Você está na página 1de 29
CATETERIZAÇÃO VESICAL
CATETERIZAÇÃO VESICAL

IndicaIndicaçção:ão: SVSV

após anestesia ou após trauma

medular –bexiga torna-se atônica e não consegue contrair- se pela atividade reflexa - traumatismo medular - retenção urinária resultado imediato (não sente a distensão vesical)

RETENÇÃO URINÁRIA –

EVITAR a passagem de urina pela uretra após cirurgia DILATAR a uretra

REALIZAÇÃO DE

contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial

EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de

DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
DE contraste INTRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS OBTER URINA para exame laboratorial EXAMES DIAGNÓSTICOS – uso de
CATETERIZAÇÃO VESICAL
CATETERIZAÇÃO VESICAL

TIPOS:

1.

alívio

2.

demora

3.

3 vias

CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
CATETERIZAÇÃO VESICAL TIPOS : 1. alívio 2. demora 3. 3 vias
Escolha do calibre: Apresentação
Escolha do calibre: Apresentação

1. French - Fr - é a circunferência interna de cateteres de mesmo tamanho que pode variar de acordo com a espessura da parede e do número de saídas adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm

1. Charrière - Ch é a medida em milímetros da circunferência externa do cateter.

adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
adicionais. Ex.: 10Fr = 10mm 1. Charrière - Ch – é a medida em milímetros da
TIPOS DE SONDA VESICAL
TIPOS DE SONDA VESICAL

MATERIAL DAS SONDAS: Látex – Foley – é

macia, flexível e barata

• pode causar reação local;

• propenso à colonização de bactérias.

TEMPO DE PERMANÊNCIA

dias

• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –

inferior a 30

• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
• pode causar reação local; • propenso à colonização de bactérias. TEMPO DE PERMANÊNCIA dias –
TIPOS DE SONDA VESICAL
TIPOS DE SONDA VESICAL

MATERIAL DAS SONDAS: Silicone

- macio ,

elaticidade semelhante a do látex, mínima toxicidade.

menos

bactérias.

por

á

colonização

propenso

TEMPO DE PERMANÊNCIA – até 3 meses

a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
a do látex, mínima toxicidade. menos bactérias. por á colonização propenso TEMPO DE PERMANÊNCIA – até
TIPOS DE SONDA VESICAL
TIPOS DE SONDA VESICAL

POLIETILENO – PVC – plástico, barato, não tóxico.

Temperatura ambiente - mais rígido facilita introdução

- moldando-se ao formato da uretra

Temperatura

torna-se

mais

macio

corpo

TEMPO DE PERMANÊNCIA mais utilizado para

cateterização rápida – de alívio.

TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
TEMPO DE PERMANÊNCIA m a i s u t i l i z a d o
Cuidados na CATETERIZAÇÃO
Cuidados na CATETERIZAÇÃO

ESPECÍFICO – cuidados no transporte

- não elevar a bolsa de drenagem acima da região pélvica – evitar refluxo

- fazer pinçamento da extensão da bolsa no momento de transporte – evitar tração e retirada de sonda

- não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa de exames ou vice versa (maca)

de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
de sonda - não esquecer de despinçar extensão da bolsa após colocar o cliente na mesa
CATETERIZAÇÃO VESICAL
CATETERIZAÇÃO VESICAL

DUPLO JCATETERIZAÇÃO VESICAL PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA

PIG –TAILCATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA

CISTOSTOMIACATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL NEFROSTOMIA

NEFROSTOMIACATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA

CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
CATETERIZAÇÃO VESICAL DUPLO J PIG –TAIL CISTOSTOMIA NEFROSTOMIA
DRENOS
DRENOS

A palavra dreno vem da língua inglesa

DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto

Inglês – drain – esgoto

DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS A palavra dreno vem da língua inglesa Inglês – drain – esgoto
DRENOS
DRENOS
DEFINIÇÃO: tubo, fio ou outro dispositivo destinado a escoar líquidos de cavidades ou tecidos encharcados
DEFINIÇÃO:
tubo, fio ou outro dispositivo destinado a escoar
líquidos de cavidades ou tecidos encharcados

FINALIDADE:

1. profilaxia - impedir acúmulo líquidos 2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.

2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
2. estimular fechamento de espaços vazios 3. terapeuticamente - promover saída de líquidos que se acumulam.
TIPOS DEDRENAGEM
TIPOS DEDRENAGEM

TERAPÊUTICA s ituações de urgência – abscessos conseqüentes de complicações residuais de outras infecções – celulite. situações de urgência – abscessos conseqüentes de complicações residuais de outras infecções – celulite.

PREVENTIVA casos de grandes deslocamentos ou ressecções de tecidos: casos de grandes deslocamentos ou ressecções de tecidos:

mastectomia, hérnias incisionais, linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.

linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
linfadenectomia, manipulação cirúrgica aonde pode ocorrer considerável acúmulo de sangue, serosidade ou outros.
APRESENTAÇÃO DOS DRENOS
APRESENTAÇÃO DOS DRENOS

DRENOS LAMINARES Características:

pouca espessura, achatados, maleáveis, borracha sintética (látex) ou siliconizado, de dimensões variáveis

(látex) ou siliconizado, de dimensões variáveis DRENO DE PENROSE Finalidade : drenagem ocorre por

DRENO DE PENROSE

Finalidade:

drenagem ocorre por capilaridade - saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem de líquido pela luz.

- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
- saída das secreções se dá através da superfície externa do dreno - não ocorre passagem
DRENO PENROSE
DRENO PENROSE
APRESENTAÇÃO DOS DRENOS
APRESENTAÇÃO DOS DRENOS

DRENOS TUBULARES Características:

forma de tubo, de plástico,

siliconizado, comprimento e diâmetro variáveis. Finalidade:

facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados.

não colaba, macio,

variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
variáveis. Finalidade : facilitar escoamento do líquido a ser eliminado – podem ser aspirados. não colaba,
DRENOS TUBULARES
DRENOS TUBULARES

DRENO DE KEHR Características:

tubo em T - cirurgia de transplante de fígado - instalado no colédoco Finalidade:

facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.

: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
: facilitar o controle da evolução do quadro pela colangiografia aonde é administrado contraste pelo dreno.
DRENOS TUBULARES
DRENOS TUBULARES

SONDA DE MALLECOT - cirurgias abdominais, associadas com sucção a vácuo

TUBO DE PEZZER - colecistostomia, cistostomia, nefrostomia, jejunostomia – também chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.

chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
chamado de modo de derivação – permiti escoamento de substâncias quando ocorre impedimento pelo processo natural.
DRENOS TUBULARES dreno de Kehr tubo de Malecot dreno tubular
DRENOS TUBULARES
dreno de Kehr
tubo de Malecot
dreno tubular
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
DRENOS LAMINAR + TUBULAR
CUIDADOS GERAIS COM DRENOS
CUIDADOS GERAIS COM DRENOS

utilizar EPI na manipulação do clienteCUIDADOS GERAIS COM DRENOS verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente fixada

verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente fixada esta adequadamente fixada

utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
utilizar EPI na manipulação do cliente verificar com luvas de procedimento se bolsa coletora esta adequadamente
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA

Descrição do dreno:

tubulares, multiperfurados, siliconizados

Local de inserção determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da cavidade, se livre ou septado.

– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
– determinado pela natureza do material a ser drenado e por seu estado no interior da
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA

Indicação - retirada de ar, fluídos, linfa,sangue ou pus de dentro das pleuras.

Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.

pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
pus de dentro das pleuras. Objetivo - restaurar a pressão intratorácica negativa necessária para expansão pulmonar.
DRENAGEM TORÁCIA selo de água – proporciona barreira entre a pressão atmosférica e a pressão

DRENAGEM TORÁCIA selo de água –

proporciona barreira entre a pressão atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica

atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de

impedindo a entrada de ar no espaço pleural.

selo de água
selo de água
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
atmosférica e a pressão intrapleural subatmosférica impedindo a entrada de ar no espaço pleural. selo de
EXEMPLOS DE DRENAGEM TORÁCIA PNEUMO TÓRAX LOCAL: 2 o espaço intercostal na linha hemiclavicular TIPO:
EXEMPLOS DE DRENAGEM TORÁCIA
PNEUMO
TÓRAX
LOCAL: 2 o espaço intercostal na linha
hemiclavicular TIPO: tubo fino
ESPONTÂNEO
COLEÇÃO
LOCAL: determinado previamente por meio
SEPTADA
de
exames radiológicos ou ultra-sonográficos
TIPO: calibroso
COLEÇÕES
LÍQUIDAS
LOCAL: entre o 5 o e 6 o espaço intercostal, na
linha axilar média pois na expiração profunda,
diafragma pode subir até a altura do 4 o
espaço intercostal
TIPO: calibroso
o
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
DRENAGEM TORÁCIA
Cuidados com dreno de tórax
Cuidados com dreno de tórax

ESPECÍFICO – cuidados no transporte

- não elevar o frasco de drenagem acima da região torácica – evitar refluxo e entrada de ar entre as pleuras

- fazer pinçamento da extensão do dreno no momento de transporte – evitar tração e retirada

- não esquecer de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de exames ou vice versa (maca)

de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
de despinçar extensão do dreno e colocá-lo no chão, após colocar o cliente na mesa de
SONDAS SONDAS NASOGÁSTRICAS FINALIDADE : drenagem de conteúdo gástrico MATERIAL: polietileno ou polivinil SONDAS
SONDAS SONDAS NASOGÁSTRICAS FINALIDADE : drenagem de conteúdo gástrico MATERIAL: polietileno ou polivinil SONDAS
SONDAS SONDAS NASOGÁSTRICAS FINALIDADE : drenagem de conteúdo gástrico MATERIAL: polietileno ou polivinil SONDAS
SONDAS
SONDAS

SONDAS

NASOGÁSTRICAS

FINALIDADE: drenagem de conteúdo gástrico MATERIAL: polietileno ou polivinil

SONDAS

NASOENTERAIS

FINALIDADE: alimentação MATERIAL: poliuretano e silicone + biocompatíveis, flexíveis, macias, fino calibre

VANTAGENS:

- permitem > tempo de permanência

- incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil

de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
de permanência - incidência de efeitos adversos, causados pelas sonda de plástico tipo polietileno ou polivinil
CUIDADOS : SONDAS NASOENTERAIS E GÁSTRICAS
CUIDADOS : SONDAS NASOENTERAIS E GÁSTRICAS

- controle radiológico após a instalação da sonda – gástrica,duodenal ou jejunal;

- cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre o paciente

ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre
ou jejunal; - cuidado com a fixação - não tracionar as narinas no transporte colocá-la sobre