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Escola Municipal Catarina Paraguaçu

Núcleo I

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

Piabanha – Maraú/Ba
2018
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SUMÁRIO

1. Introdução................................................................................................
1.1 Identificação da escola ............................................................
1.2 Quadro de alunos matriculados ............................................................
1.3 Mapa de aproveitamento de 2017............................................................
1.4 Quadro de funcionários ............................................................
2. Breve Histórico......................................................................................
3. Eixo Norteador Da Escola................................................................
4. Valores E Missão Da Escola............................................................
5. Marco Doutrinal..................................................................................
5.1 Concepção Pedagógica .....................................................................
5.2 Concepção Política......................................................................
5.3 Concepção de Aprendizagem....................................................
5.4 Concepção Metodológica ........................................................................
5.5 Educação Inclusiva...................................................................................
5.6 O sistema de avaliação.......................................................................
6. Marco Situacional ............................................................
6.1 Concepção de Escola que temos e queremos ...........................................
6.2 A relação família- escola ............................................................
6.3 Resultado de Avaliações externas ............................................................
7. Marco Operacional............................................................
7.1 Proposta Curricular: Objetivos das áreas de conhecimento .........
7.2 Reposição de aulas............................................................
7.2.1 Reposição de Professores ............................................................
7.2.2 Reposição de Funcionários............................................................
7.3 Dimensão Financeira............................................................
7.4 Temas Transversais............................................................
7.4.1 Ética............................................................
7.4.2 Saúde............................................................
7.4.3 Meio Ambiente ............................................................
7.4.4 Orientação Sexual ............................................................
7.5 Calendário Escolar ............................................................
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7.6 Aprovação e Reprovação ............................................................


7.7 Políticas Públicas educacionais desenvolvidas em 2018......................
8. Anexos............................................................
8.1 Matriz Curricular............................................................
8.2 Marcos de Aprendizagem............................................................
8.3 Projetos Estruturantes 2018............................................................
8.4 Projetos da Escola ............................................................
8.5 Planos de Ações Desenvolvidos na Escola 2018...............
8.6 Plano de Ação da Gestão 2018............................................................
8.7 Portarias 2018............................................................
9.0 Referências
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1. INTRODUÇÃO

O planejamento é um modo de ordenar a ação tendo em vista os fins desejados,


e por base conhecimentos que deem suporte ao objetivo, à ação; é um ato coletivo,
não só devido a nossa constituição social, como seres humanos, mas, de que o ato
escolar de ensinar e aprender são coletivos. A parceria depende da entrega a um
objetivo ou tarefa que seja assumida por todos. Nessa perspectiva, o Projeto
Político-Pedagógico define o caminho de uma escola, pois, conforme Celso
Vasconcellos, “o projeto não pode ser uma camisa de força para a escola e para o
professor. Deve dar a base de tranquilidade, as condições para administrar o
cotidiano e, assim, inclusive, liberar espaço para a criatividade” (2002, p.47).
Planejar é o ato pelo qual decidimos o que construir; é o processo de abordagem
racional e científica dos problemas da educação. Segundo Gadotti ( 2001, p. 18):
Todo projeto supõe ruptura com o presente e promessas para o futuro.
Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se,
atravessar um período de instabilidade e buscar uma estabilidade em
função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o
presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente a
determinadas rupturas. As promessas tornam visíveis os campos de ação
possível, comprometendo seus atores e autores.

Este instrumento pedagógico que o Núcleo I apresenta o resultado da construção


coletiva de profissionais preocupados em oferecer a todos os alunos que procurem
nesse espaço escolar uma educação pautada em princípios como:
 Educação de qualidade que considera a formação humana na sua totalidade
- criança adolescentes e jovens;
 Respeito às diferenças individuais que representam as singularidades
presentes em cada ser humano;
 Participação democrática, valorizando todas as ações individuais e coletivas
quer no interior da escola ou fora.
A proposta político pedagógica irá orienta a nossas ações, nossos caminhos,
construir na escola extensões de prazer, de alegria, do conhecimento, do
encantamento, como diz Moacir Gadott.
O projeto é elaborado com vistas ao aproveitamento da aprendizagem tendo
como princípios a liberdade, autonomia, flexibilidade e democracia. É um documento
de suma importância, pois reflete a realidade da escola, sendo um clarificador da
ação educativa em sua totalidade.
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Conforme Veiga (1998), o Projeto Político-Pedagógico/Proposta Pedagógica é


um documento que deve ser vivenciado em todos os momentos, por todos os
envolvidos com o processo de aprendizagem. Não é um documento que é
construído para ser arquivado ou para cumprir uma exigência legal. Deve ser
constantemente ressignificado, na medida em que as práticas pedagógicas são
alteradas para atender à demanda da comunidade escolar.

O projeto político-pedagógico pode ser comparado, de forma análoga, a


uma árvore. Ou seja, plantamos uma semente que brota, cria e fortalece
suas raízes, produz sombra, flores e frutos que dão origem a outras árvores,
frutos... Mas para mantê-la viva, não basta regá-la, adubá-la e podá-la
apenas uma vez. (LIBÂNEO, 2004, p. 152).
É importante ressaltar que a prática educativa, além de ser uma exigência da
vida social, também é elemento fundamental no provimento dos indivíduos, de
conhecimentos e cultura, que lhes permita uma atuação operante no meio em que
vivem.
Pela sua importância, este documento deve ser elaborado coletivamente, no
qual todos os envolvidos com a escola devem pensar a ação pedagógica, tendo
como base o diagnóstico da realidade.
Sua finalidade é assegurar e fundamentar todo o funcionamento da escola,
sua estrutura física funcional e também pedagógica.

O projeto busca um rumo, uma direção. É uma ação intencional, com um


sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. Por isso,
todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político por estar
intimamente articulado ao compromisso sócio-político com os interesses
reais e coletivos da população majoritária. (SAVIANI apud VEIGA, 1995,
p.93).

1.1 Identificação

A Escola Catarina Paraguaçu, situada na Fazenda Liberdade, zona rural no


município de Maraú – Bahia, inep 29.288.266, a escola funciona desde o ano de
1982.
O estabelecimento é composto por duas salas de aulas, dois banheiro que
atende a alunos, professores e funcionários, pequeno pátio e uma cozinha.
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Conta ainda com uma ampla área livre da fazenda para que os alunos
possam ficar no intervalo. Sentimos falta de um espaço apropriado para a hora das
recreações.
Quanto ao equipamento para uso pelos professores alunos, conta-se com um
televisor, aparelho de DVD,caixa amplificada,uma geladeira e um fogão. O seu
funcionamento é no turno matutino, vespertino e noturno.

1.2 Quadro de alunos matriculados

Educação Infantil
Ano Quantidade De Alunos/2018
4-5 anos 7

Ensino Fundamental I
Ano Quantidade De Alunos/2018
1° 2
2° 5
3° 12
4° 8
5° 13

EJA
Ano Quantidade De Alunos/2018
1ª a 4ª Série 24
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1.3 Mapa de aproveitamento de 2017

Educação Infantil
TURMAS TOTAL APROVADOS RETIDOS TRANSFERIDOS EVADIDOS
MATRICULADOS
Única 07 05 0 0 02

Ensino Fundamental I
TURMAS TOTAL APROVADOS RETIDOS TRANSFERIDOS EVADIDOS
MATRICULADOS
1º 05 03 0 0 02
2º 06 05 0 0 01
3º 12 07 05 0 0
4º 06 04 0 0 02
5º 13 05 04 0 04

EJA
TURMAS TOTAL APROVADOS RETIDOS TRANSFERIDOS EVADIDOS
MATRICULADOS
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1.4 Quadro de funcionários


Corpo Administrativo

Nome Graduação Função

Drielle Dos Santos Cursando Pedagogia Diretor (A)


Viana

Edna Thomaz Dos Cursando Pedagogia Vice-Diretor (A)


Santos
Especializando Em
Mairam De Souza Coordenação Pedagógica Coordenador (A)
Santos

Corpo Docente

Nome Graduação Função

Elizângela F. Cursando Pedagogia Professora


Santos

Joelma Ferreira Cursando Pedagogia Professora


Gonçalves
Pâmera Veluma S. Normal Superior e
Do Amparo Licenciatura em Matemática Professora
Especializando Em
Rosilda Almeida Coordenação Pedagógica Professora
Santos

Agente De Serviços Escolar

Ednalva T. Dos Fundamental I Incompleto Merendeira


Santos

Auxiliar De Serviços Gerais


Monica De Jesus
Aparecida

Rondenelle Lino Superior Completo Assistente Administrativo


Silva Administração
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2. BREVE HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR

A escola Catarina Paraguaçu foi fundada no ano de 1982, situada na fazenda


Liberdade, com o código do INEP de número 29288266.

3. EIXO NORTEADOR DA ESCOLA

A escola Catarina Paraguaçu busca através de sua organização, manter diálogo


com as famílias, os alunos, os professores e toda a comunidade educativa, a fim de
colocar nossos educandos em contato com o saber sistematizado e acumulado
historicamente, cumprindo com a missão estabelecida: “Formar cidadãos
conscientes, capazes de compreender e criticar a realidade, atuando na busca da
superação das desigualdades e na busca do respeito ao ser humano”, em outras
palavras, educar para a cidadania.
O ser humano, na atualidade, é competitivo e individualista, resultado das
relações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. O homem, que modifica a si
mesmo pela apropriação dos conhecimentos, modifica também a sociedade por
meio do movimento dialético “do social para o individual para o social”.
Devido à rapidez dos meios de comunicação e tecnológicos e pela globalização
torna-se necessário proporcionar igualmente ao homem o alcance dos objetivos
materiais, políticos, culturais e espirituais para que sejam superadas as injustiças
sociais, diferenças. Isto será possível se a escola for um espaço que contribua para
a efetiva mudança social.
Pertencente a uma sociedade capitalista, competitiva baseada nas ações e
resultados, por isso faz-se necessário construir uma sociedade libertadora, crítica,
reflexiva, igualitária, democrática e integradora, fruto das relações entre as pessoas,
caracterizadas pela interação de diversas culturas em que cada cidadão/ã constrói a
sua existência e a do coletivo.
O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino e aprendizagem que
ultrapasse a mera reprodução de saberes “cristalizados” e desemboque em um
processo de produção e de apropriação de conhecimento e transformá-lo,
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possibilitando, assim, que o cidadão torne-se crítico e que exerça a sua cidadania,
refletindo sobre as questões sociais e buscando alternativas de superação da
realidade.
É preciso que a sabedoria popular seja lapidada para uma melhor compreensão.
É preciso viabilizar uma compreensão mais crítica da temática proposta pelo povo e
fazer com que consigam construir novas hipóteses de leitura do mundo.
A escola de nosso sonho é aquela que proporciona um relacionamento e
comprometimento de todos para o desenvolvimento de ser humano. Que os pais ou
responsável, tenham compromisso e responsabilidade com o andamento escolar de
seus filhos.

4. VALORES E MISSÃO DA ESCOLA

A Escola Catarina Paraguaçu assume como missão, a formação da pessoa


em todos os seus aspectos, pelo desenvolvimento da sensibilidade, da capacidade
de reflexão, de pensamento autônomo e de ação, de modo a levá-la a assumir um
posicionamento diante da vida, a auto determinar-se conscientemente e a contribuir
dignamente para a construção de um mundo melhor.
A escola por sua vez irá assegurar um ensino de qualidade, buscando elevar
a aprendizagem dos discentes de acordo com as possibilidades e ritmo de cada
turma em todas as áreas de conhecimento. Elaborando uma proposta pedagógica
de acordo com a realidade da escola, implementando o trabalho coletivo, visando à
integração de todos os docentes, ajudando-se mutuamente em direção a objetivos
bem definidos em busca de um trabalho de qualidade.
Acreditamos que o ambiente escolar é a instituição própria para a
transformação social, pois envolve pessoas que “pensam” e desejam uma sociedade
mais justa e igualitária.
Sabemos que o contexto social envolve várias situações conflitantes que
põe em prova o indivíduo. Queremos sujeitos críticos que através de uma ação
coletiva façam de nossa escola um lugar agradável e rico, onde o mundo esteja
integrado e as informações passadas não sejam absorvidas sem indagações.
Nossa escola respeita as diferenças e através de atividades diárias busca o
respeito mútuo, a dignidade, a honestidade, a colaboração, descartando a injustiça,
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as discriminações e a violência, sabendo que uma transformação social só acontece


através de indivíduos críticos que a partir do diálogo e da democracia buscam a
justiça e a implementação dos conteúdos aprendidos.

5. MARCO DOUTRINAL

Diz o artigo 205 da Constituição Federal de 1988:


" A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será
promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno
desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e
sua qualificação para o trabalho".

Nesse contexto a LDB 9.394/96 estabelece os princípios os princípios da


educação e os deveres do Estado enquanto agente provedor da educação escolar
pública, definindo suas responsabilidades em colaboração com a União, o Distrito
Federal e os municípios.

5.1 Concepção Pedagógica

Vivenciamos na sociedade brasileira uma realidade complexa e


contraditória. Ao mesmo tempo em que se encontra em plena era dos avanços
tecnológicos e científicos, convivemos com os graves problemas sociais,
acumulados ao longo do tempo por uma sociedade marcada por relações de poder
e privilégios altamente excludentes que reproduziram um alto
nível de desigualdades e injustiças, deixando a margem do desenvolvimento
econômico e social grande parte de seu povo.
A escola deve oferecer às crianças atividades significativas que partam dos
conhecimentos prévios delas, estabelecendo uma relação com o conhecimento
como algo prazeroso e desenvolvendo a autonomia intelectual. A escola deve
oferecer condições para que a criança, construa sua identidade, valorizando sua
individualidade, seu percurso próprio, sua produção desenvolvendo sua autoestima.
O estilo de educação na escola deve ganhar espaço, sentido e credibilidade
na pratica pedagógica no seu cotidiano, quando escola, família e discente se
formam parceiros em um objetivo comum andando em parceria promovendo uma
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educação voltada não somente a parte intelectual, mais sim solidária, integra na sua
totalidade forma homem pessoa de caráter.
Para GANDIN (1998) a concepção de sociedade, pessoa, educação, para
este autor tem uma configuração que integra os aspectos filosóficos e conceituais do
PPP (Projeto Político Pedagógico), ou seja,as crianças e valores, os conceitos e no
marco conceitual provê as definições explícitas.
A educação permite ajudar novas gerações a se comportarem com valores
humanos e cristãos, a desenvolverem consciência crítica frente ao mundo e a
sociedade a se exercitarem, criticamente no dialogo cultural com a comunidade
educativa, juntos com toda a comunidade escolar deve-se construir uma sociedade
que seja justa e igualitária, mas não apenas nos direitos e sim nos deveres e
democracia.
É necessário que essa sociedade tenha o respeito e o respaldo aos poderes
públicos, para ter o mínimo de condições ao ser “humano”, é preciso que essa ação
seja realizada por homens íntegros, comprometidos, solidários e éticos que atuem
como cidadãos em seu meio e que juntos almejem a transformação.
A escola deve manter-se ‘modernizada’ diante das mudanças ocasionadas
pelo mundo atual, promovendo o estudo de qualidade, tendo a missão de mostrar o
caminho, dar apoio e socializar ideias, a escola, sobretudo deve ter a consciência de
seu real valor e que a educação contribui na formação e pessoas em cidadãos
melhores.
Um exemplo de vida deve ser uma escola que fomenta o saber, que conheça
a realidade que está inserida, a preocupação com a humanidade com o mundo em
que vivemos uma visão ampla e critica para o educando dando-lhe condições de
compreender a profundidade das mudanças que são necessárias, um lugar
acolhedor onde se pode questionar-se e expressar-se, valorizar suas duvidas,
almejando o desenvolvimento do lado reflexivo a ser inserido na sociedade.
Nessa reflexão a função da escola é imprescindível haver a pareceria com a
comunidade escolar, principalmente com a família na busca de uma proposta de
educação adequada às necessidades reais que se fazem sentir, escola, famílias
desempenham o papel de ajudarem a formar pensadores (leitores de mundo e
palavras) e não apenas a usar a memória como um mero ‘depósito’ de informações.
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A criança é um ser em desenvolvimento físico, psíquico e moral que


necessita de atenção, informação, formação e cuidados. A partir disso devemos
considerar que desde que nasce a criança é capaz de estabelecer relação com o
ambiente a sua volta, por isso está em constante processo de construção de seus
conhecimentos. Para que a criança se torne ativa neste processo é imprescindível
que vivencie experiências significativas que permita que ela estabeleça relações
com o meio, consequentemente desenvolvendo sua inteligência e personalidade.
A infância é a fase da vida do ser humano, do brincar, do fazer de conta, é o
momento que deve ser vivido com variadas experiências. Os Direitos da Criança
são:
O direito à brincadeira.
À atenção individual.
O direito a um ambiente aconchegante, seguro e estimulante.
O direito ao contato com a natureza.
O direito à higiene e saúde.
O direito a uma alimentação sadia.
O direito a desenvolver sua curiosidade, imaginação e capacidade de
expressão.
O direito ao movimento em espaços amplos.
O direito à proteção, ao afeto e à amizade; o direito a expressar seus
sentimentos.
O direito a uma especial atenção durante seu período de adaptação à
creche.
O direto a desenvolver sua identidade cultural e racial.
(Documento MEC 2009)

Refletir o porquê e para que ensinamos, esse é a base que estrutura o plano
da proposta curricular,pensar em um conceito de educação que deve ser
ensinado,mais sim são várias as possibilidades e que estas devem ser analisadas,
antes que se faça as escolhas,entender que o currículo é uma construção histórica,
fruto de uma solução condicionada por múltiplas questões sociais,internas e
externas a escola,o que significa que o currículo deve ser constantemente avaliado e
modificado e atuem por meio de atividades dentro do currículo que transmitam
conhecimentos,habilidades,consciência,disposição e sensibilidades.
Por isso é preciso estruturar a organização do conhecimento na educação,
visando a maior integração possível entre saberes que norteia os parâmetros.
Contudo pensar sobre educação, devemos buscar a valorização da igualdade
de oportunidades, formação intelectual e do ser emocional, desenvolver
competências necessárias, uma educação que nos leva a compreender a escola
como uma instituição social e que deve sofrer mudanças e não ser metódica e
religiosa sem alterações em seu currículo.
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O ensino aprendizagem referente ao planejamento e suas ações devem ser


organizadas pelos educadores com o intuito de contextualizar e aprimorar os
conteúdos que serão desenvolvidos em sala de aula, os docentes como
profissionais na educação e com novo papel no processo de ensino desenvolvam
uma competência coletiva de cooperação que permita transformar o dia a dia a
eficácia de aprendizagem oferecida aos alunos.
No currículo deve ser proposta a adequação em prol da melhoria de vida no
âmbito escolar com, trabalhar a realidade do aluno em sala de aula,para que ele
venha a ter discernimento e poder de analisar sua realidade de maneira critica, a
socialização do docente para que tenha uma participação organizada na
democratização da sociedade.
A escola deve ser valorizada como instrumento de apropriação do
saber,acolhendo e sendo agente transformador,prepara a criança para a vida e
transmite valores éticos e morais dos educandos.

5.2 Concepção Política

A necessidade de desenvolver atividades que mantenham interligadas a


dimensão política e a dimensão pedagógica do núcleo escolar, uma vez que
compreendemos a dimensão política como o compromisso com os interesses reais e
coletivos da população escolar e a dimensão pedagógica como as ações educativas
necessárias para que o núcleo escolar cumpra com o seu propósito e sua
intencionalidade e, que uma não priorizar em detrimento da outra.
Buscando aperfeiçoar as metodologias e estratégias desenvolvidas no
núcleo escolar e todas as motivações e desafios acima apresentados justificam o
compromisso com a elaboração e implementação do presente Projeto Político
Pedagógico.
A partir dos seguintes questionamentos - Que tipo de ser humano e de
sociedade queremos construir? Qual deve ser o papel da escola em nossa
realidade? Qual deve ser o papel da família? O que deve ser trabalhado na escola?
Como desejamos a metodologia e a avaliação? Como desejamos a disciplina e a
relação professor-aluno? Como desejamos o relacionamento na escola e dela com a
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comunidade? Como desejamos a comunicação na nossa escola? Como desejamos


a organização administrativa da escola?
Queremos construir uma escola que contribua na formação de homem e
sociedade. Em virtude disto, optamos por uma educação que tenha como referência
a realidade, que propicie a reflexão pelo desenvolvimento da consciência crítica,
respeitando o aluno em suas crenças, seus valores morais, culturais e éticos.
A Escola Catarina Paraguaçu, sustentada por este ideário, centrada nos
princípios éticos que permeiam a conduta e os direitos do ser humano, acredita que,
por meio de uma metodologia problematizadora, adotada como proposta, poderá
propiciar uma ação transformadora.
Esta metodologia, assumida pelo corpo docente da escola, é aquela que
propicia troca entre discentes e docentes, que tenha flexibilidade, que respeite o
aluno na sua individualidade, levando-o a formação de uma consciência crítica e
transformadora.
É preciso definirmos o conjunto de ações necessárias a realização do
mesmo,e, para tanto pretendemos adotar um modo de agir que fundamente nossa
concepção (que pode ser definida como sócio-interacionista). É a própria interação
que fundamenta esse agir e, por isso requer:
Que haja pleno desenvolvimento das pessoas como sujeito;
Que haja compromisso com a defesa dos direitos humanos, com a não-
discriminação e com a preservação e a recuperação do meio-ambiente.
Que seja garantia de liberdade de expressão como requisito fundamental
para o exercício da democracia na escola pública.
Que o dialogo permanente revele e ajude a superar a posição de confronto
entre os que sabem e os que ainda não sabem;
Que a ação democrática e cidadão possibilite à educação, como garantia de
permanência e sucesso dos alunos;
Que haja proposição das diretrizes para avaliação geral de desempenho
dos docentes e demais funcionários;
Que haja definição clara do papel de cada um na organização do trabalho
da escola;
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Adoção de uma prática reflexiva no que se refere aos planejamentos e


avaliações entre os diferentes períodos (anuais, por unidade e quinzenais-A/C e que
se possível seja feito por escola);
Prática constante de ações que melhorem a auto-estima e motivação de
professores e alunos.
Qualificar os equipamentos e espaços pedagógicos como: salas, pátios, etc.

5.3 Concepção de Aprendizagem

Por muito tempo a Pedagogia focou o processo de ensinar, no professor,


supondo que, como decorrência, estaria valorizando o conhecimento. O ensino,
então, ganhou autonomia em relação à aprendizagem, criou seus próprios métodos
e o processo de aprendizagem ficou relegado a segundo plano.
Hoje se sabe que é necessário ressignificar a unidade entre aprendizagem e
ensino , uma vez que um não se realiza sem o outro.
Segundo FREIRE (1997):
Ensinar inexiste sem aprender e vice – versa e foi aprendendo socialmente
que, historicamente, mulheres e homens descobriram que era possível
ensinar...Aprender precedeu ensinar ou em outras palavras, ensinar se
diluía na experiência realmente fundante de aprender.

Daí a importância de conhecermos e refletirmos sobre o real significado do


ensino e da aprendizagem que não se resumem apenas ao espaço da escola, mas
estão presentes em diversos ambientes e situações como: em casa, na rua, no
trabalho, no lazer, em contato com os produtos da tecnologia e no contato com a
natureza.
Cada situação pode ser uma situação de ensino e aprendizagem, que
consiste em ser capaz de indagar, pesquisar, procurar alternativas, experimentar,
analisar, dialogar, compreender, ter uma atitude indagadora perante tudo o que se
relaciona com a educação.
Aprender e ensinar são processos inseparáveis. Isto acontece porque o ato
de ensinar “é o ato de produzir direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular
a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens”
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(SAVIANI, 1995). Este processo se efetiva quando o indivíduo se apropria dos


elementos culturais necessários a sua formação e a sua humanização.
Nada mais democrático que ensinar com o compromisso que haja a
aprendizagem por parte de todos os alunos.
Para Vygotsky (1995) a aprendizagem é um processo histórico, fruto de uma
relação mediada e possibilita um processo interno, ativo e interpessoal. “O
conhecimento é, portanto, fruto de uma relação mediada entre sujeito que aprende e
sujeito que ensina e o objeto de conhecimento. Os processos de produção do
conhecimento permitem, ao aluno, sair do papel de passividade e fazer parte dessa
relação, através do desenvolvimento de suas funções psicológicas superiores, entre
elas a linguagem.
Aprendizagem é instrumentalização política, fazendo do conhecimento um
componente do processo de cidadania unindo o educando a realidade social. Nesse
sentido as aprendizagens que os alunos realizam na escola serão significativas na
medida em que eles consigam estabelecer relações entre os conteúdos escolares e
os conhecimentos previamente construídos, que atendam ás expectativas, intenções
e propósitos de aprendizagem do aluno.
Conhecer o processo de aprendizagem como propriedade do sujeito implica
valorizar o papel determinante da interação com a escola. Segundo FREIRE ( 1996
p.52 ) “Saber ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para
sua própria produção ou a sua construção.”
Assim, conclui-se que para um bom ensino, não bastam novos
conhecimentos. É preciso construir a relação dinâmica existente entre o
conhecimento e a ação– reflexão, com isso, educador e educando criam seu vinculo
com o objeto do conhecimento. Ao serem considerados, provocam mudanças
significativas no diálogo entre ensino e aprendizagem e repercutem de maneira
positiva no ambiente escolar, pois os envolvidos passam a atribuir sentido ao que
fazem e ao que aprendem.

5.4 Concepção Metodológica

A Escola Catarina Paraguaçu fundamenta suas práticas pedagógicas no


conhecimento empírico, colocando em exercício métodos novos adaptados aos
tradicionais procurando adequar as necessidades e limitações ao meio social,
18

partindo de experiências num processo ativo de construção do indivíduo e norteado


no que diz alguns pensadores como: Jean Piaget, Paulo Freire, Sócrates e outros.
Partindo do pressuposto de que o educando é um ser pensante, crítico e formador
de opiniões, capaz de exercer sua cidadania como um ser construtivo do processo
social.
As metodologias adotadas nas salas de aulas vão sendo renovadas pouco a
pouco, pois o quadro-negro e o giz não são mais suficientes, já se observa aulas
inovadoras, criativas e dinâmicas, feitas de recursos simples e paradidáticos, como:
recortes, jornais, jogos, vídeos, atividades extraclasse, revistas, músicas e atividades
de sondagem e de reflexão e também promovendo atividades de língua oral e
escrita, debates, apresentações de trabalhos realizados pelos alunos e teatro, dessa
forma, tende a tornar a aula prazerosa e contribui para o despertar do conhecimento
dos alunos que é e deve ser sempre a prioridade de toda Escola.
A Escola Catarina Paraguaçu busca gradativamente a melhoria do ensino
aprendizagem valorizando o potencial humano, formando cidadãos críticos e
conscientes de sua missão, na tentativa de conscientizar que a educação é o único
caminho no processo de transformação do ser humano.
Nossa clientela em sua maioria é remanescente das comunidades vizinhas,
filhos de agricultores, de baixa renda, por isso colaboram com os pais nas tarefas
domésticas e até da roça, dificultando assim o seu aprendizado. Diante do exposto,
os professores estão atentos para saber dosar a aplicação das atividades,
conciliando-as com a situação psicossocial dos alunos.
Diante destas ideias e desta realidade, desenvolvemos funções que levam o
aluno e os outros integrantes do processo ensino-aprendizagem a se integrarem
num contexto de uma educação fincada na qualidade.

 Educação Infantil

A Escola Municipal Catarina Paraguaçu atende ao público infantil, a partir dos


3 anos de idade, é baseado na argumentação construtiva, onde o objetivo é levar a
criança a analisar e descobrir todas as possibilidades do seu corpo, do espaço,
desenvolvendo assim a sua capacidade de observar e pensar.As atividades são
programadas de modo que os conteúdos trabalhados, estejam dentro do objetivo a
19

ser alcançado pela escola.Nossa metodologia é baseada na prática lúdica, como


brincadeiras e jogos.
Considerando a Lei de Diretrizes e Bases – 9394/96 – e o Estatuto da Criança
e do Adolescente, a escola se propõe a realizar um trabalho baseado nas diferenças
individuais e na consideração das peculiaridades das crianças na faixa etária da
Educação Infantil.
Respeitar à diversidade dos alunos é imprescindível. As crianças precisam
aceitar suas diferenças e particularidades.
A escola trabalha com atividades que desenvolvam a criança fisicamente,
estimulando a linguagem oral através das historias, dramatizações e brincadeiras
respeitando a diferença de cada um.
Visando também o desenvolvimento da criança através da coordenação
motora, tendo sempre a preocupação em pronunciar as palavras corretamente. São
trabalhados projetos.

 Ensino Fundamental I

A Escola Municipal Catarina Paraguaçu usa metodologias diversificadas,


dando aos alunos o poder de reflexão da realidade, possibilitando seu
autoconhecimento, leitura de mundo, aula dialogada com auxilio de reálias,
trabalhando com produção e interação com grupo.
A escola busca respeitar e valorizar a diversidade dos alunos e comunidade,
planejando e organizando as atividades extraclasses, selecionando matérias para
ta sempre inovando as metodologias para trabalhar em sala de aula. Usando
sempre a criatividade e a ludicidade.

5.5 Educação Inclusiva

No que diz respeito à educação inclusiva, nosso trabalho pauta-se na


Constituição Federal do Brasil 1988, artigo 208, que garante expressamente o direito
de todos à educação. Esse direito a um sistema educacional inclusivo em todos os
níveis está assegurado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(9394/96), pois assegura o direito ao Atendimento Educacional Especializado, mas
20

este não substitui o direito à escolarização oferecida em turmas de escolas comuns


da rede regular de ensino.
A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os
níveis, etapas e modalidades, tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de
alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades/superdotação nas turmas comuns do ensino regular.
Na perspectiva da Educação Inclusiva, a Educação Especial integra a
proposta pedagógica da escola regular, promovendo o atendimento educacional
especializado. Ressalta-se que os estabelecimentos de ensino deverão ofertar os
recursos específicos necessários para garantir a igualdade de condições no
processo educacional.
Ë fundamental reconhecer o significado da inclusão para que as pessoas
público alvo da educação especial tenham assegurado seu direito a plena
participação nos ambientes comuns de aprendizagem como a sala de aula e na
comunidade com as demais pessoas, construindo as possibilidades de sua
participação na escola e no trabalho.
De acordo com a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei
Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com
Deficiência) e, as Diretrizes para a Educação Inclusiva no Estado da Bahia, o
atendimento educacional especializado nas salas multifuncionais compreende um
conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos.
A Educação Inclusiva será oferecida na rede municipal de ensino de acordo
com as normas e critérios estabelecidos, através do Centro de Educação Inclusiva –
CEI, com a atuação dos professores nas salas de recursos multifuncionais e dos
profissionais de apoio e acompanhamento à inclusão na ação pedagógica em classe
comum, formados por psicopedagogos e psicólogos.

5.6 O sistema de avaliação

A avaliação deve ser entendida como um processo contínuo da educação


relacionada ao desenvolvimento do ensino e aprendizagem. É preciso que a
avaliação seja diagnóstica, processual e mediadora, envolvendo toda a comunidade
escolar.
21

Nesta concepção:
Avaliar não é apenas medir, mas, sobretudo sustentar o desempenho
positivo dos alunos (...) não se avalia para estigmatizar, castigar,
discriminar, mas para garantir o direito à oportunidade. As dificuldades
devem ser transformadas em desafios, os percalços em retomadas e
revisões, as insuficiências em alerta. (DEMO, 2000, p. 97).

O caráter diagnóstico da avaliação assume a função de um processo


abrangente, relacionado à aprendizagem do educando e concomitantemente a
organização do ensino e as relações que se estabelecem em sala de aula. A
avaliação processual constitui-se na análise e reflexão do programa de
aprendizagem, das atividades curriculares, do desenvolvimento do educando, bem
como da ação do professor.
No município de Maraú, é feito por meio da SEMEC, a avaliação diagnóstica
inicial com os alunos do fundamental I, no inicio das aulas letivas,onde serão
analisadas o nível de escrita ,leitura e matemática.Bem como a diagnóstica no final
do I semestre e no final do II semestre.
Para a aprovação dos educandos, ele deverá atingir a média 6,0, na média
final.Não alcançando a média,haverá a recuperação paralela que é feita no final de
cada trimestre,o resultado da recuperação é somada a nota da prova e dividida por
dois, se o aluno não atingir a média,permanecerá a nota maior.
No processo de avaliação os professores tem o cuidado de assegurar uma
avaliação adaptada para crianças com NEE, a equipe da escola juntamente com os
professores buscarão novas alternativas para o processo de avaliação mais
inclusiva.
Anualmente o PPP será reavaliado e atenderá a proposta pedagógica
municipal.
A ação avaliativa mediadora permite aos educandos expressar e discutir os
saberes, realizar tarefas diversificadas que auxiliam no diagnóstico das dificuldades
e possíveis descobertas de soluções. Tais possibilidades de reflexão do processo
ensino e aprendizagem utilizam os registros de avaliação como instrumento de
acompanhamento dos alunos em seu processo de construção do conhecimento.
A avaliação se dará a partir das reflexões e idéias levantadas e definidas
corrigindo-se o que necessitar ser revisto e melhorando. Segundo VEIGA (1998,
p.184) “o P.P.P. é um documento que exige um eterno diagnosticar,
planejar,repensar, começar, recomeçar, analisar e avaliar”.
22

O PPP da escola não é um documento que reflete apenas o desejo de um


grupo de pessoas, ele se torna um lugar da memória de uma realidade que é
construída dia a dia. O PPP não se transforma em documento, ele é uma parte da
vida da escola e uma proposta real para continuar melhorando e aprendendo.

6. Marco situacional

Temos uma escola onde a participação dos pais ainda não é suficiente, pois
não participam ativamente da vida escolar dos filhos, muitos deles por ser
trabalhador rural ou até mesmo por não ter um grau de instrução apropriado não
sentem preparados para esse fim.
As estratégias para trazer estas famílias ao convívio escolar devem ser
variadas e contar com parcerias para que surtam efeito. Fazer eventos na escola
para que estas famílias se sintam acolhidas, contar também com os órgãos de
proteção de direito das crianças e principalmente ter um cuidado com cada caso,
observando as peculiaridades e desenvolvendo um trabalho cuidadoso com cada
criança/adolescente.
Muitos são os desafios encontrados, dentre os quais podemos destacar: o
acervo de livros de literatura. Recursos pedagógicos e tecnológicos insuficientes ou
inexistentes. Diante das situações apresentadas, é necessário intervir,
desenvolvendo um planejamento estratégico, que permita alcançar a escola que
queremos.

6.1 Concepção de Escola que temos e queremos

A Escola Catarina Paraguaçu, situada na fazenda Liberdade, município de


Maraú, tem uma população de baixa renda formada por trabalhadores rurais,
aposentados, desempregados, sendo estes últimos, na maioria jovens, pois a
economia do Município não promove geração de empregos.
A escola recebe o recurso do PDDE, ao qual a escola se mantém com
materiais didáticos e matérias permanentes.
As turmas são atendidas com classes multiseriadas, alfabetização,1° e 2°ano
juntos, 3° ano em sala única e 4° e 5° ano juntos, além da turma do EJA.
23

O horário de funcionamento da escola visa atender aos interesses da


aprendizagem dos alunos e suas reais necessidades. Atendemos nos turnos
matutino, vespertino e noturno. A escola não possui biblioteca.
A escola era contemplada com o programa mais educação, mais não foi
renovado.
Outros problemas são apresentados no cotidiano escolar que acabam
influenciando indiretamente na aprendizagem dos alunos.
Em relação ao desinteresse das famílias, quando a escola busca a parceria
da família destes alunos com baixo rendimento escolar, nota-se por parte da maioria
dessas famílias um total descaso e falta de compromisso, não assumindo a
responsabilidade que lhe é inerente, tornando-se omissa a educação de seus
próprios filhos.
Em relação à desigualdade social, embora a escola apresente esta realidade
temos sonhos de mudanças e melhorias.
A escola de nosso sonho, é aquela que proporciona um relacionamento e
comprometimento de todos para o desenvolvimento de ser humano. Em que os pais
ou responsável, tenham compromisso e responsabilidade com o andamento escolar
de seus filhos.
E que a escola caminhe no sentido de reescrever o conhecimento a partir das
diferentes raízes étnicas, sendo sua construção vinculada ao processo de ação–
reflexão da analise e compreensão de que tudo e todos podem ser questionado e
consequentemente, ser transformado em pessoas capazes de compreender suas
ações e desenvolver mudanças ambientais, bem como em construir e reconstruir
seus conhecimentos necessários para exercício da cidadania.

6.2 A relação família- escola

Desejando aproximar-se deste ideal, acreditamos que a nossa escola deva ter
uma visão voltada para o futuro, oferecendo um ensino de qualidade que perpasse o
desenvolvimento de valores éticos e morais buscando seu constante
aperfeiçoamento à medida da evolução da sociedade. Entendemos também que a
nossa escola ao respeitar as diversidades pessoais e culturais dos alunos promove
24

o processo ensino aprendizagem, dando apoio pedagógico necessário e buscando


junto à família atendimento especializado quando o caso exigir. Pretende ainda, ser
uma escola aberta a mudanças, reflexiva, desenvolvendo um trabalho em parceria
com a própria comunidade. A escola esta buscando a parceria com os pais com
encontros dia da família na escola, buscando uma parceria para melhor sucesso na
nossa escola.
Que a relação escola x pais seja intensificada, com a participação mais ativa
dos pais, com compromisso e responsabilidade no acompanhamento escolar de
seus filhos.
Que a escola busque a parceria de outras instituições e órgãos, como:
secretaria da saúde, esportes, cultura e outras, para a implementação de projetos
que visem melhorar o ensino oferecido.
Que o espaço físico seja melhorado com a participação da comunidade
escolar, comunidade externa e mantenedora.
Que possa ser estabelecida uma relação de confiança mútua e de
participação entre pais e professores, pois aqueles, embora leigos, convivem por
mais tempo com as crianças e adolescentes e trazem dados importantes para o
desenvolvimento do trabalho escolar.
Que a comunidade escolar cultive um espírito de critica e respeito pela
dignidade humana, capazes de associar fatores pessoais e sociais ao Projeto
Pedagógico e possa assim contribuir para que os alunos se tornem cidadãos.

7. MARCO OPERACIONAL

Marco operativo por GANDIN (1998) representa a operacionalização do PPP,


ou seja, o conjunto de ações concretas a serem realizadas. Neste momento é
preciso atenção e cuidado especial para compatibilizar todas as propostas que
representam os anseios da escola e as necessidades detectadas, com as
regulamentações e legislação que são necessárias atender. No caso da formação
básica teremos de considerar, entre outros aspectos, especialmente as Diretrizes
Curriculares.
Portanto apresentaremos o plano de ação para o ano de 2018.
25

PERÍODO RESULTADO
AÇÕES RESPONSÁVEIS
REALIZADO ESPERADO
Realizar reuniões
Participação nas
de mestres Núcleo Gestor e
Trimestralmente atividades
com a participação Professores
escolares dos filhos.
dos pais.
Que a partir do
Elaborar um
conhecimento das
boletim (jornal)
atividades da
semestral
escola,os
para divulgar as Trimestralmente Núcleo Gestor
pais tenham um maior
atividades e
acompanhamento da
desempenho da
vida
escola.
escolar de seus filhos
Verificar as
dificuldades
Diagnosticar e Professores e
dos alunos
trabalhar Coordenador
através de Trimestralmente
as dificuldades Pedagógico,
tabulações, após
encontradas. Diretor.
as
Avaliações.
Atividades
informativas com Comunidade
Conscientizá-los e
pais, alunos e Escolar, Pais,
Trimestralmente diminuir a evasão
comunidade Profissionais das
escolar.
sobre os temas demais áreas
transversais.
Simulado
Melhorar o índice de
direcionado as
Aprendizagem dos Professores e
todas as
Trimestralmente alunos em todas as Núcleo Gestor.
disciplinas
áreas de
(Fundamental I e
conhecimento..
II.)
Professores e
Coordenador
Aumentar os índices
Projetos Durante o Ano Pedagógico,
de aprendizagem em
Estruturantes Letivo Diretor e vice-
todas as disciplinas.
diretor e orientador
pedagógico.
Diagnosticar pontos
Avaliação
Anualmente fortes e frágeis para a Núcleo Gestor
Institucional
melhoria da escola.
Monitorar e
informar a família Aumentar o índice de
dos alunos que aprovação,diminuir o
Trimestralmente Secretaria Escolar
apresentam baixo índice de evasão e
índice de reprovação escolar.
freqüência.
26

7.1 Proposta Curricular: Objetivos das áreas de conhecimento

 Educação Infantil

Língua Portuguesa

* Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e


outras formas de texto e de vivência de diversas situações nas quais seu uso se
faça necessário;
* Escutar textos apreciando a leitura e a contação de histórias feita pelo
professor;
* Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações
do cotidiano;
* Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão,
adquirindo habilidades de leitura e escrita;
* Identificar em palavras as vogais estudadas;
* Identificar vogais maiúsculas e minúsculas;
* Reconhecer as consoantes na ordem alfabética;
* Trabalhar as famílias das consoantes;
* Adquirir conhecimentos literários e gráficos por meio da introdução das
letras e gradualmente de silabas, palavras, frases e pequenos textos;
* Identificar o alfabeto;
* Compreender pequenas palavras;

Matemática

* Iniciar idéia de construção do número;


* Estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu
cotidiano como contagem, relações espaciais e etc.;
* Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens
orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
* Adquirir noção de tamanho, quantidade, largura e espessura;
27

* Conhecer e identificar as formas geométricas;


* Familiarizar-se com os conhecimentos matemáticos, distinguindo os
números e posteriormente realizando pequenas operações de adição, divisão,
subtração e multiplicação através de objetos sólidos;
* Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar
com situações problemas, utilizando seus conhecimentos prévios;

Natureza e Sociedade
Ciências

* Despertas os cuidado com o próprio corpo, executando ações simples


relacionadas à saúde e higiene.
* Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo conhecendo
progressivamente seus limites, sua unidade e as sensações que ele produz;
* Valorizar a limpeza e aparência pessoal.
* Preservar e o meio ambiente valorizando atitudes que contribuam para sua
conservação;
* Aprender sobre a importância dos alimentos e suas vitaminas;
* Conhecer e diferenciar as estações do ano;
* Respeitar e valorizar a fauna e a flor.

História e Geografia

* Conhecer a história do nosso município e da comunidade local;


* Adquiri noção de tempo e espaço;
* Desperta o interesse pela cultura regional e nacional;
* Aprender sobre as profissões e suas importâncias no nosso cotidiano;
* Conhecer a organização do espaço geográfico, definindo a área rural e
urbana as mudanças sofridas com o aumento populacional e os avanços
tecnológicos.
* Conhecer os meios de comunicação;
* Aprender sobre as datas comemorativas.
28

Artes Visuais

* Trabalhar a coordenação motora fina e grossa, utilizando recursos diversos;


* Produzir trabalhos de arte utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da
modelagem, da colagem expressando seus sentimentos e emoções;
* Conhecer as cores primárias e secundárias;
* Desenvolver seus dons artísticos com massa de modelar, criando e
recriando objetos, animais e etc.
* Propiciar à criança a oportunidade de ouvir música;
* Saber diferenciar e reconhecer ao ver sua imagem refletida em um espelho;
* Identificar sons variados;
* Criar atividades com danças.

Ensino Religioso

* Aprender a importância da família na vida de cada um de nós;


* Despertar na criança princípios de respeito, cooperação e solidariedade,
respeitando as diferenças e a diversidade cultural, religiosas e étnicas;
* Aprender a cultura do nosso País através da Religião;
* Propiciar à criança situações de vivencias do seu dia a dia e religiosidade;
* Vivenciar o verdadeiro sentido da Semana Santa, Páscoa e outras datas
comemorativas;

FUNDAMENTAL I
Língua Portuguesa
* Desenvolver no aluno a capacidade de ler, escrever e pensar de modo
consciente, expressando sentimentos, idéias e opiniões;
* Valorizar a leitura como importante fonte de informação possibilitando a
fluidez, coerência e coesão tanto na leitura quanto na escrita;
* Usar o conhecimento literário e gramatical adquiridos para aprimorar o uso
da linguagem, a capacidade de analise crítica e da produção textual;
29

* Desenvolver a competência da expressão oral e escrita com ritmo e


pontuação;

Matemática

* Compreender a matemática como um relevante instrumento para resolução


de múltiplas situações de dia-a-dia;
* Comunicar-se matematicamente, descrever, representar e apresentar
resultados com precisão e argumentar sobre suas conjecturas, fazendo uso da
linguagem oral e estabelecendo relações entre ela e diferentes representações
matemáticas;
* Sentir-se seguro da própria capacidade de construir conhecimentos
matemáticos, desenvolvendo a auto-estima e a perseverança na busca de soluções;
* Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos do
ponto de vista do conhecimento matemático;
* Interpretar e resolver situações-problema, sabendo validar estratégias e
resultados, desenvolvendo formas de raciocínio lógico;
* Interagir com seus pares de forma cooperativa e coletiva respeitando o
modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles.

História

* Reconhecer mudanças e permanências nas vivencias humanas, presentes


na realidade local e em outras comunidades, próximas ou distantes no tempo e no
espaço;
* Despertar o senso de valorização do patrimônio sócio-cultural;
* Identificar lutas sociais, guerras e revoluções refletindo sobre os temas
históricos e questões do presente;
* Conhecer e respeitar o modo de vida de diferentes grupos sociais, em
diversos tempos e espaços, em suas manifestações culturais, econômicas, políticas
e sociais, reconhecendo semelhanças e diferenças entre eles;
* Utilizar métodos de pesquisa e de produção de textos de conteúdo histórico,
aprendendo a ler diferentes registros escritos, iconográficos e sonoros;
30

* Conhecer e respeitar a cultura afro-brasileira e a diversidade.

Geografia

* Compreender as relações sócio-culturais, a evolução tecnológica, da


informação, da comunicação e dos transportes na configuração de paisagens
urbanas e rurais e na estruturação da vida em sociedade;
* Conhecer a organização do espaço geográfico e o funcionamento da
natureza em suas múltiplas relações, de modo a compreender o papel da sociedade
em sua construção e na produção do território, da paisagem e do lugar;
* Identificar as ações do homem e suas consequências em diferentes espaços
e tempos, de modo a construir referências que possibilitam uma participação
propositiva e reativa nas questões socioambientais locais;
* Perceber na paisagem local as diferentes manifestações da natureza, sua
apropriação e transformação pela ação da coletividade de seu grupo social.

Ciências

* Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano


parte integrante e agente de transformação do mundo em que vive;
* Adotar atitudes e comportamentos favoráveis à saúde, em relação à
alimentação e a higiene pessoal, desenvolvendo a responsabilidade no cuidado
como próprio corpo e com os espaços que habita;
* Saber utilizar conceitos científicos básicos, associados à energia, matéria,
transformação, espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida, tendo consciência de sua
conservação e preservação.

Artes

* Desenvolver no aluno a capacidade criadora;


* Expressar-se e comunicar-se em artes mantendo uma atitude de busca
pessoal e coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a
sensibilidade e a reflexão ao participar e realizar produções artísticas;
31

* Incentivar e proporcionar o desenvolvimento das capacidades artísticas dos


educandos, através do canto, da dança, do desenho, da música e da poesia;
* Interagir com materiais, instrumentos e procedimentos variados em artes
experimentando-os e conhecendo-os de modo a utilizá-los nos trabalhos pessoais
respeitando as diferentes etnias;
* Levar o aluno a conhecer as variedades de obras de diferentes épocas e
culturas.

Ensino Religioso

* Valorizar a responsabilidade e o compromisso pessoal com causas


humanitárias como atitude de importância fundamental para o ser cidadão e cristão
tendo como exemplo os temas da Campanha da Fraternidade Ecumênica;
* Adotar atitudes de repudio ao vicio, a agressividade e a qualquer tipo de
coação, desrespeito e descriminação;
* Fortalecer a consciência do indivíduo como cidadão pertencente a um grupo
com uma mística, uma crença, um jeito de ser e com igualdade de direitos;
* Despertar o valor das relações humanas estimulando a consciência dos
alunos, através do exercício concreto do perdão, do amor, da bondade, da justiça e
do serviço aos outros;
* Conscientizar o aluno para a descoberta do valor e do conhecimento bíblico
em sua vida, através da leitura, da interpretação e da vivência dos princípios
cristãos.

Educação Física

* Desencadear no educando a importância da Educação Física no


desenvolvimento e funcionamento dos órgãos vitais do ser humano;
* Resgatar a pratica de jogos populares como opção recreativa;
* Proporcionar momentos de interação e respeito entre educandos;
* Incentivar o educando as práticas esportivas mediante regras de respeito e
convivência e a dos próprios jogos;
32

* Participar de atividades corporais, estabelecendo relações equilibradas e


construtivas com os outros, reconhecendo e respeitando características físicas e
desempenho de si próprio e dos outros sem discriminar por características pessoais,
físicas, sexuais ou sociais.

7.2 Reposição de aulas

O cumprimento do calendário escolar é indispensável, e essa obrigatoriedade


está expressa na LDB (Lei nº 9.394/96):
Artigo 12 – Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e
as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
I - elaborar e executar sua proposta pedagógica;
III – assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;
IV - velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
No fundamental I não tem como ter reposição de aula, sendo assim a aula é
acontecida por um responsável habilitado.

7.2.1 Reposição de Professores

Na nossa escola quando um professor falta é substituído por outro


profissional habilitado. E quando o professor falta vários dias corridos com atestado
a secretaria providencia outro profissional para repor a falta do professor.

7.2.2 Reposição de Funcionários

A reposição de funcionários acontecerá de acordo com a necessidade da


escola, quando precisar haver uma troca entre ambas as partes, escola e
funcionários.

7.3 Dimensão Financeira


A Unidade Escolar vinculada à Secretaria Municipal da Educação tem como
base a captação de recurso financeiro oriundo de projeto (PDDE INTERATIVO). É
33

recurso recebido do Governo Federal e é utilizado para melhorar a permanência do


aluno na escola e aquisição de materiais de apoio pedagógico.

7.4 Temas Transversais

Os temas transversais representam conceitos e valores à democracia e à


cidadania e respeitam as questões importantes e urgentes para a sociedade. Os
temas transversais atuam como alicerce unificador, onde são organizadas as
disciplinas, trabalhadas de modo dirigido e não como conteúdos descontextualizado
nas aulas. O que interessa é que os alunos possam produzir significados e perceber
o sentido àquilo que aprendem.

7.4.1 Ética

A ética ajuda a guiar nossas escolhas diante da complexidade existente nas


relações humanas. Portanto, quanto mais cedo o ser humano retratar sobre a ética,
mais cedo iniciará sua maturidade nesse aspecto e estará mais preparado para
enfrentar as questões referentes ao convívio social no dia a dia. Na nossa escola a
ética é trabalhada de forma dinâmica e auxiliada de diversos vídeos com historias
relacionadas ao tema.

7.4.2 Saúde

De acordo com o PCN’S, saúde é um direito de todos. Falar de saúde,


portanto, envolve componentes aparentemente tão diferentes como a qualidade da
água que se consome e do ar que se respira, o consumismo desenfreado e a
miséria, a degradação social e a desnutrição, os estilos de vida pessoais e as
formas de inserção das diferentes parcelas da população no mundo do trabalho.
Implica, ainda, na consideração dos aspectos éticos relacionados ao direito à vida e
à saúde, aos direitos e deveres, às ações e omissões de indivíduos e grupos sociais,
dos serviços privados e do poder público. Portanto, a saúde é trabalhada através de
palestras, trabalhos e projetos.
34

7.4.3 Meio Ambiente

De acordo com a Lei n° 17.505/2013 em seu Art. 16 - "A educação ambiental


deve contribuir para a formação de escolas sustentáveis na gestão, no currículo e
nas instalações físicas e estruturais".
Para Leff, (2001, p. 217) autor que tem pesquisado e discutido os problemas
ambientais globais, para ele os problemas ambientais são decorrentes da falta de
uma política que valorize os conhecimentos sobre o meio ambiente.
O homem familiarizou-se com a natureza de varias formas, isto dependendo
da inovação que possui para produzir do que produz e dos recursos que o meio
oferece.
A natureza é tão linda e rica em recursos minerais, mais as maiorias desses
recursos são termináveis.
O meio ambiente é trabalhado na nossa escola em forma de projeto, que
almeja dos alunos a compreensão básica sobre o meio ambiente, para ter um
posicionamento critico diante do mundo, usando produtos recicláveis e chamando a
atenção da comunidade para a suma importância que tem na conservação do meio
ambiente.

7.4.4 Orientação Sexual

De acordo com o PCN’S, a escola, ao definir o trabalho com Orientação


Sexual como uma de suas competências, o incluirá no seu projeto educativo. Isso
implica uma definição clara dos princípios que deverão nortear o trabalho de
Orientação Sexual e sua clara explicitação para toda a comunidade escolar
envolvida no processo educativo dos alunos. O trabalho de Orientação Sexual na
escola se faz problematizando, questionando e ampliando o leque de conhecimentos
e de opções para que o próprio aluno escolha seu caminho.
A Orientação Sexual aqui proposta não pretende ser diretiva e está
circunscrita ao âmbito pedagógico e coletivo, não tendo, portanto, caráter de
aconselhamento individual nem psicoterapêutico. Isso quer dizer que as diferentes
temáticas da sexualidade devem ser trabalhadas dentro do limite da ação
35

pedagógica, sem invadir a intimidade e o comportamento de cada aluno ou


professor.

7.5 Calendário Escolar

O calendário escolar será definido de acordo com o que reza a LDB, em seu
artigo 34, tendo, no mínimo, 200 dias letivos, fixando a época de férias escolares e
recesso.
O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como Dia Nacional da
Consciência Negra, conforme o disposto na Lei nº. 10.639/03.
Alunos com necessidades educacionais especiais com deficiência
comprovada poderão ter um horário flexível, sob conhecimento e orientação da
equipe de Educação Inclusiva, da Secretaria Municipal de Educação e Cultura.
As aulas somente poderão ser suspensas em decorrência de situações que
justifiquem a medida e com a apreciação da Secretaria Municipal de Educação e
Cultura, sendo necessária a reposição para o devido cumprimento dos mínimos
legais fixados.

7.6 Aprovação e Reprovação

Encerrado o ano letivo, cumprindo o calendário escolar, a Unidade Escolar


publicará por turmas os resultados finais mencionando por componente curricular,
frequência, média de avaliação e menção: aprovado ou reprovado.

Ao aluno que não obtiver frequência acima de 75%, mas tendo assiduidade
prevista em Lei, ser-lhe assegurado o direito de nova oportunidade de avaliação por
motivo de:
Doença, com apresentação de atestado médico;
Luto por motivo de morte de parente de primeiro grau;
Casos excepcionais, devem o aluno ou responsável apresentar justificativa até 48
horas antes ou depois da verificação.
36

7.7 Políticas Públicas educacionais desenvolvidas em 2018............

 Programa Bolsa Família;

Objetivo: Transferência diretamente renda, direcionado às famílias em situação de


pobreza e de extrema pobreza em todo o País, de modo que consigam superar a
situação de vulnerabilidade e pobreza. O programa busca garantir a essas famílias o
direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde.

 Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE);

Objetivo: Contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial a


aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos saudáveis dos alunos,
por meio de ações de educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que
cubram as suas necessidades nutricionais durante o período em que permanecem
na escola.

 Programa Nacional do Livro Didático (PNLD);

Objetivo: Oferecer a alunos e professores de escolas públicas dos ensinos


fundamentais e médias, de forma universal e gratuita, livros didáticos e dicionários
de língua portuguesa de qualidade para apoio ao processo de ensino e
aprendizagem desenvolvido em sala de aula.
37

8.0 ANEXOS
38

9.0 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

________. Estatuto da criança e do adolescente: Lei federal nº 8069, de 13 de


julho de 1990. Rio de Janeiro: Imprensa Oficial, 2002.
________. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de
Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.126p.
________. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n. 9.394, de 20 de
dezembro de 1996. Acessado em 16 de abril de 2009. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br.
_________ Constituição da República Federativa do Brasil. Organização de
Alexandre de Moraes. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
DEMO, Pedro. Saber pensar. Cortez, 1996. SÃO Paulo: Paz e Terra.1996.
FREIRE, Paulo (1921-1997). Conscientização: Teoria e prática da libertação:
uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. V cd. São Paulo: Ed. Centauro,
2006.
GADOTTI, Moacir. Pensamento pedagógico brasileiro. 8ª ed. rev. e ampl. - São
Paulo: Ática, 2009.
____________. Perspectivas Atuais da Educação. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LEFF, Henrique, Diálogos entre saberes – Epistemologia ambiental. São Paulo:
Cortez, 2001. 200 p.
LIBÂNEO, J.C. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática, 5. ed. Goiânia,
Alternativa, 2004.
LUCKESI, CIPRIANO C. Avaliação da Aprendizagem escolar: estudo e
___________. A avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 10.ed.
Campinas, SP: Autores Associados, 2008. – (Coleção educação contemporânea).
VASCONCELLOS, Celso dos S. Coordenação do Trabalho Pedagógico: do
projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002.
_____________. Construção da Disciplina Consciente e Interativa em Sala de
Aula e na Escola. 3ª edição, Libertad. São Paulo, 1994.
VEIGA, Ilma Passos A. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção
coletiva. In: VEIGA, Ilma Passos da (org.). Projeto político-pedagógico da escola:
uma construção possível. Campinas: Papirus, 1998. p.11-35.
39

Anexos
40

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA


PREFEITURA MUNICIPAL DE MARAÚ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO,
CULTURA E ESPORTES.
CNPJ 13.848.973/0001-27

Janeiro Fevereiro Março Abril


D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 1 2 3 1 2 3 1 2 3 4 5 6 7
7 8 9 10 11 12 13 4 5 6 7 8 9 10 4 5 6 7 8 9 10 8 9 10 11 12 13 14
14 15 16 17 18 19 20 11 12 13 14 15 16 17 11 12 13 14 15 16 17 15 16 17 18 19 20 21
21 22 23 24 25 26 27 18 19 20 21 22 23 24 18 19 20 21 22 23 24 22 23 24 25 26 27 28
28 29 30 31 25 26 27 28 25 26 27 28 29 30 31 29 30
05 a 08 Jornada Pedagógica 08 – Dia Internacional da Mulher 01 – Páscoa
1 – Confraternização Universal 19 – Início das Aulas 30 – Paixão de Cristo 21 – Tiradentes

DIAS LETIVOS: 08 DIAS LETIVOS: 21 DIAS LETIVOS: 22

Maio Junho Julho Agosto


D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 1 2 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4
6 7 8 9 10 11 12 3 4 5 6 7 8 9 8 9 10 11 12 13 14 5 6 7 8 9 10 11
13 14 15 16 17 18 19 10 11 12 13 14 15 16 15 16 17 18 19 20 21 12 13 14 15 16 17 18
20 21 22 23 24 25 26 17 18 19 20 21 22 23 22 23 24 25 26 27 28 19 20 21 22 23 24 25
27 28 29 30 31 24 25 26 27 28 29 30 29 30 31 26 27 28 29 30 31
01 – Dia do Trabalho 23 A 30 – Recesso Junino 02 – Independência da Bahia 11 – Dia do Estudante
31 – Corpus Christi
DIAS LETIVOS: 16 DIAS LETIVOS: 22 DIAS LETIVOS: 24
DIAS LETIVOS: 22

Setembro Outubro Novembro Dezembro


D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 1 2 3 4 5 6 1 2 3 1
2 3 4 5 6 7 8 7 8 9 10 11 12 13 4 5 6 7 8 9 10 2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15 14 15 16 17 18 19 20 11 12 13 14 15 16 17 9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22 21 22 23 24 25 26 27 18 19 20 21 22 23 24 16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29 28 29 30 31 25 26 27 28 29 30 23 24 25 26 27 28 29
30 12 – Nossa Senhora Aparecida 02 – Finados 30 31
15 – Dia do Professor 15 – Proclamação da República
07 – Independência do Brasil 19 – Morte Dr. Ney 20 – Consciência Negra 25 – Natal
28 – Dia do Funcionário Público
DIAS LETIVOS: 19 DIAS LETIVOS: 21 DIAS LETIVOS: 20 DIAS LETIVOS: 05
41

JORNADA PEDAGÓGICA
INICIO DO ANO LETIVO
FERIADOS
FAMILIA NA ESCOLA (03) 28 de Abril; 28 de Julho e 27 de Outubro
CULMINACIA DE PROJETOS (03) 12 de Maio; 18 de Agosto e 09 de Novembro
RECESSO
TÉRMINO DO ANO LETIVO

DISTRIBUIÇÃO DO SEMESTRE DIAS LETIVOS FECHAMENTO DOS BOLETINS REVISÃO E RECUPERAÇÃO DE


CONTEÚDOS
I UNIDADE - 73 dias I UNIDADE: MAIO I UNIDADE: MAIO
200 II UNIDADE: AGOSTO
II UNIDADE - 62 dias II UNIDADE: AGOSTO
III UNIDADE: DEZEMBRO
III UNIDADE - 65 dias III UNIDADE: DEZEMBRO

CALENDÁRIO - 2018
42

PREFEITURA MUNICIPAL DE MARAÚ


SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
ESCOLA MUNICIPAL ODILON ANDRADE
PROFESSORES: ELIZÂNGELA
COORDENADORA: MAIRAM SANTOS

PLANO DE CURSO 2018


03, 04 e 05 ANOS
43

Maraú – Ba
2018

ÁREA DO CONHECIMENTO: Linguagem

COMPETÊNCIAS

• Desenvolver a linguagem oral e corporal como forma de atuação social no


mundo e exercícios da cidadania.
• Desenvolver a capacidade de coordenação dos movimentos e equilíbrio de
diferentes posturas corporais.
• Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação oral,
coordenação fina/grossa e artística (criatividade).
• Desenvolver o uso funcional da oralidade, bem como a apropriação da cultura
por meios de histórias, teatros, brincadeiras, visando a formação do ser
humano expressivo, competente crítico e transformador.
• Interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da
linguagem oral.
• Familiarizar-se, aos poucos, com a leitura e a escrita.
·
HABILIDADES

• Identificar as partes do corpo, características e suas funções.


• Coordenar os movimentos, flexibilidade e força, calculando a maneira mais
adequada
• de conseguir seus objetivos.
• Manipular materiais, objetos e brinquedos diversos para o aperfeiçoamento
de suas habilidades manuais.
• Reconhecer a escrita do nome.
44

• Reproduzir histórias através de desenhos e interpretações teatrais.


• Produzir textos coletivos por meio da oralidade.
• Relatar fatos do cotidiano obedecendo a sequência temporal: ontem, hoje,
amanhã.
• Recontar a história na sequência dos acontecimentos.
• Explicar e argumentar suas ideias e pontos de vista.
• Visualizar, reconhecer e escrever as vogais.
• Visualizar as letras do alfabeto.
• Escrever o seu próprio nome.
• Diferenciar as letras dos números.
• Observar a letras do nome e identificá-las no alfabeto.
• Compreender a importância das letras.
• Apreciar a leitura feita pelo professor.
• Escolher livros para “ler” e apreciar.

EIXO/CONTEÚDOS

Linguagem oral
• Histórias contadas
• Interpretações
• Dramatizações
• Sensibilizações (gestos, expressões e movimentos)
• Produção de textos orais coletivos e individuais
• Leitura de imagens
• Jogos verbais
• Músicas
Linguagem escrita
• Coordenação motora global
• Escrita e identificação pré-nome (letra caixa alta/cursiva)
• Escrita e identificação das vogais (letra caixa alta/cursiva)
• Encontros vocálicos.
45

• Escrita e identificação do alfabeto (letra caixa alta /cursiva)


• Visualizar e identificar as famílias silábicas.
• Expressão artística
• Desenho
• Escrita de Palavras simples com imagens
• Pintura
• Colagem
• Grafismo
Linguagem Corporal
• Expressão corporal
• Equilíbrio
• Ritmos corporais por meio de gestos e posturas
• Ampliação progressiva constante de arrastar-se, engatinhar, rolar, andar,
correr, saltar, arremessar, bater, rebater, amortecer, chutar e girar.

AVALIAÇÃO

No que se refere às crianças, a avaliação deve permitir que as mesmas


acompanhem suas conquistas, suas dificuldades e suas possibilidades ao longo do
processo de aprendizagem. Para que isso ocorra, o professor deve compartilhar
com elas as observações que sinalizam seus avanços e suas possibilidades de
superação das dificuldades.
Neste contexto, a avaliação tem como finalidade básica a observação da
evolução e do progresso da criança e o planejamento de intervenções ou
modificações de determinadas situações ou atividades da aula. Assim, a avaliação é
feita através do acompanhamento diário e do registro do desenvolvimento da criança
no decorrer do processo, através de dados cumulativos que representam a evolução
da criança em relação à construção do seu conhecimento, sem o objetivo de
promoção ou retenção para o acesso ao Ensino Fundamental.
46

ÁREA DO CONHECIMENTO: Matemática

COMPETÊNCIAS

• Desenvolver o raciocínio lógico exercitando as capacidades mentais com


intuito de identificar e relacionar números à quantidade.
• Desenvolver a capacidade de agir na sua vida diária, aplicando os
conhecimentos desenvolvidos.
• Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens
orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias em seu cotidiano.
• Comunicar ideias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados
encontrados nas situações problemas relativos a quantidades, espaço físico e
medidas, utilizando a linguagem oral e linguagem matemática.

HABILIDADES

• Classificar objetos, elementos, pessoas, situações identificando as


características ou atributos fundamentais dos objetos.
• Identificar características semelhantes nos objetos, agrupando-os.
• Identificar um elemento diferente entre elementos com as mesmas
características.
• Utilizar símbolos para representar ideias, um objeto, uma situação ou um
elemento qualquer, facilitando a comunicação, tornando-a mais direta e
concisa.
• Formar agrupamentos de acordo com critérios estabelecidos.
• Ordenar, seriar, pessoas ou objetos de acordo com algum critério (altura,
tamanho, cor, espessura).
• Identificar características semelhantes nos elementos, agrupando-os.
47

• Identificar em elemento diferente entre os elementos com as mesmas


características.
• Identificar critérios utilizados numa determinada organização.
• Representar os numerais por meio de materiais concretos.
• Sequenciar cenas por meio de atividades orais coletivas.
• Compreender a importância dos números no dia a dia
• Identificar os numerais de 0 a 20 seguindo uma sequência lógica.
• Grafar numerais de 0 a 20 fazendo os movimentos coordenados seguindo a
direcionalidade da escrita.

EIXO/CONTEÚDOS

Sistema de Numeração
• Os números e o dia a dia;
• Números por extenso até 5;
• Números por extenso até 10;
• Identificar, quantificar e escrever de 0 a 20 ;
• Visualização até 50;
• Números ordinais até 10º;
• Sinais igual e diferente;
• Conjuntos;
• Sinal de U;
• Dúzia e meia dúzia;
• Dezena e meia dezena;
• Preparando para adição;
• Preparando para subtração;
• Probleminhas com imagens
Espaço e forma
• Curva fechada e curva aberta;
• Círculo;
• Triângulo;
48

• Quadrado;
• Retângulo
Grandezas e Medidas
• Dias da semana
• Meses do ano
• Medida de comprimento: metro;
• Medida de massa: quilo;
• Medida de capacidade: litro;
• Hora;
• Sistema monetário: real
Cores
• Cores primárias;
• Cores secundárias

AVALIAÇÃO

A verificação de rendimentos da criança compreenderá a avaliação do


aproveitamento, que deverá incidir sobre o desempenho do mesmo nas diferentes
experiências de aprendizagem, considerando o resultado global da criança durante
todo o período letivo, onde os aspectos qualitativos da aprendizagem devem
prevalecer sobre os quantitativos, aplicando-se a todos
os componentes curriculares, independentes do respectivo tratamento metodológico
e de sua consideração para fins de promoção.
Toda avaliação feita incide sobre os progressos apresentados pela criança e
cabe ao professor os registros desta aprendizagem. As experiências prioritárias
nesta faixa etária são os contatos com os números e a exploração do espaço.

ÁREA DO CONHECIMENTO: Natureza e Sociedade


49

COMPETÊNCIAS

• Compreender o ambiente estabelecendo relações com pessoas, pequenos


animais, plantas e com objetos diversos manifestando curiosidade e interesse.
• Identificar os fenômenos da natureza.
• Desenvolver cuidados simples de higiene com o corpo e o ambiente.
• Explorar o ambiente, estabelecendo contato com pequenos animais, plantas
e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse.
• Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida
que ali existem, valorizando sua importância para a preservação das espécies
e para a qualidade da vida humana.

HABILIDADES

• Formular perguntas e participar ativamente na resolução de problemas.


• Identificar alguns papéis existentes em seus grupos de convívio dentro e fora
da
• instituição.
• Identificar as mudanças do tempo.
• Reconhecer as diferenças entre as estações do ano.
• Utilizar bem cada objeto em função da higiene.
• Reconhecer os cuidados no uso dos objetos do cotidiano relacionados à
limpeza do ambiente, organização, preservação de acidentes e à sua
conservação.
• Reconhecer o folclore como cultura brasileira.
• Confeccionar personagens folclóricos.
• Conhecer as datas comemorativas, exercendo o papel de pequeno cidadão.
• Estabelecer vínculos com o âmbito escolar.
• Observar e diferenciar os alimentos de suas formas, cores e sabores.
• Compreender as histórias recontadas e saber expressar oralmente.
50

• Coletar informações através de pesquisas.


• Descrever e identificar oralmente as partes do corpo, os membros da família
e tudo aquilo que podemos esta observando.
• Identificar a bandeira brasileira e suas cores;
• Valorizar o folclore como cultura popular brasileira.

EIXO/CONTEÚDOS

Natureza
• Nosso planeta;
• A natureza;
• Seres vivos e seres não vivos;
• A água;
• O ar;
• As plantas;
• Os animais;
• Nosso corpo;
• Os sentidos;
• Alimentação saudável;
• Higiene;
• Cuidando do ambiente
Sociedade
• Quem é você;
• Casa;
• Rua;
• Bairro;
• Escola;
• Quem trabalha na escola;
• O trabalho;
• Onde comprar;
• Meios de transporte;
51

• Meio de comunicação;
• O tempo;
• O homem modifica o ambiente.
Cultura e tempo
• Circo
• Páscoa
• Índio
• Profissões / trabalho
• Mães
• Festa junina
• Trânsito
• Pais
• Folclore
• Soldado
• Pátria
• Criança
• Professor
• Bandeira
• Natal
• Feira Cultural.

AVALIAÇÃO

Na avaliação deste eixo deve ser levado em consideração o processo


vivenciado pela criança, resultado de um trabalho intencional do educador. Ela não
se dá somente no momento final do trabalho e sim, é tarefa permanente do
educador e instrumento indispensável à constituição de uma prática pedagógica e
educacional verdadeiramente comprometida com o desenvolvimento sadio das
crianças.
O registro compreende uma fonte de informação sobre a criança, em seu
processo de vivência do conteúdo que lhe é proposto. Esse registro é de acervo do
professor e lhe permite recuperar a história do que foi vivida, para que possa
52

reavaliar e estruturar novos encaminhamentos para alguns temas e atividades.


Assim, caberá ao professor investigar a adequação dos conteúdos escolhidos,
sobre a adequação das propostas lançadas, sobre o tempo e ritmo impostos ao
trabalho, tanto quanto caberá investigar sobre as aquisições das crianças, em vista
de todo o processo vivido na sua relação com os objetivos propostos.

ÁREA DO CONHECIMENTO: Movimento

COMPETÊNCIAS

• Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;


• Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas
brincadeiras e nas demais situações de interação;
• Deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao andar, correr, pular etc.,
desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
• Explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc.,
para o uso de objetos diversos.

EIXO/CONTEÚDOS

• Movimento;
• Brincadeiras;
• Recursos de deslocamento e das seguintes qualidades: flexibilidade e resistência;
• Expressividade;
• Equilíbrio;
• Coordenação;
• Jogos;
• Música;
• Dança;
53

• Brincadeiras;
• Jogos motores;
• Jogos com regras.

AVALIAÇÃO

A avaliação do movimento deve ser contínua levando em consideração os


processos vivenciados pelas crianças, sendo resultado de um trabalho intencional
do professor. Deverá constituir-se em um instrumento de reorganização de
intervenções de posturas, diante das crianças, bem como um melhor,
acompanhamento e conhecimento individual e em grupo.
Dessa forma, a observação cuidadosa sobre cada criança e sobre o grupo,
fornece elementos que podem auxiliar na construção de uma prática que considere
essenciais, o corpo e o movimento das crianças.
É recomendável que o educador atualize sistematicamente, suas
observações, documentando mudanças e conquistas.
Para que isso acorra, é necessário que sejam oferecidas condições para que
as crianças explorem suas capacidades expressivas, aceitando com confiança
desafios corporais. Pode-se esperar que crianças desta faixa etária reconheçam e
utilizem como linguagem expressiva o movimento e participem de jogos e
brincadeiras, envolvendo habilidades motoras diversas.
É sempre bom lembrar que o empenho das crianças e suas conquistas
devem ser valorizadas em função de seus progressos e do próprio esforço, evitando
colocá-las em situações de comparação.

ÁREA DO CONHECIMENTO: Música

COMPETÊNCIAS

• Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os


outros e ampliar seu conhecimento do mundo;
54

• Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de


improvisações, composições e interpretações musicais.
EIXO/CONTEÚDOS

• Som e silêncio na linguagem musical;


• Materiais sonoros;
• Jogos e brincadeiras de músicas e canções diversas;
• Interpretações musicais;
• Obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas;
• Folclore nacional;

AVALIAÇÃO

A avaliação no aspecto referente ao desenvolvimento rítmico e motor, à


imitação, à criação e à memorização musical deve ser diária, de observação e
documentada pelo educador.
Pode-se esperar em crianças, nesta faixa etária, que reconheçam e utilizem a
música como linguagem expressiva, conscientes do seu valor como meio de
comunicação e expressão.
Por meio da voz, do corpo, de instrumentos musicais e objetos sonoros,
deverão interpretar, improvisar e compor, interessadas, também pela escuta de
diferentes gêneros e estilos musicais e pela confecção de materiais sonoros.
Também se deve utilizar a auto-avaliação das crianças através do uso da
gravação de suas produções, pois ao ouvirem a si mesmas poderão perceber sua
atuação e poderão identificar o ritmo e o volume dos instrumentos sonoros.

ÁREA DO CONHECIMENTO: Artes Visuais

COMPETÊNCIAS

• Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas


55

diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais) com as quais


entrem em contato, ampliando seu conhecimento do mundo e da cultura;
• Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da
modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e
o respeito pelo processo de produção e criação.

EIXO/CONTEÚDOS

• Desenhos, colagens, modelagens e pintura;


• Espaços dimensionais e tridimensionais;
• Linguagem visual (ponto, linha cor, volume, textura, luz contrastes );
• Leitura de obras de arte;
• Cores primárias.

AVALIAÇÃO

Nesse nível de aprendizagem, a avaliação em Arte deve ser contínua,


levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças e poderá
construir-se em instrumento para a reorganização de objetivos, conteúdos,
procedimentos, atividades e como forma de acompanhar e conhecer cada criança e
grupo.
A avaliação deve basear-se na observação cuidadosa do educador e no
registro contínuo dessas observações, levando-se em consideração as conquistas
de aprendizagens por parte das crianças e os objetivos de ensino estabelecidos
para as diversas linguagens artísticas trabalhadas.
Em Artes Visuais, o professor deve observar como as crianças desenvolvem a
capacidade de:
• Criar formas artísticas nos espaços bi e tridimensionais, desenvolvendo um percurso
de criação que pode ser individual ou coletivo;
• Buscar aperfeiçoar seus conhecimentos apesar de suas possíveis dificuldades;
• Estabelecer relações com o trabalho da Arte produzido por si e por outras crianças,
sem discriminações estéticas, artísticas, étnicas e de gênero;
• Identificar os elementos da linguagem visual que se encontra em múltiplas
realidades;
• Reconhecer e apreciar vários trabalhos e objetos de arte por meio das próprias
56

emoções, reflexões e conhecimentos.


• Valorizar as fontes de documentação, preservação e acervo da produção artística
disponíveis no seu contexto de vida e em outros aos quais venha a ter acesso.
PROJETOS NORTEADORES

1. Literatura
2. Meio Ambiente – Sustentabilidade
3. Matemática
4. Etnia – Valores

REFERÊNCIAS

ALMEIDA , Eliana e ABREU , Aninha . Vamos Trabalhar : Integrado . I ,I , III . Ed.


do Brasil

BRASIL, Lei de Diretrizes e Bases da Educação: lei nº 9394/96, de 20 de


dezembro de 1996.

BRASIL. Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília:


MEC/SEF, 1998.

MEDEIROS , Carmem Farias . As Letrinhas Fazem A Festa . Linguagens e


Sociedade . Ed. do Brasil

MACHADO , Rose Elaine Sgroglia Machado . Coleção Amarelinha . Linguagem


Oral e escrita. Ed. Bicho Esperto , Blumenau , 2013.

Proposta Curricular para Educação Infantil, Município de Maraú-BA, Fevereiro de


2017

PLANO DE CURSO

2018

1º E 2º ANO
57

UNIDADE ESCOLAR: ESCOLA MUNICIPAL CATARINA PARAGUAÇÚ

PROFESSORA: ELIZÂNGELA FERNANDES

COORDENORA: MAIRAM DE SOUZA SANTOS

LÍNGUA PORTUGUESA

OBJETIVO GERAL:

 Compreender e produzir textos orais e escritos de diferentes gêneros


textuais diversos para atender a diferentes propósitos comunicativos;

 Apreciar e compreender textos do universo literário (contos, fábulas,


crônicas poemas, dentre outros), levando-se em conta os fenômenos de
função estética, de imaginação, assim como os múltiplos sentidos que o
leitor pode produzir durante a leitura;

 Produzir e compreender textos orais e escritos com finalidades voltadas


para a reflexão sobre valores.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

 Ler textos – não verbais, em diferentes suportes;

 Ler textos (poemas, com ações, tirinhas, dentre outros);

 Conhecer finalidades de textos lidos pelo professor ou pelas crianças tratados


com autonomia;

 Relacionar textos verbais e não verbais construindo sentidos.


58

RECURSOS:

 Livros didáticos e paradidáticos;

 Jornais, revistas, cartazes e encartes, fichas jogos;

 Tesoura, cola, quadro branco, pincel atômico, caneta, lápis, caderno...

CONTEÚDO:

I TRISMESTRE II TRIMESTRE III TRIMESTRE


 Alfabeto;  Substantivos Próprios;  Sinais de pontuação;
 Letras maiúsculas e  Comuns;  Singular e Plural;
minúsculas;  Frases;  Gêneros textuais;
 Vogais e consoantes;  Acentuação;  Masculino e
 Encontro vocálico;  Ordem Alfabética. feminino;
 Sílabas.  Produção de texto

MATEMÁTICA

OBJETIVO GERAL:

 Mostrar ao aluno a Matemática como linguagem universal indispensável a


comunicação moderna;

 Explorar o falar e escrever sobre matemática proporcionando comunicativas


para ler o mundo, inferindo positivamente, através de novos caminhos para
resolução de problemas.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

 Identificar números nos diferentes contextos em que se encontram;

 Identificar posição de um objeto ou número, explicando a noção de


antecessor e sucessor;

 Comparar e ordenar quantidade;


59

 Resolver termos como dúzia e meia dúzia, dezena, centena;

 Estabelecer comparações entre objetos geométricos.

CONTEÚDO:

I TRISMESTRE II TRIMESTRE III TRIMESTRE


 Geometria;  Resolução de  Grandezas de medida;
 Grandezas e medidas; problemas de adição  Medida de tempo: o
 Tratamento de e subtração; dia e a semana;
informações;  Dúzia e meia dúzia;  Medida padronizada -
 Números e operações;  Ordem crescente e metro e centímetro;
 Adição e subtração; decrescente;  Medida de massa –
 Dezena;  Número par e ímpar; grama, quilograma;
 Lateralidade.  Sucessor e  Maior que e Menor
antecessor. que;
 Composição e
decomposição.

CIÊNCIAS

OBJETIVO GERAL:

 Compreender a saúde como bem individual e comum que deve ser promovido
pela ação coletiva;

 Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte


integrante e agente de transformações do mundo em que vive.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

 Perceber os diferentes tipos de ambientes;

 Preservar os ambientes naturais e modificados;

 Identificar seres vivos e não vivos;

 Conhecer as necessidades dos seres vivos;


60

 Promover momentos de reflexão e conscientização de preservação do meio


ambiente;

 Conhecer vários tipos de animais, bem como seu habitat, forma como nascem,
características e alimentação;

 Identificar partes da planta e seu desenvolvimento;

 Identificar partes do corpo;

 Conhecer as fases da vida;

 Identificar os órgãos dos sentidos e sua função;

 Conhecer bons hábitos de alimentação e identificar hábitos para termos boa


saúde.

I TRISMESTRE II TRIMESTRE III TRIMESTRE


 A terra possui muitos  Necessidades dos  Animais do Brasil e do
ambientes; seres vivos; mundo;
 Ambientes terrestres;  Preservação do meio  Animais domésticos e
 Ambientes aquáticos; ambiente; silvestres;
 Ambientes Naturais e  Cuidando da água;  Animais em extinção;
ambientes  Cuidado do lixo;  As partes das plantas;
construídos;  Conhecendo os tipos  Desenvolvimento das
 Preservação de de animais; plantas;
ambientes naturais;  Como nascem os  As partes do corpo;
 Seres vivos. animais;  As fases da vida do ser
 Mamífero, ovíparos; humano;
 Habitat dos animais.  Órgãos dos sentidos;
 Cuidados com o nosso
corpo;
 Hábitos de higiene;
 Alimentação;
 Cuidado com os
alimentos.
61

GEOGRAFIA

OBJETIVO GERAL:

 Reconhecer algumas transformações sociais, econômicas e culturais nas


vivências cotidianas das famílias da escola e da localidade;

 Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que


ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das
espécies e para qualidade de vida humana.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

 Identificar características próprias e suas emoções;

 Representar o próprio corpo e o espaço em que está inserido;

 Identificar as partes de uma casa;

 Representar em desenho sua casa;

 Perceber a paisagem em torno da escola;

 Perceber a importância do bom convívio e interação com os vizinhos;

 Observar as organizações das ruas e sua paisagem;

 Conhecer as regras e os sinais de trânsito;

 Perceber o trajeto percorrido da escola até a casa;

 Perceber a importância da escola e os profissionais que trabalham na escola.

I TRISMESTRE II TRIMESTRE III TRIMESTRE


62

 Quem sou eu;  Minha moradia;  Os arredores da


 Localizando objetos e  Convivência na escola;
pessoas; moradia;  A vizinhança;
 Representando meu  Eu e minha moradia;  As ruas;
corpo e meu mundo;  As moradias são  O trânsito;
 A construção das diferentes;  Trajeto casa-escola;
moradias;  Tipos de moradia;  A escola e os
 A minha escola;  Sala de aula. profissionais da
 Localização escola.

HISTÓRIA

OBJETIVO GERAL:

 Conhecer e respeitar o modo de vida de diferentes grupos sociais, em


diversos tempos e espaços em suas manifestações culturais, econômicas,
políticas e sociais, reconhecendo semelhanças e diferenças entre eles;

 Avaliar as ações do homem em sociedade e as consequências em diferentes


tempos.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

 Perceber que cada pessoa possui suas características próprias, pensamentos


e culturas diferentes, por isso precisamos respeitá-las;

 Conhecer a sua própria história diferenciando-se do demais colegas;

 Perceber a importância da família e que as famílias são diferentes;

 Conhecer e identificar características do espaço onde mora;

 Perceber a escola como um espaço de convivência e de aprendizagem;

 Perceber a importância de conhecermos nossos direitos para cobrarmos;

 Identificar tipos de moradia;


63

 Perceber a importância do respeito ao próximo compreendendo que somos


diferentes;

 Conhecer o verdadeiro sentido da páscoa;

 Conhecer o modo de vida do povo indígena;

 Citar diferentes casas.

I TRISMESTRE II TRIMESTRE III TRIMESTRE


 Os primeiros  Nas escola e na vida;  Aprendendo sobre as
documentos;  Onde moramos; diferenças;
 Cada um do seu jeito;  Direitos, uma questão  Diferentes casas;
 A história de cada um;
de cidadania;  História dos
 A páscoa;
 Cuidando das brinquedos;
 A família de cada um;
crianças;  Aprendendo a ser
 O povo indígena;
 Minha casa; cidadão.
 Descobrimento do
Brasil.

ARTE

OBJETIVO GERAL:

 Desenvolver a sensibilidade estética, possibilitando ao educando apreciar,


criar, refletir e elaborar seus próprios sentidos com relação ao mundo.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

 Levar as crianças a brincar com os outros grupos;

 Proporcionar momento de interação e socialização das crianças;

 Desenvolver a motricidade e a criatividade através da arte.

CONTEÚDO:

I TRISMESTRE II TRIMESTRE III TRIMESTRE


64

 Desenho livre,  Desenho livre,  Desenho livre,


pintura; pintura; pintura;
 Sucata;  Sucata;  Sucata;
 Argila e massinha;  Argila e massinha;  Argila e massinha;
 Cores primarias;  Cores primarias;  Cores primarias;
 Dobradura;  Dobradura;  Dobradura;
 Ilustração de  Ilustração de  Ilustração de
história; história; história;
 Desenho musicado.  Desenho musicado.  Desenho musicado.
 

EDUCAÇÃO FÍSICA

OBJETIVO GERAL:

 Realizar brincadeiras com o intuito de aproximar os alunos proporcionando


interação e socialização entre os educandos, conduzindo-os a prática de
educação física de forma descontraída.

OBJETIVO ESPECÍFICO:

 Explorar a socialização entre os alunos;

 Promover a interdisciplinaridade;

 Incentivar o aluno ao raciocínio e estratégia;

 Desenvolver a coordenação motora e a concentração.

CONTEÚDO:

I TRISMESTRE II TRIMESTRE III TRIMESTRE


65

 Brincadeira de roda;  Construção de peteca;  Bandeirinha;


 Amarelinha;  Amarelinha;  Cantiga de roda;
 Pega congela;  Caminhada pela  Dança;
 Dançar quadrilha. praça;  Pular corda.
 A importância da
prática esportiva;
 Relaxamento.

AVALIAÇÃO

 A avaliação será trimestral com a priorização dos aspectos qualitativos, além


da observação permanente do desempenho dos educandos ao longo de todo
o processo do desenvolvimento das disciplinas.
66
67

PROJETOS
ESTRUTURANTES
68

PREFEITURA MUNICIPAL DE MARAÚ - BAHIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, ESPORTE E CULTURA

Rua Cônego João Pereira Ramos, 122 – Centro.

Fone/Fax: (73)3258-2418 CNPJ: 13.848.973/0001-27

PROJETO CANTINHO DA LEITURA


69

“DA EMOÇÃO DE LER A DESCOBERTA DO


PRAZER”

“É preciso que a educação seja mais significativa, mais prazerosa e o que se aborda faça
algum sentido para o educando, seja do seu interesse, satisfaça suas necessidades bio-
psico-sociais e que o prepare para o mundo de hoje.
(Maria Augusta Sanches Rossini)

COORDENAÇÃO – MAIRAM SANTOS

PIABANHA - MARAÚ /Ba.

2018

APRESENTAÇÃO

O presente projeto de leitura com o tema “Da Emoção de ler a descoberta


do prazer” tem a pretensão de contribuir para a formação de alunos leitores, críticos
e participativos, capazes de interagirem em sua realidade na condição de
cidadãos consciente de sua atuação na sociedade, entendida como pré-condição
do exercício pleno da cidadania.
A Nucleação sempre se preocupou em desenvolver uma educação
verdadeiramente comprometida com o ensino de qualidade para todos. No entanto,
nem todos os educandos estão conseguindo concluir o ano letivo desenvolvendo
uma leitura fluente e compreendendo aquilo que estão lendo com segurança e
autonomia.
70

Acreditamos, assim, que a implementação deste projeto vem favorecer


significativamente o processo ensino-aprendizagem visto que se propõe a
colaboração para o estímulo da leitura e escrita no espaço escolar e fora dele e,
conseqüentemente, melhorar o desempenho (rendimento) dos alunos em outras
disciplinas, já que a leitura está inserida em todo o processo de ensino e no dia a dia
dos educandos.

JUSTIFICATIVA

Sabe-se que a leitura é algo imprescindível para todos. No entanto, muitos


ainda a encaram como um “bicho de sete cabeças”, visto que não conseguem
entender, compreender e interpretar o que lêem. Ao olharmos para o interior de
nossa escola, podemos observar que muitos de nossos alunos, lêem pouco ou
quase nada. Ora, tão importante quanto ler, é compreender o significado do texto
lido.
Há grande queixa por parte dos educadores sobre o desinteresse que
muitos alunos expressam quando a atividade envolve a leitura, pois muitos
decodificam palavras sem a preocupação de entender realmente o que se está
lendo. E isso reflete negativamente no baixo rendimento do aluno e,
consequentemente, na qualidade do ensino.
O projeto “Da Emoção de Ler, a Descoberta do Prazer” vem com a intenção
de proporcionar aos nossos educando condições reais de interação ao mundo
letrado, onde estes venham a descobrir que a leitura traz prazer e emoção para
aquele que ler. No entanto, não basta apenas se ter a consciência de que a leitura é
indispensável à formação do homem, é necessário criar meios para que o ato de ler
venha se tornar uma realidade concreta na vida desse indivíduo.
Sabemos, assim, que não será uma tarefa fácil. Mas uma luta constante que
exigirá esforço e empenho coletivo por parte dos nossos alunos, professores e, pais
de nossa escola os quais, juntamente conosco, estimularão os nossos alunos a
desenvolverem suas habilidades através da leitura.
Então, para que isso ocorra de fato, é de fundamental importância que a
escola se veja como instituição responsável por despertar no aluno o interesse e o
prazer pela leitura e mais, que ela seja um exemplo de leitor, isto é, que todos os
sujeitos envolvidos no espaço escolar tenham comportamento leitor, para que
possam estimular aqueles que ainda não têm este hábito. É necessário também
buscar formas de conscientizar as famílias dos educandos para a importância do ato
de ler e quem sabe até, tornar aqueles pais que são indiferentes à leitura, em pais
leitores. Portanto estimular alguém a ler exige esforço, requer parcerias e
compromisso sério por parte de todos os envolvidos no processo educacional.
71

PÚBLICO ALVO

 Alunos de alfa ao 5º ano

 Pais

 Funcionários da escola

 Comunidade local
72

OBJETIVO GERAL

Desenvolver habilidades relacionadas à leitura, interpretação e produção de texto


estimulando no educando o gosto pela leitura e escrita, ampliando o conhecimento
lingüístico e cultural dos mesmos, contribuindo dessa forma, na formação de valores e para
a construção da cidadania.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Despertar o interesse e o gosto pela leitura e escrita estimulando o hábito diário da


leitura.
 Ampliar o repertório literário dos alunos por meio da leitura diária.
 Conhecer e identificar textos diversos (literários e não literários)
 Identificar e relacionar os diversos gêneros literários.
 Possibilitar um maior contato entre criança e livro.
 Desenvolver atividades interdisciplinares, dialogando com as mais diversas áreas do
conhecimento.
 Despertar o interesse por leituras que envolva nossa cultura e seus valores.
 Desenvolver habilidades de leitura e escrita dentro e fora da escola.
 Possibilitar momentos de integração e interação com outras salas através de
pequenas apresentações, leituras, etc...
 Divulgar e criar campanhas para estimular os empréstimos de livros.
 Promover momentos de socialização levando o educando a expressar seus
sentimentos, experiências, idéias e opções individuais.
 Proporcionar aos educandos leituras literárias e oficinas de redação, para o
desenvolvimento da oralidade e da produção textual.
 Desenvolver o senso crítico a partir dos livros lidos e relidos.

META

O projeto tem como meta desenvolver o gosto e o prazer pela leitura, em todos
envolvidos, desde os alunos até a comunidade escolar e pais, através do interesse
revelado nos empréstimos, nas freqüências e participações de todos nas atividades
propostas pela na escola.
73

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

As propostas metodológicas do projeto serão desenvolvidas durante a aplicação do


mesmo e envolverão as seguintes atividades:

 Levantamento dos recursos disponíveis


 Planejamento das ações (dinâmica de sala de aula)
 Levantamento dos alunos que apresentam dificuldade na leitura através da aplicação
de teste diagnóstico individual
 Apresentação do Projeto a comunidade escolar
 Rodas de conversas
 Visita a biblioteca e aos acervos existentes
 Construção coletiva do Contrato Social (regras de convivência
 A Hora dos Vídeos
 Exposição oral e escrita das leituras lidas e ouvidas articuladas a vivência diária
 Divulgação dos acervos literários para o empréstimo de livros
 Gincana da leitura
 Reescrever textos lidos e ouvidos
 Produção textual através da escrita e do desenho
 Oficinas de leitura
 Debate sobre leitura
 Oficina de redação
 Biblioteca itinerante
 A hora do conto
 Sarau de poesias
 Fazendo poesia: varal
 A poesia invade a sala de aula
 Teatro de fantoches abordando temas transversais
 Dramatização (datas comemorativas ou eventos na escola)
 Recontar estórias utilizando a modalidade oral
 Resumir estórias utilizando a modalidade escrita
 Ler textos em voz alta, observando a importância da entonação e pontuação para a
compreensão do mesmo
 Ler um livro infantil em voz alta, dramatizando o mais possível as vozes das
personagens, a fim de que o aluno perceba que há variações nas vozes quando se
faz uma pergunta, quando se exclama, quando há ódio, amor, inveja, etc.
 Ler trechos de poesia ou outro estilo literário, alternando com ou outro colega
 Observar as situações descritas nos textos e compará-las com o cotidiano,
possibilitando ao aluno uma reflexão em relação à própria vida
74

 Criar textos escritos em dupla ou individualmente e apresentá-los aos demais colegas


sob forma de seminário
 Auto-avaliação

AVALIAÇÃO

Ocorrerá durante a aplicação do Projeto, de maneira processual e continuada. A


cada etapa do projeto haverá a observação do envolvimento e interesse dos alunos e seu
familiares nas atividades propostas que serão registradas e discutidas coletivamente
destacando os avanços e as dificuldades para efetivação do processo ensino-aprendizagem.
Estas atividades desenvolvidas durante o projeto poderão ser programadas para terem sua
efetivação nos eventos promovidos pela escola, com apresentação para os demais alunos,
pais, comunidade escolar e toda comunidade local

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

-- SOARE, Magda. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. São Paulo, Ática, 1986.
-- Revista Nova Escola. Ed. Abril. Dez/2005.
-- Parâmetros Curriculares Nacionais: Fáceis de Aprender. Revista Nova Escola. Edição
Especial.
-- KLEIMAN, Ângela B. & MORAIS, Silvia E. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes
nos projetos da escola. Campinas, SP: Mercado das Letras,1999.
-- ROSSINI, Maria Augusta Sanches; Aprender tem que ser gostoso...Editora Vozes, 2ª
Edição.
75

NÚCLEO I – PIABANHA
MARAÚ/ BA

PROJETO MEIO AMBIENTE

SUSTENTABILIDADE
E
SANEAMENTO BÁSICO

Mairam Santos
Coordenadora
76

JUSTIFICATIVA

Este projeto tem por objetivo central desenvolver no aluno com extensão à nossa
comunidade escolar a importância da preservação da Natureza, a partir de práticas como
reutilização, reciclagem e o replantio.
Envolver os alunos num projeto que busca não só a conscientização da importância
da preservação do planeta, mas da ação de cada um através do não-desperdício, do
reaproveitamento de matéria-prima e da reciclagem do lixo, bem como da importância do
saneamento básico.
Segundo Mayor (1998, p.46), a educação é a chave do desenvolvimento sustentável,
auto-suficiente - uma educação fornecida a todos os membros da sociedade, segundo
modalidades novas e com a ajuda de tecnologias novas, de tal maneira que cada um se
beneficie de chances reais de se instruir ao longo da vida. Devemos estar preparados, em
todos os países, para remodelar o ensino, de forma a promover atitudes e comportamentos
que sejam portadores de uma cultura da sustentabilidade.
O projeto meio ambiente – Sustentabilidade e Saneamento Básico surgiram da
necessidade de se promover uma educação ambiental na escola e na comunidade, com os
alunos e suas famílias, estimulando mudanças de hábitos e de valores.

OBJETIVO GERAL

 Sensibilizar os alunos sobre a importância da preservação do Meio Ambiente,


identificando as situações que causam danos à ecologia como: poluição, desmatamento,
queimadas extinção de animais e outros, estimulando assim o interesse pela natureza,
enfatizando a problemática do lixo e as soluções oferecidas pela reciclagem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Despertar nos alunos o interesse sobre a Preservação Ambiental;


 Apresentar aos alunos a problemática do lixo;
 Ajudar os alunos a confeccionar brinquedos ou jogos com matérias recicláveis;
 Ensinar o aluno a reaproveitar o lixo, a fim de que ele crie objetos úteis para o seu
dia-a-dia;
 Estimular a mudança prática de atitudes e a formação de novos hábitos com relação
à utilização dos recursos naturais.
 Despertar sobre as diferentes formas de coleta e destino do lixo, na escola, casa e
espaços em comum
 Chamar atenção e despertar consciência para o problema da poluição dos rios;
 Conhecer algumas modificações que o homem faz no ambiente e suas
conseqüências.
77

 Promover atitudes de conservação do meio ambiente, sobretudo aquelas que os


próprios podem ter em seu dia-a-dia.

METODOLOGIA

 Organizar as crianças em rodinha de forma que todas possam olhar e interagir.


Conversar sobre a Preservação do meio ambiente, perguntar para eles se eles sabem
o que devem fazer;
 Não jogar no lixo o que pode ser reaproveitado. As latas de refrigerante usadas, por
exemplos podem voltar para a fábrica, para virar latas novas.
 Não poluir o ar, porque faz mal para a saúde das pessoas. Os carros, caminhões e
ônibus poluem muito.
 Não desperdiçar água, porque um dia pode faltar.
 Não jogar lixo nas ruas nem nos rios.
 Preservar as florestas. Nelas há muitas espécies de plantas que podem se usadas
para fazer remédio. Além disso, muitas espécies de animais dependem da floresta
para viver.
 Falar sobre reciclagem, a importância.
 Discutir a idéia da seleção do lixo e o reaproveitamento de embalagens.
 Levar o filme do Bambi, e da turma da Mônica com história sobre como fazer para a
preservação da natureza;
 Fazer o desenho das lixeiras em papel e organizar eles em grupo nas mesas, para
que pintem com tinta guache as lixeiras;
 Fazer um mural coma as lixeiras, explicar o porquê das cores das lixeiras, orientá-los
que de acordo com as normas mundiais da coleta seletiva de lixo, procede assim:
VASO AMARELO – METAL
VASO AZUL – PAPEL
VASO VERMELHO – PLÁSTICO
VASO VERDE – VIDRO
VASO MARROM - ORGÂNICO
 Construir um brinquedo com sucata trazida de casa. (bi boque, o vai e vem, o pião);
 Mostrar fotos coloridas, para observarem a natureza preservada e natureza poluída;
 Ouvir, cantar musica infantil a minhoca, cinco patinhos, Herdeiro da natureza, Vamos
passear na floresta e outras cantigas de roda;
78

 Realizar experiências com tinta usando o funda da garrafa pet, proporcionando a


descoberta dos materiais retornáveis;
 Produção de vídeos com exposição de relatos feitos pelos alunos sobre a importância
de preservar e conserva o meio ambiente;
 Realizar brincadeiras com o pé de lata;
 Carimbos com folhas: Pedir para as crianças trazer de casa um folha que acharem
caídas no chão de sua casa ou mesmo do caminho da escola, para fazer registro com
cola colorida;
 Após a conversa em sala, enviar um bilhete solicitando aos pais que procurem em
casa com os seus filhos: caixas, tampinhas, garrafas de plástico, caixas de ovos
etc. e enviem para a escola. Esperar dois ou três dias, até que todos ou a maioria
consiga procurar e trazer os materiais para a escola. Quando a turma trouxer o
material solicitado, coloque toda a sucata em um espaço visível e discuta com os
alunos como foi o processo de recolher a sucata, quem ajudou etc. Valorizar o
envolvimento dos pais e dos alunos também;
 Fazer a classificação dos materiais trazidos pelos alunos juntos a eles e organizar
que eles coloquem nas lixeiras corretas que estarão no interior da sala;
 Fazer recorte de jornais e revista de rótulos de embalagens retornáveis e colar no
mural;
 Manuseio de livros de história e deixar as crianças escolher uma historia a ser
contada a elas;
 Fazer um caixa com brinquedos diferenciados para que possam brincar na hora do
recreio;
 Interpretações oral, escrita e através de desenhos dos textos lidos;
 Realização de brincadeiras e jogos (quebra cabeça, jogo da Memória, Dominó e
Bingo).
 Exploração de musicas, danças, pinturas e dobraduras e recortes e colagens;
 Confecção de livros coletivos e painéis;
 Leitura de parlendas; contos; adivinhas; trava língua; poemas; rimas;
 Leitura de histórias e exibição de filme sobre educação ambiental, reciclagem e ação
do homem sobre a natureza;
 Exposição e exploração de cartazes sobre o tempo decomposição do lixo;
 Leitura e escrita dos numerais de acordo com cada série.
 Reconhecimento de cores e formas;
 Explorar o ambiente, para que possa se relacionar com outras crianças;
79

 Desenvolvimento progressivo de hábito de higiene pessoal (escovar os dentes, lavar


as mãos, tomar banho e lavar o rosto) e social (quanto a jogar o lixo no lixo e
preservar o ambiente);
 Utilização de materiais concretos e lúdicos para o aprimoramento dos cinco sentidos;
 Manipulação com diferentes objetos e materiais, explorando suas características,
propriedades e possibilidades de manuseio e entrando em contato com formas
diversas e expressão artística aguçando sua curiosidade e interesse;
 Elaboração de cartaz com rótulos e embalagem, selecionando-os: alimentos, limpeza
e higiene pessoal.

CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS POR EIXOS

 PORTUGUÊS

 Linguagem oral e escrita


 Leitura e interpretação oral de diferentes tipos de textos;
 Rótulos e embalagens;
 Alfabeto e Famílias silábicas;
 Percepção Visual e auditiva- textos, histórias, músicas com a temática ambiental.
 Leitura e interpretação de textos
 Bingo, caça palavras, cruzadinha.
 Ditado vivo
 Produção textual
 Lista de coisas da natureza
 Jogo da memória (animal e nome ou animal e primeira letra)
 Poesias, parlendas, músicas, vídeos.
 Mural ecológico (com frases sobre o meio ambiente, figuras)
 Criação de placas para preservação do ambiente escolar
 Acróstico (NATUREZA) – Frases da natureza
 ABC da natureza
 Produção de texto coletivo
 Música e poesias
 Confecção de cartazes
 Estudo de palavras-chave
 Gramática e ortografia inserida nos textos
 Produção de frases
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 MATEMÁTICA

 As cores da natureza
 Número e numerais
 Gráficos e tabelas
 Dobraduras (forma geométrica)
 Situação Problema
 Classificação, seleção e contagem de materiais da natureza (pedras, gravetos,
folhas)
 Estudo das cores para a separação dos produtos recicláveis (azul - papel, verde -
vidro, vermelho - plástico, amarelo – metais, marrom - orgânico);
 Contagem da quantidade de tipos de materiais recicláveis (menos lixo orgânico);
 Estudo dos numerais através de gráfico elaborado com os resultados da
classificação e contagem dos recicláveis trazidos pelas crianças.

 NATUREZA E SOCIEDADE

 Conceito de Preservação da natureza e reciclagem;


 Comparação de ambientes diferentes, identificação de sua regularidade;
 Preservação e cuidados com a água;
 O que tem vida na natureza? (seres vivos) E o que não tem vida na natureza? (seres
não vivos)

 CIÊNCIAS

 O que é lixo na verdade?


 Os perigos dos lixos acumulados
 Campanha da higiene do meio escolar
 Alerta sobre a Dengue (causador, sintomas, tratamento e profilaxia)
 A função dos micróbios na transformação do lixo orgânico em adubo
 Poluição ambiental
 Campanha educativa "Lugar de lixo é no lixo"
 Poluição visual e sonora
 Como a escola e a família têm cuidado deste assunto
 Preservação da higiene na escola e no meio social em geral
 Reciclagem

 HISTÓRIA E GEOGRAFIA
81

 A coleta de lixo na nossa comunidade


 Onde os lixos são despejados
 Saneamento básico
 O que se ganha com a reciclagem
 Plantas medicinais
 Os perigos dos lixos acumulados
 Rios e lagos
 De onde vieram às doenças, em especial a Dengue que vem se alastrando
 Cuidados que devemos ter com o Meio Ambiente
 Separação e tempo de decomposição do lixo

 ARTES E MÚSICA

 Dança e teatro com materiais reciclados


 Depende de nós (Ivan Lins)
 Planeta Azul (Chitãozinho e Xororó)

RECURSOS

Giz de cera Folhas de árvore Folha de A4

Tinta guache TNT Xerox

Tesoura e cola Garrafa pet Caixa de papel

Lápis de cor Cordão

Papeis diferenciados Linha de nylon

Pincel Palito de churrasco

Brinquedos Tampinha de garrafa

Música CD Livros de história

Fotos imagens Retalho de e.v.a

Revista Lápis preto, borracha,


apontador;
Jornais
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AVALIAÇÃO

 Processual e continua através da observação constante da participação dos


alunos no grupo e seu desempenho individual.

CULMINÂNCIA

 Coleta seletiva e separação do lixo.


 Caminhada, na comunidade, dos alunos com o material coletado.
 A culminância do projeto será no pátio da escola, com uma exposição de
cartazes com o tempo de decomposição do lixo, cartazes sobre as plantas
medicinais, e outros produzidos em sala, gráfico sobre o saneamento
básico, construção de brinquedos com materiais recicláveis, a apresentação
de uma peça teatral.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A madeira manejada. Disponível em:


HTTP://www.florestavivaamazonas.org.br/madeiramanejada.phd acesso em 22 de maio,
2009. 13:20.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio


Ambiente e Saúde. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Fundamental, p. 14, 46. 2007.

FRANCO, Paulo. Responsabilidade ecológica versus responsabilidade social. Redação do


Ambiente Brasil. Disponível em:
HTTP://www.ambientes.ambientebrasil.com.br//.../desmatamento.html acesso em 14 abril,
2009, 15h30min.

RAMOS, Aretuza Brito. BRAGA, Dan Vitor Vieira. Caatinga: Conhecer para preservar.
Chesf/DMA, 2005. p. 05, 13.

TREVISOL, Joviles Vitório. Os professores e a Educação Ambiental: Um estudo de


representações sociais em docentes das séries iniciais do Ensino Fundamental. Santa
Catarina, março/dezembro, 2003. Disponível em <HTTP://bdtd.furg.br/tdebusca/arquivo.
phd?

Leia mais em: https://www.webartigos.com/artigos/projeto-meio-ambiente-e-


educacao/44513#ixzz5CJizz96j
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