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º 28 — 10 de Fevereiro de 2010

tes, com fundamento na sua competência técnica, aptidão, experiência 1977-1978 — docente no ensino superior;
profissional e formação adequadas ao exercício das referidas funções, 1970-1976 — contratado como técnico (Direcção-Geral de Assistên-
conforme resulta das respectivas notas curriculares que se encontram em cia — Serviço de Promoção Social e Comunitária; Centro de Estudos de
anexo ao presente despacho e do qual fazem parte integrante: Economia Agrária da Fundação Calouste Gulbenkian e Direcção-Geral
de Educação Permanente).
Da arquitecta Maria Teresa Mourão de Almeida, para o cargo de
presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Actividade de consultoria — 1993-2000 (referências):
de Lisboa e Vale do Tejo;
Do licenciado João de Deus Cabral Cordovil, para o cargo de pre- SOMINCOR (Sociedade Mineira de Neves Corvo, S. A.) — 1993 a
sidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do 2000 — consultor da administração (articulação externa da empresa/de-
Alentejo. senvolvimento regional; estudos de impacto do processo de encerramento
social; planeamento estratégico);
O presente despacho produz efeitos a partir do dia 1 de Fevereiro Secretaria de Estado do Emprego e Formação/Secretaria de Estado
de 2010. do Trabalho e Formação — 1998-2000 — assessor, no domínio das
políticas de emprego. Coordena, em 1998, estudo sobre a promoção
3 de Fevereiro de 2010. — O Primeiro-Ministro, José Sócrates Car-
do emprego no Alentejo, integrado na preparação do Plano Nacional
valho Pinto de Sousa. — O Ministro da Economia, da Inovação e do
de Emprego.
Desenvolvimento, José António Fonseca Vieira da Silva. — A Ministra
EDIA (Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do
do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce dos Prazeres Fi- Alqueva, S. A.) — 1997-1999.
dalgo Álvaro Pássaro.
Participa, com o estatuto de consultor científico, na elaboração do
estudo «Compatibilidade entre o sistema de ensino regional e o mercado
ANEXO
de emprego potencial na zona de influência do empreendimento de fins
múltiplos de Alqueva» (EFMA) (CESO/1999);
Nota curricular de Maria Teresa Mourão de Almeida Coordena, em conjunto com Nuno Vitorino, o grupo de trabalho
Data de nascimento — 15 de Janeiro de 1954. responsável pela elaboração de «Relatório estudo preliminar e pros-
Habilitações académicas — licenciatura em Arquitectura, em Novem- pectivo de uma estratégia de desenvolvimento sustentável da Herdade
bro de 1977, pela Universidade de Belas-Artes de Lisboa. da Coitadinha» (Ilha de Ideias/1998);
Carreira profissional: Coordena, em conjunto com António Oliveira das Neves, estudo
sobre o impacto sócio-económico do aproveitamento hidroagrícola de
1974-1977 — professora de Educação Visual, em Alverca e Laran- Odivelas (IESE/1997);
jeiro;
1977-1980 — arquitecta no Gabinete Técnico Local, em Castro ESTIG (Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Po-
Verde; litécnico de Beja) — 1998 — participa, com o estatuto de consultor
1980-1982 — Serviços Municipais de Habitação na Câmara Muni- científico, no «Estudo para a Definição das Linhas Estratégicas de
cipal de Setúbal; Desenvolvimento da ESTIG» (CESO/1998);
1982-1986 — gestão da zona histórica da cidade e assessora no Con- CCRALENTEJO — 1997-1998 — colabora nos estudos prepara-
celho Municipal de Património Cultural; tórios do Plano Nacional de Desenvolvimento Económico e Social
1986-1997 — responsável pela Divisão de Planeamento, iniciando o (PNDES) — 2000-2006. Coordena um estudo de 12 aldeias do Sul do
processo do Plano Director Municipal; directora do projecto de plano Alentejo, no âmbito da primeira fase do Projecto Aldeia promovido pela
director municipal, ratificado e publicado em Agosto de 1994; directora Comissão de Coordenação Regional;
do Departamento de Habitação e Urbanismo, desde 1992 e até 1997; CCRCENTRO — 1997-1998 — coordena um grupo de trabalho
1989-1994 — responsável pela elaboração de várias candidaturas de preparação do Plano Nacional de Desenvolvimento Económico e
municipais ao Programa Comunitário OID/PS; Social (PNDES) — 2000-2006. Relatório sobre actores e instituições
1997-1998 — arquitecta na Câmara Municipal de Cascais, arquitecta regionais;
na Administração do Porto de Setúbal e Sesimbra, por requisição; Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional — 1996 — re-
1998-2002 — vereadora na Câmara Municipal de Setúbal, com os latório técnico sobre a aplicação do QCAII no Alentejo e na região
pelouros da habitação, urbanismo e obras municipais; Centro (medidas de apoio ao desenvolvimento regional);
2002-2004 — arquitecta no Instituto para a Conservação e Exploração Câmara Municipal de Castro Verde — 1994 — coordena um estudo
da Rede Rodoviária, como adjunta do director de Estradas de Lisboa e preparatório do Plano Estratégico do Município 1994-1997;
Setúbal; arquitecta-adjunta do director de Estradas de Lisboa no Instituto PDAR Zona Agrária de Aljustrel — 1993:
de Estradas de Portugal, até Novembro de 2003; assessoria à presidência
Relatório sobre evolução demográfica e emprego na zona agrária de
e vice-presidência da CCDR-LVT no fornecimento de serviços para
Aljustrel (1993);
racionalização e simplificação dos processos de planeamento e licencia-
Estudo sobre turismo no Baixo Alentejo (Rio Carvalho, Carlos, e
mento urbanístico, o acompanhamento da revisão dos PDM na região e
Cordovil, João, et al., ERENA, 1993).
a emissão de pareceres considerados relevantes;
202881676
2005-2007 — governadora civil do distrito de Setúbal, nomeada em
Concelho de Ministros, desde Abril de 2005 a Setembro de 2007;
2007-... — directora municipal de Planeamento Urbano da Câmara
Municipal de Lisboa, desde 19 de Setembro de 2007. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
Nota curricular de João de Deus Cabral Cordovil
E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Data de nascimento — 17 de Fevereiro de 1950.
Habilitações académicas — licenciado em Economia, pelo ISEG da Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Universidade Técnica de Lisboa, 1977.
Actividade profissional mais relevante: Declaração n.º 23/2010
Desde Outubro de 2007 — vogal executivo da comissão directiva do Nos termos do n.º 2 do artigo 109.º do Código do Imposto sobre o
Programa Operacional Regional do Alentejo 2007-2013 (nomeado pela Rendimento das Pessoas Colectivas, publicam-se os modelos, aprova-
Resolução do Conselho de Ministros n.º 169/2007, de 19 de Outubro) dos pelo despacho n.º 16/2010-XVIII, de 27 de Janeiro, dos seguintes
e coordenador da Intervenção Sectorial Desconcentrada do Emprego, impressos:
Formação e Desenvolvimento Social do Alentejo (cargo que exerce em Declaração periódica de rendimentos modelo 22;
acumulação com o de vogal executivo); Instruções.
Abril de 2000-Setembro de 2007 — coordenador da Intervenção
Sectorial Desconcentrada do Emprego, Formação e Desenvolvimento 27 de Janeiro de 2010. — O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais,
Social do Alentejo (estatuto de encarregado de missão), cargo que acu- Sérgio Trigo Tavares Vasques.
mulou, no período de Abril de 2000 a Junho de 2001, com as funções
de presidente da Unidade de Gestão do FAIA — Fundo de Apoio ao Indicações gerais
Investimento no Alentejo;
1993-Março de 2000 — consultor independente; 1 — As presentes instruções devem ser rigorosamente observadas, por
1979-1993 — Técnico superior no quadro dos Gabinetes de Apoio forma a eliminar deficiências de preenchimento que, frequentemente,
Técnico às Autarquias Locais; originam erros centrais e liquidações erradas.
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2 — O Código do IRC (CIRC) foi republicado e renumerado através • Poderá ainda ser superior a um ano, relativamente a sociedades e
do Decreto-Lei n.º 159/2009, de 13 de Julho, no entanto, considerando outras entidades em liquidação, em que terá a duração correspondente
que a declaração se destina, fundamentalmente, ao apuramento à desta, desde que não ultrapasse 2 anos (n.º 8 do artigo 8.º e n.º 1 do
do lucro tributável dos exercícios de 2009 e anteriores, em todas as artigo 73.º do CIRC), devendo preencher-se este campo segundo o
referências feitas aos artigos deste Código é utilizada a numeração período a que respeitam os rendimentos, sendo igualmente assinalado
antes da alteração, dado que esta só se aplica aos períodos de tributação o Quadro 04.2 — campo 2.
que se iniciem em, ou após, 1 de Janeiro de 2010. • Quando se trate de declaração apresentada por entidades não resi-
3 — A declaração modelo 22 deve ser apresentada pelos seguintes dentes sem estabelecimento estável que obtenham rendimentos prediais
sujeitos passivos: e os ganhos mencionados na alínea b) do n.º 3 e no n.º 3 e 8 da alínea c)
do artigo 4.º do CIRC, o período de tributação a indicar corresponde ao
• entidades residentes, quer exerçam ou não, a título principal, acti- ano civil completo, excepto nos casos em que tenha ocorrido cessação
vidade de natureza comercial, industrial ou agrícola, sem prejuízo do de actividade.
disposto nos n.º 6 e 7 do artigo 109.º do CIRC; • Nas situações previstas na parte final da alínea a) e nas alíneas b) e c)
• entidades não residentes com estabelecimento estável em território do n.º 5 do artigo 112.º do CIRC, o período de tributação a inscrever será
português; de 01/01 até à data da transmissão ou da aquisição do incremento patrimo-
• entidades que não tenham sede nem direcção efectiva em território nial, devendo esta data ser também inscrita no Quadro 04.2 — campo 8.
português e neste obtenham rendimentos não imputáveis a estabeleci- • Os sujeitos passivos de IRC que, nos termos dos n.º 2 e 3 do ar-
mento estável aí situado, desde que, relativamente aos mesmos, não haja tigo 8.º, tenham adoptado ou estejam autorizados a adoptar um período
lugar a retenção na fonte a título definitivo. de tributação diferente do ano civil, devem inscrever no campo 2 o ano
correspondente ao primeiro dia do período de tributação.
4 — Conforme previsto na Portaria n.º 1339/2005, de 30 de Dezem- • Uma declaração de substituição não pode alterar o período de
bro, a declaração deve ser obrigatoriamente entregue por transmissão tributação constante de uma declaração certa centralmente.
electrónica de dados (internet).
5 — A declaração é enviada, anualmente, até ao último dia do mês de 02 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL
Maio independentemente de esse dia ser útil ou não útil e para os sujeitos
passivos com período especial de tributação, até ao último dia do 5.º mês • Este campo é preenchido automaticamente pelo sistema, de acordo
posterior à data do termo desse período, independentemente de esse dia com o código do Serviço de Finanças da área da sede do sujeito passivo
ser útil ou não útil, conforme n.º 1 e 2 do artigo 112.º do CIRC. constante no cadastro, no momento da submissão.
6 — Os sujeitos passivos com período de tributação diferente do ano
civil e as sociedades dominantes enquadradas no regime especial de 03 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO
tributação de grupos de sociedades quando procedam ao envio da decla- 3 TIPO DE SUJEITO PASSIVO
ração do grupo, devem indicar o tipo de declaração que vão submeter no
quadro de pré-preenchimento prévio à submissão da declaração. • Os campos relativos à designação e tipo de sujeito passivo são preen-
7 — Para que a declaração seja correctamente recepcionada (certa chidos automaticamente pelo sistema, segundo a informação constante
centralmente) deve: no cadastro.
• Caso os campos não se encontrem preenchidos:
• Preencher a declaração directamente no Portal (on-line) ou abrir o
ficheiro previamente formatado (off-line); √ As sociedades por quotas e unipessoais por quotas, sociedades
• Validar a informação e corrigir os erros detectados (validações anónimas, cooperativas, sociedades irregulares e outras sociedades bem
locais); como os agrupamentos complementares de empresas e os agrupamentos
• Submeter a declaração; europeus de interesse económico devem assinalar o campo 1 — resi-
• Consultar, a partir do dia seguinte, a situação definitiva da decla- dente que exerce a título principal, actividade comercial, industrial ou
ração. Se em consequência da verificação da coerência com as bases agrícola.
de dados centrais forem detectados erros, deve a mesma ser corrigida √ As associações ou fundações e outras pessoas colectivas de direito
(validações centrais). público devem assinalar o campo 2 — residente que não exerce a título
principal, actividade comercial, industrial ou agrícola.
8 — Sobre os procedimentos a adoptar para correcção dos erros
centrais, dispõe de ajuda no Portal das Finanças em: apoio ao contri- • No caso de o pré-preenchimento não se encontrar correcto, o sujeito
buinte → manuais → manual de correcção de erros centrais. passivo deve proceder à correcção ou actualização da informação, através
9 — A declaração considera-se apresentada na data em que é sub- da apresentação de uma declaração de alterações, nos termos do n.º 5
metida, sob a condição de correcção de eventuais erros no prazo de do artigo 110.º do CIRC.
30 dias, findo o qual, sem que os mesmos se mostrem corrigidos, a 4 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO DOS RENDIMENTOS
declaração é considerada como não apresentada, conforme n.º 5 da
citada Portaria. Regime geral
10 — Antes da verificação de coerência com as bases de dados cen-
trais, a declaração encontra-se numa situação de recepção provisória, • As entidades residentes que exercem a título principal, actividades
em conformidade com as regras de envio constantes do n.º 4 da referida de natureza comercial, industrial ou agrícola, estão, em regra, abran-
Portaria. Assim, só após esta validação central e ficando a declaração na gidas pelo regime geral — campo 1, com excepção das enquadradas
situação de certa, é possível proceder à sua substituição. no regime simplificado e das susceptíveis de usufruírem de uma das
11 — Se a declaração se encontrar com erros centrais, deve a mesma taxas reduzidas indicadas no Quadro 08.1, as quais devem assinalar o
ser corrigida através do sistema de submissão de declarações electróni- campo 5 — redução de taxa.
cas, não devendo proceder ao envio de uma nova declaração para corrigir • As entidades não residentes com estabelecimento estável, estão tam-
os erros. Caso a declaração seja corrigida com sucesso, considera-se bém, em regra, abrangidas pelo regime geral — campo 1, com excepção
apresentada na data em que foi submetida pela primeira vez. das susceptíveis de usufruírem de uma das taxas reduzidas indicadas
12 — O comprovativo da entrega obtém-se directamente no nos campos 242, 245, 247, 260 e 265 do Quadro 08.1, as quais devem
Portal das Finanças, através da impressão da declaração na opção assinalar o campo 5 — redução de taxa.
obter → comprovativos → IRC. • As taxas específicas das Regiões Autónomas previstas no Decreto
13 — Os sujeitos passivos devem manter actualizada a morada e Legislativo Regional n.º 2/99/A, de 20 de Janeiro e no Decreto Le-
restantes elementos do cadastro, designadamente o NIB utilizado para gislativo Regional n.º 2/2001/M, de 20 de Fevereiro, não constituem
efeitos de reembolsos, devendo proceder às necessárias alterações, regimes de redução de taxa, pelo que os sujeitos passivos que obte-
sendo caso disso, através da apresentação da respectiva declaração de nham rendimentos imputáveis àquelas circunscrições devem também
alterações ou pela forma prevista no artigo 111.º do CIRC. assinalar o campo 1 — regime geral, com excepção das susceptíveis
de usufruírem de uma das taxas reduzidas indicadas nos campos 242,
01 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO EXERCÍCIO 243, 247, 248, 260 e 265 do Quadro 08.1, as quais devem assinalar o
campo 5 — redução de taxa.
• O período de tributação a indicar, em termos gerais, coincide com
o ano civil, devendo ser inscrito no formato ano-mês-dia.
• O período de tributação pode ser inferior a um ano nas situa- Regimes de isenção
ções previstas no n.º 4 do artigo 8.º do CIRC, devendo em quaisquer • O regime de isenção definitiva só pode ser assinalado pelos sujeitos
destes casos ser assinalado, em simultâneo, o campo respectivo no passivos que dela beneficiem e que são, designadamente, os identificados
Quadro 04.2 — campos 3, 4, 7 ou 8. no Quadro 032 do Anexo F da IES.
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• Do mesmo modo, o regime de isenção temporária também só pode IRC, conforme previsto no n.º 1 do artigo 73.º da Lei n.º 64-A/2008, de
ser assinalado pelos sujeitos passivos que beneficiem de um regime 31 de Dezembro (Orçamento do Estado para 2009).
de isenção com carácter temporário, nomeadamente, os referidos no • Esta opção é exercida na declaração modelo 22, assinalando o
Quadro 031 do Anexo F da IES. campo 10 do Quadro 03.4 e utilizando, para efeitos de cálculo do
• Nos termos do n.º 7 do artigo 109.º do CIRC, a obrigação de apre- imposto, os campos 347-A e 347-B deste Quadro.
sentação da declaração modelo 22 não abrange as entidades que, embora
exercendo, a título principal, uma actividade de natureza comercial, Aplicação do n.º 7 do artigo 80.º do CIRC
industrial ou agrícola, beneficiem de isenção definitiva e total, ainda (exercícios de 2009 e seguintes)
que a mesma não inclua rendimentos que sejam sujeitos a tributação
por retenção na fonte com carácter definitivo, excepto quando estejam • Face ao disposto no n.º 7 do artigo 80.º do Código do IRC, a taxa
sujeitas a uma qualquer tributação autónoma. prevista no primeiro escalão da tabela prevista no n.º 1 não é aplicá-
vel, sujeitando-se a totalidade da matéria colectável à taxa de 25 %
quando:
Regime de redução de taxa
a) Em consequência de operação de cisão ou outra operação de reor-
• Os residentes que não exercem a título principal actividade de natu- ganização ou reestruturação empresarial efectuada depois de 31 de
reza comercial, industrial ou agrícola, bem como os não residentes sem Dezembro de 2008, uma ou mais sociedades envolvidas venham a
estabelecimento estável, assinalam o campo 5 — redução de taxa. determinar matéria colectável não superior a € 12.500,00;
• Devem igualmente assinalar este campo, todos os sujeitos passivos b) O capital de uma entidade seja realizado, no todo ou em parte,
abrangidos por uma das situações previstas no Quadro 08.1. através da transmissão dos elementos patrimoniais, incluindo activos
• Aos sujeitos passivos de IRC com sede, direcção efectiva ou esta- incorpóreos, afectos ao exercício de uma actividade empresarial ou
belecimento estável em território nacional que beneficiarem de taxas profissional por uma pessoa singular e a actividade exercida por aquela
especiais ou reduzidas é permitido optarem pela aplicação das taxas seja substancialmente idêntica à que era exercida a título individual.
constantes do n.º 1 do artigo 80.º do Código do IRC. Para o efeito é
necessário assinalar o campo 10 deste Quadro. • Os sujeitos passivos que se encontrem nestas condições devem
• Estão nestas condições os sujeitos passivos que usufruam de qual- assinalar o campo 11 deste Quadro.
quer benefício fiscal que se consubstancie numa redução de taxa (por • O cálculo do imposto é efectuado apenas no campo 347-B do Quadro
exemplo: as Cooperativas), os sujeitos passivos abrangidos pelo regime 10 (taxa de IRC = 25 %).
de incentivos à interioridade e todas as situações referidas no Quadro 08
(regimes de redução de taxa) e ainda as entidades residentes que não 04 CARACTERÍSTICAS DA DECLARAÇÃO
exerçam a título principal actividades de natureza comercial, industrial 1 TIPO DE DECLARAÇÃO
ou agrícola e, bem assim, os sujeitos passivos enquadrados no regime
simplificado. 1.ª Declaração do exercício
• Neste Quadro deve ser sempre indicado se se trata de primeira
Regime simplificado declaração do exercício — campo 1 ou de declaração de substitui-
• Os sujeitos passivos enquadrados no regime simplificado podem ção — campos 2, 3, 4, 5 ou 6.
também optar pela aplicação das taxas constantes do n.º 1 do artigo 80.º • Só pode existir uma primeira declaração para cada período de tri-
do Código do IRC. Para o efeito é necessário assinalar o campo 10 butação.
deste Quadro.
• Este regime foi suspenso pelo artigo 72.º da Lei n.º 64-A/2008, de
Declarações de substituição
31 de Dezembro (Lei do Orçamento do Estado para 2009) com efeitos
a partir de 1 de Janeiro de 2009, não sendo admissíveis, a partir desta • As declarações de substituição devem ser integralmente preenchi-
data, novas entradas no regime simplificado. das, sendo possível apurar o diferencial de imposto a pagar e gerar a
• Os sujeitos passivos abrangidos pelo regime simplificado de deter- consequente referência de pagamento através da Internet, logo após a
minação do lucro tributável, cujo período de validade ainda esteja em submissão.
curso no primeiro dia do período de tributação que ocorra em 2009, • Todas as declarações modelo 22 de substituição que não reúnam
podem optar por uma das alternativas seguintes: os requisitos previstos no artigo 114.º do CIRC, serão marcadas como
√ Renunciar ao regime pelo qual estavam abrangidos, passando a ser “declaração não liquidável”, isto é, não produzirão efeitos, podendo o
tributados pelo regime geral de determinação do lucro tributável a partir sujeito passivo reclamar da liquidação que pretende corrigir, nos termos
do período de tributação que se inicie em 2009, inclusive. Esta opção e condições referidos no artigo 128.º do CIRC.
é manifestada na declaração, bastando assinalar para o efeito, o regime
geral de determinação do lucro tributável — campo 1 deste Quadro; Campo 2 — Declaração de substituição — Artigos 114.º,
√ Manter-se no regime simplificado de determinação do lucro tribu- n.ºs 1 e 2 do CIRC
tável (assinalando o campo 6 deste Quadro) até ao final do período de
três exercícios ainda a decorrer, excepto se deixarem de se verificar os • Nos termos do n.º 1 do artigo 114.º do CIRC, quando tenha sido
respectivos pressupostos ou se ocorrer alguma das situações previstas liquidado imposto inferior ao devido ou declarado prejuízo fiscal superior
no n.º 10 do artigo 53.º do CIRC, caso em que cessa definitivamente a ao efectivo, pode ser apresentada declaração de substituição, ainda que
aplicação daquele regime nos termos aí contemplados; fora do prazo legalmente estabelecido.
• Porém, nos termos do n.º 2 desta mesma disposição legal, é estipu-
Regime de transparência fiscal lado o prazo de um ano para a apresentação de declarações modelo 22
de substituição para correcção da autoliquidação da qual tenha resultado
• Tratando-se de entidades sujeitas ao regime de transparência fiscal imposto superior ao devido ou prejuízo fiscal inferior ao efectivo.
são assinalados em simultâneo, os campos 1 e 7 — regime geral e • Este campo é também utilizado para as declarações de substituição
transparência fiscal, ou os campos 6 e 7 — regime simplificado e trans- submetidas dentro dos prazos legais de entrega, referidos no artigo 112.º
parência fiscal, caso se trate de uma sociedade de profissionais sujeita do CIRC.
ao regime simplificado e enquadrada no regime de transparência fiscal.
Campo 3 — Declaração de substituição — Artigo 58.º-A, n.º 4 do CIRC
Regime especial de tributação de grupos de sociedades
• Este campo é assinalado quando se trate de declaração de substi-
• Os sujeitos passivos enquadrados no regime especial de tributação
tuição apresentada nos termos do n.º 4 do artigo 58.º-A do CIRC, ou
de grupos de sociedades devem assinalar em simultâneo os campos 1
e 8 — regime geral e grupos de sociedades, indicando, no campo 9, o seja, quando o valor patrimonial tributário definitivo do imóvel não
NIF da sociedade dominante. estiver determinado até ao final do prazo estabelecido para a entrega
da declaração do exercício a que respeita a transmissão.
• Neste caso, a apresentação da declaração é efectuada durante o
Regime opcional para sujeitos passivos abrangidos por taxas mês de Janeiro do ano seguinte àquele em que os valores patrimoniais
especiais de IRC (exercícios de 2009 e seguintes) tributários se tornaram definitivos.
• Aos sujeitos passivos de IRC com sede, direcção efectiva ou esta- • As declarações de substituição apresentadas por força desta dispo-
belecimento estável em território nacional que beneficiarem de taxas sição legal só produzem efeitos se a alteração efectuada pelo sujeito
especiais ou reduzidas é permitido optarem pela aplicação das taxas passivo, comparativamente à declaração anterior (certa e liquidada),
constantes do n.º 1 do artigo 80.º do CIRC — taxas do regime geral do consistir exclusivamente na correcção prevista na alínea a) do n.º 3 do
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artigo 58.º-A do CIRC (ajustamento positivo), não devendo ser utilizadas Campo 3 — Declaração do período de cessação
para a introdução de quaisquer outras correcções à autoliquidação.
• Ainda que ocorra dissolução da sociedade, sem prejuízo da observân-
cia do disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 73.º do CIRC, a declaração
Campo 4 — Declaração de substituição — Artigo 112.º, n.º 8 e 9 do CIRC a apresentar deve reportar-se a todo o período de tributação, não devendo
• O campo 4 deste Quadro é assinalado quando se trate de declaração ser assinalado nenhum dos campos deste Quadro.
de substituição apresentada nos termos do n.º 8 ou 9 do artigo 112.º • Ocorrendo cessação de actividade, nos termos do n.º 5 do artigo 8.º
do CIRC. Neste caso, o prazo para a apresentação da declaração é de do CIRC, deve ser assinalado este campo, indicando-se a respectiva
60 dias a contar da data da verificação do facto que a determinou. Esta data no campo 6. Neste caso, a declaração de rendimentos deve ser
data deve ser indicada no campo 418 do Quadro 11. apresentada no prazo de 30 dias a contar da data da cessação, nos termos
do n.º 3 do artigo 112.º do mesmo Código.
• Ocorrendo a dissolução e liquidação no mesmo exercício, é apresen-
Campo 5 — Declaração de substituição — Artigo 58.º-A, n.º 4 do CIRC, tada apenas uma declaração (do período de cessação), sem prejuízo de a
submetida fora do prazo legal determinação do lucro tributável do período anterior à dissolução dever
• Se a declaração a apresentar nos termos do n.º 4 do artigo 58.º-A do ser autonomizada da determinação do lucro tributável correspondente
CIRC for submetida fora do prazo referido nesta disposição legal, deve ao período de liquidação, juntando esta demonstração ao processo de
ser assinalado este campo. documentação fiscal a que se refere o artigo 121.º do CIRC.
• A cessação de actividade para efeitos de IRC, ocorre nas situações
referidas no n.º 5 do artigo 8.º do CIRC. Em consequência, este campo
Campo 6 — Declaração de substituição — Artigo 114.º, n.º 3 do CIRC não pode ser assinalado no caso de sujeito passivo ter declarado a ces-
• Com a publicação da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro (Orça- sação de actividade apenas para efeitos de IVA.
mento do Estado para 2009) foi aditado o n.º 3 ao artigo 114.º do CIRC.
• Esta nova disposição permite que o prazo de um ano referido no Campos 4 e 5 — Declaração com período especial de tributação
n.º 2 do artigo 114.º do CIRC seja, em caso de decisão administrativa
ou sentença superveniente, contado a partir da data em que o declarante • Estes campos são assinalados sempre que o período de tributação não
tome conhecimento dessa mesma decisão ou sentença, sendo aquela coincida com o ano civil, nos termos dos n.º 2 e 3 do artigo 8.º do CIRC.
indicada neste campo da declaração. • No exercício em que seja adoptado um novo período de tributação,
• Estarão nestas condições, nomeadamente, as situações de concessão o sujeito passivo pode ter duas declarações para o mesmo exercício,
de benefício fiscal por acto ou contrato quando este seja concluído após com períodos diferentes.
o decurso do prazo normal de entrega de declaração de substituição do • O campo 4 — antes da alteração é assinalado no caso de períodos
exercício em causa ou os casos de dedução de prejuízos dependente de de tributação inferiores a doze meses.
autorização ministerial (vd. n.º 9 do artigo 47.º e artigo 69.º, ambos do • Na declaração correspondente ao período referido na alínea d) do n.º 4
CIRC), quando esta seja proferida fora do prazo referido. do artigo 8.º do CIRC deve-se assinalar o campo 4 — antes da alteração
• Assim, para efeitos do alargamento do prazo de entrega de decla- e nas declarações dos exercícios seguintes, de acordo com o período de
rações de substituição das quais resultem correcções a favor do sujeito tributação adoptado, é assinalado sempre o campo 5 — após a alteração.
passivo, não são tidos em conta quaisquer factos supervenientes mas • Tratando-se de declaração relativa a sujeito passivo que tenha decla-
apenas aqueles que se consubstanciam numa decisão administrativa ou rado início de actividade e tenha adoptado logo no momento do início de
sentença judicial que não foi possível ao sujeito passivo conhecer no actividade, um período de tributação diferente do ano civil, são assinala-
decurso do prazo geral previsto no n.º 2 do artigo 114.º do CIRC. dos em simultâneo os campos 4 — antes da alteração e 7 — declaração
• Face à especificidade que envolve este tipo de declarações, as mes- do exercício do início de tributação, caso o período de tributação seja
mas são alvo de análise por parte dos serviços centrais (declaração inferior a doze meses ou os campos 5 — após a alteração e 7 — decla-
anómala). ração do exercício do início de tributação, caso o período de tributação
• Após esta análise casuística, apenas produzirão efeitos aquelas tenha a duração de um ano completo.
que reúnam as condições referidas no n.º 3 do artigo 114.º do CIRC e • No caso de declaração relativa a sujeito passivo que tenha adoptado
com as consequências referidas no n.º 4 deste mesmo artigo, quando ou esteja autorizado a praticar um período de tributação diferente do
seja aplicável. ano civil e que pretenda enviar uma declaração relativa ao período de
cessação, por ter cessado a actividade para efeitos de IRC, são assina-
2 DECLARAÇÕES ESPECIAIS lados em simultâneo o campo 4 — antes da alteração (por se tratar de
um período inferior a doze meses), o campo 3 — declaração do período
• Os campos relativos a declarações especiais são de preenchimento de cessação e o campo 6 — data da cessação.
obrigatório somente nas situações aí previstas: declaração do grupo,
declaração do período de liquidação, declaração do período de cessação, Campo 7 — Declaração do exercício do início de tributação
declaração com período especial de tributação ou declaração do exercício
do início de tributação. • Este campo é assinalado quando se trate da primeira declaração
apresentada pelo sujeito passivo após o início de actividade.
• A data do início de tributação tem que ser igual à data constante
Campo 1 — Declaração do grupo do cadastro.
• Quando for aplicável o regime especial de tributação dos grupos de
sociedades, a sociedade dominante deve enviar a declaração periódica de Campo 8 — Data da transmissão
rendimentos relativa ao lucro tributável do grupo apurado nos termos
do artigo 64.º do CIRC, devendo assinalar este campo. • As entidades não residentes sem estabelecimento estável, quando
• Cada uma das sociedades do grupo, incluindo a sociedade do- estejam obrigadas à apresentação da declaração de rendimentos no
minante, deve também apresentar a sua declaração periódica de ren- prazo de 30 dias previsto nas alíneas b) e c) do n.º 5 do artigo 112.º do
dimentos onde seja determinado o imposto como se aquele regime CIRC, devem indicar, neste campo 8, a data da transmissão ou a data da
não fosse aplicável. Nestas declarações individuais não é assinalado aquisição do incremento patrimonial, devendo esta coincidir com a data
este campo. do final do período de tributação, indicada no Quadro 01.
05 IDENTIFICAÇÃO DO REPRESENTANTE LEGAL E DO T.O.C
Campo 2 — Declaração do período de liquidação • É obrigatória a indicação do número de identificação fiscal do
• No exercício do encerramento da liquidação, desde que o pe- representante legal.
ríodo de liquidação não ultrapasse dois anos, podem ser entregues • Os administradores de uma sociedade, sendo os respectivos repre-
duas declarações de rendimentos, sendo a primeira, obrigatória, sentantes legais, deverão, ainda que se tratem de pessoas não residentes
referente ao período decorrido desde o início do exercício até à em Portugal e que aqui não obtenham rendimentos, possuir número de
data em que este se verificou (declaração do período de cessação) identificação fiscal, por força do disposto no artigo 9.º do Decreto-Lei
e respeitando a segunda declaração, facultativa (declaração do n.º 463/79, de 30 de Novembro.
período de liquidação), a todo o período de liquidação, isto é, desde • Todos os sujeitos passivos são obrigados a enviar a declaração
a data da dissolução até à data da cessação, conforme previsto no de rendimentos através da opção TOC, com excepção das entidades
artigo 73.º do CIRC. que não exercem, a título principal, actividade de natureza comercial,
• A declaração relativa ao período de liquidação tem por objectivo industrial ou agrícola, quando não estejam obrigadas a possuir conta-
corrigir o lucro tributável declarado durante este período o qual tem bilidade regularmente organizada, e das entidades não residentes sem
natureza provisória. estabelecimento estável.
6400 Diário da República, 2.ª série — N.º 28 — 10 de Fevereiro de 2010

07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL Campo 260 — Entidades licenciadas na Zona Franca


da Madeira (artigo 35.º do EBF)
• Este Quadro, a preencher somente pelas entidades que exerçam,
a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou • Os rendimentos das entidades licenciadas na Zona Franca da Ma-
agrícola, excepto se enquadradas no regime simplificado, bem como deira, a partir de 1 de Janeiro de 2003 e até 31 de Dezembro de 2006,
pelas entidades não residentes com estabelecimento estável, destina-se para o exercício de actividades industriais, comerciais, de transportes
ao apuramento do lucro tributável e corresponde ao Resultado Líquido marítimos e de outros serviços não excluídos do regime especial apli-
do Exercício, apurado na contabilidade (o qual é demonstrado na de- cável a estas entidades, que observem os respectivos condicionalismos
claração de informação empresarial simplificada — IES, a que se refere previstos no n.º 1 do artigo 33.º do EBF, são tributados em IRC, nos
a alínea c) do n.º 1 do artigo 109.º do CIRC), eventualmente corrigido exercícios de 2007 a 2011, à taxa de 3 %.
nos termos do CIRC e outras disposições legais aplicáveis.
• Este Quadro não deve ser preenchido no caso de declaração do Campo 265 — Entidades licenciadas na Zona Franca
grupo. da Madeira (artigo 36.º do EBF)
• Mesmo que não existam correcções para efeitos fiscais, deve ser
sempre preenchido o campo 201. • Os rendimentos das entidades licenciadas na Zona Franca da Ma-
• Se o resultado líquido do exercício for nulo, o campo 201 é preen- deira, a partir de 1 de Janeiro de 2007 e até 31 de Dezembro de 2013,
chido com o valor zero. para o exercício de actividades industriais, comerciais, de transportes
• O valor indicado no campo 201 deste Quadro tem que coincidir marítimos e de outros serviços não excluídos do regime especial apli-
com o indicado no campo A0147 do Anexo A da IES, para as entidades cável a estas entidades, que observem os respectivos condicionalismos
obrigadas a apresentar este Anexo e com os campos respectivos dos previstos no n.º 1 do artigo 33.º do EBF, são tributados em IRC, nos
Anexos B e C. exercícios de 2007 a 2009, à taxa de 3 %.
• Tratando-se de sujeitos passivos com mais de um regime de tributa-
ção de rendimentos, o apuramento do lucro tributável é feito globalmente, Campo 261 — Indústria de bordados, tapeçarias e indústria de vimes
efectuando-se a respectiva discriminação por regimes de tributação no (Decreto Legislativo Regional n.º 30-A/2003/M, de 31 de Dezembro)
Quadro 09, nos campos 301, 312 ou 323, no caso de prejuízo fiscal, ou
nos campos 302, 313 ou 324, havendo lucro tributável. • A taxa de IRC de 17,5 %, prevista neste diploma só é aplicável até
• As linhas em branco podem ser utilizadas para evidenciar outras ao exercício de 2008, inclusive, face à nova redacção conferida pelo
correcções para além das expressamente previstas no impresso. Neste Decreto Legislativo Regional n.º 45/2008/M, de 31 de Dezembro (Orça-
caso, o sujeito passivo deve juntar uma nota explicativa ao processo de mento da Região Autónoma da Madeira para 2009) ao n.º 2 do Decreto
documentação fiscal a que se refere o artigo 121.º do CIRC. Legislativo Regional n.º 2/2001/M, de 20 de Fevereiro.
• Os benefícios fiscais a que se refere o campo 234 deste Quadro são
08.2 REGIME GERAL
todos os que operam por dedução ao rendimento, indicados no Quadro 04
do Anexo F da IES.
Campos 246 e 249 — Regiões Autónomas (Decreto Legislativo
08 REGIMES DE TAXA Regional n.º 2/99/A, de 20 de Janeiro e no Decreto
• Este Quadro deve ser preenchido exclusivamente por sujeitos pas- Legislativo Regional n.º 2/2001/M, de 20 de Fevereiro)
sivos com rendimentos sujeitos a redução de taxa ou quando existam • Os rendimentos imputáveis às Regiões Autónomas, de acordo com
rendimentos que, embora enquadrados no regime geral, estejam numa os regimes previstos no Decreto Legislativo Regional n.º 2/99/A, de 20
das situações referidas nos campos 246, 249, 262, 263 e 264. de Janeiro e no Decreto Legislativo Regional n.º 2/2001/M, de 20 de
• Aos sujeitos passivos de IRC com sede, direcção efectiva ou esta- Fevereiro, são considerados rendimentos do regime geral.
belecimento estável em território nacional que beneficiarem de taxas • Quando existam rendimentos imputáveis às Regiões Autónomas,
especiais ou reduzidas é permitido optarem pela aplicação das taxas os sujeitos passivos estão obrigados a enviar o Anexo C da declaração
constantes do n.º 1 do artigo 80.º do Código do IRC. Neste caso, terá modelo 22.
de assinalar o campo 10 do Quadro 03.4. • As taxas regionais aplicáveis ao exercício de 2009, são as seguintes:
• Região Autónoma dos Açores (aplicação do n.º 1 do artigo 5.º do
08.1 REGIMES DE REDUÇÃO DE TAXA
Decreto Legislativo Regional n.º 2/99/A, de 20 de Janeiro):
Campo 242 — Estabelecimentos de ensino particular
(artigo 56.º do EBF) Matéria colectável
Taxas
(em euros)
• Os rendimentos dos estabelecimentos de ensino particular integrados
no sistema educativo ficam sujeitos a tributação em IRC à taxa de 20 %,
salvo se beneficiarem de taxa inferior. Até 12 500 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8,75 %
Superior a 12 500 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17,5 %
Campo 243 — Juros de depósitos e outros rendimentos • Região Autónoma da Madeira (aplicação do artigo 2.º do Decreto
de capitais CVR (artigo 52.º do EBF) Legislativo Regional n.º 2/2001/M, de 20 de Fevereiro, com a redacção
• Estão isentos de IRC os rendimentos das comissões vitivinícolas conferida pelo Decreto Legislativo Regional n.º 45/2008/M, de 31 de
regionais, reguladas nos termos do Decreto-Lei n.º 212/2004, de 23 de Dezembro de 2008):
Agosto, e legislação complementar, com excepção dos juros de depósitos
e outros rendimentos de capitais, que são tributados à taxa de 20 %. Matéria colectável
Taxas
(em euros)

Campo 245 — Benefícios relativos à interioridade (artigo 43.º do EBF)


Até 12 500 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 %
• As empresas que exerçam, directamente e a título principal, uma Superior a 12 500 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 %
actividade económica de natureza agrícola, comercial, industrial ou
de prestação de serviços nas áreas do interior, beneficiam de uma taxa
reduzida em IRC, de 15 %, caso a actividade principal destas mesmas • Exceptuam-se destes regimes as empresas que exerçam actividades
entidades se situe nas áreas beneficiárias. No caso de instalação de financeiras, bem como do tipo ‘serviço intragrupo’ (centros de coorde-
novas entidades, cuja actividade principal se situe nas áreas beneficiá- nação, de tesouraria ou de distribuição), as quais serão tributadas à taxa
rias, a taxa é reduzida a 10 % durante os primeiros cinco exercícios de normal em vigor para a circunscrição fiscal do continente.
actividade. • As taxas regionais são aplicáveis aos sujeitos passivos do IRC que:
√ tenham sede, direcção efectiva ou estabelecimento estável numa
Campo 248 — Estatuto Fiscal Cooperativo (artigo 7.º, n.º 3,
Região Autónoma;
da Lei n.º 85/98, de 16 de Dezembro)
√ tenham sede ou direcção efectiva noutra circunscrição e possuam
• A taxa de IRC aplicável ao resultado tributável das cooperativas sucursais, delegações, agências, escritórios, instalações ou quaisquer
é de 20 %, com excepção dos resultados provenientes de operações formas de representação permanente sem personalidade jurídica própria
com terceiros e de actividades alheias aos fins cooperativos, aos na Região;
quais será aplicável a taxa prevista no n.º 1 do artigo 80.º do Có- √ tenham sede ou direcção efectiva fora do território nacional e pos-
digo do IRC. suam estabelecimento estável numa Região Autónoma.
Diário da República, 2.ª série — N.º 28 — 10 de Fevereiro de 2010 6401

Campo 262 — Rendimentos prediais de entidades IRC. Porém, terminada a aplicação do regime de isenção parcial ou de
não residentes sem estabelecimento estável redução de taxa considera-se que o remanescente de um prejuízo sofrido
numa actividade isenta ou com redução de taxa, que não foi possível
• A taxa do IRC que incide sobre os rendimentos prediais obtidos após reportar aos lucros tributáveis sujeitos a idêntico regime de tributação,
1 de Janeiro de 2005, por entidades não residentes sem estabelecimento pode vir a ser reportado, desde que observados os limites temporais
estável em território português é 15 %. gerais que permitem o reporte, nos lucros tributáveis da mesma empresa
respeitantes ao conjunto das suas actividades.
Campo 263 — Mais-valias/incrementos patrimoniais obtidos • O período especial de tributação mencionado na alínea d) do n.º 4
por entidades não residentes sem estabelecimento estável do artigo 8.º do CIRC, quando inferior a seis meses, não conta para
efeitos da limitação temporal de seis exercícios, estabelecida no n.º 1
• A taxa do IRC que incide sobre os ganhos resultantes da transmissão
do artigo 47.º do mesmo Código.
onerosa de bens ou direitos imobiliários e mobiliários, bem como a
• O campo 395 (dedução de prejuízos relativos ao ano N-7) é utilizado
incidente sobre os incrementos patrimoniais obtidos por entidades não
em conformidade com o disposto na alínea e) do n.º 1 do artigo 43.º
residentes sem estabelecimento estável em território português é 25 %. do Estatuto dos Benefícios Fiscais, sendo aplicável a prejuízos fiscais
dedutíveis e ocorridos em exercícios posteriores a 2001.
Campo 264 — Outros rendimentos obtidos por entidades • Nos termos do n.º 3 do artigo 47.º do CIRC, a dedução de prejuízos
não residentes sem estabelecimento estável para os sujeitos passivos do regime simplificado não pode prejudicar o
• Este campo deve ser utilizado no caso de declarações relativas a limite mínimo da matéria colectável a que se refere o n.º 4 do artigo 53.º
rendimentos não sujeitos a retenção na fonte a título definitivo. do CIRC.
• Nos termos dos n.º 1 e 3 do artigo 69.º do CIRC, pode ser autorizada
09 APURAMENTO DA MATÉRIA COLECTÁVEL a transmissibilidade de prejuízos fiscais no âmbito de uma operação de
fusão, cisão ou de entrada de activos, mediante despacho do Ministro das
• Este Quadro é de preenchimento obrigatório para os campos relativos Finanças que fixará um plano especifico de dedução de prejuízos. Neste
ao lucro tributável e prejuízo fiscal, mesmo nos casos em que o valor caso deve ser indicado no campo 383, 386, 389 ou 392, conforme o regime
apurado não dê origem ao pagamento do imposto. aplicável, apenas o valor a utilizar no exercício a que respeita a declaração.
• Estes valores são preenchidos automaticamente pela aplicação nos • Do mesmo modo, quando se verifique a cessação da actividade
casos de sujeitos passivos obrigados ao preenchimento do Quadro 07 e de um sujeito passivo em virtude da transferência da sede ou direcção
quando lhes seja aplicável apenas um regime de tributação. efectiva para fora do território português, mas aqui seja mantido um
• Os valores da matéria colectável relativa aos campos 311, 322, 333 estabelecimento estável, este pode aproveitar dos prejuízos anteriores
ou 409, consoante o caso, são sempre preenchidos. àquela cessação, na medida em que correspondam aos elementos patri-
• Os valores das deduções, a efectuar pela ordem indicada, devem moniais afectos ao estabelecimento estável e desde que tenha sido obtida
ser inscritos somente até à concorrência do lucro tributável. a autorização do Director-Geral dos Impostos, ao abrigo do n.º 1) da
• No regime simplificado, o valor do campo 400 é transportado au- alínea c) do n.º 1 do artigo 15.º do CIRC. Neste caso deve ser indicado
tomaticamente do Anexo B e não pode ser inferior ao limite mínimo no campo 384, 387, 390 ou 393, conforme o regime aplicável, apenas
referido no n.º 4 do artigo 53.º do CIRC, excepto nas situações previstas o valor a utilizar no exercício a que respeita a declaração.
no n.º 16 do mesmo artigo. Nos termos desta disposição legal, o montante • Nas situações referidas, ou seja, quando se verifique a existência
mínimo do lucro tributável não se aplica: de prejuízos fiscais transmitidos, deve ser indicado no campo 397, o(s)
√ Nos exercícios de início e de cessação de actividade; NIF da(s) entidade(s) e o montante dos prejuízos utilizado no exercício
√ Aos sujeitos passivos que se encontrem com processos no âmbito a que respeita a declaração.
do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, aprovado • Nos termos do n.º 8 do artigo 47.º do CIRC, os prejuízos fiscais
pelo Decreto-Lei n.º 53/2004, de 18 de Março, a partir do exercício da não são dedutíveis quando se verificar, à data do termo do período de
instauração desse processo e até ao exercício da sua conclusão; tributação em que é efectuada a dedução, que, em relação àquele a que
√ Aos sujeitos passivos que não tenham auferido proveitos durante respeitam os prejuízos, foi modificado o objecto social da entidade a
o respectivo período de tributação e tenham entregue a declaração de que respeita ou alterada, de forma substancial, a natureza da actividade
cessação de actividade a que se refere o artigo 33.º do Código do IVA. anteriormente exercida ou que se verificou a alteração da titularidade de,
pelo menos, 50 % do capital social ou da maioria dos direitos de voto.
• A discriminação dos valores dos eventuais benefícios fiscais in- • O Ministro das Finanças pode autorizar, em casos especiais de re-
dicados nos campos 310, 321, 332 e 408, será feita no Quadro 05 do conhecido interesse económico e, mediante requerimento a apresentar
Anexo F da declaração de informação empresarial simplificada a que na Direcção-Geral dos Impostos, antes da ocorrência das alterações
se refere a alínea c) do n.º 1 do artigo 109.º do CIRC. referidas no ponto anterior, que não seja aplicável a limitação aí prevista,
conforme referido no n.º 9 do artigo 47.º do CIRC.
• Caso ocorra uma das situações previstas no n.º 8 do artigo 47.º do
Regime especial de tributação de grupos de sociedades CIRC e não seja feito o pedido referido no n.º 9 do mesmo artigo ou
• Quando se tratar de declaração do grupo, o lucro tributável a ins- não tenha sido autorizada a dedução dos prejuízos, serão indicados nos
crever no campo 382 corresponde à diferença dos valores inscritos campos 385, 388, 391e 394, conforme o regime de tributação do sujeito
nos campos 380 e 381. A respectiva matéria colectável obtém-se pela passivo, os prejuízos não dedutíveis.
dedução a este valor do lucro tributável dos montantes constantes dos • O campo 396 é utilizado nas situações previstas na alínea a) do n.º 1
campos 309 e 310. do artigo 65.º do CIRC, ou seja, os prejuízos verificados em exercícios
• No campo 381 só deve ser mencionada a parte dos lucros distribuí- anteriores ao do início de aplicação do regime só podem ser deduzidos
dos entre as sociedades do grupo que se encontre incluída nas bases ao lucro tributável do grupo até ao limite do lucro tributável da sociedade
tributáveis individuais. a que respeitam. Nestas situações deve ser indicado neste campo o(s)
• Todas as deduções relativas ao regime especial de tributação de NIF da(s) entidade(s) e o montante dos prejuízos utilizado no exercício
grupos de sociedades são efectuadas na coluna do regime geral. a que respeita a declaração.
10 CÁLCULO DO IMPOSTO
Dedução de prejuízos
Taxas
• Os prejuízos fiscais dedutíveis devem corresponder aos prejuízos
fiscais verificados em cada um dos exercícios, líquidos do montante • Os campos 347-A e 347-B são utilizados quando exista matéria
eventualmente já deduzido, nos termos do artigo 47.º do CIRC. colectável sujeita à taxa do regime geral, prevista no n.º 1 do artigo 80.º
•Havendo prejuízos de vários exercícios a reportar, a dedução faz-se do CIRC.
começando pelos prejuízos verificados há mais tempo, transferindo-se • Para os rendimentos obtidos em períodos de tributação cujo início
para os exercícios imediatos, por ordem cronológica de ocorrência, ocorra em, ou após 1 de Janeiro de 2009, as taxas do regime geral do
os prejuízos que não for possível deduzir por insuficiência do lucro tri- IRC são as constantes da seguinte tabela:
butável, dentro do limite dos seis exercícios seguintes ao da ocorrência
do prejuízo. Assim, não é possível escolher o exercício de dedução
dos prejuízos, devendo essa dedução operar-se, dentro do período Matéria colectável
Taxas
(em euros)
respectivo, o mais rápido possível.
• Quando o contribuinte beneficiar de isenção parcial e ou de redução
de IRC, os prejuízos fiscais sofridos nas respectivas explorações ou Até 12 500 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12,5 %
actividades não podem ser deduzidos, em cada exercício, dos lucros Superior a 12 500 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 %
tributáveis das restantes, conforme n.º 5 do artigo 47.º do Código do
6402 Diário da República, 2.ª série — N.º 28 — 10 de Fevereiro de 2010

• O quantitativo da matéria colectável, quando superior a € 12.500,00 • É também utilizado nos casos em que foram excedidos limites de
é dividido em duas partes: uma, igual ao limite do 1.º escalão, à qual se benefícios, como por exemplo nos casos dos incentivos fiscais à inte-
aplica a taxa correspondente; outra, igual ao excedente, a que se aplica rioridade sujeitos à regra de minimis.
a taxa do escalão superior.
• Para os exercícios anteriores a 2009, o cálculo do imposto é efectuado Derrama
apenas no campo 347-B, utilizando a taxa do IRC que for aplicável ao
• O campo 364 destina-se à indicação da derrama, a qual incide sobre
período a que respeita a declaração.
o lucro tributável até ao limite máximo de 1,5 %.
• Os campos 348 e 349 destinam-se à aplicação de taxas previstas nos • De acordo com o previsto no n.º 4 do artigo 14.º da Lei n.º 2/2007,
n.º 3 e 5 do artigo 80.º do CIRC, no Estatuto dos Benefícios Fiscais ou de 15 de Janeiro, os municípios podem deliberar o lançamento de uma
em qualquer outro diploma legal, sobre a matéria colectável apurada no taxa reduzida de derrama para os sujeitos passivos cujo volume de
Quadro 09 e sujeita a um regime de redução de taxa e ainda para aplica- negócios no ano anterior não ultrapasse os € 150.000,00. Neste caso,
ção da taxa e cálculo do imposto devido no regime simplificado. coexistirão duas taxas no respectivo município: a taxa normal, aplicável
• Note-se que sempre que sejam aplicadas taxas reduzidas, que não as pre- à generalidade dos sujeitos passivos e uma reduzida, aplicável apenas
vistas no CIRC, deve ser assinalado o campo respectivo no Quadro 08 — re- àquele universo.
gimes de redução de taxa. • No caso de declarações do grupo, no regime especial de tributação
• Sempre que existam rendimentos imputáveis à Região Autónoma dos grupos de sociedades, o cálculo da derrama é efectuado de acordo
dos Açores, nos termos do Decreto Legislativo Regional n.º 2/99/A de com as instruções constantes do ofício-circulado n.º 20132/2008, de
20 de Janeiro, e como tal susceptíveis de beneficiarem da taxa regional 14 de Abril.
aí prevista, o cálculo da colecta é efectuado no Anexo C. Neste caso, • Assim, quando seja aplicado este regime de tributação, a derrama é
é inscrito no campo 350 o valor da colecta da Região Autónoma dos calculada e indicada individualmente por cada uma das sociedades na
Açores. sua declaração, sendo preenchido, também individualmente, o Anexo A,
• O campo 370 é utilizado sempre que existam rendimentos im- se for caso disso. O somatório das derramas assim calculadas será in-
putáveis à Região Autónoma da Madeira, nos termos do Decreto dicado no campo 364 do Quadro 10 da correspondente declaração
Legislativo Regional n.º 2/2001/M de 20 de Fevereiro, sendo o cálculo do grupo, competindo o respectivo pagamento à sociedade dominante.
da colecta igualmente efectuado no Anexo C. • As entidades residentes que não exerçam, a título principal, uma
• As taxas regionais do IRC estão indicadas nas instruções do Qua- actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola e as entidades não
dro 08.2. residentes sem estabelecimento estável, não devem inscrever qualquer
• No regime de transparência fiscal, não é preenchido o Quadro 10, valor no campo 364.
com excepção do campo 365 — tributações autónomas, por força do • Sempre que se verifiquem as condições referidas no n.º 2 do ar-
tigo 14.º da Lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro, a derrama é apurada no
disposto no artigo 12.º do Código do IRC.
Anexo A da declaração, mesmo para as sociedades dominadas, tributadas
segundo o regime especial de tributação de grupos de sociedades.
Deduções • A obrigatoriedade de apresentação do Anexo A aplica-se aos sujeitos
passivos que, cumulativamente:
• As deduções a inscrever nos campos 353, 355 e 356 são as referidas
nas alíneas a), d) e e) do n.º 2 do artigo 83.º do CIRC. • a) Tenham matéria colectável no exercício superior a € 50.000,00;
• As deduções relativas a benefícios fiscais devem ser discriminadas • b) Tenham estabelecimentos estáveis ou representações locais em
no Quadro 06 do Anexo F da declaração de informação empresarial mais de um município.
simplificada a que se refere a alínea c) do n.º 1 do artigo 109.º do CIRC.
• O saldo dos pagamentos especiais por conta dedutíveis no exercício Tributações autónomas
é preenchido automaticamente pelo sistema no campo 356 deste Quadro. • O campo 365 destina-se, nomeadamente, à aplicação das taxas de
O sujeito passivo pode alterar os valores mas deve solicitar a correcção tributação autónoma referidas no artigo 81.º do CIRC e na alínea b) do
da informação constante do sistema de cobrança à Direcção de Serviços n.º 2 do artigo 15.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais.
de Cobrança, sem a qual as correcções não produzirão efeitos. • Existindo despesas não documentadas e pagamentos a entidades
• O valor a inscrever no campo 358 não pode ser negativo, pelo que, não residentes sujeitas a um regime fiscal privilegiado, para além da
sempre que o total das deduções for superior à colecta, inscreve-se o tributação autónoma, devem as mesmas ser acrescidas nos campos 214
valor 0 (zero). e 252, respectivamente, do Quadro 07.
• O campo 371 destina-se à inscrição do montante correspondente à • A não tributação em IRC das entidades abrangidas pelo regime de
diferença positiva apurada nos termos do disposto do n.º 1 do artigo 86.º transparência fiscal, nos termos do artigo 6.º do CIRC não as desobriga
do CIRC. da apresentação da declaração periódica de rendimentos. Existindo
despesas e encargos sujeitos a tributação autónoma nos termos do ar-
tigo 81.º, devem as mesmas ser quantificadas no campo 365, com-
Retenções na fonte e pagamentos por conta petindo o correspondente pagamento à entidade sujeita ao regime de
• O valor das retenções na fonte — campo 359 deste Quadro, é transparência fiscal.
preenchido automaticamente pelo sistema em função dos valores cons-
Juros compensatórios
tantes das declarações modelo 10. O sujeito passivo deve proceder à
alteração do valor exibido nos casos em que considere que o mesmo • O campo 366 destina-se à inscrição de juros compensatórios, desig-
não está correcto. nadamente, os estabelecidos no n.º 5 do artigo 44.º (anterior redacção
• O montante dos pagamentos por conta indicado no campo 360 deste do CIRC, conforme já referido na anotação ao campo 363) e no n.º 5
Quadro, é preenchido automaticamente pelo sistema. O sujeito passivo do artigo 24.º, ambos do CIRC. Caso seja preenchido é solicitada infor-
pode alterar os valores mas deve solicitar a correcção da informação mação adicional relevante para efeitos de cobrança, nos campos 366-A
constante do sistema de cobrança à Direcção de Serviços de Cobrança, e 366-B.
sem a qual as correcções não produzirão efeitos. Total a pagar
• Tratando-se de declaração de substituição, todo o Quadro 10
deve ser preenchido como se se tratasse de uma primeira declaração, • Existindo total a pagar, apurado no campo 367, o pagamento da
autoliquidação, pode ser efectuado utilizando a respectiva referência
não devendo ser inscrito no campo 360 o valor da autoliquidação gerada pela aplicação ou através de uma guia P1, no prazo estabelecido
anteriormente efectuada. na alínea b) do n.º 1 do artigo 96.º, ou no n.º 1 do artigo 100.º, ambos
do CIRC, consoante o caso.
IRC de exercícios anteriores • Sempre que o pagamento seja efectuado fora do prazo legal, referido
no artigo 101.º do CIRC, há lugar a juros de mora.
• O campo 363 destina-se, nomeadamente, à indicação do IRC que
deixou de ser liquidado nos termos do n.º 5 do artigo 44.º (da anterior 11 OUTRAS INFORMAÇÕES
redacção do Código, para as situações previstas no n.º 7 do artigo 7.º
da Lei n.º 30-G/2000, de 29 de Dezembro) e do n.º 5 do artigo 24.º, • Nos campos 413, 414, 415, 417, 420 e 421, devem ser indicados
ambos do CIRC e na alínea b) do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 31/98, os valores que serviram de base ao cálculo das tributações autónomas
de 11 de Fevereiro. referidas no n.º 3, 4, 9 e 11 do artigo 81.º do CIRC.

Reposição de benefícios fiscais Campo 420 — Encargos com viaturas (artigo 81.º n.º 3, alínea b))
• O campo 372 destina-se à reposição de benefícios fiscais ainda que • São tributados autonomamente, excluindo os veículos movidos ex-
os mesmos possam respeitar a exercícios anteriores. clusivamente a energia eléctrica, à taxa de 5 %, os encargos dedutíveis,
Diário da República, 2.ª série — N.º 28 — 10 de Fevereiro de 2010 6403

suportados pelos sujeitos passivos não isentos subjectivamente e que proceder à identificação das entidades retentoras através do respectivo
exerçam, a título principal, actividade de natureza comercial, industrial NIF, indicando igualmente o valor retido.
ou agrícola, respeitantes a viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujos PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO EXERCÍCIO
níveis homologados de emissão de CO (índice 2) sejam inferiores a 120 01
1 2

g/km, no caso de serem movidos a gasolina, e inferiores a 90 g/km, no IRC

MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2010


De ___________ / _____ / _____ a ___________ / _____ / _____

caso de serem movidos a gasóleo, desde que, em ambos os casos, tenha 02 ÁREA DA SEDE, DIRECÇÃO EFECTIVA OU ESTAB. ESTÁVEL
sido emitido certificado de conformidade. D E C L A R A Ç Ã O
DE
RENDIMENTOS
SERVIÇO DE FINANÇAS 1
CÓDIGO MODELO 22

Campo 421 — Encargos com viaturas (artigo 81.º n.º 3, alínea a)) 03 IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO
1 2

• São tributados autonomamente, excluindo os veículos movidos ex-


DESIGNAÇÃO
N. o DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF)

clusivamente a energia eléctrica, à taxa de 10 %, os encargos dedutíveis 2

relacionados com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos ou 3 TIPO DE SUJEITO PASSIVO

motociclos, efectuados ou suportados por sujeitos passivos não isentos ×


Residente que exerce, a título
principal, actividade comercial,
Residente que não exerce,a
título principal, actividade Não residente com Não residente sem

subjectivamente e que exerçam, a título principal, actividade de natureza industrial ou agrícola comercial, industrial ou agrícola estabelecimento estável estabelecimento estável

ANTES DE PREENCHER ESTA DECLARAÇÃO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES QUE A ACOMPANHAM
comercial, industrial ou agrícola. 1 2 3 4

4 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO DOS RENDIMENTOS

Isenção Isenção Redução Transparência

Campo 413 — Encargos com viaturas (artigo 81.º n.º 4) Geral

1
definitiva

3
temporária

4
de taxa

5
Simplificado

6
fiscal

• São tributados autonomamente, à taxa de 20 %, os encargos de- Grupos de NIF da sociedade dominante Pretende exercer a opção pelas taxas do art.º 80.º n.º 1 ? Ocorreu alguma das situações referidas no

dutíveis, suportados pelos sujeitos passivos já referidos, respeitantes sociedades

8 9
(Art.º 73.º da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro)

Sim 10
art.º 80.º n.º 7 ?

Sim 11
a viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujo custo de aquisição
seja superior a € 40.000,00 quando os sujeitos passivos apresentem 04 CARACTERÍSTICAS DA DECLARAÇÃO

prejuízos fiscais nos dois exercícios anteriores àquele a que os referidos 1 TIPO DE DECLARAÇÃO

encargos digam respeito. 1 1.ª Declaração do exercício 2 Declaração de substituição


(art.º 114.º n.ºs 1 e 2)
3 Declaração de substituição
(art. 58.º-A, n.º 4)

4 Declaração de substituição 5 Declaração de substituição 6 Declaração de substituição


(art. 112.º , n.ºs 8 e 9) (art. 58.º-A, n.º 4) fora do prazo legal (art.º 114.º n.º 3)

Campo 414 — Despesas de representação (artigo 81.º, n.º 3)


Ano Mês Dia
Data

• São tributados autonomamente, à taxa de 10 %, os encargos dedu- 2 DECLARAÇÕES ESPECIAIS 3 ANEXOS

tíveis relativos a despesas de representação. Declaração Declaração do Declaração do


Declaração com período especial de tributação

Antes da Após a
1
Anexo A
(Derrama)
do Grupo período de liquidação periodo de cessação
alteração alteração
Anexo B
1 2 3 4 5 (Regime

Campo 415 — Despesas com ajudas de custo e com compensação


2
simplificado)

pela deslocação em viatura própria do trabalhador (artigo 81.º, n.º 9) × Data da cessação Declaração do exercício Data da transmissão (entidades não 3
Anexo C
(Regiões
do início de tributação residentes sem estabelecimento estável Autónomas)
Ano Mês Dia Ano Mês Dia
MUITO IMPORTANTE

• São tributados autonomamente, à taxa de 5 %, os encargos dedutí- 6 7 8

veis relativos a despesas com ajudas de custo e com compensação pela 05 IDENTIFICAÇÃO DO REPRESENTANTE LEGAL E DO T. O. C.

deslocação em viatura própria do trabalhador, ao serviço da entidade


patronal, não facturadas a clientes, escrituradas a qualquer título, ex-
NIF do representante legal 1 Ano Mês Dia
Data de recepção 3

cepto na parte em que haja lugar a tributação em sede de IRS na esfera NIF do técnico oficial de contas 2
do respectivo beneficiário, bem como os encargos não dedutíveis nos
termos da alínea f) do n.º 1 do artigo 42.º do CIRC suportados pelos
sujeitos passivos que apresentem prejuízo fiscal no exercício a que os 07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL

mesmos respeitam. RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 201 . . ,


Variações patrimoniais positivas não reflectidas no resultado líquido (art.o 21.o) 202 . . ,
Variações patrimoniais negativas não reflectidas no resultado líquido (art.o 24.o) 203 . . ,
. . ,
Campo 417 — Lucros distribuídos por entidades sujeitas
SOMA (campos 201 + 202 -- 203) 204

Matéria colectável / lucro tributável imputado por sociedades transparentes, ACE ou AEIE (art.o 6. o) 205 . . ,
a IRC a sujeitos passivos que beneficiam Prémios de seguros e contribuições (art.o 23.o , n.o 4) 206 . . ,
de isenção total ou parcial (artigo 81.º, n.º 11) Reintegrações e amortizações não aceites como custos (art.o 33.o, n.o 1)

Provisões não dedutíveis ou para além dos limites legais (art.os 34.o, 37.o e 38.o)
207

208
.
.
.
.
,
,
. . ,
•São tributados autonomamente, à taxa de 20 %, os lucros distribuídos
Realizações de utilidade social não dedutíveis (art.o 40. o) 209

Donativos não previstos ou além dos limites legais (art.º 62.º do EBF) 210 . . ,
por entidades sujeitas a IRC a sujeitos passivos que beneficiam de isen- IRC e outros impostos incidentes directa ou indirectamente sobre lucros [art.o 42.o, n.o 1, alínea a) ] 211 . . ,
. . ,
ção total ou parcial, abrangendo, neste caso, os rendimentos de capitais, Multas, coimas, juros compensatórios e demais encargos pela prática de infracções [art.o 42.o, n. o 1, alínea d)]

Indemnizações por eventos seguráveis [art.º 42.º, n.º 1, alínea e)]


212

213 . . ,
quando as partes sociais a que respeitam os lucros não tenham perma- Encargos não devidamente documentados [art.º 42.º, n.º 1, alínea g)] 277 . . ,
necido na titularidade do mesmo sujeito passivo, de modo ininterrupto, Despesas não documentadas (art.º 23.º)

Menos-valias contabilísticas
214

215
.
.
.
.
,
,
durante o ano anterior à data da sua colocação à disposição e não venham Correcções nos casos de crédito de imposto (art.o 62.o, n.o 1) 217 . . ,
A ACRESCER

a ser mantidas durante o tempo necessário para completar esse período. 40% do aumento das reintegrações resultantes da reavaliação do imobilizado corpóreo 218 . . ,
Importâncias devidas pelo aluguer de viaturas sem condutor [art.o 42.o, n.o 1, alínea h)] 220 . . ,
Anulação do efeito do método da equivalência patrimonial (art.o 18.o, n.o 7) 222 . . ,
. . ,
Campo 419 — Empresas de fabricação ou distribuição
Despesas com ajudas de custo e de compensação pela deslocação em viatura própria do trabalhador [art.o 42.o, n.o 1, alínea f)] 223
Correcções relativas a exercícios anteriores 224 . . ,
de produtos petrolíferos refinados Correcções relativas a preços de transferência (art.o 58.º, n.º 8) 251 . . ,
Pagamentos a entidades não residentes sujeitas a um regime fiscal privilegiado (art.o 59.º, n.º 1) 252 . . ,
• Nos termos do n.º 2 do artigo 4.º da Lei n.º 64/2008, de 5 de Dezem- Imputação de lucros de sociedades não residentes sujeitas a um regime fiscal privilegiado (art.o 60.º) 253 . . ,
Subcapitalização (art.o 61.º, n.º 1) . . ,
bro, a diferença positiva entre a margem bruta de produção determinada
254
Juros de suprimentos [art.o 42.o, n.o 1, alínea j)] 255 . . ,
com base na aplicação dos métodos FIFO ou do custo médio ponderado Despesas com combustíveis [art.o 42.o, n.o 1, alínea i)] 256 . . ,
. . ,
no custeio das matérias-primas consumidas e a determinada com base na
Diferença positiva entre o valor patrimonial tributário definitivo do imóvel e o valor constante do contrato [art. o 58. o - A, n. o 3, alínea a)] 257
Importâncias constantes de documentos emitidos por sujeitos passivos com NIF inexistente ou inválido [art.º 42º, n.º 1, alínea b)] 258 . . ,
aplicação do método de custeio adoptado na contabilidade está sujeita Custos ou perdas suportados com transmissão onerosa de partes de capital (art.º 23º, n.os 5, 6 e 7) 259 . . ,
. . ,
a uma tributação autónoma em IRC, à taxa de 25 %. Ajustamentos de valores de activos não dedutíveis ou para além dos limites legais (arts.º 34º, 35º e 36º)
Impostos diferidos
270

271 . . ,
Mais-valias fiscais sem intenção de reinvestimento (art.o 43.o)
216 . . ,
Mais-valias fiscais com intenção expressa de reinvestimento (art.º 45.º)
274 . . ,
Campo 416 — Diferença positiva entre o valor considerado para efeitos Acréscimos por não reinvestimento (art.º 45.º, n.º 6.º)
275 . . ,
de liquidação do IMT e o valor constante do contrato, nos casos
Mais-valias fiscais - regime transitório [art.º 7, n.º 7, alínea b) da Lei n.º 30-G/2000, de 29 de Dezembro e art.º 32, n.º
8 da Lei n.º 109-B/2001, de 27 de Dezembro] 276 . . ,
225 . . ,
em que houve recurso ao procedimento previsto no artigo 129.º do CIRC SOMA (campos 204 a 225) 226 . . ,
Prejuízo fiscal imputado por ACE ou AEIE (art.o 6.o) 227
. . ,
• Este campo é preenchido sempre que o sujeito passivo tenha efec- Redução de provisões tributadas 228
. . ,
tuado o pedido de demonstração a que se refere o artigo 129.º do CIRC Mais-valias contabilísticas 229 . . ,
Menos-valias fiscais (art.o 43.o) 230 . . ,
(prova do preço efectivo na transmissão de imóveis). Neste caso, o valor Restituição de impostos não dedutíveis e excesso da estimativa para impostos 231 . . ,
inscrito neste campo não deve ser acrescido no campo 257 do Quadro 07.
A DEDUZIR

Rendimentos nos termos do artigo 46.o 232 . . ,


Actualização de encargos de explorações silvícolas (art.o 18.o, n.o 6) 233 . . ,
Benefícios fiscais 234 . . ,
12 RETENÇÕES NA FONTE Anulação do efeito do método da equivalência patrimonial (art.o 18.o, n.o 7) 235 . . ,
40% das realizações de utilidade social (art.o 40.o, n. o 9) 236 . . ,
Reversões de ajustamentos de valores de activos tributados 272 . . ,
• Os valores deste Quadro são preenchidos automaticamente em Impostos diferidos 273 . . ,
237 . . ,
função dos elementos constantes da declaração modelo 10. SOMA (campos 227 a 237) 238 . . ,
• Sempre que tenham sido indicados valores no campo 359 do Qua- PREJUÍZO PARA EFEITOS FISCAIS (Se 238 226) (A transportar para os Campos 301, 312 e/ou 323 do Quadro 09) 239 . . ,
LUCRO TRIBUTÁVEL (Se 226 238) (A transportar para os Campos 302, 313 e/ou 324 do Quadro 09) 240 . . ,
dro 10 (retenções na fonte) diferentes dos pré-preenchidos, é necessário
6404 Diário da República, 2.ª série — N.º 28 — 10 de Fevereiro de 2010

08 REGIMES DE TAXA
Direcção-Geral dos Impostos
ASSINALAR TAXAS DE
08.1 REGIMES DE REDUÇÃO DE TAXA COM X TRIBUTAÇÃO

Estabelecimentos de ensino particular (art.o 56.o do EBF) 242 20%


Aviso (extracto) n.º 2902/2010
Juros de depósitos e outros rendimentos de capitais (CVR) (art.o 52.o do EBF) 243 20%

Benefícios relativos à interioridade (art.º 43.º do EBF) 245 10% / 15%

Estatuto Fiscal Cooperativo (art.o 7.o, , n.o 3 da Lei n.º 85/98, de 16 de Dezembro) 248 20%
Delegação de competências
Entidades licenciadas na Zona Franca da Madeira (art. o 35.o do EBF) 260 3%

Entidades licenciadas na Zona Franca da Madeira (art.o 36.º do EBF) 265 3% Tendo por referência a recomendação efectuada no n.º 8 do capítulo
Indústria de bordados, tapeçarias e indústria de vimes (Dec. Leg. Regional n.o 30 - A/2003 / M, de 31 de Dezembro) 261 17,5%
VI do Plano de Recuperação Estrutural dos serviços de Finanças Es-
247
tratégicos Deficitários (PRESFED) 2009, aprovado por despacho de
15/06/2009 do Sr. Director-Geral dos Impostos, delego no CF1 Miguel
08.2 ASSINALAR TAXAS DE
REGIME GERAL
COM X TRIBUTAÇÃO

Região Autónoma dos Açores (Dec. Leg. Regional n.o 2 / 99 / A, de 20 de Janeiro) 246 8,75% / 17,5%

Região Autónoma da Madeira (Dec. Leg. Regional n.o 2 / 2001 / M, de 20 de Fevereiro) 249 10% / 20%
Carlos Lima Castro e Silva, coordenador da equipa nomeada para o
Rendimentos prediais de entidades não residentes sem estabelecimento estável [art.º 80.º, n.º 2, alínea f)] 262 15% Serviço de Finanças de Guimarães 1, as seguintes competências, na
Mais-valias/Incrementos patrimoniais obtidos por entidades não residentes sem estabelecimento estável 263 25% área da execução fiscal:
Outros rendimentos obtidos por entidades não residentes sem estabelecimento estável 264
1 — Mandar registar e autuar os processos de execução fiscal, pro-
09 APURAMENTO DA MATÉRIA COLECTÁVEL ferir despachos para a sua instrução e praticar todos os actos ou termos
(transporte do Q. 07) Cód. Regime geral Cód.
Com redução de
taxa
Cód.
Com isenção Cód.
Regime
simplificado que por lei sejam da competência do chefe do Serviço de Finanças, no
312
1 . PREJUÍZO FISCAL
301

302
. ,
313
. ,
323

324
. ,
400
âmbito daquele processo, incluindo a extinção por pagamento, anulação,
. ,
2 . LUCRO TRIBUTÁVEL . , . , . ,
declaração em falhas e prescrições, bem como as reversões a que se
Soma algébrica dos Resultados Fiscais
Regime Especial dos Grupos de Sociedades
Lucros distribuídos
(art. 64.º, n.º 2)
Valor Líquido refere o artigo 23.º da LGT, com excepção:
380 381 382
. , . , . ,
a) Editais e anúncios;
Prejuizos individuais deduzidos, verificados em exercícios
anteriores ao início da aplicação do regime
396
. , NIF
b) Abertura de propostas e adjudicação de bens.
EXERCÍCIO N-7 395
. , 2 — Mandar autuar os incidentes de embargos de terceiros e os pro-
EXERCÍCIO N-6 303 314 325 401
cessos de oposição e praticar todos os actos a eles respeitantes ou com
PREJUÍZOS FISCAIS DEDUTÍVEIS

. , . , . , . ,
EXERCÍCIO N-5 304
. ,
315
. ,
326
. ,
402
. , eles relacionados.
3 — Informatização dos processos de execução fiscal relativamente
(artigo 47. o)

EXERCÍCIO N-4 305 316 327 403


. , . , . , . ,
EXERCÍCIO N-3 306 317 328 404 a certidões de dívida emitidas por este Serviço de Finanças e por outras
. , . , . , . ,
EXERCÍCIO N-2 307 318 329 405 entidades cuja liquidação não é da competência dos serviços da DGCI.
. , . , . , . ,
EXERCÍCIO N-1 308 319 330 406
4 — Promover o registo dos bens penhorados.
. , . , . , . ,
Prejuízos fiscais com transmissão 383 386 389 392
5 — Mandar expedir cartas precatórias.
. , . , . , . ,
autorizada (art.º 69.º, n.º 1)
Prejuízos fiscais com transmissão 384 387 390 393
6 — Promover a passagem de certidões de dívida à Fazenda Nacional,
. , . , . , . ,
autorizada [art.º 15.º, n.º 1, alínea c) ]
Prejuízos fiscais não dedutíveis 385 388 391 394
incluindo aquelas que respeitarem a citações ao chefe do Serviço de
. , . , . , . ,
3.
(art.º 47.º, n.º 8)

DEDUÇÕES: 309 320 331 407


Finanças pelos Tribunais Judiciais, Tribunais de Comércio e Tribunais
. , . , . , . ,
Prejuízos fiscais deduzidos
310
. ,
321
. ,
332
. ,
408
. ,
Administrativos e Fiscais.
7 — Proferir despachos nos termos do ofício-circular n.º 60055, de
Benefícios fiscais
4. MATÉRIA COLECTÁVEL: 311 322 333 409
(2 - 3) . , . , . , . ,
Existindo prejuizos fiscais com transmissão autorizada, indique: 16 de Abril de 2007, da D.S. Justiça Tributária.
Valor utilizado no exercício 397
. , NIF 8 — Proferir os despachos de junção aos processos de documentos
MATÉRIA COLECTÁVEL NÃO ISENTA (311 + 322 ou 409)
346
. . ,
com ele relacionados.
9 — Promover a execução atempada das compensações de créditos on-
line, dos impostos informatizados e centralizados, por conta das respecti-
10 CÁLCULO DO IMPOSTO vas dívidas, bem como as restituições devidas aos contribuintes, através
Imposto à taxa normal (art.º 80.º, n.º 1) - (311 x 12,5%)
347-A
. . , da aplicação informática (Sistema de Fluxos Financeiros — Sistema de
Imposto à taxa normal (311 x 25%)
347-B
. . , restituições/compensações e pagamentos).
Imposto a outras taxas (322 ou 409 x taxa 348 %)
349
. . , 10 — Decidir a publicitação ou não de devedores.
11 — Assinar requisições de serviços à Inspecção Tributária, para
350
Imposto imputável à Região Autónoma dos Açores . . ,
370
Imposto imputável à Região Autónoma da Madeira . . ,
351
cumprimento de diligências externas necessárias à instrução dos pro-
COLECTA (347 + 349 + 350 + 370)
353
. . , cessos executivos ou outros a eles inerentes.
. . ,
Dupla tributação internacional (art. 85. )
12 — Ordenar e observar o cumprimento das instruções oficiais re-
o o

355
. . ,
Benefícios fiscais
356 lativamente ao andamento dos processos.
Pagamento especial por conta (art.o 87.o) . . ,
357 13 — Assinar correspondência, com excepção da destinada aos su-
TOTAL DAS DEDUÇÕES (353 + 355 + 356) . . ,
IRC LIQUIDADO (351 - 357) 0
358
. . ,
periores hierárquicos.
Resultado da liquidação (art.º 86.º)
371
. . ,
Esta delegação produz efeitos desde o dia 1 de Janeiro de 2010.
359
Retenções na fonte

360
. . , 13 de Janeiro de 2010. — O Chefe do Serviço de Finanças de Gui-
Pagamentos por conta (art.o 97.o) . . ,
361
marães 1, Domingos Manuel da Costa Marques.
. . ,
IRC A PAGAR (358 + 371 - 359 - 360) 0

362
202879432
IRC A RECUPERAR (358 + 371 - 359 - 360) 0 . . ,
363
IRC de exercícios anteriores . . ,
Reposição de benefícios fiscais 372
. . , Aviso (extracto) n.º 2903/2010
364
Derrama . . ,
365
Tributações autónomas

366
. . ,
Delegação de competências
Juros compensatórios . . ,
Juros de mora 369
. . , Ao abrigo dos artigos 62.º da lei Geral Tributária, 35.º do Código
TOTAL A PAGAR [361 ou ( 362) + 363 + 364 + 365 + 366 + 369 + 372] 0
367
. . , do Procedimento Administrativo, o Chefe do Serviço de Finanças de
TOTAL A RECUPERAR [( 362) + 363 + 364 + 365 + 366 + 369] 0
JUROS COMPENSATÓRIOS
368
. . , Guimarães 1, Domingos Manuel da Costa Marques, delega nos Chefes
Discriminação do valor indicado no campo 366 do Quadro 10: de Finanças Adjuntos a competência para a prática de actos próprios
das suas funções, relativamente aos serviços e áreas a seguir indicados:
Juros compensatórios declarados por 366-A Juros compensatórios 366-B
atraso na entrega da declaração . . , declarados por outros motivos . . ,

11 OUTRAS INFORMAÇÕES 1 — Chefias das Secções:


Despesas com ajudas de custo e de
Total de proveitos do
exercício
410 . . , compensação pela deslocação em
viatura própria do trabalhador
(art.º 81.º, n.º 9)
415
. . , 1.ª Secção da Tributação do Rendimento e da Despesa — adjunto,
Volume de negócios do
exercício
411
. . ,
Lucros distribuídos por entidades sujeitas
a IRC a sujeitos passivos que beneficiem 417 . . ,
em substituição, Manuel Carvalho Fernandes
de isenção total ou parcial
(art.o 81.o , n.º 11)
Indemnizações por cessação de
2.ª Secção da Tributação do Património — adjunta, em substituição,
Encargos com viaturas
[art.o 81.o , n.º 3, al.b)]
420
. . , funções de gestor, administrador ou
gerente (art.º 81.º, n.º 13)
422
. . , Maria Elsa Vilaça Fonseca de Vasconcelos
Encargos com viaturas 421
Empresas de fabricação ou distribuição
de produtos petrolíferos refinados 419
. . , 3.ª Secção da Justiça Tributária — adjunto, em substituição, Cândido
. . ,
[art.o 81.o , n.º 3, al. a)]
Diferença positiva entre o valor
considerado para efeitos de liquidação do 416 Brandão Gomes
. . ,
4.ª Secção da Cobrança — adjunto, em substituição, António da Silva
IMT e o valor constante do contrato, nos
Encargos com viaturas 413
(art.o 81. o , n.º 4) . . , casos em que houve recurso ao
procedimento previsto no art.º 129.º

Despesas de representação 414


Data em que ocorreu a transmissão
das partes sociais (art. 46.º, n.º 9 e 418
Ano Mês Dia
Faria Vasques.
(art.o 81.o, n.o 3) . . , art. 81.º, n.º 11)

12 RETENÇÕES NA FONTE 2 — Atribuição de competências — Aos chefes das secções, sem


N. o DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 1 RETENÇÃO NA FONTE 2 . . , prejuízo das funções que pontualmente lhes venham a ser atribuídas pelo
chefe do serviço de finanças ou seus superiores hierárquicos, bem como
202877804 da competência que lhe atribui o artigo 93.º do Decreto Regulamentar