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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

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Lda. | 2014 ÓRGÃOS SOCIAIS | GOVERNING BODIES MESA DA ASSEMBLEIA GERAL / CHAIR OF THE GENERAL MEETING Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos – Presidente / President Filipa Montes Palma Salazar Leite – Secretária / Secretary CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO / BOARD OF DIRECTORS António Sérgio Brito Pires Eusébio – Presidente / Chairman Amélia Maria Brito Pires Eusébio António Rui Libório Frade * Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto * João António Brito Pires Eusébio José Manuel Doutel Jordão * José Tomaz Júdice Gamito Pires* *Membro da Comissão Executiva / Executive Committee Member CONSELHO FISCAL / AUDIT COMMITTEE Manuel Baptista Figueiredo – Presidente / President José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca José Manuel Rodrigues Felgueiras António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida – Suplente / Alternate REVISOR OFICIAL DE CONTAS / STATUTORY AUDITOR PricewaterhouseCoopers SROC..A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia José Manuel Henriques Bernardo – Suplente / Alternate SECRETÁRIO DA SOCIEDADE / COMPANY SECRETARY Filipa Montes Palma Salazar Leite José Paulo de Martinho Simões Machado – Suplente / Alternate 5 . S.

UM BONGO. 7 UP. Temos como objectivo permanente a melhoria contínua dos nossos processos de trabalho e o atingimento da excelência. which own two historical Portuguese brands: SUMOL and COMPAL.A. contributing to the sustainable development. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge for all our people. ÁGUA SERRA DA ESTRELA and GUD and the represented brands PEPSI. a todos os níveis. conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais. Our natural ambition is that in all markets where the SUMOL+COMPAL brands are available consumers enjoy every day our brands. ÁGUA SERRA DA ESTRELA e GUD e as marcas representadas PEPSI. Estamos presentes em mais de 70 Países e. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador para todos os que trabalham na empresa. As nossas principais marcas são COMPAL e SUMOL. Ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. Temos como visão que trabalhar a fruta. Somos uma organização focada na satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores e que considera a base do seu negócio a gestão de marcas e a gestão de mercados. as a result of our continuous effort and investment we continue to grow in international markets. To seduce consumers by the excellence of flavor and by the science and art we use in order to build unique brands. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. GUARANÁ ANTARCTICA. com uma quota superior a 25%. o nosso negócio continua a crescer nos mercados internacionais. but we have a broad and full portfolio that includes B!. We sell to more than 70 different countries and. TAGUS and ESTRELLA DAMM. FRIZE. TAGUS e ESTRELLA DAMM. já que a SUMOL+COMPAL resultou da integração de duas entidades. Seduzir os consumidores pela excelência do sabor e pela ciência e arte com que construímos marcas únicas. our capacity for innovation and differentiation and our strong connections with naturalness and nutritional benefits are an integral part of our company heritage. FRIZE. a nossa capacidade de inovação e de diferenciação e as nossas fortes ligações à naturalidade e benefícios nutricionais fazem parte integrante da nossa herança empresarial. contribuindo para o desenvolvimento sustentável. We are an organization focused on satisfying the desires and needs of our consumers and which places brands and markets management at the center of its business. Our constant goal is to ensure the continuous improvement of our working processes and the attainment of 6 . 7UP. each one with over 60 years of history full of successes. to achieve a relevant position in prepared fruits and vegetables. hydration. We are very proud of our origins. | 2014 PERFIL | COMPANY PROFILE A SUMOL+COMPAL é líder do mercado de bebidas não alcoólicas em Portugal. Our vision is that working fruit. The quality of our products. Our mission is to be an international reference in fruit and vegetable beverages and. em Portugal e África. SUMOL+COMPAL is the leader in the non-alcoholic beverages market in Portugal with more than 25% share. UM BONGO. detentoras de duas marcas históricas portuguesas: SUMOL e COMPAL. GUARANÁ ANTARCTICA. vegetables and water as sources of nutrition. mas temos um portefólio alargado e completo de que podemos destacar as nossas marcas B!. given that SUMOL+COMPAL is the result of the merger of two companies. S. taking all benefits for their well-being. como fruto da nossa continuada aposta e investimento. A nossa missão é de ser uma empresa de referência internacional em bebidas de frutos e de vegetais e. Our main brands are COMPAL and SUMOL. Temos muito orgulho nas nossas origens. com mais de 60 anos de história recheada de sucessos. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. A qualidade dos nossos produtos.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. in Portugal and Africa. cada uma. hidratação.

300 people. For that reason. uma carteira de quase 40 mil clientes directos com uma cobertura garantida pela maior rede de vendas directa no nosso sector de actividade. We have five plants. Angola e França.A.300 pessoas em Portugal. S. Temos em funcionamento cinco unidades industriais. em Portugal. Gouveia and Vila Flor) and one in Mozambique (Boane). Temos. Moçambique. on premises located in Portugal. Angola and France. four in Portugal (Almeirim. complemented by a network of distributors. Pombal. Empregamos aproximadamente cerca de 1. we endeavour to develop the professional skills of our staff and a healthy balance between professional life and personal life. | 2014 excellence at every level. SUMOL+COMPAL is the only company of the food and beverages sector listed on the NYSE Euronext Lisbon. quatro em Portugal (Almeirim. We have in Portugal a portfolio of almost 40 thousand direct customers. regularly attended by the largest direct sales force in the sector.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Mozambique. We accept that the process of maximizing business opportunities should contribute to sustainable development and we regard our employees as a critical factor of our success. We employ roughly 1. A SUMOL+COMPAL é a única empresa portuguesa de bebidas cotada na NYSE Euronext Lisboa. Gouveia e Vila Flor) e uma em Moçambique (Boane). lazer e trabalho. Assumimos que a exploração das oportunidades de negócio deverá contribuir para o desenvolvimento sustentável e consideramos as Nossas Pessoas como um factor crítico do nosso sucesso pelo que estamos empenhados no desenvolvimento das competências profissionais dos nossos colaboradores e num salutar equilíbrio entre família. complementada por uma rede de distribuidores. 7 . Pombal.

3 milhões de litros 403. S.A.3 milhões de litros / million litres Cerca de 41.5 % do Volume de Negócios / of Turnover 8 EBITDA increased 6.3 million litres Around 41.3% in 2014 In 2014 our Sales Volume was 403.7 milhões de euros / million euros MERCADOS INTERNACIONAIS INTERNATIONAL MARKETS | 28. foram colocados no mercado 403.6% of the SUMOL+COMPAL own brands Sales Volume was made in International Markets . | 2014 INDICADORES CHAVE | KEY PERFORMANCE INDICATORS VOLUME DE VENDAS e PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS | SALES VOLUME and FILLING SERVICES EBITDA cresceu 6.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.6% do Volume de Vendas das marcas da SUMOL+COMPAL foi realizado nos mercados externos. EBITDA 41.3% em relação a 2013 Em 2014.

| 2014 9 . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.

290 1.7 37.6 40.0 221.7 50.2 19.12 € 1.7 118.3 14.3 379.5 295.2% 6.3 Balance Sheet (in millions of euros) Total Assets Shareholders' Equity Short Term Int.0% 403.2 32.0 9.A.9 54.4 295.14 € 0.4 14.000 0.6 3.0 396.3% 7.8 123.9 206.1 44.1 -19.4% 14.6 301.4 44.98 € 96.2 20.53 € 1.3 110.4 151.3 240.1 61.8 14.01 € 1.6 88.1 120.98 € 96.2 51.05 € 1.9 111.19 € 1.8 50.4 25.0 342.0 374.4% 3.8 564.1 19.Equivalentes a caixa (activo ) Dívida remunerada de médio prazo = Empréstimo s de lo ngo prazo Dívida remunerada líquida to tal = Empréstimo s de lo ngo prazo + Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .Cash used in Investment activities Outstanding Shares (quantity) = Issued shares .9 188.0 25.2 118.9 176.05 € 96.8 47. Bearing Liabilities Cash Flow (em milhões de euros) Cash Flow Operacional (EBITDA) Cash Flow de actividades operacionais Cash Flow de actividades de investimento Cash Flow Livre 41.030.9 129.3 -13.3% 5.Co st o f Sales Sho rt Term Int.3 382.1 176.3 0.2% 27. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços 310.0 13.6 4.4% 27.3 238.Gasto das vendas Dívida remunerada líquida de curto prazo = Empréstimo s de curto prazo + Equivalentes a caixa (passivo ) .5 39.1 3.7 215.0 86.9% 13.2 Turnover (in million of euros) Turnover Net Sales Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.2 44.1 104.9 4.4% 8.2 192.3 406.3 206.6 14.2 27.9 20. Bearing Liabilities Total Int.155.5 242.7% 0.high Share price .1 198.08 € 1.6 317.7 187. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided R a t io s f o rm ula s Turno ver = Revenue Gro ss M argin = Revenue .A cçõ es pró prias Resultado Co nso lidado Líquido po r A cção = Resultado s apó s impo sto s / A cçõ es em circulação Rendibilidade do s capitais pró prio s = (Resultado s apó s impo sto s / To tal do capital pró prio ) x 100 10 2010 Shares (in euros) Outstanding Shares (quantity) Earnings per Share (EPS) Year-end closing price Share price .030.0% 4.2 12.10 € 1.3 196.302 1.4 301.5 4.5 11.Cash equivalents (A ssets) M edium Term Int.9 178.1 59.3 9.2 78.9 113.minimo 96.2 4.5 135.6 35.4 Results (in millions of euros) Gross Margin Operating Profit Consolidated Net Profit Balanço (em milhões de euros) Activo Total Capital Próprio Dívida Remunerada Líquida de Curto Prazo Dívida Remunerada de Médio Prazo Dívida Remunerada Líquida Total 625.1 18.19 € 0.Cash-flo w de actividades de investimento A cçõ es em Circulação = A cçõ es to tais .7 215.7 123.687 0.1 207.11 € 1.367 1.Treasury sto ck Earning per Share = Net pro fit after taxes / Outstanding shares Return o n Equity = (Net P ro fit after taxes / To tal Equity) x 100 .9 156.687 0.1 86.3 Cash Flow (in millions of euros) EBITDA Cash Flow from operating activities Cash Flow from investing activities Free Cash Flow Acções (em euros) Acções em Circulação (em número) Resultado Consolidado Líquido por Acção Preço por acção .287 0.7 26.0 20.8% 4.5 195.4 26.5 130.1% 4.6% 12.2 331.máximo Preço por acção .04 € 1.2 15.1 109. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans + Sho rtterm B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .9 139.2 4.3 83.6 251.1 20.4 443.7% 25. B earing Liabilities = Sho rt-term B ank Lo ans + Cash equivalents (Liabilities) .Cash equivalents (A ssets) EB ITDA = Net Operating P ro fit + Depreciatio ns and A mo rtizatio ns Free Cash-flo w = Cash-flo w fro m Operating activities .4 4.9 398.6 22.906. Néctares e Refrigerantes de fruta sem gás Águas Cervejas Outros Prestação de Serviços F ó rm ula s de c á lc ulo do s rá c io s Vo lume Negó cio s = Rédito s M argem bruta = Rédito s . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.368 1.43 € 1.2 49.48 € 1. Bearing Liabilities Medium Term Int.3 134.4% 6.2 24.4% 3.5 21.3 136.7 584.390 13. B earing Liabilities = Lo ng-term B ank Lo ans To tal Int.0 -14.2 21.8 22.687 0.850.0 129.0 27.4 4.7 281.26 € 1.7 134.6 35.8 295.8 224.5 135.3% 7.7 133.3 331. Nectars and Fruit Still Softdrinks Waters Beers Other Services Provided Volume de Negócios Mercado Doméstico Mercados Internacionais 310.3 575.3 80.8 63.6% 9.0% 27.08 € 1.0% 13.9% 4.2 12.7 600.5 4.3% 48.0 300.0% 8.4 201.2% 3.0 5.7 430.7 45.0 -4.7 322.3 132.8 401.13 € 1.low Staff (in numbers) Average number of employees Ratios (in %) EBITDA as % of Turnover Operating Profit as % of Turnover Operating Profit as % of Total Assets Return on Equity Group Equity / Fixed Assets Debt / EBITDA Debt / Equity Sales Volume (in millions of litres) Sales Volume Products Carbonated Softdrinks and Iced Tea Juices.4 130.8 298.Equivalentes a caixa (activo ) Cash-flo w o peracio nal (EB ITDA ) = Resultado s o peracio nais + A mo rtizaçõ es e depreciaçõ es Cash-flo w livre = Cash-flo w de actividades o peracio nais . | 2014 2014 2013 2012 2011 Vendas (em milhões de euros) Volume de Negócios Vendas Líquidas Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.7% 8.9 4.7 289.0% 7.1 47.5 80.7 283.4% 5.9 -12.1 224.2 270.11 € 97.8 15.3 342.4 32.3 Colaboradores (em números) Número médio de Trabalhadores Rácios (em %) EBITDA / Volume de Negócios Resultado Operacional / Volume de Negócios Resultado Operacional / Activo Total Rendibilidade dos Capitais Próprios Capital Próprio / Activo Fixo Dívida / EBITDA Dívida / Capitais Próprios Volume de Vendas (em milhões de litros) Volume de Vendas Produtos Refrigerantes com gás e Iced Tea Sumos.6 Turnover Domestic Market International Markets Resultados (em milhões de euros) Margem Bruta Resultado Operacional Resultado Consolidado Líquido 164.7 46.0 324.6% 6.fecho Preço por acção .

508 M lt 525 1.047 0. 10 EN1611 Emissão Total de Gases de Efeito de Estufa Emissões de CO 2 Total Greenhouse Gas Emissions CO 2 Emissions Resíduos Reciclagem de Resíduos em valor Waste Waste Recycling in value INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL / SOCIETY INDICATORS (SOciety) OFERTA DE PRODUTOS / FREE PRODUCT n.619 6.310 9 Water consumption EMISSÕES.026 0.GRI (GLOBAL REPORT INITIATIVE) G3 INDICADOR / INDICATOR INDICADOR DE DESEMPENHO Unidade PERFORMANCE INDICATOR Unit 2014 2013 2012 2011 2010 INDICADORES DE PRÁTICAS LABORAIS / LABOUR INDICATORS (LAbour) EMPREGO / EMPLOYMENT LA11 Total de Efectivos Número de Efectivos nº.282 5.101 1. Anual de Visitantes | Annual nr.412 4.3% 97.888 8.A. | 2014 INDICADORES . Admissions + Nr.) Homens (nº.98% 4.a. Total Headcount Headcount nr.000.095 11. Médio) / Women (average nr. M Headcount by Gender Headcount by Gender nº.9% 98.5% 27. EFLUENTES E RESÍDUOS / EMISSIONS.44% 5.014 738 4.019 000's € 120.01% 4.33 5. médio) | Heacount (average nr. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Nº.542 1.0% nº. Social Responsability e Donations) Lt de Produto com Valor Social oferecido e doado | Lt of Product with Social Value offered and donated Nº.536 1. RP.000 | FR = (Nr. VISITAS A FÁBRICAS / VISITS TO PLANTS n.581 4.1% 11.022 0. RP.3 273.7% 34.2 187. Visits to Plants Nr. Acidentes de Trabalho/Nº.97% 4.3% 35. Cessações/2)/Nº.023 0.000.2% 14.7% 7.302 1. Social Responsability e Donativos) | Lt of Product offered (Marketing. of Emplyoees Horas de Ausência/Horas Teóricas | Hours of Absence/Total Hours TF = (Nº.069 0. de Visitantes nº. Admissões + Nº.a.650 5. Efectivos por Género Número de Efectivos por Género nr.390 797 794 836 845 864 505 496 531 523 526 6. todos os restantes dados deste quadro dizem exclusivamente respeito às operações da SUMOL+COMPAL em Portugal.14 Nota: À excepção dos dados referentes ao Total de Efectivos (LA1) e Efectivos por Género (LA2) que cobrem a totalidade do nosso grupo empresarial (incluindo CGBA e SUMOL+COMPAL Moçambique). Labour Accidents/Nr.23 6.7% M lt 672 1.ÁGUA /WATER 8 Consumo de Energia EN3 Energia e Recursos Naturais Energy Consumption Energy and Natural Resources Consumption Litros de Água consumidos ton 0. F LA23 Rotatividade Taxa de Rotatividade Turnover rate Turnover Rate % SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO / OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY Absentismo4 LA7 Taxa Geral de Absentismo Working time lost % 4.049 0.7% h 9.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. M 2 LA2 nr. médio de Colaboradores | (Nr.027 0. of Visitors 11 .35 5. EFLUENTS AND WASTE n.74 ton 0.5% 36.93 6.5 Working time lost Rate Acidentes de Trabalho 5 Taxa de Frequência Rate of Injuries Frequency Rate FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO / TRAINING AND EDUCATION LA10 Horas de Formação6 Horas de Formação Anuais Hours of Training Annual Hours of Training Custo de Formação 7 Custos com Formação Anual Training Cost Annual Training Costs INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL / ENVIRONMENTAL INDICATORS (ENvironmental) ENERGIA / ENERGY .290 1.13 Ofertas Globais de Produto Volume de Produto oferecido Free Product and Donations Volume of Product offered Ofertas de Produto com Valor Social Volume de Produto oferecido com Valor Social Free Product with Social Value Volume of Product with Social Volume offered Visitas a Fábricas Nº.000 Total de Horas de Formação | Total Hours of Training Valor | Value Ton Equivalente de Petróleo (TEP)/Ton Bebida Produzida | Ton of Oil Equivalent (TOE)/Ton of Produced Beverages Consumo de Água/Lt Bebida Produzida | Water Consumption/Lt of Produced Beverages Ton de CO2 emitidas na actividade industrial/Ton Bebida Produzida | Ton of Industrial activity CO2 emissions/Ton of Produced Beverages Peso total de Resíduos reciclados / Peso total de Resíduos produzidos x 100 | Total weight of Recycled Waste / Total weight of Waste produced x 100 Lt de Produto oferecido (Marketing.2% 6.a.7 57. Working Hours) x 1.169 1.075 % 98. S.063 0. Total de efectivos do Grupo (nº.12 n.029 lt 5.090 1. médio) / Men (average nr.367 1.0 39.a.9% 94. Dismissals/2)/Average nr.368 1. F 1.) (Nº.9% 95.63% % 41. of Visitors nr.) and Mulheres (nº. Horas efectivamente Trabalhadas) x 1.010 9.

36 € 1.11 € 1.98 € 1.05 € 1.máximo Preço por Acção .16 € 1.fecho Preço por Acção .13 € 1.01 € 1.08 € 1.24 € 1.05 € 1.33 € 1.13 € 1.19 € 1. S.high Share price .mínimo 12 2014 2013 2012 2011 2010 1.máximo Preço por Acção .máximo Preço por Acção .low Quarter 3 Share price .A.10 € 1.closing Share price .53 € 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.mínimo 3º Trimestre Preço por Acção .25 € 1.40 € 1.26 € 1.11 € 1. All the stocks representing the company‟s share capital are tradable on the NYSE Euronext Lisbon.closing Share price .19 € 1.19 € 1.07 € 1.26 € 1.16 € 1.12 € 1.11 € 0.13 € 0.low Quarter 2 Share price .máximo Preço por Acção .mínimo 4º Trimestre Preço por Acção .00 € 1. | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE O MERCADO DE CAPITAIS | INFORMATION ON THE CAPITAL MARKETS A totalidade das acções representativas do capital social da Sociedade encontra-se admitida à negociação na NYSE Euronext Lisboa.19 € 1.closing Share price .20 € 1.08 € Share prices Quarter 1 Share price .26 € 1.fecho Preço por Acção .high Share price .closing Share price .48 € 1.08 € 1.37 € 1.high Share price .13 € 1.12 € 1.11 € 1.52 € 1.low Quarter 4 Share price .38 € 1.15 € 1.fecho Preço por Acção .13 € 1.low .14 € 0.high Share price .11 € 1.98 € 1.10 € 1.38 € 1.48 € 1.fecho Preço por Acção .14 € 1.14 € 1.48 € 1.43 € 1.32 € 1.09 € 1.12 € 1.10 € 1.05 € 1.24 € 1. ISIN: PT SML0AM0009 | MNEMO: SUCO Cotação das acções 1º Trimestre Preço por Acção .mínimo 2º Trimestre Preço por Acção .98 € 1.12 € 1.

A. S.A. S. convoca accionistas para Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. divulga informação recebida da accionista Frildo . divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL.A. informa sobre nomeação do Secretário da Sociedade 14/08/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre Resultados Consolidados de 2013 não auditados 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL.A. 10/07/2014 SUMOL+COMPAL.A. 18/11/2014 SUMOL+COMPAL.A.A.A. informa alteração do Representante para as Relações com o Mercado 10/07/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. S.A.3º Trimestre de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. 27/08/2014 SUMOL+COMPAL. Lda. informa sobre a composição dos Órgãos Sociais para o triénio 2014-2016 30/05/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. S. S.A. divulga acções com direito a voto na Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 13 . S. S.A. divulga informação recebida da accionista Eufiger .A. informa sobre celebração de contrato com a Copagef.1º Trimestre de 2014 30/06/2014 SUMOL+COMPAL. S.A. S. divulga informação recebida dos accionistas Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital e Refrigor.A. S.A. S. . S.A. convoca accionistas para Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. S. .A. divulga anexos às propostas 4 e 6 a apresentar à Assembleia Geral de 30 de Maio de 2014 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. convoca accionistas para Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 14/11/2014 SUMOL+COMPAL. . S.A.A. S. informa sobre deliberação da Assembleia Geral relativa aos documentos de prestação de contas de 2013 30/05/2014 SUMOL+COMPAL. S. divulga Relatório Único do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S. S. divulga propostas a apresentar à Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 18/11/2014 SUMOL+COMPAL. | 2014 INFORMAÇÃO DIVULGADA EM 2014 11/03/2014 SUMOL+COMPAL S. divulga Contas Individuais do exercício de 2013 18/03/2014 SUMOL+COMPAL S.A. divulga Relatório sobre o Governo da Sociedade de 2013 08/05/2014 SUMOL+COMPAL. informa sobre adenda ao contrato de investimento em Angola 13/11/2014 SUMOL+COMPAL.A.A. S. S.A.A. S. S. S.Entreposto Frigorífico.A.1º Semestre de 2014 23/09/2014 SUMOL+COMPAL. S.Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S.

pt).Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. rectifica informação sobre Pagamento de Reservas 11/12/2014 SUMOL+COMPAL. S. 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. S. Lda.A. S. informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 09 de Dezembro de 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL.A. S. Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal. informa sobre aquisição de Acções Próprias 30/12/2014 SUMOL+COMPAL. | 2014 09/12/2014 SUMOL+COMPAL. divulga informação recebida da accionista Frildo . S. informa sobre concretização do contrato com a Copagef.A.A. informa sobre Pagamento de Reservas 10/12/2014 SUMOL+COMPAL.Entreposto Frigorífico.A. 14 .A. S. This information is not translated. 31/12/2014 SUMOL+COMPAL. S.A.A. S.A. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.A. S. S. divulga informação recebida da accionista Eufiger . informa sobre deliberações da Assembleia Geral de 11 de Dezembro de 2014 30/12/2014 SUMOL+COMPAL.

4 do Código das Sociedades Comerciais Detalhe Total de Acções Refrigor.860 70.º 7 do Artigo 14º Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.000 € 138.126 1.pt).A. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.000 120.000 --------- 1. Tecol .50% Nota: Nos termos do Artº.15 € ----- ----- Total Acções 1.000 120.15 € 1.12 € 1.590.A.12 € 1. Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. S. Nº.590.000 100.000 120. 5/2008 DA CMVM Refrigor.A. 5/2008 da CMVM .Caixa Capital 10.000 ----- --------------------1.000 120.A.000 € This information is not translated. Frildo – Entreposto Frigorífico. S.675.610 (indirectamente) 70. S. S.21% Fundo de Capital de Risco . Should you have any questions please contact the Investors Relations Department (investidor@sumolcompal.Terrenos e Construções.Grupo CGD .Grupo CGD .15 € 1.610 294. Frildo – Entreposto Frigorífico.000 € 138. 20 do CVM PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº.367 1.A.674. Lda. de Acções % Direitos detidas de voto (directamente) 70. S. 15 .000 € 112.923 TRANSACÇÕES DE DIRIGENTES Regulamento nº.313 10.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.450 PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE ACCIONISTAS Artigo 448º nº.919. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor.510. | 2014 INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº.12 € 1.12 € 1. Lda. Data Aquisição Alienação €/Acção Valor Total 12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 --------100.590.15 € 112. Directamente Fundo de Capital de Risco .490 18. Lda.517 1. S.086.610 10.Caixa Capital 70.000 ----- --------------------100.672 23.100.A.53% 77.510.n.313 81.

.

.

9. 13. 15. Nota Prévia O Ano em Perspectiva As Nossas Marcas Os Nossos Mercados As Nossas Operações e I&D As Nossas Pessoas A Nossa Comunicação As Nossas Áreas de Suporte Os Nossos Resultados Económicos e Financeiros A SUMOL+COMPAL e a Comunidade Modelo de Gestão Os Riscos do Nosso Negócio Aplicação dos Resultados Perspectivas Futuras Agradecimentos OS NOSSOS VALORES Senhores Accionistas. 18 . 3. | 2014 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 10. 12. S. 4. 8. este relatório constitui-se como relatório único. 6. 14. submeter à Vossa apreciação o relatório único de gestão. de acordo com o estabelecido na legislação em vigor. 7. as demonstrações financeiras consolidadas e os anexos correspondentes. com muita satisfação. Vimos. 5.A. Refira-se que de acordo com o nº 6 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais. 11. 2.

2 % acima do ano anterior. social e ambiental. Trabalhámos na evolução do posicionamento da marca SUMOL. Nos mercados internacionais mais relevantes para a SUMOL+COMPAL os desempenhos macroeconómicos continuaram a ser bastante díspares.0 milhões de euros. NOTA PRÉVIA O presente relatório único contém uma exposição fiel e clara sobre a evolução dos negócios. abaixo dos 2%. Realizámos estudos de consumidor em diversas geografias. O consumo privado terá sido a componente com maior aumento percentual. No âmbito do planeamento estratégico foram revisitados os conceitos da visão e da missão da empresa bem como foi adoptado um conjunto de aspirações vencedoras.A. S. rumo a um futuro mais sustentável da nossa Empresa e da Sociedade. Na selecção dos indicadores de referência para avaliação do desempenho procurou-se uma focalização naqueles que medem efectivamente os maiores impactos da nossa actividade em termos de sustentabilidade económica. em especial. 3. no mercado português. os crescimentos das economias ficaram.8 % acima do ano anterior. na generalidade. após três anos de decréscimos. regra geral.4 milhões de euros. Foi considerado o referencial G3 do Global Reporting Initiative. como as consequências previsíveis das iniciativas que temos vindo e continuaremos a implementar. o valor das vendas e prestações de serviços da SUMOL+COMPAL alcançou os 221. O relatório retrata tanto os impactos das nossas acções passadas. Continuámos a investir fortemente na gestão estratégica de marcas.6 milhões de euros. do desempenho e da posição da SUMOL+COMPAL. estimando-se que o PIB tenha crescido 0. O contributo positivo do enquadramento macroeconómico para o crescimento dos mercados de bebidas foi contrariado por um inverno prolongado e. certamente muito influenciado pelo reforço da confiança das famílias e pelo aumento do emprego. A economia angolana terá crescido entre 4 a 5% e a moçambicana entre 7 a 8%. Na Europa. Em 2014. O ANO EM PERSPECTIVA A evolução da economia portuguesa foi positiva em 2014. 2. o compromisso com o desenvolvimento sustentável e com marcas únicas que seduzam os consumidores pelo sabor e pela ciência e arte com que são construídas. A definição da visão reforçou a convicção de que “trabalhar a fruta. | 2014 1. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar”. Assim. o valor das vendas nos mercados internacionais ascendeu a 88. na Europa e em África. hidratação. saúde e prazer é um desafio permanente e inspirador” e que “ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. Foi neste contexto que. 2. em relação ao qual assumimos o compromisso de o respeitar enquanto membros do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal)). As economias dos países africanos continuaram. Da conjugação da actividade em Portugal e nos mercados internacionais o volume de negócios atingiu os 310. grau C (referencial internacional de relato do desempenho económico.0 % acima do ano anterior. social e ambiental das organizações. uma 19 . A missão passou a expressar de forma inequívoca a forte ambição internacional das nossas bebidas de frutas e de vegetais. estima-se que o valor e o volume dos mercados de bebidas refrescantes e de águas tenham sido próximos dos do ano anterior. e o Estado da República de Angola. a apresentar crescimentos significativos. representado pela Agência Nacional de Investimento Privado. Implementámos a nova arquitectura e imagem da marca COMPAL. 2.9%. um verão pouco quente. Foi celebrado entre a SUMOL+COMPAL Angola.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. os vegetais e a água como fontes incontornáveis de nutrição. sociedade de direito angolano.

para um desenvolvimento significativo das principais marcas desta empresa nalguns mercados africanos. néctares e refrigerantes da SUMOL+COMPAL Marcas. a qual terá uma dimensão superior à anteriormente projectada. em que o menor grau de alfabetização requer desde logo um discurso essencialmente visual.2 milhões de euros. Esta tendência tem um paralelo curioso com o Novo Mundo. tendo inclusivamente funcionado como aliado poderoso em movimentos de contestação política de defesa dos direitos humanos. nomeadamente África. com sede em Paris. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. ele passa por compreender o envelhecimento das populações e incorporá-lo na gestão das marcas. vai agudizando-se o desafio de mudança de paradigma na comunicação das marcas. Estas realidades sublinham a importância de 20 . a SUMOL+COMPAL enfrenta um desafio relevante de interpretação demográfica. Muito acentuada pela comunicação instantânea em redes sociais. o investimento será feito numa fábrica.9% do capital social da SUMOL+COMPAL Marcas.1. | 2014 adenda ao Contrato de Investimento Privado. sobretudo ao nível da imersão experiencial. por exemplo. No final do exercício. e garantir a satisfação das suas necessidades e caminhos para a sua fidelidade. a linguagem tem-se tornado progressivamente mais visual e menos verbal. Nesta alienação a mais-valia para a SUMOL+COMPAL foi de 15. sociedade anónima de direito francês. em África. acções e respectivas prestações acessórias. S. 3. No Velho Mundo. AS NOSSAS MARCAS 3. Esta transacção foi realizada pelo preço global de 88. bem como a perda de anonimato e privacidade decorrente do registo e partilha do seu dia-a-dia.2 milhões de euros. Exemplo desta situação é a penetração de smartphones em alguns países africanos e o peso dos acessos à internet através destes equipamentos. surgem também alguns movimentos de desafio “às máquinas” materializados no abandono das redes sociais e na maior protecção dos próprios dados. mediante a qual o investimento total passou a ascender a 51 milhões de dólares. para produção e embalamento de sumos. com todas as alterações sociais e económicas que tal comporta. e de expectativas quanto à sua activação. a internet e as redes sociais funcionam como porta para um mundo de possibilidades sem fronteiras. passa por compreender uma população jovem. representativas de 49. cujas soluções convencionais de mass media começam a revelar-se insuficientes para garantir informação adequada. Simultaneamente. trabalham. Em Angola. com a vida dos consumidores mais dependente da tecnologia. Ao polarizar a gestão estratégica do seu negócio entre Velho e Novo Mundo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a oportunidade. em que a descodificação das propostas das marcas a partir de imagens é recomendável. Nos países em desenvolvimento. ocupam os seus tempos livres e se relacionam uns com os outros. Se na Europa. que têm vindo a impactar profundamente a forma como os consumidores vivem. A mobilidade marca a nova fase do digital. e mantendo uma ligação forte à tradição de vivência em família e de forte espírito colectivo. Tendências globais No Velho Mundo continua a assistir-se à inexorável velocidade na introdução de novas tecnologias. Temos a expectativa que esta alteração na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas contribua. ligação emocional com os consumidores e sua consequente fidelização. nos próximos anos. vivendo com grande sentido de optimismo o progresso e crescimento que o país tem experimentado. assumidos principalmente por pequenos grupos de utilizadores. metade da população está abaixo dos 15 anos. Nos termos do acordado.A. alienou-se à Copagef (Grupo Castel). sendo que mesmo nos países em vias de desenvolvimento esta tendência é muito relevante. Esta revolução tecnológica está a criar toda uma série de novos desafios em matéria de gestão de marcas.

O tema ganha complexidade acrescida com a contestação dos edulcorantes artificiais que. considerada como uma das principais responsáveis pela obesidade e por doenças crónicas não transmissíveis.A. a opinião pública do hemisfério Norte tem vindo a aumentar a sua sensibilidade a notícias condenatórias desta matéria-prima natural. Se no Novo Mundo reconhece-se ao açúcar o benefício do aporte energético imediato. Naturalidade significa benefícios de saúde naturalmente presentes (exº: fruta. assente em informação concreta de consumidor. é notório o progressivo ataque ao açúcar no chamado Velho Mundo. que vemos também na restauração e inclusivamente ao pequeno-almoço. não são consensuais quanto ao seu impacte na saúde. é igualmente verdade que as que melhor o potenciem abrem um espaço de oportunidade para preços mais altos e melhor rentabilidade. A indústria alimentar tem vindo a reforçar o grau de pro-actividade na procura de soluções adequadas. A procura de naturalidade e benefícios dos alimentos naturais é apontada como a tendência mais importante em alimentação. têm forçado uma redefinição da relação com os alimentos e ocasiões de consumo. como forma de combater doenças e aumentar a esperança média de vida. Entre as várias tendências na alimentação. gordura e sal. A evolução das nossas marcas O ano de 2014 na SUMOL+COMPAL ficou assinalado por quatro factores importantes: a aposta na gestão estratégica global das suas marcas com base em informação de consumidor. Assiste-se a uma fusão emergente entre bebidas e snacks. são decisivos na exploração desta oportunidade. leite). O debate público tem endurecido de tom. Se o sabor continua a ser determinante no sucesso das propostas de bebidas. Os novos conceitos de snacking saudável. aroma. quer no retalho. o consumidor valoriza hoje comportamentos alimentares equilibrados. 3. Como resposta às estatísticas e previsões preocupantes sobre obesidade e outras doenças. chá. em contexto recessivo. Não obstante a contestação ao açúcar.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. correspondendo a uma aspiração crescente dos consumidores por uma nutrição positiva. não obstante resolverem o tema do conteúdo calórico. e com flexibilidade suficiente para que as execuções locais assegurem a proximidade e afinidade das marcas com os consumidores. formulações mais simples e rotulagem “limpa”. características decisivas nos comportamentos de compra e de consumo contemporâneos. mas também na receptividade a gastar mais quando se trata de consumir algo único e excepcional. manifesta-se na menor disponibilidade para testar propostas de preço mais elevado quando a diferenciação não é notória. polpas de fruta e barras de cereais. como bolachas em bolsas individuais. A atenção dada à alimentação saudável universalizou-se. 21 . Novos sistemas de embalagem. bem como melhorar a qualidade de vida nos anos suplementares. S. mesmo que boa parte da percepção negativa se baseie em estudos de credibilidade duvidosa. Um consumidor mais racional. sendo o prazer valorizado como factor determinante de bem-estar e felicidade. cor e textura. Significa também menos ingredientes. comparáveis às do tabaco ou das bebidas alcoólicas. Existe uma maior rejeição dos alimentos muito processados. observável por toda a Europa e em Portugal. azeite. No quadro destes novos comportamentos existe espaço para propostas de indulgência. com tomadas de posição próximas do fundamentalismo por parte de alguns elementos da comunidade científica. convenientes. snacks de fruta desidratada. | 2014 um pensamento estratégico global e transversal. Esta tendência aproxima competitivamente diversas categorias anteriormente distantes. bem como o advento de práticas fiscais aplicáveis a produtos com elevado teor de açúcar. A oferta alimentar aumentou substancialmente. expressas em compromissos de auto-regulação. quer na restauração. as autoridades governamentais vão intensificando as campanhas de sensibilização ao consumo de alimentos ricos em açúcar. com visibilidade mediática relevante. mas apesar de tudo ela é largamente vencida pela procura de sabor.2. por oposição a soluções fáceis e imediatas de redução calórica.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

a implementação do lançamento da nova arquitectura e imagem da marca COMPAL, a reflexão
profunda com consequente tomada de decisão relativamente à evolução do posicionamento da
marca SUMOL, e o reforço do âmbito de internacionalização das nossas marcas principais,
quer ao nível da reflexão estratégica, quer da sua implementação.
Neste segundo ano do modelo organizacional implementado em 2013 (marketing estratégico
global e unidades de mercado de operacionalização local) foi reforçado com significado o
investimento no conhecimento do consumidor em diversas geografias, com o objectivo de
potenciar o desenho de plataformas de posicionamento de marca verdadeiramente
internacionais e perenes, numa lógica consumidorcêntrica.
São também merecedoras de referência: a consolidação do portefólio internacional das
marcas, nomeadamente em COMPAL, não só numa lógica de rotulagem (idiomas e legislação)
mas também com base em narrativas ajustadas aos mercados a explorar, em termos de
relevância para os consumidores e de diferenciação; e o arranque de projectos de inovação
especificamente dedicados a mercados fora de Portugal, nomeadamente Angola, e baseados
em insights e suas oportunidades específicas.
COMPAL
Em 2014 implementou-se o reposicionamento estratégico desta marca. A aproximação à fruta
da árvore e a naturalidade como principais factores de superioridade competitiva foram centrais
a toda a reflexão. A grande ideia de marca assenta nos pilares “sabor único”, “naturalidade” e
“narrativa” como principais factores de relevância e diferenciação, potenciados pela “Frutologia”
como essência e razão de ser de toda a proposta de marca.

A renovação de todas as embalagens do seu portefólio em todos os mercados onde opera,
decorrente do lançamento da sua nova imagem, representou um esforço de marketing que
convocou recursos organizacionais e financeiros muito significativos.
As primeiras embalagens chegaram ao mercado em Abril, fruto de um processo exigente e
complexo de transformação visual: a “árvore COMPAL” como novo logotipo; a maior federação
visual das gamas, em linha com a simplificação da arquitectura de marca; a introdução de
elementos simbólicos proprietários, como o “polpómetro”; e o reforço das narrativas de sabor,
com recurso a conteúdo sobre as origens e história da fruta.
O processo de reposicionamento foi acompanhado de inovação de sabores, como os
lançamentos de Néctar Manga Magdalena, Néctar de Ananás da Costa Rica e Néctar de
Morango de Portugal, todos feitos de fruta espremida e sem recurso a concentrados, bem
como a transformação das formulações de COMPAL VITAL e COMPAL LIGHT (stevia em
substituição de um edulcorante de síntese).
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Foi paralelamente criada uma gama internacional de raiz, também com criação de alguns
sabores novos (néctares de laranja mediterrânica, manga da Colômbia e multifrutos), e em que
a narrativa da frutologia e da não utilização de concentrados constituem factores estruturantes
do posicionamento e argumentação da marca.

Adicionalmente, também para Angola foram desenvolvidas algumas referências específicas,
por forma a reforçar a afinidade da marca com os consumidores desta geografia através de um
discurso com maior relevância local.
Uma palavra ainda para o Centro de Frutologia COMPAL (CFC), cuja Academia acolheu na
sua segunda edição mais doze formandos. Três deles, por terem apresentado os melhores
projectos de exploração frutícola, foram premiados monetariamente com uma ajuda
significativa à sua execução. O CFC é um projecto verdadeiramente único em Portugal porque
reúne entidades do sector agrícola, públicas e privadas, académicas, empresariais e
associativas, em torno do propósito comum de valorizar e promover a fruta portuguesa. Esta
aposta materializa-se no fomento de um espírito empreendedor e de ambição de uma nova
geração de fruticultores.
Em COMPAL ESSENCIAL,
para além da implementação da
nova identidade, foi dado foco à
consolidação
da
proposta
COMPAL ESSENCIAL KIDS,
com
investimentos
em
comunicação e em loja. O
conceito
revela
grande
potencial de crescimento, que a
marca continuou a alimentar,
nomeadamente
com
o
lançamento de uma edição
coleccionável de figuras ligadas
a contos infantis na recta final
de 2014, que ditou a tematização das suas embalagens.
De salientar ainda o lançamento de uma nova variedade na gama de vegetais COMPAL,
ervilha com cenoura, destinado ao mercado de Cabo Verde.
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Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

SUMOL
O ano foi marcado pela celebração dos 60 anos da marca e por uma profunda reflexão
estratégica. Após investigação intensiva de consumidor, de âmbito internacional, foi possível
desenhar uma nova estratégia para o futuro, a implementar em 2015. O relançamento da
marca tem como objectivo torná-la mais internacional, um desafio deveras aliciante e complexo
para uma das mais icónicas marcas com origem em Portugal. Algumas das conclusões desta
reflexão revelaram-se executáveis ainda em 2014, antecipando parcialmente o que será o novo
registo de relação da marca com os consumidores: mais emocional, mais vibrante e excitante,
mais jovem e activo, mais grupal, centrado em aproveitar de forma optimista tudo o que a vida
nos vai oferecendo.

Na preparação do seu reposicionamento internacional foi feito um trabalho profundo de
desenvolvimento em busca de inovação de sabor. O primeiro exemplo será um novo sabor
para lançamento em Angola em 2015.
Depois de COMPAL em 2014, cabe agora a SUMOL preparar-se para um virar de página em
2015. Os inúmeros projectos em desenvolvimento permitem antecipar um futuro ainda mais
promissor.
UM BONGO
Reconhecendo-se-lhe potencial para continuar a crescer no futuro, particularmente fora de
Portugal, trata-se de uma marca com um elevado nível de relevância e diferenciação na
abordagem ao segmento infantil. Constitui uma oportunidade em diversas geografias,
começando por Angola, e continuando na China, onde deu indicações muito positivas em 2014.
Os seus investimentos estiveram especialmente focados no lançamento do novo sabor TumTum Manga, envolvido desde o desenvolvimento num conceito 360 graus. Um novo
personagem, o Tamburu, e a associação deste novo sabor ao universo musical da marca, uma
das suas plataformas de activação mais fortes, explicam a sua excelente prestação.
B!
Esta marca foi também alvo de reposicionamento
em 2014, com o objectivo de a dotar de maior
potencial de crescimento, a partir de um
posicionamento mais consistente e perene. Para
esse efeito, era importante fortalecer a
aproximação de B! aos referenciais de
refrigerantes, por forma a poder aceder a mais
volumes, sem perder de vista a necessária
personalidade e diferenciação da marca.

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atingindo 256 milhões de litros. a plataforma digital Mercado do Bairro.0 milhões de euros. Para além da limonada original que constava já do portefólio B! foram desenvolvidos novos sabores. Entendendo que existem oportunidades de inovação em toda a actividade da empresa. a marca teve investimentos reduzidos mas centrados na sua defesa táctica e cujo resultado final se traduziu na estabilidade de volumes. as B!monadas. permitirão à SUMOL+COMPAL estender a sua gama de produtos e explorar novas oportunidades e territórios de oferta junto do consumidor final. uma arma importante de portefólio no mercado de bebidas.3 A INOVAÇÃO DISRUPTIVA NA SUMOL+COMPAL A Inovação mantem-se como um dos focos de aposta estratégica da empresa e 2014 confirmou-a. OS NOSSOS MERCADOS 4. FRIZE O ano de 2014 foi um ano de manutenção para FRIZE. com o objectivo de criar uma gama focada no novo conceito de B!monadas. Toda a identidade visual e gráfica de embalagens foi revisitada. ao abrigo de uma nova estratégia e de novas ferramentas de internacionalização. alcançando os 212. 4. e participação no desenho e implementação de soluções mais eficazes e mais eficientes.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.6%.A. segundo a AC Nielsen. a sua gestão tem sido. B!monada de Frutos Vermelhos e B!monada de Ananás. com uma quota de mercado igual à do ano anterior. O portefólio da SUMOL+COMPAL manteve a liderança no conjunto dos mercados de bebidas refrescantes e de águas. Simultaneamente estão em desenvolvimento outros projectos de inovação que. Solidificou-se a utilização de indicadores de gestão assentes no desempenho da capacidade de inovação. que continuou a ensaiar um modelo de operação novo para a organização e serviu com sucesso uma população limitada. Por exercício de focalização. via fortalecimento do seu valor e relevância. Prosseguiu-se o desenvolvimento do projecto de relação de proximidade com o consumidor final. Com este projecto pretende-se criar laços de relação e diálogo directo com consumidores das nossas marcas. tendo as vendas líquidas registado um incremento de 4. nomeadamente B!monada de Morango. ÁGUA SERRA DA ESTRELA Mantendo uma performance de crescimento estável aliada a uma alocação mínima de recursos. Considera-se que a marca tem potencial de crescimento no futuro. avaliando-a a nível interno e com resultados obtidos no mercado. com sucesso. sobretudo na sua vertente economicamente mais interessante: o consumo fora de casa. em Portugal. continuou-se a promover de forma alargada a cultura de inovação. 3.1 Portugal O volume comercializado pela SUMOL+COMPAL em Portugal cresceu 4%. S. que foi alvo exclusivo de todos os esforços de comunicação da marca em 2014. condição essencial de defesa e de reforço da sua capacidade competitiva. | 2014 O novo posicionamento encaminhou a marca para a criação e apropriação de um novo segmento de limonadas embaladas. Pretende-se capacitar todos os colaboradores para uma análise crítica da sua actividade. 25 .

conduziram a um decréscimo das vendas. mas o nível de actividade está ainda bastante aquém da capacidade instalada.2%. Os desempenhos positivos nos mercados lusófonos – Cabo Verde. Iniciámos projectos de parceria nos mercados mais relevantes da 26 . ANTARCTICA. ascendendo a 88. a evolução das vendas em volume foi desfavorável (-7. em volume. Por outro lado. No canal alimentar a sociedade alterou a arquitectura de preços e de promoções em algumas das suas marcas por forma a aumentar a penetração nos lares portugueses. entre as quais se destacam SEVEN UP. tem um potencial de crescimento muito elevado e existe oportunidade para o lançamento ou desenvolvimento de outras marcas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. constituiu-se a SUMOL+COMPAL Angola que com uma equipa local fortemente reforçada desenvolverá o negócio neste país. PEPSI. África O principal destino das vendas realizadas no exterior pela SUMOL+COMPAL é o continente africano. A SUMOL+COMPAL Moçambique cumpriu em 2014 o seu segundo ano de desenvolvimento. Guiné Bissau e São Tomé não foram suficientes para contrariar as dificuldades nos restantes mercados. A nossa principal marca neste mercado. em valor. Em Angola. | 2014 Continuamos a observar o encerramento de estabelecimentos no sector da restauração. Mercados Internacionais As vendas nos mercados internacionais cresceram 2. atingiram os 69. uma intensidade concorrencial mais forte e a redução de stocks de SUMOL nos principais importadores tendo em vista a migração para o abastecimento local. As vendas em volume cresceram com significado. No exercício. o agravamento das pautas aduaneiras. Suazilândia e Madagáscar. Na região constituída pelos países da Southern African Development Community (SADC) existe um mercado importante de bebidas e um dos objectivos da SUMOL+COMPAL Moçambique é explorar as oportunidades de exportação para esses mercados. 4.1 milhões de litros. a SUMOL+COMPAL conquistou novos clientes relevantes e alargou o portefólio no canal horeca. como consequência da retracção de consumo neste canal. iniciaram-se no ano em apreço as primeiras exportações de produtos fabricados na unidade de Boane para a África do Sul.2. com uma presença em cerca de 30 países. Demos continuidade ao processo de sincronização de informação e de políticas comerciais na rede de Distribuidores. no exercício em análise.2%).A. principalmente no Magreb e África Central. Em paralelo. S.4 milhões de euros. LIPTON. tendo incrementado a eficácia dos seus investimentos de trade marketing visando a defesa do consumo das marcas. DAMM e TAGUS. COMPAL. As vendas de marcas representadas. A Empresa realizou vendas em cerca de setenta países. bem como a frequência de compra. Continuámos a aprofundar os processos de segmentação de clientes. Neste continente. como seguidamente se comenta. A evolução das vendas nos restantes países no continente africano foi negativa. volume que não inclui actividades de prestação de serviços e que foi inferior ao alcançado no ano anterior.

200 toneladas de fruta e de vegetais. Destaque para os bons resultados na China Continental onde continuamos a registar aumentos de vendas relevantes.1. de Ananás da Costa Rica e de Morango de Portugal na marca Compal. que voltaram a valores próximos dos níveis médios históricos. as novas 27 . continuámos a privilegiar a incorporação de sumos e concentrados de fruta portuguesa adquiridos a empresas agro-alimentares instaladas em Portugal. AS NOSSAS OPERAÇÕES E I&D Na área de Operações da SUMOL+COMPAL destacaram-se dois projectos de apoio ao desenvolvimento do negócio. voltaram a conseguir-se melhorias de eficiência que se traduziram em reduções de custos.2. superior a 2. serão realizados em 2015. 5. contribuíram para que aquela percentagem fosse mais elevada do que a registada em anos anteriores. Complementarmente.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 5.A. após um período de picos máximos. De registar o processamento de alperce após mais de 10 anos em que este fruto não esteve disponível. No âmbito destes projectos a SUMOL+COMPAL tem contado com as colaborações empenhadas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Europa As vendas no mercado europeu cresceram face a 2013. A percentagem de fruta de origem portuguesa processada foi superior a 60%. os transformados de alperce adquiridos no mercado internacional serão substituídos nos próximos anos por fruta transformada na SUMOL+COMPAL. Investigação e Desenvolvimento A área de Investigação Aplicada prosseguiu a execução de dois projectos plurianuais. Das formulações produzidas pela área de Desenvolvimento de Produto em 2014 resultaram vários lançamentos no mercado. a rede de distribuição foi estruturada de forma a permitir agregar à distribuição de bebidas produtos de outras categorias alimentares (produtos multicategorias). dos quais esperamos obter resultados positivos no primeiro semestre de 2015. entre os quais se destacam os néctares de Manga Magdalena. A produção. Contribuíram para esta evolução positiva o desempenho favorável em França. Em sentido inverso foi a influência do concentrado de maracujá. teve início durante a segunda metade do ano o projecto de instalação da fábrica de Angola. do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica e de algumas empresas da área da biotecnologia. Outros Mercados Nos restantes mercados. Luxemburgo e Reino Unido. continuamos a sentir uma dinâmica fraca nas principais economias europeias. 5. tanto a nível industrial como logístico. que manteve a situação de escassez e preço elevado durante grande parte do ano e só no último trimestre deu sinais de estabilização da cadeia de abastecimento. Os ensaios à escala industrial.000 toneladas. | 2014 África Ocidental. As principais contribuições para esta descida vieram dos concentrados de uva e de maçã. A nível internacional. as vendas da SUMOL+COMPAL mantiveram a tendência de crescimento. Foram ultrapassados exigentes desafios científicos e tecnológicos e conseguidos resultados prometedores já à escala piloto. dos pomares contratados em exclusividade e o ano agrícola favorável em pêssego e pera. Em Portugal. Se a reintrodução desta cultura em Portugal tiver sucesso. Embora se tenha concluído em 2013 um ciclo plurianual de projectos de optimização operacional. em linha com as necessidades do negócio. em 2014. Apesar deste bom resultado. com vista à demonstração do potencial dos processos. A fruta nas nossas bebidas Foram processadas 25. O preço das principais matérias-primas de fruta registou em 2014 uma redução em termos globais relativamente ao ano anterior. S.

Rede de Distribuição A reestruturação da rede de distribuição horeca. de utilidades e dos primeiros equipamentos produtivos. com um crescimento muito substancial. e todas as outras unidades tiveram aumentos de actividade. ganhar sinergias e flexibilização de meios e melhorar a capacidade de resposta a picos e sazonalidade de vendas. Foi criado.A. Foi iniciada em 2014 a prestação de serviços de distribuição de produtos multicategorias no âmbito da rede de distribuição capilar. 6. associado essencialmente à redução na prestação de serviços.1. pessoas e processos. Operações Fabris O volume total produzido nas cinco unidades de produção da SUMOL+COMPAL atingiu 408 milhões de litros. A modernização das unidades industriais prosseguiu através da aquisição de duas novas enchedoras para embalagens de cartão complexo para a fábrica de Almeirim e de um novo monobloco de enchimento e fecho de latas para a fábrica de Pombal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. AS NOSSAS PESSOAS 6. S. 28 . Com a implementação realizada. correspondentes a um crescimento de 1% da actividade industrial. Garantia da Qualidade e Segurança Alimentar Os indicadores internos e externos de Garantia da Qualidade continuaram a registar resultados bastante positivos. se depara. A unidade de Pombal registou um ligeiro decréscimo. A gestão das pessoas Para a SUMOL+COMPAL a estratégia da gestão das Nossas Pessoas é indissociável da estratégia do negócio pois uma empresa tem que ter talento para se conseguir adaptar aos desafios e aproveitar as oportunidades com que. A utilização de edulcorantes alternativos ao açúcar foi amplamente avaliada e conduziu à substituição dos edulcorantes de síntese por extracto de stevia. No segundo semestre foi realizado o projecto de engenharia e foram adjudicadas empreitadas de infra-estruturas. nomeadamente. a par de diversos investimentos de menor dimensão em todas as fábricas. Os objectivos de Segurança Alimentar estabelecidos para 2014 foram atingidos e nalguns casos superados. permitiu com o aumento de escala dos operadores.3.4. | 2014 limonadas na marca B! e sabores específicos para mercados de África e da Europa nas marcas COMPAL. através da centralização e racionalização da frota subcontratada de distribuição capilar. tendo sido implementados novos métodos preventivos e de controlo. 5. reforçando a sustentabilidade das empresas prestadoras destes serviços. a formação de pessoas e o desenho de novos processos apoiados em desenvolvimentos de sistemas de informação. nos planos de formação e no nível de cumprimento dos requisitos de Segurança Alimentar. no referencial BRC na unidade de Almeirim que manteve um excelente resultado. no âmbito da estrutura industrial. O projecto implicou a instalação de equipamento específico nos centros de distribuição. a cada momento. um grupo de trabalho dedicado ao projecto de instalação e arranque da fábrica de Angola nas vertentes de equipamentos. 5. estabelecidos para 2014 de acordo com nova metodologia de avaliação quantitativa. 5. de forma a cumprir o objectivo de arranque a meio do ano de 2015. no referencial AIB International na unidade de Pombal que atingiu o melhor resultado de sempre.5. SUMOL e UM BONGO. com realce para a unidade de Boane. a rede de distribuição da SUMOL+COMPAL passou a dispor das competências necessárias para agregar às bebidas produtos de características distintas. em toda a gama de calorias reduzidas da marca COMPAL.

no futuro próximo. Procuramos contribuir permanentemente para o desenvolvimento das Nossas Pessoas. para garantir uma maior proximidade com a estrutura organizacional e com as Pessoas e. iniciámos um percurso de aprendizagem nesta matéria que tem vindo também a ser enriquecido com a gestão de deslocações prolongadas e temporárias de alguns colaboradores. passando a aplicar-se em 2015 um único contrato colectivo (CCT APIAM / PROBEB) a toda a população em Portugal. em Moçambique. No final do ano de 2014 a SUMOL+COMPAL contava com 1.2% em Operações e 10. 78 em Moçambique. Nos dois últimos meses de 2014 iniciámos o projecto denominado “SOMOS+” que consistiu na organização de reuniões com toda a população da empresa em Portugal para a divulgação da Visão. | 2014 De facto. Valores. garantir simultaneamente um maior conhecimento da realidade e das necessidades específicas das várias áreas operacionais. Com o mesmo objectivo privilegiamos o recrutamento interno como forma de conciliar o enriquecimento das competências dos colaboradores quer numa progressão vertical. A internacionalização do nosso negócio é uma das prioridades estratégicas da SUMOL+COMPAL e. particularmente.A. 66. Código de Conduta e políticas transversais e também para fazer o reconhecimento público de todos os colaboradores com mais de 15 anos de antiguidade. com responsabilidades de especialista e de generalista.2% de homens e de 38. A divisão por pilar organizacional é de 23. por esta via. Naturalmente. a área de recursos humanos tem vindo a procurar ganhar competências na gestão dos processos de expatriamento e nas relações e acompanhamento de expatriados. Quanto à Cultura. não colocamos de 29 .302 Colaboradores. Comunicação & Sustentabilidade procedeu a uma reorganização em que sobressaiu a instituição da figura de Business Partner.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Missão. a SUMOL+COMPAL desenvolveu e afinou algumas ferramentas que permitirão. à identificação. as pessoas são o elemento efectivamente diferenciador entre as empresas nos dias de hoje e a SUMOL+COMPAL tem uma atenção especial para a atracção.2% em Negócio.6% em Suportes. Competências. dispor de informação estruturada que possibilite uma análise mais detalhada no que diz respeito. Com o arranque da actividade da fábrica de Boane. No ano em análise foram desenhadas e implementadas diversas ferramentas que permitem identificar e monitorizar matérias consideradas relevantes e prioritárias para a gestão das Nossas Pessoas. No que diz respeito ao talento. o que permite um alargamento de experiências e uma mobilidade funcional que consideramos enriquecedora a título individual e colectivo. Nos primeiros meses de 2015 terminar-se-á este conjunto de reuniões que tiveram uma excelente aceitação geral. quer horizontal. realizámos no último trimestre de 2014 um inquérito de Clima Organizacional que obteve uma taxa de resposta muito elevada (86%.979 formandos). foram realizadas 98 acções de formação. Em 2014 a Direcção de Pessoas. e por se tratar de um movimento de extrema importância para a organização. foi desenhado e implementado nos últimos meses do ano o processo de harmonização da contratação colectiva. 25 em Angola e 1 em França. desenvolvimento e retenção de talento na organização. em 2014.198 em Portugal. por isso. contra 76% em 2010) e com resultados globalmente bastante positivos. S.8% de mulheres. O trabalho realizado nesta área assentou em três pilares estratégicos: Talento. A repartição da população da empresa por género é de 61. envolvendo 973 Colaboradores (1.650 horas. num total de cerca de 9. Por último. dos quais 1. desenvolvimento e retenção daqueles colaboradores que mais se distingam pelo seu potencial e nível de desempenho. Nesse sentido. Internacionalização e Cultura.

COMUNICAÇÃO Na SUMOL+COMPAL a comunicação reveste-se de grande importância. a SUMOL+COMPAL tem como política concentrar os seus investimentos na comunicação das marcas. o que permite fazer chegar a toda a população as mesmas mensagens e o fomento da criação de uma equipa una e com valores. | 2014 parte o recrutamento externo. os benefícios têm vindo a ganhar uma maior importância numa envolvente laboral em que as práticas usuais em matérias pecuniárias se alteraram de forma substancial. Em 2014 verificou-se um ligeiro aumento do número de referências à SUMOL+COMPAL nos media. S. intranet. 7. quer na sua vertente externa. Queremos ser. quer na interna. Em termos de abertura à sociedade. uma empresa de referência em termos internacionais. 6. nomeadamente quando falamos do desempenho da SUMOL+COMPAL e da estratégia de internacionalização. e que garantem não só um incremento no nível de formação e experiência dos jovens. cada vez mais. Para isso. De facto.2. bem como um conjunto de reuniões de acompanhamento de negócio com a presença dos directores e outros gestores da empresa. de vários escalões etários. as Nossas Pessoas foram sendo permanentemente informadas da evolução dos negócios da Empresa através dos vários instrumentos de comunicação utilizados de forma sistemática: website SUMOL+COMPAL. 30 . muito empenhados e com elevada capacidade de adaptação à mudança.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. procura proporcionar aos seus colaboradores um pacote alargado de benefícios que os apoiem efectivamente e como tal sejam percepcionados. Em termos externos. centradas no percurso da Empresa. muito embora também existam acções de carácter institucional. A SUMOL+COMPAL.A. é importante referir ainda as visitas às nossas fábricas – particularmente as de Pombal e de Almeirim – que proporcionamos a muitos estudantes. mas também lhes proporcionam um primeiro contacto directo com a realidade empresarial. painéis informativos. tal como muitas outras empresas. A vertente interna da comunicação assenta num amplo e variado conjunto de ferramentas. Atrair. tão importante para o renovar de ideias e de conhecimentos que contribuem para o crescimento global de todos aqueles que trabalham na SUMOL+COMPAL. reter e desenvolver o talento profissional. em 2014 a SUMOL+COMPAL realizou um Encontro de Gestores. de acordo com as disponibilidades financeiras e as conveniências a cada momento. A SUMOL+COMPAL reconhece e assume a sua responsabilidade social e. mailing interno “Nossas Notícias” e a revista interna trimestral “Frescas”. em condições de trabalho que permitam um verdadeiro sentimento de orgulho por parte dos colaboradores é o grande objectivo da SUMOL+COMPAL em matéria de recursos humanos. temos que ter profissionais com fortes competências. a vida das empresas e dos seus colaboradores implica hoje uma mudança de atitude e uma adaptação a novas realidades em que os aumentos anuais das componentes fixas dos salários serão decerto limitados ou mesmo inexistentes. Remunerações e benefícios Numa conjuntura exigente que se tem vivido em Portugal nos últimos anos. tem vindo a privilegiar a instituição de remunerações variáveis em função do atingimento de objectivos ou de ganhos comprovados de eficiência e produtividade. Ao longo de 2014. Tal como em anos anteriores. comportamentos e práticas transversais.

e no que se refere a projectos ao nível das infraestruturas tecnológicas. pelo produtor do software. adequada à conjuntura de mercado actual. serviço e preço.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Foi dado um especial enfoque na implementação do projecto da fábrica de Angola. questões de natureza estratégica. o dinamismo e dimensão da operação directa em Angola. nomeadamente através da melhoria das soluções de mobilidade. um acompanhamento muito próximo e criterioso dos factores de risco associados a esta actividade. líder mundial neste tipo de aplicações. O acompanhamento do equilíbrio financeiro e a gestão de tesouraria. No que se refere ao desenvolvimento aplicacional. mantendo a sua missão principal de optimizar o custo total dos materiais e serviços com base nos três pilares fundamentais: qualidade. A actividade da área de Compras e Ingredientes de Marca focou-se na procura de alternativas inovadoras. A equipa de Contabilidade e Fiscalidade esteve directamente envolvida em projectos de teor estratégico para a SUMOL+COMPAL. o exercício de 2014 ficou marcado por dois projectos estruturantes e com um impacto muito significativo no desempenho da SUMOL+COMPAL. solução essa que suporta os sistemas empresariais em utilização na empresa. 31 . A expansão da actividade internacional da SUMOL+COMPAL. durante o ano de 2014. com uma dimensão pouco comum na história da Empresa. A Gestão de Crédito manteve. Para acrescentar valor à cadeia privilegiamos as relações de parceria de médio-e longo prazo e. O suporte às operações internacionais é um enorme desafio para a área de Compras. cuja operacionalização será o principal projecto a desenvolver em 2015. em prazos curtos para produzir outputs relevantes para apoio às decisões. dos muitos projectos que foram levados a cabo. Continuou-se a desenvolver e aperfeiçoar o modelo de gestão de embalagens retornáveis iniciado em 2013. Foi necessário recolher. à semelhança dos exercícios anteriores. e do portal de vendas e a extensão da solução de gestão de rotas para a área de vendas. A área Financeira manteve o seu foco no incremento da eficiência operacional e na gestão do nível e custo do endividamento. o que permitiu ganhos muito fortes na execução dos relatórios de informação de gestão. A área Jurídica continuou a prestar apoio à actividade corrente e a contribuir para avaliar e suportar. com especial incidência sobre as variáveis associadas à gestão do fundo de maneio foi. o aprofundamento das soluções de vendas e distribuição baseadas em tecnologias web. A implementação desta nova tecnologia foi reconhecida com o prémio de inovação no evento mais importante promovido. AS NOSSAS ÁREAS DE SUPORTE No respeitante aos Sistemas de Informação. tratar e analisar uma diversidade de dados. o qual tem apresentado resultados muito positivos. de forma consistente. reforçou-se a actividade de negociação dos novos equipamentos e deu-se início à adaptação da produção. sempre que possível privilegiando os fornecedores geograficamente mais próximos. S.A. importa destacar os desenvolvimentos com vista a permitir o alargamento da distribuição a novas categorias de produtos. em Portugal. O segundo projecto foi a implementação de uma nova solução de business warehouse. storage e equipamento de backup e replicação. ou seja. importa também salientar o estudo das soluções tecnológicas para suporte às operações em Angola. Este foi um exercício bastante exigente nesta segunda vertente como consequência dos complexos e relevantes projectos implementados ou em curso. obrigou a algumas adaptações em termos de foco operacional e de análise de risco de crédito. O primeiro projecto concretizou-se na substituição de toda a plataforma de servidores. | 2014 8. Os valores bastante contidos de incobráveis registados no exercício confirmam que a política de gestão de crédito tem-se revelado. do ponto de vista legal. mais racionais e sustentáveis. a substituição da base de dados que suporta a principal ferramenta de suporte à decisão. alvo de apertado controlo. Por último.

O nível da margem bruta percentual foi de 52. O valor das prestações de serviços foi de 9. bem como auditorias de conformidade com normas.0 milhões de euros.0 milhões de euros. com destaque para os materiais e serviços das fábricas e de marketing de Moçambique e Angola. As vendas cresceram 3.9%. Foram reconhecidas perdas de imparidade nas dívidas de clientes e em inventários no valor de 1. O Gabinete de Auditoria Interna executou o programa aprovado pelo Comité de Auditoria.1 milhões de euros. destaque para mais projectos de racionalização de materiais de embalagem e energia. Nas operações em Portugal. contrariamente ao verificado em 2013. A margem bruta cifrou-se em 164. Mantiveram-se os contactos com fornecedores com o objectivo de estabelecer parcerias para abastecimento de materiais e serviços para os mercados internacionais.8%. permitindo iniciar uma nova fase de revisão dos seus conteúdos. decrescendo 22. almejando uma melhoria continua e a manutenção das certificações da SUMOL+COMPAL Marcas: ISO 9001. A evolução destes gastos está associada ao incremento da actividade. 9. com especial relevância no que diz respeito a gastos com marketing. Procedeu-se também à centralização de compra de mais alguns materiais secundários. OS NOSSOS RESULTADOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS 9.3%.1%. 32 . BRC Food Safety (British Retail Consortium) e AIB International. decrescendo 1.A. uma evolução positiva de 11. A explicação para esta melhoria de margem bruta advém principalmente da referida maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais e da redução do preço de compra de algumas matérias-primas relevantes.8% em relação ao ano anterior. ao mesmo tempo que acompanhou vários estudos de desenvolvimento estratégico.7%.5 milhões de euros. Em 2014 o Planeamento e Sistema de Gestão actuou na consolidação do modelo de planeamento e controlo de gestão vocacionado para a internacionalização.2 milhões de euros. incluindo a sua aplicabilidade nos diferentes fóruns internos dedicados à apreciação e discussão do desempenho. aos vários referenciais em que a SUMOL+COMPAL está certificada e a normativos específicos de clientes. cifrando-se estas em 14. Destaque para a conclusão da nova plataforma do sistema de gestão. Em consequência das evoluções atrás descritas os resultados operacionais (EBIT) atingiram 27. S. Efectuaram-se auditorias a processos de negócio.2 milhões de euros.3 milhões de euros.6 milhões de euros.5%. de uma maior integração da cadeia de valor nas operações internacionais de Angola e Moçambique. quando em 2013. nomeadamente. de operações e de suporte. representando um acréscimo de 2.5%. O preço médio de venda registou uma evolução positiva de 3. uma progressão de 4. | 2014 das embalagens e do transporte das Unidades de Marca de SUMOL para abastecimento das fábricas em Africa.8% para 300. Rendibilidade Económica e Financeira O volume de negócios ascendeu a 310. tendo em conta uma avaliação criteriosa dos riscos inerentes. fruto. Os gastos com o pessoal cifraram-se em 34. o qual abrangeu as áreas de eficiência operacional e controlo interno. sobretudo.9%.6 milhões de euros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Calcularam-se as amortizações de acordo com a vida útil estimada dos bens. ISO 14001. alcançando 94. e reforçaram-se as provisões em 0. Esta evolução foi influenciada pela reestruturação ocorrida no ano anterior e pela ausência dos gastos não recorrentes. a SUMOL+COMPAL operou com uma margem bruta de 51.1.3 milhões de euros. materiais de marketing e serviços industriais. A rubrica de fornecimentos e serviços externos cresceu 7.

6 milhões de euros. Situação financeira A dívida remunerada líquida situou-se nos 176. os juros de financiamento cifraram-se em 16. | 2014 O cash-flow operacional (EBITDA) foi de 41.A. no dia 2 de Janeiro de 2014 e registou o último movimento no dia 31 de Dezembro.1 milhões de euros no final do exercício.3. o título fechou a 1. correspondendo a 4.9% do capital social e das prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas. 9.6 milhões de euros em 2013.2 vezes o cash-flow operacional (EBITDA). resultante da redução da taxa de IRC. Investimentos O investimento em activo tangível da SUMOL+COMPAL ascendeu a 5. No dia 11 de Março. O imposto do período encontra-se significativamente influenciado pela diminuição do imposto diferido passivo.8 milhões de euros no fecho do exercício. S.7 milhões de euros. beneficiando de uma dívida remunerada líquida média inferior à do ano transacto. Em 30 de Maio.3 milhões de euros no fecho do exercício anterior. o EBITDA tinha sido de 39.2 milhões de euros. data da divulgação dos resultados de 2013. 9. a 1.5 milhões de euros. contra 270.10 euros. Os valores do endividamento líquido encontram-se impactados significativamente pelo valor resultante da venda de 49. subido 4.9 em 2013 e 8.08 euros.4% do volume de negócios.2. mas sendo penalizados pelo aumento de financiamento de curto prazo que substituiu dívida de longo prazo amortizada. Acções SUMOL+COMPAL A acção SUMOL+COMPAL teve o seu primeiro movimento na primeira sessão do ano.2 milhões de euros em contratos de fidelização de clientes em Portugal. no total de 59. a qual tinha sido contratada em condições mais favoráveis. correspondendo a 13. da aquisição pela Copagef de 49.2%.9% do capital e respectivas prestações acessórias da SUMOL+COMPAL Marcas à Copagef.05 euros tendo. O capital próprio aumentou com expressão para os 224. contra 16.13 euros por acção. Cerca de 3. 9. Neste contexto.4%. o que reflecte uma valorização de 4. Este encaixe financeiro ocorrido em 31 de Dezembro de 2014 permitiu à SUMOL+COMPAL. no dia seguinte. A permanência média de stocks teve um incremento de 71 para 80 dias.3%. Neste exercício houve uma progressão nos resultados alcançados na situação financeira de curto prazo em relação ao exercício anterior. em Portugal. valor que se manteve posteriormente. No mesmo período o PSI Geral desvalorizou-se 21. Em activos intangíveis foram investidos cerca de 2.3 em 2012. Após avaliação efectuada aos activos associados ao goodwill e às marcas não se verificou perda por imparidade. face ao final do ano de 2013.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.5 milhões de euros.9 milhões de euros.8% para 1. Os resultados antes de impostos ascenderam a 8. altura em que a Empresa divulgou o Relatório e 33 . terminar o ano com um excedente de tesouraria disponível e aplicado em depósitos. S. Após o cálculo do imposto do período alcança-se um resultado consolidado com os interesses não controlados de 11.4 milhões de euros.9 milhões de euros (69%) destinaram-se à aquisição e instalação de equipamentos com vista à melhoria da eficiência produtiva e à modernização de instalações. em resultado do reforço de stocks de produto acabado em Angola. Este rácio tinha sido de 6. o EBITDA cresceu 2.7 milhões de euros. e em 27 de Agosto.A. Neste exercício. Em 2013. quando se divulgaram as deliberações da Assembleia-Geral e os resultados do primeiro trimestre de 2014. fruto fundamentalmente.4. tendo neste dia a cotação fechado a 1. o que se ilustra através da evolução dos indicadores de fundo de maneio: a evolução favorável do prazo médio de recebimentos de 55 para 51 dias foi reforçada pela do prazo médio de pagamentos de 63 para 70 dias. uma variação de 6.

04% do capital social pelo preço de 1. como forma de respeito e preservação do planeta Terra. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. em 2014. 10. No dia 30 de Dezembro de 2014 a Empresa comunicou à CMVM a aquisição à SUMOL+COMPAL Marcas de 1. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. como resposta a situações de emergência social e também como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. 34 . deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável.242 acções da SUMOL+COMPAL. correspondentes a 4. estas acções já eram tidas como próprias.1. repartido por 438 entidades sociais.81 euros por acção. Naquele período. 10. Face ao ano anterior a quantidade de produto com valor social disponível para donativo. Durante o exercício de 2014 foram transaccionadas 1.A.9% em relação ao ano anterior. Semelhantes comportamentos verificaram-se em 23 de Setembro. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nos países africanos. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais.06% do seu capital social. Assim. decresceu. para efeitos do artigo 325°-A do Código das Sociedades Comerciais. | 2014 Contas do primeiro semestre. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia.17 euros. Capital social Tendo como objectivo estratégico contribuir para a Sustentabilidade Económica. o que representa um acréscimo de 208. em particular nas comunidades onde estamos inseridos. uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. A SUMOL+COMPAL E A COMUNIDADE 10. o título registou um mínimo de 0. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade.061. aquando da comunicação da assinatura do novo contrato com a Agência Nacional do Investimento Privado (Angola) e em 9 de Dezembro. Social e Ambiental a SUMOL+COMPAL.813 acções próprias. S. para a água e para o ar. no entanto. Já na semana seguinte à divulgação dos resultados do terceiro trimestre (13 de Novembro) e da celebração do contrato com a Copagef (14 de Novembro). à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL. no final do exercício de 2014 a Empresa mantinha um total de 4.2 Capital natural Contribuir para o desenvolvimento sustentável.98 euros em 13 de Janeiro e o máximo de 1. Consciente das suas responsabilidades a empresa tem vindo continuamente. tornou possível encerrar o ano. registou-se uma valorização do título de 1. a adoptar boas práticas ambientais tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos. A cotação do fecho foi de 1.039.13 euros.12 euros para 1. data do anúncio do pagamento de reservas.020 acções. Esta aquisição não alterou o número total de acções próprias uma vez que. que foram beneficiadas de acordo com os critérios estabelecidos. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização.19 euros no dia 21 de Novembro. inerentes à sua actividade industrial. minimizando o impacte ambiental da sua actividade.782.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. não se verificaram flutuações na cotação do título. com mais de meio milhão de litros de produto doado. correspondentes a 1.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. APLICAÇÃO DOS RESULTADOS Tendo em conta os resultados de 15. PERSPECTIVAS FUTURAS Em Portugal. 14. supervisiona-se. S. OS RISCOS DO NOSSO NEGÓCIO O Conselho de Administração é responsável pelo cumprimento de toda a legislação quer geral quer de aplicação específica à indústria de bebidas. concorrência. Desenvolve-se um conjunto de testes. em 31 de Dezembro de 2014. 11. a SUMOL+COMPAL está sujeita a riscos que advenham de uma evolução adversa relacionada com a procura dos seus produtos.658. que é parte integrante dos documentos de prestação de contas.444. e 9. O Grupo tem um sistema de controlo estruturado num reporting económico. na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. reputação da SUMOL+COMPAL e riscos ambientais. financeiro e de operações e acompanha este controlo de forma a obter um grau razoável de confiança em relação à fiabilidade dos dados. A continuação do aumento do consumo privado e um verão com condições climatéricas normais para a época serão determinantes para esta evolução. 13. tecnologias de informação. O desenvolvimento das matérias relacionadas com a gestão do Capital Social e do Capital Natural da SUMOL+COMPAL encontra-se nas Notas Consolidadas. enquadramento legislativo. É também responsável pelo controlo dos riscos associados aos objectivos estratégicos e operacionais.658. em 2014.A.3. o Conselho de Administração propõe a seguinte aplicação dos resultados: Dividendos: 15. No decurso normal do negócio.444. O desenvolvimento deste ponto encontra-se nas Notas Consolidadas. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e mais uma vez foi obtida. concentração ou perda de clientes. | 2014 A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. retenção de talentos. esperamos que em 2015 os mercados de bebidas de alta rotação retomem um padrão de crescimento. bem como pelo financiamento da SUMOL+COMPAL. foi definida a implementação da ISO 14001 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016.48 euros Esta proposta é fundamentada pela mais-valia e pelo nível de liquidez geradas na alienação da participação na SUMOL+COMPAL Marcas. em 31 de Dezembro 2014. deste relatório. ambiente económico geral. exercese controlo e quando necessário tomam-se medidas correctivas. A 35 . MODELO DE GESTÃO No Relatório sobre o Governo da Sociedade. riscos de mercado.48 euros na empresa-mãe. matérias-primas e energia. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. referidas nos pontos 2. faz-se uma ampla descrição do modelo de gestão. 12.

continuaremos a procurar identificar parcerias estratégicas que contribuam para a consolidação do negócio em Portugal. Carnaxide. Aos Consumidores e Clientes das várias marcas da SUMOL+COMPAL por nos distinguirem com a sua preferência. uma vez que estamos convictos que são pilares fundamentais para a criação sustentada de valor. o forte conhecimento e presença que a Copagef (o novo parceiro na estrutura accionista da SUMOL+COMPAL Marcas) tem em diversos mercados africanos deverão contribuir para a entrada das nossas marcas nalguns desses mercados. Aos Colaboradores da SUMOL+COMPAL que lhe devotaram dedicação e competência. permitindo transformar anos exigentes em momentos de criação de oportunidades. um volume de negócios ligeiramente superior ao de 2014. Tendo em conta o acima referido.A. o nosso principal mercado internacional. Aos nossos parceiros PepsiCo Beverages International. Angola e Moçambique pelo apoio prestado à actividade da SUMOL+COMPAL nos respectivos países. Por outro lado. Às Associações do sector por constituírem um fórum privilegiado de reflexão e de defesa dos nossos interesses. em Portugal. mantendo um nível de vendas semelhante ao do ano anterior. este crescimento estará muito dependente da evolução das vendas em Angola. Face à recente legislação angolana que restringe muito a importação de bebidas de alta rotação. Continuaremos a fazer uma aposta especial nas nossas marcas e na inovação. Ao Conselho Fiscal e ao Revisor Oficial de Contas pelo acompanhamento construtivo que sempre nos dispensaram. Às Autarquias e Comunidades onde desenvolvemos directamente as nossas operações pelo interesse e envolvimento nas nossas actividades. em especial. Temos a expectativa de aumentar as vendas nos mercados internacionais. à Copagef pelo investimento realizado na SUMOL+COMPAL Marcas. bem como da nova imagem de SUMOL que será apresentada no primeiro semestre do ano em curso. Aos Organismos Oficiais de Portugal. Neste contexto. | 2014 SUMOL+COMPAL manterá um ritmo apreciável de inovação e de comunicação das marcas cujas imagens foram recentemente renovadas. S. a capacidade de satisfazermos a procura pelas marcas da SUMOL+COMPAL. 26 de Fevereiro de 2015 36 . 15. e em particular aos Agricultores de Portugal. estimamos que em 2015 o volume de negócios e a rendibilidade operacional da SUMOL+COMPAL sejam moderadamente superiores aos verificados em 2014. e este ano. a SUMOL+COMPAL planeia atingir. estará dependente de assegurarmos rapidamente capacidade de produção local. Contudo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Em simultâneo. Unilever-Jerónimo Martins e Grupo Damm pelo apoio e cooperação demonstrados no desenvolvimento das suas marcas e à Genius. pela colaboração no desenvolvimento do projecto industrial em Angola. AGRADECIMENTOS A actividade exercida pela SUMOL+COMPAL neste ano só foi possível com o contributo de um conjunto vasto de entidades a quem são devidos os seguintes agradecimentos: Aos Accionistas pela confiança que depositaram na SUMOL+COMPAL. Aos Fornecedores por responderem às nossas necessidades.

7. 37 . 2. 13. 3. 10. It is with great satisfaction that we hereby submit for your perusal the annual company report and consolidated financial statements and the corresponding annexes in accordance with the legislation in force. | 2014 1. 14. S. 9. this report shall be deemed to constitute the annual company report. Introductory Note The Year in Review Our Brands Our Markets Our Operations and R&D Our People Communication Our Supporting Services Our Financial Results SUMOL+COMPAL and the Local Community Management Model Business Risks Distribution of Income Future Outlook Acknowledgment OUR VALUES Dear Shareholders. 12. 6. 5.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 4. In accordance with Article 508-C(6) of the Commercial Company Code. 15.A. 8. 11.

performance and position of SUMOL+COMPAL. which will be larger than the 38 . certainly heavily influenced by greater household confidence and rising employment. social and environmental sustainability.9%. In Europe. social and environmental performance of organisations which we are committed to following as members of the Business Council for Sustainable Development (BCSD Portugal)). In the context of strategic planning. In selecting benchmark indicators for assessing performance. and the Republic of Angola. in particular. The report portrays both the impacts of our past actions and the foreseeable consequences of the initiatives we continue to implement. the macroeconomic conditions remained very uneven. An addendum to the investment contract was signed between SUMOL+COMPAL Angola.6 million for sales and services in the Portuguese market. in which the total investment was raised to US$51 million. a company incorporated under Angolan law. economic growth was in general below 2%. The Angolan economy grew by 4-5% and Mozambique by 7-8%. 2. S. we tried to focus on those that effectively measure the greatest impact of our operations in terms of economic. the company‟s vision and mission were reviewed and a set of winning aspirations adopted. Private consumption was the component which registered the greatest percentage increase.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Therefore. in the aim of achieving a more sustainable future for our company and society.2% up on the preceding year. SUMOL+COMPAL achieved a total figure of €221. The COMPAL brand‟s new architecture and image were introduced. In 2014. health and pleasure is a permanent and inspiring challenge” and that “we aspire to ensure that wherever SUMOL+COMPAL is present.0% higher than the preceding year.4 million. Nevertheless. a mild summer. The positive contribution of the macroeconomic context to growth in the beverages markets was countered by a long winter and. | 2014 1. with estimates of GDP growth of 0.8% higher than the preceding year. represented by the National Private Investment Agency (ANIP). THE YEAR IN REVIEW The Portuguese economy saw positive growth in 2014. The African economies in general continued to show significant growth. the value of sales in international markets rose to €88. 2. Turnover for Portugal and the international markets combined stood at €310 million.A. And consumer surveys were conducted in various countries in Europe and Africa. The company‟s mission statement now unequivocally expresses the strong international ambitions of our fruit and vegetable drinks. The defining of the company‟s vision bolstered the conviction that “working with fruit. INTRODUCTORY NOTE This annual report contains a clear and accurate analysis of the development of the business. after three years of contraction. it is estimated that the value and the volume of the refreshing beverages and water markets were similar to those of the previous year. hydration. 3. consumers can enjoy our brands every day and benefit from the contribution they make to their wellbeing”. Work was undertaken on developing the positioning of the SUMOL brand. investment will be made in a plant. Heavy investment in strategic brand management was continued. In SUMOL+COMPAL‟s key international markets. The report follows the guidelines of Global Reporting Initiative's G3 benchmark (an international benchmark for reporting the economic. the commitment to sustainable development and unique brands which entice consumers by their flavour and the science and artistry which are put into making them. Under this agreement. vegetables and water as indispensable sources of nutrition. 2.

with all the social and economic changes this entails. The focus placed on a healthy diet has become widespread as a mean of fighting disease and raising average life expectancy.2 million. half of the population is aged under 15 and is very optimistic about the progress and growth experienced by the country. above all at the level of experiential immersion. In Angola. An example of this is the penetration of smartphones in some African countries and the number of people accessing the internet through this type of equipment.1. a company incorporated under French law and based in Paris. OUR BRANDS 3. SUMOL+COMPAL faces a major challenge in terms of demographics. with conventional mass-media solutions looking increasingly insufficient to ensure adequate information. language has become gradually more visual and less verbal. where poor literacy has placed the emphasis on an essentially visual approach. In developing countries. | 2014 one originally planned. while maintaining close family ties and a strong community spirit. This transaction was completed for a total of €88. and with sufficient flexibility to ensure that local strategies can create a close bond and affinity between brands and consumers. new technology continues to be introduced at an inexorable pace. to produce and package juice. mainly driven by small groups of users. the challenge of changing the paradigm in brand communication is becoming more acute. By polarising the strategic management of its business between the Old and New World. In the Old World. There has been a substantial increase in the supply of food. At the end of the year. work.A. and even in developing markets this trend is very visible. S. This underlines the importance of a global and cross-cutting strategic approach based on specific consumer information. as well as subject to greater loss of anonymity and privacy resulting from the recording and sharing of their day-to-day lives. for example. Exacerbated by instant communication on social networks. deeply impacting upon the way consumers live. operating also as a powerful ally in movements challenging the political status quo in defence of human rights. developing product loyalty. Global trends In the Old World. Whilst in Europe this involves understanding population ageing and its inclusion in its brand management.2 million. as well as improving the quality of life during those extra years. Simultaneously. where consumers are more dependent on technology. This technological revolution is creating an entire series of new challenges in brand management and expectations concerning how it is developed. a company until then wholly owned by SUMOL+COMPAL. corresponding to a growing aspiration amongst consumers for nutritious food.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.9% of the share capital of SUMOL+COMPAL Marcas. nectar and soft drink brands under SUMOL+COMPAL Marcas. the internet and social networks are a gateway into a world of borderless possibilities. From this operation SUMOL+COMPAL registered a capital gain of €15. Mobility is the mark of the new digital age. emotional attachment with consumers and their consequent product loyalty. spend their free time and relate to one another. some movements have emerged which are challenging this dependency by refuting social networks and demanding greater protection of personal data. in which the decoding of a brand‟s identity using imagery is preferred. namely Africa. 3. This trend has an interesting parallel in the New World. were sold to Copagef (Castel Group). In response to 39 . The expectation is that this change in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas will contribute in the coming years to a significant development in the company‟s main brands in several African markets. both in retail and catering. shares and respective additional benefits representing 49. in Africa the opportunity involves understanding a young population and responding to its needs.

The new concepts of healthy snacking. in the form of commitments to self-regulation. The subject becomes even more complex with the objection to artificial sweeteners. The demand for naturalness and the benefits of natural foods is seen as the most important trend in food. S. considered one of the main causes of obesity and chronic non-communicable illnesses. aroma. If flavour remains a determining factor in the success of drink options. More pragmatic consumers. there is space for indulgent options. investment in consumer insight was significantly boosted in various countries. as opposed to easy and instant solutions to reduce calories. public opinion in the northern hemisphere has become ever more aware of news condemning this natural raw material. the launch of the new architecture and image of the COMPAL brand. consumers today prize balanced eating habits. Naturalness refers to the health benefits naturally present in food (e. the progressive attack on sugar in the so-called Old World is notorious. New and convenient packaging systems are decisive in developing this market opportunity. more simple formulations and “clean” labelling. despite resolving the issue of calorie content. Whilst in the New World the instant energy boost that sugar provides is recognised. fruit. decisive characteristics in contemporary purchasing and consumption patterns. and the bolstering of the international scope of our main brands. with some in the scientific community adopting almost fundamentalist standpoints. milk). both at the level of strategic reflection and its implementation. Within the framework of these new habits. The evolution of our brands The year 2014 was marked by four important factors at SUMOL+COMPAL: a focus on the overall strategic management of its brands based on consumer information. leads to a lower willingness to test price options when there is little differentiation. government authorities are intensifying campaigns to raise awareness about foods rich in sugar. 3.2. There has been an emerging fusion between drinks and snacks.g. It also means fewer ingredients. it is also true that those which best take advantage of the opportunity can generate higher prices and better profitability. in the aim of enhancing the design of truly international and enduring brand positioning platforms from a customer-centric approach. has forced a redefining of the relationship with food and moments of consumption. The public debate has hardened in tone. There is greater rejection of highly processed foods. but nevertheless this is roundly surpassed by the demand for flavour. olive oil. a total rethinking and subsequent decision on the development of the positioning of the SUMOL brand. within the context of a recessionary economic climate throughout the whole of Europe and Portugal. | 2014 worrying statistics and predictions about obesity and other illnesses. but also a readiness to spend more when the product in question is unique and exceptional. and the application of tax on products with a high sugar content is comparable to that on tobacco and alcohol. even though much of the negative perception is based on studies of dubious credibility.A. fat and salt. such as individually packed biscuits. dehydrated fruit snacks. This trend has put various previously distant categories into competition. with pleasure being valued as a determining factor in wellbeing and happiness. are not universally lauded in terms of their impacts on health. Amongst the various trends in food with an important media profile. Notwithstanding the objection to sugar. 40 . The food industry has taken an increasingly pro-active stance towards finding appropriate solutions. fruit pulps and cereal bars. colour and texture.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. which. tea. which can also be seen in the restaurant trade and in breakfast too. In this second year of the organisational model introduced in 2013 (overall strategic marketing and local market units).

and the start up of innovative projects specifically aimed at markets outside Portugal. in line with the simplification of the brand architecture. 41 . The first products arrived in shops in April as the result of a demanding and complex process of visual transformation: a new logo consisting of the “COMPAL tree”. also featuring several new flavours (Mediterranean Orange. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars. Colombian Mango and multi-fruit nectars). S. closer visual connection between the different ranges. all made from squeezed fruit and without the use of concentrate.A. “naturalness” and “narrative” as the main factors creating relevance and differentiation. The focus on fruit from the tree and naturalness as the main factors of competitive advantage were central to the entire approach. The redesign of all of the brand‟s packaging in all of its markets as part of the launch of its new image involved a marketing effort which drew very heavily on the company‟s organisational and financial resources. and based on insights and specific opportunities. In tandem. namely Angola. The repositioning process was accompanied by new flavours. and the reinforcing of the narratives of flavour. COMPAL This brand was strategically repositioned in 2014.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. enhanced by “Fruitology” as the brand‟s essence and raison d’être. namely at COMPAL. | 2014 Also worthy of note are the following: consolidation of the international brands portfolio. an international range was newly created. The brand‟s big idea is founded on the pillars of “unique taste”. and in which the narrative of “Fruitology” and non-use of concentrate are intrinsic factors in the brand‟s positioning and message. not only in terms of labelling (languages and legislation) but also based on marketadapted content. such as the “pulpmeter”. such as Magdalene Mango. as well as a change in the formulations of COMPAL VITAL and COMPAL LIGHT (replacing artificial sweeteners with stevia). the introduction of proprietary symbols. providing relevant information for customers and differentiation. with content on the origins and history of the fruit.

| 2014 In addition. SUMOL The year was marked by the celebration of the brand‟s 60th anniversary and by a major strategic rethink. academic. S. In the case of COMPAL ESSENCIAL. The CFC is a truly unique project in Portugal because it brings together entities from the farming sector – public and private. After an intensive international customer survey. besides the introduction of a new identity. several specific products were developed for the Angolan market to reinforce the brand‟s affinity with local consumers through a more relevant discourse. The three who submitted the best fruit growing projects were presented with a monetary prize to help significantly with the project‟s implementation.A. Also of note was the launch of a new addition – Peas with Carrots – to the COMPAL vegetables range. which set the theme for their packaging. aimed at the Cape Verde market. a really exciting and complex challenge for one of Portugal‟s most iconic 42 . it was possible to design a new strategy for the future for introduction in 2015.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. It helps to foster entrepreneurship and the ambitions of a new generation of fruit growers. The brand‟s re-launch is aimed at making it more international. which the brand continued to nourish. whose Academy accepted another twelve trainees for its second programme. namely by launching a collectible range of figures from kids‟ stories towards the end of 2014. Mention should also be made of the COMPAL Fruitology Centre (CFC). focus was given to consolidating COMPAL ESSENCIAL KIDS by investing in marketing and shops. The concept has a lot of potential for growth. business and associative – around the common purpose of enhancing and promoting Portuguese fruit.

Tamburu. which was the exclusive objective of the brand‟s communication efforts in 2014. UM BONGO is a highly relevant and distinct brand in the children‟s segment. it is now SUMOL‟s turn to lay the foundations for a new chapter in 2015. explain its excellent performance. involved since its development in a 360-degree concept. a lot of work was put into developing innovative flavours. B! This brand was also repositioned in 2014 with a more consistent and enduring image to give it greater growth potential. particularly outside Portugal. Red Fruits and Pineapple. It was possible to put some of the conclusions from this rethink into practice in 2014. After COMPAL in 2014. | 2014 brands. It was thus important to move B! closer to the benchmarks of the soft drinks market to generate higher volumes. Investment in the brand was especially focused on the launch of the new Tum-Tum Mango flavour. S. namely Strawberry. one of its most effective marketing platforms. beginning with Angola. A new character.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. It represents an opportunity in various countries. without losing any of the brand‟s necessary personality and distinctiveness. 43 . and progressing to China. The first example will be launched in Angola in 2015. thus partly bringing forward the brand‟s new relationship with its consumers: more emotional. and the new flavour‟s association with the brand‟s musical element. other flavours were developed. younger and more active. The countless projects under development herald an even more promising future. more vibrant and exciting.A. In preparing its international repositioning. more group-oriented and focused on living life to the fullest. Besides original Lemonade which already existed in the B! portfolio. UM BONGO Recognising the brand‟s potential to continue growing in the future. The new positioning pushed the brand to create and appropriate a new segment of bottled Lemonades: B!monadas. where it had a very positive year in 2014. The entire visual and graphic identity of the packaging was redesigned in the aim of creating a range focused on the new concept of B!monadas.

During 2014. | 2014 FRIZE 2014 was a year of stability for FRIZE. the result of which was to ensure stable sales volumes. efforts continued to foster a broad-based culture of innovation. the management of ÁGUA SERRA DA ESTRELA in Portugal has been an important portfolio asset in the beverages market. In the belief that opportunities for innovation exist throughout the company‟s operations. increasing the effectiveness of its investments in trade marketing aimed at protecting consumption of its brands. In the modern trade channel. The idea behind this project is to create a relationship and direct dialogue with the consumers of the company‟s brands. Work continued on developing the project to establish a closer relationship with final consumers – the “Mercado do Bairro” digital platform – which continued to trial a new organisational operating model and successfully served a limited audience. Other innovative projects are simultaneously under development which.1 Portugal SUMOL+COMPAL increased its sales volume in Portugal by 4%. the company changed its pricing and promotional strategy for some of its brands to increase penetration in Portuguese homes and purchasing frequency. with net sales up 4. It is hoped to empower all employees to analyse their work critically and to contribute to the design and implementation of more effective and efficient solutions. By a process of focusing. according to AC Nielsen. 3. Establishments continue to close in the catering sector as a result of the decline in consumption in this channel. 44 . ÁGUA SERRA DA ESTRELA Through its continued stable growth. especially in its most financially interesting aspect: out-of-home consumption. OUR MARKETS 4.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. if successful. rising to 256 million litres. Continuity was given to the process of synchronising information and commercial policies within the distributor network.6% at €212 million. SUMOL+COMPAL attracted important new customers and broadened its portfolio in the HoReCa channel. an essential pre-condition for safeguarding and reinforcing their ability to compete by strengthening value and relevance. will allow SUMOL+COMPAL to extend its range of products and to explore new opportunities and areas with final consumers. We continued to deepen customer segmentation processes. investment in the brand was small but centred on tactically protecting its position. with a market share similar to the previous year. allied to a minimum allocation of resources. 4.3 DISRUPTIVE INNOVATION AT SUMOL+COMPAL Innovation remains one of the company‟s strategic focuses and 2014 confirmed this. The SUMOL+COMPAL portfolio maintained its leadership of refreshing beverages and water. The brand is considered to have growth potential under a new strategy and a new international marketing drive. The use of management indicators based on innovation capacity performance was consolidated.A. S. and assessed at the internal level and on results achieved in the market.

| 2014 The sales of brands represented by the company. mainly in the Maghreb and Central Africa. Other Markets In its other markets. The positive performance in the Portuguesespeaking markets – Cape Verde. ANTARCTICA. PEPSI. This volume does not include the filling services which were below the figure registered in the previous year. S.A. The year also saw the first exports of products from the Boane plant to South Africa. International Markets Sales in international markets grew 2. SUMOL+COMPAL sales continued their upward trend. Guinea Bissau and São Tomé – were insufficient to counter the difficulties elsewhere. Europe Sales in the European market were up relative to 2013. covering around 30 countries. sales remain weak in the main European economies. SUMOL+COMPAL Angola was incorporated. higher customs duties. which with a heavily reinforced local team will develop the company‟s business in the country. led to a fall in sales by volume. DAMM e TAGUS. has a very high growth potential and there is an opportunity to launch or develop other brands. Luxembourg and the UK. In this continent in 2014 volumes have declined by 7. Sales in other African markets were down.2% by value.4 million.2.2%. Of note were the good results achieved in mainland China where the company continues to make important gains in sales. rising to €88. from which it is hoped to achieve positive results in the first half of 2015. Africa The main source of SUMOL+COMPAL sales outside Portugal is Africa. SUMOL+COMPAL Moçambique ended its second year of development in 2014. bearing in mind the move to local supply. among which stand SEVEN UP. Despite this. The company‟s products were sold in around seventy countries. but are still far below installed capacity. In tandem with this. Our main brand in this market. 4. stronger competition and lower stocks of SUMOL amongst the main importers. Sales by volume grew significantly. Partnership projects were begun in the major West African markets. 45 . totalised 69. Swaziland and Madagascar. This was due to a positive performance in France. In Angola.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. The Southern African Development Community (SADC) represents an important beverages market and one of the goals of SUMOL+COMPAL Moçambique is to explore export opportunities to these markets. LIPTON. COMPAL.1 million litres.

corresponding to a 1% rise in manufacturing activity. which remained scarce and expensive for most of the year and only in the last quarter showed signs that the supply chain was stabilising.1. Industrial trials. | 2014 5.200 tonnes of fruit and vegetables were processed.A. At the international level. with new preventative and control measures introduced. the Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) and several biotechnology firms. which earned excellent results again. 5. Contrary to this was the influence of passion fruit concentrate. In addition we kept promoting the incorporation of Portuguese juices and fruit concentrates purchased to agri-food companies installed in Portugal. In Portugal. the distribution network was structured so as to allow other food categories (multicategory products) to be incorporated into beverages distribution. the training plans and the level of compliance with food safety requirements. The Pombal plant was slightly down. at both the industrial and logistics level. Manufacturing Operations Total production volume at SUMOL+COMPAL‟s five production plants rose to 408 million litres. the BRC (British Retail Consortium) Food Safety benchmark at the Almeirim plant. the project to set up the Angola plant was started in the second half of the year. The formulations produced by the Product Development area in 2014 led to various market launches. Costa Rican Pineapple and Portuguese Strawberry nectars under the COMPAL label. The use of sweeteners instead of sugar was extensively studied and led to the replacement of artificial sweeteners for stevia extract across the whole COMPAL low-calorie range. 5. namely the AIB International benchmark at the Pombal plant. The food safety goals for 2014 were achieved and in some cases exceeded. foremost amongst which were Magdalene Mango. S. The Fruit in our Beverages 25. in line with the needs of the business. Quality Assurance and Food Safety Internal and external quality assurance indicators continue to show very positive results. COMPANY OPERATIONS AND R&D Two business development projects in SUMOL+COMPAL‟s Operations area stood out. SUMOL+COMPAL has relied on the committed collaboration of the Faculdade de Ciências e Tecnologia of the Universidade Nova de Lisboa. Of note was the processing of apricots. over 2. For these projects. Although a multiannual cycle of operational optimisation projects was completed in 2013. will be conducted in 2015. The output. which returned to levels close to their historical averages after a period of peak prices.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 5. Difficult scientific and technological challenges were overcome and promising results achieved at the pilot scheme level. Research and Development The Applied Research area continued work on two multi-annual projects. with a view to demonstrating the potential of the processes. of fruit farms producing exclusively for SUMOL+COMPAL and the bumper harvest of peaches and pears helped to make this percentage higher than in previous years. due 46 . SUMOL+COMPAL will replace processed apricot acquired on the international market with its own. The percentage of fruit sourced from Portugal was over 60%. new B! Lemonade flavours and specific COMPAL.2. The main contributors to this were grape and apple concentrates. the Operations structure managed to introduce improvements in efficiency in 2014 which brought cost reductions.000 tonnes. The overall price of the main fruit raw materials fell in 2014 compared to 2013. after its lack of availability for over 10 years. If the reintroduction of this crop in Portugal is successful. established for 2014 in accordance with new quantitative assessment methods.3. which achieved its best result ever. 5. SUMOL and UM BONGO flavours tailored for the African and European markets.4.

Finally. allowed synergies and greater flexibility of resources to be achieved and the capacity to respond to sales peaks and seasonality to be improved through the increased size of operators. In the second half of 2014. the engineering plans were completed and contractors hired to build the infrastructure. consequently. 5. utilities and first pieces of manufacturing equipment. the personnel management strategy is inseparable from the company‟s overall strategy. In 2014. 47 . The modernisation of the manufacturing plants continued in 2014 through the acquisition of two new fillers for beverages carton at the Almeirim plant and a new monoblock for filling and seaming cans at Pombal. while all the other plants saw increases. with particular note for Boane.1. With regard to talent. developing and retaining talent within its organisation. People are the one factor which differentiate companies today. internationalisation and culture. alongside various smaller investments at all the plants. a single collective bargaining agreement (CCT APIAM / PROBEB) will apply to the entire workforce in Portugal. to ensure closer proximity to the organisational structure and personnel and. S. In 2014. and because it relates to an issue of extreme importance to the organisation. personnel and processes. This implied the installing of new specific equipment at the distribution centres. Work in this area was based on three strategic pillars: talent. In 2014. Communication & Sustainability Department was reorganised and the concept of “business partner” created. SUMOL+COMPAL developed and fine-tuned several tools which will provide it in the near future with structured information enabling more detailed analysis for identifying. which registered very substantial growth.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. personnel training and the design of new processes supported on developed IT systems. endowed with specialist and generalist responsibilities. various tools were designed and implemented to identify and monitor matters of importance and priority for the management of company personnel. | 2014 essentially to a decline in the filling services. Within the industrial structure. the People. the SUMOL+COMPAL distribution network was equipped with the necessary capability to combine beverages with other products. the process for harmonising collective bargaining was designed and implemented in the final months of the year. since without talented employees a company is unable to adapt to challenges and capitalise on the opportunities it faces at any given moment.A. Distribution Network The restructuring of the HoReCa distribution network. OUR PEOPLE 6. a working group was created to concentrate on the project to set up and commence operations at the Angolan plant in terms of equipment.5. to ensure greater familiarity with the specific circumstances and needs of the various operational areas. strengthening the sustainability of the companies providing these services. HR Management For SUMOL+COMPAL. by centralising and rationalising the subcontracted capillary distribution fleet. distribution services for multi-category products were initiated within the capillary distribution network. Once it was complete. 6. so SUMOL+COMPAL pays particular attention to attracting. to comply with the goal of being operational by mid-2015. In 2015. developing and retaining employees who most stand out for their potential and level of performance.

We want to be increasingly seen as a leading company in international terms. In the last two months of 2014. a project called “SOMOS+” was begun. like many other companies.650 hours of instruction. involving 973 employees (1. has been favouring the use of variable remuneration which tracks the attainment of goals or proven gains in efficiency and productivity. 66. In the early months of 2015. seeks to provide its employees with an extensive fringe benefits package that provides real support and is seen to do so. 48 . in the final quarter of 2014 an organisational health survey was conducted which was answered by a very high proportion of employees (86%.2. we need a highly skilled. To achieve this. S. mission. SUMOL+COMPAL recognises and accepts its social responsibilities and. a learning process in this area was begun which has also been enriched by the experience earned and also by managing the long-term and temporary re-deployment of several employees. At the end of 2014. enabling a broader spectrum of experiences and functional mobility which we consider rewarding at the individual and collective level. We seek to contribute permanently to our employees‟ development. 6. SUMOL+COMPAL‟s workforce numbered 1. of which 1.2% in Operations and 10. With the same objective. 25 in Angola and 1 in France.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. As far as culture is concerned. values. code of conduct and transversal policies and also to publicly acknowledge all those employees who have been at the company for over 15 years. SUMOL+COMPAL. therefore. Attracting. The situation in which companies and employees find themselves today implies a change in mindset and an adjustment in which annual raises in fixed remuneration will necessarily be limited or non-existent.8% women. and totalling around 9. will come to a close. Of course. In 2014.302 employees. these meetings. Compensation and Benefits In the demanding economic environment in Portugal in recent years. This consisted of organising several meetings with the entire workforce in Portugal to announce the company‟s vision. The gender split in the company‟s workforce is 61. against 76% in 2010) and revealed very positive overall results. retaining and developing professional talent under conditions that give employees a real sense of pride is the company's main aim in the area of human resources.2% men and 38. given its importance in terms of introducing new ideas and expertise that contribute to the overall growth of all those working at SUMOL+COMPAL. The number of employees per each of the company‟s three organizational pillars is as follows: 23. which in general have been very well received. both in terms of horizontal and vertical career progression. employee benefits have taken on even greater importance in a labour market in which there has been a substantial change in common wage practices. | 2014 The internationalisation of our business is one of SUMOL+COMPAL‟s strategic priorities and therefore the human resources area has sought to gain expertise in managing expatriate processes and in conducting relations and providing support to expatriates. 78 in Mozambique.198 were in Portugal. external recruitment is not dismissed.979 trainees). in line with financial possibilities and convenience. 98 training courses were held. hard and soft skills. fully committed and very flexible workforce. With the start-up of operations at the Boane plant in Mozambique. we encourage internal recruitment as a means of reconciling the development of skills within the workforce.6% in Support.2% in Business.

in 2014 SUMOL+COMPAL held a Management Meeting. As far as application development is concerned. and the dynamics and size of the direct operation in Angola. Throughout 2014. notice boards. as well as a number of business monitoring meetings attended by the company‟s directors and managers. with special focus on the variables associated with managing working capital. 2014 was notable for two core projects with very significant impact on the performance of SUMOL+COMPAL. storage. and extending the route management solution to the sales department. S. One consisted of the replacement of the entire servers. which provides support to the business systems used by the company. i. were tightly controlled. required certain adjustments to be made in terms of the operational focus and the analysis of credit risk. OUR SUPPORTING SERVICES In terms of IT systems. namely as regards its performance and strategy of internationalisation. the replacement of the database underlying the main tool supporting decision-making.e. which enabled very significant gains in terms of producing management information reports. Credit management during 2014 maintained a very close and detailed examination of the risk factors associated with the business. In external terms. The expansion of SUMOL+COMPAL‟s international operations. a world leader in these types of applications. In terms of community relations. which allows the entire organisation to receive the same messages. employees were permanently updated about company developments via the systematic use of our various communication tools: the SUMOL+COMPAL website.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. we regard communication as vital. financial balance and cash-flow management. it is also important to note the visits organised to the company‟s plants – Pombal and Almeirim in particular – for students of various educational levels. expanding sales and distribution solutions using web-based technologies. 49 . | 2014 7. organised in Portugal by the producer of the software. Internal communication is based on a broad and varied set of tools.A. providing young people with an extra level of training and experience and also affording them their first direct contact with a real business environment. The Finance Department continued to focus on raising operational efficiency and the management of the level and cost of debt. the company was presented with an award for innovation at the most important event of its type. COMMUNICATION At SUMOL+COMPAL. As in previous years. whose operationalisation will be the main event of 2015. namely by improving mobility solutions and the online sales site. 8. The very low level of irrecoverable debt registered during the financial year confirm that the credit management policy has been consistently suited to current market conditions. mention should also be made of the study into technological support solutions for the operations in Angola. behaviours and practices. backup and replication system. the internal mailing service “Nossas Notícias” and our quarterly in-house magazine “Frescas”. although it also undertakes institutional communication of company developments. The second saw the introduction of a new business warehouse solution. both at the external and internal level. Finally. and the development of a united team with common values. intranet. In recognition of the introduction of this new technology. of particular note amongst the many projects completed were the developments with a view to enabling the widening of the distribution network to incorporate new product categories. and as far as technology infrastructure projects are concerned. SUMOL+COMPAL‟s policy is to concentrate its investment on brand communication. As in previous years.

8%.8% to €300.3 million.3%. Factors which explain this increase are mainly the aforementioned greater integration of the value chain in the international operations and the fall in the price of certain key raw materials.9%.8% on the preceding year. The average sales price was up by 3. operational and supporting processes. Profitability Turnover rose to €310 million. The work of the Procurement Department focused on finding innovative and more rational and sustainable alternatives. OUR FINANCIAL RESULTS 9. Sales grew by 3. service and price. Audits were conducted on business. The Legal Department continued to provide support for daily activities and to assess and support the legality of matters of a strategic nature. the result above all of greater integration of the value chain in the international operations in Angola and Mozambique. Work also proceeded on centralising the purchasing of more secondary materials. | 2014 Work on developing and perfecting the management model for returnable packaging begun in 2013. Gross margin climbed 4. 9. BRC Food Safety (British Retail Consortium) and AIB International. within short periods of time to produce relevant outputs to support decision-making. In the Portuguese operations. process and analyse a multitude of data. using the closest suppliers. which covered the areas of operational efficiency and internal control. and which has had very positive results. Contacts with suppliers were maintained in the aim of establishing partnerships to supply materials and services to international markets. of unusually large proportions in the company‟s history. It must also be stressed the completion of the new management system platform. special mention for more projects to rationalise packaging materials and energy use. including its applicability in different internal forums dedicated to the evaluation and discussion of performance. wherever possible. The Accounts and Taxes team was directly involved in projects of a strategic nature for SUMOL+COMPAL. The Internal Audit Office executed the programme approved by the Audit Committee. as well as audits on standards compliance.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. continuing its main mission to optimise the total cost of materials and services based on the three key elements of quality. Earnings from filling services stood at €9. the negotiation of new equipment was strengthened and the adapting of production. packaging and transport from the SUMOL brand plants to supply the plants in Africa was begun. in particular materials and services for the factories and marketing in Mozambique and Angola. was continued in 2014.1. aiming continued improvement and the maintenance of SUMOL + COMPAL Marcas certifications: ISO 9001. marketing materials and industrial services. To add value to the chain. The year was extremely demanding in the latter aspect as a result of the complex and important projects implemented or underway. Providing support for the international operations is a huge challenge for the Procurement Department. ISO 14001. In 2014 the Planning and Management System Department focused on the consolidation of the planning and management control model geared towards internationalization.6 million. efforts centred on establishing medium to long-term partnership arrangements and. The gross margin percentage was 52. Special focus was placed on organising the Angolan plant project. namely the various benchmarks SUMOL+COMPAL is certified for and on customer-specific norms.A. up 2. S. allowing the launch of a new phase of review of its contents. while in 2013 it stood at 51. It was necessary to compile. 50 .1%. down 22. At the same time several strategic development studies were developed.9% to €164 million.

After computing the taxes for the period. The results achieved in the short-term financial situation this year were better than in 2013.9% of the capital and associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas by Copagef.4% of turnover.3 million.7 million.1 million at the end of the year.5% to €94. 9. 9. up from €39. essentially as a result of the acquisition of 49.2 million in 2013. 4. which amounted to €14.3 million in 2013.5 million.2 times EBITDA.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. EBITDA stood at €41. 13. S.6 million. illustrated in the change in the working capital indicators: the improvement in the average collection time from 55 to 51 days was boosted by the rise in the average payment time from 63 to 70 days. Personnel costs fell 1.7 million. to close the year with a deposited cash surplus of €59.2 million.9 million (69%) was allocated to the acquisition and installation of equipment to improve production efficiency and modernise facilities in Portugal.4 million. with particular mention for expenditure on marketing. after careful evaluation of the risks involved and an increase in provisions by €0. stemming from the reduction in the corporate tax (IRC) rate. After assessing goodwill and brands.9 in 2013 and 8. but penalised by the cost of short-term financing which replaced long-term amortised debt at a more favourable interest rate. Interest charges on financing in 2014 fell to €16.5% to €34.3%). This represented a 51 . 9. SUMOL+COMPAL Shares In 2014. against €270.6 million. | 2014 External supplies and services grew by 7. Around €2. when the price closed at €1. The change in these costs is associated with greater activity. no impairment loss was observed.8 million at the close of 2014.5 million from €16. EBIT stood at €27.5 million (+6.3 in 2012. SUMOL+COMPAL shares were first traded in the year's opening session on 2 January and last traded on 31 December. This ratio stood at 6.6 million in 2013. The figures for net debt were significantly impacted by the proceeds from the sale of 49. Tax for the period was significantly influenced by the drop in deferred tax liabilities. As a result of the above.A. S. the consolidated net profit including non controlling interests was €11.2. Depreciations and amortizations were calculated according to the estimated working life of company assets. benefitting from lower average net interest-bearing debt than in the past year. EBITDA therefore grew €2.13 per share. Shareholders‟ Equity was significantly increased to €224. An impairment loss in customer debts and inventories of €1.A.1m was allocated.2 million was invested in intangible assets in exclusive client contracts in Portugal. Earnings before taxes climbed to €8. This cash inflow on 31 December 2014 enabled SUMOL+COMPAL.2 million. unlike in 2013.7%. Financial Situation Net debt was €176. Investments Investment in tangible assets by SUMOL+COMPAL stood at €5.3.9% of the share capital and respective associated benefits of SUMOL+COMPAL Marcas to Copagef. The average storage time for stocks rose from 71 to 80 days as a result of the boosting of stocks of finished product in Angola. a rise of 11.9 million. This was influenced by the restructuring in the preceding year and the absence of non-recurring costs. Around €3.4.

when the results for 2013 were announced.1. when the decisions of the Annual General Meeting and the results for the first quarter of 2014 were made public.2%.061.04% of the share capital. During 2014. This did not alter the total number of own shares held since. corresponding to 4.2. However. the share price stood at €1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Natural Capital To contribute to sustainable development by minimising the environmental impact of its activities. when the company published the Report for the first half of the year. the PSI Geral market index fell by 21. It behaved similarly on 23 September. In the week following the announcement of the results for the third quarter (13 November) and the signing of the contract with Copagef (14 November). From January to December 2014. social and environmental sustainability. as a response to social emergencies and also as a means of acknowledging the market‟s preference for its brands.782. in 2014 it continued its action plan to promote sustainable development at three levels: reducing the environmental impact of its operations. in the commitment to promote responsible environmental behaviour. 10. these shares were already considered to belong to the company. in compliance with pre-defined criteria.9% on 2013.12 to €1. namely by reducing its consumption of water and energy at its manufacturing plants. 1. up 208. more optimised management and the decentralisation of some support ensured that at the close of the year over half a million litres of product had been donated amongst 438 social organisations. promoting healthy lifestyles.242 SUMOL+COMPAL shares were traded. On 11 March. SUMOL+COMPAL focused on greater social involvement in African countries.81 per share. 10.08 at the close in 2013. as well as pollution prevention. Conscious of its responsibilities.10. the share price rose from €1. and cooperating with the local community. at a price of €1.813 own shares. where it remained. rising 4.19 on 21 November. On 30 December 2014. and on 9 December when the payment of reserves was announced. the company had a total of 4.17. At the end of 2014. the company informed the Portuguese Securities Commission (CMVM) of its acquisition of 1. At the close it stood at €1. in particular in those communities where it is based. the share price remained steady. | 2014 4. Shares traded at a low of €0. therefore.13.05. for the purposes of Article 325-A of the Commercial Company Code (CSC). 52 .4% rise in value on the price of €1. In line with its strategic aim to internationalise.98 on 13 January and a high of €1. Social Capital Since one of SUMOL+COMPAL‟s strategic objectives is to contribute to economic. S. Compared to 2013. the company has continuously adopted good environmental practices in the aim of improving its environmental performance and focused on the rational and sustainable management of resources. corresponding to 1.06% of its total share capital. and on 27 August. On 30 May. SUMOL+COMPAL AND THE LOCAL COMMUNITY 10. is one of the strategic goals of SUMOL+COMPAL‟s sustainability policy. the amount of the company‟s products donated fell.8% the following day to €1.020 shares from SUMOL+COMPAL Marcas. at the announcement of the signing of a new agreement with the Angolan National Private Investment Agency (ANIP).A.039.

referred to in paragraphs 2. talent retention. Matters related to the management of SUMOL+COMPAL‟s social and natural capital can be found in the Consolidated Notes as of 31 December 2014. FUTURE OUTLOOK We expect the fast moving beverages markets in Portugal in 2015 to reverse the downward trend of recent years. S. BUSINESS RISKS The Board of Directors is responsible for complying with all general and beverages industry specific legislation. market risks. concentration or loss of customers. | 2014 This commitment is based essentially on prevention and concern for reducing water and energy consumption and careful management of waste and emissions into the soil. which is an integral part of the management report and financial statements. the company's management model is described in detail.A.3. competition. MANAGEMENT MODEL In the report on corporate governance. supervises. SUMOL+COMPAL will continue to make a substantial 53 . 12. the legislative framework.444. The SUMOL+COMPAL Group has a system of control based on economic. 13.48. raw materials and energy. It conducts tests.658.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. SUMOL+COMPAL is subject to risks from adverse changes in demand for its products. as of 31 December 2014. of this report.48 This proposal is justified by the capital gain and the cash liquidity level generated by the sale of a participation in the capital of SUMOL+COMPAL Marcas.444. In the normal course of business. the Pombal plant managed to renew its EMAS registration. once again. DISTRIBUTION OF INCOME Bearing in mind the parent company's earnings of €15. st This point is developed further in the Consolidated Notes. Analysing and monitoring the environmental performance indicators for 2014 show that all legal obligations at SUMOL+COMPAL‟s facilities were complied with and. 11. it was decided to implement ISO 14001 to ensure environmental management system certification in 2016. information technologies. exercises control and when necessary takes corrective measures. its reputation and environmental risks. financial and operations reporting and oversees this control in order to achieve a reasonable degree of confidence as regards the reliability of the data. The continued growth in private consumption and normal weather for the summer season will be crucial to this. the general economic situation. It is also responsible for controlling risks associated with the strategic and operating objectives as well as the financing of SUMOL+COMPAL. the Board of Directors proposes the following application: Payment of dividends: €15. In view of the Gouveia plant‟s solid and consolidated environmental performance. and 9.658. water and air stemming from its manufacturing operations as a means to respect and preserve the planet. 14.

26 February 2015 54 . Bearing in mind the above. Angola and Mozambique SUMOL+COMPAL‟s operations in their respective countries. Unilever-Jerónimo Martins and Grupo Damm for their brand development support and cooperation and Genius for its cooperation in developing the manufacturing project in Angola. In this context. In view of recent Angolan legislation restricting the importing of fast moving beverages. this growth will be highly dependent on the state of sales in Angola. and maintain high sales similar to 2014. At the same time. and in the new image of SUMOL. whose image has recently been refreshed. SUMOL+COMPAL's employees. our capacity to satisfy demand for SUMOL+COMPAL brands. since we are convinced that these are the key to the sustainability of value creation. The consumers and customers of SUMOL+COMPAL's various brands for their continued loyalty. will depend on the ability to ensure sufficient local production capacity quickly. Carnaxide. | 2014 investment in innovation and marketing of its brands. The expertise of Copagef (SUMOL+COMPAL‟s new partner in the shareholding structure of SUMOL+COMPAL Marcas) and its presence in various African markets should help in the introduction of our brands into some of these markets. who through their dedication and ability helped to turn difficult moments into the creation of opportunity. The Supervisory Board and Statutory Auditor for their constructive oversight. for their trust in SUMOL+COMPAL and. for their support of The local authorities and communities where our operations are based for their interest and involvement in what we do. which will be unveiled during the first half of the current year. our main international market. SUMOL+COMPAL plans to achieve a slightly higher turnover this year than last in Portugal. Our suppliers. Copagef for its investment in SUMOL+COMPAL Marcas. we estimate that SUMOL+COMPAL‟s turnover and operational profitability in 2015 will be moderately higher than in 2014. in particular this year. and in particular Portugal's farmers. 15.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. We shall continue to place a special focus on our brands and on innovation. The trade associations for their role as prime forums for discussion and defence of our interests. S. for responding to our needs. we shall continue to try and identify strategic partnerships which contribute to the consolidation of the business in Portugal. ACKNOWLEDGEMENTS SUMOL+COMPAL's achievements during this year could only have been possible thanks to the contribution of a great many people and organisations to whom we owe a debt of gratitude: The shareholders. However. We expect higher sales in international markets.A. Official organisations in Portugal. Our partners Pepsi-Cola Beverages International.

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448.265.374.185.07 TOTAL DO PASSIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT LIABILITIES PASSIVO CORRENTE / CURRENT LIABILITIES Empréstimos de curto prazo / Short-term bank loans 17 e 20 / 17 and 20 31.532. 15 e 39 / 3.004.455.91 12.991.952.31 144.366.84 Outros activ os correntes / Other current assets 12 5.061.00 (4.612.454.42 64.813.20 Prov isões / Provisions 19 1.393.078.825.093.458.370.092.58 1.947.849.462.52 2.14) (494.595.93 288.712.92 4.997.00 71.920.389.637.194.201.167.45 Outros passiv os financeiros / Other financial liabilities 24 19.526.188.55 TOTAL DO PASSIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT LIABILITIES TOTAL DO PASSIVO / TOTAL LIABILITIES 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO / TOTAL EQUITY AND LIABILITIES As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.453.596.793.199.051.903.A.00 269.14) 224.798.70 Reserv as legais / Legal reserves 14 1.68 1.121.272.699.594.610.551.97 Resultados retidos / Retained earnings 14 (12.500.01 66.81 1.74 43.358.000.039.992.060.066.54 564.719.24 36.131.447.09 473.636.41 28.705.126.26 158.848.923.15 (214.71 5.938.092.50 288.43 Dív idas comerciais de curto prazo a receber / Short-term trade debts receivable 10 51.990.58 131.194.57) 5.13 2.490.020.22 9.950.76 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar / Short-term trade debts payable 17 e 21 / 17 and 21 48.00) TOTAL DO ACTIVO CORRENTE / TOTAL CURRENT ASSETS TOTAL DO ACTIVO / TOTAL ASSETS 39 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Notas EQUITY AND LIABILITIES Notes CAPITAL PRÓPRIO / EQUITY Accionistas da empresa-mãe: / Parent company equity holders: Capital / Share capital 14 Acções próprias (v alor nominal) / Treasury stock (nominal value) 1 e 14 / 1 and 14 Acções próprias (descontos e prémios) / Treasury stock (discounts and premiums) 14 (494.199.176.068.504.354.186.73 130.565.197.651.34 Outras contas de curto prazo a pagar / Other current liabilities 23 12.28 PASSIVO / LIABILITIES PASSIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT LIABILITIES Empréstimos de longo prazo / Long-term bank loans 16 e 17 / 16 and 17 196.22 625.448.085.40 56.720.647. S.269.555.00 4.412.938.43 Alterações nos interesses / Changes in interests 14 34.638.448.566.06 Activ os por impostos correntes / Assets for current taxes 11 4.781.061.356.159.418.243.00 466.882.00) (4.35 67.475.933.65 Outros inv estimentos financeiros / Other investments 7 e 39 / 7 and 39 69.040.659.873.433.40 131.724.01 8 1.884.678.54 564.599.707.88 20.551.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.957.17 16.95) Resultado líquido do período / Net income for the year Interesses não controlados / Non-controlling interests 39 e 40 / 39 and 40 3. 15 and 39 TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO / TOTAL EQUITY (20.72 113.453.17 32 1.837.20 401. | 2014 montantes expressos em euros Balanços consolidados em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated balance sheets at 31 December.058.853.63 28.667.81 433.419.78 Outras reserv as / Other reserves 14 22.30 Passiv os por impostos correntes / Liabilities for current taxes 22 5.627.11 Passiv os por impostos diferidos / Deferred tax liabilities 32 63.453.685.95 33.052.294.883.33 Dív idas comerciais de longo prazo a receber / Long-term trade debts receivable Outros activ os não correntes / Other non-current assets Activ os por impostos diferidos / Deferred tax assets TOTAL DO ACTIVO NÃO CORRENTE / TOTAL NON-CURRENT ASSETS ACTIVO CORRENTE / CURRENT ASSETS Inv entários / Stocks 9 e 39 / 9 and 39 31.41 3.76 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar / Long-term trade debts payable 17 e 18 / 17 and 18 8.220.416.080.737.55 31-12-2014 31-12-2013 100.144.47 207. 2014 and 2013 amounts stated in euros ACTIVO Notas ASSETS Notes 31-12-2014 31-12-2013 ACTIVO NÃO CORRENTE / NON-CURRENT ASSETS Goodw ill / Goodwill 4 e 39 / 4 and 39 113.318.279.31 159.881.437.743.892.161.00 100.383.070.126.63 Caix a e depósitos bancários / Cash and cash equivalents 13 63.451.696.23) Ex cedentes de rev alorização / Revaluation surpluses 14 14.18 51.315. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 57 .733.205.27 625.95 Equiv alentes a caix a / Cash equivalents 13 13.114.184.194.880.252.723.00 2.238.401.195.86 Tangív el / Tangible 6 e 39 / 6 and 39 63.45 91.688.500.853.72 Intangív el / Intangible 5 e 39 / 5 and 39 286.813.

62) (145.813.548.93 TOTAL DOS RENDIMENTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING INCOME GASTOS OPERACIONAIS / OPERATING COSTS Gasto das v endas / Cost of sales (146.009.999.05 Ex cluindo operações em descontinuação / Excluding discontinuing operations As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.473. | 2014 montantes expressos em euros Demonstrações consolidadas dos resultados dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated income statements for the years ended 31 December.67) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS 11.225.109.000.570.635.080.103. S.020.05 Básicos / Basic 40 0.31 3 e 15 / 3 and 15 6.921.428.12 0.963.32 320.327.544.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.126.403.24 RESULTADOS ANTES DE IMPOSTOS / PRE-TAX PROFIT (LOSS) Imposto sobre o rendimento do período / Corporate income tax for the year 32 e 39 / 32 and 39 RESULTADOS APÓS IMPOSTOS / NET PROFIT (LOSS) AFTER TAXES Resultado atribuív el aos accionistas da empresa mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 3.136.68 31 e 39 / 31 and 39 (19.058.573.046.211.05 Outros rendimentos e ganhos / Other operating income 26 e 39 / 26 and 39 11.221.21 (61.186.86 311.464.12 0.25 (151.33) (35.34) (20. 2014 and 2013 amounts stated in euros RENDIMENTOS E GASTOS Notas INCOME AND GAINS Notes 31-12-2014 31-12-2013 301.09) (2.870.39) (87.A.65) Fornecimentos e serv iços ex ternos / Outside supplies and services 28 (94.903.29) 5.64 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests RESULTADO POR ACÇÃO / PROFIT (LOSS) PER SHARE Incluindo operações em descontinuação / Including discontinuing operations Básicos / Basic 40 0.068.05 Diluídos / Diluted 40 0.00 4.398.548.403.931.555.38 24.663.60) 11.12 0.763.905.683.100.662.44) 8.48) (287.978.823.12 0. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 58 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .549.082.25 4.788.05 Diluídos / Diluted 40 0.22) Outros gastos e perdas / Other costs and losses 30 (3.31) (1.190.799.25) RESULTADOS OPERACIONAIS / NET OPERATING PROFIT (LOSS) Outros resultados financeiros / Other financial gains (losses) 39 27.354.81 10.967.574. 6 e 39 / 5.044.455.12) Gastos com o pessoal / Employee benefits costs 29 (34.04 4.246.426. 6 and 39 (14.64 14 5.856.490.444.481.25 4.74) TOTAL DOS GASTOS OPERACIONAIS / TOTAL OPERATING COSTS (293.74) (14.805.015.61 RENDIMENTOS OPERACIONAIS / OPERATING INCOME Réditos / Revenue 25 e 39 / 25 and 39 309.493.091.980.186.102.903.23) Amortizações e depreciações / Depreciations and amortizations Prov isões e perdas de imparidade / Provisions and impairment losses 19 (1.003.328.

548.089.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.042.25 (151.058.89) (728.823.346.490.330.809.031.555.94 7.00 4.715.011.59 (4.855.186. S.59 - (155.813.58 4.764. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 59 .64 773.571. 2014 and 2013 amounts stated in euros Notas Notes 31-12-2014 31-12-2013 Resultado atribuív el aos accionistas da empresa-mãe / Profit (loss) attributable to parent company equity holders 14 5.25 4.556.31 Resultado atribuív el a interesses não controlados / Profit (loss) attributable to non-controlling interests 15 6.31) 3.360.346.12) 8. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas dos rendimentos integrais dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated comprehensive income statements for the years ended 31 December.000.809.080.609.A.67) 11.403.64) RESULTADO CONSOLIDADO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED NET PROFIT (LOSS) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS OUTROS GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO: / OTHER PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY: Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 Outros aumentos/diminuições / Other increases/decreases (3.728.738.903.990.94 7.47 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.95 GANHOS (PERDAS) RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO ANTES DOS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / PROFITS (LOSSES) RECOGNIZED IN EQUITY BEFORE NON-CONTROLLING INTERESTS Outros ganhos (perdas) atribuív eis aos interesses não controlados / Other profits (losses) attributable to non-controlling interests GANHOS (PERDAS) CONSOLIDADOS RECONHECIDOS NO CAPITAL PRÓPRIO COM OS INTERESSES NÃO CONTROLADOS / CONSOLIDATED PROFITS (LOSSES) AFTER NON-CONTROLLING INTERESTS RECOGNIZED IN EQUITY 8.

98) - (134.813. capital próprio Non-control.00) (494.194.345.31 131.06) (494.803.000.092.00 6.318.638.850.274.843.80 - - - - - - - - - - - - - 5.42 - - - - 880.209.039.29 - (25. 2014 Saldo em 1 de Janeiro de 2014 / Balance at 1 January.282.58 - 773.490.500.268.500.318.28 39 e 40 / 39 and 40 Distribuição de reserv as / Distribution of reserves Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives - - - - 2.020.453.990.051.058.089.595.54 - - - - - - - 928.91) (4.330.020.401.151.555.633.011.555.252.061.89) (494.251.31 Instrumentos financeiros deriv ados / Financial derivatives 17 - - - - - - 4.532.595.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.020.599.45) 4.554.831.490.161.14) 14.186.59 - 4. 3 e 15 / 1.666.58 22.453.57) 4.57) 4.59 - - - - - - (134.00 Aplicação do resultado de 2012 / 2012's net profit (loss) distribution (3.00) (485.91) 928.194.051.724.91) - (2.00 (4.14) 130.565.555.080.992.728.020.25 11.490.86) - - - (727.722.666.359.97 - - 34.359.916.565.803.462.401.737.990.70 1.97 - 34.500.699.107.997.722.571.569.685.354.092. Total interests equity 1 de Janeiro de 2014 a 31 de Dezembro de 2014 1 January.98) - (4.000.197.000.59 - 4. 3 and 15 - 34.990. 2013 to 31 December. | 2014 montantes expressos em euro Demonstrações consolidadas das alterações no capital próprio dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated equity changes statement for the years ended 31 December.813.080.00 (125.255.080. 2013 Saldo em 1 de Janeiro de 2013 / Balance at 1 January.068. 2014 to 31 December.15 34.358.688.78 33. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz 60 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS .90 1.548.370.00 Aplicação do resultado de 2013 / 2013's net profit (loss) distribution Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year Diferenças no interesse na S+Cm / Changes in S+Cm's interest (4.51 (4.722.121.368.089.813.813.89) 57.000.58 - - - - - - (184.00 5.119.53 - - - - - - - - 773.061.15 224.571.00) (4.31) (214.17 1.64 (730. 2013 100.403.837.91) 29.02) 123.555.000.00) (9.00 - - - - - (184.42 (151.651.358.345.837.194.803.831.903.565.358.23) 16. S.873.00 159.171.571.75 (928.566.31 4.95 1 de Janeiro de 2013 a 31 de Dezembro de 2013 1 January.992.A.00) (184. líquido Accionistas da do período Share Treasury Treasury Revaluation Legal Other Changes Retained Net capital stock (NV) stock (DP) surpluses reserves reserves in interests earnings profit (loss) empresa-mãe Parentcompany shareholders Interesses Total do não control.092.370.823.936.25 1.58 - 773. 2014 100.59) - - - - - - - - - - Realização de ex cedentes / Realization of surpluses - - - - - - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - - Outros / Other - - 17 Saldo em 31 de Dezembro de 2014 / Balance at 31 December.25) 16.23) 16.43 (20.651.56 (59.089.813.31 131.000.719.688.651. 2014 100.345.586.78 33.061. 2014 and 2013 Capital Notas Acções Acções Excedentes de social próprias (VN) próprias (DP) Notes amounts stated in euros Reservas revalorização legais Alterações Resultados reservas nos interesses Outras retidos Res.115. 2013 100.28 As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.151.092.14) 130.59) 4.500.78 33.51) (214.04 53.98) (722.75) - Resultado líquido do período / Net profit (loss) for the year 39 e 40 / 39 and 40 - - - - - - - - 4.95) 5.59) - (6.97 (12.555.151.320.43 - Aquisição de acções próprias / Treasury stock purchase - Outros / Other - Saldo em 31 de Dezembro de 2013 / Balance at 31 December.843.73 (4.121.719.53) (6.70 1.58 64.20) - (20.97 - - - (6.75 123.358.67) (3.

428.736.444.84) Recebimento (pagamento) do imposto sobre o rendimento / Corporate tax (payments) refunds (2.06) (4.223.32) (18.17 88.166.90) Activ os fix os intangív eis / Intangible assets (1.846.892.073.880.104.64 Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments - (310.37 Caix a e seus equiv alentes no início do período / Cash and cash equivalents at the beginning of the year 13 (26.471.334.713.50 77.663.11 (26.885.56) 72.753.39 Outros recebimentos (pagamentos) relativ os à activ idade operacional / Other receipts (payments) relating to operating activities (1.454.033.917.961.892.335.52 1.810.41 42.184.54) (33.181.91) (2.445.023.342.49 49.00) (5.880.66) (6.235.904.867.89) (6.675.522.722.59) Aquisição de acções próprias / Treasury stock acquisitions (31.276.515.770.83 Subsidios de inv estimento / Investment subsidies 170.39 55.836.04) Pagamentos respeitantes a / Payments arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Amortização de contratos de locação financeira / Leasing contracts amortization Juros e custos similares / Interest and similar costs Div idendos / Dividends (281.151.786.000. 2014 and 2013 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS / THE CHIEF ACCOUNTANT Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO THE BOARD OF DIRECTORS 61 .682.34) Notes ACTIVIDADES OPERACIONAIS / OPERATING ACTIVITIES: Pagamentos ao pessoal / Payments to employees (33.188.166.881.A.623.173.229.738.61 Flux o gerado pelas operações / Cash generated by operations Flux os das activ idades operacionais / Cash flow from operating activities ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO / INVESTMENT ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Inv estimentos financeiros / Financial investments 88.062.304.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.159.14 (104.722.077.74) 86.17 88.88) (55.266.76) 16.14) (87.058.462.710.14 Flux os das activ idades de inv estimento / Cash used in investment activities ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO / FINANCING ACTIVITIES: Recebimentos prov enientes de / Receipts arising from: Empréstimos obtidos / Loans obtained Outros / Other 210.602.17 Juros e prov eitos similares / Interest and similar income 290.16) - (130.52 (4.677.624.443.411.557.854.956.547.044.993.321.090.660.677.05) 43.965.857. 2014 and 2013 montantes expressos em euro amounts stated in euros Notas 31-12-2014 31-12-2013 Recebimentos de clientes / Receipts from trade debtors 343.363. | 2014 Demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa dos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 Consolidated cash flow statements for the years ended 31 December.458.034.64) (43.639.961.441.94) (1.43) (3.204.148.553.64 89.590.262.043.023.12 Pagamentos a fornecedores / Payments to trade creditors (267. S.018.580.322.15) (52.738.805.51) Caix a e seus equiv alentes no fim do período / Cash and cash equivalents at the end of the year 13 50.67) 37.946.08) Flux os das activ idades de financiamento / Cash used in financing activities Variação de caix a e seus equiv alentes / Net change in cash and cash equivalents (33.91) Outros / Other (1.07 323.553.82) Activ os fix os tangív eis / Tangible assets (5.810.677.04 1.14) As notas fazem parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 The notes are an integrant part of the consolidated financial statements at 31 December.884.00 - 87.14) (235.93) (71.272.55) (17.77 221.428.490.189.30 - Activ os fix os tangív eis / Tangible assets 761.217.555.38) 83.73 Recebimento (pagamento) do imposto sobre o v alor acrescentado / VAT (payments) refunds (1.914.25 61.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Notas Consolidadas
em 31 de Dezembro de 2014
(montantes expressos em Euro)

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(investidor@sumolcompal.pt).

ÍNDICE
Nota introdutória ..................................................................................................................................................... 65
Bases de apresentação ....................................................................................................................................... 65
Referencial de relato........................................................................................................................................ 65
Declaração de conformidade ........................................................................................................................ 65
Consistência na apresentação ..................................................................................................................... 65
Alterações de políticas .................................................................................................................................... 65
Principais políticas contabilísticas .................................................................................................................... 65
Goodwill ............................................................................................................................................................... 65
Activo intangível ................................................................................................................................................ 66
Activo tangível ................................................................................................................................................... 66
Investimentos financeiros em subsidiárias ............................................................................................... 66
Outros investimentos financeiros ................................................................................................................ 67
Locação financeira ........................................................................................................................................... 67
Locação operacional........................................................................................................................................ 67
Inventários........................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a receber ....................................................................................................................... 67
Caixa e equivalentes a caixa ........................................................................................................................ 67
Empréstimos ...................................................................................................................................................... 67
Dívidas comerciais a pagar ........................................................................................................................... 67
Encargos financeiros com empréstimos obtidos .................................................................................... 68
Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ................................................... 68
Provisões ............................................................................................................................................................. 68
Imposto sobre o rendimento ......................................................................................................................... 69
Regime contabilístico do acréscimo e rédito ........................................................................................... 69
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas ............................................................. 69
Classificação de activos e passivos não correntes ............................................................................... 69
Reserva legal ..................................................................................................................................................... 69
62

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira .................................................................... 70
Imparidade do goodwill ................................................................................................................................... 70
Imparidade das marcas .................................................................................................................................. 70
Imparidade de outros activos ........................................................................................................................ 70
Contingências .................................................................................................................................................... 71
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2).............................................................................. 71
Benefícios com pensões de reforma .......................................................................................................... 71
Acontecimentos após a data do balanço .................................................................................................. 71
Estimativas e julgamentos contabilísticos relevantes ................................................................................ 71
Gestão do risco ...................................................................................................................................................... 72
De mercado ........................................................................................................................................................ 72
Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços .......................................................................... 73
Associados a stakeholders ............................................................................................................................ 73
Operacionais e patrimoniais .......................................................................................................................... 74
Legais ................................................................................................................................................................... 75
Financeiros ......................................................................................................................................................... 75
Tecnologias de informação ........................................................................................................................... 83
1.

Empresas incluídas na consolidação .................................................................................................. 85

2.

Empresas associadas .............................................................................................................................. 86

3.

Comparabilidade e alterações ocorridas no Grupo ........................................................................ 86

4.

Goodwill ........................................................................................................................................................ 87

5.

Activo intangível ......................................................................................................................................... 88

6.

Activo tangível ............................................................................................................................................ 89

7.

Outros investimentos financeiros ......................................................................................................... 91

8.

Dívidas comerciais de longo prazo a receber .................................................................................. 91

9.

Inventários ................................................................................................................................................... 91

10.

Dívidas comerciais de curto prazo a receber ................................................................................... 92

11.

Activos por impostos correntes ............................................................................................................. 93

12.

Outros activos correntes ......................................................................................................................... 93

13.

Caixa e equivalentes a caixa ................................................................................................................. 94

14.

Capital ........................................................................................................................................................... 94

15.

Interesses não controlados .................................................................................................................... 96

16.

Empréstimos de médio e longo prazo ................................................................................................ 96

17.

Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura ............................................ 97

18.

Dívidas comerciais de longo prazo a pagar ...................................................................................... 98

19.

Provisões e perdas de imparidade acumuladas ............................................................................. 98

20.

Empréstimos de curto prazo .................................................................................................................. 99

21.

Dívidas comerciais de curto prazo a pagar ....................................................................................... 99

22.

Passivos por impostos correntes ......................................................................................................... 99

23.

OUTROS Passivos correntes .............................................................................................................. 100
63

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

24.

Outros passivos financeiros ................................................................................................................. 100

25.

Réditos ........................................................................................................................................................ 101

26.

Outros rendimentos e ganhos ............................................................................................................. 101

27.

Locação operacional .............................................................................................................................. 101

28.

Fornecimentos e serviços externos ................................................................................................... 102

29.

Gastos com o pessoal ........................................................................................................................... 103

30.

Outros gastos e perdas ......................................................................................................................... 103

31.

Resultados financeiros .......................................................................................................................... 104

32.

Impostos sobre o rendimento .............................................................................................................. 104

33.

Partes relacionadas ................................................................................................................................ 108

34.

Actividade desenvolvida pelos administradores não executivos ............................................. 110

35.

Responsabilidade social ....................................................................................................................... 111

36.

Contingências ........................................................................................................................................... 115

37.

Matérias ambientais................................................................................................................................ 116

38.

Plano de pensões .................................................................................................................................... 117

39.

Segmentos operacionais....................................................................................................................... 117

40.

Resultados por acção ............................................................................................................................ 121

41.

Normas aprovadas no período e normas com eficácia posterior ............................................ 121

42.

Acontecimentos após a data do balanço ......................................................................................... 121

43.

Data de autorização para emissão das demonstrações financeiras ...................................... 121

64

“S+C” ou “Empresa”) e empresas subsidiárias e tem como actividade principal a produção e comercialização de refrigerantes. a aplicação da IFRS 3 implica descontinuar a amortização do goodwill desde o princípio do primeiro período anual com início em ou após 31 de Março de 2004. as demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") conforme endossadas pela União Europeia (“UE”) a partir do exercício de 2005. S. cervejas. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras consolidadas do Grupo foram preparadas de acordo com as IAS/IFRS emitidas pelo IASB. bem como as interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretations Committee (“IFRIC”) e pelos respectivos órgãos antecessores. se positivas.A. por esta ser a divisa preferencialmente utilizada no ambiente económico em que o Grupo opera. Até 31 de Dezembro de 2004. (“SUMOL+COMPAL”. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram: Goodwill As diferenças entre o valor de aquisição dos investimentos em empresas do grupo e o montante atribuído ao justo valor dos activos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição.º 35/2005. na sua regulamentação para a legislação portuguesa através do Decreto-Lei (“DL”) n. Contudo. definido em 20 anos. sumos de frutas.A. tal como adoptadas pela UE. o Grupo amortizava o goodwill no período estimado de recuperação do investimento. As demonstrações financeiras consolidadas anexas são apresentadas em euros (moeda funcional). são escrituradas na rubrica “Goodwill” (Nota 4) e. de 17 de Fevereiro.º 9. BASES DE APRESENTAÇÃO As bases de apresentação na preparação das demonstrações financeiras consolidadas anexas foram as seguintes: Referencial de relato No âmbito do disposto no Regulamento (CE) n. em Carnaxide. As IAS/IFRS incluem as normas emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"). | 2014 NOTA INTRODUTÓRIA O Grupo SUMOL+COMPAL (“Grupo”) é constituído pela SUMOL+COMPAL. derivados e conservas de frutos e vegetais. n. depois de reavaliado o justo valor dos activos e passivos identificáveis. Consistência na apresentação As políticas contabilísticas a seguir apresentadas foram aplicadas de forma consistente a todas as entidades do Grupo em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas daquele. e foi constituída em 26 de Janeiro de 1970. Alterações de políticas Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não ocorreram alterações de políticas contabilísticas face às consideradas na preparação da informação financeira relativa ao período anual anterior.º 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 19 de Julho. directamente em ganhos do período. o Grupo procedeu à interrupção da amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005. Deste modo. águas. A Empresa tem sede na Estrada da Portela. quando negativas. 65 .

tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo. conforme quadro abaixo: Anos de vida útil Instalações 5 a 50 Equipamento básico 4 a 25 Equipamento de transporte 6 a 25 Ferramentas e utensílios 4 a Equipamento administrativ o 3 a 10 Taras e v asilhame 3 a Outros activ os tangív eis 3 a 25 8 7 As despesas correntes com reparação e manutenção do activo tangível são escrituradas como gasto no exercício em que ocorrem. são capitalizadas e depreciadas de acordo com a vida útil remanescente dos correspondentes bens. As amortizações dos direitos contratuais são calculadas pelo método das quotas constantes. O activo intangível é composto por direitos contratuais decorrentes de contratos de exclusividade celebrados com clientes e por marcas. igualmente acumuladas (Nota 5). 66 . As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. O activo intangível só é reconhecido se for identificável. Activo tangível Os activos fixos tangíveis encontram-se escriturados ao valor de aquisição deduzido das depreciações acumuladas e eventuais perdas de imparidade acumuladas (Nota 6). deduzido das amortizações acumuladas e eventuais perdas de imparidade. durante o período estimado da sua vida útil a partir do exercício em que o activo se encontra disponível para uso e são escrituradas na demonstração dos resultados na rubrica de "Amortizações e depreciações". as depreciações são calculadas pelo método das quotas constantes a partir do ano em que os bens entram em funcionamento (uso). As beneficiações de montante significativo que aumentam o período estimado de utilização dos respectivos bens. foram incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas pelo método de consolidação integral. Investimentos financeiros em subsidiárias As participações financeiras nas empresas em que o Grupo está exposto ou é detentor de direitos relativamente a resultados variáveis por via do seu relacionamento com a investida e tem capacidade para afectar esses resultados através do poder que exerce sobre ela (definição de controlo utilizada pelo Grupo). por contrapartida da rubrica "Amortizações e depreciações" da demonstração dos resultados.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. durante o período da respectiva vigência (3 a 5 anos). As eventuais perdas de imparidade são reconhecidas como um gasto do período em que sejam apuradas. independentemente da existência de sinais desta. O valor recuperável das marcas escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. sendo imputadas numa base sistemática durante a vida útil estimada para o activo pelo Grupo. | 2014 O valor recuperável do goodwill escriturado no activo é sujeito anualmente a testes de imparidade. Regra geral.A. encontrando-se os mesmos escriturados ao valor de aquisição. independentemente da existência de sinais desta. controlado pelo Grupo e for provável que dele advenham benefícios económicos futuros para o Grupo e se possa medir razoavelmente o seu valor. Estes activos são depreciados a partir do momento em que os activos subjacentes estejam disponíveis para uso. Os activos tangíveis em curso representam imobilizado ainda em fase de construção/desenvolvimento. S. Activo intangível O activo intangível encontra-se escriturado ao valor de aquisição. tendo como limite a quantia escriturada do respectivo activo.

Outros investimentos financeiros Os investimentos financeiros noutras empresas são inicialmente escriturados pelos respectivos valores de aquisição. deduzidos de eventuais perdas de imparidade (Notas 8. 67 . reconhecendo o activo tangível. Locação financeira Os activos tangíveis adquiridos mediante contractos de locação financeira (“Leasing”). Empréstimos Os empréstimos são escriturados ao custo amortizado (Notas 16 e 20).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. as depreciações acumuladas correspondentes (Nota 6) e as dívidas pendentes de liquidação de acordo com o plano financeiro contratual. que são os justos valores das retribuições dadas por eles. A estimativa destes fluxos de caixa considera os termos contratuais do passivo financeiro tais como comissões. Os valores de aquisição destes investimentos são inferiores aos respectivos valores de realização. as rendas pagas são reconhecidas como gasto. deduzidos de eventuais perdas de imparidade acumuladas. Locação operacional Os bens cuja utilização decorre do regime de aluguer de longa duração ("ALD") estão contabilizados pelo método de locação operacional. regularmente revisto à luz das condições correntes. Na aquisição de empresas do Grupo é seguido o método da compra. | 2014 O capital próprio e o resultado líquido destas empresas. Dívidas comerciais a receber As dívidas de clientes e as outras dívidas de terceiros são inicialmente escrituradas ao justo valor e subsequentemente mensuradas ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo. durante o período de aluguer a que respeitam (Nota 27). que corresponde à quantia pela qual o passivo financeiro é mensurado no reconhecimento inicial (justo valor) menos os reembolsos de capital e a amortização cumulativa usando o método do juro efectivo de qualquer diferença entre essa quantia inicial e a quantia na maturidade. são apresentados separadamente no balanço consolidado e na demonstração consolidada dos resultados. na rubrica "Interesses não controlados" (Nota 15). os juros incluídos no valor das rendas e as amortizações do activo tangível são reconhecidos como gastos na demonstração dos resultados do período a que respeitam. As transacções. incluindo despesas de transacção. depósitos bancários à ordem e a prazo e outras aplicações de tesouraria com vencimento a menos de três meses e para os quais o risco de alteração de valor não é significativo. Dívidas comerciais a pagar As dívidas a fornecedores e outras dívidas a terceiros são escrituradas inicialmente ao justo valor e subsequentemente ao custo amortizado de acordo com o método do juro efectivo (Notas 18 e 21). respectivamente. os saldos e os dividendos distribuídos entre empresas do Grupo são eliminados. De acordo com este método. Inventários Os inventários são valorizados ao menor do gasto de aquisição/produção ou do valor realizável líquido (Nota 9).A. Caixa e equivalentes a caixa Os montantes incluídos na rubrica de "Caixa e equivalentes de caixa" (Nota 13) correspondem aos valores de caixa. bem como as correspondentes responsabilidades. são contabilizados pelo método financeiro. Adicionalmente. Esta rubrica inclui ainda os descobertos bancários a qual é apresentada como equivalentes a caixa no passivo. o gasto de juros é imputado ao passivo financeiro durante o período relevante descontando os pagamentos de caixa futuros estimados durante a sua vida esperada. S. Os inventários de todas as empresas incluídas na consolidação foram valorizados de acordo com os critérios de valorimetria da empresa-mãe. O valor realizável líquido corresponde ao preço de venda normal deduzido dos gastos de comercialização. 10 e 19). De acordo com o método do juro efectivo. correspondente à participação de terceiros nas mesmas. utilizando como método de custeio para as matérias-primas o custo médio e para os produtos acabados o custo standard. spread e custos de transacção.

Instrumentos financeiros derivados e contabilidade de cobertura O Grupo recorre à contratação de instrumentos financeiros derivados (Nota 17) com o fim único e exclusivo de cobrir os riscos de taxa de juro de financiamentos bancários contratados e de taxa de câmbio associado a fluxos financeiros em moeda estrangeira. A contratação de tais instrumentos é efectuada de acordo com as políticas de gestão de risco aprovadas pelo Conselho de Administração. o justo valor dos derivados é estimado com base em instrumentos cotados. S. a eficácia da cobertura possa ser mensurada com fiabilidade à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. com as seguintes condições: i. os mesmos devem ser altamente prováveis de virem a ocorrer.A. iv. As provisões são revistas na data de cada balanço e são ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa a essa data. à data de início da transacção. Provisões As provisões (Nota 19) são reconhecidas quando. Quando um instrumento de cobertura expira ou é vendido. a relação de cobertura encontra-se identificada e formalmente documentada. | 2014 Encargos financeiros com empréstimos obtidos Os encargos financeiros relacionados com os empréstimos obtidos são reconhecidos de acordo com o método do juro efectivo. esta é registada directamente em resultados. ii. para operações de cobertura de fluxos de caixa. cumulativamente. do instrumento de cobertura e a avaliação da efectividade da cobertura. o Grupo tem uma obrigação presente (legal ou implícita) resultante de um evento passado e é provável que. e somente quando. incluindo a identificação do item coberto. ou quando a cobertura deixa de cumprir os critérios exigidos para a contabilidade de cobertura. Os instrumentos financeiros derivados utilizados para fins de cobertura podem ser classificados contabilisticamente como de cobertura desde que cumpram. tais como interest rate swaps (“swaps”) (Nota 16) e forwards cambiais (“forwards”). à data de início da transacção e ao longo da vida da operação. iii. as variações de justo valor do derivado acumuladas em reservas são reconhecidas em resultados quando a operação coberta também afectar resultados. Cobertura de fluxos de caixa Sempre que as expectativas de evolução de taxas de juro e de câmbio o justifiquem. existe a expectativa de que a relação de cobertura seja altamente efectiva. Se as operações de cobertura apresentarem ineficácia. 68 . para a resolução dessa obrigação. Na ausência de preços de mercado. à medida que o item coberto gere perdas ou ganhos. reconhecendo-se o gasto dos juros e todos os outros gastos inerentes ao longo da vida útil esperada dos mesmos (Notas 16 e 20). ocorra uma saída de recursos e que o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. os custos associados aos financiamentos cobertos são periodizados à taxa inerente à operação de cobertura contratada. o justo valor dos derivados é estimado através do método de fluxos de caixa descontados. através de instrumentos derivados. o Grupo procura contratar operações de protecção contra movimentos adversos. na medida em que sejam consideradas coberturas eficazes. as variações no justo valor são inicialmente registadas por contrapartida de capitais próprios e posteriormente reclassificadas para resultados. Estas operações são registadas no balanço pelo seu justo valor e.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Desta forma e em termos líquidos. Sempre que disponível.

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Imposto sobre o rendimento
O imposto sobre o rendimento do período é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação e considera a tributação diferida.
O imposto corrente sobre o rendimento é calculado com base nos resultados tributáveis das
empresas incluídas na consolidação de acordo com as regras fiscais em vigor no local da sede
de cada uma delas (Notas 11 e 22), considerando a tributação diferida.
Os impostos diferidos (Nota 32) são calculados com base no método da responsabilidade de
balanço e reflectem as diferenças temporárias entre o montante dos activos e passivos para
efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos quando existem expectativas razoáveis de
lucros fiscais futuros suficientes para os utilizar. No final de cada período é efectuada uma
revisão dos impostos diferidos escriturados, bem como dos não reconhecidos, sendo os
mesmos reduzidos sempre que deixe de ser provável a sua utilização futura ou escriturados,
desde que, e até ao ponto em que, se torne provável a geração de lucros tributáveis no futuro
que permitam a sua recuperação.
Regime contabilístico do acréscimo e rédito
Os gastos e os rendimentos são contabilizados no exercício a que dizem respeito,
independentemente da data do seu pagamento ou recebimento. Os gastos e os rendimentos
cujo valor real não seja conhecido são contabilizados por estimativa.
Nas rubricas "Outros activos correntes" (Nota 12) e "Outros passivos correntes" (Nota 23)
registam-se os rendimentos e os gastos imputáveis ao exercício corrente e cujas receitas e
despesas ocorrerão em exercícios futuros, bem como as receitas e as despesas já ocorridas
respeitantes a exercícios futuros, a imputar aos resultados de cada um desses exercícios pelo
valor que lhes corresponde.
Os réditos (Notas 25 e 39) decorrentes de vendas e de prestações de serviços são
reconhecidos na demonstração consolidada dos resultados quando os riscos e vantagens
significativos inerentes à posse dos activos são transferidos para o comprador e o montante
dos réditos possa ser razoavelmente quantificado. Os réditos são reconhecidos líquidos de
impostos e descontos.
Subsídios governamentais ou de outras entidades públicas
O Grupo reconhece estes subsídios quando tem na sua posse informações que permitam
concluir, por um lado, que as empresas elegíveis reúnem os requisitos para cumprir as
condições a eles associadas e que, por outro, os fluxos de caixa deles decorrentes fluirão
efectivamente para aquelas.
Após a verificação das circunstâncias acima descritas, o Grupo adopta umas das seguintes
metodologias na escrituração destes subsídios:
i. os destinados à exploração são reconhecidos na demonstração dos resultados do
período a que respeitam;
ii. os atribuídos a fundo perdido para financiamento da aquisição de activos tangíveis são
escriturados, como rendimentos diferidos, na rubrica de “Outros passivos correntes”
(Nota 23), e reconhecidos na demonstração dos resultados proporcionalmente às
amortizações dos activos tangíveis subsidiados.
Classificação de activos e passivos não correntes
Os activos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano da data de balanço são
classificados, respectivamente, como activos e passivos não correntes.
Reserva legal
A legislação societária Portuguesa estabelece que pelo menos 5% do resultado líquido anual
tem que ser destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do
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capital social (Nota 14). Esta reserva não é distribuível, a não ser em caso de liquidação, mas
pode ser utilizada para absorver prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas, e
para incorporação no capital social.
Saldos e transacções expressos em moeda estrangeira
Os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros
utilizando as taxas de câmbio vigentes na data dos balanços.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as
taxas de câmbio em vigor na data das transacções e as vigentes na data das cobranças,
pagamentos ou à data do balanço, são escrituradas como rendimentos e gastos na
demonstração consolidada dos resultados do exercício.
A moeda funcional das unidades operacionais detidas no estrangeiro é a mesma da entidade
que relata, ou seja, o euro.
Imparidade do goodwill
Por ter vida útil indeterminada, o goodwill (Nota 4) não é amortizado, mas antes anualmente
sujeito a teste de imparidade. O goodwill encontra-se escriturado pelo seu custo deduzido de
eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se escrituram em resultados
financeiros.
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, o goodwill é associado a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil.
Imparidade das marcas
Por terem igualmente vida útil indeterminada, as marcas (Nota 5) não são amortizadas, mas
antes anualmente sujeitas a teste de imparidade. As marcas encontram-se escrituradas pelo
seu custo deduzido de eventuais perdas de imparidade, as quais não são reversíveis e se
escrituram na demonstração dos resultados em "Provisões e perdas de imparidade".
Para efeitos de realização dos testes de imparidade, as marcas são associadas a unidades
geradoras de caixa de modo a se determinar o valor presente dos fluxos de caixa futuros
estimados que se esperam obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da
sua vida útil (Nota 19).
Imparidade de outros activos
É efectuada uma avaliação de imparidade à data do balanço e sempre que se identifique um
evento ou alteração nas circunstâncias indicativo de que possa não ser recuperado o valor de
escrituração de um activo. Caso este seja superior à sua quantia recuperável reconhece-se
uma perda de imparidade, escriturada na demonstração dos resultados em "Provisões e
perdas de imparidade" (Nota 19).
A quantia recuperável é o valor mais elevado entre o justo valor menos o gasto de venda e o
seu valor de uso. O primeiro é o valor que se obteria com a alienação do activo numa
transacção ao alcance das partes envolvidas, deduzido dos gastos directamente atribuíveis à
alienação. O segundo é o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados que se esperam
obter do uso continuado do activo e da sua alienação no final da sua vida útil. A quantia
recuperável é estimada para cada activo individualmente ou, caso não seja possível, para a
unidade geradora de caixa a que pertence.
A reversão de perdas de imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é escriturada na
demonstração dos resultados, em “Outros rendimentos operacionais”, quando existem indícios
de que já não existem ou diminuíram. Contudo, a reversão é efectuada até ao limite da quantia
que estaria reconhecida (líquida de amortização ou depreciação) caso a perda de imparidade
não se tivesse escriturado em exercícios anteriores.

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Contingências
As responsabilidades contingentes não são reconhecidas nas demonstrações financeiras
consolidadas (Nota 36). As mesmas são divulgadas nas notas consolidadas, a menos que a
possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota.
Matérias ambientais (licenças de emissão de CO2)
Algumas das unidades produtivas do Grupo encontram-se abrangidas pelo mercado europeu
de Gases com Efeito de Estufa (GEE). Até à data, o IASB não regulamentou ainda a política
contabilística que permita às entidades escriturar a atribuição e transacção de licenças de
emissão dos GEE (Nota 37). Não obstante, o Grupo entendeu ser adequado adoptar a que a
seguir se descreve:
i. as licenças de emissão de GEE atribuídas a título gratuito não dão lugar ao
reconhecimento de qualquer activo ou passivo, o mesmo se aplicando às emissões que
lhes estão associadas;
ii. os rendimentos de que o Grupo possa vir a beneficiar resultantes da alienação de
direitos de emissão serão escriturados na rubrica “Outros rendimentos operacionais”;
iii. quando existirem indícios de que as emissões anuais de CO2 irão exceder as licenças
atribuídas anualmente, o Grupo procederá à escrituração do correspondente passivo na
rubrica “Outros acréscimos de gastos”, por contrapartida da rubrica “Outros gastos
operacionais”, tendo como base de mensuração a cotação de fecho da data do balanço
consolidado anual;
iv. as licenças que o Grupo tenha eventualmente de adquirir darão lugar ao reconhecimento
de um activo intangível, pelo respectivo preço de aquisição, na rubrica “Propriedade
industrial e outros direitos”.
Benefícios com pensões de reforma
As responsabilidades pelo pagamento de pensões de reforma (por velhice ou invalidez) e de
sobrevivência são escrituradas em conformidade com o disposto na IAS 19 para os planos de
contribuição definida (Nota 38), sendo os gastos com a atribuição dos planos reconhecidos à
medida que os serviços são prestados pelos empregados beneficiários (na rubrica “Gastos com
o pessoal”).
Acontecimentos após a data do balanço
Os eventos ocorridos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre
condições que existiam à data do balanço são reflectidos nas demonstrações financeiras
consolidadas. Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação sobre
condições que ocorram após a data do balanço, se materiais, são divulgados nas notas
consolidadas (Nota 42).
ESTIMATIVAS E JULGAMENTOS CONTABILÍSTICOS RELEVANTES
A preparação de demonstrações financeiras consolidadas exige que a gestão do Grupo efectue
julgamentos e estimativas que afectam os montantes de rendimentos, gastos, activos, passivos
e divulgações à data de relato, pelo que as presentes demonstrações financeiras incluem
rubricas que resultam de estimativas e julgamentos utilizados na aplicação das políticas
contabilísticas do Grupo.
As estimativas acima referidas são determinadas pelos julgamentos da gestão do Grupo, o
qual se baseia na melhor informação e conhecimento de eventos presentes, e em alguns casos
em relatos de peritos independentes, e nas acções que a empresa considera poder vir a
desenvolver no futuro.
O Conselho de Administração considera que as escolhas efectuadas são as apropriadas e que
as demonstrações financeiras consolidadas apresentam, de forma adequada, a posição
financeira do Grupo e o resultado das suas transacções em todos os aspectos considerados
materialmente relevantes.
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iv. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades. Nos mercados internacionais. em geral. estimativa da vida útil dos activos tangíveis (Nota 6). 72 . Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. v. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. (iii) desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. | 2014 O uso de estimativas e de pressupostos representa um risco em originar ajustamentos nos períodos futuros. (ii) conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. estimativa de imposto sobre o rendimento (Nota 32). estimativa de imparidade em clientes (Nota 19). as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. e de (iv) realizar metade das vendas de 400 milhões de euros fora de Portugal. estimativa de imparidade do goodwill (Nota 4). Em consequência. A relação com os clientes não obriga. a que estes adquiram quantidades mínimas. Sazonalidade e actividades promocionais em preço As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. vi. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. havendo contudo. GESTÃO DO RISCO Na sequência do referido no ponto 12 do Relatório de Gestão desenvolvem-se seguidamente os diversos riscos a que o Grupo está exposto: De mercado Em Portugal. Não obstante este enquadramento difícil. os mercados de bebidas de alta rotação onde a SUMOL+COMPAL opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. estimativa de imposto diferido activo decorrente de prejuízos fiscais reportáveis (Nota 32). estimativa de imparidade das marcas (Nota 5). As principais rubricas que se encontram influenciadas por estimativas e julgamentos são as seguintes: i. Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que a SUMOL+COMPAL disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). e como se afirma na winning aspiration. S. a SUMOL+COMPAL tem a ambição de (i) liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. o que se procura fazer na SUMOL+COMPAL.A. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. Além disso. beneficiando do contributo destas para o seu bem-estar. iii. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. ii.

Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. pelas suas competências. com quem mantém relações comerciais. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. atrair e reter talento. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. No entanto. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. grau de experiência e/ou trajecto profissional. | 2014 Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes podem ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. por isso. Esse risco pode ter origem em várias fontes. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. mas tem definido como um dos vectores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. De igual modo. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. Na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. conhecimentos. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. S. pelo que é crítico identificar. A SUMOL+COMPAL pode ser considerada à escala global como uma pequena empresa. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. constitui um risco para a Empresa. Associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. legal ou de fornecimento. Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. (iii) custos desadequados. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. 73 . a montante. tornando-os cada vez mais globalizados.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. sejam dificilmente substituíveis. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução.A. Além do risco de má reputação de uma marca própria. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos.

independentemente do país em que trabalhem. do solo e da atmosfera. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. Operacionais e patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. nos seres vivos e nos ecossistemas. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. repetidos ou não. Está implementado um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL ou ter efeitos patrimoniais negativos. (ii) incêndios. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. S. pessoal e de exploração. Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. mais importante. sabotagens e riscos semelhantes. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da Empresa. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física. Para além do conjunto de Valores definidos. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. levando a uma degradação ambiental. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos recursos naturais água e energia. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. com agentes poluentes. A gestão destes riscos é complementada com políticas. vão ser tomadas medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. como qualquer produtor. 74 . já que a sua eventual afectação pode traduzir-se numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização. química e microbiológica das produções. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água.A. causando danos na saúde humana. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. A SUMOL+COMPAL. nas vendas futuras da Companhia. No imediato. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. Apesar disso. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio.

perante um enquadramento regulamentar instável e mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. bem como a definir os procedimentos adequados no sentido de monitorar permanentemente esta variável. enquadra e delimita a sua actividade.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O risco está sobretudo associado a três dimensões: tributação sobre o rendimento. | 2014 Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. Contudo a exposição ao risco de taxa de câmbio é parcialmente compensada. À semelhança do que tem ocorrido nos anos anteriores e tendo em conta a extrema volatilidade registada nos mercados cambiais. etc. Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. Financeiros A SUMOL+COMPAL encontra-se exposta a diversos riscos financeiros. risco de liquidez e risco de crédito.) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal.) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. este é um risco cuja gestão é crítica. O risco está associado a diversas dimensões (lei geral. nomeadamente Moçambique e Angola. S. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD. sobre o património e sobre a despesa. razão pela qual se encontra neste momento a estabelecer as políticas tendentes a mitigar este risco. vandalismo. nomeadamente risco de mercado (que inclui riscos cambiais. do mercado de capitais. laboral. Risco cambial Parte das importações de matérias-primas são contratadas em moeda estrangeira (“USD"). Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. inundações. embora tenham impactos prováveis mais reduzidos que os anteriores. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. roubo. Legais Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. provocará um aumento da exposição a este risco. greves. A política de cobertura definida permite mitigar este risco no mínimo em 50% desta exposição. específica do sector. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos 75 . ainda que em montante reduzido. continuará a ser efectuado um acompanhamento regular desta variável e será reavaliada a necessidade de fixar novas posições que se considerem adequadas para a SUMOL+COMPAL. etc. A SUMOL+COMPAL está ciente que o investimento em novos mercados. multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. normas de relato financeiro. de taxa de juro e de preço). A SUMOL+COMPAL entende que este risco deve ser parcialmente eliminado ou atenuado através da contratação de instrumentos de cobertura ou da fixação de câmbios directamente com os seus fornecedores.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. eventos meteorológicos. etc. dado que alguns clientes efectuam os seus pagamentos em USD. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem. resultando num incremento da complexidade. A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa pela implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. e por isso tem recorrido à contratação de forwards cambiais.

475.419.384. S.097 838.456 60. com base nos valores do balanço consolidado dos activos e passivos financeiros da SUMOL+COMPAL.848 123.458.358.769.683 4.884 Outros passtiv os financeiros 19.975.588.702) (1.427.144.717.447 8.093 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 45.853 335.852 51.850 8.412.981 2.397.324) (1.062 - 6.384.947.224 75.402 - 15.720 - - 69.928.447 - - 196.794.062 31-12-13 Activ os financeiros Passiv os financeiros Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) 59.008 (295.190 793.686.733.897. em 31 de Dezembro de 2013.539 122.884 - - 12.908 354.669 - 4.797.475.053 118.300) (300.458.197 - - 5.959.981 2.456 - - 5.105. representava um montante global passivo de 4.683 135.132 1.433.550.421 2.852 - - 1.860.532.550. respectivamente (124 milhares de euros negativos e 124 milhares de euros. tendo por base as taxas de câmbio a essa data (passivo de 5.892 119.539 121.384.933.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.179 13.612. no capital próprio e 76 .557.197 Outros passtiv os correntes 12.532.678 204.419.678 - - 8.372 75.481.612.383 5.744 196.433.231.720 1.161 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013). também respectivamente) e.975.921 361. uma apreciação/depreciação de 10% do USD com referência ao Euro.203.314) (212.333.185 3.795.125 - - 204.666 4.093 - - 31.853 131.620.724 5.A.060 3.683 4.266.365.860.149.961) (3.977) - 6.144.476) (3.412.840.981 2.674 48.595 - 5. conforme explicitação abaixo: Risco de taxa de câmbio 31-12-14 EUR USD Outras Total Activ os financeiros Não correntes Outros inv estimentos financeiros Dív idas comerciais de longo prazo a receber 69.721 Passiv os por impostos correntes Equiv alentes a caix a Posição financeira líquida no balanço consolidado Instrumentos financeiros deriv ados (v alor nominal) (207. resultaria num impacto nos resultados do período de 301 milhares de euros negativos e de 301 milhares de euros.621 60.981 51.194.367 3.620.132 - - 1.850 - - 19. A exposição da SUMOL+COMPAL ao risco de taxa de câmbio em 31 de Dezembro de 2014.308.964.514 75.438.409. | 2014 montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).066.866 milhares de euros.558 63. Em 31 de Dezembro de 2014.125 Correntes Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Correntes Empréstimos de curto prazo 31.481.891.100) - 5.596 327.743.743.595 Os instrumentos financeiros derivados sobre o câmbio encontram-se a cobrir o risco cambial de operações futuras em moeda estrangeira.

472.167 3. A qualidade do risco de crédito da SUMOL+COMPAL.143 43.254 1. S.073 Vencidos há menos de 3 meses Vencidos há mais de 3 meses 6. não só em termos dos montantes cobertos mas também no próprio custo das coberturas.836 38.454.361 17. Por outro lado.468.204.904 794.385. a SUMOL+COMPAL possui o seu risco de crédito coberto por apólices abrangendo quer as suas transacções em território nacional.962. suportada na avaliação do risco do cliente e no controlo permanente do seu saldo (total e em mora). | 2014 correspondentemente.007.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.515.361 Os valores apresentados correspondem aos valores em aberto. de 732 milhares de euros e 599 milhares de euros negativos (645 milhares de euros e 527 milhares de euros negativos.296.567. Existem plafonds de crédito definidos para os clientes e o controlo das contas correntes é efectuado por uma equipa especializada suportada por ferramentas tecnológicas específicas. os saldos a receber de clientes apresentavam a seguinte estrutura de antiguidade: Antiguidade de clientes 31-12-14 31-12-13 Saldos dev edores sem imparidade Não v encidos 36. também correspondentemente).254.782 5.883 883.287 45. quer exportações.676.632.858 27. face aos prazos de vencimento contratados. Risco de crédito A SUMOL+COMPAL tem uma política de Crédito definida.5 M€. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.209 758. O valor máximo anual coberto (valor máximo indemnização) atinge os 14.A.016 30. sendo reconhecidos os respectivos ajustamentos quando tal se revela adequado.242.242. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.271 2.146 43.225 36.351 17. Adicionalmente.535 866.495 2.395 24.567.425 Saldos dev edores com imparidade Não v encidos - - Vencidos há menos de 3 meses - - Vencidos há mais de 3 meses 17. É efectuada uma avaliação periódica à antiguidade e risco de incobrabilidade dos saldos de clientes.351 39.016 45.107. face aos saldos a receber de clientes que não se encontram em imparidade.517.425 27.350.322. em 31 de Dezembro de 2013. apresenta o seguinte detalhe: Qualidade do crédito a clientes Saldos de nov os clientes (menos de 6 meses) Saldos de clientes sem histórico de incumprimento Saldos de clientes com histórico de incumprimento 31-12-14 31-12-13 Crédito Garantias Crédito Garantias 3.468. a SUMOL+COMPAL aderiu às coberturas adicionais disponibilizadas pelo Estado Português o que lhe permitiu obter vantagens adicionais.423.351 17.275.472.538 77 .180 4.

241.A. por forma a atenuar o risco de taxa de juro No final do ano o endividamento líquido foi de 176.343 63.517 63.343.741 120.206 Notação BBNotação B+ Notação B Sem notação 44. nessa data foi feita uma reavaliação da exposição que a SUMOL+COMPAL mantém em relação à volatilidade da taxa de juro. ii. estavam previstos os seguintes covenants financeiros para os contractos de financiamento celebrados no âmbito das divulgações das Notas 16 e 20.833 Risco de taxa de juro A dívida média remunerada oscila ao longo do ano de acordo com a sazonalidade própria do negócio.733.741 A exposição máxima ao risco de crédito no balanço consolidado em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 detalha-se como segue: Exposição máxima ao risco de crédito Dív idas comerciais de longo prazo a receber Dív idas comerciais de curto prazo a receber Outros activ os correntes (acréscimos de rendimentos) Caix a e equiv alentes a caix a (depósitos bancários) 31-12-14 31-12-13 1. a SUMOL+COMPAL poderá vir a efectuar ajustes ao montante coberto.364 - 9.229.616.448. no montante global de 59.187 18. relativamente à percentagem de detenção de algumas sociedades do Grupo pela Refrigor.778.410 6.708.241 4. mediante o qual as dívidas contraídas devem ter um tratamento equivalente a outras dívidas e/ou compromissos. A política de cobertura definida pressupõe uma cobertura de cerca de 50% do montante em dívida. face à conjuntura actual e previsível de evolução da mesma. S.684 Notação BB+ 6. os quais são objecto de monitorização periódica: i. tendo-se concluído que. decorrentes da alienação de 49.299. A SUMOL+COMPAL continua a acompanhar de perto a evolução da taxa de juro.035 1.7 milhões de euros.229.743 3. | 2014 A qualidade de risco de crédito da SUMOL+COMPAL. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.412. Ownership Clause.601 488 125.924. seria de manter a posição a descoberto.6 milhões de euros.206 - Notação BB 48.8 milhões de euros.589 458.9% da S+Cm. pela SUMOL+COMPAL e ainda por alguns accionistas individuais da Refrigor relativamente a esta mesma sociedade. Tendo em conta a política definida e a expectativa futura de evolução da taxa de juro.132 1.956. detalha-se como segue: Rating Notação A+ 31-12-14 31-12-13 4.294 3. Excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro.A. Como em anos anteriores.587 - Notação BBB- - 3.146 Notação A Notação BBB 12. (“Refrigor”). No período findo em 31 de Dezembro de 2014. face a activos financeiros (caixa e equivalentes a caixa e instrumentos financeiros derivados) cujas contrapartes sejam instituições financeiras.502 2.360.383 51. 78 .504. Pari Passu. a taxa de cobertura encontra-se próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data.858 58.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.600 2.659 1.542.322 6. tendo apresentado em 2014 um valor médio de 268. S.455 51.

000.718 27.755.667.000 604.197 A SUMOL+COMPAL utiliza a técnica da análise de sensibilidade que mede as alterações estimadas nos resultados e capitais de um aumento ou diminuição imediata das taxas de juros de mercado. | 2014 iii.216.281.648 474. e em que são definidas regras sobre o destino dos fundos em caso de alienação.867.536 11. vi.000 167.558 14.557.500.381 - - 8.730 . v.650. com todas as outras variáveis constantes.395 1.939 - 8. já que na prática as taxas de mercado raramente se alteram isoladamente.186.243 .056 - 36.433.126 - 28.000 226.379.921 .201.000 30.647 12.730 302.884.000 201.833 28.201 - 13.000 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 25.627. alterações nas taxas de juro do mercado afectam rendimentos ou despesas de juros de instrumentos financeiros variáveis.103 . onde se refere que o incumprimento de determinado contrato de financiamento implica o incumprimento de todos os restantes.474.000 25.141.072.177.841.588.118 31-12-13 Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 460.000 176.249.941 13. por um lado.833 28.207.000.194.614 - - 8.512.709.500.344 .196.540 .444.848 12.479 166.046.299.500. A fusão ou cisão de sociedades está condicionada ao consentimento prévio por parte das instituições financeiras. Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.299.758. iv.592 11.144.558 14. Esta análise é apenas para fins ilustrativos.447 - 8.070 27.000 473.944 28.373.182 - 65.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.975. A análise de sensibilidade é baseada nos seguintes pressupostos: i.204.540 460.712.A. 79 .216. o desenvolvimento dos activos e passivos financeiros com exposição a risco de taxa de juro em função da maturidade ou data de refixação é apresentado no quadro seguinte: Maturidade do indexante da taxa de juro 31-12-14 Até 1 mês 1-3 meses 3-12 meses s/ index .512. Total Passiv os financeiros Não correntes Empréstimos de longo prazo Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) 302.241.177 Correntes Empréstimos de curto prazo Equiv alentes a caix a 174.698 - 31.000 206.094 26.216.975. A definição de rácios de níveis de meios libertos brutos de exploração / serviço de dívida que podem implicar o vencimento e exigibilidade antecipada de alguns contractos de financiamento. em que as sociedades estão impossibilitadas de alienar ou onerar activos sem o consentimento prévio de algumas instituições financeiras.000 192. Negative Pledge. S.875 29.231.500.093 12. Cross Default.000 29.899 - 44.974.042 1.

iii.605 milhares de euros negativos (3. a SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e do cashflow gerado com as operações.809 e 1.696 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013) e 1. utilizando taxas de mercado do final do ano. contas correntes e caucionadas) junto de várias instituições financeiras. pagamentos. 1. alterações no justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros são estimados descontando os fluxos de caixa futuros de valores actuais líquidos.536 milhares de euros negativos (1. correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente). | 2014 ii.093 milhares de euros. alterações nas taxas de juro de mercado afectam o justo valor de instrumentos financeiros derivados e outros activos e passivos financeiros. Aliás. para além dos financiamentos de médio e longo prazo contratados aquando da fusão entre o Grupo Sumol e a Compal. A SUMOL+COMPAL tem ainda acordado junto dos seus principais parceiros financeiros a possibilidade de contratar operações de factoring e confirming. Mensalmente é efectuado o acompanhamento das necessidades de fundo de maneio.696 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e do capital próprio de 2.A. As linhas contratadas não foram utilizadas na totalidade no final do exercício corrente.494. através da monitorização dos prazos médios das rubricas correntes do balanço (recebimentos. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018. sem que haja degradação dos níveis de serviço associados.480 milhares de euros em 31 de Dezembro de 2013) e 2. Sob estes pressupostos. um aumento ou diminuição de 1% em taxas de juro de mercado para todas as moedas às quais a SUMOL+COMPAL tem empréstimos ou instrumentos financeiros derivados a 31 de Dezembro de 2014 resultaria numa diminuição ou aumento do lucro antes de imposto de aproximadamente 1. stocks). que garantem a liquidez suficiente para as suas necessidades de curto prazo. tem sido prática recorrer de uma forma corrente a este tipo de instrumentos sempre que exista benefício operacional e financeiro para a SUMOL+COMPAL. 80 . A adequada gestão destes factores constitui foco de especial atenção no sentido de permitir a redução das necessidades financeiras afectas ao ciclo de exploração. iv. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps). 2. Assim. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.904. a SUMOL+COMPAL tem contratadas linhas de curto prazo (descobertos. Risco de liquidez Na gestão do risco de liquidez.536 milhares de euros (1.636 milhares de euros negativos em 31 de Dezembro de 2013). alterações nas taxas de juro de mercado apenas afectam os rendimentos ou despesas de juros em relação a instrumentos financeiros com taxas de juro fixas se estes estiverem reconhecidos a justo valor. nos montantes de 2.509 milhares de euros (3.

A.865.419.884 Equiv alentes a caix a 13.949 326.419.315.012.947.493 3. S.263.467.828.049 102.884 - - 12.157 - - 175. tendo por base o período remanescente até à maturidade contratual à data do balanço consolidado: Fluxos monetários não descontados 31-12-14 Menos 1 ano 1-5 anos Mais 5 anos Total Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 37.619 - 11.874.949 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 48.085 Outros passiv os correntes 12.400.724 Outros passiv os correntes 12.837 115.724 - - 48.890 . | 2014 A liquidação dos passivos financeiros contratados e remunerados originará os seguintes fluxos monetários não descontados.242.028 5.183.749 3.603 205.416.212.798 Equiv alentes a caix a 28.044 31-12-13 Passiv os financeiros Empréstimos Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (swaps ) Dív idas comerciais de longo prazo a pagar (outros) 43.129 - 8.980.651.213.507. incluindo juros.019 175.104 - - 28.403 - - 102.837 - - 13.786 81 .647 359.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.337.949 175.175.614.430 .046.647 102.416.090 228.330.865.085 - - 43.076 211.798 - - 12.104 131.784 7.330.232.194.701.947.319 220.647 Dív idas comerciais de curto prazo a pagar 43.315.

499.287 69.720 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.777 1.902 120.540 - - 102.942.524 1.730 - - 175.093 - Dív idas comerciais de curto prazo a pagar - - - 48.818 - .278 - - 43.724 - Outros passiv os correntes - - - 10.448.493 - - 1.848 - 8.728. não fin.949 - Empréstimos de curto prazo - - - 31.196.294 - - - Outros activ os correntes - 4.920.053 - - - 31. desig.939 - 8.248.834 - 63.194.299. fin.667.688.115 - Equiv alentes a caix a - - - 28. Outros Act.393 - - - - 59. receb.070 - 9.238.274 Outros passiv os financeiros - - - 20.947.504.648 - 66.041.582. S.850 - Equiv alentes a caix a - - - 13.618.635 66.807 - Outros passiv os correntes - - - 10.124./pass.720 - 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.107 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar 31-12-13 Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 66. cob.433.957.749 1.274 Dív idas comerciais de longo prazo a pagar Empréstimos de curto prazo Dív idas comerciais de curto prazo a pagar IF: Instrumentos financeiros AF: Activos financeiros 82 .847.499.773.646 - - - - 36.705 - 1.701.902 51.933.447 - 8.481 - - - - 3.567 Caix a e equiv alentes a caix a - 2. Crédito e AF disp.124.201.847.621 - - 1.320.347.107 Outros passiv os financeiros - - - 19.975.705 - - Dív idas comerciais de longo prazo a receber - 1.895.688.429. v al.455 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber - 51.412. Activ os financeiros Outros inv estimentos financeiros - - 69.688 1.132 - - - Dív idas comerciais de curto prazo a receber 31.144.730 - .207.299.834 Outros activ os correntes Caix a e equiv alentes a caix a Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - .A.712.567 Passiv os financeiros Empréstimos de longo prazo - - . | 2014 Justo valor de activos e passivos financeiros Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 a reconciliação da posição financeira com as diversas categorias de activos e passivos financeiros detalha-se como segue: Classificação de acordo com a IAS 39 31-12-14 IF deriv . v enda pass.612.

os seguintes procedimentos: i. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da Empresa e a ausência de software não licenciado.299. utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio.902 - 31.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura Tecnologias de informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais.902 - 31. política restritiva na gestão de desktops e laptops. mas sim com recurso a modelos de avaliação.902 - - - - - 8. não havendo sistemas de informação invioláveis. ii.730 - 8. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados.041. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente.730 - 9. razão pela qual são mantidos. Nível 1: justo valor de instrumentos financeiros baseado em cotações de mercados líquidos activos à data de referência do balanço consolidado.730 - 8.902 - - - - - 31.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. | 2014 De seguida apresentam-se os activos e passivos mensurados ao justo valor a 31 de Dezembro de 2014 e 2013. de servidores e de equipamentos pessoais.A. iii. 83 . Nível 2: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo.041. iv.299. S. ii. iii. Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. Os principais inputs dos modelos utilizados são observáveis no mercado.818 - 9.299. de acordo com os seguintes níveis de hierarquia de justo valor previstos na IFRS 13: i. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software.818 - 9. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável.299. estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. mas sim com recurso a modelos de avaliação. Nível 3: o justo valor de instrumentos financeiros não é determinado com base em cotações de mercado activo.730 - 9. cujos principais inputs não são observáveis no mercado. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password.041.818 - 8. nomeadamente através da manutenção de firewalls. sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. entre outros.041.

da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. S. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. indispensável.A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. | 2014 Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados. havendo a prática. 84 .

(“S+Cmz”) Maputo Distribuição de bebidas (f) -% 45.090 % -% 90. Madrid Sociedade Agrícola Castro Verde. S.000 % Worldw ideco.900 % 51.1. ("WWC") (Notas 3 e 15) Funchal Distribuição de bebidas (g) -% 50. suas sedes sociais.000 % Percentagem efectiv a de capital detido pela S+C 85 .000 % 50. (“D2C”) Carnax ide Serv icom Alimentaria.000 % 100. S. S. (“S+Cm”) Carnax ide Produção de bebidas S+C Sumol+Compal Moçambique.S.P. Lda (“S+Ca”) Carnax ide Gestão de participações Sumol+Compal Angola.090 % -% 90.000 % 100. Lda (“S+Ci”) Detentor Directa Efectiv a Directa Efectiv a S+Cm -% 45.A.G. S. S.A. detentor de capital e proporção do capital detido em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. ("CGBA") Luanda Distribuição de bebidas D2C Unipessoal.000 % (a) 6.100 % -% 100. Lda.900 % 96.P. EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO As empresas incluídas na consolidação.095 % -% -% Carnax ide Gestão de participações (d) -% 25.100 % Sumol+Compal Marcas.900 % 90.G.. Unipessoal. actividade principal. S.100 % 100. Subsidiárias: 50.100 % -% 100.000 % Distribuição alimentar S+Cm -% 50.100 % Carnax ide Gestão de participações (e) -% 50.000 % Produção de bebidas (c) -% 25. Lda. Lda.100 % -% 50. Lda.100 % -% 100.100 % 6.A. são as seguintes: 31-12-14 31-12-13 Percentagem de capital detido Denominação social Sede social Activ idade principal Carnax ide Produção de bebidas Companhia Geral de Bebidas de Angola. (Nota 3) Luanda Sumol+Compal Angola Inv est.000 % Comércio v ia Internet S+Cm -% 50. (“SACV”) Gouv eia Agricultura Sumol+Compal África.100 % -% -% Empresa-mãe: Sumol+Compal. S. (“S+Cao”) Sumol+Compal Internacional.S..990 % (b) -% 50. S.A.A.A.

004% em 2013).1% em 2014 e 50.061. (e) indirecta da S+Cm (50.06 EMPRESAS ASSOCIADAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. da S+Cm (0.000 euros é representado por uma quota e a sede social situa-se no Funchal. Foi ainda constituída. inexistente em 2013). 3.002% em 2014 e 0. Lda. com sede em Paris. sociedade anónima de direito francês do Grupo Castel. Tal como o previsto na IFRS 10 e no contexto da definição de controlo explicitada nas políticas contabilísticas (investimentos financeiros em subsidiárias). 1 % 4.2 milhões de euros para a SUMOL+COMPAL. sendo o seu objecto social a indústria e comercialização de bebidas. COMPARABILIDADE E ALTERAÇÕES OCORRIDAS NO GRUPO No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. Unipessoal.º 5 do Artigo 508º-C do Código das Sociedades Comerciais: Número Valor Acções próprias 4. as percentagens efectivas das participações assinaladas com as alíneas (a) a (f) resultam dos seguintes efeitos conjugados: (a) directa da SUMOL+COMPAL e indirecta da S+Cm (45. Em 23 de Janeiro de 2014. alienaram-se à Copagef (Notas 1 e 15). a sociedade Worldwideco.01% em 2014 e 10% em 2013). não existem saldos de investimentos financeiros em empresas associadas.9% do capital social da S+Cm.1% em 2013) (d) indirecta da S+Ci (25. 86 .087% em 2014 e 89. (b) indirectas da S+Ci (45. A sede social situa-se naquela cidade angolana e o capital social encontra-se representado por 20. A transacção foi realizada pelo preço global de 88. (g) indirecta da S+Cm (50. | 2014 Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.813 2. estas empresas foram incluídas na consolidação pelo método integral uma vez que o controlo destas é exercido pela SUMOL+COMPAL. (Notas 1 e 15) cujo objecto social corresponde à comercialização internacional de bebidas e outros produtos alimentares. na Ilha da Madeira.09% em 2014 e 90% em 2013). dos derivados e das conservas de frutos e vegetais e outros produtos alimentares.813 4. acções e respectivas prestações acessórias representativas de 49.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. (f) indirectas da S+Ca (45.09% em 2014 e 90% em 2013) e da S+Cm (5. a prestação de serviços logísticos e à compra e venda de matérias-primas e bens móveis e imóveis. S..2 milhões de euros e deu origem a uma mais-valia de 15. bem como a gestão de marcas e actividades daquelas conexas. sociedade até esse momento detida a 100% pela SUMOL+COMPAL. em 23 de Dezembro de 2014.1% em 2014 e 10% em 2013) e directa da SUMOL+COMPAL (2013).A. S.992% em 2013).000 acções com o valor nominal de 500 kwanzas.1% em 2014.06 4.095% em 2014 e 50. Informações de acordo com a alínea d) do n.1% em 2013). foi constituída em Luanda a sociedade Sumol+Compal Angola. a gestão de marcas.004% em 2013) e da S+Ci (0.A. (Notas 1 e 15). O capital social de 5.061.001% em 2014 e 0. (c) indirecta da S+Cao (25.

ii.453.A.288.288.831 - - 17. na medida em que os potenciais de crescimento de cada uma delas é.854 O Grupo descontinuou a amortização do goodwill a partir de 1 de Janeiro de 2005 (conforme referido na respectiva política contabilística) e testou-o quanto a imparidade de acordo com a IAS 36. respectivamente: i.764.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.400. Do mesmo modo. A SUMOL+COMPAL tem defendido que a avaliação dos itens de goodwill correspondentes às aquisições das anteriores Sumol GM e Compal apenas tem sentido quando realizada conjuntamente.686 . Neste sentido. De acordo com a IAS 36.831 113.453. hoje. o movimento ocorrido na quantia escriturada do goodwill (Notas 3 e 39).764. sumos e néctares. 87 .em passiv os por ID 70.na compra da Sumol GM 25.288.854 - . o goodwill é testado quanto à imparidade pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.337 - - 70. indivisível. o goodwill resultante do imposto diferido é testado quanto à imparidade em simultâneo com os activos que lhe estão subjacentes. e que as actividades inerentes a tais operações foram sucessivamente alteradas e reconfiguradas. bem como todas as actividades de exportação do anterior Grupo Sumol. iii. que compreendia a actividade de produção de refrigerantes.764. à compra do anterior Grupo Compal.453. As origens destes três itens de goodwill referem-se. | 2014 Não se verificaram outras alterações na estrutura do Grupo nem factos materiais que alterem a comparabilidade das demonstrações financeiras apresentadas para os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. néctares e águas com gás. na qual se encontram afectos os activos que contêm aquelas quantias escrituradas.337 . final Goodw ill: .854 - . bem assim.831 - - 17. GOODWILL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.831 17.854 113. o teste de imparidade ao goodwill é baseado na avaliação da Empresa enquanto agregadora das unidades geradoras de caixa.764. que compreendia actividades de produção e comercialização de sumos. final 31-12-13 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar.113.337 70.400. 4.288.na compra da Compal 17. S.337 - - 70. Tendo em conta que aqueles valores resultaram de operações realizadas em diferentes momentos e.400. contextos distintos.686 - - 25. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.686 - - 25.400. ao imposto diferido resultante da concentração de actividades descrita na narrativa da rubrica “Propriedade industrial e marcas” (Nota 5). bem como nas respectivas perdas de imparidade acumuladas. à compra da anterior Sumol GM.686 25.453.30 e seguintes. cujo justo valor se veio a determinar como superior ao respectivo valor contabilístico (à data a que se reportou a compra).113. foi o seguinte: 31-12-14 Saldo Aumento/ Perdas Saldo inicial diminuição impar. é hoje inexequível aferir com rigor os fluxos das unidades geradoras de caixa então existentes específicos de cada uma daquelas operações. correspondendo exclusivamente à contrapartida dos passivos por impostos diferidos gerados com a alocação da diferença de compra aos activos identificáveis.

006.871.018. realizou-se o teste de imparidade para aqueles três itens de goodwill com base nos seguintes pressupostos: i.243.988. o movimento ocorrido no valor do activo intangível (Nota 39).443. | 2014 Pelo exposto.198 .616 Direitos contratuais e abates Transfer. iii. essencialmente.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.768. o teste realizado demonstra a não existência de perda no valor dos itens de goodwill escriturados em 2014.580.971) A rubrica “Propriedade industrial e marcas” corresponde.616 29. foi utilizada a taxa de desconto de 8% na actualização dos fluxos de tesouraria. S.249.385 282.871.296.775. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.418) (23.871.882 31-12-14 Amortiz.768.897.616 (1.201 23.004 - - 313. a qual se entende conter um factor de prudência face aos parâmetros de risco historicamente baixos na actualidade.215) Perdas Alien.081 673. do teste resulta que o valor recuperável obtido comporta o valor escriturado dos activos que incorporam aqueles itens de goodwill. acumulada Quantia escriturada 234.338) (4. também entendida como conservadora.871.284.243.709.137.(1.(29. ACTIVO INTANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014. ao montante atribuído às marcas no âmbito da concentração de actividades empresariais. ex ercício imparidade e abates Transfer.(27.266.198 282.553) .897. 5. iv.871.385 282. as estimativas dos fluxos futuros de tesouraria foram obtidas no âmbito do trabalho desenvolvido por entidade não relacionada aquando da avaliação das marcas. bem como nas respectivas amortizações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas. Amortizações e perdas de imparidade acumuladas: Saldo inicial Propriedade industrial e marcas Direitos contratuais (1.494 2.296.531 23.316.A.418) (1.418) 234. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Alienações Activ o bruto: Saldo inicial Adições Propriedade industrial e marcas 284.004 - .897.215) (25.498 01-01-14 31. Em conclusão.418 284.081 673.531 23. - - Saldo final . o seu valor apresenta o seguinte detalhe: 31-12-14 Descrição do activo Compal Frize Um Bongo B! Outros 88 Activo bruto Amortiz.418) .756) (4.443. Saldo final - - .988. ii.878 2. definiu-se a taxa de crescimento implícita na perpetuidade em 1%.939.939.768.198 1.201 23.

348 216.360) (4.257. a seguinte composição: 89 .033.135) (693.862 01-01-14 Depreciações e perdas de imparidade acumuladas Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Saldo inicial (64.376.937. a quantia recuperável foi estimada a partir da informação financeira previsional quinquenal. pela intervenção de uma entidade que não é parte relacionada.768.897.430.656 657.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.138) (50. em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. Perdas exercício imparidade (3.99. Em resultado. foi o seguinte: 01-01-14 31-12-14 Activo bruto: Saldo inicial Adições Alienações e abates Transfer. iii.476 331.192.348) (5. por um lado.922.183.726 440.415.906.714) 1.003.852.207.793.583 864.471) (129.905.456.787 4.643.984 89.640 145.073 864. e regulariz.A. | 2014 As marcas cuja quantia escriturada no período findo em 31 de Dezembro de 2014 totalizam 282.829) (11.792 27.446 (6.876.010.795 91.459) (950.501. ii. o valor dos parâmetros mencionados no ponto anterior foi obtido. no âmbito da IAS 36.130 1.526) (14.199) (1.151.926) (797. 6.098 5. Contudo foram testadas quanto à imparidade. pelo cálculo do valor de uso de uma unidade geradora de caixa utilizando o método dos fluxos de caixa descontados.973 (151.300 840.766) - Alienações e abates Transfer.657 99.800 1.354) (4.227 2.545) (67.272 52. incluindo as sinergias e a expansão do negócio esperadas nos mercados africanos com a projecção destas até ao fim da vida útil dos grupos de unidades geradoras de caixa. a quantia escriturada ascendia a 282.281) (272.002. por outro.377.198 euros.270.782) (2. e regulariz.541.445) (14. bem como nas respectivas depreciações (Nota 39) e perdas de imparidade acumuladas.892.396 52.887.083) (4.954 (12.933 15.536 336.226) 31-12-14 Deprec.198 euros não se encontram a ser amortizadas.455) (998) (41.689 148.541. pelo conhecimento que o Grupo tem do negócio (reflexo da sua experiência passada) e da evolução dos mercados relevantes para as empresas e. o movimento ocorrido no valor do activo tangível (Nota 39).593.745. nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.366.700) (263.816) (9. Saldo final 3. com base nos seguintes elementos: i. S.423.380. ACTIVO TANGÍVEL No período findo em 31 de Dezembro de 2014.233 1.713) - 20.938) (208.583) O activo tangível em curso apresentava.711 6.773 5.492) (51.102 1.661) (18.051.911. com início em 2015 e aprovada pelo Conselho de Administração.897.286 891.891. Saldo final Propriedades Instalações Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outros equipamentos Activos tangíveis em curso 20. concluindo-se que não há lugar ao registo de qualquer perda de valor das marcas.339.924) (133.795 89.824) (85. o valor de uso obtido para cada marca mantém-se acima do valor escriturado.246 16.472) (4.

168 821.306 188.074 26.437 5.536 95.648) 715.411 348.102 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 5.683 18.842 54.606 euros.801 18.476 Outros No período findo em 31 de Dezembro de 2014.884 10. | 2014 31-12-14 31-12-13 Linhas de produção 659.596 5.727 439. S.403 227.721 11.166 Sistemas de informação 401.101 193.588 5.080 26.925 7. de 414.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.737 Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.236 17.834 26.319 685.869) 133.A. acumul.980 491.374 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 27.960 25.291 510.304 71.665 90 .567 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 3. Quantia escritur.265 188.096 308.960 3.934 49.144 5.757 29.649 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 17. os valores (nominais e presentes) das rendas vincendas decorrentes de contractos de locação financeira eram os a seguir apresentados: 2014 2013 Contrato Descrição do equipamento Valor Início Fim Nominal Presente Nominal Presente Equipamento de transporte 25-11-11 25-11-16 26.881 477.728 974.441 281.205 Equipamento de transporte 15-12-13 15-12-16 18.204 18.616 288. o valor de aquisição dos activos tangíveis detidos pelo Grupo no âmbito de contractos de locação financeira ascendia a 715.032 113.483 2.397 9.339.884 1.101 116. 293.925 7.579 35.874 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 251.523 Instalações 206.032 113.722 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 18.906 Equipamento de transporte 01-07-13 01-07-16 10.737 euros.221) 421.683 18.752 16.033 627.339 193.843 317.670 11. nessa data.296 414.443 Equipamento de transporte 20-06-13 20-06-16 7. conforme quadro abaixo: 31-12-14 Activo bruto Descrição do bem Equipamento de transporte Equipamento administrativo Amortiz.662 (160.744 10.452 Equipamento de transporte 15-12-11 15-12-16 6.606 (300.944 (140.801 Equipamento administrativ o 31-12-13 31-12-17 Não mais de um ano: 116.745.237 17. sendo a respectiva quantia escriturada.722 7.800 26.756 854.989 32.

as dívidas comerciais de longo prazo a receber apresentavam a seguinte composição: 31-12-14 Outros devedores (a) Cauções de vasilhame (b) 31-12-13 272. OUTROS INVESTIMENTOS FINANCEIROS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.223. 31-12-14 31-12-13 17.418.139.825.720 17.208. de bens que assumem para umas a natureza de produtos acabados e para outras.487 2. Encontra-se implementado.594 1. subsidiárias e de consumo 12.500 7.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o detalhe da rubrica “Outros investimentos financeiros” (Notas 3 e 39) era o que consta do quadro que se segue: Outros investimentos financeiros Embopar Refrigor (Brasil) Dispar Centro Técnico de Citricultura Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica Codal Fundo de Compensação do Trabalho Eurodietética Companhia Térmica Compal Outros 8. 9.292 Produtos acabados e mercadorias 19. INVENTÁRIOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.057 8. | 2014 7. S.705 DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.494 2.599 17.230 7.861 1.881 28. bem como a sua valorimetria (componente variável do custeio).229 239.901 69. entre as empresas intervenientes no processo de consolidação.282 10.482 5.095 5.132 1.412.487 3. e em vigor no Grupo. tornando complexa a individualização de cada uma delas. manutenção e processo de higienização das linhas de produção. Este procedimento decorre do facto de ocorrerem movimentos internos. correspondentemente.903 1.428.602. 91 . as rubricas “Mercadorias” e “Produtos Acabados” encontram-se agregados na mesma linha.015 2.500 7.482 5. a de mercadorias.494 2.095 5.990 No balanço consolidado e na demonstração dos resultados consolidados.230 7.057 8. Este processo contempla a validação dos níveis de utilização das matérias e bens de consumo definidos nas listas técnicas.459 10. incluindo gastos com energia.901 66.698 31.455 (a) Empréstimos concedidos a clientes (b) Valores de caução de vasilhame pagos a fornecedores realizáveis no momento da devolução física do mesmo. um processo que define o apuramento e mensuração do custo dos produtos acabados.459 10.A. esta rubrica (Nota 39) tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 Matérias-primas.990.448.

7 milhões de euros.848 Cauções de vasilhame 423. | 2014 Paralelamente.567. corresponde ao quociente entre a tarifa da actividade de uma linha x e o nominal de produção de um formato de embalagem z.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.943 159. que são específicas para cada um dos formatos de embalagens. resultando na aplicação da equação Custeio Standard (produto z) = Custeio Variável (MP. MP. o Grupo tinha escriturado no seu activo um desreconhecimento de créditos de curto prazo sobre clientes no valor aproximado de 7.830. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A RECEBER Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.399 304. matérias-primas. correspondentemente. Custeio Fixo Para um formato de embalagem z.468. matérias subsidiárias.025 5.504. Para o cálculo do custo dos produtos são ainda considerados os níveis de actividade (capacidade produtiva) e os nominais das linhas de produção (eficiência).A. S. e a sua actividade normal. Os significados das variáveis constantes do segundo membro da equação encontram-se explicitados nos parágrafos imediatamente seguintes. aquele valor ascendia a cerca de 4. materiais de embalagem. gastos gerais de fabrico e mão-de-obra directa.733.9 milhões de euros. ME e MS) + Custeio Fixo.472. MS. entendido como GGF e MOD. decorrente de uma transmissão daqueles no mesmo montante (operação de factoring sem recurso). ME. esta rubrica tinha a seguinte composição: 31-12-14 31-12-13 43.383 51.294 No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014. Tarifa da actividade Para uma linha x. No período findo em 31 de Dezembro de 2013. bem como os das variáveis que integrem eventualmente aquelas primeiras. 10. sendo as remanescentes rubricas de carácter fixo revistas anualmente ou sempre que alterações significativas e com impacto justifiquem a sua revisão. GGF e MOD Estas siglas correspondem aos acrónimos de.546 Clientes Outros devedores 7.475 51.016 45. são validados os níveis de imputação dos gastos gerais de fabrico e mão-deobra das actividades suporte e actividades principais. 92 . A componente variável do custeio é revista numa base mensal.425 Entidades relacionadas 11. corresponde à soma do custo da actividade suporte que se lhe imputa com o quociente entre o custo da sua actividade principal.

189 3.594 1.555 110.878 186.703 3.743.584 45.264 222.681 40.421 316.104 100.516 230.151 1.144.222.151 5.374.276 413.952.124.513 209.730 1.025 4.848 721.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.211 5.124 242.279 119.830.640 16.143. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a recuperar Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) Outros 12.835 827.878 1. ACTIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013.754 173.444 1.360.902 30.258 244. o detalhe de “Outros devedores” era o abaixo evidenciado: Dívidas de clientes Documentos em recepção e conferência Actividades CNA Empréstimos a clientes Pessoal Fornecedores (outras operações) Regularizações de IVA Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") Alienação de activos tangíveis Letras descontadas 31-12-14 31-12-13 4.633.948 655.183 116. a rubrica “Outros activos correntes” apresentava o seguinte detalhe: Devedores por acréscimos de rendimentos: Cooperativo PBI e Damm Comparticipações Unilever Jerónimo Martins Publicidade e propaganda Comparticipações por não conformidade de matérias Rappel por receber de fornecedores Fornecimentos e serviços externos Gastos a reconhecer: Publicidade e propaganda Fornecimentos e serviços externos Juros antecipados Seguros Rendas antecipadas Outros: Adiantamentos a fornecedores 31-12-14 31-12-13 2.738.684 16.211 7.054.312 110.667 31.041. OUTROS ACTIVOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.590 30.899 227.443.947 35.224 209.266 11.535 128. | 2014 Nas mesmas datas.743 1.289 35.A.567.567 186.847.170 1.061 93 .708.475 31-12-14 31-12-13 2.693 1.456 5.535 34.707.309 4.021 3.613 438.222.328 99.343 1.112 45.700 72.328 88.090 3.545.799 225.424 297. S.905.994.241 157.

689.590.06 % 3.652 4.44 % 8.150.092.13 % 3.04 % 4.061.453 8.22 % 79.603 1.793 3.428.738.814 1.50 % 10.813 4.21 % Refrigor Grupo Caix a Geral de Depósitos ("CGD"): Directamente CGD Pensões 30.099.63 % 100.814 1.07 % 1.211 0.194.069.º acções % N.092.14 % 17.99 % 1.00 % 100.053 2. Aos 94 . o detalhe de caixa e equivalentes a caixa (Nota 3) era o seguinte: 31-12-14 31-12-13 Tx.990.692.205 (26.279.647.099.02 % - -% 1.933.68 % 77.000 - 63.99 % Acções dispersas em bolsa 5.039.020 1. efectiva Saldos Caixa e equivalentes a caixa: Numerário Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis Depósitos a prazo Descobertos bancários e contas caucionadas a) 8.500 100.510.813 4.313 10.781 17.A.108 15. S.482 6.741 59. no âmbito dos processos de reavaliação de acordo com os Princípios Contabilísticos Geralmente Aceites anteriores (custo considerado na data de transição).229.510.03 % 30.500 100.590. | 2014 13.313 10.06 % Acções próprias: S+C S+Cm Outros: Fundo de Capital de Risco CGD – Caix a Capital 10.417 1.147.10 % 1.238. CAIXA E EQUIVALENTES A CAIXA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.69 % 8.651.06 % 4.62 % 15. integralmente subscrito e realizado.00 % As reservas incluídas no capital próprio da SUMOL+COMPAL em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 apresentavam as naturezas e finalidades abaixo apresentadas: Excedentes de revalorização Os excedentes de revalorização resultam do incremento líquido do valor contabilístico dos itens do activo tangível.53 % 70.022.50 % Caix agest 1.092.53 % Indirectamente 6.224.092 77.03 % 1. sendo a estrutura accionista a seguinte: 31-12-14 31-12-13 N.051 5.378 3.603 1.848) (28.393 (13. de valor nominal unitário de 1 euro.990.610 70. encontrava-se representado por 100.500 acções ordinárias. CAPITAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.667.155 8.070) 50.417 1.677) a) Inclui linhas contratadas em Portugal.07 % 1.813 4.º acções % Directamente 70. 14.600 2.069.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.765 79.10 % 4.211 0.061.283. Angola e Moçambique. o capital social da SUMOL+COMPAL.700.061.610 70.

na Assembleia-Geral realizada no próprio dia em que esteve presente ou representado 73. Outras reservas Nesta rubrica estão incluídas as reservas estatutárias. S. 95 . | 2014 excedentes de revalorização é aplicável o regime da reserva legal. Reservas estatutárias As reservas desta natureza decorrem das disposições estatutárias ao longo da existência da SUMOL+COMPAL nos sucessivos contextos da estrutura societária. pelo outro. Resultados retidos Os resultados retidos correspondem ao somatório dos lucros (se positivo) ou somatório dos prejuízos (se negativo) acumulados relativos a períodos anteriores que. no mínimo.A.77% do correspondente capital social com direito a voto.186. as reservas livres e os prémios de emissão de acções. resultantes de prémios de emissão. ou para incorporação no capital. no montante de €3.398.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. c) a proposta de conversão das reservas estatutárias da Sociedade. Aos prémios de emissão de acções é aplicável o regime da reserva legal. ficaram retidos na entidade. em reservas livres. A reserva legal só pode ser utilizada para cobertura da parte dos prejuízos acumulados que não o possam ser através do resultado positivo do período ou de outras reservas. em reservas livres.997. na medida em que não forem necessários para cobrir prejuízos já acusados no balanço. Prémios emissão de acções Os prémios desta natureza resultam da diferença entre o valor subscrito e o valor nominal das acções emitidas. d) a proposta de conversão das reservas contratuais da Sociedade. Em 9 de Dezembro de 2014 a SUMOL+COMPAL (“Sociedade”) divulgou ao mercado que. e) a distribuição de reservas aos accionistas no montante de 0. no montante de €3.16.659. para cobertura de resultados retidos negativos da Sociedade no montante de €26.832. 20% do capital social.099. por um lado. b) a proposta de utilização parcial das reservas. não tendo uma finalidade específica. Reservas livres As reservas livres são constituídas por livre deliberação da Assembleia-Geral.07 euros por acção.67. Reserva legal O Código das Sociedades Comerciais estabelece que pelo menos 5% do resultado positivo anual é destinado à constituição ou reforço da reserva legal até que represente.76. foram aprovados por unanimidade: a) o balanço intercalar da Sociedade reportado a 30/09/2014. sujeitas ao regime das reservas legais. como a própria rubrica sugere. não podendo este exceder o montante das entradas dos accionistas.

efectiva 31-12-13 Saldos 4. S.900 % 10.999 Contas caucionadas 3.910 % 4.100 % 3. 96 .868. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).000 % 44.201.900 % 49.900 % 0.872.000 % 49.558 196.000 % 10.144.900 % 44.900 % 49.900 % 49.000 Locação financeira 4.100 % 49.42 % 124.910 % 49.000.910 % -% -% 49.000.900 % 49.91 % 302.900 % -% -% 49. 15.381 50.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.900 % -% -% 44. | 2014 f) a proposta de afectação a reservas livres do montante das reservas da sociedade sujeitas ao regime de reserva legal. INTERESSES NÃO CONTROLADOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.939 Empréstimos bancários A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.88 % 20. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17).900 % -% -% 44.000 % 10.900 % 49.A.000 % -% -% 49.900 % -% -% 49.000 % 10.000 % 10.900 % -% -% 10.910 % -% -% 49.900 % -% -% 25.000 % 16.000.000 % 3.990 % -% 25.447 207. esta rubrica tinha a seguinte composição: Médio e longo prazo 31-12-14 Tx.100 % 3.900 % 10. EMPRÉSTIMOS DE MÉDIO E LONGO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.68 % 51.900 % -% -% 49. no valor de €8. que excedem o montante legalmente fixado para a completa constituição e integração da reserva legal da Sociedade.000.168.005 % -% -% 25.000 % 3.100 % 49.233 140.382 Papel comercial 4.673.900 % 10.833 460.000 15.910 % -% -% 49.00. os interesses não controlados apresentavam a seguinte estrutura: 31-12-14 Detentor Sociedade Copagef (Notas 1 e 3) CGBA D2C Serv icom SACV S+Ca S+C Angola S+Cao S+Ci S+Cm S+Cmz WWC CGBA SACV S+C Angola S+Cao S+Cmz José Filipe Serpa Pimentel Barros Virgolino Herdeiros de Manuel Jacinto Alv es Alex andre Lemos de Matos Adolfo Manuel da Silv a Correia 31-12-13 Directa Percentagem de capital detido Efectiv a Directa Efectiv a 44.002 % 49.

correspondentemente (o reconhecimento na demonstração dos resultados é coincidente). O risco coberto é o da flutuação da taxa de câmbio. O risco coberto é o indexante da taxa variável associada aos empréstimos (cobertura de fluxos de caixa). À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura cambial no montante de 8 milhões de USD.233 2017 31. associada a transacções altamente prováveis (cobertura de fluxos de caixa).730 - 9.102 2018 58.000 - 196. S.096 56.147.A.299.447 207.999 2019 5.016.730 - 8. tinha o seguinte plano de reembolso previsto: Médio e longo prazo 31-12-14 31-12-13 2015 - 82.299.605 2016 101. 97 .902 - - - - - 8.730 - 8. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.041.818 - 9. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.000. esperando-se que os fluxos de caixa deles decorrentes ocorram entre 2015 e 2018.672.768. 1.904.809 e 1. a dívida remunerada não corrente.215 31.144. o montante coberto ascendia a 8 milhões de USD (8 milhões de USD no período findo em 31 de Dezembro de 2013).233 milhares de euros (3.902 - 31.494. | 2014 Nas mesmas datas e atendendo à respectiva natureza e maturidade. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 66 milhares de euros do capital próprio.776 milhares de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013). INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS E CONTABILIDADE DE COBERTURA Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.093 milhares de euros. nos montantes de 2. assegurando assim a cobertura de cerca de 60% dos montantes a liquidar em USD estimados em 2015 (período em que se espera que ocorram os fluxos de caixa e os lucros ou prejuízos).902 - 31.041. denominada em euros.299.730 - 9. o Grupo tinha reconhecido os seguintes derivados financeiros (Notas 18 e 30): Hierarquia de justo valor 31-12-14 Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 31-12-13 Total Nív el 1 Nív el 2 Nív el 3 Total Activ os financeiros Deriv ados de cobertura - 31.201. O montante de gastos financeiros reconhecidos no período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi de 3.612.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.041. O Grupo efectua também cobertura económica e contabilística do risco cambial inerente à exposição USD.939 17.516.136 36. resultante da compra de matérias-primas em moeda estrangeira.818 Passiv os financeiros Deriv ados de cobertura O Grupo contrata swaps de taxa de juro para cobrir o risco de taxa de juro inerente aos pagamentos futuros de empréstimos. 2.818 - 8. O objectivo desta cobertura é transformar os empréstimos de taxa de juro variável em taxa de juro fixa.299. o montante nominal de empréstimos com coberturas associadas ascendia a 89 milhões de euros (105 milhões de euros no período findo em 31 de Dezembro de 2013). tendo os mesmos sido incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de diferenças de câmbio favoráveis (Nota 31).613.041.818 - 9. À data do fecho do exercício estavam contratados instrumentos de cobertura de taxa de juro (swaps).902 - - - - - 31.

18.299. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2014 foram removidos 3.732 520.948 102.320.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000) - - (611.980) (75. na análise de risco de obsolescência e na sua avaliação da conjuntura e envolventes económicas.442 (474.730 8.693.156) (342.646 8.115 (17.144.334 (20. A prestação de informação adicional sobre os processos pode causar prejuízo à posição da SUMOL+COMPAL face às restantes partes das disputas.557 (18.374 507.260) (300.678 9.041) (19. A manutenção de uma conjuntura económica difícil tem agravado a incapacidade de alguns clientes liquidarem as suas obrigações decorrentes das vendas de produtos e das prestações de serviços efectuadas pelo Grupo. 98 .773) (17.870) (1.777 (1.980) (18.361) (663.567.661) (730) 332.161. PROVISÕES E PERDAS DE IMPARIDADE ACUMULADAS Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014. correspondentemente). as quais foram estimadas pelo Grupo com base na sua experiência.301) No período findo em 31 de Dezembro de 2014.242.233 milhares de euros do capital próprio.975. clientes e distribuidores (questões laborais e comerciais.501.A. No final do período findo em 31 de Dezembro de 2014.159.475.176) 157.642) 12. pelo que a SUMOL+COMPAL se abstém de fazer divulgações adicionais.104 175.321) (1.497) (1.000) (4.186 19.451. as provisões referem-se a disputas legais com colaboradores. a variação nas perdas de imparidade e provisões acumuladas foi a seguinte: 2014 Rubricas Saldo inicial Reforço Utilização Reversão Saldo final Perdas de imparidade: Em outros investimentos financeiros Em inventários (Nota 26) Em clientes de cobrança duvidosa (Nota 26) Em outras dívidas de terceiros (Nota 26) Provisões (Nota 26) (39.201. as dívidas comerciais de longo prazo a pagar apresentavam a seguinte composição: Instrumentos financeiros derivados ("swaps") Outros 31-12-14 31-12-13 8.824) (463.156) - - - (39.209) 163. foram reconhecidas perdas por imparidade nas classes de activos “Inventários” e “Clientes de cobrança duvidosa”.351) (536. DÍVIDAS COMERCIAIS DE LONGO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.078.870) 162. S.540 175. os quais foram incluídos na demonstração dos resultados na rubrica de juros suportados (Nota 31).

91 % 174.68 % 5. PASSIVOS POR IMPOSTOS CORRENTES Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. efectiva 31-12-13 Saldos Empréstimos bancários 3.952 42.015 1. S.86 % 26.000.600 16.429 16. DÍVIDAS COMERCIAIS DE CURTO PRAZO A PAGAR Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.167 99 . EMPRÉSTIMOS DE CURTO PRAZO Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.211 66. 21.252 591.381 378.947.546.536 50.256 19.406 134. | 2014 20.618 2.011.104. o detalhe de “Outros credores” era o abaixo evidenciado: Actividades CNA Documentos em recepção e conferência Pessoal Letras descontadas Sindicatos Retenções de imposto sobre o rendimento Instrumentos financeiros derivados ("forwards cambiais") 31-12-14 31-12-13 1.000 - Locação financeira 4.648 36.056 A exposição ao risco de taxa de juro é avaliada periodicamente.433. esta rubrica tinha a seguinte composição: Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a pagar Contribuições para a Segurança Social Imposto sobre o Rendimento (IRC/IRS) – retenções na fonte Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) Imposto do selo (IS) 31-12-14 31-12-13 3.365 22.338 135.434 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.712.350 16.365 48.159 4.081 425. esta rubrica tinha a seguinte composição: Curto prazo 31-12-14 Tx. esta rubrica tinha a seguinte composição: Fornecedores 31-12-14 31-12-13 47.093 36.107 169.851 103.258.458. As taxas efectivas apresentadas reflectem o efeito destes instrumentos (swaps).613 1.592 31.882.159 5. tendo sido contratados instrumentos de cobertura de fluxos de caixa (Nota 17).724 43.267 615.673.104.342 374.082 11.180.028 886.343 5.085 Entidades relacionadas Outros credores Nas mesmas datas.698 Papel comercial 6.462 1.315.336.197 1.028 683.532.A.278 886.588 19.395 166.744 248.319 781.

728.524 1.433.419. OUTROS PASSIVOS FINANCEIROS No período findo em 31 de Dezembro de 2014.929 1.145.462 3. Em 31 de Dezembro de 2014 não existiam valores descontados no âmbito desta linha.344 2.274 3.583 2.917.693 26. esta rubrica tinha a seguinte composição: Credores por acréscimos de gastos: Remunerações e encargos a liquidar Publicidade e propaganda Incentivos Documentação em trânsito (FSE) Gastos com o pessoal Juros a liquidar Reciclagem de embalagens Mercadorias e matérias Seguros Aperfeiçoamento activo Rendimentos a reconhecer: Subsídios para investimentos .489. 100 .961 82. cujo limite global ascende a 35 milhões de euros e cuja duração é de seis meses (automaticamente renovável por iguais períodos). No contexto da IAS 39.107 1.401. estavam ainda englobados 2. A taxa (custo) efectiva subjacente aos contractos é inferior à média das taxas efectivas associadas às linhas de curto prazo contratadas pela SUMOL+COMPAL.885 10.404 7.7 milhões de euros correspondentes à utilização e desconto de uma linha de créditos documentários de importação contratada fora do mercado doméstico.323 75.511 1.981 49.798 24.040.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.544 26.A.573 955. No período findo em 31 de Dezembro de 2013.884 12.596.483 772.416. OUTROS PASSIVOS CORRENTES Em 31 Dezembro de 2014 e 2013. os 21 milhões de euros apresentados na rubrica incluem 18.038 431.656 20. | 2014 23.6 milhões de euros apresentados na rubrica “Outros passivos financeiros”. 19.462 - 12.315 4.API Estrutura comercial Damm Subsídios para investimentos .332.5 milhões de euros correspondem ao montante antecipado no âmbito de contractos de factoring.981 2.848 430. dos cerca de 19.IFADAP Diferenças de câmbio Outros: Adiantamentos de clientes 31-12-14 31-12-13 4.499.771 54.3 milhões de euros contratados de forma idêntica.314 1.280.688.176 1.539 71.024 1.360 10. os contractos em causa não reúnem as condições necessárias para serem considerados como “sem recurso” pelo que.089.299 10. No total apresentado nesta rubrica no período findo em 31 de Dezembro de 2013. S. não foram desreconhecidos quaisquer activos referentes a saldos a receber.007.

209. | 2014 25.847.176 9. maioritariamente. foram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 2014 2013 834.136.978. decorrentes de contractos de locação operacional.294.804 1.123.634.662. A rubrica encontra-se ainda influenciada.909 51.335 1.377 11.015 566.290 352.601.501 Rendimentos suplementares Ganhos em alienações de activos tangíveis 80.773.393.964 26. RÉDITOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. LOCAÇÃO OPERACIONAL Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. a rubrica “Outros rendimentos e ganhos” apresentava a seguinte composição: 2014 2013 8.037 195. 27.106 37. S.269. embora com menor expressão. por rendimentos decorrentes de transportes e da valorização de resíduos para reciclagem.168 861.343. a rubrica “Réditos” (Notas 3 e 39) apresentava a seguinte composição: Vendas Prestações de serviços 2014 2013 300.481 Os valores apresentados em rendimentos suplementares referem-se.972 2.842 1.996 Reversões de perdas por imparidade (Nota 19 e 32) 520. os valores das rendas pagas reconhecidas como um gasto no período.020. OUTROS RENDIMENTOS E GANHOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.930 12.601 7.788 309.328 301.398 289.508 144.890 Subsídios ao investimento Outros rendimentos operacionais 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.764 10.767. a comparticipações de terceiros nos gastos com publicidade e propaganda incorridos pelo Grupo.839 Correcções relativas a períodos anteriores 17.A.841 Ganhos em inventários 789.667 101 .709.825 2.

427 3.301 789.355 871 3.169 40.779 18.336 Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 465.802 5.336 1.413 87.430. S.861.171 32.231.A.043.967 .1.385 1.277 811.949 61. FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. correspondentemente.893 584.151 39.618 3.131 836.440 2.823 2.105.155 39.752 Os contractos de locação operacional relativos a empilhadores e a veículos automóveis ligeiros de passageiros e de mercadorias têm a duração média de 48 meses.465.662 1.093.406.892.852 56. os valores das rendas vincendas decorrentes daqueles contractos eram os constantes do quadro abaixo: Descrição do equipamento 2014 2013 408.843 5.632 142.691 1.188.257.522.440 73.012 4.299.246.716 6.838.168 Não mais de um ano: Empilhadores Veículos automóv eis ligeiros de passageiros e de mercadorias 1.077.676 2.793.194 19.837.572.310.830 Mais de um ano e não mais de cinco anos: Empilhadores 57.045.345 63. o seguinte: Subcontratos Trabalhos especializados Publicidade e propaganda Vigilância e segurança Conservação e reparação Ferramentas e utensílios de desgaste rápido Livros e documentação técnica Material de escritório Artigos para oferta Electricidade Combustíveis Água Outros fluidos Deslocações e estadas Transportes de mercadorias Rendas e alugueres Comunicação Seguros Contencioso e notariado Despesas de representação Limpeza. | 2014 Nos mesmos períodos.732 5.068 57.683.016 1.189 41. 28.536.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.720 4.158 1.962.082 470.860 161. higiene e conforto Outros 102 2014 2013 3.607.328.495. o detalhe de “Fornecimentos e serviços externos” era.596 40.518 834. neles não se encontrando prevista a opção de compra dos bens afectos nem existindo cláusulas de renovação automática.854 .248 48.129 7.896.478.571 35.739 94.278.525 809.316 945.922 1.568 3.851 8.836 6.931 3.151.097 1.

506 94.181.300 15.780 419.878 5. OUTROS GASTOS E PERDAS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.160 112.A.320.778 120.283 267.924 2.260.298 1. o número médio de trabalhadores ao serviço das empresas incluídas na consolidação era o constante do quadro abaixo: Número médio de trabalhadores 2014 2013 1.677 110.159.826 142.530.805.473 648.083 329.114 75.023 2.029 780.278. GASTOS COM O PESSOAL Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.905 3.785 2. a rubrica “Gastos com o pessoal” apresentava o detalhe que se segue: Remunerações dos órgãos sociais Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações Seguros de acidentes no trabalho e doenças profissionais Gastos de acção social Outros gastos com pessoal 2014 2013 1. a rubrica “Outros gastos e perdas” apresentava a seguinte composição: Abates de inventários Donativos Impostos Ofertas e amostras de inventários Quotizações Perdas na alienação de activos tangíveis Correcções relativas a períodos anteriores (Nota 32) Outros gastos operacionais 2014 2013 1.280 34.415.068.331.102.132 517.429 25.230 646.521 612. | 2014 29.233 5.290 30.395 151.573.044 Durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.870 35. S.905 1.053 165.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.109.344 24.104 103 .302 1.194.690 558.

A caducidade das anulações ou liquidações adicionais resultantes de correcções aos prejuízos fiscais é. correspondendo estas às que estiverem aprovadas ou substancialmente aprovadas na data do balanço consolidado.5%). de 4 anos.889) (572.856) Juros de financiamento obtidos Diferenças de câmbio favoráveis (Nota 17) 32.259 Descontos de pronto pagamento obtidos 256.351) Descontos de pronto pagamento concedidos (1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. devendo a sua utilização processar-se por ordem cronológica e apenas até à concorrência de 70% do lucro tributável de cada ano fiscal.5 milhões de euros.5 milhões de euros.9% do capital da S+Cm à Copagef originou uma participação na subsidiária inferior aos 75% mínimos previstos naquele regime. que inclui Derrama Municipal (na data homóloga de 2013 tinha sido de 26. 5% entre o valor anterior e 35 milhões de euros e 7% para os montantes superiores) e dois em 2013 (3% até 7.485) (3.424.237 1. IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO A SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias sediadas em Portugal encontram-se individualmente sujeitas a tributação em sede de imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (“IRC”) e correspondente Derrama Municipal.367) (758.755. com três patamares de taxas em 2014 (3% até 7.383 (19. 104 . registos contabilísticos.637 199.297.976) (20.5 milhões de euros e 5% para os montantes superiores).788.111) (12.188) Outros gastos e perdas financeiros (2.067) (20. a Empresa deixou de ser tributada pelo lucro consolidado no âmbito do Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (“RETGS”) na medida em que a alienação de 49.078.468. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.570 Outros rendimentos e ganhos financeiros 3.233. O imposto destas empresas correspondente ao período findo em 31 de Dezembro de 2014 foi calculado tendo por base a taxa nominal de IRC agregada de 24. Os livros.830.054 2.606.775.5%. S. processo de documentação fiscal e correspondente documentação suporte devem ser conservados durante 12 anos.218) (1.788) (20. Os impostos diferidos são calculados com base nas taxas de imposto que se espera virem a estar em vigor à data da reversão das diferenças temporárias.408 134. desde 2014.317 1.5% na medida em que corresponde à aprovada no Orçamento do Estado para 2015.835) (3. RESULTADOS FINANCEIROS Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.687.886) (1. a SUMOL+COMPAL considerou a taxa agregada de 22.279 645. Os prejuízos fiscais gerados a partir de 2014 podem ser recuperados no período de 12 anos.921. No período findo em 31 de Dezembro de 2014.A.109. | 2014 31. os resultados financeiros (Notas 3 e 39) apresentavam a seguinte composição: 2014 2013 (13.239) Outros resultados financeiros: Gastos e perdas financeiros: Juros de financiamento suportados Juros de instrumentos financeiros derivados (swaps ) (Nota 17) Diferenças de câmbio desfavoráveis Rendimentos e ganhos financeiros: 3.180 309.100. Em ambos os períodos houve o acréscimo da Derrama Estadual nos lucros tributáveis superiores a 1. Os impostos sobre o rendimento (correntes ou diferidos) são reflectidos nos resultados do período.

919 euros referentes ao benefício fiscal determinado nos termos do CFEI. eram susceptíveis de serem elegíveis para efeitos de aproveitamento do Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial (“SIFIDE”). de 16 de Julho.918 euros. Neste sentido. de 30 de Dezembro. 105 . Na Declaração Modelo 22 correspondente ao período de tributação findo em 31 de Dezembro de 2013.º 64-B/2011.º 55-A/2010. Para as entidades que apliquem o RETGS. submetida em Maio de 2014. que estabelece um Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (“CFEI") traduzido numa dedução à colecta de IRC de 20% das despesas de investimento em activos afectos à exploração (com limite de cinco milhões de euros por sujeito passivo).º 49/2013. para cada sociedade e por cada exercício. entretanto alterada pela Lei n. Contudo. aos cinco períodos de tributação subsequentes. as quais.279 euros. | 2014 Às subsidiárias sediadas em jurisdições estrangeiras aplica-se a legislação fiscal dos países em que desenvolvem as suas actividades. Durante os exercícios de 2011 a 2013. a dedução será feita com base na matéria colectável do grupo até à concorrência de 70% desta. No período findo em 31 de Dezembro de 2013 foi publicada a Lei n. 208.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. por parte da Comissão Certificadora para os Incentivos Fiscais à I&D Empresarial (“Comissão Certificadora”). As despesas deverão ter sido efectuadas entre 1 de Junho e 31 de Dezembro de 2013 e a dedução pode ser efectuada até à concorrência de 70% da colecta do IRC. correspondentemente. no seu entendimento. foram deduzidos 527.761 euros e 280. previsto na Lei n. de 31 de Dezembro. não poderá ultrapassar. relativamente aos exercícios de 2011 e 2013.A. nos montantes de. nas mesmas condições. relativas à recomendação de créditos fiscais decorrentes de actividades de I&D efectuadas naqueles exercícios. o Grupo suportou despesas com investigação e desenvolvimento (“I&D”). 196. A parte do benefício que não possa ser deduzida é transmissível. S. foram emitidas as respectivas declarações. o limite de 70% da colecta que se apuraria pela sociedade que realizou as despesas elegíveis caso o RETGS não se aplicasse.

885 405.272) Diferenças temporárias: Redução de activ os (prejuízos fiscais reportados) Redução de passiv os (goodw ill e reserv as de reav aliação) Outros (líquido) 6.163) 375. S.50 % 5.026 Ajustamentos à colecta: Tributação autónoma (248.00 % (1.173.729) (26.A.956) Imposto do período Tax a efectiv a de imposto 106 3.229) Rev ersão de ajustamentos em inv entários tributados e de perdas por imparidade tributadas (Notas 19 e 26) (520.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.283 Benefícios fiscais (120.49)% .449) Tax a agregada de imposto (nominal + derrama municipal) Efeito no imposto do período 22.471) Diferenças permanentes: Ajustamentos decorrentes da aplicação do justo v alor (não fiscalmente dedutív eis ou para além dos limites) 837. apresenta a seguinte composição: 2014 Resultados antes de impostos Tax a nominal de imposto Imposto esperado 8.920) (411.741 (331.200 (31.327 (42.549.788.921.096 Tax a nominal de imposto 23.221 23.00 % Efeito no imposto do período (86.621) Derramas (574.027.335) Outros (líquido) (241. | 2014 A reconciliação entre a taxa nominal e a taxa efectiva de imposto sobre o rendimento do período (Nota 39).961) Benefícios fiscais Acertos de liquidações 85. no período findo em 31 de Dezembro de 2014.354.540 Correcções relativ as a períodos de tributação anteriores (Nota 30) 419.889.

627 euro.161 3.456) 249.909.061 (32.040.227 3.965 - (7.920.987) 34.469 - (33.073) - 2.518) 41.327 7.069) 63.410.232.468) 63.923.393 - 8.417 264.009.629 54.180) 236.272.562 41.923) - 54.256.896.272.696 - (7.300.923.394 - (35.391 Portugal 2014 2018 8.184 1. respectivamente.141 (1.896.282 Moçambique 2014 2019 1.747. tendo sido reconhecidos impostos diferidos activos unicamente sobre estes.062.911 249.282 - 13.No período findo em 31 de Dezembro de 2014.794.061 442.040.698) 71.781 euros e 63.562 - (147.048) 1.168 612.091 1.696 Reav aliações legais No final do período o Grupo procedeu à revisão dos prejuízos fiscais susceptíveis de recuperabilidade futura.184 Activ os por impostos diferidos: Prejuízos fiscais reportáv eis Anulação de margens internas Homogeneização de amortizações Incentiv os fiscais à inv estigação e desenv olv imento empresarial Passiv os por impostos diferidos: Goodw ill 70.690 32.061 - (54.052) 203.112.620 861.420.327 Moçambique 2013 2018 2.220.356.968.923 - - - - 424.713 49.965 - - 70.789.020) 1.896.920.327 3.554 Data limite de utilização Utilizável Não utilizável Total 107 .577) 2.540 (1.794.220.700 - (6.562 - - 147.943) 1.781 2.218 - (7.965 Reav aliações liv res 236.080 (553. apresentando a seguinte composição: 31-12-14 Saldo inicial Aumento Rev ersão 1. A data limite de utilização dos prejuízos fiscais existentes no período findo em 31 de Dezembro de 2014 é a apresentada no quadro que se segue: Jurisdição Período em que foram gerados Espanha 2007 2022 - 3.200 619.497 70.968.469 Intangív eis 147.789.456 249.393 Angola 2014 2017 13.161 - 1.923 31-12-13 Saldo final Saldo inicial Aumento Rev ersão Saldo final (1.391 - 2.200 - 691.682.700 71.649 - (28.851.562) - 147.627 71.794.073 - (424.923 - - 54. os activos por impostos diferidos e passivos por impostos diferidos ascendiam 1.

Considerando o plano estratégico do Grupo.A. é convicção do Grupo que se irão gerar. PARTES RELACIONADAS A empresa-mãe da SUMOL+COMPAL.082 euros (prejuízos gerados em Espanha). podendo. | 2014 No período findo em 31 de Dezembro de 2013. o Grupo não reconheceu impostos diferidos activos sobre prejuízos fiscais de sociedades nas quais não se estima. foram eliminados no processo de consolidação e. O montante de imposto diferido activo que não foi reconhecido ascende a 974. respectivamente. a ocorrência de lucros fiscais suficientes para assegurar a recuperabilidade do referido imposto. o Grupo não reconheceu o correspondente activo por imposto diferido. António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. foram valorizadas. As vendas e as prestações de serviços efectuadas às partes relacionadas. que são partes relacionadas da Empresa. Em 31 de Dezembro de 2014. António Rui Libório Frade Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. com razoável segurança. 33. considerar descontos sobre o volume transaccionado e a natureza e especificidade das operações realizadas. Os saldos existentes com as partes relacionadas não se encontram cobertos por seguros e serão liquidados em dinheiro. por essa razão. em qualquer dos casos. S. O detalhe dos saldos e transacções entre o Grupo e outras partes relacionadas encontra-se divulgado adiante. CGBA Subsidiária da SUMOL+COMPAL. não são divulgadas nesta nota. Por outro lado. aos preços praticados habitualmente pelo Grupo a partes não relacionadas e a preços de mercado. No período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram reconhecidas quaisquer perdas de imparidade relativamente a montantes devidos por partes relacionadas. que coincide com a entidade controladora final. 108 . a lista de partes relacionadas era a seguinte: Amélia Maria Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. apoiado em pressupostos de projecção da actividade para os próximos anos. a Autoridade Tributária e Aduaneira autorizou a dedução de cerca de 16 milhões de euros de prejuízos fiscais cuja utilização significará a revisão das declarações fiscais desde 2006. não tendo sido dadas ou recebidas quaisquer garantias. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. lucros tributáveis futuros suficientes para reverter os impostos diferidos activos decorrentes de prejuízos fiscais. Os saldos e as transacções entre a SUMOL+COMPAL e as suas subsidiárias. e as aquisições de bens e serviços a estas. é a Refrigor (Nota 13). Por não ser possível estimar os impactes nas demonstrações financeiras. em tempo útil. D2C Subsidiária da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

S+Ci Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+C Angola Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S. | 2014 Eufiger A maioria dos administradores da Eufiger integra o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S+Ca Subsidiária da SUMOL+COMPAL. sito na Portela de Carnaxide.A. concelho de Oeiras. Madibel – sociedade em liquidação Subsidiária da Refrigor. a que a seguir se descreve: Entre o Grupo e a Eufiger A Eufiger arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Vértice. José Manuel Doutel Jordão Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. S+Cmz Subsidiária da SUMOL+COMPAL. S+Cm Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Servicom Subsidiária da SUMOL+COMPAL. concelho de Oeiras. José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. freguesia de Carnaxide. João António Brito Pires Eusébio Vogal do Conselho de Administração da Refrigor e da SUMOL+COMPAL. em 31 de Dezembro de 2014.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. sito na Portela de Carnaxide. Entre o Grupo e a Frildo A Frildo arrenda à SUMOL+COMPAL e à S+Cm parte do Edifício Frildo. S+Cao Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Frildo Todos os gerentes da Frildo integram o Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. freguesia de Carnaxide. WWC Subsidiária da SUMOL+COMPAL. Entre a entidade relatora e a Refrigor A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: 109 . Refrigor Empresa-mãe da SUMOL+COMPAL. A natureza dos relacionamentos existentes entre as partes relacionadas acima divulgadas era.

Estes.227) 32.581 euros como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas. iii. assumiram a coordenação e o acompanhamento da actividade do Gabinete de Auditoria Interna. A receber A pagar Clientes Fornec. nomeadamente. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor.405 (200.928) 302 2.469. recebeu a quantia de 673.411 34. em 30 de Dezembro de 2008.215.256 - 34. acompanharam temas relacionados com a utilização do Edifício Sede. | 2014 i.710 euros a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede.822 (114. e participaram em actividades de representação institucional.536.012 1.867 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 1.537 1.146) 32.A.756) 9.517 803 (189. financ. Rend. 110 . ii.251 288.198. financ. financ.470 1. a remuneração dos administradores e outro pessoal chave da gerência apresentava a seguinte composição: 31-12-14 Benefícios de curto prazo 31-12-13 1.517 (245) (191.670 euros como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actual Novo Banco).937 - 1.357 11.752 (262.269.348) As transacções mais significativas efectuadas com partes relacionadas durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 foram as seguintes: Transacções Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 2014 2013 Gastos operac. Gastos Rend.687.469.075 1.138 Nos períodos findos em 31 Dezembro de 2014 e 2013. em vigor. participaram em projectos de natureza estratégica.138 1.928) 9. que é propriedade da Refrigor.066 48. Outras informações Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013. acompanharam assuntos jurídicos estratégicos. reuniram-se no âmbito do comité da auditoria interna. Rend.867 1.831.128 (200.269. recebeu a quantia de 541.833 1.773 - - - - - - - - - 704.178 1.272 (187. S.066 49. Gastos operac.215. os saldos mais significativos existentes com partes relacionadas eram os a seguir apresentados: Saldos 31-12-14 31-12-13 C/C Associadas C/C Associadas Clientes Fornec. e Seven-UP Internacional.704 488.650 1.264. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc.166) 42.251 289.599.820 - 483 - 2.393) 55. ACTIVIDADE DESENVOLVIDA PELOS ADMINISTRADORES NÃO EXECUTIVOS Neste novo mandato os administradores não executivos deram continuidade às actividades desenvolvidas anteriormente. Gastos financ. operac.348) 302 421 56.432 (73.233 32. representaram a Empresa no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET). Rend. A receber A pagar Empresa-mãe da entidade Subsidiárias da empresa-mãe da entidade Outras partes relacionadas 3.163 (114.390 32.599. operac. a Sociedade pagou à Refrigor 1.

Gouveia. social e ambiental. instituições que promovem a integração das crianças e jovens tanto na vida profissional activa. Foram também promovidos pequenos-almoços de trabalho. SUMOL. Pombal. Na qualidade de fundadores. Nas RCA efectuaram também o acompanhamento da evolução dos negócios. RESPONSABILIDADE SOCIAL Capital social: a SUMOL+COMPAL e a comunidade Tendo como objectivo estratégico contribuir para a sustentabilidade económica. Vila Flor. a SUMOL+COMPAL em 2014 deu continuidade ao seu plano de acção rumo ao desenvolvimento sustentável. o orçamento e os documentos de prestação de contas. No entanto. nas instalações da SUMOL+COMPAL. o plano estratégico. Este produto. cultural e educativo e afins. Este projecto. a adopção de uma gestão optimizada e a descentralização de alguns apoios. No âmbito do acompanhamento da actividade operacional da Empresa estes administradores visitaram as fábricas em Portugal e os maiores centros de distribuição em Portugal e em Angola. em três eixos de actuação: redução do impacte ambiental da sua actividade. Almeirim. valorizado em cerca de 380 mil euros. repartido por 17 marcas. tendo sido revisitados e alinhados todos os critérios de apoio. visitaram zonas do mercado nacional e de alguns mercados internacionais.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. maioritariamente COMPAL. sem a presença de qualquer membro da Comissão Executiva. S. como na integração social e comunitária. foi doado ao abrigo da lei do mecenato a 438 entidades com carácter social. tornou possível chegar a um maior número de entidades. Tendo por objectivo optimizar a gestão de donativos do produto com valor social – produto cujo prazo disponível para consumo é inferior a um terço do respectivo prazo de validade – em 2014 foram introduzidas melhorias no processo. desportivo. distribuídas pelos concelhos prioritários de Póvoa de Varzim. Face ao ano anterior. célere e participativa a nossa relação de cooperação com a comunidade. da Associação Alzheimer Portugal em parceira com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. os administradores não executivos reuniram-se sete vezes. tais como. Em 2014 renovámos o apoio protocolar com o Ministério da Educação através do Programa Escolar de Reforço Alimentar (“PERA”) que visa. 35. que conta com a participação de mais parceiros. a quantidade de produto com valor social decresceu significativamente. disponibilizando donativos com produtos das marcas COMPAL e UM BONGO. Integrámos de forma regular o Projeto Café Memória. Leiria. demos continuidade ao apoio à Fundação da Juventude e à Fundação Marquês de Pombal. Encerrámos o ano com a entrega de 530 mil litros de produto com valor social. tornando mais eficiente. através da realização de sessões. visitaram feiras alimentares e participaram em eventos promovidos pelo Grupo. Oeiras e Faro. destinadas a pessoas com 111 . entre os administradores não executivos e alguns gestores da Empresa para melhorar o conhecimento profissional e pessoal entre os mesmos. suprir as carências alimentares de alunos que frequentam as escolas públicas.A. promoção de estilos de vida saudáveis e cooperação com a comunidade local. estiveram presentes em seminários dedicados a temas relevantes para o negócio. a par da promoção hábitos alimentares saudáveis. Durante 2014. SEVEN UP e GUARANÁ ANTARCTICA. os administradores não executivos estiveram envolvidos em análises e decisões sobre matérias de gestão não corrente. Foram ainda realizadas reuniões em diferentes instalações da SUMOL+COMPAL com a presença de alguns destes administradores e gestores da Empresa. | 2014 No âmbito das Reuniões do Conselho de Administração (“RCA”). o plano operacional. tem por missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida e redução do isolamento social.

e social. palco do maior festival de sustentabilidade realizado em Portugal. as praias da Foz do Lizandro e de Ribeira de Ilhas também beneficiaram de acções de remoção de lixo e limpeza do areal. S. através do apoio a eventos desportivos. englobou. A SUMOL+COMPAL foi nomeada e aceitou o desafio. Dando continuidade ao programa de apoio social em Cabo Verde. Oeiras e Vila Flor. tutela da FICASE – Fundação Cabo-Verdiana de Acção Social Escolar – que tem como objectivo apoiar as famílias 112 . respetivos familiares e cuidadores. de hábitos de vida saudável e prevenção de comportamentos de risco através do aumento da participação e envolvimento da família na escola e na rede de recursos comunitários.000 kg de plástico e 220 kg de cartão. em 2014. por mais um ano lectivo. numa atitude positiva e diferenciadora. | 2014 problemas de memória e demência. O resultado final foi um recinto surpreendentemente mais limpo e a recolha de 5 mil copos que se traduzem em 3. garantimos. é um dos pilares da nossa política de Sustentabilidade. a SUMOL+COMPAL. a recompensa com uma foto original a todos os fãs que entregassem 10 copos de plástico ou de cartão para a reciclagem. Este programa. iniciou a redução da sua pegada ecológica na realização da 6ª edição do SUMOL Summer Fest. promovemos a recolha bianual de sangue através da Associação de Dadores de Sangue de Queijas. Nos grupos de trabalho do BCSD Portugal. em 5 escolas diferentes do concelho. 239 alunos de 5 escolas diferentes e contou com uma taxa de sucesso superior a 80%. em articulação com os decisores públicos. Empenhados em contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e com maior responsabilidade ambiental. aponta diretrizes para o caminho que as empresas devem percorrer até 2050 rumo ao desenvolvimento sustentável. A Eco Acção consistiu na realização de sessões de formação e sensibilização ambiental aos responsáveis pela gestão de resíduos e clientes com pontos de venda no recinto do festival e. no qual era eleita uma entidade de carácter social para fazer um apoio a uma causa. com cerca de 530 participantes e 145 voluntários. Alinhada com o intento estratégico de internacionalização e o reforço de posições de destaque no continente africano. Na 7ª edição do Greenfest. ambiental. Em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras e a Associação Prevenir. que visa a promoção de competências psicossociais. a continuidade do Programa “Eu Passo…” a alunos dos 7º e 8º anos. demos a conhecer. que. a partilha de experiências e a sensibilização da comunidade para a doença.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. para posterior reciclagem. Como tal. De Abril de 2013 a Dezembro de 2014. o Ericeira Camping e o promotor do festival. em parceria com a Tetra Pak. em particular nas comunidades onde estamos inseridos ou como forma de reconhecer a preferência pelas nossas marcas no mercado. corridas que são grandes eventos desportivos nas comunidades locais. a nossa preocupação com o futuro comunicando o lado mais sustentável da embalagem Tetra. numa plataforma de partilha de ideias. em parceria com a Câmara Municipal de Mafra. A promoção da prática de estilos de vida saudáveis. o processo de reciclagem do cartão laminado e a origem sustentável do cartão através da certificação FSC (Forest Stewardship Council). Na qualidade de membros do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável –. Por mais um ano consecutivo. que este ano contou com uma acção de sensibilização de recolha de medula óssea para o bebé Salvador. continuámos envolvidos na participação no programa da Acção 2020. este ano voltámos a promover em Almeirim. tendo concretizado o seu apoio financeiro à Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica. Em parceria com a EDP. nas vertentes económica. a realização da 10º Edição da Campanha Nacional de Kits Escolares. o projeto Café Memória realizou 71 sessões. por mais um ano. experiencias e tendências. O ano de 2014 foi pautado por uma onda de solidariedade com um desafio intitulado Ice Bucket. temos vindo a participar activamente no grupo da Água e do Sector Agroalimentar.A. a SUMOL+COMPAL garantiu. a SUMOL+COMPAL apostou num maior envolvimento social nestes países.

foi obtida na unidade industrial de Pombal a renovação do Registo EMAS. quer a nível nutricional como de formação escolar das crianças em São Tomé e Príncipe.000 crianças. promovendo a igualdade no acesso e sucesso escolar desses alunos. que resultou numa refeição de solidariedade para os jovens e os “sem-abrigo” na cidade de Maputo. em particular a exercida na unidade industrial de Almeirim. com o objectivo de proporcionar às crianças daquela comunidade um local condigno de aprendizagem e mais adequado às suas necessidades. tendo como objectivo a melhoria do desempenho ambiental. como retribuição dos benefícios gerados. Recursos naturais – Água e energia Em 2014. estando no entanto coerente e alinhado com os volumes de produção das unidades industriais. Face ao bom e consolidado desempenho ambiental na unidade industrial de Gouveia. sendo uma forma de as empresas que exportam para Angola contribuírem para esta sociedade. mais uma vez. podemos afirmar que este rácio é um valor de referência do sector. Considerando a tipologia de actividade industrial SUMOL+COMPAL. Capital natural: a SUMOL+COMPAL e o planeta Contribuir para o desenvolvimento sustentável. No entanto. e a apostar numa gestão racional e sustentada dos recursos. nomeadamente através da redução do consumo de água e energia nas suas instalações industriais. este apoio traduz-se na entrega de material e manuais escolares para 2.000 kits de material escolar. em 2014. Com uma presença cada vez mais forte no território angolano. juntamente com outras empresas do sector agro-alimentar. para a água e para o ar inerentes à sua actividade industrial. A análise e acompanhamento dos indicadores de desempenho ambiental permite-nos afirmar que. O resultado global cifrou-se em 15 toneladas de produtos alimentares que foram entregues em Luanda a populações carenciadas. continuaremos a investir nos processos. tendo a distribuição deste material decorrido na Escola Mãe Clara. a SUMOL+COMPAL aliou-se a esta causa e. nos equipamentos e nos comportamentos com vista à melhoria do desempenho hídrico. bem como na prevenção da poluição com o compromisso de promover um desempenho ambientalmente responsável. Numa aposta de desenvolvimento. a marca GUD voltou a apoiar o Natal de Rua. em Santa Catarina. | 2014 menos favorecidas na educação dos seus filhos. foi definida a implementação da ISO 14001 em 2015 para se garantir a certificação do Sistema de Gestão Ambiental em 2016. próxima da fábrica de Boane.35 litros água por litro de bebida. UM BONGO e COMPAL e COMPAL DA HORTA. demos os primeiros passos para o projecto de recuperação da Escola Primária 3 de Fevereiro. sendo a água um recurso escasso e finito a preservar. foram globalmente cumpridas as obrigações legais nas instalações da SUMOL+COMPAL e. o rácio médio de consumo de água foi de 5. Anualmente. 113 . efectuou um donativo repartido pelas marcas SUMOL. minimizando o impacte ambiental da sua actividade. S. com o processamento agro-industrial. Este compromisso assenta essencialmente na prevenção e preocupação respeitante à redução dos consumos de água e de energia. à gestão cuidadosa dos resíduos e emissões poluentes para o solo. Em Moçambique. a Empresa tem vindo continuamente a adoptar boas práticas ambientais. como forma de respeito e preservação do planeta Terra. iniciámos este ano um apoio social com a entrega de 1.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. o que representa um ligeiro acréscimo face ao ano anterior.A. Consciente das suas responsabilidades. O Projecto LET’S CONTINUE TO GIVE apela à solidariedade contínua e duradoura. Organizado pela Associação Pequenos Gestos Moçambique. é um dos objectivos estratégicos da política de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL.

verificou-se uma ligeira melhoria do desempenho global energético com um rácio de 0. obter 100% de embalagens de cartão laminado com a certificação FSC.971 toneladas equivalentes de petróleo (“tep”). garante o cumprimento da gestão ambientalmente correcta destes resíduos. Emissões – Solo e atmosfera Tendo em consideração as emissões de gases com efeito de estufa (“GEE”) que estão exclusivamente associadas ao consumo de energia directa e indirecta da actividade industrial.273 licenças de emissão que transitou do ano anterior. para o período 2013-2020. em 2014 tivemos uma redução de 4% face ao ano anterior. Em 2014. Uma parte significativa destas emissões é neutralizada pela captura de dióxido de carbono (“CO2“) ao abrigo do programa de reflorestação da ÁGUA SERRA DA ESTRELA.022 tep/tonelada de produto acabado.6 milhões de euros para a gestão dos resíduos de embalagens colocadas no mercado português no ano de 2014. a SUMOL+COMPAL aderiu à ANREE – Associação Nacional para Registo dos Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (“EEEs”) que. que garante a proveniência do cartão de uma origem natural e sustentável. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. após terem sido deduzidas as licenças correspondentes às emissões de GEE verificadas em 2014. Resíduos e embalagens ecoeficientes Em 2014. S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 O consumo directo e indirecto de energia primária em 2014 totalizou 8. 114 . e considerando o banking de 14. Considerando que os volumes de produção se têm mantidos estáveis ao longo dos últimos anos e que a nossa política de racionalização energética segue um caminho de optimização e melhoria contínua.A. Ao nível da ecoeficiência das embalagens foi possível. concluímos que em cada ano o investimento e custo para introduzir novas Melhores Técnicas Disponíveis (“MTDs”) é cada vez mais elevado para conseguirmos atingir reduções significativas de rácios de consumo energético.496 licenças de emissão atribuídas em 2014. decorrente do projecto de centralização e optimização da gestão operacional de resíduos. a unidade de Almeirim terminou o ano com um saldo global de 11. Podemos afirmar que o desempenho energético das unidades industriais da SUMOL+COMPAL é um bom valor de referência. tem sido um dos contributos para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. O consumo dos combustíveis fósseis é maioritariamente devido aos processos de combustão para gerar a energia eléctrica e térmica necessária às actividades industriais produtivas e auxiliares e. o que significa uma redução de 1% devido à optimização e racionalização de consumo energético nas instalações industriais. tendo como referência os factores de emissão previstos na legislação aplicável. foi criado o Comércio Europeu de Licenças de Emissão (“CELE”) que se encontra em vigor desde 2005. em particular. tanto a nível nacional como internacional.936 licenças de emissão a favor da SUMOL+COMPAL. através a entidade gestora AMB3e. Tendo em conta as 5. as quais poderão ser utilizadas ou transaccionadas em bolsa. foi atingido o melhor desempenho neste indicador. No âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE (Nota 37). A SUMOL+COMPAL pagou à Sociedade Ponto Verde (SPV) 1.9% de reciclagem de resíduos nas unidades industriais da SUMOL+COMPAL. A contínua aposta nas fontes de energia renováveis para o fornecimento de electricidade. Face ao ano anterior. tendo-se atingido 98. com a Tetra Pak. à eficiência destas utilizações em termos energéticos.

165 44.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.406 euros foram prestadas no contexto de Despacho resultante de inquérito judicial de natureza tributária de que a S+Cm foi notificada.261 7.760 99. remontando os factos em causa a 2006 e relacionando-se com benefícios fiscais concedidos no âmbito da fusão por incorporação da sociedade Compal na sociedade Inbepor.704 56.036 112. 36.165 26.279 225. CONTINGÊNCIAS Nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.406 4.000 20. Acções representativas do capital social das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm.964 10.000 4. S.375 25. contribuindo assim para promover e valorizar a biodiversidade e dar um melhor contributo à sustentabilidade ambiental do nosso negócio. ii.418 7.760 44.799.860. através da compensação das emissões para a atmosfera e da redução da nossa pegada de carbono.406 14.940 204.500 6. foram prestadas as seguintes garantias reais: i.000 211. no montante global de 318.116. o valor das garantias emitidas a favor de terceiros tinha a seguinte composição: Beneficiário Instituição Autoridade Tributária e Aduaneira BCP/CGD/NB CGD/NB Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo Agência para o Inv estimento e Comércio Ex terno de Portugal 2º Juízo Cív el do Tribunal de Santarém Imopólis Direcção de Serv iços de Reembolso do Imposto sobre o Valor Acrescentado Câmara Municipal de Sintra Tetra Pak Tribunal do Trabalho de Coimbra Ministério da Administração Interna Ministério da Economia (Instituto Geológico) Fundação Inatel Autoridade para as Condições do Trabalho de Setúbal Agência Portuguesa do Ambiente Suomn Palautuspallaus Oy Metrocom Agência Portuguesa do Ambiente Tribunal do Trabalho de Lisboa Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social Comissão de Coordenação e Desenv olv imento Regional do Norte NB NB BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP BCP NB BCP BCP BCP NB BCP 31-12-14 31-12-13 14.706 As garantias que totalizam 14.964 14. | 2014 Biodiversidade O programa de reflorestação da nossa marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA continua a assegurar a plantação de árvores nas serras portuguesas. Marcas de propriedade da sociedade S+Cm.6 milhões de euros.733 10.500 2. pertencentes à SUMOL+COMPAL.704 2. actualmente ao abrigo da parceria da SUMOL+COMPAL com a cadeia IKEA. relativa a eventual burla tributária. A acusação dirigida à S+Cm.731 112. decorre da circunstância desta ter incorporado em 2008 a sociedade resultante da fusão de 2006.299.036 204.860 5.500 3.658 19.000 450. 115 .807.279 3.581 24.940 211.733 10.253 14. tendo sido judicialmente impugnada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra e encontrando-se o processo a evoluir de acordo com os trâmites legais aplicáveis aos casos desta natureza.731 99.680 3.807. Ao longo dos já muitos anos deste programa a marca ÁGUA SERRA DA ESTRELA já plantou mais de 1.000 6. No âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o Novo Banco em 30 de Dezembro de 2008.807.3 milhões de árvores.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a Directiva n. inclusão de novos sectores e de novos GEE para além do CO 2. tal como publicado no Despacho n. por fusão) 13. 2009. tendo sido atribuídas à S+Cm 6. Imóvel de propriedade da S+Cmz (Boane).384.590. As alterações introduzidas implicam que a atribuição gratuita de licenças será efectuada em função do benchmark definido para cada sector. O CELE foi inicialmente criado pela Directiva n.º 2836/2008. que uma licença de emissão corresponde a uma tonelada de CO2 (“tCO2”). de 15 de Março.374 licenças de emissão de GEE por ano. 2010. Equipamentos de propriedade da S+Cmz (Boane). enquadrando e definindo as regras do CELE para o período 2013/2020. do Parlamento Europeu.º 233/2004.022 licenças para 2013 e 5. iv. Pombal e Vila Flor). 9. iv.º 2003/87/CE de 13 de Outubro. alteração da metodologia de atribuição de licenças. 10. Entretanto a anterior Directiva foi alterada pela “Nova Directiva CELE” (como é conhecida). a S+Cm realizou as seguintes transacções de licenças: 116 . 7. no âmbito dos compromissos assumidos pela UE no Protocolo de Quioto e de forma a dar cumprimento ao objectivo de reduzir as emissões de GEE.A.622. A única instalação do Grupo abrangida pelo CELE é a Fábrica de Almeirim já que a sua capacidade térmica instalada é superior a 20 MWt. centralização das decisões na Comissão Europeia. a propósito. prestaram-se as seguintes garantias reais: i. Para o período 2008/2012 tinham sido atribuídas gratuitamente à S+Cm (sociedade na qual a ex-Compal foi incorporada. ii. Refira-se.496 para 2014. o qual foi posteriormente alterado de forma a enquadrar legalmente o período 2005-2008 e. MATÉRIAS AMBIENTAIS Tal como mencionado na Nota 35. tendo sido transposta para a legislação nacional pelo DL n. em seguida. 2012 e 2013 foi de. 10. Relativamente ao financiamento contratado com o Banco Único em Moçambique. iii. O número de emissões verificadas no decurso de 2008. Foram introduzidas algumas alterações no CELE durante este novo período de oito anos que termina em 2020. de 5 de Fevereiro. 11.003 tCO 2. pelo que os operadores terão de adquirir licenças no mercado ou em leilões. ii. tendo esta sido transposta para a legislação nacional através do DL n. de acordo com as regras normais do mesmo. Equipamento industrial de propriedade da S+Cm (Almeirim.º 38/2013. introdução de novos critérios para avaliação da inclusão no CELE. S. 2011. | 2014 iii. foi criado o CELE que se encontra em vigor desde 2005. A atribuição gratuita para este período iniciou-se em Junho de 2011.941. respectivamente. o período 2008/2012. das quais se destacam as seguintes: i. garantia da possibilidade de banking de licenças (transferência de licenças para o novo período). 37. de 14 de Dezembro. Gouveia.º 2009/29/CE de 23 de Abril. No período findo em 31 de Dezembro de 2010. v.060 e 7. Estas licenças podiam ser transaccionadas em mercados estabelecidos para o efeito (mercado do carbono). Imóveis de propriedade das sociedades SUMOL+COMPAL e S+Cm. do Parlamento Europeu e do Conselho. diminuindo gradualmente de 80% em 2013 para 30% em 2020.

936 licenças que poderá ser mantido em carteira ou transaccionado em bolsa. ii.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.20 euros.000 licenças Certified Emission Reduction (CER) ao preço unitário de 14. aproximadamente. Relativamente a reembolsos (invalidez. a hipótese de venda do excesso não foi considerada pois a crise mundial e a existência de um elevado excesso de licenças no mercado causou uma descida do preço comparativamente aos anos anteriores. valor inferior ao preço médio esperado para o período 2013/2020. estima-se que em 2014 tenham sido emitidas 6. óbito e velhice). venda de 9. é de esperar um excesso de 11. Verificaram-se. através dos quais a gestão da SUMOL+COMPAL acompanha a evolução do negócio. foram anuladas no processo de consolidação. cinquenta e cinco transferências para outros planos correspondentes a igual número de saídas de colaboradores. com o objectivo de garantir o pagamento de pensões de reforma por velhice. ocorridas naqueles períodos. 2 de Junho de 2003. compra de 6.000 licenças European Emission Allowances (EUA 2008/2012) ao preço unitário de 15. o período 2008/2013 terminou com o saldo positivo de 13. Os beneficiários são os empregados e administradores que façam parte do quadro permanente e que tenham completado mais de cinco anos consecutivos de serviço nas empresas associadas daquele fundo. 258 milhares de euros para aquisição de rendas vitalícias imediatas. Em 2012 o preço médio foi de 7.65 euros. As transacções intersegmentais. Em 2013 a SUMOL+COMPAL adoptou uma organização assente em unidades de mercado baseada na divisão geográfica no sentido de dar resposta aos objectivos estratégicos definidos. ocorreram 16 no âmbito dos quais foram remidos cerca de 96 milhares de euros em capital e utilizados. Desde então que se encontram identificados os seguintes segmentos operacionais. Dada a conjuntura económica. Em 12 de Fevereiro de 2015.42 euros por licença. O fundo de pensões foi constituído por escritura pública de 29 de Dezembro de 1988 e o Contrato Constitutivo foi alterado em 22 de Dezembro de 1999. | 2014 i. 23 de Março de 2009. tendo passado a financiar um plano de contribuição definida. 39. contudo e no valor total de 86 milhares de euros.A. 38. Considerando que não foram realizadas quaisquer transacções de compra ou venda de licenças.936 licenças em carteira correspondiam a uma mais-valia potencial de 87. pelo que as 11. Tendo em conta as 13.852 tCO2. Durante o período findo em 31 de Dezembro de 2014 não foram realizadas contribuições. em especial no desafio de internacionalização e de desenvolvimento das suas marcas em alguns mercados externos.292 licenças de emissão a favor da S+Cm. invalidez e de sobrevivência a empregados reformados. estando os respectivos produtos e/ou serviços vendidos/prestados caracterizados junto a cada um deles: 117 . S.374 licenças atribuídas por ano e considerando ambas as transacções acima identificadas. SEGMENTOS OPERACIONAIS A principal informação financeira relativa aos segmentos operacionais existentes nos períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013 é a que se apresenta nas páginas seguintes. PLANO DE PENSÕES No Grupo existe um fundo de pensões constituído de forma voluntária e graciosa. Embora ainda a aguardar verificação oficial. a cotação de fecho das licenças EUA era de 7.968 euros. 22 de Dezembro de 2004.37 euros por licença. 9 de Abril de 2010 e 16 de Janeiro de 2014.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 118 . de tecnologias de informação e administrativos e financeiros. de controlo de gestão. de compras. vegetais e derivados de tomate para os mercados americano e asiático. Serviços partilhados Presta serviços partilhados de recursos humanos. vegetais e derivados de tomate para os mercados africano e médio oriental. | 2014 Portugal e Espanha Vende bebidas de alta rotação com e sem gás.A. de auditoria interna. África e Médio Oriente Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. S. prestando também serviços de enchimento para o mercado doméstico. vegetais e derivados de tomate para o mercado europeu. Europa Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. América e Ásia Vende bebidas de alta rotação com e sem gás. Imobiliário e franchising Vende unidades de marca de refrigerantes e arrenda instalações. vegetais e derivados de tomate para os mercados nacional e espanhol.

434) (4.100.610 598.060 71. intangível e tangível Investimentos financeiros Inventários Outros 43.127 285.790.788) Impostos sobre lucros Líquidos 4.009 Financeiros (11.023.978.059 - - 266.907 16.444.828.259 2.072.285) (140.559) 129.392 - (23.555 37.213 171.814) 625.081.981) (771.042 - - - - 7.069 413.346 11.063 1.057) (646.671 - 89.522.615 3.903.861 - - Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 15.842.236.028.138.325.171) 329.730.924.596) 11.786 247.998 5.459) (6.591.640 356.531.574) 27.126.548 313.092.018.639.754 1.462 (42.410) 31.626 51.341.385.004.820 (8.339 165.884.527.047 51.638 2.237.697.970 263.706.588.947) (2.000.557) Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 119 .370 - Operacionais 29.732 12.315 23.262) 322.382 (20.058.038.196 20.966.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2014 Réditos e outros rendimentos: 221.126.589 (15.527 3.275 463.574 83.881 Activos: Goodwill.638 16.559.591 (18.660 7.237.181.101 - - 260.546.193 (796.502 - - 463.927 16.777.319 Vendas e prestações de serviços externos Outros rendimentos intersegmentais Totais Resultados: 1.595 4.707 132.149 - 10.322 344 7.812.207) - - (343.522.063 2.759.578 145.256 405.982) 14.357) - (24.776 989.318.148 - 309.057 20.395 1.309.197) (7.678 54.328 8.724 34.527 3.288) (321.034 23.163.703.910 (75.700 2.156 3.120) 69.976) 401.455.686. S.740) - 221.613 1.818.703.981 396.730.541.292.598 8.146.754.505.549.825.037 (11.732 12.656) (7.498) (2.451 95.772 386.390 Dispêndio de capital fixo 5.784 6.661 648 1.836.926.870 (133.060 71.691.826 6.693 (21.211.825) (3.560.807 2.723 - 12.426 3.632 6.450 Depreciações 7.272.328.229.539.122 1.589.534) - (507.720 18.966.876.224.291 Totais 382.146 123.552 Passivos 280.522) - - 12.572.094.567 3.130 Outros rendimentos externos - - - - 1.074.804.699.A.392 24.726 43.104.481.339 984.851.464.798.482 3.327 22.662.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.601.086.628 192.146.844 (61.214.926 (64.060.023.795.708.454 4.818.178) (19.861 23. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.037 1.375 4.931 116.029 21.227) (193.611 565.477.524.

495 2.428 71.398 1.302 8.049) 1.418.856) Totais 301.428 71.087 184.709) 28.448.026 33.174.081) (11.636 6.805 260.658.751) (627.372. S.610.404.072 (109.557 1.574.713 2.190 (78.712 - - 1.066 (28.847 72.066 - 10.787 41.936) (24.866 (6.655 6.389.878 21.740.644.086) - 215.641 99.882 - (24.920. | 2014 Portugal e Espanha Europa América e Ásia África e M.022.916.631 - 8.224 331.090 (126.047 Financeiros (20.986 3.921.828 Operacionais 23.280.365.733.625.455 283.841) 433.864 Outros rendimentos intersegmentais - - - - 3.086 - - (3.970 33.633.300) - Outros rendimentos externos - - - - 798 - 10.635.286) (2.326.A.006 48.698.762 20.692.964 Resultados: (11.105.703) 24.059.316 4.290 2.376) - - (40.683.328) Impostos sobre lucros (1.403.027.881 Dispêndio de capital fixo 5.918.609 2.177 3.587 6.361.990 Outros 55.517.331.234.701 1.329.514.004 (859.534 11.050.707 644.866) (3.714 196.161.736 15.569) 66.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.075.033.581 2.420 1.209.580) (667.896 130.010 Totais 364.240.580.512.126 (227.794.533.200.209.418 8.634 1.913.916.004) Líquidos 10.663 637.904 (15.350 (61.034.403.693 469.549 603.517.923) (383.058) 28.818 - - - 8.208.626 3.375 58.925.560 1.633 39. intangível e tangível Investimentos financeiros Outras informações: Perdas de imparidade Reversões de perdas de imparidade 120 .248.325.444.801 1.781.030 123.365 435.618.984.866) 312.309 1.385.003) 564.Oriente Imobiliário e franchising Serviços partilhados Todos os outros Eliminações Total 31-12-2013 Réditos e outros rendimentos: Vendas e prestações de serviços externos 215.014 514.520 Vendas e prestações de serviços intersegmentais - - - - 16.815 146.705 Inventários 16.269.365.819.193 94.572 11.761.298 - - 23.207 848.498 113.822.781.572 11.183 (5.353.794.347.877) (4.109.563 1.200.795 Depreciações 6.463 133.534) 14.781.601.140 1.432 (686.662 1.681) 4.175.132.329.594) - - (98.200 Passivos 278.818 19.132.124.882 10.526) (3.330.747) (509.870 378.272.540.863) (187.443.962) Activos: Goodwill.054 365.257) (94.278 41.187 290.570.418) 66.763 (23.964 3.462 24.626 3.845 4.565 78.412) (1.909 763.443 1.211 1.662.089 15.952.565.112.772 - 2.083 44.592.115.

NORMAS APROVADAS NO PERÍODO E NORMAS COM EFICÁCIA POSTERIOR As normas. IFRS 12 e IAS 27 20-11-2013 01-01-2014 Emendas à IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração 19-12-2013 01-01-2014 Emendascom à IAS 36de Imparidade de Activ aos31 de Dezembro de 2014: Normas data eficácia posterior 41627 Ciclo anual de melhorias 2011-2013 41640 18-12-2014 01-01-2015 42. S. 43. à data da autorização para emissão das demonstrações financeiras (Nota 43). implicassem divulgação ou ajustamentos às referidas demonstrações financeiras consolidadas. se encontravam aprovadas e com eficácia no período anual com início posterior a 31 de Dezembro de 2014 são as seguintes: Normas aprovadas pela UE Aprovação Eficácia Normas com data de eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014: IFRS 10 – Demonstrações Financeiras Consolidadas 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 11 – Acordos conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 IFRS 12 – Div ulgação de Interesses em Entidades 11-12-2012 01-01-2014 IAS 27 – Demonstrações Financeiras Separadas 11-12-2012 01-01-2014 IAS 28 – Inv estimentos em Associadas e Empreendimentos Conjuntos 11-12-2012 01-01-2014 Emendas à IAS 32 . sendo opinião deste órgão que as mesmas reflectem de forma verdadeira e apropriada as operações do Grupo. básicos e diluídos. foram calculados dividindo o resultado líquido consolidado com os interesses não controlados pelo número médio de acções em circulação durante os períodos findos em 31 de Dezembro de 2014 e 2013.Instrumentos financeiros 13-12-2012 01-01-2014 Emendas à IFRS 10.A. emendas e melhorias com eficácia no período findo em 31 de Dezembro de 2014 ou que. | 2014 40. RESULTADOS POR ACÇÃO Os resultados por acção. de acordo com o disposto na IAS 10 – “Acontecimentos após a data de balanço”. bem como os fluxos de caixa e a posição e o desempenho financeiro. interpretações. ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO Entre 1 de Janeiro de 2015 e a data da autorização para a emissão das demonstrações financeiras consolidadas (Nota 43) não ocorreram eventos materialmente relevantes que. O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS Fernando Pereira da Cruz O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 121 . DATA DE AUTORIZAÇÃO PARA EMISSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras consolidadas foram autorizadas para emissão pelo Conselho de Administração em 26 de Fevereiro de 2015. 41.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I - INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE
A. Estrutura Accionista
B. Órgãos Sociais e Comissões
C. Organização Interna
D. Remunerações
E. Transacções com Partes Relacionadas
PARTE II – AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO

123

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

PARTE I – INFORMAÇÃO SOBRE ESTRUTURA ACCIONISTA, ORGANIZAÇÃO E
GOVERNO DA SOCIEDADE

A. ESTRUTURA ACCIONISTA

I. Estrutura de capital

1. Estrutura de capital (capital social, número de acções, distribuição do capital pelos
accionistas, etc), incluindo indicação das acções não admitidas à negociação, diferentes
categorias de acções, direitos e deveres inerentes às mesmas e percentagem de capital
que cada categoria representa (Art. 245.º-A, n.º 1, al. a)).
Em 31 de Dezembro de 2014, o capital social da SUMOL+COMPAL, S.A., no montante de
€100.092.500,00, integralmente subscrito e realizado, encontrava-se representado por
100.092.500 acções ordinárias, de valor nominal unitário de 1 euro. Nessa data, a estrutura
accionista (participações qualificadas nos termos da al. c) do n.º 1 do art.º 245.º-A) era a que
consta do quadro seguinte:
INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014
NOS TERMOS DO ART.º 245-A n.º1, alínea c)

Refrigor, S.A.

(directamente)

Nº. de Acções

% Direitos

detidas

de voto

70.590.610

(indirectamente)

Fundo de Capital de Risco - Grupo CGD - Caixa Capital

70,53%
77,21%

10.510.313

10,50%

Nota: Nos termos do Artº. 20 do CVM

Todas as acções se encontram admitidas à negociação. Não há diferentes categorias de
acções e não existem direitos e deveres para além dos previstos na lei e no contrato de
Sociedade.

2. Restrições à transmissibilidade das acções, tais como cláusulas de consentimento
para a alienação, ou limitações à titularidade de acções (Art. 245.º-A, n.º 1, al. b)).
As acções representativas do capital social da Sociedade encontram-se admitidas à
negociação na NYSE EURONEXT e não existem quaisquer restrições estatutárias e legais
quanto à sua livre transmissibilidade. Deste modo, as acções são livremente transmissíveis de
acordo com as normas legais aplicáveis.
Não existem limitações ao exercício dos direitos inerentes às acções representativas do capital
social da Sociedade a não ser a seguinte:
Os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8.º-A) que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal, ou pelo respectivo valor de
mercado, quando seja inferior àquele, as acções da Sociedade detidas por accionista que,
directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.

124

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL, S.A. | 2014

Para estes efeitos, será considerada actividade concorrente ou similar, o exercício da indústria
de produção, distribuição ou comercialização de bebidas e que exerce actividade
indirectamente concorrente quem, directa ou indirectamente, detiver participação de, pelo
menos, 1% no capital social de Sociedade que exerça alguma ou algumas das actividades
atrás referidas.

3. Número de acções próprias, percentagem de capital social correspondente e
percentagem de direitos de voto a que corresponderiam as acções próprias (Art. 245.º-A,
n.º 1, al. a)).
A 31 de Dezembro de 2014 a sociedade detinha 4.061.813 acções próprias, representativas de
4,06% do capital social da sociedade, às quais corresponderiam 4,06% dos direitos de voto da
sociedade.

4. Acordos significativos de que a sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam
alterados ou cessem em caso de mudança de controlo da sociedade na sequência de
uma oferta pública de aquisição, bem como os efeitos respectivos, salvo se, pela sua
natureza, a divulgação dos mesmos for seriamente prejudicial para a sociedade, excepto
se a sociedade for especificamente obrigada a divulgar essas informações por força de
outros imperativos legais (art. 245.º-A, n.º 1, al. j).
Não existem acordos de que a Sociedade seja parte e que entrem em vigor, sejam alterados
ou cessem em caso de mudança de controlo da Sociedade na sequência de uma oferta pública
de aquisição.
Importa referir que existem alguns acordos em que uma das partes nestes intervenientes tem a
faculdade de, em caso de mudança de controlo da Sociedade, o fazer cessar, mas trata-se
apenas de uma faculdade de uma das partes e não de uma consequência necessária da
mudança de controlo da Sociedade.

5. Regime a que se encontre sujeita a renovação ou revogação de medidas defensivas,
em particular aquelas que prevejam a limitação do número de votos susceptíveis de
detenção ou de exercício por um único accionista de forma individual ou em
concertação com outros accionistas.
O artigo 8.º-A do contrato de sociedade determina que poderão ser amortizadas, sem
consentimento do titular respectivo, as acções da Sociedade detidas por accionista que directa
ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade.
Esta medida foi adoptada em defesa dos interesses da Sociedade e dos seus accionistas.
Por outro lado, os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que
podem ser detidos ou exercidos por um único accionista.
Estas disposições estatutárias podem ser alteradas a qualquer momento, nos termos previstos
para quaisquer alterações estatutárias.

6. Acordos parassociais que sejam do conhecimento da sociedade e possam conduzir a
restrições em matéria de transmissão de valores mobiliários ou de direitos de voto (art.
245.º-A, n.º 1, al. g).
Foi celebrado entre a Refrigor SGPS, S.A. (hoje Refrigor, S.A.), e o Grupo Caixa Geral de
Depósitos um acordo nos termos do qual o Grupo CGD atribuiu à Refrigor, uma opção de
compra e a Refrigor, atribuiu ao Grupo CGD uma opção de venda de acções de que é titular na
SUMOL+COMPAL. Nos termos do referido acordo, poderá a Refrigor exercer a opção de
compra até 30 de Junho de 2017 e, caso não o faça, o Grupo CGD poderá exercer a opção de
venda desde aquela data e até 15 de Dezembro de 2017.
125

S. António Sérgio Brito Pires Eusébio Através da sociedade Eufiger.A. 20 do CVM (c) De acordo com informação recebida do accionista.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.Grupo CGD . 245.A. 1 do Artº. 6 do Regulamento nº. Directamente Indirectamente Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. als.692.A.º). 1 do Artº.919.860 6. (directamente) (indirectamente) Fundo de Capital de Risco . 5/2008 da CMVM 126 (a) (a) (a) (b) (c) (b) (c) (b) (a) .490 18... S.A.67% 1. S. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. directa ou indirectamente. INFORMAÇÃO SOBRE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS EM 31/12/2014 NOS TERMOS DO REGULAMENTO Nº. nos termos do Artº.02% 6. José Tomaz Júdice Gamito Pires Nº.50% Nota: Nos termos do Artº.367 1. de Acções % Direitos detidas de voto 70.A. Através da sociedade Tecol.Caixa Capital Nº.29% 1..21% 10. são titulares de participações qualificadas (art. S. S. de Acções % Direitos detidas de voto 70.. S..126 1.º-A.69% (a) Nos termos da alínea d) do nº.67% 0. em 15 de Julho de 2014.53% (c) 1.A.675. 5/2008 DA CMVM Refrigor.610 70. Amélia Maria Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.A. Através da sociedade Frildo. 14º nº. Participações Sociais e Obrigações detidas 7. S.º 1. S. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. n. Identificação das pessoas singulares ou colectivas que.674.610 70.. S.A.A..482 1. João António Brito Pires Eusébio Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor. dominada por Membros do Órgão de Administração da Refrigor. S.510.450 23.313 10. S.92% 1.09% 0.A. Lda.53% 77. Através do Membro do Órgão de Administração da Refrigor.672 294.086. | 2014 II. Lda.A. c) e d) e art.517 1.590. 20 do CVM Detalhe Refrigor.02% 0. com indicação detalhada da percentagem de capital e de votos imputável e da fonte e causas de imputação. 20 do CVM (b) Nos termos da alínea i) do nº.590. 16.

Lda Data Aquisição Alienação Valor --------------------12-06-2014 22-12-2014 12-06-2014 22-12-2014 ----- ----------------------------100. O Conselho de Administração pode fixar as condições de emissão das novas acções ordinárias. uma ou mais vezes e até ao limite máximo de 150.15 € ----- ----- Total Acções 1.º-A.12 € 1.Terrenos e Construções.000. Por deliberação do Conselho de Administração de 6 de Novembro de 2008 foi decidido aumentar o capital social da sociedade em 30. i).A. S.860 70. nomeadamente no que respeita a deliberações de aumento do capital (art. não tendo sido estabelecido qualquer prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida.12 € 1. [NOTA: a informação deve ser prestada de forma a dar cumprimento ao disposto no n.. Os poderes do órgão de administração para aumento do capital foram-lhe atribuídos por deliberação da Assembleia Geral de 16 de Setembro de 2008.A. 127 .000 120. | 2014 8.581€.15 € 1. S. nos termos permitidos pela lei e deliberação de emissão. salvo deliberação da Assembleia Geral de limitação ou supressão daquele direito.Recebeu a quantia de 541.517 1.672 23. montante já emitido ao abrigo da atribuição de poderes e modo de concretização dos poderes atribuídos. Indicação sobre o número de acções e obrigações detidas por membros dos órgãos de administração e de fiscalização. 245.000 ----- --------------------100.000 ------------- --------------------1. limite quantitativo máximo do aumento do capital social. em vigor.º 1.086.º 5 do art.675. S. Poderes especiais do órgão de administração. prazo até ao qual aquela competência pode ser exercida. Frildo – Entreposto Frigorífico. Estes. por entradas em dinheiro.00€ (cento e cinquenta milhões de euros). S.367 1. sem prejuízo de a parte da atribuição preferencial não subscrita pelos accionistas poder eventualmente ser oferecida à subscrição de terceiros.A. n.670€ como contrapartida de garantias prestadas no âmbito do contrato de financiamento celebrado com a CGD e o BES (actualmente Novo Banco). . 10. em 30 de Dezembro de 2008.A. Nos termos da lei e conforme previsto nos estatutos da Sociedade. A Refrigor mantém as seguintes relações comerciais significativas com a SUMOL+COMPAL: .000 120. Eufiger – Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. 447. al.590. bem como as formas e prazos em que poderá ser exercido o direito de preferência legal dos accionistas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.000.000. e Seven-UP Internacional. Lda. Informação sobre a existência de relações significativas de natureza comercial entre os titulares de participações qualificadas e a sociedade.919. 5 do Código das Sociedades Comerciais Amélia Maria Brito Pires Eusébio João António Brito Pires Eusébio António Sérgio Brito Pires Eusébio José Tomás Júdice Gamito Pires Refrigor. entre a SUMOL+COMPAL e as sociedades PepsiCo Inc.000€. com indicação. Tecol . como contrapartida de compromissos assumidos no âmbito dos contractos de engarrafamento e distribuição de várias marcas.490 18. da data em que lhe foram atribuídos. quanto a estas.Recebeu a quantia de 673. quando o julgar conveniente e obtido o parecer prévio favorável do Conselho Fiscal.610 294. o Conselho de Administração pode. aumentar o capital social.126 1. pressupõem a manutenção de uma participação accionista de controlo por parte da Refrigor.674.450 9.º CSC] PUBLICIDADE DE PARTICIPAÇÕES DE MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO Artigo 447º nº.

Não existem limitações aos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. ÓRGÃOS SOCIAIS E COMISSÕES I.º. Os estatutos da Sociedade regulam o exercício do direito de voto.A sociedade pagou à Refrigor. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções. 1. n. al. | 2014 .A.º 1 do art. Identificação e cargo dos membros da mesa da assembleia geral e respectivo mandato (início e fim). 20. 245. 13.710€ a título da prestação de serviços de utilização parcial das instalações do Edifício Sede. através de declaração por si assinada. prazos para o exercício do direito de voto ou quaisquer sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial. B.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 128 . prazos impostos para o exercício do direito de voto ou sistemas de destaque de direitos de conteúdo patrimonial (Art. Presidente da Mesa: Maria Paula Escandell Alves Milheirão Quartin Bastos. S. Nas Assembleias Gerais da Sociedade os accionistas com direito a voto podem exercê-lo por correspondência.º... na qual manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto. ASSEMBLEIA GERAL a) Composição da mesa da assembleia geral* *ao longo do ano de referência 11.A. Indicação da percentagem máxima dos direitos de voto que podem ser exercidos por um único accionista ou por accionistas que com aquele se encontrem em alguma das relações do n. Eventuais restrições em matéria de direito de voto. S.A. tais como limitações ao exercício do voto dependente da titularidade de um número ou percentagem de acções.º 1. b) Exercício do direito de voto 12. que é propriedade da Refrigor.º 1 do art. Dispõe os estatutos que cada Euro de capital confere direito a um voto. 20. Os estatutos da Sociedade não prevêem restrições em matéria de direito de voto. S. Secretária da mesa: Filipa Montes Palma Salazar Leite A Presidente e a Secretária da Mesa da Assembleia Geral foram eleitas na Assembleia Geral anual de 30 de Maio de 2014 para o mandato de 2014/2016.º-A. f).264.

No mais. consoante aplicável. não contêm os estatutos quaisquer regras sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros do Conselho de Administração.º 1. só podem ser tomadas com maioria qualificada. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros.A. data da primeira designação e data do termo de mandato de cada membro. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão (art. nesta matéria. o período de exercício de funções pelo administrador substituto corresponderá ao tempo de exercício de funções não completado pelo administrador substituído. ADMINISTRAÇÃO E SUPERVISÃO (Conselho de Administração. que deve ser composto por um número mínimo de 3 e máximo de 11 administradores. Identificação do modelo de governo adoptado. S. e indicação dessas maiorias. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo. | 2014 14. as regras previstas no Código das Sociedades Comerciais. Identificação das deliberações accionistas que. A sociedade adopta um modelo de governo latino. que o Conselho de Administração será eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. do Conselho de Administração Executivo e do Conselho Geral e de Supervisão. II. al. O Conselho de Administração. n. por imposição estatutária. duração estatutária do mandato. para além das legalmente previstas. 129 . quando haja lugar à substituição de um administrador. do Conselho de Administração.º-A. Aplicamse. Composição. 245. consoante aplicável. no seu artigo 25. Prevêem os estatutos da Sociedade. o qual assenta na existência de um Conselho de Administração e de um Conselho Fiscal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Conselho de Administração Executivo e Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 15. sendo permitida a sua reeleição uma ou mais vezes. por isso. Regras estatutárias sobre requisitos procedimentais e materiais aplicáveis à nomeação e substituição dos membros. h). Relativamente à substituição dos membros do órgão de administração dispõem os estatutos que. 16.º. número de membros efectivos. 17. do Conselho de Administração.

do Conselho de Administração.A. S. ou. António Rui Libório Frade Executivo n. Qualificações profissionais e outros elementos curriculares relevantes de cada um dos membros. João António Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente José Manuel Doutel Jordão Executivo n. se aplicável. José Tomaz Judice Gamito Pires Executivo n. identificação dos membros que podem ser considerados independentes. S.A.Mestrado em Gestão de Empresas pela Universidade Nova de Lisboa (1991) e licenciatura em Economia pela Universidade Católica Portuguesa (1989)  130 Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.  António Sérgio Brito Pires Eusébio . do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. a 21/09/1992).a. Distinção dos membros executivos e não executivos do Conselho de Administração e. identificação dos membros independentes do Conselho Geral e de Supervisão. Nome ou denominação social do administrador Estatuto (Executivo /Não executivo) Independente ou não independente António Sérgio Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Não Executivo Não independente Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Executivo n.a. .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. relativamente aos membros não executivos.a. | 2014 O Conselho de Administração é composto pelos seguintes membros: Nome ou denominação social do administrador Cargo no conselho Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual António Sérgio Brito Pires Eusébio Presidente 21-09-1993 31-12-2016 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio Vogal 06-04-2000 31-12-2016 Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal 08-04-2002 31-12-2016 João António Brito Pires Eusébio Vogal 21-09-1993 31-12-2016 José Manuel Doutel Jordão Vogal 22-12-2008 31-12-2016 José Tomaz Judice Gamito Pires Vogal 12-04-1987 31-12-2016 António Rui Libório Frade Vogal 22-12-2008 31-12-2016 18. 19.A. consoante aplicável..a. S.

A.E. Unipessoal. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.  Vogal da Companhia Térmica Compal..A. S. a 05/05/2000). Lda. Lda. desde 1992.A.Mestrado em Marketing no ISCTE (2012) e Licenciatura em Engenharia Química no Instituto Superior Técnico (1986). | 2014  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL. desde 2008. S. Católica (2001).  Administrador da Sensafruit. S.. Lda. Univ. desde 1996.A.A.A.A.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .Mediadora de Seguros.A. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).G. desde 2009. S. S.. S.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Distribuição... Unipessoal.. Lda. S.  António Rui Libório Frade – Licenciatura em Eng. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas.ª Química no Instituto Superior Técnico (1978)..  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. Unipessoal.  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. Lda.A. S.A. desde 2006 até Novembro de 2011.. ACE desde 1996. S.Entreposto Frigorífico.A. 131 . S. S..Gestão de Marcas..  Presidente da Direcção do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) de 2012 até 2014. a partir de Dezembro de 2006. desde 2014.  Gerente da D2C. de 2006 a 2008.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010). S. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal (eleita administradora da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. desde 1996.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .  Vice Presidente do Conselho de Administração da Sumol .. desde 2012. (denominada. desde 2010.. Sumolis – Gestão de Marcas.. S.A..  Gerente da Refrigor Imobiliária. P. S..Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. desde 1996.A. desde 2001 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009).A. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.A.. Lda.) desde 2006 até Janeiro de 2009. S.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. (administrador desde 1991).A.  Gerente da Refrigor Imobiliária. – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008.  Gerente da Medialda .A.  Amélia Maria de Brito Pires Eusébio ..  Gerente da Frildo . S. SL (Espanha). a 1 de Janeiro de 2011).. a 1 de Janeiro de 2011)..Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.

Unipessoal.Distribuição de Bebidas e Alimentação.A. .MBA em Gestão Internacional (1994) e licenciatura em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa (1988). desde 2009. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010). desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010).A..A.  Gerente da Frildo .A.. – (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas..  João António Brito Pires Eusébio . Unipessoal.A. Lda. Unipessoal. desde 1989 (sociedade dissolvida a 29 de Dezembro de 2010).  Gerente da Estandarte. desde 2011. de 89 até 1992 e de 1996 até à data de dissolução (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). desde 2012.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto .  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest. S.. (1992).  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional. S. Lda. 132  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL..  Conselheiro da Sensafruit.  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger . S. Lda. Lda. S. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. até Novembro de 2011... S. S. Lda.  Gerente da Medialda ..Entreposto Frigorífico. S.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.. S. desde Dezembro de 2014. S. S...Imobiliária e Empreendimentos Turísticos.Mediadora de Seguros.  Gerente da D2C.) desde 1995 até Novembro de 2012.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. de 1995 até 1996 (Sociedade dissolvida a 30/12/2009). (Sociedade denominada Zémarsano. S.  Gerente da Medialda .A..A..  Gerente da Worldwideco . desde 2010. SGPS. Unipessoal.A.A. Lda. até 29/12/2008.A. desde 2006 (sociedade denominada Cibal . a 1 de Janeiro de 2011).A. S. a 1 de Janeiro de 2011).  Gerente da Refrigor Imobiliária. desde 2012. a 21/09/1992). S. | 2014  Gerente da Sedurbel . S..A.. a partir de Julho de 2012 e desde Abril de 2013 denominada D2C.  Gerente da SUMOL+COMPAL África.Licenciatura em Direito pela Universidade Lusíada (1987).Comércio Internacional.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal...  Presidente do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela.. Unipessoal.Mediadora de Seguros.  Presidente do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição. Lda. S.A..  Gerente da Sedurbel . incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. Lda.L. Lda. desde 2001..A.Imobiliária e Empreendimentos Turísticos. Unipessoal. desde 1995. Lda. Lda. SGPS.. desde 2009 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. (eleito administrador da então Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas. Lda. a 21/09/1992) presidente da Comissão Executiva desde 24/12/2008.

S. S...) desde 2006 até Janeiro de 2009. S. - Vice-Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) até 2012.A.A.E. S. Lisboa 1977. Lisboa 2000. e actualmente denominada SUMOL+COMPAL Marcas. Licenciatura em Economia no Instituto Superior de Economia.P.A.A.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.A. de 1999 a 2006.A. Lda.A.. - Presidente da Direcção do Instituto Civil de Auto-Regulação da Publicidade (ICAP) até 2012.Licenciatura em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (1978). desde 2013.C.A.A. Unipessoal.E. Lda.  Gerente da Refrigor Imobiliária. S. desde 2008 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas. desde Julho de 2014..Indústria de Alimentos e Bebidas. S. (denominada.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal Distribuição.Comércio Internacional. - Gerente e liquidatário da Maquinarte – Máquinas e Artes Metálicas. a 1 de Janeiro de 2011). S.A.. S.  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta.A..A.. S. a partir de 29/12/2008 e incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.. S. Univ. S.L.  José Manuel Doutel Jordão . | 2014  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções Lda.S.T.A. S.  Vogal do Conselho de Administração da Sumol+Compal. Bacharelato de Organização e Gestão de Empresas – I.. S. a 1 de Janeiro de 2011)..A. desde 1990. (desde 1989).A. (sociedade dissolvida a 30/12/2010).A. Unipessoal. S.Distribuição de Bebidas e Alimentação... desde 2014 (Presidente do Conselho de Administração da Cibal . Lda.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel .Sociedade de Águas da Serra da Estrela. desde 2010.A. sociedade denominada Sumol+Compal Distribuição..A. até Novembro de 2011.. Lisboa 1975. desde 2006 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.. a 1 de Janeiro de 2011). – administrador e membro da Comissão Executiva desde 24/12/2008.  Presidente do Conselho de Administração da Cereuro – Cervejeira Europeia.. S.  José Tomaz Júdice Gamito Pires .  Vogal do Conselho de Administração da Sensafruit. 133 . S. Sumolis – Gestão de Marcas. S.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor..  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. S. S.A. desde Junho de 2014..  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique.Católica. - Gerente da Worldwideco . desde Dezembro de 2014. desde 2008 (sociedade dissolvida a 31 de Dezembro de 2010).  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL.  Vogal do Conselho de Administração e liquidatário da Madibel .A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. a partir de Dezembro de 2006..G..

. - Administrador da Sensafruit. consoante aplicável. A Sociedade encabeça um grupo empresarial. Os administradores não executivos João António Brito Pires Eusébio.. 20. ii) planeamento. pela i) estratégia. desde 2009. habituais e significativas. S. Unipessoal.  Vogal do Conselho de Administração da Sasel – Sociedade de Águas da Serra da Estrela. S.A. Gabinete de Apoio ao Investidor e Gabinete de Auditoria Interna. S. controlo e reporting. S.A. SL (Espanha) desde 2008 até Novembro de 2011. Lda.A. Amélia Maria Brito Pires Eusébio e António Sérgio Brito Pires Eusébio e o administrador executivo José Tomaz Júdice Gamito Pires são também administradores da Refrigor. em particular no que se refere à delegação da administração quotidiana da sociedade. a 1 de Janeiro de 2011). e v) comunicação e representação. do Conselho de Administração. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo com accionistas a quem seja imputável participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto.  Vogal do Conselho de Administração da Compal – Companhia Produtora de Conservas Alimentares. ao nível desta Empresa e do Grupo. desde 2012. accionista titular de uma participação qualificada superior a 2% dos direitos de voto. 134 . A gestão da Sociedade é exercida colegialmente pelo Conselho de Administração.. | 2014  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. iv) acompanhamento de actividades operacionais de empresas do Grupo. S. de 2009 até Janeiro 2011 (sociedade incorporada por fusão na SUMOL+COMPAL Marcas.A. 21.. dos membros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. De acordo com o modelo de organização adoptado. de 2007 a 2008  Gerente da D2C. Na execução das funções inerentes a estas responsabilidades. a administração é directamente responsável. incluindo informação sobre delegações de competências.A. Relações familiares. iii) organização do Grupo. S. o órgão de administração é apoiado por um conjunto de funções corporativas: Assessorias da Administração. comissões e/ou departamentos da sociedade..A. Organogramas ou mapas funcionais relativos à repartição de competências entre os vários órgãos sociais. profissionais ou comerciais.

Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 O Conselho de Administração delegou a gestão corrente da sociedade numa Comissão Executiva.A. do Conselho de Administração. ficando o Conselho de Administração com a responsabilidade das áreas/matérias não delegadas na Comissão Executiva e listadas no n. Na reunião do Conselho de Administração de 2 de Junho de 2014 foi aprovada a manutenção em vigor do regulamento aprovado em reunião do Conselho de 26 de Janeiro de 2012. A distribuição de responsabilidades entre os membros da Comissão Executiva é a que consta do quadro seguinte: A responsabilidade pelos órgãos corporativos pertence a: b) Funcionamento 22. S. que pode ser consultado no sítio da Sociedade na internet. consoante aplicável. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. 135 . do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.º 29 do presente Relatório.

. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.A.Entreposto Frigorífico. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício.  Gerente da Frildo – Entreposto Frigorífico. S.A. 24. ACE..  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. Disponibilidade de cada um dos membros.  Vogal da Companhia Térmica Compal..  António Sérgio Brito Pires Eusébio  Presidente do Conselho de Administração da Refrigor. do Conselho de Administração.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade de cada membro.A. 25. às reuniões realizadas.  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger . S. A avaliação de desempenho global e individual dos administradores executivos são assuntos sobre os quais a Comissão de Vencimentos se debruça. 26. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas. do Conselho de Administração. Lda.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. João António Brito Pires Eusébio. S.. Lda. o EBITDA e a inovação. S. consoante aplicável.*.. Foram estabelecidas como variáveis de desempenho o volume de negócios. Critérios pré-determinados para a avaliação de desempenho dos administradores executivos. Durante o ano de 2014 realizaram-se 26 reuniões do Conselho de Administração. Lda. dentro e fora do grupo..A.  António Rui Libório Frade  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. Lda. S. Unipessoal. | 2014 23.  Gerente da Frildo .*.. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.A. consoante aplicável.  Gerente da D2C. Não existe um órgão da sociedade exclusivamente competente para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos. 96% pelos administradores Amélia Maria de Brito Pires Eusébio e António Rui Libório Frade e 92% pelos administradores António Sérgio Brito Pires Eusébio.. Indicação dos órgãos da sociedade competentes para realizar a avaliação de desempenho dos administradores executivos. O grau de assiduidade a estas reuniões foi de 100% pelo administrador Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto.  136 Amélia Maria de Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Eufiger .  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções..A. José Tomaz Júdice Gamito Pires e José Manuel Doutel Jordão.

e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento. 137 .  Gerente da Frildo . | 2014  Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.  José Manuel Doutel Jordão  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas. Lda.  Vogal do Conselho de Administração da A.Sociedade pertencente ao Grupo c) Comissões no seio do órgão de administração ou supervisão e administradores delegados 27.A.A. S. Lda.*.  Vogal do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Marcas.  Liquidatário da Madibel .*. Lda.  Presidente do Conselho de Administração da Eufiger . Lda.J. Lda.A. Lda. Unipessoal.  Gerente da SUMOL+COMPAL Internacional. do Conselho de Administração..Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.A.C..E. SGPS.N.I. do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho de Administração Executivo.A.  Gerente da D2C.  João António Brito Pires Eusébio  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. Unipessoal. S. S.A...  Gerente da Alcitrus – Produção e Comercialização de Fruta.A. (Associação Europeia das Indústrias de Sumos de Fruta e Néctares). Unipessoal. S.*. SGPS. S.  Vogal do Conselho de Administração do Grupo Aliança A. S.*.  Gerente da D2C.*. Lda. Identificação das comissões criadas no seio.*.  Gerente da SUMOL+COMPAL África.. consoante aplicável.. S.  José Tomaz Júdice Gamito Pires  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor.Comércio Internacional.*.A.  Gerente da Worldwideco . SGPS.  Gerente da Tecol – Terrenos e Construções. Lda.*.Entreposto Frigorífico.. S.A.Gerente da Worldwideco . desde Abril 2010. Unipessoal.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Angola Invest. desde Dezembro 2014.Comércio Internacional.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.*.. S. Lda.*.A.  Presidente do Conselho de Administração da SUMOL+COMPAL Moçambique. * .*.Indústria de Alimentos e Bebidas.

a elaboração.a elaboração de propostas referentes a assuntos não considerados de gestão corrente. foram delegadas na comissão executiva todas as matérias de gestão corrente da sociedade. Compete à Comissão Executiva: . departamentos ou serviços funcionais respectivos. nomeadamente. e) Aquisição. g) Abertura ou encerramento de estabelecimentos ou de partes importantes destes. sendo indelegáveis. É ainda feita no âmbito da Comissão Executiva a escolha de acções que contribuam para a concretização dos planos acima referidos. Compete a todos os membros da Comissão Executiva zelar pelo cumprimento das funções acima enunciadas e ao respectivo Presidente assegurar a coordenação da mesma e. nomeadamente. S. implementação e controlo das políticas da Empresa nas diversas áreas funcionais e divisões de negócio. do Plano Operacional e do Orçamento anual. Foi apenas criada no seio do Conselho de Administração uma Comissão Executiva. promover o bom funcionamento deste órgão.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. O Conselho de Administração e a Comissão Executiva dispõem de um regulamento que se encontra disponível no sítio na internet da sociedade. Nos termos do regulamento do Conselho de Administração. b) Cooptação de administradores. as seguintes matérias: a) Escolha do seu Presidente. bem como sobre propostas a apresentar nessa sede. se aplicável. 28. 138 . Composição. Em geral. . alterações dessa natureza nos documentos de topo. administrador(es) delegado(s). sujeitos a apreciação e deliberação por parte do Conselho de Administração. direcções. Cabe ainda à Comissão executiva e ao membro responsável por cada área funcional ou divisão de negócio a gestão dos centros. c) Pedido de convocação de Assembleias Gerais. não se consideram como gestão corrente da Sociedade. h) Extensões ou reduções importantes da actividade da Sociedade. f) Prestação de cauções e garantias pessoais ou reais pela Sociedade. excepto se tal for feito pela Assembleia Geral. em geral. Indicação das competências de cada uma das comissões criadas e síntese das actividades desenvolvidas no exercício dessas competências. da comissão executiva e/ou identificação de A Comissão Executiva é composta pelos seguintes membros: Presidente: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto Vogal: José Tomaz Júdice Gamito Pires Vogal: José Manuel Doutel Jordão Vogal: António Rui Libório Frade 29.A. alienação e oneração de bens imóveis. aprovação. . i) Modificações importantes na organização da Empresa.a apresentação e execução do Plano Estratégico. | 2014 O Conselho de Administração constituiu uma Comissão Executiva com competências em matéria de administração. d) Relatórios e contas anuais.

k) Mudança de sede e aumentos de capital. s) O estabelecimento ou término de relação comercial com clientes cujas compras anuais. FISCALIZAÇÃO (Conselho Fiscal. bem como a indicação do seu representante nessas Assembleias. previstas ou efectivas. o) A aquisição. n) A subscrição. de cisão e de transformação da Sociedade. bem como de eventuais revisões dos mesmos.000. Identificação do órgão de fiscalização (Conselho Fiscal. | 2014 j) Estabelecimento ou cessação de cooperação importante e duradoura com outras empresas. excedam no canal alimentar. no último ano. superior a 10 milhões de euros ou 10 milhões de litros. v) A apresentação de propostas a submeter às Assembleias Gerais das empresas dominadas pela SUMOL+COMPAL. no canal horeca.00. produção e distribuição. u) Abandono (não renovação) ou cancelamento do registo de marcas ou domínios. Foram efectivamente delegadas na Comissão Executiva todas as matérias que não estão acima explicitadas.5 milhões de euros. S. no caso da transacção (incluindo um conjunto de equipamentos que se consubstanciam na mesma utilidade económica) exceder € 3. Excluem-se deste ponto as situações de renovações contratuais efectuadas em condições substancialmente análogas às que estiverem em vigor. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) a) Composição 30. r) A venda de marcas ou submarcas com um volume no ano anterior superior a 20 milhões de euros ou 20 milhões de litros. 15 milhões de euros e.00. bem como a redução do seu âmbito. aquisição. volume de vendas superior a 1 milhão de litros. Comissão de Auditoria ou Conselho Geral e de Supervisão) correspondente ao modelo adoptado. oneração ou alienação de participações noutras Sociedades. l) Projectos de fusão. t) Aprovação da identidade de marca ou submarca. 1. subordinação.000. m) A análise e aprovação do Plano Estratégico e do Plano Operacional (inclui objectivos das Divisões e Unidades de Negócio).Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. p) A amortização de acções. as classes de registo. III.A. bem como as suas modificações. nomeadamente através de contratos de grupo paritário.000. 139 . no caso da operação exceder o valor de € 1. nos termos previstos no contrato de Sociedade. em estado de utilização (inclui utilização para prova de uso). q) A descontinuação de marcas ou submarcas desde que não previstas no Plano Operacional ou que tenham apresentado. Orçamentos Anuais de Exploração e de Investimentos.000. desde que alguma daquelas apresente um valor de vendas efectivo no ano anterior ou previsto para o terceiro ano após o lançamento. oneração ou alienação de bens móveis. franquia. nomeadamente.

| 2014 A SUMOL+COMPAL nomeou um Conselho Fiscal para assegurar a fiscalização da Sociedade. é eleito de três em três anos pela Assembleia Geral. data da primeira designação. O Conselho Fiscal.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. dos membros do Conselho Fiscal. detentor de 10. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou. a 14 de Dezembro de 2011.º 5 CSC. Vogal: José Manuel Rodrigues Felgueiras. n. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras que se considerem independentes.A.A. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor.º-A do citado código. 31. que deve ser composto por três a cinco membros efectivos e um ou dois membros suplentes. uma declaração na qual refere que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. nos termos do art. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras.A.º 1 do artigo 414.. Presidente: Manuel Batista Figueiredo. consoante aplicável. S. b) Não foi reeleito por mais de 2 mandatos e não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n.. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. da Comissão de Auditoria. com indicação do número estatutário mínimo e máximo de membros. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº19. a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. e data do termo de mandato de cada membro. Composição. Suplente: António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. Comissão de Auditoria. ao contrário dos demais membros do Conselho Fiscal. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº18.º. 414. O Conselho Fiscal é composto pelos seguintes membros: Nome Cargo Data da primeira nomeação Data de fim do mandato actual Manuel Baptista Figueiredo Presidente 29-04-2011 31-12-2016 José Manuel Rodrigues Felgueiras Vogal 17-04-2008 31-12-2016 José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca Vogal 17-04-2008 31-12-2016 António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida Suplente 30-05-2014 31-12-2016 32. S. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. consoante aplicável. 140 . Vogal: José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca.50% do capital social da Sociedade. do Conselho Fiscal. duração estatutária do mandato. Identificação. e o Grupo CGD estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal. número de membros efectivos. Sociedade de Capital de Risco. S. ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração.

Mestrado em Ciências Empresariais. desde 2007.. de 2001 a 2012. Lda. SCR. S.A. - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos. Sociedade Industrial Embalagens. Sist. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras e outros elementos curriculares relevantes.. – sociedade em liquidação desde 2006 e liquidatário desde 2012. da Comissão de Auditoria. S.A. .A.Licenciatura em contabilidade e administração pelo ISCAL . S. 141 . - Gerente da Consulmace.  José Manuel Rodrigues Felgueiras . José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca . S. pelo ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão.  Manuel Baptista Figueiredo . desde 2011. de cada um dos membros do Conselho Fiscal. - Administrador da Internet Works..A. S. - Gerente da Vânia Costa e José Felgueiras.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. B. .. Informação. - Administrador Delegado da J. especialidade de Finanças Empresariais. - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica. no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital . Consultoria e Gestão de Projectos e de Construção. Lda. de 2003 a 2008.Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (1974) e pósgraduado em análise financeira. - Membro do Comité de Auditoria da Finpro. Curso de Organização e Gestão de Empresas. -  Presidente do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº21. - Vogal do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL.A..A. consoante aplicável.A. S. S.. S. no INDEG / ISCTE.2004 a 2006. S.A.A. S. desde 2011. & Tec. - Administrador da Capsela. Qualificações profissionais.Licenciatura em Finanças no ISCEF – Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. | 2014 33.A. - Administrador da Mesquita ETVIA – Construção de Vias de Comunicação. de 1989 a 2009.A..Sociedade de Capital de Risco.. Fernandes S.

Disponibilidade de cada um dos membros. Em 8 destas reuniões estiveram presentes 100% dos membros do Conselho Fiscal.A. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº 26.. SGPS.A..A..  Director da CIP – Confederação da Indústria Portuguesa até 2010. S. Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. desde 2008. S. de 1997 até 2005. | 2014  António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida . S. Conselho Geral e de Supervisão e da Comissão para as Matérias Financeiras. consoante aplicável. 142 .. com indicação dos cargos exercidos em simultâneo em outras empresas. S. do Conselho Fiscal.  Presidente do Conselho de Administração da Sasel . - Administrador da PP3E – Projectos e Participações em Empreendimentos de Energia Eléctrica.. tendo o Dr.  Vogal do Conselho de Administração da Refrigor. Durante o ano de 2014 realizaram-se 11 reuniões do Conselho Fiscal da Sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº25.  Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal.Sociedade de Águas da Serra da Estrela. de 1999 até 2006. do Conselho Geral e de Supervisão ou da Comissão para as Matérias Financeiras. até 2001. O regulamento de funcionamento do Conselho Fiscal da Sociedade está disponível no sítio na Internet da Sociedade. S.Sociedade de Capital de Risco. de 1999 até 2005.  Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde.A. 36.. do Conselho Fiscal. Comissão de Auditoria. b) Funcionamento 34.Engenheiro Técnico. dentro e fora do grupo. consoante aplicável. S. Existência e local onde podem ser consultados os regulamentos de funcionamento.  Manuel Batista Figueiredo - Director Financeiro e Administrativo da Caixa Capital .A.A. podendo remeter-se para ponto do relatório onde já conste essa informação por força do disposto no nº24.A. 35. S. da Comissão de Auditoria. desde 2008. Comissão de Auditoria.  Vogal do Conselho de Administração da Cibal – Distribuição de Beidas e Alimentação. Número de reuniões realizadas e grau de assiduidade às reuniões realizadas. e outras actividades relevantes exercidas pelos membros daqueles órgãos no decurso do exercício. consoante aplicável. José Manuel Rodrigues Felgueiras estado ausente de 3 dessas reuniões (assiduidade de 72%). de cada membro do Conselho Fiscal.  Vogal do Conselho de Administração da Sumolis – Companhia Industrial de Frutas e Bebidas.

A. depósito ou outro título.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. c) verificar a regularidade dos livros. g) elaborar anualmente relatório sobre a acção fiscalizadora e dar parecer sobre o relatório.  José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca - Exercício de funções de gerência. da Comissão para as Matérias Financeiras.A. registos contabilísticos e documentos que lhe servem de suporte. d) verificar. S. Lda.A. da sociedade Silverpage Lda. Não foram estabelecidos quaisquer procedimentos ou critérios tendo em vista a intervenção do órgão de fiscalização para efeitos de contratação de serviços adicionais ao auditor externo. - Prestação de serviços de gestão técnica e de assessoria a outras empresas... 38. c) Competências e funções 37. f) verificar se as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adoptados pela sociedade conduzem a uma correcta avaliação do património e dos resultados. 143 . Lda. quando o julgue conveniente e pela forma que entenda adequada. António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida - Presidente do Conselho de Administração da Embopar – Embalagens de Portugal. ou por ela recebidos em garantia. – em liquidação. por procuração. - Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Ponto Verde. S. Outras funções dos órgãos de fiscalização e. e) verificar a exactidão dos documentos de prestação de contas. SGPS. - Gerente da Zona Ibérica. Lda.. se aplicável.  José Manuel Rodrigues Felgueiras -  Liquidatário da sociedade Vânia Costa & José Felgueiras. compete ao Conselho Fiscal: a) fiscalizar a Administração da sociedade. S. - Gerente da Mendes Vaz Pinto. | 2014 - Membro do Conselho Fiscal da Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos.. Nos termos do respectivo regulamento. a extensão do caixa e as existências de qualquer espécie dos bens ou valores pertencentes à sociedade. b) vigiar pela observância da lei e do contrato de sociedade. contas e propostas apresentadas pela Administração.

q) avaliar o trabalho do Revisor Oficial de Contas e fiscalizar a respectiva independência. S. O Revisor Oficial de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados. i) fiscalizar a eficácia do sistema de gestão de riscos. se existentes. 144 . Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. SROC. IV. quando o presidente da respectiva mesa o não faça. devendo fazê-lo. designadamente no tocante à prestação de serviços adicionais. n) fiscalizar o processo de preparação e de divulgação de informação financeira.. r) verificar a regularidade da prestação de caução ou contratação de seguro de responsabilidade civil por parte dos Administradores e dos membros do próprio Conselho Fiscal. | 2014 h) convocar a Assembleia-Geral. Revisor Oficial de Contas Efectivo: PricewaterhouseCoopers & Associados. m) cumprir as demais situações constantes da lei ou do contrato de sociedade. Lda. REVISOR OFICIAL DE CONTAS 39. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia.. p) fiscalizar a revisão de contas aos documentos de prestação de contas da sociedade. Colaboradores da sociedade ou outros. Revisor Oficial de Contas Suplente: José Manuel Henriques Bernardo 40. devendo a contratação e a remuneração dos peritos ter em conta a importância dos assuntos a eles cometidos e a situação económica da sociedade. j) receber as comunicações de irregularidades apresentadas por Accionistas. do sistema de controlo interno e do sistema de auditoria interna. 41. Indicação do número de anos em que o revisor oficial de contas exerce funções consecutivamente junto da sociedade e/ou grupo. Descrição de outros serviços prestados pelo ROC à sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. l) contratar a prestação de serviços de peritos que coadjuvem um ou vários dos seus membros no exercício das suas funções. SROC. exerce consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. o) propor à Assembleia Geral a nomeação do revisor oficial de contas.A. Para além de serviços de revisão de contas foram prestados pelo Revisor Oficial de Contas à sociedade serviços de consultoria económico-financeira. desde 29 de Abril de 2011. Lda. Identificação do revisor oficial de contas e do sócio revisor oficial de contas que o representa.

44.00 € / 29 % 145 . cumprimento à recomendação de rotação do auditor externo. Indicação do órgão responsável pela avaliação do auditor externo e periodicidade com que essa avaliação é feita. Não existe uma política de rotação do auditor externo.. e o respectivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. 47.. O Conselho Fiscal faz. S. O sistema de gestão da sociedade tem um macro processo de compras que estabelece em geral a forma de aquisição de bens ou serviços. O Auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.º C (2002) 1873. exercem consecutivamente funções junto da sociedade há cerca de 4 anos. 8.A. Lda. Lda.314. 45. representada por Jorge Manuel Santos Costa ou António Joaquim Brochado Correia. uma avaliação do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados. 43. nessa altura. Em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 foi eleito um novo auditor externo da sociedade – PricewaterhouseCoopers & Associados.º e do sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. SROC. SROC. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. Indicação do montante da remuneração anual paga pela sociedade e/ou por pessoas colectivas em relação de domínio ou de grupo ao auditor e a outras pessoas singulares ou colectivas pertencentes à mesma rede e discriminação da percentagem respeitante aos seguintes serviços (Para efeitos desta informação. SROC. 46.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. realizados pelo auditor externo para a sociedade e/ou para sociedades que com ela se encontrem em relação de domínio. desde 29 de Abril de 2011. no seu relatório anual. o conceito de rede é o decorrente da Recomendação da Comissão Europeia n. bem como o respectivo número de registo na CMVM. distintos dos de auditoria. de 16 de Maio): Pela Sociedade* .Valor dos serviços de revisão de contas (€) 16. A função de auditor externo é desempenhada pelo Revisor Oficial de Contas Efectivo PricewaterhouseCoopers & Associados. Identificação do auditor externo designado para os efeitos do art. AUDITOR EXTERNO 42. Identificação de trabalhos. Política e periodicidade da rotação do auditor externo e do respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções. bem como indicação dos procedimentos internos para efeitos de aprovação da contratação de tais serviços e indicação das razões para a sua contratação. | 2014 V. Lda. dando.. Lda. SROC.. Indicação do número de anos em que o auditor externo e o respetivo sócio revisor oficial de contas que o representa no cumprimento dessas funções exercem funções consecutivamente junto da sociedade e/ou do grupo. Para além de serviços de auditoria foram realizados pelo auditor externo para a sociedade serviços de consultoria económico-financeira.

Meios e política de comunicação de irregularidades ocorridas na sociedade. esta deverá ser feita directamente ao Presidente do Conselho de Administração. S. Comunicação de irregularidades 49. h).€/-% . II. A Sociedade aprovou uma política de comunicação de irregularidades.60 € / 9 % Por entidades que integrem o grupo* .€/-% . As irregularidades detectadas serão comunicadas ao Conselho Fiscal.00 € / 62 % .€/-% * Incluindo contas individuais e consolidadas C. 245.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) . pois.€/-% . A política de comunicação de irregularidades pretende estimular as comunicações internas de práticas não conformes de maneira a prevenir ou reprimir irregularidades quanto antes.Valor dos serviços de revisão de contas (€) 35. quais os meios que se devem utilizar para a sua comunicação e quem devem ser os receptores. no caso da alegada irregularidade envolver uma situação de conflito de interesses com algum membro do Conselho Fiscal.Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) . Prevê também a política adoptada que.553.€/-% . por e-mail ou carta. evitando danos agravados pela continuidade de tais práticas. Regras aplicáveis à alteração dos estatutos da sociedade (art.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a comunicação de uma irregularidade alegadamente ocorrida poderá ser feita por escrito. ORGANIZAÇÃO INTERNA I. bem como garante a confidencialidade no tratamento da mesma e a não identificação do emissor. 146 . | 2014 . Não existem nos estatutos da Sociedade quaisquer regras específicas sobre a forma pela qual poderá proceder-se à sua alteração.º 1.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) .Valor dos serviços de garantia de fiabilidade (€) . A política define o que se entende por irregularidades alegadamente ocorridas no seio da Sociedade. Estatutos 48. a este respeito o que sobre a alteração de estatutos se dispõe no Código das Sociedades Comerciais.Valor de outros serviços que não revisão de contas (€) 5. Assim.º-A. n. nos termos da referida política.A. al.277.Valor dos serviços de consultoria fiscal (€) . Aplica-se.

das relações de dependência hierárquica e/ou funcional face a outros órgãos ou comissões da sociedade. de acordo com os dados que lhe são fornecidos. Explicitação. órgãos ou comissões responsáveis pela auditoria interna e/ou pela implementação de sistemas de controlo interno. Existe um Comité de Auditoria Interna composto por membros não executivos do Conselho de Administração que tem por missão. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. em geral. deverão adoptar as medidas que entendam necessárias para suprir a irregularidade comunicada e comprovada pelo processo em causa. entre outras. a SUMOL+COMPAL ou os órgãos sociais de qualquer outra sociedade por esta dominada. O Conselho Fiscal. A SUMOL+COMPAL assegura a quem comunique quaisquer irregularidades que não permitirá. III. o qual tem como função testar e avaliar os procedimentos de controlo interno.A. na sua sequência e sempre que tal seja recomendável ou necessário. | 2014 A comunicação de irregularidades deverá conter uma descrição tão detalhada quanto possível dos factos que a suportam. 147 . Pessoas. como consequência de tal comunicação. a demissão. esta manterse-á unicamente do conhecimento do destinatário imediato da comunicação. ainda que por inclusão de organograma. a suspensão. com excepção de eventuais comunicações anónimas. procede à fiscalização dos dois sistemas. sob a responsabilidade de um administrador executivo. avaliar a adequabilidade daqueles dois sistemas. salvo se o denunciante tiver tido intervenção na prática de qualquer irregularidade objecto de denúncia ou caso este tenha comprovadamente actuado de má fé ao proceder à comunicação sabendo ou não devendo desconhecer que a mesma não tinha fundamento.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. casos em que não existe qualquer garantia ou obrigatoriedade de apreciação. ou qualquer outra estrutura organizativa daquelas sociedades à qual sejam comunicadas as conclusões do processo de avaliação. Após terminado o processo de averiguação. Controlo interno e gestão de riscos 50. Sempre que o denunciante tenha requerido a confidencialidade da sua identidade. o assédio ou a suspensão ou a retenção de pagamentos que lhe sejam devidos. no âmbito das suas competências. Desde a comunicação da irregularidade pelo colaborador até à apresentação das conclusões sobre a averiguação da mesma não poderão decorrer mais de 15 dias. S. O Conselho Fiscal assumiu o compromisso de efectuar todas as diligências adequadas para verificar a existência ou não da alegada irregularidade e de averiguar todos os factos susceptíveis de consubstanciarem irregularidades. 51. A criação do sistema de controlo interno e de gestão de riscos cabe à Comissão Executiva. Existe ainda um Gabinete de Auditoria Interna.

Além disso ambicionamos que onde a SUMOL+COMPAL esteja presente cada consumidor desfrute diariamente das nossas marcas. tendo sido nomeado um coordenador para cada um destes grupos de riscos. riscos operacionais e patrimoniais. riscos associados a gastos. têmse verificado crescimentos das categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL opera e perspectiva-se a manutenção desta tendência. Angola e Moçambique e ter posições relevantes noutras geografias. do peso relativos de cada canal de vendas e do nível de concentração em clientes tem efeitos directos na margem de contribuição da SUMOL+COMPAL. e como se afirma na winning aspiration. 148 . riscos associados a stakeholders. Estrutura das vendas As bebidas de alta rotação que o Grupo disponibiliza chegam ao retalho quer por vendas directas quer por vendas indirectas (distribuidores). Procura-se contrariar estes efeitos investindo permanentemente no valor das marcas de forma a sedimentar a lealdade dos consumidores em relação a estas e diversificando as vendas por mercados geográficos com sazonalidades diferentes da do mercado português. S. financeiros e jurídicos) a que a sociedade se expõe no exercício da actividade. Isto quer dizer que em cada ano as condições climatéricas influenciam a evolução das vendas. as encomendas em carteira raramente excedem alguns dias. com excepção dos clientes dos mercados internacionais. São também responsáveis pelo controlo de risco outras áreas funcionais da sociedade em função dos riscos identificados. Existência de outras áreas funcionais com competências no controlo de riscos. nalguns casos contractos que relacionam descontos com quantidades.A. Os montantes das encomendas são relativamente baixos enquanto a frequência destas é elevada. | 2014 52. e riscos associados a sistemas de informação.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. a que estes adquiram quantidades mínimas. e de (iv) Realizar metade das vendas de 400 M€ fora de Portugal. sobretudo nos casos onde há a materialização de investimento directo no estrangeiro – Moçambique e Angola. Riscos de mercado Em Portugal. (ii) Conseguir posições de destaque nos preparados de frutos e de vegetais em Portugal e África. Nos mercados internacionais.estar. O único modo de operar de forma continuada e sustentada é através do investimento no poder das marcas e no nível de serviço prestado aos retalhistas. Por outro lado o ciclo económico tem também alguma influência naquela evolução. em geral. Situação geopolítica A situação geopolítica de cada momento e as políticas económicas dos governos de países emergentes pode ter um grande impacto na nossa estratégia de internacionalização. Identificaram-se os seguintes grupos de riscos: riscos de mercado. riscos financeiros e legais. havendo contudo. A relação com os clientes não obriga. (iii) Desenvolver marcas representadas fortes suportadas em parcerias estáveis nas categorias de produtos onde a SUMOL+COMPAL não esteja presente com as suas marcas. 53. os mercados de bebidas de alta rotação onde o Grupo opera têm tido crescimentos diminutos ou nulos ao longo dos últimos anos. beneficiando do contributo destas para o seu bem. o Grupo tem a ambição de (i) Liderar os mercados de bebidas de frutos e de vegetais em Portugal. o que se procura fazer no Grupo. Em consequência. Sazonalidade As bebidas de alta rotação apresentam em geral sazonalidade das vendas e o seu consumo é marcadamente influenciado pelas condições climatéricas. Não obstante este enquadramento difícil. A variação do peso relativo dos mercados internacionais. Identificação e descrição dos principais tipos de riscos (económicos.

S. tornando-os cada vez mais globalizados. No entanto. O Grupo pode ser considerado à escala global como uma pequena empresa. a incumprimentos legais e de fornecimento instituirá e divulgará um Código de Conduta de Fornecedores. a dependência da SUMOL+COMPAL de pessoas que. (vi) compra de bens/serviços equivalentes sob condições comerciais diferentes. Mesmo com alternativas existe o risco da SUMOL+COMPAL sofrer impactos negativos ao nível reputacional. sejam dificilmente substituíveis. Riscos associados a stakeholders Colaboradores Constitui um risco para o desenvolvimento do negócio da SUMOL+COMPAL o facto de não se conseguir ter os melhores profissionais. Na prática as grandes empresas têm adquirido outras de menor dimensão. A SUMOL+COMPAL assume que tem um papel importante na difusão de boas práticas em matérias ambientais e sociais e que. (ii) materiais ou serviços com um só fornecedor aprovado. 149 . pelas suas competências. deve tomar medidas no sentido de influenciar positivamente as entidades. a montante. Estes riscos são mitigados através da adopção de políticas de recursos humanos adequadas e da implementação de ferramentas que facilitam a sua execução. constitui um risco para a empresa. Reputação das marcas A reputação das marcas com que trabalhamos é um dos factores mais importantes para a satisfação dos nossos consumidores. atrair e reter talento. Além do risco de má reputação de uma marca. risco esse que é crescente com a abertura das marcas ao exterior (redes sociais). conhecimentos. com quem mantém relações comerciais. Parceiros A SUMOL+COMPAL assume as suas responsabilidades económicas. a SUMOL+COMPAL está sujeita a impactos que possam surgir de problemas de má reputação noutros países com as marcas de terceiros que fazem parte do nosso portefólio. pelo que é crítico identificar.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. | 2014 Posição competitiva no mercado de bebidas de alta rotação Tem-se assistido em anos recentes a uma consolidação acelerada nos vários mercados de bebidas de alta rotação. é necessário dispor de uma estrutura financeira robusta para prosseguir este caminho de forma rápida e segura. Esse risco pode ter origem em várias fontes. mas tem definido como um dos vetores estratégicos de crescimento o desenvolvimento de negócios noutros mercados geográficos. grau de experiência e/ou trajecto profissional. Para isso e para evitar riscos inerentes a imagem. legal ou de fornecimento. importando dar especial acompanhamento as situações onde haja (i) fornecedores exclusivos de materiais e serviços críticos. De igual modo. (iv) não cumprimento dos requisitos legais e da SUMOL+COMPAL por parte dos fornecedores. (v) aquisição de bens não necessários ou desadequados.A. motivados por ocorrências na cadeia de abastecimento a montante. (iii) custos desadequados. sociais e ambientais e entende dever privilegiar relações prolongadas e de confiança com fornecedores que defendam e pratiquem princípios semelhantes. Riscos na cadeia de abastecimento de materiais e serviços Constitui um risco para o negócio da SUMOL+COMPAL depender de fornecimentos de terceiros sem alternativas. por isso. (vii) favorecimento de fornecedores e (viii) corte de abastecimento por atraso de pagamento a fornecedores.

nos seres vivos e nos ecossistemas. Estão implementados um conjunto de controlos adequados à mitigação deste risco. Por estas razões o risco associado a este tipo de eventos é baixo. sabotagens e riscos 150 . Falha na produção de bebidas A actividade de produção está sujeita a uma série de eventos que a podem colocar em causa. repetidos ou não. vão ser tomadas uma série de medidas que visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas aos perímetros das fábricas e às áreas de armazenagem do produto. nas vendas futuras da companhia. causando danos na saúde humana. procedimentos de controlo interno e planos de emergência que visam assegurar a continuidade do negócio. pessoal e de exploração. A poluição ambiental causada pela contaminação das linhas de água. Segurança alimentar Ao nível das várias fábricas e armazéns a organização tem em vigor procedimentos que visam impedir a contaminação física.A. A SUMOL+COMPAL e as suas marcas. Para além do conjunto de Valores definidos. do solo e da atmosfera. Apesar disso. independentemente do país em que trabalhem. já que a sua eventual afectação se pode traduzir numa redução da procura e grau de preferência e de fidelização.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Adicionalmente está implementada uma Política de Comunicação de Irregularidades que visa evitar que desvios ou procedimentos irregulares. mesmo por um período longo de tempo se forem de gravidade extrema. Procuramos minimizar estes riscos através da implementação sistemática de soluções técnicas e comportamentais. (ii) incêndios. levando a uma degradação ambiental. bem como pela contratação de apólices de seguro que garantem a cobertura de riscos de natureza patrimonial. Riscos Operacionais e Patrimoniais A gestão de riscos operacionais e patrimoniais passa pela definição clara de linhas de orientação estratégica e de uma estrutura hierárquica adequada. ou ter efeitos patrimoniais negativos. constitui um risco para o desenvolvimento sustentado do negócio da SUMOL+COMPAL a sua falta ou escassez. S. Este risco pode causar prejuízos sérios na reputação da SUMOL+COMPAL com consequências directas nos custos operacionais e. enfrentarão ocorrências passíveis de terem efeitos negativos entre as quais podemos salientar as crises relacionadas com questões de segurança e higiene alimentar. Dada a forte dependência nos processos industriais da SUMOL+COMPAL dos Recursos Naturais Água e Energia. sem prejuízo de se manterem e aprofundarem actividades de controlo para prevenir a ocorrência deste tipo de eventos. A gestão destes riscos é complementada com políticas. | 2014 Comunidades A reputação e a credibilidade da SUMOL+COMPAL são aspectos críticos para uma organização que gere marcas. incorre no risco de produção e distribuição de bebidas não conforme. como qualquer produtor. que garanta mecanismos eficazes de controlo e supervisão a todos os níveis da organização. possam colocar em risco a boa imagem e a reputação da SUMOL+COMPAL. a SUMOL+COMPAL tem em vigor um Código de Conduta que vincula a actuação de todos os colaboradores da empresa. Em concreto (i) falhas no abastecimento de água ou de energia. com agentes poluentes. tem um efeito negativo no equilíbrio do planeta. A SUMOL+COMPAL. com incidentes que provoquem mortos ou feridos graves ou outras situações passíveis de comunicação massiva negativa por parte dos órgãos de comunicação social ou das redes sociais. química e microbiológica das produções. garantindo o cumprimento dos planos HACCP. e a existência de mecanismos de controlo e liberação de produto baseados em procedimentos estabelecidos no sistema informático. mais importante. que visem a redução de consumos e da emissão de poluentes.

No imediato.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. roubo. greves. incluindo a contratualização de uma apólice de Seguro de Crédito. inundações. O Risco de Crédito nas operações está relacionado com Contas a Receber originadas. | 2014 semelhantes. resultando daí uma perda financeira para a SUMOL+COMPAL. etc. A SUMOL+COMPAL deverá avaliar a razoabilidade de subscrever seguros específicos em adição às coberturas já existentes. A SUMOL+COMPAL está sujeita. poderem não ser suficientes.) podem ser catastróficos e afectar várias actividades operacionais em simultâneo. Falha na cadeia de abastecimento O principal factor de risco que permanece fora dos níveis aceitáveis é a dependência de transportes marítimos. do incumprimento contratual ou fraude do devedor ou do incumprimento de operações de tesouraria. 151 . A principal medida para a prevenção deste tipo de eventos passa implementação do Projecto de Segurança Integrada das instalações. S. de investimento. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da insuficiência de cash flow operacional. embora tenham impacto prováveis mais reduzidos que os anteriores. de linhas de crédito e de financiamento bancário). Adicionalmente deverá ser avaliada a subscrição de seguros específicos para transferir estes riscos. na sua maioria. eventos meteorológicos. a única medida que pode ser implementada para reduzir o impacto deste tipo de eventos é a melhoria da articulação funcional e gestão integrada com armazéns externos no local destino. fluxos obtidos através de operações de desinvestimento. Falha de segurança Os eventos associados a este tipo de riscos podem assumir várias formas (sabotagem.A. e (iii) falhas no abastecimento de matérias-primas ou de serviços de manutenção. O risco das actividades de Tesouraria resulta essencialmente de produtos financeiros e disponibilidades monetárias contratualizados e sob controlo de terceiros. vandalismo. para os quais estão definidas as medidas preventivas consideradas adequadas. por vendas a Crédito a Clientes. da restrição de fontes de financiamento. …) e podem também afectar várias actividades operacionais em simultâneo. para satisfazer o nível de saídas de caixa associadas às actividades operacionais. Catástrofes naturais Os eventos associados a este tipo de riscos (sismos. fluxos de caixa operacionais. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da falta de liquidez e/ou insolvência de devedor. Liquidez Risco inerente ao facto de as fontes de financiamento (disponibilidades. Riscos Financeiros e Legais Crédito Risco inerente ao facto de uma contraparte da SUMOL+COMPAL não liquidar financeiramente as suas obrigações contratuais. essencialmente a este risco nas suas actividades operacionais e de tesouraria. remuneração accionista e de serviço da dívida (reembolso de capital e juros). do desequilíbrio da maturidade da dívida e da restrição no repatriamento de capitais (investimentos no estrangeiro). em determinado momento.

Actualmente. Mercado de Capitais. tem contratadas linhas de factoring e confirming. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da variação de indexante (taxa variável). Enquadramento fiscal Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a regulamentação fiscal que impacta em termos económicos e financeiros a sua rendibilidade e o seu património. MZN e AOA. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos derivam da exposição temporal de transacção (cotação. estarem contratados a taxa de juro variável. exógenos ao controlo da SUMOL+COMPAL. sobre o património e sobre a despesa. assim. No final do ano e excluindo o efeito dos depósitos a prazo constituídos em 31 de Dezembro. adjudicação. de uma eventual saída de Portugal do euro. da exposição contabilística (de transposição) e. Os juros suportados podem. a taxa de cobertura encontrar-se-ia próxima dos 38% da dívida remunerada a essa data. no extremo. O risco está sobretudo associado a três dimensões – tributação sobre o rendimento. estão implementadas todas as medidas preventivas consideradas adequadas. Além disso. resultando num incremento da complexidade. | 2014 A SUMOL+COMPAL procura garantir que a sua dívida financeira tem maturidades adequadas à perspectiva de evolução do seu negócio e. da exposição de balance sheet (contas a receber e contas a pagar) – eventos para os quais é feita uma gestão activa do risco com contratação de forwards cambiais para fixação mínima de 50% dos pagamentos em USD . multiplicidade e diversidade legislativa e regulatória que a SUMOL+COMPAL tem que gerir e cumprir. decorrentes da alienação de 49. Taxa de câmbio Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL efectuar investimentos e transacções em países e com entidades cuja moeda funcional é distinta do euro. afectam os resultados e a situação patrimonial da SUMOL+COMPAL.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A volatilidade destes indexantes decorre de factores de mercado. De igual forma. Em relação ao primeiro tipo de eventos. o que permite reduzir substancialmente a volatilidade dos juros a liquidar. estão implementadas as medidas preventivas consideradas adequadas para este tipo de eventos. perante um enquadramento regulamentar instável e 152 . Além da contratação de forwards cambiais. para além das linhas de curto prazo. Lei específica do Sector. S. O risco está associado a diversas dimensões (Lei Geral. que utiliza na gestão do seu fundo de maneio. a empresa tem contratados instrumentos derivados de cobertura de taxa de juro (IRS SWAP).9% da SUMOL+COMPAL. indexada a taxas de referência de mercado (sendo a Euribor a mais comum). Laboral. face ao euro. da variação de spread (taxa variável) e da envolvente sistémica. Eventuais variações cambiais ocorridas nessas moedas. Enquadramento legislativo Risco inerente ao facto de a SUMOL+COMPAL estar sujeita a legislação que regulamenta. entrega e facturação). não controláveis. etc) potenciadas pela expansão geográfica do negócio. Taxa de juro Risco inerente ao facto de os custos financeiros suportados (juros) decorrentes de financiamentos remunerados (sobretudo banca). o cash-flow é afectado por via das flutuações cambiais ocorridas entre o momento de reconhecimento do activo e/ou passivo e o efectivo momento do seu recebimento/pagamento. a SUMOL+COMPAL possui exposição cambial em USD. Normas de Relato Financeiro. variar em função de factores externos. Dada a conjuntura actual de forte “apetite e agressividade” no sentido da captação de receita fiscal. da exposição económica (competitividade de preços por via da flutuação cambial).A. enquadra e delimita a sua actividade.

avaliação. este é um risco cuja gestão é crítica. da (ii) quebra de segurança física de equipamentos. indispensável. entre outros.A. os seguintes procedimentos:  Não havendo sistemas de informação invioláveis. O sistema de controlo interno é baseado numa organização por processos em que há um conjunto de macro processos. para compromissos que venham a ter uma consequência financeira.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. havendo a prática. para as aplicações críticas da SUMOL+COMPAL. Os eventos que podem dar origem a este tipo de riscos podem sobretudo derivar de (i) requisitos de sistemas e rede inadequadamente definidos e/ou implementados.  Utilização de sistemas cluster de alta disponibilidade para os servidores que suportem aplicações críticas ao negócio. nomeadamente através da manutenção de firewalls. de manter competências internas suficientes para não criar dependência funcional de nenhuma entidade externa. Existe uma dependência das tecnologias de informação para que as operações decorram eficientemente. de servidores e de equipamentos pessoais. fluxos subsequentes e os correspondentes outputs. aptas para serem colocadas a funcionar no datacenter de DRS. Descrição do processo de identificação. razão pela qual são mantidos. em geral. de um intrusal detector system e de uma política de passwords forte ao nível de equipamentos de gestão da rede de dados. da (v) falha na operação e monotorização das infra-estruturas e da (vi) falha na gestão de backups. a relação com os clientes se mantenha e a informação económica e financeira seja fiável. Existe também um procedimento de autonomias financeiras que atribui a todos os órgãos de gestão.  Política restritiva na gestão de desktops e laptops. estão montados os procedimentos de segurança julgados adequados. sob a responsabilidade de um administrador executivo. Este procedimento garante a certificação prévia de todo o software pela área técnica da empresa e a ausência de software não licenciado. limites consoante o nível hierárquico. uma eliminação quase completa do risco de perda de dados e uma diminuição muito significativa do tempo previsto para operações de recovery em quaisquer circunstâncias porque no processo que suporta esse sistema está incluída a manutenção de réplicas das bases de dados críticas e cópias de segurança dos dados geograficamente deslocalizadas. Cada um destes processos tem os necessários inputs. S. acompanhamento. Estes macroprocessos contêm processos cuja responsabilidade de manutenção cabe aos diversos gestores.  Sistema de gestão de storage e de backup avançado que permite. 153 . 54. da (iv) falha na gestão de acessos lógicos à infra-estrutura. | 2014 mediante um forte impacto da fiscalização e das coimas aplicadas. Tecnologias de Informação Se a SUMOL+COMPAL não for capaz de construir e manter uma infra-estrutura de tecnologias de informação adequada ao negócio pode sofrer prejuízos materiais. controlo e gestão de riscos. de uma virtual private network apenas acessível com os códigos de utilizador e password. da (iii) quebra nos serviços prestados por terceiros. política essa que inclui a inibição de instalação pelos utilizadores de qualquer tipo de software.

a sede e demais elementos mencionados no artigo 171. Representante para as relações com o mercado.º 1.sumolcompal.pt 60.sociedade. Apoio ao Investidor 56. que procede aos correspondentes testes prévios de validação. a qualidade de sociedade aberta. Endereço(s). Informação sobre a proporção e o prazo de resposta aos pedidos de informação entrados no ano ou pendentes de anos anteriores. A resposta aos referidos pedidos foi facultada no prazo aproximado de uma semana. 245. Luís Fernando da Costa Magalhães.sumolcompal. composição.pt/investidores . A informação financeira anual. Principais elementos dos sistemas de controlo interno e de gestão de risco implementados na sociedade relativamente ao processo de divulgação de informação financeira (art. do endereço electrónico investidor@sumolcompal.sumolcompal. A Empresa tem um Gabinete de Apoio ao Investidor cujas funções são a disponibilização da informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. O Gabinete de Apoio ao Investidor pode ser contactado através do telefone 214200080. 58.º do Código das Sociedades Comerciais está disponível no endereço http://www. al. a sede e demais elementos mencionados no artigo 171.pt ou ainda da funcionalidade disponível no sítio institucional (www. a qualidade de sociedade aberta. A informação sobre a firma. IV. Local onde se encontra informação sobre a firma. Luís Fernando da Costa Magalhães. Faz ainda parte deste Gabinete José Paulo de Martinho Simões Machado.pt). Serviço responsável pelo apoio ao investidor.º-A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. e a dos períodos intercalares. 57. n. A informação financeira anual só é divulgada após o conforto do auditor externo e do Conselho Fiscal.º do Código das Sociedades Comerciais. | 2014 55. m). V. S. www. O Representante para as Relações com o Mercado é o Dr.A. 154 . O responsável deste Gabinete é simultaneamente o Representante para as Relações com o Mercado. Em 2014 foram dirigidos ao Gabinete de Apoio ao Investidor 3 pedidos de informação. Sítio de Internet 59. informação disponibilizada por esses serviços e elementos para contacto. funções. só é divulgada após autorização do Conselho de Administração após proposta da Comissão Executiva.

bem como o calendário semestral de eventos societários. Local onde se disponibilizam os documentos de prestação de contas. S. com referência aos 3 anos antecedentes está disponível no sítio da sociedade com o endereço http://www. Local onde são divulgados a convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada. os membros do Conselho de Administração são também apresentados no endereço http://www. reuniões da assembleia geral. do representante para as relações com o mercado.sumolcompal.pt/investidores/gaiComposicao Existe um formulário online. Para além disso. O acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade. A informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais consta do endereço http://www.pt/investidores/historicoag.pt/investidores/relatorioscontas O calendário semestral de eventos societários não está disponível. Os documentos de prestação de contas. no endereço http://www.pt/investidores/ assembleias gerais.pt/investidores/gaiContacto. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente.pt/investidores/estatutos. Local onde se disponibiliza informação sobre a identidade dos titulares dos órgãos sociais.sumolcompal. trimestrais.pt/investidores/orgaos. 64. 62.sumolcompal. o capital social representado e os resultados das votações. que devem estar acessíveis pelo menos durante cinco anos. entre outros. 155 . divulgado no início de cada semestre.A. Os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões da sociedade estão disponíveis no endereço http://www. 63. com referência aos 3 anos antecedentes. A convocatória para a reunião da assembleia geral e toda a informação preparatória e subsequente com ela relacionada está disponível em http://www. respectivas funções e meios de acesso. 65.sumolcompal. para permitir o contacto directo dos investidores com o gabinete de apoio ao investidor.sumolcompal. o capital social representado e os resultados das votações.pt/quemsomos/administracao. Informação sobre a identificação do representante para as relações com o mercado. divulgação de contas anuais. do Gabinete de Apoio ao Investidor ou estrutura equivalente.sumolcompal. semestrais e. incluindo.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.sumolcompal.sumolcompal. incluindo os dos últimos cinco anos. respectivas funções e meios de acesso constam do endereço http://www. Local onde se disponibiliza o acervo histórico com as deliberações tomadas nas reuniões das assembleias gerais da sociedade. estão disponíveis no sítio da sociedade em http://www. caso aplicável. | 2014 61. Local onde se encontram os estatutos e os regulamentos de funcionamento dos órgãos e/ou comissões.

º. ao nível de direcção. dos membros da comissão executiva ou administrador delegado e dos dirigentes da sociedade. não são independentes nos termos do art. S.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas.Gestão de Empreendimentos Imobiliários e Agrícolas. S.. A Refrigor.A. não é igualmente independente por força do disposto na alínea a) do mesmo número do art.º 414. A Comissão de Vencimentos é composta pelas sociedades Refrigor.º 414. Cabe à Comissão de Vencimentos a determinação da remuneração dos membros dos órgãos sociais e em especial dos membros da Comissão Executiva.. Eufiger . sob proposta da Comissão de Vencimentos e do Conselho de Administração. S. Não existem pessoas contratadas para integrar a Comissão de Vencimentos. Em 2014 foi nomeado para integrar a Comissão de Vencimentos o Senhor António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. O membro da Comissão António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida é independente. que tem especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remunerações. Todos os membros da Comissão de Vencimentos possuem conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração. respectivamente. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração. Composição da comissão de remunerações.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Comissão de remunerações 67. Competência para a determinação 66. 68..A. e por António Augusto de Barahona Fernandes de Almeida. S. A Assembleia Geral Anual de accionistas de 30 de Maio de 2014 aprovou declarações sobre a política de remuneração dos órgãos de administração e fiscalização e sobre a política de remunerações dos demais dirigentes. Os membros da Comissão de Vencimentos Refrigor. S. 156 . alínea b). incluindo identificação das pessoas singulares ou colectivas contratadas para lhe prestar apoio e declaração sobre a independência de cada um dos membros e assessores..º 5. Conhecimentos e experiência dos membros da comissão de remunerações em matéria de política de remunerações. REMUNERAÇÕES I. n. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. Indicação quanto à competência para a determinação da remuneração dos órgãos sociais. II. | 2014 D.. e Eufiger .A.A. Para determinação da remuneração dos dirigentes da sociedade é competente o Conselho de Administração.A. S.A.

em função do cumprimento total ou muito elevado (≥ 90%) da(s) meta(s) estratégica(s) do último ano do mandato. Nos termos desta política. aferido pelo grau de execução de metas. de 19 de Junho. c. O cumprimento das metas orçamentadas de inovação. c) O nível de desempenho será medido pelo grau de execução de metas quantificadas e previamente estabelecidas para variáveis de desempenho (entre 3 a 5). k) A aferição do cumprimento dos requisitos para a atribuição da componente variável plurianual é feita após o final do mandato. aplicando-se a cada uma destas o proposto nesta declaração. no caso de o desempenho da empresa evidenciar uma deterioração relevante no último exercício apurado. A geração de um EBITDA superior ao de 2013.º da Lei n. g) Os membros que desempenhem funções em órgãos de administração de sociedades dependentes podem ser remunerados pelas referidas sociedades. O atingimento de um volume de negócios superior ao alcançado em 2013. sendo que no primeiro destes três anos não poderá ser paga mais de 50% desta remuneração variável. h) A determinação do montante da eventual remuneração variável anual deve obedecer a critérios de alinhamento com os interesses da sociedade.º da Lei n. S. Em concreto. pelo que se limita a remuneração variável. f) A aferição do cumprimento dos requisitos para o pagamento da componente variável anual é feita exercício a exercício. 157 . referente a um período de três anos. os Membros da Comissão Executiva são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração anual dos membros comporta uma parte fixa e uma parte variável. Descrição da política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere o artigo 2. a ser pago após a conclusão do mandato. são os seguintes os objectivos estratégicos que devem ser tidos em conta para apreciar a actuação da Comissão Executiva: a. e) Os pagamentos diferidos para o 2º e 3º ano ficarão dependentes do cumprimento de metas que assegurem a manutenção do nível de desempenho que justificou a atribuição da remuneração variável. A componente variável plurianual. | 2014 III. tendo em conta o anteriormente referido em relação ao diferimento de pagamentos. j) O prémio variável plurianual pretende premiar a geração significativa e sustentada de valor para os accionistas. d) A eventual remuneração variável de cada exercício será paga nos três anos seguintes. A componente variável anual não poderá exceder metade da remuneração fixa anual. não poderá exceder a remuneração fixa anual. de 19 de Junho. b) A componente variável anual tem como objectivo premiar o desempenho dos membros da Comissão Executiva.º 28/2009. A parte variável terá uma componente anual e uma componente plurianual.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.º 28/2009. i) Poderá ser fixado um prémio variável plurianual. assegurando o alinhamento destes com os interesses da sociedade. Foi aprovada na Assembleia Geral realizada a 30 de Maio de 2014 a política de remuneração dos órgãos de administração e de fiscalização a que se refere ao artigo 2.A. não tendo em especial atenção a conclusão de todo o mandato. b. Estrutura das remunerações 69. no actual contexto societário e competitivo.

aos resultados operacionais. 95%) dos desempenhos do ano em 158 . do EBITDA. Não estão acordados pagamentos relativos à destituição ou cessação por acordo de funções de administradores.A. Por último. bem como sobre o modo como é baseada na avaliação do desempenho e desincentiva a assunção excessiva de riscos. O alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da Sociedade consegue-se através da existência de uma componente de remuneração variável para os administradores executivos. sendo que este desempenho deve estar alinhado com os interesses de longo prazo da Sociedade. b) Os restantes membros auferem uma senha de presença por cada reunião em que participem. S. ao EBITDA. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao último ano do mandato. dos resultados líquidos e do volume de negócios. ii) a situação económico-financeira da empresa. a Cofina e a Impresa. o qual fica dependente da manutenção (em. ii) a situação económico-financeira da empresa e iii) as funções de cada membro. ii) a segunda. a sua actividade aufere uma remuneração mensal fixa. acordada com a empresa e de acordo com as práticas de mercado. desde que neste terceiro exercício os valores reais dos indicadores utilizados para a atribuição do prémio plurianual sejam iguais ou superiores aos verificados no último ano do mandato. m) A determinação do montante da remuneração fixa dos membros da Comissão Executiva deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis (atendendose à capitalização bolsista. iii) as funções de cada membro e iv) o grau de afectação de tempo ao exercício das funções. c) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. nomeadamente. os administradores não-executivos são remunerados nos seguintes termos: a) A remuneração comporta exclusivamente uma componente fixa. | 2014 l) O prémio plurianual será dividido em duas parcelas: i) A primeira. O Revisor Oficial de Contas aufere uma retribuição fixa. n) Consideram-se empresas comparáveis a Novabase. O pagamento parcialmente diferido da componente variável. b) A determinação do montante da remuneração deve ter em conta: i) as práticas de mercado para empresas comparáveis. em termos da capitalização bolsista. 70. Não está prevista a existência de planos de atribuição de acções ou de opções de aquisição de acções por parte de membros dos órgãos de administração e de fiscalização. aos resultados líquidos e ao volume de negócios). A atribuição de remuneração variável depende do desempenho de determinadas variáveis. pelo menos. a Cofina e a Impresa. Nos termos da mesma política.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A avaliação deste desempenho faz-se pela comparação dos resultados obtidos em cada variável. os Membros da Mesa da Assembleia Geral e da Comissão de Vencimentos que não tiverem outras remunerações certas ou variáveis na sociedade ou em sociedades desta dependentes podem receber uma senha de presença por cada reunião em que participem. dos resultados operacionais. com as metas quantificadas previamente fixadas. atribuída pela Assembleia Geral. Informação sobre o modo como a remuneração é estruturada de forma a permitir o alinhamento dos interesses dos membros do órgão de administração com os interesses de longo prazo da sociedade. Os membros do Conselho Fiscal são remunerados nos seguintes termos: a) O membro independente que tem especiais conhecimentos em auditoria e contabilidade e que exerce regularmente. a ser paga a seguir à aprovação em AG das contas correspondentes ao terceiro exercício posterior ao mandato. na empresa.

à existência de uma componente variável da remuneração e informação sobre eventual impacto da avaliação de desempenho nesta componente. efectuada pela Comissão de Vencimentos. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. Referência. «EBITDA» e «inovação» espelham razoavelmente o real crescimento da Empresa e a riqueza efectivamente criada para os accionistas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Principais parâmetros e fundamentos de qualquer sistema de prémios anuais e de quaisquer outros benefícios não pecuniários. Existe uma componente variável cuja atribuição depende da verificação. por isso. Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em acções bem como sobre a manutenção. respectivo limite. Os benefícios não pecuniários são de natureza social ou de representação e são consistentes com os atribuídos aos demais gestores e colaboradores da Sociedade. 75. 72. designadamente contractos de cobertura (hedging) ou de transferência de risco. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. S. Diferimento do pagamento da componente variável da remuneração. se aplicável. Da mesma forma. 71. 74. em termos individuais. Não existe qualquer outro regime complementar de pensão ou de reforma antecipada. 76. Principais características dos regimes complementares de pensões ou de reforma antecipada para os administradores e data em que foram aprovados em assembleia geral. nem são. Não existem outros prémios anuais para além da remuneração variável. Não é atribuída remuneração variável em acções aos administradores. não são celebrados contractos relativos a essas acções. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. do atingimento de metas quantificadas. dessas acções.A. e sua relação face ao valor da remuneração total anual. O pagamento da componente variável é diferido. com menção do período de diferimento. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. quer a generalidade dos trabalhadores. | 2014 que a componente variável foi originada. ficando também dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. estabelecidos critérios para a manutenção dessas acções pelos administradores executivos. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. 73. pelos administradores executivos. Existe um fundo de pensões que abrange quer administradores. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. sobre eventual celebração de contractos relativos a essas acções. Entende-se que a evolução das variáveis de desempenho «volume de negócios». Critérios em que se baseia a atribuição de remuneração variável em opções e indicação do período de diferimento e do preço de exercício. 159 .

A.00€. José Manuel Doutel Jordão 15. 78. José Tomaz Júdice Gamito Pires. | 2014 Este plano foi aprovado pelo Conselho de Administração sem intervenção da Assembleia Geral. a saber.154. pelos membros dos órgãos de fiscalização da sociedade.º 28/2009. menção às diferentes componentes que lhe deram origem.600.00€. Montantes a qualquer título pagos por outras sociedades em relação de domínio ou de grupo ou que se encontrem sujeitas a um domínio comum.660. para efeitos da Lei n.800. Em 2014 foram pagas remunerações variáveis aos administradores executivos no total de 62.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Os membros do Conselho de Administração auferiram remunerações fixas no montante total de 1. Remuneração paga sob a forma de participação nos lucros e/ou de pagamento de prémios e os motivos por que tais prémios e ou participação nos lucros foram concedidos.562.29€. Indemnizações pagas ou devidas a ex-administradores executivos relativamente à cessação das suas funções durante o exercício. Não foi pago aos administradores não executivos qualquer montante a título de remuneração variável.600. Aos membros não executivos. em nenhuma das filiais ou associadas. proveniente da sociedade. António Sérgio Brito Pires Eusébio. os seguintes montantes de remunerações fixas: 177.50€ (um milhão cento e cinquenta e quatro seiscentos e sessenta e três euros e cinquenta cêntimos).507.00€.69€ com a seguinte repartição: Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto 17. Duarte Nunes Ferreira Lopes Pinto. IV.00€ e 66. a saber. relativamente a esta. Durante o exercício de 2014 a SUMOL+COMPAL pagou aos membros do seu Conselho Fiscal o montante de 24. 212. 164. este último apenas até à eleição da actual composição do Conselho de Administração) auferiram.800.00€).562. de forma agregada e individual.08€. verbas fixas ou variáveis aos membros do Conselho de Administração. Não foram pagos. pelos membros dos órgãos de administração da sociedade. Não foram pagas nem são devidas indemnizações a ex-administradores executivos.910.693. incluindo remuneração fixa e variável e. João António Brito Pires Eusébio e Amélia Maria Brito Pires Eusébio foram pagos.800.24€.600. a qualquer título.00€. 80. Indicação do montante anual da remuneração auferida. S. 88. 81. António Rui Libório Frade. Divulgação das remunerações 77. de forma agregada e individual. Em senhas de presença. foram pagos a Manuel Batista Figueiredo 160 .118. Os membros da Comissão Executiva do Conselho de Administração. Não existem outras remunerações para além das acima referidas.08€ e António Augusto dos Santos Casanova Pinto 14. 177.663. 79.00€.00€ e 88.50€. Indicação do montante anual da remuneração auferida.265. António Rui Libório Frade 15. José Manuel Doutel Jordão e António Augusto dos Santos Casanova Pinto. respectivamente. respectivamente. de 19 de Junho. 177.

300. Caracterização do plano (condições de atribuição. (art. cláusulas de inalienabilidade de acções. 82. n. Não existem quaisquer planos de atribuição de acções e/ou opções de aquisição de acções. 86. V. José Manuel Rodrigues Felgueiras recebeu da SUMOL+COMPAL 12. período durante o qual as opções podem ser exercidas. Identificação do plano e dos respectivos destinatários. Limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador e sua relação com a componente variável da remuneração. Não existem quaisquer direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções („stock options‟) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa. al.00€. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções. Referência à existência e descrição.ºA. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da Sociedade. características das acções ou opções a atribuir. Durante o ano de 2014 foram pagas à Presidente da Mesa da Assembleia Geral três senhas de presença no valor total de €900.º-B do Código dos Valores Mobiliários. S. 161 . Não existem limitações contratuais previstas para a compensação a pagar por destituição sem justa causa de administrador nem foi estabelecida qualquer relação entre tal compensação e a componente variável da remuneração. Acordos com implicações remuneratórias 83. que prevejam indemnizações em caso de demissão. despedimento sem justa causa ou cessação da relação de trabalho na sequência de uma mudança de controlo da sociedade. VI. | 2014 6. Indicação da remuneração no ano de referência do presidente da mesa da assembleia geral. de acordos entre a sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes.º 3 do artigo 248.A.000.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. existência de incentivos para a aquisição de acções e ou o exercício de opções).00€. 245. critérios relativos ao preço das acções e o preço de exercício das opções. na acepção do n. A Presidente da Mesa da Assembleia Geral recebe uma senha de presença por cada reunião de Assembleia Geral realizada.00. 87. com indicação dos montantes envolvidos.º 1.500€ e a José Paulo Machado da Silva Alexandre da Fonseca 6. Não existem quaisquer acordos entre a Sociedade e os titulares do órgão de administração e dirigentes que prevejam indemnizações em caso de demissão. l). Planos de atribuição de acções ou opções sobre acções (‘stock options’) 85. 84. Direitos de opção atribuídos para a aquisição de acções (‘stock options’) de que sejam beneficiários os trabalhadores e colaboradores da empresa.

designadamente. 4.000€. Descrição dos procedimentos e critérios aplicáveis à intervenção do órgão de fiscalização para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação. e com uma antecedência de 30 dias relativamente à data prevista para a celebração do negócio (ou prazo inferior caso o respeito pelo prazo de 30 dias seja inexequível e desde que a impossibilidade de submissão seja devidamente fundamentada) os termos do negócio em causa.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Mecanismos implementados pela sociedade para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas (Para o efeito remete-se para o conceito resultante da IAS 24). Mecanismos de controlo previstos num eventual sistema de participação dos trabalhadores no capital na medida em que os direitos de voto não sejam exercidos directamente por estes (art. S. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a avaliação prévia dos negócios a realizar nos termos descritos. os intervenientes. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. bem como por email para o seguinte endereço: conselho.pt. nos termos do artigo 20 do Código dos Valores Mobiliários.fiscal@sumolcompal. | 2014 88. Os procedimentos são os seguintes: 1. o valor a partir do qual estes deverão ser submetidos a parecer prévio do Conselho Fiscal passará para 500. n.º do Código dos Valores Mobiliários. Em 2014 não houve qualquer transacção que reunisse os requisitos para emissão de parecer prévio pelo Conselho Fiscal. 90. al. No caso de negócios continuados. 245. o valor e demais informação considerada relevante para uma completa avaliação do negócio. 162 . 3. ao cuidado do Exmo. ponto 91).000€ por negócio. 2. por exemplo rendas de instalações. sejam de valor igual ou superior a 100. referindo-se. E. sempre que esses negócios. quando de carácter isolado. Não está previsto qualquer sistema de participação dos trabalhadores no capital. Mecanismos e procedimentos de controlo 89. pelo que nenhuma transacção foi sujeita a controlo por este órgão. por ano.º-A. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS I. O Conselho Fiscal estabeleceu que lhe sejam submetidos os negócios com accionistas titulares de participação qualificada. 91. deverão ser comunicados por escrito. Não foram estabelecidos mecanismos específicos para efeitos de controlo de transacções com partes relacionadas. o respectivo objecto. A comunicação deverá ser remetida pela Administração da Sociedade para a sede desta. Senhor Presidente do Conselho Fiscal. Indicação das transacções que foram sujeitas a controlo no ano de referência. Verificando-se o preenchimento dos critérios supra referidos. e)). nos termos do artigo 20.º 1.A. Foram apenas estabelecidos pelo Conselho Fiscal critérios para intervenção do Conselho Fiscal para efeitos da avaliação prévia dos negócios a realizar entre a sociedade e titulares de participação qualificada ou entidades que com eles estejam em qualquer relação (vd.

Está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas nas Notas às Demonstrações Financeiras (Nota 33 – Partes Relacionadas) bem como no presente documento. alternativamente. S. no prazo máximo de 15 dias após a recepção da comunicação que lhe seja dirigida. ou em prazo inferior se devidamente fundamentada a inviabilidade de respeito do prazo de 30 dias estabelecido no número 3 supra. Identificação do Código de governo das sociedades adoptado A Sociedade submete-se ao Código da CMVM. Elementos relativos aos negócios 92.cmvm. Indicação do local dos documentos de prestação de contas onde está disponível informação sobre os negócios com partes relacionadas. de acordo com a IAS 24. 2.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. disponível em www. ou.A. o entendimento do Conselho de Administração sobre a sua adopção é o seguinte: 163 . O Conselho Fiscal emitirá o seu parecer prévio. PARTE II . não vinculativo. de Agosto de 2013. Análise de cumprimento do Código de Governo das Sociedades adoptado Em relação às recomendações da CMVM e considerando a numeração utilizada nestas recomendações. II. reprodução dessa informação. A Sociedade não está sujeita ao cumprimento de quaisquer outros códigos. | 2014 5.pt.AVALIAÇÃO DO GOVERNO SOCIETÁRIO 1. sobre o Governo das Sociedades Cotadas – Código de Governo das Sociedades da CMVM.

As sociedades não devem adoptar mecanismos que dificultem a tomada de deliberações pelos seus accionistas. quer a Assembleia reúna em primeira quer em segunda convocação. I. não existe qualquer restrição ao exercício activo do direito de voto. Adoptada. Parcialmente adoptada. as abstenções não são contadas e a deliberação sobre algum dos assuntos referidos no n.º. seja qual for a percentagem do capital social nela representado. Adoptada. | 2014 CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 2013 (RECOMENDAÇÕES) I. Os estatutos das sociedades que prevejam a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista. A sociedade não tem definida uma política de distribuição de dividendos.º 2 do artigo 383. designadamente não fixando um número excessivamente elevado de acções necessárias para ter direito a um voto e implementando os meios indispensáveis ao exercício do direito de voto por correspondência e por via electrónica.500 acções de 1 Euro cada. quer directamente. VOTAÇÃO E CONTROLO DA SOCIEDADE I. S. onde manifestem de forma inequívoca o sentido do seu voto.º do Código das Sociedades Comerciais deve ser aprovada por dois terços dos votos emitidos. Pelo contrário. dos estatutos da Sociedade. quer indirectamente. Por outro lado. I. salvo se devidamente fundamentados em função dos interesses de longo prazo dos accionistas. As sociedades não devem estabelecer mecanismos que tenham por efeito provocar o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária.092. nem prevê quaisquer mecanismos que provoquem o desfasamento entre o direito ao recebimento de dividendos ou à subscrição de novos valores mobiliários e o direito de voto de cada acção ordinária.A. determinando que a Assembleia Geral delibera por maioria de votos emitidos. A dimensão da sociedade e a reduzida dispersão do capital não justificou. até à presente data.2. de forma individual ou em 164 .500 Euros.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. através de declaração por si assinada. designadamente fixando um quórum deliberativo superior ao previsto por lei.3. As sociedades devem incentivar os seus accionistas a participar e a votar nas assembleias gerais.4. O capital social é de 100.” Os estatutos não prevêem a admissibilidade do voto por correspondência electrónico. que fosse adoptado um sistema de voto por correspondência electrónico.º 2. dividido em 100. A Sociedade incentiva a participação accionista já que os estatutos da Sociedade fazem corresponder um voto a cada acção. o artigo 22.092. determina que “os accionistas com direito a voto poderão exercê-lo por correspondência. Os estatutos da Sociedade não contemplam alterações ao previsto no Código das Sociedades Comerciais relativamente ao quórum deliberativo. n. I.1.

devem prever igualmente que. Assim sendo. Os estatutos da Sociedade não prevêem a limitação do número de votos que podem ser detidos ou exercidos por um único accionista de forma individual ou em concertação com outros accionistas.5. Dentro dos limites estabelecidos por lei. mas esta cessação não corresponde à exigência de pagamentos ou assunção de encargos. Não se prevê. ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO II. O Conselho de Administração elegeu uma Comissão Executiva na qual foi delegada a gestão corrente da Sociedade. será sujeita a deliberação pela assembleia geral a alteração ou a manutenção dessa disposição estatutária – sem requisitos de quórum agravado relativamente ao legal – e que. SUPERVISÃO.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.1. as acções da Sociedade detidas por accionista que. a deliberação da Assembleia Geral. a aquisição por entidades concorrentes de determinadas percentagens do capital social da SUMOL+COMPAL poderá levar ao término destes contractos. Adoptada. e salvo por força da reduzida dimensão da sociedade. nessa deliberação. S. I. Não devem ser adoptadas medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração e que se afigurem susceptíveis de prejudicar a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. o conselho de administração deve delegar a administração quotidiana da sociedade. não obstante. II.º-A) que poderão ser amortizadas. Veja-se a respeito das suas competências o ponto 29 do Relatório sobre o Governo da Sociedade. razão pela qual se entende cumprida esta recomendação. nalguns contractos estabelecidos com parceiros de negócio.1. a manutenção ou eliminação de tal norma estatutária.A. devendo as competências delegadas ser identificadas no relatório anual sobre o Governo da Sociedade. sem consentimento do titular respectivo e pelo seu valor nominal. Não adoptada. mas é intenção da sociedade fazê-lo na próxima Assembleia Geral. se contam todos os votos emitidos sem que aquela limitação funcione. directa ou indirectamente exerça actividade concorrente ou similar com a da Sociedade. quando seja inferior àquele. 165 . | 2014 concertação com outros accionistas. prejudicadas a livre transmissibilidade das acções e a livre apreciação pelos accionistas do desempenho dos titulares do órgão de administração. por esta via. No entanto. pelo menos de cinco em cinco anos. pelo menos de cinco em cinco anos. o dever de sujeitar. Nunca foram adoptadas quaisquer medidas que tenham por efeito exigir pagamentos ou a assunção de encargos pela sociedade em caso de transição de controlo ou de mudança da composição do órgão de administração da sociedade.1. Cumpre referir que. Adoptada. não são. os estatutos da Sociedade dispõem (artigo 8. ou pelo respectivo valor de mercado. SUPERVISÃO E ADMINISTRAÇÃO II.

1. devem criar as comissões que se mostrem necessárias para: a) Assegurar uma competente e independente avaliação do desempenho dos administradores executivos e do seu próprio desempenho global. consoante o modelo adoptado. a estrutura e as práticas de governo adoptado. ii) definir a estrutura empresarial do grupo. O desenvolvimento da actividade correspondente à prossecução dos objectivos da Sociedade.1. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria.2. o Conselho de Administração e o Conselho Geral e de Supervisão. Este órgão deverá ainda avaliar o cumprimento do plano estratégico e a execução das principais políticas da sociedade. pelo que. verificar a sua eficácia e propor aos órgãos competentes as medidas a executar tendo em vista a sua melhoria. | 2014 II. II. bem assim como das diversas comissões existentes.1. risco ou às suas características especiais. além do exercício das competências de fiscalização que lhes estão cometidas. II. De facto.1. deve ser consagrada a obrigatoriedade de este órgão se pronunciar sobre a estratégia e as principais políticas da sociedade. Salvo por força da reduzida dimensão da sociedade. b) Refletir sobre o sistema. designadamente. No ponto 29 do Relatório de Governo da Sociedade são indicadas as matérias que não foram delegadas. estas matérias são objecto de apreciação e de reflexão por parte da Comissão de Vencimentos e/ou por parte do Conselho de Administração. S. ii) definição da estrutura empresarial do Grupo. Não adoptada. a definição da estrutura empresarial do grupo e as decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante ou risco. através de previsão estatutária ou mediante via equivalente. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. risco ou às suas características especiais não foram delegadas pela administração. no que respeita a: i) definir a estratégia e as políticas gerais da sociedade. No entanto. a: i) definição da estratégia e das políticas gerais da Sociedade. devem fixar objectivos em matéria de assunção de riscos e criar 166 .5.A. iii) decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante. O Conselho de Administração ou o Conselho Geral e de Supervisão. O Conselho Geral e de Supervisão. A Sociedade não possui um conselho geral e de supervisão. deve assumir plenas responsabilidades ao nível do governo da sociedade. Adoptada.3. não existe qualquer comissão com competências na avaliação do desempenho dos administradores executivos e para avaliação do seu próprio desempenho global ou de outras comissões existentes. A administração entende que a dimensão da Sociedade e do Grupo não justificam a criação de qualquer comissão específica. II.4. O Conselho de Administração deve assegurar que a sociedade atua de forma consentânea com os seus objectivos. a estrutura e as práticas de governo adoptado. designadamente. nem para reflectir sobre o sistema. Não aplicável.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. consoante o modelo aplicável. não devendo delegar a sua competência.

A independência dos membros do Conselho Geral e de Supervisão e dos membros da Comissão de Auditoria afere-se nos termos da legislação vigente. Assim. Viver em união de facto ou ser cônjuge. o facto de a Sociedade ter uma dimensão média bem como a reduzida dispersão do seu capital e. A Comissão Executiva decidiu rever o sistema de identificação dos principais riscos. tendo em conta o modelo de governação adoptado. fiscalização e avaliação da actividade dos membros daquela comissão. Adoptada. administrador.º grau. Ter sido colaborador da sociedade ou de sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo nos últimos três anos. inclusive. c. 167 . a dimensão da sociedade e a sua estrutura accionista e o respectivo free float. prestado serviços ou estabelecido relação comercial significativa com a sociedade ou com sociedade que com esta se encontre em relação de domínio ou de grupo. II. seja de forma directa ou enquanto sócio.1. Entre os administradores não executivos deve contar-se uma proporção adequada de independentes. gerente ou dirigente de pessoa colectiva. e. b. Ser titular de participação qualificada ou representante de um accionista titular de participações qualificadas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. nos últimos três anos.6.1. de administradores ou de pessoas singulares titulares direta ou indirectamente de participação qualificada. S. Ter. por um lado. A Sociedade considera que. composta por sete membros. e quanto aos demais membros do Conselho de Administração considera-se independente a pessoa que não esteja associada a qualquer grupo de interesses específicos na sociedade nem se encontre em alguma circunstância susceptível de afectar a sua isenção de análise ou de decisão. os restantes administradores garantem a efectiva capacidade de supervisão. e como são analisados e medidos em função da sua frequência e impacto esperados. tendo em conta. com vista a garantir que os riscos efectivamente incorridos são consistentes com aqueles objectivos. | 2014 sistemas para o seu controlo. Os administradores não executivos não são independentes.7. O Conselho de Administração deve incluir um número de membros não executivos que garanta efectiva capacidade de acompanhamento. está assegurada pelo órgão de fiscalização e pelo órgão de administração a defesa dos interesses da Sociedade e dos accionistas. nomeou uma Comissão Executiva formada por quatro administradores. o facto de existir um órgão de fiscalização constituído maioritariamente por independentes. na linha colateral. por outro lado. Ser beneficiário de remuneração paga pela sociedade ou por sociedade que com ela se encontre em relação de domínio ou de grupo além da remuneração decorrente do exercício das funções de administrador. II. nomeadamente em virtude de: a. Não adoptada. Não adoptada. supervisão e avaliação da actividade dos restantes membros do órgão de administração. A administração da SUMOL+COMPAL. parente ou afim na linha recta e até ao 3.A. bem como dos eventos que lhe podem dar origem. d.

II. b) Preenche o requisito previsto na alínea b) do ponto 5 do artigo 414. As convocatórias e as actas das reuniões da Comissão Executiva estão disponíveis para acesso pelo Presidente do Conselho de Administração e são remetidas ao Presidente do Conselho Fiscal.. e o Grupo Caixa Geral de Depósitos estar previsto que esta entidade pode indicar o Presidente do Conselho Fiscal.1. um administrador independente que assegure a coordenação dos trabalhos dos demais membros não executivos e as condições para que estes possam decidir de forma independente e informada ou encontrar outro mecanismo equivalente que assegure aquela coordenação.A. O presidente do órgão de administração executivo ou da comissão executiva deve remeter. sendo as unidades de participação do mencionado fundo detidas maioritariamente por entidades em relação de domínio indirecto com a mencionada entidade gestora. S. conforme aplicável.1. Não aplicável. ao Presidente do Conselho Geral e de Supervisão e ao Presidente da Comissão para as Matérias Financeiras. as informações por aqueles requeridas. ao Presidente do Conselho Fiscal. O Presidente do Conselho Fiscal apresentou ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Administração. Pelo facto de no Acordo Parassocial celebrado entre a Refrigor. em tempo útil e de forma adequada ao pedido. de entre os seus membros.1. ao Presidente da Comissão de Auditoria. S. | 2014 II. FISCALIZAÇÃO II. devem prestar.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. este órgão deverá indicar.1..2. II.10. Os administradores que exerçam funções executivas. Caso o presidente do órgão de administração exerça funções executivas.º 1 do artigo 414. II. da Comissão de Auditoria ou da Comissão para as Matérias Financeiras deve ser independente.2.A.8.9.50% do capital social da Sociedade.º do Código das Sociedades Comerciais e que não incorre em nenhuma das incompatibilidades previstas no n. O presidente do órgão de administração não exerce funções executivas. Consoante o modelo aplicável. ao Presidente do Conselho de Administração.A. Sociedade de Capital de Risco.º-A do citado código. Os administradores com funções executivas sempre prestaram aos demais membros dos órgãos sociais da Sociedade todas as informações que por estes foram requeridas. Adoptada. Adoptada. e possuir as competências adequadas ao exercício das respectivas funções. uma declaração na qual declara que: a) Tem uma relação laboral com a Caixa Capital. quando solicitados por outros membros dos órgãos sociais. detentor de 10. a qual é a entidade gestora do Fundo de Capital de Risco Grupo CGD – Caixa Capital. o presidente do Conselho Fiscal. 168 . a CMVM entende que o Presidente do Conselho Fiscal indicado nestes termos é não independente. Não Adoptada. as convocatórias e as atas das respectivas reuniões. S. de acordo com o critério legal aplicável.

O órgão de fiscalização deve avaliar anualmente o auditor externo e propor ao órgão competente a sua destituição ou a resolução do contrato de prestação dos seus serviços sempre que se verifique justa causa para o efeito. O Conselho Fiscal procedeu à fiscalização do sistema de controlo interno e gestão de riscos existentes com base na informação que lhe foi prestada pelo Conselho de Administração. O Conselho Fiscal serviu. frequentemente. dadas as especiais características da estrutura accionista da Sociedade foi entendido como sendo o mais adequado para assegurar um correcto e eficiente funcionamento dos serviços de auditoria interna.2. O Conselho Fiscal faz no seu relatório anual ao exercício de 2014 uma avaliação positiva do auditor externo PricewaterhouseCoopers & Associados.3.1. Adoptada. fazendo uma avaliação positiva sobre a sua actuação e desempenho. designadamente. Este esquema de reporte.2.3. O contacto entre o auditor externo e o Conselho Fiscal é assegurado mediante a realização de reuniões entre ambos..2.A. Não adoptada. considerando-os razoáveis em relação à dimensão da Empresa.2. propor a respectiva remuneração e zelar para que sejam asseguradas.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. dentro da empresa. Adoptada.3. O órgão de fiscalização deve ser o interlocutor principal do auditor externo e o primeiro destinatário dos respectivos relatórios. A Comissão de Auditoria.5. sempre que estas se mostrem necessárias.4. II. e devem ser destinatários dos relatórios realizados por estes serviços pelo menos quando estejam em causa matérias relacionadas com a prestação de contas. | 2014 II. demonstrando grande qualidade técnica no trabalho desenvolvido. O órgão de fiscalização deve avaliar o funcionamento dos sistemas de controlo interno e de gestão de riscos e propor os ajustamentos que se mostrem necessários. e é evidenciado por um acompanhamento regular pelo auditor externo de todos os assuntos que exijam a sua intervenção ou esclarecimentos. II. a identificação ou a resolução de conflitos de interesses e a deteção de potenciais ilegalidades. Os serviços de auditoria interna (Gabinete de Auditoria Interna) não reportam ao Conselho Fiscal. O Conselho Fiscal acompanhou os trabalhos desenvolvidos ao longo do exercício. Lda. FIXAÇÃO DE REMUNERAÇÕES II. II. II. SROC. o Conselho Geral e de Supervisão e o Conselho Fiscal devem pronunciar-se sobre os planos de trabalho e os recursos afectos aos serviços de auditoria interna e aos serviços que velem pelo cumprimento das normas aplicadas à sociedade (serviços de compliance). as condições adequadas à prestação dos serviços. mas a um Comité de Auditoria Interna composto por administradores não executivos não independentes. competindo-lhe. Todos os membros da Comissão de Remunerações ou equivalente devem ser independentes relativamente aos membros executivos do órgão de administração e 169 .2. de interlocutor entre a Empresa e o auditor externo. Adoptada.

Todos os membros da Comissão de Vencimentos são independentes relativamente aos membros executivos do Conselho de Administração. serviços a qualquer estrutura na dependência do órgão de administração. 170 . e ao montante máximo potencial. Este membro tem especialmente competências nesta área por ter desenvolvido carreira profissional na área de gestão de pessoas. a pagar aos membros dos órgãos sociais. Todos os membros da Comissão de Vencimentos têm conhecimentos e experiência em matéria de políticas de remuneração. em termos agregados. Adoptada. | 2014 incluir pelo menos um membro com conhecimentos e experiência em matérias de política de remuneração.º 28/2009. em 2014 incluiu-se na Comissão de Vencimentos um membro independente com especiais conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração – António Augusto de Barahona Fernandes d‟Almeida. Não deve ser contratada para apoiar a Comissão de Remunerações no desempenho das suas funções qualquer pessoa singular ou colectiva que preste ou tenha prestado. datada de 6 de Maio de 2014.3. S. Parcialmente adoptada. adicionalmente: a) Identificação e explicitação dos critérios para a determinação da remuneração a atribuir aos membros dos órgãos sociais. as demais informações.º 28/2009. A declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2. e identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos.3. Esta recomendação é aplicável igualmente a qualquer pessoa singular ou colectiva que com aquelas se encontre relacionada por contrato de trabalho ou prestação de serviços. Os outros membros têm desempenhado cargos de vogal ou de presidente de conselhos de administração.3. ao nível de direcção. Esta declaração. de 19 de Junho. deverá conter. nalguns casos com a responsabilidade pelo pelouro de recursos humanos. de 19 de Junho. nos últimos três anos.2. ao próprio órgão de administração da sociedade ou que tenha relação actual com a sociedade ou com consultora da sociedade. II. II.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.º da Lei n. não contém informação quanto ao montante máximo potencial. d) Informação quanto à exigibilidade ou inexigibilidade de pagamentos relativos à destituição ou cessação de funções de administradores. e ao montante máximo potencial. em termos individuais. ou sobre a identificação das circunstâncias em que esses montantes máximos podem ser devidos por a Comissão de vencimentos não se ter pronunciado a esse respeito. De todo o modo. Não há qualquer entidade contratada para apoiar a Comissão de Vencimentos. a pagar aos membros dos órgãos sociais. em termos agregados. Adoptada. ter integrado comissões de vencimentos e enquanto vogal e presidente de conselhos de administração ter tido o pelouro de recursos humanos. Foi realizada a 30 de Maio de 2014 a Assembleia Geral na qual foi aprovada a declaração sobre a política de remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2.º da Lei n.A. Contém. em termos individuais. b) Informação quanto ao montante máximo potencial. no entanto.

Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de planos de atribuição de acções. II. III. A componente variável da remuneração deve ser globalmente razoável em relação à componente fixa da remuneração. O pagamento da componente variável é parcialmente diferido.3. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração é composta por uma componente fixa e por uma componente variável. Adoptada. III. Não aplicável.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do plano. é o mecanismo adoptado para desincentivar a assunção excessiva de riscos. ficando o pagamento da componente diferida dependente do desempenho nos três exercícios seguintes. A remuneração dos membros executivos do órgão de administração deve basear-se no desempenho efectivo e desincentivar a assunção excessiva de riscos. Adoptada. Existe um plano de pensões que se aplica aos membros dos órgãos sociais nas mesmas condições em que se aplica aos demais trabalhadores da Empresa. Deve ser submetida à Assembleia Geral a proposta relativa à aprovação de qualquer sistema de benefícios de reforma estabelecidos a favor dos membros dos órgãos sociais.4. a membros dos órgãos sociais. Não existem planos de atribuição de acções e/ou de opções de aquisição de acções a membros dos órgãos sociais. Não adoptada. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não inclui nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor. O limite para a componente variável é 50% da remuneração fixa. efectuada pela Comissão de Vencimentos. 171 . O pagamento parcialmente diferido da componente variável. do atingimento de metas quantificadas. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correta do sistema.5.3. e devem ser fixados limites máximos para todas as componentes. No que toca à componente fixa. o valor desta componente é o seu limite máximo. A remuneração dos membros não executivos do órgão de administração e a remuneração dos membros do órgão de fiscalização não deve incluir nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho da sociedade ou do seu valor. III. pelo menos.2. tendo sido deliberada a sua constituição na Reunião de Conselho de Administração de 10/11/1988.1. REMUNERAÇÕES III. e/ou de opções de aquisição de acções ou com base nas variações do preço das acções.A. Este plano de pensões foi constituído por escritura pública datada de 29 de Dezembro de 1988. o qual fica dependente da manutenção (em. | 2014 II. S. Adoptada. 95%) dos desempenhos do ano em que a componente variável foi originada.3. A atribuição da componente variável depende da verificação.

Assegura-se assim o diferimento de uma parte significativa da remuneração (50%) por um período não inferior a três anos. entende-se que o diferimento adoptado é adequado. III. Quando a remuneração variável compreender a atribuição de opções. Uma parte significativa da remuneração variável deve ser diferida por um período não inferior a três anos. Adoptada. Não adoptada.5. O pagamento da remuneração variável é efectuado nos 4 anos seguintes. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam a atribuição de opções. Não Aplicável. Não existem quaisquer instrumentos jurídicos para que a compensação estabelecida para qualquer forma de destituição sem justa causa de administrador não seja paga se a destituição ou cessação por acordo é devida a desadequado desempenho do administrador.A. que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração que lhes for fixada pela sociedade. o início do período de exercício deve ser diferido por um prazo não inferior a três anos. estando dependente da continuação do desempenho positivo da Sociedade ao longo desse período. III. deverá a sociedade encontrar-se dotada dos instrumentos jurídicos adequados e necessários para que qualquer indemnização ou compensação.7.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. Não foram celebrados contractos com a Sociedade ou com terceiros que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração dos membros do órgão de administração. Os membros do órgão de administração não devem celebrar contractos. Não aplicável. quer com terceiros. S. com excepção daquelas que necessitem ser alienadas com vista ao pagamento de impostos resultantes do benefício dessas mesmas acções.6. e o direito ao seu recebimento deve ficar dependente da continuação do desempenho positivo da sociedade ao longo desse período. A Empresa não tem em vigor esquemas de remuneração variável que envolvam as acções da sociedade. até ao limite de duas vezes o valor da remuneração total anual. não seja exigível. Considerando que os ciclos dos negócios onde a SUMOL+COMPAL opera tendem a ser de médio prazo. III. III. seja reconduzível a um inadequado desempenho. 172 .8. | 2014 III.4. além da legalmente devida. Até ao termo do seu mandato devem os administradores executivos manter as acções da sociedade a que tenham acedido por força de esquemas de remuneração variável. quer com a sociedade. Adoptada. Quando a destituição de administrador não decorra de violação grave dos seus deveres nem da sua inaptidão para o exercício normal das respectivas funções mas. ainda assim.

Não adoptada. promoveu a rotação do auditor externo. | 2014 IV. Adoptada.) ou a entidades que com ele se encontram em relação de participação ou que integrem a mesma rede.60 € a) Serviços de revisão legal de contas Sem prejuízo de o valor dos serviços ser inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. serviços diversos dos serviços de auditoria. A sociedade ou quaisquer entidades que com ela mantenham uma relação de domínio não devem contratar ao auditor externo. A SUMOL+COMPAL. S. verificar a aplicação das políticas e sistemas de remunerações dos órgãos sociais. nem a quaisquer entidades que com ele se encontrem em relação de grupo ou que integrem a mesma rede.867. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e reportar quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da sociedade. serviços diversos dos serviços de auditoria.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.€ c) Serviços de consultoria fiscal -% .277.144.2.3. Adoptada. Havendo razões para a contratação de tais serviços – que devem ser aprovados pelo órgão de fiscalização e explicitadas no seu Relatório Anual sobre o Governo da Sociedade – eles não devem assumir um relevo superior a 30% do valor total dos serviços prestados à sociedade.A. AUDITORIA IV.€ d) Outros serviços que não de revisão legal de contas 9% 5. IV. Lda. O auditor externo verificou a aplicação das políticas e sistemas de remunerações. a eficácia e o funcionamento dos mecanismos de controlo interno e não reportou quaisquer deficiências ao órgão de fiscalização da Sociedade. S.60 € 100 % 57. O auditor externo deve. tendo em assembleia geral realizada em 29 de Abril de 2011 designado como novo auditor a Sociedade de Revisores Oficiais de Contas PricewaterhouseCoopers & Associados. os mesmos não foram submetidos à apreciação do órgão de fiscalização. Lda. As sociedades devem promover a rotação do auditor ao fim de dois ou três mandatos.00 € b) Outros serviços de garantia de qualidade -% .A. A sua manutenção além deste período deverá ser fundamentada num parecer específico do órgão de fiscalização que pondere expressamente as condições de independência do auditor e as vantagens e os custos da sua substituição. 173 . conforme sejam respectivamente de quatro ou três anos. os quais assumem um relevo inferior a 30% do valor total dos serviços prestados à Sociedade. Tipologia do serviço % Valor 91 % 51. SROC. SROC.. A Sociedade contratou ao auditor externo (PricewaterhouseCoopers & Associados. no âmbito das suas competências. IV.1.

O órgão de supervisão ou de fiscalização deve estabelecer os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância dos negócios com accionistas titulares de participação qualificada – ou com entidades que com eles estejam em qualquer uma das relações previstas no n.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. 174 . INFORMAÇÃO VI.º do Código dos Valores Mobiliários –. 20. S. A tradução de todas as informações que permitam o conhecimento sobre a evolução e a realidade actual da Sociedade em termos económicos. | 2014 V. informação relativa ao Gabinete de Apoio ao Investidor. CONFLITOS DE INTERESSES E TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS V. Os negócios da Sociedade com accionistas titulares de participação qualificada.1. O Conselho Fiscal estabeleceu os procedimentos e critérios necessários para a definição do nível relevante de significância destes negócios e os demais termos da sua intervenção. VI. Adoptada. ficando a realização de negócios de relevância significativa dependente de parecer prévio daquele órgão. nos termos do art. Estão traduzidos o Relatório Único de Gestão e as Demonstrações Financeiras mas não as Notas. em português e inglês. No entanto. respectivas funções e meios de acesso e outra informação relativa à identificação da Sociedade. os documentos de prestação de contas não estão integralmente divulgados em inglês no sítio da Sociedade. financeiros e de governo.º do Código dos Valores Mobiliários. financeiros e de governo não foi integralmente assegurada por não se considerarem justificados o esforço e o custo em que a Sociedade teria de incorrer para o efeito face à dimensão da Sociedade. V. 20. acesso a informações que permitam o conhecimento sobre a sua evolução e a sua realidade actual em termos económicos. Os negócios da sociedade com accionistas titulares de participação qualificada. no sítio da Sociedade. As sociedades devem proporcionar.2.A.º 1 do art. através do seu sítio na Internet. devem ser realizados em condições normais de mercado. ao reduzido contacto de investidores estrangeiros e aos valores envolvidos para assegurar o integral cumprimento da recomendação. Está também divulgada em português e inglês. Não adoptado. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação são realizados em condições normais de mercado.1. Adoptada. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 91 do Relatório de Governo. ou com entidades que com eles estejam em qualquer relação. Constam em português e estão traduzidos em inglês no sítio da Sociedade os estatutos da Sociedade.

3. Veja-se a este respeito o disposto no ponto 56 do Relatório do Governo da Sociedade.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S. Adoptada. As funções do Gabinete de Apoio ao Investidor da Sociedade são a disponibilização de informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação. que responda às solicitações dos investidores em tempo útil. | 2014 VI. com o fim de assegurar um permanente contacto com o mercado. criou e tem em funcionamento um Gabinete de Apoio ao Investidor. dentro do princípio de total igualdade entre os accionistas. sejam relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas. não se encontrando vertidas nos pontos anteriores. 175 . Outras informações A Sociedade deverá fornecer quaisquer elementos ou informações adicionais que. A Sociedade. bem como o tratamento que lhes foi dado. A Sociedade considera que não existem outras informações adicionais relevantes para a compreensão do modelo e das práticas de governo adoptadas que não se encontrem vertidas nos pontos anteriores.A. Quaisquer pedidos apresentados são registados. As sociedades devem assegurar a existência de um gabinete de apoio ao investidor e de contacto permanente com o mercado.2. devendo ser mantido um registo dos pedidos apresentados e do tratamento que lhe foi dado.

S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. | 2014 176 .

| 2014 177 . S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.

#22 | 13 .

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| 2014 180 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL. S.A.

S.A. | 2014 181 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

S.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A. | 2014 182 .

S. | 2014 183 .A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

S. | 2014 184 .A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

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S. | 2014 186 .A.Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.

S. | 2014 187 .Relatório Único de Gestão | Annual Report | SUMOL+COMPAL.A.