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I N S T I T U T O S U P E R I O R M I G U E L T O R G A

Departamento de Investigação e Desenvolvimento

REGRAS DE ESCRITA DE TRABALHOS ESCOLARES

SEGUNDO AS NORMAS DA APA

HELENA ESPÍRITO SANTO

Coimbra

2012

. quer para a redação dos textos. quer para o formato dos trabalhos. Este documento estabelece as regras para a realização de todos os trabalhos escolares no Instituto Superior Miguel Torga.Resumo O objetivo deste documento é uniformizar a apresentação dos trabalhos escolares do primeiro e segundo ciclo. 2005). Apresentamos as regras. As regras de realização de trabalhos do Instituto Superior Miguel Torga seguem de perto as normas da American Psychological Association (APA.

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Índice Introdução! 1 Considerações gerais! 1 Trabalho escolar! 1 Formato! 2 Apresentação gráfica! 2 Linguagem e estilo! 4 Estrutura! 8 Escrita! 8 Título! 8 Resumo! 9 Palavras-chave ou descritores! 9 Índice! 9 Epígrafe! 9 Introdução! 9 Revisão da literatura! 10 Conclusões! 10 Bibliografia! 11 Anexos! 16 Bibliografia! 17 Anexo A .Modelo de Capa de Trabalhos Escolares! 20 Anexo B .Guia para a hifenização de palavras! 22 .

análise de textos escritos e estruturação da informação recolhi- da. nem o desenvolvimento exaustivo de uma temática e nem a proposta de teorias próprias. 2006). O objetivo principal deste tipo de trabalhos é permitir aos alunos o domínio gradual da lin- guagem científica e do rigor dos métodos científicos. Outros objetivos são o desenvolvimen- to de capacidade de reflexão. Cabe ao professor o devido acompanhamento da idealização do estudo e da evolução do trabalho e a verificação dos passos seguidos. Introdução Considerações gerais A realização de trabalhos escritos é uma das formas de o aluno participar ativamente na sua aprendizagem através das várias unidades curriculares. O processo de Bolonha introduz um novo paradigma centrado no aluno e baseado numa aprendizagem progressiva e no desenvolvimento de competências (Conselho Pedagógico. o aluno pode- rá realizar trabalhos escritos diversos com objetivos diferentes. Nos trabalhos escolares não são esperáveis novidades científicas. Trabalho escolar Um trabalho académico de licenciatura consiste no aprofundamento de um determinado tema e no contacto com bibliografia múltipla. Esta aprendizagem ativa insere-se no espírito da Declaração de Bolonha. 1 . Ao longo do percurso académico.

Nos quadros e tabelas. tabelas e figuras são sempre indicados no texto. as legendas são colocadas por cima como se pode ver na Tabela 1 de exemplificação.g. Helvetica. No corpo do texto. sequencialmente e com números em árabe. Atente-se aos pormenores gráficos nos exemplos seguintes (Quadro 1 e Figura 1). As tabelas incluem informação tratada estatisticamente. As margens superior. as legendas dos quadros e das figuras. Formato Apresentação gráfica Todos os trabalhos devem ser apresentados em folhas de tamanho A4. após o índice. a letra a utilizar deverá ser serifada com tamanho 12 e espaçamento normal entre letras. Os formatos de letra aceites são a Times New Roman. Quando possível. Hoefler Text ou Book Antiqua. A capa deve ter uma estrutura semelhante à que se apresenta neste documento (Anexo A). inferior e laterais deverão medir 2. deve ter um cabeçalho na margem superior externa com uma versão resumida do título. Cada página. os títulos. Os quadros. os blocos de citações. 2 . aparecendo depois do texto.54 cm. Nos títulos e nas legendas de figuras e quadros são aceites formatos de letra não serifada (e. Os parágrafos deverão ter um espaçamento de 1. Palatino (11). As notas de rodapé são numeradas continuamente desde o início do trabalho.. A primeira linha de cada parágrafo pode ser indentada com cinco a sete espaços. os quadros e as tabelas1 são numerados em separado. excluem-se o Resumo. As figuras. 1 Os quadros devem ser usados para informação qualitativa ou informações textuais agrupadas em colunas. os quadros devem ter a dimensão da largura do texto e a única linha divi- sória a usar é uma horizontal que divide o título do quadro dos títulos das colunas e do cor- po do quadro. As páginas são todas numeradas com algarismos árabes a partir da primeira página da In- trodução. Podem usar-se três ou quatro níveis de títulos. Tahoma ou Verdana). As figuras são legendadas por baixo (Figura 1). Arial. Lucida.5 linhas em todo o texto. São aceite variações no tipo e cor de letra e fundo. Não se usam quadros verticais. excetuam-se a Capa. As figuras devem também ter a mesma di- mensão do texto ou da coluna de texto. Os índices são numerados em algarismos romanos. cada eixo é legendado e são colocadas as unidades. Nos gráfi- cos.

25 Macho presente Macho ausente 2 1.0) 34 (68.4) 296 (58. Sebenta das Aulas de Etologia.8) 18 (69. p.2) 68 (42. DP = desvio-padrão.9 (2.8) 6 (23. nem páginas em branco.2) 68 (42.7 (4.1) Perturbação de somatização 59 35.0) 37 (74.75 Nº médio de jovens 1.75 0.9) 8 (30.3) PTSD 50 30.9) Não-clínico 159 37.1) Total 505 33.5) 10.1) 20 (76.8) 12.0) 11 (29.8 (13. 2009.5 0. 2.5 2.6) 16 (32.25 1 0.3 (4.6) 19 (51.5) 31 (52.5) 114 (65.8) 28 (47.5) Perturbações conversivas 26 27.4 (8.7) 91 (57.6) 11.7 (4.3 (12.1 (12.2) 302 (59.2) 10.0) Perturbações de ansiedade e depressão 174 31. Tabela 1 Características Demográficas dos Subgrupos para o Estudo dos Fatores Sociodemográficos e Saú- de Mental.Recomenda-se que não se usem linhas em branco.8 (4.6 (12.7) 117 (67.8) 209 (41.0) 11.7 (12. Excecionalmente podem usar-se linhas em branco para evitar que um subtítulo fique isolado no fundo de uma página. Espírito Santo.4) 19 (32. 3 . 26).9 (4.0) 91 (57.7 (3. Números de nascimentos de pintos com diferentes sistemas de acasalamento (Retirado de “Comportamento social dos primatas” por H.5) 60 (34.5 1.5) 57 (32.25 0 Nascidos Saídos do ninho Figura 1.4) 9.3) 11.0) 13 (26.0) Notas: M = média.3) 18 (48. Género Estado civil Total Idade (anos) n (%) n (%) Escolaridade Subgrupos N M (DP) Homens Mulheres Casados Não-casados M (DP) Perturbações dissociativas 37 34.7) 203 (40.4 (13.2) 40 (67.7) 26 (70.

. a lin- guagem deve ser clara.: Pan paniscus (Schwarz). Consulte o Anexo B para as situações mais frequentes. Títulos de livros e nomes de revistas científicas. Tem disponíveis on-line o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa e o Ferramentas para a Língua Portuguesa (Priberam. e.Use o itálico com parcimónia e nas situações seguintes: a. Use apenas os adjetivos e advérbios extremamente necessários.: teste t) 4 . c. termos científicos e noções-chave quando aparecem pela primeira vez no texto. designações específicas. Recorra com frequência a uma gramática. lugares comuns e abreviaturas sem a devida explicação. Assim. escrita em discurso direto e com frases curtas (APA. Evite assuntos laterais. Booth. d. Evite repetições. 2008). Dentre elas. … mas não exagere no uso de sinónimos para obter uma escrita elegante.Linguagem e estilo Qualquer trabalho deverá ser escrito como um artigo de uma revista científica. O uso de sinó- nimos deve restringir-se a verbos e substantivos comuns.: "Medição da orientação") e cacofonias (ex. Evite abreviaturas habituais que caíram em desuso. Gustavii. Nomes das espécies.. como. Conceitos inovadores. op. 2005. habituais e curtas. 11. Ex.Explique palavras científicas específicas no texto ou em glossário separado quando as es- crever pela primeira vez. b. 6. 10. 1975. modismos. Evite o jargão.. Trabalhe com um dicionário e uma gramática e consulte-os sempre que tiver dúvidas. Não o use para termos técnicos. O nome do género vem em maiúscula e o do epíteto específico em minúscula: Pan troglodytes. Use palavras precisas e específicas. 3.. 4. Coloque o nome completo da espécie e do seu inves- tigador quando o escrever no título do trabalho.: ". Evite os ecos (ex. Palavras 1. 8. quando o escrever pela primeira vez no resumo e na primeira vez do texto. objetiva. Palavras ambíguas que podem ter mais do que um significado. 2. (opere citato ou “no trabalho citado”). prefira as mais simples. Símbolos estatísticos ou variáveis algébricas (Ex. Corte todas as palavras inúteis ou que acrescentam pouco ao conteúdo (circunlóquios). Procure não usar verbos. 7. cit. Tenha particular atenção à hifenização. aproxima mais") 9. por exemplo. 2008). 5. substantivos aumentativos e diminutivos mais de uma vez num mesmo parágrafo .

14. quando. Números 1. Evite orações intercaladas. Estas palavras alon- gam as frases tornando-as confusas e cansativas.. Evite as partículas de subordinação. Prefira o ponto final e inicie uma nova frase em vez de vírgulas. 7.: a priori. “Dez milíme- tros de água”). Use sempre o mesmo número de casas decimais. F(2.).. Excecionalmente. embora. Frases 1. 3. abelhas por minuto].80) e as probabilidades também com vírgula (e. Fora do parêntesis. U = 1425. Se um número for escrito por extenso.12.56. onde. Apresente os valores numéricos com as suas unidades [e. 2. símbolos químicos (Ex. verso. peso (kg). Se a informação não merece nova frase é porque não é impor- tante e pode ser eliminada. Indique a casa decimal através de vírgula (e. 3. 5 . etc. i.. As abreviaturas latinas devem ser usadas entre parêntesis: e. p > 0. et al.e. e os restantes. jargão. quando aparecem no título ou quando seguem outros números.. 2. 9) = 8.g. média ± DP = 30. 5. Escreva sempre no discurso direto: sujeito + verbo + complemento.37. parêntesis e travessões. Prefira frases na voz ativa (“Nós estudámos a depressão em doentes internados” em vez de “A depressão em doentes internados foi estudada pelos investigadores”).g. Use uma partícula por frase.g. Os números cardinais são escritos em numérico excepto quando iniciam uma frase. p < 0. A forma usual é apresentar os números decimais com duas casas.g. no máximo. 4.40. neologismos ou citações. p < 0. use a tradução das siglas latinas. Não use espaço depois das estatísticas F ou t quando são seguidas pelos graus de liberdade [e.g...01). cortisol (mg/dl). Algumas revistas internacionais acei- tam o parêntesis para reduzir a dimensão da frase..06 ± 15.. podem usar-se níveis de precisão maiores. Uma frase cheia de vír- gulas está a pedir pontos. a sua unidade também o deve ser (e. Coloque espaço antes e após dos operadores numéricos e lógicos (e. Use as aspas duplas para palavras ou frases irónicas. Prefira frases afirmativas (“A criança fez birra” em vez de “A criança não se portou bem”). 5. 6. Abuse dos pontos finais. Use sempre frases curtas e simples. tais como que. 4. por exemplo.g. Não use o itálico em expressões e abreviaturas estrangeiras frequentes em português (Ex. 13.: LSD) ou letras gregas. vs.01).05).g.. isto é..

verifique se está tudo no discurso direto. 2. As demais devem corroborar o conteúdo apresentado na primeira. imediatamente a seguir. O plágio é punido pela Lei 45/85 de 17 de Setembro na alí- nea a) do artigo 76 do Código do Direito do Autor. Só o deve fazer no meio das citações.). se o artigo não estiver disponível de forma gratuita. imagens.8. Nas citações de texto de outros autores: a. então peça-o ao autor principal através do mail. Não se esqueça de indicar no Assunto do mail a referência do artigo. Parágrafos 1. e. Os parágrafos devem interligar-se de forma lógica. Na primeira leitura. d. procure repetições. Use colchetes para acrescentos ou explicações. Não o deve fazer no início e no final da citação. A última frase deve seguir de ligação ao parágrafo seguinte. Por norma. frases intercaladas e partículas de subordinação. música e documentos áudio 6 . A primeira frase deve ser curta. Caso con- trário está a cometer plágio. b. c. corte todas as palavras desnecessárias. ecos. Um parágrafo só ficará bom após cinco leituras e correções: a. enfática e conter a informação principal.d. deve inserir entre colchetes a sua ênfase: [itálico adicionado]. Use as reticências para indicar a omissão de material. Para obter um artigo pesquise na PubMed (National Library of Medicine. Na terceira. Duas ferramentas adicionais de pesquisa de livros são o Scribd que é um servidor de compartilhamento de li- vros online e o Archive Internet que consiste numa livraria digital de livros. 3. s. deve indicar a sua fonte. Use o itálico para destacar uma ideia na citação mas. 2 10. Na segunda. Quando parafrasear ou citar o trabalho de um autor. a Books Google iniciou uma parceria com bibliotecas de renome e com editoras de todo o mun- do e permite a leitura de muitos livros ou de páginas de outros tantos. elimine todos os adjetivos e ad- 2 A internet tornou-se uma ferramenta que permite a consulta de praticamente todo o tipo de documentos. Use aspas para excertos com menos de 40 palavras inseridos no seu texto (citações com 40 ou mais palavras devem ser citadas em bloco sem aspas). Um parágrafo é uma unidade de pensamento. de se identificar como aluno do ISMT e de agradecer quando lhe responderem. Para ler livros. especialmente antigos. 9. b. cacofonias. Use as aspas simples para citações incluídas noutras citações. os autores ficam agradados pelo interesse que o seu estudo suscita. c. A citação de fontes secundárias (citar quem cita) com as referenciações adequadas não são encorajadas nos trabalhos escolares.

Gráficos. Veja se não está a adivinhar. Nota Para mais considerações. Elimine todos os parágrafos que contenham informa- ções irrelevantes ou fora do assunto do texto. “ver Figura xx” ou “segundo Quadro xx”). e. consultem-se as Normas de Ceia (2008) ou o Guia de Estrela. com a informação suficiente para que sejam compreendidos por si mesmos. tais como de re- gência e concordância. Na terceira leitura. Se for necessário. o sentido de uma frase mal escrita. quadros e figuras devem ser simples. Veja se a divisão em itens e subitens está bem estruturada. Coloque os quadros. 4. Na quinta. observe se os parágrafos se interligam entre si. figuras e gráficos Os quadros. faça nova divisão do texto ou troque parágrafos entre os itens. símbolos. Soares e Leitão (2006). A le- genda dos quadros e figuras deve ser completa e resumir informação do texto de forma a que o leitor retire a informação principal sem ler o texto. verifique todas as informações. da- tas.. b. verifique se as informações estão corretas e se realmente está escrito o que pretendia escrever. Na primeira leitura. citações de tabelas e figuras e as referências bibliográficas. 7 . se os subtítulos (títulos de cada tópico) refletem o conteúdo das informações que se seguem. a. Veja se não há repetições da mesma informação em pontos diferentes do texto. escrita de forma diferente mas com significado semelhante. Após a correção de cada parágrafo em separado. equações. d. leia todo o texto três vezes e faça as cor- reções necessárias. digitação e erros gramaticais. Na quarta. procure erros de grafia. Quadros. observe se o texto está organizado segundo um plano lógico de apresentação do conteúdo (leia o subtópico Estrutura). Analise se a mensagem principal está re- digida de forma clara a ser entendida pelo leitor. vérbios que puder. figuras e gráficos acompanham o texto escrito. pelo contexto. No texto deve indicar cada figu- ra ou quadro que resuma ou destaque uma ideia (e. figuras e gráficos próximo e após o texto correspondente. Na segunda. c.g. sobretudo valores numéricos.

Índice: Indique as páginas dos títulos e subtítulos. Booth. Sumário: Faça um resumo dos conteúdos do trabalho e apresente as conclusões básicas — 3% 4. Conclusão: Sintetize os aspetos principais — 20%. 2008). acrescente um índice de figuras. mas não genérico. modelos ou teorias suportados por referências bibliográficas — 50%. 2004. 8 . Escrita Título O título consiste na primeira impressão. 2008): 1. seguido do índice de quadros. O trabalho escolar deve ser constituído pelas nove partes que a seguir se descrevem (Azevedo.Estrutura O limite de páginas para cada trabalho escolar será estipulado pelo docente da unidade curricular. Bibliografia: Escreva todas as referências indicadas no texto e não escreva referências que não apresente no texto. Sarmento. sempre que possível. 2005. Anexos ou apêndices: Use os anexos para incluir documentos de outros autores e os apêndices para documentos do(s) autor(es) do trabalho. 2005. 9. Escreva-o no início e reexamine-o mais tarde. Faça uma lista com as palavras-chave e tente incluí-las no título. Veja como se faz no subcapítulo Bibliografia. O número de palavras por divisão deverá corresponder. Frada. por isso é muito importante. O título deve ser curto (não exceda as 20 palavras). 2. às percentagens indicadas. 3. 1975. 8. declarativo em vez de neutro. Capa: Faça a capa semelhante à que se apresenta neste documento (Anexo A). Introdução: Contextue o tema e indique o objetivo do estudo — 27% 6. 7. 1993. A primeira palavra deve ser o conceito central que vai trabalhar. específico e. Desenvolvimento: descreva as definições. grosso modo. 5. Pre- fira os verbos aos nomes abstratos (APA. Gustavii. 2008. Caso o trabalho contenha figuras ou quadros. Dellinger. Ceia. Título: Escreva um título curto.

ou no pretérito quando se referir aos trabalhos de outros autores (APA. Nesta parte há que responder à pergunta porque é que fez o trabalho. Não deve ultra- passar os cinco termos-chave. Se o seu docente deter- minou um limite de páginas pequeno (2-10 páginas). o Índice de Quadros e o Índice de Figuras. tendo em conta os seus níveis. Neste índice só se colocam as páginas que o seguem e não se inserem as páginas antecedentes. 2005. ou no tempo presente. Escreva o re- sumo no pretérito perfeito. Deve começar com uma frase clara sobre o objetivo do trabalho. Gustavii. subcapítulos e secções.Resumo O resumo é uma síntese analítica em que se descreve o problema e as questões ou informa- ções mais importantes referidas no trabalho. Booth. O resumo deve circunscrever-se às 120-200 palavras. 9 . As referências não são citadas aqui. 1975. O resumo é o último trecho a ser escrito ainda que apareça no princípio do trabalho (APA. 2008). é desnecessário fazer este tipo de índi- ces. Índice Há três tipos de índices nos trabalhos escolares: o Índice Geral. Os índices de quadros e de figuras aparecem depois do índice geral. Palavras-chave ou descritores As palavras-chave ou os descritores devem ser escolhidos pelo estudante. O Índice Geral aparece no início. depois indique o que des- cobriu na literatura e termine com uma ou duas frases que salientem conclusões importan- tes. O índice geral deve incluir os capítulos. A epígrafe pode ser colocada na página que antecede a introdução. com exceção da descrição das descobertas e das conclusões. Escreva a introdução. Introdução Na introdução descreva o problema e o objetivo do estudo de forma breve e sucinta. Epígrafe É uma citação optativa do pensamento de um autor que resume a ideia principal do trabalho ou que transmite um significado que foi relevante para a génese do seu trabalho.

Pergun- te ao seu professor quais são os relevantes entre os seguintes aspetos: 1. restringindo-se às áreas que se aproximam do assunto que investigou. dizendo as questões que falta responder no estado atual de conhecimentos. Apresentar explicações ou explanar teorias. mas depois mantenha-se num só tempo verbal. mantenha-o ao longo da introdução. Termine. Booth. descreva a problemática em pormenor. sintetizar resultados e/ou salientar descobertas relevantes. escolha entre o presente ou o pretérito (APA. Sarmento. bastam três referências para apoiar um conceito específico. Na redação. Conclusões Faça uma síntese pessoal do material revisto e destaque a mensagem do seu trabalho. Gustavii. Apresentar o problema e sua importância. Inclua somente a informação que prepare o leitor para a questão em es- tudo. Definir os conceitos. Sarmento. Evite expressões titubeantes do género “Isto parece mostrar que …”.2005. 2008). Use o tempo presente para a redação desta secção. Depois. Escreva de forma que deixe uma marca e que o leitor se lembre do seu trabalho. Gustavii. A re- visão pode incluir cinco aspetos que dependem da unidade curricular e da temática. Nesta secção deve mostrar familiaridade com a literatu- ra. 1975. 2008. Para restringir o tamanho e evitar redundâncias. Revisão da literatura A revisão da literatura pode ocupar mais do que um capítulo. Booth. 2008). Resumir metodologias. 2. Frada (2008) e Sar- mento (2008). 10 . 5. Assuma que o leitor tem alguns conhecimentos na área. 4. Azevedo (2004). 3. Em cada capítulo. consulte os manuais da APA (2005). 1975. faça uma introdução onde sintetiza o que vai tratar e os critérios que usou para delimitar o assunto em investigação que vai rever. Escolhido um tempo verbal. 2008. Dizer quais são as implicações teóricas. 2005. Nota Para mais reflexões.

Se um autor tiver mais de dois trabalhos no mesmo ano.. Se o autor for uma organização. escreva somente o nome do primeiro autor seguido pela abre- viatura et al. Se tiver mais de que um trabalho citado no mesmo parêntesis.. Amaral. 1999. A citação pode ser na forma de transcrição. 5. paráfrase ou resu- mo. 2009). (Oliveira et al. Maaranen et al. 2005. p. Irwin. 2003. 2002a. 2009). 2005b. 6. deve indicar a página de onde as retirou. 422). Cunha. 11 . escreva sempre o nome do primeiro autor seguido pela abreviatura et al. 2002b). 2009). nas citações seguintes use a abreviatura do nome se ela for conhecida ou imediatamente entendível: (WHO. O lei- tor deve ser capaz de encontrar a referência sem que para isso tenha de ler o livro inteiro: (Axenfeld. então faça do se- guinte modo: (Oliveira & Lopes. pois não resulta diretamente de trabalho de investigação. 3. quatro ou cinco autores. 2005. Citação no texto As citações no texto devem acompanhar-se do apelido dos autores: “Segundo Simões e Lo- pes (2005. 2. Lopes. Se a estrutura de a frase exigir que o nome do autor fique entre parêntesis. escreva o nome completo na primeira citação: World Health Organization (2009). Situações particulares: 1. Duarte. 2006). (Galhardo et al. Näring & Nijenhuis. Quando tem seis ou mais autores. 2006)”. 4. & Espírito-Santo. 2008).Bibliografia A maior parte das afirmações deve ser suportada por citações. Quando as suas citações são específicas.. & Garcia. ordene primeiro alfabeti- camente e depois por ordem cronológica se tiver mais publicações do mesmo autor (Do- rahy et al. nas citações subsequentes.. indique os nomes de todos os autores na pri- meira vez em que os cita (Oliveira. 1866. 2007b). use as letras do alfabeto como sufixos depois do ano (Aragão. Quando tem três. Guadalupe.

B. (Ano). (Ano). (2000). nesta secção. Título do Livro (pp. etc. As normas da APA indicam que se dê o título original de um livro escrito em língua estran- geira. coloque o nome do au- tor seguido da indicação “sem data”: Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (s. O formato geral da Bibliografia é o que se segue: Autor. mensagem e-mail. & C. Título do documento.d. Julho. Tal como nas cita- ções no corpo de texto. Não use livros de divulgação geral (para leigos) nos seus trabalhos. pri- meira-última páginas. Editor. em português. Nome da Revista. 2004. 5. Em A. No instituto Thomson Reuters (2008) são forne- cidas listas de toda a bibliografia que obedece a esse grau de exigência. B. Se o trabalho citado não tiver data (usual em páginas de internet). Nota Quando citar artigos. Acedido em dia. B. Cidade: Editora. mês. em: URL. no nosso caso. ano. Título do Livro. 1993). A. Bibliografia final Nesta secção. quando se tem duas ou mais publicações do mesmo autor no mesmo ano. então faça-o do modo seguinte: M.. Autor. Autor. A. & Autor. Os manuais portugueses que adaptaram as regras da APA (Azevedo. Título do artigo. que tal não é necessário.. B. Mahoney (comunicação pessoal. B. Título do capítulo. igualmente.). & Autor. Cidade: Editora. carta pessoal. Sarmento. A. Editor. 2008) não fazem a tradução dos títulos e consideramos.) 8. A. Não coloque.. faça-o somente com trabalhos indexados que consistem em artigos que foram submetidos a revisão independente. B. Autor. B. & Autor. seguido do título traduzido. A.). as referências são listadas pela ordem alfabética do apelido dos autores e de- pois por ordem cronológica quando o nome do primeiro autor se repetir. A. volume (caderno). devem colocar-se letras minúsculas depois da data. Editor (Eds..7. 12 . xxx-xxx). A. autores que não tenham sido citados no texto. Todos os nomes que apareçam no corpo de texto devem aparecer na secção Bibliografia. Se a citação for relativa a uma comunicação pessoal com uma individualidade de reco- nhecido mérito científico (entrevista. (Ano). A..

Livro completo. Para outras situa- ções. Bloomfield. Genebra: WHO. (2001). consulte-se o manual da APA (2005). Kasper. (2004). (Eds. Études historiques. Livro completo. mais de sete autores Wiener. A. P. P... W... self-assessment and board review (17ª ed. N. M. Oxford: Oxford University Press. J. The ICD-10. & David. D.. G. S. Livro completo. (2001). (1994). edições posteriores Lezak. D.)..).Seguem-se alguns exemplos com as situações específicas mais comuns. Londres: Psychology Press.). S. Livro completo. 1-3). T. Howieson. Les médications psychologiques. W. (1999). Classification of mental and behavioural disor- ders. Conversion hysteria: Towards a cognitive neu- ropsychological account (Cognitive neuropsychiatry). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra. E. vários volumes Janet. … Los- calzo. 13 . edição revista Lemos. (2. Paris: Alcan. rev. Harrison. D. Nova Iorque: McGraw-Hill Livro completo.. Ribeiro Sanches (Ed. R. Porto: Porto Editora. A. psychologiques et cliniques sur les méthodes de la psychothérapie (Vols. dois a sete autores. L. & Loring.). Harrison's principles of internal medicine. Braunwald. editor Halligan. A.). Livro completo.. (2008). E. D. Neuropsychological assessment (4ª ed. The Executive Brain.. um autor Goldberg. Nova Iorque: Oxford University Press. autor organizacional World Health Organization.ª ed. (1919). (1922). frontal lobes and the civilized mind. Livros Livro completo. M. Livro completo. Fauci. C. sem autor ou editor Dicionário de Latim-Português. B.

P. (2000). (1990). L. Universidade do Minho.Livro completo. A. Vol. (Trabalho original em inglês publicado em 2003) Enciclopédia ou dicionário Machado. D. T. 415.. (2003) Representation of color stimuli in awake macaque primary visual cortex [Resumo]. Lisboa: Ed. Vols. o medo e a angústia através dos tempos (N. S. 1. T. Em The Standard edition of the com- plete psychological works of Sigmund Freud (J. pp. Dynamic coding of behaviourally relevant stimuli in parietal cortex. Berlim: John Wiley & Sons.. T. volume de uma obra. Goldstein (Eds). e Ed. Dicionário etimológico da língua portuguesa (6. Lisboa: Li- vros Horizonte.. Disorders of Memory. 1-15). Insti- tuto Superior Miguel Torga de Coimbra. 14 . J. Report on my studies in Paris and Berlin. Neuron. J.. (2002). H. 37. Artigos de Revista e Resumos (dois a sete autores: coloque-os todos) Toth. Braga. Batalha. Capítulo de livro Evans. Curvas ROC: aspectos funcionais e aplicações. (1998). Em L. (2004).). 165–168. (2001). Strachey. C. 1-3). Nature. Lda. P. (2003). História do terror. Dissertação de doutora- mento não publicada. Trad. J. & Albright. & Assad. S.ª ed. tradução Newman. Capítulo de livro traduzido. Londres: Vintage (Trabalho original em alemão publicado em 1886) Teses e Dissertações não publicadas Braga. J. 681–691. Sebenta de teorias da personalidade. Trad. Clinical Neuropsychology: A Practical Guide to Assessment and Management for Clinicians (pp. J. H. 66-74). A. Manuscrito não publicado e não submetido para publicação Espírito Santo. Século XXI. Wachtler.. Manuscrito não publicado. trabalho republicado Freud. J. Sejnowski.

Eating disturbances.int/diabetes/facts/en/index. autor organizacional World Health Organization. Stuart. Caldara.1093/cercor/bhj005 Artigos de Revista de acesso aberto na internet Reitz. 1385–1392..2009. M. J.. S.com/html/hippocampus. Archives of Neurology. & Rossion. maio.htm Publicações eletrónicas. 2009. … e o último) Hassett. & Mayeux. B.nih.. T. não publicado Runyon. Brickman. CA. Cerebral Cortex Advance. 16(4). em http://www. 574-586. A. Mayer. autor Bremner. Buyske. C. M. 15 . & Van Hasselt... Small. E. Publicações eletrónicas. R. J. V. Agosto. 1(1).. Acedido em 1.ncbi.nlm. doi: 10.214.. L. em http://www.html 3 O DOI é uma sequência alfanumérica única atribuída por uma agência de registo para identificar o conteúdo e fornecer uma ligação (link) persistente para a sua localização na Internet. DeCarli. S. Agosto). 2005. Manly.. M. R. M. 66(11). C. F..lawandpsychiatry. C. N. C.gov/pmc/articles/PMC2778802/?tool=pubmed Trabalho apresentado numa conferência.. (1998. Diabetes programme. Goebel.. and battering effects on women.. Acedido em 5. child abuse history.. (2009).. (2009). Sorger.. Sellers... H. 2009. Park. D. The lasting effects of psychological trauma on memory and the hippocampus. Brown.. De- zembro.. 46-61.Artigos de Revista e Resumos (oito ou mais autores: coloque os seis.. The observational evaluation of subjective well-being in patients with rheumatoid arthritis. Peterson.1001/archneurol. Maclean. Linking hippocampal structure and function to memory performance in an aging population. Francisco. A. Applied Psychology: Health and Well-Being. B. em http://www. R. (2005). Im- paired face discrimination in acquired prosopagnosia is associated with abnormal response to individual faces in the right middle fusiform gyrus. S. … Seligman. B. Acedido em 6. A. Annual Meeting of the American Psychological Associ- ation. R. doi:10. A. Ahmed. (2009). R.who. Artigos de Revista com DOI (Digital Object Identifier) 3 Schiltz. (1999). R.

2008). Anexos Esta secção é facultativa (quando não for essencial para confirmar ou infirmar questões tra- balhadas no corpo do trabalho) e incluem materiais que elucidem o trabalho.d.d.apdp.a) ou que o autor colocou na sua página na internet. Pubmed ou Medline (NLM.). entre outros ele- mentos de outros autores. sem data Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal.pt/diabetes. autor organizacional. 16 . Acedido em 1. em http://www. Os anexos podem conter diversas ilustrações. e devem constar no índice. maio.Publicações eletrónicas. formulários. Diabetes. questionários. 2009. s. (s. Os anexos são numerados e organizados segundo a sequência da sua apresentação no texto.asp Nota As citações de artigos eletrónicos ou de páginas da internet devem ser evitados pois a maio- ria deles não foi sujeita a revisão. Excetuam-se os artigos de revistas listadas no ISI (Thomson Reuters.

Teses. A.pt/thd/Etologia/Documentos/Dellinger%202005%20comoescrever. Maio.ismt. Ministério da Educação.. B.archive. Writing a scientific paper. (2008). & Reis. (2006). Bibliografia American Psychological Association (2005). Prontuário ortográfico e guia da língua portuguesa (42ª ed.pdf Decreto-Lei nº 216/92 de 13 de Outubro.). Um guia completo para apresentar correctamente os seus trabalhos e outros documentos. M. E. Bergström.php Azevedo.). Lisboa: Cosmos. Nota Introdutória sobre o Processo de Bolonha. Maio. Guia prático para elaboração e apresentação de trabalhos científicos (3ª ed. J. * Conselho Pedagógico (2006). (1997). (1975). Saber escrever uma tese e outros textos.).Série I. Lisboa: Editorial Notícias. M. V.). J.pdf Estrela. relatórios e trabalhos escolares. 1-26. 3 (1). Cambridge: Cambridge University Press. (1993).icmje. Ceia. Uniform requirements for manus- cripts submitted to biomedical journals: Writing and editing for biomedical publication. (2005).). Acedido em 16.com/ Booth. Washington DC: APA Archive Internet (2001)... Books Google (2009). Breve guia de como escrever artigos e relatórios científicos. Publication manual of the American Psychological Association (5ª ed. sugestões para estruturação da escrita (4ª ed. (2004). Acedido em 30 de Março de 2006 em http://www. 2009 em http://www. * Gustavii. J.org/index. N. M.). C. M. & Leitão.org/ 17 . 2009 em http://www. (2008). Acedido em 16. International Committee of Medical Journal Editores (2008). Lisboa: Dom Quixote.pt/export/sites/default/ismt/files/ISMT-Pedagogico-notaIntrodBolonha. Biochemical Society Transactions. Diário da República nº236/92 . Maio. rev. How to write a scientific paper (2ª ed. Lisboa: Universidade Católica.google. 2009 em http://books. Coimbra: ISMT. Normas para apresentação de trabalhos científicos (7ª ed. Acedido em 16. Soares. Maio. Lisboa: Editorial Presença. T. Acedido em 16. Lisboa Dellinger.uma. C.* Frada. 2009 em http://www.

Ferramentas para a língua portuguesa (FLIP). Fevereiro. Acedido em 16.priberam.nih. Ethical Principles for Medical Research Involving Human Subjects.nih. Acedido em 4. escrita e apresen- tação de teses de doutoramento. dissertações de mestrado e trabalhos de investigação aplicada (2ª ed.d.). Assem- bleia da República. World Medical Association Declaration of Helsinki. Acedido em 16. Maio.aspx Sarmento. Dicionário Priberam da língua portuguesa. Alteração do Decreto-Lei nº 63/85. Diário da República nº214/85 .isiwebofknowledge. PubMed. 18 .d.html Thomson Reuters (2008a). (2008).com/ World Medical Association (2004).Lei 45/85 de 17 de Setembro. 2008 em http://www. Medical Subject Headings. * Scribd (2007).scribd. de 14 de Março e do Códi- go do Direito do Autor e dos Direitos Conexos. 2009 em http://www.htm Nota Os livros assinalados com asterisco não seguem as normas da APA. Guia prático sobre metodologia científica para a elaboração.nlm. Acedido em 16.ncbi.b). Maio. Acedido em 5.pt/tabid/592/Default. 2009 em http://www.nlm. Maio. Acedido em 16.gov/mesh/meshhome. 2009 em http://www. Maio.pt/dlpo/default. M.a).gov/sites/entrez National Library of Medicine (s. 2009 em http://www. Acedido em 4. Lisboa Priberam (2008). Lisboa: Universidade Lusíada Editora. Maio.Série I.wma.aspx Priberam (2008). 2009 em http://www.com/ National Library of Medicine (s.net/e/policy/b3. 2009 em http://www.flip. Maio. ISI Web of knowledge.

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Anexo A .Modelo de Capa de Trabalhos Escolares ¶ ¶ ¶ Título do trabalho [16] ¶ ¶ ¶ NOME DO ALUNO [14] ¶ ¶ ¶ Nome da Unidade Curricular [14] N o m e d o P ro f e s s o r [ 1 4 ] ¶ ¶ ¶ Coimbra. mês de ano [14] .

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Anti h. Contra a. Hipo Hipo-oxigenação — hipoacusia. subgrupo. Fica o resumo das situações mais frequentes e alguns exemplos. Semi Semi-inconsciente — semideus. Intra Intra-hospitalar — intracraniano. r Hiper-rancoroso — hiperacidez. h. Ob Ob-rogação — obcecação. pelo que se recomenda o uso de uma boa gramática (um bom exemplo é a de Bergström e Reis [1997]) e a consulta do Acordo Ortográfico de 1990 (Diário da Repúbli- ca no 193. s harmónico — contrarrelógio — contrassenso. Pseudo Pseudocientífico — pseudossábio.priberam. h Ante-histórico — antebraço. h.Guia para a hifenização de palavras A utilização do hífen é difícil de resumir em poucas linhas. Auto h. Proto Proto-história — protorrevolucionário. Infra Infra-assinado — infrassom. i. Inter Inter-relação — intersubjetividade.pdf . Extra Extra-axilar — extrarregulamentar. própria Hiper h. Ante e. s Anti-histérico — antiabortivo. h Contra-argumento — contragosto — contra- Duplica r. Neo Neo-humano — neoescolástico. r. Sob Sob-roda — sobnegar. 4 A Priberam fornece o documento em http://www. A) Hifenizar condicionalmente PRIMEIRO ELEMENTO SEGUNDO ELEMENTO EXEMPLOS Ab b. h. s autoestima — autorretrato — autossuficiente. r Ad-renal — adsorver. Série I-A. Págs. Bem e Mal vogal. Sobre Sobre-humano — sobrerrenal. Pan Pan-americano — pangermânico — pampsiquismo. Super Super-regeneração — superego. h Bem-estar — Mal-acabado — malformação. Multi i. n Circum-adjacente — circumpolar. Co h Coação — comorbilidade — co-herdeiro Com Segundo elemento com vida Com-aluno — compaginar.o 19/91 de 7 de Novembro)4. Entre Entre-hoje — entreabrir. Ultra Ultrassensível Circum vogal. Supra Supra-aural — suprarrenal.pt/docs/AcOrtog90. 4370 a 4388 e Retificação n. Sub Sub-bibliotecário — subescala. Anexo B . Ad d. r Ab-reação — abceder. h Duplica r. m. s Multi-hora — multirrisco. Arqui Arqui-hiperbólico — arquimilionário. o Auto-hipnose — auto-observação — Duplica r.

brasileiro. Ligação de palavras Lisboa-Coimbra-Porto. primeiro-ministro. De origem substantiva ou dorsolateral. contrarregra. De origem substantiva adjetiva terminado em “o” monoparental. Termina em vogal Vogal diferente visoespacial Agropecuária. Áustria-Hungria que se combinam ocasionalmente C) Aglutinar PRIMEIRO ELEMENTO SEGUNDO ELEMENTO EXEMPLO Bi Bissexual Hemi Heminegligência Meta Metanálise Peri Periungueal Poli Poliúria Re Reidratação Retro Retroação Uni Unidirecional Antissemita. microcéfalo. psicofisiologia. quarta-feira. cabo-verdiano. cardiorrespiratório. plurianual. eletrocardiograma. visomotor . formando unidade semântica sensório-motor.B) Hifenizar sempre PRIMEIRO ELEMENTO SEGUNDO ELEMENTO EXEMPLO Ex Ex-diretor Soto Soto-mestre Sota Sota-patrão Vice e vizo. Termina em vogal r. não-agressão Derivados da botânica Couve-flor e da zoologia Andorinha-grande Derivados de topónimos Espírito-santense. socioeconómico. neurobiologia. luso- Qualquer natureza. guarda-noturno. autoaprendizagem. minissaia. Vice-reitor Além Além-túmulo Aquém Aquém-fronteiras Recém Recém-casado Sem Sem-razão Pós Pós-escolar Pré Pré-natal Pró Pró-atividade Recém Recém-casado Termina em vogal Começa na mesma vogal Micro-ondas — semi-interno Antero-dorsal. s microssistema Extraescolar. turma-piloto Advérbio Não é substantivo Abaixo-assinado.

debaixo de A fim de que. ao passo que. acerca de. por isso Abaixo de. heis de. há de. hão de . por conseguinte. logo Conjuncionais que. depois de amanhã. visto que V E R B O H AV E R EXEMPLO Formas monossilábicas do presente do indicativo hei de. cor de café com leite. nós mesmos. apesar de. sala de jantar Cor de açafrão. à parte de. contanto que. à vontade. fim de semana. acima de. quem quer Pronominais que seja À parte.D) Não hifenizar LOCUÇÕES EXEMPLO Substantivas Cão de guarda. hás de. Adverbiais em cima. a fim de. a par Prepositivas de. ele próprio. de mais. aquando de. cor de Adjetivas vinho Cada um.