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Colégio Pueri Domus

Trabalho de Geografia

Ciclos de Kondratieff – 19/08/09

3°A

Prof° Antonio Carlos da Silva

Carlos Alexandre Mota Jordan – N°4


Ciclos de Kondratieff

Nikolai Dmitrijewitsch Kondratieff (1892/1938),


nascido numa província (Kostroma) situada ao norte de
Moscou, foi um economista que deixou como herança para o
mundo uma das teorias mais controversas e discutidas entre
as nações: a ideia de que haveria ciclos de, mais ou menos,
50 anos nas atividades econômicas que regiam o capitalismo
industrial.

Depois da Revolução Russa, passou a se dedicar


exclusivamente às atividades acadêmicas. Em 1924, publica
seu primeiro livro, “As Ondas Longas da Conjuntura”, livro
este que trazia em seu interior a teoria dos ciclos econômicos.

Durante a NEP (Nova Política Econômica), incentiva


com sustentação teórica a produção de produtos agrícolas e
bens de consumo sobre a indústria pesada (de base).

Contudo, com a mudança de mentalidade ocorrida no governo de Stálin,


em 1928, passando a incentivar a rápida industrialização e coletivização forçada,
Kondratieff cai em desgraça. Ainda no mesmo ano, é afastado da direção do Instituto de
Conjuntura. Finalmente, em 1930 é julgado, preso e condenado, sendo fuzilado na
prisão em 1938.

Segundo consta na teoria de Nikolai Kondratieff na década de 20, o capitalismo


se desenvolve em ciclos de aproximadamente 50 anos. A ideia contraria tanto as
premissas leninistas da crise geral quanto a posição dos liberais, de prosperidade
indefinida da economia. Esses ciclos longos estão intimamente relacionados ao
processo de inovação tecnológica.
A instalação da nova técnica se utiliza intensamente das implementações que
faziam parte dos outros ciclos, resultando assim no desenvolvimento econômico e
geração de emprego. A priori, dado o aumento da procura, não há competição entre as
novas tecnologias e as pré-existentes (o que provocaria o seu consequente
sucateamento), com um grande aumento inicial de produtividade. Obviamente que,
depois de fazer “sucesso” no mercado, a tendência é que esta técnica passe a ser usada
por todos os outros países, causando saturação no mercado e futuro sucateamento.
Este processo é cíclico, gerando sucessivas desvalorizações de novas técnicas,
uma atrás da outra, até que uma delas conquiste a liderança no mercado externo.
Procuram-se novas alternativas para gastar menos, como a busca de locais como Índia
e China, possuidores de mão-de-obra muito barata, embora isso, às vezes, diminua a
qualidade do produto, que necessita de uma mão-de-obra mais especializada.
O gasto com pesquisas é alto, para que haja uma técnica que seja única por um
bom tempo, mas o risco de desvalorização rápida é grande, então a economia passa
para um estado de diminuição dos gastos. Ela deve ficar nesse estado até que surja “a
nova técnica”, aquela que revolucionará o mercado e será o paradigma para o novo
ciclo.
A partir daí, haverá uma grande renovação no mercado externo, com geração
de novos empregos, alterações em parques industriais, aumento da demanda e, por
consequência, do lucro, etc.

A teoria é dividida em 4 momentos: prosperidade (Verão), recessão (Outono),


depressão (Inverno) e recuperação (Primavera). Já os ciclos estudados pelo russo são:

Ciclo 1 1789-1848 (máquina a vapor) = crise de 1848.


Ciclo 2 1840-1896 (ferro, aço, eletricidade, petróleo) = Grande Crise do capitalismo de
1873 à 1896.
Ciclo 3 - 1896-1940 (motor a jato, plástico, energia nuclear) = crise de 1929.
Ciclo 4 - 1940 - ? (Indústria bélica, eletrônica, globalização, telecomunicações)

Quando acaba o quarto ciclo de Kondratieff? Existem três opiniões divergentes sobre
este assunto:
1. Os ciclos de Kondratieff não existem mais. Eram válidos para o século XIX e o
início do século XX, contudo já não valem mais para a situação atual.
2. O ciclo n° 4 acabou e o inverno teve lugar no fim dos anos 80, com a queda do
Muro de Berlim e com a decadência da URSS. Estamos num novo ciclo (n°5) que
deveria conduzir a um novo inverno a partir de 2010.
3. O ciclo n° 4 não acabou. É bem mais duradouro que os outros ciclos. Um período de
grande crescimento com o uso do petróleo a baixos custos e as intervenções dos
Estados em suas próprias economias deslocaram o inverno de Kondratieff, todavia não
o findaram.
Representação gráfica dos Ciclos de Kondratieff e projeções para os EUA.

1° ciclo: Revolução Industrial e Revolução Francesa (1789/1848)

O primeiro ciclo foi marcado, logo em seu início, por dois grandes movimentos
históricos: a Revolução Industrial e a Revolução Francesa.
A Revolução Industrial ocorreu primeiramente na Inglaterra pelo fato de este
país possuir, na época, condições propícias para a realização desta. Condições como o
acúmulo de capitais devido a expedições piratas, a grande quantidade de matéria-prima
proveniente de suas colônias, alta disponibilidade de trabalhadores devido a política de
cercamento no meio rural, que provocou êxodo, além das numerosas jazidas de ferro e
carvão, que abasteciam as máquinas a vapor. Máquinas estas que foram as grandes
inovações desse primeiro ciclo.
O segundo movimento citado foi um dos mais importantes da história (é tão
importante para o mundo que tornou-se o marco inicial da Era Contemporânea) e,
obviamente, aconteceu na França. Com a ascensão da burguesia ao poder, chefiada
pelo imperador Napoleão Bonaparte, a nação francesa desenvolveu-se bastante, com
investimentos bélicos, escolas, bancos, código civil, sistema métrico decimal, além, é
claro, da industrialização. Essa série de mudanças colocou a França como grande
potência mundial, atrás apenas da Inglaterra.
Como Napoleão queria ser o primeiro, o conflito entre os países logo
aconteceu, e o imperador francês perdeu, e sua derrota final teve sede em Waterloo,
cidade belga.
A crise de 1848, que explodiu devido à incompetência dos governos na Europa
central e oriental, em função das crises econômicas ocorridas, foi uma série de
revoluções lideradas algumas por burgueses, outras por socialistas, que determinou o
início do segundo ciclo de Kondratieff.

2° ciclo: Ferro, Aço, Segunda Revolução Industrial (1848/1896)

O segundo ciclo econômico marca o crescimento do uso do aço, aproveitando-se


as vantagens que ele possui em detrimento de outras ligas metálicas: maior
ductibilidade, maleabilidade e resistência. Muitas ferrovias também são construídas
nessa época, por isso essa parte do ciclo é chamada de “o caminho do ferro”.
Com a crise do capitalismo nos últimos 30 anos do século XIX, o ciclo entra em
sua depressão, com quebras de bolsa de valores na França e em outras nações. Para
sair deste inverno, acontece a Segunda Revolução Industrial, com novas formas de
energia (eletricidade e combustíveis derivados de petróleo) e novos modelos de
produção: o Taylorismo e o Fordismo. Ambos irão dividir as etapas do trabalho,
especializando os operários e catalisando o tempo de fabricação dos produtos.
Fazendo um balanço deste ciclo, pode-se perceber que começam a surgir
algumas forças ameaçadoras para a Inglaterra, que ainda é a maior potência do
momento. As unificações de Alemanha e Itália (décadas de 60 e 70), seguidas pela
industrialização destas, fortaleceram estes países no cenário internacional.
Além disso, com a Guerra de Secessão, os Estados Unidos conseguiram acabar
com a economia rural escravista nos estados do Sul, industrializando todo seu território
e ameaçando cada vez mais a hegemonia da Inglaterra.
Para decidir tal hegemonia, essas nações correram atrás de outros territórios nos
quais pudessem inserir seus produtos no mercado e vendê-los sem concorrência, e
ainda conseguindo matéria-prima para fabricar mais produtos. Essa prática foi
chamada de Imperialismo.
Como a disputa entre os países era grande, o investimento era alto, gerando
avanços tecnológicos que perduram até hoje, como o telefone, o rádio, os combustíveis
fósseis, a energia elétrica mais disponível, a lâmpada, etc.

3° ciclo: Primeira Guerra Mundial, Grande Depressão, Segunda Guerra Mundial


(1896/1949)
Se, no final do segundo ciclo a situação já era de guerra iminente entre os
países postulantes a grande potência mundial, no terceiro ciclo essa expectativa se
confirmou: duas grandes guerras e a maior crise econômica da história.
Com os investimentos cada vez mais altos, as inovações foram sendo cada vez
maiores, e uma delas é brasileira: Santos Dumont inventou o avião. O problema
daquela época era que qualquer inovação era usada para fins bélicos. O que dizer da
dinamite de Alfred Nobel, inventada na metade do século XIX, usada no início para
facilitar a construção de túneis e canais, e depois para matar milhares?
Pactos foram sendo criados entre os países: a Tríplice Entente (Inglaterra,
França, Rússia e EUA) e a Tríplice Aliança (Império Alemão, Império Austro-
Húngaro e Império Turco-Otomano) e a guerra estouraria a qualquer momento, mas o
estopim foi o assassinato do arquiduque austro-húngaro, Francisco Ferdinando. Estava
iniciada a Primeira Guerra Mundial (1914/1918).
A vitória foi da Tríplice Entente, contudo a derrota foi, principalmente, da
Alemanha que, no Tratado de Versalhes, sofreu diversas imposições e mergulhou numa
grande crise, com uma inflação altíssima (à proporção de 1 bilhão de marcos = 1
dólar). Tal crise possibilitou o aparecimento de um líder extremamente saudosista, que
passou a ser amado por seu povo e fez a Alemanha acreditar que os outros países iriam
pagar caro pelo que fizeram com seu país: Adolf Hitler. Aliás, não foi somente com os
alemães. Mussolini possuía o mesmo papel na Itália.
Do lado dos vencedores, a Inglaterra e a França ficaram um pouco abaixo dos
EUA, que com o triunfo na guerra tornou-se a superpotência, crescendo, crescendo e
crescendo. Porém, a situação de estagnação na Europa gerou uma grande crise de
superprodução que acarretou, depois, na quebra da Bolsa de Valores de Nova York,
atingindo o mundo todo.
Na Rússia, houve a Revolução Menchevique, seguida da Revolução
Bolchevique, derrubando o Czarismo e colocando Lênin (principal líder bolchevique)
como chefe de estado da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (antes Império
Russo).
Apesar disso, a URSS estava numa situação muito ruim. Fora instalada no
governo leninista a NEP (Nova Política Econômica), com características tanto
capitalistas quanto socialistas. Essa medida possibilitou a industrialização rápida dos
soviéticos e acelerou o desenvolvimento do país.
Após a crise, houve uma recuperação até rápida por parte dos países que mais
sofreram com a crise, principalmente os alemães. Hitler, mesmo indo contra as normas
do Tratado de Versalhes, investiu pesado em armamento e a Alemanha estava
novamente preparada para uma guerra.
Apesar do pacto Ribbentrop-Molotov (pacto de não-agressão entre alemães e
soviéticos), novas alianças haviam sido formadas: o Eixo (Alemanha, Itália e Japão) e
os Aliados (Inglaterra, França, EUA e URSS). Desta vez, o estopim para o início foi a
invasão da Polônia por parte da Alemanha, em setembro de 1939. Começava a
Segunda Guerra Mundial (1939/1945)
Nos 3 primeiros anos de guerra, a Alemanha dominou quase toda a Europa e
desrespeitou o pacto, atacando a União Soviética de Josef Stalin. Após a entrada dos
EUA na guerra – devido ao ataque japonês na base de Pearl Harbor (1941) – os
Aliados reagiram e Hitler, não tendo saída, suicidou-se.
Mas não parou por aí. Os Estados Unidos mostraram ao mundo talvez a mais
polêmica inovação tecnológica de todas: a bomba atômica. Dois pequenos testes em
Hiroshima e Nagazaki mostravam que os norte-americanos mereciam respeito. Apesar
disso, a URSS havia crescido muito e, sendo socialista, era uma ameaça ao capitalismo
americano. Começaria um novo conflito, porém “frio”, sem combates diretos, entre os
dois sistemas políticos hegemônicos.

4° ciclo: Guerra Fria (1949/1989 ou ?)

A Guerra Fria, de certa forma, foi benéfica. Com a disputa ferrenha pela
hegemonia mundial, EUA e URSS investiam muito dinheiro em setores industriais e
tecnológicos.
Basta ver o exemplo da corrida armamentista (ampliando ainda mais o
desenvolvimento bélico mundial), corrida espacial (exploração do espaço, avanço das
naves e desenvolvimento dos primeiros satélites), entre outros.
Além disso, havia um certo suborno feito por estas nações a outros países, para
que adotassem o regime vigente em seu país, impedindo a instalação do regime rival.
Isso foi feito com muito sucesso pelos Estados Unidos nos países latino-americanos,
incentivando a implantação de ditaduras altamente conservadoras para reter o avanço
do socialismo nessas áreas.
Aliás, a guerra era fria apenas entre os dois, pois neste 4° ciclo houve guerras
“quentes”, como a Guerra da Coréia (1950/1953), a Guerra do Vietnã (1959/1975), etc.
Todas elas pelo mesmo motivo: disputa interna entre capitalistas e socialistas.
O setor telecomunicacional avançou bastante, possibilitando o surgimento de
uma rede de negociações entre países que chamamos hoje de “globalização”, uma
ideia que propõe reduzir as fronteiras entre as nações. Propõe.
Pelo menos uma redução de fronteira ocorreu: com a decadência da URSS, que
não conseguia mais competir com os estadunidenses, o Muro de Berlim, que separava
a Alemanha Ocidental (capitalista) da Oriental (socialista), foi tombado, reunindo-as.
Um país que recuperou-se rápido da guerra e cresceu muito nesse período foi o
Japão. Curiosamente, os mesmos americanos que os explodiram na guerra, ajudaram
financeiramente o Japão, facilitando o desenvolvimento deste (é claro, os americanos
não queriam um Japão socialista).
Com a industrialização japonesa, foi criada uma nova divisão de trabalho: o
toyotismo, trazendo inovações como a mecanização flexível e o sistema “Just in time”,
ambas focadas em produzir o necessário, ao contrário do fordismo, que produzia o
máximo e estocava o excedente. Tal prática acabou facilitando o desenvolvimento da
crise de 29.
Esse avanço industrial japonês tornou-os a segunda potência mundial, posto
que ocupa ainda hoje.
Estudiosos preferem dizer que o 5° ciclo de Kondratieff é o outono do 4° ciclo,
entretanto tendo em vista os choques do petróleo na década de 70, o processo de
“globalização” e o avanço exponencial do setor de telecomunicações, acredito que
estamos passando pelo 5° ciclo, sendo a inovação tecnológica a rápida propagação da
informação. Aliás, acredito também que esta crise econômica que vivemos seja o
inverno deste ciclo.

Muro de Berlim, grande símbolo da Guerra Fria


Conclusão:

Brasil nos Ciclos - O Brasil, durante o primeiro ciclo, não possui relevância, por ainda
estar, mesmo após a independência, intimamente ligado a Portugal.
Já no segundo ciclo, ele já aparece com um pouco mais de evidência, graças ao
sucesso da economia cafeeira, ainda com agricultura de plantation (latifúndio,
monocultura, escravidão e produção visando mercado externo).
Com a decadência do café, eis que surge Getúlio Dornelles Vargas (governou
de 1930 à 1945) durante o terceiro ciclo e conduz o Brasil a seu processo de
industrialização, ainda que tardio. Investiu primeiramente em indústrias de base, como
a Companhia Siderúrgica Nacional (1941) e a Petrobrás (1953). Seu governo foi de
caráter nacionalista e populista, mas até hoje é considerado por muitos como o melhor
presidente brasileiro de todos.
No quarto ciclo, o Brasil foi acompanhado de três fatores: crescimento
econômico, desigualdade social e endividamento externo. Crescimento econômico,
principalmente com Juscelino Kubitschek e nos primeiros anos de ditadura militar – o
chamado milagre econômico; desigualdade social devido a grande concentração de
renda no regime ditatorial; além do endividamento externo em ambos os governos
citados acima, tanto com JK no investimento em indústria automobilística financiado
pelo FMI, quanto com a ditadura na realização de empréstimos para perpetrar as
chamadas obras faraônicas (Transamazônica, Ponte Rio - Niterói, etc.)
No quinto ciclo, o Brasil, logo após a criação do Plano Real, cresceu bastante e
nossa moeda equiparou-se ao dólar por um tempo. Entretanto, com a série de
privatizações realizadas pelo governo FHC (neoliberal), o crescimento diminuiu e os
juros aumentaram muito, freando o ritmo de desenvolvimento do país. Com o
pagamento da dívida ao FMI (paga por Lula), os juros baixaram e, com um severo
controle da inflação, voltamos a crescer mais e, desta vez, com mais solidez, o que está
sendo provado nesta época de crise, uma vez que o Brasil vem sendo considerado um
dos países que melhor reagiu contra a crise, e está saindo rapidamente de sua também
rápida recessão.

Validade da Teoria – A teoria é válida até certo ponto: já ficou claro que o capitalismo
vive de fases, de ciclos, onde, geralmente, no início de outro ciclo há o aparecimento
de uma inovação tecnológica, seguida por uma política econômica que é o reflexo da
época. Há diversos exemplos na história que podem provar isto. No entanto, não se
pode ser tão rigoroso a ponto de estabelecer datas exatas para o acontecimento de uma
crise, por exemplo. Não há como afirmar que todos os ciclos do capitalismo duram 50
anos, porque dependendo da dimensão da crise, haverá um tempo maior ou menor para
o mundo recuperar-se. Além disso, é difícil interpretar a situação de um país
subdesenvolvido através desta teoria: como avaliar o crescimento de um país que não
cresce?

A Teoria e a crise – de acordo com a Teoria de Nikolai Kondratieff, esta crise


econômica que estamos enfrentando seria o inverno do 5° ciclo, e já existem
suposições sobre o processo de recuperação mundial. Foi criada a sigla BRIC (Brasil,
Rússia, Índia e China), países que, segundo estudos, são emergentes e possuem
economias suficientemente fortes e sólidas para, futuramente, suceder as potências
atuais.

Bibliografia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikolai_Kondratiev - 10/6 = 20:40


http://www.rep.org.br/pdf/44-2.pdf - 10/6 = 20:45
http://dgta.fca.unesp.br/docentes/dede/antigos/EconomiaBrasileira/Ciclos.pdf -16/6 =
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http://www.cibergeo.org/dgeo/geoecon/ciclos.htm - 30/7 = 15:30
http://limiaretransformacao.blogspot.com/2009/02/o-debate-marxista-sobre-ondas-
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http://www.janelanaweb.com/digitais/rui_rosa4.html - 30/7 = 16:10
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http://www.janelanaweb.com/digitais/tdevezas2.html - 14/8 = 15:30
http://www.infopedia.pt/que_newsletter.jsp?id=33#9415100QTN - 18/8 = 18:20
http://frauendorfluis.blogspot.com/2008/11/ciclos-de-kondratieff-e-crise-
econmica.html - 18/8 = 18:30
http://www.msia.org.br/cartas-do-reno---cartas-desde-el-rin/696.html - 18/8 = 19:00
Fascículo: “Globalização ou fragmentação?”, Eduardo Campos, Editora escolas
Associadas, p. 5. – 18/08 = 19:36