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Disciplina : CCE0317

Refrigeração e Climatização

Curso : 841 - Engenharia Mecânica - Prof. Elcio Almeida-Eng.


Refrigeração e Climatização

CICLO BÁSICO
COMPRESSORES
CONDENSADORES
VÁLVULA DE EXPANSÃO
EVAPORADORES
ACESSÓRIOS / EQUIPAMENTOS AUXILIARES

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Refrigeração e Climatização

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http://www.johnsoncontrols.com.br/content/br/pt/products/building_efficiency/cases_studies/refrigeracao.html

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Compressor Alternativo

CMO/SMC

Concebidos para utilização em instalações de refrigeração de menor escala, onde a confiabilidade é uma
preocupação e o funcionamento ininterrupto uma prioridade. Usados como unidades autônomas em plena carga, são
uma solução econômica e de baixa manutenção até mesmo como backup. A linha SMC é composta por quinze
modelos de compressores com deslocamentos volumétricos variando de 226 a 1357 m3/h à rotação máxima de 1500
rpm. Podem operar com quase todos os refrigerantes existentes, tanto em estágio de alta quanto de baixa. A linha
CMO é composta por três modelos básicos com deslocamentos volumétricos variando de 116 a 233m 3/h, à rotação
máxima de 1800 rpm. Podem operar com quase todos os refrigerantes, tanto em estágio de alta quanto de baixa.
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Compressores
A finalidade do compressor é aspirar os vapores do gás refrigerante formados no evaporador devido a troca de calor do
que se quer resfriar , comprimindo-o para uma pressão mais elevada afim de elevar a sua temperatura enviando para o
condensador permitindo a condensação dos vapores por meio de troca de calor por ar ou por água .
Os compressores mais usados são :

Alternativos ( recíprocos )
Os compressores alternativos podem ser de 1 , 2 , 3 estágios , dependendo das pressões envolvidas , no caso
de compressores de refrigeração são utilizados 1 (um)estágio . Atualmente os compressores possuem
mecanismos internos de alivio de pressão nas válvulas de cada cilindro conseguindo variar assim sua capacidade
(débito kg / h ) , variando assim a capacidade de refrigeração conforme a necessidade do processo . O carter de
óleo de um compressor se encontra na mesma pressão de aspiração do sistema , desta forma a pressão de
lubrificação efetiva de um compressor será a pressão de descarga da bomba de óleo subtraindo a pressão de
aspiração do sistema . A vida útil de um compressor alternativo depende de dois fatores muito importante :
- a pressão de lubrificação , sendo utilizado atualmente óleos lubrificantes sintéticos .
- A garantia da não existência de líquidos na aspiração do compressor para não danificar as válvulas de sucção.
Os sistemas atuais possuem monitoramento eletrônico das condições operacionais do compressor desligando-
o quando os parâmetros de pressões / temperaturas estão fora .
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São especialmente recomendados para sistemas
com refrigerantes que requerem pequena vazão e
com condensação e pressão relativamente altas.
Os compressores Alternativos podem ser mono ou
multi-cilindros.
Durante a descida do êmbolo o refrigerante é
aspirado pela válvula de aspiração, e durante a
subida o pistão comprime o refrigerante e
posteriormente o empurra para fora através da
válvula de descarga. Recife – maio-2015
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Compressor Alternativo Hermético


Compressor Alternativo Aberto

Compressor Alternativo Semi-hermético


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Compressor
alternativo volume de gás
ideal admitido = v3 – v1

volume de gás
espaço nocivo = vc

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Ciclo de compressão: Pressão x volume

 . 𝐃𝟐. 𝐒 .𝐙 .𝐍
Volume Deslocado =
𝟒

D diâmetro do cilindro
S curso do pistão
N rotação do compressor
Z quantidade de pistões
Há perdas

𝐕𝐚𝐳ã𝐨 𝐑𝐞𝐚𝐥
Eficiência Volumétrica Efetiva = 𝐱 𝟏𝟎𝟎
𝐕𝐨𝐥𝐮𝐦𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐥𝐨𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐭𝐞ó𝐫𝐢𝐜𝐨

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Compressor de Palheta

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Compressores Scroll

O conceito básico do compressor scroll


(espiral) existe desde 1886, quando uma
patente italiana foi requerida.

Devido a problemas de estanqueidade, a


aplicação do mesmo foi retardada. Hoje, a
nova tecnologia de máquinas operadoras e
processos de manufatura tornou possível a
solução deste problema.

A partir da última década, o compressor scroll


passou a participar das linhas de produção
seriada sendo instalado em condicionadores
de ar e resfriadores de líquido
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O compressor scroll utiliza duas peças em forma de espiral para realizar o trabalho da compressão do gás
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Compressores parafusos.
São utilizados em sistemas de refrigeração de alta capacidade de refrigeração
, também podem ser utilizados em 1 , 2 ou mais estágios. O componente principal
de compressão é o bloco fechado de parafusos elicoidais que comprimem o gás
refrigerante .Estes parafusos giram a altas velocidades sendo de material
especialmente tratado superficialmente , montados sob rolamentos de
características construtivas adequadas a estas velocidades . Uma das vantagens
mais importante na utilização deste compressor em relação aos alternativos é
devido ao seu menor consumo de energia elétrica. Os blocos fechados parafusos (
shut bloc ) possuem uma vida util menor em relação aos compressores alternativos
embora demandam menor
manutenção , porém com a crescente evolução da tecnologia dos materiais a vida
util das unidades parafusos tem crescido.
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Sistema com Compressor de Parafuso


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Compressor centrífugo

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Compressores Centrífugos
No compressor centrífugo o fluido penetra pela abertura central do rotor e pela ação da força
centrífuga desloca-se para a periferia.
Assim, os pás imprimem uma grande velocidade ao gás e elevam sua pressão.
O gás se dirige para o invólucro da pá ou voluta que converte a pressão dinâmica do vapor
que sai do rotor em pressão estática.

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Os compressores centrífugos podem ser de um ou múltiplos estágios ou seja com um ou vários rotores.

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A eficiência de compressão adiabática dos compressores frigoríficos com capacidade
de refrigeração acima de 500 KW.
Relação entre a velocidade periférica e a pressão:
O momento torsor que o motor exerce sobre o gás é:

T= m(v2.r2 - v1.r1)
T  momento torsor, N.m
m  vazão, Kg/s
v2  velocidade tangencial do refrigerante na m/s
r2  raio externo do rotor, m.
v1  velocidade tangencial do refrigerante na entrada do rotor (m/s)
r1 raio médio da seção de entrada do rotor, m.

Como o refrigerante entra no rotor na direção radial. V1=0 T= m.v2.r2


A potência no eixo é o produto do momento torsor pela rotação.
P= T.w= m.v2.r2.w
P  potência em w
w  rotação em, rad/s
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COP – Coeficiente de Desempenho (Coeficient Of Performance)

Um ciclo de refrigeração pode ser analisado em termos de sua eficiência


energética através do coeficiente de performance (COP), uma grandeza adimemsional.
COP é comumente utilizado par avaliar a relação entre a capacidade de
refrigeraçào obtida e o trabalho gasto para tanto, podendo se definido como:

𝐐ሶ𝐄 𝐦 . (𝐡𝟏 − 𝐡𝟒)


𝐂𝐎𝐏 = =

𝐖𝐂 𝐦 . (𝐡𝟐 − 𝐡𝟏)

Onde QE é a potência de
refrigeração (kW) e Wc é a potência
de compressão (kW) e podem ser
calculados conforme os pontos
inseridos no diagrama pressão
versus entalpia ilustrado na figura
Ilustração de um ciclo de compressão mecânica
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Exemplo de aplicação do COP
Considere um sistema de refrigeração padrão operando com fluido refrigerante R134a, com
temperatura de condensação de 42°C e temperatura de evaporação de -12°C.
Calcule o Coeficiente de Performance do sistema.
Considere para a solução deste problema a sequência de pontos indicada na figura .

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Solução

É conveniente iniciarmos a solução de problema montando uma tabela que


resuma as principais propriedades do fluido ao longo do ciclo de refrigeração.
O preenchimento da tabela permite sistematizar o cálculo do COP Inicialmente, devemos traçar o
diagrama pressão versus entalpia referente a este sistema, conforme figura 6.2.

Para traçado do diagrama pressão versus entalpia e da tabela para


solução do problema apresentado, utiliza-se informações sobre as propriedades termodinâmicas do
Fluido R134a.

Essas informações podem ser encontradas na Internet ou em livros.

É muito importante que o profissional da refrigeração utilize a Internet, para buscar informações sobre
novos fluidos e especificações técnicas dos novos equipamentos.

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Nas tabelas e diagrama de propriedades termodinâmicas, é possível saber
quais as pressões de alta (linha de condensação) e de baixa (linha de evaporação).

O preenchimento da tabela começa através dos itens mais conhecidos,


tais como temperaturas dos pontos :

ponto 1 (-12°C), pois o processo de evaporação ocorre a temperatura constante e o ponto está na
linha de vapor saturado seco,

ponto 3 (42°C); pois a condensação ocorre à temperatura constante e o ponto está na linha de
liquido saturado) e

ponto 4 (-12°C) porque o ponto está sobre uma isoterma na região de saturação.

Já o ponto 2 está sobre uma linha isoentrópica partindo de 1 e sobre uma isobárica na pressão de
condensação.

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Com essa tabela preenchida podemos obter as entalpias no ponto , 3 e 4.

Conforme a figura 6.2, o ponto 1 está no estado de vapor saturado seco na temperatura de -12°C
e pressão de evaporação.

Logo a entalpia do ponto 1 pode ser obtida da tabela de propriedades como sendo hvapor para a
temperatura de -12°C.

Esse valor é de 391,7 kJ/kg.


Já a entalpia do ponto 3 pode ser obtida observando que no diagrama pressão versus entalpia, o
ponto 3 está no estado de líquido saturado (sobre a curva de saturação) sendo que seu valor
pode ser lido da tabela 6.2, na coluna de hlíquido para 42°C.

Esse valor é de 259,6 kJ/kg.

Como o processo de expansão é considerado isoentálpico, temos, então, a entalpia do ponto 4


como sendo igual a do ponto 3.
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Na tabela 6.2, podemos obter informações apenas da região da saturação.

Já no ponto 2, saída do compressor, o fluido encontra-se superaquecido.

Logo, é possível encontrar a entalpia do ponto 2 por meio gráfico no


diagrama pressão versus entalpia.

Há possibilidade de uso de programas tais como E.E.S. e Refprop para obtenção exata
dessas informações.

Mas para fins práticos o uso do diagrama pressão versus entalpia é suficiente.

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Para obter a entalpia do ponto 2, indica-se, na figura 6.2, o ponto 1


na temperatura de -12°C e traça-se uma isoentrópica partindo deste ponto
até encontrar a linha horizontal da pressão de condensação.

Neste encontro tem-se o ponto 2.

A entalpia pode ser obtida lendo-se o valor diretamente na extremidade horizontal do


diagrama.

Nesse exemplo, o valor da entalpia do ponto 2, conforme ilustrado na figura 6.3 é de


aproximadamente 430 k] jkg.

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Onde as grandezas hl e hv correspondem à entalpia do líquido saturado e do vapor saturado,


respectivamente, ou seja, sobre a curva de saturação.
hl (PJ é a entalpia do líquido na pressão de evaporação).

Nesse caso, o valor do título é de 0,36 ou 36%, ou seja, no evaporador, o fluido refrigerante entra
com cerca de 36% de fluido no estado de vapor e com 64% no estado líquido.

Já a grandeza entropia específica do ponto 4 pode ser calculada por:

s4 = s1(PE) + x4[ sv(PE) – s1(PE)]

Logo tem-se que a entropia do ponto 4 é :

s4 = 0,9407 + 0,36 {1,7456 – 0,9407} – 1,23 kJ / kg ºC

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Pode-se ainda calcular o COP do sistema através dos valores das entalpias encontradas na
tabela 6.3, aplicados na equação 6.1.

(𝟑𝟗𝟏, 𝟕 − 𝟐𝟓𝟗, 𝟔)
𝐂𝐎𝐏 = = 𝟑, 𝟒𝟓
𝟒𝟑𝟎 − 𝟑𝟗𝟏, 𝟕

Pode-se observar, também, que o fluxo de massa não foi necessário para
solucionar esta equação, uma vez que este termo aparece no numerador e no denominador da
equação.

O coeficiente de performance tem a função de verificar o quanto o sistema é eficiente quando


comparado com um ciclo de compressão ideal, conhecido como ciclo de Carnot.

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Solução
O estado do valor na aspiração do compressor é de 15º C (7º + 8º C)
superaquecido a uma pressão correspondente a uma temperatura
de 5º C (pressão de 583,6 KPa), os valores das propriedades
termodinâmicas são :

Tab. A.6a - Refrigerante R-22 saturado - livro Stoecker /Jabardo


pag. 331 – para 7º C

p= 621,0 kPa

hv = 407,8 kJ/kg

vv = 37,98 litros/kg

sv = 1,7419 kJ/kKg.K
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As propriedades do refrigerante após uma compressão isoentrópica
até uma temperatura de condensação de 45º C
(pressão de 1.942 KPa), são :

Tab. A.6a - Refrigerante R-22 saturado - livro Stoecker /Jabardo


pag. 332 – para 45º C
p= 1.728 kPa
hv = 417,3 kJ/kg
vv = 13,28 litros/kg
sv = 1,6931 kJ/kg.K

A entalpia do líquido que entra no evaporador à temperatura de 40º C


é de 249,7 kJ/kg

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Refrigerante : R-22

Compressor :
nº de cilindros = 4
rotação = 35 rps
Potência = 15 kW
Capacidaderefrigeração = 110 kW
Diâmetro cilindro = 70 mm = 0,07 m
Deslocamento cilindro = 60 mm = 0,06 m
Tevaporação = 7º C
Tcondensação = 45º C
Tsub-resfriamento = 5º C
Tsuperaquecimentoaspiração = 8º C
Entalpia do líquido na entrada do evaporador à
45 ––maio-2015
T =Recife 5= 40º C
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Exemplo : Rendimento volumétrico real


Determine o rendimento volumétrico real do compressor da tabela de
desempenho de compressor de amônia para temperaturas de evaporação e
condensação de -20º C e 25º C respectivamente.

da Tabela da Vilter : capacidade de refrigeração = 186,7 KW

vapor que deixa o evaporador saturado a -20º C : entalpia na saída = 1.437,7 KJ/Kg
líquido que entra do dispositivo expansão, saturado : entalpia = 317,67 KJ/Kg

volume específico do vapor que deixa o evaporador e entra no compressor


= 0,623,7 l/Kg = 0,624 m³ / Kg
𝟏𝟖𝟔,𝟕
𝐦 = (𝟏𝟒𝟑𝟕,𝟕 −𝟑𝟏𝟕,𝟔𝟕) = 0,167 Kg/s

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Condensadores .
É um trocador de calor que efetua a liquefação dos vapores do gás refrigerante a
uma pressão constante por meio de troca de calor
com ar ou água ( agentes de condensação ). A temperatura / pressão de condensação
e' um dado importante de projeto.
Os condensadores mais usados são :
Casco e tubo . ( shell & tube )

Esses condensadores ainda são muito utilizados atual- mente,principalmente nos


sistemas que utilzam o gás freon. A condensação se dá pela troca de calor com água
de resfriamento proveniente de uma torre de resfriamento . Os sistema utilizam água
com meio de troca de calor para a condensação do fluido frigorífico. A limpeza periódica
dos tubos é vital para o equilíbrio da pressão de descarga do compressor / sistema .
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Condensadores .

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DIMENSIONAMENTOS TROCADORES DE CALOR

Q= U. A. ( D Tml )

Q= fluxo de calor (kcal/h ).


U= coeficiente global de troca de calor .
A= área de troca de calor .(m2 )
DTml =diferencial médio logarítmico de temperatura.
(graus centígrados )

( t - te )
D Tml = {(t - te) - (t - ts )} / Ln ----------
( t - ts )

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Placas .
- Atualmente são largamente utilizados devido a seu
alto coeficiente global de transmissão de calor ,
gerando unidades de pequena dimensão . Utilizam
água de resfriamento proveniente de uma torre de
resfriamento como meio de troca de calor .

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Condensadores resfriados água de Carcaça e


Tubo (brazado)

O refrigerante se condensa
escoando no sentido descendente ao passo que
a água circula no sentido ascendente.
A água aquecida pela condensação do
refrigerante é circulada por bombas através de
uma torre de resfriamento, de onde retorna ao
condensador

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Serpentina tubular alhetada .( radiadores )

- São largamente utilizados em sistemas de pequena e média capacidade de


refrigeração . Utilizam o ar forçado por insufladores para efetuar a troca de calor .

Condensadores evaporativos .

- São trocadores de calor que utilizam serpentina tubular , alhetada ou não , com
sistema de água c/ chuveiros em circuito fechado com circulação forçada de ar em
contra corrente . Também são muito utilizados em sistemas de alta capacidade de
refrigeração.

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Quantidade de Água em Circulação

Num condensador resfriado a água : Q = m. 4,19 DT  m = Q / 4,19. DT

m = massa de água kg / h

Q = calor transferido da refrigerante para água

DT = diferença da temperatura da água na entrada e saída do condensador

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Condensador Evaporativo
esquema

A capacidade do condensador evaporativo é função da temperatura


de bulbo úmido do ambiente, enquanto que a capacidade de um
condensador a ar é função da temperatura
Recife – maio-2015 de bulbo seco.
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Condensadores a ar

Os condensadores a ar podem ser de dois tipos:


com ou sem circulação forçada a ar.
Consiste em tubos de cobre ou de aço aletados, no interior dos quais
circula o refrigerante.
O ar ambiente, circulando através do mesmo, troca calor com o
refrigerante, condensando-o.

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Coeficiente Médio de Transferência de Calor

O coeficiente de transferência de calor médio, extensivo a superfície

g.².hlv.k3 1/4
hc = 0,943 ( )
.DT.N.D
hc = transferência de calor médio (W/m2 ºC)
g = aceleração da gravidade = 9,81 m s-2
 = densidade do condensado (Kg . m-3)
hlv = calor latente de vaporização do vapor (kJ/kg)
k = condutividade térmica do condensado (W / m ºC)
 = viscosidade dinâmica do condensado (Pa. s)
DT = diferença entre as temperaturas do vapor e da superfície da placa
N = número de tubos
D = diâmetro dos tubos verticais
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Tabela 8.1 - Coeficientes de transferência de calor para a condensação no


exterior de bancos de tubos horizontais de diversos refrigerantes.
Temperatura de condensação de 30°C, 6 fileiras de tubos de 25 mm diâmetro
na vertical e Dt de 5ºC.

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As incrustações reduzem a capacidade de condensação de 25 %.


O usuário, em geral, não é seriamente prejudicado por tal redução de
capacidade, uma vez que os dados catálogo já incluem um fator de
incrustação, cujo valor deve ser informado pelo fabricante.

Finalmente, é ímportante enfatizar que a formação de


incrustações causada pela água de resfriamento pode ser
minimizada pela limpeza periódica dos tubos, o que , além
disso, permite manter em níveis elevados o desempenho do
condensador.

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OBRIGADO

O impossível é possível, você é que não sabe como, mas o universo sabe.
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AUTOR - ELCIO ALMEIDA