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Dinâmicas
autoconfiança
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Autoconfiança
OBJETIVO: Avaliar a autoconfiança e a sensibilidade dos diversos senti-
dos.

MATERIAL: Vendas ou pedaços de tecido para vendar os olhos.

PROCEDIMENTOS: Formam-se duplas com todo o grupo. Em cada du-


pla, uma pessoa fecha os olhos e a outra a conduz para dar um passeio
fazendo-a tomar contato com a realidade e objetos que a cercam, sem
serem vistos. Se possível passar por situações diversas, como escada,
gramado, no meio de cadeiras, tocarem objetos, flores com cheiro, etc..
Depois de 5 a 7 minutos, invertem-se os papéis. No final avalia-se a expe-
riência, descobertas e sentimentos.
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Questões que podem ajudar:

Como se sentiu? Por que? Como foi conduzido?

Foi capaz de identificar algo? Que importância


deu aos diversos sentidos?

Quando caminhamos no dia-a-dia deixamos nos to-


car pela realidade que nos cerca? Como reagimos
diante de situaçõesdiversas como por exemplo dian-
te de um policial, de um grupo de meninos de rua, nu-
mambiente escuro, quando acaba a energia, etc.?

O que achou da dinâmica ?


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Dinâmica do Desafio
Material: Caixa de bombom enrolada para presente

Procedimento: colocar uma música animada para tocar e vai passan-


do no círculo uma caixa (no tamanho de uma caixa de sapato), ex-
plica-se para os participas antes que é apenas uma brincadeira e que
dentro da caixa tem uma ordem a ser feita por quem ficar com ela
quando a música parar. A pessoa que vai dar o comando deve es-
tar de costas para não ver quem está a caixa ao parar a música, daí
o coordenador faz um pequeno suspense, com perguntas do tipo:

Está preparado? Você vai ter que pagar o mico viu, seja lá qual for a ordem
você vai ter que obedecer, quer abrir? Ou vamos continuar? Inicia a música
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novamente e passa novamente a caixa se aquele
topar em não abrir, podendo-se fazer isso por al-
gumas vezes e pela última vez avisa que agora é
para valer quem pegar agora vai ter que abrir, Ok?
Esta é a última vez, e quando o felizardo o fizer
terá a feliz surpresa e encontrará um chocolate
sonho de valsa com a ordem ‘coma o chocolate’.

Objetivos: Essa dinâmica serve para nós perce-


bermos o quanto temos medo de desafios,
pois observamos como as pessoas têm pressa de
passar a caixa para o outro, mas que
devemos ter coragem e enfrentar os desafios da
vida, pois por mais difícil que seja o desafio,
no final podemos ter uma feliz surpresa/vitória.
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Método Casuístico de Harvard

1. Caracterização da técnica
Atualmente tem-se dado ênfase ao estudo de casos, não só na empresa,
mas também na escola. O chamado caso é levado a reunião de debates,
a fim de que as opiniões e as informações favoreçam seu melhor enten-
dimento. Diversas técnicas têm sido desenvolvidas, envolvendo principal-
mente as teorias do desenvolvimento do pensamento (Piaget).
O método casuístico, desenvolvido pela Harvard Business School, nos
EUA, tem sido usado em diversas universidades, empresas e escolas.

2. Como usar a técnica


São oferecidas algumas sugestões aos coordenadores das reuniões de
grupo. São as seguintes:
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a. Oferecer aos participantes, em cópias, um caso
que é apresentado em forma de teste de dupla
escolha (certo, errado). Nesses testes são apre-
sentados os dados do problema.

b. Dar dez a quinze minutos para que cada


participante leia o caso e responda às questões.

c. Enquanto os participantes estão completando o


caso, escrever os números de 1 a 10 no
quadro de giz, com as colunas “certo-errado”.

Quando todos terminarem, reunir os evangelizan-


dos participantes em grupos de dois ou de quatro
a fim de que o assunto seja debatido.
d. Partindo da primeira afirmação, perguntar a cada grupo (ou a um re- 8
lator previamente designado) os motivos que levaram os participantes a
responder “certo” ou “errado”. Os debates deverão concentrar-se, de pre-
ferência, nas questões em que haja grande diferença de opiniões. Nesta
etapa o coordenador deverá conduzir a reunião a fim de evitar discussões
dispersivas e cansativas, sem resultado.

e. Depois da discussão (mas sem relação com respostas em que houve


um consenso), pedir ao grupo que responda de novo as afirmações à luz
dos debates, que devem corresponder aos ensinamentos doutrinários.

f. Ler as respostas previamente consideradas corretas a fim de que


os participantes verifiquem, em grupo, como conduziram o teste.

g. Marcar a distribuição das respostas no quadro de giz.


h. Na etapa das respostas às perguntas - por quê -, o coordenador poderá
contrapor o raciocínio dos mais exatos ao daqueles menos exatos (ou com- 9
pletos), apresentar seus próprios argumentos ou comparar o caso com prin-
cípios doutrinários implicados na compreensão e na resolução de problemas.

i. Organizar uma equipe que, ao final, fará a avaliação das respostas às


discussões.

j. Convêm tomar certas precauções ao levar um caso ao debate:


• Os casos não devem ser muito longos ou complexos, o que pode levar
os participantes a discordâncias, que por vezes podem ser de difícil so-
lução.
• Deve haver, no exercício-caso, respostas certas e erradas.
• Quando não há respostas certas os participantes não acham fácil en-
contrar uma solução objetiva para suas divergências.
• Quando o caso tiver problemas de fatos, opiniões, sentimentos, supo-
sições, atitudes, convêm discriminar os “incidentes críticos”, a fim de
facilitar a solução.
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• Poder-se-á, se for o caso, acrescentar ao estudo do caso o comentário
de vários “experts” como guias para o debate do caso.
• Os grupos, se possível, poderão ser divididos de acordo com a ativida-
de de cada elemento: grupo de supervisão, grupo de treinamento, etc.
• Insistir no fato de que, quando se examinam esses casos, os grupos de-
vem concentrar-se no que acontece e por quê, nas relações interpesso-
ais que o caso envolve, do que essencialmente está sendo tratado, em
quem é o culpado. Não se trata de uma tarefa de detetive. Esta abor-
dagem provavelmente levará mais à crítica negativa que não é fecunda
quanto à compreensão positiva e à análise criativa do relacionamento
humano.
• Convém certificar-se de que a análise do caso levará o grupo para a de-
cisão e a ação. A análise deverá ser feita exaustivamente, levando em
conta todos os elementos antes da decisão. As conclusões prematuras,
baseadas apenas em experiências pessoais (em minha opinião, porque
eu tive um caso, etc.) levam a distorções dos fatos.
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• No tocante a decisão e ao consenso, convêm perceber que, do ponto de
vista da pessoa que considera o caso, raramente haverá concordância
com os outros, na etapa de discussão. Diversas soluções ou decisões
alternativas vão surgir. Alguns elementos poderão ser convidados para
debater seus pontos de vista, para tanto, ser-lhes-ão dados cinco minu-
tos de defesa.
• Tratando-se de problemas humanos, onde são tantos fato-
res imprevistos e imprevisíveis, raramente podemos dizer
que há uma solução perfeita sobre a qual todos concordem.

Mediante o processo da própria análise e do treinamento do processo de


avaliação, da interpretação das diversas suposições, gradativamente, che-
garemos a soluções de consenso.

O objetivo desse trabalho de grupo não é a solução do caso, mas o desen-


volvimento de uma proveitosa abordagem da questão.
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Medo de Desafios

Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).

Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que
tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHO-
COLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a
caixa e explica o seguinte pra turma: Estão vendo esta caixa?

Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata
quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa
sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder ajudar, o
desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importan-
te assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode
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ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonho-
sa).

Começa a brincadeira, com a música ligada, de-


vem ir passando a caixa de um para o outro.

Quando a música for interrompida (o coordenador


deve estar de costas para o grupo para não ver
com quem está a caixa) aquele que ficou com a
caixa terá que cumprir a tarefa... é importante que
o coordenador faça comentários do tipo: Você
está preparado? Se não tiver coragem... Depois
de muito suspense quando finalmente o jovem
abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jo-
vem não pode repartir o presente com ninguém).
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Objetivos:
O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de
situações quecpossam representar perigo ou vergonha.

Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que


são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador,
o final pode ser uma feliz notícia.
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“Dos bancos”

Objetivo: Essa dinâmica mostra a importância da autoconfiança e da rela-


ção de confiança com outras pessoas.

Participantes: x

Material: 4 bancos sem espaldar.

Procedimento: colocar 4 bancos sem espaldar de forma que os participan-


tes possam sentar de costas um para o outro bem próximos. Ao comando
do instrutor devem deitar-se no colo do colega de trás. Após, os bancos
devem ser retirados, e cada participante deve sustentar o outro em suas
pernas/colo, de forma que fiquem os 4 suspensos no ar, sem apoio.
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