Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

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| 2014 ÓRGÃOS SOCIAIS | GOVERNING BODIES MESA DA ASSEMBLEIA GERAL / CHAIR OF THE GENERAL MEETING Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos – Presidente / President Filipa Montes Palma Salazar Leite – Secretária / Secretary CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / BOARD OF DIRECTORS António Sérgio Brito Pires Eusébio – Presidente / Chairman Amélia Maria Brito Pires Eusébio António Rui Libório Frade * Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto * João António Brito Pires Eusébio José Manuel Doutel Jordão * José Tomaz Júdice Gamito Pires* *Membro da Comissão Executiva / Executive Committee Member CONSELHO FISCAL / AUDIT COMMITTEE Manuel Baptista Figueiredo – Presidente / President José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca José Manuel Rodrigues Felgueiras António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida – Suplente / Alternate REVISOR OFICIAL DE CONTAS / STATUTORY AUDITOR PricewaterhouseCoopers SROC. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia José Manuel Henriques Bernardo – Suplente / Alternate SECRETÁRIO DA SOCIEDADE / COMPANY SECRETARY Filipa Montes Palma Salazar Leite José Paulo de Martinho Simões Machado – Suplente / Alternate 5 . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL..A. Lda.

os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. Temos muito orgulho nas nossas origens. FRIZE. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador para todos os que trabalham na empresa. but we have a broad and full portfolio that includes B!. FRIZE. The quality of our products. Ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. Somos uma organização focada na satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores e que considera a base do seu negócio a gestão de marcas e a gestão de mercados. contributing to the sustainable development. UM BONGO. given that SUMOL+COMPAL is the result of the merger of two companies. contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Our constant goal is to ensure the continuous improvement of our working processes and the attainment of 6 . SUMOL+COMPAL is the leader in the non-alcoholic beverages market in Portugal with more than 25% share. which own two historical Portuguese brands: SUMOL and COMPAL. TAGUS and ESTRELLA DAMM. GUARANÁ ANTARCTICA.A. 7UP. ÁGUA SERRA DA ESTRELA e GUD e as marcas representadas PEPSI.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge for all our people. in Portugal and Africa. taking all benefits for their well-being. o nosso negócio continua a crescer nos mercados internacionais. em Portugal e África. A qualidade dos nossos produtos. mas temos um portefólio alargado e completo de que podemos destacar as nossas marcas B!. | 2014 PERFIL | COMPANY PROFILE A SUMOL+COMPAL é líder do mercado de bebidas não alcoólicas em Portugal. já que a SUMOL+COMPAL resultou da integração de duas entidades. Temos como visão que trabalhar a fruta. 7 UP. ÁGUA SERRA DA ESTRELA and GUD and the represented brands PEPSI. We are an organization focused on satisfying the desires and needs of our consumers and which places brands and markets management at the center of its business. com uma quota superior a 25%. To seduce consumers by the excellence of flavor and by the science and art we use in order to build unique brands. As nossas principais marcas são COMPAL e SUMOL. com mais de 60 anos de história recheada de sucessos. each one with over 60 years of history full of successes. Temos como objectivo permanente a melhoria contínua dos nossos processos de trabalho e o atingimento da excelência. GUARANÁ ANTARCTICA. Our natural ambition is that in all markets where the SUMOL+COMPAL brands are available consumers enjoy every day our brands. a nossa capacidade de inovação e de diferenciação e as nossas fortes ligações à naturalidade e benefícios nutricionais fazem parte integrante da nossa herança empresarial. A nossa missão é de ser uma empresa de referência internacional em bebidas de frutos e de vegetais e. Our mission is to be an international reference in fruit and vegetable beverages and. We sell to more than 70 different countries and. S. como fruto da nossa continuada aposta e investimento. Our vision is that working fruit. to achieve a relevant position in prepared fruits and vegetables. UM BONGO. Seduzir os consumidores pela excelência do sabor e pela ciência e arte com que construímos marcas únicas. detentoras de duas marcas históricas portuguesas: SUMOL e COMPAL. vegetables and water as sources of nutrition. Estamos presentes em mais de 70 Países e. We are very proud of our origins. conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais. Our main brands are COMPAL and SUMOL. hydration. hidratação. cada uma. as a result of our continuous effort and investment we continue to grow in international markets. a todos os níveis. our capacity for innovation and differentiation and our strong connections with naturalness and nutritional benefits are an integral part of our company heritage. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. TAGUS e ESTRELLA DAMM.

quatro em Portugal (Almeirim. complementada por uma rede de distribuidores.300 people. S.300 pessoas em Portugal. Empregamos aproximadamente cerca de 1. Temos em funcionamento cinco unidades industriais. | 2014 excellence at every level. lazer e trabalho. Assumimos que a exploração das oportunidades de negócio deverá contribuir para o desenvolvimento sustentável e consideramos as Nossas Pessoas como um factor crítico do nosso sucesso pelo que estamos empenhados no desenvolvimento das competências profissionais dos nossos colaboradores e num salutar equilíbrio entre família. Moçambique. Gouveia and Vila Flor) and one in Mozambique (Boane). 7 . Mozambique.A. we endeavour to develop the professional skills of our staff and a healthy balance between professional life and personal life. uma carteira de quase 40 mil clientes directos com uma cobertura garantida pela maior rede de vendas directa no nosso sector de actividade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. SUMOL+COMPAL is the only company of the food and beverages sector listed on the NYSE Euronext Lisbon. We have five plants. Pombal. Angola and France. We employ roughly 1. Gouveia e Vila Flor) e uma em Moçambique (Boane). For that reason. We accept that the process of maximizing business opportunities should contribute to sustainable development and we regard our employees as a critical factor of our success. Temos. A SUMOL+COMPAL é a única empresa portuguesa de bebidas cotada na NYSE Euronext Lisboa. four in Portugal (Almeirim. on premises located in Portugal. complemented by a network of distributors. Pombal. regularly attended by the largest direct sales force in the sector. Angola e França. We have in Portugal a portfolio of almost 40 thousand direct customers. em Portugal.

EBITDA 41.A.6% do Volume de Vendas das marcas da SUMOL+COMPAL foi realizado nos mercados externos.3 milhões de litros 403.6% of the SUMOL+COMPAL own brands Sales Volume was made in International Markets .5 % do Volume de Negócios / of Turnover 8 EBITDA increased 6.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.3% in 2014 In 2014 our Sales Volume was 403. S.3 milhões de litros / million litres Cerca de 41.7 milhões de euros / million euros MERCADOS INTERNACIONAIS INTERNATIONAL MARKETS | 28.3% em relação a 2013 Em 2014. | 2014 INDICADORES CHAVE | KEY PERFORMANCE INDICATORS VOLUME DE VENDAS e PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS | SALES VOLUME and FILLING SERVICES EBITDA cresceu 6.3 million litres Around 41. foram colocados no mercado 403.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 9 .A.

2 192.4 32.05 € 96.390 13.7 430.3 342.98 € 96.9 4.4 130.08 € 1.7 26.9 176.2 24.Treasury sto ck Earning per Share = Net pro fit after taxes / Outstanding shares Return o n Equity = (Net P ro fit after taxes / To tal Equity) x 100 .0 25.302 1.0 300.6 40.9 188.2 Turnover (in million of euros) Turnover Net Sales Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.7 45.3 132.4 4. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided R a t io s f o rm ula s Turno ver = Revenue Gro ss M argin = Revenue .2 4.6 317.7 118.5 242.26 € 1.8 22.8 47.9 -12.53 € 1.7 37.4% 27.9% 13.2 51.1 59.8% 4.Equivalentes a caixa (activo ) Dívida remunerada de médio prazo = Empréstimo s de lo ngo prazo Dívida remunerada líquida to tal = Empréstimo s de lo ngo prazo + Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .48 € 1.1 -19.3 379.000 0.5 39.6 251.Cash-flo w de actividades de investimento A cçõ es em Circulação = A cçõ es to tais .6 35. B earing Liabilities = Sho rt-term B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .0 396.6 4.155.2 27.3 406.19 € 1.4% 3.3 575.1 47.4 151.4 295.1 109.5 80.05 € 1.98 € 96.5 135.687 0.2 32.0 86.3 Balance Sheet (in millions of euros) Total Assets Shareholders' Equity Short Term Int.6 14.0 342.6 Turnover Domestic Market International Markets Resultados (em milhões de euros) Margem Bruta Resultado Operacional Resultado Consolidado Líquido 164.5 130.3 Cash Flow (in millions of euros) EBITDA Cash Flow from operating activities Cash Flow from investing activities Free Cash Flow Acções (em euros) Acções em Circulação (em número) Resultado Consolidado Líquido por Acção Preço por acção .2 44.3 110.11 € 1.687 0.1 44.0 -14.5 295.1 20.3 331.1 207.13 € 1.4 443.4% 5.2 15.6% 9.3 14.850. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans To tal Int.4 25.7 133.2% 27.5 135.19 € 0.7 50.0 13.0% 27.4 4.0 374.9 178. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços F ó rm ula s de c á lc ulo do s rá c io s Vo lume Negó cio s = Rédito s M argem bruta = Rédito s .10 € 1.9 113.8 63.7 187.7 584.08 € 1.368 1.2 270.7 322.290 1.1 104.3 Colaboradores (em números) Número médio de Trabalhadores Rácios (em %) EBITDA / Volume de Negócios Resultado Operacional / Volume de Negócios Resultado Operacional / Activo Total Rendibilidade dos Capitais Próprios Capital Próprio / Activo Fixo Dívida / EBITDA Dívida / Capitais Próprios Volume de Vendas (em milhões de litros) Volume de Vendas Produtos Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.2% 6.4 201.0% 4.7% 25.906.0 129.9 129.A cçõ es pró prias Resultado Co nso lidado Líquido po r A cção = Resultado s apó s impo sto s / A cçõ es em circulação Rendibilidade do s capitais pró prio s = (Resultado s apó s impo sto s / To tal do capital pró prio ) x 100 10 2010 Shares (in euros) Outstanding Shares (quantity) Earnings per Share (EPS) Year-end closing price Share price .1 198.030.43 € 1.2 12.3 196.3 80.3 136.11 € 97.8 564.687 0.7 215.A.3% 7.Cash used in Investment activities Outstanding Shares (quantity) = Issued shares .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.8 123.7 600.7 283.12 € 1.01 € 1.4 Results (in millions of euros) Gross Margin Operating Profit Consolidated Net Profit Balanço (em milhões de euros) Activo Total Capital Próprio Dívida Remunerada Líquida de Curto Prazo Dívida Remunerada de Médio Prazo Dívida Remunerada Líquida Total 625.1% 4.0% 13.3 134.7 46.5 4.1 120.3 83. S.high Share price .1 18.0% 403.2 49.6 301.5 21.9 156.2 78.3 -13.1 19.9 398.3 206.2 21. Bearing Liabilities Medium Term Int.3% 7.2 331.6 3.3% 5.9 139.030.3 382.6 88.fecho Preço por acção .4% 8.4% 14.4 301.7 289.5 195.4 14.1 61.minimo 96.Cash equivalents (A ssets) EB ITDA = Net Operating P ro fit + Depreciatio ns and A mo rtizatio ns Free Cash-flo w = Cash-flo w fro m Operating activities .0 20.Equivalentes a caixa (activo ) Cash-flo w o peracio nal (EB ITDA ) = Resultado s o peracio nais + A mo rtizaçõ es e depreciaçõ es Cash-flo w livre = Cash-flo w de actividades o peracio nais .low Staff (in numbers) Average number of employees Ratios (in %) EBITDA as % of Turnover Operating Profit as % of Turnover Operating Profit as % of Total Assets Return on Equity Group Equity / Fixed Assets Debt / EBITDA Debt / Equity Sales Volume (in millions of litres) Sales Volume Products Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.2 19.0 221. Bearing Liabilities Cash Flow (em milhões de euros) Cash Flow Operacional (EBITDA) Cash Flow de actividades operacionais Cash Flow de actividades de investimento Cash Flow Livre 41.1 86.Gasto das vendas Dívida remunerada líquida de curto prazo = Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .0 9.9 20.367 1.Cash equivalents (A ssets) M edium Term Int.8 15.9 206.0 324.2 4. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans + Sho rtterm B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .9 54.6% 6.8 224. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided Volume de Negócios Mercado Doméstico Mercados Internacionais 310.6 22.4% 6.9 111.7% 0.4 44.1 224.4% 3.0 27.1 176. | 2014 2014 2013 2012 2011 Vendas (em milhões de euros) Volume de Negócios Vendas Líquidas Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.1 3.14 € 0.7 281.7 123.3 0.9% 4.6 35.287 0.5 11.4 26.8 14.2 118.7% 8.8 298.0 -4.3 238.2 12.0% 7.2% 3.5 4.3 9. Bearing Liabilities Total Int.04 € 1.8 295.3% 48.0 5.Co st o f Sales Sho rt Term Int.máximo Preço por acção .8 401.3 240.0% 8.7 134.2 20.9 4.7 215. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços 310.8 50.6% 12.

027 0.9% 98.095 11.536 1. Acidentes de Trabalho/Nº.019 000's € 120.2% 6. EFLUENTS AND WASTE n. Visits to Plants Nr.23 6. of Emplyoees Horas de Ausência/Horas Teóricas | Hours of Absence/Total Hours TF = (Nº.022 0.) Homens (nº.9% 95.101 1.508 M lt 525 1.029 lt 5. Labour Accidents/Nr.13 Ofertas Globais de Produto Volume de Produto oferecido Free Product and Donations Volume of Product offered Ofertas de Produto com Valor Social Volume de Produto oferecido com Valor Social Free Product with Social Value Volume of Product with Social Volume offered Visitas a Fábricas Nº. Working Hours) x 1.075 % 98.14 Nota: À excepção dos dados referentes ao Total de Efectivos (LA1) e Efectivos por Género (LA2) que cobrem a totalidade do nosso grupo empresarial (incluindo CGBA e SUMOL+COMPAL Moçambique).542 1. EFLUENTES E RESÍDUOS / EMISSIONS. Dismissals/2)/Average nr.7% h 9. Total Headcount Headcount nr. Anual de Visitantes | Annual nr. Admissões + Nº.3% 35.35 5. médio de Colaboradores | (Nr.) (Nº.650 5. 10 EN1611 Emissão Total de Gases de Efeito de Estufa Emissões de CO 2 Total Greenhouse Gas Emissions CO 2 Emissions Resíduos Reciclagem de Resíduos em valor Waste Waste Recycling in value INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL / SOCIETY INDICATORS (SOciety) OFERTA DE PRODUTOS / FREE PRODUCT n.367 1.a.169 1.412 4.047 0.310 9 Water consumption EMISSÕES.888 8. médio) / Men (average nr. of Visitors 11 .7% 34. S.290 1.063 0.33 5.5 Working time lost Rate Acidentes de Trabalho 5 Taxa de Frequência Rate of Injuries Frequency Rate FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO / TRAINING AND EDUCATION LA10 Horas de Formação6 Horas de Formação Anuais Hours of Training Annual Hours of Training Custo de Formação 7 Custos com Formação Anual Training Cost Annual Training Costs INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL / ENVIRONMENTAL INDICATORS (ENvironmental) ENERGIA / ENERGY .a. Total de efectivos do Grupo (nº.98% 4.2 187. Médio) / Women (average nr. Cessações/2)/Nº.000 | FR = (Nr.619 6.A.3 273.000.5% 36.3% 97.026 0.01% 4. F 1. of Visitors nr.023 0.74 ton 0.97% 4. de Visitantes nº. M Headcount by Gender Headcount by Gender nº. RP.069 0.000.7 57. F LA23 Rotatividade Taxa de Rotatividade Turnover rate Turnover Rate % SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO / OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY Absentismo4 LA7 Taxa Geral de Absentismo Working time lost % 4.302 1.12 n.1% 11.014 738 4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.7% 7.010 9. Horas efectivamente Trabalhadas) x 1.090 1.9% 94. Social Responsability e Donations) Lt de Produto com Valor Social oferecido e doado | Lt of Product with Social Value offered and donated Nº.5% 27.049 0.7% M lt 672 1.63% % 41.368 1. todos os restantes dados deste quadro dizem exclusivamente respeito às operações da SUMOL+COMPAL em Portugal. VISITAS A FÁBRICAS / VISITS TO PLANTS n.390 797 794 836 845 864 505 496 531 523 526 6.a.282 5.93 6.581 4.2% 14.0 39. Efectivos por Género Número de Efectivos por Género nr. | 2014 INDICADORES . M 2 LA2 nr. Social Responsability e Donativos) | Lt of Product offered (Marketing.ÁGUA /WATER 8 Consumo de Energia EN3 Energia e Recursos Naturais Energy Consumption Energy and Natural Resources Consumption Litros de Água consumidos ton 0.44% 5.a.000 Total de Horas de Formação | Total Hours of Training Valor | Value Ton Equivalente de Petróleo (TEP)/Ton Bebida Produzida | Ton of Oil Equivalent (TOE)/Ton of Produced Beverages Consumo de Água/Lt Bebida Produzida | Water Consumption/Lt of Produced Beverages Ton de CO2 emitidas na actividade industrial/Ton Bebida Produzida | Ton of Industrial activity CO2 emissions/Ton of Produced Beverages Peso total de Resíduos reciclados / Peso total de Resíduos produzidos x 100 | Total weight of Recycled Waste / Total weight of Waste produced x 100 Lt de Produto oferecido (Marketing.GRI (GLOBAL REPORT INITIATIVE) G3 INDICADOR / INDICATOR INDICADOR DE DESEMPENHO Unidade PERFORMANCE INDICATOR Unit 2014 2013 2012 2011 2010 INDICADORES DE PRÁTICAS LABORAIS / LABOUR INDICATORS (LAbour) EMPREGO / EMPLOYMENT LA11 Total de Efectivos Número de Efectivos nº. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Nº.0% nº. Admissions + Nr.) and Mulheres (nº. RP. médio) | Heacount (average nr.

12 € 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.closing Share price .11 € 1.mínimo 3º Trimestre Preço por Acção .43 € 1.19 € 1.mínimo 2º Trimestre Preço por Acção .98 € 1.A.52 € 1.closing Share price .36 € 1.09 € 1.10 € 1.11 € 1.53 € 1.07 € 1.16 € 1.10 € 1.fecho Preço por Acção .13 € 1.01 € 1.13 € 0.13 € 1.48 € 1.05 € 1.11 € 1.low Quarter 4 Share price .20 € 1.25 € 1.mínimo 12 2014 2013 2012 2011 2010 1.high Share price .08 € 1.24 € 1.high Share price .13 € 1.13 € 1.low Quarter 2 Share price .38 € 1.15 € 1.11 € 1.closing Share price .14 € 1.05 € 1.closing Share price .26 € 1.48 € 1. All the stocks representing the company‟s share capital are tradable on the NYSE Euronext Lisbon.14 € 1. S.26 € 1.08 € 1.19 € 1.40 € 1.05 € 1.high Share price .24 € 1.máximo Preço por Acção .08 € Share prices Quarter 1 Share price .98 € 1.16 € 1.10 € 1.26 € 1.mínimo 4º Trimestre Preço por Acção .12 € 1. ISIN: PT SML0AM0009 | MNEMO: SUCO Cotação das acções 1º Trimestre Preço por Acção .12 € 1.19 € 1.32 € 1.37 € 1.fecho Preço por Acção .máximo Preço por Acção .low Quarter 3 Share price .fecho Preço por Acção .high Share price .12 € 1.máximo Preço por Acção . | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE O MERCADO DE CAPITAIS | INFORMATION ON THE CAPITAL MARKETS A totalidade das acções representativas do capital social da Sociedade encontra-se admitida à negociação na NYSE Euronext Lisboa.11 € 0.fecho Preço por Acção .38 € 1.19 € 1.33 € 1.00 € 1.98 € 1.máximo Preço por Acção .14 € 0.low .48 € 1.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. informa sobre Resultados Consolidados de 2013 não auditados 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. Lda.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. . S.A. S. S. . divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. S. informa sobre deliberação da Assembleia Geral relativa aos documentos de prestação de contas de 2013 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. S. divulga anexos às propostas 4 e 6 a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 30/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. S. .A. S. divulga Contas Individuais do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. S. divulga informação recebida da accionista Frildo .A.A.3º Trimestre de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre adenda ao contrato de investimento em Angola 13/11/2014 SUMOL+COMPAL. S. S.A.A. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. S. convoca accionistas para Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.A.A.A. divulga Relatório Único do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. divulga informação recebida da accionista Eufiger .A. 18/11/2014 SUMOL+COMPAL.A. divulga informação recebida dos accionistas Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital e Refrigor.A.A. S.A. S.Entreposto Frigorífico. S.A.A.1º Trimestre de 2014 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. S. 27/08/2014 SUMOL+COMPAL.A. S.A. divulga Relatório sobre o Governo da Sociedade de 2013 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. convoca accionistas para Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. informa alteração do Representante para as Relações com o Mercado 10/07/2014 SUMOL+COMPAL.A. | 2014 INFORMAÇÃO DIVULGADA EM 2014 11/03/2014 SUMOL+COMPAL S. S. S. S.A. S. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. S. informa sobre nomeação do Secretário da Sociedade 14/08/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. S.1º Semestre de 2014 23/09/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre celebração de contrato com a Copagef. 10/07/2014 SUMOL+COMPAL. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 13 . S.A.A.A.A.A. convoca accionistas para Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. S. informa sobre a composição dos Órgãos Sociais para o triénio 2014-2016 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. 30/06/2014 SUMOL+COMPAL.

A.pt). Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 30/12/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre aquisição de Acções Próprias 30/12/2014 SUMOL+COMPAL.A.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. rectifica informação sobre Pagamento de Reservas 11/12/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. S. S.A. informa sobre Pagamento de Reservas 10/12/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. informa sobre concretização do contrato com a Copagef.A. This information is not translated. S. | 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL. S.Entreposto Frigorífico.A.A. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. S. divulga informação recebida da accionista Eufiger . S. 14 . divulga informação recebida da accionista Frildo . Lda. S. 31/12/2014 SUMOL+COMPAL. S.

A.517 1.000 € 112. | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº.n.pt).313 81.126 1.590.15 € 112.000 100.590.610 294. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.º 7 do Artigo 14º Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.000 € 138.A.Grupo CGD .A. 4 do Código das Sociedades Comerciais Detalhe Total de Acções Refrigor.12 € 1.510.000 120.590.A.610 (indirectamente) 70. Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal.000 ----- --------------------1. S.12 € 1. Tecol .000 € This information is not translated. Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. S.15 € 1.15 € ----- ----- Total Acções 1. Frildo – Entreposto Frigorífico.12 € 1.53% 77.610 10.A.086.510. 20 do CVM PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº. S.12 € 1.367 1.860 70. de Acções % Direitos detidas de voto (directamente) 70.490 18. Data Aquisição Alienação €/Acção Valor Total 12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 --------100.50% Nota: Nos termos do Artº.919. 5/2008 DA CMVM Refrigor.A. S.Caixa Capital 70.Caixa Capital 10.15 € 1.Grupo CGD . 15 . 5/2008 da CMVM .000 € 138. Lda.675.672 23.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000 ----- --------------------100.000 120. Lda.923 TRANSACÇÕES DE DIRIGENTES Regulamento nº.000 --------- 1.313 10. Directamente Fundo de Capital de Risco .000 120. Nº. S.Terrenos e Construções.000 120.674.21% Fundo de Capital de Risco .450 PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE ACCIONISTAS Artigo 448º nº. S.100. Lda. Frildo – Entreposto Frigorífico.

.

.

15. 12. Nota Prévia O Ano em Perspectiva As Nossas Marcas Os Nossos Mercados As Nossas Operações e I&D As Nossas Pessoas A Nossa Comunicação As Nossas Áreas de Suporte Os Nossos Resultados Económicos e Financeiros A SUMOL+COMPAL e a Comunidade Modelo de Gestão Os Riscos do Nosso Negócio Aplicação dos Resultados Perspectivas Futuras Agradecimentos OS NOSSOS VALORES Senhores Accionistas. 9. 13. de acordo com o estabelecido na legislação em vigor. submeter à Vossa apreciação o relatório único de gestão. 11. 14. | 2014 1. 4. 18 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. 7. Refira-se que de acordo com o nº 6 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais. S. 3. 6. 5. este relatório constitui-se como relatório único. 8. as demonstrações financeiras consolidadas e os anexos correspondentes. com muita satisfação. Vimos. 10. 2.

em especial. 2. | 2014 1. As economias dos países africanos continuaram. O ANO EM PERSPECTIVA A evolução da economia portuguesa foi positiva em 2014. 2. abaixo dos 2%. no mercado português. rumo a um futuro mais sustentável da nossa Empresa e da Sociedade. social e ambiental.4 milhões de euros. No âmbito do planeamento estratégico foram revisitados os conceitos da visão e da missão da empresa bem como foi adoptado um conjunto de aspirações vencedoras.0 milhões de euros. Trabalhámos na evolução do posicionamento da marca SUMOL. Na Europa. 2. um verão pouco quente. social e ambiental das organizações. sociedade de direito angolano. Foi celebrado entre a SUMOL+COMPAL Angola. após três anos de decréscimos. como as consequências previsíveis das iniciativas que temos vindo e continuaremos a implementar. O contributo positivo do enquadramento macroeconómico para o crescimento dos mercados de bebidas foi contrariado por um inverno prolongado e. a apresentar crescimentos significativos. estimando-se que o PIB tenha crescido 0. Realizámos estudos de consumidor em diversas geografias. Assim.9%. A definição da visão reforçou a convicção de que “trabalhar a fruta. uma 19 . em relação ao qual assumimos o compromisso de o respeitar enquanto membros do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal)). O consumo privado terá sido a componente com maior aumento percentual. Foi considerado o referencial G3 do Global Reporting Initiative. NOTA PRÉVIA O presente relatório único contém uma exposição fiel e clara sobre a evolução dos negócios. do desempenho e da posição da SUMOL+COMPAL.0 % acima do ano anterior. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar”. estima-se que o valor e o volume dos mercados de bebidas refrescantes e de águas tenham sido próximos dos do ano anterior. A economia angolana terá crescido entre 4 a 5% e a moçambicana entre 7 a 8%. Foi neste contexto que. o valor das vendas nos mercados internacionais ascendeu a 88. na generalidade. e o Estado da República de Angola. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição.8 % acima do ano anterior. o valor das vendas e prestações de serviços da SUMOL+COMPAL alcançou os 221. S. representado pela Agência Nacional de Investimento Privado. A missão passou a expressar de forma inequívoca a forte ambição internacional das nossas bebidas de frutas e de vegetais. Implementámos a nova arquitectura e imagem da marca COMPAL. os crescimentos das economias ficaram. o compromisso com o desenvolvimento sustentável e com marcas únicas que seduzam os consumidores pelo sabor e pela ciência e arte com que são construídas. grau C (referencial internacional de relato do desempenho económico.2 % acima do ano anterior.6 milhões de euros. certamente muito influenciado pelo reforço da confiança das famílias e pelo aumento do emprego. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador” e que “ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas.A. hidratação. Nos mercados internacionais mais relevantes para a SUMOL+COMPAL os desempenhos macroeconómicos continuaram a ser bastante díspares. 3. Na selecção dos indicadores de referência para avaliação do desempenho procurou-se uma focalização naqueles que medem efectivamente os maiores impactos da nossa actividade em termos de sustentabilidade económica.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Continuámos a investir fortemente na gestão estratégica de marcas. O relatório retrata tanto os impactos das nossas acções passadas. Em 2014. Da conjugação da actividade em Portugal e nos mercados internacionais o volume de negócios atingiu os 310. regra geral. na Europa e em África.

3. Simultaneamente. Muito acentuada pela comunicação instantânea em redes sociais. e garantir a satisfação das suas necessidades e caminhos para a sua fidelidade. em África. para produção e embalamento de sumos. Tendências globais No Velho Mundo continua a assistir-se à inexorável velocidade na introdução de novas tecnologias. nos próximos anos. em que a descodificação das propostas das marcas a partir de imagens é recomendável. surgem também alguns movimentos de desafio “às máquinas” materializados no abandono das redes sociais e na maior protecção dos próprios dados. em que o menor grau de alfabetização requer desde logo um discurso essencialmente visual. bem como a perda de anonimato e privacidade decorrente do registo e partilha do seu dia-a-dia. Temos a expectativa que esta alteração na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas contribua. Nos países em desenvolvimento. a internet e as redes sociais funcionam como porta para um mundo de possibilidades sem fronteiras. Nos termos do acordado. a qual terá uma dimensão superior à anteriormente projectada. Estas realidades sublinham a importância de 20 . Esta tendência tem um paralelo curioso com o Novo Mundo. sobretudo ao nível da imersão experiencial. e de expectativas quanto à sua activação.2 milhões de euros. nomeadamente África. com todas as alterações sociais e económicas que tal comporta.A. Esta transacção foi realizada pelo preço global de 88. ocupam os seus tempos livres e se relacionam uns com os outros. tendo inclusivamente funcionado como aliado poderoso em movimentos de contestação política de defesa dos direitos humanos. com sede em Paris. metade da população está abaixo dos 15 anos. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. passa por compreender uma população jovem. Esta revolução tecnológica está a criar toda uma série de novos desafios em matéria de gestão de marcas. ligação emocional com os consumidores e sua consequente fidelização. Nesta alienação a mais-valia para a SUMOL+COMPAL foi de 15. e mantendo uma ligação forte à tradição de vivência em família e de forte espírito colectivo. mediante a qual o investimento total passou a ascender a 51 milhões de dólares. ele passa por compreender o envelhecimento das populações e incorporá-lo na gestão das marcas. vai agudizando-se o desafio de mudança de paradigma na comunicação das marcas. o investimento será feito numa fábrica. trabalham. representativas de 49. Se na Europa. vivendo com grande sentido de optimismo o progresso e crescimento que o país tem experimentado. por exemplo. a linguagem tem-se tornado progressivamente mais visual e menos verbal.2 milhões de euros. No final do exercício.9% do capital social da SUMOL+COMPAL Marcas. Ao polarizar a gestão estratégica do seu negócio entre Velho e Novo Mundo. a SUMOL+COMPAL enfrenta um desafio relevante de interpretação demográfica. para um desenvolvimento significativo das principais marcas desta empresa nalguns mercados africanos. S. sociedade anónima de direito francês. cujas soluções convencionais de mass media começam a revelar-se insuficientes para garantir informação adequada. A mobilidade marca a nova fase do digital. alienou-se à Copagef (Grupo Castel). a oportunidade. com a vida dos consumidores mais dependente da tecnologia. Exemplo desta situação é a penetração de smartphones em alguns países africanos e o peso dos acessos à internet através destes equipamentos. acções e respectivas prestações acessórias. assumidos principalmente por pequenos grupos de utilizadores. AS NOSSAS MARCAS 3.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 adenda ao Contrato de Investimento Privado. Em Angola.1. que têm vindo a impactar profundamente a forma como os consumidores vivem. sendo que mesmo nos países em vias de desenvolvimento esta tendência é muito relevante. No Velho Mundo. néctares e refrigerantes da SUMOL+COMPAL Marcas.

Se no Novo Mundo reconhece-se ao açúcar o benefício do aporte energético imediato. chá. mesmo que boa parte da percepção negativa se baseie em estudos de credibilidade duvidosa. mas apesar de tudo ela é largamente vencida pela procura de sabor. 3.2. expressas em compromissos de auto-regulação. correspondendo a uma aspiração crescente dos consumidores por uma nutrição positiva. observável por toda a Europa e em Portugal. S. não são consensuais quanto ao seu impacte na saúde. mas também na receptividade a gastar mais quando se trata de consumir algo único e excepcional. como bolachas em bolsas individuais. gordura e sal. A indústria alimentar tem vindo a reforçar o grau de pro-actividade na procura de soluções adequadas. azeite. a opinião pública do hemisfério Norte tem vindo a aumentar a sua sensibilidade a notícias condenatórias desta matéria-prima natural. aroma. Entre as várias tendências na alimentação. Novos sistemas de embalagem. que vemos também na restauração e inclusivamente ao pequeno-almoço. com visibilidade mediática relevante. bem como o advento de práticas fiscais aplicáveis a produtos com elevado teor de açúcar. características decisivas nos comportamentos de compra e de consumo contemporâneos. têm forçado uma redefinição da relação com os alimentos e ocasiões de consumo. Assiste-se a uma fusão emergente entre bebidas e snacks. Um consumidor mais racional. A evolução das nossas marcas O ano de 2014 na SUMOL+COMPAL ficou assinalado por quatro factores importantes: a aposta na gestão estratégica global das suas marcas com base em informação de consumidor. snacks de fruta desidratada. o consumidor valoriza hoje comportamentos alimentares equilibrados. manifesta-se na menor disponibilidade para testar propostas de preço mais elevado quando a diferenciação não é notória. Não obstante a contestação ao açúcar. por oposição a soluções fáceis e imediatas de redução calórica. formulações mais simples e rotulagem “limpa”. polpas de fruta e barras de cereais. com tomadas de posição próximas do fundamentalismo por parte de alguns elementos da comunidade científica. Significa também menos ingredientes.A. quer no retalho. Esta tendência aproxima competitivamente diversas categorias anteriormente distantes. 21 . quer na restauração. sendo o prazer valorizado como factor determinante de bem-estar e felicidade. Existe uma maior rejeição dos alimentos muito processados. e com flexibilidade suficiente para que as execuções locais assegurem a proximidade e afinidade das marcas com os consumidores. cor e textura. como forma de combater doenças e aumentar a esperança média de vida. O tema ganha complexidade acrescida com a contestação dos edulcorantes artificiais que. considerada como uma das principais responsáveis pela obesidade e por doenças crónicas não transmissíveis. A procura de naturalidade e benefícios dos alimentos naturais é apontada como a tendência mais importante em alimentação. é notório o progressivo ataque ao açúcar no chamado Velho Mundo. em contexto recessivo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. No quadro destes novos comportamentos existe espaço para propostas de indulgência. Os novos conceitos de snacking saudável. assente em informação concreta de consumidor. são decisivos na exploração desta oportunidade. Se o sabor continua a ser determinante no sucesso das propostas de bebidas. bem como melhorar a qualidade de vida nos anos suplementares. A oferta alimentar aumentou substancialmente. não obstante resolverem o tema do conteúdo calórico. O debate público tem endurecido de tom. Como resposta às estatísticas e previsões preocupantes sobre obesidade e outras doenças. é igualmente verdade que as que melhor o potenciem abrem um espaço de oportunidade para preços mais altos e melhor rentabilidade. A atenção dada à alimentação saudável universalizou-se. as autoridades governamentais vão intensificando as campanhas de sensibilização ao consumo de alimentos ricos em açúcar. Naturalidade significa benefícios de saúde naturalmente presentes (exº: fruta. leite). convenientes. | 2014 um pensamento estratégico global e transversal. comparáveis às do tabaco ou das bebidas alcoólicas.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

a implementação do lançamento da nova arquitectura e imagem da marca COMPAL, a reflexão
profunda com consequente tomada de decisão relativamente à evolução do posicionamento da
marca SUMOL, e o reforço do âmbito de internacionalização das nossas marcas principais,
quer ao nível da reflexão estratégica, quer da sua implementação.
Neste segundo ano do modelo organizacional implementado em 2013 (marketing estratégico
global e unidades de mercado de operacionalização local) foi reforçado com significado o
investimento no conhecimento do consumidor em diversas geografias, com o objectivo de
potenciar o desenho de plataformas de posicionamento de marca verdadeiramente
internacionais e perenes, numa lógica consumidorcêntrica.
São também merecedoras de referência: a consolidação do portefólio internacional das
marcas, nomeadamente em COMPAL, não só numa lógica de rotulagem (idiomas e legislação)
mas também com base em narrativas ajustadas aos mercados a explorar, em termos de
relevância para os consumidores e de diferenciação; e o arranque de projectos de inovação
especificamente dedicados a mercados fora de Portugal, nomeadamente Angola, e baseados
em insights e suas oportunidades específicas.
COMPAL
Em 2014 implementou-se o reposicionamento estratégico desta marca. A aproximação à fruta
da árvore e a naturalidade como principais factores de superioridade competitiva foram centrais
a toda a reflexão. A grande ideia de marca assenta nos pilares “sabor único”, “naturalidade” e
“narrativa” como principais factores de relevância e diferenciação, potenciados pela “Frutologia”
como essência e razão de ser de toda a proposta de marca.

A renovação de todas as embalagens do seu portefólio em todos os mercados onde opera,
decorrente do lançamento da sua nova imagem, representou um esforço de marketing que
convocou recursos organizacionais e financeiros muito significativos.
As primeiras embalagens chegaram ao mercado em Abril, fruto de um processo exigente e
complexo de transformação visual: a “árvore COMPAL” como novo logotipo; a maior federação
visual das gamas, em linha com a simplificação da arquitectura de marca; a introdução de
elementos simbólicos proprietários, como o “polpómetro”; e o reforço das narrativas de sabor,
com recurso a conteúdo sobre as origens e história da fruta.
O processo de reposicionamento foi acompanhado de inovação de sabores, como os
lançamentos de Néctar Manga Magdalena, Néctar de Ananás da Costa Rica e Néctar de
Morango de Portugal, todos feitos de fruta espremida e sem recurso a concentrados, bem
como a transformação das formulações de COMPAL VITAL e COMPAL LIGHT (stevia em
substituição de um edulcorante de síntese).
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Foi paralelamente criada uma gama internacional de raiz, também com criação de alguns
sabores novos (néctares de laranja mediterrânica, manga da Colômbia e multifrutos), e em que
a narrativa da frutologia e da não utilização de concentrados constituem factores estruturantes
do posicionamento e argumentação da marca.

Adicionalmente, também para Angola foram desenvolvidas algumas referências específicas,
por forma a reforçar a afinidade da marca com os consumidores desta geografia através de um
discurso com maior relevância local.
Uma palavra ainda para o Centro de Frutologia COMPAL (CFC), cuja Academia acolheu na
sua segunda edição mais doze formandos. Três deles, por terem apresentado os melhores
projectos de exploração frutícola, foram premiados monetariamente com uma ajuda
significativa à sua execução. O CFC é um projecto verdadeiramente único em Portugal porque
reúne entidades do sector agrícola, públicas e privadas, académicas, empresariais e
associativas, em torno do propósito comum de valorizar e promover a fruta portuguesa. Esta
aposta materializa-se no fomento de um espírito empreendedor e de ambição de uma nova
geração de fruticultores.
Em COMPAL ESSENCIAL,
para além da implementação da
nova identidade, foi dado foco à
consolidação
da
proposta
COMPAL ESSENCIAL KIDS,
com
investimentos
em
comunicação e em loja. O
conceito
revela
grande
potencial de crescimento, que a
marca continuou a alimentar,
nomeadamente
com
o
lançamento de uma edição
coleccionável de figuras ligadas
a contos infantis na recta final
de 2014, que ditou a tematização das suas embalagens.
De salientar ainda o lançamento de uma nova variedade na gama de vegetais COMPAL,
ervilha com cenoura, destinado ao mercado de Cabo Verde.
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

SUMOL
O ano foi marcado pela celebração dos 60 anos da marca e por uma profunda reflexão
estratégica. Após investigação intensiva de consumidor, de âmbito internacional, foi possível
desenhar uma nova estratégia para o futuro, a implementar em 2015. O relançamento da
marca tem como objectivo torná-la mais internacional, um desafio deveras aliciante e complexo
para uma das mais icónicas marcas com origem em Portugal. Algumas das conclusões desta
reflexão revelaram-se executáveis ainda em 2014, antecipando parcialmente o que será o novo
registo de relação da marca com os consumidores: mais emocional, mais vibrante e excitante,
mais jovem e activo, mais grupal, centrado em aproveitar de forma optimista tudo o que a vida
nos vai oferecendo.

Na preparação do seu reposicionamento internacional foi feito um trabalho profundo de
desenvolvimento em busca de inovação de sabor. O primeiro exemplo será um novo sabor
para lançamento em Angola em 2015.
Depois de COMPAL em 2014, cabe agora a SUMOL preparar-se para um virar de página em
2015. Os inúmeros projectos em desenvolvimento permitem antecipar um futuro ainda mais
promissor.
UM BONGO
Reconhecendo-se-lhe potencial para continuar a crescer no futuro, particularmente fora de
Portugal, trata-se de uma marca com um elevado nível de relevância e diferenciação na
abordagem ao segmento infantil. Constitui uma oportunidade em diversas geografias,
começando por Angola, e continuando na China, onde deu indicações muito positivas em 2014.
Os seus investimentos estiveram especialmente focados no lançamento do novo sabor TumTum Manga, envolvido desde o desenvolvimento num conceito 360 graus. Um novo
personagem, o Tamburu, e a associação deste novo sabor ao universo musical da marca, uma
das suas plataformas de activação mais fortes, explicam a sua excelente prestação.
B!
Esta marca foi também alvo de reposicionamento
em 2014, com o objectivo de a dotar de maior
potencial de crescimento, a partir de um
posicionamento mais consistente e perene. Para
esse efeito, era importante fortalecer a
aproximação de B! aos referenciais de
refrigerantes, por forma a poder aceder a mais
volumes, sem perder de vista a necessária
personalidade e diferenciação da marca.

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Por exercício de focalização. Prosseguiu-se o desenvolvimento do projecto de relação de proximidade com o consumidor final. | 2014 O novo posicionamento encaminhou a marca para a criação e apropriação de um novo segmento de limonadas embaladas. Pretende-se capacitar todos os colaboradores para uma análise crítica da sua actividade. Entendendo que existem oportunidades de inovação em toda a actividade da empresa. 25 . B!monada de Frutos Vermelhos e B!monada de Ananás. condição essencial de defesa e de reforço da sua capacidade competitiva. Solidificou-se a utilização de indicadores de gestão assentes no desempenho da capacidade de inovação. atingindo 256 milhões de litros. continuou-se a promover de forma alargada a cultura de inovação. FRIZE O ano de 2014 foi um ano de manutenção para FRIZE. ao abrigo de uma nova estratégia e de novas ferramentas de internacionalização. em Portugal. nomeadamente B!monada de Morango. que foi alvo exclusivo de todos os esforços de comunicação da marca em 2014. Para além da limonada original que constava já do portefólio B! foram desenvolvidos novos sabores. O portefólio da SUMOL+COMPAL manteve a liderança no conjunto dos mercados de bebidas refrescantes e de águas. S. a plataforma digital Mercado do Bairro. permitirão à SUMOL+COMPAL estender a sua gama de produtos e explorar novas oportunidades e territórios de oferta junto do consumidor final. uma arma importante de portefólio no mercado de bebidas. sobretudo na sua vertente economicamente mais interessante: o consumo fora de casa. via fortalecimento do seu valor e relevância. Com este projecto pretende-se criar laços de relação e diálogo directo com consumidores das nossas marcas. com uma quota de mercado igual à do ano anterior. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Mantendo uma performance de crescimento estável aliada a uma alocação mínima de recursos. e participação no desenho e implementação de soluções mais eficazes e mais eficientes.3 A INOVAÇÃO DISRUPTIVA NA SUMOL+COMPAL A Inovação mantem-se como um dos focos de aposta estratégica da empresa e 2014 confirmou-a. segundo a AC Nielsen.0 milhões de euros. Toda a identidade visual e gráfica de embalagens foi revisitada. 3. Simultaneamente estão em desenvolvimento outros projectos de inovação que.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 4. as B!monadas. Considera-se que a marca tem potencial de crescimento no futuro. com o objectivo de criar uma gama focada no novo conceito de B!monadas. que continuou a ensaiar um modelo de operação novo para a organização e serviu com sucesso uma população limitada. avaliando-a a nível interno e com resultados obtidos no mercado. alcançando os 212. a sua gestão tem sido.A. tendo as vendas líquidas registado um incremento de 4. com sucesso.6%. a marca teve investimentos reduzidos mas centrados na sua defesa táctica e cujo resultado final se traduziu na estabilidade de volumes. OS NOSSOS MERCADOS 4.1 Portugal O volume comercializado pela SUMOL+COMPAL em Portugal cresceu 4%.

1 milhões de litros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. atingiram os 69. LIPTON. As vendas de marcas representadas. A Empresa realizou vendas em cerca de setenta países. A nossa principal marca neste mercado. conduziram a um decréscimo das vendas. constituiu-se a SUMOL+COMPAL Angola que com uma equipa local fortemente reforçada desenvolverá o negócio neste país. A evolução das vendas nos restantes países no continente africano foi negativa. tem um potencial de crescimento muito elevado e existe oportunidade para o lançamento ou desenvolvimento de outras marcas. Os desempenhos positivos nos mercados lusófonos – Cabo Verde. A SUMOL+COMPAL Moçambique cumpriu em 2014 o seu segundo ano de desenvolvimento. África O principal destino das vendas realizadas no exterior pela SUMOL+COMPAL é o continente africano. mas o nível de actividade está ainda bastante aquém da capacidade instalada. No exercício.2. Suazilândia e Madagáscar. iniciaram-se no ano em apreço as primeiras exportações de produtos fabricados na unidade de Boane para a África do Sul. em valor. ANTARCTICA. Guiné Bissau e São Tomé não foram suficientes para contrariar as dificuldades nos restantes mercados. No canal alimentar a sociedade alterou a arquitectura de preços e de promoções em algumas das suas marcas por forma a aumentar a penetração nos lares portugueses. entre as quais se destacam SEVEN UP. ascendendo a 88. com uma presença em cerca de 30 países. tendo incrementado a eficácia dos seus investimentos de trade marketing visando a defesa do consumo das marcas. Em Angola. a evolução das vendas em volume foi desfavorável (-7. DAMM e TAGUS. 4. principalmente no Magreb e África Central.2%. COMPAL. volume que não inclui actividades de prestação de serviços e que foi inferior ao alcançado no ano anterior. PEPSI. Por outro lado. como seguidamente se comenta. bem como a frequência de compra. Continuámos a aprofundar os processos de segmentação de clientes. Em paralelo.2%). S. uma intensidade concorrencial mais forte e a redução de stocks de SUMOL nos principais importadores tendo em vista a migração para o abastecimento local. Neste continente. Na região constituída pelos países da Southern African Development Community (SADC) existe um mercado importante de bebidas e um dos objectivos da SUMOL+COMPAL Moçambique é explorar as oportunidades de exportação para esses mercados. Iniciámos projectos de parceria nos mercados mais relevantes da 26 .4 milhões de euros. | 2014 Continuamos a observar o encerramento de estabelecimentos no sector da restauração. em volume. Mercados Internacionais As vendas nos mercados internacionais cresceram 2. como consequência da retracção de consumo neste canal. a SUMOL+COMPAL conquistou novos clientes relevantes e alargou o portefólio no canal horeca.A. Demos continuidade ao processo de sincronização de informação e de políticas comerciais na rede de Distribuidores. o agravamento das pautas aduaneiras. no exercício em análise. As vendas em volume cresceram com significado.

A nível internacional. voltaram a conseguir-se melhorias de eficiência que se traduziram em reduções de custos. a rede de distribuição foi estruturada de forma a permitir agregar à distribuição de bebidas produtos de outras categorias alimentares (produtos multicategorias). Complementarmente. Em sentido inverso foi a influência do concentrado de maracujá. Embora se tenha concluído em 2013 um ciclo plurianual de projectos de optimização operacional. os transformados de alperce adquiridos no mercado internacional serão substituídos nos próximos anos por fruta transformada na SUMOL+COMPAL. A produção. Os ensaios à escala industrial. entre os quais se destacam os néctares de Manga Magdalena. A percentagem de fruta de origem portuguesa processada foi superior a 60%. Das formulações produzidas pela área de Desenvolvimento de Produto em 2014 resultaram vários lançamentos no mercado. No âmbito destes projectos a SUMOL+COMPAL tem contado com as colaborações empenhadas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Se a reintrodução desta cultura em Portugal tiver sucesso. com vista à demonstração do potencial dos processos. As principais contribuições para esta descida vieram dos concentrados de uva e de maçã.1. de Ananás da Costa Rica e de Morango de Portugal na marca Compal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 5. Em Portugal. De registar o processamento de alperce após mais de 10 anos em que este fruto não esteve disponível. serão realizados em 2015. continuámos a privilegiar a incorporação de sumos e concentrados de fruta portuguesa adquiridos a empresas agro-alimentares instaladas em Portugal. em linha com as necessidades do negócio.000 toneladas. Luxemburgo e Reino Unido. dos pomares contratados em exclusividade e o ano agrícola favorável em pêssego e pera. Investigação e Desenvolvimento A área de Investigação Aplicada prosseguiu a execução de dois projectos plurianuais. | 2014 África Ocidental. Europa As vendas no mercado europeu cresceram face a 2013. tanto a nível industrial como logístico.A. A fruta nas nossas bebidas Foram processadas 25. 5.2. S. 5.200 toneladas de fruta e de vegetais. AS NOSSAS OPERAÇÕES E I&D Na área de Operações da SUMOL+COMPAL destacaram-se dois projectos de apoio ao desenvolvimento do negócio. em 2014. teve início durante a segunda metade do ano o projecto de instalação da fábrica de Angola. após um período de picos máximos. Destaque para os bons resultados na China Continental onde continuamos a registar aumentos de vendas relevantes. O preço das principais matérias-primas de fruta registou em 2014 uma redução em termos globais relativamente ao ano anterior. continuamos a sentir uma dinâmica fraca nas principais economias europeias. contribuíram para que aquela percentagem fosse mais elevada do que a registada em anos anteriores. as novas 27 . que manteve a situação de escassez e preço elevado durante grande parte do ano e só no último trimestre deu sinais de estabilização da cadeia de abastecimento. Outros Mercados Nos restantes mercados. superior a 2. Apesar deste bom resultado. dos quais esperamos obter resultados positivos no primeiro semestre de 2015. que voltaram a valores próximos dos níveis médios históricos. Contribuíram para esta evolução positiva o desempenho favorável em França. as vendas da SUMOL+COMPAL mantiveram a tendência de crescimento. do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica e de algumas empresas da área da biotecnologia. Foram ultrapassados exigentes desafios científicos e tecnológicos e conseguidos resultados prometedores já à escala piloto.

Com a implementação realizada. através da centralização e racionalização da frota subcontratada de distribuição capilar. No segundo semestre foi realizado o projecto de engenharia e foram adjudicadas empreitadas de infra-estruturas. nos planos de formação e no nível de cumprimento dos requisitos de Segurança Alimentar. SUMOL e UM BONGO. reforçando a sustentabilidade das empresas prestadoras destes serviços. de forma a cumprir o objectivo de arranque a meio do ano de 2015. a cada momento. no referencial BRC na unidade de Almeirim que manteve um excelente resultado. permitiu com o aumento de escala dos operadores.A. Garantia da Qualidade e Segurança Alimentar Os indicadores internos e externos de Garantia da Qualidade continuaram a registar resultados bastante positivos. no referencial AIB International na unidade de Pombal que atingiu o melhor resultado de sempre. A modernização das unidades industriais prosseguiu através da aquisição de duas novas enchedoras para embalagens de cartão complexo para a fábrica de Almeirim e de um novo monobloco de enchimento e fecho de latas para a fábrica de Pombal. A unidade de Pombal registou um ligeiro decréscimo. ganhar sinergias e flexibilização de meios e melhorar a capacidade de resposta a picos e sazonalidade de vendas. 5. S. 6. associado essencialmente à redução na prestação de serviços. no âmbito da estrutura industrial. A utilização de edulcorantes alternativos ao açúcar foi amplamente avaliada e conduziu à substituição dos edulcorantes de síntese por extracto de stevia. 5. nomeadamente. Foi criado. pessoas e processos.4. | 2014 limonadas na marca B! e sabores específicos para mercados de África e da Europa nas marcas COMPAL. com um crescimento muito substancial. Os objectivos de Segurança Alimentar estabelecidos para 2014 foram atingidos e nalguns casos superados. Foi iniciada em 2014 a prestação de serviços de distribuição de produtos multicategorias no âmbito da rede de distribuição capilar. de utilidades e dos primeiros equipamentos produtivos.5. 5. a rede de distribuição da SUMOL+COMPAL passou a dispor das competências necessárias para agregar às bebidas produtos de características distintas. estabelecidos para 2014 de acordo com nova metodologia de avaliação quantitativa. e todas as outras unidades tiveram aumentos de actividade. a par de diversos investimentos de menor dimensão em todas as fábricas. Rede de Distribuição A reestruturação da rede de distribuição horeca. a formação de pessoas e o desenho de novos processos apoiados em desenvolvimentos de sistemas de informação. 28 . AS NOSSAS PESSOAS 6.3. se depara.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Operações Fabris O volume total produzido nas cinco unidades de produção da SUMOL+COMPAL atingiu 408 milhões de litros. um grupo de trabalho dedicado ao projecto de instalação e arranque da fábrica de Angola nas vertentes de equipamentos. com realce para a unidade de Boane. A gestão das pessoas Para a SUMOL+COMPAL a estratégia da gestão das Nossas Pessoas é indissociável da estratégia do negócio pois uma empresa tem que ter talento para se conseguir adaptar aos desafios e aproveitar as oportunidades com que. em toda a gama de calorias reduzidas da marca COMPAL. correspondentes a um crescimento de 1% da actividade industrial. O projecto implicou a instalação de equipamento específico nos centros de distribuição. tendo sido implementados novos métodos preventivos e de controlo.1.

650 horas. Código de Conduta e políticas transversais e também para fazer o reconhecimento público de todos os colaboradores com mais de 15 anos de antiguidade. | 2014 De facto. por isso. No que diz respeito ao talento. 25 em Angola e 1 em França. quer horizontal. particularmente. dispor de informação estruturada que possibilite uma análise mais detalhada no que diz respeito. não colocamos de 29 . Quanto à Cultura. Valores. Missão. desenvolvimento e retenção daqueles colaboradores que mais se distingam pelo seu potencial e nível de desempenho. realizámos no último trimestre de 2014 um inquérito de Clima Organizacional que obteve uma taxa de resposta muito elevada (86%.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Nos primeiros meses de 2015 terminar-se-á este conjunto de reuniões que tiveram uma excelente aceitação geral. A internacionalização do nosso negócio é uma das prioridades estratégicas da SUMOL+COMPAL e. Por último.6% em Suportes.979 formandos). Comunicação & Sustentabilidade procedeu a uma reorganização em que sobressaiu a instituição da figura de Business Partner. por esta via.2% em Operações e 10. S.2% em Negócio. A repartição da população da empresa por género é de 61. Competências.A. No ano em análise foram desenhadas e implementadas diversas ferramentas que permitem identificar e monitorizar matérias consideradas relevantes e prioritárias para a gestão das Nossas Pessoas. as pessoas são o elemento efectivamente diferenciador entre as empresas nos dias de hoje e a SUMOL+COMPAL tem uma atenção especial para a atracção. dos quais 1. contra 76% em 2010) e com resultados globalmente bastante positivos. no futuro próximo. passando a aplicar-se em 2015 um único contrato colectivo (CCT APIAM / PROBEB) a toda a população em Portugal. num total de cerca de 9. O trabalho realizado nesta área assentou em três pilares estratégicos: Talento. envolvendo 973 Colaboradores (1. foi desenhado e implementado nos últimos meses do ano o processo de harmonização da contratação colectiva. iniciámos um percurso de aprendizagem nesta matéria que tem vindo também a ser enriquecido com a gestão de deslocações prolongadas e temporárias de alguns colaboradores. para garantir uma maior proximidade com a estrutura organizacional e com as Pessoas e. Naturalmente. Internacionalização e Cultura. Com o arranque da actividade da fábrica de Boane. foram realizadas 98 acções de formação. Procuramos contribuir permanentemente para o desenvolvimento das Nossas Pessoas.2% de homens e de 38. a área de recursos humanos tem vindo a procurar ganhar competências na gestão dos processos de expatriamento e nas relações e acompanhamento de expatriados. e por se tratar de um movimento de extrema importância para a organização. o que permite um alargamento de experiências e uma mobilidade funcional que consideramos enriquecedora a título individual e colectivo. 66.198 em Portugal. desenvolvimento e retenção de talento na organização. com responsabilidades de especialista e de generalista. à identificação. em Moçambique. A divisão por pilar organizacional é de 23. Com o mesmo objectivo privilegiamos o recrutamento interno como forma de conciliar o enriquecimento das competências dos colaboradores quer numa progressão vertical. Nesse sentido. em 2014.302 Colaboradores. 78 em Moçambique. Em 2014 a Direcção de Pessoas. garantir simultaneamente um maior conhecimento da realidade e das necessidades específicas das várias áreas operacionais. a SUMOL+COMPAL desenvolveu e afinou algumas ferramentas que permitirão. No final do ano de 2014 a SUMOL+COMPAL contava com 1.8% de mulheres. Nos dois últimos meses de 2014 iniciámos o projecto denominado “SOMOS+” que consistiu na organização de reuniões com toda a população da empresa em Portugal para a divulgação da Visão.

tão importante para o renovar de ideias e de conhecimentos que contribuem para o crescimento global de todos aqueles que trabalham na SUMOL+COMPAL. em 2014 a SUMOL+COMPAL realizou um Encontro de Gestores. o que permite fazer chegar a toda a população as mesmas mensagens e o fomento da criação de uma equipa una e com valores. bem como um conjunto de reuniões de acompanhamento de negócio com a presença dos directores e outros gestores da empresa. nomeadamente quando falamos do desempenho da SUMOL+COMPAL e da estratégia de internacionalização. de vários escalões etários. as Nossas Pessoas foram sendo permanentemente informadas da evolução dos negócios da Empresa através dos vários instrumentos de comunicação utilizados de forma sistemática: website SUMOL+COMPAL. é importante referir ainda as visitas às nossas fábricas – particularmente as de Pombal e de Almeirim – que proporcionamos a muitos estudantes. 6. A vertente interna da comunicação assenta num amplo e variado conjunto de ferramentas. temos que ter profissionais com fortes competências. uma empresa de referência em termos internacionais. Em 2014 verificou-se um ligeiro aumento do número de referências à SUMOL+COMPAL nos media. intranet.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. cada vez mais. em condições de trabalho que permitam um verdadeiro sentimento de orgulho por parte dos colaboradores é o grande objectivo da SUMOL+COMPAL em matéria de recursos humanos.2. tal como muitas outras empresas. Queremos ser. a vida das empresas e dos seus colaboradores implica hoje uma mudança de atitude e uma adaptação a novas realidades em que os aumentos anuais das componentes fixas dos salários serão decerto limitados ou mesmo inexistentes. e que garantem não só um incremento no nível de formação e experiência dos jovens. Em termos de abertura à sociedade. Tal como em anos anteriores. mailing interno “Nossas Notícias” e a revista interna trimestral “Frescas”. S. Em termos externos.A. 30 . Remunerações e benefícios Numa conjuntura exigente que se tem vivido em Portugal nos últimos anos. centradas no percurso da Empresa. Para isso. Atrair. COMUNICAÇÃO Na SUMOL+COMPAL a comunicação reveste-se de grande importância. quer na sua vertente externa. reter e desenvolver o talento profissional. muito empenhados e com elevada capacidade de adaptação à mudança. muito embora também existam acções de carácter institucional. procura proporcionar aos seus colaboradores um pacote alargado de benefícios que os apoiem efectivamente e como tal sejam percepcionados. De facto. tem vindo a privilegiar a instituição de remunerações variáveis em função do atingimento de objectivos ou de ganhos comprovados de eficiência e produtividade. os benefícios têm vindo a ganhar uma maior importância numa envolvente laboral em que as práticas usuais em matérias pecuniárias se alteraram de forma substancial. A SUMOL+COMPAL. | 2014 parte o recrutamento externo. 7. Ao longo de 2014. quer na interna. mas também lhes proporcionam um primeiro contacto directo com a realidade empresarial. painéis informativos. comportamentos e práticas transversais. a SUMOL+COMPAL tem como política concentrar os seus investimentos na comunicação das marcas. A SUMOL+COMPAL reconhece e assume a sua responsabilidade social e. de acordo com as disponibilidades financeiras e as conveniências a cada momento.

serviço e preço. o aprofundamento das soluções de vendas e distribuição baseadas em tecnologias web. em Portugal. reforçou-se a actividade de negociação dos novos equipamentos e deu-se início à adaptação da produção. o que permitiu ganhos muito fortes na execução dos relatórios de informação de gestão. Foi dado um especial enfoque na implementação do projecto da fábrica de Angola. 31 . alvo de apertado controlo. storage e equipamento de backup e replicação. A Gestão de Crédito manteve. AS NOSSAS ÁREAS DE SUPORTE No respeitante aos Sistemas de Informação. questões de natureza estratégica. Por último. Para acrescentar valor à cadeia privilegiamos as relações de parceria de médio-e longo prazo e. tratar e analisar uma diversidade de dados. adequada à conjuntura de mercado actual. cuja operacionalização será o principal projecto a desenvolver em 2015.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. em prazos curtos para produzir outputs relevantes para apoio às decisões. e do portal de vendas e a extensão da solução de gestão de rotas para a área de vendas. nomeadamente através da melhoria das soluções de mobilidade. líder mundial neste tipo de aplicações. o dinamismo e dimensão da operação directa em Angola. do ponto de vista legal. o qual tem apresentado resultados muito positivos. o exercício de 2014 ficou marcado por dois projectos estruturantes e com um impacto muito significativo no desempenho da SUMOL+COMPAL. sempre que possível privilegiando os fornecedores geograficamente mais próximos. importa destacar os desenvolvimentos com vista a permitir o alargamento da distribuição a novas categorias de produtos. mantendo a sua missão principal de optimizar o custo total dos materiais e serviços com base nos três pilares fundamentais: qualidade. Este foi um exercício bastante exigente nesta segunda vertente como consequência dos complexos e relevantes projectos implementados ou em curso. A expansão da actividade internacional da SUMOL+COMPAL. durante o ano de 2014. de forma consistente. com especial incidência sobre as variáveis associadas à gestão do fundo de maneio foi. obrigou a algumas adaptações em termos de foco operacional e de análise de risco de crédito. importa também salientar o estudo das soluções tecnológicas para suporte às operações em Angola. com uma dimensão pouco comum na história da Empresa. O suporte às operações internacionais é um enorme desafio para a área de Compras. A área Financeira manteve o seu foco no incremento da eficiência operacional e na gestão do nível e custo do endividamento. pelo produtor do software. e no que se refere a projectos ao nível das infraestruturas tecnológicas. O segundo projecto foi a implementação de uma nova solução de business warehouse. | 2014 8. mais racionais e sustentáveis. Foi necessário recolher. ou seja. dos muitos projectos que foram levados a cabo. O primeiro projecto concretizou-se na substituição de toda a plataforma de servidores. A actividade da área de Compras e Ingredientes de Marca focou-se na procura de alternativas inovadoras. a substituição da base de dados que suporta a principal ferramenta de suporte à decisão. S. No que se refere ao desenvolvimento aplicacional. Continuou-se a desenvolver e aperfeiçoar o modelo de gestão de embalagens retornáveis iniciado em 2013. à semelhança dos exercícios anteriores. O acompanhamento do equilíbrio financeiro e a gestão de tesouraria. A equipa de Contabilidade e Fiscalidade esteve directamente envolvida em projectos de teor estratégico para a SUMOL+COMPAL. solução essa que suporta os sistemas empresariais em utilização na empresa. um acompanhamento muito próximo e criterioso dos factores de risco associados a esta actividade. A área Jurídica continuou a prestar apoio à actividade corrente e a contribuir para avaliar e suportar. Os valores bastante contidos de incobráveis registados no exercício confirmam que a política de gestão de crédito tem-se revelado. A implementação desta nova tecnologia foi reconhecida com o prémio de inovação no evento mais importante promovido.

O valor das prestações de serviços foi de 9. permitindo iniciar uma nova fase de revisão dos seus conteúdos. Procedeu-se também à centralização de compra de mais alguns materiais secundários. destaque para mais projectos de racionalização de materiais de embalagem e energia.9%.5%.7%. A evolução destes gastos está associada ao incremento da actividade. O nível da margem bruta percentual foi de 52. de operações e de suporte.6 milhões de euros. Destaque para a conclusão da nova plataforma do sistema de gestão.9%. A rubrica de fornecimentos e serviços externos cresceu 7.8%. a SUMOL+COMPAL operou com uma margem bruta de 51. de uma maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais de Angola e Moçambique. uma progressão de 4.0 milhões de euros. ao mesmo tempo que acompanhou vários estudos de desenvolvimento estratégico. alcançando 94. decrescendo 22. uma evolução positiva de 11. Esta evolução foi influenciada pela reestruturação ocorrida no ano anterior e pela ausência dos gastos não recorrentes. aos vários referenciais em que a SUMOL+COMPAL está certificada e a normativos específicos de clientes. A explicação para esta melhoria de margem bruta advém principalmente da referida maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais e da redução do preço de compra de algumas matérias-primas relevantes. almejando uma melhoria continua e a manutenção das certificações da SUMOL+COMPAL Marcas: ISO 9001. Em 2014 o Planeamento e Sistema de Gestão actuou na consolidação do modelo de planeamento e controlo de gestão vocacionado para a internacionalização. Rendibilidade Económica e Financeira O volume de negócios ascendeu a 310. bem como auditorias de conformidade com normas.5 milhões de euros. | 2014 das embalagens e do transporte das Unidades de Marca de SUMOL para abastecimento das fábricas em Africa.3 milhões de euros. 9. OS NOSSOS RESULTADOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS 9. 32 . Em consequência das evoluções atrás descritas os resultados operacionais (EBIT) atingiram 27. ISO 14001. sobretudo.0 milhões de euros.8% em relação ao ano anterior. Os gastos com o pessoal cifraram-se em 34. representando um acréscimo de 2. Nas operações em Portugal.6 milhões de euros.8% para 300. Efectuaram-se auditorias a processos de negócio.2 milhões de euros. e reforçaram-se as provisões em 0.1%. As vendas cresceram 3. nomeadamente.3%. fruto. BRC Food Safety (British Retail Consortium) e AIB International. quando em 2013. O preço médio de venda registou uma evolução positiva de 3. A margem bruta cifrou-se em 164. S.1 milhões de euros. incluindo a sua aplicabilidade nos diferentes fóruns internos dedicados à apreciação e discussão do desempenho. O Gabinete de Auditoria Interna executou o programa aprovado pelo Comité de Auditoria. tendo em conta uma avaliação criteriosa dos riscos inerentes.3 milhões de euros. Calcularam-se as amortizações de acordo com a vida útil estimada dos bens. Foram reconhecidas perdas de imparidade nas dívidas de clientes e em inventários no valor de 1. cifrando-se estas em 14.2 milhões de euros.5%. com destaque para os materiais e serviços das fábricas e de marketing de Moçambique e Angola.A. Mantiveram-se os contactos com fornecedores com o objectivo de estabelecer parcerias para abastecimento de materiais e serviços para os mercados internacionais.1. decrescendo 1. contrariamente ao verificado em 2013. o qual abrangeu as áreas de eficiência operacional e controlo interno.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. materiais de marketing e serviços industriais. com especial relevância no que diz respeito a gastos com marketing.

quando se divulgaram as deliberações da Assembleia-Geral e os resultados do primeiro trimestre de 2014. terminar o ano com um excedente de tesouraria disponível e aplicado em depósitos.3. resultante da redução da taxa de IRC. os juros de financiamento cifraram-se em 16.6 milhões de euros. contra 270. | 2014 O cash-flow operacional (EBITDA) foi de 41. o que se ilustra através da evolução dos indicadores de fundo de maneio: a evolução favorável do prazo médio de recebimentos de 55 para 51 dias foi reforçada pela do prazo médio de pagamentos de 63 para 70 dias.7 milhões de euros. Neste contexto. Os resultados antes de impostos ascenderam a 8. a qual tinha sido contratada em condições mais favoráveis.2 milhões de euros em contratos de fidelização de clientes em Portugal. Acções SUMOL+COMPAL A acção SUMOL+COMPAL teve o seu primeiro movimento na primeira sessão do ano. em Portugal. Cerca de 3. o EBITDA tinha sido de 39. Neste exercício. Após avaliação efectuada aos activos associados ao goodwill e às marcas não se verificou perda por imparidade. o título fechou a 1. no dia seguinte. Os valores do endividamento líquido encontram-se impactados significativamente pelo valor resultante da venda de 49. Em activos intangíveis foram investidos cerca de 2.2. Neste exercício houve uma progressão nos resultados alcançados na situação financeira de curto prazo em relação ao exercício anterior. fruto fundamentalmente. tendo neste dia a cotação fechado a 1. contra 16.7 milhões de euros. O imposto do período encontra-se significativamente influenciado pela diminuição do imposto diferido passivo. correspondendo a 13.3%. no dia 2 de Janeiro de 2014 e registou o último movimento no dia 31 de Dezembro. valor que se manteve posteriormente. 9.13 euros por acção. 9.9 milhões de euros.A. No mesmo período o PSI Geral desvalorizou-se 21.9 em 2013 e 8. uma variação de 6.05 euros tendo. Em 30 de Maio.5 milhões de euros.2 vezes o cash-flow operacional (EBITDA).08 euros.9 milhões de euros (69%) destinaram-se à aquisição e instalação de equipamentos com vista à melhoria da eficiência produtiva e à modernização de instalações.1 milhões de euros no final do exercício. e em 27 de Agosto.8% para 1. Investimentos O investimento em activo tangível da SUMOL+COMPAL ascendeu a 5. O capital próprio aumentou com expressão para os 224. correspondendo a 4. da aquisição pela Copagef de 49.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Este encaixe financeiro ocorrido em 31 de Dezembro de 2014 permitiu à SUMOL+COMPAL. Em 2013.4% do volume de negócios.2%.3 em 2012.6 milhões de euros em 2013. S. altura em que a Empresa divulgou o Relatório e 33 .5 milhões de euros. Após o cálculo do imposto do período alcança-se um resultado consolidado com os interesses não controlados de 11. o EBITDA cresceu 2.4%. a 1. Situação financeira A dívida remunerada líquida situou-se nos 176.3 milhões de euros no fecho do exercício anterior. o que reflecte uma valorização de 4. face ao final do ano de 2013.A.4. em resultado do reforço de stocks de produto acabado em Angola.9% do capital e respectivas prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas à Copagef. subido 4. S. data da divulgação dos resultados de 2013.2 milhões de euros.4 milhões de euros. no total de 59. 9. A permanência média de stocks teve um incremento de 71 para 80 dias. mas sendo penalizados pelo aumento de financiamento de curto prazo que substituiu dívida de longo prazo amortizada. Este rácio tinha sido de 6. beneficiando de uma dívida remunerada líquida média inferior à do ano transacto.9% do capital social e das prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas.10 euros. No dia 11 de Março.8 milhões de euros no fecho do exercício.

242 acções da SUMOL+COMPAL. não se verificaram flutuações na cotação do título. que foram beneficiadas de acordo com os critérios estabelecidos. para a água e para o ar. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia.13 euros.04% do capital social pelo preço de 1. a adoptar boas práticas ambientais tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos.2 Capital natural Contribuir para o desenvolvimento sustentável. A SUMOL+COMPAL E A COMUNIDADE 10.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. aquando da comunicação da assinatura do novo contrato com a Agência Nacional do Investimento Privado (Angola) e em 9 de Dezembro. inerentes à sua actividade industrial.9% em relação ao ano anterior. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização. | 2014 Contas do primeiro semestre. repartido por 438 entidades sociais. para efeitos do artigo 325°-A do Código das Sociedades Comerciais. como resposta a situações de emergência social e também como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado.061. deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. estas acções já eram tidas como próprias. Esta aquisição não alterou o número total de acções próprias uma vez que. Semelhantes comportamentos verificaram-se em 23 de Setembro. No dia 30 de Dezembro de 2014 a Empresa comunicou à CMVM a aquisição à SUMOL+COMPAL Marcas de 1.81 euros por acção. o título registou um mínimo de 0. A cotação do fecho foi de 1. em 2014. decresceu. Social e Ambiental a SUMOL+COMPAL. 10.039.A. correspondentes a 1.020 acções. no entanto.98 euros em 13 de Janeiro e o máximo de 1. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais.17 euros. correspondentes a 4.12 euros para 1. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. Consciente das suas responsabilidades a empresa tem vindo continuamente.813 acções próprias. tornou possível encerrar o ano. Face ao ano anterior a quantidade de produto com valor social disponível para donativo. uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios.1. o que representa um acréscimo de 208.782. Capital social Tendo como objectivo estratégico contribuir para a Sustentabilidade Económica. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. 10. Durante o exercício de 2014 foram transaccionadas 1. registou-se uma valorização do título de 1. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. no final do exercício de 2014 a Empresa mantinha um total de 4. com mais de meio milhão de litros de produto doado. Naquele período. Já na semana seguinte à divulgação dos resultados do terceiro trimestre (13 de Novembro) e da celebração do contrato com a Copagef (14 de Novembro).06% do seu capital social. data do anúncio do pagamento de reservas. em particular nas comunidades onde estamos inseridos. minimizando o impacte ambiental da sua actividade. S. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. como forma de respeito e preservação do planeta Terra. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nos países africanos.19 euros no dia 21 de Novembro. Assim. 34 .

ambiente económico geral. concentração ou perda de clientes. bem como pelo financiamento da SUMOL+COMPAL. 12.48 euros na empresa-mãe. A 35 . O Grupo tem um sistema de controlo estruturado num reporting económico. riscos de mercado. MODELO DE GESTÃO No Relatório sobre o Governo da Sociedade. na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. 14. O desenvolvimento das matérias relacionadas com a gestão do Capital Social e do Capital Natural da SUMOL+COMPAL encontra-se nas Notas Consolidadas. exercese controlo e quando necessário tomam-se medidas correctivas. É também responsável pelo controlo dos riscos associados aos objectivos estratégicos e operacionais. 13. em 31 de Dezembro 2014. tecnologias de informação.A. S.3. Desenvolve-se um conjunto de testes. faz-se uma ampla descrição do modelo de gestão. 11. financeiro e de operações e acompanha este controlo de forma a obter um grau razoável de confiança em relação à fiabilidade dos dados. o Conselho de Administração propõe a seguinte aplicação dos resultados: Dividendos: 15. OS RISCOS DO NOSSO NEGÓCIO O Conselho de Administração é responsável pelo cumprimento de toda a legislação quer geral quer de aplicação específica à indústria de bebidas. APLICAÇÃO DOS RESULTADOS Tendo em conta os resultados de 15. deste relatório. concorrência.48 euros Esta proposta é fundamentada pela mais-valia e pelo nível de liquidez geradas na alienação da participação na SUMOL+COMPAL Marcas. No decurso normal do negócio. | 2014 A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. referidas nos pontos 2. esperamos que em 2015 os mercados de bebidas de alta rotação retomem um padrão de crescimento.658. em 31 de Dezembro de 2014. retenção de talentos. matérias-primas e energia.444. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e mais uma vez foi obtida. enquadramento legislativo. e 9.444.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A continuação do aumento do consumo privado e um verão com condições climatéricas normais para a época serão determinantes para esta evolução. reputação da SUMOL+COMPAL e riscos ambientais. a SUMOL+COMPAL está sujeita a riscos que advenham de uma evolução adversa relacionada com a procura dos seus produtos.658. PERSPECTIVAS FUTURAS Em Portugal. foi definida a implementação da ISO 14001 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. em 2014. que é parte integrante dos documentos de prestação de contas. supervisiona-se. O desenvolvimento deste ponto encontra-se nas Notas Consolidadas.

Às Autarquias e Comunidades onde desenvolvemos directamente as nossas operações pelo interesse e envolvimento nas nossas actividades. mantendo um nível de vendas semelhante ao do ano anterior. continuaremos a procurar identificar parcerias estratégicas que contribuam para a consolidação do negócio em Portugal. a SUMOL+COMPAL planeia atingir. Aos Consumidores e Clientes das várias marcas da SUMOL+COMPAL por nos distinguirem com a sua preferência. Por outro lado. Contudo. a capacidade de satisfazermos a procura pelas marcas da SUMOL+COMPAL. permitindo transformar anos exigentes em momentos de criação de oportunidades. bem como da nova imagem de SUMOL que será apresentada no primeiro semestre do ano em curso. estará dependente de assegurarmos rapidamente capacidade de produção local. Tendo em conta o acima referido. Face à recente legislação angolana que restringe muito a importação de bebidas de alta rotação. Continuaremos a fazer uma aposta especial nas nossas marcas e na inovação. Aos nossos parceiros PepsiCo Beverages International.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. pela colaboração no desenvolvimento do projecto industrial em Angola. um volume de negócios ligeiramente superior ao de 2014. uma vez que estamos convictos que são pilares fundamentais para a criação sustentada de valor. Ao Conselho Fiscal e ao Revisor Oficial de Contas pelo acompanhamento construtivo que sempre nos dispensaram. o forte conhecimento e presença que a Copagef (o novo parceiro na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas) tem em diversos mercados africanos deverão contribuir para a entrada das nossas marcas nalguns desses mercados. | 2014 SUMOL+COMPAL manterá um ritmo apreciável de inovação e de comunicação das marcas cujas imagens foram recentemente renovadas. Carnaxide. Unilever-Jerónimo Martins e Grupo Damm pelo apoio e cooperação demonstrados no desenvolvimento das suas marcas e à Genius. Neste contexto. AGRADECIMENTOS A actividade exercida pela SUMOL+COMPAL neste ano só foi possível com o contributo de um conjunto vasto de entidades a quem são devidos os seguintes agradecimentos: Aos Accionistas pela confiança que depositaram na SUMOL+COMPAL. este crescimento estará muito dependente da evolução das vendas em Angola. Aos Colaboradores da SUMOL+COMPAL que lhe devotaram dedicação e competência. Às Associações do sector por constituírem um fórum privilegiado de reflexão e de defesa dos nossos interesses. à Copagef pelo investimento realizado na SUMOL+COMPAL Marcas. Em simultâneo. em especial. em Portugal. Aos Fornecedores por responderem às nossas necessidades. S. Angola e Moçambique pelo apoio prestado à actividade da SUMOL+COMPAL nos respectivos países.A. Aos Organismos Oficiais de Portugal. e em particular aos Agricultores de Portugal. e este ano. 15. o nosso principal mercado internacional. Temos a expectativa de aumentar as vendas nos mercados internacionais. estimamos que em 2015 o volume de negócios e a rendibilidade operacional da SUMOL+COMPAL sejam moderadamente superiores aos verificados em 2014. 26 de Fevereiro de 2015 36 .

37 . this report shall be deemed to constitute the annual company report. 13. 4. 2.A. 3. 5. In accordance with Article 508-C(6) of the Commercial Company Code. 12. 10. | 2014 1. 14. 7. 15. 8. It is with great satisfaction that we hereby submit for your perusal the annual company report and consolidated financial statements and the corresponding annexes in accordance with the legislation in force. 11.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 6. S. 9. Introductory Note The Year in Review Our Brands Our Markets Our Operations and R&D Our People Communication Our Supporting Services Our Financial Results SUMOL+COMPAL and the Local Community Management Model Business Risks Distribution of Income Future Outlook Acknowledgment OUR VALUES Dear Shareholders.

3. The defining of the company‟s vision bolstered the conviction that “working with fruit. the macroeconomic conditions remained very uneven.9%. social and environmental performance of organisations which we are committed to following as members of the Business Council for Sustainable Development (BCSD Portugal)). In the context of strategic planning. the commitment to sustainable development and unique brands which entice consumers by their flavour and the science and artistry which are put into making them. In selecting benchmark indicators for assessing performance. in the aim of achieving a more sustainable future for our company and society.8% higher than the preceding year.6 million for sales and services in the Portuguese market. Turnover for Portugal and the international markets combined stood at €310 million. Private consumption was the component which registered the greatest percentage increase. In 2014. which will be larger than the 38 . In SUMOL+COMPAL‟s key international markets. we tried to focus on those that effectively measure the greatest impact of our operations in terms of economic. economic growth was in general below 2%. 2. represented by the National Private Investment Agency (ANIP). The company‟s mission statement now unequivocally expresses the strong international ambitions of our fruit and vegetable drinks. certainly heavily influenced by greater household confidence and rising employment. hydration. The Angolan economy grew by 4-5% and Mozambique by 7-8%. the company‟s vision and mission were reviewed and a set of winning aspirations adopted. a company incorporated under Angolan law. Therefore. 2. S. consumers can enjoy our brands every day and benefit from the contribution they make to their wellbeing”. | 2014 1.4 million. The African economies in general continued to show significant growth. a mild summer. Heavy investment in strategic brand management was continued. THE YEAR IN REVIEW The Portuguese economy saw positive growth in 2014. in which the total investment was raised to US$51 million. with estimates of GDP growth of 0. investment will be made in a plant. after three years of contraction. in particular. INTRODUCTORY NOTE This annual report contains a clear and accurate analysis of the development of the business. and the Republic of Angola. The positive contribution of the macroeconomic context to growth in the beverages markets was countered by a long winter and. The COMPAL brand‟s new architecture and image were introduced.0% higher than the preceding year. An addendum to the investment contract was signed between SUMOL+COMPAL Angola. performance and position of SUMOL+COMPAL. the value of sales in international markets rose to €88. social and environmental sustainability.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Under this agreement. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge” and that “we aspire to ensure that wherever SUMOL+COMPAL is present. it is estimated that the value and the volume of the refreshing beverages and water markets were similar to those of the previous year.A. And consumer surveys were conducted in various countries in Europe and Africa. Work was undertaken on developing the positioning of the SUMOL brand. The report follows the guidelines of Global Reporting Initiative's G3 benchmark (an international benchmark for reporting the economic. Nevertheless. 2. SUMOL+COMPAL achieved a total figure of €221. The report portrays both the impacts of our past actions and the foreseeable consequences of the initiatives we continue to implement.2% up on the preceding year. In Europe. vegetables and water as indispensable sources of nutrition.

In response to 39 .9% of the share capital of SUMOL+COMPAL Marcas. Whilst in Europe this involves understanding population ageing and its inclusion in its brand management. as well as subject to greater loss of anonymity and privacy resulting from the recording and sharing of their day-to-day lives. emotional attachment with consumers and their consequent product loyalty. Mobility is the mark of the new digital age. with all the social and economic changes this entails. mainly driven by small groups of users. namely Africa. while maintaining close family ties and a strong community spirit. From this operation SUMOL+COMPAL registered a capital gain of €15. developing product loyalty. This trend has an interesting parallel in the New World. S. for example. corresponding to a growing aspiration amongst consumers for nutritious food. deeply impacting upon the way consumers live. half of the population is aged under 15 and is very optimistic about the progress and growth experienced by the country. In Angola. 3. Simultaneously. to produce and package juice. This transaction was completed for a total of €88. In the Old World. language has become gradually more visual and less verbal. in which the decoding of a brand‟s identity using imagery is preferred. There has been a substantial increase in the supply of food. a company incorporated under French law and based in Paris. above all at the level of experiential immersion. both in retail and catering. By polarising the strategic management of its business between the Old and New World.2 million. were sold to Copagef (Castel Group).1. | 2014 one originally planned. and even in developing markets this trend is very visible. where consumers are more dependent on technology. and with sufficient flexibility to ensure that local strategies can create a close bond and affinity between brands and consumers. At the end of the year.2 million. In developing countries.A. where poor literacy has placed the emphasis on an essentially visual approach. shares and respective additional benefits representing 49. This technological revolution is creating an entire series of new challenges in brand management and expectations concerning how it is developed. SUMOL+COMPAL faces a major challenge in terms of demographics. as well as improving the quality of life during those extra years. with conventional mass-media solutions looking increasingly insufficient to ensure adequate information. operating also as a powerful ally in movements challenging the political status quo in defence of human rights. some movements have emerged which are challenging this dependency by refuting social networks and demanding greater protection of personal data. the challenge of changing the paradigm in brand communication is becoming more acute. This underlines the importance of a global and cross-cutting strategic approach based on specific consumer information. OUR BRANDS 3. work. Global trends In the Old World. the internet and social networks are a gateway into a world of borderless possibilities. a company until then wholly owned by SUMOL+COMPAL. The focus placed on a healthy diet has become widespread as a mean of fighting disease and raising average life expectancy. The expectation is that this change in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas will contribute in the coming years to a significant development in the company‟s main brands in several African markets. spend their free time and relate to one another. new technology continues to be introduced at an inexorable pace. in Africa the opportunity involves understanding a young population and responding to its needs.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. An example of this is the penetration of smartphones in some African countries and the number of people accessing the internet through this type of equipment. nectar and soft drink brands under SUMOL+COMPAL Marcas. Exacerbated by instant communication on social networks.

in the form of commitments to self-regulation. decisive characteristics in contemporary purchasing and consumption patterns. olive oil. Naturalness refers to the health benefits naturally present in food (e. The food industry has taken an increasingly pro-active stance towards finding appropriate solutions. which can also be seen in the restaurant trade and in breakfast too. Amongst the various trends in food with an important media profile. There has been an emerging fusion between drinks and snacks. If flavour remains a determining factor in the success of drink options. and the bolstering of the international scope of our main brands. S. but nevertheless this is roundly surpassed by the demand for flavour. there is space for indulgent options. The evolution of our brands The year 2014 was marked by four important factors at SUMOL+COMPAL: a focus on the overall strategic management of its brands based on consumer information.g. has forced a redefining of the relationship with food and moments of consumption. fat and salt. as opposed to easy and instant solutions to reduce calories. colour and texture. government authorities are intensifying campaigns to raise awareness about foods rich in sugar. fruit. It also means fewer ingredients. Whilst in the New World the instant energy boost that sugar provides is recognised. This trend has put various previously distant categories into competition.2. The demand for naturalness and the benefits of natural foods is seen as the most important trend in food. with pleasure being valued as a determining factor in wellbeing and happiness. The new concepts of healthy snacking. | 2014 worrying statistics and predictions about obesity and other illnesses. even though much of the negative perception is based on studies of dubious credibility. leads to a lower willingness to test price options when there is little differentiation. tea. considered one of the main causes of obesity and chronic non-communicable illnesses. with some in the scientific community adopting almost fundamentalist standpoints. The subject becomes even more complex with the objection to artificial sweeteners. within the context of a recessionary economic climate throughout the whole of Europe and Portugal. the progressive attack on sugar in the so-called Old World is notorious. it is also true that those which best take advantage of the opportunity can generate higher prices and better profitability. There is greater rejection of highly processed foods. The public debate has hardened in tone. In this second year of the organisational model introduced in 2013 (overall strategic marketing and local market units). Within the framework of these new habits. consumers today prize balanced eating habits. fruit pulps and cereal bars. in the aim of enhancing the design of truly international and enduring brand positioning platforms from a customer-centric approach. a total rethinking and subsequent decision on the development of the positioning of the SUMOL brand. which. milk). and the application of tax on products with a high sugar content is comparable to that on tobacco and alcohol.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. despite resolving the issue of calorie content. aroma. 40 . public opinion in the northern hemisphere has become ever more aware of news condemning this natural raw material. Notwithstanding the objection to sugar.A. More pragmatic consumers. investment in consumer insight was significantly boosted in various countries. New and convenient packaging systems are decisive in developing this market opportunity. are not universally lauded in terms of their impacts on health. such as individually packed biscuits. both at the level of strategic reflection and its implementation. more simple formulations and “clean” labelling. 3. the launch of the new architecture and image of the COMPAL brand. dehydrated fruit snacks. but also a readiness to spend more when the product in question is unique and exceptional.

A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 41 . and in which the narrative of “Fruitology” and non-use of concentrate are intrinsic factors in the brand‟s positioning and message. and the reinforcing of the narratives of flavour. and based on insights and specific opportunities. an international range was newly created. such as Magdalene Mango. COMPAL This brand was strategically repositioned in 2014. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars. In tandem. the introduction of proprietary symbols. all made from squeezed fruit and without the use of concentrate. as well as a change in the formulations of COMPAL VITAL and COMPAL LIGHT (replacing artificial sweeteners with stevia). and the start up of innovative projects specifically aimed at markets outside Portugal. in line with the simplification of the brand architecture. namely Angola. The focus on fruit from the tree and naturalness as the main factors of competitive advantage were central to the entire approach. The brand‟s big idea is founded on the pillars of “unique taste”. The redesign of all of the brand‟s packaging in all of its markets as part of the launch of its new image involved a marketing effort which drew very heavily on the company‟s organisational and financial resources. enhanced by “Fruitology” as the brand‟s essence and raison d’être. closer visual connection between the different ranges. The repositioning process was accompanied by new flavours. such as the “pulpmeter”. S. namely at COMPAL. not only in terms of labelling (languages and legislation) but also based on marketadapted content. also featuring several new flavours (Mediterranean Orange. providing relevant information for customers and differentiation. | 2014 Also worthy of note are the following: consolidation of the international brands portfolio. “naturalness” and “narrative” as the main factors creating relevance and differentiation. Colombian Mango and multi-fruit nectars). with content on the origins and history of the fruit. The first products arrived in shops in April as the result of a demanding and complex process of visual transformation: a new logo consisting of the “COMPAL tree”.

Also of note was the launch of a new addition – Peas with Carrots – to the COMPAL vegetables range. business and associative – around the common purpose of enhancing and promoting Portuguese fruit. which set the theme for their packaging. aimed at the Cape Verde market. which the brand continued to nourish. besides the introduction of a new identity. a really exciting and complex challenge for one of Portugal‟s most iconic 42 . The brand‟s re-launch is aimed at making it more international. namely by launching a collectible range of figures from kids‟ stories towards the end of 2014. academic. In the case of COMPAL ESSENCIAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Mention should also be made of the COMPAL Fruitology Centre (CFC). SUMOL The year was marked by the celebration of the brand‟s 60th anniversary and by a major strategic rethink. | 2014 In addition. After an intensive international customer survey. The three who submitted the best fruit growing projects were presented with a monetary prize to help significantly with the project‟s implementation. focus was given to consolidating COMPAL ESSENCIAL KIDS by investing in marketing and shops. The CFC is a truly unique project in Portugal because it brings together entities from the farming sector – public and private. it was possible to design a new strategy for the future for introduction in 2015. S. whose Academy accepted another twelve trainees for its second programme. several specific products were developed for the Angolan market to reinforce the brand‟s affinity with local consumers through a more relevant discourse.A. The concept has a lot of potential for growth. It helps to foster entrepreneurship and the ambitions of a new generation of fruit growers.

The entire visual and graphic identity of the packaging was redesigned in the aim of creating a range focused on the new concept of B!monadas. The countless projects under development herald an even more promising future. Tamburu. UM BONGO is a highly relevant and distinct brand in the children‟s segment. 43 . involved since its development in a 360-degree concept.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. more vibrant and exciting. The first example will be launched in Angola in 2015. In preparing its international repositioning. After COMPAL in 2014. thus partly bringing forward the brand‟s new relationship with its consumers: more emotional.A. namely Strawberry. It represents an opportunity in various countries. The new positioning pushed the brand to create and appropriate a new segment of bottled Lemonades: B!monadas. beginning with Angola. a lot of work was put into developing innovative flavours. S. and the new flavour‟s association with the brand‟s musical element. it is now SUMOL‟s turn to lay the foundations for a new chapter in 2015. UM BONGO Recognising the brand‟s potential to continue growing in the future. It was possible to put some of the conclusions from this rethink into practice in 2014. A new character. which was the exclusive objective of the brand‟s communication efforts in 2014. where it had a very positive year in 2014. It was thus important to move B! closer to the benchmarks of the soft drinks market to generate higher volumes. without losing any of the brand‟s necessary personality and distinctiveness. Red Fruits and Pineapple. Besides original Lemonade which already existed in the B! portfolio. younger and more active. other flavours were developed. Investment in the brand was especially focused on the launch of the new Tum-Tum Mango flavour. and progressing to China. one of its most effective marketing platforms. | 2014 brands. explain its excellent performance. B! This brand was also repositioned in 2014 with a more consistent and enduring image to give it greater growth potential. particularly outside Portugal. more group-oriented and focused on living life to the fullest.

In the belief that opportunities for innovation exist throughout the company‟s operations. will allow SUMOL+COMPAL to extend its range of products and to explore new opportunities and areas with final consumers. the company changed its pricing and promotional strategy for some of its brands to increase penetration in Portuguese homes and purchasing frequency. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Through its continued stable growth. Other innovative projects are simultaneously under development which. Continuity was given to the process of synchronising information and commercial policies within the distributor network. with a market share similar to the previous year. investment in the brand was small but centred on tactically protecting its position. 4. The SUMOL+COMPAL portfolio maintained its leadership of refreshing beverages and water. By a process of focusing. In the modern trade channel.1 Portugal SUMOL+COMPAL increased its sales volume in Portugal by 4%. Establishments continue to close in the catering sector as a result of the decline in consumption in this channel. rising to 256 million litres. with net sales up 4. increasing the effectiveness of its investments in trade marketing aimed at protecting consumption of its brands. and assessed at the internal level and on results achieved in the market. 3.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. the result of which was to ensure stable sales volumes. The idea behind this project is to create a relationship and direct dialogue with the consumers of the company‟s brands. SUMOL+COMPAL attracted important new customers and broadened its portfolio in the HoReCa channel. The use of management indicators based on innovation capacity performance was consolidated. the management of ÁGUA SERRA DA ESTRELA in Portugal has been an important portfolio asset in the beverages market. | 2014 FRIZE 2014 was a year of stability for FRIZE. OUR MARKETS 4. especially in its most financially interesting aspect: out-of-home consumption. according to AC Nielsen. S. We continued to deepen customer segmentation processes. It is hoped to empower all employees to analyse their work critically and to contribute to the design and implementation of more effective and efficient solutions. During 2014. 44 . efforts continued to foster a broad-based culture of innovation.3 DISRUPTIVE INNOVATION AT SUMOL+COMPAL Innovation remains one of the company‟s strategic focuses and 2014 confirmed this. The brand is considered to have growth potential under a new strategy and a new international marketing drive. Work continued on developing the project to establish a closer relationship with final consumers – the “Mercado do Bairro” digital platform – which continued to trial a new organisational operating model and successfully served a limited audience. if successful.6% at €212 million. allied to a minimum allocation of resources. an essential pre-condition for safeguarding and reinforcing their ability to compete by strengthening value and relevance.

Other Markets In its other markets.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Partnership projects were begun in the major West African markets.A. This volume does not include the filling services which were below the figure registered in the previous year. The year also saw the first exports of products from the Boane plant to South Africa. sales remain weak in the main European economies. In tandem with this. | 2014 The sales of brands represented by the company. S. Europe Sales in the European market were up relative to 2013.2%. The company‟s products were sold in around seventy countries.2% by value.2. totalised 69. LIPTON. has a very high growth potential and there is an opportunity to launch or develop other brands. The positive performance in the Portuguesespeaking markets – Cape Verde. covering around 30 countries. SUMOL+COMPAL sales continued their upward trend. DAMM e TAGUS.4 million. In Angola. International Markets Sales in international markets grew 2. Of note were the good results achieved in mainland China where the company continues to make important gains in sales. mainly in the Maghreb and Central Africa. among which stand SEVEN UP. Sales in other African markets were down. PEPSI. Despite this. SUMOL+COMPAL Angola was incorporated. Luxembourg and the UK.1 million litres. bearing in mind the move to local supply. 4. which with a heavily reinforced local team will develop the company‟s business in the country. The Southern African Development Community (SADC) represents an important beverages market and one of the goals of SUMOL+COMPAL Moçambique is to explore export opportunities to these markets. ANTARCTICA. COMPAL. Sales by volume grew significantly. rising to €88. Our main brand in this market. SUMOL+COMPAL Moçambique ended its second year of development in 2014. but are still far below installed capacity. led to a fall in sales by volume. In this continent in 2014 volumes have declined by 7. higher customs duties. Swaziland and Madagascar. stronger competition and lower stocks of SUMOL amongst the main importers. Africa The main source of SUMOL+COMPAL sales outside Portugal is Africa. Guinea Bissau and São Tomé – were insufficient to counter the difficulties elsewhere. from which it is hoped to achieve positive results in the first half of 2015. This was due to a positive performance in France. 45 .

3. with a view to demonstrating the potential of the processes. Of note was the processing of apricots. At the international level.4. 5. 5. The percentage of fruit sourced from Portugal was over 60%. The formulations produced by the Product Development area in 2014 led to various market launches. which remained scarce and expensive for most of the year and only in the last quarter showed signs that the supply chain was stabilising. SUMOL and UM BONGO flavours tailored for the African and European markets. established for 2014 in accordance with new quantitative assessment methods. 5. The output.A. | 2014 5. S. the training plans and the level of compliance with food safety requirements. corresponding to a 1% rise in manufacturing activity. at both the industrial and logistics level. In Portugal. Industrial trials. The food safety goals for 2014 were achieved and in some cases exceeded.1. The Fruit in our Beverages 25. In addition we kept promoting the incorporation of Portuguese juices and fruit concentrates purchased to agri-food companies installed in Portugal. Research and Development The Applied Research area continued work on two multi-annual projects. after its lack of availability for over 10 years. SUMOL+COMPAL has relied on the committed collaboration of the Faculdade de Ciências e Tecnologia of the Universidade Nova de Lisboa. will be conducted in 2015. The main contributors to this were grape and apple concentrates. foremost amongst which were Magdalene Mango. For these projects.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. of fruit farms producing exclusively for SUMOL+COMPAL and the bumper harvest of peaches and pears helped to make this percentage higher than in previous years. SUMOL+COMPAL will replace processed apricot acquired on the international market with its own. the distribution network was structured so as to allow other food categories (multicategory products) to be incorporated into beverages distribution. Although a multiannual cycle of operational optimisation projects was completed in 2013. due 46 . The Pombal plant was slightly down. If the reintroduction of this crop in Portugal is successful.200 tonnes of fruit and vegetables were processed. the Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) and several biotechnology firms. which earned excellent results again. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars under the COMPAL label.000 tonnes. namely the AIB International benchmark at the Pombal plant. Difficult scientific and technological challenges were overcome and promising results achieved at the pilot scheme level. the BRC (British Retail Consortium) Food Safety benchmark at the Almeirim plant. the project to set up the Angola plant was started in the second half of the year.2. new B! Lemonade flavours and specific COMPAL. over 2. with new preventative and control measures introduced. The overall price of the main fruit raw materials fell in 2014 compared to 2013. Manufacturing Operations Total production volume at SUMOL+COMPAL‟s five production plants rose to 408 million litres. The use of sweeteners instead of sugar was extensively studied and led to the replacement of artificial sweeteners for stevia extract across the whole COMPAL low-calorie range. in line with the needs of the business. the Operations structure managed to introduce improvements in efficiency in 2014 which brought cost reductions. which achieved its best result ever. which returned to levels close to their historical averages after a period of peak prices. Quality Assurance and Food Safety Internal and external quality assurance indicators continue to show very positive results. COMPANY OPERATIONS AND R&D Two business development projects in SUMOL+COMPAL‟s Operations area stood out. Contrary to this was the influence of passion fruit concentrate. 5.

alongside various smaller investments at all the plants. People are the one factor which differentiate companies today. personnel training and the design of new processes supported on developed IT systems. 5. In 2014. the People. S. Communication & Sustainability Department was reorganised and the concept of “business partner” created. In 2014. Distribution Network The restructuring of the HoReCa distribution network. strengthening the sustainability of the companies providing these services. a single collective bargaining agreement (CCT APIAM / PROBEB) will apply to the entire workforce in Portugal. to ensure greater familiarity with the specific circumstances and needs of the various operational areas. | 2014 essentially to a decline in the filling services. In the second half of 2014. Once it was complete. which registered very substantial growth. developing and retaining talent within its organisation. the process for harmonising collective bargaining was designed and implemented in the final months of the year. utilities and first pieces of manufacturing equipment. by centralising and rationalising the subcontracted capillary distribution fleet. endowed with specialist and generalist responsibilities. to comply with the goal of being operational by mid-2015. The modernisation of the manufacturing plants continued in 2014 through the acquisition of two new fillers for beverages carton at the Almeirim plant and a new monoblock for filling and seaming cans at Pombal.A. consequently. the SUMOL+COMPAL distribution network was equipped with the necessary capability to combine beverages with other products.5. the personnel management strategy is inseparable from the company‟s overall strategy. HR Management For SUMOL+COMPAL. Work in this area was based on three strategic pillars: talent. This implied the installing of new specific equipment at the distribution centres. 6. SUMOL+COMPAL developed and fine-tuned several tools which will provide it in the near future with structured information enabling more detailed analysis for identifying. with particular note for Boane. so SUMOL+COMPAL pays particular attention to attracting. distribution services for multi-category products were initiated within the capillary distribution network. allowed synergies and greater flexibility of resources to be achieved and the capacity to respond to sales peaks and seasonality to be improved through the increased size of operators. various tools were designed and implemented to identify and monitor matters of importance and priority for the management of company personnel. Within the industrial structure. to ensure closer proximity to the organisational structure and personnel and. internationalisation and culture. personnel and processes. OUR PEOPLE 6. In 2014. developing and retaining employees who most stand out for their potential and level of performance. 47 . Finally. With regard to talent.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a working group was created to concentrate on the project to set up and commence operations at the Angolan plant in terms of equipment. and because it relates to an issue of extreme importance to the organisation. since without talented employees a company is unable to adapt to challenges and capitalise on the opportunities it faces at any given moment. while all the other plants saw increases. the engineering plans were completed and contractors hired to build the infrastructure. In 2015.1.

Attracting.2% in Operations and 10. like many other companies. against 76% in 2010) and revealed very positive overall results. of which 1. both in terms of horizontal and vertical career progression. At the end of 2014. hard and soft skills. we encourage internal recruitment as a means of reconciling the development of skills within the workforce. Compensation and Benefits In the demanding economic environment in Portugal in recent years. 66. As far as culture is concerned.2. involving 973 employees (1. 6. With the same objective. S. values. | 2014 The internationalisation of our business is one of SUMOL+COMPAL‟s strategic priorities and therefore the human resources area has sought to gain expertise in managing expatriate processes and in conducting relations and providing support to expatriates. code of conduct and transversal policies and also to publicly acknowledge all those employees who have been at the company for over 15 years. in line with financial possibilities and convenience. SUMOL+COMPAL recognises and accepts its social responsibilities and. in the final quarter of 2014 an organisational health survey was conducted which was answered by a very high proportion of employees (86%.6% in Support. SUMOL+COMPAL. we need a highly skilled. To achieve this.2% men and 38. a project called “SOMOS+” was begun. Of course. retaining and developing professional talent under conditions that give employees a real sense of pride is the company's main aim in the area of human resources. In 2014. given its importance in terms of introducing new ideas and expertise that contribute to the overall growth of all those working at SUMOL+COMPAL.650 hours of instruction. We seek to contribute permanently to our employees‟ development. 78 in Mozambique. The gender split in the company‟s workforce is 61. The situation in which companies and employees find themselves today implies a change in mindset and an adjustment in which annual raises in fixed remuneration will necessarily be limited or non-existent. The number of employees per each of the company‟s three organizational pillars is as follows: 23. In the early months of 2015. has been favouring the use of variable remuneration which tracks the attainment of goals or proven gains in efficiency and productivity. SUMOL+COMPAL‟s workforce numbered 1. This consisted of organising several meetings with the entire workforce in Portugal to announce the company‟s vision. 25 in Angola and 1 in France.198 were in Portugal. In the last two months of 2014. 48 .8% women. external recruitment is not dismissed. therefore.302 employees. 98 training courses were held. mission. With the start-up of operations at the Boane plant in Mozambique. will come to a close. these meetings.2% in Business. fully committed and very flexible workforce. employee benefits have taken on even greater importance in a labour market in which there has been a substantial change in common wage practices. enabling a broader spectrum of experiences and functional mobility which we consider rewarding at the individual and collective level. a learning process in this area was begun which has also been enriched by the experience earned and also by managing the long-term and temporary re-deployment of several employees.A. which in general have been very well received.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. seeks to provide its employees with an extensive fringe benefits package that provides real support and is seen to do so.979 trainees). We want to be increasingly seen as a leading company in international terms. and totalling around 9.

A. providing young people with an extra level of training and experience and also affording them their first direct contact with a real business environment. Throughout 2014. the replacement of the database underlying the main tool supporting decision-making. The very low level of irrecoverable debt registered during the financial year confirm that the credit management policy has been consistently suited to current market conditions. as well as a number of business monitoring meetings attended by the company‟s directors and managers. in 2014 SUMOL+COMPAL held a Management Meeting. the internal mailing service “Nossas Notícias” and our quarterly in-house magazine “Frescas”. As far as application development is concerned. storage. and the development of a united team with common values. were tightly controlled. | 2014 7. In terms of community relations. 2014 was notable for two core projects with very significant impact on the performance of SUMOL+COMPAL. although it also undertakes institutional communication of company developments. employees were permanently updated about company developments via the systematic use of our various communication tools: the SUMOL+COMPAL website. The expansion of SUMOL+COMPAL‟s international operations. financial balance and cash-flow management. 8. backup and replication system. the company was presented with an award for innovation at the most important event of its type. with special focus on the variables associated with managing working capital. The Finance Department continued to focus on raising operational efficiency and the management of the level and cost of debt. expanding sales and distribution solutions using web-based technologies. 49 . and as far as technology infrastructure projects are concerned. mention should also be made of the study into technological support solutions for the operations in Angola. we regard communication as vital. organised in Portugal by the producer of the software.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. and extending the route management solution to the sales department. The second saw the introduction of a new business warehouse solution. required certain adjustments to be made in terms of the operational focus and the analysis of credit risk. whose operationalisation will be the main event of 2015. SUMOL+COMPAL‟s policy is to concentrate its investment on brand communication. As in previous years. a world leader in these types of applications. it is also important to note the visits organised to the company‟s plants – Pombal and Almeirim in particular – for students of various educational levels. Finally. Credit management during 2014 maintained a very close and detailed examination of the risk factors associated with the business. and the dynamics and size of the direct operation in Angola. notice boards. S. behaviours and practices. which enabled very significant gains in terms of producing management information reports. both at the external and internal level. As in previous years. COMMUNICATION At SUMOL+COMPAL. namely by improving mobility solutions and the online sales site. i. of particular note amongst the many projects completed were the developments with a view to enabling the widening of the distribution network to incorporate new product categories. which provides support to the business systems used by the company. Internal communication is based on a broad and varied set of tools. One consisted of the replacement of the entire servers. intranet. which allows the entire organisation to receive the same messages. namely as regards its performance and strategy of internationalisation.e. In recognition of the introduction of this new technology. OUR SUPPORTING SERVICES In terms of IT systems. In external terms.

allowing the launch of a new phase of review of its contents. Profitability Turnover rose to €310 million. using the closest suppliers. To add value to the chain. ISO 14001.3%. Contacts with suppliers were maintained in the aim of establishing partnerships to supply materials and services to international markets. up 2.A. special mention for more projects to rationalise packaging materials and energy use. aiming continued improvement and the maintenance of SUMOL + COMPAL Marcas certifications: ISO 9001.8% to €300. down 22.9% to €164 million. S. process and analyse a multitude of data. Factors which explain this increase are mainly the aforementioned greater integration of the value chain in the international operations and the fall in the price of certain key raw materials. the result above all of greater integration of the value chain in the international operations in Angola and Mozambique.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. The work of the Procurement Department focused on finding innovative and more rational and sustainable alternatives. In the Portuguese operations. Sales grew by 3. The average sales price was up by 3. namely the various benchmarks SUMOL+COMPAL is certified for and on customer-specific norms. In 2014 the Planning and Management System Department focused on the consolidation of the planning and management control model geared towards internationalization.1.1%.6 million. including its applicability in different internal forums dedicated to the evaluation and discussion of performance. The year was extremely demanding in the latter aspect as a result of the complex and important projects implemented or underway. in particular materials and services for the factories and marketing in Mozambique and Angola. Earnings from filling services stood at €9. 50 . efforts centred on establishing medium to long-term partnership arrangements and. marketing materials and industrial services. while in 2013 it stood at 51. service and price. | 2014 Work on developing and perfecting the management model for returnable packaging begun in 2013. OUR FINANCIAL RESULTS 9. The Internal Audit Office executed the programme approved by the Audit Committee.8%. The Legal Department continued to provide support for daily activities and to assess and support the legality of matters of a strategic nature. BRC Food Safety (British Retail Consortium) and AIB International. It must also be stressed the completion of the new management system platform. Providing support for the international operations is a huge challenge for the Procurement Department. It was necessary to compile.3 million.9%. of unusually large proportions in the company‟s history. The gross margin percentage was 52. was continued in 2014. as well as audits on standards compliance. operational and supporting processes. 9.8% on the preceding year. Work also proceeded on centralising the purchasing of more secondary materials. within short periods of time to produce relevant outputs to support decision-making. Audits were conducted on business. At the same time several strategic development studies were developed. the negotiation of new equipment was strengthened and the adapting of production. wherever possible. Special focus was placed on organising the Angolan plant project. continuing its main mission to optimise the total cost of materials and services based on the three key elements of quality. Gross margin climbed 4. and which has had very positive results. which covered the areas of operational efficiency and internal control. The Accounts and Taxes team was directly involved in projects of a strategic nature for SUMOL+COMPAL. packaging and transport from the SUMOL brand plants to supply the plants in Africa was begun.

9. no impairment loss was observed. Interest charges on financing in 2014 fell to €16.5 million from €16.2 million in 2013. This represented a 51 . SUMOL+COMPAL shares were first traded in the year's opening session on 2 January and last traded on 31 December. with particular mention for expenditure on marketing.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.4.2 times EBITDA.1 million at the end of the year. The average storage time for stocks rose from 71 to 80 days as a result of the boosting of stocks of finished product in Angola. which amounted to €14. SUMOL+COMPAL Shares In 2014. unlike in 2013. after careful evaluation of the risks involved and an increase in provisions by €0.9% of the capital and associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas by Copagef.8 million at the close of 2014.5 million (+6.5% to €34.3 million.3 million in 2013. Tax for the period was significantly influenced by the drop in deferred tax liabilities.2 million was invested in intangible assets in exclusive client contracts in Portugal.3%). Shareholders‟ Equity was significantly increased to €224. EBITDA stood at €41.5 million. Around €3.A. illustrated in the change in the working capital indicators: the improvement in the average collection time from 55 to 51 days was boosted by the rise in the average payment time from 63 to 70 days. | 2014 External supplies and services grew by 7. Personnel costs fell 1.7 million. EBIT stood at €27. Around €2.4% of turnover. 13. a rise of 11. 9. 4.6 million. This was influenced by the restructuring in the preceding year and the absence of non-recurring costs. EBITDA therefore grew €2.5% to €94. but penalised by the cost of short-term financing which replaced long-term amortised debt at a more favourable interest rate.9 million (69%) was allocated to the acquisition and installation of equipment to improve production efficiency and modernise facilities in Portugal.9 million. up from €39.2. Earnings before taxes climbed to €8. This ratio stood at 6. the consolidated net profit including non controlling interests was €11. stemming from the reduction in the corporate tax (IRC) rate. benefitting from lower average net interest-bearing debt than in the past year. Financial Situation Net debt was €176. An impairment loss in customer debts and inventories of €1.A. against €270. As a result of the above.3.6 million in 2013.13 per share. Investments Investment in tangible assets by SUMOL+COMPAL stood at €5. 9. After assessing goodwill and brands.3 in 2012.1m was allocated.2 million. The results achieved in the short-term financial situation this year were better than in 2013. The change in these costs is associated with greater activity. to close the year with a deposited cash surplus of €59. essentially as a result of the acquisition of 49.9% of the share capital and respective associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas to Copagef.7%. Depreciations and amortizations were calculated according to the estimated working life of company assets.4 million. This cash inflow on 31 December 2014 enabled SUMOL+COMPAL.2 million. After computing the taxes for the period.6 million.9 in 2013 and 8. The figures for net debt were significantly impacted by the proceeds from the sale of 49. S. when the price closed at €1.7 million. S.

From January to December 2014. On 30 December 2014. the PSI Geral market index fell by 21.A. rising 4. the company had a total of 4. | 2014 4. Social Capital Since one of SUMOL+COMPAL‟s strategic objectives is to contribute to economic.1. for the purposes of Article 325-A of the Commercial Company Code (CSC).039. at the announcement of the signing of a new agreement with the Angolan National Private Investment Agency (ANIP). in 2014 it continued its action plan to promote sustainable development at three levels: reducing the environmental impact of its operations. social and environmental sustainability. as well as pollution prevention.08 at the close in 2013. up 208. at a price of €1. Natural Capital To contribute to sustainable development by minimising the environmental impact of its activities. the amount of the company‟s products donated fell. Conscious of its responsibilities. the company has continuously adopted good environmental practices in the aim of improving its environmental performance and focused on the rational and sustainable management of resources.05. in compliance with pre-defined criteria. On 30 May.4% rise in value on the price of €1. Shares traded at a low of €0.81 per share. 1.13. the share price rose from €1. where it remained.813 own shares. In line with its strategic aim to internationalise. these shares were already considered to belong to the company. SUMOL+COMPAL focused on greater social involvement in African countries. more optimised management and the decentralisation of some support ensured that at the close of the year over half a million litres of product had been donated amongst 438 social organisations. At the end of 2014.17.061. On 11 March. During 2014. when the decisions of the Annual General Meeting and the results for the first quarter of 2014 were made public. promoting healthy lifestyles. therefore. in particular in those communities where it is based.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.9% on 2013. the share price stood at €1. and on 9 December when the payment of reserves was announced.2. corresponding to 4. This did not alter the total number of own shares held since.12 to €1. is one of the strategic goals of SUMOL+COMPAL‟s sustainability policy. 52 .782. and on 27 August.19 on 21 November. namely by reducing its consumption of water and energy at its manufacturing plants. the company informed the Portuguese Securities Commission (CMVM) of its acquisition of 1. Compared to 2013. the share price remained steady. At the close it stood at €1.98 on 13 January and a high of €1.04% of the share capital.8% the following day to €1. 10. In the week following the announcement of the results for the third quarter (13 November) and the signing of the contract with Copagef (14 November). However.242 SUMOL+COMPAL shares were traded. when the company published the Report for the first half of the year. as a response to social emergencies and also as a means of acknowledging the market‟s preference for its brands. in the commitment to promote responsible environmental behaviour. SUMOL+COMPAL AND THE LOCAL COMMUNITY 10. corresponding to 1. 10. and cooperating with the local community. S.10.020 shares from SUMOL+COMPAL Marcas.2%. It behaved similarly on 23 September. when the results for 2013 were announced.06% of its total share capital.

exercises control and when necessary takes corrective measures. supervises. S. it was decided to implement ISO 14001 to ensure environmental management system certification in 2016. 11. FUTURE OUTLOOK We expect the fast moving beverages markets in Portugal in 2015 to reverse the downward trend of recent years. 12. The SUMOL+COMPAL Group has a system of control based on economic. BUSINESS RISKS The Board of Directors is responsible for complying with all general and beverages industry specific legislation.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. the Board of Directors proposes the following application: Payment of dividends: €15. as of 31 December 2014. MANAGEMENT MODEL In the report on corporate governance.658. water and air stemming from its manufacturing operations as a means to respect and preserve the planet. concentration or loss of customers. talent retention. financial and operations reporting and oversees this control in order to achieve a reasonable degree of confidence as regards the reliability of the data. competition. the company's management model is described in detail.A. the general economic situation.48 This proposal is justified by the capital gain and the cash liquidity level generated by the sale of a participation in the capital of SUMOL+COMPAL Marcas. 14. It is also responsible for controlling risks associated with the strategic and operating objectives as well as the financing of SUMOL+COMPAL. In the normal course of business. st This point is developed further in the Consolidated Notes. In view of the Gouveia plant‟s solid and consolidated environmental performance. DISTRIBUTION OF INCOME Bearing in mind the parent company's earnings of €15. and 9. market risks.444.48. its reputation and environmental risks. Matters related to the management of SUMOL+COMPAL‟s social and natural capital can be found in the Consolidated Notes as of 31 December 2014. of this report.444. | 2014 This commitment is based essentially on prevention and concern for reducing water and energy consumption and careful management of waste and emissions into the soil.658. SUMOL+COMPAL is subject to risks from adverse changes in demand for its products. 13. once again.3. the Pombal plant managed to renew its EMAS registration. referred to in paragraphs 2. which is an integral part of the management report and financial statements. information technologies. raw materials and energy. The continued growth in private consumption and normal weather for the summer season will be crucial to this. It conducts tests. the legislative framework. SUMOL+COMPAL will continue to make a substantial 53 . Analysing and monitoring the environmental performance indicators for 2014 show that all legal obligations at SUMOL+COMPAL‟s facilities were complied with and.

Angola and Mozambique SUMOL+COMPAL‟s operations in their respective countries. The Supervisory Board and Statutory Auditor for their constructive oversight. we estimate that SUMOL+COMPAL‟s turnover and operational profitability in 2015 will be moderately higher than in 2014. whose image has recently been refreshed. We shall continue to place a special focus on our brands and on innovation. 15. In this context. and in the new image of SUMOL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. The consumers and customers of SUMOL+COMPAL's various brands for their continued loyalty. The trade associations for their role as prime forums for discussion and defence of our interests. In view of recent Angolan legislation restricting the importing of fast moving beverages. since we are convinced that these are the key to the sustainability of value creation. will depend on the ability to ensure sufficient local production capacity quickly. who through their dedication and ability helped to turn difficult moments into the creation of opportunity. for their trust in SUMOL+COMPAL and. S. in particular this year. ACKNOWLEDGEMENTS SUMOL+COMPAL's achievements during this year could only have been possible thanks to the contribution of a great many people and organisations to whom we owe a debt of gratitude: The shareholders. and in particular Portugal's farmers. for responding to our needs.A. Our suppliers. this growth will be highly dependent on the state of sales in Angola. we shall continue to try and identify strategic partnerships which contribute to the consolidation of the business in Portugal. SUMOL+COMPAL plans to achieve a slightly higher turnover this year than last in Portugal. Our partners Pepsi-Cola Beverages International. Copagef for its investment in SUMOL+COMPAL Marcas. At the same time. our capacity to satisfy demand for SUMOL+COMPAL brands. Official organisations in Portugal. Carnaxide. SUMOL+COMPAL's employees. Bearing in mind the above. 26 February 2015 54 . which will be unveiled during the first half of the current year. our main international market. for their support of The local authorities and communities where our operations are based for their interest and involvement in what we do. However. and maintain high sales similar to 2014. We expect higher sales in international markets. The expertise of Copagef (SUMOL+COMPAL‟s new partner in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas) and its presence in various African markets should help in the introduction of our brands into some of these markets. Unilever-Jerónimo Martins and Grupo Damm for their brand development support and cooperation and Genius for its cooperation in developing the manufacturing project in Angola. | 2014 investment in innovation and marketing of its brands.

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723.159.933.532.95 33.412.23) Ex cedentes de rev alorização / Revaluation surpluses 14 14.051.176.09 473. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 57 .01 8 1.599.061.199.825.813.41 3.719.00 466.54 564.318.883.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.881.696.43 Dív idas comerciais de curto prazo a receber / Short-term trade debts receivable 10 51.699.167.688.992.76 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar / Short-term trade debts payable 17 e 21 / 17 and 21 48.70 Reserv as legais / Legal reserves 14 1.188.63 Caix a e depósitos bancários / Cash and cash equivalents 13 63.356.957.26 158.55 31-12-2014 31-12-2013 100.004.22 9.34 Outras contas de curto prazo a pagar / Other current liabilities 23 12.22 625.070.18 51.40 131.184.265.418.358.066.194.500.71 5.448.454.080.061.238.45 91.91 12.085.14) (494. 2014 and 2013 amounts stated in euros ACTIVO Notas ASSETS Notes 31-12-2014 31-12-2013 ACTIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT ASSETS Goodw ill / Goodwill 4 e 39 / 4 and 39 113.781.00 269.920.00 71.58 1.63 28.20 Prov isões / Provisions 19 1.00 2.42 64.72 113.389.374.401.31 144.81 1.269.997.637.366.068.093.272.17 32 1.448.451.86 Tangív el / Tangible 6 e 39 / 6 and 39 63.11 Passiv os por impostos diferidos / Deferred tax liabilities 32 63.712.72 Intangív el / Intangible 5 e 39 / 5 and 39 286.596.923. 15 e 39 / 3.78 Outras reserv as / Other reserves 14 22. | 2014 montantes expressos em euros Balanços consolidados em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated balance sheets at 31 December.35 67.121.526.039.13 2.020.678.453.43 Alterações nos interesses / Changes in interests 14 34.882.000.194.873.33 Dív idas comerciais de longo prazo a receber / Long-term trade debts receivable Outros activ os não correntes / Other non-current assets Activ os por impostos diferidos / Deferred tax assets TOTAL DO ACTIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT ASSETS ACTIVO CORRENTE / CURRENT ASSETS Inv entários / Stocks 9 e 39 / 9 and 39 31.84 Outros activ os correntes / Other current assets 12 5.462.058.185.00 100.00) TOTAL DO ACTIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT ASSETS TOTAL DO ACTIVO / TOTAL ASSETS 39 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Notas EQUITY AND LIABILITIES Notes CAPITAL PRÓPRIO / EQUITY Accionistas da empresa-mãe: / Parent company equity holders: Capital / Share capital 14 Acções próprias (v alor nominal) / Treasury stock (nominal value) 1 e 14 / 1 and 14 Acções próprias (descontos e prémios) / Treasury stock (discounts and premiums) 14 (494.500.447.950.092.938.52 2.186.667.938.416.205.50 288.45 Outros passiv os financeiros / Other financial liabilities 24 19.455.060.793.892.383.201.54 564.880.315.052.612.837.853.947.720.68 1.76 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar / Long-term trade debts payable 17 e 18 / 17 and 18 8.24 36.88 20.458.647.197.433.627.848.92 4.724.243.57) 5.737.27 625.610.636.743.990.30 Passiv os por impostos correntes / Liabilities for current taxes 22 5.194.00 4.14) 224.849.144.31 159.040.566.853.55 TOTAL DO PASSIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT LIABILITIES TOTAL DO PASSIVO / TOTAL LIABILITIES 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO / TOTAL EQUITY AND LIABILITIES As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.00) (4.638.594.15 (214.092.81 433.453.131.475.490.078.73 130.448.06 Activ os por impostos correntes / Assets for current taxes 11 4.95) Resultado líquido do período / Net income for the year Interesses não controlados / Non-controlling interests 39 e 40 / 39 and 40 3.47 207.114.705.65 Outros inv estimentos financeiros / Other investments 7 e 39 / 7 and 39 69.595.97 Resultados retidos / Retained earnings 14 (12.952.437.161.991.40 56.294.903.07 TOTAL DO PASSIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT LIABILITIES PASSIVO CORRENTE / CURRENT LIABILITIES Empréstimos de curto prazo / Short-term bank loans 17 e 20 / 17 and 20 31.58 131.707.252.551.279.199.651.20 401.659. S.813.00 (4.93 288.28 PASSIVO / LIABILITIES PASSIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT LIABILITIES Empréstimos de longo prazo / Long-term bank loans 16 e 17 / 16 and 17 196.419.95 Equiv alentes a caix a / Cash equivalents 13 13.370.551.453.884.126.126.393.798.17 16.01 66.41 28.74 43.220.195.565.A.733.504.354.555. 15 and 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO / TOTAL EQUITY (20.685.

S.428.549.09) (2.39) (87.00 4.091.921.548.48) (287.04 4.65) Fornecimentos e serv iços ex ternos / Outside supplies and services 28 (94.473.046.102.805.22) Outros gastos e perdas / Other costs and losses 30 (3.221.635.573.64 14 5.963.A.080.67) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS 11.103.403.86 311.000.24 RESULTADOS ANTES DE IMPOSTOS / PRE-TAX PROFIT (LOSS) Imposto sobre o rendimento do período / Corporate income tax for the year 32 e 39 / 32 and 39 RESULTADOS APÓS IMPOSTOS / NET PROFIT (LOSS) AFTER TAXES Resultado atribuív el aos accionistas da empresa mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 3.044.44) 8.93 TOTAL DOS RENDIMENTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING INCOME GASTOS OPERACIONAIS / OPERATING COSTS Gasto das v endas / Cost of sales (146.25) RESULTADOS OPERACIONAIS / NET OPERATING PROFIT (LOSS) Outros resultados financeiros / Other financial gains (losses) 39 27.12 0.905.398.12 0.015.082.25 4.12) Gastos com o pessoal / Employee benefits costs 29 (34.999.856.05 Básicos / Basic 40 0.211.29) 5. 2014 and 2013 amounts stated in euros RENDIMENTOS E GASTOS Notas INCOME AND GAINS Notes 31-12-2014 31-12-2013 301.009.481.799.403.683.23) Amortizações e depreciações / Depreciations and amortizations Prov isões e perdas de imparidade / Provisions and impairment losses 19 (1.788.980.455.62) (145.12 0.60) 11.493. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 58 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .05 Diluídos / Diluted 40 0.978.109.100.186.38 24.903.870.813.32 320.464.544.61 RENDIMENTOS OPERACIONAIS / OPERATING INCOME Réditos / Revenue 25 e 39 / 25 and 39 309.12 0.020.05 Ex cluindo operações em descontinuação / Excluding discontinuing operations As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.25 4.555.548.186. | 2014 montantes expressos em euros Demonstrações consolidadas dos resultados dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated income statements for the years ended 31 December.663.574.328.05 Outros rendimentos e ganhos / Other operating income 26 e 39 / 26 and 39 11. 6 e 39 / 5.68 31 e 39 / 31 and 39 (19.05 Diluídos / Diluted 40 0.31) (1.444.903.126.426.931.34) (20.662.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.25 (151.967.570.21 (61.327.74) TOTAL DOS GASTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING COSTS (293.74) (14.225.763.490.058.823.354. 6 and 39 (14.33) (35.81 10.136.31 3 e 15 / 3 and 15 6.003.246.068.190.64 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests RESULTADO POR ACÇÃO / PROFIT (LOSS) PER SHARE Incluindo operações em descontinuação / Including discontinuing operations Básicos / Basic 40 0.

89) (728.813.346.609.25 4.764.031.346.25 (151.571.47 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas dos rendimentos integrais dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated comprehensive income statements for the years ended 31 December.95 GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO ANTES DOS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY BEFORE NON-CONTROLLING INTERESTS Outros ganhos (perdas) atribuív eis aos interesses não controlados / Other profits (losses) attributable to non-controlling interests GANHOS (PERDAS) CONSOLIDADOS RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED PROFITS (LOSSES) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS RECOGNIZED IN EQUITY 8.715.59 (4.903.64 773.31 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests 15 6.042.12) 8.011.64) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS OUTROS GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO: / OTHER PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY: Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 Outros aumentos/diminuições / Other increases/decreases (3.000.089.080.67) 11.330.809.94 7.058. 2014 and 2013 amounts stated in euros Notas Notes 31-12-2014 31-12-2013 Resultado atribuív el aos accionistas da empresa-mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 14 5. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 59 .360.855.31) 3.555.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.403.A.548.186.738.00 4.59 - (155.490.823.728.94 7.58 4.809.556.990.

115.813.75 123.837.638.00) (4.345.51 (4.803. 3 and 15 - 34.651.555.873.020.080.252.56 (59.51) (214.194.837.98) - (4.532.151.58 - 773.370.990.370.462.320.569.666.45) 4.318.119.91) 928.359.651.080.020.64 (730.997.092.00) (9.25 11.90 1.25 1.59) - (6.00 - - - - - (184.666.722.000.813.23) 16.358.43 - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - Outros / Other - Saldo em 31 de Dezembro de 2013 / Balance at 31 December.00) (485.061.97 - 34.453.91) - (2.500.595.97 - - 34.107.00) (184.737.A.490.00 159.688.092.78 33.548.97 (12.011.54 - - - - - - - 928.197.00 Aplicação do resultado de 2013 / 2013's net profit (loss) distribution Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year Diferenças no interesse na S+Cm / Changes in S+Cm's interest (4.268.850.78 33.992.651.31) (214.823.186.354. 2013 100.719.358.00 6.500.73 (4.803.688.194. 2014 to 31 December.95) 5.53) (6.068.685.31 4.15 34.089. 2014 100.251.31 131.70 1.080.194.813.916.31 Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 - - - - - - 4.051.359.95 1 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2013 1 January.453.058.719.831. 2014 and 2013 Capital Notas Acções Acções Excedentes de social próprias (VN) próprias (DP) Notes amounts stated in euros Reservas revalorização legais Alterações Resultados reservas nos interesses Outras retidos Res.990.29 - (25.403.000.00 (125.02) 123.571.06) (494.14) 14.699.555.500. 2014 Saldo em 1 de Janeiro de 2014 / Balance at 1 January.70 1.91) 29.43 (20.565.42 - - - - 880.97 - - - (6.31 131. 3 e 15 / 1.089.86) - - - (727.595.831. líquido Accionistas da do período Share Treasury Treasury Revaluation Legal Other Changes Retained Net capital stock (NV) stock (DP) surpluses reserves reserves in interests earnings profit (loss) empresa-mãe Parentcompany shareholders Interesses Total do não control.17 1.903.724.330.98) - (134.209. 2013 100.051.554.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.171.58 - - - - - - (184.345. S.14) 130.75) - Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year 39 e 40 / 39 and 40 - - - - - - - - 4.28 39 e 40 / 39 and 40 Distribuição de reserv as / Distribution of reserves Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives - - - - 2.274.00 5.000.813.089.14) 130.000.992.80 - - - - - - - - - - - - - 5.555.161.843. 2013 to 31 December.722.89) (494.89) 57.00 (4.061.803.151.59 - - - - - - (134.75 (928.092.020.59) - - - - - - - - - - Realização de ex cedentes / Realization of surpluses - - - - - - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - - Outros / Other - - 17 Saldo em 31 de Dezembro de 2014 / Balance at 31 December.092.358.571.15 224.91) (4.59 - 4.57) 4.58 64. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 60 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS . capital próprio Non-control.59) 4.039.565.566.318.98) (722.25) 16.020.151.358.000.722.59 - 4.813.000.401.00) (494.28 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.586.401.936.555.255.42 (151.20) - (20.345.121.58 - 773. 2013 Saldo em 1 de Janeiro de 2013 / Balance at 1 January. 2014 100.990.58 22.555.599.57) 4.490.500.23) 16.04 53.00 Aplicação do resultado de 2012 / 2012's net profit (loss) distribution (3.728.565.633.061.78 33.121. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas das alterações no capital próprio dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated equity changes statement for the years ended 31 December.490.571.843. Total interests equity 1 de Janeiro de 2014 a 31 de Dezembro de 2014 1 January.368.67) (3.282.53 - - - - - - - - 773.

471. 2014 and 2013 montantes expressos em euro amounts stated in euros Notas 31-12-2014 31-12-2013 Recebimentos de clientes / Receipts from trade debtors 343.786.73 Recebimento (pagamento) do imposto sobre o v alor acrescentado / VAT (payments) refunds (1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.043.272.321.917.677.43) (3.08) Flux os das activ idades de financiamento / Cash used in financing activities Variação de caix a e seus equiv alentes / Net change in cash and cash equivalents (33.173.867.17 88.166.83 Subsidios de inv estimento / Investment subsidies 170.444.462.914.965.84) Recebimento (pagamento) do imposto sobre o rendimento / Corporate tax (payments) refunds (2.34) Notes ACTIVIDADES OPERACIONAIS / OPERATING ACTIVITIES: Pagamentos ao pessoal / Payments to employees (33.044.602.64 89.445.490.91) Outros / Other (1.189.52 1.276.159.805.07 323.411.14 Flux os das activ idades de inv estimento / Cash used in investment activities ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO / FINANCING ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Outros / Other 210.682.710.553.25 61.188.334.14) (235.077.151.884.77 221.753.17 88.93) (71.000.229.A.181.104.89) (6.54) (33.05) 43.961.66) (6.033.961.034.892.262.675.17 Juros e prov eitos similares / Interest and similar income 290.062.04) Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Amortização de contratos de locação financeira / Leasing contracts amortization Juros e custos similares / Interest and similar costs Div idendos / Dividends (281.624.677.555.522.885.74) 86.854.553.454.12 Pagamentos a fornecedores / Payments to trade creditors (267.342.880.363.322.90) Activ os fix os intangív eis / Intangible assets (1.51) Caix a e seus equiv alentes no fim do período / Cash and cash equivalents at the end of the year 13 50.738.204.335.580.428.023.428.639.547.304.736.993.266.881.217.64) (43.37 Caix a e seus equiv alentes no início do período / Cash and cash equivalents at the beginning of the year 13 (26.52 (4. S.018.39 Outros recebimentos (pagamentos) relativ os à activ idade operacional / Other receipts (payments) relating to operating activities (1.880.61 Flux o gerado pelas operações / Cash generated by operations Flux os das activ idades operacionais / Cash flow from operating activities ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO / INVESTMENT ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments 88.64 Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments - (310.590.956.946.738.04 1.50 77.49 49.623.39 55.94) (1.857.058. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 61 .41 42.660.458.713.76) 16.810.515.32) (18.82) Activ os fix os tangív eis / Tangible assets (5.00 - 87.14 (104.148.892.836.55) (17. | 2014 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated cash flow statements for the years ended 31 December.88) (55.14) As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.090.904.557.30 - Activ os fix os tangív eis / Tangible assets 761.235.38) 83.073.91) (2.846.15) (52.223.722.67) 37.11 (26.722.16) - (130.810.14) (87.06) (4.677.166.023.00) (5.443.184.770.59) Aquisição de acções próprias / Treasury stock acquisitions (31.663.441.56) 72.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Notas Consolidadas
em 31 de Dezembro de 2014
(montantes expressos em Euro)

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(investidor@sumolcompal.pt).

ÍNDICE
Nota introdutória ..................................................................................................................................................... 65
Bases de apresentação ....................................................................................................................................... 65
Referencial de relato........................................................................................................................................ 65
Declaração de conformidade ........................................................................................................................ 65
Consistência na apresentação ..................................................................................................................... 65
Alterações de políticas .................................................................................................................................... 65
Principais políticas contabilísticas .................................................................................................................... 65
Goodwill ............................................................................................................................................................... 65
Activo intangível ................................................................................................................................................ 66
Activo tangível ................................................................................................................................................... 66
Investimentos financeiros em subsidiárias ............................................................................................... 66
Outros investimentos financeiros ................................................................................................................ 67
Locação financeira ........................................................................................................................................... 67
Locação operacional........................................................................................................................................ 67
Inventários........................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a receber ....................................................................................................................... 67
Caixa e equivalentes a caixa ........................................................................................................................ 67
Empréstimos ...................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a pagar ........................................................................................................................... 67
Encargos financeiros com empréstimos obtidos .................................................................................... 68
Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ................................................... 68
Provisões ............................................................................................................................................................. 68
Imposto sobre o rendimento ......................................................................................................................... 69
Regime contabilístico do acréscimo e rédito ........................................................................................... 69
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas ............................................................. 69
Classificação de activos e passivos não correntes ............................................................................... 69
Reserva legal ..................................................................................................................................................... 69
62

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira .................................................................... 70
Imparidade do goodwill ................................................................................................................................... 70
Imparidade das marcas .................................................................................................................................. 70
Imparidade de outros activos ........................................................................................................................ 70
Contingências .................................................................................................................................................... 71
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2).............................................................................. 71
Benefícios com pensões de reforma .......................................................................................................... 71
Acontecimentos após a data do balanço .................................................................................................. 71
Estimativas e julgamentos contabilísticos relevantes ................................................................................ 71
Gestão do risco ...................................................................................................................................................... 72
De mercado ........................................................................................................................................................ 72
Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços .......................................................................... 73
Associados a stakeholders ............................................................................................................................ 73
Operacionais e patrimoniais .......................................................................................................................... 74
Legais ................................................................................................................................................................... 75
Financeiros ......................................................................................................................................................... 75
Tecnologias de informação ........................................................................................................................... 83
1.

Empresas incluídas na consolidação .................................................................................................. 85

2.

Empresas associadas .............................................................................................................................. 86

3.

Comparabilidade e alterações ocorridas no Grupo ........................................................................ 86

4.

Goodwill ........................................................................................................................................................ 87

5.

Activo intangível ......................................................................................................................................... 88

6.

Activo tangível ............................................................................................................................................ 89

7.

Outros investimentos financeiros ......................................................................................................... 91

8.

Dívidas comerciais de longo prazo a receber .................................................................................. 91

9.

Inventários ................................................................................................................................................... 91

10.

Dívidas comerciais de curto prazo a receber ................................................................................... 92

11.

Activos por impostos correntes ............................................................................................................. 93

12.

Outros activos correntes ......................................................................................................................... 93

13.

Caixa e equivalentes a caixa ................................................................................................................. 94

14.

Capital ........................................................................................................................................................... 94

15.

Interesses não controlados .................................................................................................................... 96

16.

Empréstimos de médio e longo prazo ................................................................................................ 96

17.

Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ............................................ 97

18.

Dívidas comerciais de longo prazo a pagar ...................................................................................... 98

19.

Provisões e perdas de imparidade acumuladas ............................................................................. 98

20.

Empréstimos de curto prazo .................................................................................................................. 99

21.

Dívidas comerciais de curto prazo a pagar ....................................................................................... 99

22.

Passivos por impostos correntes ......................................................................................................... 99

23.

OUTROS Passivos correntes .............................................................................................................. 100
63

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

24.

Outros passivos financeiros ................................................................................................................. 100

25.

Réditos ........................................................................................................................................................ 101

26.

Outros rendimentos e ganhos ............................................................................................................. 101

27.

Locação operacional .............................................................................................................................. 101

28.

Fornecimentos e serviços externos ................................................................................................... 102

29.

Gastos com o pessoal ........................................................................................................................... 103

30.

Outros gastos e perdas ......................................................................................................................... 103

31.

Resultados financeiros .......................................................................................................................... 104

32.

Impostos sobre o rendimento .............................................................................................................. 104

33.

Partes relacionadas ................................................................................................................................ 108

34.

Actividade desenvolvida pelos administradores não executivos ............................................. 110

35.

Responsabilidade social ....................................................................................................................... 111

36.

Contingências ........................................................................................................................................... 115

37.

Matérias ambientais................................................................................................................................ 116

38.

Plano de pensões .................................................................................................................................... 117

39.

Segmentos operacionais....................................................................................................................... 117

40.

Resultados por acção ............................................................................................................................ 121

41.

Normas aprovadas no período e normas com eficácia posterior ............................................ 121

42.

Acontecimentos após a data do balanço ......................................................................................... 121

43.

Data de autorização para emissão das demonstrações financeiras ...................................... 121

64

cervejas. de 17 de Fevereiro. o Grupo procedeu à interrupção da amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005. “S+C” ou “Empresa”) e empresas subsidiárias e tem como actividade principal a produção e comercialização de refrigerantes. S. Alterações de políticas Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não ocorreram alterações de políticas contabilísticas face às consideradas na preparação da informação financeira relativa ao período anual anterior.A. 65 . derivados e conservas de frutos e vegetais. Consistência na apresentação As políticas contabilísticas a seguir apresentadas foram aplicadas de forma consistente a todas as entidades do Grupo em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas daquele. as demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") conforme endossadas pela União Europeia (“UE”) a partir do exercício de 2005. Até 31 de Dezembro de 2004. depois de reavaliado o justo valor dos activos e passivos identificáveis.º 35/2005. definido em 20 anos.º 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 19 de Julho. As IAS/IFRS incluem as normas emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"). BASES DE APRESENTAÇÃO As bases de apresentação na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram as seguintes: Referencial de relato No âmbito do disposto no Regulamento (CE) n. As demonstrações financeiras consolidadas anexas são apresentadas em euros (moeda funcional). em Carnaxide.A. A Empresa tem sede na Estrada da Portela. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram: Goodwill As diferenças entre o valor de aquisição dos investimentos em empresas do grupo e o montante atribuído ao justo valor dos activos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição. Contudo. a aplicação da IFRS 3 implica descontinuar a amortização do goodwill desde o princípio do primeiro período anual com início em ou após 31 de Março de 2004.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. por esta ser a divisa preferencialmente utilizada no ambiente económico em que o Grupo opera. na sua regulamentação para a legislação portuguesa através do Decreto-Lei (“DL”) n. directamente em ganhos do período. Deste modo. S. tal como adoptadas pela UE. | 2014 NOTA INTRODUTÓRIA O Grupo SUMOL+COMPAL (“Grupo”) é constituído pela SUMOL+COMPAL. se positivas. e foi constituída em 26 de Janeiro de 1970. quando negativas. sumos de frutas. (“SUMOL+COMPAL”. n. são escrituradas na rubrica “Goodwill” (Nota 4) e. bem como as interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (“IFRIC”) e pelos respectivos órgãos antecessores. águas. o Grupo amortizava o goodwill no período estimado de recuperação do investimento. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as IAS/IFRS emitidas pelo IASB.º 9.

A. por contrapartida da rubrica "Amortizações e depreciações" da demonstração dos resultados. O valor recuperável das marcas escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. Regra geral. Activo tangível Os activos fixos tangíveis encontram-se escriturados ao valor de aquisição deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas de imparidade acumuladas (Nota 6). deduzido das amortizações acumuladas e eventuais perdas de imparidade. são capitalizadas e depreciadas de acordo com a vida útil remanescente dos correspondentes bens. foram incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas pelo método de consolidação integral. O activo intangível é composto por direitos contratuais decorrentes de contratos de exclusividade celebrados com clientes e por marcas. controlado pelo Grupo e for provável que dele advenham benefícios económicos futuros para o Grupo e se possa medir razoavelmente o seu valor. Investimentos financeiros em subsidiárias As participações financeiras nas empresas em que o Grupo está exposto ou é detentor de direitos relativamente a resultados variáveis por via do seu relacionamento com a investida e tem capacidade para afectar esses resultados através do poder que exerce sobre ela (definição de controlo utilizada pelo Grupo). durante o período estimado da sua vida útil a partir do exercício em que o activo se encontra disponível para uso e são escrituradas na demonstração dos resultados na rubrica de "Amortizações e depreciações". As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. independentemente da existência de sinais desta. igualmente acumuladas (Nota 5). tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. O activo intangível só é reconhecido se for identificável. independentemente da existência de sinais desta. As beneficiações de montante significativo que aumentam o período estimado de utilização dos respectivos bens. sendo imputadas numa base sistemática durante a vida útil estimada para o activo pelo Grupo. S. Activo intangível O activo intangível encontra-se escriturado ao valor de aquisição. conforme quadro abaixo: Anos de vida útil Instalações 5 a 50 Equipamento básico 4 a 25 Equipamento de transporte 6 a 25 Ferramentas e utensílios 4 a Equipamento administrativ o 3 a 10 Taras e v asilhame 3 a Outros activ os tangív eis 3 a 25 8 7 As despesas correntes com reparação e manutenção do activo tangível são escrituradas como gasto no exercício em que ocorrem.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. as depreciações são calculadas pelo método das quotas constantes a partir do ano em que os bens entram em funcionamento (uso). | 2014 O valor recuperável do goodwill escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. Estes activos são depreciados a partir do momento em que os activos subjacentes estejam disponíveis para uso. 66 . As amortizações dos direitos contratuais são calculadas pelo método das quotas constantes. Os activos tangíveis em curso representam imobilizado ainda em fase de construção/desenvolvimento. encontrando-se os mesmos escriturados ao valor de aquisição. durante o período da respectiva vigência (3 a 5 anos). tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo.

De acordo com este método. durante o período de aluguer a que respeitam (Nota 27). Esta rubrica inclui ainda os descobertos bancários a qual é apresentada como equivalentes a caixa no passivo. as depreciações acumuladas correspondentes (Nota 6) e as dívidas pendentes de liquidação de acordo com o plano financeiro contratual. Os valores de aquisição destes investimentos são inferiores aos respectivos valores de realização. De acordo com o método do juro efectivo. o gasto de juros é imputado ao passivo financeiro durante o período relevante descontando os pagamentos de caixa futuros estimados durante a sua vida esperada. reconhecendo o activo tangível. incluindo despesas de transacção. Caixa e equivalentes a caixa Os montantes incluídos na rubrica de "Caixa e equivalentes de caixa" (Nota 13) correspondem aos valores de caixa. S. 67 . Os inventários de todas as empresas incluídas na consolidação foram valorizados de acordo com os critérios de valorimetria da empresa-mãe. regularmente revisto à luz das condições correntes. bem como as correspondentes responsabilidades. As transacções. Dívidas comerciais a receber As dívidas de clientes e as outras dívidas de terceiros são inicialmente escrituradas ao justo valor e subsequentemente mensuradas ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo. as rendas pagas são reconhecidas como gasto. | 2014 O capital próprio e o resultado líquido destas empresas. Outros investimentos financeiros Os investimentos financeiros noutras empresas são inicialmente escriturados pelos respectivos valores de aquisição. deduzidos de eventuais perdas de imparidade acumuladas. 10 e 19).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Na aquisição de empresas do Grupo é seguido o método da compra. são apresentados separadamente no balanço consolidado e na demonstração consolidada dos resultados. Dívidas comerciais a pagar As dívidas a fornecedores e outras dívidas a terceiros são escrituradas inicialmente ao justo valor e subsequentemente ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo (Notas 18 e 21). Inventários Os inventários são valorizados ao menor do gasto de aquisição/produção ou do valor realizável líquido (Nota 9). Empréstimos Os empréstimos são escriturados ao custo amortizado (Notas 16 e 20). respectivamente. que são os justos valores das retribuições dadas por eles. Adicionalmente. os juros incluídos no valor das rendas e as amortizações do activo tangível são reconhecidos como gastos na demonstração dos resultados do período a que respeitam.A. O valor realizável líquido corresponde ao preço de venda normal deduzido dos gastos de comercialização. utilizando como método de custeio para as matérias-primas o custo médio e para os produtos acabados o custo standard. Locação financeira Os activos tangíveis adquiridos mediante contractos de locação financeira (“Leasing”). Locação operacional Os bens cuja utilização decorre do regime de aluguer de longa duração ("ALD") estão contabilizados pelo método de locação operacional. na rubrica "Interesses não controlados" (Nota 15). spread e custos de transacção. A estimativa destes fluxos de caixa considera os termos contratuais do passivo financeiro tais como comissões. são contabilizados pelo método financeiro. os saldos e os dividendos distribuídos entre empresas do Grupo são eliminados. depósitos bancários à ordem e a prazo e outras aplicações de tesouraria com vencimento a menos de três meses e para os quais o risco de alteração de valor não é significativo. deduzidos de eventuais perdas de imparidade (Notas 8. correspondente à participação de terceiros nas mesmas. que corresponde à quantia pela qual o passivo financeiro é mensurado no reconhecimento inicial (justo valor) menos os reembolsos de capital e a amortização cumulativa usando o método do juro efectivo de qualquer diferença entre essa quantia inicial e a quantia na maturidade.

a relação de cobertura encontra-se identificada e formalmente documentada. com as seguintes condições: i. tais como interest rate swaps (“swaps”) (Nota 16) e forwards cambiais (“forwards”). a eficácia da cobertura possa ser mensurada com fiabilidade à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. reconhecendo-se o gasto dos juros e todos os outros gastos inerentes ao longo da vida útil esperada dos mesmos (Notas 16 e 20). o justo valor dos derivados é estimado com base em instrumentos cotados. as variações no justo valor são inicialmente registadas por contrapartida de capitais próprios e posteriormente reclassificadas para resultados. e somente quando. ou quando a cobertura deixa de cumprir os critérios exigidos para a contabilidade de cobertura. Cobertura de fluxos de caixa Sempre que as expectativas de evolução de taxas de juro e de câmbio o justifiquem. As provisões são revistas na data de cada balanço e são ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa a essa data. S. o Grupo tem uma obrigação presente (legal ou implícita) resultante de um evento passado e é provável que. Quando um instrumento de cobertura expira ou é vendido. os custos associados aos financiamentos cobertos são periodizados à taxa inerente à operação de cobertura contratada. Desta forma e em termos líquidos. do instrumento de cobertura e a avaliação da efectividade da cobertura. Provisões As provisões (Nota 19) são reconhecidas quando. Sempre que disponível. Se as operações de cobertura apresentarem ineficácia. na medida em que sejam consideradas coberturas eficazes. para operações de cobertura de fluxos de caixa. existe a expectativa de que a relação de cobertura seja altamente efectiva.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ii. Na ausência de preços de mercado. 68 . incluindo a identificação do item coberto. através de instrumentos derivados. as variações de justo valor do derivado acumuladas em reservas são reconhecidas em resultados quando a operação coberta também afectar resultados. iii. o Grupo procura contratar operações de protecção contra movimentos adversos. cumulativamente. Os instrumentos financeiros derivados utilizados para fins de cobertura podem ser classificados contabilisticamente como de cobertura desde que cumpram. para a resolução dessa obrigação. | 2014 Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com os empréstimos obtidos são reconhecidos de acordo com o método do juro efectivo. esta é registada directamente em resultados. o justo valor dos derivados é estimado através do método de fluxos de caixa descontados. Estas operações são registadas no balanço pelo seu justo valor e.A. iv. ocorra uma saída de recursos e que o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura O Grupo recorre à contratação de instrumentos financeiros derivados (Nota 17) com o fim único e exclusivo de cobrir os riscos de taxa de juro de financiamentos bancários contratados e de taxa de câmbio associado a fluxos financeiros em moeda estrangeira. à medida que o item coberto gere perdas ou ganhos. à data de início da transacção. A contratação de tais instrumentos é efectuada de acordo com as políticas de gestão de risco aprovadas pelo Conselho de Administração. os mesmos devem ser altamente prováveis de virem a ocorrer.

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Imposto sobre o rendimento
O imposto sobre o rendimento do período é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação e considera a tributação diferida.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação de acordo com as regras fiscais em vigor no local da sede
de cada uma delas (Notas 11 e 22), considerando a tributação diferida.
Os impostos diferidos (Nota 32) são calculados com base no método da responsabilidade de
balanço e reflectem as diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para
efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos quando existem expectativas razoáveis de
lucros fiscais futuros suficientes para os utilizar. No final de cada período é efectuada uma
revisão dos impostos diferidos escriturados, bem como dos não reconhecidos, sendo os
mesmos reduzidos sempre que deixe de ser provável a sua utilização futura ou escriturados,
desde que, e até ao ponto em que, se torne provável a geração de lucros tributáveis no futuro
que permitam a sua recuperação.
Regime contabilístico do acréscimo e rédito
Os gastos e os rendimentos são contabilizados no exercício a que dizem respeito,
independentemente da data do seu pagamento ou recebimento. Os gastos e os rendimentos
cujo valor real não seja conhecido são contabilizados por estimativa.
Nas rubricas "Outros activos correntes" (Nota 12) e "Outros passivos correntes" (Nota 23)
registam-se os rendimentos e os gastos imputáveis ao exercício corrente e cujas receitas e
despesas ocorrerão em exercícios futuros, bem como as receitas e as despesas já ocorridas
respeitantes a exercícios futuros, a imputar aos resultados de cada um desses exercícios pelo
valor que lhes corresponde.
Os réditos (Notas 25 e 39) decorrentes de vendas e de prestações de serviços são
reconhecidos na demonstração consolidada dos resultados quando os riscos e vantagens
significativos inerentes à posse dos activos são transferidos para o comprador e o montante
dos réditos possa ser razoavelmente quantificado. Os réditos são reconhecidos líquidos de
impostos e descontos.
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas
O Grupo reconhece estes subsídios quando tem na sua posse informações que permitam
concluir, por um lado, que as empresas elegíveis reúnem os requisitos para cumprir as
condições a eles associadas e que, por outro, os fluxos de caixa deles decorrentes fluirão
efectivamente para aquelas.
Após a verificação das circunstâncias acima descritas, o Grupo adopta umas das seguintes
metodologias na escrituração destes subsídios:
i. os destinados à exploração são reconhecidos na demonstração dos resultados do
período a que respeitam;
ii. os atribuídos a fundo perdido para financiamento da aquisição de activos tangíveis são
escriturados, como rendimentos diferidos, na rubrica de “Outros passivos correntes”
(Nota 23), e reconhecidos na demonstração dos resultados proporcionalmente às
amortizações dos activos tangíveis subsidiados.
Classificação de activos e passivos não correntes
Os activos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano da data de balanço são
classificados, respectivamente, como activos e passivos não correntes.
Reserva legal
A legislação societária Portuguesa estabelece que pelo menos 5% do resultado líquido anual
tem que ser destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do
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capital social (Nota 14). Esta reserva não é distribuível, a não ser em caso de liquidação, mas
pode ser utilizada para absorver prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas, e
para incorporação no capital social.
Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira
Os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros
utilizando as taxas de câmbio vigentes na data dos balanços.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as
taxas de câmbio em vigor na data das transacções e as vigentes na data das cobranças,
pagamentos ou à data do balanço, são escrituradas como rendimentos e gastos na
demonstração consolidada dos resultados do exercício.
A moeda funcional das unidades operacionais detidas no estrangeiro é a mesma da entidade
que relata, ou seja, o euro.
Imparidade do goodwill
Por ter vida útil indeterminada, o goodwill (Nota 4) não é amortizado, mas antes anualmente
sujeito a teste de imparidade. O goodwill encontra-se escriturado pelo seu custo deduzido de
eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se escrituram em resultados
financeiros.
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, o goodwill é associado a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil.
Imparidade das marcas
Por terem igualmente vida útil indeterminada, as marcas (Nota 5) não são amortizadas, mas
antes anualmente sujeitas a teste de imparidade. As marcas encontram-se escrituradas pelo
seu custo deduzido de eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se
escrituram na demonstração dos resultados em "Provisões e perdas de imparidade".
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, as marcas são associadas a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil (Nota 19).
Imparidade de outros activos
É efectuada uma avaliação de imparidade à data do balanço e sempre que se identifique um
evento ou alteração nas circunstâncias indicativo de que possa não ser recuperado o valor de
escrituração de um activo. Caso este seja superior à sua quantia recuperável reconhece-se
uma perda de imparidade, escriturada na demonstração dos resultados em "Provisões e
perdas de imparidade" (Nota 19).
A quantia recuperável é o valor mais elevado entre o justo valor menos o gasto de venda e o
seu valor de uso. O primeiro é o valor que se obteria com a alienação do activo numa
transacção ao alcance das partes envolvidas, deduzido dos gastos directamente atribuíveis à
alienação. O segundo é o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados que se esperam
obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da sua vida útil. A quantia
recuperável é estimada para cada activo individualmente ou, caso não seja possível, para a
unidade geradora de caixa a que pertence.
A reversão de perdas de imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é escriturada na
demonstração dos resultados, em “Outros rendimentos operacionais”, quando existem indícios
de que já não existem ou diminuíram. Contudo, a reversão é efectuada até ao limite da quantia
que estaria reconhecida (líquida de amortização ou depreciação) caso a perda de imparidade
não se tivesse escriturado em exercícios anteriores.

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Contingências
As responsabilidades contingentes não são reconhecidas nas demonstrações financeiras
consolidadas (Nota 36). As mesmas são divulgadas nas notas consolidadas, a menos que a
possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota.
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2)
Algumas das unidades produtivas do Grupo encontram-se abrangidas pelo mercado europeu
de Gases com Efeito de Estufa (GEE). Até à data, o IASB não regulamentou ainda a política
contabilística que permita às entidades escriturar a atribuição e transacção de licenças de
emissão dos GEE (Nota 37). Não obstante, o Grupo entendeu ser adequado adoptar a que a
seguir se descreve:
i. as licenças de emissão de GEE atribuídas a título gratuito não dão lugar ao
reconhecimento de qualquer activo ou passivo, o mesmo se aplicando às emissões que
lhes estão associadas;
ii. os rendimentos de que o Grupo possa vir a beneficiar resultantes da alienação de
direitos de emissão serão escriturados na rubrica “Outros rendimentos operacionais”;
iii. quando existirem indícios de que as emissões anuais de CO2 irão exceder as licenças
atribuídas anualmente, o Grupo procederá à escrituração do correspondente passivo na
rubrica “Outros acréscimos de gastos”, por contrapartida da rubrica “Outros gastos
operacionais”, tendo como base de mensuração a cotação de fecho da data do balanço
consolidado anual;
iv. as licenças que o Grupo tenha eventualmente de adquirir darão lugar ao reconhecimento
de um activo intangível, pelo respectivo preço de aquisição, na rubrica “Propriedade
industrial e outros direitos”.
Benefícios com pensões de reforma
As responsabilidades pelo pagamento de pensões de reforma (por velhice ou invalidez) e de
sobrevivência são escrituradas em conformidade com o disposto na IAS 19 para os planos de
contribuição definida (Nota 38), sendo os gastos com a atribuição dos planos reconhecidos à
medida que os serviços são prestados pelos empregados beneficiários (na rubrica “Gastos com
o pessoal”).
Acontecimentos após a data do balanço
Os eventos ocorridos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre
condições que existiam à data do balanço são reflectidos nas demonstrações financeiras
consolidadas. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre
condições que ocorram após a data do balanço, se materiais, são divulgados nas notas
consolidadas (Nota 42).
ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS CONTABILÍSTICOS RELEVANTES
A preparação de demonstrações financeiras consolidadas exige que a gestão do Grupo efectue
julgamentos e estimativas que afectam os montantes de rendimentos, gastos, activos, passivos
e divulgações à data de relato, pelo que as presentes demonstrações financeiras incluem
rubricas que resultam de estimativas e julgamentos utilizados na aplicação das políticas
contabilísticas do Grupo.
As estimativas acima referidas são determinadas pelos julgamentos da gestão do Grupo, o
qual se baseia na melhor informação e conhecimento de eventos presentes, e em alguns casos
em relatos de peritos independentes, e nas acções que a empresa considera poder vir a
desenvolver no futuro.
O Conselho de Administração considera que as escolhas efectuadas são as apropriadas e que
as demonstrações financeiras consolidadas apresentam, de forma adequada, a posição
financeira do Grupo e o resultado das suas transacções em todos os aspectos considerados
materialmente relevantes.
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As principais rubricas que se encontram influenciadas por estimativas e julgamentos são as seguintes: i. | 2014 O uso de estimativas e de pressupostos representa um risco em originar ajustamentos nos períodos futuros. o que se procura fazer na SUMOL+COMPAL. Não obstante este enquadramento difícil. iii. S. Nos mercados internacionais. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. (iii) desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. e como se afirma na winning aspiration. estimativa da vida útil dos activos tangíveis (Nota 6). O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. estimativa de imparidade das marcas (Nota 5). A relação com os clientes não obriga. Além disso. estimativa de imposto diferido activo decorrente de prejuízos fiscais reportáveis (Nota 32). ii. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. v. vi. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. iv. Em consequência. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. (ii) conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. a SUMOL+COMPAL tem a ambição de (i) liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. estimativa de imposto sobre o rendimento (Nota 32).A. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que a SUMOL+COMPAL disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). havendo contudo. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. estimativa de imparidade do goodwill (Nota 4). GESTÃO DO RISCO Na sequência do referido no ponto 12 do Relatório de Gestão desenvolvem-se seguidamente os diversos riscos a que o Grupo está exposto: De mercado Em Portugal. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. os mercados de bebidas de alta rotação onde a SUMOL+COMPAL opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. 72 . Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. em geral. e de (iv) realizar metade das vendas de 400 milhões de euros fora de Portugal. Sazonalidade e actividades promocionais em preço As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. estimativa de imparidade em clientes (Nota 19). ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. a que estes adquiram quantidades mínimas.

| 2014 Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes podem ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. constitui um risco para a Empresa. atrair e reter talento. a montante. (iii) custos desadequados. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. No entanto. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. grau de experiência e/ou trajecto profissional. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. legal ou de fornecimento. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. Além do risco de má reputação de uma marca própria. Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. com quem mantém relações comerciais. Associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. De igual modo. mas tem definido como um dos vectores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. Esse risco pode ter origem em várias fontes. A SUMOL+COMPAL pode ser considerada à escala global como uma pequena empresa. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. tornando-os cada vez mais globalizados. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. 73 . pelas suas competências.A. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. S. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. pelo que é crítico identificar. por isso. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. conhecimentos. sejam dificilmente substituíveis.

tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL ou ter efeitos patrimoniais negativos. Apesar disso. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. repetidos ou não.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. nas vendas futuras da Companhia. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da Empresa. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos recursos naturais água e energia. No imediato. levando a uma degradação ambiental. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. vão ser tomadas medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. 74 . e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. Está implementado um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. pessoal e de exploração. como qualquer produtor. Operacionais e patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. química e microbiológica das produções. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. nos seres vivos e nos ecossistemas. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. sabotagens e riscos semelhantes. causando danos na saúde humana. Para além do conjunto de Valores definidos. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. mais importante. S. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. já que a sua eventual afectação pode traduzir-se numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. independentemente do país em que trabalhem. com agentes poluentes.A. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. do solo e da atmosfera. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. A gestão destes riscos é complementada com políticas. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. (ii) incêndios. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. A SUMOL+COMPAL.

) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. Financeiros A SUMOL+COMPAL encontra-se exposta a diversos riscos financeiros.) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. vandalismo. nomeadamente risco de mercado (que inclui riscos cambiais. este é um risco cuja gestão é crítica. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. normas de relato financeiro. Legais Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. O risco está associado a diversas dimensões (lei geral. ainda que em montante reduzido. A SUMOL+COMPAL entende que este risco deve ser parcialmente eliminado ou atenuado através da contratação de instrumentos de cobertura ou da fixação de câmbios directamente com os seus fornecedores. O risco está sobretudo associado a três dimensões: tributação sobre o rendimento. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. etc. nomeadamente Moçambique e Angola. Risco cambial Parte das importações de matérias-primas são contratadas em moeda estrangeira (“USD"). de taxa de juro e de preço). Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. etc. dado que alguns clientes efectuam os seus pagamentos em USD. greves. risco de liquidez e risco de crédito.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. do mercado de capitais. À semelhança do que tem ocorrido nos anos anteriores e tendo em conta a extrema volatilidade registada nos mercados cambiais. | 2014 Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD.A. A política de cobertura definida permite mitigar este risco no mínimo em 50% desta exposição. A SUMOL+COMPAL está ciente que o investimento em novos mercados. laboral. perante um enquadramento regulamentar instável e mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. sobre o património e sobre a despesa. específica do sector. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa pela implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. S.) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. resultando num incremento da complexidade. etc. continuará a ser efectuado um acompanhamento regular desta variável e será reavaliada a necessidade de fixar novas posições que se considerem adequadas para a SUMOL+COMPAL. eventos meteorológicos. bem como a definir os procedimentos adequados no sentido de monitorar permanentemente esta variável. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos 75 . roubo. inundações. embora tenham impactos prováveis mais reduzidos que os anteriores. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. Contudo a exposição ao risco de taxa de câmbio é parcialmente compensada. provocará um aumento da exposição a este risco. e por isso tem recorrido à contratação de forwards cambiais. razão pela qual se encontra neste momento a estabelecer as políticas tendentes a mitigar este risco. Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. enquadra e delimita a sua actividade.

481.203.383 5.733.532.475.062 - 6.458.427.447 8.683 4. resultaria num impacto nos resultados do período de 301 milhares de euros negativos e de 301 milhares de euros. Em 31 de Dezembro de 2014.409.314) (212.008 (295.412.179 13.132 - - 1.372 75.850 - - 19.928.981 2.743.100) - 5. com base nos valores do balanço consolidado dos activos e passivos financeiros da SUMOL+COMPAL.852 51.666 4.724 5.891. também respectivamente) e.093 - - 31.197 Outros passtiv os correntes 12.981 2.358.397.300) (300.797.717.558 63.132 1.066.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.438.921 361.884 - - 12.852 - - 1.794.860. A exposição da SUMOL+COMPAL ao risco de taxa de câmbio em 31 de Dezembro de 2014.981 2.053 118.683 135.A.795.125 Correntes Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Correntes Empréstimos de curto prazo 31.266.412.185 3.702) (1.669 - 4.194.149. tendo por base as taxas de câmbio a essa data (passivo de 5.539 122.860.476) (3.848 123.850 8.481.853 131.514 75.933. conforme explicitação abaixo: Risco de taxa de câmbio 31-12-14 EUR USD Outras Total Activ os financeiros Não correntes Outros inv estimentos financeiros Dív idas comerciais de longo prazo a receber 69.683 4.959.897.384. respectivamente (124 milhares de euros negativos e 124 milhares de euros.975.144.866 milhares de euros.588.961) (3.458.105.769.674 48.097 838.419.853 335.721 Passiv os por impostos correntes Equiv alentes a caix a Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) (207.550.093 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 45.062 31-12-13 Activ os financeiros Passiv os financeiros Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) 59. no capital próprio e 76 . S.231.686.333.981 51. em 31 de Dezembro de 2013.190 793.720 - - 69.419.456 - - 5.125 - - 204.402 - 15.720 1.144.595 Os instrumentos financeiros derivados sobre o câmbio encontram-se a cobrir o risco cambial de operações futuras em moeda estrangeira.892 119. representava um montante global passivo de 4.620.620.975.161 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013).324) (1.433.977) - 6.421 2.539 121.224 75.060 3.433.744 196.884 Outros passtiv os financeiros 19.947.475.557. uma apreciação/depreciação de 10% do USD com referência ao Euro.908 354.532.456 60.612.840.612.197 - - 5.743.621 60.308.678 204.596 327.550.384.384.367 3.447 - - 196.678 - - 8.595 - 5. | 2014 montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).964.365.

sendo reconhecidos os respectivos ajustamentos quando tal se revela adequado. face aos saldos a receber de clientes que não se encontram em imparidade.5 M€.425 27.254 1.472.632.454. O valor máximo anual coberto (valor máximo indemnização) atinge os 14.016 45.423.883 883.296. quer exportações.515.468.351 17.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.007.351 39.225 36.472. | 2014 correspondentemente. A qualidade do risco de crédito da SUMOL+COMPAL.495 2.204. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.242.858 27.254.782 5.395 24.567. a SUMOL+COMPAL aderiu às coberturas adicionais disponibilizadas pelo Estado Português o que lhe permitiu obter vantagens adicionais.350.275. apresenta o seguinte detalhe: Qualidade do crédito a clientes Saldos de nov os clientes (menos de 6 meses) Saldos de clientes sem histórico de incumprimento Saldos de clientes com histórico de incumprimento 31-12-14 31-12-13 Crédito Garantias Crédito Garantias 3. Risco de crédito A SUMOL+COMPAL tem uma política de Crédito definida.146 43. Adicionalmente. em 31 de Dezembro de 2013.962.107. de 732 milhares de euros e 599 milhares de euros negativos (645 milhares de euros e 527 milhares de euros negativos. S.322.535 866.271 2.517. Por outro lado. Existem plafonds de crédito definidos para os clientes e o controlo das contas correntes é efectuado por uma equipa especializada suportada por ferramentas tecnológicas específicas. É efectuada uma avaliação periódica à antiguidade e risco de incobrabilidade dos saldos de clientes.361 17. não só em termos dos montantes cobertos mas também no próprio custo das coberturas.361 Os valores apresentados correspondem aos valores em aberto.167 3.385.016 30.425 Saldos dev edores com imparidade Não v encidos - - Vencidos há menos de 3 meses - - Vencidos há mais de 3 meses 17.468.567.676. os saldos a receber de clientes apresentavam a seguinte estrutura de antiguidade: Antiguidade de clientes 31-12-14 31-12-13 Saldos dev edores sem imparidade Não v encidos 36.073 Vencidos há menos de 3 meses Vencidos há mais de 3 meses 6. a SUMOL+COMPAL possui o seu risco de crédito coberto por apólices abrangendo quer as suas transacções em território nacional.A.143 43.242.287 45.538 77 .904 794. face aos prazos de vencimento contratados. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.209 758.836 38. também correspondentemente).180 4.351 17. suportada na avaliação do risco do cliente e no controlo permanente do seu saldo (total e em mora).

Tendo em conta a política definida e a expectativa futura de evolução da taxa de juro.517 63. estavam previstos os seguintes covenants financeiros para os contractos de financiamento celebrados no âmbito das divulgações das Notas 16 e 20.229.241.410 6. A SUMOL+COMPAL continua a acompanhar de perto a evolução da taxa de juro.778.360.601 488 125.412.684 Notação BB+ 6.322 6. face a activos financeiros (caixa e equivalentes a caixa e instrumentos financeiros derivados) cujas contrapartes sejam instituições financeiras. ii. por forma a atenuar o risco de taxa de juro No final do ano o endividamento líquido foi de 176.9% da S+Cm. | 2014 A qualidade de risco de crédito da SUMOL+COMPAL.600 2. seria de manter a posição a descoberto.542.741 120.383 51. no montante global de 59. S.589 458.343. (“Refrigor”).229.343 63.733. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.6 milhões de euros.587 - Notação BBB- - 3.743 3. relativamente à percentagem de detenção de algumas sociedades do Grupo pela Refrigor. os quais são objecto de monitorização periódica: i. Como em anos anteriores.146 Notação A Notação BBB 12.741 A exposição máxima ao risco de crédito no balanço consolidado em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 detalha-se como segue: Exposição máxima ao risco de crédito Dív idas comerciais de longo prazo a receber Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes (acréscimos de rendimentos) Caix a e equiv alentes a caix a (depósitos bancários) 31-12-14 31-12-13 1. tendo-se concluído que.448.659 1.187 18.616.241 4. pela SUMOL+COMPAL e ainda por alguns accionistas individuais da Refrigor relativamente a esta mesma sociedade.502 2.7 milhões de euros. A política de cobertura definida pressupõe uma cobertura de cerca de 50% do montante em dívida.455 51. Pari Passu.206 Notação BBNotação B+ Notação B Sem notação 44.132 1. face à conjuntura actual e previsível de evolução da mesma. detalha-se como segue: Rating Notação A+ 31-12-14 31-12-13 4. Ownership Clause. a SUMOL+COMPAL poderá vir a efectuar ajustes ao montante coberto.956. a taxa de cobertura encontra-se próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data.504.035 1. Excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro.924. S.206 - Notação BB 48.294 3. tendo apresentado em 2014 um valor médio de 268.364 - 9. 78 .708. mediante o qual as dívidas contraídas devem ter um tratamento equivalente a outras dívidas e/ou compromissos.8 milhões de euros. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.A. nessa data foi feita uma reavaliação da exposição que a SUMOL+COMPAL mantém em relação à volatilidade da taxa de juro.299.A.833 Risco de taxa de juro A dívida média remunerada oscila ao longo do ano de acordo com a sazonalidade própria do negócio. decorrentes da alienação de 49.858 58.

709.884. iv.231. 79 .557.614 - - 8.558 14.500.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.241.730 302.201 - 13.899 - 44.000 192.299.875 29.243 .730 .379.718 27.197 A SUMOL+COMPAL utiliza a técnica da análise de sensibilidade que mede as alterações estimadas nos resultados e capitais de um aumento ou diminuição imediata das taxas de juros de mercado.126 - 28.381 - - 8.627. vi.921 .000 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 25.118 31-12-13 Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 460.201.070 27.512.182 - 65.042 1.698 - 31.344 .000 176.833 28.056 - 36. já que na prática as taxas de mercado raramente se alteram isoladamente. A análise de sensibilidade é baseada nos seguintes pressupostos: i. A definição de rácios de níveis de meios libertos brutos de exploração / serviço de dívida que podem implicar o vencimento e exigibilidade antecipada de alguns contractos de financiamento.758.177 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 174. v.474.974.000 167.249.755.000 30. Cross Default. S.975.196.000 25.204. o desenvolvimento dos activos e passivos financeiros com exposição a risco de taxa de juro em função da maturidade ou data de refixação é apresentado no quadro seguinte: Maturidade do indexante da taxa de juro 31-12-14 Até 1 mês 1-3 meses 3-12 meses s/ index . com todas as outras variáveis constantes.094 26.944 28.588.000 604.939 - 8.848 12.046. onde se refere que o incumprimento de determinado contrato de financiamento implica o incumprimento de todos os restantes.177.648 474.000 201. alterações nas taxas de juro do mercado afectam rendimentos ou despesas de juros de instrumentos financeiros variáveis. | 2014 iii.000 29. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.000 226.941 13.540 .650.500. Negative Pledge.141. Esta análise é apenas para fins ilustrativos.558 14. e em que são definidas regras sobre o destino dos fundos em caso de alienação.000 206. A fusão ou cisão de sociedades está condicionada ao consentimento prévio por parte das instituições financeiras.072.536 11.833 28. por um lado.186.500.281.194.479 166.299.373.447 - 8.712.207. em que as sociedades estão impossibilitadas de alienar ou onerar activos sem o consentimento prévio de algumas instituições financeiras.647 12.540 460.216.000.592 11.395 1.000.841.144.667.093 12.216.103 .433.444. Total Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 302.500.975.512.867.216.000 473.A.

Aliás. A adequada gestão destes factores constitui foco de especial atenção no sentido de permitir a redução das necessidades financeiras afectas ao ciclo de exploração. através da monitorização dos prazos médios das rubricas correntes do balanço (recebimentos.480 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e 2. | 2014 ii. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps).536 milhares de euros (1.A.494. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente).509 milhares de euros (3.636 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013). S. 80 . tem sido prática recorrer de uma forma corrente a este tipo de instrumentos sempre que exista benefício operacional e financeiro para a SUMOL+COMPAL. para além dos financiamentos de médio e longo prazo contratados aquando da fusão entre o Grupo Sumol e a Compal.093 milhares de euros. alterações nas taxas de juro de mercado apenas afectam os rendimentos ou despesas de juros em relação a instrumentos financeiros com taxas de juro fixas se estes estiverem reconhecidos a justo valor.536 milhares de euros negativos (1.696 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e do capital próprio de 2. sem que haja degradação dos níveis de serviço associados. stocks). a SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e do cashflow gerado com as operações. Mensalmente é efectuado o acompanhamento das necessidades de fundo de maneio. alterações nas taxas de juro de mercado afectam o justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros. A SUMOL+COMPAL tem ainda acordado junto dos seus principais parceiros financeiros a possibilidade de contratar operações de factoring e confirming. 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL tem contratadas linhas de curto prazo (descobertos. que garantem a liquidez suficiente para as suas necessidades de curto prazo. 2. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018. iii.904. um aumento ou diminuição de 1% em taxas de juro de mercado para todas as moedas às quais a SUMOL+COMPAL tem empréstimos ou instrumentos financeiros derivados a 31 de Dezembro de 2014 resultaria numa diminuição ou aumento do lucro antes de imposto de aproximadamente 1. Assim.696 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013) e 1. nos montantes de 2. pagamentos.605 milhares de euros negativos (3. utilizando taxas de mercado do final do ano.809 e 1. contas correntes e caucionadas) junto de várias instituições financeiras. Sob estes pressupostos. As linhas contratadas não foram utilizadas na totalidade no final do exercício corrente. iv. Risco de liquidez Na gestão do risco de liquidez. alterações no justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros são estimados descontando os fluxos de caixa futuros de valores actuais líquidos.

603 205.828.947.949 326.175.947.263.315.647 359.183.019 175.467.090 228.647 102.949 175.724 - - 48.647 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 43.046.419.012.044 31-12-13 Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 43.049 102.874.330.430 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.213.416.085 Outros passiv os correntes 12.419.104 131.400.614.493 3.884 - - 12.076 211.315.242.129 - 8.837 - - 13.798 - - 12.884 Equiv alentes a caix a 13.212.232.701.337.890 .157 - - 175. incluindo juros.194.028 5. S.416.085 - - 43.104 - - 28.786 81 .949 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 48.980.319 220.619 - 11.749 3.651.798 Equiv alentes a caix a 28.330.724 Outros passiv os correntes 12. | 2014 A liquidação dos passivos financeiros contratados e remunerados originará os seguintes fluxos monetários não descontados. tendo por base o período remanescente até à maturidade contratual à data do balanço consolidado: Fluxos monetários não descontados 31-12-14 Menos 1 ano 1-5 anos Mais 5 anos Total Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 37.A.865.784 7.865.403 - - 102.507.837 115.

701.196.320. | 2014 Justo valor de activos e passivos financeiros Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 a reconciliação da posição financeira com as diversas categorias de activos e passivos financeiros detalha-se como segue: Classificação de acordo com a IAS 39 31-12-14 IF deriv .712.582.347.107 Outros passiv os financeiros - - - 19.493 - - 1.720 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.902 120.115 - Equiv alentes a caix a - - - 28.194.238.705 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.294 - - - Outros activ os correntes - 4.412.777 1.124.847. Crédito e AF disp.949 - Empréstimos de curto prazo - - - 31.540 - - 102.107 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar 31-12-13 Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 66.957.850 - Equiv alentes a caix a - - - 13. v enda pass.947.724 - Outros passiv os correntes - - - 10.448.207.274 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Empréstimos de curto prazo Dív idas comerciais de curto prazo a pagar IF: Instrumentos financeiros AF: Activos financeiros 82 .648 - 66. v al.807 - Outros passiv os correntes - - - 10.834 - 63.124.274 Outros passiv os financeiros - - - 20.481 - - - - 3.646 - - - - 36. Outros Act.447 - 8.433. S.278 - - 43.567 Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - .053 - - - 31.299. desig.730 - .093 - Dív idas comerciais de curto prazo a pagar - - - 48.688 1. receb.705 - 1.524 1.847.720 - 1.939 - 8.393 - - - - 59.612.455 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber - 51.902 51.201.499. cob.287 69.773.618.834 Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - . Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 69.749 1.895.144./pass.499.248.567 Caix a e equiv alentes a caix a - 2.975.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.688.299.688.A.730 - - 175. fin.942.920. não fin.132 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber 31.667.728.933.635 66.070 - 9.041.848 - 8.818 - .429.621 - - 1.504.

estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. Os principais inputs dos modelos utilizados são observáveis no mercado. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da Empresa e a ausência de software não licenciado.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados.299. utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio.902 - 31.299. S. | 2014 De seguida apresentam-se os activos e passivos mensurados ao justo valor a 31 de Dezembro de 2014 e 2013.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura Tecnologias de informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas. nomeadamente através da manutenção de firewalls. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. os seguintes procedimentos: i.730 - 8. entre outros.818 - 8. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password. cujos principais inputs não são observáveis no mercado. mas sim com recurso a modelos de avaliação. sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite.041. ii.299. iii.730 - 9. mas sim com recurso a modelos de avaliação.902 - - - - - 8.041.902 - 31.041. política restritiva na gestão de desktops e laptops. de servidores e de equipamentos pessoais.730 - 8. não havendo sistemas de informação invioláveis.A. Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.818 - 9. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável.818 - 9. Nível 2: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo. razão pela qual são mantidos. de acordo com os seguintes níveis de hierarquia de justo valor previstos na IFRS 13: i. ii.299. iii. Nível 1: justo valor de instrumentos financeiros baseado em cotações de mercados líquidos activos à data de referência do balanço consolidado. Nível 3: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo.041. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software. 83 .902 - - - - - 31.730 - 9. iv.

da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. 84 . da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. S. indispensável. havendo a prática. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa.

(“S+Cm”) Carnax ide Produção de bebidas S+C Sumol+Compal Moçambique. Lda (“S+Ca”) Carnax ide Gestão de participações Sumol+Compal Angola.G. actividade principal. são as seguintes: 31-12-14 31-12-13 Percentagem de capital detido Denominação social Sede social Activ idade principal Carnax ide Produção de bebidas Companhia Geral de Bebidas de Angola.100 % -% 100.1. Unipessoal. (Nota 3) Luanda Sumol+Compal Angola Inv est.100 % 6.G. S.090 % -% 90.000 % Percentagem efectiv a de capital detido pela S+C 85 .A.000 % Produção de bebidas (c) -% 25.A.A. Lda. S. suas sedes sociais. Lda.000 % (a) 6. (“D2C”) Carnax ide Serv icom Alimentaria.100 % -% 100.A.000 % 100.090 % -% 90.100 % -% 50. S.P.900 % 51. ("WWC") (Notas 3 e 15) Funchal Distribuição de bebidas (g) -% 50. ("CGBA") Luanda Distribuição de bebidas D2C Unipessoal.S. S.100 % -% 100.000 % Distribuição alimentar S+Cm -% 50. (“SACV”) Gouv eia Agricultura Sumol+Compal África. EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO As empresas incluídas na consolidação.100 % Carnax ide Gestão de participações (e) -% 50.990 % (b) -% 50. S..000 % 50.095 % -% -% Carnax ide Gestão de participações (d) -% 25.900 % 90. detentor de capital e proporção do capital detido em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.000 % 100.100 % -% -% Empresa-mãe: Sumol+Compal. Lda.A. S.A. Subsidiárias: 50.S. Madrid Sociedade Agrícola Castro Verde.100 % 100. S. S.000 % Worldw ideco. Lda (“S+Ci”) Detentor Directa Efectiv a Directa Efectiv a S+Cm -% 45.. (“S+Cao”) Sumol+Compal Internacional.100 % Sumol+Compal Marcas.900 % 96.000 % Comércio v ia Internet S+Cm -% 50.P. Lda. (“S+Cmz”) Maputo Distribuição de bebidas (f) -% 45.

A transacção foi realizada pelo preço global de 88. bem como a gestão de marcas e actividades daquelas conexas. A sede social situa-se naquela cidade angolana e o capital social encontra-se representado por 20.06 4. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL.002% em 2014 e 0. Tal como o previsto na IFRS 10 e no contexto da definição de controlo explicitada nas políticas contabilísticas (investimentos financeiros em subsidiárias).09% em 2014 e 90% em 2013) e da S+Cm (5. a gestão de marcas.087% em 2014 e 89.01% em 2014 e 10% em 2013).095% em 2014 e 50. (f) indirectas da S+Ca (45.813 2. dos derivados e das conservas de frutos e vegetais e outros produtos alimentares. Informações de acordo com a alínea d) do n. (g) indirecta da S+Cm (50.061. alienaram-se à Copagef (Notas 1 e 15). COMPARABILIDADE E ALTERAÇÕES OCORRIDAS NO GRUPO No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000 euros é representado por uma quota e a sede social situa-se no Funchal. sendo o seu objecto social a indústria e comercialização de bebidas. as percentagens efectivas das participações assinaladas com as alíneas (a) a (f) resultam dos seguintes efeitos conjugados: (a) directa da SUMOL+COMPAL e indirecta da S+Cm (45.061. (e) indirecta da S+Cm (50.1% em 2013) (d) indirecta da S+Ci (25. 86 . Em 23 de Janeiro de 2014. Foi ainda constituída.º 5 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais: Número Valor Acções próprias 4. a sociedade Worldwideco.A. inexistente em 2013).001% em 2014 e 0. sociedade anónima de direito francês do Grupo Castel. | 2014 Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.1% em 2013). S..1% em 2014. S. Unipessoal. com sede em Paris.004% em 2013).2 milhões de euros e deu origem a uma mais-valia de 15. acções e respectivas prestações acessórias representativas de 49. foi constituída em Luanda a sociedade Sumol+Compal Angola. O capital social de 5.000 acções com o valor nominal de 500 kwanzas.1% em 2014 e 10% em 2013) e directa da SUMOL+COMPAL (2013).2 milhões de euros para a SUMOL+COMPAL. em 23 de Dezembro de 2014.813 4. estas empresas foram incluídas na consolidação pelo método integral uma vez que o controlo destas é exercido pela SUMOL+COMPAL. (c) indirecta da S+Cao (25. (Notas 1 e 15). da S+Cm (0. Lda.1% em 2014 e 50.9% do capital social da S+Cm. (Notas 1 e 15) cujo objecto social corresponde à comercialização internacional de bebidas e outros produtos alimentares. 1 % 4.A. a prestação de serviços logísticos e à compra e venda de matérias-primas e bens móveis e imóveis.06 EMPRESAS ASSOCIADAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.004% em 2013) e da S+Ci (0. na Ilha da Madeira. 3.09% em 2014 e 90% em 2013). não existem saldos de investimentos financeiros em empresas associadas. (b) indirectas da S+Ci (45.992% em 2013).

bem como todas as actividades de exportação do anterior Grupo Sumol. o movimento ocorrido na quantia escriturada do goodwill (Notas 3 e 39). Tendo em conta que aqueles valores resultaram de operações realizadas em diferentes momentos e. GOODWILL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.113.831 - - 17. ao imposto diferido resultante da concentração de actividades descrita na narrativa da rubrica “Propriedade industrial e marcas” (Nota 5).764.337 - - 70.30 e seguintes. o goodwill resultante do imposto diferido é testado quanto à imparidade em simultâneo com os activos que lhe estão subjacentes.113. ii.em passiv os por ID 70.A. Do mesmo modo.288. à compra do anterior Grupo Compal. 4.400.na compra da Compal 17. bem como nas respectivas perdas de imparidade acumuladas. contextos distintos.764.764.288.686 . respectivamente: i.453.686 - - 25. na medida em que os potenciais de crescimento de cada uma delas é.400.400. As origens destes três itens de goodwill referem-se.400.831 17.764. e que as actividades inerentes a tais operações foram sucessivamente alteradas e reconfiguradas. é hoje inexequível aferir com rigor os fluxos das unidades geradoras de caixa então existentes específicos de cada uma daquelas operações. hoje.453.831 - - 17. que compreendia actividades de produção e comercialização de sumos. correspondendo exclusivamente à contrapartida dos passivos por impostos diferidos gerados com a alocação da diferença de compra aos activos identificáveis. A SUMOL+COMPAL tem defendido que a avaliação dos itens de goodwill correspondentes às aquisições das anteriores Sumol GM e Compal apenas tem sentido quando realizada conjuntamente. indivisível.na compra da Sumol GM 25. néctares e águas com gás.288.337 - - 70. à compra da anterior Sumol GM. Neste sentido. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.453. final 31-12-13 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar. S. o goodwill é testado quanto à imparidade pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.453.686 25.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.854 - . o teste de imparidade ao goodwill é baseado na avaliação da Empresa enquanto agregadora das unidades geradoras de caixa. foi o seguinte: 31-12-14 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar. sumos e néctares.337 70. que compreendia a actividade de produção de refrigerantes. | 2014 Não se verificaram outras alterações na estrutura do Grupo nem factos materiais que alterem a comparabilidade das demonstrações financeiras apresentadas para os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.854 - . iii.686 - - 25.337 . bem assim.288. na qual se encontram afectos os activos que contêm aquelas quantias escrituradas. 87 .854 113.854 O Grupo descontinuou a amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005 (conforme referido na respectiva política contabilística) e testou-o quanto a imparidade de acordo com a IAS 36.831 113. final Goodw ill: . De acordo com a IAS 36. cujo justo valor se veio a determinar como superior ao respectivo valor contabilístico (à data a que se reportou a compra).

acumulada Quantia escriturada 234. ACTIVO INTANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014.338) (4.988.249.871.498 01-01-14 31. a qual se entende conter um factor de prudência face aos parâmetros de risco historicamente baixos na actualidade.004 - . Saldo final - - .215) (25.243.385 282.418) (1.198 282.494 2.385 282.616 (1. do teste resulta que o valor recuperável obtido comporta o valor escriturado dos activos que incorporam aqueles itens de goodwill. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Alienações Activ o bruto: Saldo inicial Adições Propriedade industrial e marcas 284. Amortizações e perdas de imparidade acumuladas: Saldo inicial Propriedade industrial e marcas Direitos contratuais (1.756) (4.971) A rubrica “Propriedade industrial e marcas” corresponde.443.081 673.201 23. ao montante atribuído às marcas no âmbito da concentração de actividades empresariais.316.871. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.871.897.616 Direitos contratuais e abates Transfer.871.A. foi utilizada a taxa de desconto de 8% na actualização dos fluxos de tesouraria.006.243.988.081 673. | 2014 Pelo exposto.871. ii.443.418 284.137. 5. iv.768.418) 234.266.939. ex ercício imparidade e abates Transfer. o teste realizado demonstra a não existência de perda no valor dos itens de goodwill escriturados em 2014. o movimento ocorrido no valor do activo intangível (Nota 39).939.418) . definiu-se a taxa de crescimento implícita na perpetuidade em 1%.580. realizou-se o teste de imparidade para aqueles três itens de goodwill com base nos seguintes pressupostos: i.878 2.004 - - 313.018.882 31-12-14 Amortiz.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.418) (23.(1.(29.296.709.768.531 23.616 29.897. iii.198 1. também entendida como conservadora.768. essencialmente. bem como nas respectivas amortizações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas.198 . - - Saldo final .897.296. S. Em conclusão.(27.531 23.201 23. as estimativas dos fluxos futuros de tesouraria foram obtidas no âmbito do trabalho desenvolvido por entidade não relacionada aquando da avaliação das marcas.284.775.553) . o seu valor apresenta o seguinte detalhe: 31-12-14 Descrição do activo Compal Frize Um Bongo B! Outros 88 Activo bruto Amortiz.215) Perdas Alien.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no âmbito da IAS 36.183. Contudo foram testadas quanto à imparidade.010. | 2014 As marcas cuja quantia escriturada no período findo em 31 de Dezembro de 2014 totalizam 282.476 331. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.897.380.714) 1.906.348) (5.745.360) (4.233 1.792 27.911.354) (4. a quantia recuperável foi estimada a partir da informação financeira previsional quinquenal. iii.272 52.396 52.198 euros não se encontram a ser amortizadas.083) (4. Perdas exercício imparidade (3.415.270.227 2.445) (14.003.897.99. com base nos seguintes elementos: i.862 01-01-14 Depreciações e perdas de imparidade acumuladas Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Saldo inicial (64.198 euros.377.800 1. ACTIVO TANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014.700) (263.207.782) (2. pela intervenção de uma entidade que não é parte relacionada.922.541. e regulariz.689 148.766) - Alienações e abates Transfer.281) (272.300 840.541.926) (797.246 16.339.102 1.471) (129.455) (998) (41.536 336. bem como nas respectivas depreciações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas.098 5.905.793. ii. Saldo final Propriedades Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Activos tangíveis em curso 20.887. concluindo-se que não há lugar ao registo de qualquer perda de valor das marcas. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Activo bruto: Saldo inicial Adições Alienações e abates Transfer.816) (9.768.430.138) (50.773 5. incluindo as sinergias e a expansão do negócio esperadas nos mercados africanos com a projecção destas até ao fim da vida útil dos grupos de unidades geradoras de caixa.656 657.348 216.583) O activo tangível em curso apresentava. nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.891.423. por um lado.257.795 91. S.A. o movimento ocorrido no valor do activo tangível (Nota 39).526) (14.852.593.130 1.033.954 (12.135) (693.726 440.545) (67.446 (6. por outro.829) (11.973 (151.795 89.456.713) - 20.876.226) 31-12-14 Deprec.984 89.492) (51.472) (4.073 864.661) (18.824) (85.583 864. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.711 6. e regulariz. pelo conhecimento que o Grupo tem do negócio (reflexo da sua experiência passada) e da evolução dos mercados relevantes para as empresas e.051.199) (1.657 99.002. Em resultado.459) (950. 6. com início em 2015 e aprovada pelo Conselho de Administração.151. a quantia escriturada ascendia a 282.787 4. a seguinte composição: 89 .938) (208.366.892.643.937.933 15.286 891. o valor de uso obtido para cada marca mantém-se acima do valor escriturado.501. Saldo final 3. o valor dos parâmetros mencionados no ponto anterior foi obtido.924) (133.192.640 145.376.

144 5.934 49.567 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 3.101 116. 293.339 193.397 9.296 414.536 95.801 18.884 10.596 5.683 18. acumul.033 627.101 193.737 Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.265 188.670 11. | 2014 31-12-14 31-12-13 Linhas de produção 659. de 414.960 3.221) 421.721 11.374 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 27.869) 133.523 Instalações 206.403 227.102 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 5.452 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 6.752 16.925 7.648) 715.727 439.944 (140.236 17.443 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 7.728 974. os valores (nominais e presentes) das rendas vincendas decorrentes de contractos de locação financeira eram os a seguir apresentados: 2014 2013 Contrato Descrição do equipamento Valor Início Fim Nominal Presente Nominal Presente Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 26. o valor de aquisição dos activos tangíveis detidos pelo Grupo no âmbito de contractos de locação financeira ascendia a 715.032 113.437 5.205 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 18.737 euros.989 32.A.588 5.291 510.168 821.483 2.925 7.074 26.606 (300.756 854.204 18.906 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 10.757 29.304 71. sendo a respectiva quantia escriturada.096 308.080 26. S.476 Outros No período findo em 31 de Dezembro de 2014.884 1.745.237 17.683 18.616 288.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.665 90 .032 113.579 35.843 317.306 188.319 685.441 281.606 euros.649 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 17.834 26.411 348.842 54.166 Sistemas de informação 401. Quantia escritur. nessa data.801 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 Não mais de um ano: 116.339.662 (160.874 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 251.722 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 18.744 10.960 25.722 7.800 26. conforme quadro abaixo: 31-12-14 Activo bruto Descrição do bem Equipamento de transporte Equipamento administrativo Amortiz.881 477.980 491.

482 5.057 8.015 2.487 3. correspondentemente. Encontra-se implementado. entre as empresas intervenientes no processo de consolidação.825.230 7. tornando complexa a individualização de cada uma delas. o detalhe da rubrica “Outros investimentos financeiros” (Notas 3 e 39) era o que consta do quadro que se segue: Outros investimentos financeiros Embopar Refrigor (Brasil) Dispar Centro Técnico de Citricultura Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica Codal Fundo de Compensação do Trabalho Eurodietética Companhia Térmica Compal Outros 8.428. 31-12-14 31-12-13 17.901 69. Este procedimento decorre do facto de ocorrerem movimentos internos.229 239.208. S. manutenção e processo de higienização das linhas de produção.292 Produtos acabados e mercadorias 19.494 2.903 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. OUTROS INVESTIMENTOS FINANCEIROS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.139.705 DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.095 5.594 1. incluindo gastos com energia. e em vigor no Grupo.500 7. INVENTÁRIOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.132 1. subsidiárias e de consumo 12.455 (a) Empréstimos concedidos a clientes (b) Valores de caução de vasilhame pagos a fornecedores realizáveis no momento da devolução física do mesmo.500 7.448.990. 91 .412. Este processo contempla a validação dos níveis de utilização das matérias e bens de consumo definidos nas listas técnicas.A.599 17. de bens que assumem para umas a natureza de produtos acabados e para outras. as dívidas comerciais de longo prazo a receber apresentavam a seguinte composição: 31-12-14 Outros devedores (a) Cauções de vasilhame (b) 31-12-13 272.881 28.223. esta rubrica (Nota 39) tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 Matérias-primas.494 2.482 5.487 2. 9.861 1.602. a de mercadorias.990 No balanço consolidado e na demonstração dos resultados consolidados.057 8.282 10.418. bem como a sua valorimetria (componente variável do custeio). as rubricas “Mercadorias” e “Produtos Acabados” encontram-se agregados na mesma linha.459 10.698 31.095 5.720 17.901 66. | 2014 7.230 7. um processo que define o apuramento e mensuração do custo dos produtos acabados.459 10.

que são específicas para cada um dos formatos de embalagens. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.472.848 Cauções de vasilhame 423.016 45. corresponde ao quociente entre a tarifa da actividade de uma linha x e o nominal de produção de um formato de embalagem z. Tarifa da actividade Para uma linha x. Para o cálculo do custo dos produtos são ainda considerados os níveis de actividade (capacidade produtiva) e os nominais das linhas de produção (eficiência).830.A.425 Entidades relacionadas 11. e a sua actividade normal. correspondentemente.567. ME. ME e MS) + Custeio Fixo. gastos gerais de fabrico e mão-de-obra directa. No período findo em 31 de Dezembro de 2013. sendo as remanescentes rubricas de carácter fixo revistas anualmente ou sempre que alterações significativas e com impacto justifiquem a sua revisão. MS. S. | 2014 Paralelamente.025 5. GGF e MOD Estas siglas correspondem aos acrónimos de. o Grupo tinha escriturado no seu activo um desreconhecimento de créditos de curto prazo sobre clientes no valor aproximado de 7. 10. esta rubrica tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 43. A componente variável do custeio é revista numa base mensal.468. decorrente de uma transmissão daqueles no mesmo montante (operação de factoring sem recurso). materiais de embalagem. MP. resultando na aplicação da equação Custeio Standard (produto z) = Custeio Variável (MP. aquele valor ascendia a cerca de 4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.399 304.7 milhões de euros. entendido como GGF e MOD. 92 . matérias subsidiárias. Custeio Fixo Para um formato de embalagem z. matérias-primas.294 No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. Os significados das variáveis constantes do segundo membro da equação encontram-se explicitados nos parágrafos imediatamente seguintes. são validados os níveis de imputação dos gastos gerais de fabrico e mão-deobra das actividades suporte e actividades principais. corresponde à soma do custo da actividade suporte que se lhe imputa com o quociente entre o custo da sua actividade principal.504.475 51.383 51. bem como os das variáveis que integrem eventualmente aquelas primeiras.733.943 159.9 milhões de euros.546 Clientes Outros devedores 7.

289 35.684 16. ACTIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.124.535 34.700 72.211 5.222.183 116.947 35.276 413.902 30.360.754 173.144.633.594 1. | 2014 Nas mesmas datas.456 5.667 31.266 11.443.444 1.054. o detalhe de “Outros devedores” era o abaixo evidenciado: Dívidas de clientes Documentos em recepção e conferência Actividades CNA Empréstimos a clientes Pessoal Fornecedores (outras operações) Regularizações de IVA Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") Alienação de activos tangíveis Letras descontadas 31-12-14 31-12-13 4.343 1.590 30.545.224 209.021 3.703 3.535 128.241 157. OUTROS ACTIVOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.151 1.374.707.516 230.312 110.041.799 225.584 45.847.309 4.264 222.567.151 5.328 88.112 45.994. a rubrica “Outros activos correntes” apresentava o seguinte detalhe: Devedores por acréscimos de rendimentos: Cooperativo PBI e Damm Comparticipações Unilever Jerónimo Martins Publicidade e propaganda Comparticipações por não conformidade de matérias Rappel por receber de fornecedores Fornecimentos e serviços externos Gastos a reconhecer: Publicidade e propaganda Fornecimentos e serviços externos Juros antecipados Seguros Rendas antecipadas Outros: Adiantamentos a fornecedores 31-12-14 31-12-13 2. S.948 655.899 227.555 110.143.211 7.025 4.475 31-12-14 31-12-13 2.708.104 100.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.124 242.A.738.061 93 .878 186.693 1.170 1.835 827.567 186.421 316.513 209.258 244.613 438.681 40.328 99.848 721.743.640 16.222.743 1.730 1.952.830.424 297.090 3.905.279 119.189 3.878 1. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a recuperar Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) Outros 12.

814 1.667.44 % 8. o capital social da SUMOL+COMPAL.069.092 77.099.092.07 % 1.677) a) Inclui linhas contratadas em Portugal.500 acções ordinárias. de valor nominal unitário de 1 euro. 14.06 % 4.813 4.453 8. sendo a estrutura accionista a seguinte: 31-12-14 31-12-13 N.417 1.04 % 4.06 % 3.194.211 0.50 % 10.53 % 70.02 % - -% 1.020 1.022.738.150.689.10 % 4.22 % 79.68 % 77.600 2.147. Angola e Moçambique.510.53 % Indirectamente 6.69 % 8. o detalhe de caixa e equivalentes a caixa (Nota 3) era o seguinte: 31-12-14 31-12-13 Tx.º acções % N.14 % 17. Aos 94 .061.990.500 100.482 6.741 59.061.06 % Acções próprias: S+C S+Cm Outros: Fundo de Capital de Risco CGD – Caix a Capital 10.070) 50.313 10.053 2.652 4.610 70.00 % As reservas incluídas no capital próprio da SUMOL+COMPAL em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 apresentavam as naturezas e finalidades abaixo apresentadas: Excedentes de revalorização Os excedentes de revalorização resultam do incremento líquido do valor contabilístico dos itens do activo tangível.224.00 % 100.03 % 1.313 10.13 % 3.238.279.813 4.781 17.647.099. | 2014 13.039.590.061.814 1.393 (13.229.62 % 15.378 3.000 - 63.793 3.590. integralmente subscrito e realizado.069.417 1. efectiva Saldos Caixa e equivalentes a caixa: Numerário Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis Depósitos a prazo Descobertos bancários e contas caucionadas a) 8.428. no âmbito dos processos de reavaliação de acordo com os Princípios Contabilísticos Geralmente Aceites anteriores (custo considerado na data de transição).99 % 1.A.50 % Caix agest 1.603 1.092. encontrava-se representado por 100.510.º acções % Directamente 70.813 4.848) (28. CAPITAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.692.651.155 8.051 5.500 100.603 1.092.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.765 79.63 % 100.03 % 30.211 0.10 % 1.610 70.07 % 1.108 15.21 % Refrigor Grupo Caix a Geral de Depósitos ("CGD"): Directamente CGD Pensões 30.99 % Acções dispersas em bolsa 5.700. S.933.205 (26. CAIXA E EQUIVALENTES A CAIXA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.283.990.

S. no montante de €3.07 euros por acção. em reservas livres. ou para incorporação no capital. por um lado.16.997.398.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 95 . sujeitas ao regime das reservas legais. Reservas livres As reservas livres são constituídas por livre deliberação da Assembleia-Geral. foram aprovados por unanimidade: a) o balanço intercalar da Sociedade reportado a 30/09/2014. não podendo este exceder o montante das entradas dos accionistas. Reserva legal O Código das Sociedades Comerciais estabelece que pelo menos 5% do resultado positivo anual é destinado à constituição ou reforço da reserva legal até que represente.099. A reserva legal só pode ser utilizada para cobertura da parte dos prejuízos acumulados que não o possam ser através do resultado positivo do período ou de outras reservas. b) a proposta de utilização parcial das reservas. pelo outro.67. na Assembleia-Geral realizada no próprio dia em que esteve presente ou representado 73. 20% do capital social. no mínimo. como a própria rubrica sugere. resultantes de prémios de emissão. as reservas livres e os prémios de emissão de acções.A. na medida em que não forem necessários para cobrir prejuízos já acusados no balanço.186. ficaram retidos na entidade. c) a proposta de conversão das reservas estatutárias da Sociedade.77% do correspondente capital social com direito a voto.659. não tendo uma finalidade específica.832. Prémios emissão de acções Os prémios desta natureza resultam da diferença entre o valor subscrito e o valor nominal das acções emitidas. Aos prémios de emissão de acções é aplicável o regime da reserva legal. e) a distribuição de reservas aos accionistas no montante de 0. Resultados retidos Os resultados retidos correspondem ao somatório dos lucros (se positivo) ou somatório dos prejuízos (se negativo) acumulados relativos a períodos anteriores que. para cobertura de resultados retidos negativos da Sociedade no montante de €26. Outras reservas Nesta rubrica estão incluídas as reservas estatutárias.76. Reservas estatutárias As reservas desta natureza decorrem das disposições estatutárias ao longo da existência da SUMOL+COMPAL nos sucessivos contextos da estrutura societária. | 2014 excedentes de revalorização é aplicável o regime da reserva legal. Em 9 de Dezembro de 2014 a SUMOL+COMPAL (“Sociedade”) divulgou ao mercado que. d) a proposta de conversão das reservas contratuais da Sociedade. no montante de €3. em reservas livres.

910 % 4.000. 15.900 % -% -% 49.447 207.100 % 3.000 Locação financeira 4.000 15.999 Contas caucionadas 3.558 196. que excedem o montante legalmente fixado para a completa constituição e integração da reserva legal da Sociedade. S.939 Empréstimos bancários A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.000 % 49.910 % -% -% 49. EMPRÉSTIMOS DE MÉDIO E LONGO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. os interesses não controlados apresentavam a seguinte estrutura: 31-12-14 Detentor Sociedade Copagef (Notas 1 e 3) CGBA D2C Serv icom SACV S+Ca S+C Angola S+Cao S+Ci S+Cm S+Cmz WWC CGBA SACV S+C Angola S+Cao S+Cmz José Filipe Serpa Pimentel Barros Virgolino Herdeiros de Manuel Jacinto Alv es Alex andre Lemos de Matos Adolfo Manuel da Silv a Correia 31-12-13 Directa Percentagem de capital detido Efectiv a Directa Efectiv a 44.168.A.900 % 44.000 % 10.005 % -% -% 25. no valor de €8.900 % -% -% 44.900 % 49.100 % 49. esta rubrica tinha a seguinte composição: Médio e longo prazo 31-12-14 Tx. efectiva 31-12-13 Saldos 4.144.900 % -% -% 25.233 140.900 % -% -% 49.900 % -% -% 10.833 460.910 % -% -% 49.000. 96 .900 % -% -% 44.88 % 20.381 50. | 2014 f) a proposta de afectação a reservas livres do montante das reservas da sociedade sujeitas ao regime de reserva legal.000.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.900 % 49.910 % 49.002 % 49.900 % 10.68 % 51.100 % 3.910 % -% -% 49. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).000 % -% -% 49.990 % -% 25.42 % 124.382 Papel comercial 4.000 % 44.000 % 10.000 % 3.000 % 3.900 % 49.900 % 10.900 % -% -% 49.872.900 % 49.000 % 10.000.000 % 16.868.900 % 10.91 % 302.673.00.100 % 49. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17). INTERESSES NÃO CONTROLADOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.900 % 49.900 % 0.000 % 10.201.

776 milhares de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013).605 2016 101.516. associada a transacções altamente prováveis (cobertura de fluxos de caixa).147.818 - 8.233 2017 31.041. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018.730 - 9. O risco coberto é o da flutuação da taxa de câmbio.672.093 milhares de euros.613. O risco coberto é o indexante da taxa variável associada aos empréstimos (cobertura de fluxos de caixa).999 2019 5.215 31. 1. resultante da compra de matérias-primas em moeda estrangeira.818 - 9. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 66 milhares de euros do capital próprio.041. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.612.041. o Grupo tinha reconhecido os seguintes derivados financeiros (Notas 18 e 30): Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.201. 2.809 e 1. 97 .299.016.902 - 31.299.144. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.102 2018 58.730 - 9. O Grupo efectua também cobertura económica e contabilística do risco cambial inerente à exposição USD. o montante nominal de empréstimos com coberturas associadas ascendia a 89 milhões de euros (105 milhões de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013). nos montantes de 2.730 - 8. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps). tendo os mesmos sido incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de diferenças de câmbio favoráveis (Nota 31). a dívida remunerada não corrente.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura O Grupo contrata swaps de taxa de juro para cobrir o risco de taxa de juro inerente aos pagamentos futuros de empréstimos. O montante de gastos financeiros reconhecidos no período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi de 3.904.730 - 8.041.902 - - - - - 8.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.299.000. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD. S.000 - 196.233 milhares de euros (3. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente). assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos). INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS E CONTABILIDADE DE COBERTURA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. tinha o seguinte plano de reembolso previsto: Médio e longo prazo 31-12-14 31-12-13 2015 - 82. o montante coberto ascendia a 8 milhões de USD (8 milhões de USD no período findo em 31 de Dezembro de 2013). denominada em euros.096 56. O objectivo desta cobertura é transformar os empréstimos de taxa de juro variável em taxa de juro fixa. | 2014 Nas mesmas datas e atendendo à respectiva natureza e maturidade.136 36.447 207.494.818 - 9.299.A.902 - - - - - 31.939 17.902 - 31.768.

176) 157.661) (730) 332.730 8.320.374 507.557 (18.156) - - - (39. foram reconhecidas perdas por imparidade nas classes de activos “Inventários” e “Clientes de cobrança duvidosa”. 98 .567.642) 12.732 520.351) (536.824) (463.646 8.980) (75. S.870) 162.156) (342.104 175.209) 163.144. PROVISÕES E PERDAS DE IMPARIDADE ACUMULADAS Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014.501.334 (20.693.451.361) (663. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 3.041) (19.186 19. No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014.497) (1.540 175.000) (4.A. os quais foram incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de juros suportados (Nota 31).442 (474.773) (17.159. as quais foram estimadas pelo Grupo com base na sua experiência.777 (1.233 milhares de euros do capital próprio. as provisões referem-se a disputas legais com colaboradores. na análise de risco de obsolescência e na sua avaliação da conjuntura e envolventes económicas.870) (1.242.301) No período findo em 31 de Dezembro de 2014. a variação nas perdas de imparidade e provisões acumuladas foi a seguinte: 2014 Rubricas Saldo inicial Reforço Utilização Reversão Saldo final Perdas de imparidade: Em outros investimentos financeiros Em inventários (Nota 26) Em clientes de cobrança duvidosa (Nota 26) Em outras dívidas de terceiros (Nota 26) Provisões (Nota 26) (39.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.475. clientes e distribuidores (questões laborais e comerciais.980) (18.299.161.975. DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.115 (17. as dívidas comerciais de longo prazo a pagar apresentavam a seguinte composição: Instrumentos financeiros derivados ("swaps") Outros 31-12-14 31-12-13 8.321) (1. A prestação de informação adicional sobre os processos pode causar prejuízo à posição da SUMOL+COMPAL face às restantes partes das disputas. A manutenção de uma conjuntura económica difícil tem agravado a incapacidade de alguns clientes liquidarem as suas obrigações decorrentes das vendas de produtos e das prestações de serviços efectuadas pelo Grupo. pelo que a SUMOL+COMPAL se abstém de fazer divulgações adicionais.000) - - (611. 18.678 9. correspondentemente).201.078.948 102.260) (300.

267 615.429 16.104.252 591.724 43. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17).592 31.159 4.343 5.91 % 174.952 42.648 36. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a pagar Contribuições para a Segurança Social Imposto sobre o Rendimento (IRC/IRS) – retenções na fonte Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) Imposto do selo (IS) 31-12-14 31-12-13 3.395 166.081 425.613 1.458.698 Papel comercial 6.315. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).434 1.015 1.093 36. efectiva 31-12-13 Saldos Empréstimos bancários 3.86 % 26.256 19.406 134.546.011.056 A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.712.258. PASSIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.365 22. o detalhe de “Outros credores” era o abaixo evidenciado: Actividades CNA Documentos em recepção e conferência Pessoal Letras descontadas Sindicatos Retenções de imposto sobre o rendimento Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") 31-12-14 31-12-13 1.338 135.028 683.532.433. 21.342 374.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.600 16.278 886. esta rubrica tinha a seguinte composição: Fornecedores 31-12-14 31-12-13 47.462 1.107 169.381 378.588 19.159 5.028 886.319 781.350 16.336.68 % 5.673.536 50.365 48.167 99 .882.197 1.A. | 2014 20.618 2.180. esta rubrica tinha a seguinte composição: Curto prazo 31-12-14 Tx.000.211 66.947.744 248.082 11.104. EMPRÉSTIMOS DE CURTO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.085 Entidades relacionadas Outros credores Nas mesmas datas. S.000 - Locação financeira 4.851 103.

7 milhões de euros correspondentes à utilização e desconto de uma linha de créditos documentários de importação contratada fora do mercado doméstico.040.961 82. No contexto da IAS 39. OUTROS PASSIVOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.315 4. os 21 milhões de euros apresentados na rubrica incluem 18.848 430. | 2014 23. estavam ainda englobados 2.360 10. esta rubrica tinha a seguinte composição: Credores por acréscimos de gastos: Remunerações e encargos a liquidar Publicidade e propaganda Incentivos Documentação em trânsito (FSE) Gastos com o pessoal Juros a liquidar Reciclagem de embalagens Mercadorias e matérias Seguros Aperfeiçoamento activo Rendimentos a reconhecer: Subsídios para investimentos .798 24.5 milhões de euros correspondem ao montante antecipado no âmbito de contractos de factoring.693 26. No período findo em 31 de Dezembro de 2013.524 1.344 2.433.544 26.583 2.688.IFADAP Diferenças de câmbio Outros: Adiantamentos de clientes 31-12-14 31-12-13 4.323 75.107 1.274 3.981 49.089.024 1.419. OUTROS PASSIVOS FINANCEIROS No período findo em 31 de Dezembro de 2014.771 54.656 20.462 - 12.489.038 431. Em 31 de Dezembro de 2014 não existiam valores descontados no âmbito desta linha.981 2.3 milhões de euros contratados de forma idêntica.573 955. dos cerca de 19. A taxa (custo) efectiva subjacente aos contractos é inferior à média das taxas efectivas associadas às linhas de curto prazo contratadas pela SUMOL+COMPAL.6 milhões de euros apresentados na rubrica “Outros passivos financeiros”.401.280.728.404 7.A. 100 .299 10. S.416.007.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.917.884 12. não foram desreconhecidos quaisquer activos referentes a saldos a receber.499. os contractos em causa não reúnem as condições necessárias para serem considerados como “sem recurso” pelo que.145.462 3.483 772.314 1. cujo limite global ascende a 35 milhões de euros e cuja duração é de seis meses (automaticamente renovável por iguais períodos).539 71.596. 19.929 1.511 1. No total apresentado nesta rubrica no período findo em 31 de Dezembro de 2013.332.API Estrutura comercial Damm Subsídios para investimentos .885 10.176 1.

176 9.788 309.839 Correcções relativas a períodos anteriores 17.964 26.501 Rendimentos suplementares Ganhos em alienações de activos tangíveis 80.335 1.106 37. | 2014 25.123.015 566.136. embora com menor expressão.842 1.634.978.343.481 Os valores apresentados em rendimentos suplementares referem-se.269.377 11.662.841 Ganhos em inventários 789.209.508 144.709.328 301.996 Reversões de perdas por imparidade (Nota 19 e 32) 520. decorrentes de contractos de locação operacional.804 1. OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. 27.930 12.020. S.972 2.294. a rubrica “Outros rendimentos e ganhos” apresentava a seguinte composição: 2014 2013 8.825 2.168 861.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A rubrica encontra-se ainda influenciada.890 Subsídios ao investimento Outros rendimentos operacionais 1.601.773.764 10.667 101 .290 352. a comparticipações de terceiros nos gastos com publicidade e propaganda incorridos pelo Grupo.767. maioritariamente.037 195. RÉDITOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.393. por rendimentos decorrentes de transportes e da valorização de resíduos para reciclagem. a rubrica “Réditos” (Notas 3 e 39) apresentava a seguinte composição: Vendas Prestações de serviços 2014 2013 300.847. LOCAÇÃO OPERACIONAL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. foram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 2014 2013 834.398 289.601 7.A.909 51. os valores das rendas pagas reconhecidas como um gasto no período.

169 40.618 3.931 3. o detalhe de “Fornecimentos e serviços externos” era.158 1.823 2.301 789.838.097 1.168 Não mais de um ano: Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 1.830 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Empilhadores 57.299.385 1.949 61.336 1.012 4.518 834.A.896.310.077.068 57.662 1.860 161. os valores das rendas vincendas decorrentes daqueles contractos eram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento 2014 2013 408.720 4.495.716 6. neles não se encontrando prevista a opção de compra dos bens afectos nem existindo cláusulas de renovação automática.922 1.336 Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 465.779 18.440 73.188.852 56.045.440 2.691 1.837. higiene e conforto Outros 102 2014 2013 3.257.189 41.246. 28.430.316 945.043.893 584.571 35.248 48.836 6. correspondentemente.732 5.802 5.522.082 470.231.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.596 40. | 2014 Nos mesmos períodos.1.277 811.105.427 3.854 .683. S. o seguinte: Subcontratos Trabalhos especializados Publicidade e propaganda Vigilância e segurança Conservação e reparação Ferramentas e utensílios de desgaste rápido Livros e documentação técnica Material de escritório Artigos para oferta Electricidade Combustíveis Água Outros fluidos Deslocações e estadas Transportes de mercadorias Rendas e alugueres Comunicação Seguros Contencioso e notariado Despesas de representação Limpeza.632 142.151 39.536.572.739 94.607.967 . FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.793.752 Os contractos de locação operacional relativos a empilhadores e a veículos automóveis ligeiros de passageiros e de mercadorias têm a duração média de 48 meses.131 836.406.962.568 3.843 5.093.478.278.861.525 809.151.155 39.016 1.328.851 8.355 871 3.465.892.129 7.676 2.413 87.194 19.345 63.171 32.

a rubrica “Outros gastos e perdas” apresentava a seguinte composição: Abates de inventários Donativos Impostos Ofertas e amostras de inventários Quotizações Perdas na alienação de activos tangíveis Correcções relativas a períodos anteriores (Nota 32) Outros gastos operacionais 2014 2013 1.109.290 30.053 165.029 780.194.506 94.278.160 112.415.573.805.780 419.283 267.044 Durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.320.A.280 34.181.300 15.905 1. | 2014 29.395 151.114 75.298 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.023 2.102.331.785 2.521 612.233 5.429 25.530.260.878 5.870 35.778 120.104 103 .905 3. GASTOS COM O PESSOAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.473 648.132 517.690 558.677 110. o número médio de trabalhadores ao serviço das empresas incluídas na consolidação era o constante do quadro abaixo: Número médio de trabalhadores 2014 2013 1.924 2.826 142. OUTROS GASTOS E PERDAS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. S.083 329.344 24.159.302 1. a rubrica “Gastos com o pessoal” apresentava o detalhe que se segue: Remunerações dos órgãos sociais Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações Seguros de acidentes no trabalho e doenças profissionais Gastos de acção social Outros gastos com pessoal 2014 2013 1.068.230 646.

Em ambos os períodos houve o acréscimo da Derrama Estadual nos lucros tributáveis superiores a 1.976) (20.9% do capital da S+Cm à Copagef originou uma participação na subsidiária inferior aos 75% mínimos previstos naquele regime.830.109.5 milhões de euros e 5% para os montantes superiores).351) Descontos de pronto pagamento concedidos (1.180 309. RESULTADOS FINANCEIROS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.5 milhões de euros. O imposto destas empresas correspondente ao período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi calculado tendo por base a taxa nominal de IRC agregada de 24. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Os livros.188) Outros gastos e perdas financeiros (2. processo de documentação fiscal e correspondente documentação suporte devem ser conservados durante 12 anos.A.5%.606.788.383 (19. S.259 Descontos de pronto pagamento obtidos 256.485) (3.424.237 1.297.239) Outros resultados financeiros: Gastos e perdas financeiros: Juros de financiamento suportados Juros de instrumentos financeiros derivados (swaps ) (Nota 17) Diferenças de câmbio desfavoráveis Rendimentos e ganhos financeiros: 3. A caducidade das anulações ou liquidações adicionais resultantes de correcções aos prejuízos fiscais é. com três patamares de taxas em 2014 (3% até 7.856) Juros de financiamento obtidos Diferenças de câmbio favoráveis (Nota 17) 32.468. os resultados financeiros (Notas 3 e 39) apresentavam a seguinte composição: 2014 2013 (13. Os prejuízos fiscais gerados a partir de 2014 podem ser recuperados no período de 12 anos.233. a Empresa deixou de ser tributada pelo lucro consolidado no âmbito do Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (“RETGS”) na medida em que a alienação de 49. a SUMOL+COMPAL considerou a taxa agregada de 22.921.111) (12. 104 . desde 2014.078.570 Outros rendimentos e ganhos financeiros 3.886) (1.5% na medida em que corresponde à aprovada no Orçamento do Estado para 2015.788) (20. de 4 anos.637 199.367) (758. 5% entre o valor anterior e 35 milhões de euros e 7% para os montantes superiores) e dois em 2013 (3% até 7. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.775.317 1.279 645. registos contabilísticos. que inclui Derrama Municipal (na data homóloga de 2013 tinha sido de 26.218) (1. Os impostos sobre o rendimento (correntes ou diferidos) são reflectidos nos resultados do período.889) (572.5 milhões de euros.067) (20.054 2.100.755. IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO A SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias sediadas em Portugal encontram-se individualmente sujeitas a tributação em sede de imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (“IRC”) e correspondente Derrama Municipal.835) (3.687.5%). devendo a sua utilização processar-se por ordem cronológica e apenas até à concorrência de 70% do lucro tributável de cada ano fiscal. correspondendo estas às que estiverem aprovadas ou substancialmente aprovadas na data do balanço consolidado.408 134. Os impostos diferidos são calculados com base nas taxas de imposto que se espera virem a estar em vigor à data da reversão das diferenças temporárias. | 2014 31.

de 16 de Julho. foram deduzidos 527. a dedução será feita com base na matéria colectável do grupo até à concorrência de 70% desta. correspondentemente.279 euros. Contudo. que estabelece um Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (“CFEI") traduzido numa dedução à colecta de IRC de 20% das despesas de investimento em activos afectos à exploração (com limite de cinco milhões de euros por sujeito passivo). de 30 de Dezembro. previsto na Lei n. Neste sentido. no seu entendimento. nas mesmas condições.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. submetida em Maio de 2014. aos cinco períodos de tributação subsequentes. nos montantes de. No período findo em 31 de Dezembro de 2013 foi publicada a Lei n. não poderá ultrapassar. o limite de 70% da colecta que se apuraria pela sociedade que realizou as despesas elegíveis caso o RETGS não se aplicasse. relativamente aos exercícios de 2011 e 2013.919 euros referentes ao benefício fiscal determinado nos termos do CFEI. As despesas deverão ter sido efectuadas entre 1 de Junho e 31 de Dezembro de 2013 e a dedução pode ser efectuada até à concorrência de 70% da colecta do IRC. relativas à recomendação de créditos fiscais decorrentes de actividades de I&D efectuadas naqueles exercícios. | 2014 Às subsidiárias sediadas em jurisdições estrangeiras aplica-se a legislação fiscal dos países em que desenvolvem as suas actividades. foram emitidas as respectivas declarações. Durante os exercícios de 2011 a 2013. as quais.º 49/2013. 208. por parte da Comissão Certificadora para os Incentivos Fiscais à I&D Empresarial (“Comissão Certificadora”).º 55-A/2010. para cada sociedade e por cada exercício. entretanto alterada pela Lei n.º 64-B/2011. A parte do benefício que não possa ser deduzida é transmissível. eram susceptíveis de serem elegíveis para efeitos de aproveitamento do Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”). Na Declaração Modelo 22 correspondente ao período de tributação findo em 31 de Dezembro de 2013. 196. S.761 euros e 280. Para as entidades que apliquem o RETGS. 105 .918 euros.A. de 31 de Dezembro. o Grupo suportou despesas com investigação e desenvolvimento (“I&D”).

920) (411.788.889. no período findo em 31 de Dezembro de 2014.961) Benefícios fiscais Acertos de liquidações 85.449) Tax a agregada de imposto (nominal + derrama municipal) Efeito no imposto do período 22.026 Ajustamentos à colecta: Tributação autónoma (248.229) Rev ersão de ajustamentos em inv entários tributados e de perdas por imparidade tributadas (Notas 19 e 26) (520.200 (31.272) Diferenças temporárias: Redução de activ os (prejuízos fiscais reportados) Redução de passiv os (goodw ill e reserv as de reav aliação) Outros (líquido) 6.549.173. apresenta a seguinte composição: 2014 Resultados antes de impostos Tax a nominal de imposto Imposto esperado 8.50 % 5.540 Correcções relativ as a períodos de tributação anteriores (Nota 30) 419. S.956) Imposto do período Tax a efectiv a de imposto 106 3.00 % (1.741 (331.096 Tax a nominal de imposto 23.327 (42.885 405.00 % Efeito no imposto do período (86.335) Outros (líquido) (241.221 23.163) 375.A. | 2014 A reconciliação entre a taxa nominal e a taxa efectiva de imposto sobre o rendimento do período (Nota 39).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.621) Derramas (574.471) Diferenças permanentes: Ajustamentos decorrentes da aplicação do justo v alor (não fiscalmente dedutív eis ou para além dos limites) 837.354.49)% .921.027.283 Benefícios fiscais (120.729) (26.

420.048) 1.220.040.700 71.562 - - 147.073 - (424.456 249.690 32.713 49.062.965 - (7.920.518) 41.180) 236.562 41.923 - - - - 424.141 (1.747.168 612. apresentando a seguinte composição: 31-12-14 Saldo inicial Aumento Rev ersão 1.391 Portugal 2014 2018 8.394 - (35.911 249.410.781 2.256.649 - (28.700 - (6.272.987) 34.061 (32.417 264.696 Reav aliações legais No final do período o Grupo procedeu à revisão dos prejuízos fiscais susceptíveis de recuperabilidade futura.968. respectivamente.184 Activ os por impostos diferidos: Prejuízos fiscais reportáv eis Anulação de margens internas Homogeneização de amortizações Incentiv os fiscais à inv estigação e desenv olv imento empresarial Passiv os por impostos diferidos: Goodw ill 70.393 - 8.577) 2.698) 71.923 31-12-13 Saldo final Saldo inicial Aumento Rev ersão Saldo final (1.161 3.789.272.562) - 147.356.218 - (7.965 - - 70.040.052) 203.393 Angola 2014 2017 13.300.896.220.920.620 861.923.009.327 3.282 Moçambique 2014 2019 1.943) 1.061 - (54.923.061 442.184 1.562 - (147.896.469 - (33.232. os activos por impostos diferidos e passivos por impostos diferidos ascendiam 1.073) - 2.327 Moçambique 2013 2018 2.497 70.069) 63.200 - 691.391 - 2.627 euro.629 54.794.627 71.327 7.968.851.965 Reav aliações liv res 236.896. A data limite de utilização dos prejuízos fiscais existentes no período findo em 31 de Dezembro de 2014 é a apresentada no quadro que se segue: Jurisdição Período em que foram gerados Espanha 2007 2022 - 3.112.554 Data limite de utilização Utilizável Não utilizável Total 107 .091 1.No período findo em 31 de Dezembro de 2014. tendo sido reconhecidos impostos diferidos activos unicamente sobre estes.200 619.682.923 - - 54.794.469 Intangív eis 147.020) 1.456) 249.161 - 1.789.781 euros e 63.909.468) 63.794.696 - (7.923) - 54.282 - 13.227 3.080 (553.540 (1.

Os saldos e as transacções entre a SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias. e as aquisições de bens e serviços a estas. Em 31 de Dezembro de 2014. é a Refrigor (Nota 13). é convicção do Grupo que se irão gerar. O detalhe dos saldos e transacções entre o Grupo e outras partes relacionadas encontra-se divulgado adiante. o Grupo não reconheceu o correspondente activo por imposto diferido. apoiado em pressupostos de projecção da actividade para os próximos anos. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2013. António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. As vendas e as prestações de serviços efectuadas às partes relacionadas. O montante de imposto diferido activo que não foi reconhecido ascende a 974. CGBA Subsidiária da SUMOL+COMPAL. não são divulgadas nesta nota. com razoável segurança.A. PARTES RELACIONADAS A empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. em qualquer dos casos. 33.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. não tendo sido dadas ou recebidas quaisquer garantias. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Por não ser possível estimar os impactes nas demonstrações financeiras. António Rui Libório Frade Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. lucros tributáveis futuros suficientes para reverter os impostos diferidos activos decorrentes de prejuízos fiscais. em tempo útil. 108 . aos preços praticados habitualmente pelo Grupo a partes não relacionadas e a preços de mercado. a lista de partes relacionadas era a seguinte: Amélia Maria Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. que são partes relacionadas da Empresa. D2C Subsidiária da SUMOL+COMPAL. foram eliminados no processo de consolidação e. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram reconhecidas quaisquer perdas de imparidade relativamente a montantes devidos por partes relacionadas. o Grupo não reconheceu impostos diferidos activos sobre prejuízos fiscais de sociedades nas quais não se estima. a Autoridade Tributária e Aduaneira autorizou a dedução de cerca de 16 milhões de euros de prejuízos fiscais cuja utilização significará a revisão das declarações fiscais desde 2006. Os saldos existentes com as partes relacionadas não se encontram cobertos por seguros e serão liquidados em dinheiro. considerar descontos sobre o volume transaccionado e a natureza e especificidade das operações realizadas. Por outro lado.082 euros (prejuízos gerados em Espanha). foram valorizadas. por essa razão. S. que coincide com a entidade controladora final. Considerando o plano estratégico do Grupo. respectivamente. podendo. a ocorrência de lucros fiscais suficientes para assegurar a recuperabilidade do referido imposto.

S+Cm Subsidiária da SUMOL+COMPAL. freguesia de Carnaxide. freguesia de Carnaxide. sito na Portela de Carnaxide. Entre o Grupo e a Frildo A Frildo arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Frildo. concelho de Oeiras. S. Refrigor Empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. S+C Angola Subsidiária da SUMOL+COMPAL. José Manuel Doutel Jordão Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. A natureza dos relacionamentos existentes entre as partes relacionadas acima divulgadas era. sito na Portela de Carnaxide. a que a seguir se descreve: Entre o Grupo e a Eufiger A Eufiger arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Vértice. em 31 de Dezembro de 2014. S+Ca Subsidiária da SUMOL+COMPAL. concelho de Oeiras. Madibel – sociedade em liquidação Subsidiária da Refrigor. WWC Subsidiária da SUMOL+COMPAL. João António Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. Servicom Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+Ci Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Entre a entidade relatora e a Refrigor A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: 109 . José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. | 2014 Eufiger A maioria dos administradores da Eufiger integra o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. Frildo Todos os gerentes da Frildo integram o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.A. S+Cao Subsidiária da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S+Cmz Subsidiária da SUMOL+COMPAL.

215. em vigor.269. operac.710 euros a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. Rend.537 1.357 11.166) 42.517 (245) (191.272 (187. A receber A pagar Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 3.227) 32.198.390 32. S.233 32.012 1.405 (200.650 1. a Sociedade pagou à Refrigor 1.822 (114.469.937 - 1.867 1. A receber A pagar Clientes Fornec.146) 32.264. acompanharam temas relacionados com a utilização do Edifício Sede. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.670 euros como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actual Novo Banco).348) 302 421 56. iii. os saldos mais significativos existentes com partes relacionadas eram os a seguir apresentados: Saldos 31-12-14 31-12-13 C/C Associadas C/C Associadas Clientes Fornec.469. Outras informações Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.411 34.178 1. representaram a Empresa no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET). ACTIVIDADE DESENVOLVIDA PELOS ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS Neste novo mandato os administradores não executivos deram continuidade às actividades desenvolvidas anteriormente. nomeadamente.536.269.393) 55.581 euros como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas.773 - - - - - - - - - 704.128 (200.704 488. e participaram em actividades de representação institucional. Gastos operac. financ. participaram em projectos de natureza estratégica. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc.831.066 49.251 288.928) 9. acompanharam assuntos jurídicos estratégicos. assumiram a coordenação e o acompanhamento da actividade do Gabinete de Auditoria Interna. recebeu a quantia de 673.251 289. financ. Gastos financ.470 1.517 803 (189.066 48. 110 . ii.215.867 1.833 1.599.432 (73.820 - 483 - 2. Estes. e Seven-UP Internacional.163 (114. 1. Rend. a remuneração dos administradores e outro pessoal chave da gerência apresentava a seguinte composição: 31-12-14 Benefícios de curto prazo 31-12-13 1. Gastos Rend.256 - 34.138 Nos períodos findos em 31 Dezembro de 2014 e 2013. financ.075 1.687. que é propriedade da Refrigor. recebeu a quantia de 541. | 2014 i. em 30 de Dezembro de 2008.756) 9.138 1. operac. reuniram-se no âmbito do comité da auditoria interna.752 (262.A.599.928) 302 2. Rend.348) As transacções mais significativas efectuadas com partes relacionadas durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 foram as seguintes: Transacções Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 2014 2013 Gastos operac.

tais como. a adopção de uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. através da realização de sessões. distribuídas pelos concelhos prioritários de Póvoa de Varzim. tornando mais eficiente. sem a presença de qualquer membro da Comissão Executiva. tornou possível chegar a um maior número de entidades. Este produto. SUMOL. Nas RCA efectuaram também o acompanhamento da evolução dos negócios. que conta com a participação de mais parceiros. a SUMOL+COMPAL em 2014 deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. tendo sido revisitados e alinhados todos os critérios de apoio. a par da promoção hábitos alimentares saudáveis. Foram também promovidos pequenos-almoços de trabalho. Tendo por objectivo optimizar a gestão de donativos do produto com valor social – produto cujo prazo disponível para consumo é inferior a um terço do respectivo prazo de validade – em 2014 foram introduzidas melhorias no processo. estiveram presentes em seminários dedicados a temas relevantes para o negócio. demos continuidade ao apoio à Fundação da Juventude e à Fundação Marquês de Pombal. visitaram zonas do mercado nacional e de alguns mercados internacionais. foi doado ao abrigo da lei do mecenato a 438 entidades com carácter social. Na qualidade de fundadores. Encerrámos o ano com a entrega de 530 mil litros de produto com valor social. entre os administradores não executivos e alguns gestores da Empresa para melhorar o conhecimento profissional e pessoal entre os mesmos. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. RESPONSABILIDADE SOCIAL Capital social: a SUMOL+COMPAL e a comunidade Tendo como objectivo estratégico contribuir para a sustentabilidade económica. da Associação Alzheimer Portugal em parceira com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. os administradores não executivos reuniram-se sete vezes. a quantidade de produto com valor social decresceu significativamente. o plano estratégico. o orçamento e os documentos de prestação de contas. maioritariamente COMPAL. S. Gouveia. Pombal. SEVEN UP e GUARANÁ ANTARCTICA. 35. Oeiras e Faro. visitaram feiras alimentares e participaram em eventos promovidos pelo Grupo. | 2014 No âmbito das Reuniões do Conselho de Administração (“RCA”). promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. destinadas a pessoas com 111 .A. desportivo. disponibilizando donativos com produtos das marcas COMPAL e UM BONGO. No âmbito do acompanhamento da actividade operacional da Empresa estes administradores visitaram as fábricas em Portugal e os maiores centros de distribuição em Portugal e em Angola. o plano operacional. valorizado em cerca de 380 mil euros. No entanto. social e ambiental. instituições que promovem a integração das crianças e jovens tanto na vida profissional activa. Integrámos de forma regular o Projeto Café Memória. Vila Flor. Foram ainda realizadas reuniões em diferentes instalações da SUMOL+COMPAL com a presença de alguns destes administradores e gestores da Empresa. Almeirim. Em 2014 renovámos o apoio protocolar com o Ministério da Educação através do Programa Escolar de Reforço Alimentar (“PERA”) que visa. Face ao ano anterior. nas instalações da SUMOL+COMPAL. Durante 2014. Este projecto. célere e participativa a nossa relação de cooperação com a comunidade. Leiria. repartido por 17 marcas. os administradores não executivos estiveram envolvidos em análises e decisões sobre matérias de gestão não corrente. como na integração social e comunitária. tem por missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida e redução do isolamento social. suprir as carências alimentares de alunos que frequentam as escolas públicas. cultural e educativo e afins.

tutela da FICASE – Fundação Cabo-Verdiana de Acção Social Escolar – que tem como objectivo apoiar as famílias 112 . que. a realização da 10º Edição da Campanha Nacional de Kits Escolares. em articulação com os decisores públicos. continuámos envolvidos na participação no programa da Acção 2020. em 2014. englobou. o Ericeira Camping e o promotor do festival. com cerca de 530 participantes e 145 voluntários. 239 alunos de 5 escolas diferentes e contou com uma taxa de sucesso superior a 80%. De Abril de 2013 a Dezembro de 2014.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Em parceria com a EDP. respetivos familiares e cuidadores. em parceria com a Câmara Municipal de Mafra. de hábitos de vida saudável e prevenção de comportamentos de risco através do aumento da participação e envolvimento da família na escola e na rede de recursos comunitários. | 2014 problemas de memória e demência. e social. a SUMOL+COMPAL garantiu. garantimos. nas vertentes económica. O resultado final foi um recinto surpreendentemente mais limpo e a recolha de 5 mil copos que se traduzem em 3. que visa a promoção de competências psicossociais. que este ano contou com uma acção de sensibilização de recolha de medula óssea para o bebé Salvador. por mais um ano. as praias da Foz do Lizandro e de Ribeira de Ilhas também beneficiaram de acções de remoção de lixo e limpeza do areal. em parceria com a Tetra Pak. Dando continuidade ao programa de apoio social em Cabo Verde. Por mais um ano consecutivo. A promoção da prática de estilos de vida saudáveis. em particular nas comunidades onde estamos inseridos ou como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado.000 kg de plástico e 220 kg de cartão. o processo de reciclagem do cartão laminado e a origem sustentável do cartão através da certificação FSC (Forest Stewardship Council). a recompensa com uma foto original a todos os fãs que entregassem 10 copos de plástico ou de cartão para a reciclagem. a partilha de experiências e a sensibilização da comunidade para a doença. numa plataforma de partilha de ideias. a continuidade do Programa “Eu Passo…” a alunos dos 7º e 8º anos. aponta diretrizes para o caminho que as empresas devem percorrer até 2050 rumo ao desenvolvimento sustentável. demos a conhecer. iniciou a redução da sua pegada ecológica na realização da 6ª edição do SUMOL Summer Fest. através do apoio a eventos desportivos. A Eco Acção consistiu na realização de sessões de formação e sensibilização ambiental aos responsáveis pela gestão de resíduos e clientes com pontos de venda no recinto do festival e. ambiental.A. Empenhados em contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e com maior responsabilidade ambiental. O ano de 2014 foi pautado por uma onda de solidariedade com um desafio intitulado Ice Bucket. Oeiras e Vila Flor. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização e o reforço de posições de destaque no continente africano. é um dos pilares da nossa política de Sustentabilidade. para posterior reciclagem. este ano voltámos a promover em Almeirim. promovemos a recolha bianual de sangue através da Associação de Dadores de Sangue de Queijas. numa atitude positiva e diferenciadora. a nossa preocupação com o futuro comunicando o lado mais sustentável da embalagem Tetra. Na qualidade de membros do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável –. tendo concretizado o seu apoio financeiro à Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica. palco do maior festival de sustentabilidade realizado em Portugal. Na 7ª edição do Greenfest. Este programa. corridas que são grandes eventos desportivos nas comunidades locais. temos vindo a participar activamente no grupo da Água e do Sector Agroalimentar. S. em 5 escolas diferentes do concelho. o projeto Café Memória realizou 71 sessões. Em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras e a Associação Prevenir. por mais um ano lectivo. experiencias e tendências. Como tal. a SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL foi nomeada e aceitou o desafio. no qual era eleita uma entidade de carácter social para fazer um apoio a uma causa. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nestes países. Nos grupos de trabalho do BCSD Portugal.

tendo a distribuição deste material decorrido na Escola Mãe Clara. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. sendo a água um recurso escasso e finito a preservar. sendo uma forma de as empresas que exportam para Angola contribuírem para esta sociedade. Recursos naturais – Água e energia Em 2014. iniciámos este ano um apoio social com a entrega de 1. que resultou numa refeição de solidariedade para os jovens e os “sem-abrigo” na cidade de Maputo.000 kits de material escolar. estando no entanto coerente e alinhado com os volumes de produção das unidades industriais. como forma de respeito e preservação do planeta Terra. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. Capital natural: a SUMOL+COMPAL e o planeta Contribuir para o desenvolvimento sustentável. com o processamento agro-industrial. a Empresa tem vindo continuamente a adoptar boas práticas ambientais. mais uma vez. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais. juntamente com outras empresas do sector agro-alimentar. Com uma presença cada vez mais forte no território angolano. em 2014. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia. próxima da fábrica de Boane. demos os primeiros passos para o projecto de recuperação da Escola Primária 3 de Fevereiro. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. S.A. O Projecto LET’S CONTINUE TO GIVE apela à solidariedade contínua e duradoura. Consciente das suas responsabilidades. quer a nível nutricional como de formação escolar das crianças em São Tomé e Príncipe.35 litros água por litro de bebida.000 crianças. a SUMOL+COMPAL aliou-se a esta causa e. O resultado global cifrou-se em 15 toneladas de produtos alimentares que foram entregues em Luanda a populações carenciadas. para a água e para o ar inerentes à sua actividade industrial. nos equipamentos e nos comportamentos com vista à melhoria do desempenho hídrico. o rácio médio de consumo de água foi de 5. continuaremos a investir nos processos. A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. Anualmente. | 2014 menos favorecidas na educação dos seus filhos. este apoio traduz-se na entrega de material e manuais escolares para 2. foi definida a implementação da ISO 14001 em 2015 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. promovendo a igualdade no acesso e sucesso escolar desses alunos. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental. em Santa Catarina. UM BONGO e COMPAL e COMPAL DA HORTA. minimizando o impacte ambiental da sua actividade. o que representa um ligeiro acréscimo face ao ano anterior. efectuou um donativo repartido pelas marcas SUMOL. a marca GUD voltou a apoiar o Natal de Rua. No entanto. como retribuição dos benefícios gerados. em particular a exercida na unidade industrial de Almeirim. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e. Considerando a tipologia de actividade industrial SUMOL+COMPAL. com o objectivo de proporcionar às crianças daquela comunidade um local condigno de aprendizagem e mais adequado às suas necessidades. Numa aposta de desenvolvimento. Em Moçambique. 113 . foi obtida na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos. podemos afirmar que este rácio é um valor de referência do sector. Organizado pela Associação Pequenos Gestos Moçambique.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

obter 100% de embalagens de cartão laminado com a certificação FSC. à eficiência destas utilizações em termos energéticos.273 licenças de emissão que transitou do ano anterior. Emissões – Solo e atmosfera Tendo em consideração as emissões de gases com efeito de estufa (“GEE”) que estão exclusivamente associadas ao consumo de energia directa e indirecta da actividade industrial. tem sido um dos contributos para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. e considerando o banking de 14. foi atingido o melhor desempenho neste indicador. foi criado o Comércio Europeu de Licenças de Emissão (“CELE”) que se encontra em vigor desde 2005. em particular. Tendo em conta as 5.496 licenças de emissão atribuídas em 2014. Uma parte significativa destas emissões é neutralizada pela captura de dióxido de carbono (“CO2“) ao abrigo do programa de reflorestação da ÁGUA SERRA DA ESTRELA. através a entidade gestora AMB3e. a unidade de Almeirim terminou o ano com um saldo global de 11. | 2014 O consumo directo e indirecto de energia primária em 2014 totalizou 8. S. a SUMOL+COMPAL aderiu à ANREE – Associação Nacional para Registo dos Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (“EEEs”) que. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. as quais poderão ser utilizadas ou transaccionadas em bolsa. com a Tetra Pak.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. decorrente do projecto de centralização e optimização da gestão operacional de resíduos.022 tep/tonelada de produto acabado. Podemos afirmar que o desempenho energético das unidades industriais da SUMOL+COMPAL é um bom valor de referência. Resíduos e embalagens ecoeficientes Em 2014.936 licenças de emissão a favor da SUMOL+COMPAL. para o período 2013-2020. que garante a proveniência do cartão de uma origem natural e sustentável. tendo como referência os factores de emissão previstos na legislação aplicável. No âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE (Nota 37). o que significa uma redução de 1% devido à optimização e racionalização de consumo energético nas instalações industriais. concluímos que em cada ano o investimento e custo para introduzir novas Melhores Técnicas Disponíveis (“MTDs”) é cada vez mais elevado para conseguirmos atingir reduções significativas de rácios de consumo energético. verificou-se uma ligeira melhoria do desempenho global energético com um rácio de 0. Face ao ano anterior. 114 .6 milhões de euros para a gestão dos resíduos de embalagens colocadas no mercado português no ano de 2014. A contínua aposta nas fontes de energia renováveis para o fornecimento de electricidade. tendo-se atingido 98. O consumo dos combustíveis fósseis é maioritariamente devido aos processos de combustão para gerar a energia eléctrica e térmica necessária às actividades industriais produtivas e auxiliares e. Considerando que os volumes de produção se têm mantidos estáveis ao longo dos últimos anos e que a nossa política de racionalização energética segue um caminho de optimização e melhoria contínua.A. Ao nível da ecoeficiência das embalagens foi possível. tanto a nível nacional como internacional. garante o cumprimento da gestão ambientalmente correcta destes resíduos. após terem sido deduzidas as licenças correspondentes às emissões de GEE verificadas em 2014. Em 2014.971 toneladas equivalentes de petróleo (“tep”).9% de reciclagem de resíduos nas unidades industriais da SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL pagou à Sociedade Ponto Verde (SPV) 1. em 2014 tivemos uma redução de 4% face ao ano anterior.

| 2014 Biodiversidade O programa de reflorestação da nossa marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA continua a assegurar a plantação de árvores nas serras portuguesas.000 450. CONTINGÊNCIAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. relativa a eventual burla tributária.6 milhões de euros.658 19.406 euros foram prestadas no contexto de Despacho resultante de inquérito judicial de natureza tributária de que a S+Cm foi notificada.706 As garantias que totalizam 14.860.165 26. S.261 7.000 6.964 14.964 10.731 99.000 211.253 14.807. Ao longo dos já muitos anos deste programa a marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA já plantou mais de 1. ii. Acções representativas do capital social das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm.733 10.860 5.581 24.940 204.731 112.799.418 7.000 20.704 2.760 99.116.A. foram prestadas as seguintes garantias reais: i. remontando os factos em causa a 2006 e relacionando-se com benefícios fiscais concedidos no âmbito da fusão por incorporação da sociedade Compal na sociedade Inbepor.279 225.680 3. 36.000 4.036 204.299.036 112.406 4.733 10. Marcas de propriedade da sociedade S+Cm. 115 . decorre da circunstância desta ter incorporado em 2008 a sociedade resultante da fusão de 2006.807. A acusação dirigida à S+Cm. actualmente ao abrigo da parceria da SUMOL+COMPAL com a cadeia IKEA. no montante global de 318.279 3.704 56. No âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o Novo Banco em 30 de Dezembro de 2008. tendo sido judicialmente impugnada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra e encontrando-se o processo a evoluir de acordo com os trâmites legais aplicáveis aos casos desta natureza.500 3.807.500 6. através da compensação das emissões para a atmosfera e da redução da nossa pegada de carbono.500 2. o valor das garantias emitidas a favor de terceiros tinha a seguinte composição: Beneficiário Instituição Autoridade Tributária e Aduaneira BCP/CGD/NB CGD/NB Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo Agência para o Inv estimento e Comércio Ex terno de Portugal 2º Juízo Cív el do Tribunal de Santarém Imopólis Direcção de Serv iços de Reembolso do Imposto sobre o Valor Acrescentado Câmara Municipal de Sintra Tetra Pak Tribunal do Trabalho de Coimbra Ministério da Administração Interna Ministério da Economia (Instituto Geológico) Fundação Inatel Autoridade para as Condições do Trabalho de Setúbal Agência Portuguesa do Ambiente Suomn Palautuspallaus Oy Metrocom Agência Portuguesa do Ambiente Tribunal do Trabalho de Lisboa Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social Comissão de Coordenação e Desenv olv imento Regional do Norte NB NB BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP NB BCP BCP BCP NB BCP 31-12-14 31-12-13 14.406 14.165 44.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. pertencentes à SUMOL+COMPAL.3 milhões de árvores.940 211.375 25.760 44. contribuindo assim para promover e valorizar a biodiversidade e dar um melhor contributo à sustentabilidade ambiental do nosso negócio.

941. Para o período 2008/2012 tinham sido atribuídas gratuitamente à S+Cm (sociedade na qual a ex-Compal foi incorporada. MATÉRIAS AMBIENTAIS Tal como mencionado na Nota 35. do Parlamento Europeu e do Conselho.003 tCO 2.496 para 2014. prestaram-se as seguintes garantias reais: i. ii. tendo sido transposta para a legislação nacional pelo DL n.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. pelo que os operadores terão de adquirir licenças no mercado ou em leilões. iv. 2009.590. diminuindo gradualmente de 80% em 2013 para 30% em 2020. Refira-se. ii. v. Equipamentos de propriedade da S+Cmz (Boane). centralização das decisões na Comissão Europeia. respectivamente. 10. de 15 de Março. O CELE foi inicialmente criado pela Directiva n. 7. Relativamente ao financiamento contratado com o Banco Único em Moçambique. alteração da metodologia de atribuição de licenças. tendo sido atribuídas à S+Cm 6. que uma licença de emissão corresponde a uma tonelada de CO2 (“tCO2”).º 2836/2008. 9. foi criado o CELE que se encontra em vigor desde 2005. por fusão) 13.A. No período findo em 31 de Dezembro de 2010. em seguida. introdução de novos critérios para avaliação da inclusão no CELE.022 licenças para 2013 e 5. de acordo com as regras normais do mesmo. a S+Cm realizou as seguintes transacções de licenças: 116 . iii. de 14 de Dezembro.º 2003/87/CE de 13 de Outubro. a Directiva n. de 5 de Fevereiro. Foram introduzidas algumas alterações no CELE durante este novo período de oito anos que termina em 2020. tal como publicado no Despacho n. das quais se destacam as seguintes: i.374 licenças de emissão de GEE por ano. do Parlamento Europeu. Imóveis de propriedade das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm.384.060 e 7.º 233/2004. 37. garantia da possibilidade de banking de licenças (transferência de licenças para o novo período). A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. 10. Gouveia. 11.º 38/2013. S.622. Pombal e Vila Flor). iv. o qual foi posteriormente alterado de forma a enquadrar legalmente o período 2005-2008 e. enquadrando e definindo as regras do CELE para o período 2013/2020. 2010. a propósito. | 2014 iii. inclusão de novos sectores e de novos GEE para além do CO 2. O número de emissões verificadas no decurso de 2008. A atribuição gratuita para este período iniciou-se em Junho de 2011. Imóvel de propriedade da S+Cmz (Boane). tendo esta sido transposta para a legislação nacional através do DL n. Estas licenças podiam ser transaccionadas em mercados estabelecidos para o efeito (mercado do carbono). no âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE. Equipamento industrial de propriedade da S+Cm (Almeirim.º 2009/29/CE de 23 de Abril. 2011. 2012 e 2013 foi de. o período 2008/2012. As alterações introduzidas implicam que a atribuição gratuita de licenças será efectuada em função do benchmark definido para cada sector. Entretanto a anterior Directiva foi alterada pela “Nova Directiva CELE” (como é conhecida).

O fundo de pensões foi constituído por escritura pública de 29 de Dezembro de 1988 e o Contrato Constitutivo foi alterado em 22 de Dezembro de 1999. SEGMENTOS OPERACIONAIS A principal informação financeira relativa aos segmentos operacionais existentes nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 é a que se apresenta nas páginas seguintes.20 euros. pelo que as 11.000 licenças Certified Emission Reduction (CER) ao preço unitário de 14. As transacções intersegmentais. contudo e no valor total de 86 milhares de euros. é de esperar um excesso de 11. aproximadamente. através dos quais a gestão da SUMOL+COMPAL acompanha a evolução do negócio. 23 de Março de 2009. S. Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram realizadas contribuições. compra de 6. 2 de Junho de 2003.37 euros por licença. 258 milhares de euros para aquisição de rendas vitalícias imediatas. com o objectivo de garantir o pagamento de pensões de reforma por velhice. cinquenta e cinco transferências para outros planos correspondentes a igual número de saídas de colaboradores. foram anuladas no processo de consolidação. 38. tendo passado a financiar um plano de contribuição definida. 39. ocorreram 16 no âmbito dos quais foram remidos cerca de 96 milhares de euros em capital e utilizados.000 licenças European Emission Allowances (EUA 2008/2012) ao preço unitário de 15. Desde então que se encontram identificados os seguintes segmentos operacionais. venda de 9.42 euros por licença. estima-se que em 2014 tenham sido emitidas 6. Relativamente a reembolsos (invalidez. 9 de Abril de 2010 e 16 de Janeiro de 2014. óbito e velhice). Embora ainda a aguardar verificação oficial. ocorridas naqueles períodos.A.852 tCO2.936 licenças que poderá ser mantido em carteira ou transaccionado em bolsa.65 euros. a hipótese de venda do excesso não foi considerada pois a crise mundial e a existência de um elevado excesso de licenças no mercado causou uma descida do preço comparativamente aos anos anteriores.936 licenças em carteira correspondiam a uma mais-valia potencial de 87.968 euros. o período 2008/2013 terminou com o saldo positivo de 13. invalidez e de sobrevivência a empregados reformados. Em 2012 o preço médio foi de 7. em especial no desafio de internacionalização e de desenvolvimento das suas marcas em alguns mercados externos. | 2014 i. valor inferior ao preço médio esperado para o período 2013/2020. ii. Considerando que não foram realizadas quaisquer transacções de compra ou venda de licenças. Tendo em conta as 13. Verificaram-se. Em 2013 a SUMOL+COMPAL adoptou uma organização assente em unidades de mercado baseada na divisão geográfica no sentido de dar resposta aos objectivos estratégicos definidos. Dada a conjuntura económica. 22 de Dezembro de 2004.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. estando os respectivos produtos e/ou serviços vendidos/prestados caracterizados junto a cada um deles: 117 . Em 12 de Fevereiro de 2015.292 licenças de emissão a favor da S+Cm. PLANO DE PENSÕES No Grupo existe um fundo de pensões constituído de forma voluntária e graciosa. Os beneficiários são os empregados e administradores que façam parte do quadro permanente e que tenham completado mais de cinco anos consecutivos de serviço nas empresas associadas daquele fundo. a cotação de fecho das licenças EUA era de 7.374 licenças atribuídas por ano e considerando ambas as transacções acima identificadas.

118 . vegetais e derivados de tomate para os mercados nacional e espanhol. de auditoria interna.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. de controlo de gestão. Serviços partilhados Presta serviços partilhados de recursos humanos. Europa Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. vegetais e derivados de tomate para os mercados africano e médio oriental. de tecnologias de informação e administrativos e financeiros. prestando também serviços de enchimento para o mercado doméstico.A. | 2014 Portugal e Espanha Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. vegetais e derivados de tomate para os mercados americano e asiático. África e Médio Oriente Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. de compras. S. vegetais e derivados de tomate para o mercado europeu. América e Ásia Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. Imobiliário e franchising Vende unidades de marca de refrigerantes e arrenda instalações.

236.211.037 1.697.392 - (23.459) (6.777.060 71.086.227) (193.156 3.196 20.931 116.825) (3.706.346 11.661 648 1.784 6.148 - 309.555 37.375 4.812.171) 329.392 24.122 1.094.256 405.924.327 22.601.851.029 21.926 (64.481.319 Vendas e prestações de serviços externos Outros rendimentos intersegmentais Totais Resultados: 1.272.000.444.023.786 247.149 - 10.341.804.671 - 89.058.101 - - 260.572.907 16.057) (646.069 413.842.588.339 165.970 263.626 51.163.502 - - 463.057 20.534) - (507.229.237.966.947) (2.197) (7.998 5.826 6.732 12.527 3.462 (42.309.498) (2.724 34.018.730.861 23.790.059 - - 266.288) (321. intangível e tangível Investimentos financeiros Inventários Outros 43.315 23.546.611 565.009 Financeiros (11.214.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.193 (796.060.591.539.482 3.828.591 (18.181.074.559.541.686.291 Totais 382.788) Impostos sobre lucros Líquidos 4.707 132.552 Passivos 280.451 95.092.595 4.037 (11.081.104.522) - - 12.876.328 8.060 71.454 4.589.723 - 12.557) Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 119 .720 18.759.357) - (24.596) 11.699.638 2.598 8.978.127 285.589 (15.549.632 6.881 Activos: Goodwill.146.527.237.870 (133.656) (7.910 (75.836.370 - Operacionais 29.213 171.638 16.262) 322.224.023.034 23.610 598.524.477.927 16.464.678 54.578 145.395 1.844 (61.615 3.178) (19.527 3.522.559) 129.120) 69.328.807 2.628 192.038.072. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.703.662.795.740) - 221. S.322 344 7.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2014 Réditos e outros rendimentos: 221.818.798.382 (20.390 Dispêndio de capital fixo 5.567 3.531.926.726 43.693 (21.703.259 2.522.982) 14.730.548 313.776 989.818.754.339 984.639.434) (4.042 - - - - 7.861 - - Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 15.004.814) 625.146.708.660 7.574 83.966.450 Depreciações 7.063 1.754 1.146 123.732 12.126.130 Outros rendimentos externos - - - - 1.318.292.063 2.126.691.285) (140.275 463.976) 401.410) 31.385.825.325.426 3.100.574) 27.903.772 386.028.047 51.640 356.981) (771.A.505.613 1.560.981 396.138.207) - - (343.884.455.820 (8.700 2.

626 3.918.683.498 113.132.286) (2.193 94.350 (61.081) (11.819.331.641 99.882 10.534 11.140 1.124.004 (859.658.209.916.027.707 644.920.365 435.964 Resultados: (11.866) (3.034.190 (78.601.004) Líquidos 10.207 848.330.580.066 - 10.211 1.090 (126.815 146.278 41.058) 28.418.896 130.818 19.781.709) 28.828 Operacionais 23.174.916.365.587 6.533.662.520 Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 16.781.986 3.574.109.863) (187.572 11.681) 4.376) - - (40.570.856) Totais 301.762 20.761.361.187 290.066 (28.877) (4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.112.703) 24.923) (383.444.A.403.634 1.563 1.248.772 - 2.389.517.512.086) - 215.175.329.866 (6.298 - - 23.209.952.964 3.050.805 260.733.736 15.428 71.818 - - - 8.913.594) - - (98.412) (1.864 Outros rendimentos intersegmentais - - - - 3.609 2.428 71.385.448.740.847 72.240.443 1. intangível e tangível Investimentos financeiros Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 120 .316 4.698.581 2.635.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2013 Réditos e outros rendimentos: Vendas e prestações de serviços externos 215.549 603.984.663 637.662 1.692.030 123.626 3.781.126 (227.003) 564.580) (667.618.328) Impostos sobre lucros (1.866) 312.705 Inventários 16.022.841) 433.845 4.633.514.006 48.881 Dispêndio de capital fixo 5.420 1.878 21.309 1.713 2.432 (686.763 (23.701 1.049) 1.787 41.403.565.610.075.200.794.560 1.747) (509.526) (3.083 44.443.208.712 - - 1.014 514.557 1.398 1.353.795 Depreciações 6.105.418) 66.455 283.572 11.087 184.072 (109.033.794.269.921.904 (15.026 33.870 378.644.372.280.517.177 3.970 33.418 8.569) 66.329.636 6.200 Passivos 278.290 2. S.300) - Outros rendimentos externos - - - - 798 - 10.010 Totais 364.822.462 24.234.375 58.990 Outros 55.086 - - (3.693 469.115.404.302 8.224 331.326. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.540.631 - 8.047 Financeiros (20.909 763.655 6.347.534) 14.633 39.592.925.565 78.054 365.059.272.625.714 196.257) (94.463 133.751) (627.089 15.161.132.801 1.365.936) (24.183 (5.962) Activos: Goodwill.495 2.200.882 - (24.325.

O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 121 . 41. básicos e diluídos. de acordo com o disposto na IAS 10 – “Acontecimentos após a data de balanço”. 43. NORMAS APROVADAS NO PERÍODO E NORMAS COM EFICÁCIA POSTERIOR As normas.Instrumentos financeiros 13-12-2012 01-01-2014 Emendas à IFRS 10. sendo opinião deste órgão que as mesmas reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações do Grupo. IFRS 12 e IAS 27 20-11-2013 01-01-2014 Emendas à IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração 19-12-2013 01-01-2014 Emendascom à IAS 36de Imparidade de Activ aos31 de Dezembro de 2014: Normas data eficácia posterior 41627 Ciclo anual de melhorias 2011-2013 41640 18-12-2014 01-01-2015 42. foram calculados dividindo o resultado líquido consolidado com os interesses não controlados pelo número médio de acções em circulação durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. se encontravam aprovadas e com eficácia no período anual com início posterior a 31 de Dezembro de 2014 são as seguintes: Normas aprovadas pela UE Aprovação Eficácia Normas com data de eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014: IFRS 10 – Demonstrações Financeiras Consolidadas 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 11 – Acordos conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 12 – Div ulgação de Interesses em Entidades 11-12-2012 01-01-2014 IAS 27 – Demonstrações Financeiras Separadas 11-12-2012 01-01-2014 IAS 28 – Inv estimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 Emendas à IAS 32 . implicassem divulgação ou ajustamentos às referidas demonstrações financeiras consolidadas. S. DATA DE AUTORIZAÇÃO PARA EMISSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras consolidadas foram autorizadas para emissão pelo Conselho de Administração em 26 de Fevereiro de 2015.A. bem como os fluxos de caixa e a posição e o desempenho financeiro. emendas e melhorias com eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014 ou que. RESULTADOS POR ACÇÃO Os resultados por acção. | 2014 40. ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO Entre 1 de Janeiro de 2015 e a data da autorização para a emissão das demonstrações financeiras consolidadas (Nota 43) não ocorreram eventos materialmente relevantes que.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. à data da autorização para emissão das demonstrações financeiras (Nota 43). interpretações.

.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I - INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE
A. Estrutura Accionista
B. Órgãos Sociais e Comissões
C. Organização Interna
D. Remunerações
E. Transacções com Partes Relacionadas
PARTE II – AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO

123

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I – INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE

A. ESTRUTURA ACCIONISTA

I. Estrutura de capital

1. Estrutura de capital (capital social, número de acções, distribuição do capital pelos
accionistas, etc), incluindo indicação das acções não admitidas à negociação, diferentes
categorias de acções, direitos e deveres inerentes às mesmas e percentagem de capital
que cada categoria representa (Art. 245.º-A, n.º 1, al. a)).
Em 31 de Dezembro de 2014, o capital social da SUMOL+COMPAL, S.A., no montante de
€100.092.500,00, integralmente subscrito e realizado, encontrava-se representado por
100.092.500 acções ordinárias, de valor nominal unitário de 1 euro. Nessa data, a estrutura
accionista (participações qualificadas nos termos da al. c) do n.º 1 do art.º 245.º-A) era a que
consta do quadro seguinte:
INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014
NOS TERMOS DO ART.º 245-A n.º1, alínea c)

Refrigor, S.A.

(directamente)

Nº. de Acções

% Direitos

detidas

de voto

70.590.610

(indirectamente)

Fundo de Capital de Risco - Grupo CGD - Caixa Capital

70,53%
77,21%

10.510.313

10,50%

Nota: Nos termos do Artº. 20 do CVM

Todas as acções se encontram admitidas à negociação. Não há diferentes categorias de
acções e não existem direitos e deveres para além dos previstos na lei e no contrato de
Sociedade.

2. Restrições à transmissibilidade das acções, tais como cláusulas de consentimento
para a alienação, ou limitações à titularidade de acções (Art. 245.º-A, n.º 1, al. b)).
As acções representativas do capital social da Sociedade encontram-se admitidas à
negociação na NYSE EURONEXT e não existem quaisquer restrições estatutárias e legais
quanto à sua livre transmissibilidade. Deste modo, as acções são livremente transmissíveis de
acordo com as normas legais aplicáveis.
Não existem limitações ao exercício dos direitos inerentes às acções representativas do capital
social da Sociedade a não ser a seguinte:
Os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8.º-A) que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal, ou pelo respectivo valor de
mercado, quando seja inferior àquele, as acções da Sociedade detidas por accionista que,
directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.

124

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Para estes efeitos, será considerada actividade concorrente ou similar, o exercício da indústria
de produção, distribuição ou comercialização de bebidas e que exerce actividade
indirectamente concorrente quem, directa ou indirectamente, detiver participação de, pelo
menos, 1% no capital social de Sociedade que exerça alguma ou algumas das actividades
atrás referidas.

3. Número de acções próprias, percentagem de capital social correspondente e
percentagem de direitos de voto a que corresponderiam as acções próprias (Art. 245.º-A,
n.º 1, al. a)).
A 31 de Dezembro de 2014 a sociedade detinha 4.061.813 acções próprias, representativas de
4,06% do capital social da sociedade, às quais corresponderiam 4,06% dos direitos de voto da
sociedade.

4. Acordos significativos de que a sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam
alterados ou cessem em caso de mudança de controlo da sociedade na sequência de
uma oferta pública de aquisição, bem como os efeitos respectivos, salvo se, pela sua
natureza, a divulgação dos mesmos for seriamente prejudicial para a sociedade, excepto
se a sociedade for especificamente obrigada a divulgar essas informações por força de
outros imperativos legais (art. 245.º-A, n.º 1, al. j).
Não existem acordos de que a Sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam alterados
ou cessem em caso de mudança de controlo da Sociedade na sequência de uma oferta pública
de aquisição.
Importa referir que existem alguns acordos em que uma das partes nestes intervenientes tem a
faculdade de, em caso de mudança de controlo da Sociedade, o fazer cessar, mas trata-se
apenas de uma faculdade de uma das partes e não de uma consequência necessária da
mudança de controlo da Sociedade.

5. Regime a que se encontre sujeita a renovação ou revogação de medidas defensivas,
em particular aquelas que prevejam a limitação do número de votos susceptíveis de
detenção ou de exercício por um único accionista de forma individual ou em
concertação com outros accionistas.
O artigo 8.º-A do contrato de sociedade determina que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo, as acções da Sociedade detidas por accionista que directa
ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.
Esta medida foi adoptada em defesa dos interesses da Sociedade e dos seus accionistas.
Por outro lado, os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que
podem ser detidos ou exercidos por um único accionista.
Estas disposições estatutárias podem ser alteradas a qualquer momento, nos termos previstos
para quaisquer alterações estatutárias.

6. Acordos parassociais que sejam do conhecimento da sociedade e possam conduzir a
restrições em matéria de transmissão de valores mobiliários ou de direitos de voto (art.
245.º-A, n.º 1, al. g).
Foi celebrado entre a Refrigor SGPS, S.A. (hoje Refrigor, S.A.), e o Grupo Caixa Geral de
Depósitos um acordo nos termos do qual o Grupo CGD atribuiu à Refrigor, uma opção de
compra e a Refrigor, atribuiu ao Grupo CGD uma opção de venda de acções de que é titular na
SUMOL+COMPAL. Nos termos do referido acordo, poderá a Refrigor exercer a opção de
compra até 30 de Junho de 2017 e, caso não o faça, o Grupo CGD poderá exercer a opção de
venda desde aquela data e até 15 de Dezembro de 2017.
125

c) e d) e art. als..67% 1.. S.A.02% 6.610 70.º-A. Através da sociedade Frildo.A...A.. S.A.367 1. de Acções % Direitos detidas de voto 70. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. 14º nº.67% 0.º 1. S.517 1.29% 1. (directamente) (indirectamente) Fundo de Capital de Risco .Grupo CGD .50% Nota: Nos termos do Artº.69% (a) Nos termos da alínea d) do nº. Amélia Maria Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. directa ou indirectamente.860 6.672 294. António Sérgio Brito Pires Eusébio Através da sociedade Eufiger.A. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. são titulares de participações qualificadas (art. Identificação das pessoas singulares ou colectivas que. Através da sociedade Tecol.313 10. 1 do Artº.53% (c) 1.21% 10..674.482 1.610 70. 20 do CVM Detalhe Refrigor. Participações Sociais e Obrigações detidas 7.09% 0.675. | 2014 II.A. Directamente Indirectamente Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.Caixa Capital Nº.92% 1. S.590. em 15 de Julho de 2014. Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. S.126 1.º). nos termos do Artº.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. 1 do Artº.510. 5/2008 da CMVM 126 (a) (a) (a) (b) (c) (b) (c) (b) (a) . Lda.450 23. 5/2008 DA CMVM Refrigor. com indicação detalhada da percentagem de capital e de votos imputável e da fonte e causas de imputação..A.086.02% 0. 16.490 18. S.A. n. S.590.692. S. Lda. José Tomaz Júdice Gamito Pires Nº. 6 do Regulamento nº.A.919. João António Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.A. INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº. 20 do CVM (b) Nos termos da alínea i) do nº. 245. S. 20 do CVM (c) De acordo com informação recebida do accionista. de Acções % Direitos detidas de voto 70. S.53% 77. S.A.

450 9.674.Recebeu a quantia de 673.000.000 ------------- --------------------1.Terrenos e Construções. n.000 120. da data em que lhe foram atribuídos. A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: . quando o julgar conveniente e obtido o parecer prévio favorável do Conselho Fiscal. e Seven-UP Internacional.367 1.000. . 127 . Lda. Poderes especiais do órgão de administração.A. S. S. limite quantitativo máximo do aumento do capital social.126 1. Informação sobre a existência de relações significativas de natureza comercial entre os titulares de participações qualificadas e a sociedade. Frildo – Entreposto Frigorífico. 10.000 ----- --------------------100. al. O Conselho de Administração pode fixar as condições de emissão das novas acções ordinárias. | 2014 8. bem como as formas e prazos em que poderá ser exercido o direito de preferência legal dos accionistas. como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas. montante já emitido ao abrigo da atribuição de poderes e modo de concretização dos poderes atribuídos.12 € 1.15 € ----- ----- Total Acções 1. [NOTA: a informação deve ser prestada de forma a dar cumprimento ao disposto no n. Tecol . com indicação.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.670€ como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actualmente Novo Banco).860 70. Os poderes do órgão de administração para aumento do capital foram-lhe atribuídos por deliberação da Assembleia Geral de 16 de Setembro de 2008. não tendo sido estabelecido qualquer prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida.A. S.º 5 do art.º-A.12 € 1.610 294. Nos termos da lei e conforme previsto nos estatutos da Sociedade. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc. nos termos permitidos pela lei e deliberação de emissão.Recebeu a quantia de 541.086. nomeadamente no que respeita a deliberações de aumento do capital (art. i).919.590.675. Estes. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.672 23. quanto a estas. 245. em 30 de Dezembro de 2008.000€.15 € 1. S.º CSC] PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº. o Conselho de Administração pode. uma ou mais vezes e até ao limite máximo de 150.490 18.581€. sem prejuízo de a parte da atribuição preferencial não subscrita pelos accionistas poder eventualmente ser oferecida à subscrição de terceiros.. Indicação sobre o número de acções e obrigações detidas por membros dos órgãos de administração e de fiscalização. salvo deliberação da Assembleia Geral de limitação ou supressão daquele direito.00€ (cento e cinquenta milhões de euros).000 120.º 1. prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida. 447.A.A. Por deliberação do Conselho de Administração de 6 de Novembro de 2008 foi decidido aumentar o capital social da sociedade em 30. em vigor.517 1. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. aumentar o capital social.000. Lda Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. por entradas em dinheiro.

Os estatutos da Sociedade não prevêem restrições em matéria de direito de voto. 20. b) Exercício do direito de voto 12.. Identificação e cargo dos membros da mesa da assembleia geral e respectivo mandato (início e fim). prazos para o exercício do direito de voto ou quaisquer sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial. ÓRGÃOS SOCIAIS E COMISSÕES I. Não existem limitações aos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n.A. S.264. prazos impostos para o exercício do direito de voto ou sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial (Art. na qual manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto. 128 .A. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções. | 2014 . 245.º.º-A. que é propriedade da Refrigor.º. n. S. al. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções. B.º 1 do art. Nas Assembleias Gerais da Sociedade os accionistas com direito a voto podem exercê-lo por correspondência.º 1 do art.710€ a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. S. através de declaração por si assinada. Presidente da Mesa: Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos. Indicação da percentagem máxima dos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. 13. 1.. Secretária da mesa: Filipa Montes Palma Salazar Leite A Presidente e a Secretária da Mesa da Assembleia Geral foram eleitas na Assembleia Geral anual de 30 de Maio de 2014 para o mandato de 2014/2016.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. Eventuais restrições em matéria de direito de voto.º 1. Dispõe os estatutos que cada Euro de capital confere direito a um voto. Os estatutos da Sociedade regulam o exercício do direito de voto. f).A sociedade pagou à Refrigor. ASSEMBLEIA GERAL a) Composição da mesa da assembleia geral* *ao longo do ano de referência 11. 20.

Prevêem os estatutos da Sociedade. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão (art. por isso.º 1. 16. Identificação do modelo de governo adoptado. No mais. | 2014 14.º-A. Regras estatutárias sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros. Conselho de Administração Executivo e Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 15. ADMINISTRAÇÃO E SUPERVISÃO (Conselho de Administração. do Conselho de Administração. Identificação das deliberações accionistas que. S. n. 129 . é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão.º. 245. data da primeira designação e data do termo de mandato de cada membro. O Conselho de Administração. 17. que o Conselho de Administração será eleito de três em três anos pela Assembleia Geral.A. h). Composição. II. número de membros efectivos. quando haja lugar à substituição de um administrador. Aplicamse. sendo permitida a sua reeleição uma ou mais vezes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. consoante aplicável. não contêm os estatutos quaisquer regras sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros do Conselho de Administração. A sociedade adopta um modelo de governo latino. o período de exercício de funções pelo administrador substituto corresponderá ao tempo de exercício de funções não completado pelo administrador substituído. e indicação dessas maiorias. o qual assenta na existência de um Conselho de Administração e de um Conselho Fiscal. só podem ser tomadas com maioria qualificada. as regras previstas no Código das Sociedades Comerciais. consoante aplicável. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo. no seu artigo 25. duração estatutária do mandato. al. para além das legalmente previstas. por imposição estatutária. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. nesta matéria. Relativamente à substituição dos membros do órgão de administração dispõem os estatutos que. do Conselho de Administração. que deve ser composto por um número mínimo de 3 e máximo de 11 administradores.

a. | 2014 O Conselho de Administração é composto pelos seguintes membros: Nome ou denominação social do administrador Cargo no conselho Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente 21-09-1993 31-12-2016 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Vogal 06-04-2000 31-12-2016 Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal 08-04-2002 31-12-2016 João António Brito Pires Eusébio Vogal 21-09-1993 31-12-2016 José Manuel Doutel Jordão Vogal 22-12-2008 31-12-2016 José Tomaz Judice Gamito Pires Vogal 12-04-1987 31-12-2016 António Rui Libório Frade Vogal 22-12-2008 31-12-2016 18. Distinção dos membros executivos e não executivos do Conselho de Administração e. ou.A.  António Sérgio Brito Pires Eusébio . . António Rui Libório Frade Executivo n. consoante aplicável.a. Qualificações profissionais e outros elementos curriculares relevantes de cada um dos membros. João António Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente José Manuel Doutel Jordão Executivo n. S. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. S. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. identificação dos membros que podem ser considerados independentes.A. se aplicável.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Mestrado em Gestão de Empresas pela Universidade Nova de Lisboa (1991) e licenciatura em Economia pela Universidade Católica Portuguesa (1989)  130 Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL..a. Nome ou denominação social do administrador Estatuto (Executivo /Não executivo) Independente ou não independente António Sérgio Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Executivo n.A.a. 19. a 21/09/1992). relativamente aos membros não executivos. José Tomaz Judice Gamito Pires Executivo n. S. identificação dos membros independentes do Conselho Geral e de Supervisão. do Conselho de Administração.

.A.. S. S.. SL (Espanha). S.  Gerente da Medialda .  Vice Presidente do Conselho de Administração da Sumol ..ª Química no Instituto Superior Técnico (1978).Mediadora de Seguros. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas..  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .  Gerente da Refrigor Imobiliária. Lda.G.  Gerente da Refrigor Imobiliária. S. desde 1992.) desde 2006 até Janeiro de 2009.Gestão de Marcas. a 1 de Janeiro de 2011). (administrador desde 1991).  Amélia Maria de Brito Pires Eusébio .. S. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas.A. S.. Unipessoal. S.. Lda.. | 2014  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor.Entreposto Frigorífico. Unipessoal.  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. S.A. a partir de Dezembro de 2006.  Gerente da Frildo .  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal (eleita administradora da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. S.A. S. desde 2006 até Novembro de 2011. Lda. Católica (2001). ACE desde 1996..  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010)..A.. de 2006 a 2008. desde 2001 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). Lda. – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008. S.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela.A. a 1 de Janeiro de 2011)... desde 2014.Mestrado em Marketing no ISCTE (2012) e Licenciatura em Engenharia Química no Instituto Superior Técnico (1986).A.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . S. desde 1996. 131 .Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções.A.A..  António Rui Libório Frade – Licenciatura em Eng. a 05/05/2000). desde 2009. Unipessoal..A.  Presidente da Direcção do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) de 2012 até 2014.  Vogal da Companhia Térmica Compal.  Gerente da D2C. S. (denominada. desde 1996. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A. S. desde 1996.  Administrador da Sensafruit. desde 2012.. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010). S.A. Univ.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico...A. Lda. Sumolis – Gestão de Marcas.E.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Distribuição.A. desde 2010. Lda. P. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. desde 2008.A.

S.. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010).Comércio Internacional.A. Unipessoal.  Gerente da Medialda .Mediadora de Seguros.A... Lda. a partir de Julho de 2012 e desde Abril de 2013 denominada D2C. S.  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger .. S. de 89 até 1992 e de 1996 até à data de dissolução (Sociedade dissolvida a 30/12/2009).  Presidente do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal.. desde 2009. desde 1995.Mediadora de Seguros.. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A.  Conselheiro da Sensafruit. SGPS. S.A. Lda. .  Presidente do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição.  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto . S. – (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. desde 2012. Unipessoal.A. Lda. S. S...A.Licenciatura em Direito pela Universidade Lusíada (1987).A.. desde 2012.A.. desde 2011. a 21/09/1992).Imobiliária e Empreendimentos Turísticos.  Gerente da Frildo . Lda.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. S..Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 132  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S.Entreposto Frigorífico. Lda. desde Dezembro de 2014. a 1 de Janeiro de 2011). Lda.Imobiliária e Empreendimentos Turísticos..  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010).) desde 1995 até Novembro de 2012.  Gerente da Medialda .A. Lda.L. S.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest. desde 2010. Lda. S. Unipessoal. S.  Gerente da Refrigor Imobiliária. desde 2001. Lda. Unipessoal.  João António Brito Pires Eusébio . S. Unipessoal. Unipessoal.A.MBA em Gestão Internacional (1994) e licenciatura em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa (1988).Distribuição de Bebidas e Alimentação. Lda..  Gerente da D2C. Lda.A. Lda.A.A. S. incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas... desde 2006 (sociedade denominada Cibal .  Gerente da SUMOL+COMPAL África. S..  Gerente da Estandarte. (Sociedade denominada Zémarsano.. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. até Novembro de 2011. a 21/09/1992) presidente da Comissão Executiva desde 24/12/2008.. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).A.  Gerente da Sedurbel ..  Gerente da Worldwideco . até 29/12/2008. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. de 1995 até 1996 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). | 2014  Gerente da Sedurbel .Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.. SGPS.. (1992). a 1 de Janeiro de 2011).

Comércio Internacional. desde Julho de 2014. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas. S.C. S. - Gerente da Worldwideco .. (denominada. Lisboa 2000.) desde 2006 até Janeiro de 2009.A... S. S. S.. S. desde Dezembro de 2014. S. Unipessoal.. S. desde 2013. S...  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal.A. - Gerente e liquidatário da Maquinarte – Máquinas e Artes Metálicas.. S. S. desde 2010.E. a 1 de Janeiro de 2011). S..  Vogal do Conselho de Administração da Sensafruit.A.A. Lda.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A. desde 1990.Católica.P. Bacharelato de Organização e Gestão de Empresas – I. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.A. S.A.. Univ...A.A. (sociedade dissolvida a 30/12/2010).A.Distribuição de Bebidas e Alimentação.  Vogal do Conselho de Administração e liquidatário da Madibel . S. S. Unipessoal..G.. – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008. a 1 de Janeiro de 2011). S. a partir de 29/12/2008 e incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.L.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel ..Indústria de Alimentos e Bebidas.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. 133 .  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique. Lda. S. | 2014  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções Lda.E. desde Junho de 2014. - Vice-Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) até 2012.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta. de 1999 a 2006.A. Lda.  José Tomaz Júdice Gamito Pires .  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. S. desde 2006 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. - Presidente da Direcção do Instituto Civil de Auto-Regulação da Publicidade (ICAP) até 2012.A..Sociedade de Águas da Serra da Estrela.. Lisboa 1977..  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.Licenciatura em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (1978). desde 2014 (Presidente do Conselho de Administração da Cibal .S.A.A. S.A. sociedade denominada Sumol+Compal Distribuição.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição. Licenciatura em Economia no Instituto Superior de Economia. (desde 1989).A.A. Sumolis – Gestão de Marcas. Lisboa 1975.  Gerente da Refrigor Imobiliária. a partir de Dezembro de 2006. a 1 de Janeiro de 2011).A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. até Novembro de 2011. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).  José Manuel Doutel Jordão .T. S..  Presidente do Conselho de Administração da Cereuro – Cervejeira Europeia..

S. consoante aplicável.A. 21...  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. Gabinete de Apoio ao Investidor e Gabinete de Auditoria Interna.A.A. a administração é directamente responsável. accionista titular de uma participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. controlo e reporting. 134 . iii) organização do Grupo. em particular no que se refere à delegação da administração quotidiana da sociedade. A gestão da Sociedade é exercida colegialmente pelo Conselho de Administração. ii) planeamento. A Sociedade encabeça um grupo empresarial. ao nível desta Empresa e do Grupo.. desde 2012. Amélia Maria Brito Pires Eusébio e António Sérgio Brito Pires Eusébio e o administrador executivo José Tomaz Júdice Gamito Pires são também administradores da Refrigor. iv) acompanhamento de actividades operacionais de empresas do Grupo. de 2009 até Janeiro 2011 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela. dos membros. Lda. desde 2009. incluindo informação sobre delegações de competências.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. o órgão de administração é apoiado por um conjunto de funções corporativas: Assessorias da Administração. | 2014  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo com accionistas a quem seja imputável participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. pela i) estratégia.A. habituais e significativas. Organogramas ou mapas funcionais relativos à repartição de competências entre os vários órgãos sociais.. comissões e/ou departamentos da sociedade. Unipessoal. e v) comunicação e representação. profissionais ou comerciais. S.A. de 2007 a 2008  Gerente da D2C. SL (Espanha) desde 2008 até Novembro de 2011. - Administrador da Sensafruit. 20. S. De acordo com o modelo de organização adoptado. do Conselho de Administração. S. Na execução das funções inerentes a estas responsabilidades. Relações familiares. S. Os administradores não executivos João António Brito Pires Eusébio.. a 1 de Janeiro de 2011).A.

do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. | 2014 O Conselho de Administração delegou a gestão corrente da sociedade numa Comissão Executiva. S. 135 . do Conselho de Administração.º 29 do presente Relatório. que pode ser consultado no sítio da Sociedade na internet. A distribuição de responsabilidades entre os membros da Comissão Executiva é a que consta do quadro seguinte: A responsabilidade pelos órgãos corporativos pertence a: b) Funcionamento 22. Na reunião do Conselho de Administração de 2 de Junho de 2014 foi aprovada a manutenção em vigor do regulamento aprovado em reunião do Conselho de 26 de Janeiro de 2012.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ficando o Conselho de Administração com a responsabilidade das áreas/matérias não delegadas na Comissão Executiva e listadas no n.A. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. consoante aplicável.

consoante aplicável. Lda. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. Disponibilidade de cada um dos membros.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Indicação dos órgãos da sociedade competentes para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos..  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico. ACE. Não existe um órgão da sociedade exclusivamente competente para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos. dentro e fora do grupo. do Conselho de Administração. Lda.Entreposto Frigorífico. às reuniões realizadas. Unipessoal.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções.*. Foram estabelecidas como variáveis de desempenho o volume de negócios. S..A.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . 25.  Gerente da Frildo . Critérios pré-determinados para a avaliação de desempenho dos administradores executivos. 26. do Conselho de Administração.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.  136 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. 24..A.. S. O grau de assiduidade a estas reuniões foi de 100% pelo administrador Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto.  António Sérgio Brito Pires Eusébio  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor. S. S. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas.A.*. 96% pelos administradores Amélia Maria de Brito Pires Eusébio e António Rui Libório Frade e 92% pelos administradores António Sérgio Brito Pires Eusébio.A. João António Brito Pires Eusébio. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. .A. S.  Vogal da Companhia Térmica Compal. Durante o ano de 2014 realizaram-se 26 reuniões do Conselho de Administração..  Gerente da D2C. José Tomaz Júdice Gamito Pires e José Manuel Doutel Jordão.. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo..A.  António Rui Libório Frade  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. A avaliação de desempenho global e individual dos administradores executivos são assuntos sobre os quais a Comissão de Vencimentos se debruça. consoante aplicável. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade de cada membro. | 2014 23.. Lda. S. o EBITDA e a inovação.

Indústria de Alimentos e Bebidas.Comércio Internacional.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. do Conselho de Administração.A.A.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. Unipessoal. consoante aplicável.*.N.*.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta. S.I. SGPS.  João António Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor..*.*.  Gerente da D2C. Identificação das comissões criadas no seio..*.Entreposto Frigorífico. S.Comércio Internacional.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Unipessoal. e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. SGPS. Lda. Lda.  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger .J. S. S. S.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique. 137 .*.  Vogal do Conselho de Administração do Grupo Aliança A. SGPS.Gerente da Worldwideco .*. Lda.  Gerente da Worldwideco .A. Lda..  José Manuel Doutel Jordão  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A. S. * .A.. S. S.  Vogal do Conselho de Administração da A.A. desde Dezembro 2014.*.  Gerente da D2C..  Gerente da SUMOL+COMPAL África. Lda.. Lda.  Gerente da Frildo .*. Lda. | 2014  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. S..*.A.  José Tomaz Júdice Gamito Pires  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest.. Lda.Sociedade pertencente ao Grupo c) Comissões no seio do órgão de administração ou supervisão e administradores delegados 27. Unipessoal.A.  Liquidatário da Madibel .C.E. desde Abril 2010. Unipessoal.*. (Associação Europeia das Indústrias de Sumos de Fruta e Néctares).A.  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional. S. Lda.

promover o bom funcionamento deste órgão. 138 . d) Relatórios e contas anuais.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. direcções. b) Cooptação de administradores. | 2014 O Conselho de Administração constituiu uma Comissão Executiva com competências em matéria de administração. Foi apenas criada no seio do Conselho de Administração uma Comissão Executiva. alterações dessa natureza nos documentos de topo. Compete à Comissão Executiva: . g) Abertura ou encerramento de estabelecimentos ou de partes importantes destes. nomeadamente. não se consideram como gestão corrente da Sociedade.a elaboração. sendo indelegáveis. as seguintes matérias: a) Escolha do seu Presidente. aprovação. implementação e controlo das políticas da Empresa nas diversas áreas funcionais e divisões de negócio. .a apresentação e execução do Plano Estratégico. Cabe ainda à Comissão executiva e ao membro responsável por cada área funcional ou divisão de negócio a gestão dos centros. se aplicável. sujeitos a apreciação e deliberação por parte do Conselho de Administração. É ainda feita no âmbito da Comissão Executiva a escolha de acções que contribuam para a concretização dos planos acima referidos. bem como sobre propostas a apresentar nessa sede. . 28. alienação e oneração de bens imóveis. do Plano Operacional e do Orçamento anual. Indicação das competências de cada uma das comissões criadas e síntese das actividades desenvolvidas no exercício dessas competências. c) Pedido de convocação de Assembleias Gerais. Em geral. da comissão executiva e/ou identificação de A Comissão Executiva é composta pelos seguintes membros: Presidente: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal: José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal: José Manuel Doutel Jordão Vogal: António Rui Libório Frade 29. e) Aquisição. excepto se tal for feito pela Assembleia Geral. S. h) Extensões ou reduções importantes da actividade da Sociedade. Nos termos do regulamento do Conselho de Administração. em geral. Compete a todos os membros da Comissão Executiva zelar pelo cumprimento das funções acima enunciadas e ao respectivo Presidente assegurar a coordenação da mesma e. f) Prestação de cauções e garantias pessoais ou reais pela Sociedade. nomeadamente.a elaboração de propostas referentes a assuntos não considerados de gestão corrente. departamentos ou serviços funcionais respectivos. foram delegadas na comissão executiva todas as matérias de gestão corrente da sociedade. administrador(es) delegado(s). Composição. i) Modificações importantes na organização da Empresa. O Conselho de Administração e a Comissão Executiva dispõem de um regulamento que se encontra disponível no sítio na internet da sociedade.

Excluem-se deste ponto as situações de renovações contratuais efectuadas em condições substancialmente análogas às que estiverem em vigor. excedam no canal alimentar. n) A subscrição. nos termos previstos no contrato de Sociedade. as classes de registo. III. volume de vendas superior a 1 milhão de litros. oneração ou alienação de participações noutras Sociedades. S.00. | 2014 j) Estabelecimento ou cessação de cooperação importante e duradoura com outras empresas. bem como as suas modificações. no caso da operação exceder o valor de € 1. p) A amortização de acções. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 30. q) A descontinuação de marcas ou submarcas desde que não previstas no Plano Operacional ou que tenham apresentado. r) A venda de marcas ou submarcas com um volume no ano anterior superior a 20 milhões de euros ou 20 milhões de litros. m) A análise e aprovação do Plano Estratégico e do Plano Operacional (inclui objectivos das Divisões e Unidades de Negócio). em estado de utilização (inclui utilização para prova de uso). aquisição. s) O estabelecimento ou término de relação comercial com clientes cujas compras anuais. 15 milhões de euros e. previstas ou efectivas. l) Projectos de fusão.000. Foram efectivamente delegadas na Comissão Executiva todas as matérias que não estão acima explicitadas. 139 . u) Abandono (não renovação) ou cancelamento do registo de marcas ou domínios. oneração ou alienação de bens móveis. k) Mudança de sede e aumentos de capital. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) correspondente ao modelo adoptado. subordinação. Identificação do órgão de fiscalização (Conselho Fiscal. produção e distribuição. bem como a indicação do seu representante nessas Assembleias. de cisão e de transformação da Sociedade. nomeadamente.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.00. v) A apresentação de propostas a submeter às Assembleias Gerais das empresas dominadas pela SUMOL+COMPAL. superior a 10 milhões de euros ou 10 milhões de litros. o) A aquisição.000. 1. desde que alguma daquelas apresente um valor de vendas efectivo no ano anterior ou previsto para o terceiro ano após o lançamento. franquia.5 milhões de euros. Orçamentos Anuais de Exploração e de Investimentos. nomeadamente através de contratos de grupo paritário. no último ano.000. bem como de eventuais revisões dos mesmos. t) Aprovação da identidade de marca ou submarca.A. bem como a redução do seu âmbito. FISCALIZAÇÃO (Conselho Fiscal.000. no caso da transacção (incluindo um conjunto de equipamentos que se consubstanciam na mesma utilidade económica) exceder € 3. no canal horeca.

consoante aplicável. S. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. 140 .A.50% do capital social da Sociedade. | 2014 A SUMOL+COMPAL nomeou um Conselho Fiscal para assegurar a fiscalização da Sociedade. n. uma declaração na qual refere que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor. S. nos termos do art. Vogal: José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca. Presidente: Manuel Batista Figueiredo. ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração. e data do termo de mandato de cada membro.º 5 CSC. a 14 de Dezembro de 2011. b) Não foi reeleito por mais de 2 mandatos e não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. consoante aplicável. O Conselho Fiscal. ao contrário dos demais membros do Conselho Fiscal. 31.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. e o Grupo CGD estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal.. Identificação. que deve ser composto por três a cinco membros efectivos e um ou dois membros suplentes. Vogal: José Manuel Rodrigues Felgueiras. data da primeira designação. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras que se considerem independentes. duração estatutária do mandato. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. número de membros efectivos..º 1 do artigo 414. detentor de 10. dos membros do Conselho Fiscal.A. O Conselho Fiscal é composto pelos seguintes membros: Nome Cargo Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual Manuel Baptista Figueiredo Presidente 29-04-2011 31-12-2016 José Manuel Rodrigues Felgueiras Vogal 17-04-2008 31-12-2016 José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca Vogal 17-04-2008 31-12-2016 António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida Suplente 30-05-2014 31-12-2016 32.º. Suplente: António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº18. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. S. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº19. da Comissão de Auditoria. do Conselho Fiscal. 414.º-A do citado código. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou. Sociedade de Capital de Risco. Composição. Comissão de Auditoria.A.

A. da Comissão de Auditoria. . do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras e outros elementos curriculares relevantes. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica..A..A.A. Fernandes S.A. - Administrador da Capsela.Licenciatura em contabilidade e administração pelo ISCAL .A. S. S. B. S. especialidade de Finanças Empresariais. de 2003 a 2008. S. de 2001 a 2012. Lda. Sist.. - Administrador Delegado da J. S.. S. Informação.Licenciatura em Finanças no ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. consoante aplicável. - Vogal do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL.2004 a 2006. - Gerente da Consulmace. desde 2011.. Curso de Organização e Gestão de Empresas. S.Sociedade de Capital de Risco.A. - Administrador da Internet Works. S.  Manuel Baptista Figueiredo . – sociedade em liquidação desde 2006 e liquidatário desde 2012.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. - Gerente da Vânia Costa e José Felgueiras. SCR.. no INDEG / ISCTE. . - Membro do Comité de Auditoria da Finpro. Lda. | 2014 33. & Tec. desde 2011.. desde 2007. Consultoria e Gestão de Projectos e de Construção. 141 .  José Manuel Rodrigues Felgueiras . Sociedade Industrial Embalagens.A. - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos.A. no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa..Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (1974) e pósgraduado em análise financeira. - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca . pelo ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão.Mestrado em Ciências Empresariais. S. de cada um dos membros do Conselho Fiscal. de 1989 a 2009.A. S.A. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº21. Qualificações profissionais. - Administrador da Mesquita ETVIA – Construção de Vias de Comunicação. -  Presidente do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL.

Comissão de Auditoria. consoante aplicável.Sociedade de Capital de Risco. de cada membro do Conselho Fiscal.A. Disponibilidade de cada um dos membros.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel . e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº 26.  Vogal do Conselho de Administração da Cibal – Distribuição de Beidas e Alimentação. | 2014  António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida . 36.A. da Comissão de Auditoria. até 2001.. José Manuel Rodrigues Felgueiras estado ausente de 3 dessas reuniões (assiduidade de 72%).  Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde. do Conselho Fiscal. Comissão de Auditoria. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº25.A. de 1999 até 2005.A. 142 . Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. b) Funcionamento 34.  Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal.A. S.  Manuel Batista Figueiredo - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . do Conselho Fiscal.. S. consoante aplicável. de 1997 até 2005.A. S.Engenheiro Técnico. O regulamento de funcionamento do Conselho Fiscal da Sociedade está disponível no sítio na Internet da Sociedade. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica.. consoante aplicável.. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. S. S. tendo o Dr. SGPS.. Durante o ano de 2014 realizaram-se 11 reuniões do Conselho Fiscal da Sociedade. 35. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade às reuniões realizadas. S. Conselho Geral e de Supervisão e da Comissão para as Matérias Financeiras. de 1999 até 2006.  Vogal do Conselho de Administração da Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.. desde 2008. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº24.A. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Em 8 destas reuniões estiveram presentes 100% dos membros do Conselho Fiscal. dentro e fora do grupo. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. desde 2008.Sociedade de Águas da Serra da Estrela.  Director da CIP – Confederação da Indústria Portuguesa até 2010.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. S.

S. c) Competências e funções 37. ou por ela recebidos em garantia.A. - Gerente da Zona Ibérica. SGPS. Outras funções dos órgãos de fiscalização e.A. Lda. António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida - Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal.. c) verificar a regularidade dos livros. g) elaborar anualmente relatório sobre a acção fiscalizadora e dar parecer sobre o relatório.  José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca - Exercício de funções de gerência.. por procuração. S. – em liquidação. registos contabilísticos e documentos que lhe servem de suporte.  José Manuel Rodrigues Felgueiras -  Liquidatário da sociedade Vânia Costa & José Felgueiras. - Prestação de serviços de gestão técnica e de assessoria a outras empresas. depósito ou outro título. 38. Nos termos do respectivo regulamento. - Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde.A.. se aplicável. contas e propostas apresentadas pela Administração. quando o julgue conveniente e pela forma que entenda adequada. f) verificar se as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adoptados pela sociedade conduzem a uma correcta avaliação do património e dos resultados. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos. d) verificar. compete ao Conselho Fiscal: a) fiscalizar a Administração da sociedade. - Gerente da Mendes Vaz Pinto. b) vigiar pela observância da lei e do contrato de sociedade. S. Lda. e) verificar a exactidão dos documentos de prestação de contas. Não foram estabelecidos quaisquer procedimentos ou critérios tendo em vista a intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. Lda. a extensão do caixa e as existências de qualquer espécie dos bens ou valores pertencentes à sociedade. 143 .. da Comissão para as Matérias Financeiras. da sociedade Silverpage Lda.

Identificação do revisor oficial de contas e do sócio revisor oficial de contas que o representa. devendo fazê-lo. Lda. Revisor Oficial de Contas Suplente: José Manuel Henriques Bernardo 40. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. desde 29 de Abril de 2011. IV.. i) fiscalizar a eficácia do sistema de gestão de riscos. quando o presidente da respectiva mesa o não faça. designadamente no tocante à prestação de serviços adicionais. l) contratar a prestação de serviços de peritos que coadjuvem um ou vários dos seus membros no exercício das suas funções. S. Lda. devendo a contratação e a remuneração dos peritos ter em conta a importância dos assuntos a eles cometidos e a situação económica da sociedade. Revisor Oficial de Contas Efectivo: PricewaterhouseCoopers & Associados. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. REVISOR OFICIAL DE CONTAS 39. | 2014 h) convocar a Assembleia-Geral.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. j) receber as comunicações de irregularidades apresentadas por Accionistas. SROC. Descrição de outros serviços prestados pelo ROC à sociedade. q) avaliar o trabalho do Revisor Oficial de Contas e fiscalizar a respectiva independência. 41. m) cumprir as demais situações constantes da lei ou do contrato de sociedade. O Revisor Oficial de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados.A. SROC. Indicação do número de anos em que o revisor oficial de contas exerce funções consecutivamente junto da sociedade e/ou grupo. o) propor à Assembleia Geral a nomeação do revisor oficial de contas. Para além de serviços de revisão de contas foram prestados pelo Revisor Oficial de Contas à sociedade serviços de consultoria económico-financeira. p) fiscalizar a revisão de contas aos documentos de prestação de contas da sociedade. n) fiscalizar o processo de preparação e de divulgação de informação financeira. r) verificar a regularidade da prestação de caução ou contratação de seguro de responsabilidade civil por parte dos Administradores e dos membros do próprio Conselho Fiscal. exerce consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. se existentes. do sistema de controlo interno e do sistema de auditoria interna. 144 . Colaboradores da sociedade ou outros..

º C (2002) 1873. 47. Lda.º e do sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. A função de auditor externo é desempenhada pelo Revisor Oficial de Contas Efectivo PricewaterhouseCoopers & Associados. 44. 43. SROC. no seu relatório anual.. de 16 de Maio): Pela Sociedade* . exercem consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. 46. desde 29 de Abril de 2011. o conceito de rede é o decorrente da Recomendação da Comissão Europeia n. nessa altura.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 16.. AUDITOR EXTERNO 42. Para além de serviços de auditoria foram realizados pelo auditor externo para a sociedade serviços de consultoria económico-financeira. O sistema de gestão da sociedade tem um macro processo de compras que estabelece em geral a forma de aquisição de bens ou serviços. cumprimento à recomendação de rotação do auditor externo. bem como o respectivo número de registo na CMVM. Lda. Não existe uma política de rotação do auditor externo. | 2014 V. 45. bem como indicação dos procedimentos internos para efeitos de aprovação da contratação de tais serviços e indicação das razões para a sua contratação. SROC. Indicação do número de anos em que o auditor externo e o respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções exercem funções consecutivamente junto da sociedade e/ou do grupo. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. Política e periodicidade da rotação do auditor externo e do respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. S. O Conselho Fiscal faz. Lda. uma avaliação do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados. e o respectivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. Identificação do auditor externo designado para os efeitos do art. Identificação de trabalhos. Indicação do órgão responsável pela avaliação do auditor externo e periodicidade com que essa avaliação é feita. 8.. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. SROC.00 € / 29 % 145 . O Auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.. Lda.314. SROC. dando. Indicação do montante da remuneração anual paga pela sociedade e/ou por pessoas colectivas em relação de domínio ou de grupo ao auditor e a outras pessoas singulares ou colectivas pertencentes à mesma rede e discriminação da percentagem respeitante aos seguintes serviços (Para efeitos desta informação. realizados pelo auditor externo para a sociedade e/ou para sociedades que com ela se encontrem em relação de domínio. distintos dos de auditoria.A. Em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 foi eleito um novo auditor externo da sociedade – PricewaterhouseCoopers & Associados.

º 1. Aplica-se.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) .€/-% * Incluindo contas individuais e consolidadas C. evitando danos agravados pela continuidade de tais práticas. As irregularidades detectadas serão comunicadas ao Conselho Fiscal.€/-% . no caso da alegada irregularidade envolver uma situação de conflito de interesses com algum membro do Conselho Fiscal.€/-% . | 2014 . A política de comunicação de irregularidades pretende estimular as comunicações internas de práticas não conformes de maneira a prevenir ou reprimir irregularidades quanto antes. por e-mail ou carta. 146 . pois. h). a este respeito o que sobre a alteração de estatutos se dispõe no Código das Sociedades Comerciais. A Sociedade aprovou uma política de comunicação de irregularidades. a comunicação de uma irregularidade alegadamente ocorrida poderá ser feita por escrito.00 € / 62 % .Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) . S. 245. esta deverá ser feita directamente ao Presidente do Conselho de Administração.€/-% . Meios e política de comunicação de irregularidades ocorridas na sociedade.553. Regras aplicáveis à alteração dos estatutos da sociedade (art. n. Não existem nos estatutos da Sociedade quaisquer regras específicas sobre a forma pela qual poderá proceder-se à sua alteração. Comunicação de irregularidades 49. Estatutos 48. bem como garante a confidencialidade no tratamento da mesma e a não identificação do emissor. ORGANIZAÇÃO INTERNA I. A política define o que se entende por irregularidades alegadamente ocorridas no seio da Sociedade.€/-% .A. II.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) 5.277.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 35. Assim.60 € / 9 % Por entidades que integrem o grupo* . nos termos da referida política.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) .Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) . al.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) . quais os meios que se devem utilizar para a sua comunicação e quem devem ser os receptores. Prevê também a política adoptada que.º-A.

casos em que não existe qualquer garantia ou obrigatoriedade de apreciação. a SUMOL+COMPAL ou os órgãos sociais de qualquer outra sociedade por esta dominada. Desde a comunicação da irregularidade pelo colaborador até à apresentação das conclusões sobre a averiguação da mesma não poderão decorrer mais de 15 dias. órgãos ou comissões responsáveis pela auditoria interna e/ou pela implementação de sistemas de controlo interno. como consequência de tal comunicação. com excepção de eventuais comunicações anónimas. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. S.A. Pessoas. Existe ainda um Gabinete de Auditoria Interna. ou qualquer outra estrutura organizativa daquelas sociedades à qual sejam comunicadas as conclusões do processo de avaliação. avaliar a adequabilidade daqueles dois sistemas. entre outras. das relações de dependência hierárquica e/ou funcional face a outros órgãos ou comissões da sociedade. salvo se o denunciante tiver tido intervenção na prática de qualquer irregularidade objecto de denúncia ou caso este tenha comprovadamente actuado de má fé ao proceder à comunicação sabendo ou não devendo desconhecer que a mesma não tinha fundamento. deverão adoptar as medidas que entendam necessárias para suprir a irregularidade comunicada e comprovada pelo processo em causa. no âmbito das suas competências. a demissão. em geral. 51. na sua sequência e sempre que tal seja recomendável ou necessário. a suspensão. ainda que por inclusão de organograma. o assédio ou a suspensão ou a retenção de pagamentos que lhe sejam devidos. A criação do sistema de controlo interno e de gestão de riscos cabe à Comissão Executiva. | 2014 A comunicação de irregularidades deverá conter uma descrição tão detalhada quanto possível dos factos que a suportam. esta manterse-á unicamente do conhecimento do destinatário imediato da comunicação. Explicitação.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Após terminado o processo de averiguação. 147 . III. procede à fiscalização dos dois sistemas. Sempre que o denunciante tenha requerido a confidencialidade da sua identidade. O Conselho Fiscal. o qual tem como função testar e avaliar os procedimentos de controlo interno. Controlo interno e gestão de riscos 50. Existe um Comité de Auditoria Interna composto por membros não executivos do Conselho de Administração que tem por missão. sob a responsabilidade de um administrador executivo. de acordo com os dados que lhe são fornecidos. O Conselho Fiscal assumiu o compromisso de efectuar todas as diligências adequadas para verificar a existência ou não da alegada irregularidade e de averiguar todos os factos susceptíveis de consubstanciarem irregularidades. A SUMOL+COMPAL assegura a quem comunique quaisquer irregularidades que não permitirá.

nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. São também responsáveis pelo controlo de risco outras áreas funcionais da sociedade em função dos riscos identificados. Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes pode ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. financeiros e jurídicos) a que a sociedade se expõe no exercício da actividade. (iii) Desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. Além disso ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. riscos associados a gastos. havendo contudo. riscos associados a stakeholders. Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que o Grupo disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. os mercados de bebidas de alta rotação onde o Grupo opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. beneficiando do contributo destas para o seu bem.estar. A relação com os clientes não obriga.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. riscos operacionais e patrimoniais. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. em geral. Riscos de mercado Em Portugal. Identificação e descrição dos principais tipos de riscos (económicos. 148 . Em consequência. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português. riscos financeiros e legais. e riscos associados a sistemas de informação. Existência de outras áreas funcionais com competências no controlo de riscos. e de (iv) Realizar metade das vendas de 400 M€ fora de Portugal. Sazonalidade As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. o Grupo tem a ambição de (i) Liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. tendo sido nomeado um coordenador para cada um destes grupos de riscos. (ii) Conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. S. Identificaram-se os seguintes grupos de riscos: riscos de mercado. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. 53.A. Nos mercados internacionais. e como se afirma na winning aspiration. | 2014 52. Não obstante este enquadramento difícil. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. a que estes adquiram quantidades mínimas. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. o que se procura fazer no Grupo.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. grau de experiência e/ou trajecto profissional. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. sejam dificilmente substituíveis. | 2014 Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. legal ou de fornecimento. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. De igual modo. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. Além do risco de má reputação de uma marca. mas tem definido como um dos vetores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. tornando-os cada vez mais globalizados. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. S. Riscos na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. constitui um risco para a empresa. 149 . é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. Esse risco pode ter origem em várias fontes. pelo que é crítico identificar. a montante. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. pelas suas competências. O Grupo pode ser considerado à escala global como uma pequena empresa. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. por isso. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado.A. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. atrair e reter talento. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. conhecimentos. (iii) custos desadequados. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). Riscos associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. com quem mantém relações comerciais. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. No entanto.

com agentes poluentes. (ii) incêndios. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. vão ser tomadas uma série de medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. mais importante. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. A gestão destes riscos é complementada com políticas. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. S. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. A SUMOL+COMPAL. ou ter efeitos patrimoniais negativos. pessoal e de exploração. química e microbiológica das produções. Apesar disso. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. nas vendas futuras da companhia. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. causando danos na saúde humana. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos Recursos Naturais Água e Energia. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. sabotagens e riscos 150 . mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. Para além do conjunto de Valores definidos. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. independentemente do país em que trabalhem. Riscos Operacionais e Patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da empresa.A. levando a uma degradação ambiental. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. do solo e da atmosfera. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. repetidos ou não. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. nos seres vivos e nos ecossistemas. Estão implementados um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. já que a sua eventual afectação se pode traduzir numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. como qualquer produtor.

do desequilíbrio da maturidade da dívida e da restrição no repatriamento de capitais (investimentos no estrangeiro).A. para satisfazer o nível de saídas de caixa associadas às actividades operacionais. Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. inundações. de linhas de crédito e de financiamento bancário). do incumprimento contratual ou fraude do devedor ou do incumprimento de operações de tesouraria. eventos meteorológicos. O risco das actividades de Tesouraria resulta essencialmente de produtos financeiros e disponibilidades monetárias contratualizados e sob controlo de terceiros. na sua maioria. Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. para os quais estão definidas as medidas preventivas consideradas adequadas. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. …) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. resultando daí uma perda financeira para a SUMOL+COMPAL. da restrição de fontes de financiamento. remuneração accionista e de serviço da dívida (reembolso de capital e juros). e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. Riscos Financeiros e Legais Crédito Risco inerente ao facto de uma contraparte da SUMOL+COMPAL não liquidar financeiramente as suas obrigações contratuais. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. etc. No imediato. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da insuficiência de cash flow operacional. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. roubo. por vendas a Crédito a Clientes. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da falta de liquidez e/ou insolvência de devedor. A SUMOL+COMPAL está sujeita. de investimento. incluindo a contratualização de uma apólice de Seguro de Crédito. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. essencialmente a este risco nas suas actividades operacionais e de tesouraria. | 2014 semelhantes. O Risco de Crédito nas operações está relacionado com Contas a Receber originadas. embora tenham impacto prováveis mais reduzidos que os anteriores. fluxos obtidos através de operações de desinvestimento. Liquidez Risco inerente ao facto de as fontes de financiamento (disponibilidades. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. 151 . em determinado momento. greves. fluxos de caixa operacionais. vandalismo. poderem não ser suficientes.

enquadra e delimita a sua actividade. Os juros suportados podem. estão implementadas as medidas preventivas consideradas adequadas para este tipo de eventos. o que permite reduzir substancialmente a volatilidade dos juros a liquidar. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. Normas de Relato Financeiro. No final do ano e excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro. Laboral. resultando num incremento da complexidade. de uma eventual saída de Portugal do euro. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da variação de indexante (taxa variável). De igual forma. Mercado de Capitais. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da exposição temporal de transacção (cotação. a SUMOL+COMPAL possui exposição cambial em USD.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.9% da SUMOL+COMPAL. a taxa de cobertura encontrar-se-ia próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data. Eventuais variações cambiais ocorridas nessas moedas. da exposição contabilística (de transposição) e. indexada a taxas de referência de mercado (sendo a Euribor a mais comum). afectam os resultados e a situação patrimonial da SUMOL+COMPAL. a empresa tem contratados instrumentos derivados de cobertura de taxa de juro (IRS SWAP). O risco está associado a diversas dimensões (Lei Geral. da exposição económica (competitividade de preços por via da flutuação cambial). sobre o património e sobre a despesa. não controláveis. da variação de spread (taxa variável) e da envolvente sistémica. estão implementadas todas as medidas preventivas consideradas adequadas. Actualmente. assim. Taxa de juro Risco inerente ao facto de os custos financeiros suportados (juros) decorrentes de financiamentos remunerados (sobretudo banca). decorrentes da alienação de 49. estarem contratados a taxa de juro variável. entrega e facturação). Taxa de câmbio Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL efectuar investimentos e transacções em países e com entidades cuja moeda funcional é distinta do euro. etc) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. O risco está sobretudo associado a três dimensões – tributação sobre o rendimento. MZN e AOA. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. adjudicação. Além da contratação de forwards cambiais. A volatilidade destes indexantes decorre de factores de mercado. perante um enquadramento regulamentar instável e 152 . o cash-flow é afectado por via das flutuações cambiais ocorridas entre o momento de reconhecimento do activo e/ou passivo e o efectivo momento do seu recebimento/pagamento. variar em função de factores externos. Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. Além disso. Lei específica do Sector. Em relação ao primeiro tipo de eventos. | 2014 A SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e. para além das linhas de curto prazo. face ao euro. tem contratadas linhas de factoring e confirming. S. da exposição de balance sheet (contas a receber e contas a pagar) – eventos para os quais é feita uma gestão activa do risco com contratação de forwards cambiais para fixação mínima de 50% dos pagamentos em USD . no extremo. exógenos ao controlo da SUMOL+COMPAL. Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. que utiliza na gestão do seu fundo de maneio.

para compromissos que venham a ter uma consequência financeira. nomeadamente através da manutenção de firewalls. estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados.  Utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio. Descrição do processo de identificação. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password. Estes macroprocessos contêm processos cuja responsabilidade de manutenção cabe aos diversos gestores. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. Cada um destes processos tem os necessários inputs.A.  Política restritiva na gestão de desktops e laptops. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. este é um risco cuja gestão é crítica. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados. Tecnologias de Informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais. indispensável. S. Existe também um procedimento de autonomias financeiras que atribui a todos os órgãos de gestão. limites consoante o nível hierárquico. | 2014 mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. 153 . razão pela qual são mantidos. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software. avaliação. da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. 54. controlo e gestão de riscos. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados. havendo a prática. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. de servidores e de equipamentos pessoais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. fluxos subsequentes e os correspondentes outputs. entre outros. acompanhamento. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. em geral. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente. sob a responsabilidade de um administrador executivo.  Sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. os seguintes procedimentos:  Não havendo sistemas de informação invioláveis. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da empresa e a ausência de software não licenciado.

m). 245.º-A. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171. V.A. n. O responsável deste Gabinete é simultaneamente o Representante para as Relações com o Mercado.º do Código das Sociedades Comerciais está disponível no endereço http://www.sociedade. Apoio ao Investidor 56.º do Código das Sociedades Comerciais. A resposta aos referidos pedidos foi facultada no prazo aproximado de uma semana. Serviço responsável pelo apoio ao investidor. A Empresa tem um Gabinete de Apoio ao Investidor cujas funções são a disponibilização da informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. 58.sumolcompal. al. O Gabinete de Apoio ao Investidor pode ser contactado através do telefone 214200080. 154 . a qualidade de sociedade aberta.pt). Faz ainda parte deste Gabinete José Paulo de Martinho Simões Machado. Principais elementos dos sistemas de controlo interno e de gestão de risco implementados na sociedade relativamente ao processo de divulgação de informação financeira (art. a qualidade de sociedade aberta. 57. Luís Fernando da Costa Magalhães. Representante para as relações com o mercado. Local onde se encontra informação sobre a firma.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Luís Fernando da Costa Magalhães.pt ou ainda da funcionalidade disponível no sítio institucional (www. IV. funções. A informação financeira anual só é divulgada após o conforto do auditor externo e do Conselho Fiscal. O Representante para as Relações com o Mercado é o Dr.sumolcompal. Endereço(s). A informação sobre a firma. Informação sobre a proporção e o prazo de resposta aos pedidos de informação entrados no ano ou pendentes de anos anteriores. www. composição. S. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171.º 1. informação disponibilizada por esses serviços e elementos para contacto.pt 60. A informação financeira anual. do endereço electrónico investidor@sumolcompal.pt/investidores . e a dos períodos intercalares. | 2014 55. Sítio de Internet 59. que procede aos correspondentes testes prévios de validação.sumolcompal. Em 2014 foram dirigidos ao Gabinete de Apoio ao Investidor 3 pedidos de informação. só é divulgada após autorização do Conselho de Administração após proposta da Comissão Executiva.

62. o capital social representado e os resultados das votações. Informação sobre a identificação do representante para as relações com o mercado.A.sumolcompal. caso aplicável. estão disponíveis no sítio da sociedade em http://www.pt/investidores/gaiContacto. bem como o calendário semestral de eventos societários. incluindo os dos últimos cinco anos. Local onde se disponibiliza informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais.sumolcompal. que devem estar acessíveis pelo menos durante cinco anos. Para além disso.pt/investidores/ assembleias gerais.sumolcompal. A informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais consta do endereço http://www. respectivas funções e meios de acesso.pt/investidores/gaiComposicao Existe um formulário online. do representante para as relações com o mercado. A convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada está disponível em http://www. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente. entre outros. S. Local onde se disponibiliza o acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade. Local onde se encontram os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões. 63. divulgado no início de cada semestre.sumolcompal. | 2014 61. reuniões da assembleia geral. trimestrais. para permitir o contacto directo dos investidores com o gabinete de apoio ao investidor. 155 .sumolcompal.sumolcompal. respectivas funções e meios de acesso constam do endereço http://www. semestrais e.pt/investidores/estatutos.sumolcompal. Os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões da sociedade estão disponíveis no endereço http://www.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.pt/investidores/relatorioscontas O calendário semestral de eventos societários não está disponível. o capital social representado e os resultados das votações. Os documentos de prestação de contas. os membros do Conselho de Administração são também apresentados no endereço http://www. com referência aos 3 anos antecedentes. incluindo. 64.pt/quemsomos/administracao. Local onde são divulgados a convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente. 65.sumolcompal. O acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade.pt/investidores/historicoag. com referência aos 3 anos antecedentes está disponível no sítio da sociedade com o endereço http://www.pt/investidores/orgaos. Local onde se disponibilizam os documentos de prestação de contas. divulgação de contas anuais. no endereço http://www.

n. alínea b). sob proposta da Comissão de Vencimentos e do Conselho de Administração. Todos os membros da Comissão de Vencimentos possuem conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração.º 5.A. Composição da comissão de remunerações. incluindo identificação das pessoas singulares ou colectivas contratadas para lhe prestar apoio e declaração sobre a independência de cada um dos membros e assessores. S. S.A. respectivamente. dos membros da comissão executiva ou administrador delegado e dos dirigentes da sociedade. S. | 2014 D. REMUNERAÇÕES I. ao nível de direcção. não é igualmente independente por força do disposto na alínea a) do mesmo número do art. Conhecimentos e experiência dos membros da comissão de remunerações em matéria de política de remunerações. A Assembleia Geral Anual de accionistas de 30 de Maio de 2014 aprovou declarações sobre a política de remuneração dos órgãos de administração e fiscalização e sobre a política de remunerações dos demais dirigentes. 68. S. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. A Comissão de Vencimentos é composta pelas sociedades Refrigor. Cabe à Comissão de Vencimentos a determinação da remuneração dos membros dos órgãos sociais e em especial dos membros da Comissão Executiva.A. e por António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. Comissão de remunerações 67... Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas.A.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S.A.º 414.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. Não existem pessoas contratadas para integrar a Comissão de Vencimentos. S. 156 . Para determinação da remuneração dos dirigentes da sociedade é competente o Conselho de Administração.º.. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. Eufiger . Indicação quanto à competência para a determinação da remuneração dos órgãos sociais.A. O membro da Comissão António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida é independente..º 414. Em 2014 foi nomeado para integrar a Comissão de Vencimentos o Senhor António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. que tem especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remunerações. Os membros da Comissão de Vencimentos Refrigor. não são independentes nos termos do art. e Eufiger . A Refrigor. Competência para a determinação 66. II.

referente a um período de três anos. S. A geração de um EBITDA superior ao de 2013.º da Lei n. O atingimento de um volume de negócios superior ao alcançado em 2013. Foi aprovada na Assembleia Geral realizada a 30 de Maio de 2014 a política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere ao artigo 2. pelo que se limita a remuneração variável. no actual contexto societário e competitivo. Estrutura das remunerações 69. sendo que no primeiro destes três anos não poderá ser paga mais de 50% desta remuneração variável.º 28/2009.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Nos termos desta política. | 2014 III. d) A eventual remuneração variável de cada exercício será paga nos três anos seguintes. A componente variável anual não poderá exceder metade da remuneração fixa anual.º da Lei n. b) A componente variável anual tem como objectivo premiar o desempenho dos membros da Comissão Executiva. de 19 de Junho. O cumprimento das metas orçamentadas de inovação. g) Os membros que desempenhem funções em órgãos de administração de sociedades dependentes podem ser remunerados pelas referidas sociedades. de 19 de Junho. Descrição da política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere o artigo 2. A parte variável terá uma componente anual e uma componente plurianual. c. f) A aferição do cumprimento dos requisitos para o pagamento da componente variável anual é feita exercício a exercício. em função do cumprimento total ou muito elevado (≥ 90%) da(s) meta(s) estratégica(s) do último ano do mandato. h) A determinação do montante da eventual remuneração variável anual deve obedecer a critérios de alinhamento com os interesses da sociedade. a ser pago após a conclusão do mandato. assegurando o alinhamento destes com os interesses da sociedade. não poderá exceder a remuneração fixa anual. aplicando-se a cada uma destas o proposto nesta declaração. b. não tendo em especial atenção a conclusão de todo o mandato. j) O prémio variável plurianual pretende premiar a geração significativa e sustentada de valor para os accionistas. 157 . tendo em conta o anteriormente referido em relação ao diferimento de pagamentos. k) A aferição do cumprimento dos requisitos para a atribuição da componente variável plurianual é feita após o final do mandato. Em concreto. os Membros da Comissão Executiva são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração anual dos membros comporta uma parte fixa e uma parte variável. A componente variável plurianual.A.º 28/2009. são os seguintes os objectivos estratégicos que devem ser tidos em conta para apreciar a actuação da Comissão Executiva: a. aferido pelo grau de execução de metas. c) O nível de desempenho será medido pelo grau de execução de metas quantificadas e previamente estabelecidas para variáveis de desempenho (entre 3 a 5). no caso de o desempenho da empresa evidenciar uma deterioração relevante no último exercício apurado. e) Os pagamentos diferidos para o 2º e 3º ano ficarão dependentes do cumprimento de metas que assegurem a manutenção do nível de desempenho que justificou a atribuição da remuneração variável. i) Poderá ser fixado um prémio variável plurianual.

Os membros do Conselho Fiscal são remunerados nos seguintes termos: a) O membro independente que tem especiais conhecimentos em auditoria e contabilidade e que exerce regularmente. ii) a situação económico-financeira da empresa e iii) as funções de cada membro. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. sendo que este desempenho deve estar alinhado com os interesses de longo prazo da Sociedade. dos resultados líquidos e do volume de negócios. b) Os restantes membros auferem uma senha de presença por cada reunião em que participem.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. com as metas quantificadas previamente fixadas. nomeadamente. ii) a segunda. atribuída pela Assembleia Geral. desde que neste terceiro exercício os valores reais dos indicadores utilizados para a atribuição do prémio plurianual sejam iguais ou superiores aos verificados no último ano do mandato. S. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao terceiro exercício posterior ao mandato. os administradores não-executivos são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração comporta exclusivamente uma componente fixa. n) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. A atribuição de remuneração variável depende do desempenho de determinadas variáveis. os Membros da Mesa da Assembleia Geral e da Comissão de Vencimentos que não tiverem outras remunerações certas ou variáveis na sociedade ou em sociedades desta dependentes podem receber uma senha de presença por cada reunião em que participem. dos resultados operacionais. iii) as funções de cada membro e iv) o grau de afectação de tempo ao exercício das funções. pelo menos. aos resultados operacionais. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao último ano do mandato. 95%) dos desempenhos do ano em 158 . ii) a situação económico-financeira da empresa. a sua actividade aufere uma remuneração mensal fixa. em termos da capitalização bolsista. Nos termos da mesma política. Informação sobre o modo como a remuneração é estruturada de forma a permitir o alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da sociedade. O Revisor Oficial de Contas aufere uma retribuição fixa. c) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. Por último.A. O alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da Sociedade consegue-se através da existência de uma componente de remuneração variável para os administradores executivos. ao EBITDA. 70. bem como sobre o modo como é baseada na avaliação do desempenho e desincentiva a assunção excessiva de riscos. a Cofina e a Impresa. na empresa. b) A determinação do montante da remuneração deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis. Não estão acordados pagamentos relativos à destituição ou cessação por acordo de funções de administradores. o qual fica dependente da manutenção (em. A avaliação deste desempenho faz-se pela comparação dos resultados obtidos em cada variável. acordada com a empresa e de acordo com as práticas de mercado. aos resultados líquidos e ao volume de negócios). | 2014 l) O prémio plurianual será dividido em duas parcelas: i) A primeira. m) A determinação do montante da remuneração fixa dos membros da Comissão Executiva deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis (atendendose à capitalização bolsista. a Cofina e a Impresa. Não está prevista a existência de planos de atribuição de acções ou de opções de aquisição de acções por parte de membros dos órgãos de administração e de fiscalização. do EBITDA.

designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. com menção do período de diferimento. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. por isso. Referência. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. pelos administradores executivos. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. 73. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. Principais parâmetros e fundamentos de qualquer sistema de prémios anuais e de quaisquer outros benefícios não pecuniários. nem são. 75. Da mesma forma. sobre eventual celebração de contractos relativos a essas acções. 76. «EBITDA» e «inovação» espelham razoavelmente o real crescimento da Empresa e a riqueza efectivamente criada para os accionistas. Principais características dos regimes complementares de pensões ou de reforma antecipada para os administradores e data em que foram aprovados em assembleia geral. do atingimento de metas quantificadas. respectivo limite. 72. Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em opções e indicação do período de diferimento e do preço de exercício. Existe um fundo de pensões que abrange quer administradores. 74. O pagamento da componente variável é diferido. Existe uma componente variável cuja atribuição depende da verificação. S. e sua relação face ao valor da remuneração total anual. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. Os benefícios não pecuniários são de natureza social ou de representação e são consistentes com os atribuídos aos demais gestores e colaboradores da Sociedade. | 2014 que a componente variável foi originada. à existência de uma componente variável da remuneração e informação sobre eventual impacto da avaliação de desempenho nesta componente. 159 . Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em acções bem como sobre a manutenção. estabelecidos critérios para a manutenção dessas acções pelos administradores executivos. Não é atribuída remuneração variável em acções aos administradores. em termos individuais. não são celebrados contractos relativos a essas acções. quer a generalidade dos trabalhadores. efectuada pela Comissão de Vencimentos. ficando também dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. se aplicável. 71. Entende-se que a evolução das variáveis de desempenho «volume de negócios».Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. Não existem outros prémios anuais para além da remuneração variável. dessas acções.A. Não existe qualquer outro regime complementar de pensão ou de reforma antecipada. Diferimento do pagamento da componente variável da remuneração.

663.00€ e 88. 177. José Manuel Doutel Jordão e António Augusto dos Santos Casanova Pinto. proveniente da sociedade.00€ e 66. incluindo remuneração fixa e variável e.º 28/2009. 81. Não foram pagos. de forma agregada e individual.600.00€. Indemnizações pagas ou devidas a ex-administradores executivos relativamente à cessação das suas funções durante o exercício. de 19 de Junho. a saber. Não foram pagas nem são devidas indemnizações a ex-administradores executivos. menção às diferentes componentes que lhe deram origem.29€. António Rui Libório Frade 15.600. Os membros da Comissão Executiva do Conselho de Administração.800.08€. respectivamente. 164. relativamente a esta. 80. os seguintes montantes de remunerações fixas: 177. a qualquer título. Não foi pago aos administradores não executivos qualquer montante a título de remuneração variável.265.00€.00€.507. Montantes a qualquer título pagos por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo ou que se encontrem sujeitas a um domínio comum. Não existem outras remunerações para além das acima referidas.562. de forma agregada e individual.600. 88.154. Remuneração paga sob a forma de participação nos lucros e/ou de pagamento de prémios e os motivos por que tais prémios e ou participação nos lucros foram concedidos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.00€.660. 78. Indicação do montante anual da remuneração auferida.50€ (um milhão cento e cinquenta e quatro seiscentos e sessenta e três euros e cinquenta cêntimos). 177.00€. | 2014 Este plano foi aprovado pelo Conselho de Administração sem intervenção da Assembleia Geral.800.24€. 79. Divulgação das remunerações 77.693. António Rui Libório Frade.08€ e António Augusto dos Santos Casanova Pinto 14. Durante o exercício de 2014 a SUMOL+COMPAL pagou aos membros do seu Conselho Fiscal o montante de 24. a saber. Aos membros não executivos. em nenhuma das filiais ou associadas. este último apenas até à eleição da actual composição do Conselho de Administração) auferiram. Em senhas de presença. Em 2014 foram pagas remunerações variáveis aos administradores executivos no total de 62. pelos membros dos órgãos de fiscalização da sociedade.69€ com a seguinte repartição: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto 17.910. Os membros do Conselho de Administração auferiram remunerações fixas no montante total de 1. verbas fixas ou variáveis aos membros do Conselho de Administração.800. José Manuel Doutel Jordão 15.562. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto. pelos membros dos órgãos de administração da sociedade. 212. António Sérgio Brito Pires Eusébio.118.50€.A. João António Brito Pires Eusébio e Amélia Maria Brito Pires Eusébio foram pagos.00€). José Tomaz Júdice Gamito Pires. para efeitos da Lei n. respectivamente. IV. Indicação do montante anual da remuneração auferida. foram pagos a Manuel Batista Figueiredo 160 . S.

84. período durante o qual as opções podem ser exercidas. al. | 2014 6. Limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador e sua relação com a componente variável da remuneração. 82.00€. 87. Indicação da remuneração no ano de referência do presidente da mesa da assembleia geral. Acordos com implicações remuneratórias 83.º 3 do artigo 248. cláusulas de inalienabilidade de acções. Caracterização do plano (condições de atribuição. A Presidente da Mesa da Assembleia Geral recebe uma senha de presença por cada reunião de Assembleia Geral realizada. l).00€.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. José Manuel Rodrigues Felgueiras recebeu da SUMOL+COMPAL 12. Durante o ano de 2014 foram pagas à Presidente da Mesa da Assembleia Geral três senhas de presença no valor total de €900. Referência à existência e descrição. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da sociedade. VI. S. Planos de atribuição de acções ou opções sobre acções (‘stock options’) 85. Direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções (‘stock options’) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa. Não existem quaisquer direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções („stock options‟) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa. na acepção do n. 86. 245. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da Sociedade. com indicação dos montantes envolvidos. existência de incentivos para a aquisição de acções e ou o exercício de opções). n.500€ e a José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca 6. Identificação do plano e dos respectivos destinatários.A.300. V.º 1. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções. 161 . Não existem quaisquer planos de atribuição de acções e/ou opções de aquisição de acções.ºA. que prevejam indemnizações em caso de demissão. Não existem quaisquer acordos entre a Sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes que prevejam indemnizações em caso de demissão. (art. Não existem limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador nem foi estabelecida qualquer relação entre tal compensação e a componente variável da remuneração.000.00. de acordos entre a sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes. critérios relativos ao preço das acções e o preço de exercício das opções. características das acções ou opções a atribuir.º-B do Código dos Valores Mobiliários.

Em 2014 não houve qualquer transacção que reunisse os requisitos para emissão de parecer prévio pelo Conselho Fiscal. bem como por email para o seguinte endereço: conselho. Senhor Presidente do Conselho Fiscal. designadamente. 90. O Conselho Fiscal estabeleceu que lhe sejam submetidos os negócios com accionistas titulares de participação qualificada. Os procedimentos são os seguintes: 1. nos termos do artigo 20 do Código dos Valores Mobiliários. referindo-se. No caso de negócios continuados. Não foram estabelecidos mecanismos específicos para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas. deverão ser comunicados por escrito. Mecanismos implementados pela sociedade para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas (Para o efeito remete-se para o conceito resultante da IAS 24).fiscal@sumolcompal.000€ por negócio. nos termos do artigo 20. Indicação das transacções que foram sujeitas a controlo no ano de referência. ao cuidado do Exmo. por ano. 162 . 245. Mecanismos de controlo previstos num eventual sistema de participação dos trabalhadores no capital na medida em que os direitos de voto não sejam exercidos directamente por estes (art. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação.º do Código dos Valores Mobiliários. S. Foram apenas estabelecidos pelo Conselho Fiscal critérios para intervenção do Conselho Fiscal para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação (vd. e)). sejam de valor igual ou superior a 100. al. os intervenientes. 91. | 2014 88. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação.A. quando de carácter isolado.pt. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS I. Mecanismos e procedimentos de controlo 89. pelo que nenhuma transacção foi sujeita a controlo por este órgão. o valor e demais informação considerada relevante para uma completa avaliação do negócio. 2.000€. e com uma antecedência de 30 dias relativamente à data prevista para a celebração do negócio (ou prazo inferior caso o respeito pelo prazo de 30 dias seja inexequível e desde que a impossibilidade de submissão seja devidamente fundamentada) os termos do negócio em causa. o valor a partir do qual estes deverão ser submetidos a parecer prévio do Conselho Fiscal passará para 500. A comunicação deverá ser remetida pela Administração da Sociedade para a sede desta. ponto 91).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Verificando-se o preenchimento dos critérios supra referidos. Não está previsto qualquer sistema de participação dos trabalhadores no capital. o respectivo objecto. n. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a avaliação prévia dos negócios a realizar nos termos descritos. 4. E. por exemplo rendas de instalações. 3.º 1. sempre que esses negócios.º-A.

sobre o Governo das Sociedades Cotadas – Código de Governo das Sociedades da CMVM. Elementos relativos aos negócios 92. disponível em www. 2. PARTE II . de Agosto de 2013. S. alternativamente. ou. A Sociedade não está sujeita ao cumprimento de quaisquer outros códigos. não vinculativo. O Conselho Fiscal emitirá o seu parecer prévio. no prazo máximo de 15 dias após a recepção da comunicação que lhe seja dirigida. o entendimento do Conselho de Administração sobre a sua adopção é o seguinte: 163 . Análise de cumprimento do Código de Governo das Sociedades adoptado Em relação às recomendações da CMVM e considerando a numeração utilizada nestas recomendações.AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO 1. Indicação do local dos documentos de prestação de contas onde está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas. Identificação do Código de governo das sociedades adoptado A Sociedade submete-se ao Código da CMVM.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas nas Notas às Demonstrações Financeiras (Nota 33 – Partes Relacionadas) bem como no presente documento.cmvm. II.pt. reprodução dessa informação. de acordo com a IAS 24.A. | 2014 5. ou em prazo inferior se devidamente fundamentada a inviabilidade de respeito do prazo de 30 dias estabelecido no número 3 supra.

I. as abstenções não são contadas e a deliberação sobre algum dos assuntos referidos no n. nem prevê quaisquer mecanismos que provoquem o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária. Pelo contrário.500 acções de 1 Euro cada. VOTAÇÃO E CONTROLO DA SOCIEDADE I.092. As sociedades devem incentivar os seus accionistas a participar e a votar nas assembleias gerais. salvo se devidamente fundamentados em função dos interesses de longo prazo dos accionistas. determina que “os accionistas com direito a voto poderão exercê-lo por correspondência. Por outro lado. Os estatutos das sociedades que prevejam a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista. até à presente data. onde manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto.º 2. Adoptada. | 2014 CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 2013 (RECOMENDAÇÕES) I.” Os estatutos não prevêem a admissibilidade do voto por correspondência electrónico. quer indirectamente. A dimensão da sociedade e a reduzida dispersão do capital não justificou. I. A Sociedade incentiva a participação accionista já que os estatutos da Sociedade fazem corresponder um voto a cada acção. n.º do Código das Sociedades Comerciais deve ser aprovada por dois terços dos votos emitidos.2. A sociedade não tem definida uma política de distribuição de dividendos. dividido em 100. de forma individual ou em 164 . seja qual for a percentagem do capital social nela representado.º 2 do artigo 383. quer directamente. através de declaração por si assinada.092.1. Parcialmente adoptada. S. quer a Assembleia reúna em primeira quer em segunda convocação. I. dos estatutos da Sociedade. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo.500 Euros. O capital social é de 100. designadamente fixando um quórum deliberativo superior ao previsto por lei. designadamente não fixando um número excessivamente elevado de acções necessárias para ter direito a um voto e implementando os meios indispensáveis ao exercício do direito de voto por correspondência e por via electrónica. determinando que a Assembleia Geral delibera por maioria de votos emitidos. As sociedades não devem estabelecer mecanismos que tenham por efeito provocar o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária. o artigo 22.º.3. não existe qualquer restrição ao exercício activo do direito de voto.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.4. que fosse adoptado um sistema de voto por correspondência electrónico. As sociedades não devem adoptar mecanismos que dificultem a tomada de deliberações pelos seus accionistas. Adoptada.

1. pelo menos de cinco em cinco anos.1. ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO II. o conselho de administração deve delegar a administração quotidiana da sociedade. nalguns contractos estabelecidos com parceiros de negócio. Nunca foram adoptadas quaisquer medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração da sociedade. Os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista de forma individual ou em concertação com outros accionistas. S. SUPERVISÃO. o dever de sujeitar. SUPERVISÃO E ADMINISTRAÇÃO II. mas é intenção da sociedade fazê-lo na próxima Assembleia Geral. No entanto. por esta via. a aquisição por entidades concorrentes de determinadas percentagens do capital social da SUMOL+COMPAL poderá levar ao término destes contractos. Não devem ser adoptadas medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração e que se afigurem susceptíveis de prejudicar a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. O Conselho de Administração elegeu uma Comissão Executiva na qual foi delegada a gestão corrente da Sociedade. pelo menos de cinco em cinco anos. I. mas esta cessação não corresponde à exigência de pagamentos ou assunção de encargos. Não se prevê. e salvo por força da reduzida dimensão da sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.º-A) que poderão ser amortizadas. | 2014 concertação com outros accionistas. directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade. se contam todos os votos emitidos sem que aquela limitação funcione. os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8. não são.A. ou pelo respectivo valor de mercado. prejudicadas a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. nessa deliberação. Dentro dos limites estabelecidos por lei. será sujeita a deliberação pela assembleia geral a alteração ou a manutenção dessa disposição estatutária – sem requisitos de quórum agravado relativamente ao legal – e que. 165 . Veja-se a respeito das suas competências o ponto 29 do Relatório sobre o Governo da Sociedade. Adoptada. devem prever igualmente que. razão pela qual se entende cumprida esta recomendação. quando seja inferior àquele. devendo as competências delegadas ser identificadas no relatório anual sobre o Governo da Sociedade. sem consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal. a manutenção ou eliminação de tal norma estatutária. não obstante. Assim sendo. Adoptada. Não adoptada. as acções da Sociedade detidas por accionista que.1. Cumpre referir que.5. II. a deliberação da Assembleia Geral.

verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria. O desenvolvimento da actividade correspondente à prossecução dos objectivos da Sociedade. II.1. consoante o modelo aplicável. Não adoptada. deve ser consagrada a obrigatoriedade de este órgão se pronunciar sobre a estratégia e as principais políticas da sociedade. Não aplicável.5. II. no que respeita a: i) definir a estratégia e as políticas gerais da sociedade. Este órgão deverá ainda avaliar o cumprimento do plano estratégico e a execução das principais políticas da sociedade. bem assim como das diversas comissões existentes. O Conselho de Administração ou o Conselho Geral e de Supervisão. a definição da estrutura empresarial do grupo e as decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante ou risco. | 2014 II. designadamente. a: i) definição da estratégia e das políticas gerais da Sociedade. Salvo por força da reduzida dimensão da sociedade. II. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. deve assumir plenas responsabilidades ao nível do governo da sociedade. De facto.1. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria.1. ii) definir a estrutura empresarial do grupo. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. A Sociedade não possui um conselho geral e de supervisão.2. devem criar as comissões que se mostrem necessárias para: a) Assegurar uma competente e independente avaliação do desempenho dos administradores executivos e do seu próprio desempenho global. S. através de previsão estatutária ou mediante via equivalente. No entanto.3. a estrutura e as práticas de governo adoptado. estas matérias são objecto de apreciação e de reflexão por parte da Comissão de Vencimentos e/ou por parte do Conselho de Administração.1. o Conselho de Administração e o Conselho Geral e de Supervisão. além do exercício das competências de fiscalização que lhes estão cometidas.A. nem para reflectir sobre o sistema. risco ou às suas características especiais. não existe qualquer comissão com competências na avaliação do desempenho dos administradores executivos e para avaliação do seu próprio desempenho global ou de outras comissões existentes. b) Refletir sobre o sistema. Adoptada. designadamente. não devendo delegar a sua competência. a estrutura e as práticas de governo adoptado. consoante o modelo adoptado.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.4. O Conselho de Administração deve assegurar que a sociedade atua de forma consentânea com os seus objectivos. A administração entende que a dimensão da Sociedade e do Grupo não justificam a criação de qualquer comissão específica. risco ou às suas características especiais não foram delegadas pela administração. O Conselho Geral e de Supervisão. devem fixar objectivos em matéria de assunção de riscos e criar 166 . No ponto 29 do Relatório de Governo da Sociedade são indicadas as matérias que não foram delegadas. ii) definição da estrutura empresarial do Grupo. pelo que.

A. A Comissão Executiva decidiu rever o sistema de identificação dos principais riscos. Ter. Não adoptada. o facto de existir um órgão de fiscalização constituído maioritariamente por independentes. c. parente ou afim na linha recta e até ao 3. A independência dos membros do Conselho Geral e de Supervisão e dos membros da Comissão de Auditoria afere-se nos termos da legislação vigente. tendo em conta o modelo de governação adoptado. a dimensão da sociedade e a sua estrutura accionista e o respectivo free float. na linha colateral. administrador. S. A administração da SUMOL+COMPAL. por outro lado. A Sociedade considera que. Os administradores não executivos não são independentes.º grau. prestado serviços ou estabelecido relação comercial significativa com a sociedade ou com sociedade que com esta se encontre em relação de domínio ou de grupo.7. está assegurada pelo órgão de fiscalização e pelo órgão de administração a defesa dos interesses da Sociedade e dos accionistas. e. Assim. Entre os administradores não executivos deve contar-se uma proporção adequada de independentes. inclusive. II. tendo em conta. nos últimos três anos. O Conselho de Administração deve incluir um número de membros não executivos que garanta efectiva capacidade de acompanhamento.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Ser beneficiário de remuneração paga pela sociedade ou por sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo além da remuneração decorrente do exercício das funções de administrador. seja de forma directa ou enquanto sócio. o facto de a Sociedade ter uma dimensão média bem como a reduzida dispersão do seu capital e.1. composta por sete membros. e como são analisados e medidos em função da sua frequência e impacto esperados. fiscalização e avaliação da actividade dos membros daquela comissão. bem como dos eventos que lhe podem dar origem. d. | 2014 sistemas para o seu controlo. Não adoptada. com vista a garantir que os riscos efectivamente incorridos são consistentes com aqueles objectivos. 167 .6. de administradores ou de pessoas singulares titulares direta ou indirectamente de participação qualificada. nomeou uma Comissão Executiva formada por quatro administradores. II. nomeadamente em virtude de: a. e quanto aos demais membros do Conselho de Administração considera-se independente a pessoa que não esteja associada a qualquer grupo de interesses específicos na sociedade nem se encontre em alguma circunstância susceptível de afectar a sua isenção de análise ou de decisão.1. Adoptada. supervisão e avaliação da actividade dos restantes membros do órgão de administração. Ter sido colaborador da sociedade ou de sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo nos últimos três anos. gerente ou dirigente de pessoa colectiva. b. por um lado. Ser titular de participação qualificada ou representante de um accionista titular de participações qualificadas. os restantes administradores garantem a efectiva capacidade de supervisão. Viver em união de facto ou ser cônjuge.

50% do capital social da Sociedade. detentor de 10. de acordo com o critério legal aplicável. ao Presidente do Conselho de Administração.2.9.A. Não Adoptada. II. da Comissão de Auditoria ou da Comissão para as Matérias Financeiras deve ser independente.º do Código das Sociedades Comerciais e que não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. Adoptada. Caso o presidente do órgão de administração exerça funções executivas. um administrador independente que assegure a coordenação dos trabalhos dos demais membros não executivos e as condições para que estes possam decidir de forma independente e informada ou encontrar outro mecanismo equivalente que assegure aquela coordenação. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração.1. as convocatórias e as atas das respectivas reuniões. b) Preenche o requisito previsto na alínea b) do ponto 5 do artigo 414. as informações por aqueles requeridas.A. quando solicitados por outros membros dos órgãos sociais. Os administradores com funções executivas sempre prestaram aos demais membros dos órgãos sociais da Sociedade todas as informações que por estes foram requeridas.10.. conforme aplicável. uma declaração na qual declara que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. | 2014 II. Os administradores que exerçam funções executivas.1. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. II. em tempo útil e de forma adequada ao pedido. O presidente do órgão de administração não exerce funções executivas..A. e possuir as competências adequadas ao exercício das respectivas funções. Não aplicável. e o Grupo Caixa Geral de Depósitos estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal. FISCALIZAÇÃO II. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Consoante o modelo aplicável. o presidente do Conselho Fiscal.2.1. S. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor. ao Presidente do Conselho Fiscal.º 1 do artigo 414. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. este órgão deverá indicar. devem prestar. de entre os seus membros. 168 .º-A do citado código. S. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. Sociedade de Capital de Risco. Adoptada. As convocatórias e as actas das reuniões da Comissão Executiva estão disponíveis para acesso pelo Presidente do Conselho de Administração e são remetidas ao Presidente do Conselho Fiscal. II.8. ao Presidente da Comissão de Auditoria.1. ao Presidente do Conselho Geral e de Supervisão e ao Presidente da Comissão para as Matérias Financeiras. O presidente do órgão de administração executivo ou da comissão executiva deve remeter.

O Conselho Fiscal faz no seu relatório anual ao exercício de 2014 uma avaliação positiva do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.2. II. Adoptada.A. e é evidenciado por um acompanhamento regular pelo auditor externo de todos os assuntos que exijam a sua intervenção ou esclarecimentos. A Comissão de Auditoria. Os serviços de auditoria interna (Gabinete de Auditoria Interna) não reportam ao Conselho Fiscal. O Conselho Fiscal procedeu à fiscalização do sistema de controlo interno e gestão de riscos existentes com base na informação que lhe foi prestada pelo Conselho de Administração. II.1. propor a respectiva remuneração e zelar para que sejam asseguradas.2. FIXAÇÃO DE REMUNERAÇÕES II.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O Conselho Fiscal acompanhou os trabalhos desenvolvidos ao longo do exercício. O Conselho Fiscal serviu.3.2. e devem ser destinatários dos relatórios realizados por estes serviços pelo menos quando estejam em causa matérias relacionadas com a prestação de contas. designadamente.3. Todos os membros da Comissão de Remunerações ou equivalente devem ser independentes relativamente aos membros executivos do órgão de administração e 169 . Este esquema de reporte. as condições adequadas à prestação dos serviços. S.2. Lda.4. de interlocutor entre a Empresa e o auditor externo. considerando-os razoáveis em relação à dimensão da Empresa. II. Adoptada. | 2014 II. fazendo uma avaliação positiva sobre a sua actuação e desempenho. O contacto entre o auditor externo e o Conselho Fiscal é assegurado mediante a realização de reuniões entre ambos. Não adoptada. demonstrando grande qualidade técnica no trabalho desenvolvido. O órgão de fiscalização deve avaliar anualmente o auditor externo e propor ao órgão competente a sua destituição ou a resolução do contrato de prestação dos seus serviços sempre que se verifique justa causa para o efeito. frequentemente. mas a um Comité de Auditoria Interna composto por administradores não executivos não independentes. o Conselho Geral e de Supervisão e o Conselho Fiscal devem pronunciar-se sobre os planos de trabalho e os recursos afectos aos serviços de auditoria interna e aos serviços que velem pelo cumprimento das normas aplicadas à sociedade (serviços de compliance). competindo-lhe.3.5. SROC.. O órgão de fiscalização deve avaliar o funcionamento dos sistemas de controlo interno e de gestão de riscos e propor os ajustamentos que se mostrem necessários. II. Adoptada. dadas as especiais características da estrutura accionista da Sociedade foi entendido como sendo o mais adequado para assegurar um correcto e eficiente funcionamento dos serviços de auditoria interna. O órgão de fiscalização deve ser o interlocutor principal do auditor externo e o primeiro destinatário dos respectivos relatórios.2. sempre que estas se mostrem necessárias. a identificação ou a resolução de conflitos de interesses e a deteção de potenciais ilegalidades. dentro da empresa.

Foi realizada a 30 de Maio de 2014 a Assembleia Geral na qual foi aprovada a declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. Contém. ao nível de direcção. Não há qualquer entidade contratada para apoiar a Comissão de Vencimentos.2. Não deve ser contratada para apoiar a Comissão de Remunerações no desempenho das suas funções qualquer pessoa singular ou colectiva que preste ou tenha prestado. Adoptada. A declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. Esta recomendação é aplicável igualmente a qualquer pessoa singular ou colectiva que com aquelas se encontre relacionada por contrato de trabalho ou prestação de serviços. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração.º 28/2009. no entanto. em termos agregados. deverá conter. b) Informação quanto ao montante máximo potencial. | 2014 incluir pelo menos um membro com conhecimentos e experiência em matérias de política de remuneração. 170 .3. serviços a qualquer estrutura na dependência do órgão de administração. ou sobre a identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos por a Comissão de vencimentos não se ter pronunciado a esse respeito. datada de 6 de Maio de 2014. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. De todo o modo.º da Lei n. II. II.º 28/2009. a pagar aos membros dos órgãos sociais. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. a pagar aos membros dos órgãos sociais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Esta declaração. Todos os membros da Comissão de Vencimentos são independentes relativamente aos membros executivos do Conselho de Administração. em termos individuais. d) Informação quanto à exigibilidade ou inexigibilidade de pagamentos relativos à destituição ou cessação de funções de administradores. em termos agregados.3.º da Lei n. em 2014 incluiu-se na Comissão de Vencimentos um membro independente com especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração – António Augusto de Barahona Fernandes d‟Almeida. e ao montante máximo potencial. Todos os membros da Comissão de Vencimentos têm conhecimentos e experiência em matéria de políticas de remuneração. e ao montante máximo potencial. de 19 de Junho.3. de 19 de Junho. ao próprio órgão de administração da sociedade ou que tenha relação actual com a sociedade ou com consultora da sociedade.A. S. Adoptada. Parcialmente adoptada. as demais informações. não contém informação quanto ao montante máximo potencial. em termos individuais. nos últimos três anos. e identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos. adicionalmente: a) Identificação e explicitação dos critérios para a determinação da remuneração a atribuir aos membros dos órgãos sociais.

Adoptada. II. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções a membros dos órgãos sociais.3.3. III. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do sistema.1. tendo sido deliberada a sua constituição na Reunião de Conselho de Administração de 10/11/1988. ficando o pagamento da componente diferida dependente do desempenho nos três exercícios seguintes.A. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do plano. No que toca à componente fixa. REMUNERAÇÕES III. Adoptada. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de qualquer sistema de benefícios de reforma estabelecidos a favor dos membros dos órgãos sociais. O pagamento da componente variável é parcialmente diferido. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não inclui nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor. a membros dos órgãos sociais. Este plano de pensões foi constituído por escritura pública datada de 29 de Dezembro de 1988. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de planos de atribuição de acções.2. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não deve incluir nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor. o qual fica dependente da manutenção (em. 171 . A atribuição da componente variável depende da verificação. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração é composta por uma componente fixa e por uma componente variável. efectuada pela Comissão de Vencimentos. Não aplicável. o valor desta componente é o seu limite máximo. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração deve basear-se no desempenho efectivo e desincentivar a assunção excessiva de riscos. A componente variável da remuneração deve ser globalmente razoável em relação à componente fixa da remuneração. | 2014 II. Existe um plano de pensões que se aplica aos membros dos órgãos sociais nas mesmas condições em que se aplica aos demais trabalhadores da Empresa. Não adoptada. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos.3. S. 95%) dos desempenhos do ano em que a componente variável foi originada. e/ou de opções de aquisição de acções ou com base nas variações do preço das acções. O limite para a componente variável é 50% da remuneração fixa. III.4. pelo menos. do atingimento de metas quantificadas. e devem ser fixados limites máximos para todas as componentes. Adoptada. III.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.5.

Quando a remuneração variável compreender a atribuição de opções.A. Considerando que os ciclos dos negócios onde a SUMOL+COMPAL opera tendem a ser de médio prazo. seja reconduzível a um inadequado desempenho. além da legalmente devida.4. até ao limite de duas vezes o valor da remuneração total anual. 172 . entende-se que o diferimento adoptado é adequado. não seja exigível. | 2014 III. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. Assegura-se assim o diferimento de uma parte significativa da remuneração (50%) por um período não inferior a três anos. que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração que lhes for fixada pela sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Uma parte significativa da remuneração variável deve ser diferida por um período não inferior a três anos. quer com a sociedade. III.8. o início do período de exercício deve ser diferido por um prazo não inferior a três anos. III. deverá a sociedade encontrar-se dotada dos instrumentos jurídicos adequados e necessários para que qualquer indemnização ou compensação. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. quer com terceiros. Não adoptada. Adoptada. S.5. Não aplicável.6. Adoptada. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. ainda assim. Os membros do órgão de administração não devem celebrar contractos. Até ao termo do seu mandato devem os administradores executivos manter as acções da sociedade a que tenham acedido por força de esquemas de remuneração variável. Não Aplicável. Não foram celebrados contractos com a Sociedade ou com terceiros que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração dos membros do órgão de administração. Quando a destituição de administrador não decorra de violação grave dos seus deveres nem da sua inaptidão para o exercício normal das respectivas funções mas. e o direito ao seu recebimento deve ficar dependente da continuação do desempenho positivo da sociedade ao longo desse período. III. com excepção daquelas que necessitem ser alienadas com vista ao pagamento de impostos resultantes do benefício dessas mesmas acções. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período.7. Não existem quaisquer instrumentos jurídicos para que a compensação estabelecida para qualquer forma de destituição sem justa causa de administrador não seja paga se a destituição ou cessação por acordo é devida a desadequado desempenho do administrador. III.

Havendo razões para a contratação de tais serviços – que devem ser aprovados pelo órgão de fiscalização e explicitadas no seu Relatório Anual sobre o Governo da Sociedade – eles não devem assumir um relevo superior a 30% do valor total dos serviços prestados à sociedade. SROC. Lda. Não adoptada. S. Lda.€ c) Serviços de consultoria fiscal -% . verificar a aplicação das políticas e sistemas de remunerações dos órgãos sociais.. S.3. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e não reportou quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da Sociedade. IV. A sua manutenção além deste período deverá ser fundamentada num parecer específico do órgão de fiscalização que pondere expressamente as condições de independência do auditor e as vantagens e os custos da sua substituição.277. Adoptada.144. serviços diversos dos serviços de auditoria. A Sociedade contratou ao auditor externo (PricewaterhouseCoopers & Associados. 173 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. no âmbito das suas competências. As sociedades devem promover a rotação do auditor ao fim de dois ou três mandatos. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e reportar quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da sociedade. conforme sejam respectivamente de quatro ou três anos. AUDITORIA IV. nem a quaisquer entidades que com ele se encontrem em relação de grupo ou que integrem a mesma rede. Tipologia do serviço % Valor 91 % 51. os mesmos não foram submetidos à apreciação do órgão de fiscalização. O auditor externo verificou a aplicação das políticas e sistemas de remunerações.A.A. promoveu a rotação do auditor externo. tendo em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 designado como novo auditor a Sociedade de Revisores Oficiais de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados.) ou a entidades que com ele se encontram em relação de participação ou que integrem a mesma rede.€ d) Outros serviços que não de revisão legal de contas 9% 5. A sociedade ou quaisquer entidades que com ela mantenham uma relação de domínio não devem contratar ao auditor externo. A SUMOL+COMPAL.867. | 2014 IV.60 € 100 % 57. os quais assumem um relevo inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade.00 € b) Outros serviços de garantia de qualidade -% . O auditor externo deve.60 € a) Serviços de revisão legal de contas Sem prejuízo de o valor dos serviços ser inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. Adoptada.2. IV. SROC.1. serviços diversos dos serviços de auditoria.

VI. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação são realizados em condições normais de mercado. Estão traduzidos o Relatório Único de Gestão e as Demonstrações Financeiras mas não as Notas. acesso a informações que permitam o conhecimento sobre a sua evolução e a sua realidade actual em termos económicos. A tradução de todas as informações que permitam o conhecimento sobre a evolução e a realidade actual da Sociedade em termos económicos. Os negócios da Sociedade com accionistas titulares de participação qualificada. através do seu sítio na Internet. Os negócios da sociedade com accionistas titulares de participação qualificada.º do Código dos Valores Mobiliários. O órgão de supervisão ou de fiscalização deve estabelecer os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância dos negócios com accionistas titulares de participação qualificada – ou com entidades que com eles estejam em qualquer uma das relações previstas no n.º 1 do art. informação relativa ao Gabinete de Apoio ao Investidor. INFORMAÇÃO VI. ficando a realização de negócios de relevância significativa dependente de parecer prévio daquele órgão. respectivas funções e meios de acesso e outra informação relativa à identificação da Sociedade. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 91 do Relatório de Governo. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância destes negócios e os demais termos da sua intervenção. Adoptada. | 2014 V. devem ser realizados em condições normais de mercado. 20. ao reduzido contacto de investidores estrangeiros e aos valores envolvidos para assegurar o integral cumprimento da recomendação. Constam em português e estão traduzidos em inglês no sítio da Sociedade os estatutos da Sociedade. financeiros e de governo. V.º do Código dos Valores Mobiliários –. Está também divulgada em português e inglês. em português e inglês.2. No entanto. nos termos do art. Adoptada.1. CONFLITOS DE INTERESSES E TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS V. financeiros e de governo não foi integralmente assegurada por não se considerarem justificados o esforço e o custo em que a Sociedade teria de incorrer para o efeito face à dimensão da Sociedade.A.1. os documentos de prestação de contas não estão integralmente divulgados em inglês no sítio da Sociedade. Não adoptado.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. S. 174 . 20. As sociedades devem proporcionar. no sítio da Sociedade.

não se encontrando vertidas nos pontos anteriores. As sociedades devem assegurar a existência de um gabinete de apoio ao investidor e de contacto permanente com o mercado. Adoptada.2. As funções do Gabinete de Apoio ao Investidor da Sociedade são a disponibilização de informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 3. Quaisquer pedidos apresentados são registados. Outras informações A Sociedade deverá fornecer quaisquer elementos ou informações adicionais que. S. devendo ser mantido um registo dos pedidos apresentados e do tratamento que lhe foi dado. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 56 do Relatório do Governo da Sociedade. 175 . A Sociedade considera que não existem outras informações adicionais relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas que não se encontrem vertidas nos pontos anteriores. que responda às solicitações dos investidores em tempo útil.A. bem como o tratamento que lhes foi dado. com o fim de assegurar um permanente contacto com o mercado. dentro do princípio de total igualdade entre os accionistas. | 2014 VI. criou e tem em funcionamento um Gabinete de Apoio ao Investidor. sejam relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas. A Sociedade.

| 2014 176 .A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 177 . S.A.

#22 | 13 .

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S. | 2014 180 .A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 181 .A. S.

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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. | 2014 183 .A.

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A. | 2014 186 . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 187 .A. S.