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MELHOR EQUIPE E MAIOR ÍNDICE DE APROVAÇÃO– ESTAMOS JUNTOS NESSA BATALHA EM BUSCA DA VITÓRIA TEL 3885 0390 7853

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ENSINO

CURSO
SISTEMA EDUCANDUS DE ENSINO
SUA APROVAÇAO É NOSSA MISSÃO!

parcial.
Prof. JULIO COUTO

AO PROCESSO SELETIVO PARA RM2


PORTUGUÊS

Proibida a reprodução total ou


SMV – RM2 – 2021

MATERIAL INTERNO EXCLUSIVO DOS ALUNOS DO PREPARATÓRIO

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Apresentação

ADSUMUS PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS PÚBLICOS - ADSUMUS PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS PÚBLICOS - ADSUMUS PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS PÚBLICOS -
O presente trabalho é mais uma realização do Curso ADSUMUS que tem
por finalidade levar aos candidatos do Concurso do Concurso para o Processo
Seletivo Unificado de Oficiais RM-2 Marinha do Brasil 2020/2021 a Apostila
de Legislações contendo parte do conteúdo bibliográfico estabelecido para o
referido processo seletivo previsto no Edital de Convocação.
Cabe ressaltar que o conteúdo dessa apostila está baseado no Edital de
2020. Caso haja alguma alteração, o curso a fará mediante indenização pelos
alunos.
Relembramos aos nossos alunos que a prova conterá um total de 50
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questões, distribuídas entre as matérias.


Pelo exposto, consideramos de fundamental importância que candidato
tenha foco, estude com afinco a presente Apostila e participe ativamente dos
simulados que, além de oferecer uma grande quantidade de questões, estará,
também, preparando o candidato psicologicamente para o momento mais
importante: a prova.

ADSUMUS PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS PÚBLICOS - ADSUMUS PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS


Bons estudos e boa prova.

Ailson Carlos Almeida


Curso ADSUMUS

Esforça-te e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes; porque o Senhor, teu Deus, é contigo,
por onde quer que andares. (Josué 1:9)”
Sustenta o fogo que a vitória é nossa!

Estamos juntos!
ADSUMUS
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ÍNDICE

LÍNGUA PORTUGUESA:

 Compreensão e Interpretação de Textos 07


 Fonética 08
 Tipos de Discurso e Tipologia Textual 09
 Separação Silábica / Acentuação Gráfica 10
 Ortografia - Hífen 11
 Intencionalidade – Comunicabilidade – Situacionalidade 12
 Informatividade e Estrutura das Palavras 13
 Processo de Formação das Palavras 14
 Substantivos 15
 Adjetivos 17
 Pronomes 18
 Artigos 22
 Numerais 23
 Advérbios 24
 Conjunções 25
 Preposições 27
 Verbos 29
 Termos Essenciais: Sujeito e Predicado 31
 Termos Integrantes e Termos Acessórios da Oração 32
 Período Composto por Coordenação 33
 Período Composto por Subordinação 34
 Concordância Verbal 36
 Concordância Nominal 37
 Regência Verbal 38
 Regência Nominal 41
 Crase 42
 Pontuação 44
 Colocação Pronominal 46
 Elementos da Comunicação e Funções da Linguagem 47
 Semântica 48
 Figuras de Linguagem 49
 Uso Correto das Palavras 51
 Uso Correto das Letras 53
 Coesão e Coerência 56
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COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS Explicação: O significado de “candidatos” é mais
amplo que “alunos do Adsumus”, restrito a ma grupo
Texto: São as construções que envolvem as frases, apenas.
orações, períodos, parágrafos...
 Portanto, texto é uma unidade básica de  Redução ou Limitação: A questão reduz a
organização e transmissão de ideias, conceitos amplitude do que diz o texto.
e informações de modo geral. Uma escultura, O texto disse: Muitos se ofereceram a participar da
um quadro, um símbolo, um sinal de trânsito, festa beneficente.
uma foto, um filme, uma novela também são
formas textuais. A questão diz: Alguns se predispuseram a participar da
festa.
Compreensão ou Intelecção de Textos: Significa
entendimento. Consiste em analisar o que realmente Explicação: O sentido da palavra “alguns” é mais
está escrito, ou seja, coletar dados do texto. limitado que o de “muitos”.

Comandos para Questão de Compreensão:  Desvio ou Deturpação:


O narrador diz que ... O texto disse: A contratação da funcionária pode ser
O texto informa que ... considerada competente.
Segundo o texto, é correto ou errado dizer que...
De acordo com o texto... A questão diz: A funcionária contratada pode ser
Na opinião do autor do texto... considerada competente.

Interpretação: Interpretação significa dedução, No texto, “competente” refere-se à contratação e não


inferência, conclusão. As questões de interpretação à “funcionária”.
não pretendem cobrar o que está escrito, mas o que
São condições básicas para o candidato fazer uma
se pode entender daquilo que está escrito.
correta interpretação de textos: o conhecimento
histórico (aí incluída a prática da leitura), o
Comandos para Questão de Interpretação:
conhecimento gramatical e semântico (significado das
Da leitura do texto, infere-se que...
palavras, aí incluídos homônimos, parônimos,
O texto permite deduzir que ...
sinônimos, denotação, conotação), a capacidade de
Da fala do articulista, pode-se concluir que ...
observação, de síntese e de raciocínio.
Depreende-se do texto que ...
Qual a intenção do narrador quando afirma que ... Normalmente o candidato é convidado a:
Subentende-se das ideias e informações do texto que  identificar: Reconhecer os elementos
Conclui-se do texto que... fundamentais apresentados no texto.
O texto permite deduzir que...  comparar: Descobrir as relações de
Com o apoio do texto, infere-se que... semelhanças ou de diferenças entre situações
O texto encaminha o leitor para... apresentadas no texto.
Pretende o texto mostrar que o leitor...  comentar: Relacionar o conteúdo apresentado
com uma realidade, opinando a respeito.
Erros Comuns de Leitura:  resumir: Concentrar as ideias centrais em um
 Extrapolação ou ampliação: A questão só parágrafo.
abrange mais do que o texto diz.  parafrasear: Reescrever o texto com outras
palavras.
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O texto diz: Os alunos do Curso Adsumus obtiveram  continuar: Dar continuidade ao texto
bons resultados. apresentado, mantendo a mesma linha
temática.
A questão diz: Os candidatos obtiveram bons
resultados...

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FONÉTICA Encontros vocálicos: Podem ocorrer numa mesma
sílaba ou em sílabas separadas. As vogais serão as
Fonema é # (diferente) de letra. pronunciadas com mais intensidade, enquanto as
semivogais serão mais fracas. Podem ser classificados
Letra – Representação gráfica em:
Fonema – som
=> hiatos: é a sequência de duas vogais em sílabas
diferentes. (saúde, cooperar, ruim, creem)
Fonemas
Vogais – Abertura das cordas vocais para emissão dos => ditongos: Quando uma vogal e uma semivogal são
sons. pronunciadas numa só sílaba, independente da ordem
Semivogais – Fonemas i e u, quando são destas. Os ditongos podem ser classificados em
pronunciados, de forma fraca, juntos com a vogal, decrescentes, quando há vogal + semivogal (pouco);
formando sílaba com ela. ou crescentes, quando a semivogal vem antes da vogal
Consoante – Bloqueio da passagem de ar. Geralmente (série); e orais (todos aqueles que não são nasais) ou
necessitam da vogal (= COM + SOM + ANTES). nasais, os quais possuem som de ~ (pão, matam).
O que define os fonemas acima é o som dentro das
=> tritongos: são constituídos por uma vogal entre
palavras.
Assim, atenção à tabela abaixo: duas semivogais numa só sílaba. (Paraguai, iguais). Os
tritongos também podem ser classificados em nasais
LETRA LETRA LETRA LETR A LETR LETR ou orais, seguindo as mesmas regras dos ditongos.
X Z M N AO AE
x- z– m- n- ó- é- Obs.: Cuidado com os falsos hiatos. Os encontros como praia,
xícara zebra camisa Nair pobre mulher maio, feio e goiaba são separados de forma a criar um ditongo
z- s - feliz ~- ~ ô/mo ê/ e uma vogal sozinha depois.
exato tempo canto ço vença
s- LET S i - amém i- i - área
Encontro consonantal: Sequência de 2 ou mais
excluir pólen
ks - táxi s - pesca u- u- consoantes, sem vogal entre elas, que não sejam
vivam nêutro dígrafo. Pode ocorrer na mesma sílaba e são
n chamados próprios ou perfeitos (Ex: bíblia, prato) ou
/exced z - casa não – no caso dos impróprios/imperfeitos – (Ex.
er
escola, carpete).
Atenção para a letra “H”: Quando x = Ks (táxi, falamos "táksi"), há encontro
 Etimológica (Havaí, hora, Bahia) consonantal fonético. X é chamado de dífono.
 Diacrítica (Chuva, telha, ninho)
Dígrafo: 2 letras representando 1 fonema: lh, nh, ch,
=> A correspondência entre letra e som não ocorre rr, ss, qu (seguidos de e ou i), gu, qu (seguidos de e ou
sempre, pois uma mesma letra pode representar i quando não se pronuncia o ), sc e xc (quando “s” não
fonemas distintos. é pronunciado), sç, xs. Além desses, existem também
os dígrafos vocálicos formados pelas vogais nasais:
=> Mas, há casos em que letras diferentes am, an, em, en, im, in, om, on, um e un.
representam o mesmo som, como acontece com as Ex.: telha, ninho, chuva, carroça, pássaro,
palavras seco, cedo, laço e próximo. Ex.2: queijo, guerra (já os vocábulos “quatro” e
“Guarani” não são dígrafos).
=> O “X” pode ter som de dois fonemas, como fixo, Ex.3: excelente,piscina nasça, exsudar (porém escola e
cuja leitura é "fikso".
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excluir não dígrafos)


Ex.4: tampa, sempre, simples,bomba, álbum, assunto
=> Temos ainda os sons ora representados por uma
só letra, ora por duas como xícara/chinelo,
gato/guitarra e rabo/carro.

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Tipos de Discurso Tipologia Textual

Os personagens que participam da história  Tipos de Textos


evidentemente falam. É o que se conhece como
discurso, que pode ser: A - Descritivo: Ressalta características, podendo ser
físicas e/ou psicológicas, seja de um objeto, de uma
1) Direto: pessoa, de um ambiente, de um animal. Predomina o
Fala literal do personagem. Geralmente se uso de adjetivos, qualificando o elemento descrito.
usam dois pontos, aspas e travessão.
Ex.: O funcionário disse ao patrão: B - Narrativo: É o contar de uma situação verídica ou
- Espero voltar no final do expediente. não. Pode ser fábula, conto, relato, crônica,
Rui perguntou ao amigo: depoimento, piada, novela ou romance.
- Posso chegar mais tarde?
C – Descritivo-Narrativo: Junção de características
2) Indireto com predominância dos elementos descritivos. Se a
O narrador apresenta a fala do personagem. informação extra, não alterar significativamente o
Geralmente se usa uma conjunção integrante (que ou texto, não consideramos a narração
se) para fazer a ligação.
Ex.: O funcionário disse ao patrão que esperava voltar D – Narrativo-Descritivo: Junção de características
no final do expediente. com predominância dos elementos narrativos. Se a
Rui perguntou ao amigo se poderia chegar mais informação extra, não alterar significativamente o
tarde. texto, não consideramos a descrição.

Os demais elementos (como advérbio de lugar) podem E – Dissertativo-Argumentativo – Tem o objetivo de


alterar conforme sua localização. convencer o leitor, persuadi-lo a concordar com a
ideia ou ponto de vista exposto, isso se faz por
Ex.: Minha colega me afirmou: intermédio de argumentação, utilizando-se de dados,
- Estarei aqui, se você precisar de mim. (direto) estatísticas, provas, opiniões relevantes etc.
Minha colega me afirmou que estaria lá se eu
precisasse dela. (indireto) F – Dissertativo-Expositiva – Texto em que se expõem
as ideias, conceitos ou definições já pré-concebidos,
3) Indireto livre sem se argumentar ou defender teses com
É praticamente uma fusão dos dois anteriores. argumentação de um determinado ponto de vista.
Percebe-se a fala do personagem, porém sem os
recursos do discurso direto (dois pontos e travessão) G – Injunção (Prescrição): Usa-se para pedir,
nem do discurso indireto (conjunções que ou se). recomendar ou ordenar. Ex.: manual de instruções,
Ex.: Ele caminhava preocupado pela avenida deserta. bula, receita de bolo ou médica.
“Será que vai chover, logo hoje, com todos esses
compromissos!?” H – Preditivo: Texto que cita previsões: Exemplos:
horóscopos

IMPORTANTE: Em um texto pode haver mais de uma


tipologia, sabendo-se que apenas uma prevalecerá.
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SEPARAÇÃO SILÁBICA ACENTUAÇÃO GRÁFICA

=> Sílabas é a separação de grupos fonéticos. Usa-se o Gráfica: Quando se usa acento agudo (para timbre
hífen - e não “underline” - para marcar a separação aberto), circunflexo (para timbre fechado) ou grave
silábica. (apenas quando há crase)

Tônico: Quando destaca apenas a sílaba mais forte,


Regras para a silabação: independente de receber ou não acento gráfico.
1) Não se separam os dígrafos ch, lh, nh, qu, gu: crítica – substantivo / critica - forma verbal
Ex.: cho-ca-lho, qui-nhão, gui-sa-do
Monossílabos Podem ser:
2) Separam-se os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc e xs:
Ex.: ex-ces-so, flo-res-cer, car-ro-ça, des-ço, ex-su-dar a) átonos: são pronunciados com pouca intensidade:
b) tônicos: são pronunciados com mais intensidade:
3) Separam-se as vogais idênticas (aa, ee, ii, oo, uu) e Acentuam-se aqueles que são terminados em a, e, o
os grupos consonantais cc e cç. (seguidos ou não de s): pá, pé, pó, pás, pés, pós, lê, dê.
Ex.: ca-a-tin-ga, re-es-tru-tu-rar, ni-i-lis-mo, vo-o,
du-un-vi-ra-to, oc-ci-pi-tal, fric-ção => São monossílabos tônicos pronomes pessoais do caso
reto, alguns pronomes oblíquos, ditongos abertos,
advérbios, verbos, substantivos e adjetivos.
4) Atenção aos prefixos: “des, dis, trans, sub, sob”...
Nunca uma sílaba terminará em consoante se a => São átonos os artigos (o,a, os, as, um, uns), preposições
seguinte se iniciar por vogal. A consoante sempre se (a, com, de, em, por, sem , sob), conjunções (que, e, mas,
ligará à vogal subsequente: nem, ou, se) , pronome relativo “que” e alguns oblíquos (se,
Ex.: su-ben-ten-di-do, sub-tí-tu-lo, tran-sal-pi-no, lhe, te, me, o, a, lo, la, no, na, nos, vos)
trans-pan-ta-nei-ra, hi-pe-ra-mi-go, hi-per-mer-ca-do,
su-bal-ter-no, sub-mun-do, su-bo-fi-ci-al Oxítonas: A última sílaba é a tônica.
Acentuam-se os oxítonos terminados em:
5) Quanto aos grupos; “aia, eia, oia, uia, aie, eie, oie, a, as: maracujá, ananás;
uie, aio, eio, oio, uio, uiu”: Sempre se formam assim: e, es: cafuné, revés;
ditongo decrescente + vogal ou tritongo + vogal, ou o, os: Marajó, após;
seja, as duas ou três primeiras letras ficam na mesma em, ens: alguém, parabéns.
As palavras oxítonas terminadas em i, is e u, us;
sílaba enquanto a última se separa delas.
somente serão acentuadas quando formarem hiatos:
Ex.: sa-mam-bai-a, fei-a, joi-a, im-bui-a, baú, açaí, país. Mas cuidado: caju, Iguaçu, caqui,
ba-lai-o, mei-o, se-quoi-a, tui-ui-ú, Cau-ê
Paroxítonas: Quando a sílaba tônica é a penúltima.
6)Não se separaram ditongos decrescentes: Deus, São acentuados os paroxítonos terminados em:
mais, meus, mães, pais, r: caráter ;
i(s): júri, lápis;
7) Palavras terminadas em: “ea, eo, ia, ie, io, ua, ue, x: tórax ;
uo” com a sílaba anterior acentuada: tanto pode u(s): vírus ;
ocorrer paroxítona terminada em ditongo crescente n / ons: hífen, prótons;
quanto proparoxítona eventual, conforme cita
ei(s): jóquei, fáceis ;
Evanildo Bechara. Ex.: co-le-tâ-nea ou co-le-tâ-ne-a, l: fácil ;
ins-tan-tâ-neo ou ins-tan-tâ-ne-o, pá-tria ou pá-tri-a,
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um, uns: álbum, álbuns;


cá-rie ou cá-ri-e, ar-má-rio ou ar-má-ri-o, tá-bua ou tá-
ps: bíceps;
bu-a, tê-nue ou tê-nu-e, vá-cuo ou vá-cu-o ã (s): órfã(s), ímã (s);
ao(s): bênção, órgão(s), sótão (s) e
 Para efeito de acentuação, a Marinha sempre ditongos crescentes seguidos ou não de S: primário,
considera essas palavras paroxítonas terminadas
água, várias.
em ditongo crescente.

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 Não se acentuam os paroxítonos terminados em ens: ORTOGRAFIA – USO CORRETO DO HÍFEN


hifens, polens, jovens, nuvens, homens.
 Não se acentuam os prefixos paroxítonos terminados
Tabela Esquemática – Síntese das regras
em i ou r: super-homem,
Com Hífen Sem Hífen
Proparoxítonas: A sílaba tônica é a antepenúltima: Ex.:
LETRAS INICIAIS DO SEGUNDO VOCÁBULO
cômodo, sonâmbulo. Todos os vocábulos Prefixos Mesma Outra H R S B M N O
proparoxítonos, exceto álibi e deficit são acentuados. termin. vogal Vogal u
Ex.: ângulo, pássaro, lâmpada, ínterim, biótipo, em: t
aerólito, rítmico, lêvedo.
vogal
Alguns problemas de acentuação devem-se a vícios de fala M, N
ou pronúncia inadequada de algumas palavras. R
re COR de / ru BRI ca / DÚ – plex
B
Nos nomes compostos, considera-se a tonicidade da última
Mal*
palavra para efeito de classificação. Exemplos: couve-flor -
CO, RE
oxítona, arco-íris - paroxítona.
além, sem,
aquém, ex
Regras especiais bem, pós,
pré, pró,
Ditongos abertos - Pelo Novo Acordo Ortográfico, recém, vice
acentuam-se os ditongos de pronúncia aberta éu, éi, ói
Exemplos do quadro acima com hífen:
(quando oxítonos): Ex.: chapéu, céu, anéis, pastéis.
anti-inflamatório, micro-ondas, contra-ataque, anti-
Novo Acordo Ortográfico: Se forem paroxítonos, mesmo com herói, circum-navegação, circum-ambiente, super-
ditongo aberto, não se acentuam mais graficamente: resistente, inter-racial, sub-reitor, sub-base, mal-estar,
Ex.: assembleia, joia, geleia mal-humorado, além-mar, bem-amado, recém-
nascido, ex-marido, vice-presidente, pré-vestibular.
Hiatos; São acentuados I e U, seguidos ou não de S,
tônicos e que formam hiato: saúde, egoísmo, balaústre Exemplos do quadro acima sem hífen
antessala, contrarreforma, autoescola, malsucedido,
Não são acentuados contrafilé, coordenação, reeditar, coautor
• Se não estiverem sozinhos ou com -s: sair, Luiz.
• Se vierem precedidos de vogal idêntica: xiita. => Não se usa hífen quando o segundo vocábulo perde o H
• Antes do dígrafo “nh”: rainha, moinho. original: desumano, inábil etc.

Novo Acordo Ortográfico: Não se acentuam mais os hiatos => Usa-se o hífen quando ocorrer formação de um adjetivo
“oo” e “ee” e nem os hiatos que venham após ditongo, (ex.: mal-amado) ou substantivo (ex.: bem-me-quer).
quando forem paroxítonos: Ex.: enjoo, voo, creem, deem,
=> Quando a pronúncia for fechada (pos, pre, pro), liga-se
veem, leem, feiura, Bocaiuva.
sem hífen ao outro vocábulo: preencher, posposto
preaquecer, preestabelecer, preexistir).
Acentos diferenciais: Em relação ao Novo acordo
ortográfico, apenas serão mantidos em pôr (verbo) para => ATENÇÃO: quando a pronúncia exigir, dobra-se o R ou
distingui-lo de por (preposição), pôde (pretérito perfeito) S do segundo vocábulo. antessala, contarreforma
para distingui-lo da forma do presente pode (ó).
Facultativamente, podemos utilizar fôrma (substantivo) ou * As regras acima valem para o caso de uso dos prefixos.
forma (3ª pessoa do presente do indicativo) Quando duas palavras com sentido completo se juntam para
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formar uma só (sem elemento de ligação), não se aplicam tais


normas. Ex. guarda-chuva, arco-íris
Mantiveram-se também os verbos TER (e derivados) e VIR (e
derivados) com concordância no plural: ** Palavras com preposição no meio perderam o hífen. Ex. pé
Ele tem / vem – Eles têm / vêm. Ele / detém – Eles detêm. de moleque. Exceção: Mantém o hífen cor-de-rosa, a-deus-
dará, mais-que-perfeito, água-de-colônia, arco-da-velha, à
Acento Afetivo – É um homem MIserável, aBOminável; queima-roupa e pé-de-meia. Também recebem hífen as
Acento Intelectual: São razões SUBjetivas. Foi uma ação expressões botânicas e zoológicas: bem-te-vi, erva-doce.
Arbitrária.

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 INTENCIONALIDADE => Na aceitabilidade há uma relação entre a pessoa
=> Todo autor de um texto tem, necessariamente, que escreve e a que lê, acontecendo entre eles uma
determinados objetivos ou propósitos, que vão cooperação de sentidos, pois o autor explora todos os
desde a simples intenção de estabelecer ou manter elementos possíveis para dar coerência ao texto,
o contato com o receptor até a de levá-lo a partilhar fazendo com o que o leitor, através deles, ative os
de opiniões ou a agir ou comportar-se de seus conhecimentos de mundo e estabeleça uma
determinada maneira. interpretação.

=> Assim, a intencionalidade refere-se ao modo => Dessa forma a aceitabilidade constitui a parte
como os emissores usam textos para realizar oposta da intencionalidade, pois enquanto a primeira
suas intenções. É por esta razão que o emissor é a ação do emissor em passar para o receptor um
procura, de modo geral, construir seu texto de texto de acordo com a sua intenção e objetivos, a
modo coerente e dar pistas ao receptor que lhe aceitabilidade é a ação do receptor em associar ao
permitam constituir o sentido desejado. [...] que está sendo lido alguma coerência e interpretá-lo
da forma que achar mais adequada.
=> A intencionalidade tem relação estrita com a
argumentatividade. Não existem textos neutros, há  SITUACIONALIDADE
sempre alguma intenção ou objetivo da parte de
quem produz um texto. propósitos. Existe sempre => Tem função de adequar um texto a uma situação,
uma argumentatividade no uso da linguagem. ao contexto. Uma situação define e conduz o sentido
do discurso, por isso que, às vezes, mesmo um texto
 COMUNICABILIDADE com baixa coesão e pouco claro pode funcionar
melhor em uma situação do que outro mais completo.

=> Considerado como outro fator responsável pela


=> Comunicabilidade acontece quando uma coerência textual a situacionalidade pode ser
mensagem é transferida de forma integral, correta, encontrada em duas situações:
rápida e economicamente. Essa transmissão integral
significa que não há ruídos supressivos, deformantes A) da situação para o texto
ou concorrentes.
=> No primeiro caso, ao construir um texto, é
=> Na transmissão correta há coerência entre a importante observar o que é adequado para aquela
mensagem mandada pelo emissor e pelo receptor. A situação, a exemplo: formalidade, variedade da
rapidez supõe que a mensagem seja transmitida de linguagem daquela localidade ou região. Deve ser
maneira curta sem prolongação, e a economia quer então restrita a comunicação para que haja o melhor
dizer transmitir a mensagem da forma mais objetiva entendimento do interlocutor.
possível sem retornos e sem esforços para
compreender o que foi dito. B) do texto para a situação
=> Já no segundo caso, o texto também apresenta
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 ACEITABILIDADE reflexos importantes sobre a situação comunicativa;


sendo que dessa vez será do texto para a situação. O
produtor cria o mundo de acordo com seus pontos de
vistas, seus objetivos, propósitos etc., portanto o
texto não é uma cópia fiel do mundo real, mas sim o
mundo tal como ele é visto pelo produtor. Por isso
que quando pessoas descrevem o mesmo fato nunca
sai com depoimentos iguais.

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 INFORMATIVIDADE ESTRUTURA DAS PALAVRAS

=> As palavras são constituídas de morfemas. São


eles: Raiz, Radical, Afixos (prefixos e sufixos), Infixos,
(vogal de ligação e consoante de ligação), Vogal
Temática, Tema e Desinências

RAIZ: Raiz é o elemento originário e irredutível em


que se concentra a significação das palavras,
consideradas do ângulo histórico. É a raiz que dá o
sentido geral, comum às palavras da mesma família
etimológica.
=> A informatividade se caracteriza como a
capacidade de acrescentar informações novas ao
Raiz noc [Latim nocere = prejudicar] tem a significação
texto. Seria fugir ao “lugar comum” ou “senso
geral de causar dano, e a ela se prendem, pela origem
comum”.
comum, as palavras nocivo, nocividade, inocente,
inocentar, inócuo, etc.
=> Assim, ao passo que o senso comum em nada
contribui para o conhecimento do leitor, haja vista
que são informações extraídas do consenso geral, Obs.: uma raiz pode sofrer alterações. Veja o
a informatividade, como literalmente se afirma, exemplo:
acrescenta ao interlocutor algo novo e inesperado. Ex.: at-o - at-or - at-ivo - aç-ão - ac-ionar

=> É preciso, acima de tudo, interpretar o que está RADICAL: É o elemento básico e significativo das
sendo lido, procedimento esse que somente se palavras, consideradas sob o aspecto gramatical
tornará viável se houver um pouco de conhecimento e prático. É encontrado através do despojo dos
prévio que vai se incorporando ao que é conquistado. elementos secundários (quando houver) da palavra.

=> Torna-se importante ressaltar que o nível Observe o seguinte grupo de palavras:
de informatividade de um texto pode variar de livr- o / livr- inho / livr- eiro / livr- eco
acordo com o público a que ele se destina, público e o
grau de informações demarcado em um texto têm de Você reparou que há um elemento comum nesse
estar em consonância entre si. grupo? Você reparou que o elemento livr serve de
base para o significado? Esse elemento é chamado de
Dessa forma, importante é frisar que um texto pode radical (ou semantema).
se constituir de um médio grau de informatividade, Por exemplo: Ex.: cert-o - cert-eza - in-cert-eza
tal como ocorre com a maioria dos textos que circula
na esfera jornalística, destinada a um público Atenção: Às vezes, ele sofre pequenas alterações.
mediano, em termos de informação. Já um texto Ex.: dormir, durmo; querer, quis.
dotado de alto rigor científico traz consigo um grau
maior de informatividade, podendo ser veiculado AFIXOS: Existem dois tipos de afixos: Prefixos e
numa revista científica e ser destinado ao público que sufixos
faz parte desse universo.
PREFIXOS: São morfemas colocados antes do radical.
Exemplos: infeliz, incapaz e desconfiar.
Tome cuidado com as vírgulas. Veja por exemplo a
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Cuidado: pré-vestibular (pré = prefixo) e não palavra


diferença de sentido nas frases a seguir. composta. Os prefixos raramente alteram a classe
a) Só, o Diego da M110 fez o trabalho de artes. gramatical (feliz – adjetivo; infeliz – adjetivo)
Só o Diego da M110 fez o trabalho de artes.
b) Os alunos dedicados passaram no vestibular. SUFIXOS : São morfemas colocados depois do radical.
Os alunos, dedicados, passaram no vestibular. Exemplos: felizmente, garotinha e sapateiro. Os
c) Marcão, canta Garçom, de Reginaldo Rossi. sufixos geralmente alteram a classe gramaatical (útil –
Marcão canta Garçom, de Reginaldo Rossi. adjetivo; utilizar = verbo)

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INFIXOS: São vogais ou consoantes de ligação que PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS
entram na formação das palavras para facilitar a
pronúncia. Para analisar a formação de uma palavra, deve-se
Exemplos: procurar a origem dela. Caso seja formada por apenas
um radical, diremos que foi formada por derivação; Se
CONSOANTE DE LIGAÇÃO for por dois ou mais radicais, composição. São os
 café - cafeteira; seguintes os processos de formação de palavras:
 capim-capinzal.
 DERIVAÇÃO
VOGAL DE LIGAÇÃO:
 gás-gasômetro; Derivação Prefixal: Acréscimo de um prefixo à palavra
 cafeicultura. primitiva; também chamado de prefixação.
Exemplos: desfazer, inútil, bisneto.
VOGAL TEMÁTICA - (VT) Junta-se ao radical para
receber outros elementos. Existe vogal temática em Derivação Sufixal: Acréscimo de um sufixo à palavra
verbos e nomes. Exemplos: primitiva; também chamado de sufixação.
Exemplos: felizmente, igualdade, florescer.
 cantar, beber, partir
 rosa, sala, bolo, bola Derivação Prefixal e Sufixal: Acréscimo de um prefixo
e de um sufixo, em tempos diferentes; também
=> Nos verbos, a VT indica a conjugação a que chamado de prefixação e sufixação.
pertencem ( 1ª , 2ª ou 3ª ). Exemplos: infelizmente, desigualdade, reflorescer.
Exemplo: partir- “I” indica verbo de 3ª conjugação
Derivação Parassintética: Acréscimo de um prefixo e
=> Há formas verbais e nomes sem VT. Ex.: rapaz, de um sufixo, simultaneamente (não podem ser
mato (verbo), sofá, café (a palavra inteira é o radical); isolados); também chamado de parassíntese.
Por exemplo: envernizar, enrijecer, anoitecer.
Dica: A VT não marca nenhuma flexão, portanto é diferente
de desinência. Derivação Regressiva: É a retirada da parte final da
palavra primitiva, obtendo, por essa redução, a
TEMA: É o radical + vogal temática. Se não houver palavra derivada. Por exemplo: do verbo debater,
vogal temática, não haverá tema. retira-se a desinência de infinitivo -r: formou-se o
Exs: terra = terr (radical) + a (VT) = terra (tema); substantivo debate.
amava = am (rad) + a (vogal temática) = ama (tema)
Derivação Imprópria: É a formação de uma nova
DESINÊNCIAS: São morfemas colocados no final das palavra pela mudança de classe gramatical. Por
palavras para indicar flexões verbais ou nominais. exemplo: a palavra gelo é um substantivo, mas pode
ser transformada em um adjetivo: camisa gelo.
Podem ser:
Nominais: Indicam gênero e número de nomes (  COMPOSIÇÃO
substantivos, adjetivos, pronomes, numerais ).
Exemplos: casa – casas; gato – gata e menininhas É o processo pelo qual a palavra é formada pela
(inh= grau; a= gênero; s=número). junção de dois ou mais radicais.

Verbais: Dividem-se em: Justaposição: Quando não há alteração nas palavras e


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 Desinência Modo-temporal: IA – VA – RA- RE continua a serem faladas (escritas) da mesma forma


– RIA – RIE – SSE – A – E ; como eram antes da composição.
Ex: girassol (gira + sol), pé de moleque (pé + de +
* Deve-se ter muito cuidado para não moleque)
confundir as vogais temáticas “A” e “E” com
as desinências. Aglutinação: Quando há alteração em pelo menos
uma das palavras seja na grafia ou na pronúncia.
 Desinência número-pessoal: O, S, STE, STES, Exemplo: planalto (plano + alto),
MOS.

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=> Além da derivação e da composição existem Primitivo: São variadas palavras que se encaixam
hibridismo, abreviação e onomatopeia. numa família etimológica, e que não deriva de
nenhum outro nome. Exemplos: dente, flor etc.
Hibridismo: É a formação de novas palavras a partir Derivado: Surge de outra palavra já existente na
da união de radicais de idiomas diferentes. Língua, ou seja, é originado do primitivo (primeiro).
Exemplos: automóvel, sociologia, sambódromo . Exemplos: dentista, florista etc.

Abreviação ou Redução: É a forma reduzida (com Simples: Possui somente um radical. Exemplo: água,
sentido de palavra) apresentada por algumas tempo, rádio, caixa etc.
palavras: Exemplos: auto (automóvel), quilo
(quilograma), moto (motocicleta). Composto: Possui mais de um radical, ou seja, é uma
palavra composta. Exemplos: guarda-chuva, couve-
Abreviatura: Forma reduzida (sem formar palavra) flor, aguardente etc.
Ex.: Ltda. Apto. Coletivo: É o substantivo que expressa o conjunto de
elementos da mesma espécie, mesmo estando no
Onomatopeia: Palavras, tentando imitar sons da singular. Ex: Alcateia (lobos), Malhada (ovelhas)
natureza. Ex: cricri, tique-taque, pingue-pongue.
 Flexão de gênero:
Neologismo semântico: Quando se dá um novo
significado, somado ao que já existe. Ex. legal.
=> Será masculino se vier anteposto pelo artigo “o”: o
Empréstimo linguístico: É o aportuguesamento de gato, o homem, o amor, o líder, o telefonema; será
palavras estrangeiras; se a grafia da palavra não se feminino se houver anteposição do artigo “a”: a gata,
modifica, ela deve ser escrita entre aspas. Exemplos: a mulher, a pessoa, a criança.
estresse, estande, , bife, "show", xampu, "shopping".
=> Há, contudo, uma distinção a ser feita entre:
substantivos biformes e uniformes.
SUBSTANTIVO
 Biformes: apresentam uma forma para o
=> Caracteriza-se por nomear ou designar seres em masculino; outra para o feminino:
geral, bem como indicar nomes de pessoas (João), Ex.:menino, menina.
lugares (Bahia), instituições (Fórum), gêneros
(homem), noções (justiça), ações (colheita), estados  Uniformes: apresentam uma única forma
(tristeza), sentimentos (paixão) e qualidades (doçura). para o masculino e para o feminino: criança,
artista. Subdividem-se em:
Os substantivos são classificados em:
=> Epicenos: têm um só gênero e nomeiam bichos.
Ex: a cobra macho e a cobra fêmea, o jacaré macho e
Concreto: Nomeiam seres existentes que possam
o jacaré fêmea.
gerar imagem, podendo ser imaginários (anjos, alma,
bruxa), ou reais (casas, cadeira). A palavra, em si, não => Sobrecomuns: têm um só gênero e nomeiam
depende de outra. pessoas. Por exemplo: a criança, a testemunha, a
vítima, o cônjuge, o gênio, o ídolo, o indivíduo.
Abstrato: Depende de um concreto. São os
sentimentos, as ações, as emoções, qualidade e um => Comuns de Dois Gêneros: indicam o gênero das
estado. Ex: beijo, vida, amor, ódio, frio, beleza etc. pessoas por meio do artigo. Por exemplo: o colega e a
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colega, o doente e a doente, o artista e a artista.


Próprio: Dá nome aos seres, ou seja, o ser é nomeado
particularmente, é representado pela letra inicial => Substantivos de origem grega, terminados em ema ou
maiúscula. Exemplo: Maria, Terra, São Paulo etc. Omã, são masculinos. Ex: o axioma, o fonema, o poema, o
sistema, o sintoma, o teorema.
Comum: Nomeia um ser que participa de certa classe,
genericamente. Exemplos: homem, cachorro, cidade, => Existem certos substantivos que, variando de gênero,
mesa, telefone etc. variam em seu significado. Ex: o rádio (aparelho receptor) e
a rádio (estação). o capital (dinheiro) e a capital (cidade)

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 Flexão de número: b) Flexiona-se somente o 2º elemento, quando:
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=> verbo + substantivo = guarda-roupa e guarda-
=> O indicativo de plural é a terminação “s”: Ex: o roupas
colega > os colegas; o chapéu > os chapéus. => palavra invariável + palavra variável = alto-falante e
alto-falantes
=> Porém, há algumas particularidades. Vejamos => palavras repetidas = reco-reco e reco-recos
algumas. Substantivos terminados em:
c) Flexiona-se somente o 1ª elemento, quando:
a1) al, el, ol, ul: Em geral, troca-se o “l” por “is”: => substantivo + preposição clara + substantivo =
Ex: jornal > jornais; papel > papéis; barril > barris; água-de-colônia e águas-de-colônia
anzol > anzóis
Obs.: Exceto mel > meles ou méis; mal > males => substantivo + preposição oculta + substantivo =
cônsul > cônsules ; gol > gols, goles, gois cavalo-vapor e cavalos-vapor

a2) Il: Quando oxítonos, plural em is: canil > canis => substantivo + substantivo que funciona como
Quando paroxítonos, em eis. míssil - mísseis. determinante do primeiro. Ex:palavras-chave;
Obs.: a palavra réptil pode formar seu plural de duas notícias-bomba; homens-rã ; peixes-espada
maneiras: répteis ou reptis (pouco usada).
d) Permanecem invariáveis, quando formados de:
verbo + advérbio = o bota-fora e os bota-fora
b) “r” e “z”: são acrescidos de “es” para o plural:
verbo + substantivo = o saca-rolhas e os saca-rolhas
Ex: amor > amores; luz > luzes
e) Casos Especiais: o louva-a-deus e os louva-a-deus; o
c) “s”, se for paroxítono, o plural será invariável. Caso
bem-te-vi e os bem-te-vis; o bem-me-quer e os bem-
seja oxítono, acrescenta-se “es”:
me-queres; o joão-ninguém e os joões-ninguém.
Ex: ônibus > ônibus; país > países

d) “n”: formam o plural em “es” ou “s”: PLURAL DOS DIMINUTIVOS


Ex: abdômen > abdomens (nes) ; pólen > polens => Flexiona-se o substantivo no plural, retira-se
o s final e acrescenta-se o sufixo diminutivo:
e) “m” ; formam o plural em “ens”: Pão => pãe(s) + zinhos = pãezinhos ;
Ex: homem > homens; viagem > viagens animal => animai(s) + zinhos = animaizinhos;
flor => flore (s) + zinhas = florezinhas
f) “x”: invariáveis: Ex: tórax > tórax ; xérox > xérox
PLURAL COM METAFONIA
g) “ão”: têm três variações para o plural: “ões”, “ães”
e “ãos”: => No singular, temos som de ‘Ô” e no plural “Ó”.
Ex: eleição > eleições; pão > pães; cidadão > cidadãos corpo – corpos; esforço – esforços ; fogo – fogos;
forno – fornos; fosso – fossos; imposto – impostos;
Plural dos Substantivos Compostos olho – olhos; osso – ossos; poço – poços; porto –
portos ; posto – postos; rogo – rogos; troco – trocos
=> Aqueles que são grafados sem hífen comportam-se
como os substantivos simples: aguardente e => Vogal tônica fechada (ô): adornos, almoços, bolsos,
aguardentes, girassol e girassóis; pontapé e pontapés esposos, estojos, globos, gostos, polvos, rolos, soros
Obs.: distinga-se molho (ô), caldo (molho de carne),
Com elementos são ligados por hífen: de molho (ó), feixe (molho de lenha)
a) Flexionam-se os dois elementos, quando há:  Flexão de grau:
=> substantivo + substantivo = couve-flor e couves-
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flores Podem variar entre aumentativo e diminutivo.


=> substantivo + adjetivo = amor-perfeito e amores-
perfeitos a) Sintético - acréscimo de sufixos ao grau normal.
=> adjetivo + substantivo = gentil-homem e gentis- Exemplo: amor, amorzinho, amorzão
homens
b) analítico –juntam-se a adjetivos que transmitem
=> numeral + substantivo = quinta-feira e quintas-
ideia de aumento ou diminuição.
feiras
Ex.: urso grande, urso pequeno

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=> Flexão dos adjetivos
ADJETIVOS
 Flexão de gênero
=> São palavras variáveis, em gênero, número e grau,
que exprimem: qualidade: virtude ou defeito (lúcida, Uniforme – Uma forma para o masculino e feminino.
perversa); o modo de ser (simples); o aspecto ou Ex.: homem feliz ou mulher cruel. Se o adjetivo é
aparência (azul, fosco); origem (baiano) ou estado do composto e uniforme, fica invariável no feminino.
ser (destruído). É um modificador do substantivo. Ex.: conflito político-social e desavença político-social.

Classificação dos Adjetivos Biforme - Duas formas: uma para o masculino e outra
para o feminino. Por exemplo, mau e má; judeu e
 Primitivo: não vem de outra palavra. judia. Se o adjetivo é composto e biforme, ele flexiona
o Ex.: bom, mau etc. no feminino somente o último elemento. Ex.: o
 Derivado: tem origem em outra palavra. motivo sócio-literário e a causa sócio-literária.
o Ex.: bondoso, maldoso etc
 Simples: formado de um só radical. Caso particular: surdo-mudo e surda-muda.
o Ex.: brasileiro, belo, rápido etc.
 Composto: formado de mais de um radical.  Flexão de número
o Ex.: franco-brasileiro, cívico-religioso
Adjetivos simples
 Explicativo: exprime algo próprio do ser.
o Ex.: neve fria, luz clara etc. => Seguem a mesma forma dos substantivos simples.
 Restritivo: qualidade não própria do ser. Ex.: cães ferozes, crianças amáveis
o Ex.: fruta madura, água límpida etc.
 Pátrio ou gentílico: É o adjetivo que indica a => Substantivo usado como adjetivo fica invariável.
naturalidade ou a nacionalidade do ser. Ex.: calças vinho, cursos relâmpago.
o Ex.: brasileiro, sino-alemão etc.
Adjetivos compostos
Adjetivo de Relação: Estabelece com o substantivo => Somente o último elemento varia em gênero e
uma relação de tempo, espaço, matéria, finalidade, número. Ex.: pastas verde-claras, homens luso-
propriedade e procedência. Não pode ser algo de brasileiros
caráter subjetivo, deve ser derivado de substantivo e
não varia em grau superlativo (não pode ser Casos específicos
intensificado) .
Ex.: nota mensal, movimento estudantil, casa => Se o último elemento for substantivo, o adjetivo
paterna, vinho português. composto mantém no plural a mesma forma singular.
Ex.: pastas verde-abacate, blusas azul-safira.
Locução adjetiva: É toda expressão formada de uma => Azul-marinho e azul-celeste são invariáveis
preposição mais um substantivo, equivalente a um Ex.: camisas azul-marinho, calças azul-celeste
adjetivo.
 Ex.: => Os componentes sendo palavra invariável +
o homens com aptidão (aptos) adjetivo, somente esse último se flexionará.
o bandeira da Irlanda (irlandesa) Ex.: garotos mal-educados, crianças recém-nascidas.

Atenção para não confundir “locução adjetiva” com Casos particulares: surdos-mudos, surdas-mudas.
“locução adverbial” que também é formada por preposição
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+ substantivo, porém refere-se ao verbo e não ao


 Flexão de grau
substantivo.
Ex.: café da manhã (=matinal), portanto locução adjetiva.
Mas: sair de manhã (indica tempo) e refere-se ao ato de o Comparativo - pode ser:
sair, portanto locução adverbial.
De igualdade: tão + adjetivo + quanto (ou como):
Ex.: Ela é tão inteligente quanto eu.
Atenção 2: Nem toda locução adjetiva tem adjetivo
equivalente. Ex.: Planta da selva = silvestre; Porta de De superioridade: mais + adjetivo + (do) que:
madeira = X Ex.: Ela é mais inteligente (do) que eu.

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De inferioridade: menos + adjetivo + (do) que: Pronome substantivo exerce o papel de substantivo,
Ex.: Ela é menos inteligente (do) que eu. substitui o substantivo. Pronome adjetivo acompanha o
substantivo, não substitui o substantivo.
Quando houver duas qualidades para um mesmo ser,
emprega-se a forma analítica: Ele é mais bom que Classificação dos pronomes
inteligente. Um ato de comunicação envolve três elementos
básicos, denominados pessoas gramaticais.
Quando houver dois seres, mas uma só qualidade,
emprega-se a forma sintética: Ela é melhor que você. 1ª pessoa Pessoa que fala ou escreve
2ª pessoa Pessoa que ouve ou lê
o Superlativo – pode ser: 3ª pessoa Pessoa (ou coisa) a respeito da qual a 1ª
fala ou escreve
a) Absoluto: a qualidade expressa não é posta
em relação a outros elementos
Pronomes pessoais - substituem os substantivos,
Analítico: Este assunto é muito fácil. indicando as pessoas do discurso:
Sintético: Este assunto é facílimo.
1ª pessoa – aquele que fala; (eu, nós)
b) Relativo: a qualidade expressa é posta em 2ª pessoa – aquele com quem se fala; (tu, vós)
relação a outros elementos. 3ª pessoa – aquele de quem (ou de que) se fala. (ele,
ela, eles, elas)
Superioridade: Cláudia é a mais inteligente de todas.
Os pronomes pessoais podem ser classificados em
Inferioridade: Eles são os menos inteligentes do
três categorias (ou subgrupos):
grupo.

SEMÂNTICA Pronomes pessoais do caso reto: exercem a função


Alguns adjetivos podem assumir significação variada sintática de sujeito da oração. São eles: eu, tu, ele,
de acordo coma posição em que aparecem. ela, nós, vós, eles, elas. Ex.:
Ex. Grande mulher (bom, correto, trabalhador) Eu tenho estudado bastante.
mulher grande (alta, proporções físicas destacadas) Vós tendes que entender a orientação.

O contexto é importante para se determinar o valor Pronomes pessoais do caso oblíquo: Os pronomes
semântico de algumas locuções adjetivas. oblíquos podem ser ainda átonos (não são
Ex.: água de chuva (pluvial) ; dia de chuva (chuvoso) antecedidos, obrigatoriamente, antecedidos por
problema de coração (cardíaco) ; atendimento de preposição) ou tônicos (precedido por preposição).
coração (cordial).
Pronomes átonos: me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os,
PRONOMES as, lhes. Ex.:Enviou-me a encomenda. (átono,
pronome ligado ao verbo, não tem preposição antes)
=> Pronomes são palavras variáveis em gênero,
número e pessoa, que substituem ou acompanham o Pronomes tônicos: mim, comigo, ti, contigo, ele, ela,
substantivo, indicando-o como pessoa do discurso ou si, consigo, nós, conosco, vós, convosco, eles, elas.
situando-o no espaço e no tempo. Ex.: Enviou a encomenda a mim. (tônico, preposição
"a" antes do pronome "mim")
Pronome substantivo X pronome adjetivo
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=> Pronome substantivo é aquele que substitui o


nome. Ex.: Todos chegaram.
Ex.2: Eu tenho estudado muito.
=> Pronome adjetivo é acompanha o nome.
Ex.: Minha esposa é maravilhosa. (minha - pronome
adjetivo possessivo)
Ex.2: Essa camisa parece confortável. (essa - pronome
adjetivo demonstrativo)

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EMPREGO DOS PRONOMES PESSOAIS RETOS => no(s), na(s), quando associados a verbos
terminados em som nasal. (ão, õe, am, em).
=> As formas "eu" e "tu", não podem vir precedidas Ex.: Encontraram o livro. (Encontraram-no.)
de preposição, funcionando como complementos. Ex.2: Propõe as referências. (Propõe-nas.)
Usam-se as formas obliquas correspondente "mim" e
"ti". Ex.: Não há segredos entre mim e ti. => Depois da palavra “eis” e das formas “nos” e “vos”,
Chegaram duas encomendas para mim. usamos lo(s), La(s) também com terminações
suprimidas.
=> Os pronomes "eu" e "tu" funcionam sempre como Ex.: Ei-lo aqui, meu amigo.
sujeito (ou predicativo). Quando precedidos de Ex.2: Não mo diga (me + o). Não me diga isto.
preposição, eles representam o sujeito de um verbo Ex.4: Não to digam (te + o). Não te digam isso.
no infinitivo (r, res, rmos, rdes, rem).
Ex.: Recomendaram para eu não sair hoje. => Nos - Se o verbo estiver na 1ª pessoa do plural, a
Há novas mensagens para tu leres. forma verbal perderá o "s" final.
Ex.: Sentimo-nos honrados com sua presença.
Depois da palavra até, indicando direção, usa-se mim ou ti;
indicando inclusão, eu ou tu: Ex.:Os condôminos dirigiram- => Os pronomes oblíquos me, te, se, nos, vos, o (e
se até mim e solicitaram que até eu pressionasse o sindico. variações) podem aparecer exercendo a dupla função
de objeto direto de um verbo e sujeito de outro.
Ordem direta x ordem inversa Ex.: Deixe-me falar. (e não, Deixe eu falar)
Ex.: Não é fácil para mim aguentar seu estresse. (Aguentar Ex.2: Faça-o sair daqui. (e não, Faça ele sair daqui)
seu estresse não é fácil para mim.)
Lhe(s), vos – não alteram a forma verbal.
Quando exercer a função de sujeito, o pronome não Ex.: Confiamos-lhes nossos segredos.
sofrerá contração. Ex.: Apresentamos-vos as metas da empresa.
Apesar de ela não querer, nós viajaremos hoje.
OBSERVAÇÃO: LHE(S) – Verbo (A); Pessoa: Usa lhe quando
o verbo exigir a preposição A e sempre que se referir a
EMPREGO DOS PRONOMES OBLÍQUOS pessoa. Ex.: Obedeço ao chefe. (Obedeço-lhe.)
=> Os pronomes si e consigo referem-se ao próprio
LHE(S) – Dele(A)(S): Usa-se lhe(s) quando puder ser
sujeito (reflexivos). trocado por dele(a)(s). Neste caso o verbo não exige A.
Ex.: Ela levava consigo todos os seus Ex.: Roubara-lhe o livro. (Roubaram o livro dele(a).)
pertences. ("Consigo" tem o valor de "carregar").
Ex.2: Rodrigo falou de si aos professores. PRONOMES DE TRATAMENTO
=> Conosco/convosco x com nós/com vós. => Referem-se à pessoa a quem se fala (2ª pessoa),
Terminando a frase, não haverá o pronome pessoal. mas a concordância gramatical deve ser feita sempre
Ex.: O patrão falará conosco/convosco. com a 3ª pessoa.
Ex.2: O patrão falará com nós/com vós mesmos
(...todos, próprios, duas, cinco...) Ex.:Vossa Senhoria conheceis os vossos problemas.
(forma gramaticalmente incorreta – 2ª pessoa)
=> Os pronomes o, a, os, as são usados como objetos Ex.2: Vossa Excelência conhece os seus problemas.
diretos (complementos que não exigem preposição): (forma gramaticalmente correta, 3ª pessoa)
Ex.: O trovão abalou a cidade. (O trovão abalou-a. O
trovão abalou o que?) => É importante destacar: Deve-se iniciar com ‘vossa’,
quando nos dirigimos diretamente à pessoa
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Ex.2: Entreguei o livro ao professor. (entreguei-o ao


professor). representada pelo pronome, e por ‘sua’, quando
fazemos referência a essa pessoa. Ex.:
=> Adquirem as seguintes formas: lo(s), la(s), quando
Vossa Excelência é honesta. (fala-se diretamente com
associados a verbos terminados em R, Z ou S.
a pessoa)
Ex.: Encontrar o amigo. (Encontrá-lo.)
Ex.2: Fez as tarefas. (Fê-las.) Sua Excelência é honesta. (fala-se a respeito da
Ex.3: Estudamos os assuntos. (Estudamo-los.) pessoa)

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Alguns Pronomes de Tratamento  o, os, a, as = aquele, aquela, aquele, aquelas,
Pronomes Abreviações: Uso aquilo
singular/plural Ex.: Comprei o que querias. (= aquilo)
Você v./vv.
Pessoas próximas
Senhor/Senhora Sr. (s)
Tratamento de  Mesmo, mesmos, mesma, mesmas
respeito Ex.: As regras são as mesmas.
Senhorita Srta. (s) Moças solteiras
Vossa Senhoria V. Sª. (s) Pessoas de  Próprio, próprios, própria, próprias
cerimônia, em Ex.: Os próprios alunos leram o livro.
ofícios
Vossa Excelência V. Exª. (s) Altas autoridades, Emprego dos pronomes demonstrativos:
Presidente, > Emprego dos pronomes demonstrativos
senador, deputado  Posição no espaço:
Vossa Meritíssima Usado por extenso Juízes de direito o Este, estes, esta, estas, isto = perto de quem
Vossa V. Revma. (s) Sacerdotes e fala
Reverendíssima religiosos em geral o Esse, esses, essa, essas, isso = perto de com
Vossa Eminência V. Emª. (s) Cardeais e bispos quem se fala
Vossa Santidade V. S. O Papa o Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo =
Vossa Paternidade V. P. (VV.PP.) Superiores de longe dos falantes
ordens religiosas
Vossa Alteza V. A. (VV.AA.) Príncipes e duques Ex.: "Compro este carro (aqui). Compro esse carro
Vossa Majestade V. M. (VV.MM.) Reis/rainhas (aí). Compro aquele carro (lá).
Vossa Majestade V. M. I. Imperadores
Imperial  Posição no tempo
Vossa V. Magª. (s) Reitores e o Estes, estes, esta, estas, isto - indicam o
Magnificência universidades tempo presente ao ato da fala.
Vossa Onipotência V. O. Deus Ex.: Nestes últimos meses, estudei muito.

PRONOMES DEMONSTRATIVOS o Esse, esses, essa, essas, isso - indicam o


passado ou o futuro próximos ao ato da fala.
=> Indicam no espaço ou no tempo a posição de um Ex.: Em 2002, o Brasil sagrou-se pentacampeão.
ser em relação às pessoas do discurso. Nessa época, ninguém acreditava que fosse possível.

o Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo -


Os pronomes demonstrativos são os seguintes:
indicam um passado vago ou remoto.
 Pronomes demonstrativos variáveis:
Ex.: A Ditadura Vargas marcou a história política do
o este, esta, estes, estas
Brasil. Aquela foi uma época que ofuscou a
o esse, essa, estes, essas
democracia no país.
o aquele, aquela, aqueles, aquelas
 Em um texto: coesão referencial
 Pronomes demonstrativos invariáveis:
o isto Contexto Endofórico - Contexto "dentro do texto"
o isso
o aquilo A) => Referência Anafórica - "Retoma" alguma coisa
que já foi dito. Os pronomes anafóricos são esse,
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=> Termos que podem ser usados como pronomes esses, essa, essas, isso.
demonstrativos: Ex.: "Amai-vos uns aos outros", esse é o maior
mandamento.
 Semelhante(s)
Ex.: Nunca vi semelhante injustiça! B) Referência Catafórica - quando "apresenta"
alguma coisa. Os catafóricos são: este, estes, esta,
 Tal, tais estas, isto.
Ex.: Tal fato é um grande avanço social. Ex.: O maior mandamento é este: "Amai-vos uns aos
outros".

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Contexto Esofórico - Contexto "fora do texto" – Emprego dos pronomes relativos:
Referenciação Dêixis – significa apontar para...
 Não se define com clareza o lugar ou o espaço QUE – relativo universal (pessoas ou coisas).
Ex.: Minha terra tem palmeiras Ex: Os amigos que tenho.(os quais)
Onde canta o sabiá Ex 2:Os livros que li. (os quais)
As aves que aqui gorjeiam Obs.: Sempre que em uma frase poder trocar que por qual,
Não gorjeiam como lá..." esse pronome é relativo. A palavra que sempre concorda
com o que vem antes (QUE TROCANDO POR QUAL).
Deste X Aquele - em caráter de oposição
CUJO (A) (S) – Liga algo possuído ao possuidor.
=> Em um discurso, a oposição este x aquele é usada Ex.: Este é o autor a cuja obra me refiro.
para retomar elementos citados anteriormente. Ex: Este é o autor de cuja obra gosto.
"Aquele" retoma o primeiro e "este" o último
elemento da citação. Obs.: É preciso atender a regência do verbo.

Ex.: A realidade social evidencia um abismo entre O QUAL – usado para pessoas ou coisas, a fim de dar
ricos e pobres: aqueles repletos de oportunidades maior clareza ao enunciado. Usa-se preferencialmente
que são negadas a estes. depois de preposições com mais de uma silaba ou
após “sem” e “sob”.
Resumo: Ex.: Esta é Sônia namorada de Gustavo, a
qual simultaneamente namora Marcos.
Ex.2: Aquela é a árvore sob a qual sentávamos.

PRONOMES POSSESSIVOS
=> Indicam a pessoa (possuidor), acrescentam a ele a
ideia de posse de algo (coisa possuída).

PRONOMES RELATIVOS

Considere as seguintes orações:


Todos fotografaram o casarão. O casarão seria Emprego dos pronomes possessivos
demolido.
oração A oração B => Há casos em que o possessivo seu (e variações)
=> Para evitar a repetição do nome casarão, podemos pode gerar ambiguidade. Ex.: O pai repreendeu a filha
reunir essas orações da seguinte maneira: porque ela bateu o seu carro. (o carro dele ou dela?)
Todos fotografaram o casarão | que seria demolido. => A ideia de posse é, muitas vezes, representada
oração A oração B pelos pronomes oblíquos me, te, se, nos, vos, lhe (s).
Ex.: Roubaram-me o relógio. (... o meu relógio)
=> A palavra que inicia a oração B e substitui nela uma Bateram-lhe na cabeça. (... na cabeça dele)
palavra que já apareceu na oração A. A palavra que é,
na frase acima, um pronome relativo. => Os possessivos podem sugerir ideia de
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aproximação, ironia, afetividade ou cortesia.


O pronome relativo retoma um nome da oração anterior (o Ex.: Ele deve ter seus noventa anos. (aproximação)
antecedente) com o qual se relaciona, projetando-o em
Obedeça-me, seu imprestável! (desprezo, ordem)
outra oração.
Minha querida, que horas são? (afetividade)
Meu caro amigo, que bom vê-lo! (cordialidade)
=> São variáveis: o qual, a qual, os quais e as quais;
cujo, cuja, cujos, cujas; quanto, quanta, quantos e => Uniformidade de tratamento.
quantas Ex.: Você reouve teus objetos perdidos? (incorreto!)
=> São invariáveis: que, quem e onde (equivalente a Você reouve seus...(correto!
“o qual” e flexões)

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PRONOMES INDEFINIDOS ARTIGOS
=> Referem-se à terceira pessoa do discurso, dando-
lhe sentido vago ou expressando quantidade => Precede o substantivo para determiná-lo,
indeterminada. Veja o quadro dos indefinidos: mantendo com ele relação de concordância. Assinala
gênero e número (o/a colega, o/os ônibus).

Os artigos podem ser classificado em:


 definido – o, a, os, as – um ser claramente
determinado entre outros da mesma espécie;
 indefinido – um, uma, uns, umas – um ser
qualquer entre outros de mesma espécie;

Podem aparecer combinados com preposições (numa, do,


à, entre outros).
Locuções pronominais indefinidas
Quanto ao emprego do artigo:
=> São grupos de palavras que equivalem a pronomes => Convém omitir em provérbios. (Tempo é dinheiro);
indefinidos. São locuções pronominais indefinidas:
=> Depois de “Cujo (s)”, “Cuja(s)”, é proibido;
=> Cada qual, cada um, qualquer um, quantos quer
(que), quem quer (que), seja quem for, seja qual for, => Atenção quanto à especificação: Fiquem dois aqui;
todo aquele (que), tal qual (= certo), tal e qual, tal ou os outros podem ir ≠ Uns estavam atentos; outros
qual, um ou outro, uma ou outra, etc. conversavam;
Ex.: Cada um de nós deverá fazer a sua parte para => É obrigatório usar artigo entre o numeral ambos e
salvar o mundo. o substantivo a que se refere (ambos os cônjuges);
Emprego dos pronomes indefinidos => Diante do possessivo (função de adjetivo) o uso é
 Todo, toda, todos, todas + artigo:
facultativo; mas se o pronome for substantivo, torna-
Ex.: Todo carro tem defeitos. (qualquer; generalidade) se obrigatório: (os [seus] planos foram descobertos,
Todo o carro tem defeitos. (este, determinado carro) mas os meus ainda estão em segredo);

=> O uso antes de nome próprio denota familiaridade;


 Valor semântico e posição na frase.
Ex. Alguma lembrança restou daquele amor. => Não se usa artigo diante das palavras casa (= lar,
(anteposto -valor afirmativo) moradia), terra (= chão firme) e palácio a menos que
Lembrança alguma restou daquele amor. (posposto - essas palavras sejam especificadas (venho de casa /
valor negativo = nenhum) venho da casa paterna);
Certas pessoas... (anteposto = algumas)
=> Diante de alguns nomes de cidade ou estados não
Pessoas certas... (posposto = exatas, corretas) se usa artigo. Ex.: Aracaju, Sergipe, Curitiba, Roma,
Qualquer pessoa... (valor indefinido) Atenas, AL, GO, MT, MG, PE, SC, SP e SE;
Pessoa qualquer... (valor pejorativo) => Não se combina com preposição o artigo que faz
parte de nomes de jornais, revistas e obras literárias,
PRONOMES INTERROGATIVOS bem como se o artigo introduzir sujeito (li em Os
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=> Usados na formulação de perguntas diretas ou Lusíadas / Está na hora de a onça beber água);
indiretas. Assemelham-se aos indefinidos, pois se
referem a um ser sobre o qual não temos informações => Repete-se artigo nas oposições entre pessoas e
sempre na terceira pessoa do discurso. coisas (o rico e o pobre) / (o bom e o mau ladrão) / o
QUE, QUEM, QUAL E QUANTO. patrão e os operários / o genro e a nora);

=> Não se repete artigo: quando há sinonímia


indicada pela explicativa (a botânica ou fitologia) /

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NUMERAL Atenção: Numeral indica quantidade; Artigo é quando se
opõe ao substantivo, indicando-o de forma indefinida.
=> Numeral é a palavra que indica quantidade,
número de ordem, múltiplo ou fração. Classifica-se  Quanto à flexão, varia em gênero e número:
como cardinal (1, 2, 3), ordinal (primeiro, segundo,
terceiro), multiplicativo (dobro, duplo, triplo),  variam em gênero:
fracionário (meio, metade, terço). Além desses, ainda
há os numerais coletivos (dúzia, par). Cardinais: um, dois e os duzentos a novecentos; todos
os ordinais; os multiplicativos e fracionários (quando
=> Quanto ao valor, os numerais podem apresentar expressam ideia adjetiva em relação ao substantivo).
valor adjetivo ou substantivo. Se estiverem
acompanhando e modificando um substantivo, terão  variam em número:
valor adjetivo.
=> Cardinais terminados em -ão; todos os ordinais; os
=> Já se estiverem substituindo um substantivo e multiplicativos (quando têm função adjetiva); os
designando seres, terão valor substantivo. [Ele foi o fracionários, dependendo do cardinal que os
primeiro jogador a chegar. (valor adjetivo) / Ele será o antecede.
primeiro desta vez. (valor substantivo)].
=> Os cardinais, quando substantivos, vão para o
 Quanto ao emprego do numeral: plural, se terminarem por som vocálico (Tirei dois dez
e três quatros).
=> Os fracionários têm como forma própria meio,
metade e terço; todas as outras representações de Lista dos principais ordinais (em relação a provas):
divisão correspondem aos ordinais ou aos cardinais  11.º – décimo primeiro ou undécimo
seguidos da palavra avos (quarto, décimo, milésimo,  12.º – décimo segundo ou duodécimo
quinze avos);  13.º – décimo terceiro ou tércio-décimo
 50.º – quinquagésimo
=> Designando séculos, reis, papas e capítulos, utiliza-  60.º – sexagésimo
se na leitura ordinal até décimo; a partir daí usam-se  70.º – septuagésimo ou setuagésimo
os cardinais. (Luís XIV – quatorze, Papa Paulo II –  80.º – octogésimo
segundo);  90.º – nonagésimo
e) Na numeração de decretos, portarias, leis, artigos  200.º – ducentésimo
 300.º - trecentésimo ou tricentésimo
e outros textos considerados oficiais, empregamos
os ordinais até o nono, e os cardinais a partir do  400.º – quadringentésimo
 500.º – quingentésimo
número dez. (Art. 5º - quinto; parágrafo 11 – onze)
 600.º - sexcentésimo ou seiscentésimo
=> Se o numeral vier antes do substantivo, será  700.º – septingentésimo ou setingentésimo
obrigatório o ordinal (XX Bienal – vigésima, IV Semana  800.º – octingentésimo
de Cultura – quarta);  900.º – noningentésimo ou nongentésimo
 1.000.º – milésimo
=> Zero e ambos(as) também são numerais cardinais.  10.000.º – décimo milésimo
14 apresenta duas formas: catorze e quatorze;  1.000.000.º – milionésimo
 1.000.000.000.º – bilionésimo
=> A forma “milhar” é masculina, portanto não existe  1.000.000.000.000.º - trilionésimo
“algumas milhares de pessoas”, mas alguns milhares
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de pessoas; Atenção! Tradicionalmente, a partir do 2.000.º, o numeral ordinal


deveria ser lido sendo iniciado por um numeral cardinal, como em
=> Numerais coletivos: grosa (doze dúzias), lustro dois milésimos, centésimo décimo quarto (2.114.º). Contudo, para
(período de cinco anos), sesquicentenário (150 anos); evitar confusões com as milésimas dos números decimais, tem
sido privilegiada a leitura iniciada igualmente com numeral
=> Alguns algarismos romanos: 1 (I), 5 (V), 10 (X), 50 ordinal, como em segundo milésimo, centésimo décimo quarto
(2.114.º).
(L), 100 (C), 500 (D), 1000 (M), 4000 (IV*)
* Neste caso, com um traço sobre o IV.

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ADVÉRBIOS d) afirmação - sim, decerto, certamente,
efetivamente, seguramente, realmente; sem dúvida,
1. Conceito por certo, com certeza.

Advérbio é a palavra que exprime circunstâncias. e) negação - não, absolutamente, tampouco; de modo
algum, de jeito nenhum.
=> Diferentemente do que seu nome indica, o
f) intensidade - muito, pouco, mais, menos, ainda,
advérbio não é modificador exclusivo do verbo. Os
bastante, assaz, demais, bem, tanto, deveras, quanto,
advérbios de intensidade e os de modo podem
quase, apenas, mal, tão; de pouco, de todo.
modificar também adjetivos e advérbios:
Exemplos:
g) dúvida - talvez, quiçá, acaso, porventura,
 Nós estudamos muito.
possivelmente, provavelmente, eventualmente.
 Ela é bastante inteligente.
 Seu amigo dança muito bem.
 Aplicando nas frases/orações:
=> Em alguns casos, os advérbios podem se referir a
4. Flexão do Advérbio
uma oração inteira; nessa situação, normalmente
transmitem a avaliação de quem fala ou escreve sobre
=> O advérbio é uma classe invariável em gênero e
o conteúdo da oração:
número, mas flexiona-se em grau. O advérbio admite
Exs: Infelizmente, o Congresso não aprovou o projeto.
dois graus: comparativo e superlativo.
Lamentavelmente, ele não estará conosco.
 Grau comparativo
OBSERVAÇÃO: Na frase "Ele comprou muita coisa" não
existe advérbio porque "coisa" é substantivo e o advérbio
não modifica substantivos.
=> Como ocorre com os adjetivos, o grau comparativo
pode ser de igualdade, de superioridade e de
inferioridade:
2. Locuções adverbiais

=> Conjuntos de duas ou mais palavras que têm valor Ele agia mais friamente (do) que o comparsa.
de advérbio. São formadas por preposição e Ele agia menos friamente (do) que o comparsa.
substantivo ou por preposição e advérbio: Ele agia tão friamente quanto (ou como) o comparsa.
Moravam ao lado da estação. = Moravam lá.
Acordei no meio da noite. = Acordei cedo. => Para os advérbios bem e mal, as formas de
Fiquem por perto. = Fiquem aqui. comparativo são sintéticas (melhor e pior):
Ele agia melhor/pior (do) que o comparsa.
3. Classificação dos advérbios
Cuidado: Diante de particípios que atuam como adjetivos,
a) lugar- aqui, aí, ali, cá, lá, acolá, além, longe, perto, são empregadas as formas analíticas mais bem e mais mal:
dentro, adiante, defronte, onde, acima, abaixo, atrás,
Ele é o mais bem informado dos jornalistas (e não o
algures ( = em algum lugar), alhures ( = em outro melhor informado).
lugar), nenhures ( = em nenhum lugar); em cima, de Este edifício é o mais mal construído de todos (e não o pior
cima, à direita, à esquerda, ao lado, de fora, por fora . construído).

b) tempo - hoje, ontem, anteontem, amanhã, o Grau superlativo absoluto:


atualmente, brevemente, sempre, nunca, jamais,
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cedo, tarde, antes, depois, logo, já, agora, ora, então,  analítico: acompanhado de outro advérbio.
outrora, aí, quando; à noite, à tarde, de manhã, de vez Exemplo: "Sandra dança muito bem" .
em quando, às vezes, de repente, hoje em dia.
 sintético: formado com sufixos.
c) modo - bem, mal, assim, depressa, devagar, Exemplo: "Sandra dança rapidíssimo".
rapidamente, lentamente, facilmente, às claras, às
pressas, à vontade, à toa, de cor, de mansinho, de
cócoras, em silêncio, com rancor, sem medo, frente a
frente.
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5. Emprego dos advérbios Conjunções; São palavras invariáveis que unem
=> Otimamente e pessimamente são as formas orações ou termos semelhantes (de mesma função
irregulares do grau superlativo absoluto sintético sintática). Assim, uma conjunção liga:
de bem e mal. Exemplo:
o "Tudo ocorreu otimamente." (= muito bem) => duas orações:
João é pernambucano e Sérgio é cearense. (ligando
=> Certos advérbios podem apresentar-se no orações coordenadas entre si)
diminutivo ou repetidos, mas ambos com valor de
superlativo. Exemplos: => duas palavras de mesma função em uma oração.
o "Hoje cheguei cedinho." (= muito cedo) Ex.: João Luís e Sérgio Rodigues são grandes
o "Todos chegaram cedo, cedo." empreendedores. (ligando dois núcleos do sujeito,
termos de mesma função sintática)
OBSERVAÇÃO: O sufixo -inho, tem valor diminutivo na
propriedade do substantivo, porém na palavra cedinho não Não se deve apenas conhecer todas as conjunções, é
tem valor diminutivo e sim, valor superlativo, ou seja, ele preciso ficar atento ao contexto da frase, pois uma mesma
aumenta ou amplia o valor do termo. conjunção pode exercer valores semânticos diferentes.

=> Quando se coordenam dois ou mais advérbios LOCUÇÕES CONJUNTIVAS: Duas ou mais palavras
terminados em -mente, pode-se usar esse sufixo em empregadas com valor de conjunção. Ex.:
todos ou apenas no último advérbio. Exemplos: se bem que, a fim de que, ainda que, à medida que...
Ex.: Ele estudava atenta, tranquila e sossegadamente.
Ex.2: Ele estudava atentamente, tranquilamente e  CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
sossegadamente.
 ADITIVAS
=> Tampouco equivale a também não e nem. É usado após => adição, soma, acréscimo:
oração declarativa. Ex: Ele não se interessa pelo estudo E, nem (e não), não só... mas também, mas
tampouco pelo trabalho. ainda, como também, ademais, outrossim,
etc.
Ex.: Estudaram muito e passaram no concurso.
CONJUNÇÃO
A conjunção “mas” (adversativa) pode aparecer com valor
Considere a seguinte frase, formada por três orações:
aditivo.Ex.: Era trabalhador, mas principalmente honesto.
As horas passam, os homens caem, a poesia fica. (E.
Moura)  ADVERSATIVAS
oração 1 oração 2 oração 3 => oposição, contraste, adversidade, ressalva:
Mas, porém, entretanto, todavia, contudo, no
Vamos acrescentar a ela as palavras e e mas: entanto, não obstante, inobstante.
Ex.: Não estudou muito, mas passou nas provas.
As horas passam e os homens caem, mas a poesia
fica. A conjunção “e” (aditiva) pode aparecer com valor
oração 1 oração 2 oração 3 adversativo. Ex.: É ferida que dói e não se sente” (= mas)

Observe:  ALTERNATIVAS
- A palavra e está ligando as orações 1 e 2; => alternância, escolha ou exclusão:
- A palavra mas está ligando as orações 2 e 3. Ou...ou; ora...ora, já...já, seja...seja,
- Essas duas palavras (e e mas) são conjunções. quer...quer, não...nem etc.
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Ex.: Ora estudava, ora trabalhava.


Considere, agora, esta outra frase:
 EXPLICATIVAS
Miséria e medo são o cotidiano de milhares de => explicação, justificativa, motivo, razão:
crianças brasileiras. Porque, pois (antes do verbo), porquanto,
que...
Observe: O e está ligando duas palavras equivalentes, Ex.: Vamos indo, que já é tarde.
isto é, duas palavras de mesma função na oração. Ele
está funcionando como conjunção. OBS: Há gramáticos que tratam as conjunções explicativas
associadas às causais, que são subordinativas.

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 CONCLUSIVAS Ex.: Já que você vem se dedicando bastante aos
=> conclusão, fechamento, finalização: estudos, suas chances de aprovação são enormes.
Logo, portanto, por isso, por conseguinte, pois
(posposto ao verbo), então, destarte,  CONSECUTIVAS
dessarte... => consequência, resultado, produto.
Ex.: Estudou muito, portanto passou no concurso. Que (precedido de tal, tão, tanto, tamanho),
sem que, de sorte que, de modo que, de
OBS: A conjunção “pois”, pode ser explicativa (pode ser forma que, de maneira que etc.
substituída por “porque”) ou conclusiva (=portanto). Ex.: Falou tanto que ficou rouco.
Ex.:Estamos estudando muito, pois queremos passar nas
provas.(explicação)
Queremos passar nas provas. Precisamos, pois, estudar Observação: Relação de causa-consequência – é de
natureza sintático-semântica Ex.: Falou tanto (causa) que
muito.(conclusão).
ficou muito rouco (consequência).

 CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS  CONCESSIVAS


=> concessão, contraste, consentimento.
 TEMPORAIS (muito) embora, ainda que, se bem que,
=> tempo (ou temporalidade), relação cronológica. mesmo que, mesmo quando, posto que,
Logo que, quando, enquanto, até que, antes apesar de que, conquanto, malgrado, não
que, depois que, desde que, desde quando, obstante, inobstante, em que pese...
assim que, sempre que. Ex.: Embora discordasse, aceitei suas condições.
Ex.:Enquanto todos dormiam, eu estudava. (temporal)
OBSERVAÇÃO: Conjunções concessivas indicam oposição,
ATENÇÃO: Desde que ele chegou não para de contraste. Cuidado para não confundi-las com as
reclamar. (temporal), mas: Você pode sair desde que coordenativas, as adversativas. A concessão está vinculada
termine o trabalho. (condicional) a uma permissão mediante quebra de expectativa.

 CONDICIONAIS  CONFORMATIVAS
=> condição e condicionalidade), pré-requisito, => conformidade, consonância, concordância...
hipótese, algo supostamente esperado. Conforme, como, segundo, consoante, que
Se, caso, desde que, contanto que, exceto se, (todas com o mesmo valor de “conforme”).
salvo se, a menos que, a não ser que... Ex.: Todo saiu conforme combinamos.
Ex.: Se você estudar muito, passará nas provas.
 COMPARATIVAS
 PROPORCIONAIS => comparação, analogia, paralelo...
=> proporção, proporcionalidade, simultaneidade, Como, assim como, mais... (do) que, menos...
concomitância (do) que, tão... como (ou quanto), tanto...
À medida que, à proporção que, ao passo que, quanto..., qual ou como (precedidos de tal)...
quanto mais (ou menos), mais/menos (quanto Ex.: Ele dorme como um urso. (dorme)
mais, quanto menos), tanto mais (ou menos),
mais/menos (tanto mais, tanto menos) etc. OBSERVAÇÃO: Sempre que houver uma conjunção
Ex.: À medida que lia, aprendia o assunto das provas. comparativa o período é composto porque depois dela há
outro verbo escondido: “Ele dorme como um urso dorme”.
 FINAIS
=> finalidade, objetivo, intenção, intuito.  CONJUNÇÕES INTEGRANTES
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A fim de que, para que, que e porque (= para => Que, se, quando, quanto(a)(s), onde, qual, quem...
que) Quando iniciarem oração ‘equivalente’ aos pronomes
Ex.: Fiz tudo, a fim de que você passe nas provas. “isso, esse(a)(s)
Ex.: Necessito de que me ajudem. (=Necessito disso)
 CAUSAIS Pergunto se tudo estava bem. (=Perguntou isso)
=> causa (ou causalidade), motivo, razão.
Porque, porquanto, como, uma vez que, visto CONJUNÇÃO INTEGRANTE => Troca por “isto”
que, já que, posto que, por isso que etc. PRONOME RELATIVO => Troca por “o qual” e derivações.

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o do (preposição de + artigo definido o);
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PREPOSIÇÕES o neste (preposição em + pron. demonst. este);
o à (preposição a + artigo definido a);
=> Preposição é uma palavra invariável que liga dois o desta (preposição de + pronome
termos, subordinando o segundo ao primeiro, ou seja, demonstrativo esta);
o regido ao regente. o duma (preposição de + artigo indefinido uma);
 Ex.: o no (preposição em + artigo definido o);
o Os alunos estão aptos para estudar. o daqui (preposição de + advérbio de lugar
o Nós assistimos ao filmem. aqui).

Observe: A preposição “para” liga o termo “aptos” ao Observação: “Não se deve contrair a preposição "de" com
o artigo que inicia o sujeito de um verbo, nem com o
termo “estudar”. O termo que antecede a preposição
pronome "ele(s)", "ela(s)", quando estes funcionarem como
(aptos) é o termo subordinante denominado regente e
sujeito de um verbo. Por exemplo, a frase "Isso não
o termo que a sucede (estudar), o subordinado, é depende do professor querer" está errada, pois professor
denominado regido; já no segundo exemplo, (quem funciona como sujeito do verbo querer. Portanto a frase
assiste, assiste à), o verbo "assistir" é o termo regente deve ser "Isso não depende de o professor querer" ou "Isso
(o subordinante), rege a preposição -a, o termo regido não depende de ele querer"
é "filme", termo regido (subordinado).
=> “QUE” em termos que expressam obrigatoriedade
CLASSIFICAÇÃO são PREPOSIÇÕES. Ex.: Tenho que pagar a pensão.
As preposições são classificadas em essenciais e
acidentais: => As preposições podem estabelecer as seguintes
 Essenciais – são aquelas que atuam sempre relações:
como preposição. Ex.: a, ante, até, após, com,
contra, de, desde, em, entre, para, per,  autoria– música de Caetano
perante, por, sem, sob, sobre, trás.  lugar– cair sobre o telhado, estar sob a mesa
 tempo– nascer a 15 de outubro, viajar em uma
 Acidentais – são aquelas que atuam como
hora, viajei durante as férias
preposição ou como outra classe gramatical.
 modo ou conformidade– chegar aos gritos,
Ex.: consoante, conforme, durante, exceto,
votar em branco
afora, menos, salvo como, que, etc.
 causa– tremer de frio, preso por vadiagem
Exemplos:
 assunto– falar sobre política
o Agimos conforme a atitude delas.
 fim ou finalidade– vir em socorro, vir para ficar
o Conversamos muito durante a refeição.
 instrumento– escrever a lápis, ferir-se com a
o Obtiveram como resposta um bilhete.
faca
o Ela terá que fazer o trabalho.
 companhia– sair com amigos / meio – voltar a
cavalo, viajar de ônibus
LOCUÇÃO PREPOSITIVA
 matéria– anel de prata, pão com farinha
É o conjunto de dois ou mais vocábulos com valor de
 posse– carro de João
preposição. Ex.: de acordo com, de encontro a, a fim
 oposição– Flamengo contra Fluminense
de, etc.
 conteúdo– copo de (com) vinho
 preço– vender a (por) R$ 300, 00
AS FORMAS COMBINADAS E CONTRAÍDAS
 origem– descender de família humilde
 COMBINAÇÃO  especialidade– formou-se em Medicina
=> É a junção de algumas preposições com outras  destino ou direção– ir a Roma, olhe para
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palavras, de outras classes gramaticais. Na frente.


combinação não há perda de letras. Exemplos:
o ao (preposição a + artigo definido o)  Na próxima página, veremos os conectivos e
o aonde ( preposição a + advérbio onde) os valores lógico-semânticos:
 CONTRAÇÃO
=> É a junção de algumas preposições com termos de
outras classes de palavras, tais como artigo, pronome,
advérbio. Na contração a preposição sofre redução,
ou seja, há perda de letras. Exemplos:
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 VALOR SEMÂNTICO DOS CONECTIVOS  COM
Os moradores perderam tudo o que tinham com as
=> Preposições que são apenas uma exigência do enchentes. (causa)
termo antecedente, isto é, que não acrescentam Amanhã sairei com amigos. (companhia)
qualquer valor semântico, são chamadas No próximo domingo, o Flamengo jogará com o
de relacionais. As preposições relacionais introduzem Botafogo. (oposição)
o objeto indireto ou o complemento nominal. A idosa bateu no ladrão com a bengala. (instrumento)
A moça estava atrasada; caminhava com pressa.
Exemplos: (modo)
Necessito de chocolate. (de chocolate = objeto Com certeza, iremos ao teatro no feriado. (afirmação)
indireto) No sistema capitalista, as pessoas somente
Ele é essencial para o grupo. (para o grupo = sobrevivem com recursos. (condição)
complemento nominal)
 DE
=> Nos exemplos acima, note que as preposições Saí de casa. (origem)
ocorrem tão-somente em função da exigência feita Falaram de você. (assunto)
pelo verbo “necessitar” e pelo adjetivo “essencial”, Veio de táxi. (meio)
respectivamente. A menina chorou de raiva. (causa)
Os siris andam de lado. (modo)
=> Porém, há casos em que as preposições Voltemos de noite. (tempo)
acrescentam valor semântico, relações de significado, Comprei um relógio de ouro. (matéria)
sendo denominadas preposições nocionais. As Aquele livro é de Marcelo. (posse)
preposições nocionais introduzem o adjunto Ontem, bebemos dois copos de vinho. (conteúdo)
adnominal e o adjunto adverbial. Estou sob a mesa. (lugar)
Exemplos: O bicheiro caminhava de anel no dedo. (companhia)
Morre-se muito na violência de São Paulo. (de São
Paulo = adjunto adnominal)  EM
O arcebispo viajou para o Vaticano. (para o Vaticano = Hoje à noite, estarei em casa. (lugar)
adjunto adverbial) Formou-se em Direito. (especialidade)
O relógio é feito em ouro. (matéria)
=> Nos exemplos acima, as preposições acrescentam Tenho que apresentar o tema em quinze minutos.
“de” e “para” aos respectivos períodos os valores (tempo)
de posse e de destino.
 PARA
=> Por ser um assunto de extrema relevância em O bombeiro veio para socorrê-lo. (finalidade)
provas, demonstraremos as preposições nocionais Viajou para a Itália. (destino)
mais recorrentes. Para João, Flamengo é o melhor time do campeonato.
(conformidade)
É proibida a venda de bebidas para menores de
 A
dezoito anos. (restrição)
A persistirem os sintomas, o médico deve ser
consultado. (condição)
O filho puxou ao pai. (conformidade, semelhança)
Nas férias passadas, viajamos a Roma. (destino)
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Candidatos, façam a prova a caneta. (instrumento)

 POR
Comprei o livro por cem reais. (preço)
Distantes, os namorados falavam-se por internet.
(meio)
Viajamos por diversas cidades. (lugar)
“Eu sei que vou te amar / por toda a minha vida”
(tempo) – Vinícius de Moraes

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VERBOS

=> É a palavra variável que exprime um


acontecimento representado no tempo, seja ação
(correr), estado (ser) ou fenômeno da natureza
(nevar). Pode também ser analisado por outros
valores semânticos como desejo (querer); ocorrência
(nascer); sensorial (ver), cognitivos (saber); emotivo
(gostar), dentre outros.

=> Apresentam três conjugações. De acordo com os


paradigmas, obtém-se a seguinte classificação:

 regulares: seguem o paradigma verbal de sua


conjugação. Ex.: cantar, vender, partir

 irregulares: não seguem o paradigma verbal da


conjugação a que pertencem. As irregularidades
podem aparecer no radical ou nas desinências
(ouvir - ouço/ouve, estar - estou/estão);

Entre os verbos irregulares, destacam-se os anômalos que


apresentam profundas irregularidades. São classificados
como anômalos em todas as gramáticas os verbos ser e ir.

 defectivos: não são conjugados em determinadas


pessoas, tempo ou modo Podem ser: impessoais
ou unipessoais (vozes de animais) por eufonia ou
possibilidade de confusão com outros verbos.
Ex.: computar, falir, latir

 abundantes - apresentam mais de uma forma para


uma mesma flexão. Ex.: aceitar, imprimir, haver,
requerer

 auxiliares: juntam-se ao verbo principal ampliando


sua significação. Ex. Pode fazer o exercício.

=> Formas rizotônicas (tonicidade no radical - eu canto)


e arrizotônicas (fora do radical - nós cantaríamos).
=> Certos verbos possuem pronomes pessoais átonos que se
MODOS tornam partes integrantes deles. Nesses casos, o pronome não
tem função sintática (suicidar-se, apiedar-se, queixar-se etc.);
 indicativo (certeza de um fato ou estado)
 subjuntivo (possibilidade, desejo de realização ou Usa-se o impessoal:
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incerteza do estado)  sem referência a sujeito: É proibido fumar;


 imperativo (ordem, advertência ou pedido).  nas locuções verbais: Devemos avaliar a sua
situação: quando o infinitivo exerce função de
=> As três formas nominais do verbo (infinitivo, complemento de adjetivos: É um problema fácil de
gerúndio e particípio) não possuem função solucionar; quando o infinitivo possui valor de
exclusivamente verbal. Infinitivo é antes substantivo, imperativo - Ele respondeu: "Marchar!"
o particípio tem valor e forma de adjetivo, enquanto o
gerúndio equipara-se ao adjetivo ou advérbio pelas
circunstâncias que exprime.

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 IMPERATIVO
Usa-se o pessoal:
 quando o sujeito do infinitivo é diferente do => Exprime uma atitude de solicitação, mando. É
sujeito da oração principal: Eu te culpo por saíres formado por afirmativo e negativo.
daqui ( aqui o segundo sujeito seria “tu”); Exemplo: Faça isto, agora!
 quando, por meio de flexão, se quer realçar ou
identificar a pessoa do sujeito: Foi um erro => Este modo verbal não possui a primeira pessoa do
responderes dessa maneira; singular (eu), pois não podemos mandar em nós
 quando queremos determinar o sujeito (usa-se a mesmos.
3ª pessoa do plural): - Escutei baterem à porta.
=> No Imperativo afirmativo, a 2ª pessoa do singular e
VERBOS: VOZES VERBAIS do plural (tu e vós) são retiradas do presente do
Indicativo sem o “s”. As demais pessoas saem do
Flexão de voz - Dependendo da relação com o seu Presente do Subjuntivo, excluindo “eu”.
sujeito, o verbo pode estar na voz ativa, na voz
passiva ou na voz reflexiva. => Imperativo Negativo (todo derivado do presente
do subjuntivo) e imperativo afirmativo (as 2ª pessoas
 Voz ativa - O sujeito é quem pratica a ação, é vêm do presente do indicativo sem S, as demais
o agente da ação expressa pelo verbo, também vêm do presente do subjuntivo).
chamado de sujeito ativo.
Ex.: Cláudia pintou um quadro. Verbo Cantar
Ex.2:Cláudia havia pintado um quadro.
Imperativo Afirmativo
 Voz passiva - O sujeito é o elemento que sofre _______ eu
a ação verbal. Pode ser analítica ou sintética. Canta tu (cantas do indicativo “tu” sem o “s”).
Cante você
 Analítica: apresenta 2 ou mais verbos (verbo Cantemos nós
auxiliar + verbo principal no particípio) Cantei vós (cantais do indicativo “vós sem o “s”).
Ex.: Um quadro foi pintado por Cláudia. Cantem vocês
Ex.2: Um quadro havia sido pintado por Cláudia.
Imperativo Negativo
Obs.: sujeito paciente/passivo = "Um quadro". Agente da Não _______ eu
passiva = "por Cláudia". Não cantes tu (agora retira-se do subjuntivo).
Não cante você
 Sintética ou Pronominal: apresenta verbo + Não cantemos nós
se (partícula apassivadora) Não canteis vós (agora retira-se do subjuntivo).
Ex.:Pintou-se um quadro. Cantem vocês
Ex.2: Havia-se pintado um quadro.
Atenção: Faze tu - Produze tu - Dize tu - Traduze tu
 Voz reflexiva - Ocorre quando o sujeito
pratica e sofre a ação expressa pelo verbo. (SE Atenção II: Correlação verbal – Sempre esteja atento
- pronome reflexivo). às associações do tempo nas conjugações verbais

Ex.: Lucas olhava se no espelho. (indica reflexividade) Atenção III: Os verbos ter –pôr – ver, vir, querer,
Ex.2: Os convidados cumprimentaram-se. (indica
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requerer, haver, reaver são os de maior incidência em


reciprocidade = uns aos outros) provas por causa de seus derivados.

=> Os tempos compostos da voz ativa constituem-se dos


Atenção IV: Verbos terminados em IAR (io – ia) ; EAR
verbos auxiliares TER ou HAVER + particípio do verbo que
(eio – eia), mas sobretudo com as exceções mediar –
se quer conjugar, dito principal.
ansiar – remediar – incendiar e odiar)

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 PARTE II - ANÁLISE SINTÁTICA 1.3. Sujeito composto: Você sabe quem é, está escrito
e é sempre mais de um. Ex.: O pai e mãe fizeram a
Frase – Tem sentido completo vontade do filho.
Ex.: Oi, Cuidado !
2. Sujeito indeterminado: Sabe-se que foi alguém,
Oração – Tem verbo mas não sabe quem foi. Na verdade, é como se o
Ex.: que venha ... sujeito fosse “Eles”, mas estivesse oculto. Também
ocorre nos verbos que NÃO forem transitivos diretos
Frase oracional - Tem verbo e sentido e apresentarem a partícula “se”
completo – Ex.: Quero que você estude. Ex.: Fizeram o exercício.
Necessita-se de ajuda.
Frase nominal - Não tem verbo –
Ex.: Cuidado com o cão ! 3. Sujeito inexistente ou oração sem sujeito: Não foi
ninguém. Acontece em verbos exprimindo fenômenos
 TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO: da natureza, verbo haver no sentido de existir, verbo
Sujeito e Predicado fazer indicando tempo (literalmente ou clima) e ser
Ex. Havia alunos. Faz muito tempo. Choveu muito
Sujeito:
 PREDICADO
=> É o termo do qual se diz alguma coisa> Pode ser
sujeito ativo (praticar a ação), passivo (sofrer a ação), => É o que se diz quanto ao sujeito. Tudo menos o
reflexivo (praticar e sofrer) e recíproco (trocar a ação). sujeito é o predicado. E se a oração não apresentar
sujeito, teremos apenas predicado. Neste último caso,
=> Como dica, deve-se perguntar ao verbo ... predicado já não será o que se diz sobre o sujeito.
Quem é que ou O que é que ?
Achou a resposta? Achou o sujeito.  TIPOS DE PREDICADO
O que sobrar é o Predicado.
1. Verbal  Apresenta um verbo que que exprime
Ex.: Os piratas atacaram o navio. Quem “atacaram”?? ação, acontecimento, fenômeno natural, desejo,
Se encontrar a resposta, que é “Os piratas”, você atividade mental (são mais conhecidos como
encontrou o sujeito. Logo, “Atacaram o navio” verbos transitivos e verbos intransitivos).
(predicado) Ex.: Ele está correndo.
Eu amo minha esposa.
 Tipos de sujeito Precisa-se de professores.
Dei um presente a ela.
1. Determinado
1.1 Sujeito simples: Você sabe quem é e está escrito. 2. Nominal  Possui como núcleo um nome
Atenção para os casos de verbo transitivo direto, (adjetivo, substantivo ou outra palavra com valor
acompanhado da partícula “se” substantivo), que desempenha a função de
predicativo do sujeito. Seu verbo é de ligação.
Exemplos: Ex.: Ele está cansado.
 O candidato foi aprovado no vestibular. Você parece um monstro.
 Alugam-se casas. A vida é um constante retomar.
 Alguns quiseram ir embora.
3. Verbo-Nominal  Apresenta dois núcleos: um
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1.2.Sujeito oculto (ou elíptico, subentendido, verbo (que será sempre nocional) e um nome
desinencial ou implícito): Você sabe quem é, mas não (que funcionará como predicativo do sujeito ou
está escrito. do objeto).
Ex: Fizemos o exercício (nós). Ex.: Os excursionistas voltaram exaustos da
Na praia, não conteve a sua ansiedade. (ele, ela) caminhada. (contém predicativo do sujeito)
Ex.2: O juiz julgou o réu culpado. (com pred. objeto)
Obs.: Quando o sujeito oculto for “eles”, passamos a ter um
sujeito indeterminado.

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TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO É um termo preposicionado, introduzido pela
preposição “por”, “pelo (e suas formas flexionadas
COMPLEMENTOS VERBAIS: (pelo, pela, pelos, pelas)” ou “de”.
Exemplos :
A - OBJETO DIRETO:  A apresentação foi realizada pela professora
de Filosofia.
=> Complemento do verbo sem preposição  Todo o trabalho foi feito por mim.
obrigatória.  O paciente foi acompanhado pela enfermeira.
Os garotos quebraram a janela. (OD)
Ela me viu. (OD) . E - PREDICATIVO DO SUJEITO:
Vendeu-o hoje. (OD)
=> O predicativo do sujeito é um termo que existe
 OBJETO DIRETO PREPOSICIONADO: apenas nos predicados nominais. Atribui uma
Nos devemos amar a Deus. qualidade ao sujeito, caracterizando-o.
Eu bebo da água que você trouxe. Exemplos de predicativo do sujeito:
 Meu melhor amigo está tão triste.
 OBJETO DIRETO PLEONÁSTICO:  Você anda agitada desde ontem.
A casa, comprei-a ontem. Dividas, convém salda-las.  Ela sempre foi a razão de tudo.

 OBJETO DIRETO INTERNO: F - PREDICATIVO DO OBJETO:


Ela viveu uma vida feliz. Sonhei um sonho impossível.
=> O predicativo do objeto existe apenas nos
B - OBJETO INDIRETO: predicados verbo-nominais. Atribui qualidade ao
objeto direto ou indireto, caracterizando-os.
=> Complemento do verbo com preposição
obrigatória. Exemplos de predicativo do objeto:
Referiu-se a mim.  Eu considero este assunto importantíssimo!
Obedecia aos pais.  O professor elegeu-me líder da turma.
Visava a um melhor desempenho.
TERMOS ACESSÓRIOS DA ORAÇÃO
=> OBJETO INDIRETO PLEONÁSTICO:
Ao amigo, não lhe devo coisa alguma. APOSTO:
A mim, não me agrada esse cantor. => Sua finalidade é explicar, identificar, esclarecer,
especificar, comentar ou simplesmente apontar algo,
C - COMPLEMENTO NOMINAL: alguém ou um fato.

=> Completa advérbio, adjetivo, substantivos APOSTO EXPLICATIVO: Sônia, a tia de meu tio, viajou.
abstratos vindos de verbos. Em outra análise
completa, sintaticamente, predicativo do sujeito APOSTO ENUMERATIVO:
Vi somente três coisas: vales, montanhas, campinas.
a) Demos não às determinações inflexíveis.
Complemento nominal [ completa advérbio ] APOSTO RESUMITIVO:
Os pais, os avós, os tios, todos, foram a Portugal.
b) Ela é fiel a seus pais. Amor, dinheiro, fama; tudo passa.
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Compl. nominal [completa adjetivo)


APOSTO COMPARATIVO:
c) Há necessidade de orientações.
Meu coração, uma nau ao vento, está sem rumo.
Compl. nominal (completa abstrato)

D - AGENTE DA PASSIVA: APOSTO ESPECIFICATIVO:


O poeta Manuel Bandeira proporcionou inovações.
=> Indica quem pratica a ação na voz passiva em que
se apresenta um sujeito paciente. APOSTO DISTRIBUTIVO: Separe duas folhas: uma para
o texto e a outra para as perguntas.

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ADJUNTO ADNOMINAL PERÍODO COMPOSTO

=> É o termo que mantém relação com o substantivo, COORDENAÇÃO E SUBORDINAÇÃO


que pode ser descartado. Pode ser o numeral,
pronome adjetivo, artigo, adjetivo e locução adjetiva. => Segundo a tradição, o período composto é
constituído de duas ou mais orações.
a) Os simpáticos rapazes voltaram do clube.
Adjuntos adnominais: “Os” , “simpáticos”, “o”. => As orações que são justapostas e independentes
sintaticamente, são chamadas coordenadas.
b) Todo sábado, estudamos alguns tópicos, caro
amigo. => Enquanto as que dependem SINTATICAMENTE de
Adjunto adnominal: “alguns” outras, ou seja, representam funções sintáticas
oracionais, são chamadas subordinadas.
ADJUNTO ADVERBIAL
Termo representado por advérbios, relacionando-se PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO
com o verbo, o adjetivo ou com outro advérbio. São
classificados pela ideia que comunicam.
a) Todo sábado, estudamos alguns tópicos, caro => O período composto é constituído de orações
amigo. sintaticamente independentes. Estas podem ser
assindéticas, quando estão justapostas, isto é, sem
Valores Semânticos: conectivo que as enlace; ou sindéticas, quando ligadas
a) Paulo emprestou o dinheiro sábado passado. por conjunções coordenativas.
[ tempo ] As orações coordenadas sindéticas recebem o nome
b) Onde a marcha se espalhou? [lugar ] das conjunções coordenativas que as iniciam. Podem
c) Como acabou o dia? [modo ] ser:
d) Almoçou pouco. [ intensidade ]
e) Por que ele tremia? De medo. [causa ] Aditivas
f) Venha jantar comigo. [ companhia ] => Expressam adição, sequência de fatos ou de
g) Com a máquina conseguiu fazer todo o trabalho. pensamentos:
[instrumento] O homem nasce, cresce, fica bobo e casa-se.
h) Talvez ele chegue mais cedo. [dúvida ] Dora não só estuda, mas também trabalha muito.
i) Vivia para o trabalho. [ finalidade ]
j) Viajou de avião. [ meio ] B. Adversativas
k) Falávamos sobre produtos importados, à mesa. => Exprimem contraste, oposição; quebra de
[lugar ] expectativa:
l) Não permitirei a sua dispensa. [negação ] Deitei exausto e não consegui dormir.
m) Descendia de nobres. [origem ] A espada vence, mas não convence.
n) Sairia sim, naquela manhã. [ afirmação ]
o) Comprou um relógio de ouro. [matéria ] C. Alternativas
p) A camisa custou vinte reais. [ valor ou preço ] => Exprimem alternância, alternativa, exclusão:
q) Andava a cavalo, tranquilamente. [meio ] Venha agora ou perderá a vez.
r) Trocou uma caneta por um lápis. [permuta ] Quer você queira, / quer não, / eu irei à festa.

VOCATIVO D. Conclusivas
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=> Exprimem conclusão, dedução, consequência:


=> É o chamamento. Vives mentindo, portanto não mereces nossa
a) Todo sábado, estudamos alguns tópicos, caro confiança.
amigo. (caro amigo = vocativo) Dora é inteligente; deverá ser, pois, aprovada.

E. Explicativas –
=> Exprimem explicação:
Saia agora, que eu não a quero aqui.
Decerto alguém o agrediu, pois o nariz dele sangra.

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PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO SUBJETIVAS
– exercem a função sintática de sujeito do verbo da
=> O período composto por subordinação consta de oração principal:
oração principal, que não exerce nenhuma função É necessário que você colabore.
sintática em outra oração do período e outra oração Convém atualmente que todos participem das
chamada subordinada, que desempenha uma função manifestações.
sintática oracional da oração principal. Foi comentado por todos que a prova seria adiada.

1- AS ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS: B. OBJETIVAS DIRETAS


– funcionam como objeto direto do verbo da oração
=> Elas vêm, normalmente, introduzidas por um principal:
pronome relativo, e exercem a função de adjunto Dora esperou que o marido voltasse.
adnominal de um substantivo ou pronome Eu não sei se ele não veio.
antecedente.
C. OBJETIVAS INDIRETAS
Observe: – funcionam como objeto indireto da oração principal:
Não conhecemos o aluno. O aluno saiu. Lembre-se de que a vida é breve.
Não conhecemos o aluno que saiu. Dora se referia a que todos participassem dos jogos.

Ao unirmos as duas frases em apenas um período D. PREDICATIVAS


composto por subordinação. O pronome que – exercem a função de predicativo do sujeito:
representa um termo antecedente é chamado de Minha esperança era que ele desistisse.
pronome relativo. Portanto, como se pode perceber, Não sou quem você pensa.
o que nessa última frase está substituindo o termo
aluno e relacionando a segunda oração com a E. COMPLETIVAS NOMINAIS
primeira. Surge a oração subordinada adjetiva. – têm a função de complemento nominal de um
substantivo ou adjetivo da oração principal:
A. RESTRITIVAS – têm por ofício delimitar o Sou favorável a que o prendam.
antecedente, com o qual forma um todo Estava convencido de que um dia lhe dariam razão.
significativo. São indispensáveis ao sentido da frase;
ligam-se ao antecedente sem pausa: F. APOSITIVAS – exercem a função de aposto
Pedra que rola não cria limo. de um nome da oração principal:
A casa em que Dora morava foi posta abaixo. Desejo uma coisa: que vivam felizes.
Dora comentou o seu problema, que ela é diabética.
B. EXPLICATIVAS – é o termo adicional que acrescenta
ao antecedente uma qualidade acessória, 3 - ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS:
esclarecendo sua significação. São dispensáveis ao
sentido da frase; separam-se do antecedente por uma => Elas funcionam como adjunto adverbial oracional
pausa. de outras orações e são introduzidas, normalmente,
Dora, que nasceu rica, acabou na miséria. pelas conjunções subordinativas, exceto as
Alguém, que passe por ali à noite, poderá ser integrantes. São classificadas, de acordo com a
assaltado. circunstância que expressam.

2 - ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS: CAUSAIS


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indicam o fato determinante da realização, ou não


=> Elas são designadas de acordo com a sua função no realização, do que se declara na oração principal:
período e vêm normalmente introduzidas pelas O tambor soa porque é oco.
conjunções integrantes “QUE ou SE” ou pelos Saiu apressado, visto que estava atrasado.
pronomes e advérbios interrogativos: que, quem, Como estava frio, Dora colocou o agasalho.
qual, quanto, onde, como, quando ou por que (caso Se não sabe brincar, não desce para o play.
específico das substantivas justapostas). Dica: A conjunção “SE” pode expressar causa com valor de
“JÁ QUE”.

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B. CONCESSIVAS TEMPORAIS
Admitem uma circunstância ou ideia contrária, a - exprimem a circunstância de tempo em que ocorreu
qual, no entanto, não impede a realização do fato o fato relatado na oração principal:
expresso na oração principal; ressalva, teimosia. Enquanto foi rico, todos os procuravam.
Por mais que pedissem novas escolas, o Estado não
as construía. EMPREGO E FUNÇÃO DOS PRONOMES RELATIVOS
O responsável deve ser punido na empresa, embora
seja o chefe. Pronome Relativo QUE
Esse pronome pode ser usado para substituir pessoa
C. COMPARATIVAS ou coisa, que estejam no singular ou no plural.
- exprimem circunstância de comparação, ou seja, de Sintaticamente, o relativo "que" pode desempenhar
confrontação com aquilo que é manifesto na oração várias funções:
principal, buscando entre elas semelhanças ou
diferenças: a) Sujeito: Eu tenho a fé que remove montanhas.
De modo geral, as pessoas gordas vivem menos do Substituindo o pronome pelo antecedente, temos:
que as magras.  A fé (= que) representarão o nosso país.
Rui voltou para casa como quem vai para a prisão. Sujeito

D. CONDICIONAIS b) Objeto Direto: Trouxe o documento que você


- exprimem circunstância da qual depende o fato pediu.
manifestado na oração principal: Substituindo o pronome pelo antecedente, temos:
Se o conhecesses, não o condenarias.  Você pediu o documento (= que)
Não poderás ser bom médico, sem que estudes muito. Objeto Direto

E. CONFORMATIVAS c) Objeto Indireto: Eis o caderno de que preciso.


- exprimem ideia de conformidade, isto é, de Substituindo o pronome pelo antecedente, temos:
adequação, de não contradição com o fato relatado  Preciso do caderno (= de que)
na oração principal: Objeto Indireto
O homem age conforme mandam.
Segundo sei, Fleming descobriu a penicilina por acaso. d) Complemento Nominal: Estas são as
informações de que ele tem necessidade.
F. CONSECUTIVAS Substituindo o pronome pelo antecedente, temos:
– exprimem ideia de resultado ou efeito da ação  Ele tem necessidade das informações (= de
manifesta na oração principal: que) Complemento nominal
Fazia tanto frio que meus dedos estavam
endurecidos. e) Predicativo do Sujeito: Você é o professor
Falou com uma calma e frieza que todos ficaram que muitos querem ser.
atônitos. Substituindo o pronome pelo antecedente, temos:
 Muitos querem ser o professor (= que)
G. FINAIS - exprimem finalidade, isto é, o Predicativo do Sujeito
objetivo ou destinação do fato relatado na
oração principal: f) Agente da Passiva: Este é o animal por que fui
Fiz-lhe um sinal que se calasse. atacado.
Ele trabalha muito, a fim de que nada falte à família. Substituindo o pronome pelo antecedente, temos:
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 Fui atacado pelo animal (= por que)


H. PROPORCIONAIS Agente da Passiva
- Por proporção entenda-se a relação existente entre
duas coisas, de modo que qualquer alteração em uma g) Adjunto Adverbial: O acidente ocorreu no dia
delas implique alteração na outra: em que eles chegaram. (adjunto adverbial de tempo).
Quanto maior for a altura, maior será o tombo. Substituindo o pronome pelo antecedente, temos:
Ganhamos experiência à medida que envelhecemos.  Eles chegaram no dia. (= em que)
Adjunto Adverbial de Tempo

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CONCORDÂNCIA VERBAL  Concordância com partícula de
indeterminação do sujeito “se”
=> Havendo sujeito indeterminado, a concordância
=> É a flexão do verbo para concordar com o sujeito deverá ser sempre feita com a 3.ª pessoa do singular.
gramatical. Para tal, o verbo se flexiona em número e
em pessoa.
Exemplos com o índice de indeterminação “se”:
 Precisa-se de trabalhador qualificado.
Exemplos de concordância verbal em número:
 Precisa-se de trabalhadores qualificados.
 Paula é a minha melhor amiga.
 Necessita-se de ajudante responsável.
 Paula e Luciana são as melhores amigas.
 Necessita-se de ajudantes responsáveis.
Exemplos de concordância verbal em pessoa:
 Concordância com infinitivo pessoal ou
 Eu e ela gostamos de estudar. (nós)
flexionado
 Ele e tu gostais de estudar. (vós) => O infinitivo deverá ser flexionado sempre que
 Ela e ele gostam de estudar. (eles) houver um sujeito definido, quando se quiser definir o
sujeito e quando o sujeito da segunda oração for
Casos específicos de concordância verbal diferente.
 Concordância com verbos impessoais Exemplos com infinitivo flexionado:
=> Com verbos impessoais o verbo deverá ser
 O livro é para eles estudarem.
conjugado sempre na 3.ª pessoa do singular, visto não
 O diretor não viu os clientes abandonarem a
possuírem sujeito.
firma.
Exemplos com verbos impessoais:
Havia manifestantes em todas as ruas.  Concordância com infinitivo impessoal
Faz dez anos que não te vejo. => O infinitivo não deverá ser flexionado: quando não
Todos os dias chove de noite. houver um sujeito definido, quando o verbo tiver
regência de uma preposição, com sentido imperativo,
Nota: Um verbo impessoal deixa de ser impessoal, sendo quando o sujeito da segunda oração for igual, em
conjugado nas diversas pessoas, quando é utilizado com locuções verbais e com alguns verbos que não
sentido figurado. formam locução verbal (ver, sentir, mandar,…).

 Concordância com o verbo ser (impessoal) Exemplos com infinitivo não flexionado:
=> A concordância verbal é feita de acordo com o  Fui obrigada a prestar declarações.
numeral.  Meus avós não puderam ir conosco.
 Mandaram-se sair rapidamente.
Exemplos com o verbo ser como impessoal:
 É uma da tarde.
 Concordância com os pronomes relativos que
 São seis da tarde.
e quem
 É um quarteirão para a direita. => Com o pronome que, o verbo deverá concordar
 São três quarteirões para a direita. com o antecedente do pronome.
 Concordância com partícula apassivadora => Com o pronome quem, o Verbo poderá concordar
“se” com o antecedente do pronome ou ficar na 3.ª pessoa
=> Quando a palavra se atua como partícula do singular.
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apassivadora, transforma o objeto direto no sujeito


paciente de uma oração na voz passiva. Deverá então Exemplos com que e quem:
ser feita a concordância com esse sujeito.  Fui eu que comprei o bolo.
Exemplos com partícula apassivadora se:  Fui eu quem comprei o bolo.
 Vende-se casa.  Fui eu quem comprou o bolo.
 Vendem-se casas.
 Procura-se funcionário.
 Procuram-se funcionários.

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 Concordância com a maioria, a minoria, a Exemplos com os verbos dar, bater e soar:
maior parte, a metade,…  O relógio bateu doze badaladas.
=> A concordância no singular é considerada a mais  Os relógios bateram doze badaladas.
correta com as expressões: a maioria, a minoria, a  Bateu uma badalada no relógio.
maior parte, a metade,… Contudo, o verbo poderá  Bateram doze badaladas no relógio.
ficar no singular ou no plural.
 Concordância com o verbo parecer
Exemplos com a maioria, a minoria, a maior parte, a => Quando o verbo parecer vem seguido de outro
metade,…: verbo no infinitivo, pode ocorrer a flexão do verbo
 A maioria dos estudantes quer desistir do parecer em singular ou plural e a não flexão do
curso. infinitivo, bem como a não flexão do verbo parecer,
 A maioria dos estudantes querem desistir do que se mantém na 3.ª pessoa do singular, e flexão do
curso. infinitivo para o plural.

 Concordância com as conjunções ou e nem Exemplos com o verbo parecer + infinitivo:


=> Quando as conjunções ou e nem transmitem ideia  Os convidados parecem gostar do evento.
de inclusão, o verbo deverá aparecer no plural.  Os convidados parece gostarem do evento.
Quando transmitem ideia de exclusão, o verbo deverá
aparecer no singular. CONCORDÂNCIA NOMINAL

Exemplos com as conjunções ou e nem: => É a concordância em gênero e número entre os


 Nem a mãe nem o pai castigaram o filho. diversos nomes da oração, ocorrendo principalmente
(inclusão) entre o artigo, o substantivo e o adjetivo.
 Paris ou Veneza será o destino da nossa Concordância em gênero indica a flexão em
viagem. (exclusão) masculino e feminino.
Concordância em número indica a flexão em
 Concordância com nem um nem outro e ou singular e plural.
um ou outro Concordância em pessoa indica a flexão em
=> A concordância deverá ser feita preferencialmente 1.ª, 2.ª ou 3.ª pessoa.
no singular, embora possa também ser feita no plural.
Quando há uma ação recíproca, o verbo deverá Casos particulares de concordância nominal
aparecer sempre no plural.
 Concordância com pronomes pessoais
Exemplos com nem um nem outro e ou um ou outro: => O adjetivo estabelece concordância em gênero e
Nem um nem outro sabe o que aconteceu número com o pronome pessoal: ela é simpática, ele
Nem um nem outro sabem o que aconteceu é simpático, elas são simpáticas, eles são simpáticos.
Nem um nem outro se respeitam.
 Concordância com vários substantivos
 Concordância com tudo, nada, o, isto, isso e => O adjetivo estabelece concordância em gênero e
aquilo número com o substantivo que está mais próximo
=> Quando as palavras tudo, nada, o, isto, isso e (concordância atrativa) ou com o todo (gramatical):
aquilo são o sujeito da frase, o verbo ser faz caderno e caneta nova, caneta e caderno novo;
concordância com o predicativo do sujeito. caneta e caderno novos, caderno e caneta novos.
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Exemplos com tudo, nada, o, isto, isso e aquilo:  Concordância com vários adjetivos
 Tudo o que eu quero é um amigo verdadeiro. => Quando há dois ou mais adjetivos no singular, o
 Tudo o que eu quero são amigos verdadeiros. substantivo permanece no singular apenas se houver
um artigo entre os adjetivos. Sem a presença de um
 Concordância com os verbos dar, bater e artigo, o substantivo deverá ser escrito no plural:
soar Ex: O escritor brasileiro e o chileno, os escritores
=> Com os verbos dar, bater e soar a concordância brasileiro e chileno.
pode ser feita de acordo com o sujeito ou de acordo
com o numeral, quando o destaque é dado ao verbo.

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 Concordância com: é proibido, é permitido, é REGÊNCIA VERBAL
preciso, é necessário, é bom
=> Estas expressões estabelecem concordância em => Dá-se quando o termo regente é um verbo e este
gênero e número com o substantivo quando há um se liga ao complemento por uma preposição ou não.
artigo que determina o substantivo, mas permanecem
invariáveis no masculino singular quando não há => A preposição, quando exigida, nem sempre
artigo (ou outro determinante): aparece depois do verbo. Às vezes, ela pode ser
 É permitida a entrada; É permitido entrada; empregada antes, como acontece em orações
 É proibida a venda; É proibido venda. iniciadas por pronomes relativos.

=> É o modo pelo qual o verbo se relaciona com os


 Concordância com: bastante, muito, pouco,
meio, longe, caro e barato seus complementos.
Ex: Todos criticaram a professora.
=> Estabelecem concordância em gênero e número
com o substantivo quando têm função de adjetivo: TR Tr
 Comi meio chocolate, comi meia maçã;
VERBOS COM MAIS DE UM SIGNIFICADO
 Há bastante procura, há bastantes pedidos;
 Vi muitas crianças, vi muitos adultos;
Agradar (v.t.d. — fazer agrados, carinhos).
 O sapato custa caro; Não agrade os meninos com doces.
 Os sapatos são caros; Não os agrade com doces.
 Ele grita alto;
 Os homens são altos. Agradar a / Desagradar a (v.t.i. — ser agradável,
satisfazer)
 Concordância com menos e pseudo O resultado não agradou aos concursandos.
=> Permanecem sempre invariáveis. O resultado não lhes agradou.
 menos tristeza, menos traições;
 Ela era uma pseudomédica; Aspirar (v.t.d. — sorver, respirar).
Como é gostoso aspirar seu perfume.
 Concordância com: mesmo, próprio, anexo, Como é gostoso aspirá-lo.
obrigado, quite, incluso Há máquinas que aspiram o pó.
=> Estas palavras estabelecem concordância em Há máquinas que o aspiram.
gênero e número com o substantivo: Aspirar a (v.t.i. — pretender, almejar).
 Os resultados anexos, informações anexas; Quem não aspira a uma vida saudável?
 As próprias pessoas, o próprio síndico; Quem não aspira a ela.
 Ele está quite, eles estão quites;
 Ele mesmo fez, elas mesmas fizeram; Obs: O pronome lhe é normalmente usado quando o ob-
 Ele disse que faria e fez isso mesmo. jeto indireto for palavra que indique pessoa e com verbos
* Obs.: Os documentos foram enviados em anexo. que exijam a preposição “a”; caso contrário, na maioria das
vezes, usa-se o pronome ele com a respectiva preposição.
 Concordância com alerta
 Os soldados estão alerta. (advérbio) Principais verbos que repelem o pronome lhe: aludir,
 Os alertas foram ligados. (substantivo) anuir, visar; aspirar; referir-se, assistir.
 Soldados alertas sempre vencem. (adj)
Assistir (a) — (v.t.d. ou v.t.i.) — dar assistência.
 Concordância com um e outro O Governo assiste as populações carentes.
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=> Com a expressão um e outro, o adjetivo deverá ser O Governo assiste-as.


sempre escrito no plural, mesmo que o substantivo O Governo assiste às populações carentes.
esteja no singular: O Governo assiste a elas.
 Um e outro aluno estudiosos;
* Se ocorrer ambiguidade, deve ser usado como v.t.d.
 Uma e outra pergunta respondidas.
A enfermeira assistiu ao transplante.(viu ou
ATENÇÃO: o mais inteligentes possível. deu assistência?)
Os mais inteligentes possíveis. A enfermeira assistiu o transplante.

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Assistir a — (v.t.i. — ver, estar presente; ou caber, ter Comparecer a — (v.t.i. — complemento “atividade”).
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direitos, deveres.) Os magistrados não compareceram ao júri.
Queremos assistir ao jogo. (assistir “a ele)
Esse direito só assistia ao Presidente. (só lhe...) Comparecer a (em)— (v.i. — complemento “lugar”).
Os concursandos compareceram ao /no local
Assistir em (v.i. — morar, residir). na hora prevista.
D.Pedro assistia em Petrópolis. (a. adv. lugar)
Constar — (v.i. — dizer-se, passar por certo).
Atender (v.t.d. — deferir um pedido, conceder algo). Consta que Cristo fez maravilhosos portentos.
Deus atenderá nossas súplicas. Ele as atenderá.
Constar de— (v.t.i. — ser composto ou formado,
Atender (a) — (v.t.d. ou v.t.i. — dar atenção — com- constituir-se).
plemento “pessoa”) Esta obra consta de dois volumes.
O professor atende os / aos alunos.
O professor atende-os / lhes. Constar em — (v.i. — estar registrado, escrito).
Observação: Alguns gramáticos dão preferência ao Algumas palavras nem constam no dicionário.
uso do pronome “o’,
Custar — (v.t.d.i. — acarretar).
Atender a (v.t.i. — dar atenção — complemento O remorso custava lágrimas ao pecador.
“coisa”) O remorso custou-lhas.
Por favor, atenda ao telefone. Atenda a ele.
Custar a — (v.t.i. — ser custoso, difícil, demorado).
Chamar (v.t.d. — convidar, convocar, atrair, ) Custa aos alunos entender tais assuntos.
Chamei meus amigos e pedi discrição. O.I. sujeito
Chamei-os e pedi discrição.
Aquele fato chamou a atenção da polícia. Observação: Como se pode ver, o objeto indireto é pessoa
e o sujeito, oracional; devendo, portanto, evitar-se:
Chamar por (v.t.i. — invocar, chamamento vee- Os alunos custaram a entender tais assuntos.
mente).
Negrinho chamou por sua madrinha, a Virgem. Implicar — (v.t.d. — acarretar).
Chamou por ela. Contratação de pessoal implica despesas.

Chamar a (v.t.d.i. — repreender). Implicar com — (v.t.i. — ter implicância).


Chamei à atenção os alunos. Não sei por que implicas com as crianças.
Chamei-os à atenção.
Implicar em — (v.t.d.i. — envolver).
Chamar (a) — (v.t.d. ou v.t.i. + predicativo — tachar, Cacilda implicara o namorado em crimes.
considerar).
Chamaram o aluno, inteligente. Implicar-se em — (v.t.i. pronominal — envolver-se).
o.d. predic. o.d. Implicou-se em conspirações.
Chamaram-no inteligente.
o.d. predic. o.d. Lembrar — (v.t.d. — não esquecer).
Chamaram o aluno de inteligente. Não lembramos as datas de aniversários.
o.d. predic.o.d.
Chamaram-no de inteligente. Lembrar-se de — (v.t.i. pronominal — não se esque-
cer de).
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o.d. predic. o.d.


Chamaram ao aluno, inteligente. Lembre-se dos fatos marcantes da vida.
o.i. predic. o.i.
Chamaram-lhe inteligente. Lembrar a — (v.t.d.i. — advertir, recordar).
o.i. predic. o.i. Lembramos aos presentes a necessidade do
Chamaram ao aluno de inteligente. convite.
o.i. predic. o.i.
Chamaram-lhe de inteligente. Lembrar a — (v.t.i. — vir à lembrança).
o.i. predic. o.i. Lembrou a todos aquele fato inusitado.
o.i. sujeito
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Observação: Essa é construção clássica que tem como Ir — (v. i. — exige as preposições a ou para).
sujeito o ser lembrado. Nessas férias, iremos a Fortaleza.
Esquecer, recordar e admirar apresentam Fui transferido, estou indo para o Canadá.
idêntica regência. Observação: O erro comum e usar a preposiçao em.
Com licença, precisoir no banheiro (incorreto)
Precisar — (v.t.d. — indicar com exatidão)
O guarda não precisou o local da infração. Namorar — (v.t.d.)
O guarda não o precisou Paula namorava todos os rapazes da rua.

Precisar de — (v.t.i.) — ter necessidade, carecer). Observação: O erro comum é usar-se com a preposição
Quem não precisa de dinheiro ? com. Raimunda só foi feliz namorando com
Quem não precisa dele? Ricardo.(incorreto)

Proceder — (v.i. — comportar—se, provir, ter Obedecer — desobedecer — (v.t.i. — exigem a prepo-
fundamento). sição a).
Vivia com austeridade, e procedia como rei. Seria bom obedeceres aos teus estímulos.
Os retirantes procediam de longínquas terras. Não desobedeças ao teu pai.
Infelizmente, seu pleito não procede.
Observação: O erro comum tem sido usá-los como
transitivos diretos. Pedrinho, não desobedeças teu pai! (inc)
Proceder a — (v.t.i. — realizar, fazer).
A polícia procederá ao inquérito.( a ele)
Pagar - pedoar — (v.t.d.i. — o.d. ‘coisa’, o.i. pessoa).
Já paguei a prestação ao cobrador.
Querer — (v.t.d. — desejar).
Quero sucesso agora. Quero-o agora. Observação: O erro comum é a construção com objeto
direto “pessoa”. Amanhã pagaremos os funcionários.(inc)
Querer a — (v.t.i. — amar, estimar, bem-querer).
Quero muito a meus pais. Quero-lhes. Preferir — (v.t.d.i.)
Há indivíduos que preferem o sucesso fácil ao
Responder — (v.t.d. — exprimindo a resposta). triunfo.
O homem respondeu qualquer coisa.
Observação: O erro comum é o uso redundante de
Responder a — (v.t.i. e v.t.d.i. — dizer em resposta). ‘reforços” (antes, mais. muito mais, mil vezes, etc.) e de
Todos deveriam responder ao questionário. comparativos” (que ou do que).
Prefiro mil vezes um inimigo do que um falso
Os alunos responderam ao professor que não
amigo.(incorreto)
tinham estudado.

Visar — (v.t.d. — apor visto, apontar para). Residir — (v. i. — exige a preposição em).
Não te esqueças de visar teu passaporte. Ela reside na Avenida das Nações.
Não te esqueças de visá-lo. Não o visava. Têm a mesma regência os verbos morar, situar-se,
estabelecer-se e os adjetivos derivados sito, residente,
Visar a — (v.t.i. — pretender, almejar, ter em vista). morador, estabelecido. Ela reside na SQN 315,
Os políticos visam apenas aos seus direitos. estabeleceu-se na QNG, sito na casa 10. O erro comum é
Visam apenas a eles. usar-se a preposição a. Todos estarão no local
determinado, sito a SCLN 314. (incorreto)
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VERBOS COM PROBLEMAS


(decorrentes da linguagem coloquial) Simpatizar — antipatizar — (v.t.i. — exigem a pre-
posição) com).
Chegar — (v. i. — exige as prep. A ou de) Alguns não simpatizavam com o treinador
Amanhã chegaremos cedo ao colégio. Obs: O erro comum é usá-lo como verbo pronominal,
Elas chegavam de Taguatinga e iam a reflexivo. Nunca me simpatizei com modas. (incorreto)
Sobradinho.
Observação: O erro comum é o uso da preposição em em
vez de a. Quando cheguei em Brasília. (incorreto)

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4. Havendo pronome relativo, se o termo regente da
 TRANSITIVOS DIRETOS E INDIRETOS
oração subordinada exigir preposição, esta deve vir
Aconselhar, autorizar, avisar, comunicar, certificar, antes do pronome relativo.
cientificar, dissuadir, ensinar, incumbir, informar, Dora é a mulher de que eu gosto.
lembrar, notificar, participar, etc. Esta é a faculdade a que aspiro.
Estes são os filmes a que assisti.
Alguns desses verbos admitem alternância, isto é, Este é o autor a cuja obra me refiro.
objeto direto e indireto de “coisa” ou “pessoa”, indife-
rentemente. REGÊNCIA NOMINAL:
“informei o fato aos alunos.” ou
o.d. o.i. => Regência Nominal é o nome da relação existente
“Informei os alunos do fato.” entre um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio) e
o.d. o.i. os termos regidos por esse nome. Essa relação é
sempre intermediada por uma preposição.
Observação: O erro comum, com esses verbos, é a Admiração a, Devoção a, para, Medo de
construção em que aparecem dois objetos diretos ou dois
por com, por
indiretos, isto é, por excesso ou omissão de preposição.
Aversão a, Doutor em Obediência a
para, por
Avisei - os que a prova fora transfirida. (incorreto)
o.d. o.d. > dois objetos diretos Atentado a, Dúvida acerca Ojeriza a, por
Avisei - os de que a prova fora transfirida. (correto) contra de, em, sobre
o.d. o.i. Bacharel em Horror a Proeminência sobre
Avisei - lhe de que a prova fora transfirida. (incorreto) Capacidade de, Impaciência com Respeito a, com,
o.i. 0.i.. > dois objetos indiretos para para com, por
Avisei - lhe que a prova fora trasfirioda. (correto) Adjetivos
o.i. o.i.
Acessível a Entendido em Necessário a

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES Acostumado a, com Equivalente a Nocivo a


1. Os verbos transitivos indiretos (exceção feita ao Agradável a Escasso de Paralelo a
verbo obedecer) não admitem voz passiva. Assim, não Alheio a, de Essencial a, para Passível de
são aceitas construções como:
Análogo a Fácil de Preferível a
O filme foi assistido pelos alunos.
O cargo era visado pelos funcionários. Ansioso de, para, Fanático por Prejudicial a
por
Deve-se dizer: Apto a, para Favorável a Prestes a
Os alunos assistiram ao filme. Ávido de Generoso com Propício a
Os funcionários visavam ao cargo. Benéfico a Grato a, por Próximo a
Capaz de, para Hábil em Relacionado com
2. Não se deve dar um mesmo complemento a
palavras de regência diferentes. Assim, no nível Compatível com Habituado a Relativo a
formal culto, não se devem utilizar construções como: Contemporâneo a, Idêntico a Satisfeito com, de,
Entrou e saiu da sala. (entrar em; sair de) de em, por
Assisti e gostei do filme (assistir a; gostar de) Contíguo a Impróprio para Semelhante a
Contrário a Indeciso em Sensível a
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Deve-se dizer:
Entrou na sala e saiu dela. Descontente com Insensível a Sito em
Assisti ao filme e gostei dele. Desejoso de Liberal com Suspeito de
Diferente de Natural de Vazio de
3. As formas oblíquas o, a, os, as funcionam como
complementos de verbos transitivos diretos,
Obs.: os advérbios terminados em -mente tendem a seguir o
enquanto as formas lhe, lhes funcionam como
regime dos adjetivos de que são formados: paralela a;
complementos de verbos transitivos indiretos. paralelamente a; relativa a; relativamente a.
Convidei o amigo – Convidei-o.
Obedeço ao amigo – Obedeço-lhe.
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CRASE 3. Antes da indicação exata e determinada de horas:
 Meu filho acorda às seis da manhã.
=> A crase é a contração de duas vogais iguais, sendo  Chegaremos a Brasília às 22h.
a contração mais comum a da preposição a com o  A missa começará à meia-noite.
artigo definido feminino a (a + a = à).
 Dei a indicação à senhora mas ela não a Nota: Com as preposições para, desde, após e entre, não
entendeu. (a + a = à) ocorre crase.
 Os alunos pediram um favor à professora. (a +  Estou esperando você desde as seis horas.
a = à)  Marcaram o almoço para as duas da tarde.

=> Existem outras contrações, como a contração da 4. Em diversas expressões de modo ou circunstância,
preposição a com os pronomes demonstrativos a, atuando como fator de transmissão de clareza na
aquele, aquela e aquilo: a + aquele = àquele; a + leitura:
aquela = àquela; a + aquilo = àquilo.  Vou lavar a mão na pia.
 Vou lavar à mão a roupa delicada.
 Fui àquele serviço para resolver esse  Ele pôs a venda nos olhos.
problema. (a + aquele = àquele)  Ele pôs à venda o carro.
 Apenas dou a encomenda àquela funcionária.  Ela trancou a chave na gaveta.
(a + aquela = àquela)  Ela trancou à chave a porta.
 Refiro-me àquilo que aconteceu semana  Estudei a distância.
passada. (a + aquilo = àquilo)  Estudei à distância.

Quando usar o acento indicativo de crase? Quando não usar o acento de crase?

a) Antes de palavras femininas em construções 1. Antes de substantivos masculinos:


frásicas com substantivos e adjetivos que pedem a  Gosto de andar a pé.
preposição a e com verbos cuja regência é feita com a  Este passeio será feito a cavalo.
preposição a, indicando a quem algo se refere, como:  Será estipulado um tipo de
agradecer a, pedir a, dedicar a,… pagamento a prazo.
 Aquele aluno nunca está atento à aula.  Escreve a lápis, assim podemos apagar depois.
 Suas atitudes são idênticas às de sua irmã.
 Não consigo ser indiferente à falta de respeito 2. Antes de verbos:
dessa menina!  Não sei se ela chegou a falar sobre esse
 É importante obedecer às regras de assunto.
funcionamento da escola.  O arquiteto começará a renovar essa casa.

2. Em diversas expressões adverbiais, locuções 3. Antes da maior parte dos pronomes:


prepositivas e locuções conjuntivas: à noite, à direita,  Desejamos a todos um bom fim de semana.
à toa, às vezes, à deriva, às avessas, à parte, à luz, à  Você já pediu ajuda a alguém?
vista, à moda de, à maneira de, à exceção de, à frente  Refiro-me a quem nunca esteve presente nas
de, à custa de, à semelhança de, à medida que, à reuniões.
proporção que,…
 Ligo-te hoje à noite. Nota: Antes de alguns pronomes pode ocorrer crase.
 Ele está completamente à parte do grupo.

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 A funcionária apenas conseguiu a Não entregamos o trabalho à mesma


promoção à custa de muito esforço. professora.
 Eu pedi a fatura à própria gerente do
Pode ocorrer crase antes de substantivo masculino desde estabelecimento.
que haja uma palavra feminina subentendida, é o caso das  Solicitei à senhora que não fizesse mais
locuções à moda de, à maneira de. reclamações.
 Decisões à Pedro Neves. (à maneira de Pedro  Esta é a reportagem à qual me referi.
Neves)
 Estilo à Paulo Sousa. (à moda de Paulo Sousa)

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4. Em expressões com palavras repetidas, mesmo 3. Antes da preposição até antecedendo
que essas palavras sejam femininas: substantivos femininos:
 Estamos estudando as expressões mais  Não desistiremos, iremos até as últimas
usadas pelos falantes no dia a dia. consequências.
 Gota a gota, minha paciência foi enchendo!  Não desistiremos, iremos até às últimas
 Preciso conversar com você face a face. consequências.
 Por favor, permaneçam lado a lado.
Casos específicos para o uso da crase
5. Antes de palavras femininas no plural antecedidas
pela preposição a: => Em algumas situações, o uso da crase fica sujeito a
 Este artigo se refere a pessoas que estão verificação:
desempregadas.
 A polêmica foi relativa a mulheres defensoras 1. Antes de nomes de localidades:
da emancipação feminina.
=> Apenas ocorre crase antes de nomes de
Nota:Caso se especifique os substantivos femininos através localidades que admitam a anteposição do artigo a
da utilização do artigo definido as, ocorre crase, dada a quando regidos pela preposição a. Uma forma fácil de
contração desse artigo com a preposição a: a + as = às. verificar se há anteposição do artigo a é substituir a
 Este artigo se refere às pessoas que estão preposição a pelas preposições de ou em.
desempregadas.
 A polêmica foi relativa às mulheres  Vim da Bahia.
defensoras da emancipação feminina.  Estou na Bahia.
 Vou à Bahia no próximo mês.
6. Antes de um numeral (exceto horas, conforme
acima mencionado): => Não havendo contração com as preposições de e
 O número de concorrentes em, permanecendo de e em, também não haverá
chegou a quinhentos e vinte e sete. contração com a preposição a, permanecendo a:
 O hotel fica a dois quilômetros daqui.  Vim de Brasília.
 O motorista conduzia a 180 km/h.  Estou em Brasília.
 Vou a Brasília no próximo mês.
Quando a crase é facultativa?
O uso acento grave indicativo de crase é facultativo: Nota: Se houver adjunto adnominal que determine a
cidade, ocorre crase.
1. Antes de pronomes possessivos:  Cheguei à Brasília dos políticos corruptos.
 Na festa de Natal, fizeram referência a minha  Regressei à Curitiba de minha infância.
adorável mãe.
 Na festa de Natal, fizeram referência à minha 2. Antes da palavra terra: Ocorre crase apenas com o
adorável mãe. sentido de Planeta Terra e de localidade, se esta
estiver determinada.
Atenção: se o pronome possessivo tiver valor substantivo,  Fui à terra onde meu pai nasceu. (localidade
haverá acento grave. Ex.: Refere-se à (a) sua casa, mas não identificada)
à minha  O astronauta regressou à Terra trinta dias
após sua partida. (Planeta Terra)
2. Antes de nomes próprios femininos:  Os marinheiros chegaram a terra de
 Enviei cartas a Heloísa. madrugada. (chão indeterminado)
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 Enviei cartas à Heloísa.


3. Antes da palavra casa: Ocorre crase apenas
Nota: Não ocorre crase em contexto formal e na nomeação quando a palavra casa está determinada com um
de personalidades ilustres porque nestes casos, segundo a adjunto adnominal.
norma culta, não se usa artigo definido.  Regresso a casa sempre que posso. (Sem
 Em seu discurso sobre poesia, fez adjunto adnominal)
referência a Cecília Meireles.  Regresso à casa de meus pais sempre que
 A cerimônia foi em homenagem a Clarice posso. (Com adjunto adnominal)
Lispector.

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P O N T U A Ç Ã O:  Para ressaltar o valor significativo de uma
palavra ou expressão: Ele é a “salvação” da
Os sinais de pontuação têm por finalidade: lavoura.
 Assinalar pausas e inflexões de voz;  ironias: Essa garota é muito “inteligente”, em
 Separar palavras, ,expressões e orações que dez questões, errou onze.”
devam ser destacadas;
 Esclarecer o sentido da frase, afastando Emprego do travessão:
qualquer ambiguidade.  destacando algum elemento frasal ou um
aposto, podendo aparecer entre travessões
Emprego dos dois pontos: (Jomar — primo de minha avó — sorria feliz)
 Enumeração (Tinha duas ambições: sucesso e  Para marcar mudança de interlocutor nos
dinheiro) diálogos:
 Introduzindo uma citação ou diálogo (Ele – Onde você jantou?
respondeu secamente: "Não vou ao baile!") – Jantei na casa de minha tia.
 Um esclarecimento / Orações apositivas: – Levou as crianças? – Sim.
Joana conseguira enfim realizar seu desejo
maior: seduzir Pedro. Emprego dos parênteses:
 Para dar informações ou substituir a vírgula e
o travessão: Magé (cidade de Garrincha) é
Emprego do ponto de interrogação:
 após uma frase interrogativa direta (Espera
onde cresci.
por alguém?)  Para introduzir uma ponderação à margem do
que se está dizendo: Aquela cidade (já estou
Emprego do ponto de exclamação: sentindo saudades dela) devia ser
 Em frases que indiquem surpresa, espanto, reurbanizada.
admiração, alegria (Que espetáculo!)  Para explicar o significado de siglas
 Após interjeições (Bravo!, Bis!!!) FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de
 Traduzir ordens: Ande! Salte! Grite! Serviço)

Emprego das reticências: Emprego do ponto e vírgula:


 Marcando interrupção do pensamento (Se for  separar itens de uma enumeração (em leis,
assim...) decretos, portarias, regulamentos etc.)
 Deixando o sentido da frase ser interpretado  separar orações com certa extensão, que
pelo leitor (A resposta dela...) dificultem a compreensão e respiração
 Denotando hesitação (Amanhã... Não sei  para frisar o sentido adversativo antes da
não...) conjunção
 Realçando palavras ou expressões em  separar orações que sejam quebradas por
ambiente literário (Para fazer pelos meus... vírgula, para marcar pausa maior entre as
ninguém ...) orações
 Para indicar suspensão do pensamento, fala  Ideias contrárias: O bem representa a luz; o
desconexa, gagueira, hesitação: Eu ia dizer mal, as trevas.
que... mas como você chegou.... não, deixe  Atitudes diferentes: Eu queria chamar o
para lá. socorro; o motorista, porém mais calmo,
 Suspense: “E o Oscar vai para ... “ resolveu o problemas sozinho.
 Deixar no ar uma possibilidade: Quem sabe... Emprego do Ponto
 Para terminar períodos: Cheguei, vi e venci.
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Emprego das aspas:  Para abreviar: V. Alteza está de parabéns.


 Indicando citações de outros autores (Disse  O ponto que é empregado para encerrar um
Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena se a alma texto escrito recebe o nome de ponto final.
não é pequena")
 Em palavras ou expressões estrangeiras e O ponto é também usado em quase todas as abreviaturas,
gírias (Ele foi o "must", "tá"?!) por exemplo: fev. = fevereiro, hab. = habitante, rod. =
 Em gírias “coé”; rodovia.

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Emprego da vírgula: e) Indicar, às vezes, elipse do verbo
Ex.: Ele virá hoje; eu, amanhã)
 Para o emprego correto da vírgula, deve-se
considerar a ordem direta da frase: sujeito - f) Em período composto: para separar as orações
verbo - complementos - adj. Adverbial coordenadas assindéticas (sem CONECTIVOS)
Ex.: Correu, torceu o pé, foi ao médico ...
 Erros quando a ordem é direta: Não pode
haver vírgula entre sujeito e predicado (O g) Para separar as orações coordenadas sindéticas,
supervisor, distribuiu as tarefas - ERRADO); quando os sujeitos das duas orações forem diferentes
Ex.: Eu fui à praia, e você foi à piscina.
 Não pode haver vírgula entre o verbo e seus
complementos (Os alunos refizeram, todos os h) Para separar as coordenadas adversativas. É bom
textos - ERRADO) saber que não se pode usar vírgula depois do “mas”.
Quando “porém, contudo, todavia, no entanto e
 Não pode haver vírgula entre o nome e o entretanto” iniciarem a frase, poderão ou não ser
complemento nominal ou adjunto adnominal seguidos de vírgula. Essas últimas conjunções sempre
(A extração, do dente foi dolorosa - ERRADO) terão uma vírgula antes e outra depois quando
estiverem intercaladas no período.
 Entre os termos da oração: separar termos Ex.: Eu estava cansado; estudei, no entanto, mesmo
coordenados da mesma função e assindéticos, assim.
ainda que sejam repetidos Todavia, não pude ir ontem ao curso.

Obs: Havendo “e” entre os dois últimos termos, suprime-se i) Para separar as coordenadas sindéticas alternativas
a vírgula. Ex: Comprei pão, leite, café e manteiga. em que haja as conjunções ou....ou, ora.....ora,
quer....quer, seja......seja
 Usa-se vírgulas para: Ex.: Ora quer uma coisa, ora quer outra

a) Separar vocativos e o nome do lugar nas datas j) Para separar as coordenadas sindéticas conclusivas
Ex.: Cristina, desligue este telefone agora. (logo, pois, portanto). O pois com valor conclusivo (=
Rio de janeiro, 07 de março de 2021. portanto) sempre deve vir entre vírgulas
Ex.: Não era alfabetizado; não podia, pois, ter carta de
b)indicar inversões: do adjunto adverbial (se o adjunto habilitação
for de pequena extensão, torna-se dispensável o uso
da vírgula) k) Para separar as coordenadas sindéticas explicativas
Ao sair de casa, verificou se esquecera os papéis. Ex.: Não fale assim, porque estamos ouvindo você.
Ontem verificou se esquecera os papéis.
l) Para separar as adverbiais reduzidas e as adverbiais
c) No complemento pleonástico antecipado antepostas ou intercaladas na principal
Ex.: a mim, basta-me tua presença. Ex.: Saindo da faculdade, arrumarei emprego.
“Quando fui ferido, vi tudo mudar ...”
d) indicar intercalações ...
m) Isolar as subordinadas adjetivas explicativas. As
=> de expressões explicativas, continuativas e restritivas, geralmente não se separam por vírgula.
conclusivas. Ex.: Estudou muito; foi, pois, aprovado. Podem terminar por vírgula em casos de ter certa
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extensão ou quando os verbos se sucedem.


=> do adjunto adverbial ou aposto (menos o Entretanto nunca devem começar por vírgula.
especificativo) Ex.:O rapaz, que tinha o passo firme, resolvei o
Ex.: Alexandre, síndico do prédio, gosta de problema / O aluno que estuda, aprende)
comentários sociais.

=> da conjunção
Ex.: Queria ir à praia ontem; choveu, porém,
torrencialmente

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COLOCAÇÃO PRONOMINAL 03. Em orações reduzidas do gerúndio (sem a
preposição em).
=> É a relação do pronome oblíquo átono e o verbo  O jovem reclamou muito, comportando-se
(considerando a posição) como uma criança.
Próclise: pronome colocado antes do verbo;  Fiquei sem reação, lembrando-me de
Ênclise: pronome colocado depois do verbo acontecimentos passados.
Mesóclise: pronome colocado no meio do
verbo. 04. Em orações reduzidas do infinitivo.
 Espero dizer-te a verdade rapidamente.
Exemplos de colocação pronominal  Convém dar-lhe autorização ainda hoje.
 Não me deram uma caixa de bombons ontem.
(próclise)  PRÓCLISE
 Deram-me uma caixa de bombons ontem.
(ênclise) => A colocação pronominal deverá ser feita antes do
 Dar-me-ão uma caixa de bombons amanhã. verbo apenas quando houver palavras atrativas que
(mesóclise) justifiquem o adiantamento do pronome, como:

=> Os pronomes pessoais oblíquos átonos são: 01. Palavras negativas (não, nunca, ninguém, jamais).
1.ª pessoa do singular - me  Não te quero ver nunca mais!
2.ª pessoa do singular - te  Nunca a esquecerei.
3.ª pessoa do singular – se, o, a, lhe
1.ª pessoa do plural - nos 02. Advérbios, sem que haja uma pausa marcada.
2.ª pessoa do plural - vos Havendo uma pausa marcada por uma vírgula, deverá
3.ª pessoa do plural – se, os, as, lhes ser usada a ênclise.
 Aqui se come muito bem!
Próclise ou ênclise?  Talvez te espere no fim das aulas.
=> É facultativo o uso da próclise ou da ênclise, caso o
verbo não se encontre no início da frase, nem haja 03. Pronomes relativos (que, qual, onde,…).
situações que justifiquem o uso específico de uma  Há professores que nos marcam para sempre.
forma de colocação pronominal.  Esta é a faculdade onde me formei.

Exemplo de uso facultativo da próclise ou da ênclise 04. Pronomes indefinidos (alguém, todos, poucos,…).
 Minha mãe ajudou-me nos trabalhos.  Alguém me fará mudar de opinião?
 Minha mãe me ajudou nos trabalhos.  Poucos nos emocionaram com seus relatos.

Uso específico de ênclise, próclise ou mesóclise 05. Frases interrogativas (quem, qual, que,
quando,…).
 ÊNCLISE  Quem me chamou?
 Quando nos perguntaram isso?
=> A colocação depois do verbo deverá ser usada:
06. Conjunções subordinativas (embora, se,
01. Em orações iniciadas com verbos (com exceção conforme, logo,...).
do futuro do presente do indicativo e do futuro do  Embora o faça, sei que é errado.
 Cumpriremos o acordo se nos agradar.
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pretérito do indicativo), uma vez que não se iniciam


frases com pronomes oblíquos.
 Refere-se a um tipo de árvore. 07. Pronomes demonstrativos (isto, isso, aquilo,…).
 Viram-me na rua e não disseram nada.  Isso me deixou muito abalada.
 Aquilo nos mostrou a verdade.
02. Em orações imperativas afirmativas.
 Sente-se imediatamente! 08. Frases exclamativas
 Lembre-me para fazer isso no fim do  Como nos enganaram!
expediente.

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09. Preposição em mais verbo no gerúndio. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO:
 Em se tratando de uma novidade, este
produto é o indicado. São seis os elementos da comunicação:
1. Emissor ou emitente (remetente)
10. Frases optativas. 2. Receptor (destinatário)
 Deus te guarde! 3. Mensagem – é o que se escreve ou se diz
] 4. Referente – são os fatos e as evidências,
DICA: GRAVAR NARISDEO vivências ou juízos.
5. Código – é a linguagem em si.
 MESÓCLISE 6. Canal – É o fio condutor da mensagem.

=> A colocação pronominal deverá ser feita no meio Existem diferentes estratégias de persuasão, que
do verbo quando o verbo estiver conjugado no futuro põem estes elementos em destaque. A esse destaque,
do presente do indicativo ou no futuro do pretérito do damos o nome de funções da linguagem.
indicativo.
 Ajudar-te-ei no que for preciso.
FUNÇÕES DA LINGUAGEM
 Comprometer-se-iam mais facilmente se
confiassem mais em você.
1. EMOTIVA OU EXPRESSIVA: Põe os sentimentos do
=> A mesóclise é majoritariamente utilizada numa emissor em destaque. Equivale ao “eu”.
linguagem formal, culta e literária. Caso haja situação Ex.: “Eu sei que vou te amar, Por toda a minha vida eu
que justifique a próclise, a mesóclise não ocorre. vou te amar ... A cada despedida, eu vou te amar...”

Colocação pronominal nas locuções verbais FUNÇÃO CONATIVA OU APELATIVA: Põe em


=> A colocação pronominal nas locuções verbais destaque o receptor, cujo comportamento se quer
difere caso o verbo principal esteja no particípio ou no influenciar ou alterar. Pode ser uma ordem, um
gerúndio e infinitivo. pedido, um apelo, uma súplica, uma sugestão. É
função nas mensagens publicitárias. Pode ser
=> Verbo principal no gerúndio ou no infinitivo imperativa. Destaca o “você”.
Caso não haja palavra atrativa que exija a próclise, o Ex.: “Vem pra caixa você também, vem”
pronome oblíquo poderá ficar após o verbo principal
ou após o verbo auxiliar. FUNÇÃO POÉTICA OU CONOTATIVA: Realça
 Quero ver-te hoje. Quero-te ver hoje. fundamentalmente a mensagem. Apresenta uma
maneira especial de elaborar um efeito estético,
=> Caso haja alguma palavra atrativa que exija a através até de desvios de normas e de neologismos
próclise, o pronome oblíquo poderá ficar antes da (novos vocábulos) .
locução verbal ou depois da locução verbal. Ex.: “Uma onça pintada e seu tiro certeiro
 Não te quero ver hoje. Deixou os meus nervos de aço no chão ...”
 Não quero ver-te hoje.

FUNÇÃO REFERENCIAL (ou DENOTATIVA): Também é


=> Verbo principal no particípio
chamada de cognitiva ou informativa. Está
Caso não haja palavra atrativa que exija a próclise, o
centralizada principalmente no referente, procurando
pronome oblíquo deverá ficar depois do verbo
fornecer informações, com as palavras sendo
auxiliar, nunca depois do verbo principal no particípio.
empregadas em seu sentido real.
 Tinham-me dito que você não era de
Ex.: “O auxílio emergencial foi prorrogado em função
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confiança.
da pandemia.”
 Eu tinha-lhe falado sobre esse assunto.

=> Caso haja alguma palavra atrativa que exija a FUNÇÃO METALINGUÍSTICA: Enfatiza o próprio
próclise, o pronome oblíquo deverá ficar antes da código da linguagem. Eles falam de um assunto,
locução verbal. usando o próprio assunto como centro da mensagem.
 Já me tinham dito que você não era de Ex.:“Não deixe o samba morrer ... Não deixe o samba
confiança. acabar...”, letra “cantada” em um samba que fala do
 Eu não lhe tinha falado sobre esse assunto. próprio samba.

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FUNÇÃO FÁTICA: Mensagem rápida que destaca o Homonímia: É a relação entre duas ou mais palavras
canal de comunicação. Inicia ou fecha um diálogo, que, apesar de possuírem significados diferentes,
sem que algo seja literalmente conversado, mas que é possuem a mesma estrutura fonológica ou de grafia,
entendido.. ou seja, os homônimos. Podem ser:
Ex.: Beleza ? Já é, partiu !
 Homógrafas ou heterófonas: palavras iguais
SEMÂNTICA na escrita e diferentes na pronúncia.
Exemplos: gosto (substantivo) - gosto / (1ª
=> Semântica é o estudo do sentido das palavras de pessoa singular presente indicativo do verbo
uma língua gostar) / conserto (substantivo) - conserto (1ª
pessoa singular presente indicativo do verbo
DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO consertar);

 Homófonas ou heterógrafas: palavras iguais


Denotação – Sentido real
na pronúncia e diferentes na escrita.
Conotação – Sentido figurado
Exemplos: cela (substantivo) - sela (verbo) /
cessão (substantivo) - sessão (substantivo) /
Exemplos de variação no significado das palavras:
cerrar (verbo) - serrar ( verbo);
Os domadores conseguiram enjaular a fera. (sentido
próprio ou literal)
 Perfeitas: palavras iguais na pronúncia e na
Ele ficou uma fera quando soube da notícia.(figurado)
escrita. Exemplos: cura (verbo) - cura
Aquela aluna é fera na matemática. (sentido figurado)
(substantivo) / verão (verbo) - verão
(substantivo) / cedo (verbo) - cedo
Sinonímia: Duas palavras ou mais que apresentam
(advérbio); são (Presente do verbo ser) - são
significados iguais ou semelhantes.
(santo) e são (sadio).
Exs: cômico - engraçado / débil - fraco, frágil
Hiperônimos: São palavras de sentido genérico, ou
Atenção parta estes exemplos abaixo:
seja, palavras cujos significados são mais abrangentes
 adversário e antagonista;
do que os hipônimos.
 translúcido e diáfano;
Exemplos:
 semicírculo e hemiciclo;
Galáxia é hiperônimo de estrelas e planetas.
 contraveneno e antídoto;
Ferramenta é hiperônimo de chave de fenda e alicate.
 moral e ética;
Doença é hiperônimo de catapora e bronquite.
 colóquio e diálogo;
Comprou flores e deu as rosas para a mulher.
 transformação e metamorfose;
 oposição e antítese.
Hipônimos: São palavras de sentido específico, ou
seja, palavras cujos significados são hierarquicamente
Antonímia: É a relação que se estabelece entre duas
mais específicos do que de outras.
palavras ou mais que apresentam significados
Brócolis e couve-flor são hipônimos de verdura.
diferentes, contrários. Exs: economizar - gastar / bem
Flores e árvores são hipônimos de flora.
- mal / bom - ruim. Desta forma, opõem-se no seu
Gripe e pneumonia são hipônimos de doença.
significado.
Vinha um ônibus, mas o pedestre não viu o veículo.
Atenção para estes exemplos abaixo:
 bendizer e maldizer;
 simpático e antipático; AMBIGUIDADE OU ANFIBOLOGIA e POLISSEMIA
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 progredir e regredir;
 concórdia e discórdia; => Ambiguidade: É o nome dado à duplicidade de
 esperar e desesperar; sentidos, quando alguns termos, expressões,
 simétrico e assimétrico. sentenças apresentam mais de um entendimento
possível. Em outras palavras, ocorre quando, por falta
de clareza, há duplicidade de sentido da frase.

=> A palavra significa incerteza, equívoco.

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=> A ambiguidade é colocada no grupo dos vícios de FIGURAS DE LINGUAGEM
linguagem. Pode resultar na má interpretação da
mensagem, ocasionando múltiplos sentidos. As figuras de linguagem são recursos estilísticos
Os tipos comuns de ambiguidade são: empregadas para valorizar o texto.

 Uso indevido de pronomes possessivos: As figuras de linguagem classificam-se em:


A mãe pediu à filha que arrumasse o seu quarto. a) figuras de palavras; c) figuras de pensamento;
Correto: A mãe pediu à filha que arrumasse o próprio b) figuras de som; d) figuras de sintaxe.
quarto.
FIGURAS DE PALAVRA
Outro exemplo: Vi o João andando com seu carro.
Ideal: Vi o João andando com o carro dele. A. Comparação (símile): Estabelece aproximação
entre dois elementos que se identificam, ligados por
Colocação inadequada das palavras conectivos explícitos - feito, assim como, tal, como, tal
A criança feliz foi ao parque. qual, tal como, qual, que nem - e alguns verbos -
Ideal: Feliz, a criança foi ao parque. parecer, assemelhar-se e outros.
Ex: "Como se eu fosse flor, você me cheira...”
Uso de forma indistinta entre o pronome relativo e a Ex.2: “A saudade bateu, foi que nem maré ...”
conjunção integrante Ex.3 (comparação simples) – A Ferrari é mais veloz
A estudante falou com o garoto que estudava que a Mercedes.
enfermagem. Ex.4: (Símile ou simbólica) “A cabeça do homem
Ideal: A estudante de enfermagem falou com o latejava como se recebesse muitas agulhadas.”
garoto;
Metáfora: Comparação subentendida.
Uso indevido de formas nominais Ex: " “Minha boca é um túmulo.”
A moça reconheceu a amiga frequentando a Ex.2: “Seus olhos são duas estrelas brilhantes.”
academia. Ex.3: “É o paraíso, suas curvas são cartões postais...”
Ideal: A moça reconheceu a amiga que estava
frequentando a academia. Metonímia: Substituição de uma palavra por outra,
ou: A moça, na academia, reconheceu a amiga. fundamentada na relação objetiva, real, realizando-se
de inúmeros modos:
Polissemia: É um conceito da área que significa "algo _ o continente pelo conteúdo e –versa;
que tem muitos significados". Uma palavra _ a causa pelo efeito e vice-versa;
polissêmica é uma palavra que reúne vários _ o lugar de origem ou de produção pelo produto;
significados. o autor pela obra;
Ex.: linha / ponto _ o abstrato pelo concreto e vice-versa;
_ a coisa pelo lugar;
Polissemia e homonímia: A confusão entre polissemia _ o instrumento pela pessoa que o utiliza;
e homonímia é bastante comum. Quando a mesma “Gosto de ler Jorge Amado desde que era jovem.”
palavra apresenta vários significados, estamos na “Vamos dar uma passada na Vilma para fazer uma
presença da polissemia. Por outro lado, quando duas visita.”
ou mais palavras com origens e significados distintos
têm a mesma grafia e fonologia, estamos perante Sinédoque: Substituição de um termo por outro,
uma homonímia. havendo ampliação ou redução do sentido usual da
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palavra numa relação quantitativa.


A palavra "manga" é um caso de homonímia. Ela pode - o todo pela parte e vice-versa: "A cidade inteira
significar uma fruta ou uma parte de uma camisa. parou para ver a banda passar, cantando coisas de
"Letra" é palavra polissêmica. Pode significar o amor...”
elemento do alfabeto, o texto de uma canção ou
caligrafia. Neste caso, os diferentes significados estão Catacrese: É uma espécie de metáfora do dia a dia.
interligados porque remetem para o mesmo conceito, Exemplo: "Eu quero beijar ...A sua boca loca
o da escrita. E eu vou enfiar ... Uva no céu da sua boca"

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Sinestesia: Mistura de sentidos ou sensações. Gradação: Quando há uma sequência de palavras que
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Exemplo: " Meu coração está radiante intensificam uma mesma ideia.
Bate feliz, acho que é amor ...” Exemplos: “Aqui…além…mais longe por onde eu
movo o passo.”
Antonomásia: O mesmo que apelido, alcunha ou “É pau, é pedra, é o fim do caminho.”
cognome. Ex: "O Nazareno falou aos seus discípulos.”
Hipérbole: Exagero de uma ideia para proporcionar
Alegoria: Acumulação de metáforas referindo-se ao impacto. Ex: “Que domina o meu pensamento e me
mesmo objeto. Exemplo: "A vida é como um livro. No faz respirar Comanda as batidas do meu coração.”
início, o prefácio se revela tão belo e doce, enquanto “Por você, eu dançaria tango no teto...”
o epílogo aguarda que percorramos os capítulos da
jornada que iremos trilhar. Ironia: Sugere o contrário do que as palavras
parecem dizer. A intenção é sarcástica.
FIGURAS DE SOM Exemplo: "Dizia que era muito inteligente e em
qualquer prova, de cada 10 questões, errava onze.”
Aliteração: Repetição da mesma consoante.
Ex: "Toda gente homenageia Januária na janela." Prosopopeia:(animização ou personificação): Atribui
ação de seres animados a seres inanimados ou
Assonância: Repetição da mesma vogal ao longo de imaginários. Exemplos:
um verso ou poema. Exemplo: "Sou Ana, da cama / “Minha boca calou, meu coração gritou por cima.”
da cana, fulana, bacana / Sou Ana de Amsterdam.". “Hoje até o sol está mais feliz.” “A lua me traiu.”

Paronomásia: Quando há reprodução de sons Perífrase: Quando palavras expressam algum objeto
semelhantes em palavras de significados diferentes. ou situação que não se quer nomear.
Exemplo: "Berro pelo aterro pelo desterro / berro Exemplo: "Cidade maravilhosa / Cheia de encantos
por seu berro pelo seu erro. mil / Cidade maravilhosa / Coração do meu Brasil.".

Onomatopeia: Uma palavra imita um ruído ou som. FIGURAS DE SINTAXE


Exemplo: "Entrei em casa e logo fui recebida pelo a) omissão: assíndeto, elipse e zeugma;
auauau do meu querido cachorro.” b) repetição: anáfora, pleonasmo e polissíndeto;
c) inversão: anástrofe, hipérbato, sínquise e hipálage;
FIGURAS DE PENSAMENTO d) ruptura: anacoluto;
Antítese: Expressões de sentidos opostos. e) concordância ideológica: silepse.
Exemplos: “É dia de sol, mas o tempo pode fechar...”
"Quem é de verdade sabe quem é de mentira.” Assíndeto: Quando orações ou palavras deveriam vir
“Estou acordado e todos dormem, todos dormem, ligadas por conjunções coordenativas, aparecem
todos dormem”. justapostas ou separadas por vírgulas.
Exemplo: "Não nos movemos, as mãos é que se
Apóstrofe: Invocação de uma pessoa ou algo (real ou estenderam pouco a pouco, todas quatro, pegando-
imaginário), que pode estar presente ou ausente. se, apertando-se, fundindo-se...”
Exemplo: "Deus! ó Deus! onde estás, que não
respondes?" Polissíndeto: Quando há repetição enfática de uma
conjunção coordenativa mais vezes do que exige a
Paradoxo: (oximoro). Algo contrário à lógica. norma gramatical (geralmente a conjunção e).
Exemplo: "Estou dormindo acordado”. Ex: “Se essa boca não beijasse tão bem / Se esse
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abraço não fosse tão massa / Se quer saber se eu


Eufemismo: É empregada para atenuar uma verdade quero outro alguém / Nem de graça, nem de
tida como penosa, desagradável ou chocante. graça...”
Exemplos: “Vou te esperar. Na minha humilde “As ondas vão e vem, e vão, e são como o tempo.”
residência, ... Mas eu te peço. Só um pouquinho de “Não canto nem danço, nem escrevo, nem desenho.”
paciência, a cama ta quebrada e não tem cobertor.”
“Seu colega faltou com a verdade.” Elipse: Quando omitimos um termo que podemos
identificar ou subentender no contexto. Exemplo: "

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“Perguntei às crianças o que tinham feito de bom no
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final de semana.” USO CORRETO DAS PALAVRAS

Zeugma: Quando um termo já expresso na frase é  POR QUÊ, POR QUE, PORQUE OU PORQUÊ?
suprimido, ficando subentendida sua repetição.
Ex: "Preciso de dois estagiários. De um que seja bom a) Por que: Significa “motivo pelo qual”, "por qual
em informática e de outro que fale francês." motivo", "por qual razão". Existem casos em que por
que representa uma sequência preposição + pronome
Anáfora: Quando há repetição intencional de palavras relativo, equivalendo a pelo qual, pelos quais, pelas
no início de um período, frase ou verso. quais, pela qual.
Exemplo: “Há flores cobrindo o telhado […] Há flores Ex1.: Por que você não veio?
… Há flores em tudo …” Ex.2: A rua por que passei é estreita.
"Quando não tinha nada, eu quis Quando tudo era Ex.3: Eu não sei por que fiz isso.
ausência, esperei Quando tive frio, tremi Quando
tive coragem, liguei” b) Por quê: Idem ao anterior, porém antes de
pontuação.
Pleonasmo: Repete a ideia, redundância de sentiodo. Ex: Você não veio. Por quê?
Ex.2: não sei por quê, mas hoje não estou bem.
a) Pleonasmo literário: Uso de palavras redundantes
para reforçar uma ideia. Como um recurso estilístico, c) Porquê: depois de “O” ou “UM”.
enriquece a expressão, dando ênfase à mensagem. A forma porquê representa um substantivo. Significa
Ex: "Morrerás morte vil na mão de um forte." causa, razão, motivo e normalmente surge
acompanha de uma palavra determinando, um artigo,
b) Pleonasmo vicioso: Repetição desnecessária da por exemplo.
ideia já expressa anteriormente. Ex: subir para cima / Ex.: Sei o porquê do choro da criança.
entrar para dentro / repetir de novo / hemorragia de Ex.2: Dê-me ao menos um porquê para sua atitude.
sangue / principal protagonista.
d) Porque: Geralmente equivale a “pois”. Também
Anástrofe: Inversão de palavras vizinhas pode indicar finalidade, como: para que, a fim de. É
(determinante/determinado). usado nos demais casos não previstos acima já que,
Exemplo: "Tão leve estou (estou tão leve) visto que, dado que, porquanto, como, na medida
que).
Hipérbato: Quando há uma inversão completa da Ex.: Eu não fui à festa, porque estava cansado.
frase. Ex.2: Não julgues porque não te julguem.
Exemplo: " Brilham, à noite, as estrelas no céu.”
 MAL / MAU:
Anacoluto: Interrupção da ideia sintática, alterando a
lógica. Ex: "Essas empregadas de hoje, não se pode a) mal : contrário de bem – Passou mal pela manhã.
confiar nelas." . b) mal indicando tempo: Mal você chegou, eu sai.
c) mal indicando negação: Mal entendi o que falou.
Silepse: Concorda com a ideia, não com as palavras.
d) mal indicado intensidade: Mal o conheço
a) Silepse de Gênero: Discordância entre os gêneros
mau: contrário de bom.: O mau rapaz foi punido.
gramaticais (feminino ou masculino).
Exemplo: "Quando a criança é novo, a gente até
 ONDE / AONDE / DONDE:
compreende algumas artes.”
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b) Silepse de número: Discordância envolvendo o a) onde – indica repouso, permanência


número gramatical (singular ou plural). Ex.: Onde você estuda?
Ex: A gente saiu cedo da festa e depois fomos para b) aonde – usado com verbos que indicam
outro local.” movimento
Ex.: Aonde você vai após a aula?
c) Silepse de pessoa: Discordância entre o sujeito
expresso e a pessoa verbal: Ex: "Todos falamos c) donde: origem Ex.: Donde você veio?
futebol."

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 MAS / MAIS / MÁS: Ex.: Lá embaixo; embaixo da mesa; assino embaixo.
Ex.2: Olhando do décimo andar de um prédio tudo
a) mas – equivale a porém parece pequeno lá embaixo.
Ex.: queria ir à praia, mas choveu. Ex.3: Ele já foi um escritor prestigiado, mas hoje em
dia está embaixo.
b) mais – soma, adição
Ex.: Fazia isto a cada dia mais e mais.  DEBAIXO / DE BAIXO

c) más – plural de má a) debaixo, escrito de forma junta, é um advérbio de


Ex.: Algumas pessoas são más sem motivo. lugar. Deve ser usado para indicar algo ou alguém que
está numa posição verticalmente inferior ou numa
 HÁ OU A? posição de inferioridade:
Ex.1: As folhas que você está procurando estão
Quando nos referimos a um determinado espaço de debaixo daquela caixa.
tempo, usamos há ou a, nas seguintes situações: Ex.2: Sem o dinheiro e os recursos de antigamente,
meu patrão está completamente debaixo.
a) há – verbo haver ou menção de fato passado.
Ex.: Há muitos alunos na sala. b) de baixo, escrito em separado, é utilizado quando
Há muitos anos, eu o visitei. baixo assume a função de um adjetivo ou quando há
uma correlação com a palavra cima:
b) a - preposição, indicando tempo futuro ou A expressão “de baixo” é formada pela preposição
distância: “de” e pelo “adjetivo” ou “substantivo” baixo.
Ex.: Eles chegarão daqui a dois anos.
Ex.1: Aquele é um homem de baixo caráter.
 ABAIXO / A BAIXO Ex.2: Você vive falando palavras de baixo nível.
Ex.3: Ele olhou-me de baixo a cima e eu não gostei!
a) abaixo: Significa em posição inferior, sendo (baixo se opõe a cima)
sinônimo de embaixo.
Também é usada como interjeição que  ACERCA DE / CERCA DE / A CERCA DE /
expressa protesto e reprovação. HÁ CERCA DE

Ex. 1: Para hoje se espera temperatura abaixo de zero. a) acerca de significa sobre ou a respeito de.
Ex. 2: Abaixo a discriminação e o racismo! Ex.1: Vamos conversar acerca de tudo!

b) a baixo: estabelece relações com as expressões de b) a cerca de significa perto de ou a


cima ou de alto: de cima a baixo aproximadamente.
Ex.: Moro a cerca de 500m daqui.
Ex.1: Ele olhou o prédio de alto a baixo e decidiu
c) Há cerca de significa faz aproximadamente ou estão
entrar.
aproximadamente.
Ex.2: Na bicicleta, desceu o morro de cima a baixo.
Ex.: Cheguei há cerca de duas horas.
Ex.2: Há cerca de 500 visitantes aqui.
 EM BAIXO OU EMBAIXO
d) cerca de: Durante; aproximadamente
=> A forma correta de escrita da palavra é embaixo. Ex.: Falamos cerca de duas horas.
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O advérbio de lugar “embaixo” transmite uma


ideia de posição de inferioridade, ou seja, de algo que Atenção!
está em lugar inferior a outro: abaixo, debaixo, * Nunca ocorre crase na expressão a cerca de. Assim, está
inferiormente errada a expressão à cerca de, escrita com acento grave.
**Não confundir com a construção frásica a cerca de
Pode significar também uma posição de
composta pelo artigo definido a, pelo substantivo feminino
inferioridade no sentido de alguém não possuir cerca e pela preposição de:
recursos e prestígio, estando acabado, arruinado, Ex.: A cerca de bambu do quintal está muito bonita.
fracassado, por baixo.

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 AFORA / A FORA Ex.5: Neste momento, não estou a fim! (de alguma
a) afora: Escrito junto, significa principalmente algo coisa, de fazer algo,…)
que ocorre em direção ao lado de fora ou ao longo de Ex.6: Acho que você não está muito a fim… (de ver
alguma coisa. algo, de falar sobre algo,…)
Enquanto preposição, é sinônima de: à
exceção de e para além de. b) Adjetivo afim: sinônimo de semelhante

Ex.1: Seguiu pela estrada afora, sem olhar para trás. Enquanto adjetivo, a palavra afim, escrita de forma
Ex.2: Meu terreno, de fora a fora, tem 750 m de junta, refere-se a coisas que são semelhantes,
comprimento. possuindo ligação. É sinônimo de semelhante,
Ex.3: Afora termos visitado o Chile, também parecido, similar, análogo, conforme, próximo e
conhecemos o Peru e a Bolívia. (preposição) vizinho.
Ex.4: Afora Caio, todos os alunos tiveram boas notas. Enquanto substantivo, a palavra afim, escrita de
(preposição) forma junta, indica pessoas que são parentes por
afinidade ou partidárias, adepto, aderente e aliado. É
b) a fora: Escrito separado, é usado unicamente nas majoritariamente utilizado no plural: afins.
expressões: de dentro a fora e de fora a fora.
Ex.1: O espanhol é uma língua afim com o português.
Ex.1: Percorreu a escola de dentro a fora, mas não a Ex.2: Nesta fase das nossas vidas, não temos
encontrou. objetivos afins.
Ex.2: Visitou a fábrica de fora a fora para conhecer as Ex.3: Para meu aniversário, convidarei parentes
instalações. e afins.

 A PAR / AO PAR  EM VEZ DE / AO INVÉS DE

a) a par: É a expressão mais utilizada e significa estar a) Em vez de: Tem um significado mais abrangente e
ciente ou informado. pode ser usada quando há ideias contrárias mas
Ex.1: Estar a par das notícias. também quando há apenas ideias diferentes.
Ex.2: Estar a par dos acontecimentos.
Ex.1: Usou azul, em vez de verde. (Azul e verde não
b) ao par é usado apenas na comparação de valores são conceitos opostos, apenas diferentes. Um pode
de moedas. Significa ter valor igual ou equivalente. ser usado em alternativa ao outro.)
Ex.1: O dólar está ao par do euro.
Ex.2: O real não está ao par do dólar. b) Ao invés de: Deverá ser usada quando há ideias
contrárias, para indicar que uma situação se opõe a
 AFIM / AFIM outra.
Ex..1: Subiu, ao invés de descer. (Subir é o contrário
a) A fim de: A fim de indica uma finalidade, um
de descer. São conceitos opostos.)
propósito ou uma intenção, sendo sinônimo de para,
com a intenção de, com o propósito de:
USO CORRETO DAS LETRAS
Também indica interesse ou desejo por alguém ou por
alguma coisa. Esse sentido de estar com vontade é Ortografia. Emprego das letras h, s, z, x, ch, g, j, ss, sc
mais utilizado em contextos informais:
Em algumas situações, a preposição de pode estar Vem do grego: ortho = correto ; Graphia = escrita
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subentendida, sendo necessário analisar o contexto É a parte da gramática que ensina a escrever,
em que a frase ocorre: corretamente, as palavras. Baseia-se no padrão culto
da língua.
Ex.1: A aluna estudou muito a fim de tirar boa nota na
prova. O fonema s:
Ex.2: Você está contando essa história a fim de me
comover, mas não vai conseguir. Escreve-se com S: As palavras substantivadas
Ex.3: Pedro está a fim de Laura. derivadas de verbos com radicais em nd, rg, rt, pel,
Ex.4: Neste momento eu estou a fim de ficar sozinha. corr e sent. Ex.:

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pretender ascender inverter aspergir divertir Escreve-se com XC
pretensão ascensão inversão aspersão diversão
repelir recorrer discorrer sentir consentir exceção excedente excêntrico excessivo
repulsa recurso discurso sensível consensual excepcional excelente excesso exceto
exceder excentricidade exceção
Escreve-se com SS: Os nomes derivados dos verbos
cujos radicais terminem em gred, ced, prim ou com
verbos terminados por tir ou meter . Ex.: O fonema z:

agredir imprimir admitir ceder exceder


Escreve-se com S e não com Z:
agressivo impressão admissão cessão excesso  Palavras derivadas de substantivo e títulos
percutir regredir oprimir submeter pret imp nobiliárquicos.
percussão regressão opressão submissão subjunt.
poetisa inglesa chinês pequinês burguesia
Escreve-se com C ou Ç:
 As formas verbais pôr e querer: Ex.:
 Os vocábulos de origem árabe:
pôs pusera quis quiseste quisera
cetim açucena açúcar
 Nomes derivados de verbos com radicais com
 os vocábulos de origem tupi, africana ou final “d”:
exótica: Ex
aludir decidir empreender difundir
cipó, Juçara, caçula cachaça, alusão decisão empresa difusão
cacique
 Após ditongos: Ex.:
 os sufixos aça, aço, ação, çar, ecer, iça, nça,
uça, uçu. coisa Neusa pouso lousa Leise

barcaça ricaço aguçar carniça  Em verbos derivados de radical terminados


caniço esperanç carapuça dentuço em s: Ex.:
a
anális(e) + ar pesquis(a) + ar aviso + ar
 nomes derivados do verbo ter. Ex.: analisar pesquisar avisar

abster deter ater reter Atenção: catequizar e batizar são exceções a esta
abstenção detenção atenção retenção regra.

 após ditongos: Ex.: => Escreve-se com Z:


 Os sufixos ez e eza das palavras derivadas de
foice coice traição adjetivo:

 palavras derivadas de outras terminadas em rico - riqueza macio - maciez belo - beleza
te, to(r). Ex:
  Os sufixos izar (desde que o radical da palavra
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infrator - absorto - de origem não termine com s): Ex.:


infração absorção ameno- final - finalizar útil - utilizar
 Atenção: Escreve-se com SC amenizar

apascentar discernir incandescer piscina  Como consoante de ligação se o radical não


ascender efervescente miscelânea rescindir terminar com s: Ex.:
convalescer fascínio nascer víscera
crescente florescer oscilar pé + inho café + al - lápis + inho
pezinho cafezal lapisinho
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Exercícios 01: Escreve-se com J :

Use s, z ou x nas lacunas abaixo:  Palavras de origem latinas:Ex.:


abali___ado ameni ___ ar amoro___o jeito majestade hoje
análi___ e atuali___ar avare___a
bali___ar bondo___o burgue___a  Palavras de origem árabe, africana, tupi ou
capitali___ar civili___ar desli___ar exótica: Ex.:
duque___a escasse___ estupide__ cafajeste jenipapo canjica
esva___iar extrava___ar flacide___ alforje jibóia manjerona
invalide___ japone___a lou___a Exceção: Sergipe
macie___ mai___ena milane___a
rije___a Sou___a ob___équio O V.O.L.P. também aceita a palavra Genipapo

BIZU : Palavras iniciadas em...  As terminações AJE (geralmente):


A – Usa-se Z – Ex.: azeite, azedo exc.: asilo, Ásia e asa laje ultraje traje
E – Usa-se X – Ex.: exame, exército exc.: esotérico,
esôfago Exercícios: Use G ou J:
I,O,U – Usa-se S – Ex.: Isaura, Ozsíris e usucapião Exc.: agiota___em a___ito al___ema
ozônio apo___eu ara___em ar___ila
berin___ela cora___em enferru___ar
Exercício: Use X, Z, ou S: engrena___em gara___em gen___ibre
mi___to e___pontâneo ___ente ___esto ___ irassol
e___pectador ima___em ___eito ___enipapo
e___pectativa ani___ hortên___ia ___ equitibá ___iló ___ipê
laran___eira lití___io lo___ista
O fonema j: ori___em pa___é pedá___io
pressa___io pro___étil refú___io
Escreve-se com G: sar___eta subterfú___io ti___ela
tra___e va___em vare___ista
 As palavras de origem grega ou árabe: Ex.:
O fonema ch:
tigela girafa gesso
Escreve-se com X e não com CH:
 Estrangeirismo, cuja letra G é originária:
 As palavras de origem tupi, africana ou
sargento gim exótica: Ex.:
abacaxi pixaim xará muxoxo xucro
 As terminações: agem, igem, ugem, ege, oge,
ágio, égio, ígio, ógio, ugio (com poucas  Palavras de origem inglesa (sh) e espanhola
exceções): (J): Ex.:
xampu lagartixa
imagem vertigem penugem bege foge
sufrágio sortilégio refúgio litígio relógio  Depois de ditongo: Ex.:
frouxo feixe peixe caixa baixo
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Exceção; pajem / viajem (verbo)


 Depois de en (quando a palavra não derive de
 Os verbos terminados em ger e gir e depois da outra iniciada com ch): enxurrada, enxoval,
letra "r" com poucas exceções: emergir, enchente
surgir. Além de vir geralmente depois da letra Escreve-se com CH e não com X:
“a” desde que não seja radical terminado com
j:  Vocábulos de origem estrangeira: Ex.:
eleger mugir emergir surgir ágil agente chave chumbo chassi mochila
espadachim chope sanduíche salsicha
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BIZU : Depois de EN, deve-se verificar a palavra primitiva:  Emprego do h
Se houver “ch”, mantém: encharcar (charco) / encher
(cheio) / enchente (cheio) .Se não houver palavra primitiva, => O h é uma letra que se mantém em algumas
usa-se X: Ex.: enxofre – enxurrada – enxame palavras em decorrência da etimologia ou da tradição
escrita do nosso idioma. Algumas regras, quanto ao
Exercícios: Use X ou CH seu emprego devem ser observadas:
abaca___i ca___imbo ___odó
Ca___ambu bai___o ma___ i___e a) Emprega-se o h quando a etimologia ou a tradição
____u____u ___ícara bo___ e____a escrita do nosso idioma assim determina.
ca____umba pa___á ca___aça Ex.: homem, higiene, honra, hoje, herói.
mu__o__o ___imarrão amei___a
pu___ar ori___á boli___e b) Emprega-se o h no final de algumas interjeições.
___ale alça___ofra bai___ela Oh! Ah!
___ácara bro___e fi___ário
co___ilar c) No interior dos vocábulos não se usa h, exceto:
- nos vocábulos compostos em que o segundo
As letras “e” e “i”: elemento com h se une por hífen ao primeiro.
Ex.: super-homem, pré-história.
 Ditongos nasais são escritos com e:
Ex.:mãe põem COESÃO E COERÊNCIA
 Com i, só o ditongo interno cãibra.
COESÃO – é o emprego de mecanismo de sintaxe
 Verbos que apresentam infinitivo em -oar, - que relacionam palavras, orações, frases e/ou
uar são escritos com e: parágrafos entre si. Em outras palavras, a coesão
Ex.: dá-se quando há uma relação correta entre o que se
caçoe tumultue vai dizer e o que já foi dito.

 Escreve-se com “i”, os verbos com infinitivo  Coesão textual


em -air, -oer e -uir: Ex.:
trai dói possui 1. Coesão referencial: Ocorre quando se utilizam
expressões que retomam ou antecipam nossas ideias:
Atenção para as palavras que mudam de sentido quando
substituímos a grafia “e” pela grafia “i”: área (superfície),
=> onde: indica a noção de "lugar" e pode substituir
ária (melodia) / delatar (denunciar), dilatar (expandir) /
outras palavras. Ex.: São Paulo é uma cidade onde a
emergir (vir à tona), imergir (mergulhar) / peão (de
estância, que anda a pé), pião (brinquedo).
poluição atinge níveis muito altos. [No caso, "onde"
retoma a palavra "cidade".]
Escreve-se com O
=> cujo: pode estabelecer uma relação de posse entre
abolir explodir mágoa poleiro
dois substantivos. Lavei a escada cujos degraus
boteco focinho mochila sotaque
estavam sujos..
botequim goela moleque zoeira
engolir lombriga névoa => que: pode substituir (e evitar a repetição de)
palavras ou de uma oração inteira. Ex.: Pedro Álvares
Escreve-se com U Cabral descobriu o Brasil, o que permitiu aos
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acudir cumprido escapulir rebuliço portugueses ampliarem seu império marítimo.


bueiro curtume jabuti supetão
bulir embutir jabuticaba tábua => esse (a), isso: podem conectar duas frases,
burburinho entupir muamba tabuleta apontando para uma ideia que já foi mencionada no
texto. Ex.: O presidente de uma ONG tem inúmeras
funções a cumprir. Essas responsabilidades, no
entanto, podem ser divididas com outros membros .

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=> este(a), isto: podem conectar duas frases, anterior. Essa repetição funciona como uma
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apontando para uma ideia que será mencionada no “lembrança” de um mesmo padrão.
texto.
Ex.: O que me fascina em Machado de Assis é isto: sua  Através da recorrência de termos:
ironia. Exemplo: Marta falava, falava, falava...

* Cuidado com o uso da palavra através, que só deve ser => Não é uma repetição vocabular vista como
usado em caso de se atravessar algum espaço desnecessária, mas sim enfática.
determinado ou o tempo
 Através de recursos fonológicos, ou sons, caso da
2. Coesão lexical: Permite evitar a repetição de rima, ou da ênfase:
palavras e, também, unir partes de um texto. Exemplo 1: Ela estava calada, quieta, quietinha...
 A repetição “quieta”, “quietinha” intensifica a
=> Sinônimos: Ex.: O professor do Curso Adsumus, ideia.
Júlio César, afirmou que a prova será bem fácil.
 Através de uma paráfrase, que se refere à
Segundo o docente, com um estudo direcionado,
recorrência de conteúdos semânticos.
obteremos êxito. Na opinião do orientador, os
Ex.: isto é, ou seja, ou melhor, quer dizer...
estudantes terão muitas alegrias.
 COERÊNCIA X COESÃO
=> Hiperônimos: Comprou frutas e deu as maças para
a mulher.
COERÊNCIA
=> Hipônimo: Vinha um ônibus, mas o pedestre não
=> É a organização de ideias que mantém a lógica no
viu o veículo.
raciocínio do início ao fim. Faz com que o texto não
seja uma sucessão de frases apenas e não apresente
=> Perífrases: Ex.: O Rio de Janeiro continua lindo. A
contradições, encadeando harmonicamente o que é
cidade maravilhosa atrai turistas de todos os lugares.
escrito.
A Terra da garoa também tem seus encantos. São
Ex falta de coerência: “Sou totalmente a pena
Paulo possui muitos locais para diversão, sobretudo à
de morte, exceto em casos de estupro.
noite.

=> Nomes genéricos: Trouxe cadernos, livros e outras Resumindo, podemos dizer que a coesão é a ligação,
coisas a união entre partes de um texto; coerência é o
sentido lógico, o nexo.
=> Termos simbólicos: Inácio tinha dúvidas se iria
para a Igreja, mas o apelo da cruz foi forte. A paráfrase é um tipo de intertextualidade, como já
estudamos anteriormente. Podemos enquadrá-la nesse
mecanismo coesivo, uma vez que liga ideias presentes
3. Coesão sequencial: Estabelece relações lógicas
em textos diferentes e mantém (repete) o sentido do
entre as ideias do texto. Para tanto, utilizamos os
original.
chamados conectivos.
 REESCRITURA
Observem os exemplos a seguir:
=> As conjunções causais ou explicativas são trocadas
I) Como combinamos, não haverá aula amanhã.
pelas consecutivas ou conclusivas quando há a inversão
(CONFORMIDADE) da frase. E vice-versa.
II) Os manifestantes correram como loucos após os Ex.: Estudei muito, por isso fui aprovado. (conclusão) /
primeiros disparos. (COMPARAÇÃO) Fui aprovado, pois estudei muito (explicação)
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III) Como houve muitas reclamações, o professor => As conjunções adversativas são substituídas pelas
anulou a prova. (CAUSA) concessivas em situações idênticas ao caso anterior.
Nos demais casos, só o contexto pode nos direcionar
Notem que, apesar de o conectivo ser o mesmo nas três para o uso correto do conectivo. Estudou muito, mas não
sentenças (“como”), as relações de sentido estabelecidas foi aprovado. (adversativa)
são completamente diferentes. Não foi aprovado, embora tenha estudado muito.

Coesão recorrencial: Esse tipo de coesão se AGORA, UM CADERNO DE EXERCÍCIOS PARA


caracteriza pela repetição de algum tipo de elemento VERIFICAÇÃO DO APRENDIZADO ...

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QUESTÕES SOBRE FONÉTICA 09. (Epcar) Assinale a alternativa em que todos os
01. A palavra que apresenta tantos fonemas vocábulos apresentam ditongos crescentes orais.
quantos são as letras que compõem é : a) meu, catedrais, cantaria
a) importância d) milhares b) qualquer, aéreos, pessoas
b) sequer e) técnica c) duas, embaixadas, oceanográfica
c) adolescente d) conferência, humanitário, retaguarda

02. Qual palavra possui dois dígrafos? 10. (EPCAR) Marque a alternativa em que os
a) flechar d) sombra grupos vocálicos obedecem à sequência: ditongo
b) ganhariam e) correndo crescente, hiato e ditongo decrescente.
c) pêssego a) viagem, vôo, mágoa
b) tua, viúva, cônscio
03. Indique a alternativa cuja sequência de c) tênue, conteúdo, água
vocábulos apresenta, na mesma ordem, o d) demência, saída, solidão
seguinte: ditongo, hiato, hiato, ditongo. e) oblíqua, pio, quota
a) fósseis, mais, tua, açaí
b) praia – arguir – xiita – escarcéu 11. Qual a alternativa em que os encontros
c) gênio – pais – teatro – choram vocálicos se apresentam em sequência: ditongo,
d) Paraguai – suas – teus – assembleia tritongo e hiato?
e) quatro – queijo – meus - água a) mentiu – praia – macio
b) própria - alguém – fazia
04. A opção em que todos os vocábulos c) também – averiguei – dia
apresentam o mesmo número de fonemas de d) ligeiramente – qualquer – outro
“carreata” é: e) comecei – maior – impressionou
a) elíptico - sexagenário - retângulo;
b) exagero - girassol - amígdala; 12. (EEAR) Na palavra quanto há um ditongo:
c) ovelheiro - exceder - enxaqueca; a) crescente e duas vogais
d) miserando - excluso - fantasia; b) crescente e três vogais
e) groselha - brinquedo - misantropa. c) decrescente e duas vogais
d) decrescente e três vogais
05. As palavras “quinquênio”, “batráquio” e
“miscelânea”, apresentam respectivamente: 13. (EPCAR) Em todos os vocábulos abaixo há
a) 9, 9, 9 fonemas d) 8,8, 9 fonemas exemplo(s) de semivogal, exceto na alternativa:
b) 9, 8, 9 fonemas e) 9,9, 9 fonemas. a) espécie, nível d) averiguou, perdeu
c) 8, 9, 8 fonemas b) ventania, voa e) riu, tranquilo
c) ciência, variáveis
06. Assinale a série em que somente existem
ditongos orais crescentes: 14. (EEAR) Qual a palavra que tem o mesmo
a) queixo – opinião – poema número de fonemas de tórax?
b) contínuo – veio – rainha a) faixa b) quilo c) milho d) falange
c) acusai – notou – qualquer
d) árdua – série – maledicência 15. (C. NAVAL) Assinale a série em que somente
e) saído – cobrei – inteligência existem ditongos orais crescentes:
a) queixo – opinião – poema
07. Nos vocábulos aguais, pesqueiros e ruim b) contínuo – veio – rainha
temos, respectivamente: c) acusai – notou – qualquer
a) ditongo crescente nasal, tritongo oral, ditongo d) árdua – série – maledicência
decrescente nasal e) saído – cobrei – inteligência
b) tritongo oral, dígrafo, ditongo decrescente nasal
c) ditongo crescente nasal, dígrafo, hiato 16.(ESA) Só não existe hiato em:
d) tritongo oral, tritongo oral, ditongo decrescente a) atoleiros c) haviam e) ruído
nasal b) defendiam d) miaram
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e) tritongo oral, dígrafo, hiato


17.(EPCAR) Os encontros vocálicos que temos em
08. Assinale a alternativa que representa, em todas agiota, fuligem e gáudio, respectivamente,
as palavras, um ditongo decrescente: correspondem a:
a) pátria – mágoa – muito – seis – dezoito a) caíque, arrumação, água
b) cordéis – tênue – líquido – quatro – tranquilo b) nódoa, contém, hidráulica
c) venceu – falarão – dezesseis – cacau – queira c) tapioca, estalagem, pétreo
d) fatia – deixa – martírio – pouco – seita d) vadiice, leiloeiro, espontâneo
e) todas as respostas anteriores e) alaúde, saltarão, láurea

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18. (EsPCEx) Alternativa que representa, em todas Assinalar a alternativa que contém a sequência
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as palavras, um ditongo decrescente: correta.
a) pátria – mágoa – muito – seis – dezoito a) E – C – C – E c) E – C – E – E
b) cordéis – tênue – líquido – quatro – tranqüilo b) C – E – C – C d) C – C – E – C
c) venceu – falarão – dezesseis – cacau – queira
d) fatia – deixa – martírio – pouco – seita 5. Observe as orações:
e) todas as respostas anteriores 1) ―Todos os dias, rezarei por Fátima‖ – falou Josué.
2) Josué falou que, todos os dias, rezaria por Fátima.
QUESTÕES SOBRE DISCURSOS 3) Meu filho, olhando-me com respeito, perguntou-me
1. Marque (1) para discurso direto; (2) para se eu o
discurso indireto; (3) para discurso indireto livre. perdoaria.
Depois, assinale a alternativa correta. O discurso indireto está empregado apenas em
I. ( ) O técnico Cuca respondeu aos repórteres: ―nós a) 1. c) 1 e 2.
não merecemos perder assim‖. b) 2. d) 2 e 3.
II. ( ) Houve falta de água durante dez dias, e os
moradores estavam revoltados com a situação. Que QUESTÕES SOBRE SEPARARAÇÃO DE SÍLABAS
absurdo! Cadê a CEDAE? As contas estão pagas! 01. A sequência de palavras cujas silabas estão
III. ( ) Vanderlei Luxemburgo afirmou que o Flamengo separadas corretamente é:
não cairia para a 2ª divisão. a) a-dje-ti-va-ção, im-per-do-á-veis, bo-ia-dei-ro
a) 3-1-2 c) 1-3-2 b) in-ter-ve-io, tec-no-lo-gi-a, sub-li-nhar
b) 3-2-1 d) 1-2-3 c) in-tu-i-to, co-ro-i-nha, pers-pec-ti-va
d) flui-do, at-mos-fe-ra, in-ter-vei-o
2. Marque (1) para discurso direto; (2) para e) sub-li-nhar, pa-pa-ga-io, Deus
discurso indireto; (3) para discurso indireto livre.
Depois, assinale a alternativa correta. 02. Está correta a separação silábica de todas as
I. ( ) ― Minha mãe disse que as flâmulas faziam parte palavras da opção:
da vida. a) cai-xi-nha, ba-lai-o, pro-fes-sor
II. ( ) ― E os outros começaram a gritar, já no fim da b) res-pon-di-a, si-lên-ci-o, a-bo-toan-do
sua paciência: - Chega! Fora! c) i-gno-ra, pó-é-ti-ca, his-tó-ria
III. ( ) Sentada num canto, ela refletia sobre o que d) me-lan-co-lia, obs-cu-ro, ar-re-ga-ça-va
acontecera. Mas como? Se não tinham estado lá, e) do-is, ma-is, De-us
como poderiam ser incriminados?
IV. ( ) A menina responde: ―Seja feita em mim a sua 03. TODAS as palavras NÃO TÊM suas sílabas
vontade. separadas corretamente em:
a) 2-3-3-1 c) 1-1-3-1 a) am-bí-guo; rit-mo; psi-co-se; pers-pi-caz
b) 3-1-3-2 d) 2-1-3-1 b) abs-tra-ir; bi-sa-nu-al; in-te-lec-ção; quar-tzo
c) ob-sé-quio; hep-tas-sí-la-bo; dif-te-ri-a; oc-ci-pi-tal
3. Assinale o erro na mudança de discurso. d) vo-lu-ptu-o-so; psi-co-lo-gia; e-xce-der; be-ni-gno
a) – Fale mais alto, exigiu o professor.
O professor exigiu que fale mais alto. 04. Assinale a separação que não obedece às
b) Disse o funcionário: - Estou no banheiro. normas do sistema ortográfico vigente:
O funcionário disse que estava no banheiro. a) su–ba–quá–ti-co
c) – Lerei o estatuto, garantiu o associado. b) po–li–ci-ais
O associado garantiu que leria o estatuto. c) su-per-in-te-res-san-te
d) O passageiro pediu que eu por favor o ajudasse. d) pa-pa-gai-o
– Ajude, por favor, pediu-me o passageiro. e) prai-a
4. Colocar C ou E com relação à transposição do
discurso direto para o indireto. 05. Há dois erros de divisão silábica em...
I- ( ) Amável, a senhora me perguntou: – Seu pai a) sub-lin-gual, quais-quer – pneu-má-ti-co
como vai? b) pneu, gi-ras-sóis - Deus;
Amável, a senhora me perguntou como ia o meu pai. c) ne-crop-sia, ru-a, sa-is, prai-a;
II- ( ) Ela disse ontem a seu filho: – É necessário que d) a-de -pto, pseu-dô-ni-mo, sub-li-nhar;
você faça as compras. e) xi-i-ta, fel-ds-pa-to , a-ve-ri-guou
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Ela disse ontem a seu filho que era necessário que ele
fizesse as compras. 06. Há uma alternativa com um vocábulo cuja
III- ( ) – Conta-me o que há, minha filha, pedia-lhe o separação silábica está errada. Qual ?
pai na carta. a) su-bs-cre-ver, subs-tan-ti-vo, a-mné-si-a – bo-a-to;
O pai pediu, na carta, que a filha lhe conte tudo que b) subs-cre-ver, subs-tan-ti-vo, am-né-sia, bo-a-to;
há. c) subs-cre-ver, su-bs-tan-ti-vo, amné-si-a, bo-ato
IV- ( ) Antonieta lhe comunicou inesperadamente: – d) subs-cre-ver, su-bs-tan-ti-vo, am-né-si-a, bo-a-to;
Irei embora desta casa. e) su-bs-crever, su-bs-tant-ti-vo, amné-sai, boa-to.
Antonieta lhe comunicou inesperadamente que iria
embora daquela casa.

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07 . Não há erro na separação em: 05. As palavras que são acentuadas tendo em
MELHOR EQUIPE E MAIOR ÍNDICE DE APROVAÇÃO– ESTAMOS JUNTOS NESSA BATALHA EM BUSCA DA VITÓRIA TEL 3885 0390 – 2263 0662 - MELHOR EQUIPE E MAIOR ÍNDICE D

APROVAÇÃOAPROVAÇÃOEST
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a) in-a-pto, trans-se-pto, des-or-dem; vista a mesma regra de acentuação são;
b) né-ctar, fia-do, cri-an-ça; a) emergências - público.
c) sub-o-fi-ci-al, sub-i-tem, su-bor-di-na-do b) funcionários - obrigatórias.
d) gi-ras-sóis, mag-nó-lia, a-dá-lia; c) vendê-la-á - ótimo.
e) ic-te-rí-cia, he-mo-di-á-li-se, di-sen-te-ria; d) frágil - fazê-lo.
e) tédio - período.
08. A alternativa em que a palavra está separada
em sílabas corretamente é: 06. A palavra que pode ser enquadrada em duas
a) a – li – en – í – ge – na diferentes regras de acentuação é:
b) es – pe – cia – is a) história. d) refém.
c) ca – ra – cte – ris – ti – cas b) veículo. e) pajé.
d) psi – co – ló – gi – co