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Cópia de relatório de estágio-tecnico luciane

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  • DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
  • PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO
  • 1. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO DE AUXILIAR
  • laboratoriais
  • 1.2 Recebimento e identificação das amostras
  • 1.3 Coleta de amostra: Punção venosa
  • 1.4 Uroanálise
  • 1.5 Hematologia
  • 1.7 Parasitologia
  • 1.8 Lavagem e Esterilização
  • 2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO DE TÉCNICO (LACEN)
  • 2.1 Coleta
  • 2.2 Coloração das lâminas
  • 2.3 Semeadura
  • 2.4 Série Bioquímica
  • 2.5 Antibiograma
  • 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO DE TÉCNICO
  • 3.1 Bioquímica
  • 3.2 Parasitologia
  • 3.2.1 Exame Direto a Fresco
  • 3.2.6 Método de Baermann-Moraes
  • 3.3 Hematologia
  • 3.3.1 Contagem de Leucócitos
  • 3.3.2 Contagem de Plaquetas
  • 3.3.3 Hematócrito
  • 3.3.4 Tipagem Sanguínea em tubo
  • 3.3.5 Velocidade de Hemossedimentação – VHS
  • 3.3.6 Tempo de Sangria
  • 3.3.7 Tempo de Coagulação
  • 3.3.8 Prova do Laço
  • 3.3.9 Mediada de Retração de Coágulo
  • 3.3.10 Diagnóstico da Malária
  • 3.4 Uroanálise
  • 3.5 Imunologia
  • 3.5.1 PCR (Proteína C Reativa)
  • 3.5.2 ASLO (ANTI-ESTREPTOLISINA “O”)
  • 3.5.3 VDRL
  • 3.5.4 Látex
  • 3.5.5 Beta HCG

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA DIRETORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO

EM GESTÃO, SAÚDE E TURISMO CURSO TÉCNICO EM ANALISES CLINICAS

RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE TÉCNICO EM ANALISES CLÍNICAS

BOA VISTA-RR AGOSTO/2011

LUCILENE DE LIMA PACHECO

RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE TÉCNICO EM ANALISES CLÍNICAS

Relatório Final de Estágio para a conclusão do Curso Técnico Subsequente em Analises Clinicas, turma 31811, matrícula 20081TSL0036, referente aos estágios realizados nas Unidades de Saúde: Hospital da criança Santo Antônio, LACEN e IFRR, compreendendo o período de 18/01/2010 a 14/05/2010. Totalizando

BOA VISTA – RR AGOSTO/2011

AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus pela oportunidade e pela vida, pelo direcionamento em busca de melhores conhecimentos. Aos professores, familiares, amigos e colegas, pelo apoio e motivação em todo o tempo.

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome da Estagiária: Lucilene de Lima Pacheco Curso: Técnico Subseqüente em Laboratório Ano de conclusão: 2010 Endereço Completo: Av. Telefone: 3621-8000 Supervisor do Estágio na Empresa ou Instituição: Thaíse Marcon Professor Supervisor do Estágio: Maria Lúcia Brasileiro Lacerda Período de realização do estágio: 15/03/2010 a 14/05/2010 .com Período de Estágio: de 18/01/2010 a 14/05/2010. Glaycon de Paiva. Brigadeiro Eduardo Gomes. Pricumã. Telefone: 3624-1684 Supervisor do Estágio na Empresa ou Instituição: Jeorge Ribeiro Professor Supervisor do Estágio: Maria Lúcia Brasileiro Lacerda Período de realização do estágio: 18/01/2010 a 18/02/2010 LACEN Total de horas: 20h Endereço Completo: Av. 13 de Setembro. S/N. Chile n 213 Boa Vista CEP: 69312-062 Telefone: (95) 8112-1337 E-mail: lutty_lene@hotmail. N°1645. Total de horas do estágio de auxiliar: 150 horas Total de horas do estágio de técnico: 200 horas Total de horas realizadas: 350 horas Empresas nas quais foram realizados os estágios: Hospital da Criança Santo Antônio Total de horas: 150h Endereço Completo: Avenida das Guianas. Supervisor do Estágio na Empresa ou Instituição: Márcia Brandão e Cátia Alexandra Ribeiro Meneses Professor Supervisor do Estágio: Maria Lúcia Brasileiro Lacerda Período de realização do estágio: 03/03/2010 a 07/03/2010 IFRR Total de horas: 180h Endereço Completo: Av. N° 2496. Mecejana.

................................................................../... Coordenador do Curso Professor Supervisor Coordenador Pedagógico do Curso Membro da Comissão ...PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO A Comissão de Avaliação é do parecer que o (a) aluno (a) ................ seja ( ) APROVADO(A) ( ) REPROVADO(A).. tendo obtido nota/ conceito........../ ............................ na avaliação do Estágio........................... ......... Boa Vista – RR...

...............................................................................................09 1............18 3........19 3.........1..........................................................15 2...............25 3...................... Atividades Desenvolvidas no Estágio de Auxiliar.............................................................................................................23 3........................24 3.............................................05 INTRODUÇÃO.............1 Atendimento ao público e orientação para coleta de exames laboratoriais..................................................24 3........18 3.......................................................................................................14 2............................................................................................2....................................................................................................14 2......12 Ácido Úrico............1........................................................................1.............9 Transaminase – TGO e TGP.........22 3.....................13 1...................1........3 Semeadura...........08 1.....................................................1................................4 Triglicérides................15 CK-NAC...6 Bioquímica e Imunologia...18 3..................................14 1...........................................................................................................................1.1............................16 2.................................09 1..........24 3..13 Fosfatase Alcalina...............................09 1.....................................20 3..........................................1 Exame Direto a Fresco....7 Técnica de Grahm modificada.....................17 3..28 ..................................27 3................................6 Método de Baermann-Moraes...................................................25 3...................................................................................1..............................................................5 Uréia................................3 Flutuação Simples................7 Parasitologia..................................................5 Centrífugo-Sedimentação...4 Centrífugo-Flutuação.......09 1...................................................10 Bilirrubina..................................................8 Lavagem e Esterilização................................................................2......................................................................................14 1..................1......................................................1...............................................................................2..............................22 3.................3 Coleta de amostra: Punção Venosa.....2..............................2 Sedimentação Simples...2.....2 Parasitologia...............................26 3............................................1 Coleta...1........................................ Atividades Desenvolvidas no Estágio de Técnico ........2 Coloração das lâminas...........5 Antibiograma................................................................................................18 3.........7 Proteínas Totais 20 3...............15 2......1...................................SUMÁRIO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO............................11 1....................................................1 Glicose............................................................................................................................................................21 3....................................11 Glutamil Transferase – Gama GT........................16 CK-MB(NAC)................19 3.................................1........1............................8 Albumina................................................................3 Hematologia............26 3........1.2 Recebimento e identificação das amostras............................28 3......6 Creatinina...........20 3............................................................................................................14 2.04 PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO............14 Mucoproteína........................................2......3 Colesterol HDL............................28 3.....22 3............4 Uroanálise....5 Hematologia...........21 3..2 Colesterol.......................2............................... Atividades Desenvolvidas no Estágio de Técnico (LACEN)..................................1 Bioquímica.............1...............17 3.................4 Série Bioquímica.............................

...............3.......5.........2 ASLO (Anti-Estreptolisina “O”)...........34 3...............37 3..............................8 Prova do Laço..............31 3.............................................................4 Uroanálise.................................................................................................33 3.......36 3............38 CONCLUSÃO...........5......10 Diagnóstico da Malária...................................................3....29 3..........3.............................................3..............................................................................4 Látex.............................................7 Tempo de Coagulação..........5.............30 3.......................................................................................................................5 Beta HCG......................................................................................31 3............................................................32 3.4 Tipagem Sanguínea em tubo...........................................................................................................................3...............5 Velocidade de Hemossedimentação – VHS..................3..........................................................................2 Contagem de Plaquetas.40 ............3 VDRL.............32 3........29 3...33 3..........5 Imunologia......5....35 3.....................6 Tempo de Sangria....3................................1 PCR (Proteína C Reativa).....................................................................3 Hematócrito............36 3.................................................................3.......................3.................................................................29 3.........................................3..5.......39 REFERÊNCIAS...................31 3.3......1 Contagem de Leucócito...........9 Medida de Retração de Coágulo....................

INTRODUÇÃO O presente relatório tem a finalidade de apresentar uma síntese das atividades desenvolvidas no Hospital da Criança Santo Antônio. sendo este relatório parte obrigatório do estágio curricular supervisionado do Curso Técnico Subseqüente em Laboratório. Ciência e Tecnologia de Roraima) que compreende o período 18/01/2010 a 14/05/2010. perfazendo um total de 350 h. LACEN (Laboratório Central de RR) e IFRR (Instituto Federal de Educação. destacando as atividades de rotina realizadas em cada setor do laboratório de análises clínicas. das instituições concedentes e a Professora Maria Lúcia Brasileiro Lacerda como professora supervisora. Biomédica Cátia Meneses e a Farmacêutico-Bioquímica Thaise Marcon. . sendo acompanhado respectivamente pelo Biomédico Jeorge Ribeiro. técnico e a de Bacteriologia. destacando as fases de auxiliar. Tem por objetivo descrever de forma clara e coerente os procedimentos realizados nas instituições de estágio.

marcação e entrega de exames. pois. Dela dependem todas as etapas seguintes de forma . ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO DE AUXILIAR Descrevem-se abaixo as atividades realizadas no Hospital da Criança Santo Antônio. amostras com erros de identificação quanto ao nome do paciente ou troca de amostra pode acarretar sérios transtornos quanto ao real e correto diagnóstico do paciente. dando informações. 1. 1. As amostras eram recebidas à partir das 7:00h da manhã em coletores específicos. Esses procedimentos eram de suma importância para evitar transtornos ou similaridades.09 1. orientações e instruções referentes aos horários de coleta. higienização. manipulação e transporte de amostras (urina) na residência do paciente. As mesmas eram recebidas e identificadas com o número de registro e nome do paciente no corpo do coletor. no período que compreende de 18/01/2010 a 18/02/2010. Esta ação deve receber total atenção de quem a faz. 1.3 Coleta de amostra: Punção venosa A colheita de material sanguíneo é o primeiro passo para todas as análises efetuadas em laboratório clínico. A recepção protocolava todos os exames.1 Atendimentos ao público e orientações para coleta de exames laboratoriais Primeiramente foi explicado todo o processo de atuação na recepção. jejum. assim como garantir o controle de registros. sendo diferenciados em relação a idade do paciente. Todo o processo baseava-se em atender ao público.2 Recebimento e identificação das amostras A identificação das amostras é uma prática fundamental e essencial dentro de um laboratório de análises clínicas. sendo necessária a assinatura do paciente ou responsável na hora da entrega do mesmo. Após enviadas para o setor de uroanálise. sendo orientada e acompanhada pelos técnicos do local.

Introduzir a agulha na pele ao encontro da veia. lentamente. Identificar o(s) tubo(s) a ser utilizados com a numeração e iniciais do nome do paciente. evitando dificuldades no momento da punção. que preferencialmente deve ser calibrosa e bem firme.Desinfetar a pele sobre a veia selecionada. de preferência do antebraço. pra verificar se a agulha está na veia. Todo o material necessário para a punção venosa deve estar ao alcance do técnico.10 ser impossível a obtenção de resultados exatos sem um procedimento correto e a utilização de material apropriado. Os passos para a colheita de sangue venoso são: . acima da dobra do cotovelo. em movimentos de vai e vem. O braço do paciente deve ser posicionado no apoio de modo correto. . após a confirmação. . acopla-la corretamente. com algodão embebido com álcool a 70% e deixar secar antes de puncionar. . É indispensável o uso de EPI’s para garantir a segurança do técnico no momento do procedimento. . .Pela visualização e palpação. para retirar a pressão existente. O sangue deverá ser colhido por punção de uma veia visível.Esticar a pele da dobra do cotovelo com o dedo indicador da outra mão. determinar a veia a ser puncionada.Pedir ao paciente que mantenha a mão fechada. . retirar o garrote de forma cuidadosa e.Colocar o garrote ao redor do braço do paciente. em seguida. penetrar em seu interior. . puxar levemente o êmbolo.O sangue fluirá para dentro da seringa espontaneamente. para que o técnico tenha uma boa visualização do local a ser puncionado. retornar a puxar o êmbolo para retirar o sangue necessário. Se esta estiver desmontada.Retirar a seringa da embalagem estéril. na altura da dobra do cotovelo. em seguida puxar o êmbolo do cilimdro. Primeiramente analisamos a requisição médica para nos assegurar quais os exames a serem realizados. a uns 5 cm abaixo do local da punção. Explicamos ao paciente todo o procedimento a ser realizado e o acomodamos de maneira adequadas e confortável na cadeira de coleta para que não ocorra contratempo. .

Essas variações podem ser devidas a funções metabólicas normais. sem provocar a formação de espumas. anotar o volume contido no mapa ou laudo. sangue. Os tubos com anticoagulante deve se invertido lentamente várias vezes. hepatologias. Urina Normal: Transparente. pH. atividade física. uratos amorfos. ligeiramente turva.Retirar a agulha da seringa.11 . Escorrer lentamente o sangue pelas paredes do tubo. erros inatos do metabolismo e infecções do trato urinário. retirar a agulha e colocar um pedaço de algodão seco no local.4 Uroanálise A análise da urina é representativa para observação de suas características. aparência e odor. densidade e leucócitos. cristais de oxalato de cálcio ou de ácido úrico e carbonato na forma de névoa branca. no intuito de avaliar: urobilinogênio. muito turva e leitosa. células epiteliais e bactérias. Há presença de células epiteliais e muco principalmente na urina das mulheres. fornecendo informações prévias no que diz respeito a distúrbios como: hemorragias glomerular. .  Aparência ou Turvação Os termos comumente usados para descrever a aparência são: transparente. E exame químico é realizado por meio da utilização de fitas reativas. coloração. com ou sem anticoagulante. Além dos cristais amorfos. Para a análise macroscópica ou exame físico da urina compreendia as seguintes características: volume. de acordo com o exame solicitado. opaca. . Tampar o tubo para evitar contaminação. bilirrubina. glicose. 1. Exame Físico da urina:  Volume Verificar o volume de amostra contida no coletor universal. nitrito.  Coloração Sua coloração da urina varia desde a quase ausência de cor até o negro. as quatro substâncias que mais comumente causam turvação na urina são: leucócitos.Retirada a quantidade de sangue necessária. depositar o sangue colhido no tubo(s). hemácias. que é graduado e possui capacidade de 60 ml. substâncias ingeridas ou condições patológicas. cetonas. proteínas. Urina Opaca: Precipitação de fosfato.

linfa.cetonúria: odor adocicado de frutas. juntamente com número de registro. cremes vaginais e material de contraste radiográfico.000 RPM.“suis generis”. . os dados eram registrados no mapa de uroanálise. devendo restar no tubo uma quantidade uniforme de 0. como talco. as amostras identificadas eram organizadas em ordem crescente de número de registro. Normalmente esse procedimento era realizado após a centrifugação. esperar o tempo especificado para que ocorra a reação e comparar a cor da tira com a tabela de cores. fétido. material fecal e contaminação externa. despreza-se o sobrenadante. muco. Técnica utilizada: Na bancada do setor de uroanálise.5ml no tubo para ser usada na suspensão do sedimento e análise em lâmina microscópica. à medida que ela vai sendo retirada.uréia.infecção urinária: odor forte. retirar o excesso de urina encostando a borda da tira no recipiente ou em papel absorvente. Em seguida levávamos para o bioquímico realizar a leitura microscópica.12 Outras substâncias que provocam turvação na urina são: lipídios. sêmen. Centrifugávamos os tubos cônicos por 5 minutos a 3. assim classificado de acordo com a quantidade de depósitos sedimentados. . Preenchíamos um tubo cônico com um volume ideal de 12ml de urina. . Consiste em mergulhar a tira completamente e rapidamente em uma amostra de urina homogeneizada. Efetuávamos o exame físico de cada amostra. podendo variar de 10 a 15ml. Após centrifugação. . Registrávamos o paciente no mapa de uroanálise.  Odor . levedura. o mesmo era identificado com a numeração do paciente. Analisáva-se as tiras reativas de cada amostra e os resultados eram transferidos para o mapa. Exame Químico da urina:  Fita Reativa Seus componentes aromáticos são classificados em. cristais.

para coagular espontaneamente.5 Hematologia No setor de hematologia realizamos: leitura do sangue no aparelho KX.500 rpm por 5 minutos. a temperatura ambiente. . Após a centrifugação. fazendo-la tocar a gota de sangue depositada. Após seco leva-se o mesmo para o bioquímico realizar a visualização. desliza-se a mesma para formar uma fina felícula (esfregaço). Desprender o coágulo. Observando se todos os tubos estão corretamente identificados. megulha-se na ordem: 10s no álcool metílico.  Confecção do esfregaço Em uma lâmina limpa e desengordurada. retira-se o soro do coágulo através de uma pipeta. Com o esfregaço seco. Com um movimento rápido e constante para frente.6 Bioquímica e Imunologia Etapa destinada a visualização de dosagens bioquímicas e testes imunológicos. assim preencherá toda a borda da mesma. 1.Azul de Metileno: corante básico (coloração azul). poem-se uma lâmina distensora com um ângulo de 30° em frente da gota. passando-a pela periferia do tubo. puxa-se a lâmina para trás. através da centrifugação. Centrifugar a 2. tomando o máximo de cuidado para não produzir hemólise. Lava-se o esfregaço com um fio de água e deixase secar. . colocáva-se com auxilio de pipeta uma gota de sangue a 1cm da borda. por meio de uma pipeta. preparação de esfregaço e coloração do mesmo. O esfregaço é secado a temperatura ambiente e em seguida estará pronto para coloração. preparação do sangue e obtenção de soro. .Álcool Metílico: fixador. evitando aspirar as hemácias.Eosina: corante ácido (coloração vermelho-alaranjado). 10s na eosina e 20s no azul de metileno. Deixava-se o sangue em repouso em um tubo de ensaio. que fica aderido nas paredes.  Coloração do esfregaço Utilizou-se os corantes policromático: .13 1. assim o soro estava pronto para a realização das dosagens bioquímicas e testes imunológicos.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO DE TÉCNICO (LACEN) Descrevem-se abaixo as atividades realizadas no Laboratório Central de Roraima.8 Lavagem e Esterilização A lavagem e esterilização foram realizadas com o cumprimento das leis de biossegurança. 1. vírus e fungos através de calor constante durante tempo estimado. Secreção de orofaringe:  Identificar a lâmina e o tubo com BHI de acordo com o número estabelecido na requisição da paciente.  Afastar os grandes lábios insere-se o swab no canal vaginal e realiza movimentos de rotação. esporos.  Inseri-se o swab no tubo com BHI. obtendo um esfregaço homogêneo.  Coleta-se outro swab para realização da lâmina. .  Explicar o procedimento a paciente.14 1. não foi possível realizar o estágio de auxiliar no setor de parasitologia. no período que compreende de 03/13/2010 a 07/03/2010.  Preparo da lâmina: com o swab colocar no centro da lâmina o material evitando a concentração excessiva num único local. misturando-o com o líquido. contudo. Para a esterilização dos materiais utilizou-se autoclave e estufa. 2. A lavagem ocorreu normalmente com auxilio de materiais de limpeza específicos. 2.1 Coleta Secreção vaginal:  Identificar a lâmina e o tubo com BHI de acordo com o número estabelecido na requisição da paciente. utilizando todos os EPI’s obrigatórios. só assim os materiais estavam prontos para serem reutilizados novamente. pedir para que fique em posição ginecológica. com o objetivo de eliminar/destruir as bactérias.7 Parasitologia O hospital da criança Santo Antônio não realiza exames parasitológicos.

 Lavar com um filete de água corrente.  Solução de lugol. cerca de 20 cm da chama do bico de bunsen.2%(safranina).  Fucsina básica 0. 2. ou seja. identificar com o nome do paciente.  Álcool-acetona.  Cobrir a área do esfregaço com lugol por 1 minuto.violeta 2%. 2.2 Coloração das lâminas Coloração de Gram: Material:  Solução de cristal .  Cobrir o esfregaço com fucsina por 30 segundos.  Preparar a lâmina e o colocar o swab no tubo com BHI.15  Explicar o procedimento a ser realizado ao paciente.  Posicionar a cabeça do paciente levemente para trás e com o auxilio de um palito de madeira pressionar a língua do paciente para baixo. bochechas e evitar o mínimo contato com a saliva. .  Cobrir o esfregaço com cristal .violeta e aguardar 1 minuto.  Descorar a lâmina com álcool . e trabalhar sempre nessa zona. Procedimento:  Todo esfregaço deverá estar seco à temperatura ambiente. data e o material semeado. sem tocar o swab na língua.  Ficar na zona de segurança.  Deixar secar a temperatura ambiente.  Lavar com um filete de água corrente. com um swab estéril coletar o material das amígdalas e da parede da orofaringe.  Lâmina com a secreção.acetona até que o solvente escorra incolor.3 Semeadura Técnica de semeio por campos sobrepostos (utilizada somente para semeio de urina):  Separar o meio de cultura (Agar Cled) e deixar ficar em temperatura ambiente.

cerca de 20 cm da chama do bico de bunsen.  Meio de cultura para secreção vaginal: Chocolate. Mac Conkey e Manitol. Mac Conkey e Manitol.  SIM (Motilidade): verifica se a bactéria isolada é flagelada ou não. Sangue. Caldo Selenito.  A placa de cultura deve ser armazenada em temperatura adequada. Identificar com o nome do paciente.deixar ficar em temperatura ambiente para poder semear.  Citrato: verifica o desenvolvimento de uma bactéria em um meio de cultura que tem apenas citrato como fonte de carboidrato.  Tocar o material a ser semeado com a alça.  Meio de cultura para secreção de orofaringe: Sangue.  Tocar o material a ser semeado com a alça. sacarose e lactose) e ferro.  Flambar a alça bacteriológica antes de guardar.  Pegar alça bacteriológica e flambar no bico de bunsen ate que o metal se aqueça devidamente. . ou seja. esperar a alça esfriar. e semear o meio de cultura através da técnica de esgotamento (formação de estrias). 2. e semear o meio de cultura através da técnica de campos sobrepostos. Sangue e Manitol .  LIA: desaminação da lisina.16  Pegar uma alça bacteriológica e flambar no bico de bunsen ate que o metal se aqueça devidamente. Verifica-se a fermentação de açúcar. data e o material semeado. Verifica se a bactéria desamina a lisina. esperar a alça esfriar. Técnica de semeio por esgotamento (utilizado para o semeio de fezes e secreções em geral):  Meio de cultura adequado à secreções . SS. Chocolate.Mac Conkey. e deixada por tempo suficiente até que as bactérias cresçam e formem colônias.  A placa de cultura deve ser armazenada em temperatura adequada.4 Série Bioquímica  TSI: tríplice de açúcar (glicose. e trabalhar sempre nessa zona. com o fundo para cima.  Flambar a alça bacteriológica antes de guardar.  Uréia: verifica se a bactéria quebra a molécula de uréia. e deixada por tempo suficiente até que as bactérias cresçam e formem colônias. com o fundo para cima.  Ficar na zona de segurança.

 Incubar a placa na estufa bacteriológica durante 24 horas a uma temperatura de 35 a 37°C. 2. no período que compreende de 15/03/2010 a 14/05/2010.  Flambar a agulha de semeio antes de guardar. Um microrganismo é considerado suscetível a uma droga se for morto ou inibido por uma concentração facilmente obtida no local da infecção.  Semear os meios de cultura da serie bioquímica com a colônia bacteriana. variável para cada antibiótico. A presença de um arco de inibição indica sensibilidade e a ausência desse arco indica resistência. .  Semear através de campos sobrepostos em uma placa de Agar Muller-Hinton.17  Fenilalanina: usada para diferenciação. Procedimento:  Flambar uma agulha de semeio e esperar esfriar.5 Antibiograma Determina a sensibilidade aos antibióticos e quimioterápicos. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO DE TÉCNICO Descrevem-se abaixo as atividades realizadas no Instituto Federal de Roraima.  Identificar a bactéria patogênica.  Passar a boca dos tubos rapidamente na chama do bico de bunsen para esterilizar.  Preparar a diluição da colônia bacteriana em meio líquido (BHI). 3. É necessário que o arco de inibição ultrapasse um certo diâmetro. Constitui o principal fator na escolha de um agente terapêutico para o tratamento de uma infecção bacteriana. com o auxílio de um swab estéril mergulhado na diluição.  Colocar sobre a superfície do Agar ainda úmido os discos de antibiótico a serem testados.  Realizar a leitura do antibiograma medindo o halo formado ao redor dos discos.

0ml T 2. tubos de ensaio. banho-maria.1. béquer.2 Colesterol: kit Doles – colorimétrico Preparo do reagente: em um frasco adicionar 65ml de água destilada e todo o pó de um frasco tampão/enzimas.1. cronômetro.000 rpm. Equipamentos e materiais utilizados: espectrofotômetro. proveta. com a correta identificação. Agitar levemente por inversão até dissolver o pó e em seguida acrescentar 5 gotas de surfactante. T(teste) e P(padrão).18 3. só então eram realizadas as dosagens bioquímicas. 3.colorimétrico Procedimento técnico: rotular 3 tubos de ensaio com B(branco).1 Glicose: kit Doles . Homogeneizar e deixar repousar por 10 minutos à temperatura ambiente.0ml 20µl P 2. .0ml T 2. balão volumétrico. B Reagente de cor Solução padrão Amostra 2.1.0ml 20µl - Misturar por agitação e incubar por 5 minutos em banho-maria. este era transferida para outro tubo. em banho-maria a 37° e ler no espectrofotômetro. B Reagente de cor Solução padrão Amostra 2.0ml 20µl - Misturar por agitação e incubar por 10 minutos. pipetas e ponteiras.3 Colesterol HDL: kit Doles – colorimétrico Em um tubo adicionar 200µl de soro e 200µl do reagente precipitante. Utilizar o reagente de cor do colesterol. Centrifugar durante 15 minutos a 3. a 37°.500 rpm ou 4 minutos a 12. Proceder à leitura das absorvâncias em espectrofotômetro. 3.0ml 20µl P 2.1 Bioquímica Primeiramente centrifugávamos as amostra de sangue coagulado para a obtenção do soro. 3.

0ml 50µl P 2. 3.0ml 20µl - Misturar por agitação e incubar por 10 minutos.5 Uréia: kit Doles – colorimétrico Preparo do reagente: Reagente 1: transferir o conteúdo do frasco para um balão volumétrico de 500ml e completar o volume até a marca com água destilada ou deionizada.0ml .4 Triglicérides: kit Doles – colorimétrico Preparo do reagente: transferir parte da solução de um frasco tampão (± 7ml) para um frasco enzimas.1.0ml T 2. B Reagente 1 Urease Solução padrão Amostra 2. Reagente 2 2. 3. em banho-maria a 37° e ler no espectrofotômetro. Homogeneizar por inversão. Reagente 2: transferir o conteúdo do frasco para um balão volumétrico de 500ml e completar o volume até a marca com água destilada ou deionizada.1.0ml 2 gotas T 2. B Reagente de cor Solução padrão Soro 2.0ml 2 gotas 20µl P 2.0ml 20µl P 2.0ml 2.19 B Reagente de cor Solução padrão Sobrenadante 2. Dissolver por inversão e retransferir para o frasco tampão. em banho-maria a 37° e ler no espectrofotômetro. por 5 minutos.0ml T 2.0ml 2.0ml 50µl - Misturar por agitação e incubar por 10 minutos.0ml 2 gotas 20µl - Incubar os tubos a 37°C.

0ml P 20µl 2. T Reagente Padrão Amostra 1ml 100µl P 1ml 100µl Fazer imediatamente a leitura no espectrofotômetro.7 Proteínas Totais: kit Laborlab – colorimétrico B Água deionizada Rvo. Padrão Amostra Rvo. Padrão Amostra Rvo.0ml Homogeneizar e manter em temperatura ambiente por 10 minutos. .20 Homogeneizar e incubar a 37°. 3.1. 3.0ml D 10µl 2. por 5 minutos. 3. Proceder à leitura das absorvâncias em espectrofotômetro. Só adiciona a amostra na hora da leitura.1. 10ml de água destilada ou deionizada e 10 gotas de solução alcalina.8 Albumina: kit Laborlab – colorimétrico B Água deionizada Rvo. Biureto 20µl 2. ler no espectrofotômetro.6 Creatinina: kit Doles – cinético Preparo do reagente: em um béquer adicionar os seguintes reagentes: 2.0ml P 10µL 2. Homogeneizar e aguardar 5 minutos.5ml de reagente pícrico.0ml T 20µl 2. VBC 10µl 2.0ml Homogeneizar e incubar durante 15 minutos á 37°C. fazer a leitura em espectrofotômetro.1.

0ml Homogeneizar e deixar em repouso.9 Transaminase – TGO e TGP: kit Doles – colorimétrico Preparo da solução de hidróxido de Sódio 0. B Nitrito de sódio Reagente sulfanílico Água Destilada Solução aceleradora Amostra 2 gotas 2. Homogeneizar.5ml Homogeneizar e deixar em repouso a temperatura ambiente durante 20 minutos. durante 30 minutos.4M 5. TGP Substrato TGP Substrato TGO 0.0ml 5.4M: transferir para um frasco contendo 600ml de água destilada ou deionizada todo o volume de hidróxido de sódio concentrado.1. Hidróxido de Sódio 0. deixar repousar por 3 minutos em temperatura ambiente e ler as absorvâncias. Técnica Micro: Identificar 3 tubos de ensaio com B(Branco). durante 2 minutos. Amostra 100µl 200µl Homogeneizar e incubar a 37°C. BD(Bilirrubina Direta) e BT(Bilirrubina Total). à temperatura ambiente durante 2 minutos. Ler as absorbâncias.10 Bilirrubina: kit Doles – colorimétrico Preparo da solução padrão 10mg/dl: reconstituir a solução pela adição de 5ml de água destilada e agitar. 3.0mL 50µL BT 1 gota 2 gotas 2 mL 50µL Misturar.5ml 0. Reagente de cor 0. Utilizar após 10 minutos. .5ml TGO 0.21 3.5ml Colocar em banho-maria a 37°C.1.0ml 50µL BD 1 gota 2 gotas 2.

11 Glutamil Transferase – Gama GT: kit laborlab – cinético T Reativo de trabalho Amostra 1. B Nitrito de sódio Reagente sulfanílico Água Destilada Solução acelerada Amostra 4 gotas 4.0ml 100µl Homogeneizar e rapidamente efetuar a leitura. Ler as absorvâncias. 3.1. BD(Bilirrubina Direta) e BT(Bilirrubina Total).13 Fosfatase Alcalina: kit Doles – colorimétrico Preparo do hidróxido de sódio 0.1. deixar repousar por 3 minutos em temperatura ambiente.1M(solução de uso): adicionar o conteúdo de um frasco de hidróxido de sódio concentrado a um balão volumétrico de 500ml. 3. ler as absorvâncias. 3.12 Ácido Úrico: kit laborlab – colorimétrico B Mono-Reagente Padrão Amostra 1ml T 1ml 20µl P 1ml 20µl - Misturar. . Ajustar o volume com água destilada. incubar por 10 minutos a 37°C.0ml 200µL BD 2 gotas 4 gotas 4.1. Preparo do substrato (uso): adicionar 10ml de água destilada ou deionizada a cada frasco de substrato.0ml 200µl BT 2 gotas 4 gotas 4Ml 200µL Misturar por agitação.22 Técnica Macro: Identificar 3 tubos de ensaio com B(Branco).

Amostra Incubar a 37°C por 10 minutos. 3. Decantar todo o sobrenadante. suspendendo o precipitado por . adicionar ao tubo 0.5ml Agitar fortemente.8ml 2. Em um tubo de ensaio pipetar 1ml do reagente.14 Mucoproteína: kit Doles – colorimétrico Preparo da solução alcalina: Adicionar o conteúdo do frasco080-5 a uma proveta e completar o volume a 250ml com água destilada.1ml de reagente fosfotúngstico e 0.23 B Substrato (uso) Tampão pH 10. Homogeneizar e ler imediatamente.0ml 50µl Homogeneizar e ler as absorbâncias.1. Desproteinização Solução fisiológica Amostra Ácido perclórico 1.3 0.5ml de água destilada.4ml 2 gotas T 0.1M Amostra 5. Centrifugávamos por 5 minutos à 3500 rpm. juntamente com 20µl da amostra. deixar repousar por 10 minutos e filtrar em papel fortemente retentivo. Homogeneizar suavemente. kit BioTécnica – cinético Preparo do reagente: misturar na seguinte proporção: 4ml de reagente A + 1ml de reagente B.4ml 2 gotas Colocar em banho-maria a 37°C por 2 minutos.0ml 0. Hidróxido de sódio 0. Lavar o precipitado.0ml 50µl 5.2ml 0.8 M T 4. Pré-aquecer o reagente de trabalho durante 5 minutos a 37°C.5ml Agitar e deixar repousar por 10 min. Precipitação das mucoproteínas Filtrado da etapa anterior Reagente fosfotúngstico T 3.

Para a pesquisa de parasitas a amostra comumente utilizada são as fezes. Centrifugar por 5 minutos. tratamento e controle da doença.2ml T 4.2ml P 4. Leitura em espectrofotômetro.16 CK-MB (NAC): kit Laborlab – cinético Preparo do reativo de trabalho: acrescentar 400µl do reativo tampão em cada frasco de reativo enzimático.24 agitação. 1.0ml 20µl Ler imediatamente. Enzimático.2 Parasitologia Ramo da ciência que estuda os parasitas ou doenças parasitárias.0ml 50µl . T Mono-reagente Amostra 1. Decantar todo sobrenadante e utilizar o tubo para o teste. Tampão + 1 parte de Rvo.0ml 0. 3.0ml 0.0ml 20µl 0. 3. porém também podem ser encontrados no sangue.2ml Agitar os tubos e colocar em banho-maria a 37°C por 15 minutos. 3. seus métodos de diagnósticos e identificação.1. Colorimetria Solução alcalina Solução padrão Reagente de Folin B 4.1.15 CK-NAC: kit Laborlab – cinético Preparo de mono-reagente: 4 partes de Rvo. T Reativo de trabalho Amostra Ler imediatamente.

.1 Exame Direto a Fresco Fezes diarréicas.  Usa-se cerca de 5g da amostra.  Faz-se a mesma técnica da pesquisa de exame direto com fezes diarréicas.  Colocar 1 a 2 gotas de solução de salina a 0. Observar no microscópio.  Remove-se. ovos e larvas. ou com sangue e/ou muco – exame a fresco com salina: para pesquisa de trofozoítos. Observação: devido à pequena quantidade de fezes examinada por essa técnica.  Completar até ¾ do volume do cálice com água e deixar repousar durante 1 e 2 horas. HOFFMANN. PONS E JANER.  Amostras fecais cuja quantidade é pequena demais para permitir a realização de outras técnicas. somente é recomendada para os seguintes casos:  Fezes líquidas que podem conter trofozoítos de protozoários. Com uma pipeta fixada a um bulbo de borracha.  Transferir o material dissolvido para um cálice.2 Sedimentação Simples – sedimentação espontânea em água (LUTZ.2.25 Métodos de identificação 3. por meio de filtração com gaze dobrada 4x. porém se cora com lugol. colher uma pequena quantidade do sedimento. 1934). A preparação a fresco deve ser lida usando objetivas de 10x. transferir uma pequena porção para a lâmina e adicionar de 1 a 2 gotas de lugol. dissolvidas no próprio coletor com um pouco de água.85% em lâmina de microscópio. depois para confirmação usa-se aumento de 40x. com auxilio de um bastão de vidro ou palito. uma pequena porção de fezes do recipiente. Fezes formadas ou pastosas: para pesquisa de cistos. cobrir com lamínula. 1919. 3.2.  Emulsificar-se na salina cobrindo a preparação com lamínula.

e receber o filtrado em um tubo cônico de centrífuga de 15ml.  Adicionar água corrente até completar 2/3 da capacidade do tubo.  Decantar o sobrenadante.  Centrifugar.5cm da borda do tubo e centrifugar.  A gota contendo os ovos se adere à face inferior da lamínula. 1938)  Colocar 1 a 2g. de várias partes do bolo fecal.  Coletar 1 a 2g. agitar e centrifugar.2.  Completar com água corrente 2/3 do volume do tubo.  Cuidado com a formação de bolhas de ar entre a lâmina e a superfície do líquido.  Adicionar 1 a 2 ml de água corrente ao sedimento.  Completar o volume do recipiente com cloreto de sódio. adicionar 1 a 2 ml de Sulfato de Zinco. de fezes coletadas de várias partes do bolo fecal em frasco contendo 10ml de água corrente.  Cuidar com a homogeneização do material: os ovos não flutuam na superfície do reagente quando a homogeneização do material fecal é incompleta.  Completar com Sulfato de Zinco até 0.26 3.  Põem-se uma lâmina em contato com o menisco dessa amostra diluída durante 15 a 45 minutos.  Suspender as fezes na solução saturada salina até haver uma total homogeneização.  Colocar em pequena cuba de vidro de solução saturada de cloreto de sódio.2.  Filtrar a suspensão através de gazes dobradas em quatro vezes.  Não ultrapassar o tempo de 30 a 45 minutos. 3. 1921). .3 Flutuação Simples – Flutuação Saturada de Cloreto de Sódio (WILLIS.  Diluir as fezes em ¼ da capacidade do recipiente com solução saturada de cloreto de sódio.  Depois que o último sobrenadante é decantado. e ressuspender o sedimento.  Remover a lamínula e inverter rapidamente a sua posição sobre uma lâmina.4 Centrífugo-Flutuação em Sulfato de Zinco (FAUST et al. antes de ressuspendê-lo.  Repetir essa etapa até que o sobrenadante apresente-se relativamente claro.

(2) camada de formalina. 3. na posição invertida. larvas e cistos.  Centrifugar. por 15 segundos. fechar o tubo e agitar vigorosamente. 1948)  Em frasco contendo 10ml de solução salina 0. removendo os detritos remanescentes. Agitar e centrifugar. Limpar com swab de algodão as paredes do tubo. e com cuidado decantar as três camadas superiores. remover o tubo da centrifuga e sem agitação coloca-lo em uma estante em posição vertical.85%) 2/3 do volume do tubo. Remover a tampa com cuidado. e (4) camada de éter na superfície.  Completar com água corrente (ou solução salina a 0. lavas e cistos.  Centrifugar.  Filtrar a suspensão através de gaze dobrada (4x) e receber o filtrado em um tubo cônico de centrífuga de 15ml. transferindo várias alçadas para uma lâmina de microscopia. Examinar ovos. colocar 1 ou 2g de fezes coletadas (várias partes do bolo fecal).5 Centrífugo-Sedimentação pela Formalina Éter (RITCHIE.85% ao sedimento antes de ressuspendê-lo. (3) tampão de detritos fecais.  Com alça separar o tampão de detritos das paredes do tubo.  Quatro camadas se formarão: (1) sedimento no fundo do tubo contendo os parasitas. Deixar em repouso durante 5 minutos.  Colocar 2 gotas de lugol no deposito cobre com lamínula e pesquisa de ovos. .  Ressuspender e depois completar o sedimento com formalina a 10%.85% ou água corrente.  Repita a etapa 4.2. (pesados).  Descartar o sobrenadante e adicionar 1 a 2ml de água corrente ou solução salina a 0.  Com uma alça de arame (diâmetro de 5 a 7mm) tocar no centro da membrana formada na superfície.27  Cuidadosamente. até que o sobrenadante se apresente relativamente claro.  Adicionar 3ml de éter ou acetado de etila.

 Na peneira sobre o funil e da gaze dobrada 2x. colocar 8 a 10g de fezes recentemente emitidas. Entamoeba coli. (A. trichiura e ovos de Taenia s. Durante o período de estágio em parasitologia. 3. Hymenolepis nana. pressionando o swab (tocar de 2 a 3x).). Enterobius vermicularis.2.  Técnica: sobre um tubo de hemólise. presentes na região perianal. Endolimax nana.  A água deve tocar as fezes na parte inferior. T. peneira e gaze.  A colheita deve ser realizada pela manhã antes do paciente defecar ou higienizar-se.  Desprender a fita adesiva do tubo e colocar sobre lâmina com face gomada voltada para baixo. 3. houve a visualização e identificação dos parasitas: Áscaris Lumbricóides. colocar o vidro de relógio sobre uma lâmina no microscópio e examinar na objetiva 10x no microscópio.  Identificar lâmina e observar em micro de 10 e 40x. ficando parcialmente submersas.3 Hematologia No setor de hematologia realizamos os seguintes exames: .7 Técnica de Graham modificada .2.  Após 60 minutos abrir a pinça de Mohr e retirar 5 a 7ml do líquido do funil para o vidro de relógio.  Encher o funil de vidro com água corrente a 42 a 45ºC. Giárdia lamblia. com superfície gomada voltada para fora.28 3.  Espera 3 minutos. fixar uma fita adesiva transparente. lumbricoides. Entamoeba histolitica. Trichuris Trichiura.6 Método de Baermann-Moraes  Técnica: estante apropriada.Método do Swab Anal com fita adesiva  Indicado para ovos e parasitos adultos de Enterobios vermiculares.  Colher o material nas regiões anal e perianal. funil de vidro com haste ligada a um tubo de látex fechado com pinça de Mohr.

3 Hematócrito Teste referente à separação dos elementos constituintes do sangue: Células Sanguíneas e Plasma.000 a 10.000/mm³ de sangue.  Agitar suavemente por 2 minutos.  Pipetar 20μl de sangue. introduz a ponta de um tubo capilar no sangue. . Deixar sedimentar em câmara úmida por cinco minutos.  Valores de referência: 5. este é preenchido até ¾ de sua capacidade.  Cálculo: Leucócitos x 50. Pipetar 1ml de solução fisiológica e transferir para um tubo de ensaio limpo. Focalizar a preparação com objetiva de 40x.  Deixar repousar por cinco minutos para sedimentação dos glóbulos. Valores de referência: 150. limpando externamente a ponteira e transferir para o tubo contendo o liquido de Turk. Cálculo: (100 – Ht) x 25 x n° de plaquetas – (Ht=hematócrito).  A outra extremidade era fechada com massa de modelar.  Limpa-se a parte externa do tubo com gaze para a remoção do excesso de sangue. Homogeneizar e preencher a câmara de Neubauer.3.2 Contagem de Plaquetas         Deixar o sangue em repouso para separação do plasma. e realizar a contagem das plaquetas encontradas nos quadrantes destinados à contagem.29 3.3. Adicionar 20μl do plasma e misturar com a solução fisiológica.000/mm³. 3.  Inclina-se o tudo destampado.  Encher os dois retículos da câmara de Neubauer.3. e realizar a contagem dos leucócitos encontrados nos quadrantes destinados à contagem. por ação capilar. por meio do agitador ou de forma manual. 3.  Focalizar a preparação com objetiva de pequeno aumento (10x).1 Contagem de Leucócitos  Pipetar 400μl do líquido de Turk (líquido diluidor) em um tubo de ensaio. evitando o excesso de líquido e bolas de ar.000 a 400.  O sangue deve estar bem homogeneizado.

 Em um tubo de ensaio adiciona 100μl de sangue e 1ml de solução fisiológica. e observase a existência de aglutinação ou não.  Coloca-se 50μl da suspensão em cada um dos tubos. B e D.  Adicionar 1 gota de Coombs.  Desprezar o sobrenadante. Comprovação do fator Rh negativo:  No tubo da etapa anterior (identificado com a letra D).  Deixa-se a centrifuga parar completamente antes de abrir as tampas.30  Depositar o tubo capilar na micro-centrífuga com as pontas seladas de encontro com a borracha de vedação (sempre colocando os tubos em direções opostas.  Colocar 1 gota do soro anti-A no tubo A.  Centrifugam-se os tubos por 30 segundos. adicionar 1ml de solução fisiológica.  Tampar corretamente a centrífuga.  Ajustar a velocidade da centrífuga.  Colocar 1 gota do soro anti-B no tubo B.  Após determinação do valor.  Agitam-se suavemente os tubos para soltar o sedimento do fundo.  Designa-se o grupo sanguíneo e fator Rh por meio da aglutinação no tubo identificado.800 rpm.  Centrifugar por 1 minuto a 1.  Homogeneizar e verificar se é positivo ou negativo.  Centrifugar por 1 minuto.3.  Ressuspender com mais 1ml de solução fisiológica.  Repetir o procedimento por mais 3 vezes. para equilibrar).  Colocar 1 gota do soro anti-D no tubo D. 3. .4 Tipagem Sanguínea em tubo O teste em tubo é o mais sensível e confiável método para se determinar o grupo sanguíneo.  Determina-se o valor do micro-hematócrito usando a escala de leitura.  Centrifugar por 5 minutos.  Marcam-se três tubos com A. e classificado como negativo. descarta-se o tubo em recipiente adequado.

6 Tempo de Sangria Procedimento usado para avaliar a função das plaquetas e pequenos vasos sanguíneos.3.  Valores normais: 1 a 3 minutos. 3.  Parar o cronômetro quando o sangue não for mais absorvido pelo papel de filtro. Método de Westergren  Com a pipeta de Westergren aspira-se o sangue homogeneizado até exatamente a marca zero.3. quando retirado do organismo.3.7 Tempo de Coagulação Corresponde ao tempo gasto para o sangue coagular.5 Velocidade de Hemossedimentação – VHS É a velocidade com que as hemácias se depositam sob condições laboratoriais.  Enxugar o sangue com papel de filtro a cada trinta segundos.  Puncionar o lóbulo da orelha com uma lanceta estéril e disparar o cronômetro.31 3.  Limpar a superfície do lóbulo da orelha com álcool 70% e deixar secar ao ar. Método de Duke:  Explicar o procedimento ao paciente.  Fazem-se as leituras em mm após uma e duas horas ao nível de separação do plasma e hemácias  Valores normais: Após uma hora Homens Mulheres Crianças 3 a 5 mm 4 a 7 mm 4 a 7 mm Após duas horas 7 a 15 mm 12 a 17 mm 12 a 17 mm 3. tocando levemente na borda da gota. .  Marca-se o tempo.  Coloca-se a pipeta no suporte de modo que permanecesse na posição vertical.  Informar o tempo de sangria conforme os trinta segundos mais próximos.

 Retirar o garrote e verificar o aparecimento de petéquias.3. 3.Positivo ++++: petéquias maiores que as anteriores.  Manter o garrote preso ao braço do paciente por cinco minutos.  Contar as petéquias caso apareçam. 3.  Colher um pouco mais de 5ml de sangue por punção venosa. .  Encher o tudo da centrífuga até a marca 5ml. até que possa ser inclinado à aproximadamente 90°. sem que o sangue escorra por sua parede. inclinando-o.  Marcar o tempo (cronômetro) logo que o sangue aparecer na seringa.  Colocar 1ml de sangue em dois tubos de ensaio previamente aquecidos a 37ºC.  Valores normais: 5 a 11 minutos.  Inclinar então o segundo tubo de trinta em trinta segundos.Negativo: nenhuma ou no máximo seis petéquias puntiformes. . .  Verificar a presença de petéquias no braço do paciente. até a formação do coágulo.8 Prova do Laço Teste que mede a resistência capilar sob condições de pressão sanguínea capilar aumentada artificialmente por meio de um garrote.  Marcar este tempo como o tempo de coagulação.3.Positivo +++: petéquias de dois a quatro milímetros.32 Método de Lee-White:  Colher o sangue por punção venosa. Resultados: .  As que aparem logo abaixo do garrote não são contadas.  Colocar o garrote ao braço do paciente. . de uma quantidade determinada de sangue.Positivo ++: inúmeras petéquias puntiformes.Positivo +: de seis a cinqüenta petéquias puntiformes.9 Mediada de Retração de Coágulo É representada pelo volume de soro obtido após coagulação e retração de coágulo. . Estas quando presentes devem ser circuladas.  A cada minuto examinar um dos tubos.

Gota espessa:  Colocar duas gotas de sangue.  Retirar cuidadosamente o coágulo aderido ao fio de cobre através da rolha.  Corar com Giemsa. inclinando o tubo.3. com a extremidade encurvada mergulhada no sangue. como para o tempo de coagulação. Esfregaço sanguíneo:  Proceder ao esfregaço normalmente. 3.33  Colocar o fio de cobre. 3. fixo pela rolha. uma em cada extremidade da lâmina.  Deixar secar e examinar ao microscópio com objetiva de imersão.  Corar sobre imersão no azul de metileno.  Deixe secar ao ar.  Valores normais: 48 a 64%. após coloração com corante vital (azul-de-metileno e giemsa). deixar atuar por 15 minutos.  Espalhar o sangue para que fique em formato oval.  Em um suporte. cobrir a lâmina com a solução corante de Giemsa (1 gota do corante para cada ml de água destilada ou tampão).  Deixar secar e examinar ao microscópio com objetiva de imersão.10 Diagnóstico da Malária Diagnóstico feito pela tradicional pesquisa do parasito no sangue periférico. Deixar escorrer o líquido existente no coagula por uma a dois minutos. químico e microscópico da urina. até a metade da coluna líquida.  Cálculo: volume do soro x 20.  Lavar cuidadosamente sob jato de água. seja pelo método da gota espessa ou pelo esfregaço sanguíneo. . Estas técnicas baseiamse na visualização do parasito através de microscopia ótica.  Colocar então o tudo em banho-maria a 37°C durante 1 hora.4 Uroanálise Seguiu-se por meio do exame físico.  Deixar secar ao ar.  Determinar a coagulação do sangue.

cristais. leveduras.34 Exame microscópico da urina A análise microscópica é um auxilio valioso. VDRL.5 ml a 1 mL no tubo. parasitas.  Põe-se uma gota do sedimento da ressuspensão numa lâmina de microscópio e cobre com lamínula. pois fornece informações referentes ao diagnóstico e tratamento do paciente. bactérias. no momento da análise a amostra deverá estar em temperatura ambiente. As amostras devem ser analisadas o mais breve possível para evitar a deterioração celular e multiplicação de bactérias ou outro microorganismo. espermatozóides.000 rpm. leucócitos. rins. muco e artefatos. No período de estágio foram encontrados os seguintes elementos no exame microscópico da urina: hemácias. a menos que presentes em quantidades muito elevadas. leucócitos. cilindro. muco.  Examina-se em microscópio. restando 0.  A lâmina é examinada em pequeno e grande aumento (10x e 40x). bactérias. As amostras examinadas devem ser recentes ou corretamente conservadas. 3.  Ressuspende-se o sedimento. cilindros. Látex e Beta HCG: . Como alguns não tem significado clínico e outros são considerados normais. células epiteliais. células epiteliais. as mesmas devem ser conservadas por meio de refrigeração por 2 a 3 horas. Tem por finalidade a detecção e identificação os elementos insolúveis. parte inferior do sistema urogenital e a contaminação externa. Procedimento: técnica utilizada para exame microscópico da urina  Adicionar em média 12ml de urina no tubo cônico. ASLO.  Despreza-se o sobrenadante. cristais e artefatos.5 Imunologia No estágio de imunologia foram realizados os seguintes testes: PCR. cuja presença na urina e proveniente do sangue. contudo. Quando não for possível. o exame do sedimento urinário deve compreender tanto a identificação quanto a quantificação dos elementos encontrados. Esses elementos são: hemácias.  Centrifugar por 5 minutos a 3.

controle positivo(+) e controle negativo(-). A PCR exibe os aumentos de sua concentração após infarto do miocárdio. Procedimento: teste qualitativo  Identificar na placa três círculos como teste(T). proceder ao teste semi-quantitativo.  Verificar a aglutinação na placa.  Agitar a placa por meio do agitador automático durante 2 minutos.1 PCR (Proteína C Reativa) Teste realizado para determinação de Proteína C Reativa no soro humano. Auxilia no .  No tubo identificado com 1:2. liberadas por tecidos danificados. Teste semi-quantitativo:  Identificar quatro tubos de ensaio com 1:2.  Caso ocorrer aglutinação.  Pipetar em cada círculo 20μl do reagente teste PCR. estendendo o líquido sobre a dimensão do círculo. trauma.  Pipetar 20μl do reagente controle positivo no círculo do positivo.  Em cada círculo adicionar 20μl do soro do paciente.  Verificar a aglutinação na placa. liga-se a elas e detoxicá-las ou remove-las do sangue. infecções. cirurgias ou proliferação neoplásica. 1:4.  Pipetar 20 μl de soro do paciente no círculo teste. homogeneizar. diagnóstico e controle evolutivo de inflamações de reações de fase aguda. 1:8 e 1:16.  Homogeneizar com bastões.  Agitar a placa por meio do agitador automático durante 2 minutos. Transferir 50μl desta mistura para o tubo 1:4. A presença de aglutinação indica um conteúdo de Proteína C Reativa no soro igual ou superior a 6mg/L.35 3. adicionar 50μl do controle positivo.5. e proceder sucessivamente com os tubos restantes.  Transferir 20μl de cada tubo para a correspondente identificação na placa.  Pipetar 20μl do reagente controle negativo no círculo do negativo. numerar igualmente quatro círculos da placa. Seu papel principal é reconhecer substâncias autógenas potencialmente tóxicas.  Em cada tubo adicionar 50μl de solução fisiológica.

 Pipetar 20μl do reagente controle negativo no círculo do negativo + 20μl de reagente teste ASLO. A determinação do título de Anti-Estreptolisina “O” se baseia no efeito inibitório que o soro de um paciente produz sobre o poder hemolítico de uma Estreptolisina “O” previamente titulada e reduzida. adicionar 20μl do reagente VDRL.2 ASLO (ANTI-ESTREPTOLISINA “O”) O organismo infectado produz anticorpos específico contra exotoxinas.  Agitar a placa por meio do agitador automático durante 2 minutos. estendendo o líquido sobre a dimensão do círculo. A presença de aglutinação indica um conteúdo de Anti-Estreptolisina “O” no soro igual ou superior a 200 Ul/ml.  Pipetar 20μl do reagente controle positivo no círculo do positivo + 20μl de reagente teste ASLO.  Verificar a aglutinação na placa. A determinação do título de AntiEstreptolisina “O” no soro de um paciente.5. Procedimento: teste qualitativo  Pipetar em lâmina escavada 50μl da amostra.5. Se ocorrer aglutinação.  Agitar a placa por meio do agitador automático durante 5 minutos. destacando-se entre elas a Anti-Estreptolisina “O”. 3. . proceder ao teste semi-quantitativo.36 O título aproximado corresponderá a última diluição mais alta do soro que apresenta aglutinação claramente visível. utilizando o reagente do ASLO. porém.3 VDRL O VDRL auxilia no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com sífilis.  Homogeneizar com bastões. Procedimento: teste qualitativo  Pipetar 20μl de soro do paciente no círculo teste + 20μl de reagente teste ASLO. utilizando a mesma técnica descrita no teste imunológico PCR. permitirá estabelecer o grau de infecção devido ao estreptococo Beta-hemolítico. 3.

 Agitar a placa por meio do agitador automático durante 2 minutos. . Resultados:  Não reagente: não há floculação.  No 3°. com formação de grumos de tamanho variáveis. Desprezar os 50μl em excesso da última cavidade. estendendo o líquido sobre a dimensão do círculo.  Reagente: presença de floculação. com objetiva de 10x.  Adicionar 20μl de reagente VDRL em cada cavidade da placa. Considera-se como título a maior diluição da amostra em que ocorreu floculação. Homogeneizar.5.37  Examinar no microscópio.  Agitar a placa por meio do agitador automático durante 5 minutos  Examinar no microscópio. transferir 50μlda primeira para a segunda cavidade e assim. sucessivamente. com objetiva de 10x.  Verificar a aglutinação na placa. Procedimento: teste qualitativo  Adicionar no 1° círculo da placa 25μl da amostra + 25μl do reagente Látex. até a sexta cavidade. utilizando o reagente Látex.  Homogeneizar com bastões. A aglutinação é visível em amostra com concentração igual ou superior a 200UI/ml. 3.  No 2°. Teste semi-quantitativo:  Pipetar em 4 cavidades da placa 50μl de solução fisiológica. em seguida adicionar 50μl da amostra na cavidade n°1. 25μl do controle negativo + 25μl do reagente Látex.4 Látex O método fundamenta-se em uma reação de aglutinação de partículas de látex recobertas com o anticorpo correspondente. Teste semi-quantitativo: Realizar o método igual a técnica descrita no teste da PCR. 25μl do controle positivo + 25μl do reagente Látex.

5.  Verificar o aparecimento de traços confirmatórios.5 Beta HCG Teste utilizado para confirmação de gravidez. Resultados:  Uma linha: negativo. Procedimento: teste fita reativa  Em uma fita reativa adicionar aproximadamente 2 gotas do soro da paciente.  Duas linhas: positivo.38 3. .

Por meio destes foi possível verificar a rotina de trabalho.CONCLUSÃO O curso técnico em laboratório teve por intuito a formação de profissionais na área de análises clínicas. assim como desenvolver e aperfeiçoar métodos e técnicas que foram aprendidas em sala de aula. Os estágios realizados proporcionaram uma ampla visão em relação à atuação e responsabilidades exigidas em um laboratório de análises clínicas. a junção entre teoria e prática proporcionou a formação de profissionais qualificados e aptos para atuarem de forma adequada e eficiente dentro de um laboratório de análises clínicas. práticas apropriadas a serem aplicadas. . Essa formação constituiu-se por meio de aulas teóricas em salas de aula e aulas práticas através da realização de estágios. Contudo.

São Paulo: Atheneu. A. C.REFERÊNCIAS MOURA. Manual de técnicas hematológicas. P. Roberto A.S. VALLADO. Colheita de material para exames de laboratório: Assegurando a qualidade dos serviços no laboratório clínico.. WADA. São Paulo: Atheneu. ROBERTO. . São Paulo: Atheneu. 2002. 2002. 1998. de Almeida. Técnicas de laboratório.M. Edgar. ADHEMAR.

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