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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

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Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia José Manuel Henriques Bernardo – Suplente / Alternate SECRETÁRIO DA SOCIEDADE / COMPANY SECRETARY Filipa Montes Palma Salazar Leite José Paulo de Martinho Simões Machado – Suplente / Alternate 5 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. Lda..A. | 2014 ÓRGÃOS SOCIAIS | GOVERNING BODIES MESA DA ASSEMBLEIA GERAL / CHAIR OF THE GENERAL MEETING Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos – Presidente / President Filipa Montes Palma Salazar Leite – Secretária / Secretary CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / BOARD OF DIRECTORS António Sérgio Brito Pires Eusébio – Presidente / Chairman Amélia Maria Brito Pires Eusébio António Rui Libório Frade * Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto * João António Brito Pires Eusébio José Manuel Doutel Jordão * José Tomaz Júdice Gamito Pires* *Membro da Comissão Executiva / Executive Committee Member CONSELHO FISCAL / AUDIT COMMITTEE Manuel Baptista Figueiredo – Presidente / President José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca José Manuel Rodrigues Felgueiras António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida – Suplente / Alternate REVISOR OFICIAL DE CONTAS / STATUTORY AUDITOR PricewaterhouseCoopers SROC.

in Portugal and Africa. Our main brands are COMPAL and SUMOL. Estamos presentes em mais de 70 Países e. conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais. We sell to more than 70 different countries and. contributing to the sustainable development. To seduce consumers by the excellence of flavor and by the science and art we use in order to build unique brands. com mais de 60 anos de história recheada de sucessos. each one with over 60 years of history full of successes. We are an organization focused on satisfying the desires and needs of our consumers and which places brands and markets management at the center of its business. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. A qualidade dos nossos produtos. contribuindo para o desenvolvimento sustentável. como fruto da nossa continuada aposta e investimento. TAGUS and ESTRELLA DAMM. a todos os níveis. Somos uma organização focada na satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores e que considera a base do seu negócio a gestão de marcas e a gestão de mercados. ÁGUA SERRA DA ESTRELA e GUD e as marcas representadas PEPSI. Temos muito orgulho nas nossas origens.A. já que a SUMOL+COMPAL resultou da integração de duas entidades. to achieve a relevant position in prepared fruits and vegetables. ÁGUA SERRA DA ESTRELA and GUD and the represented brands PEPSI. taking all benefits for their well-being. Temos como visão que trabalhar a fruta. The quality of our products. 7UP. Ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. S. hydration. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador para todos os que trabalham na empresa. GUARANÁ ANTARCTICA. We are very proud of our origins. mas temos um portefólio alargado e completo de que podemos destacar as nossas marcas B!. A nossa missão é de ser uma empresa de referência internacional em bebidas de frutos e de vegetais e. as a result of our continuous effort and investment we continue to grow in international markets. Our constant goal is to ensure the continuous improvement of our working processes and the attainment of 6 . a nossa capacidade de inovação e de diferenciação e as nossas fortes ligações à naturalidade e benefícios nutricionais fazem parte integrante da nossa herança empresarial. em Portugal e África. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. com uma quota superior a 25%. vegetables and water as sources of nutrition. Temos como objectivo permanente a melhoria contínua dos nossos processos de trabalho e o atingimento da excelência. Seduzir os consumidores pela excelência do sabor e pela ciência e arte com que construímos marcas únicas. TAGUS e ESTRELLA DAMM. FRIZE. which own two historical Portuguese brands: SUMOL and COMPAL. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge for all our people. o nosso negócio continua a crescer nos mercados internacionais. SUMOL+COMPAL is the leader in the non-alcoholic beverages market in Portugal with more than 25% share. hidratação. detentoras de duas marcas históricas portuguesas: SUMOL e COMPAL. but we have a broad and full portfolio that includes B!. cada uma. our capacity for innovation and differentiation and our strong connections with naturalness and nutritional benefits are an integral part of our company heritage. Our natural ambition is that in all markets where the SUMOL+COMPAL brands are available consumers enjoy every day our brands.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. UM BONGO. UM BONGO. 7 UP. Our vision is that working fruit. FRIZE. As nossas principais marcas são COMPAL e SUMOL. Our mission is to be an international reference in fruit and vegetable beverages and. given that SUMOL+COMPAL is the result of the merger of two companies. | 2014 PERFIL | COMPANY PROFILE A SUMOL+COMPAL é líder do mercado de bebidas não alcoólicas em Portugal. GUARANÁ ANTARCTICA.

Temos. We employ roughly 1. For that reason. Temos em funcionamento cinco unidades industriais. We have in Portugal a portfolio of almost 40 thousand direct customers. SUMOL+COMPAL is the only company of the food and beverages sector listed on the NYSE Euronext Lisbon.300 people. Empregamos aproximadamente cerca de 1. complemented by a network of distributors. Assumimos que a exploração das oportunidades de negócio deverá contribuir para o desenvolvimento sustentável e consideramos as Nossas Pessoas como um factor crítico do nosso sucesso pelo que estamos empenhados no desenvolvimento das competências profissionais dos nossos colaboradores e num salutar equilíbrio entre família. four in Portugal (Almeirim. Pombal. regularly attended by the largest direct sales force in the sector.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL é a única empresa portuguesa de bebidas cotada na NYSE Euronext Lisboa. Moçambique. Mozambique. we endeavour to develop the professional skills of our staff and a healthy balance between professional life and personal life. Gouveia e Vila Flor) e uma em Moçambique (Boane). We have five plants.300 pessoas em Portugal. uma carteira de quase 40 mil clientes directos com uma cobertura garantida pela maior rede de vendas directa no nosso sector de actividade.A. S. Angola and France. | 2014 excellence at every level. complementada por uma rede de distribuidores. on premises located in Portugal. We accept that the process of maximizing business opportunities should contribute to sustainable development and we regard our employees as a critical factor of our success. 7 . Gouveia and Vila Flor) and one in Mozambique (Boane). Pombal. lazer e trabalho. Angola e França. em Portugal. quatro em Portugal (Almeirim.

S.3% em relação a 2013 Em 2014.3 milhões de litros / million litres Cerca de 41. | 2014 INDICADORES CHAVE | KEY PERFORMANCE INDICATORS VOLUME DE VENDAS e PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS | SALES VOLUME and FILLING SERVICES EBITDA cresceu 6.3 milhões de litros 403.6% of the SUMOL+COMPAL own brands Sales Volume was made in International Markets .6% do Volume de Vendas das marcas da SUMOL+COMPAL foi realizado nos mercados externos.3 million litres Around 41.5 % do Volume de Negócios / of Turnover 8 EBITDA increased 6.3% in 2014 In 2014 our Sales Volume was 403.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.7 milhões de euros / million euros MERCADOS INTERNACIONAIS INTERNATIONAL MARKETS | 28. EBITDA 41. foram colocados no mercado 403.

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9 4.98 € 96.0 221.4 295.98 € 96.3 206.9 398.1 61.4 151.1 59.8 123.000 0.2 4.Gasto das vendas Dívida remunerada líquida de curto prazo = Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .8 63.Cash-flo w de actividades de investimento A cçõ es em Circulação = A cçõ es to tais .0 13.9 113.2 21.5 39.0 129.850.687 0.11 € 97. S.6 14.2 270.7 281.1 47.0% 403.2 78.5 195.3 575.4 4.7 50.3 Colaboradores (em números) Número médio de Trabalhadores Rácios (em %) EBITDA / Volume de Negócios Resultado Operacional / Volume de Negócios Resultado Operacional / Activo Total Rendibilidade dos Capitais Próprios Capital Próprio / Activo Fixo Dívida / EBITDA Dívida / Capitais Próprios Volume de Vendas (em milhões de litros) Volume de Vendas Produtos Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.368 1.2 331.2 Turnover (in million of euros) Turnover Net Sales Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.2 24.05 € 1.Cash equivalents (A ssets) M edium Term Int.53 € 1.0 -14.3 110.10 € 1.8 50.302 1.4 32.8 22.04 € 1.Equivalentes a caixa (activo ) Cash-flo w o peracio nal (EB ITDA ) = Resultado s o peracio nais + A mo rtizaçõ es e depreciaçõ es Cash-flo w livre = Cash-flo w de actividades o peracio nais .5 11.fecho Preço por acção .9 178.1 198.19 € 0.9 188.9 -12.9 176.1 18.155.1 20.9 4.48 € 1.7 37.8 295.0% 8.4% 6.6 35.3 80.Equivalentes a caixa (activo ) Dívida remunerada de médio prazo = Empréstimo s de lo ngo prazo Dívida remunerada líquida to tal = Empréstimo s de lo ngo prazo + Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .3 0.4 443.7 584.7 46.05 € 96.7 600.2 15.7% 0.9% 13.7 134.3 134.4 44.9 129.9 139. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços F ó rm ula s de c á lc ulo do s rá c io s Vo lume Negó cio s = Rédito s M argem bruta = Rédito s .6 Turnover Domestic Market International Markets Resultados (em milhões de euros) Margem Bruta Resultado Operacional Resultado Consolidado Líquido 164.12 € 1.3 132.6 251.7 289.1 176.minimo 96.9 20. B earing Liabilities = Sho rt-term B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .3% 7.8 298.7 26.687 0.4% 27.1 109.4% 8.4% 14.8% 4.2% 6.A cçõ es pró prias Resultado Co nso lidado Líquido po r A cção = Resultado s apó s impo sto s / A cçõ es em circulação Rendibilidade do s capitais pró prio s = (Resultado s apó s impo sto s / To tal do capital pró prio ) x 100 10 2010 Shares (in euros) Outstanding Shares (quantity) Earnings per Share (EPS) Year-end closing price Share price .4 14.9 111.7 215.3 -13.4 25.8 564.0 5.3 379.3% 48.0 9.11 € 1.6 40. | 2014 2014 2013 2012 2011 Vendas (em milhões de euros) Volume de Negócios Vendas Líquidas Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.0 324.6 301.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.1 3.7 283.6 317.3 238. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços 310.Cash used in Investment activities Outstanding Shares (quantity) = Issued shares .4 130.9 156.4% 5.5 295.1 104.7 430.01 € 1.5 21.5 242.7 322.2 118.A.0 20.7 215.08 € 1.low Staff (in numbers) Average number of employees Ratios (in %) EBITDA as % of Turnover Operating Profit as % of Turnover Operating Profit as % of Total Assets Return on Equity Group Equity / Fixed Assets Debt / EBITDA Debt / Equity Sales Volume (in millions of litres) Sales Volume Products Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.máximo Preço por acção .8 15.2 27.4 4.4 301.7 123.7 187.3 240.3 83.6 22.4 26.6 88.8 224.0% 13.7 133.5 135.3 382.1 207.0% 27.6% 6.1% 4.14 € 0.7 45.4 201.0 342.030.4 Results (in millions of euros) Gross Margin Operating Profit Consolidated Net Profit Balanço (em milhões de euros) Activo Total Capital Próprio Dívida Remunerada Líquida de Curto Prazo Dívida Remunerada de Médio Prazo Dívida Remunerada Líquida Total 625. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans To tal Int.2% 27. Bearing Liabilities Medium Term Int.3 Cash Flow (in millions of euros) EBITDA Cash Flow from operating activities Cash Flow from investing activities Free Cash Flow Acções (em euros) Acções em Circulação (em número) Resultado Consolidado Líquido por Acção Preço por acção .6 35.5 80.390 13. Bearing Liabilities Total Int.1 -19.6% 12.0 25. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided Volume de Negócios Mercado Doméstico Mercados Internacionais 310.0% 4.0 -4.9 206.7% 8.26 € 1. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided R a t io s f o rm ula s Turno ver = Revenue Gro ss M argin = Revenue .287 0. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans + Sho rtterm B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .5 4.2 12.3 14.7 118.2 49.43 € 1.0 300.3 406.6 3.4% 3.Co st o f Sales Sho rt Term Int.6 4.high Share price .3 331.5 130.2 32.3 9.0 27.1 120.367 1. Bearing Liabilities Cash Flow (em milhões de euros) Cash Flow Operacional (EBITDA) Cash Flow de actividades operacionais Cash Flow de actividades de investimento Cash Flow Livre 41.2 19.8 14.13 € 1.Treasury sto ck Earning per Share = Net pro fit after taxes / Outstanding shares Return o n Equity = (Net P ro fit after taxes / To tal Equity) x 100 .3 Balance Sheet (in millions of euros) Total Assets Shareholders' Equity Short Term Int.2 20.4% 3.6% 9.2 12.3 136.0 396.9 54.2 44.3 342.8 401.Cash equivalents (A ssets) EB ITDA = Net Operating P ro fit + Depreciatio ns and A mo rtizatio ns Free Cash-flo w = Cash-flo w fro m Operating activities .687 0.0% 7.1 86.7% 25.9% 4.1 19.5 4.08 € 1.906.290 1.2% 3.2 51.8 47.1 44.5 135.0 374.2 4.3 196.19 € 1.0 86.3% 5.3% 7.1 224.030.2 192.

049 0.97% 4.A. Efectivos por Género Número de Efectivos por Género nr. M 2 LA2 nr. 10 EN1611 Emissão Total de Gases de Efeito de Estufa Emissões de CO 2 Total Greenhouse Gas Emissions CO 2 Emissions Resíduos Reciclagem de Resíduos em valor Waste Waste Recycling in value INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL / SOCIETY INDICATORS (SOciety) OFERTA DE PRODUTOS / FREE PRODUCT n. S.) (Nº. Cessações/2)/Nº.536 1.022 0.9% 94.33 5.GRI (GLOBAL REPORT INITIATIVE) G3 INDICADOR / INDICATOR INDICADOR DE DESEMPENHO Unidade PERFORMANCE INDICATOR Unit 2014 2013 2012 2011 2010 INDICADORES DE PRÁTICAS LABORAIS / LABOUR INDICATORS (LAbour) EMPREGO / EMPLOYMENT LA11 Total de Efectivos Número de Efectivos nº.069 0. Social Responsability e Donativos) | Lt of Product offered (Marketing.3% 35. médio) / Men (average nr.310 9 Water consumption EMISSÕES.5% 36.010 9. Admissions + Nr.14 Nota: À excepção dos dados referentes ao Total de Efectivos (LA1) e Efectivos por Género (LA2) que cobrem a totalidade do nosso grupo empresarial (incluindo CGBA e SUMOL+COMPAL Moçambique). médio) | Heacount (average nr.7% 7.169 1. M Headcount by Gender Headcount by Gender nº.) and Mulheres (nº.) Homens (nº.542 1.075 % 98.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.a.01% 4.5% 27.12 n. Dismissals/2)/Average nr.508 M lt 525 1.390 797 794 836 845 864 505 496 531 523 526 6.000 | FR = (Nr.9% 95.7 57.000. Admissões + Nº.047 0.63% % 41. F LA23 Rotatividade Taxa de Rotatividade Turnover rate Turnover Rate % SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO / OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY Absentismo4 LA7 Taxa Geral de Absentismo Working time lost % 4.027 0.a.5 Working time lost Rate Acidentes de Trabalho 5 Taxa de Frequência Rate of Injuries Frequency Rate FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO / TRAINING AND EDUCATION LA10 Horas de Formação6 Horas de Formação Anuais Hours of Training Annual Hours of Training Custo de Formação 7 Custos com Formação Anual Training Cost Annual Training Costs INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL / ENVIRONMENTAL INDICATORS (ENvironmental) ENERGIA / ENERGY .000 Total de Horas de Formação | Total Hours of Training Valor | Value Ton Equivalente de Petróleo (TEP)/Ton Bebida Produzida | Ton of Oil Equivalent (TOE)/Ton of Produced Beverages Consumo de Água/Lt Bebida Produzida | Water Consumption/Lt of Produced Beverages Ton de CO2 emitidas na actividade industrial/Ton Bebida Produzida | Ton of Industrial activity CO2 emissions/Ton of Produced Beverages Peso total de Resíduos reciclados / Peso total de Resíduos produzidos x 100 | Total weight of Recycled Waste / Total weight of Waste produced x 100 Lt de Produto oferecido (Marketing. todos os restantes dados deste quadro dizem exclusivamente respeito às operações da SUMOL+COMPAL em Portugal.a. of Visitors nr. Working Hours) x 1.7% M lt 672 1.7% h 9.888 8.026 0.290 1. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Nº.7% 34.000.101 1.23 6.619 6.095 11. Médio) / Women (average nr.0% nº.ÁGUA /WATER 8 Consumo de Energia EN3 Energia e Recursos Naturais Energy Consumption Energy and Natural Resources Consumption Litros de Água consumidos ton 0.063 0.2 187. VISITAS A FÁBRICAS / VISITS TO PLANTS n.9% 98.0 39. EFLUENTES E RESÍDUOS / EMISSIONS. Total de efectivos do Grupo (nº. Visits to Plants Nr.023 0. Horas efectivamente Trabalhadas) x 1. of Emplyoees Horas de Ausência/Horas Teóricas | Hours of Absence/Total Hours TF = (Nº. F 1.74 ton 0. RP. de Visitantes nº.019 000's € 120. | 2014 INDICADORES . Anual de Visitantes | Annual nr.a.650 5. Total Headcount Headcount nr.282 5. RP.3% 97.44% 5.412 4.98% 4.368 1. EFLUENTS AND WASTE n.2% 14.35 5.014 738 4.367 1.1% 11.029 lt 5. Labour Accidents/Nr. of Visitors 11 . médio de Colaboradores | (Nr. Acidentes de Trabalho/Nº.581 4.3 273.13 Ofertas Globais de Produto Volume de Produto oferecido Free Product and Donations Volume of Product offered Ofertas de Produto com Valor Social Volume de Produto oferecido com Valor Social Free Product with Social Value Volume of Product with Social Volume offered Visitas a Fábricas Nº.93 6.090 1.2% 6. Social Responsability e Donations) Lt de Produto com Valor Social oferecido e doado | Lt of Product with Social Value offered and donated Nº.302 1.

48 € 1.00 € 1.14 € 1.43 € 1. S.low Quarter 4 Share price .98 € 1.high Share price .08 € 1.38 € 1.11 € 1.13 € 1.33 € 1.mínimo 2º Trimestre Preço por Acção .11 € 0.08 € Share prices Quarter 1 Share price .24 € 1.24 € 1.12 € 1.19 € 1.19 € 1.07 € 1.14 € 1.32 € 1.20 € 1.closing Share price .12 € 1.13 € 1.fecho Preço por Acção . | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE O MERCADO DE CAPITAIS | INFORMATION ON THE CAPITAL MARKETS A totalidade das acções representativas do capital social da Sociedade encontra-se admitida à negociação na NYSE Euronext Lisboa.16 € 1.máximo Preço por Acção .closing Share price .08 € 1.48 € 1.fecho Preço por Acção .máximo Preço por Acção .05 € 1.mínimo 4º Trimestre Preço por Acção .11 € 1.A.16 € 1.high Share price .40 € 1.26 € 1.12 € 1.38 € 1.26 € 1.high Share price .37 € 1.19 € 1.fecho Preço por Acção .19 € 1.10 € 1.98 € 1.52 € 1.closing Share price .48 € 1.05 € 1.13 € 0. ISIN: PT SML0AM0009 | MNEMO: SUCO Cotação das acções 1º Trimestre Preço por Acção .mínimo 3º Trimestre Preço por Acção .low .13 € 1.fecho Preço por Acção .36 € 1.12 € 1.05 € 1. All the stocks representing the company‟s share capital are tradable on the NYSE Euronext Lisbon.11 € 1.mínimo 12 2014 2013 2012 2011 2010 1.53 € 1.10 € 1.closing Share price .14 € 0.máximo Preço por Acção .low Quarter 2 Share price .25 € 1.low Quarter 3 Share price .high Share price .26 € 1.15 € 1.09 € 1.11 € 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.01 € 1.13 € 1.máximo Preço por Acção .10 € 1.98 € 1.

Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. divulga Relatório Único do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S.A. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.1º Trimestre de 2014 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. informa alteração do Representante para as Relações com o Mercado 10/07/2014 SUMOL+COMPAL.A. S.A.1º Semestre de 2014 23/09/2014 SUMOL+COMPAL. divulga anexos às propostas 4 e 6 a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre a composição dos Órgãos Sociais para o triénio 2014-2016 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. informa sobre adenda ao contrato de investimento em Angola 13/11/2014 SUMOL+COMPAL. S.A.A. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. 10/07/2014 SUMOL+COMPAL.A.A.A.A. S.A. divulga informação recebida da accionista Eufiger . S. S. S. S.A.A. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.A. .A. 18/11/2014 SUMOL+COMPAL.A.3º Trimestre de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 13 . S. S. convoca accionistas para Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. informa sobre deliberação da Assembleia Geral relativa aos documentos de prestação de contas de 2013 30/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. convoca accionistas para Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. S. informa sobre Resultados Consolidados de 2013 não auditados 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. divulga informação recebida da accionista Frildo . S. 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. S. S. S.A.A. divulga Relatório sobre o Governo da Sociedade de 2013 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. 27/08/2014 SUMOL+COMPAL. | 2014 INFORMAÇÃO DIVULGADA EM 2014 11/03/2014 SUMOL+COMPAL S. S. informa sobre nomeação do Secretário da Sociedade 14/08/2014 SUMOL+COMPAL.A.A.A. S.A.Entreposto Frigorífico. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. Lda. divulga informação recebida dos accionistas Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital e Refrigor. . informa sobre celebração de contrato com a Copagef. S. convoca accionistas para Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL.A. S.A.A. S. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. divulga Contas Individuais do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. S.A. S. S. . S.A.

31/12/2014 SUMOL+COMPAL. 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre concretização do contrato com a Copagef. divulga informação recebida da accionista Eufiger . S.A. informa sobre aquisição de Acções Próprias 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. Lda. S. | 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL. S. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. S.A.A. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 30/12/2014 SUMOL+COMPAL.A.A.A.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S. Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal. rectifica informação sobre Pagamento de Reservas 11/12/2014 SUMOL+COMPAL.A. S.A.Entreposto Frigorífico.A. S. informa sobre Pagamento de Reservas 10/12/2014 SUMOL+COMPAL. S. S. This information is not translated.A.pt). divulga informação recebida da accionista Frildo . 14 . S.A.

12 € 1. Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100.000 100. 15 .590.21% Fundo de Capital de Risco .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 5/2008 DA CMVM Refrigor.517 1.313 10.313 81.510.450 PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE ACCIONISTAS Artigo 448º nº.590.000 € This information is not translated. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor. Tecol . Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal.000 ----- --------------------100.Grupo CGD .A.Caixa Capital 10. S.510.50% Nota: Nos termos do Artº.490 18. Frildo – Entreposto Frigorífico.000 120.000 € 112. Directamente Fundo de Capital de Risco . Lda.A.919. S.pt).Grupo CGD . Frildo – Entreposto Frigorífico.n.15 € 1.923 TRANSACÇÕES DE DIRIGENTES Regulamento nº.15 € 1. Nº.100. S. 4 do Código das Sociedades Comerciais Detalhe Total de Acções Refrigor.Terrenos e Construções.086. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.675.A. S. | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº. S.000 120. Data Aquisição Alienação €/Acção Valor Total 12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 --------100.A. 20 do CVM PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº. Lda.Caixa Capital 70.A.000 120.126 1.000 € 138.12 € 1.12 € 1.674.000 120.15 € ----- ----- Total Acções 1.000 € 138.860 70.610 (indirectamente) 70. S. 5/2008 da CMVM .12 € 1.53% 77.672 23.000 --------- 1.610 10.15 € 112. Lda.º 7 do Artigo 14º Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.000 ----- --------------------1.610 294.590. de Acções % Direitos detidas de voto (directamente) 70.367 1.A.

.

.

13. 14. 2. 8. S. 4. Vimos. Nota Prévia O Ano em Perspectiva As Nossas Marcas Os Nossos Mercados As Nossas Operações e I&D As Nossas Pessoas A Nossa Comunicação As Nossas Áreas de Suporte Os Nossos Resultados Económicos e Financeiros A SUMOL+COMPAL e a Comunidade Modelo de Gestão Os Riscos do Nosso Negócio Aplicação dos Resultados Perspectivas Futuras Agradecimentos OS NOSSOS VALORES Senhores Accionistas. as demonstrações financeiras consolidadas e os anexos correspondentes. 7. 9. 12. 18 . 15. | 2014 1. este relatório constitui-se como relatório único. 11. com muita satisfação. 5. Refira-se que de acordo com o nº 6 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de acordo com o estabelecido na legislação em vigor. 10. 6. 3. submeter à Vossa apreciação o relatório único de gestão.A.

Realizámos estudos de consumidor em diversas geografias.6 milhões de euros. O consumo privado terá sido a componente com maior aumento percentual. rumo a um futuro mais sustentável da nossa Empresa e da Sociedade. abaixo dos 2%. Implementámos a nova arquitectura e imagem da marca COMPAL. o valor das vendas e prestações de serviços da SUMOL+COMPAL alcançou os 221. grau C (referencial internacional de relato do desempenho económico. 2. NOTA PRÉVIA O presente relatório único contém uma exposição fiel e clara sobre a evolução dos negócios. estimando-se que o PIB tenha crescido 0.9%. Em 2014. social e ambiental. 2. em relação ao qual assumimos o compromisso de o respeitar enquanto membros do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal)). um verão pouco quente. Na selecção dos indicadores de referência para avaliação do desempenho procurou-se uma focalização naqueles que medem efectivamente os maiores impactos da nossa actividade em termos de sustentabilidade económica. O contributo positivo do enquadramento macroeconómico para o crescimento dos mercados de bebidas foi contrariado por um inverno prolongado e. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição.2 % acima do ano anterior. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar”. do desempenho e da posição da SUMOL+COMPAL. o compromisso com o desenvolvimento sustentável e com marcas únicas que seduzam os consumidores pelo sabor e pela ciência e arte com que são construídas. 3. no mercado português. certamente muito influenciado pelo reforço da confiança das famílias e pelo aumento do emprego.0 milhões de euros.4 milhões de euros. na Europa e em África. a apresentar crescimentos significativos. O ANO EM PERSPECTIVA A evolução da economia portuguesa foi positiva em 2014. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador” e que “ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. o valor das vendas nos mercados internacionais ascendeu a 88. Na Europa. O relatório retrata tanto os impactos das nossas acções passadas. A definição da visão reforçou a convicção de que “trabalhar a fruta. S. em especial. Continuámos a investir fortemente na gestão estratégica de marcas. e o Estado da República de Angola. No âmbito do planeamento estratégico foram revisitados os conceitos da visão e da missão da empresa bem como foi adoptado um conjunto de aspirações vencedoras. Foi neste contexto que. 2. hidratação. Foi celebrado entre a SUMOL+COMPAL Angola.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. na generalidade. estima-se que o valor e o volume dos mercados de bebidas refrescantes e de águas tenham sido próximos dos do ano anterior. Assim. regra geral. social e ambiental das organizações. Da conjugação da actividade em Portugal e nos mercados internacionais o volume de negócios atingiu os 310. Foi considerado o referencial G3 do Global Reporting Initiative.0 % acima do ano anterior. representado pela Agência Nacional de Investimento Privado. os crescimentos das economias ficaram. As economias dos países africanos continuaram. | 2014 1.A. como as consequências previsíveis das iniciativas que temos vindo e continuaremos a implementar. A economia angolana terá crescido entre 4 a 5% e a moçambicana entre 7 a 8%. Nos mercados internacionais mais relevantes para a SUMOL+COMPAL os desempenhos macroeconómicos continuaram a ser bastante díspares.8 % acima do ano anterior. Trabalhámos na evolução do posicionamento da marca SUMOL. A missão passou a expressar de forma inequívoca a forte ambição internacional das nossas bebidas de frutas e de vegetais. sociedade de direito angolano. após três anos de decréscimos. uma 19 .

passa por compreender uma população jovem. Esta revolução tecnológica está a criar toda uma série de novos desafios em matéria de gestão de marcas. Nos países em desenvolvimento. vivendo com grande sentido de optimismo o progresso e crescimento que o país tem experimentado.1. No final do exercício. a internet e as redes sociais funcionam como porta para um mundo de possibilidades sem fronteiras. néctares e refrigerantes da SUMOL+COMPAL Marcas. vai agudizando-se o desafio de mudança de paradigma na comunicação das marcas. Estas realidades sublinham a importância de 20 . Ao polarizar a gestão estratégica do seu negócio entre Velho e Novo Mundo. Nesta alienação a mais-valia para a SUMOL+COMPAL foi de 15. alienou-se à Copagef (Grupo Castel). representativas de 49. Nos termos do acordado. com a vida dos consumidores mais dependente da tecnologia.9% do capital social da SUMOL+COMPAL Marcas. ele passa por compreender o envelhecimento das populações e incorporá-lo na gestão das marcas. nos próximos anos. Muito acentuada pela comunicação instantânea em redes sociais. para produção e embalamento de sumos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.2 milhões de euros. trabalham. Exemplo desta situação é a penetração de smartphones em alguns países africanos e o peso dos acessos à internet através destes equipamentos.2 milhões de euros. Esta tendência tem um paralelo curioso com o Novo Mundo. sociedade anónima de direito francês. a oportunidade. em que a descodificação das propostas das marcas a partir de imagens é recomendável. mediante a qual o investimento total passou a ascender a 51 milhões de dólares. Tendências globais No Velho Mundo continua a assistir-se à inexorável velocidade na introdução de novas tecnologias. a qual terá uma dimensão superior à anteriormente projectada. e de expectativas quanto à sua activação. que têm vindo a impactar profundamente a forma como os consumidores vivem. Esta transacção foi realizada pelo preço global de 88. o investimento será feito numa fábrica. a linguagem tem-se tornado progressivamente mais visual e menos verbal. Se na Europa. a SUMOL+COMPAL enfrenta um desafio relevante de interpretação demográfica. para um desenvolvimento significativo das principais marcas desta empresa nalguns mercados africanos. S. sobretudo ao nível da imersão experiencial. bem como a perda de anonimato e privacidade decorrente do registo e partilha do seu dia-a-dia. Em Angola. e mantendo uma ligação forte à tradição de vivência em família e de forte espírito colectivo. | 2014 adenda ao Contrato de Investimento Privado. tendo inclusivamente funcionado como aliado poderoso em movimentos de contestação política de defesa dos direitos humanos. e garantir a satisfação das suas necessidades e caminhos para a sua fidelidade. ocupam os seus tempos livres e se relacionam uns com os outros. 3. surgem também alguns movimentos de desafio “às máquinas” materializados no abandono das redes sociais e na maior protecção dos próprios dados.A. ligação emocional com os consumidores e sua consequente fidelização. Temos a expectativa que esta alteração na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas contribua. em África. AS NOSSAS MARCAS 3. nomeadamente África. cujas soluções convencionais de mass media começam a revelar-se insuficientes para garantir informação adequada. por exemplo. assumidos principalmente por pequenos grupos de utilizadores. No Velho Mundo. metade da população está abaixo dos 15 anos. com sede em Paris. Simultaneamente. em que o menor grau de alfabetização requer desde logo um discurso essencialmente visual. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. acções e respectivas prestações acessórias. com todas as alterações sociais e económicas que tal comporta. sendo que mesmo nos países em vias de desenvolvimento esta tendência é muito relevante. A mobilidade marca a nova fase do digital.

| 2014 um pensamento estratégico global e transversal. 3. S. mas apesar de tudo ela é largamente vencida pela procura de sabor. correspondendo a uma aspiração crescente dos consumidores por uma nutrição positiva. as autoridades governamentais vão intensificando as campanhas de sensibilização ao consumo de alimentos ricos em açúcar. em contexto recessivo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. comparáveis às do tabaco ou das bebidas alcoólicas. com tomadas de posição próximas do fundamentalismo por parte de alguns elementos da comunidade científica. quer no retalho. não são consensuais quanto ao seu impacte na saúde. mesmo que boa parte da percepção negativa se baseie em estudos de credibilidade duvidosa. é igualmente verdade que as que melhor o potenciem abrem um espaço de oportunidade para preços mais altos e melhor rentabilidade. snacks de fruta desidratada. A atenção dada à alimentação saudável universalizou-se. Existe uma maior rejeição dos alimentos muito processados. Como resposta às estatísticas e previsões preocupantes sobre obesidade e outras doenças. por oposição a soluções fáceis e imediatas de redução calórica. O debate público tem endurecido de tom.A. expressas em compromissos de auto-regulação. A procura de naturalidade e benefícios dos alimentos naturais é apontada como a tendência mais importante em alimentação. assente em informação concreta de consumidor.2. chá. 21 . a opinião pública do hemisfério Norte tem vindo a aumentar a sua sensibilidade a notícias condenatórias desta matéria-prima natural. características decisivas nos comportamentos de compra e de consumo contemporâneos. polpas de fruta e barras de cereais. Se no Novo Mundo reconhece-se ao açúcar o benefício do aporte energético imediato. O tema ganha complexidade acrescida com a contestação dos edulcorantes artificiais que. é notório o progressivo ataque ao açúcar no chamado Velho Mundo. com visibilidade mediática relevante. Novos sistemas de embalagem. Se o sabor continua a ser determinante no sucesso das propostas de bebidas. como bolachas em bolsas individuais. formulações mais simples e rotulagem “limpa”. o consumidor valoriza hoje comportamentos alimentares equilibrados. A oferta alimentar aumentou substancialmente. gordura e sal. Um consumidor mais racional. Significa também menos ingredientes. azeite. Assiste-se a uma fusão emergente entre bebidas e snacks. A evolução das nossas marcas O ano de 2014 na SUMOL+COMPAL ficou assinalado por quatro factores importantes: a aposta na gestão estratégica global das suas marcas com base em informação de consumidor. Entre as várias tendências na alimentação. manifesta-se na menor disponibilidade para testar propostas de preço mais elevado quando a diferenciação não é notória. como forma de combater doenças e aumentar a esperança média de vida. e com flexibilidade suficiente para que as execuções locais assegurem a proximidade e afinidade das marcas com os consumidores. considerada como uma das principais responsáveis pela obesidade e por doenças crónicas não transmissíveis. mas também na receptividade a gastar mais quando se trata de consumir algo único e excepcional. que vemos também na restauração e inclusivamente ao pequeno-almoço. não obstante resolverem o tema do conteúdo calórico. No quadro destes novos comportamentos existe espaço para propostas de indulgência. são decisivos na exploração desta oportunidade. observável por toda a Europa e em Portugal. bem como o advento de práticas fiscais aplicáveis a produtos com elevado teor de açúcar. têm forçado uma redefinição da relação com os alimentos e ocasiões de consumo. cor e textura. Naturalidade significa benefícios de saúde naturalmente presentes (exº: fruta. sendo o prazer valorizado como factor determinante de bem-estar e felicidade. convenientes. bem como melhorar a qualidade de vida nos anos suplementares. Os novos conceitos de snacking saudável. A indústria alimentar tem vindo a reforçar o grau de pro-actividade na procura de soluções adequadas. quer na restauração. aroma. Não obstante a contestação ao açúcar. Esta tendência aproxima competitivamente diversas categorias anteriormente distantes. leite).

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

a implementação do lançamento da nova arquitectura e imagem da marca COMPAL, a reflexão
profunda com consequente tomada de decisão relativamente à evolução do posicionamento da
marca SUMOL, e o reforço do âmbito de internacionalização das nossas marcas principais,
quer ao nível da reflexão estratégica, quer da sua implementação.
Neste segundo ano do modelo organizacional implementado em 2013 (marketing estratégico
global e unidades de mercado de operacionalização local) foi reforçado com significado o
investimento no conhecimento do consumidor em diversas geografias, com o objectivo de
potenciar o desenho de plataformas de posicionamento de marca verdadeiramente
internacionais e perenes, numa lógica consumidorcêntrica.
São também merecedoras de referência: a consolidação do portefólio internacional das
marcas, nomeadamente em COMPAL, não só numa lógica de rotulagem (idiomas e legislação)
mas também com base em narrativas ajustadas aos mercados a explorar, em termos de
relevância para os consumidores e de diferenciação; e o arranque de projectos de inovação
especificamente dedicados a mercados fora de Portugal, nomeadamente Angola, e baseados
em insights e suas oportunidades específicas.
COMPAL
Em 2014 implementou-se o reposicionamento estratégico desta marca. A aproximação à fruta
da árvore e a naturalidade como principais factores de superioridade competitiva foram centrais
a toda a reflexão. A grande ideia de marca assenta nos pilares “sabor único”, “naturalidade” e
“narrativa” como principais factores de relevância e diferenciação, potenciados pela “Frutologia”
como essência e razão de ser de toda a proposta de marca.

A renovação de todas as embalagens do seu portefólio em todos os mercados onde opera,
decorrente do lançamento da sua nova imagem, representou um esforço de marketing que
convocou recursos organizacionais e financeiros muito significativos.
As primeiras embalagens chegaram ao mercado em Abril, fruto de um processo exigente e
complexo de transformação visual: a “árvore COMPAL” como novo logotipo; a maior federação
visual das gamas, em linha com a simplificação da arquitectura de marca; a introdução de
elementos simbólicos proprietários, como o “polpómetro”; e o reforço das narrativas de sabor,
com recurso a conteúdo sobre as origens e história da fruta.
O processo de reposicionamento foi acompanhado de inovação de sabores, como os
lançamentos de Néctar Manga Magdalena, Néctar de Ananás da Costa Rica e Néctar de
Morango de Portugal, todos feitos de fruta espremida e sem recurso a concentrados, bem
como a transformação das formulações de COMPAL VITAL e COMPAL LIGHT (stevia em
substituição de um edulcorante de síntese).
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Foi paralelamente criada uma gama internacional de raiz, também com criação de alguns
sabores novos (néctares de laranja mediterrânica, manga da Colômbia e multifrutos), e em que
a narrativa da frutologia e da não utilização de concentrados constituem factores estruturantes
do posicionamento e argumentação da marca.

Adicionalmente, também para Angola foram desenvolvidas algumas referências específicas,
por forma a reforçar a afinidade da marca com os consumidores desta geografia através de um
discurso com maior relevância local.
Uma palavra ainda para o Centro de Frutologia COMPAL (CFC), cuja Academia acolheu na
sua segunda edição mais doze formandos. Três deles, por terem apresentado os melhores
projectos de exploração frutícola, foram premiados monetariamente com uma ajuda
significativa à sua execução. O CFC é um projecto verdadeiramente único em Portugal porque
reúne entidades do sector agrícola, públicas e privadas, académicas, empresariais e
associativas, em torno do propósito comum de valorizar e promover a fruta portuguesa. Esta
aposta materializa-se no fomento de um espírito empreendedor e de ambição de uma nova
geração de fruticultores.
Em COMPAL ESSENCIAL,
para além da implementação da
nova identidade, foi dado foco à
consolidação
da
proposta
COMPAL ESSENCIAL KIDS,
com
investimentos
em
comunicação e em loja. O
conceito
revela
grande
potencial de crescimento, que a
marca continuou a alimentar,
nomeadamente
com
o
lançamento de uma edição
coleccionável de figuras ligadas
a contos infantis na recta final
de 2014, que ditou a tematização das suas embalagens.
De salientar ainda o lançamento de uma nova variedade na gama de vegetais COMPAL,
ervilha com cenoura, destinado ao mercado de Cabo Verde.
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

SUMOL
O ano foi marcado pela celebração dos 60 anos da marca e por uma profunda reflexão
estratégica. Após investigação intensiva de consumidor, de âmbito internacional, foi possível
desenhar uma nova estratégia para o futuro, a implementar em 2015. O relançamento da
marca tem como objectivo torná-la mais internacional, um desafio deveras aliciante e complexo
para uma das mais icónicas marcas com origem em Portugal. Algumas das conclusões desta
reflexão revelaram-se executáveis ainda em 2014, antecipando parcialmente o que será o novo
registo de relação da marca com os consumidores: mais emocional, mais vibrante e excitante,
mais jovem e activo, mais grupal, centrado em aproveitar de forma optimista tudo o que a vida
nos vai oferecendo.

Na preparação do seu reposicionamento internacional foi feito um trabalho profundo de
desenvolvimento em busca de inovação de sabor. O primeiro exemplo será um novo sabor
para lançamento em Angola em 2015.
Depois de COMPAL em 2014, cabe agora a SUMOL preparar-se para um virar de página em
2015. Os inúmeros projectos em desenvolvimento permitem antecipar um futuro ainda mais
promissor.
UM BONGO
Reconhecendo-se-lhe potencial para continuar a crescer no futuro, particularmente fora de
Portugal, trata-se de uma marca com um elevado nível de relevância e diferenciação na
abordagem ao segmento infantil. Constitui uma oportunidade em diversas geografias,
começando por Angola, e continuando na China, onde deu indicações muito positivas em 2014.
Os seus investimentos estiveram especialmente focados no lançamento do novo sabor TumTum Manga, envolvido desde o desenvolvimento num conceito 360 graus. Um novo
personagem, o Tamburu, e a associação deste novo sabor ao universo musical da marca, uma
das suas plataformas de activação mais fortes, explicam a sua excelente prestação.
B!
Esta marca foi também alvo de reposicionamento
em 2014, com o objectivo de a dotar de maior
potencial de crescimento, a partir de um
posicionamento mais consistente e perene. Para
esse efeito, era importante fortalecer a
aproximação de B! aos referenciais de
refrigerantes, por forma a poder aceder a mais
volumes, sem perder de vista a necessária
personalidade e diferenciação da marca.

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Por exercício de focalização. Com este projecto pretende-se criar laços de relação e diálogo directo com consumidores das nossas marcas. Entendendo que existem oportunidades de inovação em toda a actividade da empresa.3 A INOVAÇÃO DISRUPTIVA NA SUMOL+COMPAL A Inovação mantem-se como um dos focos de aposta estratégica da empresa e 2014 confirmou-a. OS NOSSOS MERCADOS 4. tendo as vendas líquidas registado um incremento de 4. 3. que foi alvo exclusivo de todos os esforços de comunicação da marca em 2014. | 2014 O novo posicionamento encaminhou a marca para a criação e apropriação de um novo segmento de limonadas embaladas. Prosseguiu-se o desenvolvimento do projecto de relação de proximidade com o consumidor final. a sua gestão tem sido. 4. segundo a AC Nielsen. com sucesso. nomeadamente B!monada de Morango. Pretende-se capacitar todos os colaboradores para uma análise crítica da sua actividade. alcançando os 212.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. com uma quota de mercado igual à do ano anterior. ao abrigo de uma nova estratégia e de novas ferramentas de internacionalização.A. a marca teve investimentos reduzidos mas centrados na sua defesa táctica e cujo resultado final se traduziu na estabilidade de volumes. com o objectivo de criar uma gama focada no novo conceito de B!monadas. condição essencial de defesa e de reforço da sua capacidade competitiva. Considera-se que a marca tem potencial de crescimento no futuro. Toda a identidade visual e gráfica de embalagens foi revisitada. em Portugal. avaliando-a a nível interno e com resultados obtidos no mercado. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Mantendo uma performance de crescimento estável aliada a uma alocação mínima de recursos. uma arma importante de portefólio no mercado de bebidas. continuou-se a promover de forma alargada a cultura de inovação. 25 .0 milhões de euros. que continuou a ensaiar um modelo de operação novo para a organização e serviu com sucesso uma população limitada. B!monada de Frutos Vermelhos e B!monada de Ananás.6%. sobretudo na sua vertente economicamente mais interessante: o consumo fora de casa. O portefólio da SUMOL+COMPAL manteve a liderança no conjunto dos mercados de bebidas refrescantes e de águas. a plataforma digital Mercado do Bairro. e participação no desenho e implementação de soluções mais eficazes e mais eficientes. as B!monadas. atingindo 256 milhões de litros. via fortalecimento do seu valor e relevância. Solidificou-se a utilização de indicadores de gestão assentes no desempenho da capacidade de inovação. FRIZE O ano de 2014 foi um ano de manutenção para FRIZE. permitirão à SUMOL+COMPAL estender a sua gama de produtos e explorar novas oportunidades e territórios de oferta junto do consumidor final. Para além da limonada original que constava já do portefólio B! foram desenvolvidos novos sabores. Simultaneamente estão em desenvolvimento outros projectos de inovação que.1 Portugal O volume comercializado pela SUMOL+COMPAL em Portugal cresceu 4%.

Neste continente. bem como a frequência de compra. Guiné Bissau e São Tomé não foram suficientes para contrariar as dificuldades nos restantes mercados. ANTARCTICA. LIPTON. DAMM e TAGUS. em valor. tendo incrementado a eficácia dos seus investimentos de trade marketing visando a defesa do consumo das marcas. Os desempenhos positivos nos mercados lusófonos – Cabo Verde. com uma presença em cerca de 30 países. principalmente no Magreb e África Central. As vendas em volume cresceram com significado. Suazilândia e Madagáscar.2. A nossa principal marca neste mercado. tem um potencial de crescimento muito elevado e existe oportunidade para o lançamento ou desenvolvimento de outras marcas. entre as quais se destacam SEVEN UP. a SUMOL+COMPAL conquistou novos clientes relevantes e alargou o portefólio no canal horeca. ascendendo a 88. A SUMOL+COMPAL Moçambique cumpriu em 2014 o seu segundo ano de desenvolvimento. no exercício em análise. uma intensidade concorrencial mais forte e a redução de stocks de SUMOL nos principais importadores tendo em vista a migração para o abastecimento local. No canal alimentar a sociedade alterou a arquitectura de preços e de promoções em algumas das suas marcas por forma a aumentar a penetração nos lares portugueses. 4. A evolução das vendas nos restantes países no continente africano foi negativa. Por outro lado. | 2014 Continuamos a observar o encerramento de estabelecimentos no sector da restauração.2%. conduziram a um decréscimo das vendas. Na região constituída pelos países da Southern African Development Community (SADC) existe um mercado importante de bebidas e um dos objectivos da SUMOL+COMPAL Moçambique é explorar as oportunidades de exportação para esses mercados.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. atingiram os 69. PEPSI. a evolução das vendas em volume foi desfavorável (-7. A Empresa realizou vendas em cerca de setenta países. Iniciámos projectos de parceria nos mercados mais relevantes da 26 . Mercados Internacionais As vendas nos mercados internacionais cresceram 2.1 milhões de litros.2%). África O principal destino das vendas realizadas no exterior pela SUMOL+COMPAL é o continente africano. mas o nível de actividade está ainda bastante aquém da capacidade instalada. No exercício. constituiu-se a SUMOL+COMPAL Angola que com uma equipa local fortemente reforçada desenvolverá o negócio neste país. como seguidamente se comenta. Continuámos a aprofundar os processos de segmentação de clientes. em volume. iniciaram-se no ano em apreço as primeiras exportações de produtos fabricados na unidade de Boane para a África do Sul. como consequência da retracção de consumo neste canal. COMPAL.4 milhões de euros. Em paralelo.A. As vendas de marcas representadas. Em Angola. Demos continuidade ao processo de sincronização de informação e de políticas comerciais na rede de Distribuidores. o agravamento das pautas aduaneiras. S. volume que não inclui actividades de prestação de serviços e que foi inferior ao alcançado no ano anterior.

do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica e de algumas empresas da área da biotecnologia. a rede de distribuição foi estruturada de forma a permitir agregar à distribuição de bebidas produtos de outras categorias alimentares (produtos multicategorias). 5. AS NOSSAS OPERAÇÕES E I&D Na área de Operações da SUMOL+COMPAL destacaram-se dois projectos de apoio ao desenvolvimento do negócio. | 2014 África Ocidental. S. em linha com as necessidades do negócio. as novas 27 . com vista à demonstração do potencial dos processos. os transformados de alperce adquiridos no mercado internacional serão substituídos nos próximos anos por fruta transformada na SUMOL+COMPAL. as vendas da SUMOL+COMPAL mantiveram a tendência de crescimento. serão realizados em 2015. Europa As vendas no mercado europeu cresceram face a 2013. 5.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Em sentido inverso foi a influência do concentrado de maracujá. Apesar deste bom resultado. que voltaram a valores próximos dos níveis médios históricos. superior a 2. A nível internacional. voltaram a conseguir-se melhorias de eficiência que se traduziram em reduções de custos. teve início durante a segunda metade do ano o projecto de instalação da fábrica de Angola. dos quais esperamos obter resultados positivos no primeiro semestre de 2015. tanto a nível industrial como logístico. Complementarmente.2. em 2014. Contribuíram para esta evolução positiva o desempenho favorável em França. Em Portugal. As principais contribuições para esta descida vieram dos concentrados de uva e de maçã. entre os quais se destacam os néctares de Manga Magdalena. No âmbito destes projectos a SUMOL+COMPAL tem contado com as colaborações empenhadas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Os ensaios à escala industrial. Foram ultrapassados exigentes desafios científicos e tecnológicos e conseguidos resultados prometedores já à escala piloto. dos pomares contratados em exclusividade e o ano agrícola favorável em pêssego e pera. Se a reintrodução desta cultura em Portugal tiver sucesso. A percentagem de fruta de origem portuguesa processada foi superior a 60%. De registar o processamento de alperce após mais de 10 anos em que este fruto não esteve disponível.000 toneladas. continuámos a privilegiar a incorporação de sumos e concentrados de fruta portuguesa adquiridos a empresas agro-alimentares instaladas em Portugal. 5. Investigação e Desenvolvimento A área de Investigação Aplicada prosseguiu a execução de dois projectos plurianuais. Outros Mercados Nos restantes mercados. que manteve a situação de escassez e preço elevado durante grande parte do ano e só no último trimestre deu sinais de estabilização da cadeia de abastecimento. de Ananás da Costa Rica e de Morango de Portugal na marca Compal. contribuíram para que aquela percentagem fosse mais elevada do que a registada em anos anteriores. após um período de picos máximos. Embora se tenha concluído em 2013 um ciclo plurianual de projectos de optimização operacional.200 toneladas de fruta e de vegetais.A. Destaque para os bons resultados na China Continental onde continuamos a registar aumentos de vendas relevantes. O preço das principais matérias-primas de fruta registou em 2014 uma redução em termos globais relativamente ao ano anterior. Luxemburgo e Reino Unido.1. A produção. A fruta nas nossas bebidas Foram processadas 25. Das formulações produzidas pela área de Desenvolvimento de Produto em 2014 resultaram vários lançamentos no mercado. continuamos a sentir uma dinâmica fraca nas principais economias europeias.

3. associado essencialmente à redução na prestação de serviços. de utilidades e dos primeiros equipamentos produtivos. e todas as outras unidades tiveram aumentos de actividade. | 2014 limonadas na marca B! e sabores específicos para mercados de África e da Europa nas marcas COMPAL. com um crescimento muito substancial.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. estabelecidos para 2014 de acordo com nova metodologia de avaliação quantitativa. A gestão das pessoas Para a SUMOL+COMPAL a estratégia da gestão das Nossas Pessoas é indissociável da estratégia do negócio pois uma empresa tem que ter talento para se conseguir adaptar aos desafios e aproveitar as oportunidades com que. através da centralização e racionalização da frota subcontratada de distribuição capilar. S. a cada momento. Foi iniciada em 2014 a prestação de serviços de distribuição de produtos multicategorias no âmbito da rede de distribuição capilar. 5. A modernização das unidades industriais prosseguiu através da aquisição de duas novas enchedoras para embalagens de cartão complexo para a fábrica de Almeirim e de um novo monobloco de enchimento e fecho de latas para a fábrica de Pombal. nos planos de formação e no nível de cumprimento dos requisitos de Segurança Alimentar. A utilização de edulcorantes alternativos ao açúcar foi amplamente avaliada e conduziu à substituição dos edulcorantes de síntese por extracto de stevia. A unidade de Pombal registou um ligeiro decréscimo. O projecto implicou a instalação de equipamento específico nos centros de distribuição. 5.4.5. se depara. no referencial AIB International na unidade de Pombal que atingiu o melhor resultado de sempre. no referencial BRC na unidade de Almeirim que manteve um excelente resultado. Garantia da Qualidade e Segurança Alimentar Os indicadores internos e externos de Garantia da Qualidade continuaram a registar resultados bastante positivos. reforçando a sustentabilidade das empresas prestadoras destes serviços. AS NOSSAS PESSOAS 6. no âmbito da estrutura industrial.1. a formação de pessoas e o desenho de novos processos apoiados em desenvolvimentos de sistemas de informação. Foi criado. a par de diversos investimentos de menor dimensão em todas as fábricas. Os objectivos de Segurança Alimentar estabelecidos para 2014 foram atingidos e nalguns casos superados. Rede de Distribuição A reestruturação da rede de distribuição horeca. tendo sido implementados novos métodos preventivos e de controlo. permitiu com o aumento de escala dos operadores. em toda a gama de calorias reduzidas da marca COMPAL.A. 5. ganhar sinergias e flexibilização de meios e melhorar a capacidade de resposta a picos e sazonalidade de vendas. 6. Com a implementação realizada. correspondentes a um crescimento de 1% da actividade industrial. a rede de distribuição da SUMOL+COMPAL passou a dispor das competências necessárias para agregar às bebidas produtos de características distintas. de forma a cumprir o objectivo de arranque a meio do ano de 2015. Operações Fabris O volume total produzido nas cinco unidades de produção da SUMOL+COMPAL atingiu 408 milhões de litros. SUMOL e UM BONGO. nomeadamente. um grupo de trabalho dedicado ao projecto de instalação e arranque da fábrica de Angola nas vertentes de equipamentos. pessoas e processos. No segundo semestre foi realizado o projecto de engenharia e foram adjudicadas empreitadas de infra-estruturas. 28 . com realce para a unidade de Boane.

6% em Suportes. Nos dois últimos meses de 2014 iniciámos o projecto denominado “SOMOS+” que consistiu na organização de reuniões com toda a população da empresa em Portugal para a divulgação da Visão. o que permite um alargamento de experiências e uma mobilidade funcional que consideramos enriquecedora a título individual e colectivo.2% de homens e de 38. 66. quer horizontal.2% em Negócio. desenvolvimento e retenção de talento na organização. No ano em análise foram desenhadas e implementadas diversas ferramentas que permitem identificar e monitorizar matérias consideradas relevantes e prioritárias para a gestão das Nossas Pessoas. Quanto à Cultura. com responsabilidades de especialista e de generalista. 25 em Angola e 1 em França. | 2014 De facto. No que diz respeito ao talento. S. não colocamos de 29 . em 2014. Comunicação & Sustentabilidade procedeu a uma reorganização em que sobressaiu a instituição da figura de Business Partner. particularmente. Com o arranque da actividade da fábrica de Boane. 78 em Moçambique. Competências. contra 76% em 2010) e com resultados globalmente bastante positivos. à identificação.2% em Operações e 10. e por se tratar de um movimento de extrema importância para a organização. foi desenhado e implementado nos últimos meses do ano o processo de harmonização da contratação colectiva. Com o mesmo objectivo privilegiamos o recrutamento interno como forma de conciliar o enriquecimento das competências dos colaboradores quer numa progressão vertical. Nos primeiros meses de 2015 terminar-se-á este conjunto de reuniões que tiveram uma excelente aceitação geral. realizámos no último trimestre de 2014 um inquérito de Clima Organizacional que obteve uma taxa de resposta muito elevada (86%. num total de cerca de 9. iniciámos um percurso de aprendizagem nesta matéria que tem vindo também a ser enriquecido com a gestão de deslocações prolongadas e temporárias de alguns colaboradores. por esta via. dos quais 1. passando a aplicar-se em 2015 um único contrato colectivo (CCT APIAM / PROBEB) a toda a população em Portugal. a SUMOL+COMPAL desenvolveu e afinou algumas ferramentas que permitirão.302 Colaboradores. Valores. A repartição da população da empresa por género é de 61.198 em Portugal.A. foram realizadas 98 acções de formação. No final do ano de 2014 a SUMOL+COMPAL contava com 1.979 formandos).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.8% de mulheres. para garantir uma maior proximidade com a estrutura organizacional e com as Pessoas e. Em 2014 a Direcção de Pessoas. dispor de informação estruturada que possibilite uma análise mais detalhada no que diz respeito. desenvolvimento e retenção daqueles colaboradores que mais se distingam pelo seu potencial e nível de desempenho. A divisão por pilar organizacional é de 23.650 horas. A internacionalização do nosso negócio é uma das prioridades estratégicas da SUMOL+COMPAL e. Naturalmente. Nesse sentido. Por último. envolvendo 973 Colaboradores (1. garantir simultaneamente um maior conhecimento da realidade e das necessidades específicas das várias áreas operacionais. Missão. em Moçambique. Procuramos contribuir permanentemente para o desenvolvimento das Nossas Pessoas. a área de recursos humanos tem vindo a procurar ganhar competências na gestão dos processos de expatriamento e nas relações e acompanhamento de expatriados. no futuro próximo. Código de Conduta e políticas transversais e também para fazer o reconhecimento público de todos os colaboradores com mais de 15 anos de antiguidade. por isso. O trabalho realizado nesta área assentou em três pilares estratégicos: Talento. as pessoas são o elemento efectivamente diferenciador entre as empresas nos dias de hoje e a SUMOL+COMPAL tem uma atenção especial para a atracção. Internacionalização e Cultura.

Remunerações e benefícios Numa conjuntura exigente que se tem vivido em Portugal nos últimos anos. a vida das empresas e dos seus colaboradores implica hoje uma mudança de atitude e uma adaptação a novas realidades em que os aumentos anuais das componentes fixas dos salários serão decerto limitados ou mesmo inexistentes. tal como muitas outras empresas. é importante referir ainda as visitas às nossas fábricas – particularmente as de Pombal e de Almeirim – que proporcionamos a muitos estudantes. os benefícios têm vindo a ganhar uma maior importância numa envolvente laboral em que as práticas usuais em matérias pecuniárias se alteraram de forma substancial. mas também lhes proporcionam um primeiro contacto directo com a realidade empresarial. mailing interno “Nossas Notícias” e a revista interna trimestral “Frescas”. muito embora também existam acções de carácter institucional. tem vindo a privilegiar a instituição de remunerações variáveis em função do atingimento de objectivos ou de ganhos comprovados de eficiência e produtividade. Tal como em anos anteriores. S. tão importante para o renovar de ideias e de conhecimentos que contribuem para o crescimento global de todos aqueles que trabalham na SUMOL+COMPAL. 30 . Para isso. de vários escalões etários. em 2014 a SUMOL+COMPAL realizou um Encontro de Gestores. centradas no percurso da Empresa. Atrair. A SUMOL+COMPAL reconhece e assume a sua responsabilidade social e. De facto. bem como um conjunto de reuniões de acompanhamento de negócio com a presença dos directores e outros gestores da empresa.2. | 2014 parte o recrutamento externo. as Nossas Pessoas foram sendo permanentemente informadas da evolução dos negócios da Empresa através dos vários instrumentos de comunicação utilizados de forma sistemática: website SUMOL+COMPAL. comportamentos e práticas transversais. 7. quer na sua vertente externa. procura proporcionar aos seus colaboradores um pacote alargado de benefícios que os apoiem efectivamente e como tal sejam percepcionados. Em termos de abertura à sociedade. muito empenhados e com elevada capacidade de adaptação à mudança. cada vez mais. Em termos externos. intranet. COMUNICAÇÃO Na SUMOL+COMPAL a comunicação reveste-se de grande importância. painéis informativos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. reter e desenvolver o talento profissional. Em 2014 verificou-se um ligeiro aumento do número de referências à SUMOL+COMPAL nos media. quer na interna. a SUMOL+COMPAL tem como política concentrar os seus investimentos na comunicação das marcas. Ao longo de 2014. Queremos ser. 6. A vertente interna da comunicação assenta num amplo e variado conjunto de ferramentas. uma empresa de referência em termos internacionais. temos que ter profissionais com fortes competências. nomeadamente quando falamos do desempenho da SUMOL+COMPAL e da estratégia de internacionalização. em condições de trabalho que permitam um verdadeiro sentimento de orgulho por parte dos colaboradores é o grande objectivo da SUMOL+COMPAL em matéria de recursos humanos. A SUMOL+COMPAL. e que garantem não só um incremento no nível de formação e experiência dos jovens. de acordo com as disponibilidades financeiras e as conveniências a cada momento. o que permite fazer chegar a toda a população as mesmas mensagens e o fomento da criação de uma equipa una e com valores.A.

Por último. o dinamismo e dimensão da operação directa em Angola. S. serviço e preço. o que permitiu ganhos muito fortes na execução dos relatórios de informação de gestão. importa destacar os desenvolvimentos com vista a permitir o alargamento da distribuição a novas categorias de produtos. 31 . dos muitos projectos que foram levados a cabo. reforçou-se a actividade de negociação dos novos equipamentos e deu-se início à adaptação da produção. A equipa de Contabilidade e Fiscalidade esteve directamente envolvida em projectos de teor estratégico para a SUMOL+COMPAL. em Portugal. A Gestão de Crédito manteve. mantendo a sua missão principal de optimizar o custo total dos materiais e serviços com base nos três pilares fundamentais: qualidade. importa também salientar o estudo das soluções tecnológicas para suporte às operações em Angola. alvo de apertado controlo. durante o ano de 2014.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O suporte às operações internacionais é um enorme desafio para a área de Compras. Este foi um exercício bastante exigente nesta segunda vertente como consequência dos complexos e relevantes projectos implementados ou em curso. Para acrescentar valor à cadeia privilegiamos as relações de parceria de médio-e longo prazo e. A área Jurídica continuou a prestar apoio à actividade corrente e a contribuir para avaliar e suportar. o exercício de 2014 ficou marcado por dois projectos estruturantes e com um impacto muito significativo no desempenho da SUMOL+COMPAL. Continuou-se a desenvolver e aperfeiçoar o modelo de gestão de embalagens retornáveis iniciado em 2013. de forma consistente. a substituição da base de dados que suporta a principal ferramenta de suporte à decisão. | 2014 8. à semelhança dos exercícios anteriores. A expansão da actividade internacional da SUMOL+COMPAL. O segundo projecto foi a implementação de uma nova solução de business warehouse. obrigou a algumas adaptações em termos de foco operacional e de análise de risco de crédito. do ponto de vista legal. adequada à conjuntura de mercado actual. em prazos curtos para produzir outputs relevantes para apoio às decisões. com especial incidência sobre as variáveis associadas à gestão do fundo de maneio foi. pelo produtor do software. líder mundial neste tipo de aplicações. o qual tem apresentado resultados muito positivos. A actividade da área de Compras e Ingredientes de Marca focou-se na procura de alternativas inovadoras. A implementação desta nova tecnologia foi reconhecida com o prémio de inovação no evento mais importante promovido. Foi dado um especial enfoque na implementação do projecto da fábrica de Angola. AS NOSSAS ÁREAS DE SUPORTE No respeitante aos Sistemas de Informação. A área Financeira manteve o seu foco no incremento da eficiência operacional e na gestão do nível e custo do endividamento. o aprofundamento das soluções de vendas e distribuição baseadas em tecnologias web. O primeiro projecto concretizou-se na substituição de toda a plataforma de servidores. e do portal de vendas e a extensão da solução de gestão de rotas para a área de vendas. Os valores bastante contidos de incobráveis registados no exercício confirmam que a política de gestão de crédito tem-se revelado. e no que se refere a projectos ao nível das infraestruturas tecnológicas. nomeadamente através da melhoria das soluções de mobilidade. um acompanhamento muito próximo e criterioso dos factores de risco associados a esta actividade. tratar e analisar uma diversidade de dados. com uma dimensão pouco comum na história da Empresa. questões de natureza estratégica. solução essa que suporta os sistemas empresariais em utilização na empresa. cuja operacionalização será o principal projecto a desenvolver em 2015. mais racionais e sustentáveis. ou seja. O acompanhamento do equilíbrio financeiro e a gestão de tesouraria. sempre que possível privilegiando os fornecedores geograficamente mais próximos. Foi necessário recolher. No que se refere ao desenvolvimento aplicacional. storage e equipamento de backup e replicação.

9. OS NOSSOS RESULTADOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS 9.A.3%.1.8%. destaque para mais projectos de racionalização de materiais de embalagem e energia. com destaque para os materiais e serviços das fábricas e de marketing de Moçambique e Angola. fruto. Destaque para a conclusão da nova plataforma do sistema de gestão. O valor das prestações de serviços foi de 9. A rubrica de fornecimentos e serviços externos cresceu 7. o qual abrangeu as áreas de eficiência operacional e controlo interno. Em consequência das evoluções atrás descritas os resultados operacionais (EBIT) atingiram 27. O nível da margem bruta percentual foi de 52.9%. A explicação para esta melhoria de margem bruta advém principalmente da referida maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais e da redução do preço de compra de algumas matérias-primas relevantes. uma progressão de 4. As vendas cresceram 3.6 milhões de euros.6 milhões de euros. Efectuaram-se auditorias a processos de negócio. alcançando 94. A evolução destes gastos está associada ao incremento da actividade. sobretudo. decrescendo 22. O preço médio de venda registou uma evolução positiva de 3.3 milhões de euros. incluindo a sua aplicabilidade nos diferentes fóruns internos dedicados à apreciação e discussão do desempenho.0 milhões de euros. e reforçaram-se as provisões em 0.8% para 300.3 milhões de euros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de operações e de suporte.9%. bem como auditorias de conformidade com normas.5%.2 milhões de euros.2 milhões de euros. aos vários referenciais em que a SUMOL+COMPAL está certificada e a normativos específicos de clientes. S. contrariamente ao verificado em 2013.5 milhões de euros. nomeadamente.7%. cifrando-se estas em 14. Calcularam-se as amortizações de acordo com a vida útil estimada dos bens. Rendibilidade Económica e Financeira O volume de negócios ascendeu a 310. Nas operações em Portugal. representando um acréscimo de 2. BRC Food Safety (British Retail Consortium) e AIB International. 32 . materiais de marketing e serviços industriais. permitindo iniciar uma nova fase de revisão dos seus conteúdos. A margem bruta cifrou-se em 164. Foram reconhecidas perdas de imparidade nas dívidas de clientes e em inventários no valor de 1.5%. Procedeu-se também à centralização de compra de mais alguns materiais secundários. O Gabinete de Auditoria Interna executou o programa aprovado pelo Comité de Auditoria. decrescendo 1. Em 2014 o Planeamento e Sistema de Gestão actuou na consolidação do modelo de planeamento e controlo de gestão vocacionado para a internacionalização. com especial relevância no que diz respeito a gastos com marketing. de uma maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais de Angola e Moçambique.8% em relação ao ano anterior. quando em 2013. | 2014 das embalagens e do transporte das Unidades de Marca de SUMOL para abastecimento das fábricas em Africa. Os gastos com o pessoal cifraram-se em 34.1%. almejando uma melhoria continua e a manutenção das certificações da SUMOL+COMPAL Marcas: ISO 9001.0 milhões de euros. Esta evolução foi influenciada pela reestruturação ocorrida no ano anterior e pela ausência dos gastos não recorrentes.1 milhões de euros. a SUMOL+COMPAL operou com uma margem bruta de 51. ISO 14001. ao mesmo tempo que acompanhou vários estudos de desenvolvimento estratégico. tendo em conta uma avaliação criteriosa dos riscos inerentes. uma evolução positiva de 11. Mantiveram-se os contactos com fornecedores com o objectivo de estabelecer parcerias para abastecimento de materiais e serviços para os mercados internacionais.

Em activos intangíveis foram investidos cerca de 2.9 em 2013 e 8.2 milhões de euros em contratos de fidelização de clientes em Portugal.9% do capital social e das prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas. o que se ilustra através da evolução dos indicadores de fundo de maneio: a evolução favorável do prazo médio de recebimentos de 55 para 51 dias foi reforçada pela do prazo médio de pagamentos de 63 para 70 dias.5 milhões de euros. contra 270.4%. no dia seguinte.2%. Os valores do endividamento líquido encontram-se impactados significativamente pelo valor resultante da venda de 49.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. subido 4. S.8 milhões de euros no fecho do exercício.4 milhões de euros.8% para 1. Investimentos O investimento em activo tangível da SUMOL+COMPAL ascendeu a 5. a 1. tendo neste dia a cotação fechado a 1.9 milhões de euros (69%) destinaram-se à aquisição e instalação de equipamentos com vista à melhoria da eficiência produtiva e à modernização de instalações. os juros de financiamento cifraram-se em 16. 9.3%.5 milhões de euros. o EBITDA cresceu 2.3 em 2012. O imposto do período encontra-se significativamente influenciado pela diminuição do imposto diferido passivo. a qual tinha sido contratada em condições mais favoráveis.6 milhões de euros. 9. resultante da redução da taxa de IRC. da aquisição pela Copagef de 49. Em 30 de Maio. no dia 2 de Janeiro de 2014 e registou o último movimento no dia 31 de Dezembro. Situação financeira A dívida remunerada líquida situou-se nos 176. Este rácio tinha sido de 6. Este encaixe financeiro ocorrido em 31 de Dezembro de 2014 permitiu à SUMOL+COMPAL.4% do volume de negócios. em Portugal. correspondendo a 13. Em 2013.2 vezes o cash-flow operacional (EBITDA).2.9 milhões de euros. Neste contexto. 9.A.13 euros por acção.9% do capital e respectivas prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas à Copagef. valor que se manteve posteriormente. Após o cálculo do imposto do período alcança-se um resultado consolidado com os interesses não controlados de 11.05 euros tendo.3 milhões de euros no fecho do exercício anterior.A. terminar o ano com um excedente de tesouraria disponível e aplicado em depósitos. Os resultados antes de impostos ascenderam a 8. face ao final do ano de 2013.2 milhões de euros. beneficiando de uma dívida remunerada líquida média inferior à do ano transacto.4.6 milhões de euros em 2013. data da divulgação dos resultados de 2013.7 milhões de euros. Acções SUMOL+COMPAL A acção SUMOL+COMPAL teve o seu primeiro movimento na primeira sessão do ano.10 euros. A permanência média de stocks teve um incremento de 71 para 80 dias. o título fechou a 1. | 2014 O cash-flow operacional (EBITDA) foi de 41. em resultado do reforço de stocks de produto acabado em Angola. O capital próprio aumentou com expressão para os 224. uma variação de 6. Neste exercício.3. fruto fundamentalmente. correspondendo a 4. No dia 11 de Março. Cerca de 3. quando se divulgaram as deliberações da Assembleia-Geral e os resultados do primeiro trimestre de 2014. o EBITDA tinha sido de 39. o que reflecte uma valorização de 4. Neste exercício houve uma progressão nos resultados alcançados na situação financeira de curto prazo em relação ao exercício anterior. altura em que a Empresa divulgou o Relatório e 33 .08 euros. e em 27 de Agosto.1 milhões de euros no final do exercício. no total de 59. Após avaliação efectuada aos activos associados ao goodwill e às marcas não se verificou perda por imparidade. S. No mesmo período o PSI Geral desvalorizou-se 21.7 milhões de euros. contra 16. mas sendo penalizados pelo aumento de financiamento de curto prazo que substituiu dívida de longo prazo amortizada.

A SUMOL+COMPAL E A COMUNIDADE 10. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização. com mais de meio milhão de litros de produto doado. Já na semana seguinte à divulgação dos resultados do terceiro trimestre (13 de Novembro) e da celebração do contrato com a Copagef (14 de Novembro). não se verificaram flutuações na cotação do título.04% do capital social pelo preço de 1. para a água e para o ar. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. no entanto. estas acções já eram tidas como próprias. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nos países africanos. Face ao ano anterior a quantidade de produto com valor social disponível para donativo. como resposta a situações de emergência social e também como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia. 10.17 euros.1.782. 34 . em 2014. para efeitos do artigo 325°-A do Código das Sociedades Comerciais. A cotação do fecho foi de 1. uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. Durante o exercício de 2014 foram transaccionadas 1. Esta aquisição não alterou o número total de acções próprias uma vez que.19 euros no dia 21 de Novembro. | 2014 Contas do primeiro semestre. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. 10. correspondentes a 1.020 acções. Consciente das suas responsabilidades a empresa tem vindo continuamente. decresceu. registou-se uma valorização do título de 1. minimizando o impacte ambiental da sua actividade. o título registou um mínimo de 0. tornou possível encerrar o ano. em particular nas comunidades onde estamos inseridos. a adoptar boas práticas ambientais tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos.039. Social e Ambiental a SUMOL+COMPAL. aquando da comunicação da assinatura do novo contrato com a Agência Nacional do Investimento Privado (Angola) e em 9 de Dezembro. S.81 euros por acção.9% em relação ao ano anterior.13 euros. No dia 30 de Dezembro de 2014 a Empresa comunicou à CMVM a aquisição à SUMOL+COMPAL Marcas de 1.813 acções próprias. Assim. repartido por 438 entidades sociais. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. que foram beneficiadas de acordo com os critérios estabelecidos.242 acções da SUMOL+COMPAL. correspondentes a 4. Capital social Tendo como objectivo estratégico contribuir para a Sustentabilidade Económica.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no final do exercício de 2014 a Empresa mantinha um total de 4.061. Naquele período.98 euros em 13 de Janeiro e o máximo de 1. Semelhantes comportamentos verificaram-se em 23 de Setembro. data do anúncio do pagamento de reservas.12 euros para 1.06% do seu capital social. como forma de respeito e preservação do planeta Terra. o que representa um acréscimo de 208.A.2 Capital natural Contribuir para o desenvolvimento sustentável. inerentes à sua actividade industrial.

retenção de talentos. É também responsável pelo controlo dos riscos associados aos objectivos estratégicos e operacionais. na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS.48 euros Esta proposta é fundamentada pela mais-valia e pelo nível de liquidez geradas na alienação da participação na SUMOL+COMPAL Marcas. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. o Conselho de Administração propõe a seguinte aplicação dos resultados: Dividendos: 15. 14. que é parte integrante dos documentos de prestação de contas. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e mais uma vez foi obtida. esperamos que em 2015 os mercados de bebidas de alta rotação retomem um padrão de crescimento. No decurso normal do negócio. 13. ambiente económico geral. OS RISCOS DO NOSSO NEGÓCIO O Conselho de Administração é responsável pelo cumprimento de toda a legislação quer geral quer de aplicação específica à indústria de bebidas. a SUMOL+COMPAL está sujeita a riscos que advenham de uma evolução adversa relacionada com a procura dos seus produtos. em 2014. A continuação do aumento do consumo privado e um verão com condições climatéricas normais para a época serão determinantes para esta evolução. O desenvolvimento das matérias relacionadas com a gestão do Capital Social e do Capital Natural da SUMOL+COMPAL encontra-se nas Notas Consolidadas. enquadramento legislativo. tecnologias de informação. O desenvolvimento deste ponto encontra-se nas Notas Consolidadas. financeiro e de operações e acompanha este controlo de forma a obter um grau razoável de confiança em relação à fiabilidade dos dados. e 9.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. deste relatório. 12.A.444. riscos de mercado. Desenvolve-se um conjunto de testes. reputação da SUMOL+COMPAL e riscos ambientais. APLICAÇÃO DOS RESULTADOS Tendo em conta os resultados de 15. exercese controlo e quando necessário tomam-se medidas correctivas.3. foi definida a implementação da ISO 14001 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. PERSPECTIVAS FUTURAS Em Portugal. em 31 de Dezembro de 2014.48 euros na empresa-mãe. supervisiona-se. S. concorrência. bem como pelo financiamento da SUMOL+COMPAL. | 2014 A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. MODELO DE GESTÃO No Relatório sobre o Governo da Sociedade. matérias-primas e energia. A 35 . em 31 de Dezembro 2014. O Grupo tem um sistema de controlo estruturado num reporting económico.658. concentração ou perda de clientes.658. referidas nos pontos 2.444. faz-se uma ampla descrição do modelo de gestão. 11.

Neste contexto. Angola e Moçambique pelo apoio prestado à actividade da SUMOL+COMPAL nos respectivos países. | 2014 SUMOL+COMPAL manterá um ritmo apreciável de inovação e de comunicação das marcas cujas imagens foram recentemente renovadas. AGRADECIMENTOS A actividade exercida pela SUMOL+COMPAL neste ano só foi possível com o contributo de um conjunto vasto de entidades a quem são devidos os seguintes agradecimentos: Aos Accionistas pela confiança que depositaram na SUMOL+COMPAL. permitindo transformar anos exigentes em momentos de criação de oportunidades. Por outro lado. Temos a expectativa de aumentar as vendas nos mercados internacionais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Carnaxide. o forte conhecimento e presença que a Copagef (o novo parceiro na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas) tem em diversos mercados africanos deverão contribuir para a entrada das nossas marcas nalguns desses mercados. continuaremos a procurar identificar parcerias estratégicas que contribuam para a consolidação do negócio em Portugal. em Portugal. em especial. S. Aos Fornecedores por responderem às nossas necessidades. e este ano. Ao Conselho Fiscal e ao Revisor Oficial de Contas pelo acompanhamento construtivo que sempre nos dispensaram. Unilever-Jerónimo Martins e Grupo Damm pelo apoio e cooperação demonstrados no desenvolvimento das suas marcas e à Genius. estará dependente de assegurarmos rapidamente capacidade de produção local. um volume de negócios ligeiramente superior ao de 2014. Em simultâneo. 15. Continuaremos a fazer uma aposta especial nas nossas marcas e na inovação.A. Aos nossos parceiros PepsiCo Beverages International. a capacidade de satisfazermos a procura pelas marcas da SUMOL+COMPAL. Tendo em conta o acima referido. pela colaboração no desenvolvimento do projecto industrial em Angola. mantendo um nível de vendas semelhante ao do ano anterior. o nosso principal mercado internacional. Aos Organismos Oficiais de Portugal. Aos Consumidores e Clientes das várias marcas da SUMOL+COMPAL por nos distinguirem com a sua preferência. a SUMOL+COMPAL planeia atingir. estimamos que em 2015 o volume de negócios e a rendibilidade operacional da SUMOL+COMPAL sejam moderadamente superiores aos verificados em 2014. Às Associações do sector por constituírem um fórum privilegiado de reflexão e de defesa dos nossos interesses. este crescimento estará muito dependente da evolução das vendas em Angola. bem como da nova imagem de SUMOL que será apresentada no primeiro semestre do ano em curso. e em particular aos Agricultores de Portugal. 26 de Fevereiro de 2015 36 . uma vez que estamos convictos que são pilares fundamentais para a criação sustentada de valor. Contudo. à Copagef pelo investimento realizado na SUMOL+COMPAL Marcas. Às Autarquias e Comunidades onde desenvolvemos directamente as nossas operações pelo interesse e envolvimento nas nossas actividades. Face à recente legislação angolana que restringe muito a importação de bebidas de alta rotação. Aos Colaboradores da SUMOL+COMPAL que lhe devotaram dedicação e competência.

13. 15. It is with great satisfaction that we hereby submit for your perusal the annual company report and consolidated financial statements and the corresponding annexes in accordance with the legislation in force. 37 . 9. 14. 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 5. 8. 6. 10. 7.A. 4. this report shall be deemed to constitute the annual company report. In accordance with Article 508-C(6) of the Commercial Company Code. Introductory Note The Year in Review Our Brands Our Markets Our Operations and R&D Our People Communication Our Supporting Services Our Financial Results SUMOL+COMPAL and the Local Community Management Model Business Risks Distribution of Income Future Outlook Acknowledgment OUR VALUES Dear Shareholders. 11. 12. 3. S. | 2014 1.

The company‟s mission statement now unequivocally expresses the strong international ambitions of our fruit and vegetable drinks. consumers can enjoy our brands every day and benefit from the contribution they make to their wellbeing”. a mild summer. The African economies in general continued to show significant growth. social and environmental sustainability. in which the total investment was raised to US$51 million. and the Republic of Angola. it is estimated that the value and the volume of the refreshing beverages and water markets were similar to those of the previous year. which will be larger than the 38 . In selecting benchmark indicators for assessing performance. The Angolan economy grew by 4-5% and Mozambique by 7-8%. vegetables and water as indispensable sources of nutrition. certainly heavily influenced by greater household confidence and rising employment.A. In SUMOL+COMPAL‟s key international markets. An addendum to the investment contract was signed between SUMOL+COMPAL Angola.8% higher than the preceding year. investment will be made in a plant. 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. The report portrays both the impacts of our past actions and the foreseeable consequences of the initiatives we continue to implement. INTRODUCTORY NOTE This annual report contains a clear and accurate analysis of the development of the business. in the aim of achieving a more sustainable future for our company and society. in particular. the value of sales in international markets rose to €88.4 million. The report follows the guidelines of Global Reporting Initiative's G3 benchmark (an international benchmark for reporting the economic. with estimates of GDP growth of 0. The COMPAL brand‟s new architecture and image were introduced. social and environmental performance of organisations which we are committed to following as members of the Business Council for Sustainable Development (BCSD Portugal)). Heavy investment in strategic brand management was continued. the macroeconomic conditions remained very uneven. The positive contribution of the macroeconomic context to growth in the beverages markets was countered by a long winter and. 2. Under this agreement. SUMOL+COMPAL achieved a total figure of €221. 3. the company‟s vision and mission were reviewed and a set of winning aspirations adopted. a company incorporated under Angolan law. Turnover for Portugal and the international markets combined stood at €310 million. S. In Europe. we tried to focus on those that effectively measure the greatest impact of our operations in terms of economic. | 2014 1. Private consumption was the component which registered the greatest percentage increase. hydration. the commitment to sustainable development and unique brands which entice consumers by their flavour and the science and artistry which are put into making them.0% higher than the preceding year. economic growth was in general below 2%. Therefore. Work was undertaken on developing the positioning of the SUMOL brand. And consumer surveys were conducted in various countries in Europe and Africa. 2.6 million for sales and services in the Portuguese market.2% up on the preceding year.9%. THE YEAR IN REVIEW The Portuguese economy saw positive growth in 2014. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge” and that “we aspire to ensure that wherever SUMOL+COMPAL is present. represented by the National Private Investment Agency (ANIP). after three years of contraction. In 2014. Nevertheless. The defining of the company‟s vision bolstered the conviction that “working with fruit. In the context of strategic planning. performance and position of SUMOL+COMPAL.

A. both in retail and catering. SUMOL+COMPAL faces a major challenge in terms of demographics. above all at the level of experiential immersion. a company until then wholly owned by SUMOL+COMPAL. while maintaining close family ties and a strong community spirit. and even in developing markets this trend is very visible. mainly driven by small groups of users. Simultaneously. where consumers are more dependent on technology. with conventional mass-media solutions looking increasingly insufficient to ensure adequate information. nectar and soft drink brands under SUMOL+COMPAL Marcas. a company incorporated under French law and based in Paris. The expectation is that this change in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas will contribute in the coming years to a significant development in the company‟s main brands in several African markets. This underlines the importance of a global and cross-cutting strategic approach based on specific consumer information. An example of this is the penetration of smartphones in some African countries and the number of people accessing the internet through this type of equipment. with all the social and economic changes this entails. deeply impacting upon the way consumers live. emotional attachment with consumers and their consequent product loyalty. the challenge of changing the paradigm in brand communication is becoming more acute. corresponding to a growing aspiration amongst consumers for nutritious food. new technology continues to be introduced at an inexorable pace. work. as well as subject to greater loss of anonymity and privacy resulting from the recording and sharing of their day-to-day lives. S. half of the population is aged under 15 and is very optimistic about the progress and growth experienced by the country. and with sufficient flexibility to ensure that local strategies can create a close bond and affinity between brands and consumers. to produce and package juice. In response to 39 . language has become gradually more visual and less verbal. In developing countries. | 2014 one originally planned. spend their free time and relate to one another. the internet and social networks are a gateway into a world of borderless possibilities. some movements have emerged which are challenging this dependency by refuting social networks and demanding greater protection of personal data. 3.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. in Africa the opportunity involves understanding a young population and responding to its needs. By polarising the strategic management of its business between the Old and New World. for example. operating also as a powerful ally in movements challenging the political status quo in defence of human rights. From this operation SUMOL+COMPAL registered a capital gain of €15. This trend has an interesting parallel in the New World. as well as improving the quality of life during those extra years. developing product loyalty. Global trends In the Old World. Exacerbated by instant communication on social networks. Whilst in Europe this involves understanding population ageing and its inclusion in its brand management. OUR BRANDS 3. At the end of the year.2 million. shares and respective additional benefits representing 49. In Angola. where poor literacy has placed the emphasis on an essentially visual approach. The focus placed on a healthy diet has become widespread as a mean of fighting disease and raising average life expectancy.1. This transaction was completed for a total of €88. There has been a substantial increase in the supply of food. This technological revolution is creating an entire series of new challenges in brand management and expectations concerning how it is developed. Mobility is the mark of the new digital age.9% of the share capital of SUMOL+COMPAL Marcas. were sold to Copagef (Castel Group). in which the decoding of a brand‟s identity using imagery is preferred. In the Old World.2 million. namely Africa.

olive oil. Naturalness refers to the health benefits naturally present in food (e. despite resolving the issue of calorie content. investment in consumer insight was significantly boosted in various countries. colour and texture. fruit pulps and cereal bars. the progressive attack on sugar in the so-called Old World is notorious. the launch of the new architecture and image of the COMPAL brand. government authorities are intensifying campaigns to raise awareness about foods rich in sugar. The subject becomes even more complex with the objection to artificial sweeteners. 40 . The food industry has taken an increasingly pro-active stance towards finding appropriate solutions. but nevertheless this is roundly surpassed by the demand for flavour. Amongst the various trends in food with an important media profile. fat and salt. leads to a lower willingness to test price options when there is little differentiation. with some in the scientific community adopting almost fundamentalist standpoints.A. There is greater rejection of highly processed foods. This trend has put various previously distant categories into competition.g. New and convenient packaging systems are decisive in developing this market opportunity. there is space for indulgent options. More pragmatic consumers. The demand for naturalness and the benefits of natural foods is seen as the most important trend in food. Within the framework of these new habits. The evolution of our brands The year 2014 was marked by four important factors at SUMOL+COMPAL: a focus on the overall strategic management of its brands based on consumer information. and the bolstering of the international scope of our main brands. 3. but also a readiness to spend more when the product in question is unique and exceptional. public opinion in the northern hemisphere has become ever more aware of news condemning this natural raw material. has forced a redefining of the relationship with food and moments of consumption. It also means fewer ingredients. within the context of a recessionary economic climate throughout the whole of Europe and Portugal. as opposed to easy and instant solutions to reduce calories. considered one of the main causes of obesity and chronic non-communicable illnesses. which. both at the level of strategic reflection and its implementation. In this second year of the organisational model introduced in 2013 (overall strategic marketing and local market units). it is also true that those which best take advantage of the opportunity can generate higher prices and better profitability. milk). consumers today prize balanced eating habits. more simple formulations and “clean” labelling. and the application of tax on products with a high sugar content is comparable to that on tobacco and alcohol. S. which can also be seen in the restaurant trade and in breakfast too.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. decisive characteristics in contemporary purchasing and consumption patterns. a total rethinking and subsequent decision on the development of the positioning of the SUMOL brand. tea. Whilst in the New World the instant energy boost that sugar provides is recognised. The new concepts of healthy snacking. | 2014 worrying statistics and predictions about obesity and other illnesses. There has been an emerging fusion between drinks and snacks.2. in the form of commitments to self-regulation. in the aim of enhancing the design of truly international and enduring brand positioning platforms from a customer-centric approach. Notwithstanding the objection to sugar. aroma. dehydrated fruit snacks. such as individually packed biscuits. fruit. are not universally lauded in terms of their impacts on health. with pleasure being valued as a determining factor in wellbeing and happiness. The public debate has hardened in tone. even though much of the negative perception is based on studies of dubious credibility. If flavour remains a determining factor in the success of drink options.

| 2014 Also worthy of note are the following: consolidation of the international brands portfolio. and the reinforcing of the narratives of flavour. S. and based on insights and specific opportunities.A. in line with the simplification of the brand architecture. “naturalness” and “narrative” as the main factors creating relevance and differentiation. COMPAL This brand was strategically repositioned in 2014. namely Angola. the introduction of proprietary symbols. 41 . all made from squeezed fruit and without the use of concentrate. not only in terms of labelling (languages and legislation) but also based on marketadapted content. In tandem. enhanced by “Fruitology” as the brand‟s essence and raison d’être. providing relevant information for customers and differentiation. also featuring several new flavours (Mediterranean Orange. with content on the origins and history of the fruit. The brand‟s big idea is founded on the pillars of “unique taste”. and the start up of innovative projects specifically aimed at markets outside Portugal. The redesign of all of the brand‟s packaging in all of its markets as part of the launch of its new image involved a marketing effort which drew very heavily on the company‟s organisational and financial resources. The repositioning process was accompanied by new flavours.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. and in which the narrative of “Fruitology” and non-use of concentrate are intrinsic factors in the brand‟s positioning and message. an international range was newly created. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars. The first products arrived in shops in April as the result of a demanding and complex process of visual transformation: a new logo consisting of the “COMPAL tree”. namely at COMPAL. The focus on fruit from the tree and naturalness as the main factors of competitive advantage were central to the entire approach. Colombian Mango and multi-fruit nectars). such as Magdalene Mango. as well as a change in the formulations of COMPAL VITAL and COMPAL LIGHT (replacing artificial sweeteners with stevia). such as the “pulpmeter”. closer visual connection between the different ranges.

business and associative – around the common purpose of enhancing and promoting Portuguese fruit. It helps to foster entrepreneurship and the ambitions of a new generation of fruit growers. besides the introduction of a new identity. In the case of COMPAL ESSENCIAL. it was possible to design a new strategy for the future for introduction in 2015. aimed at the Cape Verde market. The brand‟s re-launch is aimed at making it more international. The concept has a lot of potential for growth. focus was given to consolidating COMPAL ESSENCIAL KIDS by investing in marketing and shops. The three who submitted the best fruit growing projects were presented with a monetary prize to help significantly with the project‟s implementation. SUMOL The year was marked by the celebration of the brand‟s 60th anniversary and by a major strategic rethink. Mention should also be made of the COMPAL Fruitology Centre (CFC). several specific products were developed for the Angolan market to reinforce the brand‟s affinity with local consumers through a more relevant discourse. namely by launching a collectible range of figures from kids‟ stories towards the end of 2014. which the brand continued to nourish.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. academic. S.A. Also of note was the launch of a new addition – Peas with Carrots – to the COMPAL vegetables range. The CFC is a truly unique project in Portugal because it brings together entities from the farming sector – public and private. a really exciting and complex challenge for one of Portugal‟s most iconic 42 . | 2014 In addition. After an intensive international customer survey. which set the theme for their packaging. whose Academy accepted another twelve trainees for its second programme.

Investment in the brand was especially focused on the launch of the new Tum-Tum Mango flavour. where it had a very positive year in 2014. Red Fruits and Pineapple.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. UM BONGO is a highly relevant and distinct brand in the children‟s segment. a lot of work was put into developing innovative flavours. involved since its development in a 360-degree concept. and progressing to China. which was the exclusive objective of the brand‟s communication efforts in 2014. thus partly bringing forward the brand‟s new relationship with its consumers: more emotional. UM BONGO Recognising the brand‟s potential to continue growing in the future. The countless projects under development herald an even more promising future. After COMPAL in 2014. other flavours were developed. more group-oriented and focused on living life to the fullest. beginning with Angola. It represents an opportunity in various countries. Besides original Lemonade which already existed in the B! portfolio. In preparing its international repositioning. A new character. The first example will be launched in Angola in 2015. Tamburu. explain its excellent performance. particularly outside Portugal. It was thus important to move B! closer to the benchmarks of the soft drinks market to generate higher volumes. more vibrant and exciting. It was possible to put some of the conclusions from this rethink into practice in 2014. it is now SUMOL‟s turn to lay the foundations for a new chapter in 2015. B! This brand was also repositioned in 2014 with a more consistent and enduring image to give it greater growth potential.A. and the new flavour‟s association with the brand‟s musical element. The new positioning pushed the brand to create and appropriate a new segment of bottled Lemonades: B!monadas. namely Strawberry. 43 . | 2014 brands. without losing any of the brand‟s necessary personality and distinctiveness. The entire visual and graphic identity of the packaging was redesigned in the aim of creating a range focused on the new concept of B!monadas. younger and more active. S. one of its most effective marketing platforms.

increasing the effectiveness of its investments in trade marketing aimed at protecting consumption of its brands. and assessed at the internal level and on results achieved in the market.3 DISRUPTIVE INNOVATION AT SUMOL+COMPAL Innovation remains one of the company‟s strategic focuses and 2014 confirmed this. Continuity was given to the process of synchronising information and commercial policies within the distributor network.1 Portugal SUMOL+COMPAL increased its sales volume in Portugal by 4%. The use of management indicators based on innovation capacity performance was consolidated.6% at €212 million. SUMOL+COMPAL attracted important new customers and broadened its portfolio in the HoReCa channel. Establishments continue to close in the catering sector as a result of the decline in consumption in this channel. S. Other innovative projects are simultaneously under development which. efforts continued to foster a broad-based culture of innovation. allied to a minimum allocation of resources. the result of which was to ensure stable sales volumes. Work continued on developing the project to establish a closer relationship with final consumers – the “Mercado do Bairro” digital platform – which continued to trial a new organisational operating model and successfully served a limited audience. In the belief that opportunities for innovation exist throughout the company‟s operations. We continued to deepen customer segmentation processes. will allow SUMOL+COMPAL to extend its range of products and to explore new opportunities and areas with final consumers. 4. The SUMOL+COMPAL portfolio maintained its leadership of refreshing beverages and water. 3. By a process of focusing. especially in its most financially interesting aspect: out-of-home consumption. OUR MARKETS 4. according to AC Nielsen. the management of ÁGUA SERRA DA ESTRELA in Portugal has been an important portfolio asset in the beverages market. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Through its continued stable growth. with net sales up 4.A. 44 . The idea behind this project is to create a relationship and direct dialogue with the consumers of the company‟s brands. The brand is considered to have growth potential under a new strategy and a new international marketing drive. investment in the brand was small but centred on tactically protecting its position. | 2014 FRIZE 2014 was a year of stability for FRIZE. It is hoped to empower all employees to analyse their work critically and to contribute to the design and implementation of more effective and efficient solutions. the company changed its pricing and promotional strategy for some of its brands to increase penetration in Portuguese homes and purchasing frequency. In the modern trade channel. During 2014. rising to 256 million litres. an essential pre-condition for safeguarding and reinforcing their ability to compete by strengthening value and relevance. with a market share similar to the previous year.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. if successful.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. PEPSI. 4. Guinea Bissau and São Tomé – were insufficient to counter the difficulties elsewhere. Despite this. This was due to a positive performance in France. The year also saw the first exports of products from the Boane plant to South Africa.A. sales remain weak in the main European economies. Europe Sales in the European market were up relative to 2013. | 2014 The sales of brands represented by the company. In Angola. ANTARCTICA. mainly in the Maghreb and Central Africa. has a very high growth potential and there is an opportunity to launch or develop other brands. which with a heavily reinforced local team will develop the company‟s business in the country. This volume does not include the filling services which were below the figure registered in the previous year. stronger competition and lower stocks of SUMOL amongst the main importers. The company‟s products were sold in around seventy countries. Swaziland and Madagascar. covering around 30 countries. bearing in mind the move to local supply.1 million litres. LIPTON. Of note were the good results achieved in mainland China where the company continues to make important gains in sales. Sales by volume grew significantly. among which stand SEVEN UP. led to a fall in sales by volume.4 million. Luxembourg and the UK. Other Markets In its other markets. In this continent in 2014 volumes have declined by 7. S. but are still far below installed capacity. SUMOL+COMPAL Moçambique ended its second year of development in 2014.2%. higher customs duties. The Southern African Development Community (SADC) represents an important beverages market and one of the goals of SUMOL+COMPAL Moçambique is to explore export opportunities to these markets. Sales in other African markets were down. Africa The main source of SUMOL+COMPAL sales outside Portugal is Africa. 45 .2% by value. totalised 69. SUMOL+COMPAL sales continued their upward trend. Partnership projects were begun in the major West African markets. The positive performance in the Portuguesespeaking markets – Cape Verde. In tandem with this.2. from which it is hoped to achieve positive results in the first half of 2015. Our main brand in this market. SUMOL+COMPAL Angola was incorporated. DAMM e TAGUS. International Markets Sales in international markets grew 2. rising to €88. COMPAL.

1. 5. new B! Lemonade flavours and specific COMPAL. The food safety goals for 2014 were achieved and in some cases exceeded. Research and Development The Applied Research area continued work on two multi-annual projects.200 tonnes of fruit and vegetables were processed. 5.A. which returned to levels close to their historical averages after a period of peak prices. In Portugal. If the reintroduction of this crop in Portugal is successful. which earned excellent results again. The Fruit in our Beverages 25. SUMOL and UM BONGO flavours tailored for the African and European markets. in line with the needs of the business. Contrary to this was the influence of passion fruit concentrate. 5. For these projects. namely the AIB International benchmark at the Pombal plant. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars under the COMPAL label. The output. COMPANY OPERATIONS AND R&D Two business development projects in SUMOL+COMPAL‟s Operations area stood out. after its lack of availability for over 10 years. The main contributors to this were grape and apple concentrates. the BRC (British Retail Consortium) Food Safety benchmark at the Almeirim plant. At the international level.2. of fruit farms producing exclusively for SUMOL+COMPAL and the bumper harvest of peaches and pears helped to make this percentage higher than in previous years. The percentage of fruit sourced from Portugal was over 60%. The overall price of the main fruit raw materials fell in 2014 compared to 2013. will be conducted in 2015. The formulations produced by the Product Development area in 2014 led to various market launches. foremost amongst which were Magdalene Mango. The use of sweeteners instead of sugar was extensively studied and led to the replacement of artificial sweeteners for stevia extract across the whole COMPAL low-calorie range. Manufacturing Operations Total production volume at SUMOL+COMPAL‟s five production plants rose to 408 million litres. Quality Assurance and Food Safety Internal and external quality assurance indicators continue to show very positive results. with a view to demonstrating the potential of the processes.000 tonnes. SUMOL+COMPAL will replace processed apricot acquired on the international market with its own. Of note was the processing of apricots. over 2. established for 2014 in accordance with new quantitative assessment methods. the Operations structure managed to introduce improvements in efficiency in 2014 which brought cost reductions. the training plans and the level of compliance with food safety requirements. 5. S.4. at both the industrial and logistics level. The Pombal plant was slightly down. the distribution network was structured so as to allow other food categories (multicategory products) to be incorporated into beverages distribution. SUMOL+COMPAL has relied on the committed collaboration of the Faculdade de Ciências e Tecnologia of the Universidade Nova de Lisboa. the Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) and several biotechnology firms. the project to set up the Angola plant was started in the second half of the year. which remained scarce and expensive for most of the year and only in the last quarter showed signs that the supply chain was stabilising. Industrial trials. corresponding to a 1% rise in manufacturing activity. with new preventative and control measures introduced. | 2014 5. Difficult scientific and technological challenges were overcome and promising results achieved at the pilot scheme level.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Although a multiannual cycle of operational optimisation projects was completed in 2013. due 46 . which achieved its best result ever. In addition we kept promoting the incorporation of Portuguese juices and fruit concentrates purchased to agri-food companies installed in Portugal.3.

internationalisation and culture. personnel training and the design of new processes supported on developed IT systems. In 2014. This implied the installing of new specific equipment at the distribution centres. strengthening the sustainability of the companies providing these services. Work in this area was based on three strategic pillars: talent.1. the SUMOL+COMPAL distribution network was equipped with the necessary capability to combine beverages with other products. The modernisation of the manufacturing plants continued in 2014 through the acquisition of two new fillers for beverages carton at the Almeirim plant and a new monoblock for filling and seaming cans at Pombal. alongside various smaller investments at all the plants. to ensure greater familiarity with the specific circumstances and needs of the various operational areas. a working group was created to concentrate on the project to set up and commence operations at the Angolan plant in terms of equipment. OUR PEOPLE 6. the People. endowed with specialist and generalist responsibilities. | 2014 essentially to a decline in the filling services.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. the personnel management strategy is inseparable from the company‟s overall strategy. Finally. In 2014. In 2014. In 2015. HR Management For SUMOL+COMPAL. various tools were designed and implemented to identify and monitor matters of importance and priority for the management of company personnel. consequently. Once it was complete. In the second half of 2014. developing and retaining talent within its organisation. distribution services for multi-category products were initiated within the capillary distribution network. People are the one factor which differentiate companies today. so SUMOL+COMPAL pays particular attention to attracting. utilities and first pieces of manufacturing equipment. to ensure closer proximity to the organisational structure and personnel and. 47 . and because it relates to an issue of extreme importance to the organisation. the process for harmonising collective bargaining was designed and implemented in the final months of the year. by centralising and rationalising the subcontracted capillary distribution fleet. while all the other plants saw increases. a single collective bargaining agreement (CCT APIAM / PROBEB) will apply to the entire workforce in Portugal. Communication & Sustainability Department was reorganised and the concept of “business partner” created. allowed synergies and greater flexibility of resources to be achieved and the capacity to respond to sales peaks and seasonality to be improved through the increased size of operators. with particular note for Boane. 6. Distribution Network The restructuring of the HoReCa distribution network. which registered very substantial growth. developing and retaining employees who most stand out for their potential and level of performance. the engineering plans were completed and contractors hired to build the infrastructure. to comply with the goal of being operational by mid-2015.5. since without talented employees a company is unable to adapt to challenges and capitalise on the opportunities it faces at any given moment. personnel and processes.A. 5. With regard to talent. Within the industrial structure. S. SUMOL+COMPAL developed and fine-tuned several tools which will provide it in the near future with structured information enabling more detailed analysis for identifying.

mission. 48 . against 76% in 2010) and revealed very positive overall results. given its importance in terms of introducing new ideas and expertise that contribute to the overall growth of all those working at SUMOL+COMPAL. SUMOL+COMPAL recognises and accepts its social responsibilities and. has been favouring the use of variable remuneration which tracks the attainment of goals or proven gains in efficiency and productivity.979 trainees).302 employees. At the end of 2014. values. fully committed and very flexible workforce. With the same objective.198 were in Portugal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. like many other companies. We want to be increasingly seen as a leading company in international terms.A.2. In the early months of 2015. and totalling around 9. SUMOL+COMPAL. code of conduct and transversal policies and also to publicly acknowledge all those employees who have been at the company for over 15 years. both in terms of horizontal and vertical career progression. in the final quarter of 2014 an organisational health survey was conducted which was answered by a very high proportion of employees (86%. employee benefits have taken on even greater importance in a labour market in which there has been a substantial change in common wage practices. As far as culture is concerned. these meetings. The number of employees per each of the company‟s three organizational pillars is as follows: 23. 98 training courses were held. Of course. In 2014.2% in Operations and 10.650 hours of instruction. S. This consisted of organising several meetings with the entire workforce in Portugal to announce the company‟s vision. | 2014 The internationalisation of our business is one of SUMOL+COMPAL‟s strategic priorities and therefore the human resources area has sought to gain expertise in managing expatriate processes and in conducting relations and providing support to expatriates.6% in Support.2% in Business. will come to a close. 25 in Angola and 1 in France. hard and soft skills. we encourage internal recruitment as a means of reconciling the development of skills within the workforce. retaining and developing professional talent under conditions that give employees a real sense of pride is the company's main aim in the area of human resources. we need a highly skilled. With the start-up of operations at the Boane plant in Mozambique. therefore.2% men and 38. The gender split in the company‟s workforce is 61. 6. The situation in which companies and employees find themselves today implies a change in mindset and an adjustment in which annual raises in fixed remuneration will necessarily be limited or non-existent. Attracting. which in general have been very well received. 78 in Mozambique. To achieve this. seeks to provide its employees with an extensive fringe benefits package that provides real support and is seen to do so. enabling a broader spectrum of experiences and functional mobility which we consider rewarding at the individual and collective level. involving 973 employees (1.8% women. a learning process in this area was begun which has also been enriched by the experience earned and also by managing the long-term and temporary re-deployment of several employees. of which 1. In the last two months of 2014. Compensation and Benefits In the demanding economic environment in Portugal in recent years. SUMOL+COMPAL‟s workforce numbered 1. external recruitment is not dismissed. in line with financial possibilities and convenience. 66. a project called “SOMOS+” was begun. We seek to contribute permanently to our employees‟ development.

namely as regards its performance and strategy of internationalisation. namely by improving mobility solutions and the online sales site. both at the external and internal level. S. | 2014 7. 49 . Throughout 2014. storage. which allows the entire organisation to receive the same messages. One consisted of the replacement of the entire servers. mention should also be made of the study into technological support solutions for the operations in Angola. COMMUNICATION At SUMOL+COMPAL. and the dynamics and size of the direct operation in Angola. financial balance and cash-flow management. The very low level of irrecoverable debt registered during the financial year confirm that the credit management policy has been consistently suited to current market conditions. Finally. In recognition of the introduction of this new technology. we regard communication as vital. The Finance Department continued to focus on raising operational efficiency and the management of the level and cost of debt. as well as a number of business monitoring meetings attended by the company‟s directors and managers. were tightly controlled. intranet. As in previous years. which provides support to the business systems used by the company. i. The second saw the introduction of a new business warehouse solution. the company was presented with an award for innovation at the most important event of its type. the replacement of the database underlying the main tool supporting decision-making. whose operationalisation will be the main event of 2015. and the development of a united team with common values. in 2014 SUMOL+COMPAL held a Management Meeting. 2014 was notable for two core projects with very significant impact on the performance of SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. expanding sales and distribution solutions using web-based technologies. the internal mailing service “Nossas Notícias” and our quarterly in-house magazine “Frescas”. providing young people with an extra level of training and experience and also affording them their first direct contact with a real business environment. Internal communication is based on a broad and varied set of tools. with special focus on the variables associated with managing working capital. and as far as technology infrastructure projects are concerned. In terms of community relations. As far as application development is concerned. notice boards. a world leader in these types of applications. behaviours and practices. backup and replication system. it is also important to note the visits organised to the company‟s plants – Pombal and Almeirim in particular – for students of various educational levels. In external terms. which enabled very significant gains in terms of producing management information reports. Credit management during 2014 maintained a very close and detailed examination of the risk factors associated with the business. SUMOL+COMPAL‟s policy is to concentrate its investment on brand communication. As in previous years. although it also undertakes institutional communication of company developments. and extending the route management solution to the sales department. 8. The expansion of SUMOL+COMPAL‟s international operations.e. of particular note amongst the many projects completed were the developments with a view to enabling the widening of the distribution network to incorporate new product categories.A. organised in Portugal by the producer of the software. required certain adjustments to be made in terms of the operational focus and the analysis of credit risk. employees were permanently updated about company developments via the systematic use of our various communication tools: the SUMOL+COMPAL website. OUR SUPPORTING SERVICES In terms of IT systems.

OUR FINANCIAL RESULTS 9. within short periods of time to produce relevant outputs to support decision-making. was continued in 2014. | 2014 Work on developing and perfecting the management model for returnable packaging begun in 2013. At the same time several strategic development studies were developed. in particular materials and services for the factories and marketing in Mozambique and Angola. To add value to the chain. The work of the Procurement Department focused on finding innovative and more rational and sustainable alternatives. marketing materials and industrial services. The Legal Department continued to provide support for daily activities and to assess and support the legality of matters of a strategic nature. efforts centred on establishing medium to long-term partnership arrangements and. BRC Food Safety (British Retail Consortium) and AIB International. of unusually large proportions in the company‟s history. In 2014 the Planning and Management System Department focused on the consolidation of the planning and management control model geared towards internationalization. The gross margin percentage was 52. In the Portuguese operations.A. up 2. The Accounts and Taxes team was directly involved in projects of a strategic nature for SUMOL+COMPAL. special mention for more projects to rationalise packaging materials and energy use. while in 2013 it stood at 51. Special focus was placed on organising the Angolan plant project. Contacts with suppliers were maintained in the aim of establishing partnerships to supply materials and services to international markets.9%. The Internal Audit Office executed the programme approved by the Audit Committee. wherever possible. ISO 14001. down 22. the negotiation of new equipment was strengthened and the adapting of production. Audits were conducted on business. process and analyse a multitude of data. Work also proceeded on centralising the purchasing of more secondary materials. 9.9% to €164 million.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.3%. Profitability Turnover rose to €310 million. The average sales price was up by 3.1%. as well as audits on standards compliance. Providing support for the international operations is a huge challenge for the Procurement Department. Earnings from filling services stood at €9. It must also be stressed the completion of the new management system platform. The year was extremely demanding in the latter aspect as a result of the complex and important projects implemented or underway. Gross margin climbed 4. using the closest suppliers. and which has had very positive results. continuing its main mission to optimise the total cost of materials and services based on the three key elements of quality. Factors which explain this increase are mainly the aforementioned greater integration of the value chain in the international operations and the fall in the price of certain key raw materials.8%.6 million.8% on the preceding year. including its applicability in different internal forums dedicated to the evaluation and discussion of performance. It was necessary to compile. packaging and transport from the SUMOL brand plants to supply the plants in Africa was begun. the result above all of greater integration of the value chain in the international operations in Angola and Mozambique. operational and supporting processes.1. service and price. S. namely the various benchmarks SUMOL+COMPAL is certified for and on customer-specific norms. which covered the areas of operational efficiency and internal control. aiming continued improvement and the maintenance of SUMOL + COMPAL Marcas certifications: ISO 9001. Sales grew by 3.3 million. allowing the launch of a new phase of review of its contents.8% to €300. 50 .

13 per share. when the price closed at €1. a rise of 11. S.3%). Personnel costs fell 1. | 2014 External supplies and services grew by 7.6 million. This ratio stood at 6.3 in 2012.2 million in 2013.7 million. This was influenced by the restructuring in the preceding year and the absence of non-recurring costs.4 million.7%. with particular mention for expenditure on marketing.A.2 million was invested in intangible assets in exclusive client contracts in Portugal. S.2 million. The results achieved in the short-term financial situation this year were better than in 2013.3 million. EBIT stood at €27. The average storage time for stocks rose from 71 to 80 days as a result of the boosting of stocks of finished product in Angola.5% to €34. 9. Earnings before taxes climbed to €8.4.9 million. 9.A. As a result of the above. the consolidated net profit including non controlling interests was €11. Investments Investment in tangible assets by SUMOL+COMPAL stood at €5. to close the year with a deposited cash surplus of €59.6 million.1 million at the end of the year. Financial Situation Net debt was €176. 13.9 million (69%) was allocated to the acquisition and installation of equipment to improve production efficiency and modernise facilities in Portugal.9 in 2013 and 8. This represented a 51 . essentially as a result of the acquisition of 49. The change in these costs is associated with greater activity. SUMOL+COMPAL shares were first traded in the year's opening session on 2 January and last traded on 31 December. benefitting from lower average net interest-bearing debt than in the past year. After computing the taxes for the period. illustrated in the change in the working capital indicators: the improvement in the average collection time from 55 to 51 days was boosted by the rise in the average payment time from 63 to 70 days. unlike in 2013.3.5 million (+6.1m was allocated. Around €2.6 million in 2013.2 million. but penalised by the cost of short-term financing which replaced long-term amortised debt at a more favourable interest rate.9% of the share capital and respective associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas to Copagef.5% to €94. SUMOL+COMPAL Shares In 2014.7 million. EBITDA stood at €41. 4.5 million from €16.8 million at the close of 2014. EBITDA therefore grew €2. Interest charges on financing in 2014 fell to €16.3 million in 2013. An impairment loss in customer debts and inventories of €1. Depreciations and amortizations were calculated according to the estimated working life of company assets. Tax for the period was significantly influenced by the drop in deferred tax liabilities. This cash inflow on 31 December 2014 enabled SUMOL+COMPAL. stemming from the reduction in the corporate tax (IRC) rate. up from €39.4% of turnover.2 times EBITDA. against €270. Shareholders‟ Equity was significantly increased to €224. The figures for net debt were significantly impacted by the proceeds from the sale of 49.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. which amounted to €14. after careful evaluation of the risks involved and an increase in provisions by €0. 9. Around €3.5 million. After assessing goodwill and brands.9% of the capital and associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas by Copagef. no impairment loss was observed.2.

8% the following day to €1. 10. the company had a total of 4. in compliance with pre-defined criteria. SUMOL+COMPAL focused on greater social involvement in African countries.98 on 13 January and a high of €1. is one of the strategic goals of SUMOL+COMPAL‟s sustainability policy. At the end of 2014. and on 9 December when the payment of reserves was announced. 10. and on 27 August. when the company published the Report for the first half of the year. On 30 December 2014. as well as pollution prevention.17. This did not alter the total number of own shares held since. In line with its strategic aim to internationalise.A. therefore.12 to €1. these shares were already considered to belong to the company. more optimised management and the decentralisation of some support ensured that at the close of the year over half a million litres of product had been donated amongst 438 social organisations. However.4% rise in value on the price of €1. 1.020 shares from SUMOL+COMPAL Marcas. the share price stood at €1.05. corresponding to 4.1. when the decisions of the Annual General Meeting and the results for the first quarter of 2014 were made public. namely by reducing its consumption of water and energy at its manufacturing plants.813 own shares. Shares traded at a low of €0. when the results for 2013 were announced. It behaved similarly on 23 September. SUMOL+COMPAL AND THE LOCAL COMMUNITY 10. | 2014 4. the amount of the company‟s products donated fell. and cooperating with the local community. the share price rose from €1. the company has continuously adopted good environmental practices in the aim of improving its environmental performance and focused on the rational and sustainable management of resources. in the commitment to promote responsible environmental behaviour. Compared to 2013. at the announcement of the signing of a new agreement with the Angolan National Private Investment Agency (ANIP). On 30 May.08 at the close in 2013. Conscious of its responsibilities.9% on 2013. the PSI Geral market index fell by 21.81 per share. During 2014. in 2014 it continued its action plan to promote sustainable development at three levels: reducing the environmental impact of its operations. at a price of €1. From January to December 2014. At the close it stood at €1. for the purposes of Article 325-A of the Commercial Company Code (CSC).039. In the week following the announcement of the results for the third quarter (13 November) and the signing of the contract with Copagef (14 November). social and environmental sustainability. On 11 March. the share price remained steady. 52 . as a response to social emergencies and also as a means of acknowledging the market‟s preference for its brands.782.13. Social Capital Since one of SUMOL+COMPAL‟s strategic objectives is to contribute to economic. S. up 208. corresponding to 1.19 on 21 November. the company informed the Portuguese Securities Commission (CMVM) of its acquisition of 1. promoting healthy lifestyles. Natural Capital To contribute to sustainable development by minimising the environmental impact of its activities. rising 4.061.2%.2. in particular in those communities where it is based. where it remained.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.06% of its total share capital.04% of the share capital.242 SUMOL+COMPAL shares were traded.10.

raw materials and energy. referred to in paragraphs 2. S. Matters related to the management of SUMOL+COMPAL‟s social and natural capital can be found in the Consolidated Notes as of 31 December 2014. FUTURE OUTLOOK We expect the fast moving beverages markets in Portugal in 2015 to reverse the downward trend of recent years.444. SUMOL+COMPAL is subject to risks from adverse changes in demand for its products. of this report. It is also responsible for controlling risks associated with the strategic and operating objectives as well as the financing of SUMOL+COMPAL. st This point is developed further in the Consolidated Notes. The SUMOL+COMPAL Group has a system of control based on economic. water and air stemming from its manufacturing operations as a means to respect and preserve the planet. 11.658. the company's management model is described in detail. once again. In view of the Gouveia plant‟s solid and consolidated environmental performance. financial and operations reporting and oversees this control in order to achieve a reasonable degree of confidence as regards the reliability of the data. market risks. MANAGEMENT MODEL In the report on corporate governance. competition. supervises.A. talent retention. | 2014 This commitment is based essentially on prevention and concern for reducing water and energy consumption and careful management of waste and emissions into the soil. concentration or loss of customers. the general economic situation.444. In the normal course of business. it was decided to implement ISO 14001 to ensure environmental management system certification in 2016. It conducts tests. the Board of Directors proposes the following application: Payment of dividends: €15. information technologies. its reputation and environmental risks. 12. SUMOL+COMPAL will continue to make a substantial 53 .3.658. Analysing and monitoring the environmental performance indicators for 2014 show that all legal obligations at SUMOL+COMPAL‟s facilities were complied with and. the legislative framework. BUSINESS RISKS The Board of Directors is responsible for complying with all general and beverages industry specific legislation. which is an integral part of the management report and financial statements. DISTRIBUTION OF INCOME Bearing in mind the parent company's earnings of €15. 14. the Pombal plant managed to renew its EMAS registration.48 This proposal is justified by the capital gain and the cash liquidity level generated by the sale of a participation in the capital of SUMOL+COMPAL Marcas. as of 31 December 2014.48. 13. and 9.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. exercises control and when necessary takes corrective measures. The continued growth in private consumption and normal weather for the summer season will be crucial to this.

We shall continue to place a special focus on our brands and on innovation. our main international market.A. In this context. we estimate that SUMOL+COMPAL‟s turnover and operational profitability in 2015 will be moderately higher than in 2014. At the same time. The Supervisory Board and Statutory Auditor for their constructive oversight. In view of recent Angolan legislation restricting the importing of fast moving beverages. 15. Unilever-Jerónimo Martins and Grupo Damm for their brand development support and cooperation and Genius for its cooperation in developing the manufacturing project in Angola. The consumers and customers of SUMOL+COMPAL's various brands for their continued loyalty. The expertise of Copagef (SUMOL+COMPAL‟s new partner in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas) and its presence in various African markets should help in the introduction of our brands into some of these markets. for their support of The local authorities and communities where our operations are based for their interest and involvement in what we do. However. and in the new image of SUMOL. will depend on the ability to ensure sufficient local production capacity quickly. we shall continue to try and identify strategic partnerships which contribute to the consolidation of the business in Portugal. S. SUMOL+COMPAL plans to achieve a slightly higher turnover this year than last in Portugal. Official organisations in Portugal. The trade associations for their role as prime forums for discussion and defence of our interests.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Copagef for its investment in SUMOL+COMPAL Marcas. Angola and Mozambique SUMOL+COMPAL‟s operations in their respective countries. SUMOL+COMPAL's employees. for responding to our needs. Our suppliers. our capacity to satisfy demand for SUMOL+COMPAL brands. in particular this year. Carnaxide. who through their dedication and ability helped to turn difficult moments into the creation of opportunity. and maintain high sales similar to 2014. We expect higher sales in international markets. | 2014 investment in innovation and marketing of its brands. Bearing in mind the above. for their trust in SUMOL+COMPAL and. whose image has recently been refreshed. ACKNOWLEDGEMENTS SUMOL+COMPAL's achievements during this year could only have been possible thanks to the contribution of a great many people and organisations to whom we owe a debt of gratitude: The shareholders. and in particular Portugal's farmers. 26 February 2015 54 . since we are convinced that these are the key to the sustainability of value creation. Our partners Pepsi-Cola Beverages International. this growth will be highly dependent on the state of sales in Angola. which will be unveiled during the first half of the current year.

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737.884.938.490.892.853.389.627.950.659.126.238. 15 e 39 / 3.68 1.992.315.667.475.781.205.294. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 57 .813.947.066.06 Activ os por impostos correntes / Assets for current taxes 11 4.73 130.743.20 Prov isões / Provisions 19 1.95 33.798.188.938.366.610.13 2.42 64.58 1.712.448.23) Ex cedentes de rev alorização / Revaluation surpluses 14 14.880.040.393.269.092.085.22 625.551.14) 224.705.55 31-12-2014 31-12-2013 100.252.279.92 4.84 Outros activ os correntes / Other current assets 12 5.00 2.194.647.27 625.454.194.039.76 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar / Short-term trade debts payable 17 e 21 / 17 and 21 48.051.070.419.853.882.720.65 Outros inv estimentos financeiros / Other investments 7 e 39 / 7 and 39 69.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.70 Reserv as legais / Legal reserves 14 1.40 131.22 9.52 2.903.01 8 1.061.462.599.28 PASSIVO / LIABILITIES PASSIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT LIABILITIES Empréstimos de longo prazo / Long-term bank loans 16 e 17 / 16 and 17 196.47 207.596.41 3.95 Equiv alentes a caix a / Cash equivalents 13 13.500.565.883.952.873.243.612.080.458.199.185.31 144.20 401.54 564.41 28.719.688.43 Dív idas comerciais de curto prazo a receber / Short-term trade debts receivable 10 51.990.186.30 Passiv os por impostos correntes / Liabilities for current taxes 22 5.97 Resultados retidos / Retained earnings 14 (12.448.374.131.00 4.920.00) TOTAL DO ACTIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT ASSETS TOTAL DO ACTIVO / TOTAL ASSETS 39 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Notas EQUITY AND LIABILITIES Notes CAPITAL PRÓPRIO / EQUITY Accionistas da empresa-mãe: / Parent company equity holders: Capital / Share capital 14 Acções próprias (v alor nominal) / Treasury stock (nominal value) 1 e 14 / 1 and 14 Acções próprias (descontos e prémios) / Treasury stock (discounts and premiums) 14 (494.504.26 158.00) (4.638.121.184.201.176.93 288.848.058.957.723.500.40 56.696.433.678.551.272.555.092.09 473.195.17 32 1.63 Caix a e depósitos bancários / Cash and cash equivalents 13 63.31 159.34 Outras contas de curto prazo a pagar / Other current liabilities 23 12.17 16.416.061.33 Dív idas comerciais de longo prazo a receber / Long-term trade debts receivable Outros activ os não correntes / Other non-current assets Activ os por impostos diferidos / Deferred tax assets TOTAL DO ACTIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT ASSETS ACTIVO CORRENTE / CURRENT ASSETS Inv entários / Stocks 9 e 39 / 9 and 39 31.052.997.72 Intangív el / Intangible 5 e 39 / 5 and 39 286.418.566.595.86 Tangív el / Tangible 6 e 39 / 6 and 39 63.724.15 (214.000.81 433.453.526.18 51.199.447.383.707.370.81 1.43 Alterações nos interesses / Changes in interests 14 34.71 5.57) 5.76 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar / Long-term trade debts payable 17 e 18 / 17 and 18 8.159.594.54 564.451.220.45 Outros passiv os financeiros / Other financial liabilities 24 19.412.01 66.55 TOTAL DO PASSIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT LIABILITIES TOTAL DO PASSIVO / TOTAL LIABILITIES 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO / TOTAL EQUITY AND LIABILITIES As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.004.793.685.849.060.078.825.093.00 71.95) Resultado líquido do período / Net income for the year Interesses não controlados / Non-controlling interests 39 e 40 / 39 and 40 3.58 131.068.00 (4.991.194.358.00 466.161.453.532.63 28.020.881.74 43. S.24 36.813. | 2014 montantes expressos em euros Balanços consolidados em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated balance sheets at 31 December.78 Outras reserv as / Other reserves 14 22.837.354.448.923.00 100.72 113.114.453.144.197.651.11 Passiv os por impostos diferidos / Deferred tax liabilities 32 63.265.318. 15 and 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO / TOTAL EQUITY (20.733.699.356.35 67.00 269.933.07 TOTAL DO PASSIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT LIABILITIES PASSIVO CORRENTE / CURRENT LIABILITIES Empréstimos de curto prazo / Short-term bank loans 17 e 20 / 17 and 20 31.50 288.A.637.91 12.455.88 20.437.636.14) (494.45 91.167. 2014 and 2013 amounts stated in euros ACTIVO Notas ASSETS Notes 31-12-2014 31-12-2013 ACTIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT ASSETS Goodw ill / Goodwill 4 e 39 / 4 and 39 113.126.401.

211.05 Diluídos / Diluted 40 0.327.398.549. 6 and 39 (14.04 4.05 Diluídos / Diluted 40 0.62) (145.23) Amortizações e depreciações / Depreciations and amortizations Prov isões e perdas de imparidade / Provisions and impairment losses 19 (1.931.221.813.05 Outros rendimentos e ganhos / Other operating income 26 e 39 / 26 and 39 11.93 TOTAL DOS RENDIMENTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING INCOME GASTOS OPERACIONAIS / OPERATING COSTS Gasto das v endas / Cost of sales (146.186. | 2014 montantes expressos em euros Demonstrações consolidadas dos resultados dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated income statements for the years ended 31 December.905.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 2014 and 2013 amounts stated in euros RENDIMENTOS E GASTOS Notas INCOME AND GAINS Notes 31-12-2014 31-12-2013 301.000.635.963.426.354.33) (35.464.12 0.823.74) (14.980.444.25) RESULTADOS OPERACIONAIS / NET OPERATING PROFIT (LOSS) Outros resultados financeiros / Other financial gains (losses) 39 27.86 311.A.22) Outros gastos e perdas / Other costs and losses 30 (3.32 320.082.683. S.225.046.12) Gastos com o pessoal / Employee benefits costs 29 (34.190.12 0.921.328.74) TOTAL DOS GASTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING COSTS (293.481.109.24 RESULTADOS ANTES DE IMPOSTOS / PRE-TAX PROFIT (LOSS) Imposto sobre o rendimento do período / Corporate income tax for the year 32 e 39 / 32 and 39 RESULTADOS APÓS IMPOSTOS / NET PROFIT (LOSS) AFTER TAXES Resultado atribuív el aos accionistas da empresa mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 3.00 4.574.60) 11.44) 8.48) (287.548.978.068.12 0.246.044.455.102.544.05 Básicos / Basic 40 0.64 14 5.65) Fornecimentos e serv iços ex ternos / Outside supplies and services 28 (94.64 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests RESULTADO POR ACÇÃO / PROFIT (LOSS) PER SHARE Incluindo operações em descontinuação / Including discontinuing operations Básicos / Basic 40 0.103.67) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS 11.68 31 e 39 / 31 and 39 (19.100.25 4.05 Ex cluindo operações em descontinuação / Excluding discontinuing operations As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.31) (1.799.555. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 58 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .25 4.548.967.870.25 (151.126.788.09) (2.662.058.38 24.39) (87.34) (20.61 RENDIMENTOS OPERACIONAIS / OPERATING INCOME Réditos / Revenue 25 e 39 / 25 and 39 309.136.31 3 e 15 / 3 and 15 6.403.663. 6 e 39 / 5.428.009.763.903.473.29) 5.903.12 0.573.805.020.856.570.080.21 (61.091.015.403.999.490.81 10.003.186.493.

490.809.042.738.058.47 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.571.555.00 4.031.330.728.855.94 7.346.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.609. 2014 and 2013 amounts stated in euros Notas Notes 31-12-2014 31-12-2013 Resultado atribuív el aos accionistas da empresa-mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 14 5.346. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas dos rendimentos integrais dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated comprehensive income statements for the years ended 31 December.31) 3.990.67) 11.360.000.809.403.556.813.94 7.823.25 4.89) (728.59 (4.089.011.59 - (155.64) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS OUTROS GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO: / OTHER PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY: Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 Outros aumentos/diminuições / Other increases/decreases (3.764.25 (151.903.95 GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO ANTES DOS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY BEFORE NON-CONTROLLING INTERESTS Outros ganhos (perdas) atribuív eis aos interesses não controlados / Other profits (losses) attributable to non-controlling interests GANHOS (PERDAS) CONSOLIDADOS RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED PROFITS (LOSSES) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS RECOGNIZED IN EQUITY 8.64 773.080. S.12) 8. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 59 .186.58 4.548.A.31 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests 15 6.715.

080.80 - - - - - - - - - - - - - 5.992.00) (4.500.209.837.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.803.813.728.092.051.813.666.011.64 (730.358.813.330.67) (3.843.194.23) 16.58 - - - - - - (184.75) - Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year 39 e 40 / 39 and 40 - - - - - - - - 4.54 - - - - - - - 928.58 - 773.358.873.90 1.850.569.903.00 Aplicação do resultado de 2012 / 2012's net profit (loss) distribution (3.97 - - 34.00 6.571.916.651.75 123.14) 14. 2014 to 31 December.370.43 (20.268.59) - (6.358.15 34.685. 3 and 15 - 34. líquido Accionistas da do período Share Treasury Treasury Revaluation Legal Other Changes Retained Net capital stock (NV) stock (DP) surpluses reserves reserves in interests earnings profit (loss) empresa-mãe Parentcompany shareholders Interesses Total do não control.089.039.91) - (2.89) (494.51 (4.151.00 - - - - - (184.57) 4.00) (485.000.73 (4.719.320.490. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 60 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .000.95) 5.061.06) (494.00 Aplicação do resultado de 2013 / 2013's net profit (loss) distribution Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year Diferenças no interesse na S+Cm / Changes in S+Cm's interest (4.28 39 e 40 / 39 and 40 Distribuição de reserv as / Distribution of reserves Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives - - - - 2.565.370.00 159.59 - - - - - - (134.282.78 33.20) - (20.58 - 773. 2014 100.719.161.571. 2014 100.599.00) (9.00) (184.345.151.17 1.56 (59.020.813.566.70 1.345.75 (928.51) (214.28 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.359.53 - - - - - - - - 773.000.121.061.089. 2014 Saldo em 1 de Janeiro de 2014 / Balance at 1 January.831.97 - 34.86) - - - (727.080.548.31) (214.368.061.42 - - - - 880.490.358.651.197.990.990.401.823.14) 130.23) 16.992.813.354.25 1.722.98) - (134.98) (722.997.43 - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - Outros / Other - Saldo em 31 de Dezembro de 2013 / Balance at 31 December.555.29 - (25.107. 2013 100.401.255.70 1.318.31 131.252. 2013 Saldo em 1 de Janeiro de 2013 / Balance at 1 January. Total interests equity 1 de Janeiro de 2014 a 31 de Dezembro de 2014 1 January.500.42 (151.186.571.274. 2013 to 31 December.78 33.318.194.91) 29.A.115.91) (4.45) 4.020.803.194.803.25) 16.565.98) - (4.59 - 4.595.638.092.97 (12.58 64.119.04 53.651.02) 123. 2014 and 2013 Capital Notas Acções Acções Excedentes de social próprias (VN) próprias (DP) Notes amounts stated in euros Reservas revalorização legais Alterações Resultados reservas nos interesses Outras retidos Res.843.00 (125. 3 e 15 / 1.000. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas das alterações no capital próprio dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated equity changes statement for the years ended 31 December.051.97 - - - (6.555.595.555.453.15 224.990.95 1 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2013 1 January.403.490.936. S.31 Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 - - - - - - 4.59) - - - - - - - - - - Realização de ex cedentes / Realization of surpluses - - - - - - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - - Outros / Other - - 17 Saldo em 31 de Dezembro de 2014 / Balance at 31 December.00 5.737.57) 4.554.78 33.00 (4.453. capital próprio Non-control.89) 57.831.345.53) (6.359.31 131.000.500.14) 130.724.722.586.58 22.500.633.089.666.688.555.251.020.59) 4.462.59 - 4.020.688.000.31 4.121.092.699.555.532.565.00) (494.837.722.151.080.171. 2013 100.092.91) 928.25 11.068.058.

12 Pagamentos a fornecedores / Payments to trade creditors (267.08) Flux os das activ idades de financiamento / Cash used in financing activities Variação de caix a e seus equiv alentes / Net change in cash and cash equivalents (33.76) 16.A.204.062.956.044.034.961.30 - Activ os fix os tangív eis / Tangible assets 761. | 2014 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated cash flow statements for the years ended 31 December.188.428.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.553.16) - (130.173.946.738.445.335.914.181.04) Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Amortização de contratos de locação financeira / Leasing contracts amortization Juros e custos similares / Interest and similar costs Div idendos / Dividends (281.881.710.67) 37.624.917.836.184.786.00) (5.104.810.14 (104.023.41 42.321.722.151.547.857.322.515.682.722.43) (3.753.660.93) (71.166.713.892.55) (17.64 Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments - (310.444.965.66) (6.454.043.159.077.39 55.904.458.580.189.590. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 61 .677.64 89.266.462.490.25 61.217.522.602.553.770.235.17 88.058.471.91) Outros / Other (1.59) Aquisição de acções próprias / Treasury stock acquisitions (31.89) (6.846.77 221.073.88) (55.91) (2.557.272.033.50 77.623.993.61 Flux o gerado pelas operações / Cash generated by operations Flux os das activ idades operacionais / Cash flow from operating activities ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO / INVESTMENT ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments 88.023.05) 43.736.854.443.411.262.148.54) (33.090.885.304.14 Flux os das activ idades de inv estimento / Cash used in investment activities ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO / FINANCING ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Outros / Other 210.342.90) Activ os fix os intangív eis / Intangible assets (1.018.000.867.884.94) (1.37 Caix a e seus equiv alentes no início do período / Cash and cash equivalents at the beginning of the year 13 (26.00 - 87.675.677.428.738.805.880.38) 83.49 49.83 Subsidios de inv estimento / Investment subsidies 170.04 1.11 (26.84) Recebimento (pagamento) do imposto sobre o rendimento / Corporate tax (payments) refunds (2.961.880.17 Juros e prov eitos similares / Interest and similar income 290.14) As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.276.555.73 Recebimento (pagamento) do imposto sobre o v alor acrescentado / VAT (payments) refunds (1.14) (235.07 323.810.892.52 (4.639. S.34) Notes ACTIVIDADES OPERACIONAIS / OPERATING ACTIVITIES: Pagamentos ao pessoal / Payments to employees (33.15) (52.677.06) (4.223.663.441.52 1.64) (43.166.51) Caix a e seus equiv alentes no fim do período / Cash and cash equivalents at the end of the year 13 50.14) (87. 2014 and 2013 montantes expressos em euro amounts stated in euros Notas 31-12-2014 31-12-2013 Recebimentos de clientes / Receipts from trade debtors 343.229.334.56) 72.74) 86.32) (18.17 88.82) Activ os fix os tangív eis / Tangible assets (5.363.39 Outros recebimentos (pagamentos) relativ os à activ idade operacional / Other receipts (payments) relating to operating activities (1.

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Notas Consolidadas
em 31 de Dezembro de 2014
(montantes expressos em Euro)

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(investidor@sumolcompal.pt).

ÍNDICE
Nota introdutória ..................................................................................................................................................... 65
Bases de apresentação ....................................................................................................................................... 65
Referencial de relato........................................................................................................................................ 65
Declaração de conformidade ........................................................................................................................ 65
Consistência na apresentação ..................................................................................................................... 65
Alterações de políticas .................................................................................................................................... 65
Principais políticas contabilísticas .................................................................................................................... 65
Goodwill ............................................................................................................................................................... 65
Activo intangível ................................................................................................................................................ 66
Activo tangível ................................................................................................................................................... 66
Investimentos financeiros em subsidiárias ............................................................................................... 66
Outros investimentos financeiros ................................................................................................................ 67
Locação financeira ........................................................................................................................................... 67
Locação operacional........................................................................................................................................ 67
Inventários........................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a receber ....................................................................................................................... 67
Caixa e equivalentes a caixa ........................................................................................................................ 67
Empréstimos ...................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a pagar ........................................................................................................................... 67
Encargos financeiros com empréstimos obtidos .................................................................................... 68
Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ................................................... 68
Provisões ............................................................................................................................................................. 68
Imposto sobre o rendimento ......................................................................................................................... 69
Regime contabilístico do acréscimo e rédito ........................................................................................... 69
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas ............................................................. 69
Classificação de activos e passivos não correntes ............................................................................... 69
Reserva legal ..................................................................................................................................................... 69
62

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira .................................................................... 70
Imparidade do goodwill ................................................................................................................................... 70
Imparidade das marcas .................................................................................................................................. 70
Imparidade de outros activos ........................................................................................................................ 70
Contingências .................................................................................................................................................... 71
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2).............................................................................. 71
Benefícios com pensões de reforma .......................................................................................................... 71
Acontecimentos após a data do balanço .................................................................................................. 71
Estimativas e julgamentos contabilísticos relevantes ................................................................................ 71
Gestão do risco ...................................................................................................................................................... 72
De mercado ........................................................................................................................................................ 72
Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços .......................................................................... 73
Associados a stakeholders ............................................................................................................................ 73
Operacionais e patrimoniais .......................................................................................................................... 74
Legais ................................................................................................................................................................... 75
Financeiros ......................................................................................................................................................... 75
Tecnologias de informação ........................................................................................................................... 83
1.

Empresas incluídas na consolidação .................................................................................................. 85

2.

Empresas associadas .............................................................................................................................. 86

3.

Comparabilidade e alterações ocorridas no Grupo ........................................................................ 86

4.

Goodwill ........................................................................................................................................................ 87

5.

Activo intangível ......................................................................................................................................... 88

6.

Activo tangível ............................................................................................................................................ 89

7.

Outros investimentos financeiros ......................................................................................................... 91

8.

Dívidas comerciais de longo prazo a receber .................................................................................. 91

9.

Inventários ................................................................................................................................................... 91

10.

Dívidas comerciais de curto prazo a receber ................................................................................... 92

11.

Activos por impostos correntes ............................................................................................................. 93

12.

Outros activos correntes ......................................................................................................................... 93

13.

Caixa e equivalentes a caixa ................................................................................................................. 94

14.

Capital ........................................................................................................................................................... 94

15.

Interesses não controlados .................................................................................................................... 96

16.

Empréstimos de médio e longo prazo ................................................................................................ 96

17.

Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ............................................ 97

18.

Dívidas comerciais de longo prazo a pagar ...................................................................................... 98

19.

Provisões e perdas de imparidade acumuladas ............................................................................. 98

20.

Empréstimos de curto prazo .................................................................................................................. 99

21.

Dívidas comerciais de curto prazo a pagar ....................................................................................... 99

22.

Passivos por impostos correntes ......................................................................................................... 99

23.

OUTROS Passivos correntes .............................................................................................................. 100
63

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

24.

Outros passivos financeiros ................................................................................................................. 100

25.

Réditos ........................................................................................................................................................ 101

26.

Outros rendimentos e ganhos ............................................................................................................. 101

27.

Locação operacional .............................................................................................................................. 101

28.

Fornecimentos e serviços externos ................................................................................................... 102

29.

Gastos com o pessoal ........................................................................................................................... 103

30.

Outros gastos e perdas ......................................................................................................................... 103

31.

Resultados financeiros .......................................................................................................................... 104

32.

Impostos sobre o rendimento .............................................................................................................. 104

33.

Partes relacionadas ................................................................................................................................ 108

34.

Actividade desenvolvida pelos administradores não executivos ............................................. 110

35.

Responsabilidade social ....................................................................................................................... 111

36.

Contingências ........................................................................................................................................... 115

37.

Matérias ambientais................................................................................................................................ 116

38.

Plano de pensões .................................................................................................................................... 117

39.

Segmentos operacionais....................................................................................................................... 117

40.

Resultados por acção ............................................................................................................................ 121

41.

Normas aprovadas no período e normas com eficácia posterior ............................................ 121

42.

Acontecimentos após a data do balanço ......................................................................................... 121

43.

Data de autorização para emissão das demonstrações financeiras ...................................... 121

64

depois de reavaliado o justo valor dos activos e passivos identificáveis. a aplicação da IFRS 3 implica descontinuar a amortização do goodwill desde o princípio do primeiro período anual com início em ou após 31 de Março de 2004.A. quando negativas. o Grupo procedeu à interrupção da amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005. águas. e foi constituída em 26 de Janeiro de 1970. Deste modo. se positivas. definido em 20 anos. 65 . o Grupo amortizava o goodwill no período estimado de recuperação do investimento. Consistência na apresentação As políticas contabilísticas a seguir apresentadas foram aplicadas de forma consistente a todas as entidades do Grupo em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas daquele. derivados e conservas de frutos e vegetais.º 35/2005. (“SUMOL+COMPAL”. A Empresa tem sede na Estrada da Portela. Até 31 de Dezembro de 2004. “S+C” ou “Empresa”) e empresas subsidiárias e tem como actividade principal a produção e comercialização de refrigerantes. de 17 de Fevereiro. S. Alterações de políticas Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não ocorreram alterações de políticas contabilísticas face às consideradas na preparação da informação financeira relativa ao período anual anterior. S. na sua regulamentação para a legislação portuguesa através do Decreto-Lei (“DL”) n. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram: Goodwill As diferenças entre o valor de aquisição dos investimentos em empresas do grupo e o montante atribuído ao justo valor dos activos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição. As demonstrações financeiras consolidadas anexas são apresentadas em euros (moeda funcional).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. tal como adoptadas pela UE.º 9. BASES DE APRESENTAÇÃO As bases de apresentação na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram as seguintes: Referencial de relato No âmbito do disposto no Regulamento (CE) n. Contudo.A. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as IAS/IFRS emitidas pelo IASB. n. as demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") conforme endossadas pela União Europeia (“UE”) a partir do exercício de 2005.º 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 19 de Julho. sumos de frutas. | 2014 NOTA INTRODUTÓRIA O Grupo SUMOL+COMPAL (“Grupo”) é constituído pela SUMOL+COMPAL. por esta ser a divisa preferencialmente utilizada no ambiente económico em que o Grupo opera. cervejas. As IAS/IFRS incluem as normas emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"). em Carnaxide. directamente em ganhos do período. são escrituradas na rubrica “Goodwill” (Nota 4) e. bem como as interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (“IFRIC”) e pelos respectivos órgãos antecessores.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. durante o período da respectiva vigência (3 a 5 anos). são capitalizadas e depreciadas de acordo com a vida útil remanescente dos correspondentes bens. As beneficiações de montante significativo que aumentam o período estimado de utilização dos respectivos bens. As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. Estes activos são depreciados a partir do momento em que os activos subjacentes estejam disponíveis para uso. O valor recuperável das marcas escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. O activo intangível só é reconhecido se for identificável. Activo tangível Os activos fixos tangíveis encontram-se escriturados ao valor de aquisição deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas de imparidade acumuladas (Nota 6). As amortizações dos direitos contratuais são calculadas pelo método das quotas constantes. controlado pelo Grupo e for provável que dele advenham benefícios económicos futuros para o Grupo e se possa medir razoavelmente o seu valor. Investimentos financeiros em subsidiárias As participações financeiras nas empresas em que o Grupo está exposto ou é detentor de direitos relativamente a resultados variáveis por via do seu relacionamento com a investida e tem capacidade para afectar esses resultados através do poder que exerce sobre ela (definição de controlo utilizada pelo Grupo). durante o período estimado da sua vida útil a partir do exercício em que o activo se encontra disponível para uso e são escrituradas na demonstração dos resultados na rubrica de "Amortizações e depreciações". deduzido das amortizações acumuladas e eventuais perdas de imparidade. tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. as depreciações são calculadas pelo método das quotas constantes a partir do ano em que os bens entram em funcionamento (uso). As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. encontrando-se os mesmos escriturados ao valor de aquisição. tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. | 2014 O valor recuperável do goodwill escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. O activo intangível é composto por direitos contratuais decorrentes de contratos de exclusividade celebrados com clientes e por marcas. independentemente da existência de sinais desta. por contrapartida da rubrica "Amortizações e depreciações" da demonstração dos resultados. conforme quadro abaixo: Anos de vida útil Instalações 5 a 50 Equipamento básico 4 a 25 Equipamento de transporte 6 a 25 Ferramentas e utensílios 4 a Equipamento administrativ o 3 a 10 Taras e v asilhame 3 a Outros activ os tangív eis 3 a 25 8 7 As despesas correntes com reparação e manutenção do activo tangível são escrituradas como gasto no exercício em que ocorrem. 66 . Activo intangível O activo intangível encontra-se escriturado ao valor de aquisição. sendo imputadas numa base sistemática durante a vida útil estimada para o activo pelo Grupo. Regra geral. S. independentemente da existência de sinais desta.A. Os activos tangíveis em curso representam imobilizado ainda em fase de construção/desenvolvimento. foram incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas pelo método de consolidação integral. igualmente acumuladas (Nota 5).

são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com o método do juro efectivo. bem como as correspondentes responsabilidades. 10 e 19). são apresentados separadamente no balanço consolidado e na demonstração consolidada dos resultados. incluindo despesas de transacção. os saldos e os dividendos distribuídos entre empresas do Grupo são eliminados. Empréstimos Os empréstimos são escriturados ao custo amortizado (Notas 16 e 20). que são os justos valores das retribuições dadas por eles. As transacções. que corresponde à quantia pela qual o passivo financeiro é mensurado no reconhecimento inicial (justo valor) menos os reembolsos de capital e a amortização cumulativa usando o método do juro efectivo de qualquer diferença entre essa quantia inicial e a quantia na maturidade. Locação financeira Os activos tangíveis adquiridos mediante contractos de locação financeira (“Leasing”). Caixa e equivalentes a caixa Os montantes incluídos na rubrica de "Caixa e equivalentes de caixa" (Nota 13) correspondem aos valores de caixa. spread e custos de transacção. deduzidos de eventuais perdas de imparidade acumuladas. Outros investimentos financeiros Os investimentos financeiros noutras empresas são inicialmente escriturados pelos respectivos valores de aquisição. Esta rubrica inclui ainda os descobertos bancários a qual é apresentada como equivalentes a caixa no passivo. De acordo com este método. utilizando como método de custeio para as matérias-primas o custo médio e para os produtos acabados o custo standard. Os valores de aquisição destes investimentos são inferiores aos respectivos valores de realização. na rubrica "Interesses não controlados" (Nota 15). os juros incluídos no valor das rendas e as amortizações do activo tangível são reconhecidos como gastos na demonstração dos resultados do período a que respeitam.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Dívidas comerciais a pagar As dívidas a fornecedores e outras dívidas a terceiros são escrituradas inicialmente ao justo valor e subsequentemente ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo (Notas 18 e 21). O valor realizável líquido corresponde ao preço de venda normal deduzido dos gastos de comercialização. depósitos bancários à ordem e a prazo e outras aplicações de tesouraria com vencimento a menos de três meses e para os quais o risco de alteração de valor não é significativo. reconhecendo o activo tangível. Na aquisição de empresas do Grupo é seguido o método da compra. durante o período de aluguer a que respeitam (Nota 27). as rendas pagas são reconhecidas como gasto. Inventários Os inventários são valorizados ao menor do gasto de aquisição/produção ou do valor realizável líquido (Nota 9). o gasto de juros é imputado ao passivo financeiro durante o período relevante descontando os pagamentos de caixa futuros estimados durante a sua vida esperada. correspondente à participação de terceiros nas mesmas. deduzidos de eventuais perdas de imparidade (Notas 8. A estimativa destes fluxos de caixa considera os termos contratuais do passivo financeiro tais como comissões. respectivamente. Dívidas comerciais a receber As dívidas de clientes e as outras dívidas de terceiros são inicialmente escrituradas ao justo valor e subsequentemente mensuradas ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo. Adicionalmente.A. S. regularmente revisto à luz das condições correntes. as depreciações acumuladas correspondentes (Nota 6) e as dívidas pendentes de liquidação de acordo com o plano financeiro contratual. Locação operacional Os bens cuja utilização decorre do regime de aluguer de longa duração ("ALD") estão contabilizados pelo método de locação operacional. Os inventários de todas as empresas incluídas na consolidação foram valorizados de acordo com os critérios de valorimetria da empresa-mãe. | 2014 O capital próprio e o resultado líquido destas empresas. 67 .

com as seguintes condições: i. A contratação de tais instrumentos é efectuada de acordo com as políticas de gestão de risco aprovadas pelo Conselho de Administração. Na ausência de preços de mercado. cumulativamente. Se as operações de cobertura apresentarem ineficácia. iv. iii. tais como interest rate swaps (“swaps”) (Nota 16) e forwards cambiais (“forwards”). à data de início da transacção. através de instrumentos derivados. a eficácia da cobertura possa ser mensurada com fiabilidade à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. S. Cobertura de fluxos de caixa Sempre que as expectativas de evolução de taxas de juro e de câmbio o justifiquem. o justo valor dos derivados é estimado com base em instrumentos cotados. Os instrumentos financeiros derivados utilizados para fins de cobertura podem ser classificados contabilisticamente como de cobertura desde que cumpram. a relação de cobertura encontra-se identificada e formalmente documentada. Sempre que disponível. na medida em que sejam consideradas coberturas eficazes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. esta é registada directamente em resultados. ii. reconhecendo-se o gasto dos juros e todos os outros gastos inerentes ao longo da vida útil esperada dos mesmos (Notas 16 e 20). os custos associados aos financiamentos cobertos são periodizados à taxa inerente à operação de cobertura contratada. Desta forma e em termos líquidos. as variações no justo valor são inicialmente registadas por contrapartida de capitais próprios e posteriormente reclassificadas para resultados. para operações de cobertura de fluxos de caixa. o justo valor dos derivados é estimado através do método de fluxos de caixa descontados. ocorra uma saída de recursos e que o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. | 2014 Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com os empréstimos obtidos são reconhecidos de acordo com o método do juro efectivo. à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. existe a expectativa de que a relação de cobertura seja altamente efectiva. As provisões são revistas na data de cada balanço e são ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa a essa data. Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura O Grupo recorre à contratação de instrumentos financeiros derivados (Nota 17) com o fim único e exclusivo de cobrir os riscos de taxa de juro de financiamentos bancários contratados e de taxa de câmbio associado a fluxos financeiros em moeda estrangeira. Estas operações são registadas no balanço pelo seu justo valor e. as variações de justo valor do derivado acumuladas em reservas são reconhecidas em resultados quando a operação coberta também afectar resultados. do instrumento de cobertura e a avaliação da efectividade da cobertura. os mesmos devem ser altamente prováveis de virem a ocorrer. à medida que o item coberto gere perdas ou ganhos. incluindo a identificação do item coberto. 68 . Provisões As provisões (Nota 19) são reconhecidas quando. ou quando a cobertura deixa de cumprir os critérios exigidos para a contabilidade de cobertura. para a resolução dessa obrigação. e somente quando.A. o Grupo tem uma obrigação presente (legal ou implícita) resultante de um evento passado e é provável que. Quando um instrumento de cobertura expira ou é vendido. o Grupo procura contratar operações de protecção contra movimentos adversos.

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Imposto sobre o rendimento
O imposto sobre o rendimento do período é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação e considera a tributação diferida.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação de acordo com as regras fiscais em vigor no local da sede
de cada uma delas (Notas 11 e 22), considerando a tributação diferida.
Os impostos diferidos (Nota 32) são calculados com base no método da responsabilidade de
balanço e reflectem as diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para
efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos quando existem expectativas razoáveis de
lucros fiscais futuros suficientes para os utilizar. No final de cada período é efectuada uma
revisão dos impostos diferidos escriturados, bem como dos não reconhecidos, sendo os
mesmos reduzidos sempre que deixe de ser provável a sua utilização futura ou escriturados,
desde que, e até ao ponto em que, se torne provável a geração de lucros tributáveis no futuro
que permitam a sua recuperação.
Regime contabilístico do acréscimo e rédito
Os gastos e os rendimentos são contabilizados no exercício a que dizem respeito,
independentemente da data do seu pagamento ou recebimento. Os gastos e os rendimentos
cujo valor real não seja conhecido são contabilizados por estimativa.
Nas rubricas "Outros activos correntes" (Nota 12) e "Outros passivos correntes" (Nota 23)
registam-se os rendimentos e os gastos imputáveis ao exercício corrente e cujas receitas e
despesas ocorrerão em exercícios futuros, bem como as receitas e as despesas já ocorridas
respeitantes a exercícios futuros, a imputar aos resultados de cada um desses exercícios pelo
valor que lhes corresponde.
Os réditos (Notas 25 e 39) decorrentes de vendas e de prestações de serviços são
reconhecidos na demonstração consolidada dos resultados quando os riscos e vantagens
significativos inerentes à posse dos activos são transferidos para o comprador e o montante
dos réditos possa ser razoavelmente quantificado. Os réditos são reconhecidos líquidos de
impostos e descontos.
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas
O Grupo reconhece estes subsídios quando tem na sua posse informações que permitam
concluir, por um lado, que as empresas elegíveis reúnem os requisitos para cumprir as
condições a eles associadas e que, por outro, os fluxos de caixa deles decorrentes fluirão
efectivamente para aquelas.
Após a verificação das circunstâncias acima descritas, o Grupo adopta umas das seguintes
metodologias na escrituração destes subsídios:
i. os destinados à exploração são reconhecidos na demonstração dos resultados do
período a que respeitam;
ii. os atribuídos a fundo perdido para financiamento da aquisição de activos tangíveis são
escriturados, como rendimentos diferidos, na rubrica de “Outros passivos correntes”
(Nota 23), e reconhecidos na demonstração dos resultados proporcionalmente às
amortizações dos activos tangíveis subsidiados.
Classificação de activos e passivos não correntes
Os activos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano da data de balanço são
classificados, respectivamente, como activos e passivos não correntes.
Reserva legal
A legislação societária Portuguesa estabelece que pelo menos 5% do resultado líquido anual
tem que ser destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do
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capital social (Nota 14). Esta reserva não é distribuível, a não ser em caso de liquidação, mas
pode ser utilizada para absorver prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas, e
para incorporação no capital social.
Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira
Os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros
utilizando as taxas de câmbio vigentes na data dos balanços.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as
taxas de câmbio em vigor na data das transacções e as vigentes na data das cobranças,
pagamentos ou à data do balanço, são escrituradas como rendimentos e gastos na
demonstração consolidada dos resultados do exercício.
A moeda funcional das unidades operacionais detidas no estrangeiro é a mesma da entidade
que relata, ou seja, o euro.
Imparidade do goodwill
Por ter vida útil indeterminada, o goodwill (Nota 4) não é amortizado, mas antes anualmente
sujeito a teste de imparidade. O goodwill encontra-se escriturado pelo seu custo deduzido de
eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se escrituram em resultados
financeiros.
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, o goodwill é associado a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil.
Imparidade das marcas
Por terem igualmente vida útil indeterminada, as marcas (Nota 5) não são amortizadas, mas
antes anualmente sujeitas a teste de imparidade. As marcas encontram-se escrituradas pelo
seu custo deduzido de eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se
escrituram na demonstração dos resultados em "Provisões e perdas de imparidade".
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, as marcas são associadas a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil (Nota 19).
Imparidade de outros activos
É efectuada uma avaliação de imparidade à data do balanço e sempre que se identifique um
evento ou alteração nas circunstâncias indicativo de que possa não ser recuperado o valor de
escrituração de um activo. Caso este seja superior à sua quantia recuperável reconhece-se
uma perda de imparidade, escriturada na demonstração dos resultados em "Provisões e
perdas de imparidade" (Nota 19).
A quantia recuperável é o valor mais elevado entre o justo valor menos o gasto de venda e o
seu valor de uso. O primeiro é o valor que se obteria com a alienação do activo numa
transacção ao alcance das partes envolvidas, deduzido dos gastos directamente atribuíveis à
alienação. O segundo é o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados que se esperam
obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da sua vida útil. A quantia
recuperável é estimada para cada activo individualmente ou, caso não seja possível, para a
unidade geradora de caixa a que pertence.
A reversão de perdas de imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é escriturada na
demonstração dos resultados, em “Outros rendimentos operacionais”, quando existem indícios
de que já não existem ou diminuíram. Contudo, a reversão é efectuada até ao limite da quantia
que estaria reconhecida (líquida de amortização ou depreciação) caso a perda de imparidade
não se tivesse escriturado em exercícios anteriores.

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Contingências
As responsabilidades contingentes não são reconhecidas nas demonstrações financeiras
consolidadas (Nota 36). As mesmas são divulgadas nas notas consolidadas, a menos que a
possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota.
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2)
Algumas das unidades produtivas do Grupo encontram-se abrangidas pelo mercado europeu
de Gases com Efeito de Estufa (GEE). Até à data, o IASB não regulamentou ainda a política
contabilística que permita às entidades escriturar a atribuição e transacção de licenças de
emissão dos GEE (Nota 37). Não obstante, o Grupo entendeu ser adequado adoptar a que a
seguir se descreve:
i. as licenças de emissão de GEE atribuídas a título gratuito não dão lugar ao
reconhecimento de qualquer activo ou passivo, o mesmo se aplicando às emissões que
lhes estão associadas;
ii. os rendimentos de que o Grupo possa vir a beneficiar resultantes da alienação de
direitos de emissão serão escriturados na rubrica “Outros rendimentos operacionais”;
iii. quando existirem indícios de que as emissões anuais de CO2 irão exceder as licenças
atribuídas anualmente, o Grupo procederá à escrituração do correspondente passivo na
rubrica “Outros acréscimos de gastos”, por contrapartida da rubrica “Outros gastos
operacionais”, tendo como base de mensuração a cotação de fecho da data do balanço
consolidado anual;
iv. as licenças que o Grupo tenha eventualmente de adquirir darão lugar ao reconhecimento
de um activo intangível, pelo respectivo preço de aquisição, na rubrica “Propriedade
industrial e outros direitos”.
Benefícios com pensões de reforma
As responsabilidades pelo pagamento de pensões de reforma (por velhice ou invalidez) e de
sobrevivência são escrituradas em conformidade com o disposto na IAS 19 para os planos de
contribuição definida (Nota 38), sendo os gastos com a atribuição dos planos reconhecidos à
medida que os serviços são prestados pelos empregados beneficiários (na rubrica “Gastos com
o pessoal”).
Acontecimentos após a data do balanço
Os eventos ocorridos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre
condições que existiam à data do balanço são reflectidos nas demonstrações financeiras
consolidadas. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre
condições que ocorram após a data do balanço, se materiais, são divulgados nas notas
consolidadas (Nota 42).
ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS CONTABILÍSTICOS RELEVANTES
A preparação de demonstrações financeiras consolidadas exige que a gestão do Grupo efectue
julgamentos e estimativas que afectam os montantes de rendimentos, gastos, activos, passivos
e divulgações à data de relato, pelo que as presentes demonstrações financeiras incluem
rubricas que resultam de estimativas e julgamentos utilizados na aplicação das políticas
contabilísticas do Grupo.
As estimativas acima referidas são determinadas pelos julgamentos da gestão do Grupo, o
qual se baseia na melhor informação e conhecimento de eventos presentes, e em alguns casos
em relatos de peritos independentes, e nas acções que a empresa considera poder vir a
desenvolver no futuro.
O Conselho de Administração considera que as escolhas efectuadas são as apropriadas e que
as demonstrações financeiras consolidadas apresentam, de forma adequada, a posição
financeira do Grupo e o resultado das suas transacções em todos os aspectos considerados
materialmente relevantes.
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(iii) desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. o que se procura fazer na SUMOL+COMPAL. Além disso. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. S. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. vi. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. estimativa de imposto sobre o rendimento (Nota 32). e de (iv) realizar metade das vendas de 400 milhões de euros fora de Portugal. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. estimativa de imparidade em clientes (Nota 19). Nos mercados internacionais. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que a SUMOL+COMPAL disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). estimativa de imparidade do goodwill (Nota 4). a SUMOL+COMPAL tem a ambição de (i) liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. | 2014 O uso de estimativas e de pressupostos representa um risco em originar ajustamentos nos períodos futuros. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. estimativa de imparidade das marcas (Nota 5). v. em geral. A relação com os clientes não obriga. os mercados de bebidas de alta rotação onde a SUMOL+COMPAL opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. iii. Não obstante este enquadramento difícil. (ii) conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. havendo contudo. ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. ii.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. GESTÃO DO RISCO Na sequência do referido no ponto 12 do Relatório de Gestão desenvolvem-se seguidamente os diversos riscos a que o Grupo está exposto: De mercado Em Portugal. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. estimativa da vida útil dos activos tangíveis (Nota 6). Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. a que estes adquiram quantidades mínimas. Sazonalidade e actividades promocionais em preço As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. Em consequência. As principais rubricas que se encontram influenciadas por estimativas e julgamentos são as seguintes: i. estimativa de imposto diferido activo decorrente de prejuízos fiscais reportáveis (Nota 32). e como se afirma na winning aspiration. 72 . iv. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias.A.

(ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. Esse risco pode ter origem em várias fontes. De igual modo. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. 73 . (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. pelas suas competências. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. Além do risco de má reputação de uma marca própria. No entanto. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. Associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. com quem mantém relações comerciais. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. | 2014 Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes podem ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. legal ou de fornecimento. A SUMOL+COMPAL pode ser considerada à escala global como uma pequena empresa. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. S. mas tem definido como um dos vectores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. (iii) custos desadequados. grau de experiência e/ou trajecto profissional. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. conhecimentos. constitui um risco para a Empresa. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. pelo que é crítico identificar. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. por isso. atrair e reter talento. Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. a montante.A. sejam dificilmente substituíveis. tornando-os cada vez mais globalizados. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades.

levando a uma degradação ambiental. pessoal e de exploração. com agentes poluentes. Operacionais e patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. já que a sua eventual afectação pode traduzir-se numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 74 . mais importante. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. (ii) incêndios. S. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. Para além do conjunto de Valores definidos. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. nas vendas futuras da Companhia. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. A gestão destes riscos é complementada com políticas. do solo e da atmosfera. No imediato. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio.A. repetidos ou não. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. causando danos na saúde humana. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. Apesar disso. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. A SUMOL+COMPAL. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. química e microbiológica das produções. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos recursos naturais água e energia. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. sabotagens e riscos semelhantes. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. Está implementado um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. como qualquer produtor. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL ou ter efeitos patrimoniais negativos. vão ser tomadas medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. independentemente do país em que trabalhem. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da Empresa. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. nos seres vivos e nos ecossistemas.

A. provocará um aumento da exposição a este risco. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir.) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. e por isso tem recorrido à contratação de forwards cambiais. A SUMOL+COMPAL está ciente que o investimento em novos mercados. eventos meteorológicos. nomeadamente Moçambique e Angola. O risco está sobretudo associado a três dimensões: tributação sobre o rendimento. embora tenham impactos prováveis mais reduzidos que os anteriores. Risco cambial Parte das importações de matérias-primas são contratadas em moeda estrangeira (“USD"). razão pela qual se encontra neste momento a estabelecer as políticas tendentes a mitigar este risco. S. Legais Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. laboral. dado que alguns clientes efectuam os seus pagamentos em USD. Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. do mercado de capitais. normas de relato financeiro. específica do sector. ainda que em montante reduzido.) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. resultando num incremento da complexidade. Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. etc. este é um risco cuja gestão é crítica. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD. | 2014 Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. Contudo a exposição ao risco de taxa de câmbio é parcialmente compensada. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa pela implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. perante um enquadramento regulamentar instável e mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. de taxa de juro e de preço). À semelhança do que tem ocorrido nos anos anteriores e tendo em conta a extrema volatilidade registada nos mercados cambiais. inundações. etc. enquadra e delimita a sua actividade. bem como a definir os procedimentos adequados no sentido de monitorar permanentemente esta variável.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. vandalismo. continuará a ser efectuado um acompanhamento regular desta variável e será reavaliada a necessidade de fixar novas posições que se considerem adequadas para a SUMOL+COMPAL. nomeadamente risco de mercado (que inclui riscos cambiais. A SUMOL+COMPAL entende que este risco deve ser parcialmente eliminado ou atenuado através da contratação de instrumentos de cobertura ou da fixação de câmbios directamente com os seus fornecedores. O risco está associado a diversas dimensões (lei geral. Financeiros A SUMOL+COMPAL encontra-se exposta a diversos riscos financeiros. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. etc. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. risco de liquidez e risco de crédito. A política de cobertura definida permite mitigar este risco no mínimo em 50% desta exposição. greves. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos 75 . A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. sobre o património e sobre a despesa. roubo.

062 - 6.975.008 (295. representava um montante global passivo de 4.721 Passiv os por impostos correntes Equiv alentes a caix a Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) (207.458.412.438. Em 31 de Dezembro de 2014.062 31-12-13 Activ os financeiros Passiv os financeiros Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) 59.197 Outros passtiv os correntes 12.908 354.456 - - 5.840.550.981 2.683 135.769.066.850 - - 19.669 - 4.231.476) (3.683 4.A.866 milhares de euros.884 - - 12.975.702) (1.921 361.795.409.720 - - 69.367 3.678 - - 8.324) (1.964.144.514 75.961) (3.853 335.433.358.981 2.384.383 5.683 4. | 2014 montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).674 48.144.308.860.266.384.481. conforme explicitação abaixo: Risco de taxa de câmbio 31-12-14 EUR USD Outras Total Activ os financeiros Não correntes Outros inv estimentos financeiros Dív idas comerciais de longo prazo a receber 69.427.539 121.532.458. resultaria num impacto nos resultados do período de 301 milhares de euros negativos e de 301 milhares de euros.190 793.532. também respectivamente) e.620.447 - - 196.179 13.897.475.892 119.848 123.300) (300. tendo por base as taxas de câmbio a essa data (passivo de 5.891.678 204.595 - 5.588.412.794.224 75.397.959.557.419.724 5. S.185 3.194. no capital próprio e 76 .372 75.053 118.105.860.149.744 196.981 51.447 8. uma apreciação/depreciação de 10% do USD com referência ao Euro.093 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 45.743.100) - 5.852 - - 1.402 - 15.161 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013). A exposição da SUMOL+COMPAL ao risco de taxa de câmbio em 31 de Dezembro de 2014.595 Os instrumentos financeiros derivados sobre o câmbio encontram-se a cobrir o risco cambial de operações futuras em moeda estrangeira.384.596 327.621 60.933.852 51.132 1.850 8.550.743.433.558 63.720 1.132 - - 1.203.797.097 838.125 - - 204.928.060 3.539 122.853 131.481. respectivamente (124 milhares de euros negativos e 124 milhares de euros.093 - - 31.981 2.666 4.475.686.947.197 - - 5.620.884 Outros passtiv os financeiros 19.717.456 60.612.421 2.977) - 6.365.419.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.333.733.125 Correntes Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Correntes Empréstimos de curto prazo 31. com base nos valores do balanço consolidado dos activos e passivos financeiros da SUMOL+COMPAL.612.314) (212. em 31 de Dezembro de 2013.

904 794.A.180 4.296. a SUMOL+COMPAL aderiu às coberturas adicionais disponibilizadas pelo Estado Português o que lhe permitiu obter vantagens adicionais.883 883.517.254 1. Por outro lado. também correspondentemente).495 2.472.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.361 Os valores apresentados correspondem aos valores em aberto.351 17.146 43.962. | 2014 correspondentemente.472.385.275.016 45. sendo reconhecidos os respectivos ajustamentos quando tal se revela adequado.204.107. face aos prazos de vencimento contratados.515.016 30. de 732 milhares de euros e 599 milhares de euros negativos (645 milhares de euros e 527 milhares de euros negativos. apresenta o seguinte detalhe: Qualidade do crédito a clientes Saldos de nov os clientes (menos de 6 meses) Saldos de clientes sem histórico de incumprimento Saldos de clientes com histórico de incumprimento 31-12-14 31-12-13 Crédito Garantias Crédito Garantias 3.468.535 866.361 17.254.538 77 .350. S.676.425 27.395 24.351 39.858 27.351 17.836 38.242.322.242.073 Vencidos há menos de 3 meses Vencidos há mais de 3 meses 6.567. É efectuada uma avaliação periódica à antiguidade e risco de incobrabilidade dos saldos de clientes.632. face aos saldos a receber de clientes que não se encontram em imparidade.423. a SUMOL+COMPAL possui o seu risco de crédito coberto por apólices abrangendo quer as suas transacções em território nacional. A qualidade do risco de crédito da SUMOL+COMPAL.143 43. os saldos a receber de clientes apresentavam a seguinte estrutura de antiguidade: Antiguidade de clientes 31-12-14 31-12-13 Saldos dev edores sem imparidade Não v encidos 36. em 31 de Dezembro de 2013. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.567. Existem plafonds de crédito definidos para os clientes e o controlo das contas correntes é efectuado por uma equipa especializada suportada por ferramentas tecnológicas específicas.167 3.271 2.225 36. O valor máximo anual coberto (valor máximo indemnização) atinge os 14. não só em termos dos montantes cobertos mas também no próprio custo das coberturas.287 45.007.454.468.782 5.209 758.5 M€. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.425 Saldos dev edores com imparidade Não v encidos - - Vencidos há menos de 3 meses - - Vencidos há mais de 3 meses 17. suportada na avaliação do risco do cliente e no controlo permanente do seu saldo (total e em mora). Adicionalmente. quer exportações. Risco de crédito A SUMOL+COMPAL tem uma política de Crédito definida.

364 - 9. nessa data foi feita uma reavaliação da exposição que a SUMOL+COMPAL mantém em relação à volatilidade da taxa de juro. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. no montante global de 59.924.206 - Notação BB 48.504. ii.299.383 51.241. mediante o qual as dívidas contraídas devem ter um tratamento equivalente a outras dívidas e/ou compromissos.833 Risco de taxa de juro A dívida média remunerada oscila ao longo do ano de acordo com a sazonalidade própria do negócio.743 3.542.9% da S+Cm.455 51. face à conjuntura actual e previsível de evolução da mesma.448.6 milhões de euros. tendo-se concluído que.741 A exposição máxima ao risco de crédito no balanço consolidado em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 detalha-se como segue: Exposição máxima ao risco de crédito Dív idas comerciais de longo prazo a receber Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes (acréscimos de rendimentos) Caix a e equiv alentes a caix a (depósitos bancários) 31-12-14 31-12-13 1. pela SUMOL+COMPAL e ainda por alguns accionistas individuais da Refrigor relativamente a esta mesma sociedade.294 3.601 488 125. relativamente à percentagem de detenção de algumas sociedades do Grupo pela Refrigor. Como em anos anteriores.502 2. a SUMOL+COMPAL poderá vir a efectuar ajustes ao montante coberto.A.778. decorrentes da alienação de 49. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. (“Refrigor”).241 4. tendo apresentado em 2014 um valor médio de 268. 78 . estavam previstos os seguintes covenants financeiros para os contractos de financiamento celebrados no âmbito das divulgações das Notas 16 e 20.187 18.343 63.7 milhões de euros.A. detalha-se como segue: Rating Notação A+ 31-12-14 31-12-13 4.741 120.600 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.956. face a activos financeiros (caixa e equivalentes a caixa e instrumentos financeiros derivados) cujas contrapartes sejam instituições financeiras. A SUMOL+COMPAL continua a acompanhar de perto a evolução da taxa de juro.733.360.708. Excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro.8 milhões de euros. Tendo em conta a política definida e a expectativa futura de evolução da taxa de juro.035 1.412.410 6. seria de manter a posição a descoberto.229.343.659 1.858 58. Pari Passu.517 63.132 1.146 Notação A Notação BBB 12.587 - Notação BBB- - 3.206 Notação BBNotação B+ Notação B Sem notação 44. | 2014 A qualidade de risco de crédito da SUMOL+COMPAL.616. por forma a atenuar o risco de taxa de juro No final do ano o endividamento líquido foi de 176. S.322 6. S. Ownership Clause.684 Notação BB+ 6. A política de cobertura definida pressupõe uma cobertura de cerca de 50% do montante em dívida. os quais são objecto de monitorização periódica: i.589 458. a taxa de cobertura encontra-se próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data.229.

141.730 . vi. Total Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 302.070 27. Esta análise é apenas para fins ilustrativos.299. v.000 176. | 2014 iii. S.730 302.344 .755.144.381 - - 8.207.000 25.000 201.241.875 29.709. Cross Default.848 12.072.500.000 206.627.197 A SUMOL+COMPAL utiliza a técnica da análise de sensibilidade que mede as alterações estimadas nos resultados e capitais de um aumento ou diminuição imediata das taxas de juros de mercado.558 14.614 - - 8.667.867.046.975. A fusão ou cisão de sociedades está condicionada ao consentimento prévio por parte das instituições financeiras.592 11.103 .698 - 31.718 27.433.500.216.196.186.884.201 - 13.512. e em que são definidas regras sobre o destino dos fundos em caso de alienação.379. Negative Pledge.118 31-12-13 Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 460.899 - 44.540 460.650. A definição de rácios de níveis de meios libertos brutos de exploração / serviço de dívida que podem implicar o vencimento e exigibilidade antecipada de alguns contractos de financiamento.557.758.216.974.712.000. o desenvolvimento dos activos e passivos financeiros com exposição a risco de taxa de juro em função da maturidade ou data de refixação é apresentado no quadro seguinte: Maturidade do indexante da taxa de juro 31-12-14 Até 1 mês 1-3 meses 3-12 meses s/ index .474.512.281.373.479 166. iv.177 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 174.299.194.500.000 473.395 1. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. onde se refere que o incumprimento de determinado contrato de financiamento implica o incumprimento de todos os restantes. alterações nas taxas de juro do mercado afectam rendimentos ou despesas de juros de instrumentos financeiros variáveis.833 28.000 29.447 - 8.648 474.243 .000 604.000 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 25.000 30.500.941 13. por um lado.647 12.841.204.000.975.833 28. em que as sociedades estão impossibilitadas de alienar ou onerar activos sem o consentimento prévio de algumas instituições financeiras.000 167.000 226.944 28. 79 .249.921 .094 26.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.444.536 11.216. com todas as outras variáveis constantes.558 14.126 - 28.056 - 36.000 192.201.588. A análise de sensibilidade é baseada nos seguintes pressupostos: i.231.093 12. já que na prática as taxas de mercado raramente se alteram isoladamente.939 - 8.540 .182 - 65.042 1.177.A.

Mensalmente é efectuado o acompanhamento das necessidades de fundo de maneio.536 milhares de euros (1. pagamentos. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente). a SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e do cashflow gerado com as operações. | 2014 ii. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps). 1.636 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013). esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018. alterações nas taxas de juro de mercado afectam o justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros. S. Sob estes pressupostos. stocks). alterações nas taxas de juro de mercado apenas afectam os rendimentos ou despesas de juros em relação a instrumentos financeiros com taxas de juro fixas se estes estiverem reconhecidos a justo valor.509 milhares de euros (3. tem sido prática recorrer de uma forma corrente a este tipo de instrumentos sempre que exista benefício operacional e financeiro para a SUMOL+COMPAL. nos montantes de 2. sem que haja degradação dos níveis de serviço associados. alterações no justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros são estimados descontando os fluxos de caixa futuros de valores actuais líquidos.809 e 1. um aumento ou diminuição de 1% em taxas de juro de mercado para todas as moedas às quais a SUMOL+COMPAL tem empréstimos ou instrumentos financeiros derivados a 31 de Dezembro de 2014 resultaria numa diminuição ou aumento do lucro antes de imposto de aproximadamente 1. para além dos financiamentos de médio e longo prazo contratados aquando da fusão entre o Grupo Sumol e a Compal.093 milhares de euros. Risco de liquidez Na gestão do risco de liquidez. 2. utilizando taxas de mercado do final do ano.696 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013) e 1.494. A adequada gestão destes factores constitui foco de especial atenção no sentido de permitir a redução das necessidades financeiras afectas ao ciclo de exploração. iii. 80 . que garantem a liquidez suficiente para as suas necessidades de curto prazo. As linhas contratadas não foram utilizadas na totalidade no final do exercício corrente.696 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e do capital próprio de 2. A SUMOL+COMPAL tem ainda acordado junto dos seus principais parceiros financeiros a possibilidade de contratar operações de factoring e confirming. Assim. iv. contas correntes e caucionadas) junto de várias instituições financeiras.605 milhares de euros negativos (3.904.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL tem contratadas linhas de curto prazo (descobertos. Aliás. através da monitorização dos prazos médios das rubricas correntes do balanço (recebimentos.536 milhares de euros negativos (1.480 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e 2.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.619 - 11.085 Outros passiv os correntes 12.046.507.049 102.865.874.651.865.947.403 - - 102.183.212.175. | 2014 A liquidação dos passivos financeiros contratados e remunerados originará os seguintes fluxos monetários não descontados.400.837 115.019 175.784 7.315.076 211.603 205.242.837 - - 13.890 .232.330.493 3.647 359.157 - - 175. incluindo juros.129 - 8.A.701.798 - - 12.647 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 43. S.947.647 102.980.786 81 .419.430 .949 175.330.416.263.949 326.416.419.724 Outros passiv os correntes 12.798 Equiv alentes a caix a 28.337.614.828.104 131.319 220.028 5.749 3.044 31-12-13 Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 43.213.194.315. tendo por base o período remanescente até à maturidade contratual à data do balanço consolidado: Fluxos monetários não descontados 31-12-14 Menos 1 ano 1-5 anos Mais 5 anos Total Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 37.724 - - 48.949 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 48.090 228.104 - - 28.085 - - 43.467.884 - - 12.884 Equiv alentes a caix a 13.012.

701.688 1.635 66.287 69.895.773.412.688.274 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Empréstimos de curto prazo Dív idas comerciais de curto prazo a pagar IF: Instrumentos financeiros AF: Activos financeiros 82 .201.807 - Outros passiv os correntes - - - 10.818 - .132 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber 31.720 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.705 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.730 - - 175.724 - Outros passiv os correntes - - - 10.850 - Equiv alentes a caix a - - - 13. Outros Act. desig.567 Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - .730 - .646 - - - - 36.975.238.207.933.194.618.278 - - 43.115 - Equiv alentes a caix a - - - 28.070 - 9.705 - 1.107 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar 31-12-13 Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 66.299.294 - - - Outros activ os correntes - 4.540 - - 102.720 - 1. fin. Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 69.393 - - - - 59. S.947.688.939 - 8.524 1.320. v enda pass.493 - - 1.144.667.499.274 Outros passiv os financeiros - - - 20.847.504. não fin.447 - 8.093 - Dív idas comerciais de curto prazo a pagar - - - 48./pass.041.902 120.920.455 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber - 51. cob.448.728.433.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.834 Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - . v al.567 Caix a e equiv alentes a caix a - 2.124.848 - 8.248.A.942.777 1.347.949 - Empréstimos de curto prazo - - - 31.648 - 66.429.712.612. Crédito e AF disp.299.834 - 63.957. receb.902 51.107 Outros passiv os financeiros - - - 19.847.196.582.749 1.621 - - 1.053 - - - 31. | 2014 Justo valor de activos e passivos financeiros Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 a reconciliação da posição financeira com as diversas categorias de activos e passivos financeiros detalha-se como segue: Classificação de acordo com a IAS 39 31-12-14 IF deriv .481 - - - - 3.124.499.

Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente.902 - 31. Nível 2: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo. os seguintes procedimentos: i.818 - 9. ii. sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. cujos principais inputs não são observáveis no mercado.041.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura Tecnologias de informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais.299.818 - 9. estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados.730 - 8.902 - - - - - 8. de servidores e de equipamentos pessoais. não havendo sistemas de informação invioláveis. razão pela qual são mantidos. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.299. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. 83 . a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável.902 - 31. entre outros. iii. Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.041. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software.730 - 8.902 - - - - - 31. | 2014 De seguida apresentam-se os activos e passivos mensurados ao justo valor a 31 de Dezembro de 2014 e 2013. iii.730 - 9.299. Nível 1: justo valor de instrumentos financeiros baseado em cotações de mercados líquidos activos à data de referência do balanço consolidado. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da Empresa e a ausência de software não licenciado.299. mas sim com recurso a modelos de avaliação. Nível 3: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo. S. Os principais inputs dos modelos utilizados são observáveis no mercado. utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio. nomeadamente através da manutenção de firewalls.818 - 8. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password. de acordo com os seguintes níveis de hierarquia de justo valor previstos na IFRS 13: i. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. iv. ii.A.730 - 9.041. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados.041. mas sim com recurso a modelos de avaliação. política restritiva na gestão de desktops e laptops.

de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. indispensável. | 2014 Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados.A. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. havendo a prática. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. 84 .

P. EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO As empresas incluídas na consolidação. Lda.100 % Carnax ide Gestão de participações (e) -% 50. Subsidiárias: 50.100 % 6.000 % Distribuição alimentar S+Cm -% 50. Unipessoal. S.900 % 90.000 % Worldw ideco.900 % 96. Madrid Sociedade Agrícola Castro Verde. Lda (“S+Ci”) Detentor Directa Efectiv a Directa Efectiv a S+Cm -% 45. S. S. são as seguintes: 31-12-14 31-12-13 Percentagem de capital detido Denominação social Sede social Activ idade principal Carnax ide Produção de bebidas Companhia Geral de Bebidas de Angola.100 % -% 100. S.A.000 % Produção de bebidas (c) -% 25.S.100 % -% 100.A. detentor de capital e proporção do capital detido em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. S.000 % 50. S.000 % Percentagem efectiv a de capital detido pela S+C 85 . Lda.000 % 100. (“D2C”) Carnax ide Serv icom Alimentaria. (“S+Cmz”) Maputo Distribuição de bebidas (f) -% 45.G.100 % Sumol+Compal Marcas.1.A.100 % 100.G.100 % -% -% Empresa-mãe: Sumol+Compal.090 % -% 90. Lda.090 % -% 90.100 % -% 100.000 % (a) 6. (Nota 3) Luanda Sumol+Compal Angola Inv est.A.P.A. S.990 % (b) -% 50. ("WWC") (Notas 3 e 15) Funchal Distribuição de bebidas (g) -% 50. (“S+Cao”) Sumol+Compal Internacional. suas sedes sociais.900 % 51.. Lda (“S+Ca”) Carnax ide Gestão de participações Sumol+Compal Angola.000 % Comércio v ia Internet S+Cm -% 50.100 % -% 50. (“SACV”) Gouv eia Agricultura Sumol+Compal África.095 % -% -% Carnax ide Gestão de participações (d) -% 25. ("CGBA") Luanda Distribuição de bebidas D2C Unipessoal.000 % 100. (“S+Cm”) Carnax ide Produção de bebidas S+C Sumol+Compal Moçambique. Lda. S.S.A. actividade principal..

061. COMPARABILIDADE E ALTERAÇÕES OCORRIDAS NO GRUPO No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. 1 % 4.001% em 2014 e 0. S.01% em 2014 e 10% em 2013). inexistente em 2013). bem como a gestão de marcas e actividades daquelas conexas. (Notas 1 e 15) cujo objecto social corresponde à comercialização internacional de bebidas e outros produtos alimentares. Informações de acordo com a alínea d) do n.09% em 2014 e 90% em 2013). A sede social situa-se naquela cidade angolana e o capital social encontra-se representado por 20. a gestão de marcas. O capital social de 5. sociedade anónima de direito francês do Grupo Castel. (e) indirecta da S+Cm (50. Foi ainda constituída. (f) indirectas da S+Ca (45. Lda. estas empresas foram incluídas na consolidação pelo método integral uma vez que o controlo destas é exercido pela SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 86 .1% em 2013). sendo o seu objecto social a indústria e comercialização de bebidas. dos derivados e das conservas de frutos e vegetais e outros produtos alimentares.002% em 2014 e 0. Unipessoal.2 milhões de euros e deu origem a uma mais-valia de 15.2 milhões de euros para a SUMOL+COMPAL.1% em 2013) (d) indirecta da S+Ci (25.000 acções com o valor nominal de 500 kwanzas.061.1% em 2014 e 50.. com sede em Paris. 3. (c) indirecta da S+Cao (25.06 EMPRESAS ASSOCIADAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. A transacção foi realizada pelo preço global de 88. (b) indirectas da S+Ci (45.1% em 2014. S.A.004% em 2013).000 euros é representado por uma quota e a sede social situa-se no Funchal.1% em 2014 e 10% em 2013) e directa da SUMOL+COMPAL (2013).992% em 2013). foi constituída em Luanda a sociedade Sumol+Compal Angola. acções e respectivas prestações acessórias representativas de 49. (g) indirecta da S+Cm (50.º 5 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais: Número Valor Acções próprias 4. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. (Notas 1 e 15).813 4.004% em 2013) e da S+Ci (0. da S+Cm (0.09% em 2014 e 90% em 2013) e da S+Cm (5.9% do capital social da S+Cm. a sociedade Worldwideco. | 2014 Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.06 4.813 2. em 23 de Dezembro de 2014.087% em 2014 e 89. não existem saldos de investimentos financeiros em empresas associadas. Em 23 de Janeiro de 2014. alienaram-se à Copagef (Notas 1 e 15). na Ilha da Madeira. a prestação de serviços logísticos e à compra e venda de matérias-primas e bens móveis e imóveis.A. as percentagens efectivas das participações assinaladas com as alíneas (a) a (f) resultam dos seguintes efeitos conjugados: (a) directa da SUMOL+COMPAL e indirecta da S+Cm (45. Tal como o previsto na IFRS 10 e no contexto da definição de controlo explicitada nas políticas contabilísticas (investimentos financeiros em subsidiárias).095% em 2014 e 50.

288.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. na qual se encontram afectos os activos que contêm aquelas quantias escrituradas. final 31-12-13 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar.764.337 70. que compreendia actividades de produção e comercialização de sumos.854 - . As origens destes três itens de goodwill referem-se.337 - - 70.em passiv os por ID 70.831 - - 17.A.288. que compreendia a actividade de produção de refrigerantes. indivisível. bem assim.764. cujo justo valor se veio a determinar como superior ao respectivo valor contabilístico (à data a que se reportou a compra).337 . final Goodw ill: . o movimento ocorrido na quantia escriturada do goodwill (Notas 3 e 39). | 2014 Não se verificaram outras alterações na estrutura do Grupo nem factos materiais que alterem a comparabilidade das demonstrações financeiras apresentadas para os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. respectivamente: i. iii. é hoje inexequível aferir com rigor os fluxos das unidades geradoras de caixa então existentes específicos de cada uma daquelas operações. néctares e águas com gás.831 - - 17. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados. à compra da anterior Sumol GM.400. foi o seguinte: 31-12-14 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar.854 O Grupo descontinuou a amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005 (conforme referido na respectiva política contabilística) e testou-o quanto a imparidade de acordo com a IAS 36. na medida em que os potenciais de crescimento de cada uma delas é. Do mesmo modo.453. ii. ao imposto diferido resultante da concentração de actividades descrita na narrativa da rubrica “Propriedade industrial e marcas” (Nota 5). bem como nas respectivas perdas de imparidade acumuladas.na compra da Compal 17.400.831 113.854 113.288.686 - - 25.30 e seguintes. correspondendo exclusivamente à contrapartida dos passivos por impostos diferidos gerados com a alocação da diferença de compra aos activos identificáveis.764. o teste de imparidade ao goodwill é baseado na avaliação da Empresa enquanto agregadora das unidades geradoras de caixa.453. o goodwill é testado quanto à imparidade pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.686 - - 25. contextos distintos.686 25. à compra do anterior Grupo Compal. GOODWILL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.na compra da Sumol GM 25. S.288. 4. hoje. o goodwill resultante do imposto diferido é testado quanto à imparidade em simultâneo com os activos que lhe estão subjacentes. bem como todas as actividades de exportação do anterior Grupo Sumol. sumos e néctares. Tendo em conta que aqueles valores resultaram de operações realizadas em diferentes momentos e.453.337 - - 70. e que as actividades inerentes a tais operações foram sucessivamente alteradas e reconfiguradas. Neste sentido.113.831 17.400.854 - .453. A SUMOL+COMPAL tem defendido que a avaliação dos itens de goodwill correspondentes às aquisições das anteriores Sumol GM e Compal apenas tem sentido quando realizada conjuntamente.686 .400.764. 87 . De acordo com a IAS 36.113.

871.201 23.004 - - 313.616 Direitos contratuais e abates Transfer.081 673.768. S. definiu-se a taxa de crescimento implícita na perpetuidade em 1%. o teste realizado demonstra a não existência de perda no valor dos itens de goodwill escriturados em 2014.137. foi utilizada a taxa de desconto de 8% na actualização dos fluxos de tesouraria.418) . | 2014 Pelo exposto.988. Amortizações e perdas de imparidade acumuladas: Saldo inicial Propriedade industrial e marcas Direitos contratuais (1. o movimento ocorrido no valor do activo intangível (Nota 39). ex ercício imparidade e abates Transfer.494 2.988.616 (1.266.418 284.006.284. essencialmente.775.A. realizou-se o teste de imparidade para aqueles três itens de goodwill com base nos seguintes pressupostos: i. - - Saldo final .018. ao montante atribuído às marcas no âmbito da concentração de actividades empresariais.871. a qual se entende conter um factor de prudência face aos parâmetros de risco historicamente baixos na actualidade.553) .385 282.939. o seu valor apresenta o seguinte detalhe: 31-12-14 Descrição do activo Compal Frize Um Bongo B! Outros 88 Activo bruto Amortiz. também entendida como conservadora. bem como nas respectivas amortizações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas.316.215) (25.(27.498 01-01-14 31.897.338) (4.897.878 2.882 31-12-14 Amortiz.198 282.201 23. iii.243.198 1.443.418) (23. Em conclusão.198 .249.443.580.871.897. as estimativas dos fluxos futuros de tesouraria foram obtidas no âmbito do trabalho desenvolvido por entidade não relacionada aquando da avaliação das marcas. ACTIVO INTANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014.081 673. acumulada Quantia escriturada 234. 5.(1.418) 234.004 - .243.385 282. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Alienações Activ o bruto: Saldo inicial Adições Propriedade industrial e marcas 284.215) Perdas Alien.616 29.296.418) (1. Saldo final - - .531 23.939.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ii.971) A rubrica “Propriedade industrial e marcas” corresponde.(29. do teste resulta que o valor recuperável obtido comporta o valor escriturado dos activos que incorporam aqueles itens de goodwill.531 23.709.768.871.871.756) (4.768. iv. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.296.

138) (50.787 4. com início em 2015 e aprovada pelo Conselho de Administração.476 331.492) (51.657 99.922.714) 1.773 5.892.726 440.354) (4. ACTIVO TANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014.933 15.795 89.002. a quantia escriturada ascendia a 282.445) (14.348) (5. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.954 (12.897. Contudo foram testadas quanto à imparidade.246 16.800 1.905.270.207. por um lado.911.926) (797.377. ii. e regulariz.010.339.033.135) (693.795 91.098 5.430.130 1.446 (6.924) (133. o valor de uso obtido para cada marca mantém-se acima do valor escriturado.300 840. o valor dos parâmetros mencionados no ponto anterior foi obtido.891.816) (9.472) (4.456. incluindo as sinergias e a expansão do negócio esperadas nos mercados africanos com a projecção destas até ao fim da vida útil dos grupos de unidades geradoras de caixa. nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.281) (272. o movimento ocorrido no valor do activo tangível (Nota 39).272 52. Perdas exercício imparidade (3.745. concluindo-se que não há lugar ao registo de qualquer perda de valor das marcas.536 336.501.824) (85.083) (4.984 89.526) (14.199) (1. pelo conhecimento que o Grupo tem do negócio (reflexo da sua experiência passada) e da evolução dos mercados relevantes para as empresas e.073 864.286 891.423.829) (11. bem como nas respectivas depreciações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas.906.192.782) (2.711 6.360) (4. a quantia recuperável foi estimada a partir da informação financeira previsional quinquenal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.151. pela intervenção de uma entidade que não é parte relacionada.257.887.471) (129.198 euros não se encontram a ser amortizadas.973 (151.713) - 20.541. 6.459) (950.661) (18.198 euros.396 52.A.768.938) (208.226) 31-12-14 Deprec.862 01-01-14 Depreciações e perdas de imparidade acumuladas Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Saldo inicial (64.545) (67. S.640 145. e regulariz.233 1. Saldo final Propriedades Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Activos tangíveis em curso 20.348 216.876. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Activo bruto: Saldo inicial Adições Alienações e abates Transfer.366.689 148.792 27.643.656 657.700) (263.793. Saldo final 3.99.183.376. Em resultado.541.051.227 2.583) O activo tangível em curso apresentava.593. a seguinte composição: 89 .102 1.937. | 2014 As marcas cuja quantia escriturada no período findo em 31 de Dezembro de 2014 totalizam 282. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. no âmbito da IAS 36.766) - Alienações e abates Transfer.380. iii.415. por outro.003.852. com base nos seguintes elementos: i.583 864.455) (998) (41.897.

A.319 685.925 7.536 95. os valores (nominais e presentes) das rendas vincendas decorrentes de contractos de locação financeira eram os a seguir apresentados: 2014 2013 Contrato Descrição do equipamento Valor Início Fim Nominal Presente Nominal Presente Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 26.101 116.906 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 10.722 7.801 18. nessa data.665 90 .745.437 5.237 17.080 26.523 Instalações 206.032 113.339.727 439.662 (160.265 188.683 18.874 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 251.096 308.304 71.567 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 3.960 25.728 974.960 3.606 euros.411 348.925 7.483 2.144 5. conforme quadro abaixo: 31-12-14 Activo bruto Descrição do bem Equipamento de transporte Equipamento administrativo Amortiz.476 Outros No período findo em 31 de Dezembro de 2014.291 510.884 10.670 11. S.221) 421. o valor de aquisição dos activos tangíveis detidos pelo Grupo no âmbito de contractos de locação financeira ascendia a 715.296 414.306 188.588 5.606 (300.744 10.032 113.737 euros.752 16.033 627.204 18.944 (140.443 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 7.722 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 18.869) 133.834 26.737 Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.397 9.596 5.843 317.168 821. acumul.884 1.166 Sistemas de informação 401.403 227.101 193.074 26.236 17.205 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 18.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.934 49.989 32.649 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 17.756 854.980 491.579 35. de 414. | 2014 31-12-14 31-12-13 Linhas de produção 659.616 288.721 11.374 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 27. Quantia escritur.648) 715.881 477. 293.801 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 Não mais de um ano: 116.683 18. sendo a respectiva quantia escriturada.800 26.441 281.452 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 6.339 193.842 54.102 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 5.757 29.

482 5. subsidiárias e de consumo 12.901 69. de bens que assumem para umas a natureza de produtos acabados e para outras.459 10.139.705 DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. entre as empresas intervenientes no processo de consolidação.602. bem como a sua valorimetria (componente variável do custeio). um processo que define o apuramento e mensuração do custo dos produtos acabados.500 7.428.208.448.230 7.901 66.990.015 2. e em vigor no Grupo.095 5. esta rubrica (Nota 39) tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 Matérias-primas.494 2.990 No balanço consolidado e na demonstração dos resultados consolidados. correspondentemente.412. INVENTÁRIOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. as rubricas “Mercadorias” e “Produtos Acabados” encontram-se agregados na mesma linha. OUTROS INVESTIMENTOS FINANCEIROS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.482 5.487 2. manutenção e processo de higienização das linhas de produção.903 1. Este procedimento decorre do facto de ocorrerem movimentos internos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o detalhe da rubrica “Outros investimentos financeiros” (Notas 3 e 39) era o que consta do quadro que se segue: Outros investimentos financeiros Embopar Refrigor (Brasil) Dispar Centro Técnico de Citricultura Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica Codal Fundo de Compensação do Trabalho Eurodietética Companhia Térmica Compal Outros 8. S.230 7.881 28.282 10. | 2014 7. a de mercadorias. 9.A.057 8.229 239. Este processo contempla a validação dos níveis de utilização das matérias e bens de consumo definidos nas listas técnicas.418.599 17.825.720 17.455 (a) Empréstimos concedidos a clientes (b) Valores de caução de vasilhame pagos a fornecedores realizáveis no momento da devolução física do mesmo.487 3.095 5. as dívidas comerciais de longo prazo a receber apresentavam a seguinte composição: 31-12-14 Outros devedores (a) Cauções de vasilhame (b) 31-12-13 272.057 8.459 10. 91 . incluindo gastos com energia.223. Encontra-se implementado. tornando complexa a individualização de cada uma delas.861 1.594 1. 31-12-14 31-12-13 17.698 31.500 7.132 1.494 2.292 Produtos acabados e mercadorias 19.

DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. matérias subsidiárias. gastos gerais de fabrico e mão-de-obra directa.399 304.546 Clientes Outros devedores 7.943 159.848 Cauções de vasilhame 423. Os significados das variáveis constantes do segundo membro da equação encontram-se explicitados nos parágrafos imediatamente seguintes. GGF e MOD Estas siglas correspondem aos acrónimos de.475 51. correspondentemente. resultando na aplicação da equação Custeio Standard (produto z) = Custeio Variável (MP.7 milhões de euros.425 Entidades relacionadas 11. ME e MS) + Custeio Fixo.504.016 45. Custeio Fixo Para um formato de embalagem z.9 milhões de euros. 10. materiais de embalagem. ME. S. MS. bem como os das variáveis que integrem eventualmente aquelas primeiras.830. entendido como GGF e MOD.294 No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. MP. Para o cálculo do custo dos produtos são ainda considerados os níveis de actividade (capacidade produtiva) e os nominais das linhas de produção (eficiência).383 51. No período findo em 31 de Dezembro de 2013. são validados os níveis de imputação dos gastos gerais de fabrico e mão-deobra das actividades suporte e actividades principais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Tarifa da actividade Para uma linha x. aquele valor ascendia a cerca de 4. que são específicas para cada um dos formatos de embalagens. sendo as remanescentes rubricas de carácter fixo revistas anualmente ou sempre que alterações significativas e com impacto justifiquem a sua revisão. esta rubrica tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 43.567. corresponde ao quociente entre a tarifa da actividade de uma linha x e o nominal de produção de um formato de embalagem z.733. | 2014 Paralelamente.468. A componente variável do custeio é revista numa base mensal.A. o Grupo tinha escriturado no seu activo um desreconhecimento de créditos de curto prazo sobre clientes no valor aproximado de 7. corresponde à soma do custo da actividade suporte que se lhe imputa com o quociente entre o custo da sua actividade principal.472. decorrente de uma transmissão daqueles no mesmo montante (operação de factoring sem recurso). 92 .025 5. matérias-primas. e a sua actividade normal.

| 2014 Nas mesmas datas.144.266 11.189 3.633.360.374.905.443.421 316.241 157.328 99.830.681 40.211 7.952. S.124 242.513 209.456 5.878 1.041.730 1.567.475 31-12-14 31-12-13 2.878 186.693 1.170 1.640 16. o detalhe de “Outros devedores” era o abaixo evidenciado: Dívidas de clientes Documentos em recepção e conferência Actividades CNA Empréstimos a clientes Pessoal Fornecedores (outras operações) Regularizações de IVA Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") Alienação de activos tangíveis Letras descontadas 31-12-14 31-12-13 4.279 119.289 35.535 34.A. OUTROS ACTIVOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.112 45.276 413.143.312 110.708.835 827.343 1.743. ACTIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.090 3.151 1.948 655.899 227.613 438.054.594 1.222.555 110.847.025 4.224 209.258 244.264 222.516 230.328 88.183 116.902 30.211 5.707.222.700 72.124.703 3.754 173.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.584 45.104 100.947 35.061 93 .590 30.684 16.424 297.151 5. a rubrica “Outros activos correntes” apresentava o seguinte detalhe: Devedores por acréscimos de rendimentos: Cooperativo PBI e Damm Comparticipações Unilever Jerónimo Martins Publicidade e propaganda Comparticipações por não conformidade de matérias Rappel por receber de fornecedores Fornecimentos e serviços externos Gastos a reconhecer: Publicidade e propaganda Fornecimentos e serviços externos Juros antecipados Seguros Rendas antecipadas Outros: Adiantamentos a fornecedores 31-12-14 31-12-13 2.309 4.994.848 721.444 1.021 3.667 31.799 225.738.545.743 1.567 186. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a recuperar Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) Outros 12.535 128.

453 8. sendo a estrutura accionista a seguinte: 31-12-14 31-12-13 N.039. o capital social da SUMOL+COMPAL.061.020 1.13 % 3.50 % Caix agest 1.482 6.21 % Refrigor Grupo Caix a Geral de Depósitos ("CGD"): Directamente CGD Pensões 30.603 1.A.06 % Acções próprias: S+C S+Cm Outros: Fundo de Capital de Risco CGD – Caix a Capital 10.63 % 100.205 (26.500 100.677) a) Inclui linhas contratadas em Portugal.813 4. o detalhe de caixa e equivalentes a caixa (Nota 3) era o seguinte: 31-12-14 31-12-13 Tx.099.814 1.813 4.990.651.313 10.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.06 % 4.933.990.69 % 8.º acções % Directamente 70.510.378 3.03 % 1.279. | 2014 13.781 17.428.603 1.99 % 1.50 % 10. de valor nominal unitário de 1 euro.53 % 70.99 % Acções dispersas em bolsa 5.53 % Indirectamente 6.10 % 1.061.692.848) (28. efectiva Saldos Caixa e equivalentes a caixa: Numerário Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis Depósitos a prazo Descobertos bancários e contas caucionadas a) 8.06 % 3.14 % 17. CAPITAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.68 % 77.069.10 % 4.738.022.224.07 % 1.667.00 % 100.º acções % N.610 70.765 79.689. integralmente subscrito e realizado.813 4.07 % 1.061.02 % - -% 1.092. encontrava-se representado por 100.647.417 1.417 1. Angola e Moçambique.051 5.092.741 59.099. 14.070) 50.238.108 15. CAIXA E EQUIVALENTES A CAIXA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. Aos 94 .092 77.62 % 15.00 % As reservas incluídas no capital próprio da SUMOL+COMPAL em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 apresentavam as naturezas e finalidades abaixo apresentadas: Excedentes de revalorização Os excedentes de revalorização resultam do incremento líquido do valor contabilístico dos itens do activo tangível.600 2.283. no âmbito dos processos de reavaliação de acordo com os Princípios Contabilísticos Geralmente Aceites anteriores (custo considerado na data de transição).44 % 8.610 70.793 3.053 2.03 % 30.500 100.229.590.510.22 % 79.211 0.092.393 (13.590.155 8.069.313 10.211 0.04 % 4.000 - 63.150. S.500 acções ordinárias.652 4.194.814 1.147.700.

A reserva legal só pode ser utilizada para cobertura da parte dos prejuízos acumulados que não o possam ser através do resultado positivo do período ou de outras reservas. na Assembleia-Geral realizada no próprio dia em que esteve presente ou representado 73. não tendo uma finalidade específica. Reservas livres As reservas livres são constituídas por livre deliberação da Assembleia-Geral. 20% do capital social.099. em reservas livres. S. c) a proposta de conversão das reservas estatutárias da Sociedade.76.398. no montante de €3.A. 95 . no mínimo.832. em reservas livres.67. ficaram retidos na entidade.16. ou para incorporação no capital.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. não podendo este exceder o montante das entradas dos accionistas. na medida em que não forem necessários para cobrir prejuízos já acusados no balanço.186. para cobertura de resultados retidos negativos da Sociedade no montante de €26. sujeitas ao regime das reservas legais. Em 9 de Dezembro de 2014 a SUMOL+COMPAL (“Sociedade”) divulgou ao mercado que. por um lado. como a própria rubrica sugere. Aos prémios de emissão de acções é aplicável o regime da reserva legal.659. b) a proposta de utilização parcial das reservas. d) a proposta de conversão das reservas contratuais da Sociedade. | 2014 excedentes de revalorização é aplicável o regime da reserva legal. no montante de €3. Resultados retidos Os resultados retidos correspondem ao somatório dos lucros (se positivo) ou somatório dos prejuízos (se negativo) acumulados relativos a períodos anteriores que. Reservas estatutárias As reservas desta natureza decorrem das disposições estatutárias ao longo da existência da SUMOL+COMPAL nos sucessivos contextos da estrutura societária.77% do correspondente capital social com direito a voto. pelo outro. Prémios emissão de acções Os prémios desta natureza resultam da diferença entre o valor subscrito e o valor nominal das acções emitidas. Outras reservas Nesta rubrica estão incluídas as reservas estatutárias. as reservas livres e os prémios de emissão de acções.997. foram aprovados por unanimidade: a) o balanço intercalar da Sociedade reportado a 30/09/2014. Reserva legal O Código das Sociedades Comerciais estabelece que pelo menos 5% do resultado positivo anual é destinado à constituição ou reforço da reserva legal até que represente.07 euros por acção. resultantes de prémios de emissão. e) a distribuição de reservas aos accionistas no montante de 0.

168. 15.144.900 % 49.900 % 49.999 Contas caucionadas 3.68 % 51. INTERESSES NÃO CONTROLADOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.900 % 10.000 % 10.900 % 49. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17).201.900 % 10.100 % 3.000.000 % 44.100 % 49. esta rubrica tinha a seguinte composição: Médio e longo prazo 31-12-14 Tx.000 15.000 Locação financeira 4.000 % -% -% 49.000 % 3.673.900 % 10.900 % -% -% 44.900 % -% -% 49. | 2014 f) a proposta de afectação a reservas livres do montante das reservas da sociedade sujeitas ao regime de reserva legal.910 % -% -% 49.900 % 49.100 % 3.939 Empréstimos bancários A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.558 196.910 % -% -% 49.910 % 49.900 % -% -% 49.002 % 49.000 % 49.900 % -% -% 49.000 % 16.382 Papel comercial 4.000 % 10. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).900 % -% -% 10. efectiva 31-12-13 Saldos 4.900 % 49.91 % 302.A. os interesses não controlados apresentavam a seguinte estrutura: 31-12-14 Detentor Sociedade Copagef (Notas 1 e 3) CGBA D2C Serv icom SACV S+Ca S+C Angola S+Cao S+Ci S+Cm S+Cmz WWC CGBA SACV S+C Angola S+Cao S+Cmz José Filipe Serpa Pimentel Barros Virgolino Herdeiros de Manuel Jacinto Alv es Alex andre Lemos de Matos Adolfo Manuel da Silv a Correia 31-12-13 Directa Percentagem de capital detido Efectiv a Directa Efectiv a 44.000 % 3.910 % 4.00.005 % -% -% 25. no valor de €8.88 % 20.900 % -% -% 25.000 % 10.900 % 44. 96 .447 207.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000.42 % 124. que excedem o montante legalmente fixado para a completa constituição e integração da reserva legal da Sociedade.833 460.900 % -% -% 44.990 % -% 25.381 50.868.000.100 % 49.872.900 % 0. S. EMPRÉSTIMOS DE MÉDIO E LONGO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.233 140.000 % 10.000.910 % -% -% 49.

O risco coberto é o indexante da taxa variável associada aos empréstimos (cobertura de fluxos de caixa).605 2016 101.447 207.494.902 - 31.818 - 9.136 36.613.041. O Grupo efectua também cobertura económica e contabilística do risco cambial inerente à exposição USD.299. nos montantes de 2.A. O risco coberto é o da flutuação da taxa de câmbio.016.730 - 8. O montante de gastos financeiros reconhecidos no período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi de 3.299.730 - 9.730 - 8.144.147.809 e 1.201.768.102 2018 58. denominada em euros.299. tinha o seguinte plano de reembolso previsto: Médio e longo prazo 31-12-14 31-12-13 2015 - 82. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente). À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps). resultante da compra de matérias-primas em moeda estrangeira.939 17. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018. associada a transacções altamente prováveis (cobertura de fluxos de caixa).902 - 31.818 - 8.000. 2.904. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 66 milhares de euros do capital próprio.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.902 - - - - - 8.041.000 - 196.233 milhares de euros (3.672.776 milhares de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013).093 milhares de euros. o montante coberto ascendia a 8 milhões de USD (8 milhões de USD no período findo em 31 de Dezembro de 2013). a dívida remunerada não corrente.299. O objectivo desta cobertura é transformar os empréstimos de taxa de juro variável em taxa de juro fixa.902 - - - - - 31. S. o Grupo tinha reconhecido os seguintes derivados financeiros (Notas 18 e 30): Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.730 - 9.612. | 2014 Nas mesmas datas e atendendo à respectiva natureza e maturidade. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos). À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD.096 56. 97 . INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS E CONTABILIDADE DE COBERTURA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. tendo os mesmos sido incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de diferenças de câmbio favoráveis (Nota 31).818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura O Grupo contrata swaps de taxa de juro para cobrir o risco de taxa de juro inerente aos pagamentos futuros de empréstimos.215 31.818 - 9. o montante nominal de empréstimos com coberturas associadas ascendia a 89 milhões de euros (105 milhões de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013). 1.233 2017 31.999 2019 5.516.041.041.

730 8. pelo que a SUMOL+COMPAL se abstém de fazer divulgações adicionais.351) (536.201.870) 162.642) 12.320. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 3.693.115 (17.A. correspondentemente). 98 .233 milhares de euros do capital próprio.497) (1. PROVISÕES E PERDAS DE IMPARIDADE ACUMULADAS Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014.041) (19.156) - - - (39.646 8. clientes e distribuidores (questões laborais e comerciais.144.870) (1. foram reconhecidas perdas por imparidade nas classes de activos “Inventários” e “Clientes de cobrança duvidosa”.209) 163.824) (463.980) (75. 18.567.321) (1. A prestação de informação adicional sobre os processos pode causar prejuízo à posição da SUMOL+COMPAL face às restantes partes das disputas.361) (663.301) No período findo em 31 de Dezembro de 2014.000) - - (611.777 (1.078. os quais foram incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de juros suportados (Nota 31).000) (4.975.732 520. as quais foram estimadas pelo Grupo com base na sua experiência.678 9.442 (474.242.104 175.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.948 102.773) (17.161.176) 157. a variação nas perdas de imparidade e provisões acumuladas foi a seguinte: 2014 Rubricas Saldo inicial Reforço Utilização Reversão Saldo final Perdas de imparidade: Em outros investimentos financeiros Em inventários (Nota 26) Em clientes de cobrança duvidosa (Nota 26) Em outras dívidas de terceiros (Nota 26) Provisões (Nota 26) (39.374 507.334 (20.156) (342.661) (730) 332. No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014.475.980) (18.451.299. DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. as provisões referem-se a disputas legais com colaboradores.540 175.159.557 (18. na análise de risco de obsolescência e na sua avaliação da conjuntura e envolventes económicas.501. S.260) (300.186 19. as dívidas comerciais de longo prazo a pagar apresentavam a seguinte composição: Instrumentos financeiros derivados ("swaps") Outros 31-12-14 31-12-13 8. A manutenção de uma conjuntura económica difícil tem agravado a incapacidade de alguns clientes liquidarem as suas obrigações decorrentes das vendas de produtos e das prestações de serviços efectuadas pelo Grupo.

433.648 36.381 378.343 5.952 42.315.252 591.434 1.462 1.104.085 Entidades relacionadas Outros credores Nas mesmas datas.028 886.011.613 1.536 50.267 615.000.365 22.336.342 374.319 781.000 - Locação financeira 4.093 36.395 166. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17). esta rubrica tinha a seguinte composição: Curto prazo 31-12-14 Tx. EMPRÉSTIMOS DE CURTO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.104.882. 21. PASSIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.618 2.744 248.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o detalhe de “Outros credores” era o abaixo evidenciado: Actividades CNA Documentos em recepção e conferência Pessoal Letras descontadas Sindicatos Retenções de imposto sobre o rendimento Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") 31-12-14 31-12-13 1.211 66.107 169. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).532.081 425.180.256 19.028 683.258.159 4.197 1.365 48. S.167 99 .947.600 16.056 A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.A.458. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.338 135.698 Papel comercial 6.588 19.429 16.278 886.86 % 26. | 2014 20.546.082 11.91 % 174.592 31.406 134.350 16. esta rubrica tinha a seguinte composição: Fornecedores 31-12-14 31-12-13 47.015 1.724 43.851 103.159 5. efectiva 31-12-13 Saldos Empréstimos bancários 3.673.712. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a pagar Contribuições para a Segurança Social Imposto sobre o Rendimento (IRC/IRS) – retenções na fonte Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) Imposto do selo (IS) 31-12-14 31-12-13 3.68 % 5.

929 1. cujo limite global ascende a 35 milhões de euros e cuja duração é de seis meses (automaticamente renovável por iguais períodos).728.145.462 3.7 milhões de euros correspondentes à utilização e desconto de uma linha de créditos documentários de importação contratada fora do mercado doméstico.416.419. OUTROS PASSIVOS FINANCEIROS No período findo em 31 de Dezembro de 2014.A. esta rubrica tinha a seguinte composição: Credores por acréscimos de gastos: Remunerações e encargos a liquidar Publicidade e propaganda Incentivos Documentação em trânsito (FSE) Gastos com o pessoal Juros a liquidar Reciclagem de embalagens Mercadorias e matérias Seguros Aperfeiçoamento activo Rendimentos a reconhecer: Subsídios para investimentos .089.344 2. | 2014 23.401.IFADAP Diferenças de câmbio Outros: Adiantamentos de clientes 31-12-14 31-12-13 4.771 54. os 21 milhões de euros apresentados na rubrica incluem 18.544 26.280.539 71.885 10.274 3. os contractos em causa não reúnem as condições necessárias para serem considerados como “sem recurso” pelo que.483 772. No período findo em 31 de Dezembro de 2013.107 1.848 430. estavam ainda englobados 2. A taxa (custo) efectiva subjacente aos contractos é inferior à média das taxas efectivas associadas às linhas de curto prazo contratadas pela SUMOL+COMPAL.433.961 82.511 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.596.688.656 20. não foram desreconhecidos quaisquer activos referentes a saldos a receber. dos cerca de 19.573 955.176 1.404 7.360 10.299 10. No total apresentado nesta rubrica no período findo em 31 de Dezembro de 2013.6 milhões de euros apresentados na rubrica “Outros passivos financeiros”. OUTROS PASSIVOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.884 12.5 milhões de euros correspondem ao montante antecipado no âmbito de contractos de factoring.981 2.314 1. No contexto da IAS 39.040.024 1.583 2.007.524 1.693 26.315 4.462 - 12.489. 100 . 19. Em 31 de Dezembro de 2014 não existiam valores descontados no âmbito desta linha.API Estrutura comercial Damm Subsídios para investimentos .323 75.3 milhões de euros contratados de forma idêntica.499.917.798 24. S.981 49.038 431.332.

996 Reversões de perdas por imparidade (Nota 19 e 32) 520.842 1.037 195.804 1.501 Rendimentos suplementares Ganhos em alienações de activos tangíveis 80.773. LOCAÇÃO OPERACIONAL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.168 861.020. foram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 2014 2013 834.136. A rubrica encontra-se ainda influenciada.269.601 7.393. embora com menor expressão.890 Subsídios ao investimento Outros rendimentos operacionais 1.847. a rubrica “Réditos” (Notas 3 e 39) apresentava a seguinte composição: Vendas Prestações de serviços 2014 2013 300. decorrentes de contractos de locação operacional. a comparticipações de terceiros nos gastos com publicidade e propaganda incorridos pelo Grupo.634.839 Correcções relativas a períodos anteriores 17.930 12.978.294.481 Os valores apresentados em rendimentos suplementares referem-se.909 51.335 1. RÉDITOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. | 2014 25. os valores das rendas pagas reconhecidas como um gasto no período.601. OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.709.667 101 .964 26.343.508 144.A.123. maioritariamente.764 10. 27.209. a rubrica “Outros rendimentos e ganhos” apresentava a seguinte composição: 2014 2013 8. por rendimentos decorrentes de transportes e da valorização de resíduos para reciclagem.106 37.841 Ganhos em inventários 789.825 2.972 2. S.015 566.398 289.176 9.788 309.290 352.767.328 301.662.377 11.

1.465.406.823 2.012 4.568 3.301 789.830 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Empilhadores 57.967 . 28. os valores das rendas vincendas decorrentes daqueles contractos eram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento 2014 2013 408.843 5.440 73.310.720 4.016 1.691 1.248 48.188.525 809.129 7.316 945.596 40.155 39.189 41. higiene e conforto Outros 102 2014 2013 3.093.194 19. o seguinte: Subcontratos Trabalhos especializados Publicidade e propaganda Vigilância e segurança Conservação e reparação Ferramentas e utensílios de desgaste rápido Livros e documentação técnica Material de escritório Artigos para oferta Electricidade Combustíveis Água Outros fluidos Deslocações e estadas Transportes de mercadorias Rendas e alugueres Comunicação Seguros Contencioso e notariado Despesas de representação Limpeza.105.168 Não mais de um ano: Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 1.082 470.043.068 57.536.355 871 3.345 63.962.836 6.922 1.676 2. | 2014 Nos mesmos períodos.336 Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 465.837.571 35.683.440 2.299.779 18.151 39.077. neles não se encontrando prevista a opção de compra dos bens afectos nem existindo cláusulas de renovação automática. o detalhe de “Fornecimentos e serviços externos” era.158 1.277 811.732 5.097 1.854 .739 94.752 Os contractos de locação operacional relativos a empilhadores e a veículos automóveis ligeiros de passageiros e de mercadorias têm a duração média de 48 meses.169 40.336 1.861.572.430.896. S.231.716 6.131 836.860 161.478.278.257.518 834.851 8.893 584.A.662 1.838.328.045.618 3.802 5.632 142.607.793.171 32.522.931 3.852 56.413 87.246.385 1.151. correspondentemente.495.892. FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.949 61.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.427 3.

023 2.905 3. OUTROS GASTOS E PERDAS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.826 142.573.530.109.280 34.521 612.506 94.344 24.298 1.278.395 151.300 15.230 646.677 110.302 1.044 Durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. o número médio de trabalhadores ao serviço das empresas incluídas na consolidação era o constante do quadro abaixo: Número médio de trabalhadores 2014 2013 1.924 2.083 329.473 648. GASTOS COM O PESSOAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.429 25.785 2.778 120.870 35.194.283 267.290 30.805.331.415.780 419.690 558.260.114 75.905 1. a rubrica “Outros gastos e perdas” apresentava a seguinte composição: Abates de inventários Donativos Impostos Ofertas e amostras de inventários Quotizações Perdas na alienação de activos tangíveis Correcções relativas a períodos anteriores (Nota 32) Outros gastos operacionais 2014 2013 1.132 517.160 112. a rubrica “Gastos com o pessoal” apresentava o detalhe que se segue: Remunerações dos órgãos sociais Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações Seguros de acidentes no trabalho e doenças profissionais Gastos de acção social Outros gastos com pessoal 2014 2013 1.068.053 165.878 5.A.029 780. | 2014 29.104 103 . S.159.320.102.181.233 5.

367) (758.109.5%).317 1.755.485) (3. os resultados financeiros (Notas 3 e 39) apresentavam a seguinte composição: 2014 2013 (13.468. desde 2014.078.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.976) (20. de 4 anos.570 Outros rendimentos e ganhos financeiros 3.637 199.830.886) (1.233. processo de documentação fiscal e correspondente documentação suporte devem ser conservados durante 12 anos. correspondendo estas às que estiverem aprovadas ou substancialmente aprovadas na data do balanço consolidado. a SUMOL+COMPAL considerou a taxa agregada de 22.188) Outros gastos e perdas financeiros (2. RESULTADOS FINANCEIROS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.111) (12. A caducidade das anulações ou liquidações adicionais resultantes de correcções aos prejuízos fiscais é.9% do capital da S+Cm à Copagef originou uma participação na subsidiária inferior aos 75% mínimos previstos naquele regime.067) (20.788.279 645.383 (19.259 Descontos de pronto pagamento obtidos 256.5 milhões de euros e 5% para os montantes superiores).351) Descontos de pronto pagamento concedidos (1.921. Os impostos diferidos são calculados com base nas taxas de imposto que se espera virem a estar em vigor à data da reversão das diferenças temporárias. No período findo em 31 de Dezembro de 2014. a Empresa deixou de ser tributada pelo lucro consolidado no âmbito do Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (“RETGS”) na medida em que a alienação de 49.239) Outros resultados financeiros: Gastos e perdas financeiros: Juros de financiamento suportados Juros de instrumentos financeiros derivados (swaps ) (Nota 17) Diferenças de câmbio desfavoráveis Rendimentos e ganhos financeiros: 3. Os livros.775.237 1.856) Juros de financiamento obtidos Diferenças de câmbio favoráveis (Nota 17) 32. registos contabilísticos. Os prejuízos fiscais gerados a partir de 2014 podem ser recuperados no período de 12 anos. 5% entre o valor anterior e 35 milhões de euros e 7% para os montantes superiores) e dois em 2013 (3% até 7.A.297.835) (3.100.054 2.5 milhões de euros.606.424. Os impostos sobre o rendimento (correntes ou diferidos) são reflectidos nos resultados do período.408 134. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.788) (20. que inclui Derrama Municipal (na data homóloga de 2013 tinha sido de 26.5%. | 2014 31. IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO A SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias sediadas em Portugal encontram-se individualmente sujeitas a tributação em sede de imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (“IRC”) e correspondente Derrama Municipal. Em ambos os períodos houve o acréscimo da Derrama Estadual nos lucros tributáveis superiores a 1.218) (1.180 309. com três patamares de taxas em 2014 (3% até 7.5% na medida em que corresponde à aprovada no Orçamento do Estado para 2015. devendo a sua utilização processar-se por ordem cronológica e apenas até à concorrência de 70% do lucro tributável de cada ano fiscal.889) (572. O imposto destas empresas correspondente ao período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi calculado tendo por base a taxa nominal de IRC agregada de 24. 104 .5 milhões de euros.687.

208. A parte do benefício que não possa ser deduzida é transmissível. | 2014 Às subsidiárias sediadas em jurisdições estrangeiras aplica-se a legislação fiscal dos países em que desenvolvem as suas actividades. de 16 de Julho. não poderá ultrapassar. Durante os exercícios de 2011 a 2013. relativamente aos exercícios de 2011 e 2013.279 euros.761 euros e 280. eram susceptíveis de serem elegíveis para efeitos de aproveitamento do Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”). Na Declaração Modelo 22 correspondente ao período de tributação findo em 31 de Dezembro de 2013. aos cinco períodos de tributação subsequentes. previsto na Lei n. As despesas deverão ter sido efectuadas entre 1 de Junho e 31 de Dezembro de 2013 e a dedução pode ser efectuada até à concorrência de 70% da colecta do IRC. nos montantes de.º 55-A/2010. o limite de 70% da colecta que se apuraria pela sociedade que realizou as despesas elegíveis caso o RETGS não se aplicasse.A. Para as entidades que apliquem o RETGS.º 49/2013. no seu entendimento. Contudo. de 31 de Dezembro. o Grupo suportou despesas com investigação e desenvolvimento (“I&D”). relativas à recomendação de créditos fiscais decorrentes de actividades de I&D efectuadas naqueles exercícios.º 64-B/2011. S. de 30 de Dezembro.919 euros referentes ao benefício fiscal determinado nos termos do CFEI. 196. foram deduzidos 527. as quais. nas mesmas condições. a dedução será feita com base na matéria colectável do grupo até à concorrência de 70% desta.918 euros. Neste sentido. que estabelece um Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (“CFEI") traduzido numa dedução à colecta de IRC de 20% das despesas de investimento em activos afectos à exploração (com limite de cinco milhões de euros por sujeito passivo). foram emitidas as respectivas declarações. 105 . No período findo em 31 de Dezembro de 2013 foi publicada a Lei n.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. submetida em Maio de 2014. para cada sociedade e por cada exercício. correspondentemente. por parte da Comissão Certificadora para os Incentivos Fiscais à I&D Empresarial (“Comissão Certificadora”). entretanto alterada pela Lei n.

50 % 5. | 2014 A reconciliação entre a taxa nominal e a taxa efectiva de imposto sobre o rendimento do período (Nota 39).471) Diferenças permanentes: Ajustamentos decorrentes da aplicação do justo v alor (não fiscalmente dedutív eis ou para além dos limites) 837.026 Ajustamentos à colecta: Tributação autónoma (248.885 405.729) (26.327 (42.549.00 % (1.A.621) Derramas (574.335) Outros (líquido) (241.173.096 Tax a nominal de imposto 23.027.00 % Efeito no imposto do período (86.283 Benefícios fiscais (120. apresenta a seguinte composição: 2014 Resultados antes de impostos Tax a nominal de imposto Imposto esperado 8.956) Imposto do período Tax a efectiv a de imposto 106 3.354.229) Rev ersão de ajustamentos em inv entários tributados e de perdas por imparidade tributadas (Notas 19 e 26) (520.200 (31.920) (411. no período findo em 31 de Dezembro de 2014.741 (331.272) Diferenças temporárias: Redução de activ os (prejuízos fiscais reportados) Redução de passiv os (goodw ill e reserv as de reav aliação) Outros (líquido) 6.49)% .961) Benefícios fiscais Acertos de liquidações 85.889.449) Tax a agregada de imposto (nominal + derrama municipal) Efeito no imposto do período 22.540 Correcções relativ as a períodos de tributação anteriores (Nota 30) 419.788.163) 375. S.921.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.221 23.

562 41.789.497 70.No período findo em 31 de Dezembro de 2014.923 31-12-13 Saldo final Saldo inicial Aumento Rev ersão Saldo final (1.698) 71.923.161 - 1.629 54.184 1.356.620 861.393 - 8.080 (553.218 - (7.456 249.410.327 7.700 - (6. tendo sido reconhecidos impostos diferidos activos unicamente sobre estes.649 - (28.220.112.851.020) 1.577) 2.200 619.781 2.700 71.965 - (7.469 Intangív eis 147.896.272.220.923) - 54.920.168 612.394 - (35.627 71. A data limite de utilização dos prejuízos fiscais existentes no período findo em 31 de Dezembro de 2014 é a apresentada no quadro que se segue: Jurisdição Período em que foram gerados Espanha 2007 2022 - 3.009.923 - - 54. respectivamente.040.540 (1.562 - - 147.141 (1.987) 34.456) 249.069) 63.420.909.232.391 Portugal 2014 2018 8.896. os activos por impostos diferidos e passivos por impostos diferidos ascendiam 1.923 - - - - 424.713 49.896.062.469 - (33.794.627 euro.061 442.300. apresentando a seguinte composição: 31-12-14 Saldo inicial Aumento Rev ersão 1.391 - 2.554 Data limite de utilização Utilizável Não utilizável Total 107 .911 249.272.747.180) 236.282 Moçambique 2014 2019 1.048) 1.923.061 (32.965 - - 70.073 - (424.073) - 2.562 - (147.052) 203.468) 63.682.690 32.968.061 - (54.943) 1.794.200 - 691.161 3.184 Activ os por impostos diferidos: Prejuízos fiscais reportáv eis Anulação de margens internas Homogeneização de amortizações Incentiv os fiscais à inv estigação e desenv olv imento empresarial Passiv os por impostos diferidos: Goodw ill 70.518) 41.327 3.789.968.393 Angola 2014 2017 13.256.696 - (7.920.227 3.040.282 - 13.781 euros e 63.417 264.794.696 Reav aliações legais No final do período o Grupo procedeu à revisão dos prejuízos fiscais susceptíveis de recuperabilidade futura.091 1.562) - 147.965 Reav aliações liv res 236.327 Moçambique 2013 2018 2.

foram valorizadas. CGBA Subsidiária da SUMOL+COMPAL. a lista de partes relacionadas era a seguinte: Amélia Maria Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL.A.082 euros (prejuízos gerados em Espanha). No período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram reconhecidas quaisquer perdas de imparidade relativamente a montantes devidos por partes relacionadas. Por não ser possível estimar os impactes nas demonstrações financeiras. e as aquisições de bens e serviços a estas. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Os saldos existentes com as partes relacionadas não se encontram cobertos por seguros e serão liquidados em dinheiro. 108 . António Rui Libório Frade Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. O montante de imposto diferido activo que não foi reconhecido ascende a 974. O detalhe dos saldos e transacções entre o Grupo e outras partes relacionadas encontra-se divulgado adiante. o Grupo não reconheceu impostos diferidos activos sobre prejuízos fiscais de sociedades nas quais não se estima. por essa razão. não tendo sido dadas ou recebidas quaisquer garantias. considerar descontos sobre o volume transaccionado e a natureza e especificidade das operações realizadas. respectivamente. a Autoridade Tributária e Aduaneira autorizou a dedução de cerca de 16 milhões de euros de prejuízos fiscais cuja utilização significará a revisão das declarações fiscais desde 2006. PARTES RELACIONADAS A empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. em qualquer dos casos. 33. com razoável segurança. o Grupo não reconheceu o correspondente activo por imposto diferido.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. D2C Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Em 31 de Dezembro de 2014. As vendas e as prestações de serviços efectuadas às partes relacionadas. foram eliminados no processo de consolidação e. Por outro lado. António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. é a Refrigor (Nota 13). | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2013. a ocorrência de lucros fiscais suficientes para assegurar a recuperabilidade do referido imposto. Os saldos e as transacções entre a SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias. em tempo útil. apoiado em pressupostos de projecção da actividade para os próximos anos. não são divulgadas nesta nota. aos preços praticados habitualmente pelo Grupo a partes não relacionadas e a preços de mercado. que são partes relacionadas da Empresa. Considerando o plano estratégico do Grupo. é convicção do Grupo que se irão gerar. podendo. lucros tributáveis futuros suficientes para reverter os impostos diferidos activos decorrentes de prejuízos fiscais. que coincide com a entidade controladora final. S.

WWC Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Madibel – sociedade em liquidação Subsidiária da Refrigor. Frildo Todos os gerentes da Frildo integram o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. freguesia de Carnaxide. sito na Portela de Carnaxide. em 31 de Dezembro de 2014. concelho de Oeiras. S+Cmz Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S.A. Refrigor Empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. S+Ca Subsidiária da SUMOL+COMPAL. A natureza dos relacionamentos existentes entre as partes relacionadas acima divulgadas era. freguesia de Carnaxide.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a que a seguir se descreve: Entre o Grupo e a Eufiger A Eufiger arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Vértice. José Manuel Doutel Jordão Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S+Cao Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+Cm Subsidiária da SUMOL+COMPAL. João António Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. Servicom Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+C Angola Subsidiária da SUMOL+COMPAL. | 2014 Eufiger A maioria dos administradores da Eufiger integra o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. S+Ci Subsidiária da SUMOL+COMPAL. concelho de Oeiras. Entre o Grupo e a Frildo A Frildo arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Frildo. sito na Portela de Carnaxide. Entre a entidade relatora e a Refrigor A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: 109 .

128 (200. acompanharam temas relacionados com a utilização do Edifício Sede.687.178 1. e Seven-UP Internacional.833 1. Rend.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.867 1.536.390 32.269. iii.163 (114.012 1.166) 42.233 32. nomeadamente.517 803 (189. Rend.756) 9. Estes.670 euros como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actual Novo Banco).138 1.138 Nos períodos findos em 31 Dezembro de 2014 e 2013.264.227) 32. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor. recebeu a quantia de 673. 110 . operac.867 1. a remuneração dos administradores e outro pessoal chave da gerência apresentava a seguinte composição: 31-12-14 Benefícios de curto prazo 31-12-13 1. S.066 48.537 1.A.928) 9.256 - 34.469. financ.710 euros a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. ACTIVIDADE DESENVOLVIDA PELOS ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS Neste novo mandato os administradores não executivos deram continuidade às actividades desenvolvidas anteriormente.820 - 483 - 2. e participaram em actividades de representação institucional. acompanharam assuntos jurídicos estratégicos. em vigor. Gastos Rend. a Sociedade pagou à Refrigor 1.405 (200.393) 55. participaram em projectos de natureza estratégica. Rend. Outras informações Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. operac.269.272 (187.411 34.517 (245) (191. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc.215.357 11. 1.348) As transacções mais significativas efectuadas com partes relacionadas durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 foram as seguintes: Transacções Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 2014 2013 Gastos operac.704 488. reuniram-se no âmbito do comité da auditoria interna.928) 302 2. Gastos operac.066 49.937 - 1. financ. A receber A pagar Clientes Fornec. Gastos financ.831.752 (262.348) 302 421 56.650 1. financ. os saldos mais significativos existentes com partes relacionadas eram os a seguir apresentados: Saldos 31-12-14 31-12-13 C/C Associadas C/C Associadas Clientes Fornec.251 288.469.432 (73. que é propriedade da Refrigor. representaram a Empresa no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET).470 1.146) 32.198.581 euros como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas.822 (114. assumiram a coordenação e o acompanhamento da actividade do Gabinete de Auditoria Interna.599. ii.075 1. recebeu a quantia de 541.251 289. A receber A pagar Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 3.215.773 - - - - - - - - - 704. | 2014 i. em 30 de Dezembro de 2008.599.

Nas RCA efectuaram também o acompanhamento da evolução dos negócios. entre os administradores não executivos e alguns gestores da Empresa para melhorar o conhecimento profissional e pessoal entre os mesmos. como na integração social e comunitária. Gouveia. Face ao ano anterior. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. cultural e educativo e afins. Oeiras e Faro. os administradores não executivos estiveram envolvidos em análises e decisões sobre matérias de gestão não corrente. foi doado ao abrigo da lei do mecenato a 438 entidades com carácter social. No âmbito do acompanhamento da actividade operacional da Empresa estes administradores visitaram as fábricas em Portugal e os maiores centros de distribuição em Portugal e em Angola. que conta com a participação de mais parceiros. da Associação Alzheimer Portugal em parceira com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. visitaram feiras alimentares e participaram em eventos promovidos pelo Grupo. Tendo por objectivo optimizar a gestão de donativos do produto com valor social – produto cujo prazo disponível para consumo é inferior a um terço do respectivo prazo de validade – em 2014 foram introduzidas melhorias no processo. Encerrámos o ano com a entrega de 530 mil litros de produto com valor social. Foram também promovidos pequenos-almoços de trabalho. Em 2014 renovámos o apoio protocolar com o Ministério da Educação através do Programa Escolar de Reforço Alimentar (“PERA”) que visa. os administradores não executivos reuniram-se sete vezes. tornou possível chegar a um maior número de entidades. Leiria. destinadas a pessoas com 111 . S. a par da promoção hábitos alimentares saudáveis. valorizado em cerca de 380 mil euros. repartido por 17 marcas. tais como. demos continuidade ao apoio à Fundação da Juventude e à Fundação Marquês de Pombal. instituições que promovem a integração das crianças e jovens tanto na vida profissional activa. disponibilizando donativos com produtos das marcas COMPAL e UM BONGO. Foram ainda realizadas reuniões em diferentes instalações da SUMOL+COMPAL com a presença de alguns destes administradores e gestores da Empresa. célere e participativa a nossa relação de cooperação com a comunidade. a SUMOL+COMPAL em 2014 deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. Durante 2014. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. a quantidade de produto com valor social decresceu significativamente. social e ambiental.A. Almeirim. 35. distribuídas pelos concelhos prioritários de Póvoa de Varzim. o orçamento e os documentos de prestação de contas. RESPONSABILIDADE SOCIAL Capital social: a SUMOL+COMPAL e a comunidade Tendo como objectivo estratégico contribuir para a sustentabilidade económica. SEVEN UP e GUARANÁ ANTARCTICA. tornando mais eficiente. estiveram presentes em seminários dedicados a temas relevantes para o negócio. Vila Flor.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Este produto. visitaram zonas do mercado nacional e de alguns mercados internacionais. o plano operacional. tendo sido revisitados e alinhados todos os critérios de apoio. tem por missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida e redução do isolamento social. a adopção de uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. através da realização de sessões. No entanto. nas instalações da SUMOL+COMPAL. | 2014 No âmbito das Reuniões do Conselho de Administração (“RCA”). sem a presença de qualquer membro da Comissão Executiva. Este projecto. Na qualidade de fundadores. o plano estratégico. SUMOL. desportivo. Integrámos de forma regular o Projeto Café Memória. maioritariamente COMPAL. Pombal. suprir as carências alimentares de alunos que frequentam as escolas públicas.

e social. as praias da Foz do Lizandro e de Ribeira de Ilhas também beneficiaram de acções de remoção de lixo e limpeza do areal. a SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL foi nomeada e aceitou o desafio. em particular nas comunidades onde estamos inseridos ou como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. S. Nos grupos de trabalho do BCSD Portugal. Oeiras e Vila Flor. este ano voltámos a promover em Almeirim. demos a conhecer.A. a continuidade do Programa “Eu Passo…” a alunos dos 7º e 8º anos. Em parceria com a EDP. a partilha de experiências e a sensibilização da comunidade para a doença. em 5 escolas diferentes do concelho. corridas que são grandes eventos desportivos nas comunidades locais. de hábitos de vida saudável e prevenção de comportamentos de risco através do aumento da participação e envolvimento da família na escola e na rede de recursos comunitários. através do apoio a eventos desportivos. a recompensa com uma foto original a todos os fãs que entregassem 10 copos de plástico ou de cartão para a reciclagem. o projeto Café Memória realizou 71 sessões. iniciou a redução da sua pegada ecológica na realização da 6ª edição do SUMOL Summer Fest. Em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras e a Associação Prevenir. tutela da FICASE – Fundação Cabo-Verdiana de Acção Social Escolar – que tem como objectivo apoiar as famílias 112 . O ano de 2014 foi pautado por uma onda de solidariedade com um desafio intitulado Ice Bucket. continuámos envolvidos na participação no programa da Acção 2020. nas vertentes económica. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização e o reforço de posições de destaque no continente africano. numa plataforma de partilha de ideias. Como tal. o Ericeira Camping e o promotor do festival. A promoção da prática de estilos de vida saudáveis. experiencias e tendências. em parceria com a Tetra Pak. Na 7ª edição do Greenfest. que este ano contou com uma acção de sensibilização de recolha de medula óssea para o bebé Salvador. no qual era eleita uma entidade de carácter social para fazer um apoio a uma causa. por mais um ano lectivo. | 2014 problemas de memória e demência. promovemos a recolha bianual de sangue através da Associação de Dadores de Sangue de Queijas. garantimos. em 2014. De Abril de 2013 a Dezembro de 2014. aponta diretrizes para o caminho que as empresas devem percorrer até 2050 rumo ao desenvolvimento sustentável. palco do maior festival de sustentabilidade realizado em Portugal. a realização da 10º Edição da Campanha Nacional de Kits Escolares. a nossa preocupação com o futuro comunicando o lado mais sustentável da embalagem Tetra. o processo de reciclagem do cartão laminado e a origem sustentável do cartão através da certificação FSC (Forest Stewardship Council).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nestes países. a SUMOL+COMPAL garantiu. Na qualidade de membros do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável –. ambiental. para posterior reciclagem. Dando continuidade ao programa de apoio social em Cabo Verde. A Eco Acção consistiu na realização de sessões de formação e sensibilização ambiental aos responsáveis pela gestão de resíduos e clientes com pontos de venda no recinto do festival e. com cerca de 530 participantes e 145 voluntários. numa atitude positiva e diferenciadora. em parceria com a Câmara Municipal de Mafra. é um dos pilares da nossa política de Sustentabilidade. que. que visa a promoção de competências psicossociais. por mais um ano. Por mais um ano consecutivo. O resultado final foi um recinto surpreendentemente mais limpo e a recolha de 5 mil copos que se traduzem em 3. tendo concretizado o seu apoio financeiro à Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica. 239 alunos de 5 escolas diferentes e contou com uma taxa de sucesso superior a 80%. temos vindo a participar activamente no grupo da Água e do Sector Agroalimentar. Empenhados em contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e com maior responsabilidade ambiental. em articulação com os decisores públicos. englobou.000 kg de plástico e 220 kg de cartão. Este programa. respetivos familiares e cuidadores.

como forma de respeito e preservação do planeta Terra. Recursos naturais – Água e energia Em 2014. UM BONGO e COMPAL e COMPAL DA HORTA. promovendo a igualdade no acesso e sucesso escolar desses alunos. foi definida a implementação da ISO 14001 em 2015 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. demos os primeiros passos para o projecto de recuperação da Escola Primária 3 de Fevereiro.000 kits de material escolar. próxima da fábrica de Boane. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia. o rácio médio de consumo de água foi de 5. Consciente das suas responsabilidades. como retribuição dos benefícios gerados. com o processamento agro-industrial. podemos afirmar que este rácio é um valor de referência do sector. mais uma vez. que resultou numa refeição de solidariedade para os jovens e os “sem-abrigo” na cidade de Maputo. tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais. Capital natural: a SUMOL+COMPAL e o planeta Contribuir para o desenvolvimento sustentável. sendo a água um recurso escasso e finito a preservar. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e.A. juntamente com outras empresas do sector agro-alimentar. S. Organizado pela Associação Pequenos Gestos Moçambique. o que representa um ligeiro acréscimo face ao ano anterior. O resultado global cifrou-se em 15 toneladas de produtos alimentares que foram entregues em Luanda a populações carenciadas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. estando no entanto coerente e alinhado com os volumes de produção das unidades industriais. para a água e para o ar inerentes à sua actividade industrial. minimizando o impacte ambiental da sua actividade. quer a nível nutricional como de formação escolar das crianças em São Tomé e Príncipe. A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. continuaremos a investir nos processos. tendo a distribuição deste material decorrido na Escola Mãe Clara. nos equipamentos e nos comportamentos com vista à melhoria do desempenho hídrico. foi obtida na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. a SUMOL+COMPAL aliou-se a esta causa e. iniciámos este ano um apoio social com a entrega de 1. efectuou um donativo repartido pelas marcas SUMOL.000 crianças. com o objectivo de proporcionar às crianças daquela comunidade um local condigno de aprendizagem e mais adequado às suas necessidades. em 2014. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. Considerando a tipologia de actividade industrial SUMOL+COMPAL. Com uma presença cada vez mais forte no território angolano. Em Moçambique. Anualmente. em particular a exercida na unidade industrial de Almeirim. No entanto. | 2014 menos favorecidas na educação dos seus filhos. sendo uma forma de as empresas que exportam para Angola contribuírem para esta sociedade.35 litros água por litro de bebida. este apoio traduz-se na entrega de material e manuais escolares para 2. a Empresa tem vindo continuamente a adoptar boas práticas ambientais. 113 . a marca GUD voltou a apoiar o Natal de Rua. O Projecto LET’S CONTINUE TO GIVE apela à solidariedade contínua e duradoura. em Santa Catarina. e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. Numa aposta de desenvolvimento.

foi atingido o melhor desempenho neste indicador. o que significa uma redução de 1% devido à optimização e racionalização de consumo energético nas instalações industriais. 114 . as quais poderão ser utilizadas ou transaccionadas em bolsa. à eficiência destas utilizações em termos energéticos. tanto a nível nacional como internacional. através a entidade gestora AMB3e. Ao nível da ecoeficiência das embalagens foi possível. após terem sido deduzidas as licenças correspondentes às emissões de GEE verificadas em 2014. concluímos que em cada ano o investimento e custo para introduzir novas Melhores Técnicas Disponíveis (“MTDs”) é cada vez mais elevado para conseguirmos atingir reduções significativas de rácios de consumo energético. Considerando que os volumes de produção se têm mantidos estáveis ao longo dos últimos anos e que a nossa política de racionalização energética segue um caminho de optimização e melhoria contínua.022 tep/tonelada de produto acabado.971 toneladas equivalentes de petróleo (“tep”). Face ao ano anterior. em particular. No âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE (Nota 37).A. para o período 2013-2020.9% de reciclagem de resíduos nas unidades industriais da SUMOL+COMPAL. | 2014 O consumo directo e indirecto de energia primária em 2014 totalizou 8. garante o cumprimento da gestão ambientalmente correcta destes resíduos. Tendo em conta as 5. Uma parte significativa destas emissões é neutralizada pela captura de dióxido de carbono (“CO2“) ao abrigo do programa de reflorestação da ÁGUA SERRA DA ESTRELA. Resíduos e embalagens ecoeficientes Em 2014. S. que garante a proveniência do cartão de uma origem natural e sustentável. Em 2014. A SUMOL+COMPAL pagou à Sociedade Ponto Verde (SPV) 1.936 licenças de emissão a favor da SUMOL+COMPAL. e considerando o banking de 14. a unidade de Almeirim terminou o ano com um saldo global de 11. com a Tetra Pak. em 2014 tivemos uma redução de 4% face ao ano anterior. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. decorrente do projecto de centralização e optimização da gestão operacional de resíduos. obter 100% de embalagens de cartão laminado com a certificação FSC. foi criado o Comércio Europeu de Licenças de Emissão (“CELE”) que se encontra em vigor desde 2005.6 milhões de euros para a gestão dos resíduos de embalagens colocadas no mercado português no ano de 2014. Emissões – Solo e atmosfera Tendo em consideração as emissões de gases com efeito de estufa (“GEE”) que estão exclusivamente associadas ao consumo de energia directa e indirecta da actividade industrial. a SUMOL+COMPAL aderiu à ANREE – Associação Nacional para Registo dos Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (“EEEs”) que. verificou-se uma ligeira melhoria do desempenho global energético com um rácio de 0. tendo-se atingido 98. O consumo dos combustíveis fósseis é maioritariamente devido aos processos de combustão para gerar a energia eléctrica e térmica necessária às actividades industriais produtivas e auxiliares e.496 licenças de emissão atribuídas em 2014. tem sido um dos contributos para a redução das emissões de gases com efeito de estufa.273 licenças de emissão que transitou do ano anterior. Podemos afirmar que o desempenho energético das unidades industriais da SUMOL+COMPAL é um bom valor de referência. tendo como referência os factores de emissão previstos na legislação aplicável. A contínua aposta nas fontes de energia renováveis para o fornecimento de electricidade.

No âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o Novo Banco em 30 de Dezembro de 2008.733 10.706 As garantias que totalizam 14.000 4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 Biodiversidade O programa de reflorestação da nossa marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA continua a assegurar a plantação de árvores nas serras portuguesas. actualmente ao abrigo da parceria da SUMOL+COMPAL com a cadeia IKEA.731 112. no montante global de 318.116.500 6. S.406 14. tendo sido judicialmente impugnada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra e encontrando-se o processo a evoluir de acordo com os trâmites legais aplicáveis aos casos desta natureza.658 19.261 7.760 99. 115 .165 44.581 24.680 3. o valor das garantias emitidas a favor de terceiros tinha a seguinte composição: Beneficiário Instituição Autoridade Tributária e Aduaneira BCP/CGD/NB CGD/NB Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo Agência para o Inv estimento e Comércio Ex terno de Portugal 2º Juízo Cív el do Tribunal de Santarém Imopólis Direcção de Serv iços de Reembolso do Imposto sobre o Valor Acrescentado Câmara Municipal de Sintra Tetra Pak Tribunal do Trabalho de Coimbra Ministério da Administração Interna Ministério da Economia (Instituto Geológico) Fundação Inatel Autoridade para as Condições do Trabalho de Setúbal Agência Portuguesa do Ambiente Suomn Palautuspallaus Oy Metrocom Agência Portuguesa do Ambiente Tribunal do Trabalho de Lisboa Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social Comissão de Coordenação e Desenv olv imento Regional do Norte NB NB BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP NB BCP BCP BCP NB BCP 31-12-14 31-12-13 14. contribuindo assim para promover e valorizar a biodiversidade e dar um melhor contributo à sustentabilidade ambiental do nosso negócio.3 milhões de árvores.000 211.A.375 25.406 euros foram prestadas no contexto de Despacho resultante de inquérito judicial de natureza tributária de que a S+Cm foi notificada.299.799. remontando os factos em causa a 2006 e relacionando-se com benefícios fiscais concedidos no âmbito da fusão por incorporação da sociedade Compal na sociedade Inbepor.036 204. foram prestadas as seguintes garantias reais: i. 36.279 3.000 20.860 5. Marcas de propriedade da sociedade S+Cm. pertencentes à SUMOL+COMPAL.964 14.964 10.000 450.6 milhões de euros.940 204.418 7. Acções representativas do capital social das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm.760 44.500 3.500 2.860.406 4.253 14.165 26.733 10.000 6.279 225. decorre da circunstância desta ter incorporado em 2008 a sociedade resultante da fusão de 2006. através da compensação das emissões para a atmosfera e da redução da nossa pegada de carbono.807.036 112.807. ii.704 2. A acusação dirigida à S+Cm.940 211. Ao longo dos já muitos anos deste programa a marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA já plantou mais de 1.731 99.704 56. relativa a eventual burla tributária.807. CONTINGÊNCIAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.

2010. prestaram-se as seguintes garantias reais: i. 37. no âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE. 2011. tal como publicado no Despacho n.496 para 2014. 2012 e 2013 foi de. das quais se destacam as seguintes: i. inclusão de novos sectores e de novos GEE para além do CO 2. | 2014 iii.622.º 2003/87/CE de 13 de Outubro. iv.º 38/2013.060 e 7. ii.022 licenças para 2013 e 5. 7. garantia da possibilidade de banking de licenças (transferência de licenças para o novo período). Foram introduzidas algumas alterações no CELE durante este novo período de oito anos que termina em 2020. do Parlamento Europeu e do Conselho. diminuindo gradualmente de 80% em 2013 para 30% em 2020. 11. do Parlamento Europeu. iii. 9. O número de emissões verificadas no decurso de 2008. de 15 de Março. tendo sido transposta para a legislação nacional pelo DL n. a Directiva n. Gouveia. 2009. pelo que os operadores terão de adquirir licenças no mercado ou em leilões. de acordo com as regras normais do mesmo. centralização das decisões na Comissão Europeia.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Refira-se.º 2836/2008. 10. O CELE foi inicialmente criado pela Directiva n. respectivamente.941. Entretanto a anterior Directiva foi alterada pela “Nova Directiva CELE” (como é conhecida). alteração da metodologia de atribuição de licenças.384. Equipamento industrial de propriedade da S+Cm (Almeirim. iv. Relativamente ao financiamento contratado com o Banco Único em Moçambique. Imóvel de propriedade da S+Cmz (Boane). o período 2008/2012. de 14 de Dezembro. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt.º 233/2004. a propósito. em seguida. o qual foi posteriormente alterado de forma a enquadrar legalmente o período 2005-2008 e. v.374 licenças de emissão de GEE por ano. No período findo em 31 de Dezembro de 2010. ii. Estas licenças podiam ser transaccionadas em mercados estabelecidos para o efeito (mercado do carbono). de 5 de Fevereiro. Para o período 2008/2012 tinham sido atribuídas gratuitamente à S+Cm (sociedade na qual a ex-Compal foi incorporada. As alterações introduzidas implicam que a atribuição gratuita de licenças será efectuada em função do benchmark definido para cada sector. Pombal e Vila Flor). foi criado o CELE que se encontra em vigor desde 2005. a S+Cm realizou as seguintes transacções de licenças: 116 .A. Equipamentos de propriedade da S+Cmz (Boane). tendo esta sido transposta para a legislação nacional através do DL n. 10.º 2009/29/CE de 23 de Abril. S.003 tCO 2. Imóveis de propriedade das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm. que uma licença de emissão corresponde a uma tonelada de CO2 (“tCO2”). enquadrando e definindo as regras do CELE para o período 2013/2020. por fusão) 13. tendo sido atribuídas à S+Cm 6. A atribuição gratuita para este período iniciou-se em Junho de 2011.590. MATÉRIAS AMBIENTAIS Tal como mencionado na Nota 35. introdução de novos critérios para avaliação da inclusão no CELE.

Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram realizadas contribuições.936 licenças em carteira correspondiam a uma mais-valia potencial de 87. 2 de Junho de 2003.42 euros por licença. Em 2012 o preço médio foi de 7.000 licenças Certified Emission Reduction (CER) ao preço unitário de 14. aproximadamente. O fundo de pensões foi constituído por escritura pública de 29 de Dezembro de 1988 e o Contrato Constitutivo foi alterado em 22 de Dezembro de 1999. a cotação de fecho das licenças EUA era de 7. é de esperar um excesso de 11. invalidez e de sobrevivência a empregados reformados. Em 2013 a SUMOL+COMPAL adoptou uma organização assente em unidades de mercado baseada na divisão geográfica no sentido de dar resposta aos objectivos estratégicos definidos. cinquenta e cinco transferências para outros planos correspondentes a igual número de saídas de colaboradores. pelo que as 11. Embora ainda a aguardar verificação oficial. 9 de Abril de 2010 e 16 de Janeiro de 2014. estando os respectivos produtos e/ou serviços vendidos/prestados caracterizados junto a cada um deles: 117 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Considerando que não foram realizadas quaisquer transacções de compra ou venda de licenças. 23 de Março de 2009. 39. PLANO DE PENSÕES No Grupo existe um fundo de pensões constituído de forma voluntária e graciosa.20 euros. foram anuladas no processo de consolidação. 258 milhares de euros para aquisição de rendas vitalícias imediatas. Relativamente a reembolsos (invalidez. S. tendo passado a financiar um plano de contribuição definida. As transacções intersegmentais. ocorreram 16 no âmbito dos quais foram remidos cerca de 96 milhares de euros em capital e utilizados. a hipótese de venda do excesso não foi considerada pois a crise mundial e a existência de um elevado excesso de licenças no mercado causou uma descida do preço comparativamente aos anos anteriores. através dos quais a gestão da SUMOL+COMPAL acompanha a evolução do negócio. Verificaram-se.A.65 euros. óbito e velhice). valor inferior ao preço médio esperado para o período 2013/2020. ii. o período 2008/2013 terminou com o saldo positivo de 13. 38. | 2014 i. ocorridas naqueles períodos.852 tCO2.374 licenças atribuídas por ano e considerando ambas as transacções acima identificadas. contudo e no valor total de 86 milhares de euros. Os beneficiários são os empregados e administradores que façam parte do quadro permanente e que tenham completado mais de cinco anos consecutivos de serviço nas empresas associadas daquele fundo. estima-se que em 2014 tenham sido emitidas 6. venda de 9.000 licenças European Emission Allowances (EUA 2008/2012) ao preço unitário de 15.37 euros por licença. Dada a conjuntura económica. com o objectivo de garantir o pagamento de pensões de reforma por velhice. 22 de Dezembro de 2004.292 licenças de emissão a favor da S+Cm. em especial no desafio de internacionalização e de desenvolvimento das suas marcas em alguns mercados externos. Desde então que se encontram identificados os seguintes segmentos operacionais. Em 12 de Fevereiro de 2015.936 licenças que poderá ser mantido em carteira ou transaccionado em bolsa. Tendo em conta as 13.968 euros. SEGMENTOS OPERACIONAIS A principal informação financeira relativa aos segmentos operacionais existentes nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 é a que se apresenta nas páginas seguintes. compra de 6.

prestando também serviços de enchimento para o mercado doméstico. Imobiliário e franchising Vende unidades de marca de refrigerantes e arrenda instalações. S. de controlo de gestão. vegetais e derivados de tomate para os mercados americano e asiático. África e Médio Oriente Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. de compras. vegetais e derivados de tomate para os mercados africano e médio oriental. | 2014 Portugal e Espanha Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. vegetais e derivados de tomate para o mercado europeu.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de auditoria interna. Serviços partilhados Presta serviços partilhados de recursos humanos. de tecnologias de informação e administrativos e financeiros. 118 .A. América e Ásia Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. vegetais e derivados de tomate para os mercados nacional e espanhol. Europa Vende bebidas de alta rotação com e sem gás.

370 - Operacionais 29.028.146 123.798.126.527 3.309.023.450 Depreciações 7.018.464.549.700 2. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.662.315 23.790.291 Totais 382.211.697.776 989.146.072.754 1.197) (7.138.707 132.146.385.615 3.434) (4.754.196 20.588.740) - 221.724 34.982) 14.502 - - 463.527 3.081.163.477.640 356.292.818.390 Dispêndio de capital fixo 5.548 313.546.678 54.038.812.660 7.726 43.004.926 (64.591 (18.978.826 6.104.410) 31.601.976) 401.339 165.524.100.227) (193.720 18.557) Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 119 .820 (8.732 12.328.047 51.259 2.814) 625.788) Impostos sobre lucros Líquidos 4.966.881 Activos: Goodwill.555 37.224.589 (15.828.876.541.023.981) (771.730.559.632 6.060.596) 11.063 1.552 Passivos 280.346 11.037 (11.574 83.534) - (507.926.318.101 - - 260.148 - 309.560.825) (3.462 (42.759.531.451 95.686.126. S.870 (133.851.699.947) (2.578 145.861 23.522) - - 12.000.481.595 4.786 247.927 16.327 22.706.058.229.357) - (24.772 386.907 16.910 (75.130 Outros rendimentos externos - - - - 1.069 413.009 Financeiros (11.213 171.288) (321.804.589.454 4.328 8.057 20.237.037 1.559) 129.527.063 2.149 - 10.539.322 344 7.057) (646.903.732 12.656) (7.214.178) (19.319 Vendas e prestações de serviços externos Outros rendimentos intersegmentais Totais Resultados: 1.626 51.730.042 - - - - 7.723 - 12.884.807 2.392 24.059 - - 266.034 23.639.671 - 89.375 4.193 (796.777.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.122 1.844 (61.861 - - Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 15.237.459) (6.591.074.998 5.572.392 - (23.825.836.262) 322.272.505.522.638 16.156 3.285) (140.325.395 1.444.567 3.086.382 (20.339 984.092. intangível e tangível Investimentos financeiros Inventários Outros 43.708.574) 27.613 1.691.784 6.455.426 3.094.795.924.236.A.498) (2.966.256 405.693 (21.842.029 21.275 463.598 8.970 263.120) 69.060 71.610 598.931 116.703.341.482 3.060 71.628 192.703.638 2.181.818.981 396.522.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2014 Réditos e outros rendimentos: 221.207) - - (343.127 285.171) 329.661 648 1.611 565.

126 (227.257) (94.795 Depreciações 6.330.856) Totais 301.705 Inventários 16.549 603.663 637.662 1.512.072 (109.534 11.763 (23.703) 24.326.193 94.083 44.026 33.014 514.970 33.805 260.300) - Outros rendimentos externos - - - - 798 - 10.418 8.350 (61.140 1.635.625.190 (78.841) 433.376) - - (40.762 20.132.272.248.520 Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 16.580) (667.921.707 644.331.174.403.105.692.302 8.517.986 3.517.913.090 (126.124.463 133.818 - - - 8.047 Financeiros (20.209.626 3.034.278 41.200 Passivos 278. S.866) 312. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.557 1.132.495 2.089 15.353.794.329.398 1.909 763.443.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.385.004) Líquidos 10.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2013 Réditos e outros rendimentos: Vendas e prestações de serviços externos 215.010 Totais 364.280.058) 28.864 Outros rendimentos intersegmentais - - - - 3.109.444.328) Impostos sobre lucros (1.049) 1.936) (24.115.309 1.952.207 848.984.432 (686.712 - - 1.455 283.751) (627.030 123.498 113.781.866) (3.609 2.066 - 10.618.565.815 146.533.347.059.177 3.713 2.681) 4.904 (15.701 1.882 10.610.580.801 1. intangível e tangível Investimentos financeiros Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 120 .329.772 - 2.560 1.781.183 (5.286) (2.565 78.003) 564.990 Outros 55.574.881 Dispêndio de capital fixo 5.325.581 2.209.412) (1.570.534) 14.200.863) (187.361.923) (383.594) - - (98.298 - - 23.916.086) - 215.683.740.761.316 4.569) 66.563 1.448.634 1.633 39.211 1.878 21.601.845 4.269.626 3.200.964 Resultados: (11.870 378.428 71.698.662.572 11.420 1.916.375 58.161.187 290.655 6.054 365.004 (859.428 71.540.290 2.365.514.033.418) 66.781.050.006 48.794.404.733.403.633.587 6.709) 28.896 130.022.818 19.631 - 8.526) (3.918.920.365.066 (28.822.087 184.175.572 11.644.081) (11.658.962) Activos: Goodwill.240.462 24.592.A.964 3.224 331.389.882 - (24.714 196.075.819.443 1.747) (509.847 72.112.828 Operacionais 23.372.787 41.877) (4.365 435.866 (6.086 - - (3.693 469.234.418.736 15.925.636 6.641 99.027.208.

41. | 2014 40. ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO Entre 1 de Janeiro de 2015 e a data da autorização para a emissão das demonstrações financeiras consolidadas (Nota 43) não ocorreram eventos materialmente relevantes que. S. 43. foram calculados dividindo o resultado líquido consolidado com os interesses não controlados pelo número médio de acções em circulação durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. interpretações.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de acordo com o disposto na IAS 10 – “Acontecimentos após a data de balanço”. O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 121 .A. DATA DE AUTORIZAÇÃO PARA EMISSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras consolidadas foram autorizadas para emissão pelo Conselho de Administração em 26 de Fevereiro de 2015. RESULTADOS POR ACÇÃO Os resultados por acção. IFRS 12 e IAS 27 20-11-2013 01-01-2014 Emendas à IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração 19-12-2013 01-01-2014 Emendascom à IAS 36de Imparidade de Activ aos31 de Dezembro de 2014: Normas data eficácia posterior 41627 Ciclo anual de melhorias 2011-2013 41640 18-12-2014 01-01-2015 42. à data da autorização para emissão das demonstrações financeiras (Nota 43).Instrumentos financeiros 13-12-2012 01-01-2014 Emendas à IFRS 10. implicassem divulgação ou ajustamentos às referidas demonstrações financeiras consolidadas. emendas e melhorias com eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014 ou que. NORMAS APROVADAS NO PERÍODO E NORMAS COM EFICÁCIA POSTERIOR As normas. sendo opinião deste órgão que as mesmas reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações do Grupo. bem como os fluxos de caixa e a posição e o desempenho financeiro. se encontravam aprovadas e com eficácia no período anual com início posterior a 31 de Dezembro de 2014 são as seguintes: Normas aprovadas pela UE Aprovação Eficácia Normas com data de eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014: IFRS 10 – Demonstrações Financeiras Consolidadas 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 11 – Acordos conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 12 – Div ulgação de Interesses em Entidades 11-12-2012 01-01-2014 IAS 27 – Demonstrações Financeiras Separadas 11-12-2012 01-01-2014 IAS 28 – Inv estimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 Emendas à IAS 32 . básicos e diluídos.

.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I - INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE
A. Estrutura Accionista
B. Órgãos Sociais e Comissões
C. Organização Interna
D. Remunerações
E. Transacções com Partes Relacionadas
PARTE II – AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO

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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I – INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE

A. ESTRUTURA ACCIONISTA

I. Estrutura de capital

1. Estrutura de capital (capital social, número de acções, distribuição do capital pelos
accionistas, etc), incluindo indicação das acções não admitidas à negociação, diferentes
categorias de acções, direitos e deveres inerentes às mesmas e percentagem de capital
que cada categoria representa (Art. 245.º-A, n.º 1, al. a)).
Em 31 de Dezembro de 2014, o capital social da SUMOL+COMPAL, S.A., no montante de
€100.092.500,00, integralmente subscrito e realizado, encontrava-se representado por
100.092.500 acções ordinárias, de valor nominal unitário de 1 euro. Nessa data, a estrutura
accionista (participações qualificadas nos termos da al. c) do n.º 1 do art.º 245.º-A) era a que
consta do quadro seguinte:
INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014
NOS TERMOS DO ART.º 245-A n.º1, alínea c)

Refrigor, S.A.

(directamente)

Nº. de Acções

% Direitos

detidas

de voto

70.590.610

(indirectamente)

Fundo de Capital de Risco - Grupo CGD - Caixa Capital

70,53%
77,21%

10.510.313

10,50%

Nota: Nos termos do Artº. 20 do CVM

Todas as acções se encontram admitidas à negociação. Não há diferentes categorias de
acções e não existem direitos e deveres para além dos previstos na lei e no contrato de
Sociedade.

2. Restrições à transmissibilidade das acções, tais como cláusulas de consentimento
para a alienação, ou limitações à titularidade de acções (Art. 245.º-A, n.º 1, al. b)).
As acções representativas do capital social da Sociedade encontram-se admitidas à
negociação na NYSE EURONEXT e não existem quaisquer restrições estatutárias e legais
quanto à sua livre transmissibilidade. Deste modo, as acções são livremente transmissíveis de
acordo com as normas legais aplicáveis.
Não existem limitações ao exercício dos direitos inerentes às acções representativas do capital
social da Sociedade a não ser a seguinte:
Os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8.º-A) que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal, ou pelo respectivo valor de
mercado, quando seja inferior àquele, as acções da Sociedade detidas por accionista que,
directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.

124

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Para estes efeitos, será considerada actividade concorrente ou similar, o exercício da indústria
de produção, distribuição ou comercialização de bebidas e que exerce actividade
indirectamente concorrente quem, directa ou indirectamente, detiver participação de, pelo
menos, 1% no capital social de Sociedade que exerça alguma ou algumas das actividades
atrás referidas.

3. Número de acções próprias, percentagem de capital social correspondente e
percentagem de direitos de voto a que corresponderiam as acções próprias (Art. 245.º-A,
n.º 1, al. a)).
A 31 de Dezembro de 2014 a sociedade detinha 4.061.813 acções próprias, representativas de
4,06% do capital social da sociedade, às quais corresponderiam 4,06% dos direitos de voto da
sociedade.

4. Acordos significativos de que a sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam
alterados ou cessem em caso de mudança de controlo da sociedade na sequência de
uma oferta pública de aquisição, bem como os efeitos respectivos, salvo se, pela sua
natureza, a divulgação dos mesmos for seriamente prejudicial para a sociedade, excepto
se a sociedade for especificamente obrigada a divulgar essas informações por força de
outros imperativos legais (art. 245.º-A, n.º 1, al. j).
Não existem acordos de que a Sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam alterados
ou cessem em caso de mudança de controlo da Sociedade na sequência de uma oferta pública
de aquisição.
Importa referir que existem alguns acordos em que uma das partes nestes intervenientes tem a
faculdade de, em caso de mudança de controlo da Sociedade, o fazer cessar, mas trata-se
apenas de uma faculdade de uma das partes e não de uma consequência necessária da
mudança de controlo da Sociedade.

5. Regime a que se encontre sujeita a renovação ou revogação de medidas defensivas,
em particular aquelas que prevejam a limitação do número de votos susceptíveis de
detenção ou de exercício por um único accionista de forma individual ou em
concertação com outros accionistas.
O artigo 8.º-A do contrato de sociedade determina que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo, as acções da Sociedade detidas por accionista que directa
ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.
Esta medida foi adoptada em defesa dos interesses da Sociedade e dos seus accionistas.
Por outro lado, os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que
podem ser detidos ou exercidos por um único accionista.
Estas disposições estatutárias podem ser alteradas a qualquer momento, nos termos previstos
para quaisquer alterações estatutárias.

6. Acordos parassociais que sejam do conhecimento da sociedade e possam conduzir a
restrições em matéria de transmissão de valores mobiliários ou de direitos de voto (art.
245.º-A, n.º 1, al. g).
Foi celebrado entre a Refrigor SGPS, S.A. (hoje Refrigor, S.A.), e o Grupo Caixa Geral de
Depósitos um acordo nos termos do qual o Grupo CGD atribuiu à Refrigor, uma opção de
compra e a Refrigor, atribuiu ao Grupo CGD uma opção de venda de acções de que é titular na
SUMOL+COMPAL. Nos termos do referido acordo, poderá a Refrigor exercer a opção de
compra até 30 de Junho de 2017 e, caso não o faça, o Grupo CGD poderá exercer a opção de
venda desde aquela data e até 15 de Dezembro de 2017.
125

Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. S. INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº. Directamente Indirectamente Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.590.692.675.º-A.Grupo CGD . dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor.126 1... S.A. 245.510.610 70. de Acções % Direitos detidas de voto 70.67% 1. S.313 10.A. António Sérgio Brito Pires Eusébio Através da sociedade Eufiger..919.29% 1. S.A.. José Tomaz Júdice Gamito Pires Nº.086.450 23. Identificação das pessoas singulares ou colectivas que. 20 do CVM (b) Nos termos da alínea i) do nº.490 18.672 294. Lda.. (directamente) (indirectamente) Fundo de Capital de Risco . 16. 6 do Regulamento nº. de Acções % Direitos detidas de voto 70. S.02% 6.º). S. S.53% 77. 1 do Artº.53% (c) 1.A.482 1. Lda.21% 10.A.92% 1.º 1.69% (a) Nos termos da alínea d) do nº. S.67% 0. Através da sociedade Frildo. 20 do CVM Detalhe Refrigor. n.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. nos termos do Artº. S.A. 5/2008 da CMVM 126 (a) (a) (a) (b) (c) (b) (c) (b) (a) ..A.517 1. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor.50% Nota: Nos termos do Artº. 1 do Artº. 14º nº. Amélia Maria Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.367 1. 20 do CVM (c) De acordo com informação recebida do accionista. 5/2008 DA CMVM Refrigor. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. S. | 2014 II.A. Através da sociedade Tecol. Participações Sociais e Obrigações detidas 7.A. João António Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.Caixa Capital Nº.860 6.610 70.590. S.02% 0. directa ou indirectamente. são titulares de participações qualificadas (art.674.09% 0.A. als. em 15 de Julho de 2014.A. c) e d) e art.. com indicação detalhada da percentagem de capital e de votos imputável e da fonte e causas de imputação.

Poderes especiais do órgão de administração.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000€. A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: .000 120. não tendo sido estabelecido qualquer prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida.367 1. 447. O Conselho de Administração pode fixar as condições de emissão das novas acções ordinárias. 245. sem prejuízo de a parte da atribuição preferencial não subscrita pelos accionistas poder eventualmente ser oferecida à subscrição de terceiros.860 70. al.A.000 ------------- --------------------1.674.086. Os poderes do órgão de administração para aumento do capital foram-lhe atribuídos por deliberação da Assembleia Geral de 16 de Setembro de 2008.581€. prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida.000.610 294.000. Nos termos da lei e conforme previsto nos estatutos da Sociedade. Frildo – Entreposto Frigorífico. Estes.º 5 do art. e Seven-UP Internacional. S. quando o julgar conveniente e obtido o parecer prévio favorável do Conselho Fiscal.15 € 1.12 € 1. Informação sobre a existência de relações significativas de natureza comercial entre os titulares de participações qualificadas e a sociedade. quanto a estas. em 30 de Dezembro de 2008.670€ como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actualmente Novo Banco).517 1. uma ou mais vezes e até ao limite máximo de 150. com indicação.672 23.Terrenos e Construções. montante já emitido ao abrigo da atribuição de poderes e modo de concretização dos poderes atribuídos.Recebeu a quantia de 673. nos termos permitidos pela lei e deliberação de emissão.590. S. S.000. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Indicação sobre o número de acções e obrigações detidas por membros dos órgãos de administração e de fiscalização.450 9.126 1. S. Por deliberação do Conselho de Administração de 6 de Novembro de 2008 foi decidido aumentar o capital social da sociedade em 30. . como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas.00€ (cento e cinquenta milhões de euros). i). por entradas em dinheiro.A.919. n. bem como as formas e prazos em que poderá ser exercido o direito de preferência legal dos accionistas.12 € 1..º CSC] PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc. [NOTA: a informação deve ser prestada de forma a dar cumprimento ao disposto no n.15 € ----- ----- Total Acções 1. da data em que lhe foram atribuídos. Tecol . Lda.Recebeu a quantia de 541. Lda Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. limite quantitativo máximo do aumento do capital social.490 18. | 2014 8.000 120. aumentar o capital social. 127 . o Conselho de Administração pode.A.º 1.675.000 ----- --------------------100. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor. em vigor. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.A. salvo deliberação da Assembleia Geral de limitação ou supressão daquele direito. nomeadamente no que respeita a deliberações de aumento do capital (art.º-A. 10.

Os estatutos da Sociedade regulam o exercício do direito de voto. Não existem limitações aos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. S.A. prazos para o exercício do direito de voto ou quaisquer sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial. Indicação da percentagem máxima dos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. f).º 1.. | 2014 . Identificação e cargo dos membros da mesa da assembleia geral e respectivo mandato (início e fim). Dispõe os estatutos que cada Euro de capital confere direito a um voto. 128 . prazos impostos para o exercício do direito de voto ou sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial (Art. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções. 13. Secretária da mesa: Filipa Montes Palma Salazar Leite A Presidente e a Secretária da Mesa da Assembleia Geral foram eleitas na Assembleia Geral anual de 30 de Maio de 2014 para o mandato de 2014/2016.º 1 do art. ASSEMBLEIA GERAL a) Composição da mesa da assembleia geral* *ao longo do ano de referência 11. S. Os estatutos da Sociedade não prevêem restrições em matéria de direito de voto. B. al. S.A sociedade pagou à Refrigor.264. 20. na qual manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. b) Exercício do direito de voto 12.A. Eventuais restrições em matéria de direito de voto. ÓRGÃOS SOCIAIS E COMISSÕES I.A..º 1 do art.º-A.º. 20. através de declaração por si assinada. 1. que é propriedade da Refrigor. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções. 245. n.º. Presidente da Mesa: Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos.710€ a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. Nas Assembleias Gerais da Sociedade os accionistas com direito a voto podem exercê-lo por correspondência.

do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão (art. II. número de membros efectivos. O Conselho de Administração. n. sendo permitida a sua reeleição uma ou mais vezes. por isso.A. Identificação das deliberações accionistas que. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. 16. A sociedade adopta um modelo de governo latino.º 1. S. o período de exercício de funções pelo administrador substituto corresponderá ao tempo de exercício de funções não completado pelo administrador substituído. No mais. Prevêem os estatutos da Sociedade.º-A. do Conselho de Administração. Identificação do modelo de governo adoptado.º. Aplicamse. nesta matéria. Regras estatutárias sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros. 129 . só podem ser tomadas com maioria qualificada. ADMINISTRAÇÃO E SUPERVISÃO (Conselho de Administração. h). e indicação dessas maiorias. duração estatutária do mandato. para além das legalmente previstas. Composição. que o Conselho de Administração será eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. | 2014 14. quando haja lugar à substituição de um administrador. por imposição estatutária. 245. data da primeira designação e data do termo de mandato de cada membro. Relativamente à substituição dos membros do órgão de administração dispõem os estatutos que. 17. as regras previstas no Código das Sociedades Comerciais. que deve ser composto por um número mínimo de 3 e máximo de 11 administradores. o qual assenta na existência de um Conselho de Administração e de um Conselho Fiscal. consoante aplicável. Conselho de Administração Executivo e Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 15. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo. no seu artigo 25. do Conselho de Administração.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão. não contêm os estatutos quaisquer regras sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros do Conselho de Administração. al. consoante aplicável.

a. relativamente aos membros não executivos. se aplicável.Mestrado em Gestão de Empresas pela Universidade Nova de Lisboa (1991) e licenciatura em Economia pela Universidade Católica Portuguesa (1989)  130 Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.  António Sérgio Brito Pires Eusébio . a 21/09/1992). do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. identificação dos membros independentes do Conselho Geral e de Supervisão. Nome ou denominação social do administrador Estatuto (Executivo /Não executivo) Independente ou não independente António Sérgio Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Executivo n.A. | 2014 O Conselho de Administração é composto pelos seguintes membros: Nome ou denominação social do administrador Cargo no conselho Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente 21-09-1993 31-12-2016 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Vogal 06-04-2000 31-12-2016 Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal 08-04-2002 31-12-2016 João António Brito Pires Eusébio Vogal 21-09-1993 31-12-2016 José Manuel Doutel Jordão Vogal 22-12-2008 31-12-2016 José Tomaz Judice Gamito Pires Vogal 12-04-1987 31-12-2016 António Rui Libório Frade Vogal 22-12-2008 31-12-2016 18. Distinção dos membros executivos e não executivos do Conselho de Administração e. António Rui Libório Frade Executivo n. Qualificações profissionais e outros elementos curriculares relevantes de cada um dos membros. ou.a.. identificação dos membros que podem ser considerados independentes. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. 19.a. S. consoante aplicável. S.A. José Tomaz Judice Gamito Pires Executivo n. João António Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente José Manuel Doutel Jordão Executivo n.A. do Conselho de Administração. .a.

Entreposto Frigorífico. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas. S. de 2006 a 2008.A.A.. desde 1996.  Amélia Maria de Brito Pires Eusébio .  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares.A.  António Rui Libório Frade – Licenciatura em Eng. a 05/05/2000).. Lda.) desde 2006 até Janeiro de 2009.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela..Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. desde 2006 até Novembro de 2011. Católica (2001). desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.A. desde 2014.A.A.. Lda. SL (Espanha).  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .. S. S.. S. S.. Unipessoal.Gestão de Marcas.ª Química no Instituto Superior Técnico (1978).A.Mediadora de Seguros.. (administrador desde 1991). S. Lda.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas... Lda. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010). ACE desde 1996. desde 2008.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.E.A.  Vice Presidente do Conselho de Administração da Sumol .. S..  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S. desde 1996.A. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.  Gerente da D2C. – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008. desde 1996.  Gerente da Refrigor Imobiliária. Unipessoal.A. | 2014  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor.A.A. a 1 de Janeiro de 2011). Sumolis – Gestão de Marcas. desde 2001 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009).  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. a partir de Dezembro de 2006. S. Unipessoal. Univ. desde 2012. Lda.  Gerente da Refrigor Imobiliária. Lda.. Lda.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico. S. (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).  Gerente da Frildo .  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Distribuição.  Gerente da Medialda . (denominada..  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . S. a 1 de Janeiro de 2011). S.  Administrador da Sensafruit....A. S. S. desde 2010.  Vogal da Companhia Térmica Compal.Mestrado em Marketing no ISCTE (2012) e Licenciatura em Engenharia Química no Instituto Superior Técnico (1986).A..A.. P.A.  Presidente da Direcção do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) de 2012 até 2014.G. S. S. desde 2009. desde 1992.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal (eleita administradora da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. 131 .

de 89 até 1992 e de 1996 até à data de dissolução (Sociedade dissolvida a 30/12/2009).. desde 1995. | 2014  Gerente da Sedurbel . Lda.A. de 1995 até 1996 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). desde 2001. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.. (Sociedade denominada Zémarsano..  Presidente do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela.  Gerente da Frildo .Imobiliária e Empreendimentos Turísticos.. S...  Gerente da Medialda . desde 2012. Lda.Distribuição de Bebidas e Alimentação.. a 21/09/1992) presidente da Comissão Executiva desde 24/12/2008. S. (1992).  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional.  Gerente da Estandarte. desde 2006 (sociedade denominada Cibal . Unipessoal. Lda..A... SGPS.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest. a 21/09/1992). S... Lda.Imobiliária e Empreendimentos Turísticos. desde Dezembro de 2014. S. Lda. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010)..  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal. a partir de Julho de 2012 e desde Abril de 2013 denominada D2C. incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.  Gerente da Worldwideco .A. S. Lda. a 1 de Janeiro de 2011).Comércio Internacional. a 1 de Janeiro de 2011).  João António Brito Pires Eusébio .  Gerente da SUMOL+COMPAL África. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010). Unipessoal.  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto .  Gerente da D2C.Entreposto Frigorífico.A. Lda.. Lda. até Novembro de 2011. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.. S..Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S.A.Mediadora de Seguros.. Unipessoal.) desde 1995 até Novembro de 2012. Unipessoal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. SGPS.A.A. Unipessoal. S.MBA em Gestão Internacional (1994) e licenciatura em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa (1988). S.A. S. até 29/12/2008.  Gerente da Sedurbel . – (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas..A..  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger .L. Unipessoal. S.A. desde 2011..A. desde 2012. Lda. desde 2010.  Gerente da Refrigor Imobiliária.Mediadora de Seguros. Lda. Lda.Licenciatura em Direito pela Universidade Lusíada (1987). S.  Gerente da Medialda . desde 2009.A. . S..  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. Lda. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).  Conselheiro da Sensafruit.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. S.A. 132  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.A. Lda.  Presidente do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição.

. desde 2013. Licenciatura em Economia no Instituto Superior de Economia.A.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel . - Presidente da Direcção do Instituto Civil de Auto-Regulação da Publicidade (ICAP) até 2012.T. desde Julho de 2014.A. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas. S. S. (denominada.A.E..L. S... Lda. S.C.A. 133 ..Sociedade de Águas da Serra da Estrela..E.A... desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).A. S. Univ. S. S.) desde 2006 até Janeiro de 2009..  José Manuel Doutel Jordão .  José Tomaz Júdice Gamito Pires .Distribuição de Bebidas e Alimentação. desde 1990.. – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008.A. S. desde Junho de 2014. desde 2014 (Presidente do Conselho de Administração da Cibal . S.  Presidente do Conselho de Administração da Cereuro – Cervejeira Europeia.Católica. - Gerente da Worldwideco .  Gerente da Refrigor Imobiliária.  Vogal do Conselho de Administração e liquidatário da Madibel ..A.A. a 1 de Janeiro de 2011). a 1 de Janeiro de 2011).A.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Lda.A. S.S. a partir de 29/12/2008 e incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. desde 2006 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição. a partir de Dezembro de 2006.. desde 2010.Indústria de Alimentos e Bebidas..  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A. S. Unipessoal. S...  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal.A. S. (sociedade dissolvida a 30/12/2010). desde Dezembro de 2014. até Novembro de 2011.P.. sociedade denominada Sumol+Compal Distribuição.Comércio Internacional.A. de 1999 a 2006. | 2014  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções Lda. S.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta.. Bacharelato de Organização e Gestão de Empresas – I. Lisboa 1975. (desde 1989). S.  Vogal do Conselho de Administração da Sensafruit.A.A.G. - Gerente e liquidatário da Maquinarte – Máquinas e Artes Metálicas.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. S.A. Lisboa 2000. S. - Vice-Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) até 2012.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.. S. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Licenciatura em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (1978).A. Sumolis – Gestão de Marcas.. S. a 1 de Janeiro de 2011).. Lisboa 1977.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique. Unipessoal. S.A. Lda.

.A. e v) comunicação e representação. Unipessoal.. de 2009 até Janeiro 2011 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. incluindo informação sobre delegações de competências. A Sociedade encabeça um grupo empresarial. 21. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. em particular no que se refere à delegação da administração quotidiana da sociedade. controlo e reporting. iii) organização do Grupo. De acordo com o modelo de organização adoptado. habituais e significativas.. - Administrador da Sensafruit.A. dos membros.A. Relações familiares. | 2014  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. A gestão da Sociedade é exercida colegialmente pelo Conselho de Administração.A. profissionais ou comerciais. Organogramas ou mapas funcionais relativos à repartição de competências entre os vários órgãos sociais. Amélia Maria Brito Pires Eusébio e António Sérgio Brito Pires Eusébio e o administrador executivo José Tomaz Júdice Gamito Pires são também administradores da Refrigor. S. de 2007 a 2008  Gerente da D2C. S.A. do Conselho de Administração. 20. a administração é directamente responsável. S... a 1 de Janeiro de 2011). iv) acompanhamento de actividades operacionais de empresas do Grupo. S.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela. ii) planeamento. pela i) estratégia. desde 2012. Na execução das funções inerentes a estas responsabilidades. o órgão de administração é apoiado por um conjunto de funções corporativas: Assessorias da Administração. ao nível desta Empresa e do Grupo.  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. consoante aplicável.A. SL (Espanha) desde 2008 até Novembro de 2011. accionista titular de uma participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. 134 . comissões e/ou departamentos da sociedade. desde 2009. Gabinete de Apoio ao Investidor e Gabinete de Auditoria Interna. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo com accionistas a quem seja imputável participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. S. Lda. Os administradores não executivos João António Brito Pires Eusébio.

A distribuição de responsabilidades entre os membros da Comissão Executiva é a que consta do quadro seguinte: A responsabilidade pelos órgãos corporativos pertence a: b) Funcionamento 22. 135 . que pode ser consultado no sítio da Sociedade na internet. do Conselho de Administração. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. consoante aplicável. ficando o Conselho de Administração com a responsabilidade das áreas/matérias não delegadas na Comissão Executiva e listadas no n. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.º 29 do presente Relatório. Na reunião do Conselho de Administração de 2 de Junho de 2014 foi aprovada a manutenção em vigor do regulamento aprovado em reunião do Conselho de 26 de Janeiro de 2012. | 2014 O Conselho de Administração delegou a gestão corrente da sociedade numa Comissão Executiva.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. S.

25. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.. Indicação dos órgãos da sociedade competentes para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.. A avaliação de desempenho global e individual dos administradores executivos são assuntos sobre os quais a Comissão de Vencimentos se debruça.  Gerente da D2C. consoante aplicável. 96% pelos administradores Amélia Maria de Brito Pires Eusébio e António Rui Libório Frade e 92% pelos administradores António Sérgio Brito Pires Eusébio..  Vogal da Companhia Térmica Compal.  Gerente da Frildo . S.*. o EBITDA e a inovação. Lda.A. .Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.A.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico.A..Entreposto Frigorífico. Critérios pré-determinados para a avaliação de desempenho dos administradores executivos. Não existe um órgão da sociedade exclusivamente competente para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A.  António Rui Libório Frade  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. ACE. às reuniões realizadas.A.. S. do Conselho de Administração. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.  António Sérgio Brito Pires Eusébio  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor. Lda. consoante aplicável.. Durante o ano de 2014 realizaram-se 26 reuniões do Conselho de Administração. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. 26. dentro e fora do grupo. Unipessoal.A. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas. 24. S. S.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. Lda. do Conselho de Administração. João António Brito Pires Eusébio. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade de cada membro. | 2014 23. S. O grau de assiduidade a estas reuniões foi de 100% pelo administrador Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto. S.  136 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . José Tomaz Júdice Gamito Pires e José Manuel Doutel Jordão.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Foram estabelecidas como variáveis de desempenho o volume de negócios. Lda.*... Disponibilidade de cada um dos membros.

S. S.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções.. Unipessoal. S.. Lda.*. S. desde Dezembro 2014. | 2014  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.. S. Lda.C.Entreposto Frigorífico.  Gerente da Frildo .A.*.*.Comércio Internacional.  Gerente da D2C. * .N. Lda.A..*.. S.  Gerente da Worldwideco .  Liquidatário da Madibel . Identificação das comissões criadas no seio.*.  João António Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A.*.A. S. Lda.. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. Lda. 137 .  Gerente da D2C.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta.*.  Vogal do Conselho de Administração da A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A. consoante aplicável.*.  Gerente da SUMOL+COMPAL África.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Lda. (Associação Europeia das Indústrias de Sumos de Fruta e Néctares).  José Tomaz Júdice Gamito Pires  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest. Unipessoal.A.*.Indústria de Alimentos e Bebidas.A.  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger .*.  Vogal do Conselho de Administração do Grupo Aliança A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. SGPS. Lda.  José Manuel Doutel Jordão  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.Sociedade pertencente ao Grupo c) Comissões no seio do órgão de administração ou supervisão e administradores delegados 27.*.E. e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. S.  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional.A. do Conselho de Administração. SGPS.I.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique.A. Lda..Comércio Internacional. desde Abril 2010. Lda.J. Unipessoal.Gerente da Worldwideco . SGPS.. Unipessoal. S. S.

Cabe ainda à Comissão executiva e ao membro responsável por cada área funcional ou divisão de negócio a gestão dos centros. Compete a todos os membros da Comissão Executiva zelar pelo cumprimento das funções acima enunciadas e ao respectivo Presidente assegurar a coordenação da mesma e. excepto se tal for feito pela Assembleia Geral.a apresentação e execução do Plano Estratégico. Foi apenas criada no seio do Conselho de Administração uma Comissão Executiva. departamentos ou serviços funcionais respectivos. 138 . sujeitos a apreciação e deliberação por parte do Conselho de Administração. g) Abertura ou encerramento de estabelecimentos ou de partes importantes destes. aprovação.a elaboração de propostas referentes a assuntos não considerados de gestão corrente. f) Prestação de cauções e garantias pessoais ou reais pela Sociedade. d) Relatórios e contas anuais. do Plano Operacional e do Orçamento anual. | 2014 O Conselho de Administração constituiu uma Comissão Executiva com competências em matéria de administração. promover o bom funcionamento deste órgão. as seguintes matérias: a) Escolha do seu Presidente. 28.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. implementação e controlo das políticas da Empresa nas diversas áreas funcionais e divisões de negócio. administrador(es) delegado(s). alterações dessa natureza nos documentos de topo. nomeadamente.a elaboração. i) Modificações importantes na organização da Empresa. O Conselho de Administração e a Comissão Executiva dispõem de um regulamento que se encontra disponível no sítio na internet da sociedade. foram delegadas na comissão executiva todas as matérias de gestão corrente da sociedade. É ainda feita no âmbito da Comissão Executiva a escolha de acções que contribuam para a concretização dos planos acima referidos. em geral. c) Pedido de convocação de Assembleias Gerais. h) Extensões ou reduções importantes da actividade da Sociedade. Nos termos do regulamento do Conselho de Administração. . se aplicável. Compete à Comissão Executiva: . b) Cooptação de administradores. S.A. . Em geral. Indicação das competências de cada uma das comissões criadas e síntese das actividades desenvolvidas no exercício dessas competências. nomeadamente. não se consideram como gestão corrente da Sociedade. alienação e oneração de bens imóveis. sendo indelegáveis. direcções. bem como sobre propostas a apresentar nessa sede. Composição. e) Aquisição. da comissão executiva e/ou identificação de A Comissão Executiva é composta pelos seguintes membros: Presidente: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal: José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal: José Manuel Doutel Jordão Vogal: António Rui Libório Frade 29.

bem como a redução do seu âmbito.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. q) A descontinuação de marcas ou submarcas desde que não previstas no Plano Operacional ou que tenham apresentado. | 2014 j) Estabelecimento ou cessação de cooperação importante e duradoura com outras empresas. nomeadamente através de contratos de grupo paritário. s) O estabelecimento ou término de relação comercial com clientes cujas compras anuais. previstas ou efectivas. bem como de eventuais revisões dos mesmos. Orçamentos Anuais de Exploração e de Investimentos. no caso da operação exceder o valor de € 1. desde que alguma daquelas apresente um valor de vendas efectivo no ano anterior ou previsto para o terceiro ano após o lançamento. as classes de registo. III. superior a 10 milhões de euros ou 10 milhões de litros. o) A aquisição. volume de vendas superior a 1 milhão de litros. Identificação do órgão de fiscalização (Conselho Fiscal.000. bem como as suas modificações. m) A análise e aprovação do Plano Estratégico e do Plano Operacional (inclui objectivos das Divisões e Unidades de Negócio).A.00.00. r) A venda de marcas ou submarcas com um volume no ano anterior superior a 20 milhões de euros ou 20 milhões de litros.000. no canal horeca. no último ano. 1. l) Projectos de fusão. u) Abandono (não renovação) ou cancelamento do registo de marcas ou domínios. p) A amortização de acções. Excluem-se deste ponto as situações de renovações contratuais efectuadas em condições substancialmente análogas às que estiverem em vigor. no caso da transacção (incluindo um conjunto de equipamentos que se consubstanciam na mesma utilidade económica) exceder € 3. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) correspondente ao modelo adoptado. v) A apresentação de propostas a submeter às Assembleias Gerais das empresas dominadas pela SUMOL+COMPAL. franquia. produção e distribuição. aquisição. nomeadamente. FISCALIZAÇÃO (Conselho Fiscal. bem como a indicação do seu representante nessas Assembleias. nos termos previstos no contrato de Sociedade. de cisão e de transformação da Sociedade. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 30. em estado de utilização (inclui utilização para prova de uso). S. 15 milhões de euros e. t) Aprovação da identidade de marca ou submarca.5 milhões de euros. n) A subscrição. 139 . oneração ou alienação de participações noutras Sociedades. excedam no canal alimentar.000. k) Mudança de sede e aumentos de capital.000. subordinação. Foram efectivamente delegadas na Comissão Executiva todas as matérias que não estão acima explicitadas. oneração ou alienação de bens móveis.

número de membros efectivos.. S.. 414. detentor de 10. duração estatutária do mandato. do Conselho Fiscal. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. e data do termo de mandato de cada membro. a 14 de Dezembro de 2011.A. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº19.A. Composição. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. Presidente: Manuel Batista Figueiredo. O Conselho Fiscal. 31. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras que se considerem independentes. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. S. que deve ser composto por três a cinco membros efectivos e um ou dois membros suplentes. Comissão de Auditoria. Vogal: José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca.50% do capital social da Sociedade.º.A. ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração. dos membros do Conselho Fiscal. consoante aplicável. 140 . consoante aplicável. da Comissão de Auditoria.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº18. uma declaração na qual refere que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. S. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. Identificação. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. nos termos do art. e o Grupo CGD estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal. Vogal: José Manuel Rodrigues Felgueiras. O Conselho Fiscal é composto pelos seguintes membros: Nome Cargo Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual Manuel Baptista Figueiredo Presidente 29-04-2011 31-12-2016 José Manuel Rodrigues Felgueiras Vogal 17-04-2008 31-12-2016 José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca Vogal 17-04-2008 31-12-2016 António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida Suplente 30-05-2014 31-12-2016 32.º 1 do artigo 414. Sociedade de Capital de Risco. ao contrário dos demais membros do Conselho Fiscal. n.º 5 CSC. data da primeira designação.º-A do citado código. | 2014 A SUMOL+COMPAL nomeou um Conselho Fiscal para assegurar a fiscalização da Sociedade. b) Não foi reeleito por mais de 2 mandatos e não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. Suplente: António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor.

da Comissão de Auditoria. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº21. 141 .Licenciatura em Finanças no ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. Fernandes S. Sist. Qualificações profissionais. Lda.A. especialidade de Finanças Empresariais. no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. – sociedade em liquidação desde 2006 e liquidatário desde 2012.. - Administrador da Mesquita ETVIA – Construção de Vias de Comunicação. .A. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Sociedade de Capital de Risco. -  Presidente do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL. S.A. S. S. - Gerente da Vânia Costa e José Felgueiras. - Membro do Comité de Auditoria da Finpro.A. Informação...A. S. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica.A. desde 2011. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras e outros elementos curriculares relevantes. pelo ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão.. - Administrador Delegado da J. SCR. S. Curso de Organização e Gestão de Empresas.A. S.A. S. - Administrador da Internet Works. desde 2011.Licenciatura em contabilidade e administração pelo ISCAL . & Tec.A.. consoante aplicável. no INDEG / ISCTE. S. - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . de 2001 a 2012.Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (1974) e pósgraduado em análise financeira...2004 a 2006.  José Manuel Rodrigues Felgueiras . Lda. de 2003 a 2008. B. de cada um dos membros do Conselho Fiscal. Sociedade Industrial Embalagens. Consultoria e Gestão de Projectos e de Construção.A..A. | 2014 33. José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca . desde 2007.  Manuel Baptista Figueiredo . de 1989 a 2009. - Administrador da Capsela. . S.Mestrado em Ciências Empresariais. - Gerente da Consulmace. - Vogal do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL. - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos.

b) Funcionamento 34. Durante o ano de 2014 realizaram-se 11 reuniões do Conselho Fiscal da Sociedade. Comissão de Auditoria. dentro e fora do grupo. até 2001.Sociedade de Capital de Risco. consoante aplicável. Conselho Geral e de Supervisão e da Comissão para as Matérias Financeiras. S. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº25.  Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde. SGPS. de 1997 até 2005.A... S.A. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº 26. desde 2008. 35. de 1999 até 2005.Sociedade de Águas da Serra da Estrela.A. S. tendo o Dr.  Vogal do Conselho de Administração da Cibal – Distribuição de Beidas e Alimentação. 36. de 1999 até 2006.A. | 2014  António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida . Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade às reuniões realizadas. Disponibilidade de cada um dos membros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.. S. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº24.. 142 . S. desde 2008. do Conselho Fiscal. Comissão de Auditoria. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas. Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. S. O regulamento de funcionamento do Conselho Fiscal da Sociedade está disponível no sítio na Internet da Sociedade.A.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel . Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. de cada membro do Conselho Fiscal. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. José Manuel Rodrigues Felgueiras estado ausente de 3 dessas reuniões (assiduidade de 72%).A. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica. do Conselho Fiscal. consoante aplicável.  Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal..  Manuel Batista Figueiredo - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital .. Em 8 destas reuniões estiveram presentes 100% dos membros do Conselho Fiscal. da Comissão de Auditoria.A. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras.  Vogal do Conselho de Administração da Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. S.  Director da CIP – Confederação da Indústria Portuguesa até 2010. consoante aplicável.Engenheiro Técnico.

Nos termos do respectivo regulamento. Outras funções dos órgãos de fiscalização e... g) elaborar anualmente relatório sobre a acção fiscalizadora e dar parecer sobre o relatório.. António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida - Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal. Lda. compete ao Conselho Fiscal: a) fiscalizar a Administração da sociedade. ou por ela recebidos em garantia. d) verificar. se aplicável. depósito ou outro título.. - Gerente da Zona Ibérica. - Prestação de serviços de gestão técnica e de assessoria a outras empresas. S. a extensão do caixa e as existências de qualquer espécie dos bens ou valores pertencentes à sociedade. registos contabilísticos e documentos que lhe servem de suporte. Lda. b) vigiar pela observância da lei e do contrato de sociedade. Não foram estabelecidos quaisquer procedimentos ou critérios tendo em vista a intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. c) Competências e funções 37. S. e) verificar a exactidão dos documentos de prestação de contas. Lda. | 2014 - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos.  José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca - Exercício de funções de gerência.  José Manuel Rodrigues Felgueiras -  Liquidatário da sociedade Vânia Costa & José Felgueiras.A. da sociedade Silverpage Lda. c) verificar a regularidade dos livros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. por procuração. - Gerente da Mendes Vaz Pinto. S. quando o julgue conveniente e pela forma que entenda adequada. da Comissão para as Matérias Financeiras. - Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde.A.A. contas e propostas apresentadas pela Administração. SGPS. f) verificar se as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adoptados pela sociedade conduzem a uma correcta avaliação do património e dos resultados. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. 143 . – em liquidação. 38.

Identificação do revisor oficial de contas e do sócio revisor oficial de contas que o representa. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. p) fiscalizar a revisão de contas aos documentos de prestação de contas da sociedade.. r) verificar a regularidade da prestação de caução ou contratação de seguro de responsabilidade civil por parte dos Administradores e dos membros do próprio Conselho Fiscal. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. Colaboradores da sociedade ou outros. designadamente no tocante à prestação de serviços adicionais. S. desde 29 de Abril de 2011. Revisor Oficial de Contas Efectivo: PricewaterhouseCoopers & Associados. quando o presidente da respectiva mesa o não faça.A. devendo fazê-lo. i) fiscalizar a eficácia do sistema de gestão de riscos. j) receber as comunicações de irregularidades apresentadas por Accionistas. | 2014 h) convocar a Assembleia-Geral. n) fiscalizar o processo de preparação e de divulgação de informação financeira. devendo a contratação e a remuneração dos peritos ter em conta a importância dos assuntos a eles cometidos e a situação económica da sociedade.. l) contratar a prestação de serviços de peritos que coadjuvem um ou vários dos seus membros no exercício das suas funções.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 41. se existentes. O Revisor Oficial de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados. Revisor Oficial de Contas Suplente: José Manuel Henriques Bernardo 40. exerce consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. 144 . Lda. q) avaliar o trabalho do Revisor Oficial de Contas e fiscalizar a respectiva independência. IV. SROC. o) propor à Assembleia Geral a nomeação do revisor oficial de contas. do sistema de controlo interno e do sistema de auditoria interna. SROC. REVISOR OFICIAL DE CONTAS 39. m) cumprir as demais situações constantes da lei ou do contrato de sociedade. Descrição de outros serviços prestados pelo ROC à sociedade. Indicação do número de anos em que o revisor oficial de contas exerce funções consecutivamente junto da sociedade e/ou grupo. Lda. Para além de serviços de revisão de contas foram prestados pelo Revisor Oficial de Contas à sociedade serviços de consultoria económico-financeira.

S. Lda. Lda. Indicação do órgão responsável pela avaliação do auditor externo e periodicidade com que essa avaliação é feita. Lda. bem como o respectivo número de registo na CMVM.00 € / 29 % 145 . AUDITOR EXTERNO 42. 44. 47.314.. O Conselho Fiscal faz. O Auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados. Lda. Não existe uma política de rotação do auditor externo. desde 29 de Abril de 2011. SROC. distintos dos de auditoria.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no seu relatório anual. de 16 de Maio): Pela Sociedade* . Para além de serviços de auditoria foram realizados pelo auditor externo para a sociedade serviços de consultoria económico-financeira. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. Identificação do auditor externo designado para os efeitos do art. Política e periodicidade da rotação do auditor externo e do respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. SROC.. Indicação do montante da remuneração anual paga pela sociedade e/ou por pessoas colectivas em relação de domínio ou de grupo ao auditor e a outras pessoas singulares ou colectivas pertencentes à mesma rede e discriminação da percentagem respeitante aos seguintes serviços (Para efeitos desta informação. Em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 foi eleito um novo auditor externo da sociedade – PricewaterhouseCoopers & Associados.A.. | 2014 V. exercem consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. SROC. bem como indicação dos procedimentos internos para efeitos de aprovação da contratação de tais serviços e indicação das razões para a sua contratação. 8.º e do sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. uma avaliação do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 16. 45. cumprimento à recomendação de rotação do auditor externo. o conceito de rede é o decorrente da Recomendação da Comissão Europeia n. Identificação de trabalhos. nessa altura. e o respectivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. SROC. dando. Indicação do número de anos em que o auditor externo e o respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções exercem funções consecutivamente junto da sociedade e/ou do grupo. 46. O sistema de gestão da sociedade tem um macro processo de compras que estabelece em geral a forma de aquisição de bens ou serviços. 43.. A função de auditor externo é desempenhada pelo Revisor Oficial de Contas Efectivo PricewaterhouseCoopers & Associados. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas.º C (2002) 1873. realizados pelo auditor externo para a sociedade e/ou para sociedades que com ela se encontrem em relação de domínio.

Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) .Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) .Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) .€/-% . ORGANIZAÇÃO INTERNA I. quais os meios que se devem utilizar para a sua comunicação e quem devem ser os receptores.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) .º 1. pois. esta deverá ser feita directamente ao Presidente do Conselho de Administração. Regras aplicáveis à alteração dos estatutos da sociedade (art. 146 . S.60 € / 9 % Por entidades que integrem o grupo* . evitando danos agravados pela continuidade de tais práticas. A política de comunicação de irregularidades pretende estimular as comunicações internas de práticas não conformes de maneira a prevenir ou reprimir irregularidades quanto antes.º-A.€/-% . Prevê também a política adoptada que. A política define o que se entende por irregularidades alegadamente ocorridas no seio da Sociedade.€/-% . Aplica-se. a comunicação de uma irregularidade alegadamente ocorrida poderá ser feita por escrito. A Sociedade aprovou uma política de comunicação de irregularidades.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) 5. Assim.553. Não existem nos estatutos da Sociedade quaisquer regras específicas sobre a forma pela qual poderá proceder-se à sua alteração. h). por e-mail ou carta. no caso da alegada irregularidade envolver uma situação de conflito de interesses com algum membro do Conselho Fiscal.00 € / 62 % . | 2014 .277.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) . 245. Estatutos 48. Comunicação de irregularidades 49. II. As irregularidades detectadas serão comunicadas ao Conselho Fiscal. nos termos da referida política. a este respeito o que sobre a alteração de estatutos se dispõe no Código das Sociedades Comerciais.€/-% .A. bem como garante a confidencialidade no tratamento da mesma e a não identificação do emissor. al.€/-% * Incluindo contas individuais e consolidadas C.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 35. n. Meios e política de comunicação de irregularidades ocorridas na sociedade.

deverão adoptar as medidas que entendam necessárias para suprir a irregularidade comunicada e comprovada pelo processo em causa. Explicitação.A. a SUMOL+COMPAL ou os órgãos sociais de qualquer outra sociedade por esta dominada. entre outras. na sua sequência e sempre que tal seja recomendável ou necessário. a suspensão. avaliar a adequabilidade daqueles dois sistemas. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. | 2014 A comunicação de irregularidades deverá conter uma descrição tão detalhada quanto possível dos factos que a suportam. Existe ainda um Gabinete de Auditoria Interna. sob a responsabilidade de um administrador executivo. procede à fiscalização dos dois sistemas. com excepção de eventuais comunicações anónimas. casos em que não existe qualquer garantia ou obrigatoriedade de apreciação. órgãos ou comissões responsáveis pela auditoria interna e/ou pela implementação de sistemas de controlo interno. como consequência de tal comunicação. ou qualquer outra estrutura organizativa daquelas sociedades à qual sejam comunicadas as conclusões do processo de avaliação. no âmbito das suas competências. Após terminado o processo de averiguação. O Conselho Fiscal. o qual tem como função testar e avaliar os procedimentos de controlo interno. de acordo com os dados que lhe são fornecidos. O Conselho Fiscal assumiu o compromisso de efectuar todas as diligências adequadas para verificar a existência ou não da alegada irregularidade e de averiguar todos os factos susceptíveis de consubstanciarem irregularidades. 147 . das relações de dependência hierárquica e/ou funcional face a outros órgãos ou comissões da sociedade. Sempre que o denunciante tenha requerido a confidencialidade da sua identidade. esta manterse-á unicamente do conhecimento do destinatário imediato da comunicação. ainda que por inclusão de organograma. 51. Existe um Comité de Auditoria Interna composto por membros não executivos do Conselho de Administração que tem por missão.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. Controlo interno e gestão de riscos 50. salvo se o denunciante tiver tido intervenção na prática de qualquer irregularidade objecto de denúncia ou caso este tenha comprovadamente actuado de má fé ao proceder à comunicação sabendo ou não devendo desconhecer que a mesma não tinha fundamento. A criação do sistema de controlo interno e de gestão de riscos cabe à Comissão Executiva. Desde a comunicação da irregularidade pelo colaborador até à apresentação das conclusões sobre a averiguação da mesma não poderão decorrer mais de 15 dias. a demissão. A SUMOL+COMPAL assegura a quem comunique quaisquer irregularidades que não permitirá. em geral. III. o assédio ou a suspensão ou a retenção de pagamentos que lhe sejam devidos. Pessoas.

tendo sido nomeado um coordenador para cada um destes grupos de riscos. Identificação e descrição dos principais tipos de riscos (económicos. em geral. havendo contudo. Nos mercados internacionais. e de (iv) Realizar metade das vendas de 400 M€ fora de Portugal. Não obstante este enquadramento difícil. beneficiando do contributo destas para o seu bem. riscos associados a stakeholders. financeiros e jurídicos) a que a sociedade se expõe no exercício da actividade. Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que o Grupo disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). o Grupo tem a ambição de (i) Liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal.estar. Sazonalidade As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. os mercados de bebidas de alta rotação onde o Grupo opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. a que estes adquiram quantidades mínimas. Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes pode ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. e riscos associados a sistemas de informação. Em consequência. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. riscos financeiros e legais. riscos associados a gastos. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. o que se procura fazer no Grupo. A relação com os clientes não obriga. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. 148 . Identificaram-se os seguintes grupos de riscos: riscos de mercado. 53. Existência de outras áreas funcionais com competências no controlo de riscos. riscos operacionais e patrimoniais.A. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. São também responsáveis pelo controlo de risco outras áreas funcionais da sociedade em função dos riscos identificados. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. Riscos de mercado Em Portugal. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. | 2014 52. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português. e como se afirma na winning aspiration. (ii) Conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. (iii) Desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. Além disso ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. com excepção dos clientes dos mercados internacionais.

a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. grau de experiência e/ou trajecto profissional. com quem mantém relações comerciais. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. atrair e reter talento. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. Esse risco pode ter origem em várias fontes.A. S. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. O Grupo pode ser considerado à escala global como uma pequena empresa. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. | 2014 Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. pelo que é crítico identificar. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. (iii) custos desadequados. por isso. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. mas tem definido como um dos vetores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). Riscos associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. 149 . (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. constitui um risco para a empresa. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. Riscos na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. No entanto. pelas suas competências. legal ou de fornecimento. conhecimentos. a montante. Além do risco de má reputação de uma marca. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. sejam dificilmente substituíveis. De igual modo. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. tornando-os cada vez mais globalizados. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura.

sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. química e microbiológica das produções. S. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos Recursos Naturais Água e Energia. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. repetidos ou não. sabotagens e riscos 150 . Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. Para além do conjunto de Valores definidos. como qualquer produtor. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. levando a uma degradação ambiental. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL. A gestão destes riscos é complementada com políticas. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. nos seres vivos e nos ecossistemas. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. Estão implementados um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. vão ser tomadas uma série de medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. Apesar disso. com agentes poluentes. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. já que a sua eventual afectação se pode traduzir numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. pessoal e de exploração. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. mais importante. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. independentemente do país em que trabalhem. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. (ii) incêndios. A SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da empresa. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. ou ter efeitos patrimoniais negativos. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. nas vendas futuras da companhia. do solo e da atmosfera. causando danos na saúde humana. Riscos Operacionais e Patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático.

do desequilíbrio da maturidade da dívida e da restrição no repatriamento de capitais (investimentos no estrangeiro). incluindo a contratualização de uma apólice de Seguro de Crédito. 151 . greves. para satisfazer o nível de saídas de caixa associadas às actividades operacionais. para os quais estão definidas as medidas preventivas consideradas adequadas. Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. etc. Liquidez Risco inerente ao facto de as fontes de financiamento (disponibilidades.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O Risco de Crédito nas operações está relacionado com Contas a Receber originadas. vandalismo. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da falta de liquidez e/ou insolvência de devedor. A SUMOL+COMPAL está sujeita. embora tenham impacto prováveis mais reduzidos que os anteriores. essencialmente a este risco nas suas actividades operacionais e de tesouraria. No imediato. inundações. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. | 2014 semelhantes. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. remuneração accionista e de serviço da dívida (reembolso de capital e juros). A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. de linhas de crédito e de financiamento bancário). da restrição de fontes de financiamento. em determinado momento. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. fluxos obtidos através de operações de desinvestimento.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. eventos meteorológicos. Riscos Financeiros e Legais Crédito Risco inerente ao facto de uma contraparte da SUMOL+COMPAL não liquidar financeiramente as suas obrigações contratuais. …) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. de investimento. por vendas a Crédito a Clientes. na sua maioria. O risco das actividades de Tesouraria resulta essencialmente de produtos financeiros e disponibilidades monetárias contratualizados e sob controlo de terceiros. resultando daí uma perda financeira para a SUMOL+COMPAL. poderem não ser suficientes.A. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da insuficiência de cash flow operacional. Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. fluxos de caixa operacionais. do incumprimento contratual ou fraude do devedor ou do incumprimento de operações de tesouraria. S. roubo.

resultando num incremento da complexidade. Laboral. decorrentes da alienação de 49. adjudicação. Além da contratação de forwards cambiais. S. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. indexada a taxas de referência de mercado (sendo a Euribor a mais comum). enquadra e delimita a sua actividade. a empresa tem contratados instrumentos derivados de cobertura de taxa de juro (IRS SWAP). No final do ano e excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro.9% da SUMOL+COMPAL. Os juros suportados podem. A volatilidade destes indexantes decorre de factores de mercado. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da variação de indexante (taxa variável). Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. estão implementadas todas as medidas preventivas consideradas adequadas. não controláveis. Taxa de juro Risco inerente ao facto de os custos financeiros suportados (juros) decorrentes de financiamentos remunerados (sobretudo banca). face ao euro. estão implementadas as medidas preventivas consideradas adequadas para este tipo de eventos. MZN e AOA.A. Eventuais variações cambiais ocorridas nessas moedas. perante um enquadramento regulamentar instável e 152 . Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. estarem contratados a taxa de juro variável. da exposição de balance sheet (contas a receber e contas a pagar) – eventos para os quais é feita uma gestão activa do risco com contratação de forwards cambiais para fixação mínima de 50% dos pagamentos em USD . da variação de spread (taxa variável) e da envolvente sistémica. Mercado de Capitais. Em relação ao primeiro tipo de eventos. para além das linhas de curto prazo. da exposição económica (competitividade de preços por via da flutuação cambial). | 2014 A SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e. a taxa de cobertura encontrar-se-ia próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data. Normas de Relato Financeiro. De igual forma. Além disso. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da exposição temporal de transacção (cotação. Taxa de câmbio Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL efectuar investimentos e transacções em países e com entidades cuja moeda funcional é distinta do euro. tem contratadas linhas de factoring e confirming. da exposição contabilística (de transposição) e. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. O risco está associado a diversas dimensões (Lei Geral.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o que permite reduzir substancialmente a volatilidade dos juros a liquidar. entrega e facturação). exógenos ao controlo da SUMOL+COMPAL. variar em função de factores externos. O risco está sobretudo associado a três dimensões – tributação sobre o rendimento. afectam os resultados e a situação patrimonial da SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL possui exposição cambial em USD. que utiliza na gestão do seu fundo de maneio. no extremo. sobre o património e sobre a despesa. etc) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. o cash-flow é afectado por via das flutuações cambiais ocorridas entre o momento de reconhecimento do activo e/ou passivo e o efectivo momento do seu recebimento/pagamento. assim. de uma eventual saída de Portugal do euro. Actualmente. Lei específica do Sector.

os seguintes procedimentos:  Não havendo sistemas de informação invioláveis. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da empresa e a ausência de software não licenciado. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password.  Política restritiva na gestão de desktops e laptops. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados. acompanhamento. havendo a prática. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas. nomeadamente através da manutenção de firewalls. Cada um destes processos tem os necessários inputs.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. Estes macroprocessos contêm processos cuja responsabilidade de manutenção cabe aos diversos gestores. limites consoante o nível hierárquico. Existe também um procedimento de autonomias financeiras que atribui a todos os órgãos de gestão. para compromissos que venham a ter uma consequência financeira. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. avaliação. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. | 2014 mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. em geral. Descrição do processo de identificação.  Utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente.  Sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. este é um risco cuja gestão é crítica. controlo e gestão de riscos. fluxos subsequentes e os correspondentes outputs. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software. sob a responsabilidade de um administrador executivo. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa.A. de servidores e de equipamentos pessoais. estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. razão pela qual são mantidos. 153 . da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. Tecnologias de Informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais. 54. indispensável. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. entre outros. S.

só é divulgada após autorização do Conselho de Administração após proposta da Comissão Executiva. S. V. Serviço responsável pelo apoio ao investidor. O Gabinete de Apoio ao Investidor pode ser contactado através do telefone 214200080. 245. funções. informação disponibilizada por esses serviços e elementos para contacto. 154 . m). A informação financeira anual. Sítio de Internet 59.º 1. composição.pt 60.pt). a qualidade de sociedade aberta. O responsável deste Gabinete é simultaneamente o Representante para as Relações com o Mercado.º do Código das Sociedades Comerciais. A Empresa tem um Gabinete de Apoio ao Investidor cujas funções são a disponibilização da informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. A resposta aos referidos pedidos foi facultada no prazo aproximado de uma semana. Principais elementos dos sistemas de controlo interno e de gestão de risco implementados na sociedade relativamente ao processo de divulgação de informação financeira (art.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. e a dos períodos intercalares. Informação sobre a proporção e o prazo de resposta aos pedidos de informação entrados no ano ou pendentes de anos anteriores. Em 2014 foram dirigidos ao Gabinete de Apoio ao Investidor 3 pedidos de informação. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171. que procede aos correspondentes testes prévios de validação. 58.pt ou ainda da funcionalidade disponível no sítio institucional (www. A informação financeira anual só é divulgada após o conforto do auditor externo e do Conselho Fiscal. do endereço electrónico investidor@sumolcompal.sumolcompal.sumolcompal.º do Código das Sociedades Comerciais está disponível no endereço http://www.A. Endereço(s).º-A.sociedade.pt/investidores . Apoio ao Investidor 56. Faz ainda parte deste Gabinete José Paulo de Martinho Simões Machado. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171.sumolcompal. 57. O Representante para as Relações com o Mercado é o Dr. al. Luís Fernando da Costa Magalhães. www. a qualidade de sociedade aberta. n. | 2014 55. Luís Fernando da Costa Magalhães. Representante para as relações com o mercado. Local onde se encontra informação sobre a firma. A informação sobre a firma. IV.

do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente. | 2014 61.pt/investidores/estatutos.sumolcompal.pt/quemsomos/administracao.sumolcompal. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente.pt/investidores/gaiComposicao Existe um formulário online.sumolcompal. trimestrais.sumolcompal.sumolcompal. o capital social representado e os resultados das votações. 155 . no endereço http://www. A convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada está disponível em http://www. incluindo. com referência aos 3 anos antecedentes. Local onde são divulgados a convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Os documentos de prestação de contas. semestrais e. bem como o calendário semestral de eventos societários.A. incluindo os dos últimos cinco anos.pt/investidores/orgaos.pt/investidores/gaiContacto. reuniões da assembleia geral. para permitir o contacto directo dos investidores com o gabinete de apoio ao investidor. que devem estar acessíveis pelo menos durante cinco anos. estão disponíveis no sítio da sociedade em http://www. O acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade.pt/investidores/relatorioscontas O calendário semestral de eventos societários não está disponível. Local onde se encontram os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões. divulgação de contas anuais. 64. Local onde se disponibilizam os documentos de prestação de contas. S. entre outros. Para além disso.sumolcompal.pt/investidores/historicoag. divulgado no início de cada semestre. respectivas funções e meios de acesso constam do endereço http://www. 62. 63. 65. o capital social representado e os resultados das votações. Os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões da sociedade estão disponíveis no endereço http://www.pt/investidores/ assembleias gerais. A informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais consta do endereço http://www. Informação sobre a identificação do representante para as relações com o mercado. os membros do Conselho de Administração são também apresentados no endereço http://www. respectivas funções e meios de acesso. caso aplicável. do representante para as relações com o mercado.sumolcompal. Local onde se disponibiliza o acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade. Local onde se disponibiliza informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais.sumolcompal. com referência aos 3 anos antecedentes está disponível no sítio da sociedade com o endereço http://www.

. Para determinação da remuneração dos dirigentes da sociedade é competente o Conselho de Administração.. S.º 414. Composição da comissão de remunerações. Conhecimentos e experiência dos membros da comissão de remunerações em matéria de política de remunerações. II.A. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.º 5. S..Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S. Eufiger .A. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. | 2014 D.º 414. S.A.A.A. incluindo identificação das pessoas singulares ou colectivas contratadas para lhe prestar apoio e declaração sobre a independência de cada um dos membros e assessores. não é igualmente independente por força do disposto na alínea a) do mesmo número do art. Todos os membros da Comissão de Vencimentos possuem conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração. 68. respectivamente. REMUNERAÇÕES I. n. A Comissão de Vencimentos é composta pelas sociedades Refrigor. Comissão de remunerações 67. A Refrigor. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. A Assembleia Geral Anual de accionistas de 30 de Maio de 2014 aprovou declarações sobre a política de remuneração dos órgãos de administração e fiscalização e sobre a política de remunerações dos demais dirigentes. Não existem pessoas contratadas para integrar a Comissão de Vencimentos. e por António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. Em 2014 foi nomeado para integrar a Comissão de Vencimentos o Senhor António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida.º. O membro da Comissão António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida é independente. Indicação quanto à competência para a determinação da remuneração dos órgãos sociais. S. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração. sob proposta da Comissão de Vencimentos e do Conselho de Administração. alínea b). não são independentes nos termos do art. 156 . Competência para a determinação 66.A.. Cabe à Comissão de Vencimentos a determinação da remuneração dos membros dos órgãos sociais e em especial dos membros da Comissão Executiva. ao nível de direcção. Os membros da Comissão de Vencimentos Refrigor.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. que tem especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remunerações. dos membros da comissão executiva ou administrador delegado e dos dirigentes da sociedade. e Eufiger .

| 2014 III. A componente variável plurianual. os Membros da Comissão Executiva são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração anual dos membros comporta uma parte fixa e uma parte variável. no caso de o desempenho da empresa evidenciar uma deterioração relevante no último exercício apurado. A componente variável anual não poderá exceder metade da remuneração fixa anual. no actual contexto societário e competitivo. pelo que se limita a remuneração variável. referente a um período de três anos. b. d) A eventual remuneração variável de cada exercício será paga nos três anos seguintes. f) A aferição do cumprimento dos requisitos para o pagamento da componente variável anual é feita exercício a exercício. de 19 de Junho.º 28/2009.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O cumprimento das metas orçamentadas de inovação. O atingimento de um volume de negócios superior ao alcançado em 2013.º da Lei n. aplicando-se a cada uma destas o proposto nesta declaração. a ser pago após a conclusão do mandato. c) O nível de desempenho será medido pelo grau de execução de metas quantificadas e previamente estabelecidas para variáveis de desempenho (entre 3 a 5). g) Os membros que desempenhem funções em órgãos de administração de sociedades dependentes podem ser remunerados pelas referidas sociedades.º 28/2009. 157 . j) O prémio variável plurianual pretende premiar a geração significativa e sustentada de valor para os accionistas.A. h) A determinação do montante da eventual remuneração variável anual deve obedecer a critérios de alinhamento com os interesses da sociedade. b) A componente variável anual tem como objectivo premiar o desempenho dos membros da Comissão Executiva. A parte variável terá uma componente anual e uma componente plurianual. sendo que no primeiro destes três anos não poderá ser paga mais de 50% desta remuneração variável. não tendo em especial atenção a conclusão de todo o mandato. Em concreto. tendo em conta o anteriormente referido em relação ao diferimento de pagamentos. aferido pelo grau de execução de metas. de 19 de Junho. A geração de um EBITDA superior ao de 2013.º da Lei n. são os seguintes os objectivos estratégicos que devem ser tidos em conta para apreciar a actuação da Comissão Executiva: a. assegurando o alinhamento destes com os interesses da sociedade. Foi aprovada na Assembleia Geral realizada a 30 de Maio de 2014 a política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere ao artigo 2. k) A aferição do cumprimento dos requisitos para a atribuição da componente variável plurianual é feita após o final do mandato. e) Os pagamentos diferidos para o 2º e 3º ano ficarão dependentes do cumprimento de metas que assegurem a manutenção do nível de desempenho que justificou a atribuição da remuneração variável. em função do cumprimento total ou muito elevado (≥ 90%) da(s) meta(s) estratégica(s) do último ano do mandato. S. Estrutura das remunerações 69. não poderá exceder a remuneração fixa anual. Descrição da política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere o artigo 2. Nos termos desta política. i) Poderá ser fixado um prémio variável plurianual. c.

b) A determinação do montante da remuneração deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis. A avaliação deste desempenho faz-se pela comparação dos resultados obtidos em cada variável. S. O Revisor Oficial de Contas aufere uma retribuição fixa. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao último ano do mandato. com as metas quantificadas previamente fixadas. dos resultados líquidos e do volume de negócios. acordada com a empresa e de acordo com as práticas de mercado. ii) a segunda. nomeadamente. Nos termos da mesma política. do EBITDA.A. na empresa. ao EBITDA. 70. n) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. m) A determinação do montante da remuneração fixa dos membros da Comissão Executiva deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis (atendendose à capitalização bolsista. os Membros da Mesa da Assembleia Geral e da Comissão de Vencimentos que não tiverem outras remunerações certas ou variáveis na sociedade ou em sociedades desta dependentes podem receber uma senha de presença por cada reunião em que participem. Por último. bem como sobre o modo como é baseada na avaliação do desempenho e desincentiva a assunção excessiva de riscos. Não estão acordados pagamentos relativos à destituição ou cessação por acordo de funções de administradores. a sua actividade aufere uma remuneração mensal fixa. dos resultados operacionais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. desde que neste terceiro exercício os valores reais dos indicadores utilizados para a atribuição do prémio plurianual sejam iguais ou superiores aos verificados no último ano do mandato. ii) a situação económico-financeira da empresa. c) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. 95%) dos desempenhos do ano em 158 . a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao terceiro exercício posterior ao mandato. aos resultados líquidos e ao volume de negócios). O alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da Sociedade consegue-se através da existência de uma componente de remuneração variável para os administradores executivos. sendo que este desempenho deve estar alinhado com os interesses de longo prazo da Sociedade. a Cofina e a Impresa. Os membros do Conselho Fiscal são remunerados nos seguintes termos: a) O membro independente que tem especiais conhecimentos em auditoria e contabilidade e que exerce regularmente. o qual fica dependente da manutenção (em. A atribuição de remuneração variável depende do desempenho de determinadas variáveis. iii) as funções de cada membro e iv) o grau de afectação de tempo ao exercício das funções. aos resultados operacionais. pelo menos. em termos da capitalização bolsista. Não está prevista a existência de planos de atribuição de acções ou de opções de aquisição de acções por parte de membros dos órgãos de administração e de fiscalização. b) Os restantes membros auferem uma senha de presença por cada reunião em que participem. ii) a situação económico-financeira da empresa e iii) as funções de cada membro. | 2014 l) O prémio plurianual será dividido em duas parcelas: i) A primeira. os administradores não-executivos são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração comporta exclusivamente uma componente fixa. a Cofina e a Impresa. atribuída pela Assembleia Geral. Informação sobre o modo como a remuneração é estruturada de forma a permitir o alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da sociedade.

O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. sobre eventual celebração de contractos relativos a essas acções. Principais parâmetros e fundamentos de qualquer sistema de prémios anuais e de quaisquer outros benefícios não pecuniários. Principais características dos regimes complementares de pensões ou de reforma antecipada para os administradores e data em que foram aprovados em assembleia geral. Entende-se que a evolução das variáveis de desempenho «volume de negócios». dessas acções. «EBITDA» e «inovação» espelham razoavelmente o real crescimento da Empresa e a riqueza efectivamente criada para os accionistas. Existe uma componente variável cuja atribuição depende da verificação. do atingimento de metas quantificadas.A. com menção do período de diferimento.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em opções e indicação do período de diferimento e do preço de exercício. 72. 74. 76. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. Não existe qualquer outro regime complementar de pensão ou de reforma antecipada. à existência de uma componente variável da remuneração e informação sobre eventual impacto da avaliação de desempenho nesta componente. Não é atribuída remuneração variável em acções aos administradores. Não existem outros prémios anuais para além da remuneração variável. Os benefícios não pecuniários são de natureza social ou de representação e são consistentes com os atribuídos aos demais gestores e colaboradores da Sociedade. respectivo limite. Diferimento do pagamento da componente variável da remuneração. 159 . Da mesma forma. não são celebrados contractos relativos a essas acções. Existe um fundo de pensões que abrange quer administradores. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. ficando também dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. quer a generalidade dos trabalhadores. em termos individuais. e sua relação face ao valor da remuneração total anual. por isso. pelos administradores executivos. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. 75. se aplicável. estabelecidos critérios para a manutenção dessas acções pelos administradores executivos. nem são. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. 73. 71. S. Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em acções bem como sobre a manutenção. efectuada pela Comissão de Vencimentos. Referência. | 2014 que a componente variável foi originada. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. O pagamento da componente variável é diferido.

81. 177. João António Brito Pires Eusébio e Amélia Maria Brito Pires Eusébio foram pagos.08€ e António Augusto dos Santos Casanova Pinto 14. menção às diferentes componentes que lhe deram origem.00€ e 88. Indicação do montante anual da remuneração auferida. José Tomaz Júdice Gamito Pires.910. António Rui Libório Frade.800. 78. pelos membros dos órgãos de fiscalização da sociedade. | 2014 Este plano foi aprovado pelo Conselho de Administração sem intervenção da Assembleia Geral. 212. Não foram pagos.69€ com a seguinte repartição: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto 17. respectivamente.118.562. 88. foram pagos a Manuel Batista Figueiredo 160 . Os membros da Comissão Executiva do Conselho de Administração. a qualquer título. de forma agregada e individual. José Manuel Doutel Jordão 15.00€. Em senhas de presença.08€.660. Montantes a qualquer título pagos por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo ou que se encontrem sujeitas a um domínio comum.693.50€ (um milhão cento e cinquenta e quatro seiscentos e sessenta e três euros e cinquenta cêntimos). pelos membros dos órgãos de administração da sociedade.00€. 177. Não foram pagas nem são devidas indemnizações a ex-administradores executivos. 79.663. de forma agregada e individual. de 19 de Junho. António Rui Libório Frade 15. Indicação do montante anual da remuneração auferida.00€. 164. José Manuel Doutel Jordão e António Augusto dos Santos Casanova Pinto.800. para efeitos da Lei n.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.154.A. verbas fixas ou variáveis aos membros do Conselho de Administração. os seguintes montantes de remunerações fixas: 177. relativamente a esta.600.265.00€.00€. Não existem outras remunerações para além das acima referidas.24€. IV. Os membros do Conselho de Administração auferiram remunerações fixas no montante total de 1.600. respectivamente. 80. Em 2014 foram pagas remunerações variáveis aos administradores executivos no total de 62.29€. António Sérgio Brito Pires Eusébio.600. Aos membros não executivos. incluindo remuneração fixa e variável e.00€ e 66. este último apenas até à eleição da actual composição do Conselho de Administração) auferiram. Indemnizações pagas ou devidas a ex-administradores executivos relativamente à cessação das suas funções durante o exercício. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto.800. Não foi pago aos administradores não executivos qualquer montante a título de remuneração variável. a saber.50€. proveniente da sociedade. Remuneração paga sob a forma de participação nos lucros e/ou de pagamento de prémios e os motivos por que tais prémios e ou participação nos lucros foram concedidos. Divulgação das remunerações 77.º 28/2009. Durante o exercício de 2014 a SUMOL+COMPAL pagou aos membros do seu Conselho Fiscal o montante de 24.00€).507. a saber.562. S. em nenhuma das filiais ou associadas.

Não existem quaisquer planos de atribuição de acções e/ou opções de aquisição de acções. existência de incentivos para a aquisição de acções e ou o exercício de opções). na acepção do n.300. critérios relativos ao preço das acções e o preço de exercício das opções. A Presidente da Mesa da Assembleia Geral recebe uma senha de presença por cada reunião de Assembleia Geral realizada.000. Referência à existência e descrição.º 3 do artigo 248. V.00. Acordos com implicações remuneratórias 83. n. al. período durante o qual as opções podem ser exercidas.00€.º-B do Código dos Valores Mobiliários. 84. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da Sociedade.A. de acordos entre a sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes.500€ e a José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca 6. características das acções ou opções a atribuir.00€. Durante o ano de 2014 foram pagas à Presidente da Mesa da Assembleia Geral três senhas de presença no valor total de €900. Não existem quaisquer direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções („stock options‟) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa. 87. 161 .º 1. que prevejam indemnizações em caso de demissão. Não existem quaisquer acordos entre a Sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes que prevejam indemnizações em caso de demissão. Não existem limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador nem foi estabelecida qualquer relação entre tal compensação e a componente variável da remuneração. | 2014 6. com indicação dos montantes envolvidos. Caracterização do plano (condições de atribuição. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções.ºA. S. 245. 86. Limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador e sua relação com a componente variável da remuneração. cláusulas de inalienabilidade de acções. VI. Identificação do plano e dos respectivos destinatários. Indicação da remuneração no ano de referência do presidente da mesa da assembleia geral. l). 82.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. (art. José Manuel Rodrigues Felgueiras recebeu da SUMOL+COMPAL 12. Direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções (‘stock options’) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa. Planos de atribuição de acções ou opções sobre acções (‘stock options’) 85. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da sociedade.

Não está previsto qualquer sistema de participação dos trabalhadores no capital. ao cuidado do Exmo. Foram apenas estabelecidos pelo Conselho Fiscal critérios para intervenção do Conselho Fiscal para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação (vd. e com uma antecedência de 30 dias relativamente à data prevista para a celebração do negócio (ou prazo inferior caso o respeito pelo prazo de 30 dias seja inexequível e desde que a impossibilidade de submissão seja devidamente fundamentada) os termos do negócio em causa. Não foram estabelecidos mecanismos específicos para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a avaliação prévia dos negócios a realizar nos termos descritos. nos termos do artigo 20. 162 . sejam de valor igual ou superior a 100. A comunicação deverá ser remetida pela Administração da Sociedade para a sede desta.A. al. Indicação das transacções que foram sujeitas a controlo no ano de referência. designadamente. 4. pelo que nenhuma transacção foi sujeita a controlo por este órgão. Senhor Presidente do Conselho Fiscal. Em 2014 não houve qualquer transacção que reunisse os requisitos para emissão de parecer prévio pelo Conselho Fiscal. o valor a partir do qual estes deverão ser submetidos a parecer prévio do Conselho Fiscal passará para 500. E.000€ por negócio. No caso de negócios continuados. deverão ser comunicados por escrito.000€. n. e)). O Conselho Fiscal estabeleceu que lhe sejam submetidos os negócios com accionistas titulares de participação qualificada. o valor e demais informação considerada relevante para uma completa avaliação do negócio.pt. 2. quando de carácter isolado.º 1. os intervenientes. por ano. 90. nos termos do artigo 20 do Código dos Valores Mobiliários. Mecanismos de controlo previstos num eventual sistema de participação dos trabalhadores no capital na medida em que os direitos de voto não sejam exercidos directamente por estes (art.fiscal@sumolcompal. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS I. S. bem como por email para o seguinte endereço: conselho. 245. Verificando-se o preenchimento dos critérios supra referidos. | 2014 88. 91. por exemplo rendas de instalações.º do Código dos Valores Mobiliários.º-A. ponto 91). Os procedimentos são os seguintes: 1. 3.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. referindo-se. Mecanismos implementados pela sociedade para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas (Para o efeito remete-se para o conceito resultante da IAS 24). o respectivo objecto. Mecanismos e procedimentos de controlo 89. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação. sempre que esses negócios.

PARTE II . O Conselho Fiscal emitirá o seu parecer prévio. A Sociedade não está sujeita ao cumprimento de quaisquer outros códigos.cmvm. Indicação do local dos documentos de prestação de contas onde está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas. Identificação do Código de governo das sociedades adoptado A Sociedade submete-se ao Código da CMVM. Análise de cumprimento do Código de Governo das Sociedades adoptado Em relação às recomendações da CMVM e considerando a numeração utilizada nestas recomendações. 2. disponível em www. sobre o Governo das Sociedades Cotadas – Código de Governo das Sociedades da CMVM.AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO 1. | 2014 5. de acordo com a IAS 24. Está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas nas Notas às Demonstrações Financeiras (Nota 33 – Partes Relacionadas) bem como no presente documento.pt. S. alternativamente. Elementos relativos aos negócios 92. ou. o entendimento do Conselho de Administração sobre a sua adopção é o seguinte: 163 . II. de Agosto de 2013. ou em prazo inferior se devidamente fundamentada a inviabilidade de respeito do prazo de 30 dias estabelecido no número 3 supra.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. reprodução dessa informação. no prazo máximo de 15 dias após a recepção da comunicação que lhe seja dirigida. não vinculativo.A.

I. salvo se devidamente fundamentados em função dos interesses de longo prazo dos accionistas.500 acções de 1 Euro cada. I. S. I.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.092. | 2014 CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 2013 (RECOMENDAÇÕES) I. A Sociedade incentiva a participação accionista já que os estatutos da Sociedade fazem corresponder um voto a cada acção. seja qual for a percentagem do capital social nela representado. determinando que a Assembleia Geral delibera por maioria de votos emitidos. o artigo 22. Adoptada.3.092. as abstenções não são contadas e a deliberação sobre algum dos assuntos referidos no n. que fosse adoptado um sistema de voto por correspondência electrónico. designadamente fixando um quórum deliberativo superior ao previsto por lei. designadamente não fixando um número excessivamente elevado de acções necessárias para ter direito a um voto e implementando os meios indispensáveis ao exercício do direito de voto por correspondência e por via electrónica. A sociedade não tem definida uma política de distribuição de dividendos. VOTAÇÃO E CONTROLO DA SOCIEDADE I. As sociedades devem incentivar os seus accionistas a participar e a votar nas assembleias gerais. Os estatutos das sociedades que prevejam a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista. Adoptada.4. através de declaração por si assinada. dividido em 100.500 Euros. O capital social é de 100. quer directamente. n. até à presente data.2.A. onde manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto. A dimensão da sociedade e a reduzida dispersão do capital não justificou. As sociedades não devem estabelecer mecanismos que tenham por efeito provocar o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária.1. As sociedades não devem adoptar mecanismos que dificultem a tomada de deliberações pelos seus accionistas. quer indirectamente.º 2 do artigo 383. nem prevê quaisquer mecanismos que provoquem o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária.º do Código das Sociedades Comerciais deve ser aprovada por dois terços dos votos emitidos.º 2.” Os estatutos não prevêem a admissibilidade do voto por correspondência electrónico. não existe qualquer restrição ao exercício activo do direito de voto. quer a Assembleia reúna em primeira quer em segunda convocação. Parcialmente adoptada. determina que “os accionistas com direito a voto poderão exercê-lo por correspondência. dos estatutos da Sociedade. Pelo contrário. Por outro lado.º. de forma individual ou em 164 . Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo.

o conselho de administração deve delegar a administração quotidiana da sociedade. ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO II.5. a manutenção ou eliminação de tal norma estatutária.º-A) que poderão ser amortizadas. nalguns contractos estabelecidos com parceiros de negócio. as acções da Sociedade detidas por accionista que. Não adoptada. Veja-se a respeito das suas competências o ponto 29 do Relatório sobre o Governo da Sociedade. mas esta cessação não corresponde à exigência de pagamentos ou assunção de encargos. directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade. II. Os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista de forma individual ou em concertação com outros accionistas. Não devem ser adoptadas medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração e que se afigurem susceptíveis de prejudicar a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. razão pela qual se entende cumprida esta recomendação. Nunca foram adoptadas quaisquer medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração da sociedade.1. será sujeita a deliberação pela assembleia geral a alteração ou a manutenção dessa disposição estatutária – sem requisitos de quórum agravado relativamente ao legal – e que. S. O Conselho de Administração elegeu uma Comissão Executiva na qual foi delegada a gestão corrente da Sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Adoptada. Cumpre referir que. I. o dever de sujeitar. e salvo por força da reduzida dimensão da sociedade.A. a deliberação da Assembleia Geral. SUPERVISÃO. | 2014 concertação com outros accionistas. SUPERVISÃO E ADMINISTRAÇÃO II. No entanto. Assim sendo. sem consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal. por esta via.1. Adoptada. pelo menos de cinco em cinco anos. devem prever igualmente que. não obstante. mas é intenção da sociedade fazê-lo na próxima Assembleia Geral. se contam todos os votos emitidos sem que aquela limitação funcione. a aquisição por entidades concorrentes de determinadas percentagens do capital social da SUMOL+COMPAL poderá levar ao término destes contractos. devendo as competências delegadas ser identificadas no relatório anual sobre o Governo da Sociedade. nessa deliberação. não são. os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8. Não se prevê. prejudicadas a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. quando seja inferior àquele. pelo menos de cinco em cinco anos. Dentro dos limites estabelecidos por lei. 165 . ou pelo respectivo valor de mercado.1.

bem assim como das diversas comissões existentes.1. b) Refletir sobre o sistema.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. designadamente. II. O Conselho de Administração deve assegurar que a sociedade atua de forma consentânea com os seus objectivos. além do exercício das competências de fiscalização que lhes estão cometidas. nem para reflectir sobre o sistema. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. No ponto 29 do Relatório de Governo da Sociedade são indicadas as matérias que não foram delegadas.2. devem fixar objectivos em matéria de assunção de riscos e criar 166 . Este órgão deverá ainda avaliar o cumprimento do plano estratégico e a execução das principais políticas da sociedade. não devendo delegar a sua competência. O Conselho de Administração ou o Conselho Geral e de Supervisão. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. ii) definição da estrutura empresarial do Grupo. A Sociedade não possui um conselho geral e de supervisão. Não adoptada. II. a: i) definição da estratégia e das políticas gerais da Sociedade. no que respeita a: i) definir a estratégia e as políticas gerais da sociedade. A administração entende que a dimensão da Sociedade e do Grupo não justificam a criação de qualquer comissão específica. deve assumir plenas responsabilidades ao nível do governo da sociedade.1. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria. Não aplicável.A. ii) definir a estrutura empresarial do grupo. não existe qualquer comissão com competências na avaliação do desempenho dos administradores executivos e para avaliação do seu próprio desempenho global ou de outras comissões existentes. risco ou às suas características especiais. o Conselho de Administração e o Conselho Geral e de Supervisão. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria. S.1. estas matérias são objecto de apreciação e de reflexão por parte da Comissão de Vencimentos e/ou por parte do Conselho de Administração.5. pelo que. deve ser consagrada a obrigatoriedade de este órgão se pronunciar sobre a estratégia e as principais políticas da sociedade. O Conselho Geral e de Supervisão. a estrutura e as práticas de governo adoptado. | 2014 II. a definição da estrutura empresarial do grupo e as decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante ou risco. Adoptada. consoante o modelo adoptado. designadamente. risco ou às suas características especiais não foram delegadas pela administração. O desenvolvimento da actividade correspondente à prossecução dos objectivos da Sociedade. No entanto.1.3. consoante o modelo aplicável. através de previsão estatutária ou mediante via equivalente. a estrutura e as práticas de governo adoptado.4. II. De facto. devem criar as comissões que se mostrem necessárias para: a) Assegurar uma competente e independente avaliação do desempenho dos administradores executivos e do seu próprio desempenho global. Salvo por força da reduzida dimensão da sociedade.

S. tendo em conta. e quanto aos demais membros do Conselho de Administração considera-se independente a pessoa que não esteja associada a qualquer grupo de interesses específicos na sociedade nem se encontre em alguma circunstância susceptível de afectar a sua isenção de análise ou de decisão. bem como dos eventos que lhe podem dar origem. o facto de a Sociedade ter uma dimensão média bem como a reduzida dispersão do seu capital e.6. nos últimos três anos. c. gerente ou dirigente de pessoa colectiva. Adoptada. II. Ser beneficiário de remuneração paga pela sociedade ou por sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo além da remuneração decorrente do exercício das funções de administrador. composta por sete membros. Assim. b. II.1. na linha colateral. parente ou afim na linha recta e até ao 3. A Comissão Executiva decidiu rever o sistema de identificação dos principais riscos. nomeadamente em virtude de: a. Ser titular de participação qualificada ou representante de um accionista titular de participações qualificadas. Os administradores não executivos não são independentes. de administradores ou de pessoas singulares titulares direta ou indirectamente de participação qualificada.º grau. supervisão e avaliação da actividade dos restantes membros do órgão de administração. a dimensão da sociedade e a sua estrutura accionista e o respectivo free float.7. tendo em conta o modelo de governação adoptado. por outro lado. está assegurada pelo órgão de fiscalização e pelo órgão de administração a defesa dos interesses da Sociedade e dos accionistas. Não adoptada. Entre os administradores não executivos deve contar-se uma proporção adequada de independentes. Ter. A Sociedade considera que. Não adoptada. Viver em união de facto ou ser cônjuge. seja de forma directa ou enquanto sócio.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. nomeou uma Comissão Executiva formada por quatro administradores. | 2014 sistemas para o seu controlo. com vista a garantir que os riscos efectivamente incorridos são consistentes com aqueles objectivos. e como são analisados e medidos em função da sua frequência e impacto esperados. prestado serviços ou estabelecido relação comercial significativa com a sociedade ou com sociedade que com esta se encontre em relação de domínio ou de grupo. inclusive. A administração da SUMOL+COMPAL. o facto de existir um órgão de fiscalização constituído maioritariamente por independentes. Ter sido colaborador da sociedade ou de sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo nos últimos três anos. administrador. 167 . fiscalização e avaliação da actividade dos membros daquela comissão. e. d. A independência dos membros do Conselho Geral e de Supervisão e dos membros da Comissão de Auditoria afere-se nos termos da legislação vigente.1. por um lado. os restantes administradores garantem a efectiva capacidade de supervisão.A. O Conselho de Administração deve incluir um número de membros não executivos que garanta efectiva capacidade de acompanhamento.

S. 168 .1. um administrador independente que assegure a coordenação dos trabalhos dos demais membros não executivos e as condições para que estes possam decidir de forma independente e informada ou encontrar outro mecanismo equivalente que assegure aquela coordenação. conforme aplicável. da Comissão de Auditoria ou da Comissão para as Matérias Financeiras deve ser independente.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. II. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor. ao Presidente da Comissão de Auditoria. Caso o presidente do órgão de administração exerça funções executivas. FISCALIZAÇÃO II.º do Código das Sociedades Comerciais e que não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. Consoante o modelo aplicável.2.50% do capital social da Sociedade.9. em tempo útil e de forma adequada ao pedido. e o Grupo Caixa Geral de Depósitos estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal. Os administradores que exerçam funções executivas. Sociedade de Capital de Risco. O presidente do órgão de administração executivo ou da comissão executiva deve remeter..10. S. S.2. quando solicitados por outros membros dos órgãos sociais. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. Adoptada. As convocatórias e as actas das reuniões da Comissão Executiva estão disponíveis para acesso pelo Presidente do Conselho de Administração e são remetidas ao Presidente do Conselho Fiscal. de entre os seus membros. as convocatórias e as atas das respectivas reuniões. e possuir as competências adequadas ao exercício das respectivas funções. ao Presidente do Conselho Fiscal. as informações por aqueles requeridas. | 2014 II.1. o presidente do Conselho Fiscal. Adoptada. de acordo com o critério legal aplicável. II. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. Não aplicável.8.A. este órgão deverá indicar. ao Presidente do Conselho de Administração. uma declaração na qual declara que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. ao Presidente do Conselho Geral e de Supervisão e ao Presidente da Comissão para as Matérias Financeiras.º 1 do artigo 414.1.º-A do citado código. detentor de 10. II. devem prestar. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente.1. Não Adoptada.A. O presidente do órgão de administração não exerce funções executivas. b) Preenche o requisito previsto na alínea b) do ponto 5 do artigo 414. Os administradores com funções executivas sempre prestaram aos demais membros dos órgãos sociais da Sociedade todas as informações que por estes foram requeridas..A. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração.

mas a um Comité de Auditoria Interna composto por administradores não executivos não independentes. O órgão de fiscalização deve avaliar anualmente o auditor externo e propor ao órgão competente a sua destituição ou a resolução do contrato de prestação dos seus serviços sempre que se verifique justa causa para o efeito. O órgão de fiscalização deve avaliar o funcionamento dos sistemas de controlo interno e de gestão de riscos e propor os ajustamentos que se mostrem necessários. sempre que estas se mostrem necessárias. de interlocutor entre a Empresa e o auditor externo. o Conselho Geral e de Supervisão e o Conselho Fiscal devem pronunciar-se sobre os planos de trabalho e os recursos afectos aos serviços de auditoria interna e aos serviços que velem pelo cumprimento das normas aplicadas à sociedade (serviços de compliance). propor a respectiva remuneração e zelar para que sejam asseguradas. a identificação ou a resolução de conflitos de interesses e a deteção de potenciais ilegalidades.1. S. e é evidenciado por um acompanhamento regular pelo auditor externo de todos os assuntos que exijam a sua intervenção ou esclarecimentos. O Conselho Fiscal procedeu à fiscalização do sistema de controlo interno e gestão de riscos existentes com base na informação que lhe foi prestada pelo Conselho de Administração. Este esquema de reporte.2. O Conselho Fiscal acompanhou os trabalhos desenvolvidos ao longo do exercício. Os serviços de auditoria interna (Gabinete de Auditoria Interna) não reportam ao Conselho Fiscal. frequentemente. as condições adequadas à prestação dos serviços. O Conselho Fiscal serviu. Adoptada. O contacto entre o auditor externo e o Conselho Fiscal é assegurado mediante a realização de reuniões entre ambos. Adoptada.4. Adoptada. demonstrando grande qualidade técnica no trabalho desenvolvido.5. dadas as especiais características da estrutura accionista da Sociedade foi entendido como sendo o mais adequado para assegurar um correcto e eficiente funcionamento dos serviços de auditoria interna.A. Todos os membros da Comissão de Remunerações ou equivalente devem ser independentes relativamente aos membros executivos do órgão de administração e 169 .2. designadamente. Lda. O órgão de fiscalização deve ser o interlocutor principal do auditor externo e o primeiro destinatário dos respectivos relatórios. Não adoptada. considerando-os razoáveis em relação à dimensão da Empresa.2. SROC. II.2. competindo-lhe.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. e devem ser destinatários dos relatórios realizados por estes serviços pelo menos quando estejam em causa matérias relacionadas com a prestação de contas. II.. II.3. II. dentro da empresa. FIXAÇÃO DE REMUNERAÇÕES II. | 2014 II.2. A Comissão de Auditoria.3.3. fazendo uma avaliação positiva sobre a sua actuação e desempenho. O Conselho Fiscal faz no seu relatório anual ao exercício de 2014 uma avaliação positiva do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.

em termos agregados. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. d) Informação quanto à exigibilidade ou inexigibilidade de pagamentos relativos à destituição ou cessação de funções de administradores. deverá conter. não contém informação quanto ao montante máximo potencial. De todo o modo.3. em termos individuais. A declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. ao próprio órgão de administração da sociedade ou que tenha relação actual com a sociedade ou com consultora da sociedade. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração. Não há qualquer entidade contratada para apoiar a Comissão de Vencimentos. em termos individuais. as demais informações.A. adicionalmente: a) Identificação e explicitação dos critérios para a determinação da remuneração a atribuir aos membros dos órgãos sociais. e ao montante máximo potencial. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos.º 28/2009.3. Esta declaração. Contém. no entanto. em termos agregados. serviços a qualquer estrutura na dependência do órgão de administração. Todos os membros da Comissão de Vencimentos são independentes relativamente aos membros executivos do Conselho de Administração. a pagar aos membros dos órgãos sociais.2. ou sobre a identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos por a Comissão de vencimentos não se ter pronunciado a esse respeito. em 2014 incluiu-se na Comissão de Vencimentos um membro independente com especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração – António Augusto de Barahona Fernandes d‟Almeida. ao nível de direcção. Todos os membros da Comissão de Vencimentos têm conhecimentos e experiência em matéria de políticas de remuneração. II. de 19 de Junho. II. S. nos últimos três anos.º 28/2009. Foi realizada a 30 de Maio de 2014 a Assembleia Geral na qual foi aprovada a declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. | 2014 incluir pelo menos um membro com conhecimentos e experiência em matérias de política de remuneração. a pagar aos membros dos órgãos sociais.º da Lei n. b) Informação quanto ao montante máximo potencial. Esta recomendação é aplicável igualmente a qualquer pessoa singular ou colectiva que com aquelas se encontre relacionada por contrato de trabalho ou prestação de serviços.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Parcialmente adoptada. de 19 de Junho. Adoptada. 170 .3. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. e identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos. e ao montante máximo potencial. Adoptada. Não deve ser contratada para apoiar a Comissão de Remunerações no desempenho das suas funções qualquer pessoa singular ou colectiva que preste ou tenha prestado. datada de 6 de Maio de 2014.º da Lei n.

Adoptada. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do sistema. ficando o pagamento da componente diferida dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. Não aplicável. o valor desta componente é o seu limite máximo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 95%) dos desempenhos do ano em que a componente variável foi originada. e devem ser fixados limites máximos para todas as componentes.3. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não deve incluir nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor. Existe um plano de pensões que se aplica aos membros dos órgãos sociais nas mesmas condições em que se aplica aos demais trabalhadores da Empresa.3. Não adoptada. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do plano. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração deve basear-se no desempenho efectivo e desincentivar a assunção excessiva de riscos. Este plano de pensões foi constituído por escritura pública datada de 29 de Dezembro de 1988. A componente variável da remuneração deve ser globalmente razoável em relação à componente fixa da remuneração. Adoptada. II. do atingimento de metas quantificadas. O limite para a componente variável é 50% da remuneração fixa. tendo sido deliberada a sua constituição na Reunião de Conselho de Administração de 10/11/1988. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não inclui nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor.4. pelo menos. A atribuição da componente variável depende da verificação. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração é composta por uma componente fixa e por uma componente variável. III. | 2014 II. 171 . Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções a membros dos órgãos sociais. e/ou de opções de aquisição de acções ou com base nas variações do preço das acções.1. a membros dos órgãos sociais. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de planos de atribuição de acções. REMUNERAÇÕES III. No que toca à componente fixa. S. Adoptada.5. efectuada pela Comissão de Vencimentos. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de qualquer sistema de benefícios de reforma estabelecidos a favor dos membros dos órgãos sociais.3. III.2. III. o qual fica dependente da manutenção (em.A. O pagamento da componente variável é parcialmente diferido.

o início do período de exercício deve ser diferido por um prazo não inferior a três anos. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. III. com excepção daquelas que necessitem ser alienadas com vista ao pagamento de impostos resultantes do benefício dessas mesmas acções. Quando a destituição de administrador não decorra de violação grave dos seus deveres nem da sua inaptidão para o exercício normal das respectivas funções mas. Não existem quaisquer instrumentos jurídicos para que a compensação estabelecida para qualquer forma de destituição sem justa causa de administrador não seja paga se a destituição ou cessação por acordo é devida a desadequado desempenho do administrador. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade.6. seja reconduzível a um inadequado desempenho. Adoptada. Adoptada. ainda assim. não seja exigível. além da legalmente devida.4. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração que lhes for fixada pela sociedade. quer com a sociedade. III. Os membros do órgão de administração não devem celebrar contractos. quer com terceiros. 172 . Até ao termo do seu mandato devem os administradores executivos manter as acções da sociedade a que tenham acedido por força de esquemas de remuneração variável. Assegura-se assim o diferimento de uma parte significativa da remuneração (50%) por um período não inferior a três anos. até ao limite de duas vezes o valor da remuneração total anual. III. Não aplicável.5.A. deverá a sociedade encontrar-se dotada dos instrumentos jurídicos adequados e necessários para que qualquer indemnização ou compensação. Considerando que os ciclos dos negócios onde a SUMOL+COMPAL opera tendem a ser de médio prazo. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. III. Não Aplicável. e o direito ao seu recebimento deve ficar dependente da continuação do desempenho positivo da sociedade ao longo desse período. | 2014 III. Não adoptada. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. entende-se que o diferimento adoptado é adequado.7. Não foram celebrados contractos com a Sociedade ou com terceiros que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração dos membros do órgão de administração.8. Quando a remuneração variável compreender a atribuição de opções. Uma parte significativa da remuneração variável deve ser diferida por um período não inferior a três anos.

A.144. os mesmos não foram submetidos à apreciação do órgão de fiscalização. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e não reportou quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da Sociedade. conforme sejam respectivamente de quatro ou três anos. verificar a aplicação das políticas e sistemas de remunerações dos órgãos sociais. IV. Lda. Adoptada. A sociedade ou quaisquer entidades que com ela mantenham uma relação de domínio não devem contratar ao auditor externo. nem a quaisquer entidades que com ele se encontrem em relação de grupo ou que integrem a mesma rede. IV. SROC. S. os quais assumem um relevo inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. A sua manutenção além deste período deverá ser fundamentada num parecer específico do órgão de fiscalização que pondere expressamente as condições de independência do auditor e as vantagens e os custos da sua substituição.867. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e reportar quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da sociedade.. | 2014 IV. A SUMOL+COMPAL.60 € a) Serviços de revisão legal de contas Sem prejuízo de o valor dos serviços ser inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. AUDITORIA IV. SROC.3. tendo em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 designado como novo auditor a Sociedade de Revisores Oficiais de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados.A. promoveu a rotação do auditor externo. serviços diversos dos serviços de auditoria.€ c) Serviços de consultoria fiscal -% . no âmbito das suas competências.00 € b) Outros serviços de garantia de qualidade -% . 173 .60 € 100 % 57.277. A Sociedade contratou ao auditor externo (PricewaterhouseCoopers & Associados. Havendo razões para a contratação de tais serviços – que devem ser aprovados pelo órgão de fiscalização e explicitadas no seu Relatório Anual sobre o Governo da Sociedade – eles não devem assumir um relevo superior a 30% do valor total dos serviços prestados à sociedade. Lda. Não adoptada. O auditor externo verificou a aplicação das políticas e sistemas de remunerações.) ou a entidades que com ele se encontram em relação de participação ou que integrem a mesma rede. O auditor externo deve. As sociedades devem promover a rotação do auditor ao fim de dois ou três mandatos. S. Tipologia do serviço % Valor 91 % 51.€ d) Outros serviços que não de revisão legal de contas 9% 5. serviços diversos dos serviços de auditoria. Adoptada.1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.2.

º 1 do art.º do Código dos Valores Mobiliários –. através do seu sítio na Internet. O órgão de supervisão ou de fiscalização deve estabelecer os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância dos negócios com accionistas titulares de participação qualificada – ou com entidades que com eles estejam em qualquer uma das relações previstas no n. VI.1. informação relativa ao Gabinete de Apoio ao Investidor. 20. Não adoptado. os documentos de prestação de contas não estão integralmente divulgados em inglês no sítio da Sociedade. em português e inglês. V. A tradução de todas as informações que permitam o conhecimento sobre a evolução e a realidade actual da Sociedade em termos económicos. financeiros e de governo.º do Código dos Valores Mobiliários. INFORMAÇÃO VI. As sociedades devem proporcionar. Os negócios da sociedade com accionistas titulares de participação qualificada.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. nos termos do art. | 2014 V. 20. no sítio da Sociedade. No entanto. acesso a informações que permitam o conhecimento sobre a sua evolução e a sua realidade actual em termos económicos.A. respectivas funções e meios de acesso e outra informação relativa à identificação da Sociedade. 174 . Adoptada.2. Estão traduzidos o Relatório Único de Gestão e as Demonstrações Financeiras mas não as Notas. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância destes negócios e os demais termos da sua intervenção. financeiros e de governo não foi integralmente assegurada por não se considerarem justificados o esforço e o custo em que a Sociedade teria de incorrer para o efeito face à dimensão da Sociedade. devem ser realizados em condições normais de mercado. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. Está também divulgada em português e inglês. ficando a realização de negócios de relevância significativa dependente de parecer prévio daquele órgão. ao reduzido contacto de investidores estrangeiros e aos valores envolvidos para assegurar o integral cumprimento da recomendação. Os negócios da Sociedade com accionistas titulares de participação qualificada. Constam em português e estão traduzidos em inglês no sítio da Sociedade os estatutos da Sociedade.1. CONFLITOS DE INTERESSES E TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS V. Adoptada. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 91 do Relatório de Governo. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação são realizados em condições normais de mercado. S.

Outras informações A Sociedade deverá fornecer quaisquer elementos ou informações adicionais que. 3. Quaisquer pedidos apresentados são registados. bem como o tratamento que lhes foi dado. não se encontrando vertidas nos pontos anteriores.2. devendo ser mantido um registo dos pedidos apresentados e do tratamento que lhe foi dado. A Sociedade considera que não existem outras informações adicionais relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas que não se encontrem vertidas nos pontos anteriores.A. que responda às solicitações dos investidores em tempo útil. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 56 do Relatório do Governo da Sociedade. 175 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Adoptada. com o fim de assegurar um permanente contacto com o mercado. criou e tem em funcionamento um Gabinete de Apoio ao Investidor. dentro do princípio de total igualdade entre os accionistas. S. As funções do Gabinete de Apoio ao Investidor da Sociedade são a disponibilização de informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. | 2014 VI. As sociedades devem assegurar a existência de um gabinete de apoio ao investidor e de contacto permanente com o mercado. A Sociedade. sejam relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas.

S.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 176 .

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 177 .A.

#22 | 13 .

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| 2014 180 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. S.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 181 .A. S.

S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 182 .A.

S. | 2014 183 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.

A. | 2014 184 . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

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A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 186 .

| 2014 187 . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.