FuNdaMeNtais estrutura e dO FuNciONaMeNtO da LíNgua a partir de situações de usO

Área Curricular
LínguA PoRTuguesA

nome do Aluno: nome do grupo: Data:

Lê atentamente o texto. Era uma vez um rei árabe que vivia no Algarve, uma terra quente onde cresciam muitas árvores de fruto, principalmente figueiras e amendoeiras. Esse rei casou com uma linda princesa de um país frio do Norte, onde durante meses a neve cobria tudo. A princesa sentia-se muito triste. Tinha saudades da família e da sua terra, principalmente da neve de que tanto gostava. Uma manhã, a princesa chegou à janela e viu as árvores do jardim, todas branquinhas como se estivessem cobertas de neve. A princesa sentiu uma grande alegria por ver a sua querida neve. Mas não era neve que cobria as árvores. Eram as amendoeiras em flor. Desde então, a princesa deixou de se sentir triste, pois todos os anos as amendoeiras se cobriam de flores tornando o jardim tão belo como se estivesse coberto de neve. 1. Responde às perguntas sobre o texto. a) De onde veio a princesa? b) A princesa sentia-se triste. Porquê? c) A princesa gostava da neve? Porquê? d) Quando é que a princesa passou a sentir-se feliz? 2. Descobre no texto as diferentes classes de palavras e escreve-as no quadrado respectivo. Adjectivos Verbos nomes

3. Liga as palavras que se relacionam:
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sinónimos �    menino �    alegria �    preto �    feio �    limpo �    desengraçado �    negro �    criança �    contentamento �    asseado �    muito �    alto �    lindo �    novo �    cheio

Antónimos �    vazio �    feio �    pouco �    baixo �    velho

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

22

Método Aprendendo Juntos
Anexo 22.2 Anexo 12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
estrutura e FuNciONaMeNtO da LíNgua

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

nome do Aluno: nome do grupo: Data:

Ficha de Trabalho1
1. sublinha o advérbio e assinala com uma seta a palavra que ele completa. •  •  •  •  A atmosfera que rodeia Marte é extremamente ténue. O Sol é uma esfera composta predominantemente de hidrogénio. Marte é o planeta mais parecido com a Terra. Alguns planetas são demasiados quentes.

EXEMPLO
2.

A atmosfera de Marte é extremamente ténue

Agrupa as locuções adverbiais segundo a circunstância que indicam. •  •  •  •  •  •  •  •  •  •  à esquerda de vez em quando à vontade em breve sem dúvida em silêncio de forma alguma com certeza de modo nenhum por ali LugAR TeMPo MoDo AFiRMAÇÃo negAÇÃo

3.

ordena cada grupo de letras de modo a formar um advérbio. tendor tanbaste eantida nacnu orartou terop       dentro

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1

Grupos de 2. Primeiro cada um dos elementos do grupo (par) responde individualmente e depois o professor dá-lhes a mesma ficha para responderem em conjunto, tendo por base as respostas que deram antes.
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

Cap.

22

Método Aprendendo Juntos
Anexo 22.3 Anexo 12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
cONstituiçãO dO MuNdO MateriaL - substâNcias e Misturas de substâNcias

Disciplina
CiênCiAs FísiCo-QuíMiCAs

nome do Aluno: nome do grupo: Data:

Ficha de Trabalho2
os produtos de consumo e sua pureza 1. Quais as características de uma água potável? 2. Estabelece a diferença entre a água mineral e a água quimicamente pura. 3. Qual o significado de “puro” em linguagem corrente e científica? 4. Comenta a frase: “Nem todas as águas engarrafadas devem ser consumidas diariamente”. 5. Como podes verificar se o queijo é falsificado? 6. Costumava-se afirmar que a água da chuva era uma água pura. Hoje, sabemos que não é. Porquê?

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2

Grupos de 2. Primeiro cada um dos elementos do grupo (par) responde individualmente e depois o professor dá-lhes a mesma ficha para responderem em conjunto, tendo por base as respostas que deram antes.
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

Cap.

22

Método Aprendendo Juntos
Anexo 22.4 Anexo 12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
O textO NarrativO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

nome do Aluno: nome do grupo: Data:

Ficha de Trabalho3
o Velho e o Mar 1. Quais os personagens principais do romance? 2. Como resolveu o Velho a falta do arpão que o dentuso lhe levou? 3. Explica o sentido da expressão: “vive a tua vida, como os homens, os pássaros e os peixes” (pág. 60). 4. Um desejo, principalmente, manifesta o velho na sua labuta. Na obra repete-se de vez em quando. Transmite-os por palavras tuas.

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3

Grupos de 2. Primeiro cada um dos elementos do grupo (par) responde individualmente e depois o professor dá-lhes a mesma ficha para responderem em conjunto, tendo por base as respostas que deram antes.
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

Cap.

23

Método graffiti Cooperativo
Anexo

23.1 12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
expressãO pLástica

Área Curricular
exPRessÃo PLÁsTiCA e eDuCAÇÃo VisuAL

Texto
uM DesTino CoMuM PARA As nossAs sAPATiLHAs Eu e as minhas sapatilhas somos companheiros inseparáveis de muitas viagens. Viagens reais, outras não tanto. Umas felizes, outras não tanto. Com elas viajo ao mundo dos sonhos. Transportam-me ao mundo imaginário das fadas, dos magos, dos duendes e das lendas misteriosas. Visitamos castelos onde pressentimos fantasmas e viajamos ao tempo das belas princesas e das batalhas sangrentas, onde combatem cavaleiros de notável coragem. Em férias, corremos à beira mar. De rochedo em rochedo, observamos os peixes, os polvos nas cavidades rochosas, as anémonas que ondulam ao sabor da corrente... Sentimos a brisa e o calor do sol. Visitamos países, mais longe ou mais perto, com gente diferente mas, todos, todos fascinantes. De todas elas, regressamos molhados de água salgada, de lama da chuva, do lodo das rochas, cobertos com o pó do deserto e com o brilho das estrelas. E de novo, eu e as minhas sapatilhas estamos prontos para a “viagem de todos os dias”. De casa à escola, onde reencontramos os amigos, as brincadeiras do recreio até que, de novo, partimos para uma longa viagem… Ao mundo real ou ao mundo dos sonhos. a) Graffiti Colectivo

Um destino comum para as nossas sapatilhas
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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continua

Cap.

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Método graffiti Cooperativo

b) Reunir ideias

Elementos a conservar nas nossas sapatilhas

Folha de tarefas Papéis Guardião do tempo e porta-voz: ______________________________________________________________________________________________ Responsável pelo material: ______________________________________________________________________________________________________ Verificador da partilha de tarefas: _____________________________________________________________________________________________ Guardião do ambiente (assegura a participação igual nas tarefas): _________________________________________________________________________________ instruções Agora que já chegaram a um consenso ou acordo sobre a maneira de transformar as sapatilhas, deveis repartir as tarefas. Distribuição das tarefas:
______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

© LideL – edições técnicas

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

______________________________________________________________________

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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continua

______________________________________________________________________

Cap.

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Método graffiti Cooperativo

continuação

Lista do material: _____________________________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________________

Critérios a respeitar: •  •  •  Originalidade; Respeitar o tempo dado (atribuído); Participação igual dos membros do grupo.

Com vista ao feedback, preparar no fim da actividade uma sessão para avaliar os contributos de cada membro do grupo. Bom trabalho criativo!

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

23

Método graffiti Cooperativo
Anexo 23.2 Anexo 12.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
criaçãO de textO – FOtONOveLa

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

FoLHA A
A roda das ideias

Quem? onde?

Quando?

Que se passa?

Porquê?

FoLHA B
Esboço da nossa fotonovela

________________________________________________________________________________________________

Título da história

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

169

continua

Autores: _________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

Cap.

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Método graffiti Cooperativo

continuação

FiCHA De AuTo-AVALiAÇÃo

Nome:

___________________________________________________________________________________________________________________________________________

Divide a pizza para que cada elemento do grupo tenha a parte que corresponde à sua participação. Cada membro da equipa escreve na sua parte da pizza uma acção ou atitude que contribuiu para o êxito do trabalho ou um aspecto para melhorar se o trabalho fracassou.

Em relação a cada acção ou atitude, faz um círculo à volta da fatia da pizza que corresponde à tua participação.

nunca
Esperei pela minha vez.

Às vezes

sempre

Prestei atenção à pessoa que estava a falar.

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Encorajei os colegas.

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

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Cap.

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Método Controvérsia Criativa
Anexo

25.1

Ficha de trabalho Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
textO arguMeNtativO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

exeMPLo A
A ÁRVoRe
Era uma vez – em tempos muito antigos, no arquipélago do Japão – uma árvore enorme que crescia numa ilha muito pequenina. Os japoneses têm um amor e um grande respeito pela Natureza e tratam todas as árvores, flores, arbustos e musgos com o maior cuidado e com um constante carinho. Assim, o povo dessa ilha sentia-se tão feliz e orgulhoso por possuir uma árvore tão grande e tão bela. Em nenhuma outra Ilha do Japão, nem nas maiores, existia outra árvore tão grande. Até os viajantes que por ali passavam diziam que mesmo na Coreia e na China nunca tinham visto uma árvore tão alta, com a copa tão frondosa e bem formada. E, nas tardes de Verão, as pessoas vinham sentar-se debaixo da larga sombra e admiravam a grossura rugosa do tronco, maravilhavam-se com a leve frescura da sombra, o suspirar da brisa entre as folhagens perfumadas. Assim foi durante várias gerações. Mas com o passar do tempo surgiu um problema terrível e por mais que todos meditassem e discutissem ninguém era capaz de arranjar uma boa solução. Porque, ao longo dos anos, a árvore tinha crescido tanto, os seus ramos tinham-se tornado tão compridos, a sua folhagem tão espessa e a sua copa tão larga que, durante o dia, metade da ilha ficava sempre à sombra. De maneira que metade das casas, das ruas, das hortas e dos jardins nunca apanhava sol. E, na metade ensombrada, as casas estavam a ficar húmidas, as ruas tinham-se tornado tristes, as hortas já não davam legumes, os jardins já não davam flores. E a gente que ali morava andava sempre pálida e constipada. E, à medida que a sombra da árvore crescia, crescia também a perturbação. As pessoas gemiam: – Que havemos de fazer? Que havemos de fazer? Até que foi decidido a população reunir-se toda em conselho para examinar bem o problema e decidir o remédio que se lhe devia dar. Discutiram durante muitos dias, e depois de todos terem falado chegou-se à triste conclusão de que era preciso cortar a árvore. Houve choros, lamentações, gemidos. A árvore era bela, antiga e venerável. Fazê-la desaparecer era um acto que não só entristecia os habitantes da ilha mas que também os assustava. Mas não havia outro remédio e quase todos acabaram por concordar com o corte. No lugar onde antes ela se erguia plantaram um pequeno bosque de cerejeiras, pois as cerejeiras nunca crescem muito.

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Sophia de Mello Breyner, A Árvore
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 171

continua

Cap.

25

Método Controvérsia Criativa

continuação

exeMPLo B
ÁRVoRe CenTenÁRiA eM […] VAi seR DeRRuBADA PeLA CÂMARA
A árvore centenária que se encontra junto da Urbanização, em […], vai ser brevemente derrubada, segundo deliberação da Câmara Municipal. A decisão foi tomada depois de um abaixo-assinado de moradores do prédio em frente e de técnicos da Câmara se pronunciarem pelo derrube, por considerarem que a centenária árvore se encontra doente. A decisão de eliminar a árvore … não deixa, no entanto, de ser polémica, uma vez que, quando a Urbanização foi feita, a sua existência foi uma das condicionantes e os compradores dos apartamentos – que agora se queixam da mesma – tinham que encarar aquela realidade e mesmo no seio da Câmara existem vozes discordantes. Jornal de Notícias, de 91/04/24
(Extracto)

exeMPLo C
Aluno expulso por usar corte de cabelo polémico Um adolescente de 14 anos que se apresentou na escola com um corte de cabelo à “moicano” foi expulso durante três dias do estabelecimento de ensino. “Ele rapou a cabeça e deixou uma crista de alguns centímetros no centro da cabeça, como o irmão mais velho que anda na escola ao lado”, explica a mãe do rapaz. Poucos dias depois foi chamada ao gabinete do director. “Ele passou-me um sermão, dizendo-me que era um comportamento inadmissível e que tinha decidido excluir o meu filho por três dias”. O responsável pela escola explicou no jornal local Derniéres Nouvelles d’Alsace que a medida, justificada pelo regulamento interno da escola, foi tomada para evitar que a ideia se tornasse “moda”. A mãe do adolescente, porém, não desarma: “O regulamento interno exige o porte de uma indumentária apropriada e proíbe o uso de capacete no interior do estabelecimento, mas não refere nada em relação ao cabelo”, diz, queixando-se de que o director isolou o filho dos restantes alunos durante todo o dia. “O meu filho é o melhor aluno da turma e nunca teve problemas de comportamento. Não posso admitir que seja tratado como um criminoso”.

sugestões de temas ou assuntos para a controvérsia criativa
– As tabaqueiras deverão ser responsabilizadas pelas mortes e problemas de saúde dos fumadores? (Ciências Naturais, Estudos Sociais). – Salazar foi um grande chefe de governo ou um desastre para o país? (História, Estudos Sociais). – O suicídio medicamente assistido deverá ser permitido por lei? (Saúde, Estudos Sociais). – Devemos utilizar produtos químicos na agricultura? (Ciências Naturais, Química). – Devemos utilizar a pontuação quando escrevemos? (Língua portuguesa, Línguas Estrangeiras). – Serão necessárias mais leis e regulamentos para controlar os resíduos perigosos? (Ciências Naturais, Química). – Será que a violência televisiva é perigosa para as crianças e jovens? (Estudos Sociais...). – Livros que abordem temas controversos como: solidão, fuga, conflitos familiares, tristeza, falta de amor, famílias reconstituídas, dificuldades de comunicação, reconciliação, etc. Posições a defender: esta história é triste? esta história está repleta de esperança?
A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA 172

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Cap.

25

Método Controvérsia Criativa
Anexo

25.1

Ficha de trabalho Trabalho

AuTo-AVALiAÇÃo Área Curricular Ano de escolaridadeFiCHA DeConteúdo
6º textO arguMeNtativO LínguA PoRTuguesA Nome: ___________________________________________________________________________________________________________________________________________ exeMPLo A

A ÁRVoRe
Data: ______________ /______________ /______________ Era uma vez – em tempos muito antigos, no arquipélago do Japão – uma árvore enorme que crescia numa ilha muito pequenina. Faz japoneses têmvoltaamor e umque correspondepela Natureza e tratam todas as árvores, flores, arOs um círculo à um da opção grande respeito à tua resposta: bustos e musgos com o maior cuidado e com um constante carinho. Assim, o povo dessa ilha sentia-se tão feliz e orgulhoso por possuir uma árvore Umgrande e tão bela. tão Absolutamente Bastante nada pouco Em nenhuma outra Ilha do Japão, nem nas maiores, existia outra árvore tão grande. Até os viajantes que por ali passavam diziam que mesmo na Coreia e na China nunca tinham visto uma árvore tão Fiquei com a sensação que me formada. alta, com a copa tão frondosa e bem prestavam 0 1 2 1 atenção. E, nas tardes de Verão, as pessoas vinham sentar-se debaixo da larga sombra e admiravam a grossura rugosa do tronco, maravilhavam-se com a leve frescura da sombra, o suspirar da brisa entre as fo2 Prestei atenção 0 1 2 lhagens perfumadas. aos outros. Assim foi durante várias gerações. Mas com o passar do tempo surgiu um problema terrível e por mais que todos meditassem 2 discue 3 Participei com interesse nesta actividade. 0 1 tissem ninguém era capaz de arranjar uma boa solução. Porque, ao longo dos anos, a árvore tinha crescido tanto, os seus ramos tinham-se tornado tão comFiquei com a sensação que me atacaram durante 0 1 2 4 pridos, discussão. a a sua folhagem tão espessa e a sua copa tão larga que, durante o dia, metade da ilha ficava sempre à sombra. De maneira que metade das casas, das ruas, das hortas e dos jardins nunca apanhava sol. 5 Participei na procura deste consenso. 0 1 2 E, na metade ensombrada, as casas estavam a ficar húmidas, as ruas tinham-se tornado tristes, as hortas já não davam legumes, os jardins já não davam flores. E a gente que ali morava andava semFui capaz de reformular a posição da equipa pre pálida e constipada. 0 1 2 6 “contrária”. E, à medida que a sombra da árvore crescia, crescia também a perturbação. As pessoas gemiam: – Que havemos de fazer? Que havemos de fazer? Comentários, reacções: Até que foi decidido a população reunir-se toda em conselho para examinar bem o problema e decidir o remédio que se lhe devia dar. Discutiram durante muitos dias, e depois de todos terem falado chegou-se à triste conclusão de que era preciso cortar a árvore. Houve choros, lamentações, gemidos. A árvore era bela, antiga e venerável. Fazê-la desaparecer era um acto que não só entristecia os habitantes da ilha mas que também os assustava. Mas não havia outro remédio e quase todos acabaram por concordar com o corte. No lugar onde antes ela se erguia plantaram um pequeno bosque de cerejeiras, pois as cerejeiras nunca crescem muito.

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Sophia de Gaudet, D. et al. Adaptado de: Coopération en classe. Guide pratique appliqué à l’enseignement quotidiende Mello Breyner, Montreal : Chenelière/McGraw-Hill, pp. 97-100. A Árvore
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Cap.

27

Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura
Anexo

27.1

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
textO NarrativO

Área curricular
LínguA PoRTuguesA

A – exeMPLo De uMA AuLA iniCiAL
Como se trata de uma aula inicial, o professor orienta o aluno à medida que tenta formular uma pergunta quanto ao assunto central da passagem do texto sobre aranhas. Texto: O macho da aranha é muito mais pequeno do que a fêmea e o seu corpo é castanho-escuro. Passa a maior parte do tempo sentado num canto da teia. Carlos: (Nenhuma pergunta) Professora: De que fala o parágrafo? Carlos: Do macho da aranha. Como faz o macho da aranha... Professora: Está bem. Continua. Carlos: Como o macho da aranha é mais pequeno do que.... Como vou dizer isto? Professora: Concentra-te. Tu queres responder a uma pergunta sobre o macho da aranha e o que é que ele faz, começando com a palavra “como”. Carlos: Como passam a maior parte do seu tempo sentados? Professor: Está muito próximo. A pergunta poderia ser: “Como passa a maior parte do tempo o macho da aranha?” Agora, faz tu a pergunta. Carlos: Como passa a maior parte do tempo o macho da aranha?

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

174

Cap.

27

Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura
Anexo

27.2

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
textO NarrativO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

B – exeMPLo De uMA AuLA eM Que os ALunos TêM exPeRiênCiA CoM o MÉToDo
Depois de algum tempo, os alunos são geralmente capazes de assumir cada vez mais responsabilidades pelo ensino. No exemplo a seguir, Laura mostra o progresso que fez depois de 12 lições (Harvard University, March, 1986, p. 6): Texto: A segunda forma mais antiga de produção de sal é a extracção mineral. Ao contrário dos primeiros métodos que tornavam o trabalho extremamente perigoso e difícil, hoje em dia, usa-se maquinaria especial e a extracção do sal em minas é mais fácil e segura. A antiga expressão “regresso às minas do sal” já não se aplica. Laura: Mencionar duas palavras que descrevem muitas vezes a extracção antigamente do sal nas minas. Cátia: Regresso às minas do sal? Laura: Não. Ângela? Ângela: Perigoso e difícil. Laura: Está correcto. Este parágrafo é sobre a extracção antigamente do sal nas minas e o como se faz hoje em dia. Professora: Óptimo! Laura: Eu tenho uma predição a fazer. Professora: Muito bem. Laura: Eu penso que posso dizer quando o sal foi primeiro descoberto.... bem, eu posso dizer de que é feito o sal e como é feito. Professora: Muito bem. Podemos ter outra professora? excerto duma aula de Leitura do 1º ano em que se utiliza o ensino recíproco: Professora: (a ler)... Os ursinhos rebolavam-se e rugiam ferozmente. O Ursinho Bebé era maior do que a sua irmã e começou a ser mais duro. Catarina: (a clarificar). O que é duro? Mara: É como uma textura dura. Professora: Isso é uma espécie de duro. Roberto: A outra é quando te batem muito. Professora: Isso é outra espécie de duro. Deixem-me ler a frase para ver qual dos dois sentidos é que é. Se é o que se pode sentir, a textura, ou a parte do bater com força (Palincsar e Klenk, 1991: 118, citado por Arends, 1995). Professora: (a ler)... O Tiago subiu à serra. Já vê a meta. A corrida é sua! Catarina: (a clarificar). O que é meta? Mara: É como o fim. Professora: Isso é uma espécie de limite. Roberto: Não. É meter uma coisa num sítio. Professora: Isso é outra espécie de meta. Deixem-me ler a frase para ver qual dos dois sentidos é que é. Se é o chegar ao fim, ou meter alguma coisa num sítio. Professora: (a ler)... A enxada do pai do Tiago já tem cabo. Agora já pode trabalhar. Catarina: (a clarificar). O que é cabo? Mara: É um pau. Professora: Isso é um tipo de pau. Roberto: Não. Isso é como o meu tio Carlos. É cabo.
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continua

Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura

continuação

Professora: Isso é outra espécie de cabo. Deixem-me ler a frase para ver qual dos dois sentidos é que é. Se é o um pau, ou um posto da tropa. A professora e os alunos estão a utilizar a estratégia de clarificação, necessária quando uma palavra ou conceito não é compreendido. O professor está a mostrar que, para superar a falta de compreensão, é necessário voltar atrás no texto. Eis outro excerto, desta vez de uma aula sobre Ciências Naturais do 7º ano, em que se utiliza o resumo e a previsão como facilitadores da aprendizagem através do manual. O texto conclui: “Abaixo da crosta existe uma camada chamada manto. É uma camada muito mais pesada. A parte do manto imediatamente abaixo da crosta é um lugar estranho. A pressão é muito grande e as temperaturas são muito altas.” Duarte: (A liderar a discussão e a resumir). Isto explica a segunda camada da terra, a que está debaixo da primeira. sara: A que está por debaixo da crosta. Duarte: Sim, da crosta. Explica como é, que é pesada e que tem uma temperatura muito alta. Eu acho (previsão) que eles nos vão explicar como é a terceira, porque no desenho está lá outra, e aposto que é mais fria porque quando cavamos, a terra que vamos tirando fica cada vez mais fria. Cristina: Isto para mim não faz sentido, porque... porque quanto mais p’ra baixo, mais quente é. estefânia: E também mais pesada. Cristina: Daqui a bocado chegamos à parte pegajosa, e aí é qu’é mesmo quente. samuel: Isso é a lava. Professora: Bom, vamos ler mais para a frente e ver quem é que tem razão nas suas previsões. Como é que será a próxima camada? Quem é que vai ser o professor? (Palincsar e Klenk, 1991: 120121, citado por Arends, 1995: 167-168).

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Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura
Anexo

27.3

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
textO NarrativO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

ensino ReCíPRoCo: A TiA MisÉRiA
Passagem um e Dois 1. Pedir aos alunos para lerem a 1ª Parte do Texto. Recordar-lhes que assinalem as palavras ou frases que não compreendem. É uma história sobre uma velhinha, uma mulher muito velhinha que vivia só no seu tugúrio, tendo apenas como companhia uma bela pereira que cresceu junto à porta. Passou toda a vida a cuidar da pereira. Mas as crianças da vizinhança deixavam-na louca quando lhe roubavam a fruta. Trepavam à pereira, abanavam as delicadas pernadas e corriam com braçadas de peras, proferindo insultos para a tia Miséria, enquanto chamavam por ela. 2. Rever as estratégias do Ensino Recíproco e usar as perguntas que se encontram em baixo como “modelo” de estratégias: Clarificar: Visualizar: Questionamento: sumário: Predizer: Há palavras ou ideias que não compreendes? Que imagens te vêm à mente quando ouves ler isto? Questões como as do Professor: De que trata esta história? Que sabemos sobre ela? Qual é a ideia principal desta passagem? De que é que trata sobretudo? Que sabemos sobre este assunto? Que achas que tratará a parte seguinte do texto?

Repetir o processo, usando a passagem do texto que vem a seguir. Um dia um peregrino parou junto do tugúrio da velhinha e pediu-lhe para passar a noite debaixo do telhado. A Tia Quinha viu que estava perante uma pessoa honesta e convidou o caminheiro a entrar. Deu-lhe de comer e preparou-lhe uma cama junto à lareira. De manhã, quando se preparava para deixar a casa, o forasteiro disse que gostaria de mostrar a sua gratidão pela hospitalidade satisfazendo-lhe um desejo. “Só há uma coisa que eu desejo”, disse a Tia Miséria. “Faça o seu pedido e ele será satisfeito”, replicou o forasteiro, que se disfarçava de mágico. “O que eu quero é que ninguém suba à minha pereira sem minha autorização.” “O seu desejo será satisfeito”, disse o forasteiro, tocando na pereira à medida que saía de casa da Tia Miséria. Clarificar: Visualizar:
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Questionamento: sumário: Predizer:

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continua

O que é um peregrino? O que é um mágico? Há outras palavras ou ideias nesta passagem que não compreendem? Diz-me que imagens e sons te passam pela cabeça à medida que vais lendo o parágrafo. Questões como as do Professor: Porque é que o forasteiro se disfarçava de mágico? Porque fez a Tia Miséria aquele pedido? Qual é a ideia principal deste parágrafo? Quem tem o cartão sobre a Previsão? Que achas que o autor nos vais dizer na passagem seguinte?

Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura

continuação

Professor: Por favor assinalem qualquer palavra ou frase que não compreendam à medida que vou lendo esta parte do texto. Ler: Ler esta parte do texto para a turma: E assim aconteceu que quando as crianças regressaram aos insultos à velhota e a roubar a fruta, ela pôs-se à janela a observá-los. Vários deles...

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Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura
Anexo

27.4

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
textO NarrativO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

CARTA PARA JoseFA, MinHA AVÓ
Tens noventa anos. És velha, dolorida. Dizes-me que foste a mais bela rapariga do teu tempo – e eu acredito. Não sabes ler. Tens as mãos grossas e deformadas, os pés encortiçados. Carregaste à cabeça toneladas de restolho e lenha, albufeiras de água. Viste nascer o Sol todos os dias. De todo o pão que amassaste se faria um banquete universal! Criaste pessoas e gado, meteste os bácoros na tua própria cama quando o frio ameaçava gelá-los. Contaste-me histórias de aparições e lobisomens, velhas questões de família, um crime de morte. Trave da tua casa, lume da tua lareira – sete vezes engravidaste, sete vezes deste à luz. Não sabes nada do Mundo. Não entendes de política, nem de economia, nem de literatura, nem de filosofia, nem de religião. Herdaste umas centenas de palavras práticas, um vocabulário elementar. Com isto viveste e vais vivendo. És sensível às catástrofes e também aos casos de rua, aos casamentos de princesas e ao roubo dos coelhos da vizinha. Tens grandes ódios por motivos de que já perdeste lembrança, grandes dedicações que assentam em coisa nenhuma. Vives. Para ti, a palavra Vietname é apenas um som bárbaro que não condiz com o teu círculo de légua e meia de raio. Da fome sabes alguma coisa: já viste uma bandeira negra içada na torre da igreja (Contaste-me tu, ou terei sonhado que o contavas?...) Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. O teu riso é como um foguete de cores. Como tu, não vi rir ninguém. Estou diante de ti, e não entendo. Sou da tua carne e do teu sangue, mas não entendo. Vieste a este Mundo e não curaste de saber o que é o Mundo. Chegas ao fim da vida, e o Mundo ainda é, para ti, o que era quando nasceste: uma interrogação, um mistério inacessível, uma coisa que não fazia parte da tua herança: quinhentas palavras, um quintal, a que em cinco minutos se dá a volta, uma casa de telha vã e chão de terra batida. Aperto a tua mão calosa, passo a minha mão pela tua face enrugada e pelos teus cabelos brancos, partidos pelo peso dos carregos – e continuo a não entender. Foste bela, dizes, e bem vejo que és inteligente. Porque foi então que te roubaram o mundo? Quem to roubou? Mas disto entendo eu, e dir-te-ia o como, o porquê e o quando se soubesses compreender. Já não vale a pena. O mundo continuará sem ti – e sem mim. Não teremos dito um ao outro o que mais importava. Não teremos realmente? Eu não te terei dado, porque as minhas palavras não são as tuas, o mundo que te era devido. Fico com esta culpa, de que me não acusas – e isso ainda é pior. Mas porquê, avó, porque te sentas tu na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa para o céu de que nada sabes e por onde nunca viajarás, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas, e dizes, com a tranquila serenidade dos teus noventa anos e o fogo da tua adolescência nunca perdida: «O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer!» É isto que eu não entendo – mas a culpa não é tua. José Saramago, Deste Mundo e do Outro

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Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura

ensino ReCíPRoCo: CARTA PARA JoseFA, MinHA AVÓ
Passagem um e Dois (da responsabilidade do professor) 1. Pedir aos alunos para lerem a 1ª Parte do Texto. Recordar-lhes que assinalem as palavras ou frases que não compreendem. Tens noventa anos. És velha, dolorida. Dizes-me que foste a mais bela rapariga do teu tempo – e eu acredito. Não sabes ler. Tens as mãos grossas e deformadas, os pés encortiçados. Carregaste à cabeça toneladas de restolho e lenha, albufeiras de água. Viste nascer o Sol todos os dias. De todo o pão que amassaste se faria um banquete universal! Criaste pessoas e gado, meteste os bácoros na tua própria cama quando o frio ameaçava gelá-los. Contaste-me histórias de aparições e lobisomens, velhas questões de família, um crime de morte. Trave da tua casa, lume da tua lareira – sete vezes engravidaste, sete vezes deste à luz. 2. Rever as estratégias do Ensino Recíproco e usar as perguntas que se encontram em baixo como “modelo” de estratégias: Clarificar: Há palavras ou ideias que não compreendes? Visualizar: Que imagens te vêm à mente quando ouves ler isto? Questionamento: Questões como as do Professor: De que trata esta história? Que sabemos sobre ela? sumário: Qual é a ideia principal desta passagem? De que é que trata sobretudo? Que sabemos sobre este assunto? Predizer: Que achas que tratará a parte seguinte do texto? Repetir o processo, usando a passagem do texto que vem a seguir. Não sabes nada do Mundo. Não entendes de política, nem de economia, nem de literatura, nem de filosofia, nem de religião. Herdaste umas centenas de palavras práticas, um vocabulário elementar. Com isto viveste e vais vivendo. És sensível às catástrofes e também aos casos de rua, aos casamentos de princesas e ao roubo dos coelhos da vizinha. Tens grandes ódios por motivos de que já perdeste lembrança, grandes dedicações que assentam em coisa nenhuma. Vives. Para ti, a palavra Vietname é apenas um som bárbaro que não condiz com o teu círculo de légua e meia de raio. Da fome sabes alguma coisa: já viste uma bandeira negra içada na torre da igreja. (Contaste-me tu, ou terei sonhado que o contavas? ... ) Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. O teu riso é como um foguete de cores. Como tu, não vi rir ninguém. Clarificar: O que é a política? O que é a filosofia? Há outras palavras ou ideias nesta passagem que não compreendem? Visualizar: Diz-me que imagens e sons te passam pela cabeça à medida que vais lendo o parágrafo. Questionamento: Questões como as do Professor: Porque é que a avó é sensível às catástrofes? Porque é que a avó sabe alguma coisa da fome? sumário: Qual é a ideia principal deste parágrafo? Predizer: Quem tem o cartão sobre a Previsão? Que achas que o autor nos vais dizer na passagem seguinte?

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continua

Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura

Quem faz o papel de professor: Por favor, assinalem qualquer palavra ou frase que não compreendam à medida que vou lendo esta parte do texto. Ler: Ler esta parte do texto para a turma: Estou diante de ti, e não entendo. Sou da tua carne e do teu sangue, mas não entendo. Vieste a este Mundo e não curaste de saber o que é o Mundo. Chegas ao fim da vida, e o Mundo ainda é, para ti, o que era quando nasceste: uma interrogação, um mistério inacessível, uma coisa que não fazia parte da tua herança: quinhentas palavras, um quintal, a que em cinco minutos se dá a volta, uma casa de telha vã e chão de terra batida. Aperto a tua mão calosa, passo a minha mão pela tua face enrugada e pelos teus cabelos brancos, partidos pelo peso dos carregos - e continuo a não entender. Foste bela, dizes, e bem vejo que és inteligente. Porque foi então que te roubaram o mundo? Quem to roubou? Mas disto entendo eu, e dir-te-ia o como, o porquê e o quando se soubesses compreender. Já não vale a pena. O mundo continuará sem ti - e sem mim. Não teremos dito um ao outro o que mais importava. PeRgunTAR: Quem tem o cartão PREDIZER? A tua previsão estava correcta? PeRgunTAR: Quem tem o Cartão CLARIFICAR? Há alguma palavra ou frase que não entendas? (Se há uma ou mais palavras ou frases, clarifica-as uma de cada vez). PeRgunTAR: Há alguém que tem uma questão ou pergunta que quer ver clarificada? PeRgunTAR: Quem tem o cartão VISUALIZAÇãO? Por favor, diz-me que ideia te veio à cabeça quando leste esta parte do texto. PeRgunTAR: Quem tem o cartão QUESTIONAMENTO? Por favor, faz uma pergunta como o professor. PeRgunTAR: Mais alguém tem uma pergunta a fazer, como as que faz o professor? PeRgunTAR: Quem tem o cartão SUMÁRIO? Por favor, faz o sumário desta parte do texto numa única frase. PeRgunTAR: Quem tem o cartão PREDIZER? O que é que imaginas que vai acontecer a seguir? Quem faz o papel de professor: Por favor, assinalem qualquer palavra ou frase que não compreendam à medida que vou lendo esta parte do texto. Ler: Ler esta parte do texto para a turma: Não teremos realmente? Eu não te terei dado, porque as minhas palavras não são as tuas, o mundo que te era devido. Fico com esta culpa, de que me não acusas - e isso ainda é pior. Mas porquê, avó, porque te sentas tu na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa para o céu de que nada sabes e por onde nunca viajarás, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas, e dizes, com a tranquila serenidade dos teus noventa anos e o fogo da tua adolescência nunca perdida: «O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer!» É isto que eu não entendo - mas a culpa não é tua. PeRgunTAR: Quem tem o cartão PREDIZER? A tua previsão estava correcta? PeRgunTAR: Quem tem o Cartão CLARIFICAR? Há alguma palavra ou frase que não entendas? (Se há uma ou mais palavras ou frases, clarifica-as uma de cada vez). PeRgunTAR: Há alguém que tenha uma questão ou pergunta que queira ver clarificada? PeRgunTAR: Quem tem o cartão VISUALIZAÇãO? Por favor, diz-me que ideia te veio à cabeça quando leste esta parte do texto. PeRgunTAR: Quem tem o cartão QUESTIONAMENTO? Por favor, faz uma pergunta como o professor. PeRgunTAR: Mais alguém tem uma pergunta a fazer, como as que faz o professor? PeRgunTAR: Quem tem o cartão SUMÁRIO? Por favor, faz o sumário desta parte do texto numa única frase. PeRgunTAR: Quem tem o cartão PREDIZER? O que é que imaginas que vai acontecer a seguir?
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Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura

continuação

PÔR eM PRÁTiCA o MÉToDo seM A AJuDA Do PRoFessoR 1. Constitua grupos heterogéneos de 5 elementos. Se houver um grupo com 3 ou 4 elementos, um ou dois deles desempenham mais do que um papel (por exemplo: Sumariar e Clarificar ou outra combinação qualquer). 2. Cada elemento do grupo tem à sua frente um cartão com a estratégia e no verso as instruções (Ver cartões, em anexo). 3. Comece, por exemplo, com um texto narrativo que ache motivador ler. 4. Divida o texto em seis ou sete partes significativas, cortando-o em tiras para serem dadas aos grupos (Ver exemplos: A Lenda da Lagoa das Sete Cidades e Paisagem). 5. Dê a primeira tira do texto a cada um dos grupos. Um aluno em cada grupo deve lê-la num tom de voz que não perturbe os outros elementos dos outros grupos. 6. Depois, como já treinaram as várias estratégias, por exemplo, aquele que tem o cartão Clarificar (a ordem é arbitrária) segue as instruções descritas. A seguir, por exemplo, o que tem o cartão Resumir, procede da mesma forma e assim sucessivamente. 7. Na parte seguinte do texto (2ª tira), mudam de papéis, o que estava com Sumariar passa, por exemplo, a Clarificar e assim sucessivamente. 8. O professor vai dando as partes do texto (tiras) à medida que vão terminando.

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Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura
Anexo

27.5

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
textO NarrativO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

A LenDA DA LAgoA DAs seTe CiDADes
Era uma vez um pastor que, enquanto apascentava os rebanhos, se entretinha a ler nas estrelas e a decifrar a voz do vento, das aves, das coisas... --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Certa tarde, a filha do rei que governava as Sete Cidades passou por ali e tão modesta ia no seu trajar que nem o pastor suspeitou da sua nobreza, tomado de espanto perante tal formosura. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Conversaram os dois, mais pelos olhos do que por palavras. A princesa voltou noutra tarde, noutra tarde e em muitas mais! --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Alguém avisou o rei dos passeios da sua filha. A princesa, temerosa das ameaças paternas, deixou de procurar o pastor. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Este começou a chorar a sua desdita, esperando em vão a visita de tão encantadora princesa. A pouco e pouco, as suas lágrimas foram escavando o chão e delas nasceu aquela Lagoa das Sete Cidades que é verde cor de esperança. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Informada da morte do pastor, passou a princesa a vir àquele lugar solitário matar saudades. E tanto chorou, que ali deixou a primeira água azul desse lago da cor azul dos olhos lindos que a derramaram. Fernando Cardoso, em Flores para Crianças

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Cap.

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Método ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura
Anexo

27.6

Ficha de Trabalho

Ano de escolaridade

Conteúdo
textO NarrativO

Disciplina
LínguA PoRTuguesA

PAisAgeM O monte onde se erigia a capela da Senhora da Saúde, afamada por seus milagres e pela sua romaria num círculo de muitas léguas de raio, era uma elevada rocha vulcânica, que dominava as freguesias rurais de mais de dois concelhos. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Estendiam-se-lhe aos pés as alcatifas da mais rica vegetação: banhava-lhos a água dos ribeiros, das levadas e torrentes, artérias fertilizadoras de extensas veigas e pomares; mas ele, o gigante orgulhoso e selvagem, recebia aqueles preitos, olhava sobranceiro aquela opulência, e, como se fizesse gala da sua rudeza, em vez de cobrir os ombros com o manto real, que lhe estendiam aos pés, permanecia áspero, severo e nu, como nas épocas primitivas, em que uma convulsão tremenda o evocara do seio da terra, para o consolidar em colosso. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Apenas, como símbolo de realeza, coroava-lhe a fronte alta a alameda, que, havia perto de um século, a piedade cristã plantara em volta da ermida para refrigério e conforto dos devotos cristãos que ali iam. Quando, ao sair de uma longa rua, apertada entre muros e quintas, Henrique achou de súbito diante de si a mole imensa e talhada quase a pique, que lhe disseram tinha de subir; ele, que raro em Lisboa estendia além do Rossio os seus passeios, com medo das íngremes calçadas da cidade alta, julgou ouvir um absurdo. Parou a contemplar o monte, como hesitando em atravessar o riacho, que dele o separava. O riacho, engrossado pelas águas da chuva dos dias anteriores, levantava um bramido atordoador ao cair em toalha dos açudes e ao escoar rápido pelo cal da azenha, que obstruía o leito e cuja enorme roda movia. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------Àquela hora, ainda pouco clara da madrugada, este sítio da raiz do monte tinha não sei que aspecto selvático e melancólico, que quase infundia pavor. Os altos choupos, em que se enroscavam, como serpentes negras, os troncos flexuosos e despidos das vides; mais longe, o canavial, ondulando ligeiramente ao perpassar através dele a brisa da madrugada. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------E, aqui e além, um desses degenerados aloés e os nossos climas, débeis e enfezados, como se os devorasse a nostalgia da sua verdadeira pátria, eram acessórios que concorriam para o efeito geral do quadro.
Júlio Dinis, A morgadinha dos Canaviais
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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

184

Tabela de Actividades
Método de aprendizagem cooperativa Discussão em Rotação Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cabeças Numeradas Juntas Cantos Cantos Cantos Ano de Disciplina/ escolaridade Área curricular 7º 1º 3º 4º 5º 7º 7º 9º 9º 10º 4º 5º 6º Ciências Físico-Químicas Matemática Língua Portuguesa Língua Portuguesa Língua Portuguesa Ciências Físico-Químicas Ciências Naturais Inglês – Nível V Matemática Latim Língua Portuguesa História e Geografia de Portugal Educação Física Conteúdo Materiais – Tabela de registo Critérios/ Materiais (Anexo 10.1) – Ficha de trabalho (Anexo 11.1) – Ficha de trabalho (Anexo 11.2) – Ficha de trabalho (Anexo 11.3) – Ficha de trabalho (Anexos 11.4) – Ficha de trabalho (Anexo 11.5) – Ficha de trabalho (Anexo 11.6) – Ficha de trabalho (Anexo 11.7) – Ficha de trabalho (Anexo 11.8) Páginas Manual Web 1 2 3 4 5 8 9 12 13 15 16 – – 214 215

Os Materiais Números e operações Funcionamento da língua Funcionamento da língua Funcionamento da língua Materiais Actividade vulcânica Language study: relative pronouns Equações

Morfologia e sintaxe: – Ficha de trabalho adjectivos da 1ª classe (Anexo 11.9) Funcionamento da língua A Península Ibérica na Europa e no Mundo Jogos desportivos colectivos – Ficha de trabalho (Anexo 12.1) – Manual (Planificação 12.2) – Manual (Planificação 12.3) – Manual – Fotografias das diferentes formas de relevo – Placar – Identificação das formas de relevo – Fichas de trabalho: As principais formas de relevo: principais características – Ficha de auto-avaliação: Como participei no trabalho de grupo – Mini-teste – Diplomas (Anexos 12.4)

Cantos

Geografia

Relevo

18

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185

continua

Método de aprendizagem cooperativa

Ano de Disciplina/ escolaridade Área curricular

Conteúdo

Materiais – Ficha de trabalho de grupo – Soluções da ficha de trabalho – Mini-teste (Anexo 13.1) – Texto – Poema – Fichas de trabalho – Solução fichas de trabalho – Mini-teste (Anexos 13.2)

Páginas Manual Web

STAD

Língua Portuguesa

Linguagem escrita

28

STAD

Língua Portuguesa

O texto poético

29

STAD

Francês

– Manual – Caderno diário – Fichas de trabalho de grupo – Soluções das fichas de trabalho Unité Quatre: – Mini-teste Mon argent de poche – Correcção do mini-teste – Grelha de observação das equipas (Anexos 13.3) – Acetatos – Ficha de trabalho – Soluções da ficha de trabalho – Mini-teste – Grelha de observação das equipas (Anexos 13.4) – Ficha de trabalho – Soluções da ficha de trabalho (Anexos 13.5) – Ficha de trabalho – Soluções da ficha de trabalho – Mini-teste (Anexos 13.6) – Fichas de trabalho – Soluções da ficha de trabalho – Mini-teste (Anexos 13.7)

34

STAD

Ciências Naturais

Sistema cárdio-respiratório – Sangue e Linfa

40

STAD

Ciências Físico-Químicas

Reacções químicas

46

STAD

História

O Império Português e a concorrência internacional

49

STAD

Matemática

Translações

50

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A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

186

continua

Método de aprendizagem cooperativa

Ano de Disciplina/ escolaridade Área curricular

Conteúdo

Materiais – Ficha de trabalho: texto de Clara Ferreira Alves – O Cesário – Ficha de trabalho – O poema: Num bairro moderno – Soluções das fichas de trabalho (Anexo 13.8) – Ficha de trabalho de grupo – Soluções da ficha de trabalho (Anexo 14.1) – Ficha de trabalho – Soluções da ficha de trabalho – Cartões numerados de 1 a 30 – Perguntas para o torneio – Respostas às perguntas do torneio (Anexos 14.2)

Páginas Manual Web

STAD 11º Português Leitura literária: Cesário Verde

64

TGT

Língua Portuguesa

Funcionamento da língua

71

TGT

Inglês IV

Present perfect and past simple

75

TGT

Ciências Naturais

– Perguntas para o torneio – Folha de respostas O organismo humano às perguntas do torneio (Anexo 14.3) Física moderna: relatividade de Galileu e de Einstein (restrita e geral) – Fichas de trabalho – Folha de respostas – Fichas de torneio – Respostas às perguntas do torneio (Anexos 14.4)

79

TGT

12º

Física

81

Resolver – Elogiar/ Ajudar – Passar Resolver – Elogiar/ Ajudar – Passar

4º 6º

Matemática Língua Portuguesa

Unidades de medida: – Folha de problemas sistema métrico (Anexo 15.1) Funcionamento da língua – Ficha de trabalho – Folha de soluções (Anexo 15.2) – Ficha de trabalho – Folha de problema – Folha de soluções – A roleta (Anexos 16.1) – Fichas de trabalho – Mini-teste – Ficha de auto-avaliação (Anexos 17.1)

95 96

A Roleta

Matemática

Número e cálculo

98

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187

continua

Jigsaw

Estudo do Meio

Os seres vivos no ambiente próximo

101

Método de aprendizagem cooperativa

Ano de Disciplina/ escolaridade Área curricular

Conteúdo

Materiais Fichas de trabalho: 1. O que é a Química? 2. A Química e o nosso quotidiano 3. Como nasceu a Química 4. Como trabalham os químicos 5. A Química como ciência das transformações – Mini-teste (Anexo 17.2) Fichas de trabalho: A. Interacções interespecíficas favoráveis: mutualismo B. Interacções interespecíficas favoráveis: comensalismo C. Interacções interespecíficas desfavoráveis: predação D. Interacções interespecíficas desfavoráveis: parasitismo – Mini-teste (Anexos 17.3) – Fichas de trabalho: – O que é a revolução industrial? – Quais as condições da prioridade inglesa? – Quais os principais progressos técnicos que acompanharam o arranque da Revolução Industrial? – Quais foram as principais alterações no regime de produção? – Mini-teste (Anexos 17.4)

Páginas Manual Web

Jigsaw

Ciências Físico-Químicas

Conhecimento do mundo material

105

Jigsaw

Ciências Naturais

Ecossistemas: interacções entre seres vivos

115

Jigsaw

História

O arranque da Revolução Industrial

120

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188

continua

Método de aprendizagem cooperativa

Ano de Disciplina/ escolaridade Área curricular

Conteúdo

Materiais – Fichas de trabalho: A ética de Epicuro A ética de Kant Éticas da discussão – Guias de orientação da análise dos textos – Mini-teste (Anexos 17.5)

Páginas Manual Web

Jigsaw

10º

Filosofia

A dimensão ético-política

124

Jigsaw

12º

Biologia

Fichas de trabalho: A. Fixismo – Criacionismo B. Evolucionismo – Diversidade e origem Lamarckismo das espécies C. Evolucionismo – Darwinismo – Mini-teste (Anexo 17.6) Funcionamento da língua – Ficha de trabalho – Solução da ficha de trabalho (Anexo 18.1) – Duas fichas de trabalho – Uma folha com instruções (Anexo 18.2) – Guião de resolução de problemas (Anexo 19.1) – Manual – Documentos sobre o tema fornecidos pelo professor (Anexo 20.1)

136

Pensar-Formar Pares-Partilhar

Língua Portuguesa

140

Formas Pares – Partilhar Pares Pensam em Voz Alta para Resolver Problemas Investigando em Grupo

Matemática

Resolver problemas

141

Matemática

Operações com números racionais absolutos

145

Geografia

O relevo

146

Verificação em Pares Verificação em Pares Verificação em Pares

Matemática

– Ficha de trabalho Algoritmo da adição, – Folha de soluções sem e com transporte (Anexo 21.1) Equações O mundo industrializado do séc. XIX – Ficha de trabalho – Folha de soluções (Anexo 21.2) – Ficha de trabalho – Folha de soluções (Anexo 21.3) – Texto: Mónica ou Senhora do Retrato (Centro Virtual Camões) – Ficha de trabalho – Folha de soluções (Anexo 21.4)

147

Matemática

148

História

149

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189

continua

Verificação em Pares

EFA B3 Educação e Formação de Adultos

Linguagem de comunicação

150

Método de aprendizagem cooperativa

Ano de Disciplina/ escolaridade Área curricular

Conteúdo Da raiz às folhas – transporte no xilema. Hipótese da pressão radicular. Apoios a esta hipótese e argumentos que a contrariam Aspectos fundamentais da estrutura e do funcionamento da língua a partir de situações de uso Estrutura e funcionamento da língua

Materiais

Páginas Manual Web

Verificação em Pares

10º

Biologia e Geologia

– Ficha de trabalho – Folha de soluções (Anexo 21.5)

161

Aprendendo Juntos

Língua Portuguesa

– Ficha de trabalho (Anexo 22.1)

162

Aprendendo Juntos

Língua Portuguesa

– Ficha de trabalho para a equipa (Anexo 22.2)

163

Aprendendo Juntos

Constituição do – Ficha de trabalho Ciências mundo material – para a equipa Físico-Químicas Substâncias e misturas (Anexo 22.3) de substâncias Língua Portuguesa O texto narrativo – Ficha de trabalho para a equipa (Anexo 22.4) – Texto: ”Um destino comum para as nossas sapatilhas” – Folha fotocopiável: “Folha de tarefas” (Anexo 23.1) – Folha fotocopiável “A roda das ideias” (Folha A) – Folha fotocopiável “Esboço da nossa fotonovela” (Folha B) (Anexo 23.2)

164

Aprendendo Juntos

165

Graffiti Cooperativo

Expressão plástica e Educação visual

Expressão plástica

166

Graffiti Cooperativo

Língua Portuguesa

Criação de texto: fotonovela

169

Verdade ou Mentira

Todos os anos de escolaridade 6º

Todas as disciplinas Língua Portuguesa Expressão e Educação Físico-Motora Ciências Naturais Língua Portuguesa – Textos A, B e C – Ficha de auto-avaliação (Anexos 25.1) – Manual (Planificação 26.1)

Controvérsia Criativa

Texto argumentativo

171

O Telefone

4º 5º 4º

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Actividades rítmicas expressivas (dança)

295 296 174 continua
190

O Telefone Ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura

Comportamento inato – Manual e adquirido (Planificação 26.2) Texto narrativo – Texto (Anexo 27.1)

A APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA SALA DE AULA

continuação

Método de aprendizagem cooperativa Ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura Ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura Ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura Ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura Ensino Recíproco para a Compreensão da Leitura

Ano de Disciplina/ escolaridade Área curricular 6º Língua Portuguesa Língua Portuguesa Língua Portuguesa Língua Portuguesa Língua Portuguesa

Conteúdo

Materiais – Texto (Anexo 27.2) – Texto (Anexo 27.3) – Texto (Anexo 27.4) – Texto (Anexo 27.5) – Texto (Anexo 27.6)

Páginas Manual Web 175

Texto narrativo

Texto narrativo

177

Texto narrativo

179

Texto narrativo

183

Texto narrativo

184

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191

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