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O FÍGADO
O FÍGADO
ANATOMIA POR QUÊ A ANATOMIA HEPÁTICA É IMPORTANTE? 1- localização precisa das lesões – cirurgias, intervenções

ANATOMIA

POR QUÊ A ANATOMIA HEPÁTICA É IMPORTANTE?

1- localização precisa das lesões cirurgias, intervenções percutâneas, estadiamento de neoplasias

2- predizer dificuldades técnicas

3- avaliação pré-transplante hepático

“Linha de Cantlie” – Divisão entre os lobos hepáticos direito e esquerdo – Plano que conecta
“Linha de Cantlie”
“Linha de Cantlie”

Divisão entre os lobos hepáticos direito e esquerdo Plano que conecta a vesícula biliar à VCI fissura lobar principal

“Linha de Cantlie” – Divisão entre os lobos hepáticos direito e esquerdo – Plano que conecta
“Linha de Cantlie” – Divisão entre os lobos hepáticos direito e esquerdo – Plano que conecta
✧ Claude Couinaud : 8 unidades funcionais (ou segmentos) ✧ - artéria / veia porta -drenada

Claude Couinaud : 8 unidades funcionais (ou segmentos)

-artéria / veia porta -drenada por veia hepática e ducto biliar.

Verticalmente – Veias Hepáticas Horizontalmente eixo da bifurcação porta

Verticalmente Veias Hepáticas

Horizontalmente eixo da bifurcação porta

Verticalmente – Veias Hepáticas Horizontalmente eixo da bifurcação porta
DENSIDADES RADIOGRÁFICAS

DENSIDADES

RADIOGRÁFICAS
RADIOGRÁFICAS
DENSIDADES RADIOGRÁFICAS
DENSIDADES RADIOGRÁFICAS
TC-fases de impregnação
TC-fases de impregnação
ABDOMEM : FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA TÉCNICA
ABDOMEM : FÍGADO
ABDOMEM : FÍGADO

TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA

TÉCNICA

ABDOMEM : FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA TÉCNICA
FASE SIMPLES

FASE SIMPLES

FASE SIMPLES

FASE SIMPLES

FASE ARTERIAL FASE PORTAL

FASE ARTERIAL

FASE ARTERIAL FASE PORTAL

FASE PORTAL

Figure 1
Figure 1

Figure 1

Anatomia arterial Figure 1 Variação anatômica – a. hepática di

Anatomia arterial

Anatomia arterial Figure 1 Variação anatômica – a. hepática di

Figure 1

Trifurcação da porta Veia hepática acessória

Trifurcação da porta

Trifurcação da porta Veia hepática acessória

Veia hepática acessória

Doenças Hepáticas:  I) DIFUSAS  II) FOCAIS
Doenças Hepáticas:
Doenças Hepáticas:
  • I) DIFUSAS

  • II) FOCAIS

I) Doenças Difusas  1. Esteatose  2. Acúmulo de ferro (hemocromatose/ hemosiderose)  3. Cirrose
I) Doenças Difusas
I) Doenças Difusas
  • 1. Esteatose

  • 2. Acúmulo de ferro (hemocromatose/ hemosiderose)

  • 3. Cirrose

  • 4. Hepatite

1. ESTEATOSE: Anatomopatologia Acúmulo de vacúolos lipídicos (triglicerídeos) no interior dos hepatócitos isolada ou em associação
1. ESTEATOSE:
1. ESTEATOSE:

Anatomopatologia

1. ESTEATOSE: Anatomopatologia Acúmulo de vacúolos lipídicos (triglicerídeos) no interior dos hepatócitos isolada ou em associação

Acúmulo de vacúolos lipídicos (triglicerídeos)

no interior dos hepatócitos

isolada ou em associação a outras doenças difusas

2 formas histológicas

microvacuolares

macrovacuolares

Etiologia Alcoolismo +++ Bypass intestinal Esteatose Macrovacuolar NPT Corticoterapia Hepatites agudas Drogas e toxinas Doenças metabólicas

Etiologia

Alcoolismo +++ Bypass intestinal Esteatose Macrovacuolar NPT Corticoterapia Hepatites agudas Drogas e toxinas Doenças metabólicas genéticas:
   

Alcoolismo +++

Bypass intestinal

Esteatose Macrovacuolar

NPT

Corticoterapia

 

Hepatites agudas Drogas e toxinas Doenças metabólicas genéticas: glicogenose tipo I, doença de Wilson, galactosemia. SIDA

Síndrome metabólica

Esteatose Microvacuolar

Esteatose aguda da gestação Síndrome de Reye Drogas e toxinas Algumas hepatites agudas...

POR QUÊ DIAGNOSTICAR ESTEATOSE? Esteatose na população: 58% na população geral 76% na população de obesos
POR QUÊ DIAGNOSTICAR ESTEATOSE?
POR QUÊ DIAGNOSTICAR ESTEATOSE?

Esteatose na população:

58% na população geral

76% na população de obesos

94% associação álcool + obesidade

Síndrome metabólica

25% adultos nos EUA

POR QUÊ DIAGNOSTICAR ESTEATOSE? Esteatose na população: 58% na população geral 76% na população de obesos

Doença hepática esteatótica não-alcoólica (NAFLD) NAFLD esteatohepatite não-alcoólica (NASH) fibrose cirrose

Bellentani, S. J Hepatol 2001;35:531-7 Ford, W. H. Diabetes Care 2004;27:2444-9

ECOGRAFIA . Hiperecogenicidade > córtex do rim D . O aumento da ecogenicidade é proporcional a
ECOGRAFIA
ECOGRAFIA
ECOGRAFIA . Hiperecogenicidade > córtex do rim D . O aumento da ecogenicidade é proporcional a

. Hiperecogenicidade > córtex do rim D

. O aumento da ecogenicidade é proporcional a importância da sobrecarga

PROBLEMA: Outras sobrecargas podem aumentar a ecogenicidade hepática: fibrose, sobrecarga ferro ou cobre, glicogenose

TC . Normal= 60 UH . Densidade > baço (10 UH) . Vasos intra-hepáticos hipodensos (sangue
TC
TC

. Normal= 60 UH . Densidade > baço (10 UH) . Vasos intra-hepáticos hipodensos (sangue circulante 35 UH)

Densidade de 30 UH

. inversão gradiente de densidade fígado e baço

Densidade < 20 UH

. inversão gradiente de densidade fígado e vasos

DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE: TC
DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE:
TC
DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE: TC Densidade de 30 UH Densidade < 20 UH

Densidade de 30 UH

DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE: TC Densidade de 30 UH Densidade < 20 UH

Densidade < 20 UH

ESTEATOSE DIFUSA E HOMOGÊNEA Aspecto pseudo-injeção PC Isodensidade vesícula biliar

ESTEATOSE DIFUSA E HOMOGÊNEA

ESTEATOSE DIFUSA E HOMOGÊNEA Aspecto pseudo-injeção PC Isodensidade vesícula biliar

Aspecto pseudo-injeção PC

ESTEATOSE DIFUSA E HOMOGÊNEA Aspecto pseudo-injeção PC Isodensidade vesícula biliar

Isodensidade vesícula biliar

DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE: TC
DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE:
TC
DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE: TC
DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE: TC
DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE:
TC
DIAGNÓSTICO E QUANTIFICAÇÃO DA ESTEATOSE: TC Diferença entre a atenuação do fígado e do baço superior

Diferença entre a atenuação do fígado e do baço superior a 10 UH

RM - Melhor exame para avaliação da esteatose - quantifica - A velocidade de precessão dos
RM
RM

- Melhor exame para avaliação da esteatose - quantifica

- A velocidade de precessão dos prótons de H+ na água e na

gordura é diferente !

. Os prótons de água e gordura se defasam - sinal se anula

-Sinal diminui nos pixels que contêm gordura e água

VOXEL HETEROGÊNEO α = 0 ˚ (FASE) α = 180 ˚ (OP. FASE) Variação do sinal
VOXEL HETEROGÊNEO
VOXEL HETEROGÊNEO

α = 0˚ (FASE)

α = 180˚ (OP. FASE)

VOXEL HETEROGÊNEO α = 0 ˚ (FASE) α = 180 ˚ (OP. FASE) Variação do sinal

Variação do sinal dos tecidos de acordo com TE nas sequências GRE:

VOXEL HETEROGÊNEO α = 0 ˚ (FASE) α = 180 ˚ (OP. FASE) Variação do sinal

- Em oposição de fase o sinal da gordura e da água

se opõem

- diminuição do sinal no pixel

mistura de água e gordura

que contém uma

VOXEL HETEROGÊNEO α = 0 ˚ (FASE) α = 180 ˚ (OP. FASE) Variação do sinal
HEMOCROMATOSE  1ª (autossômico recessivo)  acúmulo de ferro  Aumento da absorção entérica de ferro
HEMOCROMATOSE
HEMOCROMATOSE
  • 1ª (autossômico recessivo) acúmulo de ferro

  • Aumento da absorção entérica de ferro

  • Fígado, coração, pâncreas, articulações

  • Quadro insidioso

  • Sinais específicos dos órgãos acometidos: diabete, artrite, impotência, cirrose hepática ...

  • Diagnóstico: saturação de transferrina sérica + biópsia

HEMOCROMATOSE  1ª (autossômico recessivo)  acúmulo de ferro  Aumento da absorção entérica de ferro

coloração de Perls

HEMOCROMATOSE  2ª ou Hemossiderose  Politransfusões e hemólise  Deposição na medula, fígado e baço
HEMOCROMATOSE
HEMOCROMATOSE
  • 2ª ou Hemossiderose

  • Politransfusões e hemólise

  • Deposição na medula, fígado e baço

HEMOCROMATOSE  2ª ou Hemossiderose  Politransfusões e hemólise  Deposição na medula, fígado e baço
ECOGRAFIA - Sobrecarga severa = hiperecogenicidade - Diagnóstico diferencial com esteatose
ECOGRAFIA
ECOGRAFIA

- Sobrecarga severa = hiperecogenicidade

- Diagnóstico diferencial com esteatose

TC - Aumento da densidade do parênquima hepático - Valor quando > 75 UH Baixa sensibilidade
TC
TC

-Aumento da densidade do parênquima hepático

  • - Valor quando > 75 UH

Baixa sensibilidade (sobrecargas severas)

  • - Falsos positivo

. cobre

. amiodarona

. glicogenose

  • - Falsos negativos

. esteatose associada

ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA HEMOCROMATOSE 160 UH 50 UH
ABDOMEM: FÍGADO
ABDOMEM: FÍGADO

TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA

HEMOCROMATOSE 160 UH 50 UH
HEMOCROMATOSE
160 UH
50 UH
Hemocromatose genética 95 UH Tratamento com amiodarona 86 UH
Hemocromatose genética 95 UH Tratamento com amiodarona 86 UH

Hemocromatose genética 95 UH

Hemocromatose genética 95 UH Tratamento com amiodarona 86 UH

Tratamento com amiodarona 86 UH

RM Fe (subst superparamagnética) Queda do sinal por diminuição do tempo de relaxamento T2 proporcional a
RM
RM

Fe (subst superparamagnética) Queda do sinal por diminuição do tempo de relaxamento T2 proporcional a sobrecarga

- Medida do T2* em sequências GRE

- Seq GRE são mais sensíveis à presença de Fe - pouca compensação de

heterogeneidades locais do campo magnético (T2*) - TE longo

Hemocromatose
Hemocromatose
Hemocromatose
Hemocromatose

Hemocromatose

RELAÇÃO FÍGADO/MÚSCULO
RELAÇÃO FÍGADO/MÚSCULO
RELAÇÃO FÍGADO/MÚSCULO
RELAÇÃO FÍGADO/MÚSCULO
PROTOCOLO DE RENNES - 3 a 4 sequências GRE 2D em apnéia - TR curto (120
PROTOCOLO DE RENNES
PROTOCOLO DE RENNES

- 3 a 4 sequências GRE 2D em apnéia - TR curto (120 ms) - TE (4, 9, 14, 21 ms em 1,5 T)

PROTOCOLO DE RENNES - 3 a 4 sequências GRE 2D em apnéia - TR curto (120
CIRROSE - Nódulos de regeneração e fibrose concêntrica - Sobrevida de 50% em 5 anos -
CIRROSE
CIRROSE

-

Nódulos de regeneração e fibrose concêntrica

-

Sobrevida de 50% em 5 anos

 

-

Detecção precoce e minimamente invasiva

 

.

Evolução

e

resposta

a

novos

tratamentos

(fibrinogênese/fibrinólise)

Causas ➽ DROGAS/AGENTES TÓXICOS . álcool . metotrexate . isoniazida ➽ INFECÇÕES . hepatite B .
Causas
Causas

DROGAS/AGENTES TÓXICOS . álcool

. metotrexate

. isoniazida

INFECÇÕES . hepatite B

. hepatite C

. esquistossomose

DOENÇAS AUTO-IMUNES . hepatite crônica ativa . cirrose biliar primária

DOENÇAS METABÓLICAS . esteatohepatite +++

. hemocromatose

. doença de Wilson . déficit de alfa-1-antitripsina . galactosemia . glicogenoses

OBSTRUÇÃO BILIAR . atresia

. estenose

. litíase . colangite esclerosante

DOENÇAS VASCULARES . síndrome de Budd-Chiari . doença veno-oclusiva

CIRROSE apresentação clínica ➽ CIRROSE DESCOMPENSADA ou complicada ➽ CIRROSE COMPENSADA ou latente ou não complicada
CIRROSE apresentação clínica
CIRROSE
apresentação clínica

CIRROSE DESCOMPENSADA ou complicada

CIRROSE COMPENSADA ou latente ou não complicada

Modificações da morfologia hepática

Insuficiência hepática

Hipertensão porta

CIRROSE apresentação clínica Modificações da morfologia hepática . hipertrofia . consistência firme . bordos rombos Insuficiência
CIRROSE apresentação clínica
CIRROSE
apresentação clínica

Modificações da morfologia hepática

. hipertrofia . consistência firme . bordos rombos

Insuficiência hepatocelular

. icterícia . encefalopatia hepática . distúrbios hormonais (amenorréia, impotência...) . distúrbios cutâneos

HTP

. circulação venosa colateral . esplenomegalia . ascite

CIRROSE principais complicações - Insuficiência hepatocelular - Hipertensão porta - Hepatocarcinoma
CIRROSE principais complicações
CIRROSE
principais complicações
  • - Insuficiência hepatocelular

  • - Hipertensão porta

  • - Hepatocarcinoma

CIRROSE DIAGNÓSTICO - Padrão ouro: BIÓPSIA HEPÁTICA - Taxa de falso-negativo de até 24% . erros
CIRROSE DIAGNÓSTICO
CIRROSE
DIAGNÓSTICO

- Padrão ouro: BIÓPSIA HEPÁTICA

- Taxa de falso-negativo de até 24% . erros de amostragem

- Técnica invasiva . morbidade 3% . mortalidade 0,03%

CIRROSE DIAGNÓSTICO MÉTODOS DE IMAGEM - Fornecem/evocam o diagnóstico de cirrose - Informações morfológicas - Detecção
CIRROSE DIAGNÓSTICO
CIRROSE
DIAGNÓSTICO

MÉTODOS DE IMAGEM

  • - Fornecem/evocam o diagnóstico de cirrose

  • - Informações morfológicas

  • - Detecção de lesões

  • - Detecção de complicações

DIAGNÓSTICO métodos de imagem ANÁLISE DO PARÊNQUIMA HEPÁTICO SINAIS DE HIPERTENSÃO PORTA DISMORFISMO HEPÁTICO
DIAGNÓSTICO métodos de imagem
DIAGNÓSTICO
métodos de imagem

ANÁLISE DO PARÊNQUIMA HEPÁTICO

SINAIS DE HIPERTENSÃO PORTA

DISMORFISMO HEPÁTICO

ANÁLISE DO PARÊNQUIMA - Heterogeneidade do parênquima: ◆ nódulos ◆ fibrose reticular ou confluente ◆ inflamação
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA
  • - Heterogeneidade do parênquima:

nódulos fibrose reticular ou confluente inflamação edema sobrecarga Fe esteatose

ANÁLISE DO PARÊNQUIMA ECOGRAFIA ◆ padrão ecográfico heterogêneo ◆ nódulos ◆ retração da cápsula hepática/nódulos →
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA ECOGRAFIA
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA
ECOGRAFIA

padrão ecográfico heterogêneo nódulos retração da cápsula hepática/nódulos superfície bosselada hiperecogenicidade se esteatose concomitante

ANÁLISE DO PARÊNQUIMA ECOGRAFIA ◆ padrão ecográfico heterogêneo ◆ nódulos ◆ retração da cápsula hepática/nódulos →
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA ECOGRAFIA ◆ padrão ecográfico heterogêneo ◆ nódulos ◆ retração da cápsula hepática/nódulos →
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA TC ◆ heterogeneidade ◆ faixas de fibrose delimitando nódulos ◆ irregularidade dos contornos
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA TC
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA TC

heterogeneidade faixas de fibrose delimitando nódulos irregularidade dos contornos

ANÁLISE DO PARÊNQUIMA TC ◆ heterogeneidade ◆ faixas de fibrose delimitando nódulos ◆ irregularidade dos contornos
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA TC ◆ heterogeneidade ◆ faixas de fibrose delimitando nódulos ◆ irregularidade dos contornos
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA TC ◆ heterogeneidade ◆ faixas de fibrose delimitando nódulos ◆ irregularidade dos contornos
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA TC ◆ heterogeneidade ◆ faixas de fibrose delimitando nódulos ◆ irregularidade dos contornos
ANÁLISE DO PARÊNQUIMARM ◆ maior sensibilidade ◆ padrões de fibrose reticular e confluente ◆ REALCE TARDIO
ANÁLISE DO PARÊNQUIMARM
ANÁLISE DO PARÊNQUIMARM
ANÁLISE DO PARÊNQUIMARM ◆ maior sensibilidade ◆ padrões de fibrose reticular e confluente ◆ REALCE TARDIO
ANÁLISE DO PARÊNQUIMARM ◆ maior sensibilidade ◆ padrões de fibrose reticular e confluente ◆ REALCE TARDIO
ANÁLISE DO PARÊNQUIMARM ◆ maior sensibilidade ◆ padrões de fibrose reticular e confluente ◆ REALCE TARDIO

maior sensibilidade padrões de fibrose reticular e confluente REALCE TARDIO (PROGRESSIVO)

ANÁLISE DO PARÊNQUIMA: RM micronódulos procurar nódulos de regeneração +++ macronódulos
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA: RM
ANÁLISE DO PARÊNQUIMA: RM
micronódulos procurar nódulos de regeneração +++ macronódulos
micronódulos
procurar nódulos de regeneração +++
macronódulos
DISMORFISMO HEPÁTICO: ESPAÇO HILAR
DISMORFISMO HEPÁTICO: ESPAÇO HILAR
alargamento hilar periportal > 10 mm SE 93% SPE 92% ACC 92% VPP 91% Referências anatômicas:
alargamento hilar periportal > 10 mm
SE 93%
SPE 92%
ACC 92%
VPP 91%
Referências anatômicas:
- bordo anterior do ramo porta D no plano axial
- bordo posterior do segmento IV
Ito et al. J Magn Reson Imaging 2000
Ito et al. J Magn Reson Imaging 2000
DISMORFISMO HEPÁTICO: ATROFIA/HIPERTROFIA atrofia do fígado direito - hipertrofia do fígado esquerdo
DISMORFISMO HEPÁTICO: ATROFIA/HIPERTROFIA
DISMORFISMO HEPÁTICO:
ATROFIA/HIPERTROFIA
atrofia do fígado direito - hipertrofia do fígado esquerdo
atrofia do fígado direito - hipertrofia do fígado
esquerdo
DISMORFISMO HEPÁTICO: ATROFIA/HIPERTROFIA atrofia do fígado direito - hipertrofia do fígado esquerdo
atrofia do segmento IV +++
atrofia do segmento IV +++
atrofia do segmento IV +++
atrofia do segmento IV +++
atrofia do segmento IV +++
HEPATITE AGUDA  Diagnóstico das hepatites virais agudas: clínico e laboratorial  Processo inflamatório difuso -
HEPATITE AGUDA
HEPATITE AGUDA
  • Diagnóstico das hepatites virais agudas: clínico e laboratorial

  • Processo inflamatório difuso - Edema dos hepatócitos

  • Etiologias:

    • - hepatites virais (+ frequentes)

    • - auto-imune

    • - tóxicas (medicamentos ou álcool)

HEPATITES-imagem  hepatomegalia (sinal mais frequente)  inespecíficos (correlação clínica)  US: baixa ecogenicidade, proeminência do
HEPATITES-imagem
HEPATITES-imagem
  • hepatomegalia (sinal mais frequente) inespecíficos (correlação clínica)

  • US: baixa ecogenicidade, proeminência do sist. porta, espessamento da VB

  • TC e RM não utilizados de rotina

II) DOENÇAS FOCAIS DO FÍGADO
II) DOENÇAS FOCAIS DO
FÍGADO
-Benignas
-Benignas
-Malignas
-Malignas
Fases de impregnação
Fases de impregnação
LESÕES FOCAIS HEPÁTICAS BENIGNAS

LESÕES FOCAIS HEPÁTICAS

BENIGNAS

❶ Origem hepatocelular Adenoma Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico ❷ Origem

Origem hepatocelular Adenoma

Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

Origem colangiocelular Cisto simples

Doença policística Hamartoma biliar Cistoadenoma biliar Adenoma biliar

Origem mesenquimal Hemangioma

Hamartoma mesenquimal Hemangioendotelioma infantil Linfangioma Lipoma, angiomiolipoma, mielolipoma Leiomioma Fibroma

Heteropia Adrenal Pancreática

HEMANGIOM A ❶ Origem hepatocelular Adenoma Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

HEMANGIOM

A

Origem hepatocelular Adenoma

Hiperplasia nodular focal

Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

Origem colangiocelular Cisto simples

Doença policística

Hamartoma biliar Cistoadenoma biliar Adenoma biliar

Origem mesenquimal Hemangioma

Hamartoma mesenquimal

Hemangioendotelioma infantil Linfangioma Lipoma, angiomiolipoma, mielolipoma Leiomioma Fibroma

Heteropia Adrenal Pancreática

EPIDEMIOLOGIA ❒ Lesão hepática benigna mais frequente ❒ Incidência entre 1 e 20% (séries de autópsias)

EPIDEMIOLOGIA

Lesão hepática benigna mais frequente

Incidência entre 1 e 20% (séries de autópsias)

Não tem potencial de malignização

Em todas as faixas etárias

Patogênese desconhecida: distúrbio da angiogênese +++

ANATOMOPATOLOGIA
ANATOMOPATOLOGIA

. Espaços sanguíneos de tamanho e forma variáveis,

revestidos por endotélio com finos septos fibrosos incompletos

CLÍNICA ❒ Assintomáticos ❒ Descoberta incidental

CLÍNICA

Assintomáticos

Descoberta incidental

ECOGRAFIA ❒ Lesão hiperecogênica homogênea (70%) - contornos regulares ou lobulados

ECOGRAFIA

Lesão hiperecogênica homogênea (70%)

- contornos regulares ou lobulados

ECOGRAFIA ❒ Lesão hiperecogênica homogênea (70%) - contornos regulares ou lobulados
ECOGRAFIA ❒ Lesão hiperecogênica homogênea (70%) - contornos regulares ou lobulados
 SC: hipodenso  Realce periférico centrípeto  Persistência do realce na tardia
  • SC: hipodenso

  • Realce periférico centrípeto

  • Persistência do realce na tardia

RM ❒ Homogêneos e bem delimitados, contraste fígado/lesão elevado ❒ Hipossinal T1 ❒ Franco hipersinal T2

RM

Homogêneos e bem delimitados, contraste fígado/lesão elevado

Hipossinal T1

Franco hipersinal T2, homogêneo, equivalente ao sinal de líquidos estagnados (LCR e bile)

SE 90% ES 92%

Sequências T1 com gadolínio:

  • - realce periférico descontínuo na fase arterial

  • - enchimento centrípeto progressivo da lesão

  • - persistência do realce na fase de equilíbrio (sem lavagem)

  • - paralelismo do realce da lesão com a aorta

CISTO SIMPLES ❶ Origem hepatocelular Adenoma Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

CISTO

SIMPLES

CISTO SIMPLES ❶ Origem hepatocelular Adenoma Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

Origem hepatocelular Adenoma Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

Origem colangiocelular Cisto simples

Doença policística Hamartoma biliar Cistoadenoma biliar Adenoma biliar

Origem mesenquimal Hemangioma Hamartoma mesenquimal Hemangioendotelioma infantil Linfangioma Lipoma, angiomiolipoma, mielolipoma Leiomioma Fibroma

Heteropia Adrenal Pancreática

CISTO SIMPLES  Lesão hepática benigna (2ª mais comum)  2,5 -10%  5ª e 6ª
CISTO SIMPLES
CISTO SIMPLES
  • Lesão hepática benigna (2ª mais comum) 2,5 -10%

  • 5ª e 6ª décadas / F>M

  • Lobo direito do fígado (mais afetado)

  • Causas:

- adquiridas ( secundário a trauma, infecção, neoplasia)

- congênitas (defeito de desenvolvimento na formação do ducto biliar tuberose esclerose, doença renal policística)

CISTO SIMPLES - Contorno bem definido - Hipodensidade que não se altera após o uso de
CISTO SIMPLES
CISTO SIMPLES
  • - Contorno bem definido

  • - Hipodensidade que não se altera após o uso de contraste

CISTO SIMPLES - Contorno bem definido - Hipodensidade que não se altera após o uso de
CISTO SIMPLES - Contorno bem definido - Hipodensidade que não se altera após o uso de
CISTO SIMPLES - Contorno bem definido - Hipodensidade que não se altera após o uso de
HIPERPLASIA NODULAR FOCAL (HNF) ❶ Origem hepatocelular Adenoma Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração

HIPERPLASIA

NODULAR

FOCAL (HNF)

Origem hepatocelular Adenoma

Hiperplasia nodular focal

Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

Origem colangiocelular Cisto simples Doença policística Hamartoma biliar Cistoadenoma biliar Adenoma biliar

Origem mesenquimal Hemangioma Hamartoma mesenquimal Hemangioendotelioma infantil Linfangioma Lipoma, angiomiolipoma, mielolipoma Leiomioma Fibroma

Heteropia Adrenal Pancreática

HNF: ❒ Resposta hiperplásica mal formação vascular congênita/injúria vascular. Proliferação dos elementos normais do fígado, dispostos

HNF:

Resposta hiperplásica mal formação vascular congênita/injúria vascular.

Proliferação dos elementos normais do fígado, dispostos de forma desorganizada

Segundo tumor benigno hepático

10 x mais frequente que o adenoma

diagnóstico incidental

HNF: ❒ Resposta hiperplásica mal formação vascular congênita/injúria vascular. Proliferação dos elementos normais do fígado, dispostos

Vilgrain, Radiology 2003

MACROSCOPIA ANATOMOPATOLOGIA ❒ circunscrita, bem delimitada ❒ não encapsulada ❒ elemento central fibroso ( cicatriz )

MACROSCOPIA

ANATOMOPATOLOGIA

circunscrita, bem delimitada

não encapsulada

elemento central fibroso (cicatriz)

MACROSCOPIA ANATOMOPATOLOGIA ❒ circunscrita, bem delimitada ❒ não encapsulada ❒ elemento central fibroso ( cicatriz )

única (> 50%) / múltipla

MACROSCOPIA ANATOMOPATOLOGIA ❒ circunscrita, bem delimitada ❒ não encapsulada ❒ elemento central fibroso ( cicatriz )
CLÍNICA ❒ Mulher +++ (8/1) ACO ❒ 30-40 anos (80-95%) ❒ assintomático na maioria das vezes

CLÍNICA

Mulher +++ (8/1)

ACO

30-40 anos (80-95%)

CLÍNICA ❒ Mulher +++ (8/1) ACO ❒ 30-40 anos (80-95%) ❒ assintomático na maioria das vezes

assintomático na maioria das vezes

ECOGRAFIA ❒ Hipo/isoecogênica → baixo contraste fígado/lesão ❒ Cicatriz central discretamente hiperecogênica (20%) puntiforme ou lin

ECOGRAFIA

Hipo/isoecogênica baixo contraste fígado/lesão

Cicatriz central discretamente hiperecogênica (20%) puntiforme ou lin

ECOGRAFIA ❒ Hipo/isoecogênica → baixo contraste fígado/lesão ❒ Cicatriz central discretamente hiperecogênica (20%) puntiforme ou lin
ECOGRAFIA ❒ Hipo/isoecogênica → baixo contraste fígado/lesão ❒ Cicatriz central discretamente hiperecogênica (20%) puntiforme ou lin
TC ❒ Fase
TC
Fase

pré-

contraste iso ou hipodensa

Fase Arterial Impregna ++++ Artéria central Cicatriz hipodensa

TC ❒ Fase pré- contraste ■ iso ou hipodensa ❒ Fase Arterial ■ Impregna ++++ ■
❒ Fase portal ■ homogênea impregnação ■ ausência de cápsula ■ Tardia: impregnação do elemento central

Fase portal

homogênea

impregnação

ausência de cápsula

Tardia: impregnação do elemento central

❒ Fase portal ■ homogênea impregnação ■ ausência de cápsula ■ Tardia: impregnação do elemento central
RM ❒ Cinética idêntica àquela observada na TC ❒ Fase arterial realce intenso, precoce e fugaz

RM

RM ❒ Cinética idêntica àquela observada na TC ❒ Fase arterial realce intenso, precoce e fugaz

Cinética idêntica àquela observada na TC

Fase arterial realce intenso, precoce e fugaz

Fase portal e de equilíbrio isointensidade de sinal em relação ao parênquima

Impregnação progressiva do elemento central (componente fibroso)

Marin, AJR 2008 May; 63(5):577-85

❒ Homogênea RM ❒ Sinal semelhante ao do fígado : ■ Em T1: iso ou hipointenso

Homogênea

RM

Sinal semelhante ao do fígado:

Em T1: iso ou hipointenso Em T2: iso ou levemente hiperintenso

Elemento central (80%) Em T1: hipointenso

Em T2: fortemente hiperintenso

(tecido conjuntivo frouxo, proliferação colangio celular e edema)

ESP 98% SE 70%

❒ Homogênea RM ❒ Sinal semelhante ao do fígado : ■ Em T1: iso ou hipointenso
❒ Homogênea RM ❒ Sinal semelhante ao do fígado : ■ Em T1: iso ou hipointenso

Mortele, AJR 2000 Sep; 175(3):687-92

ADENOMA ❶ Origem hepatocelular Adenoma Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico ❷

ADENOMA

Origem hepatocelular Adenoma

Hiperplasia nodular focal Hiperplasia nodular regenerativa Nódulo regeneração Nódulo displásico

Origem colangiocelular Cisto simples

Doença policística

Hamartoma biliar Cistoadenoma biliar Adenoma biliar

Origem mesenquimal Hemangioma Hamartoma mesenquimal

Hemangioendotelioma infantil

Linfangioma Lipoma, angiomiolipoma, mielolipoma Leiomioma Fibroma

Heteropia Adrenal

Pancreática

EPIDEMIOLOGIA - CLÍNICA - Muito menos frequentes que a HNF . Mesmo contexto: mulheres jovens em

EPIDEMIOLOGIA - CLÍNICA

-Muito menos frequentes que a HNF

. Mesmo contexto: mulheres jovens em uso de ACO

(9:1)

. Lesão única (70-80%)

EPIDEMIOLOGIA - CLÍNICA - ACO - Esteróides anabolizantes - Doenças metabólicas (glicogenoses tipo 1 e 3,

EPIDEMIOLOGIA - CLÍNICA

  • - ACO

  • - Esteróides anabolizantes

  • - Doenças metabólicas (glicogenoses tipo 1 e 3, tirosinemia, galactosemia

. Geralmente assintomáticos

** hemorragia/hemoperitônio

ANATOMIA PATOLÓGICA . Proliferação benigna de hepatócitos .Hepatócitos bem diferenciados, ricos em glicogênio/lipídeos

ANATOMIA PATOLÓGICA

. Proliferação benigna de hepatócitos

.Hepatócitos bem diferenciados, ricos em glicogênio/lipídeos

TC- variável
TC- variável
TC- variável
TC- variável
TC- variável
TC- variável
ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA ADENOMA HEPATO CELULAR
ABDOMEM: FÍGADO
ABDOMEM: FÍGADO

TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA ADENOMA HEPATO CELULAR

ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA ADENOMA HEPATO CELULAR
LESÕES INFECCIOSAS
LESÕES INFECCIOSAS

-HIDATIDOSE

-ABCESSOS

PIOGÊNICOS

AMEBIANOS

FÚNGICOS

 Equinococose HIDATIDOSE  Agente: Echinococcus granulosus (tênia de cães)  Lobo direito do fígado (mais
  • Equinococose

HIDATIDOSE
HIDATIDOSE
  • Agente: Echinococcus granulosus (tênia de cães)

  • Lobo direito do fígado (mais acometido)

  • Crescimento lento

  • Únicos ou múltiplos

  • Semelhante a um cisto / cistos menores no interior de um cisto maior / calcificação parietal

HIDATIDOSE TC ou RX: calcificação ao redor do cisto (em casca de ovo )
HIDATIDOSE
HIDATIDOSE

TC ou RX: calcificação ao redor do cisto (em casca de ovo)

HIDATIDOSE TC ou RX: calcificação ao redor do cisto (em casca de ovo )
HIDATIDOSE
HIDATIDOSE
HIDATIDOSE cistos filhos no interior do cisto original)

HIDATIDOSE

cistos filhos no interior do cisto original)
cistos filhos no interior do cisto original)
HIDATIDOSE cistos filhos no interior do cisto original)
COMPLICAÇÕES - HIDATIDOSE ruptura abscesso

COMPLICAÇÕES -

HIDATIDOSE
HIDATIDOSE
COMPLICAÇÕES - HIDATIDOSE ruptura abscesso

ruptura

abscesso
abscesso
ABSCESSOS HEPÁTICOS  PIOGÊNICOS (85-90%) ( E. coli, Klebsiella pneumoniae, Streptococcus fecalis e Proteus vulgaris )
ABSCESSOS HEPÁTICOS
ABSCESSOS HEPÁTICOS

PIOGÊNICOS (85-90%)

(E. coli, Klebsiella pneumoniae, Streptococcus fecalis e Proteus vulgaris)

Origem: disseminação hematogênica secundária extensão direta (vesícula biliar e rim D)

  • - Únicos ou múltiplos

  • - Clínica: febre, dor abdominal, hepatomegalia e leucocitose

ABSCESSOS PIOGÊNICOS - - Realce adjacente após o contraste - Presença de gás (20%) e septações

ABSCESSOS PIOGÊNICOS

-- Realce adjacente após o contraste - Presença de gás (20%) e septações

ABSCESSOS PIOGÊNICOS - - Realce adjacente após o contraste - Presença de gás (20%) e septações
ABSCESSOS PIOGÊNICOS - - Realce adjacente após o contraste - Presença de gás (20%) e septações
ABSCESSOS HEPÁTICOS  AMEBIANOS - E. hystolítica - Geralmente são periféricos e únicos  Local: lobo
ABSCESSOS HEPÁTICOS
ABSCESSOS HEPÁTICOS
  • AMEBIANOS

-

E. hystolítica

- Geralmente são periféricos e únicos

  • Local: lobo direito do fígado

-

-

Sinal do duplo halo

-

Lesões > 3cm

ABSCESSOS HEPÁTICOS  AMEBIANOS - E. hystolítica - Geralmente são periféricos e únicos  Local: lobo
ABSCESSOS HEPÁTICOS  FÚNGICOS  Imunodeprimidos (leucemia, transplantados, HIV+, QT ou RT) -Agente: Candida...  -Órgãos
ABSCESSOS HEPÁTICOS
ABSCESSOS HEPÁTICOS
  • FÚNGICOS

  • Imunodeprimidos (leucemia, transplantados, HIV+, QT ou RT) -Agente: Candida...

  • -Órgãos acometidos: fígado e baço e até rim (simultâneo)

  • Clínica: febre persistente, dor abdominal, hepatomegalia

ABSCESSOS HEPÁTICOS FÚNGICOS
ABSCESSOS HEPÁTICOS
FÚNGICOS
ABSCESSOS HEPÁTICOS FÚNGICOS - Múltiplas e pequenas lesões < 1cm (sinal de olho de boi) -

- Múltiplas e pequenas lesões < 1cm (sinal de olho de boi) - Sem realce do parênquima adjacente pós-contraste

ABSCESSOS HEPÁTICOS FÚNGICOS - Múltiplas e pequenas lesões < 1cm (sinal de olho de boi) -
Lesões Malignas: 1. Metástases 2. Hepatocarcinoma (HCC)
Lesões Malignas:
Lesões Malignas:
1. Metástases
1. Metástases
2. Hepatocarcinoma (HCC)
2. Hepatocarcinoma
(HCC)
METÁSTASES  NÃO APRESENTAM ASPECTO TÍPICO  PODEM SER SOLITÁRIAS OU MÚLTIPLAS  HABITUALMENTE HIPODENSAS NA
METÁSTASES
METÁSTASES
  • NÃO APRESENTAM ASPECTO TÍPICO

  • PODEM SER SOLITÁRIAS OU MÚLTIPLAS

  • HABITUALMENTE HIPODENSAS NA FASE SIMPLES E COM REALCE VARIÁVEL AO CONTRASTE

ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE
ABDOMEM: FÍGADO
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TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE

ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE
ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE
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TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE

ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE
ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE NEO DE COLON
ABDOMEM: FÍGADO
ABDOMEM: FÍGADO

TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE

ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE NEO DE COLON

NEO DE COLON

ABDOMEM: FÍGADO TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA METÁSTASE NEO DE COLON
HEPATOCARCINOMA
HEPATOCARCINOMA
  • ASSOCIADO A CIRROSE

  • TRÊS VEZES MAIS EM HOMENS

  • MULTICENTRICO, SOLITÁRIO, DIFUSO

  • INVASÃO VASCULAR

HEPATOCARCINOMA
HEPATOCARCINOMA
  • Ecografia:

variável

  • TC:

Sem contraste: massa hipodensa ou isodensa

TC  IMPREGNAÇÃO ARTERIAL  “WASHOUT “ lavagem do contraste  Cápsula
TC
TC
  • IMPREGNAÇÃO ARTERIAL

  • “WASHOUT “ lavagem do contraste

  • Cápsula

TC  IMPREGNAÇÃO ARTERIAL  “WASHOUT “ lavagem do contraste  Cápsula
TC  IMPREGNAÇÃO ARTERIAL  “WASHOUT “ lavagem do contraste  Cápsula
TC  IMPREGNAÇÃO ARTERIAL  “WASHOUT “ lavagem do contraste  Cápsula
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ABDOMEM: FÍGADO
ABDOMEM: FÍGADO

TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA HEPATOCARCINOMA

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ABDOMEM: FÍGADO
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TOMOGRAFIA TOMPUTADORIZADA HEPATOCARCINOMA

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 Obrigado!!!

Obrigado!!!