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Atividades Expressao Corporal

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11º.

Congresso Paulista de Educação Física Jundiaí (SP), de 7 a 10/6/2007

RECREAÇÃO COOPERATIVA
Profª Marília Freire mariliafr@terra.com.br Prof. Sandro Carnicelli Sandro_unesp@yahoo.com.br LEL – Laboratório de Estudos do Lazer

CONCEITOS Muitas pessoas confundem os termos: lúdico, tempo livre, lazer, Recreação, Jogos e Brincadeira, sendo que, para cada um destes conceitos existe um significado e um sentido específico. Lúdico é um comportamento primário da espécie humana e todo ser humano, criança, adolescente, adulto e terceira idade pode manifestar este estado de espírito em qualquer tempo, espaço e lugar, tendo como características a expressão mais livre e espontânea, que predispõe os indivíduos a brincar, a sorrir, a se alegrar, ser criativo e se animar. Observa-se que, o comportamento lúdico pode ser mais facilmente manifestado dentro do tempo livre, fora das obrigações sociais, pelas características de maior flexibilidade no horário, no espaço e na organização das atividades. Atualmente, as pessoas dividem às 24 horas do dia, com atividades produtivas e não-produtivas, e nem sempre essas horas diárias são divididas de maneira uniforme, sendo 8 horas disponíveis para dormir, 8 horas para trabalhar e 8 horas para usufruir atividades desenvolvidas no âmbito do Lazer, o que seria ideal. Na maioria das vezes, se trabalha mais do que 8 horas por dia, acarretando um prejuízo nas outras atividades, que juntas, poderiam complementam o ser humano, nos seus aspectos ludens, fabril e expressivus, tendo como objetivo prioritário proporcionar ao ser humano, o descanso, o divertimento e o desenvolvimento pessoal e social. O ser humano moderno é muito mais fabril, produtivo, preocupado com o trabalho, com o lado profissional ao extremo, do que ludens e expressivus, voltado aos aspectos da criatividade, da imaginação, da fantasia, do desvelar das emoções e sentimentos mais intenso e significativo.

pode-se considerar todos os cursos feitos que culminam com uma aprendizagem. de damas. da atitude e da atividade. ao canto. os artísticos. o crochê. O Lazer surge como um fenômeno social. os turísticos e os virtuais. significativas. fazer o que bem quisesse. de curta metragem e até mesmo um curso de xadrez e de damas. contato com o belo. os intelectuais. que surgiu com a reivindicação dos trabalhadores por um tempo que pudesse recuperar as energias gastas no trabalho. o primeiro é tido como uma atividade de Lazer e o segundo como uma atividade Recreativa. os manuais. a exemplo de um curso de culinária. No que se referem aos interesses Manuais. exigindo uma certa estrutura quanto à estadia e transporte local. a dança. a escultura. Quanto aos interesses Intelectuais. com atividade de caráter de trabalho. e de um jogo de voleibol nas aulas de Educação Física Escolar. entreter-se ou simplesmente um tempo para não fazer nada. a tendência é ocupar o tempo livre. dramatização. Dependendo do tempo. e diversificadas. ou ainda. descansar. dança. dentre outros. música. pode-se ter como exemplos. com os jogos e as brincadeiras. que compreendem um jogo de futebol ou de voleibol na praia num final de tarde ou final de semana. 7 interesses a saber: os interesses físico-esportivos. . a exemplo dos interesses Físico-esportivos . os mesmos compreendem as atividades realizadas durante os passeios feitos com deslocamento de um lugar para o outro. com atividades motivadoras. o tear. os rodeios e os encontros de finais de semana entre amigos. tendo como conteúdos culturais. Tempo livre é o resultado da organização social do trabalho. pode ser considerado Lazer ou somente uma atividade recreativa. reunindo todas as linguagens da arte. vivenciado dentro do tempo livre. A Recreação é uma das maneiras de desenvolver estes 7 conteúdos culturais. os sociais. o tricot.Na época atual. No que tange os interesses Turísticos. o Gamão. permanecendo no local por mais de 24 horas. Referentes aos interesses Sociais encontram-se as festas. a pintura. ao invés de investir em atividades com características de festa. o jogo de xadrez. Os interesses Artísticos se referem aos desenhos. a exemplo do jogo de voleibol na praia num final de tarde ou final de semana com amigos.

a questões financeiras para sua fruição. o tempo livre era denominado de ócio. desnecessário e supérfluo. existindo momentos de repouso e paz. o que enfatizava a preocupação com a salvação da alma. ASPECTOS HISTÓRICOS Atualmente. Para entender sobre o fenômeno lazer. o lazer não tem recebido a devida atenção e importância por parte da população. devido ao seu potencial lúdico. ou então associado. as atividades realizadas no tempo de não-trabalho eram um meio de alcançar a liberdade e a felicidade. do MSN. predeterminadas a priori e com um tempo limitado para sua duração. sendo considerado como algo sem utilidade. lugar e espaço para acontecer. muitas vezes. sendo bastante valorizado pelos atenienses e até mesmo na escola o ócio tinha seu lugar. a exemplo da brincadeira de bonecas. necessário à espécie humana. com regras marcantes. do orkut. ele é essencialmente fundamental para o desenvolvimento do ser humano. além de ser um direito garantido por lei. como por exemplo. Os jogos e as brincadeiras se inserem dentro da Recreação. usufruindo deste tempo com mais atividades produtivas. torna-se necessário situa-lo dentro de um contexto histórico cultural e social. podendo ser brincado individualmente ou em grupo. Com o surgimento do cristianismo. dentre tantos outros recursos. havendo uma mistura entre trabalho e não-trabalho.Os interesses Virtuais podem ser considerados todas as atividades realizadas por meio do computador. ou seja. não necessariamente precisam ter regras específicas. O lazer. tendo uma grande dificuldade em usufruir atividades no âmbito do lazer. das salas de bate-papos. de carrinho. as questões religiosas são excessivas e o ócio passa a ser visto como a busca de Deus e o cultivo à fé. . atividades ligadas a pacotes turísticos e parques de diversões. uma grande parte da população não sabe o que fazer quando dispõe de um tempo livre. Embora considerado como futilidade. Na Grécia clássica. restringindo o tempo de nãotrabalho às atividades festivas religiosas. tendo os jogos características mais definidas. sem tempo. a exemplo dos jogos virtuais. a exemplo do jogo de peteca que é jogado em qualquer lugar do mundo. lançando a peteca com a palma das mãos para a outra pessoa ou campo adversário. de casinha. e as brincadeiras.

a promoção da saúde e deixando de ser apenas uma mera atividade. sendo supervalorizado o trabalho.Com a reforma protestante. fazendo por fazer. houve uma supervalorização do trabalho em detrimento do ócio. . uma atitude crítica. Ao final da música apontar os indicadores para uma pessoa. dando início a sociedade capitalista e consumista. modificando o cenário entre tempo de trabalho e tempo de nãotrabalho (tempo livre). a atividade será feita em dupla. quando um escreverá com a ponta do indicador algo sobre ele na costas do companheiro. Torna-se fundamental a todos os envolvidos com o fenômeno lazer. o lazer. Este é nosso desafio enquanto futuros animadores culturais. estalando os dedos e cantando a música a seguir: “Se você quiser saber um nome Vamos sair por aí Fazendo muitos mais amigos Conhecendo este aqui”. e desvalorizando as questões afetivas e relacionadas à sensibilização. não podendo ser considerado como lazer. Exemplos: Cantando e interagindo Material: Nenhum Formação Inicial: Os alunos estarão dispostos à vontade pelo salão. mas prioritariamente fazendo por opção e com sentido. A partir dessa indicação. pois não existia um tempo isolado. RECREAÇÃO COOPERATIVA 1 – Atividades de Expressão Corporal: Atividade de Expressão Corporal é a capacidade perceptivo-motora de comunicar-se por meio da expressão criativa. Neste primeiro momento. Aquele que receberá a mensagem expressa nas costas deverá adivinhar e vice-versa. dentre outros. Com a Revolução Industrial. consciente e cooperativa contribuindo para que as atividades no âmbito do lazer revertam em benefícios individuais e sociais. inicia-se um segundo momento. comer ou outro informação qualquer. a educação. prazerosa e carregada de conteúdo emocional. a exemplo de alguma que ele goste de fazer. à parte. o jogo e o trabalho se misturavam. As mudanças de valores e comportamentos foram se modificando ao longo da história o que influenciou o trabalho. as questões econômicas e produtivas. A brincadeira se reinicia até que se observe desinteresse por parte dos participantes. Desenvolvimento: Os alunos irão se locomover à vontade pelo salão. denominado de sociedade Pré-industrial. melhorando a qualidade de vida. denominado de sociedade industrial. ambos faziam parte do mesmo cenário.

No final.“Que vieram fazer aqui?” – Nós viemos combater!” – “Então combate que eu quero ver!”. posicionados em fileiras. sendo que. o professor determina unir dupla contra dupla. dispostos em colunas (um atrás do outro). Desenvolvimento: Dois à dois. “Nós somos marinheiros da Europa” – “Que vieram fazer?” – “Muitas coisas belas!” – “Estão façam que eu quero ver!”. o leão mata o caçador. a exemplo de. os grupos se confrontam na seguinte seqüência: “Nós somos marinheiros da Europa” . Se o resultado for. “espingarda” ou “caçador” e expressar por meio de gestos.. A noite mal assombrada Material: CD e som Formação inicial (disposição dos participantes): O professor pede aos alunos que escolham uma personagem para representar. uma de costas para a outra. dramatizando os personagens que habitam a noite num castelo mau-assombrado. as garras e o rugido de um leão. leão e caçador. os alunos se viram. até que todos vão estar divididos em dois grandes grupos. a espingarda mata o leão. Variações da atividade: A seqüência pode ser alterada. uma fileira estará de frente para a outra. sempre dobrando o número de participantes. depois em quarteto. posicionados em fileiras. Telefone sem fio corporal Material: Nenhum Formação inicial: Dividir os participantes em grupos de 5 ou mais. há. Desenvolvimento: Ao iniciar o som da música da noite no castelo. Pede para cada grupo representar o personagem. um do lado do outro e de braços entrelaçados (enganchados). posicionados um de costas para o outro. os braços empunhando uma espingarda ou uma das mãos na testa como se estivesse avistando um animal. Marinheiros da Europa Material: Nenhum Formação inicial (disposição dos participantes): Os alunos estarão divididos em dois grupos. há. ao toque de uma música ou criando outras personagens. uma grande surpresa!!! Há. há. Ao comando do professor. antes de tocar a música.Leão – caçador . há. tendo que escolher um fantasma. ou uma bruxa ou um vampiro. os alunos irão representar por meio de gestos e sons os respectivos personagens escolhidos. o caçador vence ( como no jogo do jô quem pô). Leão e espingarda. Nesse momento os dois grupos se reúnem separadamente e decidem conjuntamente criar um gesto ou uma expressão corporal. espingarda e caçador.. onde todos ganham e ninguém perde. sendo que cada um deverá escolher ser “leão”. quarteto contra quarteto e assim até que todos estejam divididos em dois grandes grupos cooperativos. Após um tempo de jogo.espingarda Material: Nenhum Formação inicial (disposição dos participantes): Inicialmente os alunos estão em dupla. . Desenvolvimento: Ao comando de início do professor. um de frente para o outro e representam a personagem que escolheu. para que depois de um tempo determinado pelo professor eles possam adivinhar o significado e o que cada grupo quis comunicar. Variações da atividade: Pode iniciar em trio. num momento pré-determinado na música.

tche. tche. goriza. Desenvolvimento: A -Os alunos irão cantar e movimentar-se de acordo com o ritmo da música: Amigos de Jô. esquerda e direita) Festeiros com festeiros (passes para a direita) Fazem (uni os pés) Zig-zig-zá (pula com os dois pés juntos para a direita. Desenvolvimento: Um aluno pré-determinado irá iniciar da seguinte forma: Dirá Raich. seguir seqüência um após o outro. esquerda e direita) Variações da atividade: Os alunos poderão cantar e movimentar abraçados ou com a utilização de um bastão (cabo de vassoura) na mão. 2 – Rodas e brincadeiras cantadas: As Rodas e Brincadeiras Cantadas fazem parte do folclore e são consideradas como atividades lúdicas por excelência que permitem mais facilmente a manifestação do comportamento lúdico. (movimentando para a direita por meio de passes largos) Tira (pula para trás com os dois pés) Põe (pula para frente) Deixa ficar (três pulos no mesmo lugar) Festeiros com festeiros (passes para a direita) Fazem (uni os pés) Zig-zig-zá (pula com os dois pés juntos para a direita. dramatizando e dançando. Raich. Na seqüência cantará uma música: tche. no sentido horário. Amigos de Jó Material: Nenhum Formação inicial (disposição dos participantes): Em círculo. fazendo a história do corpo brincante por meio dos conteúdos imateriais adquiridos ao longo dos tempos. Raich Material: Nenhum (próprio corpo). Poderá também movimentarse para o lado esquerdo. jogavam cachangá. Variações da atividade: (indicá-las se houver) – escrever as variações. todos os alunos de mãos dadas. amontche. ou seja. além de tapar os olhos com vendas. no ritmo escolhido criando novos movimentos. a “mensagem corporal” para frente. escolher o aluno aleatoriamente. tocando com a ponta dos dedos nas costas e executando o movimento criado pelo último participante. tche. . da mesma forma que recebeu. em cada um deles irá criar um movimento utilizando mãos e pés e os demais repetirão. em síntese. tche. Liza. A atividade inicia quando o último participante da coluna cria um movimento ou expressão. gore. sem olhar para trás. e este vira para trás para ver qual é o movimento criado pelo último participante. Terminando ele apontará uma nova pessoa para continuar a brincadeira. Raich. Estas atividades lúdicas constituem-se como formas de linguagem. amontche. Liza liza. A brincadeira se encerra na medida do interesse do aluno. Diversificar a música. Formação inicial (disposição dos participantes): em círculo. trazendo benefícios próprios e sociais.Desenvolvimento: Todos os participantes devem estar com os olhares direcionados para frente. até chegar ao primeiro participante da coluna. devendo o penúltimo passar o movimento. toca a ponta dos dedos nas costas do participante logo a sua frente. cantando.

. ploc (3 x) Minuê História do Reino muito triste.. lá. o pântano...) . lá.. por último a onça.. Minuê me gusta la dance... Ai meu Deus. Etc. Eu vou comer. ploc....Elefantão Material: Nenhum Formação inicial (disposição dos participantes): em círculo Desenvolvimento: Cantar a música fazendo gestos com as mãos (dentro do ritmo) Olhando para lá – (apontar os indicadores para frente) Num mundo que está lá. como se estivesse pedalando) É um elefantão (mãos na cabeça como se fosse uma orelha) Que pensa que ele tem (indicador na cabeça mostrando o pensamento).. lá. a caverna. pegando na cintura do da frente. Eu vou devorar. Uepa. e o que mais quiserem inventar.. um em volta do outro.. Uma tromba bem na frente (colocar as pontas dos dedos no nariz e deslizar para frente. Variações da atividade: (indicá-las se houver) – escrever as variações... (2x) Vai dando passo para dentro da roda. mostrando um grande animal) De bicicleta vai (com as mãos fechadas.. E a onça eu vou caçar.. (girar os pulsos à frente do tórax no movimento de espantar) Um grande animal. Eu Sou O Caçador Eu sou o caçador. onde o rei contratou um bobo da corte para fazer a melhor festa de todos os tempo. o lago.. realizando os mesmos movimento.. lá. A atividade pode ser realizada com os participantes sentados ou em duplas.etc. girar os braços. ploc. como se fosse uma tromba) E um rabinho bem atrás (levar uma das mãos atrás e balançar como se fosse o rabinho). a escada. me gusta la dancê la daça Minuê. Caramba. Pipoca Uma pipoca pula dentro da panela Outra pipoca vem correndo responder Então começa um tremendo falatório Que ninguém mais consegue entender É um tal de ploc Bis Ploc.... Música: Minuê. Depois de ensinado a música e todos os movimentos o professor passa a substituir cada frase sucessivamente por lá.(a porta.. (Abrir os braços.

Tibiritá Mana avante. Pá Papa-papiri piri papa Oh yes! Te gusta mexer las pernitas? Pá Mexer otra vez Pá Mexer otra vez.. Dedo petro Tibiriti. Tibiritá Mana Avante. Testa en alto Tibiriti.. língua de fora. Dedo Petro. assim) Tibiriti Tibiriti. otra vez. Tibiritá Mana Avante.. Bunda de Fora. mana quebrada Tibiriti. Tibiriti. Tibiriti. Tibiriti. otra vez. Tibiriti. Bunda de Fora Tibiriti.. Pá.. Tibiritá Papa-papiri Papa-papiri piri papa Oh yes! Papa-papiri piri papa Oh yes! Te gusta mexer las manitas? Pá Mexer otra vez Pá Mexer otra vez. Assim. mana quebrada.(gestos da fumaça saindo) (existem pessoas que colocam outras coisas como por exemplo: engraxo meu sapatos assim. Tibiritá Mana avante Tibiriti.. Assim. Testa en alto.(gestos de batendo a portinha) E pela chaminé a fumaça sai assim. Pá Papa-papiri piri papa Oh yes! Te gusta mexer corpo todo? Pá . Pá. Pá. Tibiriti.Casinha Eu tinha uma casinha... otra vez. Tibiriti. Tibiriti. Pá. Tibiriti. Tibiriti.. Tibiriti. assim. otra vez. (gestos das laterais) Batinha na portinha. Tibiriti. assim. Tibiriti. Tibiriti. Pá. Bunda de Fora. Tibiritá Mana Avante. Dedo Petro. Tibiriti. Pá Papa-papiri piri papa Oh yes! Te gusta mexer la cabeça? Pá Mexer otra vez Pá Mexer otra vez. assim. Testa en alto.. Pá. Dedo Petro. Tibiritá Mana Avante. Tibiriti. Dedo Petro. Bunda de Fora. assim... otra vez.. otra vez...

. Os jogos e brincadeiras confeccionados com material alternativo têm como objetivo resgatar a importância dos brinquedos criados e os valores agregados aos brinquedos artesanais. Dominó Gigante Material utilizado: caixa de leite. Pega-vareta Gigante Material utilizado: Cabo de vassoura. os traços da globalização conduzidos pela expansão tecnológica. otra vez. por meio de um ambiente de confiança. Tomara que caia Material utilizado: Garrafa pet. valores que foram se perdendo ao longo do tempo. mas a condição primeira para que o jogo aconteça. Criar jogos e brinquedos com material alternativo compreende criar sugestões e soluções para resoluções de problemas. naquele que está jogando. Barangandã Material utilizado: crepom. aceitação mútua. onde todos ganham e existe maior diversão. em grupo. sendo uma maneira de resgatar a sensibilidade e o modo de relacionar-se com o mundo. Pá. no produto ou somente no jogo em si. revista velha. no que se refere o ganhar e perder. bolinha de bolinha de gude e fita durex colorido para decoração.. Plastibol Material utilizado: Garrafa pet. mas na qualidade da interação. no sujeito em si. no processo. otra vez. Os jogos cooperativos orientam para a vida. a cada dia. Bola de meia Material utilizado: meia fina e jornal. .Mexer otra vez Pá Mexer otra vez. a falta de espiritualidade em relação à natureza. os quais evidenciam que a sociedade contemporânea está sofrendo profundas mudanças no estilo de vida e na organização social como um todo. Crescem. crepom e fita durex largo. produtos prontos e a falta de sensibilidade em relação à própria vida. a busca por resultados rápidos. O jogo não se concentra no objeto. a fazer. 4 – Jogos Cooperativos: Nos jogos cooperativos o outro não é um simples adversário. Pá Papa-papiri piri papa Oh yes! (podem colocar outras partes do corpo) 3 – Jogos e Brincadeiras com Material Alternativo: Chega-se ao século XXI com muitos acontecimentos. na busca por resultados mais cooperativos e menos individualistas. ou seja. para a coletividade. barbante e fita crepe. englobando o aprender em suas quatro dimensões: aprender a ser. crepom e cartolina. O jogo possibilita desenvolver pessoal e socialmente. Pá. a conhecer e a viver juntos.

Nome da atividade: Brincando de Picadeiro Material: Arcos. Nome da atividade: Handebol por zona. fita crepe ou fita adesiva colorida. e os jogadores da equipe “A”.. considerando o mesmo critério para a zona do gol. Reunir os alunos e contar uma história de circo. multi-esportes. Nome da atividade: Bicho de Pena/Bicho de Pêlo. fazendo parte da mesma. 3) Jogos de inversão: intercâmbio. Sorteia-se a posse de bola. Dividirá o número de participantes em 6. o grupo dos bichos de pena saem correndo em disparada tentando tocar a mão (relar) no corpor dos bichos de pêlo. também estarão dispostos um grupo de jogadores. Círculos (picadeiros) desenhar no chão com giz ou utilizar folha de revista ou jornal. frente a frente. fita crepe ou fita adesiva em toda sua extensão. Desenvolvimento: A partir da história. handebol por zona. posicionados alternadamente . O monitor deverá demarcar com os grupos o setor de início da atividade. Formação inicial (disposição dos participantes): A atividade será realizada num salão. A brincadeira pode iniciar com os alunos em dupla. aceitando o outro para que haja crescimento como ser humano. os de pêlo tentam capturar os de pena. conforme na formação inicial. O participante pego passará para a outra equipe. Existem quatro categorias dentro dos jogos cooperativos: 1) Jogos Cooperativos sem perdedores: Brincando no picadeiro. Ao parar a música eles devem ocupar o espaço interno dos arcos. (andando. logo da mesma forma se form ao contrário. que será delimitado com dois cones. Material: 1 bola de handebol ou de borracha n.interação cooperativa. Finalizando quando restar somente um arco com o espaço interno ocupado por todos os alunos. tentando “pegá-los”. girando e executando movimentos de circo). rádio e música de circo (CD) Formação inicial (disposição dos participantes): Organização do espaçofísico: espalhar o mesmo número de arcos igual ao número de alunos pela delimitação da quadra ou pelo salão. e dentro de cada espaço serão posicionados alternadamente os alunos mantendo número iguais de alunos em cada zona. Sugestão da música : Vai. começar a brincadeira. correndo. 2) Jogos de Resultado Coletivo: um time no primeiro tempo e outro time no segundo tempo. coletes e cones. Ao reiniciar a música retirar um ou mais arcos. 4) Jogos semi-cooperativos: Jogo da Peteca. Desenvolvimento: O jogo será desenvolvido como num jogo de pimbolim. ( O Circo – Sidney Miller ) Variações da atividade: (indicá-las se houver) – escrever as variações. com giz. 08. se indicar bichos de pêlo. Fazer o uso de palmas no lugar da música.vai. onde existe encontro e não confronto. o monitor define o grupo dos bichos de pena e o grupo dos bichos de pêlo. Ao comenando do monitor que pronuncia´ra em voz alta indicando um dos grupos de bichos: pena ou pêlo. Formação inicial (disposição dos participantes): Perfilados.... tocar uma música de circo e solicitar aos alunos que se locomovam aleatoriamente entre os arcos que representam picadeiros. bicho de pena/bicho de pêlo.. sendo dividido em 4 espaços iguais (zona). vai. giz.. A atividade Se encerra pelo tempo determinado pelo professor ou pelo fato de um grupo resgatar mais elementos do outro. Desenvolvimento: Após a formação inicial. Material: Nenhum. Demarcar um espaço de 18 m x 9 m. incentivo a novas parcerias e agrupamento (níveis de grupos) e superação das próprias limitações. dois para cada lado da quadra. Na área de gol.

ou nas delimitações da quadra de vôlei. Realizar o torneio onde todos os alunos poderão participar. Subdividir em mini-quadras utilizando fitas de TNT e/ou riscada com giz no chão. para que o objetivo proposto de desfazer o “nó” seja que todos os alunos formem um grande círculo. um jogando peteca para o outro. Após cada gol marcado. onde os jogadores ocupam posições e papeis variados dentro de um mesmo jogo (goleiros. Depois sobre o elástico. no momento em que a equipe “A” estiver fazendo a troca de passes. o jogo reinicia com a posse de bola com a equipe (goleiros) que sofreu o gol. e os grupos jogarão entre si. porem. em um quadrado aproximadamente de 10x10. A quadra será dividida por uma corda de elástico. sem soltar as mãos. atacantes. livres pela quadra. Nome da atividade: Nó humano Material: Nenhum Formação inicial (disposição dos participantes): Os alunos estarão dispostos na quadra. Regras: Quando a equipe adversária marcar gol. com o objetivo de arremessar a bola em direção a zona de gol da equipe “B”. Após deverá soltar as mãos e caminhar próximo um ao outro (o professor poderá usar uma música). defesas) Goleiros atacantes Equipe “A” A Zona Central Zona Central Atacantes Equipe “B” B Goleiros B B A A Nome da atividade: Jogo de Peteca Material: Peteca e cordas de elástico Formação inicial (disposição dos participantes): Os alunos estarão dispostos na quadra em duplas. antes de passar a bola para a zona subseqüente. presa nas duas traves do gol. o jogo se inverte. 2º Momento: Após 10 minutos. O aluno deverá identificar seu colega da esquerda e da direita. Começar com um círculo . dependendo do número de alunos. Construir com os alunos as regras e o tempo do jogo. A bola deverá ser passada de zona em zona. não sendo permitido o arremesso em direção ao gol.entre as zonas. Variações da atividade: (indicá-las se houver) – escrever as variações. com o intuito de marcar o gol. aproveitando as traves dos gols. 3º momento: os alunos terão que agachar. pulando zonas. A equipe adversária tentará interceptar a bola. Quando a bola sair das delimitações da quadra pelas linhas laterais. Desenvolvimento: 1º momento: dar as mãos ao colega diferente orientado pelo professor. poderá ser feito um rodízio. no sentido horário. passar sobre as mãos dos colegas. em seguida quatro jogando com mais quatro. até formarem dois grandes grupos. 2º momento: desembaraçar o “ nó ”. e equipe que capturou a bola faz a troca de passes e arremessa em direção a linha de fundo. o jogo se reinicia com a posse de bola para a equipe em situação defensiva. Variações da atividade: Dois a dois. trocarão passes entre eles. podendo desliza-las sem perder o contato. arremessando a bola por cima ou quicando. dispostos por e toda a quadra. Desenvolvimento: 1º Momento: Os alunos baterão e rebat rão a peteca em duplas. formar trios para a organização de um torneio. caso venha a obter a posse de bola. utilizando cones para delimitar o gol. Ao sinal do professor todos deverão dar as mãos ao mesmo . ou em direção ao gol. Pode ser determinado como regra a exigência de 3 toques entre os jogadores da mesma zona. Variações da atividade: A atividade poderá ser realizada utilizando as delimitações da quadra de handebol.

João Batista. 1986. . Roger. Associados. São Paulo: SESC. Perspectiva. SCHWARTZ. São Paulo. T. N. México: Fondo de Cultura Económica. SCHWARTZ. 1990. 2ª ed. CAMARGO. Dinâmica lúdica: novos olhares. Jogos cooperativos : se o importante é competir.O. G. M. BROTTO. Educação para o lazer. L. O corpo parceiro e o corpo adversário. Campinas: Papirus. São Paulo: Moderna. Los Juegos Y Los Hombres: lá máscara y el vértigo.colega que estava inicia lmente no círculo. São Paulo: Guanabara Koogan.). 2004. Santos. (Org. Voltar ao 3º momento do desenvolvimento para atingir o objetivo proposto de formar o círculo. 2004. 1990. J. BRUHNS. C. H. CAILLOIS. MARCELLINO. Valores e conteúdos culturais do lazer. Bibliografia BACAL. o fundamental é cooperar! Ed.L. 1993. 2002. Johan. FREIRE. Campinas: Papirus. Lazer e o universo dos possíveis. O jogo: entre o riso e o choro. SP: Projeto Cooperação. Homo Ludens . Fábio O. São Paulo: Aleph. Coleção Educação Física no Ensino Superior. 1998. DUMAZEDIER. re-novada. São Paulo: Manole. Campinas (SP): Autores HUIZINGA.). G. 1997. 2001. SARAH. Atividades Recreativas. (Coord. Lazer e educação. 1980. M.

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