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UFRJ

FIRJAN,  3/3/2010 Milena Bodmer, COPPE / UFRJ


REVITALIZAÇÃO
DO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE PASSAGEIROS
NO RIO DE JANEIRO

VIABILIDADE TÉCNICO‐ECONÔMICA 
DE SISTEMAS
AQUAVIÁRIOS DE PASSAGEIROS
COM OBJETIVO DE ORDENAMENTO TERRITORIAL URBANO
Apresentação

¾ Considerar oportunidades de integração
do modo hidroviário com os demais modos

¾ Melhorar a operação do sistema

¾ Estruturar planos de desenvolvimento urbano –
organização estratégica do território

¾ Identificar melhoria da qualidade do serviço 
com redução de tarifa para o cliente final 

FIRJAN,  3/3/2010 Milena Bodmer, COPPE / UFRJ


Compromissos do estudo

¾ Responsabilidade social e ético‐ambiental

¾ Sustentabilidade econômica e ambiental 
e qualidade de vida

¾ Integração logística multisetorial

¾ Multimodalidade

¾Desenvolvimento da indústria nacional

FIRJAN,  3/3/2010 Milena Bodmer, COPPE / UFRJ


Inspiração em: 
Transporte – empreendimentos associados e
Alternativas de transporte sustentáveis
Bethesda, Maryland – Metrô  centro 
com milhares de m2 de escritórios, 
hotel e varejo , com outros 
empreendimentos (residenciais, 
comercias e de entretenimento) a 
distância de caminhada

Atlanta Lenox Station ‐ Direito de 
construir no espaço aéreo de TP

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Transformação, através da   
simulação visual, do 
ambiente voltado para 
caminhada 

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Gresham, Oregon, perto de MAX 
Light Rail Line ‐ desconto no IPTU

New York City, acesso à estação 
de Metrô –melhorias do setor 
privado em troca de bonus

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San Jose,California – estacionamento 
transfomado em residências numa 
estação

Hong Kong, China – waterfront

E dezenas de outros...

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Conceito utilizado

GESTÃO INTEGRADA DE DESENVOLVIMENTO E MOBILIDADE

Atividades Urbanas Operadores de


(Comércio, Serviços, COMUNIDADE Transporte
Lazer e Habitação)
Produção Produção
de de Fornecedores de
Capital atividades acessibilidade Tecnologia
Fundiário

Capital Construtor Fornecedores de


Capital
(Incorporadores) Equipamentos e
Financeiro
Energia

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Serviço de transporte aquaviário (macro‐acessibilidade) – integra diversas comunidades por atalhos aquaviários.

Acqua Centro – terminal multimodal integrado a complexo de atividades urbanas (comércio, serviço e lazer) de sua
comunidade ou área de influência.

Zona Ambiental – Área de influência de um Acqua Centro beneficiada pela proximidade de terminais aquaviários (até 2 km),
servida por serviços alimentadores e/ou transporte não motorizado (caminhos de pedestres e ciclovias).

Pólos Geradores de Viagens (PGV): grandes edificações que ao invés de construírem vagas de garagem podem optar por
assentos do serviço alimentador ou comunitário, deixando de impactarem a qualidade de circulação para transformarem‐se
em Núcleos Estruturadores de Tráfego (NET).

Anéis logísticos (micro‐acessibilidade) ‐ Serviços de transporte alimentador ou comunitário (micro‐acessibilidade) que


integram atividades urbanas e PGV de uma zona ambiental ou comunidade com o Acqua Centro.

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Embarcações

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Diretrizes Urbanísticas
Centralidades
Projetos‐Âncoras
Revitalização das Áreas Portuárias do Rio e Niterói
Revitalização do Centro Niterói
Caminho Niemeyer
VLT ouVLP Centro/Área Portuária
Shopping Ecia/Irmãos Araújo em S.G.
Centro Empresarial em D. Caxias
Centro Náutico da UFRJ/Tecnopolo

Legenda
Terminal de integração (ônibus urbano/aquaviário)
Terminal de passageiros
Terminal misto (passageiros + Acqua Roro)
Atracadouro exclusivo para Acqua Roro
Waterfronts
Deck e atracadouro de interesse turístico, comunitário ou institucional
Transporte alimentador comunitário interligando principais pólos geradores
de tráfego e definindo o “Lugar Central” de uma Zona Ambiental
Setor Turístico-hoteleiro

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Anéis de Desenvolvimento

Central Norte Sul-Oceânico

FIRJAN,  3/3/2010 Eixo Estrutural de Conexão Externa Milena Bodmer, COPPE / UFRJ


Píer privativo de Barcas S.A.

Ligações aquaviárias

1 - Rede Barcas S.A.


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Píer para Ro-ro cedido por DocasRJ
(em troca de ter suas próprias linhas turísticas)

Píer público

Ligação Ro-ro Social

Ligação Ro-ro Turístico

Trechos rodoviários das ligações Ro-ro


Turístico e Social

2 - Rede Acqua Ro-ro


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Píer privativo de Barcas S.A.

Píer público

Ligações aquaviárias

3 - Rede Norte Alimentadora (Magé)


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Píer privativo de Docas S.A.

Píer público

Ligações aquaviárias

4 - Rede Norte-Centro (Caxias)


Píer privativo de Barcas S.A.

Ligações aquaviárias

5 - Rede Docas Lazer&Turismo


Píer privativo das Universidades (UFRJ e UFF)

Píer privativo de Docas S.A.

Píer público

Ligações aquaviárias

6 - Rede Campi
Píer público

Ligações aquaviárias

7 - Rede Sul
Píer público

Ligações aquaviárias

8 – Conexão externa
Magé Trecho aquaviário de
corredor multimodal (Acqua
Roro) – embarcações de 15
Galeão  nós exclusivas para
Paquetá transporte de ônibus
Praia da Luz
Duque de Caxias    Ligação de passageiros de
Fundão/UFRJ
Cocotá interesse sócio‐econômico

Ligação de passageiros de
Armazém 18 Gradim interesse específico de
determinados sujeitos
sociais para cumprimento
Porto Niterói de responsabilidade social e
ético‐ambiental
Praça Mauá ‐ Docas
C. Niemeyer
Circuito alimentador e
Praça XV Praça Araribóia transporte comunitário,
interligando pólos
Gragoatá/UFF geradores de tráfego para
cumprimento de
Santos Dumont responsabilidade social e
ético‐ambiental
Botafogo/UFRJ Charitas
Trecho rodoviário de
corredor multimodal (Acqua
Roro) – ônibus

Píer exclusivo para o Acqua Roro Terminal Misto (passageiros e píer para o Acqua
Roro)

Terminal Privativo de passageiros (pequenas embarcações)

Terminal Público de passageiros das ligações de interesse específico de determinados sujeitos sociais para
cumprimento de responsabilidade social e ético‐ambiental (pequenas embarcações)
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Conclusões
Concepção de acquacentros : 
Promove integração;
Desonera os custos de terminais;
Requalifica o entorno;
Desenvolve a área de influência direta

Concepção de transporte intermodal ‐ acqua ro‐ro:


Dispensa construção, manutenção e operação de terminais e diminui custos de
dragagem, já que as rampas de atracação avançam sobre as águas em até 70m,
conseguindo profundidade mais facilmente para o calado necessário;
O tempo de embarque/desembarque de 300 passageiros de 5 min para 2,5 min;
O tempo da travessia da Baía da Guanabara no pico da manhã de São Gonçalo ao
Centro do Rio de 76 minutos para 27 minutos e
da Zona Sul de Niterói, de 86 minutos para 18 minutos;
A quilometragem improdutiva pela Ponte Rio‐Niterói e Viaduto da Perimetral –que
chega em algumas linhas a 66% dos itinerários;
O custo quilométrico reduzido em 36%; e
O emissão de poluentes atmosféricos em 40%;
Representa 10% do investimento de R$ 2,2 bilhões previsto para o metrô linha 3.

FIRJAN,  3/3/2010 Milena Bodmer, COPPE / UFRJ