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PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL

(DEC-LEI Nº3/2008 de 7 de Janeiro)

Ano Lectivo ________________

IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA

Estabelecimento de Ensino:

Agrupamento de Escolas:

IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO (Artº 9º alínea a)- Dec.Lei nº3/08)

Nome: Data de Nascimento: xx/xx/95

Morada:

Telefone: xxxxxxxxxxx

Nível de Educação ou Ensino: Pré-Escolar __ 1ºCEB __ 2º CEB__ 3ºCEB X

Ano de escolaridade: 9º Turma:

Docente responsável pelo grupo/ turma:

Docente de Educação Especial:

1. RESUMO DA HISTÓRIA ESCOLAR E PESSOAL (Artº 9º alínea b)- Dec.Lei nº3/08)

Resumo da História Escolar:


Frequentou o 1º e o 2º Ciclos e não teve retenções.
Foi reavaliado por um psicólogo particular no final do 2º ciclo, o qual confirmou que o XXXX apresenta
sintomas que se enquadram nos indícios de Dificuldade de Aprendizagem da Leitura (Dislexia).
No 7º ano de escolaridade, foi proposto para integrar o Regime Educativo Especial e passou a
usufruir das alíneas f) Condições especiais de avaliação e h) Apoio pedagógico acrescido, ao abrigo do
antigo Decreto-Lei nº319/91. No 2º período, do mesmo ano, foi reavaliado o perfil de funcionalidade
do aluno, ao abrigo do Decreto-Lei nº3/2008, de 7 Janeiro, continuando a usufruir de medidas
educativas especiais atendendo à sua problemática.
Este ano lectivo, encontra-se no 9º ano de escolaridade e continua a usufruir das mesmas medidas
educativas.

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Outros antecedentes relevantes (contexto sócio-económico, agregado familiar, diagnóstico
médico, a nível de saúde ou outros):

O aluno vive com _____________ e _____________.

2. PERFIL DE FUNCIONALIDADE DO ALUNO POR REFERÊNCIA À CIF-CJ (Artº 9º alíneas c), d)- Dec.Lei nº3/08)

Síntese da Avaliação Técnico-Pedagógica


Razões que determinam as NEE’s de carácter
Tipologia:
prolongado:

Défices nas funções mentais, que se traduzem na


aplicação de conhecimentos, comprometendo o Deficiência mental da linguagem
desempenho escolar.

2.1 Perfil de Funcionalidade DO ALUNO POR REFERÊNCIA À CIF-CJ (Artº 9º alíneas c), d)- Dec.Lei nº3/08)
O XXXX denuncia um défice nas funções da percepção, demonstrando uma deficiência moderada na
percepção visual, uma vez que não consegue discriminar sons em palavras compridas, pouco frequentes,
trocando a letra u-o; o n-m; não lê o “r” no meio das palavras e troca a localização do “r”; o nh-lh e não
lê o respectivo acento. Também apresenta um défice nas funções mentais da linguagem, demonstrando
uma deficiência ligeira na recepção da linguagem escrita e uma deficiência moderada a nível da
expressão da linguagem escrita.
Estes défices repercutem-se, na actividade e participação, em dificuldades moderadas na leitura pois
lê com alguma hesitação, principalmente quando lê os textos pela primeira vez. Estas dificuldades são
também o reflexo das lacunas existentes nas funções mentais da linguagem, especialmente na recepção
da linguagem escrita, onde o XXXX denuncia um défice moderado, o que dificulta a compreensão das
mensagens escritas.
Na expressão da linguagem escrita, apresenta uma deficiência moderada, comprometendo largamente a
sua performance na construção de textos escritos. A sua expressão escrita nem sempre é muito clara,
tornando-se complicada a percepção da ideia transmitida.
Neste sentido, o uso de computador, com corrector ortográfico, permite ao aluno melhorar a sua
ortografia, constituindo, portanto, um facilitador substancial da sua aprendizagem. Como tal, sempre
que possível, o aluno deve utilizar este equipamento para tentar superar algumas das suas lacunas.
No ambiente social, a família próxima representa um facilitador completo, tudo fazendo para melhorar
o perfil de funcionalidade do aluno, tanto na procura de respostas adequadas, como na articulação com
todos os intervenientes envolvidos no seu processo de ensino/aprendizagem.
Os docentes que acompanham o aluno constituem facilitadores completos do seu desempenho, estando
permanentemente disponíveis para o ajudar, tanto no reforço, como na antecipação de conteúdos,
permitindo, deste modo, superar algumas das suas dificuldades.

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3. MEDIDAS EDUCATIVAS A IMPLEMENTAR (Artº 9º alínea e)- Dec.Lei nº3/08)
(Fundamentação)

a) Apoio pedagógico personalizado X


b) Adequações curriculares individuais □
c) Adequações no processo de matrícula □
d) Adequações no processo de avaliação X
e) Currículo específico individual □
f) Tecnologias de apoio □

DENTRO FORA
DOCENTE OUTRO
a) APOIO PEDAGÓGICO PERSONALIZADO DA SALA DA SALA DE
ED.ESPECIAL DOCENTE
DE AULA AULA
Reforço das estratégias utilizadas no grupo ou turma aos
X X
níveis da organização, do espaço e das actividades
Estímulo e reforço das competências e aptidões envolvidas
X X
na aprendizagem
Antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos
leccionados no seio do grupo ou da turma
Reforço e desenvolvimento de competências específicas
Outras situações: ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

d) ADEQUAÇÕES NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO ASSINALAR


Alteração no tipo de prova
Alteração dos instrumentos de avaliação e/ ou certificação
Alteração nas condições:
Forma e meios de comunicação
Periodicidade
Duração X
Local X
Explicitar: O aluno poderá usufruir de mais tempo para a realização das fichas, na sala ou noutro local, na escola.

DISCRIMINAÇÃO DOS CONTEÚDOS, DOS OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS A ATINGIR, DAS ESTRATÉGIAS E
RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS A UTILIZAR (Artº 9º alinea f)- Dec.Lei nº3/08)

 A forma de avaliação dos objectivos depende do Ciclo em questão.


OBJECTIVOS

Os objectivos de cada disciplina.

CONTEÚDOS ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS


Todos os conteúdos previstos nas diferentes
- Apoio individualizado;
disciplinas.
- Explicação dos conteúdos calmamente;

- Treino do uso do dicionário;

- Apresentação cuidadosa do material escrito (cabeçalhos

destacados, letras claras, uso de esquemas, poucas

palavras escritas…);

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- Desenvolvimento da auto-estima e da auto-confiança,

através de constante reforço positivo;

- Trabalho individualizado ou em pequeno grupo;

- Interacção aluno/colegas e aluno/professores;

- Fichas de trabalho diferenciadas quando necessário;

- Exercícios de reeducação pedagógica;

- Utilização de computador (corrector ortográfico e

sintáctico).

RECURSO HUMANOS

Professores do conselho de turma;


Colegas da turma;

RECURSO MATERIAIS

Fichas de trabalho;
Manuais escolares;
Cadernos de Reeducação Pedagógica;
CD de apoio;
Computador.

TIPOLOGIA A APLICAR EM CONTEXTO EDUCATIVO (Artº 9º alínea g) e h)- Dec.Lei nº3/08)

Participação do aluno nas actividades educativas da escola:

Grupo de Apoio Professores do Conselho de turma ou da escola, docente de Educação Especial e


(intervenientes) psicóloga.
Áreas
curriculares/Actividades
desenvolvidas Língua Portuguesa, Matemática, Inglês e Francês.
individualmente/
pares/pequeno grupo
Áreas
curriculares/Actividades
Todas as disciplinas
partilhadas com a
Turma do Ensino Regular
Actividades Partilhadas
noutros espaços (Ateliers,
Clubes, etc)

Horário do aluno
O mesmo que a turma em que está inserido.
Apoio pedagógico personalizado fora e dentro do horário lectivo.

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4. PLANO INDIVIDUAL DE TRANSIÇÃO - 2º/3º CICLOS

(Anexar o PIT, sempre que exista)


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5. RESPONSÁVEIS PELAS RESPOSTAS EDUCATIVAS (Artº 9º alínea i)- Dec.Lei nº3/08)

Funções Desempenhadas
Respostas Designação dos Técnicos Horário
Educativas Apoio Consultadoria Outra
Directo Aconselhamento (Especifique)

a) Quando
Apoio Pedagógico X necessário
Personalizado b) Professores do conselho de (dentro da
turma sala de aula)

Apoio Pedagógico a) X 4 tempos por


Personalizado (Apoio fora semana
b) Professores do conselho de da sala)
turma ou da escola

Acompanhamento a) Quando
psicológico X necessário
b) Psicólogo do Agrupamento
Apoio e a)
acompanhamento b) Docente de Educação especial X X Quando
(Apoio ao necessário
estudo)

a) Nome;
b) Educador de Infância; Professor Ensino Básico; Técnico de Serviço Social; Terapeuta da Fala; Terapeuta Ocupacional; Fisioterapeuta;
Outro (especifique).

6. IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PEI (Artº 9º alínea j)- Dec.Lei nº3/08)

Data de Início da Aplicação do Programa Educativo Individual: Setembro de 2009

Tipo de Avaliação: Instrumentos de Avaliação:


Qualitativa X Grelhas de registo por domínios de avaliação
Grelhas de observação diária
Quantitativa X
Fichas de avaliação formativa
Descritiva X Fichas de auto – avaliação

Momentos de avaliação Intervenientes na Avaliação:


A avaliação será feita nos momentos previstos pela lei e Professores do Conselho de turma
sempre que se considere oportuno. Docente de Educação Especial
Psicóloga do Agrupamento

Data de Revisão do Programa Educativo Individual: Final de ciclo ou quando se justificar

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Outras informações:
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TRANSIÇÃO ENTRE CICLOS


Definir Estratégias de Integração:
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7. ELABORAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO (Artº 9º alínea l)- Dec.Lei nº3/08)

PEI Elaborado por:


Função: Assinatura:

Docente de Educação Especial ________________________


Coordenadora de Educação Especial ________________________
Director(a) de Turma ________________________
Psicóloga do Agrupamento ________________________

Coordenação do PEI a cargo de (Educador de Infância, Professor do 1º CEB ou Director de


Turma):

Nome: Assinatura: __________________________


Aprovado pelo Conselho Pedagógico:

Data:___/___/_____ Assinatura: __________________________


Homologado pelo Director:

Data:___/___/_____ Assinatura: __________________________


Concordo com as medidas educativas definidas, O Encarregado de Educação:

Data:___/___/_____ Assinatura: ___________________________

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