Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

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A. S. Lda.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 ÓRGÃOS SOCIAIS | GOVERNING BODIES MESA DA ASSEMBLEIA GERAL / CHAIR OF THE GENERAL MEETING Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos – Presidente / President Filipa Montes Palma Salazar Leite – Secretária / Secretary CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / BOARD OF DIRECTORS António Sérgio Brito Pires Eusébio – Presidente / Chairman Amélia Maria Brito Pires Eusébio António Rui Libório Frade * Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto * João António Brito Pires Eusébio José Manuel Doutel Jordão * José Tomaz Júdice Gamito Pires* *Membro da Comissão Executiva / Executive Committee Member CONSELHO FISCAL / AUDIT COMMITTEE Manuel Baptista Figueiredo – Presidente / President José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca José Manuel Rodrigues Felgueiras António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida – Suplente / Alternate REVISOR OFICIAL DE CONTAS / STATUTORY AUDITOR PricewaterhouseCoopers SROC.. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia José Manuel Henriques Bernardo – Suplente / Alternate SECRETÁRIO DA SOCIEDADE / COMPANY SECRETARY Filipa Montes Palma Salazar Leite José Paulo de Martinho Simões Machado – Suplente / Alternate 5 .

We sell to more than 70 different countries and. FRIZE. FRIZE. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. As nossas principais marcas são COMPAL e SUMOL. our capacity for innovation and differentiation and our strong connections with naturalness and nutritional benefits are an integral part of our company heritage. each one with over 60 years of history full of successes. com uma quota superior a 25%. We are very proud of our origins. ÁGUA SERRA DA ESTRELA and GUD and the represented brands PEPSI. Temos muito orgulho nas nossas origens. GUARANÁ ANTARCTICA. A nossa missão é de ser uma empresa de referência internacional em bebidas de frutos e de vegetais e. ÁGUA SERRA DA ESTRELA e GUD e as marcas representadas PEPSI. Estamos presentes em mais de 70 Países e. UM BONGO. 7UP. GUARANÁ ANTARCTICA. já que a SUMOL+COMPAL resultou da integração de duas entidades. 7 UP. Our constant goal is to ensure the continuous improvement of our working processes and the attainment of 6 . conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais. mas temos um portefólio alargado e completo de que podemos destacar as nossas marcas B!. A qualidade dos nossos produtos. SUMOL+COMPAL is the leader in the non-alcoholic beverages market in Portugal with more than 25% share. | 2014 PERFIL | COMPANY PROFILE A SUMOL+COMPAL é líder do mercado de bebidas não alcoólicas em Portugal. in Portugal and Africa.A. as a result of our continuous effort and investment we continue to grow in international markets. o nosso negócio continua a crescer nos mercados internacionais. TAGUS e ESTRELLA DAMM. hydration.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Somos uma organização focada na satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores e que considera a base do seu negócio a gestão de marcas e a gestão de mercados. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. contribuindo para o desenvolvimento sustentável. a todos os níveis. Temos como objectivo permanente a melhoria contínua dos nossos processos de trabalho e o atingimento da excelência. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge for all our people. to achieve a relevant position in prepared fruits and vegetables. S. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador para todos os que trabalham na empresa. given that SUMOL+COMPAL is the result of the merger of two companies. Seduzir os consumidores pela excelência do sabor e pela ciência e arte com que construímos marcas únicas. We are an organization focused on satisfying the desires and needs of our consumers and which places brands and markets management at the center of its business. Our natural ambition is that in all markets where the SUMOL+COMPAL brands are available consumers enjoy every day our brands. contributing to the sustainable development. The quality of our products. taking all benefits for their well-being. which own two historical Portuguese brands: SUMOL and COMPAL. but we have a broad and full portfolio that includes B!. detentoras de duas marcas históricas portuguesas: SUMOL e COMPAL. em Portugal e África. como fruto da nossa continuada aposta e investimento. Temos como visão que trabalhar a fruta. UM BONGO. To seduce consumers by the excellence of flavor and by the science and art we use in order to build unique brands. Our vision is that working fruit. Our mission is to be an international reference in fruit and vegetable beverages and. hidratação. TAGUS and ESTRELLA DAMM. vegetables and water as sources of nutrition. Ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. a nossa capacidade de inovação e de diferenciação e as nossas fortes ligações à naturalidade e benefícios nutricionais fazem parte integrante da nossa herança empresarial. Our main brands are COMPAL and SUMOL. cada uma. com mais de 60 anos de história recheada de sucessos.

Assumimos que a exploração das oportunidades de negócio deverá contribuir para o desenvolvimento sustentável e consideramos as Nossas Pessoas como um factor crítico do nosso sucesso pelo que estamos empenhados no desenvolvimento das competências profissionais dos nossos colaboradores e num salutar equilíbrio entre família. lazer e trabalho. complementada por uma rede de distribuidores. SUMOL+COMPAL is the only company of the food and beverages sector listed on the NYSE Euronext Lisbon. Moçambique. Empregamos aproximadamente cerca de 1. 7 . For that reason.300 people. on premises located in Portugal. regularly attended by the largest direct sales force in the sector. four in Portugal (Almeirim. We employ roughly 1. Mozambique.300 pessoas em Portugal. complemented by a network of distributors. em Portugal. Pombal. Pombal. We have in Portugal a portfolio of almost 40 thousand direct customers. Angola and France.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. quatro em Portugal (Almeirim. Temos. | 2014 excellence at every level. uma carteira de quase 40 mil clientes directos com uma cobertura garantida pela maior rede de vendas directa no nosso sector de actividade. We accept that the process of maximizing business opportunities should contribute to sustainable development and we regard our employees as a critical factor of our success. Temos em funcionamento cinco unidades industriais. Gouveia e Vila Flor) e uma em Moçambique (Boane). S. A SUMOL+COMPAL é a única empresa portuguesa de bebidas cotada na NYSE Euronext Lisboa. We have five plants. we endeavour to develop the professional skills of our staff and a healthy balance between professional life and personal life. Gouveia and Vila Flor) and one in Mozambique (Boane). Angola e França.A.

7 milhões de euros / million euros MERCADOS INTERNACIONAIS INTERNATIONAL MARKETS | 28. S. EBITDA 41.A.3% em relação a 2013 Em 2014. | 2014 INDICADORES CHAVE | KEY PERFORMANCE INDICATORS VOLUME DE VENDAS e PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS | SALES VOLUME and FILLING SERVICES EBITDA cresceu 6.3% in 2014 In 2014 our Sales Volume was 403.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.5 % do Volume de Negócios / of Turnover 8 EBITDA increased 6.3 milhões de litros 403. foram colocados no mercado 403.3 million litres Around 41.6% of the SUMOL+COMPAL own brands Sales Volume was made in International Markets .3 milhões de litros / million litres Cerca de 41.6% do Volume de Vendas das marcas da SUMOL+COMPAL foi realizado nos mercados externos.

A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 9 .

Bearing Liabilities Total Int.5 135.4 25.302 1.390 13.9 113.687 0.8 50.9 111.26 € 1.3 406. S.7 187.4 4. Bearing Liabilities Cash Flow (em milhões de euros) Cash Flow Operacional (EBITDA) Cash Flow de actividades operacionais Cash Flow de actividades de investimento Cash Flow Livre 41.9 139. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided R a t io s f o rm ula s Turno ver = Revenue Gro ss M argin = Revenue .367 1.5 11.9 129.7 134.3 80. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans To tal Int.12 € 1.6% 9.Equivalentes a caixa (activo ) Cash-flo w o peracio nal (EB ITDA ) = Resultado s o peracio nais + A mo rtizaçõ es e depreciaçõ es Cash-flo w livre = Cash-flo w de actividades o peracio nais .1 19.3 14.Cash equivalents (A ssets) M edium Term Int.2 27.4% 27.9 206.0 324.4 301.8 224.3 196.0% 27.0% 13.2 15.2 118.1 -19.7 215.6 4.7% 25.08 € 1.906.8 63.3 382.1 198.3 83.2 12.7 430.0 27.290 1.2 20.1 20.7 37.08 € 1.3 0.1 176. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços 310.4 26.4 4.687 0.5 195.8 401.0 -14.1 3.fecho Preço por acção .9 176.Cash used in Investment activities Outstanding Shares (quantity) = Issued shares .7 281.155.Gasto das vendas Dívida remunerada líquida de curto prazo = Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .7% 0.4% 3.7 322.3 Colaboradores (em números) Número médio de Trabalhadores Rácios (em %) EBITDA / Volume de Negócios Resultado Operacional / Volume de Negócios Resultado Operacional / Activo Total Rendibilidade dos Capitais Próprios Capital Próprio / Activo Fixo Dívida / EBITDA Dívida / Capitais Próprios Volume de Vendas (em milhões de litros) Volume de Vendas Produtos Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.6 14.4 44.2 21.7% 8.10 € 1.5 80.3 134. B earing Liabilities = Sho rt-term B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .2% 6.9 20.2% 3.687 0.1 61.3 238.030.low Staff (in numbers) Average number of employees Ratios (in %) EBITDA as % of Turnover Operating Profit as % of Turnover Operating Profit as % of Total Assets Return on Equity Group Equity / Fixed Assets Debt / EBITDA Debt / Equity Sales Volume (in millions of litres) Sales Volume Products Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.3 Balance Sheet (in millions of euros) Total Assets Shareholders' Equity Short Term Int.6 3.7 600.5 295.4 201.3 132.19 € 0.0% 8. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços F ó rm ula s de c á lc ulo do s rá c io s Vo lume Negó cio s = Rédito s M argem bruta = Rédito s .5 4.850.3 379.9 -12.0 221.5 130.2 4.7 118.9 4.0% 403.1 120.7 289.8 295.2% 27.0 300.2 12.000 0. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided Volume de Negócios Mercado Doméstico Mercados Internacionais 310.A.01 € 1.1 47.2 78.1 104.3% 5.98 € 96.3 240.Cash equivalents (A ssets) EB ITDA = Net Operating P ro fit + Depreciatio ns and A mo rtizatio ns Free Cash-flo w = Cash-flo w fro m Operating activities .53 € 1.6 35.7 215.0 396.7 584.04 € 1.6 301.3% 48.3 342.9 178.0 86.05 € 1.7 133.7 123.4 295.6 Turnover Domestic Market International Markets Resultados (em milhões de euros) Margem Bruta Resultado Operacional Resultado Consolidado Líquido 164.0 129.2 24.4 32.6 251.0 -4.4% 5.0 5.7 45.3 575.11 € 97.3 9.6 22.Co st o f Sales Sho rt Term Int.0 374.0% 4.6 40.high Share price .6 35.9 156.1 224.7 283.8% 4.1 109.0 13.3 136.43 € 1. Bearing Liabilities Medium Term Int.0% 7.9 4.7 50.2 19. | 2014 2014 2013 2012 2011 Vendas (em milhões de euros) Volume de Negócios Vendas Líquidas Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.6 317.1 207.5 4.19 € 1.3 Cash Flow (in millions of euros) EBITDA Cash Flow from operating activities Cash Flow from investing activities Free Cash Flow Acções (em euros) Acções em Circulação (em número) Resultado Consolidado Líquido por Acção Preço por acção .3 110.2 192.2 331.8 564.98 € 96.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.3 206.4% 6.2 4.13 € 1.1 59.2 270.A cçõ es pró prias Resultado Co nso lidado Líquido po r A cção = Resultado s apó s impo sto s / A cçõ es em circulação Rendibilidade do s capitais pró prio s = (Resultado s apó s impo sto s / To tal do capital pró prio ) x 100 10 2010 Shares (in euros) Outstanding Shares (quantity) Earnings per Share (EPS) Year-end closing price Share price .8 298.6 88.8 22.8 14. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans + Sho rtterm B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .8 15.0 9.48 € 1.287 0.1% 4.minimo 96.0 342.5 39.7 46.9% 13.4 130.Cash-flo w de actividades de investimento A cçõ es em Circulação = A cçõ es to tais .2 49.05 € 96.Treasury sto ck Earning per Share = Net pro fit after taxes / Outstanding shares Return o n Equity = (Net P ro fit after taxes / To tal Equity) x 100 .4 14.1 44.3% 7.3 -13.9 54.9 188.2 44.11 € 1.4% 3.0 25.4% 14.4 443.9% 4.6% 6.5 242.8 47.8 123.9 398.1 86.2 Turnover (in million of euros) Turnover Net Sales Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.2 51.030.368 1.3 331.7 26.1 18.4 151.4 Results (in millions of euros) Gross Margin Operating Profit Consolidated Net Profit Balanço (em milhões de euros) Activo Total Capital Próprio Dívida Remunerada Líquida de Curto Prazo Dívida Remunerada de Médio Prazo Dívida Remunerada Líquida Total 625.2 32.3% 7.5 135.Equivalentes a caixa (activo ) Dívida remunerada de médio prazo = Empréstimo s de lo ngo prazo Dívida remunerada líquida to tal = Empréstimo s de lo ngo prazo + Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .14 € 0.4% 8.5 21.máximo Preço por acção .0 20.6% 12.

33 5. Total de efectivos do Grupo (nº.9% 95.650 5.0% nº. Admissions + Nr. RP.93 6.090 1. Admissões + Nº.5% 27. EFLUENTS AND WASTE n.542 1. Social Responsability e Donations) Lt de Produto com Valor Social oferecido e doado | Lt of Product with Social Value offered and donated Nº. Visits to Plants Nr. F LA23 Rotatividade Taxa de Rotatividade Turnover rate Turnover Rate % SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO / OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY Absentismo4 LA7 Taxa Geral de Absentismo Working time lost % 4. Médio) / Women (average nr.368 1.101 1. Efectivos por Género Número de Efectivos por Género nr.7% 34.390 797 794 836 845 864 505 496 531 523 526 6. EFLUENTES E RESÍDUOS / EMISSIONS.000 Total de Horas de Formação | Total Hours of Training Valor | Value Ton Equivalente de Petróleo (TEP)/Ton Bebida Produzida | Ton of Oil Equivalent (TOE)/Ton of Produced Beverages Consumo de Água/Lt Bebida Produzida | Water Consumption/Lt of Produced Beverages Ton de CO2 emitidas na actividade industrial/Ton Bebida Produzida | Ton of Industrial activity CO2 emissions/Ton of Produced Beverages Peso total de Resíduos reciclados / Peso total de Resíduos produzidos x 100 | Total weight of Recycled Waste / Total weight of Waste produced x 100 Lt de Produto oferecido (Marketing.047 0.0 39. médio) / Men (average nr. Horas efectivamente Trabalhadas) x 1. todos os restantes dados deste quadro dizem exclusivamente respeito às operações da SUMOL+COMPAL em Portugal. Total Headcount Headcount nr.5% 36.14 Nota: À excepção dos dados referentes ao Total de Efectivos (LA1) e Efectivos por Género (LA2) que cobrem a totalidade do nosso grupo empresarial (incluindo CGBA e SUMOL+COMPAL Moçambique).169 1. Acidentes de Trabalho/Nº. Dismissals/2)/Average nr. Anual de Visitantes | Annual nr.2% 6. de Visitantes nº.3% 97.a.a. Cessações/2)/Nº.7 57.508 M lt 525 1.7% 7. Labour Accidents/Nr.888 8.010 9.023 0.63% % 41.5 Working time lost Rate Acidentes de Trabalho 5 Taxa de Frequência Rate of Injuries Frequency Rate FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO / TRAINING AND EDUCATION LA10 Horas de Formação6 Horas de Formação Anuais Hours of Training Annual Hours of Training Custo de Formação 7 Custos com Formação Anual Training Cost Annual Training Costs INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL / ENVIRONMENTAL INDICATORS (ENvironmental) ENERGIA / ENERGY .ÁGUA /WATER 8 Consumo de Energia EN3 Energia e Recursos Naturais Energy Consumption Energy and Natural Resources Consumption Litros de Água consumidos ton 0.) (Nº.2% 14. of Emplyoees Horas de Ausência/Horas Teóricas | Hours of Absence/Total Hours TF = (Nº. VISITAS A FÁBRICAS / VISITS TO PLANTS n.GRI (GLOBAL REPORT INITIATIVE) G3 INDICADOR / INDICATOR INDICADOR DE DESEMPENHO Unidade PERFORMANCE INDICATOR Unit 2014 2013 2012 2011 2010 INDICADORES DE PRÁTICAS LABORAIS / LABOUR INDICATORS (LAbour) EMPREGO / EMPLOYMENT LA11 Total de Efectivos Número de Efectivos nº.000.35 5.74 ton 0.2 187.302 1.97% 4.01% 4.1% 11.12 n.7% M lt 672 1. of Visitors nr. médio) | Heacount (average nr.9% 94.027 0.367 1.282 5.581 4.069 0.014 738 4. RP.536 1.029 lt 5.000 | FR = (Nr.a.98% 4.019 000's € 120.412 4.310 9 Water consumption EMISSÕES.13 Ofertas Globais de Produto Volume de Produto oferecido Free Product and Donations Volume of Product offered Ofertas de Produto com Valor Social Volume de Produto oferecido com Valor Social Free Product with Social Value Volume of Product with Social Volume offered Visitas a Fábricas Nº.a.095 11.3% 35.9% 98.) Homens (nº.3 273.000.026 0. | 2014 INDICADORES . médio de Colaboradores | (Nr. of Visitors 11 . S. F 1.063 0. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Nº.) and Mulheres (nº.619 6.075 % 98.23 6.A. 10 EN1611 Emissão Total de Gases de Efeito de Estufa Emissões de CO 2 Total Greenhouse Gas Emissions CO 2 Emissions Resíduos Reciclagem de Resíduos em valor Waste Waste Recycling in value INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL / SOCIETY INDICATORS (SOciety) OFERTA DE PRODUTOS / FREE PRODUCT n.049 0.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. M 2 LA2 nr.022 0.44% 5. M Headcount by Gender Headcount by Gender nº. Working Hours) x 1.7% h 9. Social Responsability e Donativos) | Lt of Product offered (Marketing.290 1.

53 € 1. All the stocks representing the company‟s share capital are tradable on the NYSE Euronext Lisbon.mínimo 3º Trimestre Preço por Acção .26 € 1.closing Share price .mínimo 4º Trimestre Preço por Acção .32 € 1.12 € 1. S.07 € 1.13 € 1.14 € 1.13 € 0.high Share price .14 € 0.05 € 1.19 € 1.08 € 1.48 € 1.low .máximo Preço por Acção .closing Share price .11 € 0.13 € 1.fecho Preço por Acção .25 € 1.13 € 1.24 € 1.40 € 1.10 € 1.high Share price .máximo Preço por Acção .13 € 1.98 € 1.closing Share price .33 € 1.11 € 1.52 € 1.48 € 1.11 € 1.fecho Preço por Acção .12 € 1.19 € 1.mínimo 2º Trimestre Preço por Acção .low Quarter 2 Share price .11 € 1.14 € 1.38 € 1.low Quarter 4 Share price .closing Share price .máximo Preço por Acção .low Quarter 3 Share price .máximo Preço por Acção .12 € 1.mínimo 12 2014 2013 2012 2011 2010 1.high Share price .fecho Preço por Acção .high Share price .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.36 € 1.16 € 1.38 € 1.fecho Preço por Acção .19 € 1.05 € 1.26 € 1.05 € 1.16 € 1.01 € 1.12 € 1. ISIN: PT SML0AM0009 | MNEMO: SUCO Cotação das acções 1º Trimestre Preço por Acção .A.26 € 1.09 € 1.98 € 1.15 € 1.10 € 1.98 € 1.20 € 1.08 € Share prices Quarter 1 Share price .00 € 1. | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE O MERCADO DE CAPITAIS | INFORMATION ON THE CAPITAL MARKETS A totalidade das acções representativas do capital social da Sociedade encontra-se admitida à negociação na NYSE Euronext Lisboa.48 € 1.08 € 1.10 € 1.37 € 1.24 € 1.43 € 1.11 € 1.19 € 1.

A.A. S.A.A. S.A.A. divulga informação recebida dos accionistas Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital e Refrigor. S. S. S. | 2014 INFORMAÇÃO DIVULGADA EM 2014 11/03/2014 SUMOL+COMPAL S.A. convoca accionistas para Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. divulga informação recebida da accionista Eufiger .Entreposto Frigorífico.A. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.A.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S. S.A.A. divulga Relatório Único do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. S. 10/07/2014 SUMOL+COMPAL. S. S. . . divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. S. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.1º Trimestre de 2014 30/06/2014 SUMOL+COMPAL.A. informa sobre Resultados Consolidados de 2013 não auditados 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. Lda. S.A.A. divulga anexos às propostas 4 e 6 a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 30/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. S. S. divulga informação recebida da accionista Frildo . informa alteração do Representante para as Relações com o Mercado 10/07/2014 SUMOL+COMPAL.A.3º Trimestre de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.A.A. 27/08/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. informa sobre nomeação do Secretário da Sociedade 14/08/2014 SUMOL+COMPAL. 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. S. S.A. S.A. S.A. S. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 13 . informa sobre deliberação da Assembleia Geral relativa aos documentos de prestação de contas de 2013 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre a composição dos Órgãos Sociais para o triénio 2014-2016 30/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. convoca accionistas para Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. convoca accionistas para Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. . S. S. S.A. divulga Relatório sobre o Governo da Sociedade de 2013 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre adenda ao contrato de investimento em Angola 13/11/2014 SUMOL+COMPAL.A.A.A. informa sobre celebração de contrato com a Copagef. divulga Contas Individuais do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. S.1º Semestre de 2014 23/09/2014 SUMOL+COMPAL.

A. S. S. 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. S. Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal. divulga informação recebida da accionista Eufiger .A.A. This information is not translated.A. S. S.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. informa sobre concretização do contrato com a Copagef. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.A. S. rectifica informação sobre Pagamento de Reservas 11/12/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre aquisição de Acções Próprias 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. divulga informação recebida da accionista Frildo . S. informa sobre Pagamento de Reservas 10/12/2014 SUMOL+COMPAL. S. 14 .A.A. | 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. S.pt). 31/12/2014 SUMOL+COMPAL. Lda.A. S.A.Entreposto Frigorífico.

Lda.590.000 --------- 1. Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal. S.15 € 1.000 € This information is not translated. Directamente Fundo de Capital de Risco .000 ----- --------------------100. S. Data Aquisição Alienação €/Acção Valor Total 12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 --------100.313 10. S.A. S.450 PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE ACCIONISTAS Artigo 448º nº.126 1. 15 .12 € 1.Caixa Capital 10.000 120.000 100.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.12 € 1. Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. 5/2008 DA CMVM Refrigor. S. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.510. Lda.000 € 138.53% 77.000 120.A.000 € 138.610 10.A.000 120. Frildo – Entreposto Frigorífico.590.860 70.517 1. S.672 23.490 18.A. 20 do CVM PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº.12 € 1.610 (indirectamente) 70.A.000 120.923 TRANSACÇÕES DE DIRIGENTES Regulamento nº.50% Nota: Nos termos do Artº.510.º 7 do Artigo 14º Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Lda.919.15 € ----- ----- Total Acções 1.12 € 1.086.Caixa Capital 70.A. Frildo – Entreposto Frigorífico.Grupo CGD .610 294.21% Fundo de Capital de Risco .367 1.15 € 1.pt).313 81. Tecol . 5/2008 da CMVM .674.Terrenos e Construções.15 € 112. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.100.n.000 ----- --------------------1. Nº. 4 do Código das Sociedades Comerciais Detalhe Total de Acções Refrigor.Grupo CGD . de Acções % Direitos detidas de voto (directamente) 70. | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº.675.000 € 112.590.

.

.

11. Nota Prévia O Ano em Perspectiva As Nossas Marcas Os Nossos Mercados As Nossas Operações e I&D As Nossas Pessoas A Nossa Comunicação As Nossas Áreas de Suporte Os Nossos Resultados Económicos e Financeiros A SUMOL+COMPAL e a Comunidade Modelo de Gestão Os Riscos do Nosso Negócio Aplicação dos Resultados Perspectivas Futuras Agradecimentos OS NOSSOS VALORES Senhores Accionistas. submeter à Vossa apreciação o relatório único de gestão. 12. | 2014 1.A. 10.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 14. 4. Refira-se que de acordo com o nº 6 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais. 5. as demonstrações financeiras consolidadas e os anexos correspondentes. 18 . este relatório constitui-se como relatório único. de acordo com o estabelecido na legislação em vigor. Vimos. com muita satisfação. 2. 15. 8. 6. S. 13. 9. 3. 7.

Nos mercados internacionais mais relevantes para a SUMOL+COMPAL os desempenhos macroeconómicos continuaram a ser bastante díspares. na generalidade. O ANO EM PERSPECTIVA A evolução da economia portuguesa foi positiva em 2014. estima-se que o valor e o volume dos mercados de bebidas refrescantes e de águas tenham sido próximos dos do ano anterior. regra geral. Da conjugação da actividade em Portugal e nos mercados internacionais o volume de negócios atingiu os 310. o compromisso com o desenvolvimento sustentável e com marcas únicas que seduzam os consumidores pelo sabor e pela ciência e arte com que são construídas. Foi neste contexto que. A economia angolana terá crescido entre 4 a 5% e a moçambicana entre 7 a 8%. NOTA PRÉVIA O presente relatório único contém uma exposição fiel e clara sobre a evolução dos negócios. 2.4 milhões de euros. do desempenho e da posição da SUMOL+COMPAL. O consumo privado terá sido a componente com maior aumento percentual. No âmbito do planeamento estratégico foram revisitados os conceitos da visão e da missão da empresa bem como foi adoptado um conjunto de aspirações vencedoras. 3. em relação ao qual assumimos o compromisso de o respeitar enquanto membros do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal)).2 % acima do ano anterior. como as consequências previsíveis das iniciativas que temos vindo e continuaremos a implementar. Realizámos estudos de consumidor em diversas geografias. certamente muito influenciado pelo reforço da confiança das famílias e pelo aumento do emprego. na Europa e em África. abaixo dos 2%. As economias dos países africanos continuaram. Na Europa. a apresentar crescimentos significativos. representado pela Agência Nacional de Investimento Privado. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador” e que “ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas.6 milhões de euros. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. rumo a um futuro mais sustentável da nossa Empresa e da Sociedade. 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. após três anos de decréscimos. e o Estado da República de Angola. Foi considerado o referencial G3 do Global Reporting Initiative. Trabalhámos na evolução do posicionamento da marca SUMOL. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar”. o valor das vendas e prestações de serviços da SUMOL+COMPAL alcançou os 221. Na selecção dos indicadores de referência para avaliação do desempenho procurou-se uma focalização naqueles que medem efectivamente os maiores impactos da nossa actividade em termos de sustentabilidade económica. os crescimentos das economias ficaram. social e ambiental das organizações. sociedade de direito angolano. em especial.9%. O relatório retrata tanto os impactos das nossas acções passadas.0 milhões de euros. Implementámos a nova arquitectura e imagem da marca COMPAL. hidratação. no mercado português. Continuámos a investir fortemente na gestão estratégica de marcas. 2. grau C (referencial internacional de relato do desempenho económico. Assim. S. A missão passou a expressar de forma inequívoca a forte ambição internacional das nossas bebidas de frutas e de vegetais. O contributo positivo do enquadramento macroeconómico para o crescimento dos mercados de bebidas foi contrariado por um inverno prolongado e. social e ambiental.0 % acima do ano anterior.A. estimando-se que o PIB tenha crescido 0. o valor das vendas nos mercados internacionais ascendeu a 88. Foi celebrado entre a SUMOL+COMPAL Angola. uma 19 .8 % acima do ano anterior. Em 2014. um verão pouco quente. A definição da visão reforçou a convicção de que “trabalhar a fruta. | 2014 1.

que têm vindo a impactar profundamente a forma como os consumidores vivem. Muito acentuada pela comunicação instantânea em redes sociais. néctares e refrigerantes da SUMOL+COMPAL Marcas. surgem também alguns movimentos de desafio “às máquinas” materializados no abandono das redes sociais e na maior protecção dos próprios dados. | 2014 adenda ao Contrato de Investimento Privado. Exemplo desta situação é a penetração de smartphones em alguns países africanos e o peso dos acessos à internet através destes equipamentos. Nesta alienação a mais-valia para a SUMOL+COMPAL foi de 15. e de expectativas quanto à sua activação. representativas de 49. nos próximos anos. A mobilidade marca a nova fase do digital. em que o menor grau de alfabetização requer desde logo um discurso essencialmente visual. Esta transacção foi realizada pelo preço global de 88. por exemplo. em África. Ao polarizar a gestão estratégica do seu negócio entre Velho e Novo Mundo. ocupam os seus tempos livres e se relacionam uns com os outros. 3. Se na Europa. S. em que a descodificação das propostas das marcas a partir de imagens é recomendável. assumidos principalmente por pequenos grupos de utilizadores. vai agudizando-se o desafio de mudança de paradigma na comunicação das marcas. a qual terá uma dimensão superior à anteriormente projectada. Temos a expectativa que esta alteração na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas contribua. com a vida dos consumidores mais dependente da tecnologia. bem como a perda de anonimato e privacidade decorrente do registo e partilha do seu dia-a-dia. a internet e as redes sociais funcionam como porta para um mundo de possibilidades sem fronteiras. ele passa por compreender o envelhecimento das populações e incorporá-lo na gestão das marcas.9% do capital social da SUMOL+COMPAL Marcas. o investimento será feito numa fábrica. AS NOSSAS MARCAS 3. Nos países em desenvolvimento. Simultaneamente. a oportunidade. Tendências globais No Velho Mundo continua a assistir-se à inexorável velocidade na introdução de novas tecnologias. Esta revolução tecnológica está a criar toda uma série de novos desafios em matéria de gestão de marcas. tendo inclusivamente funcionado como aliado poderoso em movimentos de contestação política de defesa dos direitos humanos. para um desenvolvimento significativo das principais marcas desta empresa nalguns mercados africanos. com todas as alterações sociais e económicas que tal comporta. Esta tendência tem um paralelo curioso com o Novo Mundo. vivendo com grande sentido de optimismo o progresso e crescimento que o país tem experimentado. acções e respectivas prestações acessórias. nomeadamente África. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL enfrenta um desafio relevante de interpretação demográfica.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.2 milhões de euros. alienou-se à Copagef (Grupo Castel). sendo que mesmo nos países em vias de desenvolvimento esta tendência é muito relevante. ligação emocional com os consumidores e sua consequente fidelização. Nos termos do acordado. e garantir a satisfação das suas necessidades e caminhos para a sua fidelidade. para produção e embalamento de sumos. mediante a qual o investimento total passou a ascender a 51 milhões de dólares. No final do exercício. e mantendo uma ligação forte à tradição de vivência em família e de forte espírito colectivo. trabalham.1. cujas soluções convencionais de mass media começam a revelar-se insuficientes para garantir informação adequada. metade da população está abaixo dos 15 anos. com sede em Paris. sociedade anónima de direito francês. Estas realidades sublinham a importância de 20 .A. Em Angola. passa por compreender uma população jovem. a linguagem tem-se tornado progressivamente mais visual e menos verbal.2 milhões de euros. sobretudo ao nível da imersão experiencial. No Velho Mundo.

chá. A oferta alimentar aumentou substancialmente. manifesta-se na menor disponibilidade para testar propostas de preço mais elevado quando a diferenciação não é notória. expressas em compromissos de auto-regulação. não obstante resolverem o tema do conteúdo calórico. quer na restauração. bem como o advento de práticas fiscais aplicáveis a produtos com elevado teor de açúcar. Se o sabor continua a ser determinante no sucesso das propostas de bebidas. mas também na receptividade a gastar mais quando se trata de consumir algo único e excepcional. A evolução das nossas marcas O ano de 2014 na SUMOL+COMPAL ficou assinalado por quatro factores importantes: a aposta na gestão estratégica global das suas marcas com base em informação de consumidor. assente em informação concreta de consumidor. com tomadas de posição próximas do fundamentalismo por parte de alguns elementos da comunidade científica. considerada como uma das principais responsáveis pela obesidade e por doenças crónicas não transmissíveis. O tema ganha complexidade acrescida com a contestação dos edulcorantes artificiais que. mesmo que boa parte da percepção negativa se baseie em estudos de credibilidade duvidosa. S. No quadro destes novos comportamentos existe espaço para propostas de indulgência. formulações mais simples e rotulagem “limpa”. como forma de combater doenças e aumentar a esperança média de vida. Existe uma maior rejeição dos alimentos muito processados. comparáveis às do tabaco ou das bebidas alcoólicas. Naturalidade significa benefícios de saúde naturalmente presentes (exº: fruta.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. as autoridades governamentais vão intensificando as campanhas de sensibilização ao consumo de alimentos ricos em açúcar. têm forçado uma redefinição da relação com os alimentos e ocasiões de consumo. Novos sistemas de embalagem. que vemos também na restauração e inclusivamente ao pequeno-almoço. A procura de naturalidade e benefícios dos alimentos naturais é apontada como a tendência mais importante em alimentação.A. Entre as várias tendências na alimentação. é notório o progressivo ataque ao açúcar no chamado Velho Mundo. e com flexibilidade suficiente para que as execuções locais assegurem a proximidade e afinidade das marcas com os consumidores. características decisivas nos comportamentos de compra e de consumo contemporâneos. são decisivos na exploração desta oportunidade. convenientes. bem como melhorar a qualidade de vida nos anos suplementares. 3. Os novos conceitos de snacking saudável. gordura e sal. em contexto recessivo. aroma. quer no retalho. por oposição a soluções fáceis e imediatas de redução calórica. leite). Não obstante a contestação ao açúcar. Um consumidor mais racional. polpas de fruta e barras de cereais. A indústria alimentar tem vindo a reforçar o grau de pro-actividade na procura de soluções adequadas. o consumidor valoriza hoje comportamentos alimentares equilibrados. sendo o prazer valorizado como factor determinante de bem-estar e felicidade. observável por toda a Europa e em Portugal. azeite. Assiste-se a uma fusão emergente entre bebidas e snacks. Como resposta às estatísticas e previsões preocupantes sobre obesidade e outras doenças. não são consensuais quanto ao seu impacte na saúde. 21 . com visibilidade mediática relevante.2. | 2014 um pensamento estratégico global e transversal. O debate público tem endurecido de tom. a opinião pública do hemisfério Norte tem vindo a aumentar a sua sensibilidade a notícias condenatórias desta matéria-prima natural. como bolachas em bolsas individuais. mas apesar de tudo ela é largamente vencida pela procura de sabor. snacks de fruta desidratada. A atenção dada à alimentação saudável universalizou-se. é igualmente verdade que as que melhor o potenciem abrem um espaço de oportunidade para preços mais altos e melhor rentabilidade. cor e textura. Se no Novo Mundo reconhece-se ao açúcar o benefício do aporte energético imediato. Esta tendência aproxima competitivamente diversas categorias anteriormente distantes. Significa também menos ingredientes. correspondendo a uma aspiração crescente dos consumidores por uma nutrição positiva.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

a implementação do lançamento da nova arquitectura e imagem da marca COMPAL, a reflexão
profunda com consequente tomada de decisão relativamente à evolução do posicionamento da
marca SUMOL, e o reforço do âmbito de internacionalização das nossas marcas principais,
quer ao nível da reflexão estratégica, quer da sua implementação.
Neste segundo ano do modelo organizacional implementado em 2013 (marketing estratégico
global e unidades de mercado de operacionalização local) foi reforçado com significado o
investimento no conhecimento do consumidor em diversas geografias, com o objectivo de
potenciar o desenho de plataformas de posicionamento de marca verdadeiramente
internacionais e perenes, numa lógica consumidorcêntrica.
São também merecedoras de referência: a consolidação do portefólio internacional das
marcas, nomeadamente em COMPAL, não só numa lógica de rotulagem (idiomas e legislação)
mas também com base em narrativas ajustadas aos mercados a explorar, em termos de
relevância para os consumidores e de diferenciação; e o arranque de projectos de inovação
especificamente dedicados a mercados fora de Portugal, nomeadamente Angola, e baseados
em insights e suas oportunidades específicas.
COMPAL
Em 2014 implementou-se o reposicionamento estratégico desta marca. A aproximação à fruta
da árvore e a naturalidade como principais factores de superioridade competitiva foram centrais
a toda a reflexão. A grande ideia de marca assenta nos pilares “sabor único”, “naturalidade” e
“narrativa” como principais factores de relevância e diferenciação, potenciados pela “Frutologia”
como essência e razão de ser de toda a proposta de marca.

A renovação de todas as embalagens do seu portefólio em todos os mercados onde opera,
decorrente do lançamento da sua nova imagem, representou um esforço de marketing que
convocou recursos organizacionais e financeiros muito significativos.
As primeiras embalagens chegaram ao mercado em Abril, fruto de um processo exigente e
complexo de transformação visual: a “árvore COMPAL” como novo logotipo; a maior federação
visual das gamas, em linha com a simplificação da arquitectura de marca; a introdução de
elementos simbólicos proprietários, como o “polpómetro”; e o reforço das narrativas de sabor,
com recurso a conteúdo sobre as origens e história da fruta.
O processo de reposicionamento foi acompanhado de inovação de sabores, como os
lançamentos de Néctar Manga Magdalena, Néctar de Ananás da Costa Rica e Néctar de
Morango de Portugal, todos feitos de fruta espremida e sem recurso a concentrados, bem
como a transformação das formulações de COMPAL VITAL e COMPAL LIGHT (stevia em
substituição de um edulcorante de síntese).
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Foi paralelamente criada uma gama internacional de raiz, também com criação de alguns
sabores novos (néctares de laranja mediterrânica, manga da Colômbia e multifrutos), e em que
a narrativa da frutologia e da não utilização de concentrados constituem factores estruturantes
do posicionamento e argumentação da marca.

Adicionalmente, também para Angola foram desenvolvidas algumas referências específicas,
por forma a reforçar a afinidade da marca com os consumidores desta geografia através de um
discurso com maior relevância local.
Uma palavra ainda para o Centro de Frutologia COMPAL (CFC), cuja Academia acolheu na
sua segunda edição mais doze formandos. Três deles, por terem apresentado os melhores
projectos de exploração frutícola, foram premiados monetariamente com uma ajuda
significativa à sua execução. O CFC é um projecto verdadeiramente único em Portugal porque
reúne entidades do sector agrícola, públicas e privadas, académicas, empresariais e
associativas, em torno do propósito comum de valorizar e promover a fruta portuguesa. Esta
aposta materializa-se no fomento de um espírito empreendedor e de ambição de uma nova
geração de fruticultores.
Em COMPAL ESSENCIAL,
para além da implementação da
nova identidade, foi dado foco à
consolidação
da
proposta
COMPAL ESSENCIAL KIDS,
com
investimentos
em
comunicação e em loja. O
conceito
revela
grande
potencial de crescimento, que a
marca continuou a alimentar,
nomeadamente
com
o
lançamento de uma edição
coleccionável de figuras ligadas
a contos infantis na recta final
de 2014, que ditou a tematização das suas embalagens.
De salientar ainda o lançamento de uma nova variedade na gama de vegetais COMPAL,
ervilha com cenoura, destinado ao mercado de Cabo Verde.
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

SUMOL
O ano foi marcado pela celebração dos 60 anos da marca e por uma profunda reflexão
estratégica. Após investigação intensiva de consumidor, de âmbito internacional, foi possível
desenhar uma nova estratégia para o futuro, a implementar em 2015. O relançamento da
marca tem como objectivo torná-la mais internacional, um desafio deveras aliciante e complexo
para uma das mais icónicas marcas com origem em Portugal. Algumas das conclusões desta
reflexão revelaram-se executáveis ainda em 2014, antecipando parcialmente o que será o novo
registo de relação da marca com os consumidores: mais emocional, mais vibrante e excitante,
mais jovem e activo, mais grupal, centrado em aproveitar de forma optimista tudo o que a vida
nos vai oferecendo.

Na preparação do seu reposicionamento internacional foi feito um trabalho profundo de
desenvolvimento em busca de inovação de sabor. O primeiro exemplo será um novo sabor
para lançamento em Angola em 2015.
Depois de COMPAL em 2014, cabe agora a SUMOL preparar-se para um virar de página em
2015. Os inúmeros projectos em desenvolvimento permitem antecipar um futuro ainda mais
promissor.
UM BONGO
Reconhecendo-se-lhe potencial para continuar a crescer no futuro, particularmente fora de
Portugal, trata-se de uma marca com um elevado nível de relevância e diferenciação na
abordagem ao segmento infantil. Constitui uma oportunidade em diversas geografias,
começando por Angola, e continuando na China, onde deu indicações muito positivas em 2014.
Os seus investimentos estiveram especialmente focados no lançamento do novo sabor TumTum Manga, envolvido desde o desenvolvimento num conceito 360 graus. Um novo
personagem, o Tamburu, e a associação deste novo sabor ao universo musical da marca, uma
das suas plataformas de activação mais fortes, explicam a sua excelente prestação.
B!
Esta marca foi também alvo de reposicionamento
em 2014, com o objectivo de a dotar de maior
potencial de crescimento, a partir de um
posicionamento mais consistente e perene. Para
esse efeito, era importante fortalecer a
aproximação de B! aos referenciais de
refrigerantes, por forma a poder aceder a mais
volumes, sem perder de vista a necessária
personalidade e diferenciação da marca.

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Simultaneamente estão em desenvolvimento outros projectos de inovação que. Com este projecto pretende-se criar laços de relação e diálogo directo com consumidores das nossas marcas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a plataforma digital Mercado do Bairro. Para além da limonada original que constava já do portefólio B! foram desenvolvidos novos sabores.0 milhões de euros. com uma quota de mercado igual à do ano anterior. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Mantendo uma performance de crescimento estável aliada a uma alocação mínima de recursos. nomeadamente B!monada de Morango. tendo as vendas líquidas registado um incremento de 4. e participação no desenho e implementação de soluções mais eficazes e mais eficientes. Entendendo que existem oportunidades de inovação em toda a actividade da empresa. permitirão à SUMOL+COMPAL estender a sua gama de produtos e explorar novas oportunidades e territórios de oferta junto do consumidor final. via fortalecimento do seu valor e relevância. 4. O portefólio da SUMOL+COMPAL manteve a liderança no conjunto dos mercados de bebidas refrescantes e de águas. continuou-se a promover de forma alargada a cultura de inovação. ao abrigo de uma nova estratégia e de novas ferramentas de internacionalização. as B!monadas. sobretudo na sua vertente economicamente mais interessante: o consumo fora de casa. OS NOSSOS MERCADOS 4. alcançando os 212. a marca teve investimentos reduzidos mas centrados na sua defesa táctica e cujo resultado final se traduziu na estabilidade de volumes. avaliando-a a nível interno e com resultados obtidos no mercado.A. Considera-se que a marca tem potencial de crescimento no futuro. que continuou a ensaiar um modelo de operação novo para a organização e serviu com sucesso uma população limitada. Prosseguiu-se o desenvolvimento do projecto de relação de proximidade com o consumidor final. Toda a identidade visual e gráfica de embalagens foi revisitada.6%. | 2014 O novo posicionamento encaminhou a marca para a criação e apropriação de um novo segmento de limonadas embaladas.3 A INOVAÇÃO DISRUPTIVA NA SUMOL+COMPAL A Inovação mantem-se como um dos focos de aposta estratégica da empresa e 2014 confirmou-a. S. com sucesso. uma arma importante de portefólio no mercado de bebidas. com o objectivo de criar uma gama focada no novo conceito de B!monadas. 3. Solidificou-se a utilização de indicadores de gestão assentes no desempenho da capacidade de inovação.1 Portugal O volume comercializado pela SUMOL+COMPAL em Portugal cresceu 4%. 25 . B!monada de Frutos Vermelhos e B!monada de Ananás. Pretende-se capacitar todos os colaboradores para uma análise crítica da sua actividade. a sua gestão tem sido. Por exercício de focalização. que foi alvo exclusivo de todos os esforços de comunicação da marca em 2014. FRIZE O ano de 2014 foi um ano de manutenção para FRIZE. condição essencial de defesa e de reforço da sua capacidade competitiva. em Portugal. segundo a AC Nielsen. atingindo 256 milhões de litros.

tendo incrementado a eficácia dos seus investimentos de trade marketing visando a defesa do consumo das marcas.2%). S. Em paralelo. a evolução das vendas em volume foi desfavorável (-7. como seguidamente se comenta. uma intensidade concorrencial mais forte e a redução de stocks de SUMOL nos principais importadores tendo em vista a migração para o abastecimento local. A SUMOL+COMPAL Moçambique cumpriu em 2014 o seu segundo ano de desenvolvimento. Demos continuidade ao processo de sincronização de informação e de políticas comerciais na rede de Distribuidores. iniciaram-se no ano em apreço as primeiras exportações de produtos fabricados na unidade de Boane para a África do Sul. constituiu-se a SUMOL+COMPAL Angola que com uma equipa local fortemente reforçada desenvolverá o negócio neste país. Em Angola. a SUMOL+COMPAL conquistou novos clientes relevantes e alargou o portefólio no canal horeca. A nossa principal marca neste mercado. bem como a frequência de compra.2%. Os desempenhos positivos nos mercados lusófonos – Cabo Verde. principalmente no Magreb e África Central. entre as quais se destacam SEVEN UP. PEPSI. com uma presença em cerca de 30 países. As vendas em volume cresceram com significado. Por outro lado.4 milhões de euros.2. Guiné Bissau e São Tomé não foram suficientes para contrariar as dificuldades nos restantes mercados. Neste continente. volume que não inclui actividades de prestação de serviços e que foi inferior ao alcançado no ano anterior. Suazilândia e Madagáscar. Continuámos a aprofundar os processos de segmentação de clientes. LIPTON. A Empresa realizou vendas em cerca de setenta países. tem um potencial de crescimento muito elevado e existe oportunidade para o lançamento ou desenvolvimento de outras marcas. No exercício. As vendas de marcas representadas. em valor. ANTARCTICA. o agravamento das pautas aduaneiras. mas o nível de actividade está ainda bastante aquém da capacidade instalada. Na região constituída pelos países da Southern African Development Community (SADC) existe um mercado importante de bebidas e um dos objectivos da SUMOL+COMPAL Moçambique é explorar as oportunidades de exportação para esses mercados.1 milhões de litros. em volume. como consequência da retracção de consumo neste canal. 4. DAMM e TAGUS. África O principal destino das vendas realizadas no exterior pela SUMOL+COMPAL é o continente africano. Iniciámos projectos de parceria nos mercados mais relevantes da 26 . A evolução das vendas nos restantes países no continente africano foi negativa. conduziram a um decréscimo das vendas.A. | 2014 Continuamos a observar o encerramento de estabelecimentos no sector da restauração. COMPAL. atingiram os 69. ascendendo a 88. no exercício em análise. Mercados Internacionais As vendas nos mercados internacionais cresceram 2. No canal alimentar a sociedade alterou a arquitectura de preços e de promoções em algumas das suas marcas por forma a aumentar a penetração nos lares portugueses.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

De registar o processamento de alperce após mais de 10 anos em que este fruto não esteve disponível.000 toneladas. A nível internacional. entre os quais se destacam os néctares de Manga Magdalena. as novas 27 . dos pomares contratados em exclusividade e o ano agrícola favorável em pêssego e pera. continuamos a sentir uma dinâmica fraca nas principais economias europeias. voltaram a conseguir-se melhorias de eficiência que se traduziram em reduções de custos. de Ananás da Costa Rica e de Morango de Portugal na marca Compal. a rede de distribuição foi estruturada de forma a permitir agregar à distribuição de bebidas produtos de outras categorias alimentares (produtos multicategorias). superior a 2. A percentagem de fruta de origem portuguesa processada foi superior a 60%.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Complementarmente. Destaque para os bons resultados na China Continental onde continuamos a registar aumentos de vendas relevantes. do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica e de algumas empresas da área da biotecnologia. com vista à demonstração do potencial dos processos.2. 5. As principais contribuições para esta descida vieram dos concentrados de uva e de maçã. A fruta nas nossas bebidas Foram processadas 25. que voltaram a valores próximos dos níveis médios históricos. Contribuíram para esta evolução positiva o desempenho favorável em França. Das formulações produzidas pela área de Desenvolvimento de Produto em 2014 resultaram vários lançamentos no mercado. dos quais esperamos obter resultados positivos no primeiro semestre de 2015. continuámos a privilegiar a incorporação de sumos e concentrados de fruta portuguesa adquiridos a empresas agro-alimentares instaladas em Portugal. Foram ultrapassados exigentes desafios científicos e tecnológicos e conseguidos resultados prometedores já à escala piloto. | 2014 África Ocidental. A produção. contribuíram para que aquela percentagem fosse mais elevada do que a registada em anos anteriores. em 2014. No âmbito destes projectos a SUMOL+COMPAL tem contado com as colaborações empenhadas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Embora se tenha concluído em 2013 um ciclo plurianual de projectos de optimização operacional. teve início durante a segunda metade do ano o projecto de instalação da fábrica de Angola. Europa As vendas no mercado europeu cresceram face a 2013.A. Investigação e Desenvolvimento A área de Investigação Aplicada prosseguiu a execução de dois projectos plurianuais. que manteve a situação de escassez e preço elevado durante grande parte do ano e só no último trimestre deu sinais de estabilização da cadeia de abastecimento. serão realizados em 2015. tanto a nível industrial como logístico. Apesar deste bom resultado. após um período de picos máximos. S. em linha com as necessidades do negócio. Em Portugal.1. 5. Outros Mercados Nos restantes mercados. Em sentido inverso foi a influência do concentrado de maracujá. 5.200 toneladas de fruta e de vegetais. Se a reintrodução desta cultura em Portugal tiver sucesso. AS NOSSAS OPERAÇÕES E I&D Na área de Operações da SUMOL+COMPAL destacaram-se dois projectos de apoio ao desenvolvimento do negócio. Luxemburgo e Reino Unido. as vendas da SUMOL+COMPAL mantiveram a tendência de crescimento. O preço das principais matérias-primas de fruta registou em 2014 uma redução em termos globais relativamente ao ano anterior. os transformados de alperce adquiridos no mercado internacional serão substituídos nos próximos anos por fruta transformada na SUMOL+COMPAL. Os ensaios à escala industrial.

com realce para a unidade de Boane. associado essencialmente à redução na prestação de serviços. 5. a rede de distribuição da SUMOL+COMPAL passou a dispor das competências necessárias para agregar às bebidas produtos de características distintas. no âmbito da estrutura industrial. de forma a cumprir o objectivo de arranque a meio do ano de 2015. e todas as outras unidades tiveram aumentos de actividade. Garantia da Qualidade e Segurança Alimentar Os indicadores internos e externos de Garantia da Qualidade continuaram a registar resultados bastante positivos. ganhar sinergias e flexibilização de meios e melhorar a capacidade de resposta a picos e sazonalidade de vendas. através da centralização e racionalização da frota subcontratada de distribuição capilar. A modernização das unidades industriais prosseguiu através da aquisição de duas novas enchedoras para embalagens de cartão complexo para a fábrica de Almeirim e de um novo monobloco de enchimento e fecho de latas para a fábrica de Pombal. 6. Foi iniciada em 2014 a prestação de serviços de distribuição de produtos multicategorias no âmbito da rede de distribuição capilar. a par de diversos investimentos de menor dimensão em todas as fábricas. Foi criado. Os objectivos de Segurança Alimentar estabelecidos para 2014 foram atingidos e nalguns casos superados. correspondentes a um crescimento de 1% da actividade industrial. A gestão das pessoas Para a SUMOL+COMPAL a estratégia da gestão das Nossas Pessoas é indissociável da estratégia do negócio pois uma empresa tem que ter talento para se conseguir adaptar aos desafios e aproveitar as oportunidades com que. SUMOL e UM BONGO. O projecto implicou a instalação de equipamento específico nos centros de distribuição. 5.A. Com a implementação realizada. AS NOSSAS PESSOAS 6. tendo sido implementados novos métodos preventivos e de controlo. estabelecidos para 2014 de acordo com nova metodologia de avaliação quantitativa.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. permitiu com o aumento de escala dos operadores. nomeadamente.1.4. em toda a gama de calorias reduzidas da marca COMPAL. pessoas e processos. a cada momento. com um crescimento muito substancial. reforçando a sustentabilidade das empresas prestadoras destes serviços. um grupo de trabalho dedicado ao projecto de instalação e arranque da fábrica de Angola nas vertentes de equipamentos. A utilização de edulcorantes alternativos ao açúcar foi amplamente avaliada e conduziu à substituição dos edulcorantes de síntese por extracto de stevia. No segundo semestre foi realizado o projecto de engenharia e foram adjudicadas empreitadas de infra-estruturas. se depara. 28 . Rede de Distribuição A reestruturação da rede de distribuição horeca.5. no referencial AIB International na unidade de Pombal que atingiu o melhor resultado de sempre. A unidade de Pombal registou um ligeiro decréscimo.3. S. | 2014 limonadas na marca B! e sabores específicos para mercados de África e da Europa nas marcas COMPAL. de utilidades e dos primeiros equipamentos produtivos. no referencial BRC na unidade de Almeirim que manteve um excelente resultado. 5. Operações Fabris O volume total produzido nas cinco unidades de produção da SUMOL+COMPAL atingiu 408 milhões de litros. nos planos de formação e no nível de cumprimento dos requisitos de Segurança Alimentar. a formação de pessoas e o desenho de novos processos apoiados em desenvolvimentos de sistemas de informação.

O trabalho realizado nesta área assentou em três pilares estratégicos: Talento. não colocamos de 29 . passando a aplicar-se em 2015 um único contrato colectivo (CCT APIAM / PROBEB) a toda a população em Portugal. para garantir uma maior proximidade com a estrutura organizacional e com as Pessoas e. Por último. por esta via. Procuramos contribuir permanentemente para o desenvolvimento das Nossas Pessoas. em Moçambique. dispor de informação estruturada que possibilite uma análise mais detalhada no que diz respeito. particularmente. Em 2014 a Direcção de Pessoas. No ano em análise foram desenhadas e implementadas diversas ferramentas que permitem identificar e monitorizar matérias consideradas relevantes e prioritárias para a gestão das Nossas Pessoas. Naturalmente. em 2014. Com o arranque da actividade da fábrica de Boane. Com o mesmo objectivo privilegiamos o recrutamento interno como forma de conciliar o enriquecimento das competências dos colaboradores quer numa progressão vertical. S. dos quais 1. as pessoas são o elemento efectivamente diferenciador entre as empresas nos dias de hoje e a SUMOL+COMPAL tem uma atenção especial para a atracção. a SUMOL+COMPAL desenvolveu e afinou algumas ferramentas que permitirão.6% em Suportes. desenvolvimento e retenção de talento na organização. com responsabilidades de especialista e de generalista. Internacionalização e Cultura. por isso. Missão. o que permite um alargamento de experiências e uma mobilidade funcional que consideramos enriquecedora a título individual e colectivo. garantir simultaneamente um maior conhecimento da realidade e das necessidades específicas das várias áreas operacionais.302 Colaboradores. quer horizontal. | 2014 De facto. envolvendo 973 Colaboradores (1. 25 em Angola e 1 em França. A divisão por pilar organizacional é de 23. desenvolvimento e retenção daqueles colaboradores que mais se distingam pelo seu potencial e nível de desempenho. e por se tratar de um movimento de extrema importância para a organização. Quanto à Cultura. foram realizadas 98 acções de formação.2% em Operações e 10. Competências. no futuro próximo.2% em Negócio.8% de mulheres. a área de recursos humanos tem vindo a procurar ganhar competências na gestão dos processos de expatriamento e nas relações e acompanhamento de expatriados.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.198 em Portugal. Nos dois últimos meses de 2014 iniciámos o projecto denominado “SOMOS+” que consistiu na organização de reuniões com toda a população da empresa em Portugal para a divulgação da Visão. No que diz respeito ao talento. A internacionalização do nosso negócio é uma das prioridades estratégicas da SUMOL+COMPAL e. Valores. à identificação. Código de Conduta e políticas transversais e também para fazer o reconhecimento público de todos os colaboradores com mais de 15 anos de antiguidade. iniciámos um percurso de aprendizagem nesta matéria que tem vindo também a ser enriquecido com a gestão de deslocações prolongadas e temporárias de alguns colaboradores.2% de homens e de 38.979 formandos). 78 em Moçambique. A repartição da população da empresa por género é de 61. realizámos no último trimestre de 2014 um inquérito de Clima Organizacional que obteve uma taxa de resposta muito elevada (86%. Nesse sentido. contra 76% em 2010) e com resultados globalmente bastante positivos. 66.650 horas. Nos primeiros meses de 2015 terminar-se-á este conjunto de reuniões que tiveram uma excelente aceitação geral. foi desenhado e implementado nos últimos meses do ano o processo de harmonização da contratação colectiva. No final do ano de 2014 a SUMOL+COMPAL contava com 1. num total de cerca de 9.A. Comunicação & Sustentabilidade procedeu a uma reorganização em que sobressaiu a instituição da figura de Business Partner.

centradas no percurso da Empresa. Tal como em anos anteriores. tal como muitas outras empresas. 7. COMUNICAÇÃO Na SUMOL+COMPAL a comunicação reveste-se de grande importância. mailing interno “Nossas Notícias” e a revista interna trimestral “Frescas”. Em termos externos. Ao longo de 2014. painéis informativos. em condições de trabalho que permitam um verdadeiro sentimento de orgulho por parte dos colaboradores é o grande objectivo da SUMOL+COMPAL em matéria de recursos humanos. A vertente interna da comunicação assenta num amplo e variado conjunto de ferramentas. quer na interna. comportamentos e práticas transversais. reter e desenvolver o talento profissional. procura proporcionar aos seus colaboradores um pacote alargado de benefícios que os apoiem efectivamente e como tal sejam percepcionados. bem como um conjunto de reuniões de acompanhamento de negócio com a presença dos directores e outros gestores da empresa. 30 . tão importante para o renovar de ideias e de conhecimentos que contribuem para o crescimento global de todos aqueles que trabalham na SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL.A. Em 2014 verificou-se um ligeiro aumento do número de referências à SUMOL+COMPAL nos media. temos que ter profissionais com fortes competências. intranet. Em termos de abertura à sociedade. Remunerações e benefícios Numa conjuntura exigente que se tem vivido em Portugal nos últimos anos.2. muito embora também existam acções de carácter institucional. a vida das empresas e dos seus colaboradores implica hoje uma mudança de atitude e uma adaptação a novas realidades em que os aumentos anuais das componentes fixas dos salários serão decerto limitados ou mesmo inexistentes. Atrair.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. os benefícios têm vindo a ganhar uma maior importância numa envolvente laboral em que as práticas usuais em matérias pecuniárias se alteraram de forma substancial. Queremos ser. tem vindo a privilegiar a instituição de remunerações variáveis em função do atingimento de objectivos ou de ganhos comprovados de eficiência e produtividade. as Nossas Pessoas foram sendo permanentemente informadas da evolução dos negócios da Empresa através dos vários instrumentos de comunicação utilizados de forma sistemática: website SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL reconhece e assume a sua responsabilidade social e. de vários escalões etários. De facto. muito empenhados e com elevada capacidade de adaptação à mudança. nomeadamente quando falamos do desempenho da SUMOL+COMPAL e da estratégia de internacionalização. e que garantem não só um incremento no nível de formação e experiência dos jovens. mas também lhes proporcionam um primeiro contacto directo com a realidade empresarial. de acordo com as disponibilidades financeiras e as conveniências a cada momento. 6. a SUMOL+COMPAL tem como política concentrar os seus investimentos na comunicação das marcas. uma empresa de referência em termos internacionais. cada vez mais. o que permite fazer chegar a toda a população as mesmas mensagens e o fomento da criação de uma equipa una e com valores. é importante referir ainda as visitas às nossas fábricas – particularmente as de Pombal e de Almeirim – que proporcionamos a muitos estudantes. S. quer na sua vertente externa. Para isso. em 2014 a SUMOL+COMPAL realizou um Encontro de Gestores. | 2014 parte o recrutamento externo.

pelo produtor do software. um acompanhamento muito próximo e criterioso dos factores de risco associados a esta actividade. A expansão da actividade internacional da SUMOL+COMPAL. Continuou-se a desenvolver e aperfeiçoar o modelo de gestão de embalagens retornáveis iniciado em 2013. A área Jurídica continuou a prestar apoio à actividade corrente e a contribuir para avaliar e suportar. S. A actividade da área de Compras e Ingredientes de Marca focou-se na procura de alternativas inovadoras. Este foi um exercício bastante exigente nesta segunda vertente como consequência dos complexos e relevantes projectos implementados ou em curso. questões de natureza estratégica. storage e equipamento de backup e replicação. Por último. alvo de apertado controlo. do ponto de vista legal. em prazos curtos para produzir outputs relevantes para apoio às decisões. sempre que possível privilegiando os fornecedores geograficamente mais próximos. à semelhança dos exercícios anteriores. mais racionais e sustentáveis. serviço e preço. tratar e analisar uma diversidade de dados. AS NOSSAS ÁREAS DE SUPORTE No respeitante aos Sistemas de Informação. solução essa que suporta os sistemas empresariais em utilização na empresa. o dinamismo e dimensão da operação directa em Angola. em Portugal. dos muitos projectos que foram levados a cabo. o qual tem apresentado resultados muito positivos. com especial incidência sobre as variáveis associadas à gestão do fundo de maneio foi. O segundo projecto foi a implementação de uma nova solução de business warehouse. durante o ano de 2014. nomeadamente através da melhoria das soluções de mobilidade. reforçou-se a actividade de negociação dos novos equipamentos e deu-se início à adaptação da produção. A implementação desta nova tecnologia foi reconhecida com o prémio de inovação no evento mais importante promovido. e no que se refere a projectos ao nível das infraestruturas tecnológicas. cuja operacionalização será o principal projecto a desenvolver em 2015. o aprofundamento das soluções de vendas e distribuição baseadas em tecnologias web. o que permitiu ganhos muito fortes na execução dos relatórios de informação de gestão. obrigou a algumas adaptações em termos de foco operacional e de análise de risco de crédito. | 2014 8. O acompanhamento do equilíbrio financeiro e a gestão de tesouraria. a substituição da base de dados que suporta a principal ferramenta de suporte à decisão. Foi dado um especial enfoque na implementação do projecto da fábrica de Angola. O primeiro projecto concretizou-se na substituição de toda a plataforma de servidores. A equipa de Contabilidade e Fiscalidade esteve directamente envolvida em projectos de teor estratégico para a SUMOL+COMPAL. No que se refere ao desenvolvimento aplicacional. A área Financeira manteve o seu foco no incremento da eficiência operacional e na gestão do nível e custo do endividamento. e do portal de vendas e a extensão da solução de gestão de rotas para a área de vendas. de forma consistente. O suporte às operações internacionais é um enorme desafio para a área de Compras. adequada à conjuntura de mercado actual. Foi necessário recolher. ou seja. 31 .A. A Gestão de Crédito manteve. Os valores bastante contidos de incobráveis registados no exercício confirmam que a política de gestão de crédito tem-se revelado. importa destacar os desenvolvimentos com vista a permitir o alargamento da distribuição a novas categorias de produtos. com uma dimensão pouco comum na história da Empresa. mantendo a sua missão principal de optimizar o custo total dos materiais e serviços com base nos três pilares fundamentais: qualidade. líder mundial neste tipo de aplicações. Para acrescentar valor à cadeia privilegiamos as relações de parceria de médio-e longo prazo e.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o exercício de 2014 ficou marcado por dois projectos estruturantes e com um impacto muito significativo no desempenho da SUMOL+COMPAL. importa também salientar o estudo das soluções tecnológicas para suporte às operações em Angola.

cifrando-se estas em 14. aos vários referenciais em que a SUMOL+COMPAL está certificada e a normativos específicos de clientes. com destaque para os materiais e serviços das fábricas e de marketing de Moçambique e Angola.5%.5%. ISO 14001.2 milhões de euros. uma progressão de 4. com especial relevância no que diz respeito a gastos com marketing.0 milhões de euros. almejando uma melhoria continua e a manutenção das certificações da SUMOL+COMPAL Marcas: ISO 9001.6 milhões de euros.2 milhões de euros.6 milhões de euros. tendo em conta uma avaliação criteriosa dos riscos inerentes. uma evolução positiva de 11. A evolução destes gastos está associada ao incremento da actividade.A. 9. S.1. contrariamente ao verificado em 2013.3%. Esta evolução foi influenciada pela reestruturação ocorrida no ano anterior e pela ausência dos gastos não recorrentes. ao mesmo tempo que acompanhou vários estudos de desenvolvimento estratégico. A rubrica de fornecimentos e serviços externos cresceu 7. alcançando 94. Procedeu-se também à centralização de compra de mais alguns materiais secundários. e reforçaram-se as provisões em 0. o qual abrangeu as áreas de eficiência operacional e controlo interno. Nas operações em Portugal.5 milhões de euros. de operações e de suporte. A margem bruta cifrou-se em 164. Calcularam-se as amortizações de acordo com a vida útil estimada dos bens. | 2014 das embalagens e do transporte das Unidades de Marca de SUMOL para abastecimento das fábricas em Africa. decrescendo 22.1%. destaque para mais projectos de racionalização de materiais de embalagem e energia. Foram reconhecidas perdas de imparidade nas dívidas de clientes e em inventários no valor de 1. Destaque para a conclusão da nova plataforma do sistema de gestão.9%. O valor das prestações de serviços foi de 9. sobretudo.8% em relação ao ano anterior. fruto.8% para 300. A explicação para esta melhoria de margem bruta advém principalmente da referida maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais e da redução do preço de compra de algumas matérias-primas relevantes. OS NOSSOS RESULTADOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS 9. Em consequência das evoluções atrás descritas os resultados operacionais (EBIT) atingiram 27. As vendas cresceram 3. 32 . O preço médio de venda registou uma evolução positiva de 3.1 milhões de euros. permitindo iniciar uma nova fase de revisão dos seus conteúdos.9%. nomeadamente.3 milhões de euros.7%. Rendibilidade Económica e Financeira O volume de negócios ascendeu a 310. de uma maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais de Angola e Moçambique. Mantiveram-se os contactos com fornecedores com o objectivo de estabelecer parcerias para abastecimento de materiais e serviços para os mercados internacionais. representando um acréscimo de 2. Os gastos com o pessoal cifraram-se em 34.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.0 milhões de euros. O Gabinete de Auditoria Interna executou o programa aprovado pelo Comité de Auditoria. decrescendo 1. materiais de marketing e serviços industriais. O nível da margem bruta percentual foi de 52. Efectuaram-se auditorias a processos de negócio. incluindo a sua aplicabilidade nos diferentes fóruns internos dedicados à apreciação e discussão do desempenho. quando em 2013.8%. BRC Food Safety (British Retail Consortium) e AIB International. bem como auditorias de conformidade com normas. Em 2014 o Planeamento e Sistema de Gestão actuou na consolidação do modelo de planeamento e controlo de gestão vocacionado para a internacionalização. a SUMOL+COMPAL operou com uma margem bruta de 51.3 milhões de euros.

4%. altura em que a Empresa divulgou o Relatório e 33 . os juros de financiamento cifraram-se em 16.1 milhões de euros no final do exercício. Os resultados antes de impostos ascenderam a 8. resultante da redução da taxa de IRC. 9. o EBITDA cresceu 2. face ao final do ano de 2013. o que se ilustra através da evolução dos indicadores de fundo de maneio: a evolução favorável do prazo médio de recebimentos de 55 para 51 dias foi reforçada pela do prazo médio de pagamentos de 63 para 70 dias.8% para 1.9% do capital e respectivas prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas à Copagef.9% do capital social e das prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas.6 milhões de euros em 2013.05 euros tendo.8 milhões de euros no fecho do exercício. No mesmo período o PSI Geral desvalorizou-se 21.4 milhões de euros. Após avaliação efectuada aos activos associados ao goodwill e às marcas não se verificou perda por imparidade.9 milhões de euros.2%. Acções SUMOL+COMPAL A acção SUMOL+COMPAL teve o seu primeiro movimento na primeira sessão do ano.5 milhões de euros. uma variação de 6. A permanência média de stocks teve um incremento de 71 para 80 dias.6 milhões de euros. correspondendo a 4.13 euros por acção. Os valores do endividamento líquido encontram-se impactados significativamente pelo valor resultante da venda de 49. o título fechou a 1.2 vezes o cash-flow operacional (EBITDA). no total de 59.4. fruto fundamentalmente. a qual tinha sido contratada em condições mais favoráveis. Este encaixe financeiro ocorrido em 31 de Dezembro de 2014 permitiu à SUMOL+COMPAL.7 milhões de euros. em Portugal. mas sendo penalizados pelo aumento de financiamento de curto prazo que substituiu dívida de longo prazo amortizada.A. S. O imposto do período encontra-se significativamente influenciado pela diminuição do imposto diferido passivo.5 milhões de euros. contra 16. Após o cálculo do imposto do período alcança-se um resultado consolidado com os interesses não controlados de 11. quando se divulgaram as deliberações da Assembleia-Geral e os resultados do primeiro trimestre de 2014. | 2014 O cash-flow operacional (EBITDA) foi de 41.2. Em 2013. O capital próprio aumentou com expressão para os 224.4% do volume de negócios. da aquisição pela Copagef de 49.3. Em activos intangíveis foram investidos cerca de 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Neste exercício houve uma progressão nos resultados alcançados na situação financeira de curto prazo em relação ao exercício anterior. 9.3 em 2012. Este rácio tinha sido de 6. contra 270. no dia 2 de Janeiro de 2014 e registou o último movimento no dia 31 de Dezembro. Neste contexto. em resultado do reforço de stocks de produto acabado em Angola.9 milhões de euros (69%) destinaram-se à aquisição e instalação de equipamentos com vista à melhoria da eficiência produtiva e à modernização de instalações. data da divulgação dos resultados de 2013. terminar o ano com um excedente de tesouraria disponível e aplicado em depósitos. o que reflecte uma valorização de 4.2 milhões de euros em contratos de fidelização de clientes em Portugal.08 euros. Em 30 de Maio. Cerca de 3. No dia 11 de Março.2 milhões de euros. e em 27 de Agosto. Neste exercício. a 1. Situação financeira A dívida remunerada líquida situou-se nos 176.3%. S.7 milhões de euros.9 em 2013 e 8.A. 9.3 milhões de euros no fecho do exercício anterior. correspondendo a 13. o EBITDA tinha sido de 39. no dia seguinte. subido 4. valor que se manteve posteriormente.10 euros. tendo neste dia a cotação fechado a 1. Investimentos O investimento em activo tangível da SUMOL+COMPAL ascendeu a 5. beneficiando de uma dívida remunerada líquida média inferior à do ano transacto.

para a água e para o ar. o que representa um acréscimo de 208. Semelhantes comportamentos verificaram-se em 23 de Setembro. S. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável.06% do seu capital social.039.19 euros no dia 21 de Novembro. No dia 30 de Dezembro de 2014 a Empresa comunicou à CMVM a aquisição à SUMOL+COMPAL Marcas de 1. inerentes à sua actividade industrial. como forma de respeito e preservação do planeta Terra.13 euros. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização.782. correspondentes a 1. 34 . Capital social Tendo como objectivo estratégico contribuir para a Sustentabilidade Económica.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. correspondentes a 4. Face ao ano anterior a quantidade de produto com valor social disponível para donativo. 10. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local.2 Capital natural Contribuir para o desenvolvimento sustentável.12 euros para 1.04% do capital social pelo preço de 1. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. | 2014 Contas do primeiro semestre. a adoptar boas práticas ambientais tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos. Esta aquisição não alterou o número total de acções próprias uma vez que. Naquele período. no entanto. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nos países africanos. com mais de meio milhão de litros de produto doado.061.98 euros em 13 de Janeiro e o máximo de 1. Já na semana seguinte à divulgação dos resultados do terceiro trimestre (13 de Novembro) e da celebração do contrato com a Copagef (14 de Novembro). no final do exercício de 2014 a Empresa mantinha um total de 4. em 2014.17 euros. para efeitos do artigo 325°-A do Código das Sociedades Comerciais.1. tornou possível encerrar o ano. como resposta a situações de emergência social e também como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. aquando da comunicação da assinatura do novo contrato com a Agência Nacional do Investimento Privado (Angola) e em 9 de Dezembro. A SUMOL+COMPAL E A COMUNIDADE 10. 10. não se verificaram flutuações na cotação do título. A cotação do fecho foi de 1. uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. decresceu. Assim. data do anúncio do pagamento de reservas. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais.81 euros por acção. em particular nas comunidades onde estamos inseridos. Social e Ambiental a SUMOL+COMPAL. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo.020 acções. o título registou um mínimo de 0. estas acções já eram tidas como próprias.9% em relação ao ano anterior.813 acções próprias. repartido por 438 entidades sociais. minimizando o impacte ambiental da sua actividade. Consciente das suas responsabilidades a empresa tem vindo continuamente.A.242 acções da SUMOL+COMPAL. registou-se uma valorização do título de 1. Durante o exercício de 2014 foram transaccionadas 1. que foram beneficiadas de acordo com os critérios estabelecidos.

a SUMOL+COMPAL está sujeita a riscos que advenham de uma evolução adversa relacionada com a procura dos seus produtos. A continuação do aumento do consumo privado e um verão com condições climatéricas normais para a época serão determinantes para esta evolução. supervisiona-se.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.444. em 31 de Dezembro 2014. S. PERSPECTIVAS FUTURAS Em Portugal. ambiente económico geral. tecnologias de informação. O desenvolvimento deste ponto encontra-se nas Notas Consolidadas. matérias-primas e energia. 13. É também responsável pelo controlo dos riscos associados aos objectivos estratégicos e operacionais. concentração ou perda de clientes. Desenvolve-se um conjunto de testes. em 31 de Dezembro de 2014. 11. e 9.48 euros na empresa-mãe. deste relatório. o Conselho de Administração propõe a seguinte aplicação dos resultados: Dividendos: 15. A 35 . enquadramento legislativo. foi definida a implementação da ISO 14001 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. 12.658. APLICAÇÃO DOS RESULTADOS Tendo em conta os resultados de 15. | 2014 A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. faz-se uma ampla descrição do modelo de gestão.658. financeiro e de operações e acompanha este controlo de forma a obter um grau razoável de confiança em relação à fiabilidade dos dados. riscos de mercado. OS RISCOS DO NOSSO NEGÓCIO O Conselho de Administração é responsável pelo cumprimento de toda a legislação quer geral quer de aplicação específica à indústria de bebidas. referidas nos pontos 2. em 2014. O Grupo tem um sistema de controlo estruturado num reporting económico.444. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e mais uma vez foi obtida. reputação da SUMOL+COMPAL e riscos ambientais.48 euros Esta proposta é fundamentada pela mais-valia e pelo nível de liquidez geradas na alienação da participação na SUMOL+COMPAL Marcas. No decurso normal do negócio.A. que é parte integrante dos documentos de prestação de contas. na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS.3. bem como pelo financiamento da SUMOL+COMPAL. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. esperamos que em 2015 os mercados de bebidas de alta rotação retomem um padrão de crescimento. exercese controlo e quando necessário tomam-se medidas correctivas. MODELO DE GESTÃO No Relatório sobre o Governo da Sociedade. O desenvolvimento das matérias relacionadas com a gestão do Capital Social e do Capital Natural da SUMOL+COMPAL encontra-se nas Notas Consolidadas. concorrência. retenção de talentos. 14.

26 de Fevereiro de 2015 36 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Às Autarquias e Comunidades onde desenvolvemos directamente as nossas operações pelo interesse e envolvimento nas nossas actividades. em Portugal. o nosso principal mercado internacional. pela colaboração no desenvolvimento do projecto industrial em Angola. um volume de negócios ligeiramente superior ao de 2014. a SUMOL+COMPAL planeia atingir. S. Continuaremos a fazer uma aposta especial nas nossas marcas e na inovação. estimamos que em 2015 o volume de negócios e a rendibilidade operacional da SUMOL+COMPAL sejam moderadamente superiores aos verificados em 2014. permitindo transformar anos exigentes em momentos de criação de oportunidades. e este ano. à Copagef pelo investimento realizado na SUMOL+COMPAL Marcas. Aos Fornecedores por responderem às nossas necessidades. mantendo um nível de vendas semelhante ao do ano anterior. Por outro lado. estará dependente de assegurarmos rapidamente capacidade de produção local. em especial. Face à recente legislação angolana que restringe muito a importação de bebidas de alta rotação. Neste contexto. Aos Colaboradores da SUMOL+COMPAL que lhe devotaram dedicação e competência. AGRADECIMENTOS A actividade exercida pela SUMOL+COMPAL neste ano só foi possível com o contributo de um conjunto vasto de entidades a quem são devidos os seguintes agradecimentos: Aos Accionistas pela confiança que depositaram na SUMOL+COMPAL. a capacidade de satisfazermos a procura pelas marcas da SUMOL+COMPAL. Às Associações do sector por constituírem um fórum privilegiado de reflexão e de defesa dos nossos interesses. | 2014 SUMOL+COMPAL manterá um ritmo apreciável de inovação e de comunicação das marcas cujas imagens foram recentemente renovadas. Aos nossos parceiros PepsiCo Beverages International. Em simultâneo. Aos Consumidores e Clientes das várias marcas da SUMOL+COMPAL por nos distinguirem com a sua preferência. Carnaxide. 15. Tendo em conta o acima referido.A. Ao Conselho Fiscal e ao Revisor Oficial de Contas pelo acompanhamento construtivo que sempre nos dispensaram. Contudo. Angola e Moçambique pelo apoio prestado à actividade da SUMOL+COMPAL nos respectivos países. Unilever-Jerónimo Martins e Grupo Damm pelo apoio e cooperação demonstrados no desenvolvimento das suas marcas e à Genius. continuaremos a procurar identificar parcerias estratégicas que contribuam para a consolidação do negócio em Portugal. Aos Organismos Oficiais de Portugal. uma vez que estamos convictos que são pilares fundamentais para a criação sustentada de valor. e em particular aos Agricultores de Portugal. bem como da nova imagem de SUMOL que será apresentada no primeiro semestre do ano em curso. Temos a expectativa de aumentar as vendas nos mercados internacionais. o forte conhecimento e presença que a Copagef (o novo parceiro na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas) tem em diversos mercados africanos deverão contribuir para a entrada das nossas marcas nalguns desses mercados. este crescimento estará muito dependente da evolução das vendas em Angola.

13. 6. 12. In accordance with Article 508-C(6) of the Commercial Company Code. 11. S. 14. 4.A. 9. this report shall be deemed to constitute the annual company report. Introductory Note The Year in Review Our Brands Our Markets Our Operations and R&D Our People Communication Our Supporting Services Our Financial Results SUMOL+COMPAL and the Local Community Management Model Business Risks Distribution of Income Future Outlook Acknowledgment OUR VALUES Dear Shareholders. It is with great satisfaction that we hereby submit for your perusal the annual company report and consolidated financial statements and the corresponding annexes in accordance with the legislation in force. 7. 3. 10. 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 5. 8. 15. 37 . | 2014 1.

the company‟s vision and mission were reviewed and a set of winning aspirations adopted. and the Republic of Angola.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. the macroeconomic conditions remained very uneven. Heavy investment in strategic brand management was continued. In Europe. S. hydration. The report follows the guidelines of Global Reporting Initiative's G3 benchmark (an international benchmark for reporting the economic. The COMPAL brand‟s new architecture and image were introduced. the commitment to sustainable development and unique brands which entice consumers by their flavour and the science and artistry which are put into making them. Nevertheless. 2. THE YEAR IN REVIEW The Portuguese economy saw positive growth in 2014. which will be larger than the 38 . Under this agreement. certainly heavily influenced by greater household confidence and rising employment. Therefore. vegetables and water as indispensable sources of nutrition. Turnover for Portugal and the international markets combined stood at €310 million. The defining of the company‟s vision bolstered the conviction that “working with fruit. Work was undertaken on developing the positioning of the SUMOL brand. in particular. INTRODUCTORY NOTE This annual report contains a clear and accurate analysis of the development of the business.A. performance and position of SUMOL+COMPAL. after three years of contraction. SUMOL+COMPAL achieved a total figure of €221. in the aim of achieving a more sustainable future for our company and society.9%. In 2014. investment will be made in a plant. | 2014 1. we tried to focus on those that effectively measure the greatest impact of our operations in terms of economic. In selecting benchmark indicators for assessing performance. with estimates of GDP growth of 0. The company‟s mission statement now unequivocally expresses the strong international ambitions of our fruit and vegetable drinks. the value of sales in international markets rose to €88. 2.6 million for sales and services in the Portuguese market. In the context of strategic planning.2% up on the preceding year.0% higher than the preceding year. The African economies in general continued to show significant growth. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge” and that “we aspire to ensure that wherever SUMOL+COMPAL is present. consumers can enjoy our brands every day and benefit from the contribution they make to their wellbeing”. social and environmental performance of organisations which we are committed to following as members of the Business Council for Sustainable Development (BCSD Portugal)). An addendum to the investment contract was signed between SUMOL+COMPAL Angola. 2. a mild summer. Private consumption was the component which registered the greatest percentage increase. The report portrays both the impacts of our past actions and the foreseeable consequences of the initiatives we continue to implement. a company incorporated under Angolan law. 3. In SUMOL+COMPAL‟s key international markets. represented by the National Private Investment Agency (ANIP). social and environmental sustainability. in which the total investment was raised to US$51 million. economic growth was in general below 2%. it is estimated that the value and the volume of the refreshing beverages and water markets were similar to those of the previous year.4 million. And consumer surveys were conducted in various countries in Europe and Africa. The Angolan economy grew by 4-5% and Mozambique by 7-8%. The positive contribution of the macroeconomic context to growth in the beverages markets was countered by a long winter and.8% higher than the preceding year.

for example. Global trends In the Old World. 3. as well as improving the quality of life during those extra years. and even in developing markets this trend is very visible. some movements have emerged which are challenging this dependency by refuting social networks and demanding greater protection of personal data. in which the decoding of a brand‟s identity using imagery is preferred. both in retail and catering. At the end of the year. a company until then wholly owned by SUMOL+COMPAL. Exacerbated by instant communication on social networks. SUMOL+COMPAL faces a major challenge in terms of demographics.A. with conventional mass-media solutions looking increasingly insufficient to ensure adequate information. spend their free time and relate to one another. OUR BRANDS 3. An example of this is the penetration of smartphones in some African countries and the number of people accessing the internet through this type of equipment. There has been a substantial increase in the supply of food. | 2014 one originally planned. The focus placed on a healthy diet has become widespread as a mean of fighting disease and raising average life expectancy. half of the population is aged under 15 and is very optimistic about the progress and growth experienced by the country. In response to 39 . In developing countries. Whilst in Europe this involves understanding population ageing and its inclusion in its brand management. deeply impacting upon the way consumers live. the challenge of changing the paradigm in brand communication is becoming more acute. and with sufficient flexibility to ensure that local strategies can create a close bond and affinity between brands and consumers.9% of the share capital of SUMOL+COMPAL Marcas. nectar and soft drink brands under SUMOL+COMPAL Marcas. corresponding to a growing aspiration amongst consumers for nutritious food. In Angola. Mobility is the mark of the new digital age. new technology continues to be introduced at an inexorable pace.1. namely Africa. as well as subject to greater loss of anonymity and privacy resulting from the recording and sharing of their day-to-day lives. the internet and social networks are a gateway into a world of borderless possibilities. By polarising the strategic management of its business between the Old and New World.2 million. above all at the level of experiential immersion. This technological revolution is creating an entire series of new challenges in brand management and expectations concerning how it is developed. in Africa the opportunity involves understanding a young population and responding to its needs. with all the social and economic changes this entails. language has become gradually more visual and less verbal. were sold to Copagef (Castel Group). mainly driven by small groups of users. This transaction was completed for a total of €88. to produce and package juice. operating also as a powerful ally in movements challenging the political status quo in defence of human rights. while maintaining close family ties and a strong community spirit.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. This trend has an interesting parallel in the New World. Simultaneously. work. From this operation SUMOL+COMPAL registered a capital gain of €15. shares and respective additional benefits representing 49. developing product loyalty. This underlines the importance of a global and cross-cutting strategic approach based on specific consumer information. where poor literacy has placed the emphasis on an essentially visual approach. where consumers are more dependent on technology. The expectation is that this change in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas will contribute in the coming years to a significant development in the company‟s main brands in several African markets. S. In the Old World. emotional attachment with consumers and their consequent product loyalty. a company incorporated under French law and based in Paris.2 million.

dehydrated fruit snacks. as opposed to easy and instant solutions to reduce calories. There is greater rejection of highly processed foods. but also a readiness to spend more when the product in question is unique and exceptional. Naturalness refers to the health benefits naturally present in food (e. The food industry has taken an increasingly pro-active stance towards finding appropriate solutions. public opinion in the northern hemisphere has become ever more aware of news condemning this natural raw material. olive oil. the launch of the new architecture and image of the COMPAL brand. which. and the bolstering of the international scope of our main brands. fruit pulps and cereal bars. has forced a redefining of the relationship with food and moments of consumption. both at the level of strategic reflection and its implementation.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. More pragmatic consumers. Within the framework of these new habits. but nevertheless this is roundly surpassed by the demand for flavour. fruit. even though much of the negative perception is based on studies of dubious credibility. with some in the scientific community adopting almost fundamentalist standpoints. 40 . which can also be seen in the restaurant trade and in breakfast too. | 2014 worrying statistics and predictions about obesity and other illnesses.g. milk). The public debate has hardened in tone. Notwithstanding the objection to sugar. more simple formulations and “clean” labelling. tea. the progressive attack on sugar in the so-called Old World is notorious. considered one of the main causes of obesity and chronic non-communicable illnesses. despite resolving the issue of calorie content. colour and texture. consumers today prize balanced eating habits. 3. The subject becomes even more complex with the objection to artificial sweeteners. there is space for indulgent options. such as individually packed biscuits. it is also true that those which best take advantage of the opportunity can generate higher prices and better profitability. within the context of a recessionary economic climate throughout the whole of Europe and Portugal. If flavour remains a determining factor in the success of drink options. fat and salt. government authorities are intensifying campaigns to raise awareness about foods rich in sugar. in the form of commitments to self-regulation. with pleasure being valued as a determining factor in wellbeing and happiness. a total rethinking and subsequent decision on the development of the positioning of the SUMOL brand. It also means fewer ingredients. New and convenient packaging systems are decisive in developing this market opportunity. In this second year of the organisational model introduced in 2013 (overall strategic marketing and local market units). aroma. investment in consumer insight was significantly boosted in various countries. The evolution of our brands The year 2014 was marked by four important factors at SUMOL+COMPAL: a focus on the overall strategic management of its brands based on consumer information. Amongst the various trends in food with an important media profile. There has been an emerging fusion between drinks and snacks. are not universally lauded in terms of their impacts on health. The demand for naturalness and the benefits of natural foods is seen as the most important trend in food. leads to a lower willingness to test price options when there is little differentiation. decisive characteristics in contemporary purchasing and consumption patterns. in the aim of enhancing the design of truly international and enduring brand positioning platforms from a customer-centric approach.2. The new concepts of healthy snacking. Whilst in the New World the instant energy boost that sugar provides is recognised. S. and the application of tax on products with a high sugar content is comparable to that on tobacco and alcohol. This trend has put various previously distant categories into competition.

41 . and the start up of innovative projects specifically aimed at markets outside Portugal. and based on insights and specific opportunities. with content on the origins and history of the fruit. “naturalness” and “narrative” as the main factors creating relevance and differentiation. The brand‟s big idea is founded on the pillars of “unique taste”. The redesign of all of the brand‟s packaging in all of its markets as part of the launch of its new image involved a marketing effort which drew very heavily on the company‟s organisational and financial resources. COMPAL This brand was strategically repositioned in 2014. all made from squeezed fruit and without the use of concentrate. also featuring several new flavours (Mediterranean Orange. such as the “pulpmeter”. as well as a change in the formulations of COMPAL VITAL and COMPAL LIGHT (replacing artificial sweeteners with stevia). The repositioning process was accompanied by new flavours. such as Magdalene Mango. namely Angola. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars. enhanced by “Fruitology” as the brand‟s essence and raison d’être. closer visual connection between the different ranges. in line with the simplification of the brand architecture. providing relevant information for customers and differentiation.A. and in which the narrative of “Fruitology” and non-use of concentrate are intrinsic factors in the brand‟s positioning and message. S. | 2014 Also worthy of note are the following: consolidation of the international brands portfolio. Colombian Mango and multi-fruit nectars). The first products arrived in shops in April as the result of a demanding and complex process of visual transformation: a new logo consisting of the “COMPAL tree”.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. In tandem. not only in terms of labelling (languages and legislation) but also based on marketadapted content. namely at COMPAL. the introduction of proprietary symbols. an international range was newly created. and the reinforcing of the narratives of flavour. The focus on fruit from the tree and naturalness as the main factors of competitive advantage were central to the entire approach.

After an intensive international customer survey. focus was given to consolidating COMPAL ESSENCIAL KIDS by investing in marketing and shops. whose Academy accepted another twelve trainees for its second programme.A. several specific products were developed for the Angolan market to reinforce the brand‟s affinity with local consumers through a more relevant discourse. academic. Mention should also be made of the COMPAL Fruitology Centre (CFC). Also of note was the launch of a new addition – Peas with Carrots – to the COMPAL vegetables range. The brand‟s re-launch is aimed at making it more international. besides the introduction of a new identity. SUMOL The year was marked by the celebration of the brand‟s 60th anniversary and by a major strategic rethink. The three who submitted the best fruit growing projects were presented with a monetary prize to help significantly with the project‟s implementation. | 2014 In addition. The CFC is a truly unique project in Portugal because it brings together entities from the farming sector – public and private. which the brand continued to nourish. It helps to foster entrepreneurship and the ambitions of a new generation of fruit growers. namely by launching a collectible range of figures from kids‟ stories towards the end of 2014. The concept has a lot of potential for growth. S. a really exciting and complex challenge for one of Portugal‟s most iconic 42 . business and associative – around the common purpose of enhancing and promoting Portuguese fruit.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. it was possible to design a new strategy for the future for introduction in 2015. In the case of COMPAL ESSENCIAL. aimed at the Cape Verde market. which set the theme for their packaging.

The countless projects under development herald an even more promising future. without losing any of the brand‟s necessary personality and distinctiveness. explain its excellent performance. one of its most effective marketing platforms. particularly outside Portugal. The new positioning pushed the brand to create and appropriate a new segment of bottled Lemonades: B!monadas. After COMPAL in 2014. where it had a very positive year in 2014. 43 . Besides original Lemonade which already existed in the B! portfolio. The first example will be launched in Angola in 2015. It was possible to put some of the conclusions from this rethink into practice in 2014. A new character. more vibrant and exciting. Tamburu. which was the exclusive objective of the brand‟s communication efforts in 2014. it is now SUMOL‟s turn to lay the foundations for a new chapter in 2015. Red Fruits and Pineapple. more group-oriented and focused on living life to the fullest. It represents an opportunity in various countries. B! This brand was also repositioned in 2014 with a more consistent and enduring image to give it greater growth potential. and progressing to China. involved since its development in a 360-degree concept. UM BONGO is a highly relevant and distinct brand in the children‟s segment.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. The entire visual and graphic identity of the packaging was redesigned in the aim of creating a range focused on the new concept of B!monadas. Investment in the brand was especially focused on the launch of the new Tum-Tum Mango flavour. It was thus important to move B! closer to the benchmarks of the soft drinks market to generate higher volumes. UM BONGO Recognising the brand‟s potential to continue growing in the future. and the new flavour‟s association with the brand‟s musical element.A. | 2014 brands. a lot of work was put into developing innovative flavours. thus partly bringing forward the brand‟s new relationship with its consumers: more emotional. namely Strawberry. S. beginning with Angola. younger and more active. In preparing its international repositioning. other flavours were developed.

It is hoped to empower all employees to analyse their work critically and to contribute to the design and implementation of more effective and efficient solutions. according to AC Nielsen.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.3 DISRUPTIVE INNOVATION AT SUMOL+COMPAL Innovation remains one of the company‟s strategic focuses and 2014 confirmed this. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Through its continued stable growth. The idea behind this project is to create a relationship and direct dialogue with the consumers of the company‟s brands. S. 4. the management of ÁGUA SERRA DA ESTRELA in Portugal has been an important portfolio asset in the beverages market. The use of management indicators based on innovation capacity performance was consolidated. The brand is considered to have growth potential under a new strategy and a new international marketing drive. with a market share similar to the previous year. an essential pre-condition for safeguarding and reinforcing their ability to compete by strengthening value and relevance. During 2014. rising to 256 million litres. and assessed at the internal level and on results achieved in the market. By a process of focusing. especially in its most financially interesting aspect: out-of-home consumption. the company changed its pricing and promotional strategy for some of its brands to increase penetration in Portuguese homes and purchasing frequency.1 Portugal SUMOL+COMPAL increased its sales volume in Portugal by 4%. In the modern trade channel. We continued to deepen customer segmentation processes. SUMOL+COMPAL attracted important new customers and broadened its portfolio in the HoReCa channel. if successful. investment in the brand was small but centred on tactically protecting its position. efforts continued to foster a broad-based culture of innovation. 3.6% at €212 million. Work continued on developing the project to establish a closer relationship with final consumers – the “Mercado do Bairro” digital platform – which continued to trial a new organisational operating model and successfully served a limited audience. the result of which was to ensure stable sales volumes.A. 44 . Continuity was given to the process of synchronising information and commercial policies within the distributor network. The SUMOL+COMPAL portfolio maintained its leadership of refreshing beverages and water. In the belief that opportunities for innovation exist throughout the company‟s operations. Other innovative projects are simultaneously under development which. OUR MARKETS 4. will allow SUMOL+COMPAL to extend its range of products and to explore new opportunities and areas with final consumers. increasing the effectiveness of its investments in trade marketing aimed at protecting consumption of its brands. | 2014 FRIZE 2014 was a year of stability for FRIZE. with net sales up 4. allied to a minimum allocation of resources. Establishments continue to close in the catering sector as a result of the decline in consumption in this channel.

4 million. totalised 69. among which stand SEVEN UP.2% by value. Sales by volume grew significantly. In this continent in 2014 volumes have declined by 7. Luxembourg and the UK. The positive performance in the Portuguesespeaking markets – Cape Verde. stronger competition and lower stocks of SUMOL amongst the main importers. ANTARCTICA. but are still far below installed capacity. which with a heavily reinforced local team will develop the company‟s business in the country. The company‟s products were sold in around seventy countries. bearing in mind the move to local supply. 4. COMPAL. DAMM e TAGUS. Sales in other African markets were down. International Markets Sales in international markets grew 2. Of note were the good results achieved in mainland China where the company continues to make important gains in sales. Partnership projects were begun in the major West African markets. has a very high growth potential and there is an opportunity to launch or develop other brands. | 2014 The sales of brands represented by the company. led to a fall in sales by volume. Swaziland and Madagascar. Africa The main source of SUMOL+COMPAL sales outside Portugal is Africa. PEPSI. The year also saw the first exports of products from the Boane plant to South Africa. Our main brand in this market. S. The Southern African Development Community (SADC) represents an important beverages market and one of the goals of SUMOL+COMPAL Moçambique is to explore export opportunities to these markets.1 million litres. rising to €88. sales remain weak in the main European economies.2. Other Markets In its other markets.A. higher customs duties. In Angola. mainly in the Maghreb and Central Africa. from which it is hoped to achieve positive results in the first half of 2015. Despite this. 45 .2%. SUMOL+COMPAL sales continued their upward trend.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. LIPTON. This was due to a positive performance in France. SUMOL+COMPAL Angola was incorporated. Europe Sales in the European market were up relative to 2013. This volume does not include the filling services which were below the figure registered in the previous year. Guinea Bissau and São Tomé – were insufficient to counter the difficulties elsewhere. In tandem with this. covering around 30 countries. SUMOL+COMPAL Moçambique ended its second year of development in 2014.

The use of sweeteners instead of sugar was extensively studied and led to the replacement of artificial sweeteners for stevia extract across the whole COMPAL low-calorie range. over 2. If the reintroduction of this crop in Portugal is successful. 5. Research and Development The Applied Research area continued work on two multi-annual projects. The main contributors to this were grape and apple concentrates. In addition we kept promoting the incorporation of Portuguese juices and fruit concentrates purchased to agri-food companies installed in Portugal. At the international level. after its lack of availability for over 10 years. The Fruit in our Beverages 25. S. 5.4. which returned to levels close to their historical averages after a period of peak prices. which achieved its best result ever. SUMOL and UM BONGO flavours tailored for the African and European markets.200 tonnes of fruit and vegetables were processed. in line with the needs of the business.2.A. COMPANY OPERATIONS AND R&D Two business development projects in SUMOL+COMPAL‟s Operations area stood out.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. of fruit farms producing exclusively for SUMOL+COMPAL and the bumper harvest of peaches and pears helped to make this percentage higher than in previous years. established for 2014 in accordance with new quantitative assessment methods. namely the AIB International benchmark at the Pombal plant. foremost amongst which were Magdalene Mango. Although a multiannual cycle of operational optimisation projects was completed in 2013. at both the industrial and logistics level. the training plans and the level of compliance with food safety requirements. with a view to demonstrating the potential of the processes. The food safety goals for 2014 were achieved and in some cases exceeded. with new preventative and control measures introduced. In Portugal. the project to set up the Angola plant was started in the second half of the year. For these projects. Manufacturing Operations Total production volume at SUMOL+COMPAL‟s five production plants rose to 408 million litres. SUMOL+COMPAL will replace processed apricot acquired on the international market with its own. new B! Lemonade flavours and specific COMPAL. which remained scarce and expensive for most of the year and only in the last quarter showed signs that the supply chain was stabilising. the Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) and several biotechnology firms. the distribution network was structured so as to allow other food categories (multicategory products) to be incorporated into beverages distribution. The output. The formulations produced by the Product Development area in 2014 led to various market launches. The percentage of fruit sourced from Portugal was over 60%. Difficult scientific and technological challenges were overcome and promising results achieved at the pilot scheme level. the Operations structure managed to introduce improvements in efficiency in 2014 which brought cost reductions. Quality Assurance and Food Safety Internal and external quality assurance indicators continue to show very positive results. SUMOL+COMPAL has relied on the committed collaboration of the Faculdade de Ciências e Tecnologia of the Universidade Nova de Lisboa. Industrial trials. | 2014 5. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars under the COMPAL label. The overall price of the main fruit raw materials fell in 2014 compared to 2013. 5. Of note was the processing of apricots. due 46 . The Pombal plant was slightly down.000 tonnes. the BRC (British Retail Consortium) Food Safety benchmark at the Almeirim plant.3.1. 5. corresponding to a 1% rise in manufacturing activity. will be conducted in 2015. Contrary to this was the influence of passion fruit concentrate. which earned excellent results again.

the process for harmonising collective bargaining was designed and implemented in the final months of the year. Distribution Network The restructuring of the HoReCa distribution network. Within the industrial structure. a working group was created to concentrate on the project to set up and commence operations at the Angolan plant in terms of equipment. a single collective bargaining agreement (CCT APIAM / PROBEB) will apply to the entire workforce in Portugal. In 2015. | 2014 essentially to a decline in the filling services. since without talented employees a company is unable to adapt to challenges and capitalise on the opportunities it faces at any given moment.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. In 2014. various tools were designed and implemented to identify and monitor matters of importance and priority for the management of company personnel. Finally. HR Management For SUMOL+COMPAL. endowed with specialist and generalist responsibilities. personnel and processes. personnel training and the design of new processes supported on developed IT systems. and because it relates to an issue of extreme importance to the organisation. the personnel management strategy is inseparable from the company‟s overall strategy. developing and retaining talent within its organisation. In 2014. with particular note for Boane.A. Work in this area was based on three strategic pillars: talent. to ensure closer proximity to the organisational structure and personnel and. while all the other plants saw increases.1. to comply with the goal of being operational by mid-2015. S. In the second half of 2014. strengthening the sustainability of the companies providing these services. the engineering plans were completed and contractors hired to build the infrastructure.5. the People. utilities and first pieces of manufacturing equipment. consequently. With regard to talent. 5. Once it was complete. The modernisation of the manufacturing plants continued in 2014 through the acquisition of two new fillers for beverages carton at the Almeirim plant and a new monoblock for filling and seaming cans at Pombal. 47 . OUR PEOPLE 6. developing and retaining employees who most stand out for their potential and level of performance. People are the one factor which differentiate companies today. allowed synergies and greater flexibility of resources to be achieved and the capacity to respond to sales peaks and seasonality to be improved through the increased size of operators. by centralising and rationalising the subcontracted capillary distribution fleet. alongside various smaller investments at all the plants. Communication & Sustainability Department was reorganised and the concept of “business partner” created. the SUMOL+COMPAL distribution network was equipped with the necessary capability to combine beverages with other products. to ensure greater familiarity with the specific circumstances and needs of the various operational areas. In 2014. which registered very substantial growth. SUMOL+COMPAL developed and fine-tuned several tools which will provide it in the near future with structured information enabling more detailed analysis for identifying. internationalisation and culture. 6. distribution services for multi-category products were initiated within the capillary distribution network. so SUMOL+COMPAL pays particular attention to attracting. This implied the installing of new specific equipment at the distribution centres.

a project called “SOMOS+” was begun. Of course. 48 . SUMOL+COMPAL‟s workforce numbered 1. against 76% in 2010) and revealed very positive overall results. in line with financial possibilities and convenience. enabling a broader spectrum of experiences and functional mobility which we consider rewarding at the individual and collective level. With the same objective. in the final quarter of 2014 an organisational health survey was conducted which was answered by a very high proportion of employees (86%.198 were in Portugal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. which in general have been very well received. given its importance in terms of introducing new ideas and expertise that contribute to the overall growth of all those working at SUMOL+COMPAL. The gender split in the company‟s workforce is 61.8% women. 98 training courses were held. hard and soft skills. employee benefits have taken on even greater importance in a labour market in which there has been a substantial change in common wage practices. we encourage internal recruitment as a means of reconciling the development of skills within the workforce. a learning process in this area was begun which has also been enriched by the experience earned and also by managing the long-term and temporary re-deployment of several employees.2% in Operations and 10. has been favouring the use of variable remuneration which tracks the attainment of goals or proven gains in efficiency and productivity. SUMOL+COMPAL. these meetings. both in terms of horizontal and vertical career progression. To achieve this. we need a highly skilled. This consisted of organising several meetings with the entire workforce in Portugal to announce the company‟s vision. In the last two months of 2014. | 2014 The internationalisation of our business is one of SUMOL+COMPAL‟s strategic priorities and therefore the human resources area has sought to gain expertise in managing expatriate processes and in conducting relations and providing support to expatriates. mission. In the early months of 2015. S. retaining and developing professional talent under conditions that give employees a real sense of pride is the company's main aim in the area of human resources. will come to a close. In 2014. 66. therefore. involving 973 employees (1. and totalling around 9. code of conduct and transversal policies and also to publicly acknowledge all those employees who have been at the company for over 15 years. values. like many other companies.A. 78 in Mozambique.979 trainees). We seek to contribute permanently to our employees‟ development. 6.2. The number of employees per each of the company‟s three organizational pillars is as follows: 23.6% in Support. The situation in which companies and employees find themselves today implies a change in mindset and an adjustment in which annual raises in fixed remuneration will necessarily be limited or non-existent.650 hours of instruction.2% men and 38. As far as culture is concerned. We want to be increasingly seen as a leading company in international terms. Compensation and Benefits In the demanding economic environment in Portugal in recent years. seeks to provide its employees with an extensive fringe benefits package that provides real support and is seen to do so. With the start-up of operations at the Boane plant in Mozambique. Attracting.2% in Business. of which 1. fully committed and very flexible workforce. external recruitment is not dismissed. 25 in Angola and 1 in France.302 employees. At the end of 2014. SUMOL+COMPAL recognises and accepts its social responsibilities and.

a world leader in these types of applications. In external terms. as well as a number of business monitoring meetings attended by the company‟s directors and managers. The Finance Department continued to focus on raising operational efficiency and the management of the level and cost of debt. which allows the entire organisation to receive the same messages. and extending the route management solution to the sales department. and as far as technology infrastructure projects are concerned. and the development of a united team with common values. organised in Portugal by the producer of the software. S. namely as regards its performance and strategy of internationalisation. the replacement of the database underlying the main tool supporting decision-making.A. intranet. storage. both at the external and internal level. Finally. whose operationalisation will be the main event of 2015. mention should also be made of the study into technological support solutions for the operations in Angola. In terms of community relations.e. | 2014 7. As in previous years. namely by improving mobility solutions and the online sales site. i. The very low level of irrecoverable debt registered during the financial year confirm that the credit management policy has been consistently suited to current market conditions. providing young people with an extra level of training and experience and also affording them their first direct contact with a real business environment. which enabled very significant gains in terms of producing management information reports. In recognition of the introduction of this new technology. COMMUNICATION At SUMOL+COMPAL. 8. in 2014 SUMOL+COMPAL held a Management Meeting. SUMOL+COMPAL‟s policy is to concentrate its investment on brand communication. 2014 was notable for two core projects with very significant impact on the performance of SUMOL+COMPAL. Internal communication is based on a broad and varied set of tools. behaviours and practices. the company was presented with an award for innovation at the most important event of its type. backup and replication system. with special focus on the variables associated with managing working capital. expanding sales and distribution solutions using web-based technologies. it is also important to note the visits organised to the company‟s plants – Pombal and Almeirim in particular – for students of various educational levels. As in previous years. OUR SUPPORTING SERVICES In terms of IT systems. One consisted of the replacement of the entire servers. Credit management during 2014 maintained a very close and detailed examination of the risk factors associated with the business. required certain adjustments to be made in terms of the operational focus and the analysis of credit risk. the internal mailing service “Nossas Notícias” and our quarterly in-house magazine “Frescas”. of particular note amongst the many projects completed were the developments with a view to enabling the widening of the distribution network to incorporate new product categories. notice boards. were tightly controlled. employees were permanently updated about company developments via the systematic use of our various communication tools: the SUMOL+COMPAL website. The expansion of SUMOL+COMPAL‟s international operations. which provides support to the business systems used by the company. The second saw the introduction of a new business warehouse solution.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. and the dynamics and size of the direct operation in Angola. 49 . we regard communication as vital. financial balance and cash-flow management. As far as application development is concerned. although it also undertakes institutional communication of company developments. Throughout 2014.

Earnings from filling services stood at €9.3 million. wherever possible. aiming continued improvement and the maintenance of SUMOL + COMPAL Marcas certifications: ISO 9001. Work also proceeded on centralising the purchasing of more secondary materials. The Accounts and Taxes team was directly involved in projects of a strategic nature for SUMOL+COMPAL. It must also be stressed the completion of the new management system platform. The Legal Department continued to provide support for daily activities and to assess and support the legality of matters of a strategic nature. efforts centred on establishing medium to long-term partnership arrangements and.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. The average sales price was up by 3. Contacts with suppliers were maintained in the aim of establishing partnerships to supply materials and services to international markets. and which has had very positive results. OUR FINANCIAL RESULTS 9. BRC Food Safety (British Retail Consortium) and AIB International. Factors which explain this increase are mainly the aforementioned greater integration of the value chain in the international operations and the fall in the price of certain key raw materials. packaging and transport from the SUMOL brand plants to supply the plants in Africa was begun. At the same time several strategic development studies were developed. The year was extremely demanding in the latter aspect as a result of the complex and important projects implemented or underway. | 2014 Work on developing and perfecting the management model for returnable packaging begun in 2013.9% to €164 million. S. In the Portuguese operations. The gross margin percentage was 52. Providing support for the international operations is a huge challenge for the Procurement Department. 50 . 9. special mention for more projects to rationalise packaging materials and energy use. using the closest suppliers. Sales grew by 3. The Internal Audit Office executed the programme approved by the Audit Committee.1.6 million. It was necessary to compile. ISO 14001.1%.3%.9%. operational and supporting processes. Profitability Turnover rose to €310 million. the result above all of greater integration of the value chain in the international operations in Angola and Mozambique. while in 2013 it stood at 51. Audits were conducted on business. in particular materials and services for the factories and marketing in Mozambique and Angola. the negotiation of new equipment was strengthened and the adapting of production. continuing its main mission to optimise the total cost of materials and services based on the three key elements of quality. namely the various benchmarks SUMOL+COMPAL is certified for and on customer-specific norms. Special focus was placed on organising the Angolan plant project.8% on the preceding year.8% to €300. In 2014 the Planning and Management System Department focused on the consolidation of the planning and management control model geared towards internationalization. Gross margin climbed 4. including its applicability in different internal forums dedicated to the evaluation and discussion of performance.8%. allowing the launch of a new phase of review of its contents. marketing materials and industrial services.A. To add value to the chain. was continued in 2014. The work of the Procurement Department focused on finding innovative and more rational and sustainable alternatives. process and analyse a multitude of data. down 22. within short periods of time to produce relevant outputs to support decision-making. up 2. service and price. which covered the areas of operational efficiency and internal control. as well as audits on standards compliance. of unusually large proportions in the company‟s history.

2 million in 2013. SUMOL+COMPAL shares were first traded in the year's opening session on 2 January and last traded on 31 December. SUMOL+COMPAL Shares In 2014. when the price closed at €1.2 million. Investments Investment in tangible assets by SUMOL+COMPAL stood at €5.5% to €34. S.3 million in 2013. This cash inflow on 31 December 2014 enabled SUMOL+COMPAL. the consolidated net profit including non controlling interests was €11.5 million from €16.A.6 million in 2013.5% to €94. | 2014 External supplies and services grew by 7.3%). essentially as a result of the acquisition of 49. EBITDA therefore grew €2.7 million. up from €39.8 million at the close of 2014.9% of the capital and associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas by Copagef. illustrated in the change in the working capital indicators: the improvement in the average collection time from 55 to 51 days was boosted by the rise in the average payment time from 63 to 70 days. After computing the taxes for the period.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Around €2.9 million. This was influenced by the restructuring in the preceding year and the absence of non-recurring costs. 4. 9. 13. to close the year with a deposited cash surplus of €59. S. The results achieved in the short-term financial situation this year were better than in 2013.4% of turnover. The change in these costs is associated with greater activity. Personnel costs fell 1. unlike in 2013. EBIT stood at €27.9 million (69%) was allocated to the acquisition and installation of equipment to improve production efficiency and modernise facilities in Portugal.2 million was invested in intangible assets in exclusive client contracts in Portugal. Shareholders‟ Equity was significantly increased to €224.5 million (+6. 9. The figures for net debt were significantly impacted by the proceeds from the sale of 49. After assessing goodwill and brands.3 million. benefitting from lower average net interest-bearing debt than in the past year. An impairment loss in customer debts and inventories of €1.2 million. Earnings before taxes climbed to €8.6 million.7%.2 times EBITDA. with particular mention for expenditure on marketing.1 million at the end of the year. Interest charges on financing in 2014 fell to €16. This ratio stood at 6.5 million. which amounted to €14. after careful evaluation of the risks involved and an increase in provisions by €0.9 in 2013 and 8.3.9% of the share capital and respective associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas to Copagef. Tax for the period was significantly influenced by the drop in deferred tax liabilities.6 million. This represented a 51 . against €270.3 in 2012. Around €3.A. no impairment loss was observed. but penalised by the cost of short-term financing which replaced long-term amortised debt at a more favourable interest rate. Depreciations and amortizations were calculated according to the estimated working life of company assets. a rise of 11. 9. stemming from the reduction in the corporate tax (IRC) rate.7 million. Financial Situation Net debt was €176.13 per share.4.4 million. EBITDA stood at €41. As a result of the above. The average storage time for stocks rose from 71 to 80 days as a result of the boosting of stocks of finished product in Angola.1m was allocated.2.

promoting healthy lifestyles.2. at the announcement of the signing of a new agreement with the Angolan National Private Investment Agency (ANIP). when the results for 2013 were announced. SUMOL+COMPAL focused on greater social involvement in African countries. corresponding to 1. up 208. in 2014 it continued its action plan to promote sustainable development at three levels: reducing the environmental impact of its operations. On 30 December 2014. in particular in those communities where it is based. In the week following the announcement of the results for the third quarter (13 November) and the signing of the contract with Copagef (14 November). Shares traded at a low of €0. From January to December 2014. in the commitment to promote responsible environmental behaviour.17.4% rise in value on the price of €1. Conscious of its responsibilities. as well as pollution prevention. the share price stood at €1. However.039. 52 . the PSI Geral market index fell by 21. | 2014 4.9% on 2013. On 30 May.782.12 to €1. On 11 March. S. when the decisions of the Annual General Meeting and the results for the first quarter of 2014 were made public.242 SUMOL+COMPAL shares were traded. these shares were already considered to belong to the company. At the end of 2014. the company informed the Portuguese Securities Commission (CMVM) of its acquisition of 1. and cooperating with the local community. 1.04% of the share capital.813 own shares. Natural Capital To contribute to sustainable development by minimising the environmental impact of its activities. Compared to 2013.A. at a price of €1.06% of its total share capital. This did not alter the total number of own shares held since. therefore. the company had a total of 4. rising 4.05. corresponding to 4. in compliance with pre-defined criteria. the share price rose from €1. social and environmental sustainability.81 per share. 10. is one of the strategic goals of SUMOL+COMPAL‟s sustainability policy. It behaved similarly on 23 September. Social Capital Since one of SUMOL+COMPAL‟s strategic objectives is to contribute to economic. In line with its strategic aim to internationalise. the amount of the company‟s products donated fell. SUMOL+COMPAL AND THE LOCAL COMMUNITY 10.10. more optimised management and the decentralisation of some support ensured that at the close of the year over half a million litres of product had been donated amongst 438 social organisations.98 on 13 January and a high of €1. and on 9 December when the payment of reserves was announced. for the purposes of Article 325-A of the Commercial Company Code (CSC). During 2014.19 on 21 November. the share price remained steady. the company has continuously adopted good environmental practices in the aim of improving its environmental performance and focused on the rational and sustainable management of resources. where it remained. namely by reducing its consumption of water and energy at its manufacturing plants.1.13.020 shares from SUMOL+COMPAL Marcas. as a response to social emergencies and also as a means of acknowledging the market‟s preference for its brands. At the close it stood at €1.061.8% the following day to €1. and on 27 August.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.08 at the close in 2013. when the company published the Report for the first half of the year. 10.2%.

DISTRIBUTION OF INCOME Bearing in mind the parent company's earnings of €15.444. once again.3.A. it was decided to implement ISO 14001 to ensure environmental management system certification in 2016.658. market risks. the general economic situation. MANAGEMENT MODEL In the report on corporate governance. exercises control and when necessary takes corrective measures. the company's management model is described in detail. information technologies. It conducts tests.48 This proposal is justified by the capital gain and the cash liquidity level generated by the sale of a participation in the capital of SUMOL+COMPAL Marcas. Matters related to the management of SUMOL+COMPAL‟s social and natural capital can be found in the Consolidated Notes as of 31 December 2014. water and air stemming from its manufacturing operations as a means to respect and preserve the planet. It is also responsible for controlling risks associated with the strategic and operating objectives as well as the financing of SUMOL+COMPAL. 13.48. SUMOL+COMPAL will continue to make a substantial 53 . as of 31 December 2014. FUTURE OUTLOOK We expect the fast moving beverages markets in Portugal in 2015 to reverse the downward trend of recent years. of this report. the legislative framework.444. which is an integral part of the management report and financial statements. 11. the Pombal plant managed to renew its EMAS registration. | 2014 This commitment is based essentially on prevention and concern for reducing water and energy consumption and careful management of waste and emissions into the soil. st This point is developed further in the Consolidated Notes. competition. In view of the Gouveia plant‟s solid and consolidated environmental performance. and 9. S. concentration or loss of customers. the Board of Directors proposes the following application: Payment of dividends: €15. The SUMOL+COMPAL Group has a system of control based on economic. raw materials and energy.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. financial and operations reporting and oversees this control in order to achieve a reasonable degree of confidence as regards the reliability of the data. 14. referred to in paragraphs 2. its reputation and environmental risks. In the normal course of business. Analysing and monitoring the environmental performance indicators for 2014 show that all legal obligations at SUMOL+COMPAL‟s facilities were complied with and. supervises. SUMOL+COMPAL is subject to risks from adverse changes in demand for its products. BUSINESS RISKS The Board of Directors is responsible for complying with all general and beverages industry specific legislation. talent retention. 12.658. The continued growth in private consumption and normal weather for the summer season will be crucial to this.

The trade associations for their role as prime forums for discussion and defence of our interests. S. this growth will be highly dependent on the state of sales in Angola.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Our suppliers. Carnaxide. Official organisations in Portugal. for their trust in SUMOL+COMPAL and. The Supervisory Board and Statutory Auditor for their constructive oversight. in particular this year. for their support of The local authorities and communities where our operations are based for their interest and involvement in what we do. will depend on the ability to ensure sufficient local production capacity quickly. whose image has recently been refreshed. Unilever-Jerónimo Martins and Grupo Damm for their brand development support and cooperation and Genius for its cooperation in developing the manufacturing project in Angola. 26 February 2015 54 . The expertise of Copagef (SUMOL+COMPAL‟s new partner in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas) and its presence in various African markets should help in the introduction of our brands into some of these markets. our capacity to satisfy demand for SUMOL+COMPAL brands. However. SUMOL+COMPAL's employees. Angola and Mozambique SUMOL+COMPAL‟s operations in their respective countries. At the same time. In this context. and maintain high sales similar to 2014. | 2014 investment in innovation and marketing of its brands. In view of recent Angolan legislation restricting the importing of fast moving beverages. we shall continue to try and identify strategic partnerships which contribute to the consolidation of the business in Portugal. and in the new image of SUMOL. who through their dedication and ability helped to turn difficult moments into the creation of opportunity. since we are convinced that these are the key to the sustainability of value creation. and in particular Portugal's farmers. our main international market. for responding to our needs. 15. We expect higher sales in international markets. We shall continue to place a special focus on our brands and on innovation. which will be unveiled during the first half of the current year. Copagef for its investment in SUMOL+COMPAL Marcas. SUMOL+COMPAL plans to achieve a slightly higher turnover this year than last in Portugal.A. The consumers and customers of SUMOL+COMPAL's various brands for their continued loyalty. Bearing in mind the above. we estimate that SUMOL+COMPAL‟s turnover and operational profitability in 2015 will be moderately higher than in 2014. Our partners Pepsi-Cola Beverages International. ACKNOWLEDGEMENTS SUMOL+COMPAL's achievements during this year could only have been possible thanks to the contribution of a great many people and organisations to whom we owe a debt of gratitude: The shareholders.

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448.551.737.54 564.092.63 Caix a e depósitos bancários / Cash and cash equivalents 13 63. 15 e 39 / 3.781.685.354.092.651.743.11 Passiv os por impostos diferidos / Deferred tax liabilities 32 63.220.555.199.57) 5.76 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar / Long-term trade debts payable 17 e 18 / 17 and 18 8.00 269.54 564.42 64.269.957.433.892.688.265.161.500.86 Tangív el / Tangible 6 e 39 / 6 and 39 63.95 33.95 Equiv alentes a caix a / Cash equivalents 13 13.315.416.849.00) (4.500.45 Outros passiv os financeiros / Other financial liabilities 24 19.437.370.28 PASSIVO / LIABILITIES PASSIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT LIABILITIES Empréstimos de longo prazo / Long-term bank loans 16 e 17 / 16 and 17 196.920.052.637.418.532.14) 224.55 TOTAL DO PASSIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT LIABILITIES TOTAL DO PASSIVO / TOTAL LIABILITIES 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO / TOTAL EQUITY AND LIABILITIES As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.448.63 28.06 Activ os por impostos correntes / Assets for current taxes 11 4.358.194.020.004.636.454.093.93 288.23) Ex cedentes de rev alorização / Revaluation surpluses 14 14.594. 15 and 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO / TOTAL EQUITY (20.33 Dív idas comerciais de longo prazo a receber / Long-term trade debts receivable Outros activ os não correntes / Other non-current assets Activ os por impostos diferidos / Deferred tax assets TOTAL DO ACTIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT ASSETS ACTIVO CORRENTE / CURRENT ASSETS Inv entários / Stocks 9 e 39 / 9 and 39 31.43 Dív idas comerciais de curto prazo a receber / Short-term trade debts receivable 10 51.30 Passiv os por impostos correntes / Liabilities for current taxes 22 5.448.952. S.696.490.279.92 4.825.126.058.43 Alterações nos interesses / Changes in interests 14 34.938.22 625.950.595.00 (4.184.201.798.00 71.551.81 433.720.00) TOTAL DO ACTIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT ASSETS TOTAL DO ACTIVO / TOTAL ASSETS 39 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Notas EQUITY AND LIABILITIES Notes CAPITAL PRÓPRIO / EQUITY Accionistas da empresa-mãe: / Parent company equity holders: Capital / Share capital 14 Acções próprias (v alor nominal) / Treasury stock (nominal value) 1 e 14 / 1 and 14 Acções próprias (descontos e prémios) / Treasury stock (discounts and premiums) 14 (494.121.923.475.393.24 36.991.01 8 1.453.41 28. 2014 and 2013 amounts stated in euros ACTIVO Notas ASSETS Notes 31-12-2014 31-12-2013 ACTIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT ASSETS Goodw ill / Goodwill 4 e 39 / 4 and 39 113.72 113.813.938.50 288.061.723.252.22 9.40 56.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000.91 12.612.126.17 16.853.07 TOTAL DO PASSIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT LIABILITIES PASSIVO CORRENTE / CURRENT LIABILITIES Empréstimos de curto prazo / Short-term bank loans 17 e 20 / 17 and 20 31.31 144.051.453.881.194.72 Intangív el / Intangible 5 e 39 / 5 and 39 286.903.35 67.13 2.186.194.65 Outros inv estimentos financeiros / Other investments 7 e 39 / 7 and 39 69.462.294.A. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 57 .78 Outras reserv as / Other reserves 14 22.389.238.167.71 5.47 207.066.00 2.366.039.455.199.707.14) (494.26 158.724.412.114.061.705.647.00 466.76 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar / Short-term trade debts payable 17 e 21 / 17 and 21 48.813.992.144.873.451.31 159.159.419.040.070.20 401.176.947.40 131.52 2.793.853.27 625.197.565.272.458.068.599.447.883.20 Prov isões / Provisions 19 1.195.97 Resultados retidos / Retained earnings 14 (12.383.733.70 Reserv as legais / Legal reserves 14 1.080.58 1.884.997.596.667.74 43.17 32 1.15 (214.638.356.34 Outras contas de curto prazo a pagar / Other current liabilities 23 12.131.401.526.09 473.678.41 3.58 131.078.085.88 20. | 2014 montantes expressos em euros Balanços consolidados em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated balance sheets at 31 December.84 Outros activ os correntes / Other current assets 12 5.18 51.566.81 1.882.73 130.45 91.610.659.00 4.837.712.933.185.95) Resultado líquido do período / Net income for the year Interesses não controlados / Non-controlling interests 39 e 40 / 39 and 40 3.990.00 100.699.55 31-12-2014 31-12-2013 100.453.68 1.318.060.374.719.01 66.627.504.188.880.205.848.243.

103.05 Ex cluindo operações em descontinuação / Excluding discontinuing operations As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.444.246.109.93 TOTAL DOS RENDIMENTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING INCOME GASTOS OPERACIONAIS / OPERATING COSTS Gasto das v endas / Cost of sales (146.663.428.963.62) (145.763.09) (2. 6 e 39 / 5.00 4.548. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.683.12 0.190. 6 and 39 (14.068.61 RENDIMENTOS OPERACIONAIS / OPERATING INCOME Réditos / Revenue 25 e 39 / 25 and 39 309.544.082.905.003.921.32 320.464.044.186.978.186.31 3 e 15 / 3 and 15 6.12 0.100.662.327.799.67) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS 11.493.74) (14.44) 8.549.81 10.403.136.25 4.870.64 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests RESULTADO POR ACÇÃO / PROFIT (LOSS) PER SHARE Incluindo operações em descontinuação / Including discontinuing operations Básicos / Basic 40 0.481.009.39) (87.046.04 4.490.25 (151.403.25 4.020.23) Amortizações e depreciações / Depreciations and amortizations Prov isões e perdas de imparidade / Provisions and impairment losses 19 (1.211.015.999. 2014 and 2013 amounts stated in euros RENDIMENTOS E GASTOS Notas INCOME AND GAINS Notes 31-12-2014 31-12-2013 301.05 Outros rendimentos e ganhos / Other operating income 26 e 39 / 26 and 39 11.68 31 e 39 / 31 and 39 (19.980.74) TOTAL DOS GASTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING COSTS (293.354.48) (287.A.856.33) (35.24 RESULTADOS ANTES DE IMPOSTOS / PRE-TAX PROFIT (LOSS) Imposto sobre o rendimento do período / Corporate income tax for the year 32 e 39 / 32 and 39 RESULTADOS APÓS IMPOSTOS / NET PROFIT (LOSS) AFTER TAXES Resultado atribuív el aos accionistas da empresa mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 3.426.86 311.788.05 Diluídos / Diluted 40 0.805.967.328.570.548.080.813.058.635.455.31) (1.12) Gastos com o pessoal / Employee benefits costs 29 (34.573.22) Outros gastos e perdas / Other costs and losses 30 (3.25) RESULTADOS OPERACIONAIS / NET OPERATING PROFIT (LOSS) Outros resultados financeiros / Other financial gains (losses) 39 27.38 24.12 0.473.12 0.091. | 2014 montantes expressos em euros Demonstrações consolidadas dos resultados dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated income statements for the years ended 31 December. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 58 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .05 Diluídos / Diluted 40 0.126.000.21 (61.398.225.05 Básicos / Basic 40 0.903.65) Fornecimentos e serv iços ex ternos / Outside supplies and services 28 (94.574.64 14 5.555.29) 5.903.931.102.34) (20.60) 11.221.823.

738. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 59 .58 4.31) 3.A.011.728.080.000. 2014 and 2013 amounts stated in euros Notas Notes 31-12-2014 31-12-2013 Resultado atribuív el aos accionistas da empresa-mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 14 5.25 4. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas dos rendimentos integrais dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated comprehensive income statements for the years ended 31 December.823.95 GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO ANTES DOS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY BEFORE NON-CONTROLLING INTERESTS Outros ganhos (perdas) atribuív eis aos interesses não controlados / Other profits (losses) attributable to non-controlling interests GANHOS (PERDAS) CONSOLIDADOS RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED PROFITS (LOSSES) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS RECOGNIZED IN EQUITY 8.59 - (155.809.94 7.813.609.903.403.490.360.330.59 (4.715.00 4.556.764.346.555.809.67) 11.855.64) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS OUTROS GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO: / OTHER PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY: Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 Outros aumentos/diminuições / Other increases/decreases (3. S.571.31 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests 15 6.548.89) (728.47 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.990.25 (151.042.089.031.12) 8.058.186.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.64 773.94 7.346.

00) (4.91) - (2.843.092.00 - - - - - (184.089.566.831.58 - 773.403.64 (730.000. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas das alterações no capital próprio dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated equity changes statement for the years ended 31 December.813.813.831.500.490.97 - - - (6.78 33.25 11.59 - 4.555. 2013 100.565.318.651.31 131.569.803.318.555.23) 16.25 1. 3 e 15 / 1.14) 14.186.78 33.268.719.73 (4.330.171.107.837.990.51) (214.651.51 (4.43 (20.638.092.368.688.67) (3.80 - - - - - - - - - - - - - 5.28 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.119. 2014 100.555.990.666.358.23) 16.43 - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - Outros / Other - Saldo em 31 de Dezembro de 2013 / Balance at 31 December.000.554.823.555.359.571.058.00) (494.685.061.803.992.565.358.843.571.31 Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 - - - - - - 4.595.651.916.151.453.813.194.401.151.274.00 Aplicação do resultado de 2013 / 2013's net profit (loss) distribution Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year Diferenças no interesse na S+Cm / Changes in S+Cm's interest (4.28 39 e 40 / 39 and 40 Distribuição de reserv as / Distribution of reserves Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives - - - - 2.57) 4.548.080. 2014 100. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 60 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.98) - (4.555.97 (12.251.58 - 773.490. Total interests equity 1 de Janeiro de 2014 a 31 de Dezembro de 2014 1 January.98) - (134.990.00 5.068.722.345.020.57) 4. capital próprio Non-control.051.586.345.58 64.53) (6.252.051.70 1.490.000.194.724.719.837.29 - (25.04 53.020.31) (214.45) 4.56 (59.500.115.00) (184.00 159.98) (722.370.903.89) 57.282.97 - 34.803. 2014 and 2013 Capital Notas Acções Acções Excedentes de social próprias (VN) próprias (DP) Notes amounts stated in euros Reservas revalorização legais Alterações Resultados reservas nos interesses Outras retidos Res.080.121.401.00 Aplicação do resultado de 2012 / 2012's net profit (loss) distribution (3.53 - - - - - - - - 773.00 6.011.75 (928.59) 4.78 33.500.571.00 (4.75) - Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year 39 e 40 / 39 and 40 - - - - - - - - 4.255. 2013 to 31 December.209.54 - - - - - - - 928.31 4.565.31 131.06) (494.462.699.70 1.151.25) 16.58 22.359.00) (9.91) (4.15 34. 3 and 15 - 34.194.58 - - - - - - (184.14) 130.722.42 (151.320.161.020.97 - - 34.02) 123.997.532.358.A.092.91) 928.000.633.722.370.121.75 123.000.873.080.95 1 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2013 1 January.89) (494.95) 5.86) - - - (727.992.15 224. 2014 to 31 December.14) 130. 2013 100.42 - - - - 880.061.00 (125.061.599.089.00) (485.197.500.59) - (6.91) 29. líquido Accionistas da do período Share Treasury Treasury Revaluation Legal Other Changes Retained Net capital stock (NV) stock (DP) surpluses reserves reserves in interests earnings profit (loss) empresa-mãe Parentcompany shareholders Interesses Total do não control. 2014 Saldo em 1 de Janeiro de 2014 / Balance at 1 January.354. S.850.59 - - - - - - (134.453.000.039.666.90 1.59 - 4.020.595.089.737. 2013 Saldo em 1 de Janeiro de 2013 / Balance at 1 January.813.59) - - - - - - - - - - Realização de ex cedentes / Realization of surpluses - - - - - - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - - Outros / Other - - 17 Saldo em 31 de Dezembro de 2014 / Balance at 31 December.813.092.358.688.17 1.728.20) - (20.936.345.

335.880.166.14 Flux os das activ idades de inv estimento / Cash used in investment activities ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO / FINANCING ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Outros / Other 210.151.49 49.322.52 1.14) As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.88) (55.639.965.867.334.713.39 55.64) (43.66) (6.25 61.38) 83.428.148.663.304.555.188.50 77.34) Notes ACTIVIDADES OPERACIONAIS / OPERATING ACTIVITIES: Pagamentos ao pessoal / Payments to employees (33.736.722.07 323.590.262.229.266.84) Recebimento (pagamento) do imposto sobre o rendimento / Corporate tax (payments) refunds (2.880.00) (5.677.05) 43.166. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 61 .73 Recebimento (pagamento) do imposto sobre o v alor acrescentado / VAT (payments) refunds (1.722.276.677.961.76) 16.17 88.058.892.54) (33.104.235.993.515.946.06) (4.675.000.90) Activ os fix os intangív eis / Intangible assets (1.677.64 Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments - (310.786.67) 37.52 (4.034.073.32) (18.623.11 (26.956.547.321.272.91) Outros / Other (1.04) Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Amortização de contratos de locação financeira / Leasing contracts amortization Juros e custos similares / Interest and similar costs Div idendos / Dividends (281.961.044.56) 72.892.89) (6.660.770.51) Caix a e seus equiv alentes no fim do período / Cash and cash equivalents at the end of the year 13 50.471.602.454.553.61 Flux o gerado pelas operações / Cash generated by operations Flux os das activ idades operacionais / Cash flow from operating activities ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO / INVESTMENT ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments 88.810.12 Pagamentos a fornecedores / Payments to trade creditors (267.37 Caix a e seus equiv alentes no início do período / Cash and cash equivalents at the beginning of the year 13 (26.557.16) - (130.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.04 1.885.624.023.904.43) (3.445.428.173.91) (2.738.83 Subsidios de inv estimento / Investment subsidies 170.17 Juros e prov eitos similares / Interest and similar income 290.64 89.189.522.444.17 88.181.458.884.363.846.462.443.93) (71.41 42.553.30 - Activ os fix os tangív eis / Tangible assets 761.490.184. | 2014 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated cash flow statements for the years ended 31 December.A.82) Activ os fix os tangív eis / Tangible assets (5.917.39 Outros recebimentos (pagamentos) relativ os à activ idade operacional / Other receipts (payments) relating to operating activities (1.077.682.023.14 (104.59) Aquisição de acções próprias / Treasury stock acquisitions (31.033.15) (52. 2014 and 2013 montantes expressos em euro amounts stated in euros Notas 31-12-2014 31-12-2013 Recebimentos de clientes / Receipts from trade debtors 343.159.77 221.738.441.062.810.857.94) (1.836.914.805.204.217.854.08) Flux os das activ idades de financiamento / Cash used in financing activities Variação de caix a e seus equiv alentes / Net change in cash and cash equivalents (33.043.411.580.14) (235.74) 86.090.018.223.881.55) (17.710.14) (87. S.753.342.00 - 87.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Notas Consolidadas
em 31 de Dezembro de 2014
(montantes expressos em Euro)

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(investidor@sumolcompal.pt).

ÍNDICE
Nota introdutória ..................................................................................................................................................... 65
Bases de apresentação ....................................................................................................................................... 65
Referencial de relato........................................................................................................................................ 65
Declaração de conformidade ........................................................................................................................ 65
Consistência na apresentação ..................................................................................................................... 65
Alterações de políticas .................................................................................................................................... 65
Principais políticas contabilísticas .................................................................................................................... 65
Goodwill ............................................................................................................................................................... 65
Activo intangível ................................................................................................................................................ 66
Activo tangível ................................................................................................................................................... 66
Investimentos financeiros em subsidiárias ............................................................................................... 66
Outros investimentos financeiros ................................................................................................................ 67
Locação financeira ........................................................................................................................................... 67
Locação operacional........................................................................................................................................ 67
Inventários........................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a receber ....................................................................................................................... 67
Caixa e equivalentes a caixa ........................................................................................................................ 67
Empréstimos ...................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a pagar ........................................................................................................................... 67
Encargos financeiros com empréstimos obtidos .................................................................................... 68
Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ................................................... 68
Provisões ............................................................................................................................................................. 68
Imposto sobre o rendimento ......................................................................................................................... 69
Regime contabilístico do acréscimo e rédito ........................................................................................... 69
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas ............................................................. 69
Classificação de activos e passivos não correntes ............................................................................... 69
Reserva legal ..................................................................................................................................................... 69
62

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira .................................................................... 70
Imparidade do goodwill ................................................................................................................................... 70
Imparidade das marcas .................................................................................................................................. 70
Imparidade de outros activos ........................................................................................................................ 70
Contingências .................................................................................................................................................... 71
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2).............................................................................. 71
Benefícios com pensões de reforma .......................................................................................................... 71
Acontecimentos após a data do balanço .................................................................................................. 71
Estimativas e julgamentos contabilísticos relevantes ................................................................................ 71
Gestão do risco ...................................................................................................................................................... 72
De mercado ........................................................................................................................................................ 72
Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços .......................................................................... 73
Associados a stakeholders ............................................................................................................................ 73
Operacionais e patrimoniais .......................................................................................................................... 74
Legais ................................................................................................................................................................... 75
Financeiros ......................................................................................................................................................... 75
Tecnologias de informação ........................................................................................................................... 83
1.

Empresas incluídas na consolidação .................................................................................................. 85

2.

Empresas associadas .............................................................................................................................. 86

3.

Comparabilidade e alterações ocorridas no Grupo ........................................................................ 86

4.

Goodwill ........................................................................................................................................................ 87

5.

Activo intangível ......................................................................................................................................... 88

6.

Activo tangível ............................................................................................................................................ 89

7.

Outros investimentos financeiros ......................................................................................................... 91

8.

Dívidas comerciais de longo prazo a receber .................................................................................. 91

9.

Inventários ................................................................................................................................................... 91

10.

Dívidas comerciais de curto prazo a receber ................................................................................... 92

11.

Activos por impostos correntes ............................................................................................................. 93

12.

Outros activos correntes ......................................................................................................................... 93

13.

Caixa e equivalentes a caixa ................................................................................................................. 94

14.

Capital ........................................................................................................................................................... 94

15.

Interesses não controlados .................................................................................................................... 96

16.

Empréstimos de médio e longo prazo ................................................................................................ 96

17.

Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ............................................ 97

18.

Dívidas comerciais de longo prazo a pagar ...................................................................................... 98

19.

Provisões e perdas de imparidade acumuladas ............................................................................. 98

20.

Empréstimos de curto prazo .................................................................................................................. 99

21.

Dívidas comerciais de curto prazo a pagar ....................................................................................... 99

22.

Passivos por impostos correntes ......................................................................................................... 99

23.

OUTROS Passivos correntes .............................................................................................................. 100
63

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

24.

Outros passivos financeiros ................................................................................................................. 100

25.

Réditos ........................................................................................................................................................ 101

26.

Outros rendimentos e ganhos ............................................................................................................. 101

27.

Locação operacional .............................................................................................................................. 101

28.

Fornecimentos e serviços externos ................................................................................................... 102

29.

Gastos com o pessoal ........................................................................................................................... 103

30.

Outros gastos e perdas ......................................................................................................................... 103

31.

Resultados financeiros .......................................................................................................................... 104

32.

Impostos sobre o rendimento .............................................................................................................. 104

33.

Partes relacionadas ................................................................................................................................ 108

34.

Actividade desenvolvida pelos administradores não executivos ............................................. 110

35.

Responsabilidade social ....................................................................................................................... 111

36.

Contingências ........................................................................................................................................... 115

37.

Matérias ambientais................................................................................................................................ 116

38.

Plano de pensões .................................................................................................................................... 117

39.

Segmentos operacionais....................................................................................................................... 117

40.

Resultados por acção ............................................................................................................................ 121

41.

Normas aprovadas no período e normas com eficácia posterior ............................................ 121

42.

Acontecimentos após a data do balanço ......................................................................................... 121

43.

Data de autorização para emissão das demonstrações financeiras ...................................... 121

64

n. o Grupo amortizava o goodwill no período estimado de recuperação do investimento.º 35/2005. águas. tal como adoptadas pela UE. Até 31 de Dezembro de 2004. cervejas. 65 . S. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram: Goodwill As diferenças entre o valor de aquisição dos investimentos em empresas do grupo e o montante atribuído ao justo valor dos activos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição. as demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") conforme endossadas pela União Europeia (“UE”) a partir do exercício de 2005. na sua regulamentação para a legislação portuguesa através do Decreto-Lei (“DL”) n. BASES DE APRESENTAÇÃO As bases de apresentação na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram as seguintes: Referencial de relato No âmbito do disposto no Regulamento (CE) n. “S+C” ou “Empresa”) e empresas subsidiárias e tem como actividade principal a produção e comercialização de refrigerantes. depois de reavaliado o justo valor dos activos e passivos identificáveis. o Grupo procedeu à interrupção da amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005. definido em 20 anos. sumos de frutas. Alterações de políticas Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não ocorreram alterações de políticas contabilísticas face às consideradas na preparação da informação financeira relativa ao período anual anterior. bem como as interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (“IFRIC”) e pelos respectivos órgãos antecessores. Contudo. a aplicação da IFRS 3 implica descontinuar a amortização do goodwill desde o princípio do primeiro período anual com início em ou após 31 de Março de 2004. se positivas. As demonstrações financeiras consolidadas anexas são apresentadas em euros (moeda funcional).º 9. quando negativas. derivados e conservas de frutos e vegetais. são escrituradas na rubrica “Goodwill” (Nota 4) e. Deste modo.A. As IAS/IFRS incluem as normas emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"). (“SUMOL+COMPAL”. directamente em ganhos do período. A Empresa tem sede na Estrada da Portela.º 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 19 de Julho. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as IAS/IFRS emitidas pelo IASB. de 17 de Fevereiro. e foi constituída em 26 de Janeiro de 1970. em Carnaxide. | 2014 NOTA INTRODUTÓRIA O Grupo SUMOL+COMPAL (“Grupo”) é constituído pela SUMOL+COMPAL. por esta ser a divisa preferencialmente utilizada no ambiente económico em que o Grupo opera. Consistência na apresentação As políticas contabilísticas a seguir apresentadas foram aplicadas de forma consistente a todas as entidades do Grupo em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas daquele.A.

por contrapartida da rubrica "Amortizações e depreciações" da demonstração dos resultados. sendo imputadas numa base sistemática durante a vida útil estimada para o activo pelo Grupo. S. independentemente da existência de sinais desta. Investimentos financeiros em subsidiárias As participações financeiras nas empresas em que o Grupo está exposto ou é detentor de direitos relativamente a resultados variáveis por via do seu relacionamento com a investida e tem capacidade para afectar esses resultados através do poder que exerce sobre ela (definição de controlo utilizada pelo Grupo).A. Activo tangível Os activos fixos tangíveis encontram-se escriturados ao valor de aquisição deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas de imparidade acumuladas (Nota 6). O activo intangível só é reconhecido se for identificável. independentemente da existência de sinais desta. deduzido das amortizações acumuladas e eventuais perdas de imparidade. encontrando-se os mesmos escriturados ao valor de aquisição. controlado pelo Grupo e for provável que dele advenham benefícios económicos futuros para o Grupo e se possa medir razoavelmente o seu valor. igualmente acumuladas (Nota 5). O valor recuperável das marcas escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. conforme quadro abaixo: Anos de vida útil Instalações 5 a 50 Equipamento básico 4 a 25 Equipamento de transporte 6 a 25 Ferramentas e utensílios 4 a Equipamento administrativ o 3 a 10 Taras e v asilhame 3 a Outros activ os tangív eis 3 a 25 8 7 As despesas correntes com reparação e manutenção do activo tangível são escrituradas como gasto no exercício em que ocorrem.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 66 . As beneficiações de montante significativo que aumentam o período estimado de utilização dos respectivos bens. tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. são capitalizadas e depreciadas de acordo com a vida útil remanescente dos correspondentes bens. tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. Activo intangível O activo intangível encontra-se escriturado ao valor de aquisição. Estes activos são depreciados a partir do momento em que os activos subjacentes estejam disponíveis para uso. | 2014 O valor recuperável do goodwill escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. durante o período da respectiva vigência (3 a 5 anos). As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. as depreciações são calculadas pelo método das quotas constantes a partir do ano em que os bens entram em funcionamento (uso). Regra geral. durante o período estimado da sua vida útil a partir do exercício em que o activo se encontra disponível para uso e são escrituradas na demonstração dos resultados na rubrica de "Amortizações e depreciações". O activo intangível é composto por direitos contratuais decorrentes de contratos de exclusividade celebrados com clientes e por marcas. As amortizações dos direitos contratuais são calculadas pelo método das quotas constantes. Os activos tangíveis em curso representam imobilizado ainda em fase de construção/desenvolvimento. foram incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas pelo método de consolidação integral.

durante o período de aluguer a que respeitam (Nota 27). Adicionalmente. Dívidas comerciais a receber As dívidas de clientes e as outras dívidas de terceiros são inicialmente escrituradas ao justo valor e subsequentemente mensuradas ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo. os juros incluídos no valor das rendas e as amortizações do activo tangível são reconhecidos como gastos na demonstração dos resultados do período a que respeitam. 67 . | 2014 O capital próprio e o resultado líquido destas empresas. na rubrica "Interesses não controlados" (Nota 15). S. Dívidas comerciais a pagar As dívidas a fornecedores e outras dívidas a terceiros são escrituradas inicialmente ao justo valor e subsequentemente ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo (Notas 18 e 21). Empréstimos Os empréstimos são escriturados ao custo amortizado (Notas 16 e 20). depósitos bancários à ordem e a prazo e outras aplicações de tesouraria com vencimento a menos de três meses e para os quais o risco de alteração de valor não é significativo. De acordo com o método do juro efectivo. que são os justos valores das retribuições dadas por eles. deduzidos de eventuais perdas de imparidade (Notas 8. As transacções. deduzidos de eventuais perdas de imparidade acumuladas. as depreciações acumuladas correspondentes (Nota 6) e as dívidas pendentes de liquidação de acordo com o plano financeiro contratual. Inventários Os inventários são valorizados ao menor do gasto de aquisição/produção ou do valor realizável líquido (Nota 9). regularmente revisto à luz das condições correntes. De acordo com este método. os saldos e os dividendos distribuídos entre empresas do Grupo são eliminados. A estimativa destes fluxos de caixa considera os termos contratuais do passivo financeiro tais como comissões. Os inventários de todas as empresas incluídas na consolidação foram valorizados de acordo com os critérios de valorimetria da empresa-mãe. Caixa e equivalentes a caixa Os montantes incluídos na rubrica de "Caixa e equivalentes de caixa" (Nota 13) correspondem aos valores de caixa. Na aquisição de empresas do Grupo é seguido o método da compra. 10 e 19).A. reconhecendo o activo tangível. utilizando como método de custeio para as matérias-primas o custo médio e para os produtos acabados o custo standard. O valor realizável líquido corresponde ao preço de venda normal deduzido dos gastos de comercialização. correspondente à participação de terceiros nas mesmas. são contabilizados pelo método financeiro. são apresentados separadamente no balanço consolidado e na demonstração consolidada dos resultados.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Locação financeira Os activos tangíveis adquiridos mediante contractos de locação financeira (“Leasing”). respectivamente. Locação operacional Os bens cuja utilização decorre do regime de aluguer de longa duração ("ALD") estão contabilizados pelo método de locação operacional. as rendas pagas são reconhecidas como gasto. Outros investimentos financeiros Os investimentos financeiros noutras empresas são inicialmente escriturados pelos respectivos valores de aquisição. que corresponde à quantia pela qual o passivo financeiro é mensurado no reconhecimento inicial (justo valor) menos os reembolsos de capital e a amortização cumulativa usando o método do juro efectivo de qualquer diferença entre essa quantia inicial e a quantia na maturidade. incluindo despesas de transacção. Esta rubrica inclui ainda os descobertos bancários a qual é apresentada como equivalentes a caixa no passivo. bem como as correspondentes responsabilidades. o gasto de juros é imputado ao passivo financeiro durante o período relevante descontando os pagamentos de caixa futuros estimados durante a sua vida esperada. spread e custos de transacção. Os valores de aquisição destes investimentos são inferiores aos respectivos valores de realização.

à data de início da transacção. Desta forma e em termos líquidos. através de instrumentos derivados. para operações de cobertura de fluxos de caixa. as variações no justo valor são inicialmente registadas por contrapartida de capitais próprios e posteriormente reclassificadas para resultados. iii. 68 . o justo valor dos derivados é estimado através do método de fluxos de caixa descontados. ii. tais como interest rate swaps (“swaps”) (Nota 16) e forwards cambiais (“forwards”). iv. existe a expectativa de que a relação de cobertura seja altamente efectiva. à medida que o item coberto gere perdas ou ganhos. Na ausência de preços de mercado. As provisões são revistas na data de cada balanço e são ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa a essa data. as variações de justo valor do derivado acumuladas em reservas são reconhecidas em resultados quando a operação coberta também afectar resultados. à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. do instrumento de cobertura e a avaliação da efectividade da cobertura. para a resolução dessa obrigação. esta é registada directamente em resultados. Quando um instrumento de cobertura expira ou é vendido. cumulativamente. os custos associados aos financiamentos cobertos são periodizados à taxa inerente à operação de cobertura contratada. o Grupo tem uma obrigação presente (legal ou implícita) resultante de um evento passado e é provável que. incluindo a identificação do item coberto.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Estas operações são registadas no balanço pelo seu justo valor e. A contratação de tais instrumentos é efectuada de acordo com as políticas de gestão de risco aprovadas pelo Conselho de Administração. o Grupo procura contratar operações de protecção contra movimentos adversos. Cobertura de fluxos de caixa Sempre que as expectativas de evolução de taxas de juro e de câmbio o justifiquem. Sempre que disponível. | 2014 Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com os empréstimos obtidos são reconhecidos de acordo com o método do juro efectivo. o justo valor dos derivados é estimado com base em instrumentos cotados. a relação de cobertura encontra-se identificada e formalmente documentada. reconhecendo-se o gasto dos juros e todos os outros gastos inerentes ao longo da vida útil esperada dos mesmos (Notas 16 e 20). Os instrumentos financeiros derivados utilizados para fins de cobertura podem ser classificados contabilisticamente como de cobertura desde que cumpram. Provisões As provisões (Nota 19) são reconhecidas quando. a eficácia da cobertura possa ser mensurada com fiabilidade à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. S. ocorra uma saída de recursos e que o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. com as seguintes condições: i. ou quando a cobertura deixa de cumprir os critérios exigidos para a contabilidade de cobertura. os mesmos devem ser altamente prováveis de virem a ocorrer.A. Se as operações de cobertura apresentarem ineficácia. na medida em que sejam consideradas coberturas eficazes. Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura O Grupo recorre à contratação de instrumentos financeiros derivados (Nota 17) com o fim único e exclusivo de cobrir os riscos de taxa de juro de financiamentos bancários contratados e de taxa de câmbio associado a fluxos financeiros em moeda estrangeira. e somente quando.

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Imposto sobre o rendimento
O imposto sobre o rendimento do período é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação e considera a tributação diferida.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação de acordo com as regras fiscais em vigor no local da sede
de cada uma delas (Notas 11 e 22), considerando a tributação diferida.
Os impostos diferidos (Nota 32) são calculados com base no método da responsabilidade de
balanço e reflectem as diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para
efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos quando existem expectativas razoáveis de
lucros fiscais futuros suficientes para os utilizar. No final de cada período é efectuada uma
revisão dos impostos diferidos escriturados, bem como dos não reconhecidos, sendo os
mesmos reduzidos sempre que deixe de ser provável a sua utilização futura ou escriturados,
desde que, e até ao ponto em que, se torne provável a geração de lucros tributáveis no futuro
que permitam a sua recuperação.
Regime contabilístico do acréscimo e rédito
Os gastos e os rendimentos são contabilizados no exercício a que dizem respeito,
independentemente da data do seu pagamento ou recebimento. Os gastos e os rendimentos
cujo valor real não seja conhecido são contabilizados por estimativa.
Nas rubricas "Outros activos correntes" (Nota 12) e "Outros passivos correntes" (Nota 23)
registam-se os rendimentos e os gastos imputáveis ao exercício corrente e cujas receitas e
despesas ocorrerão em exercícios futuros, bem como as receitas e as despesas já ocorridas
respeitantes a exercícios futuros, a imputar aos resultados de cada um desses exercícios pelo
valor que lhes corresponde.
Os réditos (Notas 25 e 39) decorrentes de vendas e de prestações de serviços são
reconhecidos na demonstração consolidada dos resultados quando os riscos e vantagens
significativos inerentes à posse dos activos são transferidos para o comprador e o montante
dos réditos possa ser razoavelmente quantificado. Os réditos são reconhecidos líquidos de
impostos e descontos.
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas
O Grupo reconhece estes subsídios quando tem na sua posse informações que permitam
concluir, por um lado, que as empresas elegíveis reúnem os requisitos para cumprir as
condições a eles associadas e que, por outro, os fluxos de caixa deles decorrentes fluirão
efectivamente para aquelas.
Após a verificação das circunstâncias acima descritas, o Grupo adopta umas das seguintes
metodologias na escrituração destes subsídios:
i. os destinados à exploração são reconhecidos na demonstração dos resultados do
período a que respeitam;
ii. os atribuídos a fundo perdido para financiamento da aquisição de activos tangíveis são
escriturados, como rendimentos diferidos, na rubrica de “Outros passivos correntes”
(Nota 23), e reconhecidos na demonstração dos resultados proporcionalmente às
amortizações dos activos tangíveis subsidiados.
Classificação de activos e passivos não correntes
Os activos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano da data de balanço são
classificados, respectivamente, como activos e passivos não correntes.
Reserva legal
A legislação societária Portuguesa estabelece que pelo menos 5% do resultado líquido anual
tem que ser destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do
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capital social (Nota 14). Esta reserva não é distribuível, a não ser em caso de liquidação, mas
pode ser utilizada para absorver prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas, e
para incorporação no capital social.
Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira
Os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros
utilizando as taxas de câmbio vigentes na data dos balanços.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as
taxas de câmbio em vigor na data das transacções e as vigentes na data das cobranças,
pagamentos ou à data do balanço, são escrituradas como rendimentos e gastos na
demonstração consolidada dos resultados do exercício.
A moeda funcional das unidades operacionais detidas no estrangeiro é a mesma da entidade
que relata, ou seja, o euro.
Imparidade do goodwill
Por ter vida útil indeterminada, o goodwill (Nota 4) não é amortizado, mas antes anualmente
sujeito a teste de imparidade. O goodwill encontra-se escriturado pelo seu custo deduzido de
eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se escrituram em resultados
financeiros.
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, o goodwill é associado a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil.
Imparidade das marcas
Por terem igualmente vida útil indeterminada, as marcas (Nota 5) não são amortizadas, mas
antes anualmente sujeitas a teste de imparidade. As marcas encontram-se escrituradas pelo
seu custo deduzido de eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se
escrituram na demonstração dos resultados em "Provisões e perdas de imparidade".
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, as marcas são associadas a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil (Nota 19).
Imparidade de outros activos
É efectuada uma avaliação de imparidade à data do balanço e sempre que se identifique um
evento ou alteração nas circunstâncias indicativo de que possa não ser recuperado o valor de
escrituração de um activo. Caso este seja superior à sua quantia recuperável reconhece-se
uma perda de imparidade, escriturada na demonstração dos resultados em "Provisões e
perdas de imparidade" (Nota 19).
A quantia recuperável é o valor mais elevado entre o justo valor menos o gasto de venda e o
seu valor de uso. O primeiro é o valor que se obteria com a alienação do activo numa
transacção ao alcance das partes envolvidas, deduzido dos gastos directamente atribuíveis à
alienação. O segundo é o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados que se esperam
obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da sua vida útil. A quantia
recuperável é estimada para cada activo individualmente ou, caso não seja possível, para a
unidade geradora de caixa a que pertence.
A reversão de perdas de imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é escriturada na
demonstração dos resultados, em “Outros rendimentos operacionais”, quando existem indícios
de que já não existem ou diminuíram. Contudo, a reversão é efectuada até ao limite da quantia
que estaria reconhecida (líquida de amortização ou depreciação) caso a perda de imparidade
não se tivesse escriturado em exercícios anteriores.

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Contingências
As responsabilidades contingentes não são reconhecidas nas demonstrações financeiras
consolidadas (Nota 36). As mesmas são divulgadas nas notas consolidadas, a menos que a
possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota.
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2)
Algumas das unidades produtivas do Grupo encontram-se abrangidas pelo mercado europeu
de Gases com Efeito de Estufa (GEE). Até à data, o IASB não regulamentou ainda a política
contabilística que permita às entidades escriturar a atribuição e transacção de licenças de
emissão dos GEE (Nota 37). Não obstante, o Grupo entendeu ser adequado adoptar a que a
seguir se descreve:
i. as licenças de emissão de GEE atribuídas a título gratuito não dão lugar ao
reconhecimento de qualquer activo ou passivo, o mesmo se aplicando às emissões que
lhes estão associadas;
ii. os rendimentos de que o Grupo possa vir a beneficiar resultantes da alienação de
direitos de emissão serão escriturados na rubrica “Outros rendimentos operacionais”;
iii. quando existirem indícios de que as emissões anuais de CO2 irão exceder as licenças
atribuídas anualmente, o Grupo procederá à escrituração do correspondente passivo na
rubrica “Outros acréscimos de gastos”, por contrapartida da rubrica “Outros gastos
operacionais”, tendo como base de mensuração a cotação de fecho da data do balanço
consolidado anual;
iv. as licenças que o Grupo tenha eventualmente de adquirir darão lugar ao reconhecimento
de um activo intangível, pelo respectivo preço de aquisição, na rubrica “Propriedade
industrial e outros direitos”.
Benefícios com pensões de reforma
As responsabilidades pelo pagamento de pensões de reforma (por velhice ou invalidez) e de
sobrevivência são escrituradas em conformidade com o disposto na IAS 19 para os planos de
contribuição definida (Nota 38), sendo os gastos com a atribuição dos planos reconhecidos à
medida que os serviços são prestados pelos empregados beneficiários (na rubrica “Gastos com
o pessoal”).
Acontecimentos após a data do balanço
Os eventos ocorridos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre
condições que existiam à data do balanço são reflectidos nas demonstrações financeiras
consolidadas. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre
condições que ocorram após a data do balanço, se materiais, são divulgados nas notas
consolidadas (Nota 42).
ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS CONTABILÍSTICOS RELEVANTES
A preparação de demonstrações financeiras consolidadas exige que a gestão do Grupo efectue
julgamentos e estimativas que afectam os montantes de rendimentos, gastos, activos, passivos
e divulgações à data de relato, pelo que as presentes demonstrações financeiras incluem
rubricas que resultam de estimativas e julgamentos utilizados na aplicação das políticas
contabilísticas do Grupo.
As estimativas acima referidas são determinadas pelos julgamentos da gestão do Grupo, o
qual se baseia na melhor informação e conhecimento de eventos presentes, e em alguns casos
em relatos de peritos independentes, e nas acções que a empresa considera poder vir a
desenvolver no futuro.
O Conselho de Administração considera que as escolhas efectuadas são as apropriadas e que
as demonstrações financeiras consolidadas apresentam, de forma adequada, a posição
financeira do Grupo e o resultado das suas transacções em todos os aspectos considerados
materialmente relevantes.
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S. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. a que estes adquiram quantidades mínimas. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que a SUMOL+COMPAL disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). iv. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. os mercados de bebidas de alta rotação onde a SUMOL+COMPAL opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. Em consequência. v. vi. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. a SUMOL+COMPAL tem a ambição de (i) liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. estimativa de imposto sobre o rendimento (Nota 32). o que se procura fazer na SUMOL+COMPAL. e de (iv) realizar metade das vendas de 400 milhões de euros fora de Portugal. GESTÃO DO RISCO Na sequência do referido no ponto 12 do Relatório de Gestão desenvolvem-se seguidamente os diversos riscos a que o Grupo está exposto: De mercado Em Portugal. A relação com os clientes não obriga. estimativa de imparidade do goodwill (Nota 4). beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. em geral. e como se afirma na winning aspiration. Além disso. Nos mercados internacionais. estimativa da vida útil dos activos tangíveis (Nota 6). | 2014 O uso de estimativas e de pressupostos representa um risco em originar ajustamentos nos períodos futuros. iii. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. As principais rubricas que se encontram influenciadas por estimativas e julgamentos são as seguintes: i. (iii) desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. 72 . havendo contudo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. estimativa de imparidade em clientes (Nota 19). Sazonalidade e actividades promocionais em preço As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias.A. Não obstante este enquadramento difícil. ii. estimativa de imparidade das marcas (Nota 5). (ii) conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. estimativa de imposto diferido activo decorrente de prejuízos fiscais reportáveis (Nota 32).

(v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. a montante. Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. 73 . Associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. com quem mantém relações comerciais. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. (iii) custos desadequados. S. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. | 2014 Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes podem ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. pelo que é crítico identificar. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. Esse risco pode ter origem em várias fontes.A. constitui um risco para a Empresa. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. De igual modo. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. atrair e reter talento. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. grau de experiência e/ou trajecto profissional. por isso. conhecimentos. pelas suas competências. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. tornando-os cada vez mais globalizados. No entanto. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. legal ou de fornecimento. Além do risco de má reputação de uma marca própria. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. sejam dificilmente substituíveis. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. A SUMOL+COMPAL pode ser considerada à escala global como uma pequena empresa. mas tem definido como um dos vectores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos.

A gestão destes riscos é complementada com políticas. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. química e microbiológica das produções. Para além do conjunto de Valores definidos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. nas vendas futuras da Companhia. do solo e da atmosfera. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. repetidos ou não. já que a sua eventual afectação pode traduzir-se numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. pessoal e de exploração. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL ou ter efeitos patrimoniais negativos. S. levando a uma degradação ambiental. A SUMOL+COMPAL. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. nos seres vivos e nos ecossistemas. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. Está implementado um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. Operacionais e patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. causando danos na saúde humana. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da Empresa. (ii) incêndios. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta.A. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. 74 . Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. vão ser tomadas medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos recursos naturais água e energia. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. Apesar disso. independentemente do país em que trabalhem. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. sabotagens e riscos semelhantes. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. como qualquer produtor. mais importante. com agentes poluentes. No imediato.

bem como a definir os procedimentos adequados no sentido de monitorar permanentemente esta variável. O risco está associado a diversas dimensões (lei geral. O risco está sobretudo associado a três dimensões: tributação sobre o rendimento. Legais Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD. inundações. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. este é um risco cuja gestão é crítica. A política de cobertura definida permite mitigar este risco no mínimo em 50% desta exposição. | 2014 Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. ainda que em montante reduzido. nomeadamente risco de mercado (que inclui riscos cambiais. perante um enquadramento regulamentar instável e mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas.) potenciadas pela expansão geográfica do negócio.A. normas de relato financeiro. Financeiros A SUMOL+COMPAL encontra-se exposta a diversos riscos financeiros. etc.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. eventos meteorológicos. dado que alguns clientes efectuam os seus pagamentos em USD. e por isso tem recorrido à contratação de forwards cambiais. risco de liquidez e risco de crédito. etc. resultando num incremento da complexidade. laboral. continuará a ser efectuado um acompanhamento regular desta variável e será reavaliada a necessidade de fixar novas posições que se considerem adequadas para a SUMOL+COMPAL. nomeadamente Moçambique e Angola. específica do sector. greves.) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. A SUMOL+COMPAL entende que este risco deve ser parcialmente eliminado ou atenuado através da contratação de instrumentos de cobertura ou da fixação de câmbios directamente com os seus fornecedores. Risco cambial Parte das importações de matérias-primas são contratadas em moeda estrangeira (“USD"). multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa pela implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. etc. enquadra e delimita a sua actividade. provocará um aumento da exposição a este risco. do mercado de capitais. Contudo a exposição ao risco de taxa de câmbio é parcialmente compensada. embora tenham impactos prováveis mais reduzidos que os anteriores. À semelhança do que tem ocorrido nos anos anteriores e tendo em conta a extrema volatilidade registada nos mercados cambiais. razão pela qual se encontra neste momento a estabelecer as políticas tendentes a mitigar este risco. S. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos 75 . Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. sobre o património e sobre a despesa. Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. vandalismo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL está ciente que o investimento em novos mercados. de taxa de juro e de preço). roubo.

476) (3.419.447 8.975.456 - - 5.620.419.921 361.532.308.717.891.539 122.197 - - 5.475.397. resultaria num impacto nos resultados do período de 301 milhares de euros negativos e de 301 milhares de euros.447 - - 196.981 2.093 - - 31.365. Em 31 de Dezembro de 2014.179 13.125 - - 204.231.743.314) (212. no capital próprio e 76 .475. S.743.612.721 Passiv os por impostos correntes Equiv alentes a caix a Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) (207.367 3.438.144.100) - 5.612.964.333.595 Os instrumentos financeiros derivados sobre o câmbio encontram-se a cobrir o risco cambial de operações futuras em moeda estrangeira.595 - 5.532.977) - 6. em 31 de Dezembro de 2013.860. A exposição da SUMOL+COMPAL ao risco de taxa de câmbio em 31 de Dezembro de 2014. com base nos valores do balanço consolidado dos activos e passivos financeiros da SUMOL+COMPAL.908 354. representava um montante global passivo de 4.384.557.866 milhares de euros.066.620.125 Correntes Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Correntes Empréstimos de curto prazo 31.683 4.897.384.456 60.853 131.852 - - 1.794.372 75.197 Outros passtiv os correntes 12.539 121.928.132 - - 1.550.190 793.194.481.558 63.144.683 135.384.678 - - 8.481.A.588.683 4.975.421 2.981 51. | 2014 montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).797.686.427.409.433.062 31-12-13 Activ os financeiros Passiv os financeiros Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) 59.105.053 118.795.383 5. uma apreciação/depreciação de 10% do USD com referência ao Euro.733.840.720 1.852 51.514 75.850 8.860.981 2.674 48.884 Outros passtiv os financeiros 19.266.850 - - 19.947.769.062 - 6.961) (3. tendo por base as taxas de câmbio a essa data (passivo de 5.358.161 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013).884 - - 12.433.402 - 15.853 335.185 3.324) (1.621 60.959. também respectivamente) e.149.981 2.678 204.458.724 5.412.224 75.744 196.550.412.008 (295. respectivamente (124 milhares de euros negativos e 124 milhares de euros.203.300) (300.060 3.097 838.892 119.702) (1.596 327.720 - - 69.093 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 45.933.132 1. conforme explicitação abaixo: Risco de taxa de câmbio 31-12-14 EUR USD Outras Total Activ os financeiros Não correntes Outros inv estimentos financeiros Dív idas comerciais de longo prazo a receber 69.666 4.458.669 - 4.848 123.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

535 866. também correspondentemente).782 5.254 1.836 38.209 758.146 43.385. a SUMOL+COMPAL possui o seu risco de crédito coberto por apólices abrangendo quer as suas transacções em território nacional.632.351 17.296. Risco de crédito A SUMOL+COMPAL tem uma política de Crédito definida.515.A.107.225 36.423.454.495 2. O valor máximo anual coberto (valor máximo indemnização) atinge os 14.472.242.287 45.351 39.351 17.676.254.567.167 3.425 27.361 Os valores apresentados correspondem aos valores em aberto.858 27.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Por outro lado.517. apresenta o seguinte detalhe: Qualidade do crédito a clientes Saldos de nov os clientes (menos de 6 meses) Saldos de clientes sem histórico de incumprimento Saldos de clientes com histórico de incumprimento 31-12-14 31-12-13 Crédito Garantias Crédito Garantias 3.538 77 .883 883. os saldos a receber de clientes apresentavam a seguinte estrutura de antiguidade: Antiguidade de clientes 31-12-14 31-12-13 Saldos dev edores sem imparidade Não v encidos 36.322. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. em 31 de Dezembro de 2013. quer exportações.007.962. a SUMOL+COMPAL aderiu às coberturas adicionais disponibilizadas pelo Estado Português o que lhe permitiu obter vantagens adicionais. | 2014 correspondentemente. A qualidade do risco de crédito da SUMOL+COMPAL.016 45.350.204.143 43.904 794.395 24. face aos saldos a receber de clientes que não se encontram em imparidade.425 Saldos dev edores com imparidade Não v encidos - - Vencidos há menos de 3 meses - - Vencidos há mais de 3 meses 17. face aos prazos de vencimento contratados. É efectuada uma avaliação periódica à antiguidade e risco de incobrabilidade dos saldos de clientes.567. não só em termos dos montantes cobertos mas também no próprio custo das coberturas. sendo reconhecidos os respectivos ajustamentos quando tal se revela adequado.275. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.180 4. Existem plafonds de crédito definidos para os clientes e o controlo das contas correntes é efectuado por uma equipa especializada suportada por ferramentas tecnológicas específicas.468.271 2.361 17.468.242. S.016 30. suportada na avaliação do risco do cliente e no controlo permanente do seu saldo (total e em mora).5 M€.073 Vencidos há menos de 3 meses Vencidos há mais de 3 meses 6.472. de 732 milhares de euros e 599 milhares de euros negativos (645 milhares de euros e 527 milhares de euros negativos. Adicionalmente.

778. Pari Passu.360. face a activos financeiros (caixa e equivalentes a caixa e instrumentos financeiros derivados) cujas contrapartes sejam instituições financeiras.364 - 9.343.410 6.455 51.299. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. 78 . Como em anos anteriores. S.322 6.206 Notação BBNotação B+ Notação B Sem notação 44.733. Excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro.502 2.504.448.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.241. tendo apresentado em 2014 um valor médio de 268. tendo-se concluído que.6 milhões de euros. face à conjuntura actual e previsível de evolução da mesma.833 Risco de taxa de juro A dívida média remunerada oscila ao longo do ano de acordo com a sazonalidade própria do negócio. ii. seria de manter a posição a descoberto. A política de cobertura definida pressupõe uma cobertura de cerca de 50% do montante em dívida.684 Notação BB+ 6.601 488 125. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.741 120.035 1.A.587 - Notação BBB- - 3.229. no montante global de 59.708. | 2014 A qualidade de risco de crédito da SUMOL+COMPAL. detalha-se como segue: Rating Notação A+ 31-12-14 31-12-13 4.9% da S+Cm. relativamente à percentagem de detenção de algumas sociedades do Grupo pela Refrigor. mediante o qual as dívidas contraídas devem ter um tratamento equivalente a outras dívidas e/ou compromissos.956. a SUMOL+COMPAL poderá vir a efectuar ajustes ao montante coberto.589 458. decorrentes da alienação de 49. os quais são objecto de monitorização periódica: i. nessa data foi feita uma reavaliação da exposição que a SUMOL+COMPAL mantém em relação à volatilidade da taxa de juro. Tendo em conta a política definida e a expectativa futura de evolução da taxa de juro. (“Refrigor”).743 3.294 3.206 - Notação BB 48.146 Notação A Notação BBB 12. a taxa de cobertura encontra-se próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data.383 51. estavam previstos os seguintes covenants financeiros para os contractos de financiamento celebrados no âmbito das divulgações das Notas 16 e 20.924. pela SUMOL+COMPAL e ainda por alguns accionistas individuais da Refrigor relativamente a esta mesma sociedade.858 58.7 milhões de euros.A.517 63.229. S.616.343 63. A SUMOL+COMPAL continua a acompanhar de perto a evolução da taxa de juro.241 4.132 1.412.600 2. por forma a atenuar o risco de taxa de juro No final do ano o endividamento líquido foi de 176.741 A exposição máxima ao risco de crédito no balanço consolidado em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 detalha-se como segue: Exposição máxima ao risco de crédito Dív idas comerciais de longo prazo a receber Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes (acréscimos de rendimentos) Caix a e equiv alentes a caix a (depósitos bancários) 31-12-14 31-12-13 1.542.8 milhões de euros.659 1. Ownership Clause.187 18.

975.046.186.558 14. v.177. A definição de rácios de níveis de meios libertos brutos de exploração / serviço de dívida que podem implicar o vencimento e exigibilidade antecipada de alguns contractos de financiamento.344 .299.540 .070 27.875 29. 79 . onde se refere que o incumprimento de determinado contrato de financiamento implica o incumprimento de todos os restantes.395 1.141.667. Esta análise é apenas para fins ilustrativos.000 604.201 - 13.588. S. Cross Default.216.500.126 - 28.536 11.841.512.103 .379.867.592 11. A fusão ou cisão de sociedades está condicionada ao consentimento prévio por parte das instituições financeiras. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.144.000 167.207.899 - 44.000 206. Total Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 302. o desenvolvimento dos activos e passivos financeiros com exposição a risco de taxa de juro em função da maturidade ou data de refixação é apresentado no quadro seguinte: Maturidade do indexante da taxa de juro 31-12-14 Até 1 mês 1-3 meses 3-12 meses s/ index .243 .500. iv.444.758.197 A SUMOL+COMPAL utiliza a técnica da análise de sensibilidade que mede as alterações estimadas nos resultados e capitais de um aumento ou diminuição imediata das taxas de juros de mercado.941 13.000 192. A análise de sensibilidade é baseada nos seguintes pressupostos: i.558 14.194. e em que são definidas regras sobre o destino dos fundos em caso de alienação.000 176.231. vi.500.000 30.974.884.182 - 65.433.000 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 25.709.975.698 - 31.000 201.627. em que as sociedades estão impossibilitadas de alienar ou onerar activos sem o consentimento prévio de algumas instituições financeiras.A.042 1.201.216. já que na prática as taxas de mercado raramente se alteram isoladamente.557.718 27.833 28.447 - 8.730 302.056 - 36.614 - - 8.241.479 166. Negative Pledge.755.204.648 474.373.848 12.381 - - 8.512.540 460.000.833 28.474.094 26.944 28.000 29.249.196.072.000 226.712.500.000 25. | 2014 iii.650.939 - 8.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.093 12.281. alterações nas taxas de juro do mercado afectam rendimentos ou despesas de juros de instrumentos financeiros variáveis.177 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 174.118 31-12-13 Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 460.216.647 12.730 .921 . com todas as outras variáveis constantes.299.000 473. por um lado.000.

S. iii. alterações no justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros são estimados descontando os fluxos de caixa futuros de valores actuais líquidos. um aumento ou diminuição de 1% em taxas de juro de mercado para todas as moedas às quais a SUMOL+COMPAL tem empréstimos ou instrumentos financeiros derivados a 31 de Dezembro de 2014 resultaria numa diminuição ou aumento do lucro antes de imposto de aproximadamente 1. A SUMOL+COMPAL tem ainda acordado junto dos seus principais parceiros financeiros a possibilidade de contratar operações de factoring e confirming. alterações nas taxas de juro de mercado apenas afectam os rendimentos ou despesas de juros em relação a instrumentos financeiros com taxas de juro fixas se estes estiverem reconhecidos a justo valor. utilizando taxas de mercado do final do ano. 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Risco de liquidez Na gestão do risco de liquidez. 80 .480 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e 2. 2.509 milhares de euros (3. Sob estes pressupostos. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente). alterações nas taxas de juro de mercado afectam o justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros.536 milhares de euros negativos (1. iv. | 2014 ii.093 milhares de euros.696 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e do capital próprio de 2.605 milhares de euros negativos (3. Aliás. A adequada gestão destes factores constitui foco de especial atenção no sentido de permitir a redução das necessidades financeiras afectas ao ciclo de exploração.A. nos montantes de 2.536 milhares de euros (1. pagamentos. Assim. sem que haja degradação dos níveis de serviço associados. contas correntes e caucionadas) junto de várias instituições financeiras.904.696 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013) e 1. a SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e do cashflow gerado com as operações. para além dos financiamentos de médio e longo prazo contratados aquando da fusão entre o Grupo Sumol e a Compal. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018. que garantem a liquidez suficiente para as suas necessidades de curto prazo. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps).494. Mensalmente é efectuado o acompanhamento das necessidades de fundo de maneio. stocks). através da monitorização dos prazos médios das rubricas correntes do balanço (recebimentos.809 e 1.636 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013). tem sido prática recorrer de uma forma corrente a este tipo de instrumentos sempre que exista benefício operacional e financeiro para a SUMOL+COMPAL. As linhas contratadas não foram utilizadas na totalidade no final do exercício corrente. a SUMOL+COMPAL tem contratadas linhas de curto prazo (descobertos.

incluindo juros.749 3.416.194.019 175.104 - - 28.865.212.784 7. S.330.647 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 43.183.337.090 228.947.467.701.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.949 175.046.647 359.076 211.104 131.315.884 - - 12.A.647 102.085 - - 43.242.865.798 - - 12.403 - - 102.419.493 3.949 326.129 - 8.175.400.049 102.949 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 48.012.044 31-12-13 Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 43.430 . tendo por base o período remanescente até à maturidade contratual à data do balanço consolidado: Fluxos monetários não descontados 31-12-14 Menos 1 ano 1-5 anos Mais 5 anos Total Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 37.614.416. | 2014 A liquidação dos passivos financeiros contratados e remunerados originará os seguintes fluxos monetários não descontados.319 220.419.085 Outros passiv os correntes 12.213.798 Equiv alentes a caix a 28.837 115.619 - 11.507.890 .786 81 .028 5.315.724 - - 48.724 Outros passiv os correntes 12.157 - - 175.947.603 205.837 - - 13.884 Equiv alentes a caix a 13.874.980.232.651.828.330.263.

115 - Equiv alentes a caix a - - - 28.902 51.621 - - 1.041.818 - . Crédito e AF disp.848 - 8.773.107 Outros passiv os financeiros - - - 19.850 - Equiv alentes a caix a - - - 13.730 - .720 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.728.294 - - - Outros activ os correntes - 4.688.433. fin.481 - - - - 3. | 2014 Justo valor de activos e passivos financeiros Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 a reconciliação da posição financeira com as diversas categorias de activos e passivos financeiros detalha-se como segue: Classificação de acordo com a IAS 39 31-12-14 IF deriv .278 - - 43.724 - Outros passiv os correntes - - - 10.A.347.895.777 1.196.524 1.648 - 66.070 - 9.635 66.834 Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - .749 1.499.567 Caix a e equiv alentes a caix a - 2.920.493 - - 1.447 - 8.299.248.429. não fin.847.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. cob.712.567 Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - .612.701.448.834 - 63.053 - - - 31.299.688.455 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber - 51. v enda pass.124.730 - - 175.688 1.947.957.124.618.705 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.975. S.540 - - 102.093 - Dív idas comerciais de curto prazo a pagar - - - 48.646 - - - - 36.939 - 8.274 Outros passiv os financeiros - - - 20.107 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar 31-12-13 Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 66. Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 69.807 - Outros passiv os correntes - - - 10. v al. receb.582.412.287 69.902 120./pass.194.132 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber 31.201.949 - Empréstimos de curto prazo - - - 31.667.207.933. desig.144.720 - 1.504.320.942.705 - 1.847.274 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Empréstimos de curto prazo Dív idas comerciais de curto prazo a pagar IF: Instrumentos financeiros AF: Activos financeiros 82 . Outros Act.393 - - - - 59.238.499.

de acordo com os seguintes níveis de hierarquia de justo valor previstos na IFRS 13: i. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados.818 - 9. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da Empresa e a ausência de software não licenciado.730 - 8. sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite.299. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS.041.902 - 31. de servidores e de equipamentos pessoais. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável. Nível 1: justo valor de instrumentos financeiros baseado em cotações de mercados líquidos activos à data de referência do balanço consolidado.730 - 8. | 2014 De seguida apresentam-se os activos e passivos mensurados ao justo valor a 31 de Dezembro de 2014 e 2013.730 - 9. Os principais inputs dos modelos utilizados são observáveis no mercado.041. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. ii. mas sim com recurso a modelos de avaliação. utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio. política restritiva na gestão de desktops e laptops.041. 83 . estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. S.299.A.902 - 31.902 - - - - - 31. ii.902 - - - - - 8. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas.299.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura Tecnologias de informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software.299. os seguintes procedimentos: i. nomeadamente através da manutenção de firewalls.730 - 9. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password.041. iii.818 - 9.818 - 8. iii. Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31. mas sim com recurso a modelos de avaliação. não havendo sistemas de informação invioláveis. entre outros. iv. Nível 2: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo. razão pela qual são mantidos. cujos principais inputs não são observáveis no mercado. Nível 3: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo.

A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. indispensável. 84 . da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. havendo a prática. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. | 2014 Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados.

S.100 % 100.G.090 % -% 90. actividade principal.100 % -% 50.000 % (a) 6. (“S+Cmz”) Maputo Distribuição de bebidas (f) -% 45. S. S. Lda.000 % Worldw ideco. Lda. (“S+Cao”) Sumol+Compal Internacional. S.100 % -% 100. Madrid Sociedade Agrícola Castro Verde.1. S.900 % 51. Lda (“S+Ca”) Carnax ide Gestão de participações Sumol+Compal Angola.100 % -% 100.100 % -% -% Empresa-mãe: Sumol+Compal.G..100 % 6. detentor de capital e proporção do capital detido em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. S. Lda.A.S.000 % Distribuição alimentar S+Cm -% 50.090 % -% 90.P. (“SACV”) Gouv eia Agricultura Sumol+Compal África. suas sedes sociais. são as seguintes: 31-12-14 31-12-13 Percentagem de capital detido Denominação social Sede social Activ idade principal Carnax ide Produção de bebidas Companhia Geral de Bebidas de Angola.100 % Carnax ide Gestão de participações (e) -% 50. Unipessoal. Subsidiárias: 50.A. Lda. (Nota 3) Luanda Sumol+Compal Angola Inv est.A.P. S.A.095 % -% -% Carnax ide Gestão de participações (d) -% 25.900 % 90.000 % Percentagem efectiv a de capital detido pela S+C 85 .100 % -% 100. (“D2C”) Carnax ide Serv icom Alimentaria.A. S.900 % 96.. (“S+Cm”) Carnax ide Produção de bebidas S+C Sumol+Compal Moçambique. EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO As empresas incluídas na consolidação.000 % Produção de bebidas (c) -% 25. Lda (“S+Ci”) Detentor Directa Efectiv a Directa Efectiv a S+Cm -% 45.000 % 50.990 % (b) -% 50.000 % Comércio v ia Internet S+Cm -% 50.S.100 % Sumol+Compal Marcas.A. ("WWC") (Notas 3 e 15) Funchal Distribuição de bebidas (g) -% 50.000 % 100.000 % 100. ("CGBA") Luanda Distribuição de bebidas D2C Unipessoal.

09% em 2014 e 90% em 2013) e da S+Cm (5.º 5 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais: Número Valor Acções próprias 4. a sociedade Worldwideco. não existem saldos de investimentos financeiros em empresas associadas.813 4.06 EMPRESAS ASSOCIADAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. com sede em Paris. 86 . a prestação de serviços logísticos e à compra e venda de matérias-primas e bens móveis e imóveis.1% em 2013) (d) indirecta da S+Ci (25. A transacção foi realizada pelo preço global de 88. Tal como o previsto na IFRS 10 e no contexto da definição de controlo explicitada nas políticas contabilísticas (investimentos financeiros em subsidiárias).000 acções com o valor nominal de 500 kwanzas.9% do capital social da S+Cm. 3. na Ilha da Madeira.000 euros é representado por uma quota e a sede social situa-se no Funchal.. Informações de acordo com a alínea d) do n.1% em 2014. a gestão de marcas. 1 % 4. bem como a gestão de marcas e actividades daquelas conexas. as percentagens efectivas das participações assinaladas com as alíneas (a) a (f) resultam dos seguintes efeitos conjugados: (a) directa da SUMOL+COMPAL e indirecta da S+Cm (45. acções e respectivas prestações acessórias representativas de 49.06 4.004% em 2013) e da S+Ci (0.813 2. (e) indirecta da S+Cm (50. O capital social de 5. inexistente em 2013).992% em 2013). Em 23 de Janeiro de 2014. Foi ainda constituída. S. estas empresas foram incluídas na consolidação pelo método integral uma vez que o controlo destas é exercido pela SUMOL+COMPAL.2 milhões de euros para a SUMOL+COMPAL.2 milhões de euros e deu origem a uma mais-valia de 15.09% em 2014 e 90% em 2013). sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. Unipessoal.004% em 2013).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. alienaram-se à Copagef (Notas 1 e 15). A sede social situa-se naquela cidade angolana e o capital social encontra-se representado por 20.1% em 2013). sendo o seu objecto social a indústria e comercialização de bebidas.01% em 2014 e 10% em 2013). foi constituída em Luanda a sociedade Sumol+Compal Angola.002% em 2014 e 0. (f) indirectas da S+Ca (45. sociedade anónima de direito francês do Grupo Castel. (b) indirectas da S+Ci (45.087% em 2014 e 89. (g) indirecta da S+Cm (50. da S+Cm (0.001% em 2014 e 0.095% em 2014 e 50. S.A.061. COMPARABILIDADE E ALTERAÇÕES OCORRIDAS NO GRUPO No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. (Notas 1 e 15). (c) indirecta da S+Cao (25. | 2014 Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. dos derivados e das conservas de frutos e vegetais e outros produtos alimentares.061.1% em 2014 e 10% em 2013) e directa da SUMOL+COMPAL (2013).1% em 2014 e 50. (Notas 1 e 15) cujo objecto social corresponde à comercialização internacional de bebidas e outros produtos alimentares. em 23 de Dezembro de 2014. Lda.A.

854 113. Tendo em conta que aqueles valores resultaram de operações realizadas em diferentes momentos e.337 - - 70. contextos distintos.831 - - 17.288. à compra do anterior Grupo Compal.na compra da Sumol GM 25.400. que compreendia a actividade de produção de refrigerantes. cujo justo valor se veio a determinar como superior ao respectivo valor contabilístico (à data a que se reportou a compra). o goodwill resultante do imposto diferido é testado quanto à imparidade em simultâneo com os activos que lhe estão subjacentes. De acordo com a IAS 36. correspondendo exclusivamente à contrapartida dos passivos por impostos diferidos gerados com a alocação da diferença de compra aos activos identificáveis. hoje. As origens destes três itens de goodwill referem-se. na medida em que os potenciais de crescimento de cada uma delas é.831 17. bem como nas respectivas perdas de imparidade acumuladas. final 31-12-13 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar.453.A. ao imposto diferido resultante da concentração de actividades descrita na narrativa da rubrica “Propriedade industrial e marcas” (Nota 5).337 70. que compreendia actividades de produção e comercialização de sumos. 87 .764. foi o seguinte: 31-12-14 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar.113. néctares e águas com gás. o movimento ocorrido na quantia escriturada do goodwill (Notas 3 e 39). Neste sentido. o teste de imparidade ao goodwill é baseado na avaliação da Empresa enquanto agregadora das unidades geradoras de caixa.113.288.400.30 e seguintes.764.686 . o goodwill é testado quanto à imparidade pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.686 - - 25. bem assim. ii. GOODWILL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. é hoje inexequível aferir com rigor os fluxos das unidades geradoras de caixa então existentes específicos de cada uma daquelas operações.453. iii. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.831 - - 17.854 O Grupo descontinuou a amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005 (conforme referido na respectiva política contabilística) e testou-o quanto a imparidade de acordo com a IAS 36.400. Do mesmo modo. e que as actividades inerentes a tais operações foram sucessivamente alteradas e reconfiguradas. à compra da anterior Sumol GM. S.764.686 25.686 - - 25.453.453.288. | 2014 Não se verificaram outras alterações na estrutura do Grupo nem factos materiais que alterem a comparabilidade das demonstrações financeiras apresentadas para os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.831 113. A SUMOL+COMPAL tem defendido que a avaliação dos itens de goodwill correspondentes às aquisições das anteriores Sumol GM e Compal apenas tem sentido quando realizada conjuntamente.337 .854 - . sumos e néctares.na compra da Compal 17.337 - - 70. 4.288.764.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. respectivamente: i.em passiv os por ID 70.854 - . na qual se encontram afectos os activos que contêm aquelas quantias escrituradas.400. bem como todas as actividades de exportação do anterior Grupo Sumol. final Goodw ill: . indivisível.

616 (1.988. o movimento ocorrido no valor do activo intangível (Nota 39).494 2. ACTIVO INTANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014.988.243. S. o teste realizado demonstra a não existência de perda no valor dos itens de goodwill escriturados em 2014. iv.201 23.004 - - 313. foi utilizada a taxa de desconto de 8% na actualização dos fluxos de tesouraria.939.A.939.756) (4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.871.(29.316. a qual se entende conter um factor de prudência face aos parâmetros de risco historicamente baixos na actualidade.215) Perdas Alien.871. 5. Saldo final - - .(27. também entendida como conservadora. Em conclusão.249. ex ercício imparidade e abates Transfer.081 673. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Alienações Activ o bruto: Saldo inicial Adições Propriedade industrial e marcas 284.215) (25. acumulada Quantia escriturada 234. iii.616 Direitos contratuais e abates Transfer.871.296.296. realizou-se o teste de imparidade para aqueles três itens de goodwill com base nos seguintes pressupostos: i.198 . o seu valor apresenta o seguinte detalhe: 31-12-14 Descrição do activo Compal Frize Um Bongo B! Outros 88 Activo bruto Amortiz.498 01-01-14 31. definiu-se a taxa de crescimento implícita na perpetuidade em 1%. Amortizações e perdas de imparidade acumuladas: Saldo inicial Propriedade industrial e marcas Direitos contratuais (1.201 23. ao montante atribuído às marcas no âmbito da concentração de actividades empresariais. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.418) .338) (4.418) (1.004 - .243.385 282.443.897.284. bem como nas respectivas amortizações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas. | 2014 Pelo exposto.882 31-12-14 Amortiz. essencialmente.418) 234.531 23.531 23.418 284.266.709.418) (23. - - Saldo final .198 1.137.006.018.878 2.897.081 673.580.768.871.198 282.553) .775.897. do teste resulta que o valor recuperável obtido comporta o valor escriturado dos activos que incorporam aqueles itens de goodwill.871.971) A rubrica “Propriedade industrial e marcas” corresponde.(1.443.768.385 282.768.616 29. ii. as estimativas dos fluxos futuros de tesouraria foram obtidas no âmbito do trabalho desenvolvido por entidade não relacionada aquando da avaliação das marcas.

905.083) (4.010.455) (998) (41.897.862 01-01-14 Depreciações e perdas de imparidade acumuladas Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Saldo inicial (64.876.711 6.984 89.911.714) 1.906.130 1. Em resultado.192.768.933 15. por um lado. incluindo as sinergias e a expansão do negócio esperadas nos mercados africanos com a projecção destas até ao fim da vida útil dos grupos de unidades geradoras de caixa.380.922.689 148.339. e regulariz.657 99. concluindo-se que não há lugar ao registo de qualquer perda de valor das marcas.423. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.270.793.792 27.745.472) (4.713) - 20.541.536 336.897. S. | 2014 As marcas cuja quantia escriturada no período findo em 31 de Dezembro de 2014 totalizam 282. a quantia escriturada ascendia a 282.456.938) (208.002.102 1. Contudo foram testadas quanto à imparidade. pelo conhecimento que o Grupo tem do negócio (reflexo da sua experiência passada) e da evolução dos mercados relevantes para as empresas e.300 840.541.800 1. por outro.051.360) (4.183.376.545) (67. com base nos seguintes elementos: i.892.782) (2.415. ii.A.138) (50.492) (51.954 (12.726 440.003.246 16. iii.207.445) (14. a seguinte composição: 89 . no âmbito da IAS 36.348) (5.286 891.640 145.829) (11.643.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.281) (272.366. Perdas exercício imparidade (3.924) (133.891.526) (14. 6.773 5. Saldo final 3. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Activo bruto: Saldo inicial Adições Alienações e abates Transfer.227 2.396 52.233 1.476 331.795 91. o valor dos parâmetros mencionados no ponto anterior foi obtido.257.926) (797.446 (6.377.766) - Alienações e abates Transfer.937.098 5. o movimento ocorrido no valor do activo tangível (Nota 39).354) (4. com início em 2015 e aprovada pelo Conselho de Administração.973 (151. Saldo final Propriedades Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Activos tangíveis em curso 20.459) (950.348 216.661) (18. e regulariz.656 657.033.593. pela intervenção de uma entidade que não é parte relacionada.272 52.151.471) (129.198 euros não se encontram a ser amortizadas. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.852.583) O activo tangível em curso apresentava.787 4.99. bem como nas respectivas depreciações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas. nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.135) (693.887.583 864.816) (9.199) (1. o valor de uso obtido para cada marca mantém-se acima do valor escriturado.824) (85. ACTIVO TANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014.501.198 euros.795 89.226) 31-12-14 Deprec.700) (263.073 864.430. a quantia recuperável foi estimada a partir da informação financeira previsional quinquenal.

683 18.606 euros.411 348.756 854.168 821.101 193.452 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 6.757 29. acumul. sendo a respectiva quantia escriturada.144 5.728 974.722 7.683 18.960 25.236 17.483 2.339.648) 715.616 288.934 49.443 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 7. o valor de aquisição dos activos tangíveis detidos pelo Grupo no âmbito de contractos de locação financeira ascendia a 715.339 193. nessa data.670 11. | 2014 31-12-14 31-12-13 Linhas de produção 659.960 3.649 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 17.801 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 Não mais de um ano: 116.523 Instalações 206.033 627.032 113.588 5.842 54.884 1.A.869) 133.096 308.319 685.101 116.221) 421.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.874 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 251.567 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 3.980 491.102 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 5. S.304 71.536 95.306 188.476 Outros No período findo em 31 de Dezembro de 2014.374 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 27.291 510.662 (160.397 9.204 18.925 7. os valores (nominais e presentes) das rendas vincendas decorrentes de contractos de locação financeira eram os a seguir apresentados: 2014 2013 Contrato Descrição do equipamento Valor Início Fim Nominal Presente Nominal Presente Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 26.906 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 10.441 281.166 Sistemas de informação 401. 293.925 7.834 26.944 (140.722 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 18.237 17.884 10.744 10.745.074 26.737 euros.727 439.403 227.843 317. conforme quadro abaixo: 31-12-14 Activo bruto Descrição do bem Equipamento de transporte Equipamento administrativo Amortiz.665 90 .801 18.265 188.881 477.579 35. Quantia escritur.080 26.606 (300.752 16.989 32.205 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 18.737 Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.032 113.596 5.800 26. de 414.296 414.721 11.437 5.

861 1.428. 9. um processo que define o apuramento e mensuração do custo dos produtos acabados. a de mercadorias.095 5.057 8.459 10. tornando complexa a individualização de cada uma delas. de bens que assumem para umas a natureza de produtos acabados e para outras. as dívidas comerciais de longo prazo a receber apresentavam a seguinte composição: 31-12-14 Outros devedores (a) Cauções de vasilhame (b) 31-12-13 272.881 28. Encontra-se implementado. bem como a sua valorimetria (componente variável do custeio).500 7. manutenção e processo de higienização das linhas de produção.448. | 2014 7. e em vigor no Grupo.455 (a) Empréstimos concedidos a clientes (b) Valores de caução de vasilhame pagos a fornecedores realizáveis no momento da devolução física do mesmo. as rubricas “Mercadorias” e “Produtos Acabados” encontram-se agregados na mesma linha.494 2.418. o detalhe da rubrica “Outros investimentos financeiros” (Notas 3 e 39) era o que consta do quadro que se segue: Outros investimentos financeiros Embopar Refrigor (Brasil) Dispar Centro Técnico de Citricultura Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica Codal Fundo de Compensação do Trabalho Eurodietética Companhia Térmica Compal Outros 8. 31-12-14 31-12-13 17.412.720 17.705 DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.A.825.057 8.487 3.903 1.095 5.901 66.459 10.230 7.229 239.602.990 No balanço consolidado e na demonstração dos resultados consolidados. OUTROS INVESTIMENTOS FINANCEIROS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.901 69. S. INVENTÁRIOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.208. incluindo gastos com energia.494 2.500 7.292 Produtos acabados e mercadorias 19. subsidiárias e de consumo 12.599 17. 91 . Este procedimento decorre do facto de ocorrerem movimentos internos.139.482 5. entre as empresas intervenientes no processo de consolidação.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.015 2.230 7.482 5.698 31.223.487 2. Este processo contempla a validação dos níveis de utilização das matérias e bens de consumo definidos nas listas técnicas. correspondentemente.594 1.132 1.990.282 10. esta rubrica (Nota 39) tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 Matérias-primas.

468. | 2014 Paralelamente. corresponde à soma do custo da actividade suporte que se lhe imputa com o quociente entre o custo da sua actividade principal. 10. e a sua actividade normal.A.383 51. GGF e MOD Estas siglas correspondem aos acrónimos de.399 304.7 milhões de euros. entendido como GGF e MOD. o Grupo tinha escriturado no seu activo um desreconhecimento de créditos de curto prazo sobre clientes no valor aproximado de 7. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.425 Entidades relacionadas 11.504. 92 . Os significados das variáveis constantes do segundo membro da equação encontram-se explicitados nos parágrafos imediatamente seguintes. sendo as remanescentes rubricas de carácter fixo revistas anualmente ou sempre que alterações significativas e com impacto justifiquem a sua revisão. No período findo em 31 de Dezembro de 2013.733. que são específicas para cada um dos formatos de embalagens. matérias subsidiárias.546 Clientes Outros devedores 7. resultando na aplicação da equação Custeio Standard (produto z) = Custeio Variável (MP. são validados os níveis de imputação dos gastos gerais de fabrico e mão-deobra das actividades suporte e actividades principais. Custeio Fixo Para um formato de embalagem z.294 No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. bem como os das variáveis que integrem eventualmente aquelas primeiras. Tarifa da actividade Para uma linha x. corresponde ao quociente entre a tarifa da actividade de uma linha x e o nominal de produção de um formato de embalagem z. ME. correspondentemente.475 51.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. esta rubrica tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 43. A componente variável do custeio é revista numa base mensal.472.016 45. S. MP. gastos gerais de fabrico e mão-de-obra directa.567. matérias-primas.830.943 159. materiais de embalagem.848 Cauções de vasilhame 423. decorrente de uma transmissão daqueles no mesmo montante (operação de factoring sem recurso).9 milhões de euros.025 5. Para o cálculo do custo dos produtos são ainda considerados os níveis de actividade (capacidade produtiva) e os nominais das linhas de produção (eficiência). aquele valor ascendia a cerca de 4. ME e MS) + Custeio Fixo. MS.

312 110.456 5.151 1.640 16.041.258 244. a rubrica “Outros activos correntes” apresentava o seguinte detalhe: Devedores por acréscimos de rendimentos: Cooperativo PBI e Damm Comparticipações Unilever Jerónimo Martins Publicidade e propaganda Comparticipações por não conformidade de matérias Rappel por receber de fornecedores Fornecimentos e serviços externos Gastos a reconhecer: Publicidade e propaganda Fornecimentos e serviços externos Juros antecipados Seguros Rendas antecipadas Outros: Adiantamentos a fornecedores 31-12-14 31-12-13 2.899 227.144.054.947 35.241 157.693 1. OUTROS ACTIVOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.905.224 209.555 110.090 3.328 99.124.667 31.143.061 93 .424 297.584 45.590 30.633.021 3.374.266 11.594 1.994.443.535 128.567 186.151 5.878 186.328 88. ACTIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.124 242.516 230.743 1.952.703 3.567.730 1.279 119.948 655.360.183 116.264 222.222.847.848 721. | 2014 Nas mesmas datas. S.902 30. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a recuperar Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) Outros 12. o detalhe de “Outros devedores” era o abaixo evidenciado: Dívidas de clientes Documentos em recepção e conferência Actividades CNA Empréstimos a clientes Pessoal Fornecedores (outras operações) Regularizações de IVA Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") Alienação de activos tangíveis Letras descontadas 31-12-14 31-12-13 4.444 1.289 35.309 4.830.189 3.681 40.112 45.025 4.684 16.475 31-12-14 31-12-13 2.707.211 5.535 34.211 7.170 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.743.343 1.708.835 827.513 209.545.276 413.104 100.613 438.222.A.421 316.754 173.799 225.878 1.738.700 72.

814 1.793 3.813 4.590.A.00 % As reservas incluídas no capital próprio da SUMOL+COMPAL em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 apresentavam as naturezas e finalidades abaixo apresentadas: Excedentes de revalorização Os excedentes de revalorização resultam do incremento líquido do valor contabilístico dos itens do activo tangível. Aos 94 .68 % 77.092.417 1.313 10.53 % 70.652 4.700.205 (26. CAPITAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.279.990.50 % 10. S.99 % Acções dispersas em bolsa 5.04 % 4.603 1.500 100.53 % Indirectamente 6.099.848) (28.092 77.061.13 % 3.099.610 70.155 8. | 2014 13.453 8.692.647.69 % 8.765 79.224. 14. de valor nominal unitário de 1 euro.651. o detalhe de caixa e equivalentes a caixa (Nota 3) era o seguinte: 31-12-14 31-12-13 Tx.378 3. no âmbito dos processos de reavaliação de acordo com os Princípios Contabilísticos Geralmente Aceites anteriores (custo considerado na data de transição).393 (13. integralmente subscrito e realizado. encontrava-se representado por 100.092.428.283.07 % 1. CAIXA E EQUIVALENTES A CAIXA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.229.689.06 % 4. sendo a estrutura accionista a seguinte: 31-12-14 31-12-13 N.03 % 1.500 100.147.022.061.417 1.108 15.194.069.933.10 % 1.º acções % Directamente 70.510.06 % Acções próprias: S+C S+Cm Outros: Fundo de Capital de Risco CGD – Caix a Capital 10.600 2.814 1.510.06 % 3.069.22 % 79.781 17.62 % 15.211 0.051 5.000 - 63.092.211 0.070) 50.061.99 % 1.07 % 1.63 % 100.500 acções ordinárias.990.741 59.10 % 4.21 % Refrigor Grupo Caix a Geral de Depósitos ("CGD"): Directamente CGD Pensões 30. Angola e Moçambique.44 % 8.667.03 % 30. efectiva Saldos Caixa e equivalentes a caixa: Numerário Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis Depósitos a prazo Descobertos bancários e contas caucionadas a) 8.677) a) Inclui linhas contratadas em Portugal.590.738.02 % - -% 1.238.482 6.313 10.00 % 100.813 4.813 4.50 % Caix agest 1.603 1.020 1.610 70. o capital social da SUMOL+COMPAL.14 % 17.039.º acções % N.053 2.150.

no montante de €3. Reservas livres As reservas livres são constituídas por livre deliberação da Assembleia-Geral.07 euros por acção.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. Em 9 de Dezembro de 2014 a SUMOL+COMPAL (“Sociedade”) divulgou ao mercado que. d) a proposta de conversão das reservas contratuais da Sociedade. sujeitas ao regime das reservas legais. em reservas livres. Prémios emissão de acções Os prémios desta natureza resultam da diferença entre o valor subscrito e o valor nominal das acções emitidas. no montante de €3. resultantes de prémios de emissão.76.398. Aos prémios de emissão de acções é aplicável o regime da reserva legal.997. Resultados retidos Os resultados retidos correspondem ao somatório dos lucros (se positivo) ou somatório dos prejuízos (se negativo) acumulados relativos a períodos anteriores que. as reservas livres e os prémios de emissão de acções.77% do correspondente capital social com direito a voto.16.832. ou para incorporação no capital. 95 . Outras reservas Nesta rubrica estão incluídas as reservas estatutárias. 20% do capital social. Reservas estatutárias As reservas desta natureza decorrem das disposições estatutárias ao longo da existência da SUMOL+COMPAL nos sucessivos contextos da estrutura societária. na Assembleia-Geral realizada no próprio dia em que esteve presente ou representado 73. para cobertura de resultados retidos negativos da Sociedade no montante de €26. Reserva legal O Código das Sociedades Comerciais estabelece que pelo menos 5% do resultado positivo anual é destinado à constituição ou reforço da reserva legal até que represente. foram aprovados por unanimidade: a) o balanço intercalar da Sociedade reportado a 30/09/2014. pelo outro. em reservas livres.659. como a própria rubrica sugere. | 2014 excedentes de revalorização é aplicável o regime da reserva legal. não podendo este exceder o montante das entradas dos accionistas. A reserva legal só pode ser utilizada para cobertura da parte dos prejuízos acumulados que não o possam ser através do resultado positivo do período ou de outras reservas. c) a proposta de conversão das reservas estatutárias da Sociedade. não tendo uma finalidade específica.67. no mínimo.099. ficaram retidos na entidade. por um lado. na medida em que não forem necessários para cobrir prejuízos já acusados no balanço.A. b) a proposta de utilização parcial das reservas.186. e) a distribuição de reservas aos accionistas no montante de 0.

990 % -% 25. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).000 % 10.88 % 20.233 140.A.999 Contas caucionadas 3.900 % -% -% 49.91 % 302.673.900 % 49.900 % 10.900 % 44.447 207.900 % -% -% 44.900 % -% -% 49.900 % -% -% 25.900 % 49.382 Papel comercial 4. | 2014 f) a proposta de afectação a reservas livres do montante das reservas da sociedade sujeitas ao regime de reserva legal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.900 % 49. INTERESSES NÃO CONTROLADOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.000.000 Locação financeira 4. S.00.000 % -% -% 49.000 % 3.000 15.000 % 3.910 % -% -% 49.000 % 44.868.100 % 49.201. 96 .872.000 % 10.910 % 4. esta rubrica tinha a seguinte composição: Médio e longo prazo 31-12-14 Tx.939 Empréstimos bancários A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.900 % 49.100 % 3.000 % 49.005 % -% -% 25. efectiva 31-12-13 Saldos 4.000.000 % 10. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17). EMPRÉSTIMOS DE MÉDIO E LONGO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. os interesses não controlados apresentavam a seguinte estrutura: 31-12-14 Detentor Sociedade Copagef (Notas 1 e 3) CGBA D2C Serv icom SACV S+Ca S+C Angola S+Cao S+Ci S+Cm S+Cmz WWC CGBA SACV S+C Angola S+Cao S+Cmz José Filipe Serpa Pimentel Barros Virgolino Herdeiros de Manuel Jacinto Alv es Alex andre Lemos de Matos Adolfo Manuel da Silv a Correia 31-12-13 Directa Percentagem de capital detido Efectiv a Directa Efectiv a 44.000 % 10.910 % -% -% 49.900 % -% -% 10.900 % 0.833 460.910 % 49.144. 15.900 % -% -% 44.000 % 16.900 % 49.168.68 % 51. no valor de €8.900 % -% -% 49.900 % 10.002 % 49.910 % -% -% 49.900 % 10.381 50.100 % 49.42 % 124. que excedem o montante legalmente fixado para a completa constituição e integração da reserva legal da Sociedade.100 % 3.000.558 196.000.

612.613.939 17. tinha o seguinte plano de reembolso previsto: Médio e longo prazo 31-12-14 31-12-13 2015 - 82. resultante da compra de matérias-primas em moeda estrangeira.041. o montante coberto ascendia a 8 milhões de USD (8 milhões de USD no período findo em 31 de Dezembro de 2013). o montante nominal de empréstimos com coberturas associadas ascendia a 89 milhões de euros (105 milhões de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013). O objectivo desta cobertura é transformar os empréstimos de taxa de juro variável em taxa de juro fixa.902 - 31. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 66 milhares de euros do capital próprio.041. O montante de gastos financeiros reconhecidos no período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi de 3. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).902 - - - - - 8.818 - 8.494.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura O Grupo contrata swaps de taxa de juro para cobrir o risco de taxa de juro inerente aos pagamentos futuros de empréstimos.672. S. O risco coberto é o da flutuação da taxa de câmbio.768.041.447 207.233 2017 31. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018.299.516. tendo os mesmos sido incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de diferenças de câmbio favoráveis (Nota 31). No período findo em 31 de Dezembro de 2014.818 - 9.999 2019 5.144.000. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente).902 - 31.041. | 2014 Nas mesmas datas e atendendo à respectiva natureza e maturidade.299. 2. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps).730 - 8.233 milhares de euros (3.605 2016 101.201.096 56.818 - 9.102 2018 58.730 - 9. o Grupo tinha reconhecido os seguintes derivados financeiros (Notas 18 e 30): Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.299.136 36.093 milhares de euros.016.730 - 8. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD.147. associada a transacções altamente prováveis (cobertura de fluxos de caixa). denominada em euros. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS E CONTABILIDADE DE COBERTURA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.A. 97 .215 31.902 - - - - - 31.730 - 9. 1. O risco coberto é o indexante da taxa variável associada aos empréstimos (cobertura de fluxos de caixa). O Grupo efectua também cobertura económica e contabilística do risco cambial inerente à exposição USD. nos montantes de 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.776 milhares de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013).000 - 196.299.904.809 e 1. a dívida remunerada não corrente.

451.870) (1. pelo que a SUMOL+COMPAL se abstém de fazer divulgações adicionais.233 milhares de euros do capital próprio. S. os quais foram incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de juros suportados (Nota 31). 18.115 (17.540 175. na análise de risco de obsolescência e na sua avaliação da conjuntura e envolventes económicas.730 8.201. foram reconhecidas perdas por imparidade nas classes de activos “Inventários” e “Clientes de cobrança duvidosa”.260) (300. DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. as dívidas comerciais de longo prazo a pagar apresentavam a seguinte composição: Instrumentos financeiros derivados ("swaps") Outros 31-12-14 31-12-13 8.176) 157.361) (663.000) - - (611.301) No período findo em 31 de Dezembro de 2014.078.693.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.186 19. A manutenção de uma conjuntura económica difícil tem agravado a incapacidade de alguns clientes liquidarem as suas obrigações decorrentes das vendas de produtos e das prestações de serviços efectuadas pelo Grupo. PROVISÕES E PERDAS DE IMPARIDADE ACUMULADAS Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014.497) (1.351) (536.041) (19.000) (4.567.678 9. a variação nas perdas de imparidade e provisões acumuladas foi a seguinte: 2014 Rubricas Saldo inicial Reforço Utilização Reversão Saldo final Perdas de imparidade: Em outros investimentos financeiros Em inventários (Nota 26) Em clientes de cobrança duvidosa (Nota 26) Em outras dívidas de terceiros (Nota 26) Provisões (Nota 26) (39.209) 163.299.948 102.661) (730) 332. 98 .980) (18. No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. correspondentemente).144.374 507.A.321) (1.334 (20.104 175. as provisões referem-se a disputas legais com colaboradores.646 8.442 (474.732 520.475. as quais foram estimadas pelo Grupo com base na sua experiência. A prestação de informação adicional sobre os processos pode causar prejuízo à posição da SUMOL+COMPAL face às restantes partes das disputas.777 (1.980) (75.773) (17.824) (463.501.557 (18.161.159.320.642) 12.870) 162.975.242.156) (342. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 3.156) - - - (39. clientes e distribuidores (questões laborais e comerciais.

434 1. PASSIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.342 374.68 % 5.336. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a pagar Contribuições para a Segurança Social Imposto sobre o Rendimento (IRC/IRS) – retenções na fonte Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) Imposto do selo (IS) 31-12-14 31-12-13 3. 21. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17).724 43.011.338 135.267 615.532.433.648 36.406 134.256 19.197 1.86 % 26.381 378.618 2.252 591.000 - Locação financeira 4.180.082 11.211 66. S. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).315.458.952 42.278 886.698 Papel comercial 6.159 4.015 1.673.085 Entidades relacionadas Outros credores Nas mesmas datas.167 99 .365 48.744 248.546.395 166.343 5.613 1.056 A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.104.592 31.107 169.093 36.258.91 % 174. esta rubrica tinha a seguinte composição: Fornecedores 31-12-14 31-12-13 47.159 5.882.104. | 2014 20.A.588 19.851 103. esta rubrica tinha a seguinte composição: Curto prazo 31-12-14 Tx.947.462 1.028 683.350 16.600 16.000. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.429 16.712.365 22.319 781. EMPRÉSTIMOS DE CURTO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. efectiva 31-12-13 Saldos Empréstimos bancários 3.536 50. o detalhe de “Outros credores” era o abaixo evidenciado: Actividades CNA Documentos em recepção e conferência Pessoal Letras descontadas Sindicatos Retenções de imposto sobre o rendimento Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") 31-12-14 31-12-13 1.028 886.081 425.

917.API Estrutura comercial Damm Subsídios para investimentos .462 3. OUTROS PASSIVOS FINANCEIROS No período findo em 31 de Dezembro de 2014.771 54.981 2.089.688.433. 19. esta rubrica tinha a seguinte composição: Credores por acréscimos de gastos: Remunerações e encargos a liquidar Publicidade e propaganda Incentivos Documentação em trânsito (FSE) Gastos com o pessoal Juros a liquidar Reciclagem de embalagens Mercadorias e matérias Seguros Aperfeiçoamento activo Rendimentos a reconhecer: Subsídios para investimentos .IFADAP Diferenças de câmbio Outros: Adiantamentos de clientes 31-12-14 31-12-13 4. S.693 26. não foram desreconhecidos quaisquer activos referentes a saldos a receber.656 20.007. 100 .7 milhões de euros correspondentes à utilização e desconto de uma linha de créditos documentários de importação contratada fora do mercado doméstico.728.539 71.573 955.176 1.404 7.462 - 12. cujo limite global ascende a 35 milhões de euros e cuja duração é de seis meses (automaticamente renovável por iguais períodos).299 10.280. OUTROS PASSIVOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013. Em 31 de Dezembro de 2014 não existiam valores descontados no âmbito desta linha.511 1.344 2.483 772.583 2.884 12.524 1.401.798 24.274 3.419. No total apresentado nesta rubrica no período findo em 31 de Dezembro de 2013.332.038 431.3 milhões de euros contratados de forma idêntica.040. | 2014 23.416.961 82.596. os contractos em causa não reúnem as condições necessárias para serem considerados como “sem recurso” pelo que.315 4.929 1.981 49.499. estavam ainda englobados 2. No período findo em 31 de Dezembro de 2013.360 10.885 10.544 26.107 1.A.489.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.314 1.5 milhões de euros correspondem ao montante antecipado no âmbito de contractos de factoring. os 21 milhões de euros apresentados na rubrica incluem 18. No contexto da IAS 39. dos cerca de 19.024 1.6 milhões de euros apresentados na rubrica “Outros passivos financeiros”.323 75.145. A taxa (custo) efectiva subjacente aos contractos é inferior à média das taxas efectivas associadas às linhas de curto prazo contratadas pela SUMOL+COMPAL.848 430.

788 309.842 1. OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.825 2.773.964 26.764 10.978.847. a rubrica “Réditos” (Notas 3 e 39) apresentava a seguinte composição: Vendas Prestações de serviços 2014 2013 300. S.481 Os valores apresentados em rendimentos suplementares referem-se.269.168 861.841 Ganhos em inventários 789.A.106 37.020.393.508 144.634. a rubrica “Outros rendimentos e ganhos” apresentava a seguinte composição: 2014 2013 8.294. | 2014 25. decorrentes de contractos de locação operacional.123.930 12.176 9. A rubrica encontra-se ainda influenciada.209.136.015 566.709.972 2. a comparticipações de terceiros nos gastos com publicidade e propaganda incorridos pelo Grupo. por rendimentos decorrentes de transportes e da valorização de resíduos para reciclagem.601.662.037 195. LOCAÇÃO OPERACIONAL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. maioritariamente.501 Rendimentos suplementares Ganhos em alienações de activos tangíveis 80. foram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 2014 2013 834.377 11. RÉDITOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.804 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.290 352.328 301.767.343.839 Correcções relativas a períodos anteriores 17. os valores das rendas pagas reconhecidas como um gasto no período. 27.335 1.890 Subsídios ao investimento Outros rendimentos operacionais 1.667 101 .996 Reversões de perdas por imparidade (Nota 19 e 32) 520.909 51.601 7.398 289. embora com menor expressão.

720 4.043.310.301 789.A.299. S.802 5.278.568 3. correspondentemente.838.068 57.188.854 .962.328.572.843 5.525 809.231.097 1.892.171 32.949 61.151 39.093.248 48.345 63.691 1.194 19.077.246.155 39.158 1.105.836 6.385 1.967 .478. o seguinte: Subcontratos Trabalhos especializados Publicidade e propaganda Vigilância e segurança Conservação e reparação Ferramentas e utensílios de desgaste rápido Livros e documentação técnica Material de escritório Artigos para oferta Electricidade Combustíveis Água Outros fluidos Deslocações e estadas Transportes de mercadorias Rendas e alugueres Comunicação Seguros Contencioso e notariado Despesas de representação Limpeza.1.830 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Empilhadores 57.896.752 Os contractos de locação operacional relativos a empilhadores e a veículos automóveis ligeiros de passageiros e de mercadorias têm a duração média de 48 meses.837.779 18.922 1.129 7.893 584.406.851 8.169 40.662 1.427 3.016 1.716 6.277 811.257.440 73.683.536.465.168 Não mais de um ano: Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 1.931 3.793. 28.522.732 5.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.618 3.336 1.316 945.045.413 87. o detalhe de “Fornecimentos e serviços externos” era.336 Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 465. neles não se encontrando prevista a opção de compra dos bens afectos nem existindo cláusulas de renovação automática.082 470.355 871 3.189 41.676 2.739 94. | 2014 Nos mesmos períodos.012 4.430.852 56.861. os valores das rendas vincendas decorrentes daqueles contractos eram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento 2014 2013 408.495. higiene e conforto Outros 102 2014 2013 3. FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.131 836.518 834.860 161.823 2.607.596 40.440 2.632 142.571 35.151.

S.160 112. OUTROS GASTOS E PERDAS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.181.521 612.109.805.260.230 646.083 329. a rubrica “Gastos com o pessoal” apresentava o detalhe que se segue: Remunerações dos órgãos sociais Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações Seguros de acidentes no trabalho e doenças profissionais Gastos de acção social Outros gastos com pessoal 2014 2013 1.053 165.233 5.924 2.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.302 1.344 24.283 267.102.677 110.029 780. GASTOS COM O PESSOAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.290 30.044 Durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.429 25.878 5.320.785 2.298 1.114 75.023 2. a rubrica “Outros gastos e perdas” apresentava a seguinte composição: Abates de inventários Donativos Impostos Ofertas e amostras de inventários Quotizações Perdas na alienação de activos tangíveis Correcções relativas a períodos anteriores (Nota 32) Outros gastos operacionais 2014 2013 1.506 94.415.530.278. | 2014 29.473 648.280 34.573.159.905 1.331.870 35.780 419. o número médio de trabalhadores ao serviço das empresas incluídas na consolidação era o constante do quadro abaixo: Número médio de trabalhadores 2014 2013 1.778 120.194.132 517.905 3.826 142.395 151.104 103 .068.300 15.690 558.

a SUMOL+COMPAL considerou a taxa agregada de 22.279 645. os resultados financeiros (Notas 3 e 39) apresentavam a seguinte composição: 2014 2013 (13.5 milhões de euros.830.078.067) (20.5%). RESULTADOS FINANCEIROS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.5%. A caducidade das anulações ou liquidações adicionais resultantes de correcções aos prejuízos fiscais é.297. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.111) (12.233.5% na medida em que corresponde à aprovada no Orçamento do Estado para 2015. correspondendo estas às que estiverem aprovadas ou substancialmente aprovadas na data do balanço consolidado. desde 2014. a Empresa deixou de ser tributada pelo lucro consolidado no âmbito do Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (“RETGS”) na medida em que a alienação de 49.218) (1.180 309.5 milhões de euros e 5% para os montantes superiores).5 milhões de euros. de 4 anos.A.109.606.788) (20.239) Outros resultados financeiros: Gastos e perdas financeiros: Juros de financiamento suportados Juros de instrumentos financeiros derivados (swaps ) (Nota 17) Diferenças de câmbio desfavoráveis Rendimentos e ganhos financeiros: 3.259 Descontos de pronto pagamento obtidos 256.775. Em ambos os períodos houve o acréscimo da Derrama Estadual nos lucros tributáveis superiores a 1.886) (1.637 199.788. que inclui Derrama Municipal (na data homóloga de 2013 tinha sido de 26. registos contabilísticos.921. 5% entre o valor anterior e 35 milhões de euros e 7% para os montantes superiores) e dois em 2013 (3% até 7.054 2. 104 . devendo a sua utilização processar-se por ordem cronológica e apenas até à concorrência de 70% do lucro tributável de cada ano fiscal.424. processo de documentação fiscal e correspondente documentação suporte devem ser conservados durante 12 anos. | 2014 31.687.188) Outros gastos e perdas financeiros (2. Os livros.408 134.367) (758. com três patamares de taxas em 2014 (3% até 7.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.100. Os prejuízos fiscais gerados a partir de 2014 podem ser recuperados no período de 12 anos.485) (3.383 (19.889) (572.468.9% do capital da S+Cm à Copagef originou uma participação na subsidiária inferior aos 75% mínimos previstos naquele regime. O imposto destas empresas correspondente ao período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi calculado tendo por base a taxa nominal de IRC agregada de 24.317 1. S. Os impostos diferidos são calculados com base nas taxas de imposto que se espera virem a estar em vigor à data da reversão das diferenças temporárias.570 Outros rendimentos e ganhos financeiros 3. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.856) Juros de financiamento obtidos Diferenças de câmbio favoráveis (Nota 17) 32.351) Descontos de pronto pagamento concedidos (1.835) (3.755.237 1. IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO A SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias sediadas em Portugal encontram-se individualmente sujeitas a tributação em sede de imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (“IRC”) e correspondente Derrama Municipal. Os impostos sobre o rendimento (correntes ou diferidos) são reflectidos nos resultados do período.976) (20.

aos cinco períodos de tributação subsequentes. eram susceptíveis de serem elegíveis para efeitos de aproveitamento do Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”). as quais. que estabelece um Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (“CFEI") traduzido numa dedução à colecta de IRC de 20% das despesas de investimento em activos afectos à exploração (com limite de cinco milhões de euros por sujeito passivo). o Grupo suportou despesas com investigação e desenvolvimento (“I&D”).279 euros.A.918 euros. correspondentemente. de 31 de Dezembro. de 16 de Julho. Na Declaração Modelo 22 correspondente ao período de tributação findo em 31 de Dezembro de 2013.º 55-A/2010. S. A parte do benefício que não possa ser deduzida é transmissível. a dedução será feita com base na matéria colectável do grupo até à concorrência de 70% desta. para cada sociedade e por cada exercício. no seu entendimento. não poderá ultrapassar. Para as entidades que apliquem o RETGS. 105 . 208. Durante os exercícios de 2011 a 2013.º 64-B/2011. As despesas deverão ter sido efectuadas entre 1 de Junho e 31 de Dezembro de 2013 e a dedução pode ser efectuada até à concorrência de 70% da colecta do IRC. No período findo em 31 de Dezembro de 2013 foi publicada a Lei n. | 2014 Às subsidiárias sediadas em jurisdições estrangeiras aplica-se a legislação fiscal dos países em que desenvolvem as suas actividades. 196. relativas à recomendação de créditos fiscais decorrentes de actividades de I&D efectuadas naqueles exercícios. foram deduzidos 527.761 euros e 280. nos montantes de. relativamente aos exercícios de 2011 e 2013. nas mesmas condições. previsto na Lei n. por parte da Comissão Certificadora para os Incentivos Fiscais à I&D Empresarial (“Comissão Certificadora”). submetida em Maio de 2014.919 euros referentes ao benefício fiscal determinado nos termos do CFEI. entretanto alterada pela Lei n. foram emitidas as respectivas declarações. o limite de 70% da colecta que se apuraria pela sociedade que realizou as despesas elegíveis caso o RETGS não se aplicasse. Contudo. de 30 de Dezembro.º 49/2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Neste sentido.

729) (26.00 % Efeito no imposto do período (86.A. | 2014 A reconciliação entre a taxa nominal e a taxa efectiva de imposto sobre o rendimento do período (Nota 39). apresenta a seguinte composição: 2014 Resultados antes de impostos Tax a nominal de imposto Imposto esperado 8.163) 375.920) (411.229) Rev ersão de ajustamentos em inv entários tributados e de perdas por imparidade tributadas (Notas 19 e 26) (520. no período findo em 31 de Dezembro de 2014.327 (42.354.956) Imposto do período Tax a efectiv a de imposto 106 3.200 (31.00 % (1.540 Correcções relativ as a períodos de tributação anteriores (Nota 30) 419.173.50 % 5.471) Diferenças permanentes: Ajustamentos decorrentes da aplicação do justo v alor (não fiscalmente dedutív eis ou para além dos limites) 837.449) Tax a agregada de imposto (nominal + derrama municipal) Efeito no imposto do período 22.272) Diferenças temporárias: Redução de activ os (prejuízos fiscais reportados) Redução de passiv os (goodw ill e reserv as de reav aliação) Outros (líquido) 6.921.621) Derramas (574.889.885 405.096 Tax a nominal de imposto 23.549.49)% .741 (331.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.283 Benefícios fiscais (120.788. S.026 Ajustamentos à colecta: Tributação autónoma (248.027.335) Outros (líquido) (241.221 23.961) Benefícios fiscais Acertos de liquidações 85.

923 31-12-13 Saldo final Saldo inicial Aumento Rev ersão Saldo final (1.698) 71.851.062.091 1.690 32.696 - (7.220. tendo sido reconhecidos impostos diferidos activos unicamente sobre estes.696 Reav aliações legais No final do período o Grupo procedeu à revisão dos prejuízos fiscais susceptíveis de recuperabilidade futura.896.040.965 - - 70.554 Data limite de utilização Utilizável Não utilizável Total 107 .965 - (7.794.713 49.393 Angola 2014 2017 13.No período findo em 31 de Dezembro de 2014.469 Intangív eis 147.469 - (33.112.218 - (7.272.184 Activ os por impostos diferidos: Prejuízos fiscais reportáv eis Anulação de margens internas Homogeneização de amortizações Incentiv os fiscais à inv estigação e desenv olv imento empresarial Passiv os por impostos diferidos: Goodw ill 70.394 - (35.789.161 3.629 54.456) 249.227 3.911 249.200 619.620 861.923 - - - - 424.256.061 (32.920.700 - (6.497 70.282 Moçambique 2014 2019 1.987) 34.327 Moçambique 2013 2018 2.327 3.577) 2.518) 41.168 612.700 71. respectivamente.747.943) 1.048) 1.020) 1.896.965 Reav aliações liv res 236.968.069) 63.272.220.141 (1. os activos por impostos diferidos e passivos por impostos diferidos ascendiam 1.356.080 (553.161 - 1.300.627 euro.200 - 691.184 1.562 41.061 - (54.393 - 8. apresentando a seguinte composição: 31-12-14 Saldo inicial Aumento Rev ersão 1.968.073) - 2.781 euros e 63.327 7.923 - - 54.562 - - 147.920.794.627 71.410.649 - (28.682.180) 236.923.391 Portugal 2014 2018 8.073 - (424.909.923) - 54.456 249.061 442.923.540 (1.391 - 2.781 2.282 - 13.468) 63.420.794.562 - (147. A data limite de utilização dos prejuízos fiscais existentes no período findo em 31 de Dezembro de 2014 é a apresentada no quadro que se segue: Jurisdição Período em que foram gerados Espanha 2007 2022 - 3.562) - 147.040.896.417 264.052) 203.232.789.009.

Os saldos existentes com as partes relacionadas não se encontram cobertos por seguros e serão liquidados em dinheiro. que são partes relacionadas da Empresa. a Autoridade Tributária e Aduaneira autorizou a dedução de cerca de 16 milhões de euros de prejuízos fiscais cuja utilização significará a revisão das declarações fiscais desde 2006. o Grupo não reconheceu o correspondente activo por imposto diferido. não tendo sido dadas ou recebidas quaisquer garantias. que coincide com a entidade controladora final. D2C Subsidiária da SUMOL+COMPAL. PARTES RELACIONADAS A empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. em qualquer dos casos. CGBA Subsidiária da SUMOL+COMPAL. apoiado em pressupostos de projecção da actividade para os próximos anos.A. António Rui Libório Frade Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S. Por não ser possível estimar os impactes nas demonstrações financeiras. O detalhe dos saldos e transacções entre o Grupo e outras partes relacionadas encontra-se divulgado adiante. lucros tributáveis futuros suficientes para reverter os impostos diferidos activos decorrentes de prejuízos fiscais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. foram eliminados no processo de consolidação e. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2013. podendo. aos preços praticados habitualmente pelo Grupo a partes não relacionadas e a preços de mercado. a lista de partes relacionadas era a seguinte: Amélia Maria Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. por essa razão. não são divulgadas nesta nota. Em 31 de Dezembro de 2014. Considerando o plano estratégico do Grupo. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram reconhecidas quaisquer perdas de imparidade relativamente a montantes devidos por partes relacionadas.082 euros (prejuízos gerados em Espanha). 33. a ocorrência de lucros fiscais suficientes para assegurar a recuperabilidade do referido imposto. O montante de imposto diferido activo que não foi reconhecido ascende a 974. António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. 108 . e as aquisições de bens e serviços a estas. o Grupo não reconheceu impostos diferidos activos sobre prejuízos fiscais de sociedades nas quais não se estima. respectivamente. Por outro lado. Os saldos e as transacções entre a SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias. em tempo útil. foram valorizadas. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. As vendas e as prestações de serviços efectuadas às partes relacionadas. é convicção do Grupo que se irão gerar. é a Refrigor (Nota 13). considerar descontos sobre o volume transaccionado e a natureza e especificidade das operações realizadas. com razoável segurança.

João António Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. José Manuel Doutel Jordão Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. concelho de Oeiras. Refrigor Empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. S+Ci Subsidiária da SUMOL+COMPAL. em 31 de Dezembro de 2014. Frildo Todos os gerentes da Frildo integram o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S. S+Cao Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+Cm Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+Cmz Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+Ca Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Entre a entidade relatora e a Refrigor A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: 109 . José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. S+C Angola Subsidiária da SUMOL+COMPAL. sito na Portela de Carnaxide. concelho de Oeiras. sito na Portela de Carnaxide. A natureza dos relacionamentos existentes entre as partes relacionadas acima divulgadas era. WWC Subsidiária da SUMOL+COMPAL. a que a seguir se descreve: Entre o Grupo e a Eufiger A Eufiger arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Vértice.A. Entre o Grupo e a Frildo A Frildo arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Frildo. freguesia de Carnaxide. Servicom Subsidiária da SUMOL+COMPAL. freguesia de Carnaxide. Madibel – sociedade em liquidação Subsidiária da Refrigor. | 2014 Eufiger A maioria dos administradores da Eufiger integra o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

financ.348) As transacções mais significativas efectuadas com partes relacionadas durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 foram as seguintes: Transacções Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 2014 2013 Gastos operac.269.650 1.251 288.432 (73.670 euros como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actual Novo Banco).411 34. participaram em projectos de natureza estratégica. recebeu a quantia de 541. acompanharam temas relacionados com a utilização do Edifício Sede. Gastos Rend. que é propriedade da Refrigor. Rend. em vigor.272 (187. iii.166) 42.517 803 (189.687.066 48.178 1.773 - - - - - - - - - 704.581 euros como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas.215.256 - 34.348) 302 421 56. e Seven-UP Internacional. recebeu a quantia de 673.198.831.752 (262.146) 32.599.A.227) 32. Estes.233 32. os saldos mais significativos existentes com partes relacionadas eram os a seguir apresentados: Saldos 31-12-14 31-12-13 C/C Associadas C/C Associadas Clientes Fornec. financ. a remuneração dos administradores e outro pessoal chave da gerência apresentava a seguinte composição: 31-12-14 Benefícios de curto prazo 31-12-13 1.251 289.928) 9.756) 9.357 11.066 49. operac.469.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. financ.215. e participaram em actividades de representação institucional.469.537 1.390 32. ACTIVIDADE DESENVOLVIDA PELOS ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS Neste novo mandato os administradores não executivos deram continuidade às actividades desenvolvidas anteriormente.405 (200. A receber A pagar Clientes Fornec.163 (114.138 Nos períodos findos em 31 Dezembro de 2014 e 2013. Rend. representaram a Empresa no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET). acompanharam assuntos jurídicos estratégicos. Outras informações Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. 1. operac.833 1.867 1.937 - 1.867 1.820 - 483 - 2. reuniram-se no âmbito do comité da auditoria interna.269.393) 55.710 euros a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. a Sociedade pagou à Refrigor 1. A receber A pagar Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 3.599.928) 302 2. Rend. assumiram a coordenação e o acompanhamento da actividade do Gabinete de Auditoria Interna. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor. ii. 110 .264. S. nomeadamente. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc.536.138 1.128 (200.517 (245) (191.012 1.470 1. Gastos financ. em 30 de Dezembro de 2008. Gastos operac.704 488.822 (114.075 1. | 2014 i.

tendo sido revisitados e alinhados todos os critérios de apoio. destinadas a pessoas com 111 . Pombal. Nas RCA efectuaram também o acompanhamento da evolução dos negócios. Tendo por objectivo optimizar a gestão de donativos do produto com valor social – produto cujo prazo disponível para consumo é inferior a um terço do respectivo prazo de validade – em 2014 foram introduzidas melhorias no processo. RESPONSABILIDADE SOCIAL Capital social: a SUMOL+COMPAL e a comunidade Tendo como objectivo estratégico contribuir para a sustentabilidade económica. célere e participativa a nossa relação de cooperação com a comunidade. social e ambiental. sem a presença de qualquer membro da Comissão Executiva. a quantidade de produto com valor social decresceu significativamente. Encerrámos o ano com a entrega de 530 mil litros de produto com valor social. a par da promoção hábitos alimentares saudáveis.A. Foram ainda realizadas reuniões em diferentes instalações da SUMOL+COMPAL com a presença de alguns destes administradores e gestores da Empresa. demos continuidade ao apoio à Fundação da Juventude e à Fundação Marquês de Pombal. o orçamento e os documentos de prestação de contas. Este projecto. visitaram feiras alimentares e participaram em eventos promovidos pelo Grupo. instituições que promovem a integração das crianças e jovens tanto na vida profissional activa.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Durante 2014. Foram também promovidos pequenos-almoços de trabalho. visitaram zonas do mercado nacional e de alguns mercados internacionais. entre os administradores não executivos e alguns gestores da Empresa para melhorar o conhecimento profissional e pessoal entre os mesmos. foi doado ao abrigo da lei do mecenato a 438 entidades com carácter social. tornando mais eficiente. 35. Na qualidade de fundadores. a adopção de uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. os administradores não executivos estiveram envolvidos em análises e decisões sobre matérias de gestão não corrente. como na integração social e comunitária. Este produto. valorizado em cerca de 380 mil euros. que conta com a participação de mais parceiros. Oeiras e Faro. desportivo. tornou possível chegar a um maior número de entidades. repartido por 17 marcas. Integrámos de forma regular o Projeto Café Memória. tem por missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida e redução do isolamento social. tais como. a SUMOL+COMPAL em 2014 deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. Face ao ano anterior. | 2014 No âmbito das Reuniões do Conselho de Administração (“RCA”). S. estiveram presentes em seminários dedicados a temas relevantes para o negócio. distribuídas pelos concelhos prioritários de Póvoa de Varzim. No âmbito do acompanhamento da actividade operacional da Empresa estes administradores visitaram as fábricas em Portugal e os maiores centros de distribuição em Portugal e em Angola. através da realização de sessões. Leiria. Almeirim. os administradores não executivos reuniram-se sete vezes. disponibilizando donativos com produtos das marcas COMPAL e UM BONGO. Gouveia. o plano estratégico. No entanto. Vila Flor. nas instalações da SUMOL+COMPAL. o plano operacional. suprir as carências alimentares de alunos que frequentam as escolas públicas. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. cultural e educativo e afins. maioritariamente COMPAL. SEVEN UP e GUARANÁ ANTARCTICA. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. Em 2014 renovámos o apoio protocolar com o Ministério da Educação através do Programa Escolar de Reforço Alimentar (“PERA”) que visa. SUMOL. da Associação Alzheimer Portugal em parceira com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

palco do maior festival de sustentabilidade realizado em Portugal. 239 alunos de 5 escolas diferentes e contou com uma taxa de sucesso superior a 80%. em 5 escolas diferentes do concelho.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Na 7ª edição do Greenfest. A SUMOL+COMPAL foi nomeada e aceitou o desafio. a realização da 10º Edição da Campanha Nacional de Kits Escolares. Por mais um ano consecutivo. Nos grupos de trabalho do BCSD Portugal. Dando continuidade ao programa de apoio social em Cabo Verde.A. englobou. O resultado final foi um recinto surpreendentemente mais limpo e a recolha de 5 mil copos que se traduzem em 3. Este programa. para posterior reciclagem. tutela da FICASE – Fundação Cabo-Verdiana de Acção Social Escolar – que tem como objectivo apoiar as famílias 112 . Como tal. por mais um ano lectivo. que visa a promoção de competências psicossociais. iniciou a redução da sua pegada ecológica na realização da 6ª edição do SUMOL Summer Fest. numa plataforma de partilha de ideias. A promoção da prática de estilos de vida saudáveis. corridas que são grandes eventos desportivos nas comunidades locais.000 kg de plástico e 220 kg de cartão. respetivos familiares e cuidadores. Em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras e a Associação Prevenir. o Ericeira Camping e o promotor do festival. a partilha de experiências e a sensibilização da comunidade para a doença. é um dos pilares da nossa política de Sustentabilidade. ambiental. demos a conhecer. que. o projeto Café Memória realizou 71 sessões. S. em parceria com a Câmara Municipal de Mafra. o processo de reciclagem do cartão laminado e a origem sustentável do cartão através da certificação FSC (Forest Stewardship Council). por mais um ano. em articulação com os decisores públicos. Empenhados em contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e com maior responsabilidade ambiental. A Eco Acção consistiu na realização de sessões de formação e sensibilização ambiental aos responsáveis pela gestão de resíduos e clientes com pontos de venda no recinto do festival e. através do apoio a eventos desportivos. a SUMOL+COMPAL garantiu. continuámos envolvidos na participação no programa da Acção 2020. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização e o reforço de posições de destaque no continente africano. Em parceria com a EDP. que este ano contou com uma acção de sensibilização de recolha de medula óssea para o bebé Salvador. em parceria com a Tetra Pak. a nossa preocupação com o futuro comunicando o lado mais sustentável da embalagem Tetra. a recompensa com uma foto original a todos os fãs que entregassem 10 copos de plástico ou de cartão para a reciclagem. garantimos. nas vertentes económica. promovemos a recolha bianual de sangue através da Associação de Dadores de Sangue de Queijas. com cerca de 530 participantes e 145 voluntários. De Abril de 2013 a Dezembro de 2014. e social. a continuidade do Programa “Eu Passo…” a alunos dos 7º e 8º anos. Oeiras e Vila Flor. O ano de 2014 foi pautado por uma onda de solidariedade com um desafio intitulado Ice Bucket. em 2014. de hábitos de vida saudável e prevenção de comportamentos de risco através do aumento da participação e envolvimento da família na escola e na rede de recursos comunitários. Na qualidade de membros do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável –. tendo concretizado o seu apoio financeiro à Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nestes países. em particular nas comunidades onde estamos inseridos ou como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. no qual era eleita uma entidade de carácter social para fazer um apoio a uma causa. este ano voltámos a promover em Almeirim. temos vindo a participar activamente no grupo da Água e do Sector Agroalimentar. numa atitude positiva e diferenciadora. a SUMOL+COMPAL. aponta diretrizes para o caminho que as empresas devem percorrer até 2050 rumo ao desenvolvimento sustentável. experiencias e tendências. as praias da Foz do Lizandro e de Ribeira de Ilhas também beneficiaram de acções de remoção de lixo e limpeza do areal. | 2014 problemas de memória e demência.

nos equipamentos e nos comportamentos com vista à melhoria do desempenho hídrico.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Com uma presença cada vez mais forte no território angolano. o rácio médio de consumo de água foi de 5. O Projecto LET’S CONTINUE TO GIVE apela à solidariedade contínua e duradoura. o que representa um ligeiro acréscimo face ao ano anterior. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. que resultou numa refeição de solidariedade para os jovens e os “sem-abrigo” na cidade de Maputo. em Santa Catarina. a SUMOL+COMPAL aliou-se a esta causa e. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. sendo uma forma de as empresas que exportam para Angola contribuírem para esta sociedade.000 kits de material escolar. Capital natural: a SUMOL+COMPAL e o planeta Contribuir para o desenvolvimento sustentável. Organizado pela Associação Pequenos Gestos Moçambique. A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. como retribuição dos benefícios gerados. No entanto. continuaremos a investir nos processos. O resultado global cifrou-se em 15 toneladas de produtos alimentares que foram entregues em Luanda a populações carenciadas. UM BONGO e COMPAL e COMPAL DA HORTA. | 2014 menos favorecidas na educação dos seus filhos. estando no entanto coerente e alinhado com os volumes de produção das unidades industriais. Considerando a tipologia de actividade industrial SUMOL+COMPAL. podemos afirmar que este rácio é um valor de referência do sector. 113 . com o processamento agro-industrial. efectuou um donativo repartido pelas marcas SUMOL. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia.000 crianças. sendo a água um recurso escasso e finito a preservar. Recursos naturais – Água e energia Em 2014. para a água e para o ar inerentes à sua actividade industrial. e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos. com o objectivo de proporcionar às crianças daquela comunidade um local condigno de aprendizagem e mais adequado às suas necessidades.A. em particular a exercida na unidade industrial de Almeirim. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. este apoio traduz-se na entrega de material e manuais escolares para 2. iniciámos este ano um apoio social com a entrega de 1. em 2014. a marca GUD voltou a apoiar o Natal de Rua. próxima da fábrica de Boane. foi obtida na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. promovendo a igualdade no acesso e sucesso escolar desses alunos. tendo a distribuição deste material decorrido na Escola Mãe Clara. Numa aposta de desenvolvimento.35 litros água por litro de bebida. juntamente com outras empresas do sector agro-alimentar. Em Moçambique. quer a nível nutricional como de formação escolar das crianças em São Tomé e Príncipe. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia. Consciente das suas responsabilidades. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais. mais uma vez. tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental. S. Anualmente. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e. demos os primeiros passos para o projecto de recuperação da Escola Primária 3 de Fevereiro. como forma de respeito e preservação do planeta Terra. a Empresa tem vindo continuamente a adoptar boas práticas ambientais. foi definida a implementação da ISO 14001 em 2015 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. minimizando o impacte ambiental da sua actividade.

496 licenças de emissão atribuídas em 2014. Considerando que os volumes de produção se têm mantidos estáveis ao longo dos últimos anos e que a nossa política de racionalização energética segue um caminho de optimização e melhoria contínua. Emissões – Solo e atmosfera Tendo em consideração as emissões de gases com efeito de estufa (“GEE”) que estão exclusivamente associadas ao consumo de energia directa e indirecta da actividade industrial. Face ao ano anterior. a SUMOL+COMPAL aderiu à ANREE – Associação Nacional para Registo dos Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (“EEEs”) que. em particular. A SUMOL+COMPAL pagou à Sociedade Ponto Verde (SPV) 1. Tendo em conta as 5. | 2014 O consumo directo e indirecto de energia primária em 2014 totalizou 8. e considerando o banking de 14. a unidade de Almeirim terminou o ano com um saldo global de 11.6 milhões de euros para a gestão dos resíduos de embalagens colocadas no mercado português no ano de 2014. em 2014 tivemos uma redução de 4% face ao ano anterior. S. foi atingido o melhor desempenho neste indicador.022 tep/tonelada de produto acabado. o que significa uma redução de 1% devido à optimização e racionalização de consumo energético nas instalações industriais. tem sido um dos contributos para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. tendo como referência os factores de emissão previstos na legislação aplicável.273 licenças de emissão que transitou do ano anterior. através a entidade gestora AMB3e. 114 . Em 2014. garante o cumprimento da gestão ambientalmente correcta destes resíduos. que garante a proveniência do cartão de uma origem natural e sustentável.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. com a Tetra Pak. para o período 2013-2020. O consumo dos combustíveis fósseis é maioritariamente devido aos processos de combustão para gerar a energia eléctrica e térmica necessária às actividades industriais produtivas e auxiliares e. A contínua aposta nas fontes de energia renováveis para o fornecimento de electricidade. tanto a nível nacional como internacional.9% de reciclagem de resíduos nas unidades industriais da SUMOL+COMPAL. obter 100% de embalagens de cartão laminado com a certificação FSC. Uma parte significativa destas emissões é neutralizada pela captura de dióxido de carbono (“CO2“) ao abrigo do programa de reflorestação da ÁGUA SERRA DA ESTRELA. No âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE (Nota 37). à eficiência destas utilizações em termos energéticos. Ao nível da ecoeficiência das embalagens foi possível.936 licenças de emissão a favor da SUMOL+COMPAL.A. verificou-se uma ligeira melhoria do desempenho global energético com um rácio de 0. Resíduos e embalagens ecoeficientes Em 2014. tendo-se atingido 98. Podemos afirmar que o desempenho energético das unidades industriais da SUMOL+COMPAL é um bom valor de referência. as quais poderão ser utilizadas ou transaccionadas em bolsa. após terem sido deduzidas as licenças correspondentes às emissões de GEE verificadas em 2014.971 toneladas equivalentes de petróleo (“tep”). decorrente do projecto de centralização e optimização da gestão operacional de resíduos. concluímos que em cada ano o investimento e custo para introduzir novas Melhores Técnicas Disponíveis (“MTDs”) é cada vez mais elevado para conseguirmos atingir reduções significativas de rácios de consumo energético. foi criado o Comércio Europeu de Licenças de Emissão (“CELE”) que se encontra em vigor desde 2005.

contribuindo assim para promover e valorizar a biodiversidade e dar um melhor contributo à sustentabilidade ambiental do nosso negócio.406 14.807.964 14.165 26.733 10. remontando os factos em causa a 2006 e relacionando-se com benefícios fiscais concedidos no âmbito da fusão por incorporação da sociedade Compal na sociedade Inbepor. ii.706 As garantias que totalizam 14. S.116. o valor das garantias emitidas a favor de terceiros tinha a seguinte composição: Beneficiário Instituição Autoridade Tributária e Aduaneira BCP/CGD/NB CGD/NB Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo Agência para o Inv estimento e Comércio Ex terno de Portugal 2º Juízo Cív el do Tribunal de Santarém Imopólis Direcção de Serv iços de Reembolso do Imposto sobre o Valor Acrescentado Câmara Municipal de Sintra Tetra Pak Tribunal do Trabalho de Coimbra Ministério da Administração Interna Ministério da Economia (Instituto Geológico) Fundação Inatel Autoridade para as Condições do Trabalho de Setúbal Agência Portuguesa do Ambiente Suomn Palautuspallaus Oy Metrocom Agência Portuguesa do Ambiente Tribunal do Trabalho de Lisboa Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social Comissão de Coordenação e Desenv olv imento Regional do Norte NB NB BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP NB BCP BCP BCP NB BCP 31-12-14 31-12-13 14.733 10.418 7. Ao longo dos já muitos anos deste programa a marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA já plantou mais de 1.940 211.760 44.940 204.000 211.3 milhões de árvores. No âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o Novo Banco em 30 de Dezembro de 2008.807. através da compensação das emissões para a atmosfera e da redução da nossa pegada de carbono.807.731 99.375 25.500 3.658 19. no montante global de 318.253 14.731 112.036 204.000 4. CONTINGÊNCIAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. 36. decorre da circunstância desta ter incorporado em 2008 a sociedade resultante da fusão de 2006.860.704 2.000 20.279 225. foram prestadas as seguintes garantias reais: i.799.500 2.036 112. pertencentes à SUMOL+COMPAL.6 milhões de euros.406 4. 115 .964 10.165 44.860 5. A acusação dirigida à S+Cm.299.406 euros foram prestadas no contexto de Despacho resultante de inquérito judicial de natureza tributária de que a S+Cm foi notificada.279 3.760 99.261 7.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000 6.000 450. | 2014 Biodiversidade O programa de reflorestação da nossa marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA continua a assegurar a plantação de árvores nas serras portuguesas. Acções representativas do capital social das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm.704 56. actualmente ao abrigo da parceria da SUMOL+COMPAL com a cadeia IKEA. Marcas de propriedade da sociedade S+Cm.581 24.680 3.500 6. relativa a eventual burla tributária. tendo sido judicialmente impugnada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra e encontrando-se o processo a evoluir de acordo com os trâmites legais aplicáveis aos casos desta natureza.

º 38/2013. que uma licença de emissão corresponde a uma tonelada de CO2 (“tCO2”). MATÉRIAS AMBIENTAIS Tal como mencionado na Nota 35. a S+Cm realizou as seguintes transacções de licenças: 116 . v.384. o período 2008/2012. de 5 de Fevereiro. alteração da metodologia de atribuição de licenças. introdução de novos critérios para avaliação da inclusão no CELE. inclusão de novos sectores e de novos GEE para além do CO 2. de 14 de Dezembro. 10. de acordo com as regras normais do mesmo. diminuindo gradualmente de 80% em 2013 para 30% em 2020. O número de emissões verificadas no decurso de 2008. respectivamente.060 e 7. Equipamentos de propriedade da S+Cmz (Boane). 10. tal como publicado no Despacho n. centralização das decisões na Comissão Europeia. Para o período 2008/2012 tinham sido atribuídas gratuitamente à S+Cm (sociedade na qual a ex-Compal foi incorporada.A. do Parlamento Europeu. iv. Foram introduzidas algumas alterações no CELE durante este novo período de oito anos que termina em 2020. Imóveis de propriedade das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm. 11. das quais se destacam as seguintes: i. do Parlamento Europeu e do Conselho.º 2009/29/CE de 23 de Abril. a propósito. 37. pelo que os operadores terão de adquirir licenças no mercado ou em leilões. ii. Entretanto a anterior Directiva foi alterada pela “Nova Directiva CELE” (como é conhecida). Relativamente ao financiamento contratado com o Banco Único em Moçambique.º 2836/2008. foi criado o CELE que se encontra em vigor desde 2005. 2009. em seguida. Equipamento industrial de propriedade da S+Cm (Almeirim.496 para 2014. 2011. S.º 2003/87/CE de 13 de Outubro. o qual foi posteriormente alterado de forma a enquadrar legalmente o período 2005-2008 e. no âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE. Gouveia. enquadrando e definindo as regras do CELE para o período 2013/2020. ii. de 15 de Março. | 2014 iii.374 licenças de emissão de GEE por ano.º 233/2004. por fusão) 13.941.022 licenças para 2013 e 5. 9. a Directiva n. tendo sido atribuídas à S+Cm 6. A atribuição gratuita para este período iniciou-se em Junho de 2011. Pombal e Vila Flor).003 tCO 2. Imóvel de propriedade da S+Cmz (Boane). Refira-se. iv.622. O CELE foi inicialmente criado pela Directiva n.590. Estas licenças podiam ser transaccionadas em mercados estabelecidos para o efeito (mercado do carbono). iii. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. 2012 e 2013 foi de. garantia da possibilidade de banking de licenças (transferência de licenças para o novo período). 7.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. No período findo em 31 de Dezembro de 2010. prestaram-se as seguintes garantias reais: i. 2010. tendo sido transposta para a legislação nacional pelo DL n. tendo esta sido transposta para a legislação nacional através do DL n. As alterações introduzidas implicam que a atribuição gratuita de licenças será efectuada em função do benchmark definido para cada sector.

Verificaram-se. S. PLANO DE PENSÕES No Grupo existe um fundo de pensões constituído de forma voluntária e graciosa. ocorridas naqueles períodos. através dos quais a gestão da SUMOL+COMPAL acompanha a evolução do negócio. 23 de Março de 2009. tendo passado a financiar um plano de contribuição definida.936 licenças em carteira correspondiam a uma mais-valia potencial de 87. é de esperar um excesso de 11.936 licenças que poderá ser mantido em carteira ou transaccionado em bolsa. | 2014 i.292 licenças de emissão a favor da S+Cm. Os beneficiários são os empregados e administradores que façam parte do quadro permanente e que tenham completado mais de cinco anos consecutivos de serviço nas empresas associadas daquele fundo. pelo que as 11.968 euros. contudo e no valor total de 86 milhares de euros. em especial no desafio de internacionalização e de desenvolvimento das suas marcas em alguns mercados externos.42 euros por licença. O fundo de pensões foi constituído por escritura pública de 29 de Dezembro de 1988 e o Contrato Constitutivo foi alterado em 22 de Dezembro de 1999. 9 de Abril de 2010 e 16 de Janeiro de 2014.65 euros. Embora ainda a aguardar verificação oficial. ii. invalidez e de sobrevivência a empregados reformados. As transacções intersegmentais. Relativamente a reembolsos (invalidez. Em 12 de Fevereiro de 2015. venda de 9. estima-se que em 2014 tenham sido emitidas 6. óbito e velhice). 39. valor inferior ao preço médio esperado para o período 2013/2020.374 licenças atribuídas por ano e considerando ambas as transacções acima identificadas. Em 2012 o preço médio foi de 7. cinquenta e cinco transferências para outros planos correspondentes a igual número de saídas de colaboradores.20 euros. estando os respectivos produtos e/ou serviços vendidos/prestados caracterizados junto a cada um deles: 117 .000 licenças European Emission Allowances (EUA 2008/2012) ao preço unitário de 15.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 258 milhares de euros para aquisição de rendas vitalícias imediatas. aproximadamente. 38.000 licenças Certified Emission Reduction (CER) ao preço unitário de 14. Tendo em conta as 13. ocorreram 16 no âmbito dos quais foram remidos cerca de 96 milhares de euros em capital e utilizados. compra de 6. Em 2013 a SUMOL+COMPAL adoptou uma organização assente em unidades de mercado baseada na divisão geográfica no sentido de dar resposta aos objectivos estratégicos definidos. SEGMENTOS OPERACIONAIS A principal informação financeira relativa aos segmentos operacionais existentes nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 é a que se apresenta nas páginas seguintes. Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram realizadas contribuições. Desde então que se encontram identificados os seguintes segmentos operacionais. a hipótese de venda do excesso não foi considerada pois a crise mundial e a existência de um elevado excesso de licenças no mercado causou uma descida do preço comparativamente aos anos anteriores. com o objectivo de garantir o pagamento de pensões de reforma por velhice.37 euros por licença.852 tCO2. foram anuladas no processo de consolidação. Considerando que não foram realizadas quaisquer transacções de compra ou venda de licenças. 22 de Dezembro de 2004.A. o período 2008/2013 terminou com o saldo positivo de 13. a cotação de fecho das licenças EUA era de 7. 2 de Junho de 2003. Dada a conjuntura económica.

Europa Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. vegetais e derivados de tomate para o mercado europeu. Imobiliário e franchising Vende unidades de marca de refrigerantes e arrenda instalações. América e Ásia Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. Serviços partilhados Presta serviços partilhados de recursos humanos. África e Médio Oriente Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. 118 . de compras. vegetais e derivados de tomate para os mercados nacional e espanhol. vegetais e derivados de tomate para os mercados americano e asiático. prestando também serviços de enchimento para o mercado doméstico. de tecnologias de informação e administrativos e financeiros. de auditoria interna.A. S. | 2014 Portugal e Espanha Vende bebidas de alta rotação com e sem gás.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. vegetais e derivados de tomate para os mercados africano e médio oriental. de controlo de gestão.

574 83.341.193 (796.081.094.884.730.138.074.759.548 313.591 (18.522) - - 12.947) (2.870 (133.370 - Operacionais 29.776 989.661 648 1.786 247.732 12.703.146 123.693 (21.346 11.814) 625.213 171.598 8.557) Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 119 .754 1.315 23.662.527 3.531.826 6.790.560.288) (321.462 (42.018.207) - - (343.482 3.613 1.981 396.842.825) (3.451 95.262) 322.720 18.881 Activos: Goodwill.825.724 34.678 54.327 22.820 (8.578 145.924.063 1.454 4.000.149 - 10.926 (64.072.632 6.382 (20.708.703.385.339 984.042 - - - - 7.120) 69.788) Impostos sobre lucros Líquidos 4.023.861 - - Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 15.818.978.058.339 165.998 5.328.671 - 89.527.795.285) (140.626 51.555 37.910 (75.127 285.029 21.777.656) (7.309.700 2.730.464.851.434) (4.982) 14.100.610 598.126.292.611 565.534) - (507.660 7.524.375 4.450 Depreciações 7.807 2.926.069 413.706.595 4.527 3. S.455.459) (6.559.224.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.197) (7.009 Financeiros (11.740) - 221.122 1.691.546.549.057 20.148 - 309.502 - - 463.522.628 192.146.146.903.214.237.229.291 Totais 382.732 12.392 - (23.028.981) (771.426 3.237.876.047 51.034 23.256 405.178) (19.181.060.588.392 24.615 3.444.559) 129.037 1.171) 329.772 386.907 16.798.567 3.723 - 12.481.836.804.126.130 Outros rendimentos externos - - - - 1.640 356.057) (646.318.596) 11.357) - (24.638 16.060 71.156 3.211.686. intangível e tangível Investimentos financeiros Inventários Outros 43.726 43.395 1.104.410) 31.275 463.572.707 132.498) (2.522.541.697.325.163.A.086.196 20.574) 27.970 263.589 (15.236.818.477.539.601.101 - - 260.259 2.505.966.059 - - 266.272.322 344 7.784 6.754.319 Vendas e prestações de serviços externos Outros rendimentos intersegmentais Totais Resultados: 1.328 8.552 Passivos 280.390 Dispêndio de capital fixo 5.638 2.699.927 16.092.844 (61.812.589.639.227) (193.828.060 71. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2014 Réditos e outros rendimentos: 221.063 2.037 (11.976) 401.004.023.931 116.038.966.591.861 23.

662.132.736 15.112.626 3.190 (78.703) 24.618.003) 564.801 1.563 1.298 - - 23.520 Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 16.663 637.569) 66.027.847 72.418.059.594) - - (98.882 - (24.140 1.794.795 Depreciações 6.580.925.403.376) - - (40.533.572 11.549 603.794.177 3.089 15.234.909 763.709) 28.921.701 1.818 - - - 8.986 3.705 Inventários 16.712 - - 1.248.683.781.365 435.209.936) (24.353.090 (126.626 3.208.054 365.224 331.448.126 (227.463 133.325. intangível e tangível Investimentos financeiros Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 120 .326.272.707 644.747) (509.047 Financeiros (20.183 (5.115.633 39.278 41.033.209.030 123.881 Dispêndio de capital fixo 5.066 - 10.444.560 1.361.631 - 8.818 19.815 146.625.309 1.302 8.087 184.693 469.200.964 Resultados: (11.572 11.866) (3.240.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2013 Réditos e outros rendimentos: Vendas e prestações de serviços externos 215.762 20.269.698.740.010 Totais 364.634 1.916. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.286) (2.856) Totais 301.526) (3.781.635.896 130.372.713 2.462 24.557 1.878 21.655 6.913.662 1.952.124.331.517.420 1.161.570.920.845 4.004) Líquidos 10.498 113.257) (94.534 11.714 196.081) (11.404.175.432 (686.964 3.455 283.049) 1.174.418) 66.592.733.581 2.918.495 2.970 33.A.443.763 (23.086) - 215.050.350 (61.034.193 94.864 Outros rendimentos intersegmentais - - - - 3.200.132.904 (15.772 - 2.075.866) 312.428 71.534) 14.514. S.512.086 - - (3.418 8.328) Impostos sobre lucros (1.300) - Outros rendimentos externos - - - - 798 - 10.389.329.403.565.870 378.290 2.004 (859.916.822.540.601.565 78.658.083 44.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.819.761.863) (187.006 48.587 6.610.347.066 (28.517.609 2.072 (109.026 33.375 58.962) Activos: Goodwill.365.828 Operacionais 23.200 Passivos 278.692.385.022.109.990 Outros 55.211 1.574.984.787 41.841) 433.681) 4.398 1.412) (1.751) (627.014 514.280.443 1.329.923) (383.805 260.644.330.428 71.105.365.633.781.641 99.877) (4.316 4.882 10.058) 28.636 6.580) (667.866 (6.207 848.187 290.

se encontravam aprovadas e com eficácia no período anual com início posterior a 31 de Dezembro de 2014 são as seguintes: Normas aprovadas pela UE Aprovação Eficácia Normas com data de eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014: IFRS 10 – Demonstrações Financeiras Consolidadas 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 11 – Acordos conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 12 – Div ulgação de Interesses em Entidades 11-12-2012 01-01-2014 IAS 27 – Demonstrações Financeiras Separadas 11-12-2012 01-01-2014 IAS 28 – Inv estimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 Emendas à IAS 32 . DATA DE AUTORIZAÇÃO PARA EMISSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras consolidadas foram autorizadas para emissão pelo Conselho de Administração em 26 de Fevereiro de 2015. básicos e diluídos. 41. à data da autorização para emissão das demonstrações financeiras (Nota 43). | 2014 40.Instrumentos financeiros 13-12-2012 01-01-2014 Emendas à IFRS 10. de acordo com o disposto na IAS 10 – “Acontecimentos após a data de balanço”. sendo opinião deste órgão que as mesmas reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações do Grupo. emendas e melhorias com eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014 ou que. bem como os fluxos de caixa e a posição e o desempenho financeiro. interpretações. NORMAS APROVADAS NO PERÍODO E NORMAS COM EFICÁCIA POSTERIOR As normas. ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO Entre 1 de Janeiro de 2015 e a data da autorização para a emissão das demonstrações financeiras consolidadas (Nota 43) não ocorreram eventos materialmente relevantes que. foram calculados dividindo o resultado líquido consolidado com os interesses não controlados pelo número médio de acções em circulação durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. 43. implicassem divulgação ou ajustamentos às referidas demonstrações financeiras consolidadas. RESULTADOS POR ACÇÃO Os resultados por acção.A. S. IFRS 12 e IAS 27 20-11-2013 01-01-2014 Emendas à IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração 19-12-2013 01-01-2014 Emendascom à IAS 36de Imparidade de Activ aos31 de Dezembro de 2014: Normas data eficácia posterior 41627 Ciclo anual de melhorias 2011-2013 41640 18-12-2014 01-01-2015 42.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 121 .

.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I - INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE
A. Estrutura Accionista
B. Órgãos Sociais e Comissões
C. Organização Interna
D. Remunerações
E. Transacções com Partes Relacionadas
PARTE II – AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO

123

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I – INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE

A. ESTRUTURA ACCIONISTA

I. Estrutura de capital

1. Estrutura de capital (capital social, número de acções, distribuição do capital pelos
accionistas, etc), incluindo indicação das acções não admitidas à negociação, diferentes
categorias de acções, direitos e deveres inerentes às mesmas e percentagem de capital
que cada categoria representa (Art. 245.º-A, n.º 1, al. a)).
Em 31 de Dezembro de 2014, o capital social da SUMOL+COMPAL, S.A., no montante de
€100.092.500,00, integralmente subscrito e realizado, encontrava-se representado por
100.092.500 acções ordinárias, de valor nominal unitário de 1 euro. Nessa data, a estrutura
accionista (participações qualificadas nos termos da al. c) do n.º 1 do art.º 245.º-A) era a que
consta do quadro seguinte:
INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014
NOS TERMOS DO ART.º 245-A n.º1, alínea c)

Refrigor, S.A.

(directamente)

Nº. de Acções

% Direitos

detidas

de voto

70.590.610

(indirectamente)

Fundo de Capital de Risco - Grupo CGD - Caixa Capital

70,53%
77,21%

10.510.313

10,50%

Nota: Nos termos do Artº. 20 do CVM

Todas as acções se encontram admitidas à negociação. Não há diferentes categorias de
acções e não existem direitos e deveres para além dos previstos na lei e no contrato de
Sociedade.

2. Restrições à transmissibilidade das acções, tais como cláusulas de consentimento
para a alienação, ou limitações à titularidade de acções (Art. 245.º-A, n.º 1, al. b)).
As acções representativas do capital social da Sociedade encontram-se admitidas à
negociação na NYSE EURONEXT e não existem quaisquer restrições estatutárias e legais
quanto à sua livre transmissibilidade. Deste modo, as acções são livremente transmissíveis de
acordo com as normas legais aplicáveis.
Não existem limitações ao exercício dos direitos inerentes às acções representativas do capital
social da Sociedade a não ser a seguinte:
Os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8.º-A) que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal, ou pelo respectivo valor de
mercado, quando seja inferior àquele, as acções da Sociedade detidas por accionista que,
directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.

124

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Para estes efeitos, será considerada actividade concorrente ou similar, o exercício da indústria
de produção, distribuição ou comercialização de bebidas e que exerce actividade
indirectamente concorrente quem, directa ou indirectamente, detiver participação de, pelo
menos, 1% no capital social de Sociedade que exerça alguma ou algumas das actividades
atrás referidas.

3. Número de acções próprias, percentagem de capital social correspondente e
percentagem de direitos de voto a que corresponderiam as acções próprias (Art. 245.º-A,
n.º 1, al. a)).
A 31 de Dezembro de 2014 a sociedade detinha 4.061.813 acções próprias, representativas de
4,06% do capital social da sociedade, às quais corresponderiam 4,06% dos direitos de voto da
sociedade.

4. Acordos significativos de que a sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam
alterados ou cessem em caso de mudança de controlo da sociedade na sequência de
uma oferta pública de aquisição, bem como os efeitos respectivos, salvo se, pela sua
natureza, a divulgação dos mesmos for seriamente prejudicial para a sociedade, excepto
se a sociedade for especificamente obrigada a divulgar essas informações por força de
outros imperativos legais (art. 245.º-A, n.º 1, al. j).
Não existem acordos de que a Sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam alterados
ou cessem em caso de mudança de controlo da Sociedade na sequência de uma oferta pública
de aquisição.
Importa referir que existem alguns acordos em que uma das partes nestes intervenientes tem a
faculdade de, em caso de mudança de controlo da Sociedade, o fazer cessar, mas trata-se
apenas de uma faculdade de uma das partes e não de uma consequência necessária da
mudança de controlo da Sociedade.

5. Regime a que se encontre sujeita a renovação ou revogação de medidas defensivas,
em particular aquelas que prevejam a limitação do número de votos susceptíveis de
detenção ou de exercício por um único accionista de forma individual ou em
concertação com outros accionistas.
O artigo 8.º-A do contrato de sociedade determina que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo, as acções da Sociedade detidas por accionista que directa
ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.
Esta medida foi adoptada em defesa dos interesses da Sociedade e dos seus accionistas.
Por outro lado, os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que
podem ser detidos ou exercidos por um único accionista.
Estas disposições estatutárias podem ser alteradas a qualquer momento, nos termos previstos
para quaisquer alterações estatutárias.

6. Acordos parassociais que sejam do conhecimento da sociedade e possam conduzir a
restrições em matéria de transmissão de valores mobiliários ou de direitos de voto (art.
245.º-A, n.º 1, al. g).
Foi celebrado entre a Refrigor SGPS, S.A. (hoje Refrigor, S.A.), e o Grupo Caixa Geral de
Depósitos um acordo nos termos do qual o Grupo CGD atribuiu à Refrigor, uma opção de
compra e a Refrigor, atribuiu ao Grupo CGD uma opção de venda de acções de que é titular na
SUMOL+COMPAL. Nos termos do referido acordo, poderá a Refrigor exercer a opção de
compra até 30 de Junho de 2017 e, caso não o faça, o Grupo CGD poderá exercer a opção de
venda desde aquela data e até 15 de Dezembro de 2017.
125

367 1.. 1 do Artº.Grupo CGD . António Sérgio Brito Pires Eusébio Através da sociedade Eufiger.09% 0. 1 do Artº.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Amélia Maria Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.675..086. José Tomaz Júdice Gamito Pires Nº.A. S.29% 1. INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº... dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor.610 70.590. 245.A.A.A. | 2014 II. Através da sociedade Tecol.672 294. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor.590. de Acções % Direitos detidas de voto 70. S. S. 6 do Regulamento nº.A.610 70.º).53% 77..A. 20 do CVM Detalhe Refrigor.º 1. nos termos do Artº. S. 14º nº.126 1.860 6. directa ou indirectamente. Identificação das pessoas singulares ou colectivas que.692. são titulares de participações qualificadas (art. Lda.919.02% 6.21% 10. S. Participações Sociais e Obrigações detidas 7.490 18.º-A. S.69% (a) Nos termos da alínea d) do nº.. Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.A. S.450 23.A. 20 do CVM (b) Nos termos da alínea i) do nº. com indicação detalhada da percentagem de capital e de votos imputável e da fonte e causas de imputação. Directamente Indirectamente Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. 20 do CVM (c) De acordo com informação recebida do accionista.. João António Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. n.510. em 15 de Julho de 2014. Através da sociedade Frildo.53% (c) 1. de Acções % Direitos detidas de voto 70.02% 0.50% Nota: Nos termos do Artº. c) e d) e art. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. 16. als. 5/2008 DA CMVM Refrigor.A. S. S.517 1.674. (directamente) (indirectamente) Fundo de Capital de Risco .92% 1.Caixa Capital Nº.A.482 1.313 10.67% 1.67% 0. Lda. S. 5/2008 da CMVM 126 (a) (a) (a) (b) (c) (b) (c) (b) (a) .A. S.

Lda.490 18. em vigor. n. O Conselho de Administração pode fixar as condições de emissão das novas acções ordinárias. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc. em 30 de Dezembro de 2008. quando o julgar conveniente e obtido o parecer prévio favorável do Conselho Fiscal.000. . como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas. 245.12 € 1.Recebeu a quantia de 541. Poderes especiais do órgão de administração. Lda Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. 447.º 5 do art. nos termos permitidos pela lei e deliberação de emissão.00€ (cento e cinquenta milhões de euros). Estes. Frildo – Entreposto Frigorífico. bem como as formas e prazos em que poderá ser exercido o direito de preferência legal dos accionistas.086.367 1.000 120.000 120. nomeadamente no que respeita a deliberações de aumento do capital (art. Nos termos da lei e conforme previsto nos estatutos da Sociedade. prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida.A.672 23. Por deliberação do Conselho de Administração de 6 de Novembro de 2008 foi decidido aumentar o capital social da sociedade em 30.000€. por entradas em dinheiro.º 1.º CSC] PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº.000 ------------- --------------------1. | 2014 8.581€. salvo deliberação da Assembleia Geral de limitação ou supressão daquele direito. Tecol . [NOTA: a informação deve ser prestada de forma a dar cumprimento ao disposto no n. i).126 1. da data em que lhe foram atribuídos. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. e Seven-UP Internacional. uma ou mais vezes e até ao limite máximo de 150.º-A.670€ como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actualmente Novo Banco). 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.450 9. o Conselho de Administração pode. 10. A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: .Terrenos e Construções.000.A. 127 .15 € ----- ----- Total Acções 1. com indicação. não tendo sido estabelecido qualquer prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.590.675. limite quantitativo máximo do aumento do capital social. Indicação sobre o número de acções e obrigações detidas por membros dos órgãos de administração e de fiscalização.919. S. sem prejuízo de a parte da atribuição preferencial não subscrita pelos accionistas poder eventualmente ser oferecida à subscrição de terceiros.A. S.000 ----- --------------------100.517 1. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor.860 70.A. al.610 294.15 € 1. quanto a estas.Recebeu a quantia de 673.000. aumentar o capital social.12 € 1. Informação sobre a existência de relações significativas de natureza comercial entre os titulares de participações qualificadas e a sociedade. Os poderes do órgão de administração para aumento do capital foram-lhe atribuídos por deliberação da Assembleia Geral de 16 de Setembro de 2008.. montante já emitido ao abrigo da atribuição de poderes e modo de concretização dos poderes atribuídos. S.674.

na qual manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto. Presidente da Mesa: Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos. | 2014 . Eventuais restrições em matéria de direito de voto. B.A. al.º. prazos para o exercício do direito de voto ou quaisquer sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial. Os estatutos da Sociedade não prevêem restrições em matéria de direito de voto. Identificação e cargo dos membros da mesa da assembleia geral e respectivo mandato (início e fim).. S.º.710€ a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede.º-A.º 1.A sociedade pagou à Refrigor. S.A. através de declaração por si assinada. 13. ÓRGÃOS SOCIAIS E COMISSÕES I. 1.. Secretária da mesa: Filipa Montes Palma Salazar Leite A Presidente e a Secretária da Mesa da Assembleia Geral foram eleitas na Assembleia Geral anual de 30 de Maio de 2014 para o mandato de 2014/2016. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Nas Assembleias Gerais da Sociedade os accionistas com direito a voto podem exercê-lo por correspondência.º 1 do art. ASSEMBLEIA GERAL a) Composição da mesa da assembleia geral* *ao longo do ano de referência 11. 20. 128 . tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções. f). que é propriedade da Refrigor.A.º 1 do art. 20. Dispõe os estatutos que cada Euro de capital confere direito a um voto.264. Indicação da percentagem máxima dos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. 245. Não existem limitações aos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. b) Exercício do direito de voto 12. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções. n. Os estatutos da Sociedade regulam o exercício do direito de voto. prazos impostos para o exercício do direito de voto ou sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial (Art.

h). O Conselho de Administração. por isso. consoante aplicável. ADMINISTRAÇÃO E SUPERVISÃO (Conselho de Administração. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. para além das legalmente previstas. por imposição estatutária. duração estatutária do mandato. número de membros efectivos.º-A. No mais. Composição. 16. A sociedade adopta um modelo de governo latino. Aplicamse. Relativamente à substituição dos membros do órgão de administração dispõem os estatutos que. e indicação dessas maiorias. n. 129 . 245. não contêm os estatutos quaisquer regras sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros do Conselho de Administração. consoante aplicável. Regras estatutárias sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros.A. quando haja lugar à substituição de um administrador. o período de exercício de funções pelo administrador substituto corresponderá ao tempo de exercício de funções não completado pelo administrador substituído. Prevêem os estatutos da Sociedade. do Conselho de Administração. al. nesta matéria. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. do Conselho de Administração. que o Conselho de Administração será eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. Identificação das deliberações accionistas que. Conselho de Administração Executivo e Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 15. S. as regras previstas no Código das Sociedades Comerciais. data da primeira designação e data do termo de mandato de cada membro. o qual assenta na existência de um Conselho de Administração e de um Conselho Fiscal.º 1. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão. Identificação do modelo de governo adoptado.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no seu artigo 25.º. sendo permitida a sua reeleição uma ou mais vezes. só podem ser tomadas com maioria qualificada. que deve ser composto por um número mínimo de 3 e máximo de 11 administradores. II. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão (art. 17. | 2014 14.

. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. se aplicável. António Rui Libório Frade Executivo n. Distinção dos membros executivos e não executivos do Conselho de Administração e. a 21/09/1992). (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. identificação dos membros que podem ser considerados independentes.A. identificação dos membros independentes do Conselho Geral e de Supervisão.a. Qualificações profissionais e outros elementos curriculares relevantes de cada um dos membros. | 2014 O Conselho de Administração é composto pelos seguintes membros: Nome ou denominação social do administrador Cargo no conselho Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente 21-09-1993 31-12-2016 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Vogal 06-04-2000 31-12-2016 Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal 08-04-2002 31-12-2016 João António Brito Pires Eusébio Vogal 21-09-1993 31-12-2016 José Manuel Doutel Jordão Vogal 22-12-2008 31-12-2016 José Tomaz Judice Gamito Pires Vogal 12-04-1987 31-12-2016 António Rui Libório Frade Vogal 22-12-2008 31-12-2016 18. consoante aplicável. João António Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente José Manuel Doutel Jordão Executivo n.  António Sérgio Brito Pires Eusébio .A.a.a. Nome ou denominação social do administrador Estatuto (Executivo /Não executivo) Independente ou não independente António Sérgio Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Executivo n. S.a.Mestrado em Gestão de Empresas pela Universidade Nova de Lisboa (1991) e licenciatura em Economia pela Universidade Católica Portuguesa (1989)  130 Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.. 19.A. José Tomaz Judice Gamito Pires Executivo n. ou. relativamente aos membros não executivos. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. do Conselho de Administração.

Univ...  Gerente da Refrigor Imobiliária... Lda. Unipessoal.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A. desde 2008. S.Entreposto Frigorífico.G.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Distribuição. Lda. desde 2010. (administrador desde 1991)..  Amélia Maria de Brito Pires Eusébio . e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas... S.. S.. S. S.E. desde 2006 até Novembro de 2011. a partir de Dezembro de 2006. Unipessoal. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. S.A.A.ª Química no Instituto Superior Técnico (1978). – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008.  António Rui Libório Frade – Licenciatura em Eng. S.A.  Administrador da Sensafruit.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. Lda..  Vice Presidente do Conselho de Administração da Sumol . Unipessoal. desde 1996. S.A. desde 2009.A. a 1 de Janeiro de 2011).A.. S. Católica (2001).  Gerente da Medialda .A..Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções.A... desde 2014. de 2006 a 2008.) desde 2006 até Janeiro de 2009..Mestrado em Marketing no ISCTE (2012) e Licenciatura em Engenharia Química no Instituto Superior Técnico (1986). S.A. desde 1996.. (denominada. desde 2012. Sumolis – Gestão de Marcas..  Presidente da Direcção do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) de 2012 até 2014.Gestão de Marcas.  Vogal da Companhia Térmica Compal.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal (eleita administradora da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.A. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010). S.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .A. S. desde 1996. S. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela.. Lda. S.. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. ACE desde 1996. P. | 2014  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor.A. desde 2001 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). a 05/05/2000).  Gerente da D2C. S. 131 .Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. desde 1992. S.A.A.  Gerente da Refrigor Imobiliária. SL (Espanha).  Gerente da Frildo . a 1 de Janeiro de 2011).A.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Lda.Mediadora de Seguros.

| 2014  Gerente da Sedurbel . SGPS. S. desde 2012.. S. S.. desde 2006 (sociedade denominada Cibal . a 1 de Janeiro de 2011)..A. Lda..Imobiliária e Empreendimentos Turísticos. até 29/12/2008. Lda.A.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest. S. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010). desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).  Gerente da D2C. Lda. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010).  Presidente do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela.  Gerente da Refrigor Imobiliária..A. desde 2009.  Conselheiro da Sensafruit. – (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.) desde 1995 até Novembro de 2012. (1992). desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. S. S. Lda.. (Sociedade denominada Zémarsano. a 21/09/1992).  Gerente da Worldwideco . desde 2012.Entreposto Frigorífico.A. Unipessoal.. desde 1995.A. Lda. S.  Gerente da Sedurbel .  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger . até Novembro de 2011.  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional. a partir de Julho de 2012 e desde Abril de 2013 denominada D2C. Lda. .A. incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. desde 2011.. Lda. SGPS.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. Unipessoal..  Gerente da Estandarte. S.A.L. a 21/09/1992) presidente da Comissão Executiva desde 24/12/2008..A. Lda.Imobiliária e Empreendimentos Turísticos. Lda.A.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. desde Dezembro de 2014.Distribuição de Bebidas e Alimentação. 132  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.  Gerente da Medialda . S.A.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. Unipessoal.  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto .. Lda. desde 2010..A. Lda. Lda.  Presidente do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal. a 1 de Janeiro de 2011). S. S. de 89 até 1992 e de 1996 até à data de dissolução (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). desde 2001.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. Unipessoal.  Gerente da Frildo .. Unipessoal. S.  Gerente da Medialda . S..A.  João António Brito Pires Eusébio ... S.Mediadora de Seguros.A.. de 1995 até 1996 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). Lda..Comércio Internacional.  Gerente da SUMOL+COMPAL África. Unipessoal..A...Licenciatura em Direito pela Universidade Lusíada (1987).Mediadora de Seguros. S.MBA em Gestão Internacional (1994) e licenciatura em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa (1988).

Licenciatura em Economia no Instituto Superior de Economia. S. desde 1990.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.Sociedade de Águas da Serra da Estrela. S. Lda. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).  Presidente do Conselho de Administração da Sasel .A.. Univ.P. S. S.A.E.T..Licenciatura em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (1978). - Gerente e liquidatário da Maquinarte – Máquinas e Artes Metálicas.. S. desde 2006 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas..A. Lisboa 1977. | 2014  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções Lda.  José Manuel Doutel Jordão . desde Dezembro de 2014. (desde 1989).A.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique.L..A.A.. S. Lda.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas. S. sociedade denominada Sumol+Compal Distribuição..  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição.Indústria de Alimentos e Bebidas. S. S. Lisboa 1975.A.A. S.. S. - Gerente da Worldwideco .A.  Gerente da Refrigor Imobiliária..A.A.A. a 1 de Janeiro de 2011).  Vogal do Conselho de Administração e liquidatário da Madibel .. desde Julho de 2014.S. desde 2014 (Presidente do Conselho de Administração da Cibal .. a 1 de Janeiro de 2011). até Novembro de 2011. S. desde 2010.E..  Vogal do Conselho de Administração da Sensafruit. Sumolis – Gestão de Marcas. S.. S.Católica..  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A. 133 .C. - Presidente da Direcção do Instituto Civil de Auto-Regulação da Publicidade (ICAP) até 2012.. a 1 de Janeiro de 2011). (denominada. Lisboa 2000. Bacharelato de Organização e Gestão de Empresas – I. S..) desde 2006 até Janeiro de 2009.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Unipessoal. desde Junho de 2014.A. S. a partir de 29/12/2008 e incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.Distribuição de Bebidas e Alimentação.G. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.  José Tomaz Júdice Gamito Pires . S. S.A.. a partir de Dezembro de 2006..  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal. Lda.A.  Presidente do Conselho de Administração da Cereuro – Cervejeira Europeia. S.. S.A. Unipessoal. (sociedade dissolvida a 30/12/2010).. - Vice-Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) até 2012.A.A.Comércio Internacional. desde 2013. de 1999 a 2006.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008.

Na execução das funções inerentes a estas responsabilidades. em particular no que se refere à delegação da administração quotidiana da sociedade.. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo com accionistas a quem seja imputável participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. 134 .A. e v) comunicação e representação. Os administradores não executivos João António Brito Pires Eusébio. pela i) estratégia.. S. desde 2009. incluindo informação sobre delegações de competências.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela. controlo e reporting. Amélia Maria Brito Pires Eusébio e António Sérgio Brito Pires Eusébio e o administrador executivo José Tomaz Júdice Gamito Pires são também administradores da Refrigor. profissionais ou comerciais. A gestão da Sociedade é exercida colegialmente pelo Conselho de Administração. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. De acordo com o modelo de organização adoptado. iii) organização do Grupo.A. ao nível desta Empresa e do Grupo. de 2009 até Janeiro 2011 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. a 1 de Janeiro de 2011)..A. 21.A. dos membros.. a administração é directamente responsável.. o órgão de administração é apoiado por um conjunto de funções corporativas: Assessorias da Administração. - Administrador da Sensafruit. Gabinete de Apoio ao Investidor e Gabinete de Auditoria Interna.A. 20. de 2007 a 2008  Gerente da D2C. Relações familiares. ii) planeamento.A. S. consoante aplicável. S. iv) acompanhamento de actividades operacionais de empresas do Grupo. S. Unipessoal. accionista titular de uma participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. | 2014  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. Lda. comissões e/ou departamentos da sociedade. S. desde 2012. SL (Espanha) desde 2008 até Novembro de 2011. A Sociedade encabeça um grupo empresarial. Organogramas ou mapas funcionais relativos à repartição de competências entre os vários órgãos sociais.  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. do Conselho de Administração. habituais e significativas.

Na reunião do Conselho de Administração de 2 de Junho de 2014 foi aprovada a manutenção em vigor do regulamento aprovado em reunião do Conselho de 26 de Janeiro de 2012.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. ficando o Conselho de Administração com a responsabilidade das áreas/matérias não delegadas na Comissão Executiva e listadas no n. 135 . S. consoante aplicável. do Conselho de Administração.º 29 do presente Relatório. | 2014 O Conselho de Administração delegou a gestão corrente da sociedade numa Comissão Executiva.A. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. A distribuição de responsabilidades entre os membros da Comissão Executiva é a que consta do quadro seguinte: A responsabilidade pelos órgãos corporativos pertence a: b) Funcionamento 22. que pode ser consultado no sítio da Sociedade na internet.

Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.*..*. S. | 2014 23. Disponibilidade de cada um dos membros. do Conselho de Administração. 96% pelos administradores Amélia Maria de Brito Pires Eusébio e António Rui Libório Frade e 92% pelos administradores António Sérgio Brito Pires Eusébio.  Vogal da Companhia Térmica Compal..  136 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Lda.. ACE.  António Rui Libório Frade  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. 25.. . às reuniões realizadas.  António Sérgio Brito Pires Eusébio  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. o EBITDA e a inovação. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas.A. S. consoante aplicável. dentro e fora do grupo.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. Lda.A.Entreposto Frigorífico.. Durante o ano de 2014 realizaram-se 26 reuniões do Conselho de Administração. O grau de assiduidade a estas reuniões foi de 100% pelo administrador Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto.  Gerente da Frildo . S.A.A. Não existe um órgão da sociedade exclusivamente competente para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos.. Foram estabelecidas como variáveis de desempenho o volume de negócios. S. 26. S. do Conselho de Administração. Lda. João António Brito Pires Eusébio.  Gerente da D2C.. José Tomaz Júdice Gamito Pires e José Manuel Doutel Jordão. 24. A avaliação de desempenho global e individual dos administradores executivos são assuntos sobre os quais a Comissão de Vencimentos se debruça. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . Indicação dos órgãos da sociedade competentes para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade de cada membro.A. Unipessoal. Critérios pré-determinados para a avaliação de desempenho dos administradores executivos. consoante aplicável. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. S.A.

. Lda. S. Lda.A.A.. S. 137 .  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.  Gerente da D2C. Lda. desde Dezembro 2014.*. Identificação das comissões criadas no seio.  Gerente da Worldwideco .*.N. Lda.Comércio Internacional. Lda.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. SGPS..*..*.  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional. (Associação Europeia das Indústrias de Sumos de Fruta e Néctares). S.Comércio Internacional. desde Abril 2010.A. e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. * .Gerente da Worldwideco .  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger . Unipessoal.A. S. Lda. Lda.Sociedade pertencente ao Grupo c) Comissões no seio do órgão de administração ou supervisão e administradores delegados 27.I.C.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta.A.  Liquidatário da Madibel . Unipessoal. SGPS.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest.  Gerente da D2C. S. Unipessoal. do Conselho de Administração.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.*. SGPS.A. S..*.  José Manuel Doutel Jordão  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.  Vogal do Conselho de Administração do Grupo Aliança A.*..*.A. S. consoante aplicável. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.  Vogal do Conselho de Administração da A.  João António Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. S..A. Lda.Entreposto Frigorífico.*.A.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.  Gerente da Frildo ..J. Lda.*.  José Tomaz Júdice Gamito Pires  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.E. Unipessoal. S.*.A.  Gerente da SUMOL+COMPAL África. S.Indústria de Alimentos e Bebidas. | 2014  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.

e) Aquisição. i) Modificações importantes na organização da Empresa. É ainda feita no âmbito da Comissão Executiva a escolha de acções que contribuam para a concretização dos planos acima referidos. Cabe ainda à Comissão executiva e ao membro responsável por cada área funcional ou divisão de negócio a gestão dos centros. alterações dessa natureza nos documentos de topo. Em geral. da comissão executiva e/ou identificação de A Comissão Executiva é composta pelos seguintes membros: Presidente: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal: José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal: José Manuel Doutel Jordão Vogal: António Rui Libório Frade 29. bem como sobre propostas a apresentar nessa sede.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. do Plano Operacional e do Orçamento anual. em geral. g) Abertura ou encerramento de estabelecimentos ou de partes importantes destes. 138 . S. implementação e controlo das políticas da Empresa nas diversas áreas funcionais e divisões de negócio. sendo indelegáveis. | 2014 O Conselho de Administração constituiu uma Comissão Executiva com competências em matéria de administração. Composição. Nos termos do regulamento do Conselho de Administração. sujeitos a apreciação e deliberação por parte do Conselho de Administração.A. . 28. . Compete a todos os membros da Comissão Executiva zelar pelo cumprimento das funções acima enunciadas e ao respectivo Presidente assegurar a coordenação da mesma e. foram delegadas na comissão executiva todas as matérias de gestão corrente da sociedade. se aplicável. O Conselho de Administração e a Comissão Executiva dispõem de um regulamento que se encontra disponível no sítio na internet da sociedade. as seguintes matérias: a) Escolha do seu Presidente. nomeadamente. administrador(es) delegado(s).a elaboração de propostas referentes a assuntos não considerados de gestão corrente. departamentos ou serviços funcionais respectivos. c) Pedido de convocação de Assembleias Gerais. Indicação das competências de cada uma das comissões criadas e síntese das actividades desenvolvidas no exercício dessas competências. d) Relatórios e contas anuais. excepto se tal for feito pela Assembleia Geral. promover o bom funcionamento deste órgão. direcções. Compete à Comissão Executiva: . aprovação. b) Cooptação de administradores. não se consideram como gestão corrente da Sociedade. Foi apenas criada no seio do Conselho de Administração uma Comissão Executiva. f) Prestação de cauções e garantias pessoais ou reais pela Sociedade. alienação e oneração de bens imóveis.a elaboração. nomeadamente. h) Extensões ou reduções importantes da actividade da Sociedade.a apresentação e execução do Plano Estratégico.

no caso da transacção (incluindo um conjunto de equipamentos que se consubstanciam na mesma utilidade económica) exceder € 3. | 2014 j) Estabelecimento ou cessação de cooperação importante e duradoura com outras empresas. u) Abandono (não renovação) ou cancelamento do registo de marcas ou domínios. p) A amortização de acções. 1. produção e distribuição. excedam no canal alimentar. t) Aprovação da identidade de marca ou submarca. franquia. III. o) A aquisição. 139 . q) A descontinuação de marcas ou submarcas desde que não previstas no Plano Operacional ou que tenham apresentado.000. desde que alguma daquelas apresente um valor de vendas efectivo no ano anterior ou previsto para o terceiro ano após o lançamento.000. FISCALIZAÇÃO (Conselho Fiscal.00. no canal horeca. de cisão e de transformação da Sociedade. S.00. no último ano. as classes de registo. bem como as suas modificações. no caso da operação exceder o valor de € 1. em estado de utilização (inclui utilização para prova de uso). Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 30.A. superior a 10 milhões de euros ou 10 milhões de litros. s) O estabelecimento ou término de relação comercial com clientes cujas compras anuais. Foram efectivamente delegadas na Comissão Executiva todas as matérias que não estão acima explicitadas. nomeadamente. m) A análise e aprovação do Plano Estratégico e do Plano Operacional (inclui objectivos das Divisões e Unidades de Negócio). aquisição. oneração ou alienação de bens móveis. oneração ou alienação de participações noutras Sociedades. Orçamentos Anuais de Exploração e de Investimentos. Excluem-se deste ponto as situações de renovações contratuais efectuadas em condições substancialmente análogas às que estiverem em vigor. bem como de eventuais revisões dos mesmos. k) Mudança de sede e aumentos de capital. previstas ou efectivas. n) A subscrição. l) Projectos de fusão. bem como a redução do seu âmbito. Identificação do órgão de fiscalização (Conselho Fiscal. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) correspondente ao modelo adoptado.000.000.5 milhões de euros. nos termos previstos no contrato de Sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. bem como a indicação do seu representante nessas Assembleias. 15 milhões de euros e. volume de vendas superior a 1 milhão de litros. v) A apresentação de propostas a submeter às Assembleias Gerais das empresas dominadas pela SUMOL+COMPAL. r) A venda de marcas ou submarcas com um volume no ano anterior superior a 20 milhões de euros ou 20 milhões de litros. subordinação. nomeadamente através de contratos de grupo paritário.

. Presidente: Manuel Batista Figueiredo. consoante aplicável.A. dos membros do Conselho Fiscal.A. ao contrário dos demais membros do Conselho Fiscal. O Conselho Fiscal é composto pelos seguintes membros: Nome Cargo Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual Manuel Baptista Figueiredo Presidente 29-04-2011 31-12-2016 José Manuel Rodrigues Felgueiras Vogal 17-04-2008 31-12-2016 José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca Vogal 17-04-2008 31-12-2016 António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida Suplente 30-05-2014 31-12-2016 32.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. do Conselho Fiscal. 414. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. | 2014 A SUMOL+COMPAL nomeou um Conselho Fiscal para assegurar a fiscalização da Sociedade. 31. uma declaração na qual refere que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. Suplente: António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. S.. número de membros efectivos. n. e o Grupo CGD estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal. Identificação. b) Não foi reeleito por mais de 2 mandatos e não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. S. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou. O Conselho Fiscal. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. da Comissão de Auditoria. S. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor.A. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. data da primeira designação. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração. Sociedade de Capital de Risco. a 14 de Dezembro de 2011. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº18.º 5 CSC. Comissão de Auditoria. nos termos do art. e data do termo de mandato de cada membro. Vogal: José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras que se considerem independentes. que deve ser composto por três a cinco membros efectivos e um ou dois membros suplentes.50% do capital social da Sociedade. duração estatutária do mandato. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras.º.º-A do citado código. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº19. consoante aplicável. 140 . a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. Vogal: José Manuel Rodrigues Felgueiras.º 1 do artigo 414. detentor de 10. Composição.

– sociedade em liquidação desde 2006 e liquidatário desde 2012. S. & Tec. 141 . de 2003 a 2008. Sist. - Vogal do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL. - Administrador da Capsela. José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca . Qualificações profissionais. -  Presidente do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL. S.  José Manuel Rodrigues Felgueiras .. - Gerente da Vânia Costa e José Felgueiras. consoante aplicável. S.Mestrado em Ciências Empresariais. de 2001 a 2012. B. Lda. Sociedade Industrial Embalagens.A. S.. . de cada um dos membros do Conselho Fiscal.A..A. desde 2011.A. desde 2011. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº21.A.  Manuel Baptista Figueiredo . no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. - Administrador Delegado da J. Informação. - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos. S. S. S.A. Consultoria e Gestão de Projectos e de Construção. pelo ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão..Licenciatura em contabilidade e administração pelo ISCAL . S..A.. - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . Curso de Organização e Gestão de Empresas.A. de 1989 a 2009.Licenciatura em Finanças no ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras.Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (1974) e pósgraduado em análise financeira. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras e outros elementos curriculares relevantes. SCR. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica. Fernandes S.Sociedade de Capital de Risco.A. - Administrador da Mesquita ETVIA – Construção de Vias de Comunicação.A. S. - Gerente da Consulmace. - Membro do Comité de Auditoria da Finpro. da Comissão de Auditoria.2004 a 2006..Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. especialidade de Finanças Empresariais. . | 2014 33. Lda. - Administrador da Internet Works. desde 2007.A. S. no INDEG / ISCTE..

 Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.  Director da CIP – Confederação da Indústria Portuguesa até 2010.  Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde. tendo o Dr.A. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. | 2014  António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida . consoante aplicável.A. Durante o ano de 2014 realizaram-se 11 reuniões do Conselho Fiscal da Sociedade. O regulamento de funcionamento do Conselho Fiscal da Sociedade está disponível no sítio na Internet da Sociedade.Sociedade de Capital de Risco. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento.A. Em 8 destas reuniões estiveram presentes 100% dos membros do Conselho Fiscal.  Manuel Batista Figueiredo - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . 142 . de 1999 até 2005.  Vogal do Conselho de Administração da Cibal – Distribuição de Beidas e Alimentação. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade às reuniões realizadas. desde 2008. de cada membro do Conselho Fiscal. do Conselho Fiscal.A. dentro e fora do grupo.A..Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de 1997 até 2005.A. Comissão de Auditoria. S. Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. 35. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas.A. 36. Conselho Geral e de Supervisão e da Comissão para as Matérias Financeiras.. até 2001. consoante aplicável. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº24. da Comissão de Auditoria.Sociedade de Águas da Serra da Estrela. S. S. de 1999 até 2006. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº 26.. S.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel .Engenheiro Técnico. S.  Vogal do Conselho de Administração da Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica. José Manuel Rodrigues Felgueiras estado ausente de 3 dessas reuniões (assiduidade de 72%). Comissão de Auditoria. desde 2008.  Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal.. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. S. do Conselho Fiscal. S. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº25.. consoante aplicável.. SGPS. b) Funcionamento 34. Disponibilidade de cada um dos membros.

compete ao Conselho Fiscal: a) fiscalizar a Administração da sociedade. c) Competências e funções 37. b) vigiar pela observância da lei e do contrato de sociedade. se aplicável. por procuração. – em liquidação. S. - Gerente da Mendes Vaz Pinto. - Prestação de serviços de gestão técnica e de assessoria a outras empresas. Não foram estabelecidos quaisquer procedimentos ou critérios tendo em vista a intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo.. ou por ela recebidos em garantia.  José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca - Exercício de funções de gerência. - Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde. da Comissão para as Matérias Financeiras. - Gerente da Zona Ibérica. Lda. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. 143 .A. 38. António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida - Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal. depósito ou outro título. Lda. f) verificar se as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adoptados pela sociedade conduzem a uma correcta avaliação do património e dos resultados. c) verificar a regularidade dos livros.. | 2014 - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos. Lda.  José Manuel Rodrigues Felgueiras -  Liquidatário da sociedade Vânia Costa & José Felgueiras.. a extensão do caixa e as existências de qualquer espécie dos bens ou valores pertencentes à sociedade. da sociedade Silverpage Lda. g) elaborar anualmente relatório sobre a acção fiscalizadora e dar parecer sobre o relatório. contas e propostas apresentadas pela Administração. SGPS.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. registos contabilísticos e documentos que lhe servem de suporte. d) verificar. S. quando o julgue conveniente e pela forma que entenda adequada. S.A. Nos termos do respectivo regulamento.A.. Outras funções dos órgãos de fiscalização e. e) verificar a exactidão dos documentos de prestação de contas.

| 2014 h) convocar a Assembleia-Geral. Revisor Oficial de Contas Efectivo: PricewaterhouseCoopers & Associados. 144 . Para além de serviços de revisão de contas foram prestados pelo Revisor Oficial de Contas à sociedade serviços de consultoria económico-financeira. devendo a contratação e a remuneração dos peritos ter em conta a importância dos assuntos a eles cometidos e a situação económica da sociedade. quando o presidente da respectiva mesa o não faça. devendo fazê-lo. j) receber as comunicações de irregularidades apresentadas por Accionistas. Colaboradores da sociedade ou outros. REVISOR OFICIAL DE CONTAS 39. SROC. SROC.. IV.A. l) contratar a prestação de serviços de peritos que coadjuvem um ou vários dos seus membros no exercício das suas funções. i) fiscalizar a eficácia do sistema de gestão de riscos. o) propor à Assembleia Geral a nomeação do revisor oficial de contas. Indicação do número de anos em que o revisor oficial de contas exerce funções consecutivamente junto da sociedade e/ou grupo. S. m) cumprir as demais situações constantes da lei ou do contrato de sociedade. exerce consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. designadamente no tocante à prestação de serviços adicionais. Identificação do revisor oficial de contas e do sócio revisor oficial de contas que o representa. O Revisor Oficial de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados. se existentes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. q) avaliar o trabalho do Revisor Oficial de Contas e fiscalizar a respectiva independência. p) fiscalizar a revisão de contas aos documentos de prestação de contas da sociedade. Lda.. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. 41. Descrição de outros serviços prestados pelo ROC à sociedade. Lda. Revisor Oficial de Contas Suplente: José Manuel Henriques Bernardo 40. desde 29 de Abril de 2011. n) fiscalizar o processo de preparação e de divulgação de informação financeira. do sistema de controlo interno e do sistema de auditoria interna. r) verificar a regularidade da prestação de caução ou contratação de seguro de responsabilidade civil por parte dos Administradores e dos membros do próprio Conselho Fiscal.

º e do sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. Indicação do número de anos em que o auditor externo e o respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções exercem funções consecutivamente junto da sociedade e/ou do grupo. SROC. Indicação do montante da remuneração anual paga pela sociedade e/ou por pessoas colectivas em relação de domínio ou de grupo ao auditor e a outras pessoas singulares ou colectivas pertencentes à mesma rede e discriminação da percentagem respeitante aos seguintes serviços (Para efeitos desta informação.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 16. Não existe uma política de rotação do auditor externo. realizados pelo auditor externo para a sociedade e/ou para sociedades que com ela se encontrem em relação de domínio. 8. bem como indicação dos procedimentos internos para efeitos de aprovação da contratação de tais serviços e indicação das razões para a sua contratação.. AUDITOR EXTERNO 42. Indicação do órgão responsável pela avaliação do auditor externo e periodicidade com que essa avaliação é feita. O sistema de gestão da sociedade tem um macro processo de compras que estabelece em geral a forma de aquisição de bens ou serviços. uma avaliação do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados. Identificação do auditor externo designado para os efeitos do art. desde 29 de Abril de 2011. Lda. SROC. cumprimento à recomendação de rotação do auditor externo. distintos dos de auditoria. bem como o respectivo número de registo na CMVM.314. 47. Identificação de trabalhos. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. 43. Em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 foi eleito um novo auditor externo da sociedade – PricewaterhouseCoopers & Associados. 44.A. O Auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.. no seu relatório anual. de 16 de Maio): Pela Sociedade* . Política e periodicidade da rotação do auditor externo e do respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções.. 45. exercem consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. o conceito de rede é o decorrente da Recomendação da Comissão Europeia n. Lda. Lda.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. SROC. A função de auditor externo é desempenhada pelo Revisor Oficial de Contas Efectivo PricewaterhouseCoopers & Associados. | 2014 V. Para além de serviços de auditoria foram realizados pelo auditor externo para a sociedade serviços de consultoria económico-financeira. 46. Lda. SROC.00 € / 29 % 145 .º C (2002) 1873. e o respectivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. O Conselho Fiscal faz. nessa altura. dando.. S.

Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) . II.€/-% * Incluindo contas individuais e consolidadas C.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a comunicação de uma irregularidade alegadamente ocorrida poderá ser feita por escrito.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) 5. evitando danos agravados pela continuidade de tais práticas.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 35.A. nos termos da referida política. h). pois. no caso da alegada irregularidade envolver uma situação de conflito de interesses com algum membro do Conselho Fiscal.277. A política de comunicação de irregularidades pretende estimular as comunicações internas de práticas não conformes de maneira a prevenir ou reprimir irregularidades quanto antes. Aplica-se.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) . a este respeito o que sobre a alteração de estatutos se dispõe no Código das Sociedades Comerciais. bem como garante a confidencialidade no tratamento da mesma e a não identificação do emissor.Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) . n. Prevê também a política adoptada que.€/-% . por e-mail ou carta.€/-% . A Sociedade aprovou uma política de comunicação de irregularidades. | 2014 . Regras aplicáveis à alteração dos estatutos da sociedade (art. Assim.€/-% . esta deverá ser feita directamente ao Presidente do Conselho de Administração. Meios e política de comunicação de irregularidades ocorridas na sociedade.€/-% . ORGANIZAÇÃO INTERNA I. Estatutos 48.º-A.º 1.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) . As irregularidades detectadas serão comunicadas ao Conselho Fiscal. Não existem nos estatutos da Sociedade quaisquer regras específicas sobre a forma pela qual poderá proceder-se à sua alteração.553. 146 . S. al. 245. Comunicação de irregularidades 49.00 € / 62 % . quais os meios que se devem utilizar para a sua comunicação e quem devem ser os receptores.Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) . A política define o que se entende por irregularidades alegadamente ocorridas no seio da Sociedade.60 € / 9 % Por entidades que integrem o grupo* .

sob a responsabilidade de um administrador executivo. Existe um Comité de Auditoria Interna composto por membros não executivos do Conselho de Administração que tem por missão. avaliar a adequabilidade daqueles dois sistemas. o qual tem como função testar e avaliar os procedimentos de controlo interno. Existe ainda um Gabinete de Auditoria Interna. a suspensão. casos em que não existe qualquer garantia ou obrigatoriedade de apreciação. a demissão. com excepção de eventuais comunicações anónimas. III. deverão adoptar as medidas que entendam necessárias para suprir a irregularidade comunicada e comprovada pelo processo em causa. de acordo com os dados que lhe são fornecidos. Após terminado o processo de averiguação. como consequência de tal comunicação. A SUMOL+COMPAL assegura a quem comunique quaisquer irregularidades que não permitirá. órgãos ou comissões responsáveis pela auditoria interna e/ou pela implementação de sistemas de controlo interno.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL ou os órgãos sociais de qualquer outra sociedade por esta dominada. O Conselho Fiscal. salvo se o denunciante tiver tido intervenção na prática de qualquer irregularidade objecto de denúncia ou caso este tenha comprovadamente actuado de má fé ao proceder à comunicação sabendo ou não devendo desconhecer que a mesma não tinha fundamento. esta manterse-á unicamente do conhecimento do destinatário imediato da comunicação.A. O Conselho Fiscal assumiu o compromisso de efectuar todas as diligências adequadas para verificar a existência ou não da alegada irregularidade e de averiguar todos os factos susceptíveis de consubstanciarem irregularidades. o assédio ou a suspensão ou a retenção de pagamentos que lhe sejam devidos. ainda que por inclusão de organograma. Desde a comunicação da irregularidade pelo colaborador até à apresentação das conclusões sobre a averiguação da mesma não poderão decorrer mais de 15 dias. na sua sequência e sempre que tal seja recomendável ou necessário. no âmbito das suas competências. S. Controlo interno e gestão de riscos 50. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. | 2014 A comunicação de irregularidades deverá conter uma descrição tão detalhada quanto possível dos factos que a suportam. em geral. entre outras. A criação do sistema de controlo interno e de gestão de riscos cabe à Comissão Executiva. das relações de dependência hierárquica e/ou funcional face a outros órgãos ou comissões da sociedade. Pessoas. 51. ou qualquer outra estrutura organizativa daquelas sociedades à qual sejam comunicadas as conclusões do processo de avaliação. 147 . Explicitação. procede à fiscalização dos dois sistemas. Sempre que o denunciante tenha requerido a confidencialidade da sua identidade.

(ii) Conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. (iii) Desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas.estar. Identificaram-se os seguintes grupos de riscos: riscos de mercado. riscos associados a gastos. Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que o Grupo disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. riscos associados a stakeholders. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. Não obstante este enquadramento difícil.A. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português. 148 . Além disso ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. Identificação e descrição dos principais tipos de riscos (económicos. e riscos associados a sistemas de informação. riscos financeiros e legais. Riscos de mercado Em Portugal. Sazonalidade As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. a que estes adquiram quantidades mínimas. em geral. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. financeiros e jurídicos) a que a sociedade se expõe no exercício da actividade. Nos mercados internacionais. e de (iv) Realizar metade das vendas de 400 M€ fora de Portugal. e como se afirma na winning aspiration. beneficiando do contributo destas para o seu bem. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. São também responsáveis pelo controlo de risco outras áreas funcionais da sociedade em função dos riscos identificados. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. 53. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. Existência de outras áreas funcionais com competências no controlo de riscos. os mercados de bebidas de alta rotação onde o Grupo opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. tendo sido nomeado um coordenador para cada um destes grupos de riscos. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. riscos operacionais e patrimoniais. Em consequência. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. A relação com os clientes não obriga. o que se procura fazer no Grupo. | 2014 52. o Grupo tem a ambição de (i) Liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes pode ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. S. havendo contudo. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas.

Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. grau de experiência e/ou trajecto profissional. Esse risco pode ter origem em várias fontes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem.A. com quem mantém relações comerciais. (iii) custos desadequados. pelas suas competências. a montante. No entanto. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. legal ou de fornecimento. Riscos na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. por isso. tornando-os cada vez mais globalizados. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. De igual modo. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. Riscos associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. atrair e reter talento. sejam dificilmente substituíveis. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. Além do risco de má reputação de uma marca. O Grupo pode ser considerado à escala global como uma pequena empresa. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. 149 . a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. S. conhecimentos. mas tem definido como um dos vetores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. | 2014 Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. constitui um risco para a empresa. pelo que é crítico identificar.

A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. Apesar disso. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. A SUMOL+COMPAL. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. Riscos Operacionais e Patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A gestão destes riscos é complementada com políticas. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. pessoal e de exploração. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. como qualquer produtor. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. química e microbiológica das produções. causando danos na saúde humana. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL.A. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. independentemente do país em que trabalhem. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. nas vendas futuras da companhia. Estão implementados um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. (ii) incêndios. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. vão ser tomadas uma série de medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. mais importante. nos seres vivos e nos ecossistemas. Para além do conjunto de Valores definidos. do solo e da atmosfera. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos Recursos Naturais Água e Energia. repetidos ou não. ou ter efeitos patrimoniais negativos. sabotagens e riscos 150 . já que a sua eventual afectação se pode traduzir numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da empresa. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. com agentes poluentes. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. levando a uma degradação ambiental. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. S. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física.

Riscos Financeiros e Legais Crédito Risco inerente ao facto de uma contraparte da SUMOL+COMPAL não liquidar financeiramente as suas obrigações contratuais. roubo. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. para satisfazer o nível de saídas de caixa associadas às actividades operacionais. na sua maioria. poderem não ser suficientes. etc. …) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. remuneração accionista e de serviço da dívida (reembolso de capital e juros). Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. essencialmente a este risco nas suas actividades operacionais e de tesouraria. A SUMOL+COMPAL está sujeita. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. fluxos de caixa operacionais. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da falta de liquidez e/ou insolvência de devedor. O risco das actividades de Tesouraria resulta essencialmente de produtos financeiros e disponibilidades monetárias contratualizados e sob controlo de terceiros. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. embora tenham impacto prováveis mais reduzidos que os anteriores. para os quais estão definidas as medidas preventivas consideradas adequadas. da restrição de fontes de financiamento. em determinado momento. vandalismo. No imediato. fluxos obtidos através de operações de desinvestimento. incluindo a contratualização de uma apólice de Seguro de Crédito.A. de investimento. do desequilíbrio da maturidade da dívida e da restrição no repatriamento de capitais (investimentos no estrangeiro). | 2014 semelhantes. eventos meteorológicos. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. Liquidez Risco inerente ao facto de as fontes de financiamento (disponibilidades. greves. de linhas de crédito e de financiamento bancário). Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da insuficiência de cash flow operacional. O Risco de Crédito nas operações está relacionado com Contas a Receber originadas. por vendas a Crédito a Clientes. resultando daí uma perda financeira para a SUMOL+COMPAL. do incumprimento contratual ou fraude do devedor ou do incumprimento de operações de tesouraria. Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. 151 . inundações.

da variação de spread (taxa variável) e da envolvente sistémica. da exposição económica (competitividade de preços por via da flutuação cambial). Além disso. | 2014 A SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da variação de indexante (taxa variável). Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. Os juros suportados podem.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O risco está sobretudo associado a três dimensões – tributação sobre o rendimento. Em relação ao primeiro tipo de eventos. MZN e AOA.A. Mercado de Capitais. indexada a taxas de referência de mercado (sendo a Euribor a mais comum). a SUMOL+COMPAL possui exposição cambial em USD. Eventuais variações cambiais ocorridas nessas moedas. Taxa de câmbio Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL efectuar investimentos e transacções em países e com entidades cuja moeda funcional é distinta do euro. para além das linhas de curto prazo. não controláveis. entrega e facturação). Lei específica do Sector. o que permite reduzir substancialmente a volatilidade dos juros a liquidar. variar em função de factores externos. sobre o património e sobre a despesa. no extremo. face ao euro. Normas de Relato Financeiro. Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. enquadra e delimita a sua actividade. etc) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. exógenos ao controlo da SUMOL+COMPAL. adjudicação. estarem contratados a taxa de juro variável. a empresa tem contratados instrumentos derivados de cobertura de taxa de juro (IRS SWAP). De igual forma. Além da contratação de forwards cambiais. Actualmente. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da exposição temporal de transacção (cotação. No final do ano e excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro.9% da SUMOL+COMPAL. A volatilidade destes indexantes decorre de factores de mercado. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. resultando num incremento da complexidade. Taxa de juro Risco inerente ao facto de os custos financeiros suportados (juros) decorrentes de financiamentos remunerados (sobretudo banca). que utiliza na gestão do seu fundo de maneio. estão implementadas as medidas preventivas consideradas adequadas para este tipo de eventos. perante um enquadramento regulamentar instável e 152 . assim. Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. de uma eventual saída de Portugal do euro. O risco está associado a diversas dimensões (Lei Geral. o cash-flow é afectado por via das flutuações cambiais ocorridas entre o momento de reconhecimento do activo e/ou passivo e o efectivo momento do seu recebimento/pagamento. S. a taxa de cobertura encontrar-se-ia próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data. afectam os resultados e a situação patrimonial da SUMOL+COMPAL. da exposição contabilística (de transposição) e. decorrentes da alienação de 49. da exposição de balance sheet (contas a receber e contas a pagar) – eventos para os quais é feita uma gestão activa do risco com contratação de forwards cambiais para fixação mínima de 50% dos pagamentos em USD . Laboral. tem contratadas linhas de factoring e confirming. estão implementadas todas as medidas preventivas consideradas adequadas.

política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software.A. indispensável. este é um risco cuja gestão é crítica. sob a responsabilidade de um administrador executivo.  Política restritiva na gestão de desktops e laptops. nomeadamente através da manutenção de firewalls. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável. 54. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. fluxos subsequentes e os correspondentes outputs. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. razão pela qual são mantidos. os seguintes procedimentos:  Não havendo sistemas de informação invioláveis. controlo e gestão de riscos. 153 . da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos.  Utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio.  Sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. | 2014 mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. havendo a prática. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas. para compromissos que venham a ter uma consequência financeira. Descrição do processo de identificação. em geral. Cada um destes processos tem os necessários inputs. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados. estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. acompanhamento. limites consoante o nível hierárquico. Estes macroprocessos contêm processos cuja responsabilidade de manutenção cabe aos diversos gestores. Tecnologias de Informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. Existe também um procedimento de autonomias financeiras que atribui a todos os órgãos de gestão. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da empresa e a ausência de software não licenciado. de servidores e de equipamentos pessoais. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password. S. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente. avaliação. entre outros.

º 1. que procede aos correspondentes testes prévios de validação. Local onde se encontra informação sobre a firma. S.A. composição. O responsável deste Gabinete é simultaneamente o Representante para as Relações com o Mercado. Endereço(s). só é divulgada após autorização do Conselho de Administração após proposta da Comissão Executiva. | 2014 55. 57. al. funções.sociedade.pt 60. do endereço electrónico investidor@sumolcompal. Sítio de Internet 59. Faz ainda parte deste Gabinete José Paulo de Martinho Simões Machado. Serviço responsável pelo apoio ao investidor.º-A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 58. 245. Representante para as relações com o mercado. IV. Apoio ao Investidor 56. A informação financeira anual. V. Luís Fernando da Costa Magalhães. O Representante para as Relações com o Mercado é o Dr. Luís Fernando da Costa Magalhães. O Gabinete de Apoio ao Investidor pode ser contactado através do telefone 214200080. Principais elementos dos sistemas de controlo interno e de gestão de risco implementados na sociedade relativamente ao processo de divulgação de informação financeira (art.sumolcompal.pt). Em 2014 foram dirigidos ao Gabinete de Apoio ao Investidor 3 pedidos de informação. A informação financeira anual só é divulgada após o conforto do auditor externo e do Conselho Fiscal. 154 . www.pt ou ainda da funcionalidade disponível no sítio institucional (www. a qualidade de sociedade aberta.º do Código das Sociedades Comerciais está disponível no endereço http://www.sumolcompal. A Empresa tem um Gabinete de Apoio ao Investidor cujas funções são a disponibilização da informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. m).sumolcompal.º do Código das Sociedades Comerciais. e a dos períodos intercalares. a qualidade de sociedade aberta. informação disponibilizada por esses serviços e elementos para contacto. Informação sobre a proporção e o prazo de resposta aos pedidos de informação entrados no ano ou pendentes de anos anteriores. n. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171. A resposta aos referidos pedidos foi facultada no prazo aproximado de uma semana. A informação sobre a firma. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171.pt/investidores .

sumolcompal. o capital social representado e os resultados das votações. divulgado no início de cada semestre. Para além disso. respectivas funções e meios de acesso.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Local onde se encontram os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões. Informação sobre a identificação do representante para as relações com o mercado. S.sumolcompal. o capital social representado e os resultados das votações. bem como o calendário semestral de eventos societários. com referência aos 3 anos antecedentes. caso aplicável.pt/investidores/ assembleias gerais. respectivas funções e meios de acesso constam do endereço http://www. semestrais e. para permitir o contacto directo dos investidores com o gabinete de apoio ao investidor. 64. A convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada está disponível em http://www.sumolcompal. estão disponíveis no sítio da sociedade em http://www. Os documentos de prestação de contas. Local onde se disponibilizam os documentos de prestação de contas. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente. com referência aos 3 anos antecedentes está disponível no sítio da sociedade com o endereço http://www. 65.sumolcompal.A. Local onde são divulgados a convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada. A informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais consta do endereço http://www. 155 . O acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade. Os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões da sociedade estão disponíveis no endereço http://www. que devem estar acessíveis pelo menos durante cinco anos.sumolcompal. trimestrais. 63. Local onde se disponibiliza o acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade. reuniões da assembleia geral.pt/quemsomos/administracao. | 2014 61. os membros do Conselho de Administração são também apresentados no endereço http://www.sumolcompal. 62. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente.pt/investidores/orgaos. divulgação de contas anuais.pt/investidores/gaiComposicao Existe um formulário online. do representante para as relações com o mercado.sumolcompal.pt/investidores/gaiContacto.sumolcompal.pt/investidores/relatorioscontas O calendário semestral de eventos societários não está disponível. incluindo os dos últimos cinco anos.pt/investidores/historicoag. entre outros. Local onde se disponibiliza informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais.pt/investidores/estatutos. no endereço http://www. incluindo.

Indicação quanto à competência para a determinação da remuneração dos órgãos sociais. S. Cabe à Comissão de Vencimentos a determinação da remuneração dos membros dos órgãos sociais e em especial dos membros da Comissão Executiva. ao nível de direcção.A.. e Eufiger . 68. Os membros da Comissão de Vencimentos Refrigor. n.º 5. II. Em 2014 foi nomeado para integrar a Comissão de Vencimentos o Senhor António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida.º 414.A. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. Conhecimentos e experiência dos membros da comissão de remunerações em matéria de política de remunerações. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. Não existem pessoas contratadas para integrar a Comissão de Vencimentos. A Comissão de Vencimentos é composta pelas sociedades Refrigor.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. A Assembleia Geral Anual de accionistas de 30 de Maio de 2014 aprovou declarações sobre a política de remuneração dos órgãos de administração e fiscalização e sobre a política de remunerações dos demais dirigentes.A. dos membros da comissão executiva ou administrador delegado e dos dirigentes da sociedade. Eufiger . | 2014 D. e por António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. Competência para a determinação 66. O membro da Comissão António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida é independente. 156 . A Refrigor. Todos os membros da Comissão de Vencimentos possuem conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração. que tem especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remunerações. não é igualmente independente por força do disposto na alínea a) do mesmo número do art. S.. REMUNERAÇÕES I.A. S. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração. S. S. S.A. Composição da comissão de remunerações. incluindo identificação das pessoas singulares ou colectivas contratadas para lhe prestar apoio e declaração sobre a independência de cada um dos membros e assessores. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. respectivamente.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.º..Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas...º 414. sob proposta da Comissão de Vencimentos e do Conselho de Administração. alínea b). Comissão de remunerações 67. não são independentes nos termos do art. Para determinação da remuneração dos dirigentes da sociedade é competente o Conselho de Administração.

sendo que no primeiro destes três anos não poderá ser paga mais de 50% desta remuneração variável.º 28/2009.º da Lei n. O atingimento de um volume de negócios superior ao alcançado em 2013. j) O prémio variável plurianual pretende premiar a geração significativa e sustentada de valor para os accionistas. Nos termos desta política. e) Os pagamentos diferidos para o 2º e 3º ano ficarão dependentes do cumprimento de metas que assegurem a manutenção do nível de desempenho que justificou a atribuição da remuneração variável.A. b) A componente variável anual tem como objectivo premiar o desempenho dos membros da Comissão Executiva. k) A aferição do cumprimento dos requisitos para a atribuição da componente variável plurianual é feita após o final do mandato. h) A determinação do montante da eventual remuneração variável anual deve obedecer a critérios de alinhamento com os interesses da sociedade. no caso de o desempenho da empresa evidenciar uma deterioração relevante no último exercício apurado. A geração de um EBITDA superior ao de 2013. tendo em conta o anteriormente referido em relação ao diferimento de pagamentos. S. no actual contexto societário e competitivo. | 2014 III. c. f) A aferição do cumprimento dos requisitos para o pagamento da componente variável anual é feita exercício a exercício.º 28/2009. g) Os membros que desempenhem funções em órgãos de administração de sociedades dependentes podem ser remunerados pelas referidas sociedades. 157 . não tendo em especial atenção a conclusão de todo o mandato. a ser pago após a conclusão do mandato. A componente variável anual não poderá exceder metade da remuneração fixa anual. são os seguintes os objectivos estratégicos que devem ser tidos em conta para apreciar a actuação da Comissão Executiva: a. assegurando o alinhamento destes com os interesses da sociedade. Em concreto. A componente variável plurianual. de 19 de Junho. pelo que se limita a remuneração variável. não poderá exceder a remuneração fixa anual. Foi aprovada na Assembleia Geral realizada a 30 de Maio de 2014 a política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere ao artigo 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Estrutura das remunerações 69. em função do cumprimento total ou muito elevado (≥ 90%) da(s) meta(s) estratégica(s) do último ano do mandato. c) O nível de desempenho será medido pelo grau de execução de metas quantificadas e previamente estabelecidas para variáveis de desempenho (entre 3 a 5). b. referente a um período de três anos. Descrição da política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere o artigo 2. de 19 de Junho. aferido pelo grau de execução de metas. d) A eventual remuneração variável de cada exercício será paga nos três anos seguintes. O cumprimento das metas orçamentadas de inovação. os Membros da Comissão Executiva são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração anual dos membros comporta uma parte fixa e uma parte variável. A parte variável terá uma componente anual e uma componente plurianual. aplicando-se a cada uma destas o proposto nesta declaração. i) Poderá ser fixado um prémio variável plurianual.º da Lei n.

a sua actividade aufere uma remuneração mensal fixa. Não está prevista a existência de planos de atribuição de acções ou de opções de aquisição de acções por parte de membros dos órgãos de administração e de fiscalização. ii) a situação económico-financeira da empresa e iii) as funções de cada membro. 70.A. dos resultados operacionais. ii) a segunda. o qual fica dependente da manutenção (em. Informação sobre o modo como a remuneração é estruturada de forma a permitir o alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da sociedade. atribuída pela Assembleia Geral. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao terceiro exercício posterior ao mandato. bem como sobre o modo como é baseada na avaliação do desempenho e desincentiva a assunção excessiva de riscos. m) A determinação do montante da remuneração fixa dos membros da Comissão Executiva deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis (atendendose à capitalização bolsista. Os membros do Conselho Fiscal são remunerados nos seguintes termos: a) O membro independente que tem especiais conhecimentos em auditoria e contabilidade e que exerce regularmente. b) A determinação do montante da remuneração deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. com as metas quantificadas previamente fixadas. os Membros da Mesa da Assembleia Geral e da Comissão de Vencimentos que não tiverem outras remunerações certas ou variáveis na sociedade ou em sociedades desta dependentes podem receber uma senha de presença por cada reunião em que participem. | 2014 l) O prémio plurianual será dividido em duas parcelas: i) A primeira. S. em termos da capitalização bolsista. Por último. pelo menos. O alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da Sociedade consegue-se através da existência de uma componente de remuneração variável para os administradores executivos. Não estão acordados pagamentos relativos à destituição ou cessação por acordo de funções de administradores. O Revisor Oficial de Contas aufere uma retribuição fixa. os administradores não-executivos são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração comporta exclusivamente uma componente fixa. A avaliação deste desempenho faz-se pela comparação dos resultados obtidos em cada variável. b) Os restantes membros auferem uma senha de presença por cada reunião em que participem. c) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao último ano do mandato. na empresa. ii) a situação económico-financeira da empresa. acordada com a empresa e de acordo com as práticas de mercado. sendo que este desempenho deve estar alinhado com os interesses de longo prazo da Sociedade. desde que neste terceiro exercício os valores reais dos indicadores utilizados para a atribuição do prémio plurianual sejam iguais ou superiores aos verificados no último ano do mandato. ao EBITDA. 95%) dos desempenhos do ano em 158 . n) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. do EBITDA. a Cofina e a Impresa. dos resultados líquidos e do volume de negócios. Nos termos da mesma política. aos resultados operacionais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A atribuição de remuneração variável depende do desempenho de determinadas variáveis. nomeadamente. a Cofina e a Impresa. iii) as funções de cada membro e iv) o grau de afectação de tempo ao exercício das funções. aos resultados líquidos e ao volume de negócios).

Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em acções bem como sobre a manutenção. nem são. não são celebrados contractos relativos a essas acções. | 2014 que a componente variável foi originada. efectuada pela Comissão de Vencimentos. Não existe qualquer outro regime complementar de pensão ou de reforma antecipada. 76. pelos administradores executivos. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. por isso. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. em termos individuais. Não é atribuída remuneração variável em acções aos administradores. 159 . 73. sobre eventual celebração de contractos relativos a essas acções. Principais características dos regimes complementares de pensões ou de reforma antecipada para os administradores e data em que foram aprovados em assembleia geral. O pagamento da componente variável é diferido. estabelecidos critérios para a manutenção dessas acções pelos administradores executivos. 71. Existe uma componente variável cuja atribuição depende da verificação. Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em opções e indicação do período de diferimento e do preço de exercício. Existe um fundo de pensões que abrange quer administradores. e sua relação face ao valor da remuneração total anual. dessas acções. do atingimento de metas quantificadas. à existência de uma componente variável da remuneração e informação sobre eventual impacto da avaliação de desempenho nesta componente. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. Não existem outros prémios anuais para além da remuneração variável. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. com menção do período de diferimento. «EBITDA» e «inovação» espelham razoavelmente o real crescimento da Empresa e a riqueza efectivamente criada para os accionistas.A. Da mesma forma. se aplicável. Principais parâmetros e fundamentos de qualquer sistema de prémios anuais e de quaisquer outros benefícios não pecuniários. respectivo limite. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. 72. quer a generalidade dos trabalhadores. Diferimento do pagamento da componente variável da remuneração. S. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. Entende-se que a evolução das variáveis de desempenho «volume de negócios». 74. Referência. Os benefícios não pecuniários são de natureza social ou de representação e são consistentes com os atribuídos aos demais gestores e colaboradores da Sociedade. 75. ficando também dependente do desempenho nos três exercícios seguintes.

660.00€). Durante o exercício de 2014 a SUMOL+COMPAL pagou aos membros do seu Conselho Fiscal o montante de 24.00€.800. respectivamente. foram pagos a Manuel Batista Figueiredo 160 . João António Brito Pires Eusébio e Amélia Maria Brito Pires Eusébio foram pagos.50€. António Rui Libório Frade. a saber.50€ (um milhão cento e cinquenta e quatro seiscentos e sessenta e três euros e cinquenta cêntimos). | 2014 Este plano foi aprovado pelo Conselho de Administração sem intervenção da Assembleia Geral.08€.800. 212. Em senhas de presença. 78.00€.69€ com a seguinte repartição: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto 17. Em 2014 foram pagas remunerações variáveis aos administradores executivos no total de 62. proveniente da sociedade. Remuneração paga sob a forma de participação nos lucros e/ou de pagamento de prémios e os motivos por que tais prémios e ou participação nos lucros foram concedidos.562. incluindo remuneração fixa e variável e. de forma agregada e individual. respectivamente. Os membros da Comissão Executiva do Conselho de Administração.600. Indicação do montante anual da remuneração auferida. em nenhuma das filiais ou associadas. de forma agregada e individual. José Manuel Doutel Jordão 15.118. Indicação do montante anual da remuneração auferida. Não foi pago aos administradores não executivos qualquer montante a título de remuneração variável. Os membros do Conselho de Administração auferiram remunerações fixas no montante total de 1.29€. Divulgação das remunerações 77. Não foram pagas nem são devidas indemnizações a ex-administradores executivos. 177.00€. Não foram pagos. António Rui Libório Frade 15. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto.154.08€ e António Augusto dos Santos Casanova Pinto 14.00€ e 88. os seguintes montantes de remunerações fixas: 177. IV. pelos membros dos órgãos de fiscalização da sociedade. S. 164.º 28/2009.507.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.663.00€.00€.600. menção às diferentes componentes que lhe deram origem. 79. a qualquer título. verbas fixas ou variáveis aos membros do Conselho de Administração. para efeitos da Lei n. 81. Aos membros não executivos.910.24€.265. este último apenas até à eleição da actual composição do Conselho de Administração) auferiram. Não existem outras remunerações para além das acima referidas.A. 177.00€ e 66. pelos membros dos órgãos de administração da sociedade. a saber.562.693.800. relativamente a esta.600. 80. Indemnizações pagas ou devidas a ex-administradores executivos relativamente à cessação das suas funções durante o exercício. José Tomaz Júdice Gamito Pires. José Manuel Doutel Jordão e António Augusto dos Santos Casanova Pinto. António Sérgio Brito Pires Eusébio. de 19 de Junho. 88. Montantes a qualquer título pagos por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo ou que se encontrem sujeitas a um domínio comum.

despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. características das acções ou opções a atribuir.º-B do Código dos Valores Mobiliários. 87. S.A. cláusulas de inalienabilidade de acções. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções. Planos de atribuição de acções ou opções sobre acções (‘stock options’) 85. de acordos entre a sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes.00. Referência à existência e descrição. V. que prevejam indemnizações em caso de demissão. Não existem limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador nem foi estabelecida qualquer relação entre tal compensação e a componente variável da remuneração. José Manuel Rodrigues Felgueiras recebeu da SUMOL+COMPAL 12. l). n. período durante o qual as opções podem ser exercidas. na acepção do n. 82. critérios relativos ao preço das acções e o preço de exercício das opções. A Presidente da Mesa da Assembleia Geral recebe uma senha de presença por cada reunião de Assembleia Geral realizada. Indicação da remuneração no ano de referência do presidente da mesa da assembleia geral. Durante o ano de 2014 foram pagas à Presidente da Mesa da Assembleia Geral três senhas de presença no valor total de €900.300.00€.00€. existência de incentivos para a aquisição de acções e ou o exercício de opções).º 1. (art. al. Caracterização do plano (condições de atribuição. 84.000. | 2014 6. 161 . Não existem quaisquer acordos entre a Sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes que prevejam indemnizações em caso de demissão. VI. 86. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da Sociedade. com indicação dos montantes envolvidos.500€ e a José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca 6. Identificação do plano e dos respectivos destinatários. Não existem quaisquer direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções („stock options‟) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa. 245. Não existem quaisquer planos de atribuição de acções e/ou opções de aquisição de acções. Direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções (‘stock options’) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa.º 3 do artigo 248.ºA. Limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador e sua relação com a componente variável da remuneração. Acordos com implicações remuneratórias 83.

ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. e com uma antecedência de 30 dias relativamente à data prevista para a celebração do negócio (ou prazo inferior caso o respeito pelo prazo de 30 dias seja inexequível e desde que a impossibilidade de submissão seja devidamente fundamentada) os termos do negócio em causa. deverão ser comunicados por escrito. nos termos do artigo 20 do Código dos Valores Mobiliários.º 1. Mecanismos de controlo previstos num eventual sistema de participação dos trabalhadores no capital na medida em que os direitos de voto não sejam exercidos directamente por estes (art. referindo-se. os intervenientes. 3. ao cuidado do Exmo. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS I.000€ por negócio. Em 2014 não houve qualquer transacção que reunisse os requisitos para emissão de parecer prévio pelo Conselho Fiscal. | 2014 88. Não foram estabelecidos mecanismos específicos para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas. quando de carácter isolado. designadamente.000€. n. Não está previsto qualquer sistema de participação dos trabalhadores no capital. 4. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a avaliação prévia dos negócios a realizar nos termos descritos. Foram apenas estabelecidos pelo Conselho Fiscal critérios para intervenção do Conselho Fiscal para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação (vd. o valor a partir do qual estes deverão ser submetidos a parecer prévio do Conselho Fiscal passará para 500. pelo que nenhuma transacção foi sujeita a controlo por este órgão. E. Os procedimentos são os seguintes: 1. Indicação das transacções que foram sujeitas a controlo no ano de referência. sejam de valor igual ou superior a 100. O Conselho Fiscal estabeleceu que lhe sejam submetidos os negócios com accionistas titulares de participação qualificada. Verificando-se o preenchimento dos critérios supra referidos. 162 . o respectivo objecto. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação.º-A.º do Código dos Valores Mobiliários. sempre que esses negócios. al. 91. No caso de negócios continuados.pt.A. 245.fiscal@sumolcompal. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ponto 91). 2. Mecanismos e procedimentos de controlo 89. por exemplo rendas de instalações. nos termos do artigo 20. e)). por ano. Mecanismos implementados pela sociedade para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas (Para o efeito remete-se para o conceito resultante da IAS 24). Senhor Presidente do Conselho Fiscal. bem como por email para o seguinte endereço: conselho. o valor e demais informação considerada relevante para uma completa avaliação do negócio. 90. A comunicação deverá ser remetida pela Administração da Sociedade para a sede desta.

O Conselho Fiscal emitirá o seu parecer prévio. PARTE II .pt. | 2014 5.A. Está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas nas Notas às Demonstrações Financeiras (Nota 33 – Partes Relacionadas) bem como no presente documento. reprodução dessa informação.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. disponível em www. no prazo máximo de 15 dias após a recepção da comunicação que lhe seja dirigida. sobre o Governo das Sociedades Cotadas – Código de Governo das Sociedades da CMVM. Análise de cumprimento do Código de Governo das Sociedades adoptado Em relação às recomendações da CMVM e considerando a numeração utilizada nestas recomendações. de acordo com a IAS 24. A Sociedade não está sujeita ao cumprimento de quaisquer outros códigos. Identificação do Código de governo das sociedades adoptado A Sociedade submete-se ao Código da CMVM. ou. não vinculativo.cmvm. o entendimento do Conselho de Administração sobre a sua adopção é o seguinte: 163 .AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO 1. de Agosto de 2013. Indicação do local dos documentos de prestação de contas onde está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas. II. Elementos relativos aos negócios 92. S. alternativamente. 2. ou em prazo inferior se devidamente fundamentada a inviabilidade de respeito do prazo de 30 dias estabelecido no número 3 supra.

º do Código das Sociedades Comerciais deve ser aprovada por dois terços dos votos emitidos. As sociedades não devem adoptar mecanismos que dificultem a tomada de deliberações pelos seus accionistas. onde manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto. determinando que a Assembleia Geral delibera por maioria de votos emitidos.º 2 do artigo 383.500 Euros.º 2. | 2014 CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 2013 (RECOMENDAÇÕES) I. de forma individual ou em 164 . Adoptada. as abstenções não são contadas e a deliberação sobre algum dos assuntos referidos no n. Adoptada. I. salvo se devidamente fundamentados em função dos interesses de longo prazo dos accionistas.º. não existe qualquer restrição ao exercício activo do direito de voto. o artigo 22.1. determina que “os accionistas com direito a voto poderão exercê-lo por correspondência. nem prevê quaisquer mecanismos que provoquem o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária. S. Pelo contrário. através de declaração por si assinada. seja qual for a percentagem do capital social nela representado.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. quer directamente. As sociedades devem incentivar os seus accionistas a participar e a votar nas assembleias gerais. VOTAÇÃO E CONTROLO DA SOCIEDADE I. dos estatutos da Sociedade. A sociedade não tem definida uma política de distribuição de dividendos. designadamente não fixando um número excessivamente elevado de acções necessárias para ter direito a um voto e implementando os meios indispensáveis ao exercício do direito de voto por correspondência e por via electrónica.2. A dimensão da sociedade e a reduzida dispersão do capital não justificou. I. O capital social é de 100. n. dividido em 100. quer indirectamente.500 acções de 1 Euro cada.092.092.3. que fosse adoptado um sistema de voto por correspondência electrónico. As sociedades não devem estabelecer mecanismos que tenham por efeito provocar o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária. Parcialmente adoptada. até à presente data. Os estatutos das sociedades que prevejam a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista.A. A Sociedade incentiva a participação accionista já que os estatutos da Sociedade fazem corresponder um voto a cada acção. quer a Assembleia reúna em primeira quer em segunda convocação. Por outro lado.” Os estatutos não prevêem a admissibilidade do voto por correspondência electrónico. designadamente fixando um quórum deliberativo superior ao previsto por lei.4. I. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo.

Cumpre referir que. prejudicadas a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. se contam todos os votos emitidos sem que aquela limitação funcione. Não devem ser adoptadas medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração e que se afigurem susceptíveis de prejudicar a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. 165 .º-A) que poderão ser amortizadas. SUPERVISÃO. devem prever igualmente que. Dentro dos limites estabelecidos por lei. Adoptada. a aquisição por entidades concorrentes de determinadas percentagens do capital social da SUMOL+COMPAL poderá levar ao término destes contractos.1. será sujeita a deliberação pela assembleia geral a alteração ou a manutenção dessa disposição estatutária – sem requisitos de quórum agravado relativamente ao legal – e que. Veja-se a respeito das suas competências o ponto 29 do Relatório sobre o Governo da Sociedade.A. Não se prevê. o conselho de administração deve delegar a administração quotidiana da sociedade. Nunca foram adoptadas quaisquer medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração da sociedade. a manutenção ou eliminação de tal norma estatutária. nalguns contractos estabelecidos com parceiros de negócio. Adoptada. razão pela qual se entende cumprida esta recomendação. I. as acções da Sociedade detidas por accionista que. No entanto. II.1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 concertação com outros accionistas. a deliberação da Assembleia Geral. e salvo por força da reduzida dimensão da sociedade.1. por esta via. o dever de sujeitar. não são. mas é intenção da sociedade fazê-lo na próxima Assembleia Geral. SUPERVISÃO E ADMINISTRAÇÃO II. O Conselho de Administração elegeu uma Comissão Executiva na qual foi delegada a gestão corrente da Sociedade. directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade. sem consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal. devendo as competências delegadas ser identificadas no relatório anual sobre o Governo da Sociedade. ou pelo respectivo valor de mercado. Não adoptada. pelo menos de cinco em cinco anos. Os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista de forma individual ou em concertação com outros accionistas. não obstante. ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO II. Assim sendo.5. os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8. nessa deliberação. S. mas esta cessação não corresponde à exigência de pagamentos ou assunção de encargos. quando seja inferior àquele. pelo menos de cinco em cinco anos.

deve assumir plenas responsabilidades ao nível do governo da sociedade.1.A. O Conselho de Administração deve assegurar que a sociedade atua de forma consentânea com os seus objectivos. b) Refletir sobre o sistema. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria. ii) definir a estrutura empresarial do grupo.5. estas matérias são objecto de apreciação e de reflexão por parte da Comissão de Vencimentos e/ou por parte do Conselho de Administração. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. devem criar as comissões que se mostrem necessárias para: a) Assegurar uma competente e independente avaliação do desempenho dos administradores executivos e do seu próprio desempenho global.4. consoante o modelo adoptado. No ponto 29 do Relatório de Governo da Sociedade são indicadas as matérias que não foram delegadas. risco ou às suas características especiais não foram delegadas pela administração. a estrutura e as práticas de governo adoptado. II. designadamente.3. deve ser consagrada a obrigatoriedade de este órgão se pronunciar sobre a estratégia e as principais políticas da sociedade. Salvo por força da reduzida dimensão da sociedade. A Sociedade não possui um conselho geral e de supervisão. a definição da estrutura empresarial do grupo e as decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante ou risco. Este órgão deverá ainda avaliar o cumprimento do plano estratégico e a execução das principais políticas da sociedade. Não aplicável. a estrutura e as práticas de governo adoptado. Não adoptada. S. consoante o modelo aplicável. O desenvolvimento da actividade correspondente à prossecução dos objectivos da Sociedade.1. o Conselho de Administração e o Conselho Geral e de Supervisão. No entanto. a: i) definição da estratégia e das políticas gerais da Sociedade. | 2014 II. O Conselho de Administração ou o Conselho Geral e de Supervisão.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A administração entende que a dimensão da Sociedade e do Grupo não justificam a criação de qualquer comissão específica. II.1. Adoptada. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. nem para reflectir sobre o sistema. risco ou às suas características especiais. bem assim como das diversas comissões existentes. De facto. pelo que. através de previsão estatutária ou mediante via equivalente. II.2. não existe qualquer comissão com competências na avaliação do desempenho dos administradores executivos e para avaliação do seu próprio desempenho global ou de outras comissões existentes. no que respeita a: i) definir a estratégia e as políticas gerais da sociedade.1. além do exercício das competências de fiscalização que lhes estão cometidas. devem fixar objectivos em matéria de assunção de riscos e criar 166 . O Conselho Geral e de Supervisão. ii) definição da estrutura empresarial do Grupo. não devendo delegar a sua competência. designadamente. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria.

nomeou uma Comissão Executiva formada por quatro administradores. Assim. bem como dos eventos que lhe podem dar origem. gerente ou dirigente de pessoa colectiva. e quanto aos demais membros do Conselho de Administração considera-se independente a pessoa que não esteja associada a qualquer grupo de interesses específicos na sociedade nem se encontre em alguma circunstância susceptível de afectar a sua isenção de análise ou de decisão. A independência dos membros do Conselho Geral e de Supervisão e dos membros da Comissão de Auditoria afere-se nos termos da legislação vigente.1. A Comissão Executiva decidiu rever o sistema de identificação dos principais riscos. Ter. seja de forma directa ou enquanto sócio. nos últimos três anos. Ser beneficiário de remuneração paga pela sociedade ou por sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo além da remuneração decorrente do exercício das funções de administrador. parente ou afim na linha recta e até ao 3. o facto de a Sociedade ter uma dimensão média bem como a reduzida dispersão do seu capital e. composta por sete membros. os restantes administradores garantem a efectiva capacidade de supervisão. Adoptada. 167 .7. II.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. e. supervisão e avaliação da actividade dos restantes membros do órgão de administração. fiscalização e avaliação da actividade dos membros daquela comissão. d. inclusive. S. II. Entre os administradores não executivos deve contar-se uma proporção adequada de independentes. nomeadamente em virtude de: a. está assegurada pelo órgão de fiscalização e pelo órgão de administração a defesa dos interesses da Sociedade e dos accionistas. com vista a garantir que os riscos efectivamente incorridos são consistentes com aqueles objectivos. tendo em conta o modelo de governação adoptado. e como são analisados e medidos em função da sua frequência e impacto esperados. por outro lado. Viver em união de facto ou ser cônjuge. de administradores ou de pessoas singulares titulares direta ou indirectamente de participação qualificada.6. Ser titular de participação qualificada ou representante de um accionista titular de participações qualificadas. o facto de existir um órgão de fiscalização constituído maioritariamente por independentes.A. Não adoptada. administrador. prestado serviços ou estabelecido relação comercial significativa com a sociedade ou com sociedade que com esta se encontre em relação de domínio ou de grupo. A Sociedade considera que. na linha colateral. Os administradores não executivos não são independentes. b. A administração da SUMOL+COMPAL. Ter sido colaborador da sociedade ou de sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo nos últimos três anos. tendo em conta. Não adoptada. por um lado. a dimensão da sociedade e a sua estrutura accionista e o respectivo free float. c.1. | 2014 sistemas para o seu controlo. O Conselho de Administração deve incluir um número de membros não executivos que garanta efectiva capacidade de acompanhamento.º grau.

1. este órgão deverá indicar.50% do capital social da Sociedade. Caso o presidente do órgão de administração exerça funções executivas. uma declaração na qual declara que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. ao Presidente da Comissão de Auditoria. Não Adoptada. o presidente do Conselho Fiscal. Os administradores que exerçam funções executivas. S. II. Consoante o modelo aplicável. S. as informações por aqueles requeridas.2. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração. Sociedade de Capital de Risco.. O presidente do órgão de administração não exerce funções executivas. FISCALIZAÇÃO II.º do Código das Sociedades Comerciais e que não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. ao Presidente do Conselho Geral e de Supervisão e ao Presidente da Comissão para as Matérias Financeiras. ao Presidente do Conselho Fiscal. as convocatórias e as atas das respectivas reuniões.. e possuir as competências adequadas ao exercício das respectivas funções. | 2014 II. quando solicitados por outros membros dos órgãos sociais.A.1. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. As convocatórias e as actas das reuniões da Comissão Executiva estão disponíveis para acesso pelo Presidente do Conselho de Administração e são remetidas ao Presidente do Conselho Fiscal.1.A.º 1 do artigo 414. Adoptada. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor. devem prestar. um administrador independente que assegure a coordenação dos trabalhos dos demais membros não executivos e as condições para que estes possam decidir de forma independente e informada ou encontrar outro mecanismo equivalente que assegure aquela coordenação. II. de acordo com o critério legal aplicável. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital.10. da Comissão de Auditoria ou da Comissão para as Matérias Financeiras deve ser independente. 168 . II. Adoptada.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ao Presidente do Conselho de Administração. conforme aplicável.A.2. de entre os seus membros.9.º-A do citado código. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora.1. detentor de 10. b) Preenche o requisito previsto na alínea b) do ponto 5 do artigo 414. em tempo útil e de forma adequada ao pedido. Os administradores com funções executivas sempre prestaram aos demais membros dos órgãos sociais da Sociedade todas as informações que por estes foram requeridas. Não aplicável. S.8. O presidente do órgão de administração executivo ou da comissão executiva deve remeter. e o Grupo Caixa Geral de Depósitos estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal.

competindo-lhe. O Conselho Fiscal serviu. O órgão de fiscalização deve ser o interlocutor principal do auditor externo e o primeiro destinatário dos respectivos relatórios.3. O Conselho Fiscal procedeu à fiscalização do sistema de controlo interno e gestão de riscos existentes com base na informação que lhe foi prestada pelo Conselho de Administração. O órgão de fiscalização deve avaliar anualmente o auditor externo e propor ao órgão competente a sua destituição ou a resolução do contrato de prestação dos seus serviços sempre que se verifique justa causa para o efeito. fazendo uma avaliação positiva sobre a sua actuação e desempenho.5. S. e devem ser destinatários dos relatórios realizados por estes serviços pelo menos quando estejam em causa matérias relacionadas com a prestação de contas.2. a identificação ou a resolução de conflitos de interesses e a deteção de potenciais ilegalidades. Lda. Os serviços de auditoria interna (Gabinete de Auditoria Interna) não reportam ao Conselho Fiscal. frequentemente.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.1. dentro da empresa. A Comissão de Auditoria. Adoptada.3. e é evidenciado por um acompanhamento regular pelo auditor externo de todos os assuntos que exijam a sua intervenção ou esclarecimentos.. O Conselho Fiscal acompanhou os trabalhos desenvolvidos ao longo do exercício. demonstrando grande qualidade técnica no trabalho desenvolvido.2.2. II. dadas as especiais características da estrutura accionista da Sociedade foi entendido como sendo o mais adequado para assegurar um correcto e eficiente funcionamento dos serviços de auditoria interna. II. propor a respectiva remuneração e zelar para que sejam asseguradas.3. | 2014 II. sempre que estas se mostrem necessárias. SROC. de interlocutor entre a Empresa e o auditor externo. Adoptada. O órgão de fiscalização deve avaliar o funcionamento dos sistemas de controlo interno e de gestão de riscos e propor os ajustamentos que se mostrem necessários. FIXAÇÃO DE REMUNERAÇÕES II.4. o Conselho Geral e de Supervisão e o Conselho Fiscal devem pronunciar-se sobre os planos de trabalho e os recursos afectos aos serviços de auditoria interna e aos serviços que velem pelo cumprimento das normas aplicadas à sociedade (serviços de compliance). II. O Conselho Fiscal faz no seu relatório anual ao exercício de 2014 uma avaliação positiva do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados. mas a um Comité de Auditoria Interna composto por administradores não executivos não independentes. considerando-os razoáveis em relação à dimensão da Empresa. as condições adequadas à prestação dos serviços.2.A. Todos os membros da Comissão de Remunerações ou equivalente devem ser independentes relativamente aos membros executivos do órgão de administração e 169 .2. O contacto entre o auditor externo e o Conselho Fiscal é assegurado mediante a realização de reuniões entre ambos. Este esquema de reporte. Adoptada. Não adoptada. designadamente. II.

adicionalmente: a) Identificação e explicitação dos critérios para a determinação da remuneração a atribuir aos membros dos órgãos sociais. | 2014 incluir pelo menos um membro com conhecimentos e experiência em matérias de política de remuneração. em 2014 incluiu-se na Comissão de Vencimentos um membro independente com especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração – António Augusto de Barahona Fernandes d‟Almeida.º da Lei n. serviços a qualquer estrutura na dependência do órgão de administração.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.2. em termos agregados. as demais informações. Esta declaração. ao próprio órgão de administração da sociedade ou que tenha relação actual com a sociedade ou com consultora da sociedade. Foi realizada a 30 de Maio de 2014 a Assembleia Geral na qual foi aprovada a declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. S.3. d) Informação quanto à exigibilidade ou inexigibilidade de pagamentos relativos à destituição ou cessação de funções de administradores.A. de 19 de Junho. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração. não contém informação quanto ao montante máximo potencial. em termos agregados. deverá conter. Não deve ser contratada para apoiar a Comissão de Remunerações no desempenho das suas funções qualquer pessoa singular ou colectiva que preste ou tenha prestado. 170 . datada de 6 de Maio de 2014. nos últimos três anos. a pagar aos membros dos órgãos sociais.3. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos.º da Lei n. ou sobre a identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos por a Comissão de vencimentos não se ter pronunciado a esse respeito. ao nível de direcção. e identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. II. Adoptada. Todos os membros da Comissão de Vencimentos são independentes relativamente aos membros executivos do Conselho de Administração. e ao montante máximo potencial. A declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2.º 28/2009. Não há qualquer entidade contratada para apoiar a Comissão de Vencimentos. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas.3. b) Informação quanto ao montante máximo potencial. De todo o modo. a pagar aos membros dos órgãos sociais. II. Contém. em termos individuais. e ao montante máximo potencial.º 28/2009. no entanto. Adoptada. Todos os membros da Comissão de Vencimentos têm conhecimentos e experiência em matéria de políticas de remuneração. em termos individuais. Esta recomendação é aplicável igualmente a qualquer pessoa singular ou colectiva que com aquelas se encontre relacionada por contrato de trabalho ou prestação de serviços. de 19 de Junho. Parcialmente adoptada.

5. S. III. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do sistema. Este plano de pensões foi constituído por escritura pública datada de 29 de Dezembro de 1988. tendo sido deliberada a sua constituição na Reunião de Conselho de Administração de 10/11/1988. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. O pagamento parcialmente diferido da componente variável.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o qual fica dependente da manutenção (em. Adoptada. Adoptada. II.A. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não inclui nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor.2. efectuada pela Comissão de Vencimentos.3.1. Adoptada.3. e devem ser fixados limites máximos para todas as componentes. Não adoptada.4. III. A atribuição da componente variável depende da verificação. 95%) dos desempenhos do ano em que a componente variável foi originada. Não aplicável. 171 . Existe um plano de pensões que se aplica aos membros dos órgãos sociais nas mesmas condições em que se aplica aos demais trabalhadores da Empresa. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de planos de atribuição de acções. III. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não deve incluir nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor. REMUNERAÇÕES III. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do plano. pelo menos. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração deve basear-se no desempenho efectivo e desincentivar a assunção excessiva de riscos. O limite para a componente variável é 50% da remuneração fixa. a membros dos órgãos sociais. A componente variável da remuneração deve ser globalmente razoável em relação à componente fixa da remuneração. e/ou de opções de aquisição de acções ou com base nas variações do preço das acções. No que toca à componente fixa. o valor desta componente é o seu limite máximo. do atingimento de metas quantificadas. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração é composta por uma componente fixa e por uma componente variável. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções a membros dos órgãos sociais. O pagamento da componente variável é parcialmente diferido. ficando o pagamento da componente diferida dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de qualquer sistema de benefícios de reforma estabelecidos a favor dos membros dos órgãos sociais.3. | 2014 II.

6. Adoptada. Quando a destituição de administrador não decorra de violação grave dos seus deveres nem da sua inaptidão para o exercício normal das respectivas funções mas. e o direito ao seu recebimento deve ficar dependente da continuação do desempenho positivo da sociedade ao longo desse período. quer com terceiros. S. Não aplicável. III. III. 172 . Adoptada. Não foram celebrados contractos com a Sociedade ou com terceiros que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração dos membros do órgão de administração. Os membros do órgão de administração não devem celebrar contractos. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. III. | 2014 III. com excepção daquelas que necessitem ser alienadas com vista ao pagamento de impostos resultantes do benefício dessas mesmas acções.7. entende-se que o diferimento adoptado é adequado.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Uma parte significativa da remuneração variável deve ser diferida por um período não inferior a três anos. quer com a sociedade. III. até ao limite de duas vezes o valor da remuneração total anual. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. Não existem quaisquer instrumentos jurídicos para que a compensação estabelecida para qualquer forma de destituição sem justa causa de administrador não seja paga se a destituição ou cessação por acordo é devida a desadequado desempenho do administrador. Não Aplicável.8. deverá a sociedade encontrar-se dotada dos instrumentos jurídicos adequados e necessários para que qualquer indemnização ou compensação. além da legalmente devida. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade.A. Assegura-se assim o diferimento de uma parte significativa da remuneração (50%) por um período não inferior a três anos.5. Considerando que os ciclos dos negócios onde a SUMOL+COMPAL opera tendem a ser de médio prazo. ainda assim. Não adoptada. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes.4. Quando a remuneração variável compreender a atribuição de opções. o início do período de exercício deve ser diferido por um prazo não inferior a três anos. que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração que lhes for fixada pela sociedade. não seja exigível. seja reconduzível a um inadequado desempenho. Até ao termo do seu mandato devem os administradores executivos manter as acções da sociedade a que tenham acedido por força de esquemas de remuneração variável.

conforme sejam respectivamente de quatro ou três anos. A SUMOL+COMPAL. AUDITORIA IV.A. Não adoptada. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e não reportou quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da Sociedade. Havendo razões para a contratação de tais serviços – que devem ser aprovados pelo órgão de fiscalização e explicitadas no seu Relatório Anual sobre o Governo da Sociedade – eles não devem assumir um relevo superior a 30% do valor total dos serviços prestados à sociedade.€ c) Serviços de consultoria fiscal -% .60 € 100 % 57. verificar a aplicação das políticas e sistemas de remunerações dos órgãos sociais. os quais assumem um relevo inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. Adoptada. promoveu a rotação do auditor externo. IV. O auditor externo deve. serviços diversos dos serviços de auditoria. S. IV.277. nem a quaisquer entidades que com ele se encontrem em relação de grupo ou que integrem a mesma rede. SROC. os mesmos não foram submetidos à apreciação do órgão de fiscalização. no âmbito das suas competências. As sociedades devem promover a rotação do auditor ao fim de dois ou três mandatos. tendo em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 designado como novo auditor a Sociedade de Revisores Oficiais de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados. Lda. Adoptada. Lda.) ou a entidades que com ele se encontram em relação de participação ou que integrem a mesma rede. 173 .144. SROC.60 € a) Serviços de revisão legal de contas Sem prejuízo de o valor dos serviços ser inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade.€ d) Outros serviços que não de revisão legal de contas 9% 5.2.3. serviços diversos dos serviços de auditoria.00 € b) Outros serviços de garantia de qualidade -% . S.A. | 2014 IV. A Sociedade contratou ao auditor externo (PricewaterhouseCoopers & Associados. A sua manutenção além deste período deverá ser fundamentada num parecer específico do órgão de fiscalização que pondere expressamente as condições de independência do auditor e as vantagens e os custos da sua substituição. Tipologia do serviço % Valor 91 % 51.. A sociedade ou quaisquer entidades que com ela mantenham uma relação de domínio não devem contratar ao auditor externo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.867. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e reportar quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da sociedade.1. O auditor externo verificou a aplicação das políticas e sistemas de remunerações.

nos termos do art. acesso a informações que permitam o conhecimento sobre a sua evolução e a sua realidade actual em termos económicos. CONFLITOS DE INTERESSES E TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS V. No entanto. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância destes negócios e os demais termos da sua intervenção.A. através do seu sítio na Internet. S. V. Não adoptado. em português e inglês. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação são realizados em condições normais de mercado. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. Adoptada. VI. 174 . 20. 20. ficando a realização de negócios de relevância significativa dependente de parecer prévio daquele órgão.1. informação relativa ao Gabinete de Apoio ao Investidor.º do Código dos Valores Mobiliários. Os negócios da sociedade com accionistas titulares de participação qualificada. INFORMAÇÃO VI.1. A tradução de todas as informações que permitam o conhecimento sobre a evolução e a realidade actual da Sociedade em termos económicos.º do Código dos Valores Mobiliários –.º 1 do art.2. no sítio da Sociedade. Estão traduzidos o Relatório Único de Gestão e as Demonstrações Financeiras mas não as Notas. financeiros e de governo não foi integralmente assegurada por não se considerarem justificados o esforço e o custo em que a Sociedade teria de incorrer para o efeito face à dimensão da Sociedade. Os negócios da Sociedade com accionistas titulares de participação qualificada. Adoptada. respectivas funções e meios de acesso e outra informação relativa à identificação da Sociedade. Constam em português e estão traduzidos em inglês no sítio da Sociedade os estatutos da Sociedade. Está também divulgada em português e inglês. O órgão de supervisão ou de fiscalização deve estabelecer os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância dos negócios com accionistas titulares de participação qualificada – ou com entidades que com eles estejam em qualquer uma das relações previstas no n. | 2014 V. As sociedades devem proporcionar. devem ser realizados em condições normais de mercado.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ao reduzido contacto de investidores estrangeiros e aos valores envolvidos para assegurar o integral cumprimento da recomendação. os documentos de prestação de contas não estão integralmente divulgados em inglês no sítio da Sociedade. financeiros e de governo. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 91 do Relatório de Governo.

| 2014 VI. Outras informações A Sociedade deverá fornecer quaisquer elementos ou informações adicionais que. Quaisquer pedidos apresentados são registados. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 56 do Relatório do Governo da Sociedade. A Sociedade considera que não existem outras informações adicionais relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas que não se encontrem vertidas nos pontos anteriores. bem como o tratamento que lhes foi dado. As funções do Gabinete de Apoio ao Investidor da Sociedade são a disponibilização de informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. não se encontrando vertidas nos pontos anteriores. com o fim de assegurar um permanente contacto com o mercado. S. A Sociedade. devendo ser mantido um registo dos pedidos apresentados e do tratamento que lhe foi dado. As sociedades devem assegurar a existência de um gabinete de apoio ao investidor e de contacto permanente com o mercado. 175 . 3.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. sejam relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas. criou e tem em funcionamento um Gabinete de Apoio ao Investidor. que responda às solicitações dos investidores em tempo útil.2. dentro do princípio de total igualdade entre os accionistas.A. Adoptada.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.A. | 2014 176 .

A. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 177 .

#22 | 13 .

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A. | 2014 180 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.

S. | 2014 181 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 182 .A. S.

A. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 183 .

| 2014 184 .A. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

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| 2014 186 . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.

S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 187 .A.