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CEARTE

nota de

abertura

Luís Rocha

Director do CEARTE

O presente Catálogo mostra uma colecção de produtos desenvol-

-vidos no quadro do permanente trabalho do CEARTE de apoio

à inovação e qualificação das produções artesanais e do sector

do artesanato através da parceria entre Artesãos + Designers, convictos que a qualificação dos artesãos e o desenvolvimento da tecnologia e da inovação são factores essenciais na criação de valor do artesanato português.

É também uma colecção que se integra nos 25 anos do CEARTE, convidando 23 artesãos /unidades produtivas artesanais e 14 designers /estilistas /arquitectos, formando equipas multidisciplinares, (que de alguma forma foram parceiros do centro nestes 25 anos) que aceitaram o desafio da criação de novos produtos artesanais enquanto sector das Indústrias Criativas, promovendo o diálogo entre identidade e criatividade entre a cultura e a inovação, orientadas para o desenvolvimento de produto, de acordo com o nicho de mercado alvo escolhido Luxo, interpretado não necessa- -riamente como mercado de produtos caros e de ostentação mas enquanto produto diferenciado, exclusivo, identitário, de qualidade.

produto diferenciado, exclusivo, identitário, de qualidade. Com mais este trabalho procuramos mostrar como os saberes

Com mais este trabalho procuramos mostrar como os saberes tradicionais associados à inovação, ao Design, à Identidade, à exclusividade e à Excelência têm futuro e um lugar garantido num mercado para consumidores com poder de compra e sobretudo com sensibilidade e gosto pela valorização destes valores e destes aspectos distintivos.

Se conceitos como qualidade, exclusividade e excelência são marcas dos produtos de alta gama, então os produtos artesanais, pela qualidade e excelência dos produtores, pelos exímio saber- -fazer (graças à mestria e qualidade dos artesãos e dos seus saberes), pela exclusividade que significam, têm um relevante papel e são uma excelente oportunidade a explorar.

CEARTE

CEARTE
CEARTE
CEARTE
CEARTE
CEARTE
CEARTE
CEARTE
CEARTE
CEARTE
CEARTE
Não se trata de nenhuma selecção de produtos nem do catálo- go de nenhum concurso

Não se trata de nenhuma selecção de produtos nem do catálo- go de nenhum concurso é apenas uma mostra, um exemplo do caminho que pode ser trilhado pelo sector das artes e ofícios enfrentando o desafio de se renovar, de reinventar a sua imagem através da valorização do design dos produtos, dos materiais utilizados e da qualidade das produções, marcando uma identidade e uma diferenciação em tempo de mercado globalizado, repleto de movimento pela diferença, pela excelência. É certamente sinónimo de criação de valor acrescentado para os artesãos e criadores parti- cipantes bem como para o sector das artes e ofícios em Portugal.

Agradecemos aos artesãos e criadores a disponibilidade demons- -trada e o muito trabalho feito de forma totalmente gratuita. A cada um deixo uma palavra de agradecimento e de apreço pelo desafio que agarram assumindo-o como um caminho e uma oportunidade. Se a marca CEARTE é uma mais-valia, isso deve-se sobretudo aos profissionais , como os que participaram neste pro- jecto e ás mais de 22.000 pessoas que nestes 25 anos o Centro ajudou a crescer e lhes forneceu uma ferramenta para a vida.

A capacidade de trabalho em equipa, a inovação, o rigor, a ex- celência e a qualidade que procuram dia a dia fazem parte da atitude que se espera dos artesãos do futuro. Por isso o CEARTE não tem qualquer participação no processo de venda ou encomen- da de produtos, sendo sua função unicamente a dissem nação dos resultados do projecto e a sua divulgação. Hoje, a abertura para novos ofícios, novos materiais, novas ferramentas, novos processos de produção, novos produtos e novos modos de pro- mover e de comercializar são caminhos que o o CEARTE procura trilhar e orientar os artesãos portugueses.

Trata-se de um caminho e uma oportunidade. Compete a cada um de nós decidir se nos queremos manter no lugar onde nos encontramos, fazendo o que sempre fizemos, não correndo qualquer risco, vendo passar os sucessivos comboios, ou se queremos apanhar o próximo comboio rumo a um futuro mais promissor, colocando os artesãos e o artesanato num patamar elevado ao nível dos saberes, das produções e da valorização pela sociedade.

CEARTE

CEARTE

25 anos de excelência na formação em artesanato em Portugal

Antonio Alberto Costa

Presidente do Conselho de Administração

O CEARTE celebra este ano 25 anos, o que significa essencialmente

constituir o futuro como tentação.

Desde 1986 (ano da criação) até hoje, sempre assumimos a res- -ponsabilidade inerente ao facto de sermos o único centro de for- mação da rede do IEFP especifico para as artes e ofícios, o que

significou promover a formação profissional e a certificação de com- petências dos artesãos, apoiando a inovação e modernização do sector, estando presentes em todas as dinâmicas de estruturação

e desenvolvimento, em articulação com as políticas públicas que

sucessivamente foram definidas. Esta matriz essencial não esque- ceu, complementarmente, a aposta noutras áreas de qualificação, objectivo que está inscrito no seu corpo inaugural: elevar as qualifi- cações da população em geral.

A parceria estabelecida entre a Cáritas Diocesana de Coimbra e o IEFP,

potenciou uma feliz ligação entre o Estado e uma IPSS que deu corpo

e estrutura a um Centro de Formação que aplicou com sucesso os

financiamentos destinados à formação profissional num sector com significativa importância económica, social e cultural como o do ar- tesanato.

Foram 25 anos de trabalho com vista à qualificação e valorização dos artesãos portugueses e, desse modo, de afirmação do artesanato. E temo-lo feito com total abertura e disponibilidade, em diálogo e parceria permanente com os principais agentes do sector, de Nor-

te a Sul do país, assumindo assim uma ambição nacional.

Mas é importante realçar que a nossa actividade formativa tem vindo a alargar o seu campo de intervenção a outras áreas, numa lógica de resposta territorial, constituindo-se como pólo de excelência no ajustamento eficaz às necessidades do mercado de emprego, con- tribuindo em concreto para o desenvolvimento de competências dos trabalhadores e a competitividade das empresas.

Com sede em Coimbra, Pólos de Formação em Miranda do Corvo

e Alvaiázere, mais de 40 locais de formação em todo o país, o

CEARTE realizará em 2011 cerca de 200 acções de formação, en- volvendo 2.500 formandos e 300.000 horas em volume de forma- ção, de Norte a Sul do país, para além de 400 adultos a certificar no seu Centro Novas Oportunidades. Como parece longínquo o ano de 1987, em que o Centro desenvolveu 9 acções e envolveu 74 formandos.

Oportunidades. Como parece longínquo o ano de 1987, em que o Centro desenvolveu 9 acções e

CEARTE

Com esta identidade, o CEARTE procura ser cada vez mais uma referência de qualidade, inovação e resposta eficaz às pequenas

empresas, artesãos e outros profissionais das indústrias criativas a nível nacional. Sente-se hoje que a marca CEARTE é uma mais-valia,

e isso deve-se sobretudo às mais de 22.000 pessoas que nestes 25 anos o Centro ajudou no desenvolvimento do seu percurso social

e profissional.

Nos últimos anos, através da formação, e muito devido à acção do CEARTE, foi introduzido no Artesanato um novo fôlego expresso na criação de novas unidades produtivas e no aparecimento de jovens artesãos que, com níveis crescentes de escolaridade, com prepara- ção profissional adequada, muitas vezes munidos de competências na área do design, da gestão e das novas tecnologias, se deixaram seduzir pela cerâmica, pelo vidro, pelas madeiras, pelos têxteis, e que optam pelas artes e ofícios como projecto profissional, garantindo, com qualidade acrescida, a sua continuidade e desenvolvimento.

São centenas os ex-formandos que criaram o seu emprego, tendo muitos deles evoluído para micro empresas com dois ou mais traba- -lhadores. É com orgulho que nos defrontamos nas principais feiras de artesanato com muitos desses ex-formandos, que nalguns casos ga- -nham prémios nacionais e internacionais, como o jovem Joel Martins, formado nos cursos de Marcenaria do CEARTE e que, no EuroSkills

- Campeonato Europeu das Profissões - ao concorrer com 8 jovens

oriundos de outros tantos países europeus, obteve a medalha de bronze.

Fomos ainda pioneiros em muitos aspectos estruturantes para o sector:

pioneiros na formação de banda larga em que os novos artesãos ad- quirem para além dos conhecimentos técnicos, competências artís- ticas, de inovação e de gestão empresarial, pioneiros na formação

contínua para artesãos (reciclagem, aperfeiçoamento e especialização),

pioneiros na consultoria especializada e à medida para artesãos e unidades produtivas artesanais, pioneiros na criação de um Centro de Recursos em Conhecimento para o artesanato, pioneiros na realiza- ção de projectos de inovação sustentados e consistentes para o sector.

A intervenção do CEARTE, tendo como âncora a formação, não se esgota nas salas e oficinas, sempre apostou na realização de pro- jectos específicos de inovação e qualificação das produções artesa- nais e do sector do artesanato. A qualificação dos artesãos e o de- senvolvimento da tecnologia e da inovação são factores essenciais na criação de valor do artesanato português. É com este desígnio

e objectivo que o Centro participa em projectos de inovação (ou de apoio à inovação) como o Programa REDE, o projecto AVANCRAFT

(que foi um projecto europeu de inovação no artesanato apoiado pelo Interreg e que, pelos seus resultados ao nível do impacto socioeconó- mico para o sector do artesanato foi seleccionado de entre milhares a nível europeu como uma boa prática, e como tal foi apresentado no

Parlamento Europeu, servindo de referencial para a tipologia de apoios da Europa para o próximo

Parlamento Europeu, servindo de referencial para a tipologia de apoios da Europa para o próximo Quadro) ou agora, na sua continuidade,

o Laboratório de Orientação Criativa, do qual resultam muitas das excelentes peças constantes deste catálogo.

Hoje, a abertura para novos ofícios, novos materiais, novas ferra- mentas, novos processos de produção, novos produtos e novos modos de promover e de comercializar são caminhos que o CEARTE procura trilhar. Todo este trabalho não tem sido obviamente de- senvolvido de forma isolada, antes num permanente e profícuo trabalho de parceria com os Agentes do sector - PPART - Program para a Promoção dos Oficios e das Microempresas Artesanais, Federação Por- tuguesa de Artes e Ofícios, Associações de Artesãos, Associações de Desenvolvimento Local, Autarquias Locais com forte intervenção no artesanato, Estabelecimentos de Ensino, Empresas e Entidades de enquadramento, apoio e organização do sector. Desse modo temos levado a formação de Norte a Sul do país a todos os artesãos que dela necessitam, e que sabem ser um instrumento de valorização.

Queremos sempre ser melhores e fazer melhor para bem das artes

e ofícios em Portugal, dos artesãos, e das pequenas empresas em

Portugal. Por isso o CEARTE:

Obteve recentemente a Certificação da Qualidade atribuída pela

APCER (no âmbito da Norma ISO 9001) que significou alcançar uma meta de excelência traçada pelo Centro - apostar na Qualidade, com visão estratégica e a pensar no futuro;

Consolida o Laboratório de Orientação Criativa - serviço de apoio aos artesãos e pequenas empresas nas áreas da criatividade e ino- vação, apostando na pesquisa, no desenvolvimento e na inovação

como condições indispensáveis para criar produtos artesanais capazes de relacionar tradição com qualidade e inovação, ligada ao conceito de sustentabilidade;

Disponibiliza-se para assegurar, com qualidade e eficácia, a res-

posta às necessidades do sector no território nacional;

Constitui-se como Centro de resposta e de prestação de serviços de

formação junto de empresas e instituições nas áreas de Formação em Empreendedorismo, Gestão Empresarial, Formação para Empresários,

Formação nas Áreas Sociais, Formação em Inovação, Novas Tecnologias

e Marketing, entre outras.

Passadas estas duas décadas e meia temos, obrigatoriamente, de concluir pelo sucesso do projecto do CEARTE. Se a instituição é hoje um nome prestigiado na formação profissional em Portugal, deve-se realçar o trabalho desenvolvido pelos seus responsáveis e por todos os seus colaboradores, caracterizado por uma atitude permanente de inovação, competência e profissionalismo.

Aqui chegados, tudo faremos para que o CEARTE continue na van- guarda do melhor que se faz na formação profissional em Portugal.

EXPOSIÇÃO

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CONCEITO

CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO
CONCEITO

conceito

CERÂMICA

ECODESIGN

METAIS

MADEIRA

ENCADERNAÇÃO

TÊXTEIS

VIDRO

Valoriza-se hoje sobretudo o artesanato inovador com referentes culturais, produções que mantendo a essência cultural combinam técnicas e materiais com a mais moderna inovação tecnológica, de materiais, de design e de tendências.

Inovar e criar não são processos fáceis nem rápidos! Exigem conhe- cimento, competências, motivação, determinação e perseverança. Não acontecem por acaso em resultado de atividades dispersas e descoordenadas. É preciso mostrar que criatividade e inovação são factores de competitividade e que com conhecimento e trabalho es- tão ao alcance de qualquer um.

Com a coleção “Edição Exclusiva” não pretendemos mostrar ten- dências ou assumir um modelo de produção artesanal, mas sim

fomentar a necessidade de um diálogo permanente entre identidade

e criatividade, entre cultura e inovação.

Com ela queremos mostrar que há múltiplos caminhos para o sec-

tor das artes e ofícios enfrentar o desafio de se renovar, de reinventar

a sua imagem através da valorização do design, dos produtos, dos

materiais utilizados e da qualidade das produções marcando, pela diferença e pela excelência, uma identidade em tempos de mercado globalizado repleto de movimento.

Os produtos aqui apresentados resultam de um desafio, lançado pelo CEARTE aos artesãos e criadores, com o intuito de criar uma coleção que respondesse às necessidades do mercado, que ouvisse os clientes e compreendesse as suas necessidades.

Fundamentada em informação permanentemente atualizada sobre tendências de consumo, as diferentes equipas desenvolveram pro- dutos evidenciando a técnica, a exigência do saber fazer, revelando

aquilo que os torna únicos, mostrando que a diferença está no detalhe

e no cuidado com que tratamos esse pormenor.

que os torna únicos, mostrando que a diferença está no detalhe e no cuidado com que

CERÂMICA

CERÂMICA
CERÂMICA
CERÂMICA
CERÂMICA
CERÂMICA

Se as paredes têm ouvidos, contarão muitas histórias.

Há contos que são intemporais, contos que já as nossas avós nos contaram que outras avós lhes contaram a elas, vamos continuar a contá-los ou melhor… vamos pôr as paredes a contá-los. É que, se as paredes têm ouvidos, não poderão elas também contar muitas histórias? Todas, as que ouviram os avós contar aos netos, os pais aos filhos,…

EQUIPA

Rosário Pereira / Cearte Carla Nazareth Colaboração João Pedro Ferreira / Cearte

MATÉRIA-PRIMA

Peças de faiança, giz e tinta cerâmica, vidrado transparente cerâmico.

TÉCNICA

Pintura manual, esgrafitado, vidragem por imersão.

giz e tinta cerâmica, vidrado transparente cerâmico. TÉCNICA Pintura manual, esgrafitado, vidragem por imersão. 14 15
giz e tinta cerâmica, vidrado transparente cerâmico. TÉCNICA Pintura manual, esgrafitado, vidragem por imersão. 14 15

CERÂMICA

CERÂMICA O Sal e a Água Um rei tinha três filhas; perguntou a cada uma delas
CERÂMICA O Sal e a Água Um rei tinha três filhas; perguntou a cada uma delas

O Sal e a Água

Um rei tinha três filhas; perguntou a cada

uma delas por sua vez, qual era a mais sua amiga.

A mais velha respondeu:

- Quero mais a meu pai, do que à luz do Sol. Respondeu a do meio:

- Gosto mais de meu pai do que de mim mesma.

A mais moça respondeu:

- Quero-lhe tanto, como a comida quer o sal.

O rei entendeu por isto que a filha mais nova o não

amava tanto como as outras, e pô-la fora do palácio.

Ela foi muito triste por esse mundo, e chegou ao

palácio de um rei, e aí se ofereceu para ser cozinheira. Um dia veio à mesa um pastel muito bem feito, e

o

rei ao parti-lo achou dentro um anel muito pequeno,

e

de grande preço. Perguntou a todas as damas da corte

de quem seria aquele anel. Todas quiseram ver se o anel lhes servia: foi passando, até que foi chamada

a

cozinheira, e só a ela é que o anel servia.

O

príncipe viu isto e ficou logo apaixonado por ela,

pensando que era de família de nobreza. Começou então a espreitá-la, porque ela só cozinhava

às escondidas, e viu-a vestida com trajos de princesa. Foi chamar o rei seu pai e ambos viram o caso.

O rei deu licença ao filho para casar com ela,

mas a menina tirou por condição que queria cozinhar

pela sua mão o jantar do dia da boda. Para as festas de noivado convidou-se o rei que tinha três filhas,

e que pusera fora de casa a mais nova. A princesa cozinhou o jantar, mas nos manjares que haviam

de ser postos ao rei seu pai não botou sal de propósito. Todos comiam com vontade, mas só o rei convidado

é que não comia. Por fim perguntou-lhe o dono da casa, porque é que o rei não comia? Respondeu ele, não sabendo que assistia ao casamento da filha:

- É porque a comida não tem sal.

O pai do noivo fingiu-se raivoso, e mandou que

a cozinheira viesse ali dizer porque é que não tinha

botado sal na comida. Veio então a menina vestida de princesa, mas assim que o pai a viu, conheceu-a

logo, e confessou ali a sua culpa, por não ter percebido quanto era amado por sua filha, que lhe tinha dito, que lhe queria tanto como a comida quer o sal,

e que depois de sofrer tanto nunca se queixara da injustiça de seu pai.

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CERÂMICA

CERÂMICA
Sementes do meu quintal No mundo contemporâneo, quando a simplicidade alcança um estado de excelência

Sementes do meu quintal

Sementes do meu quintal No mundo contemporâneo, quando a simplicidade alcança um estado de excelência a

No mundo contemporâneo, quando a simplicidade alcança um estado de excelência a realidade transforma-se em algo sublime e único. A contemplação das formas e texturas da natureza leva-nos à nossa essência e à sua preservação.

EQUIPA

Carlos Lima

Xana Monteiro

Marisa Coutinho

MATÉRIA-PRIMA

Pasta refractária (barro proveniente do

barreiro local, preparado e misturado à mão com produtos refractários e outros barros)

e vidrado caseiro.

TÉCNICA

Peças executadas na roda de oleiro

e transformadas à mão.

Textura e polimento. Chacota a lenha. Cozedura do vidrado a 1000°C

em atmosfera redutora.

CERÂMICA
CERÂMICA

Caminho

Candeeiro

EQUIPA

Georgina Queiróz

MATÉRIA-PRIMA

Grés, decorado com óxido de ferro.

TÉCNICA

Lastra.

CERÂMICA Caminho Candeeiro EQUIPA Georgina Queiróz MATÉRIA-PRIMA Grés, decorado com óxido de ferro. TÉCNICA Lastra.

Marca

EQUIPA

Georgina Queiróz

MATÉRIA-PRIMA

Grés, decorado com óxido de cobre, titânio e cobalto.

TÉCNICA

Lastra.

EQUIPA Georgina Queiróz MATÉRIA-PRIMA Grés, decorado com óxido de cobre, titânio e cobalto. TÉCNICA Lastra. 20
CERÂMICA
CERÂMICA

Chef

A eternidade de um momento,

pode estar na intensidade de saberes

e sabores, que subtilmente acontece

quando aliamos, no nosso quotidiano,

Mestres de olaria com um Chef de cozinha

e despertamos no requinte a cada gesto.

EQUIPA

Olaria Art’antiga

Marisa Coutinho

MATÉRIA-PRIMA

Barro proveniente do barreiro local.

TÉCNICA

Roda de oleiro, polimento através de brunimento.

Coutinho MATÉRIA-PRIMA Barro proveniente do barreiro local. TÉCNICA Roda de oleiro, polimento através de brunimento.
22 23
22 23
22 23

CERÂMICA

Líquen

A peça de parede tem como

objectivo ser interactiva no sentido

de que no seu centro se encontra um bastidor agarrado à peça cerâmica, passível de ser mudado, podendo, quem o adquire mudar o bordado ou personaliza-lo fazendo

o seu próprio desenho.

EQUIPA

Projecto A2

MATÉRIA-PRIMA

Linho, algodão, bastidor.

TÉCNICA

Modelação.

INTERVENIENTES

CONCEPÇÃO E DESENHO DOS BORDADOS

Cristina Vilarinho

ARTESÃS DA OFICINA

Adélia Faria, Maria Conceição Ferreira, Maria Isabel Oliveira.

EXECUÇÃO DAS PEÇAS CERÂMICAS

Alberto Azevedo

OFICINA Adélia Faria, Maria Conceição Ferreira, Maria Isabel Oliveira. EXECUÇÃO DAS PEÇAS CERÂMICAS Alberto Azevedo

Natureza / Rede

Um dos conceitos subjacente às nossas peças é a natureza. Um olhar para

os pequenos seres que fazem parte do

complexo ecossistema em que nos encontramos, um todo, que se encontra intrinsecamente estruturado, isto é, tudo

está ligado a tudo. Elegemos seres ínfimos como as diatomáceas ou numa outra escala os líquenes e plantas que passam despercebidos; quisemos por isso sublinhar

o admirável mundo das pequenas

(grandes) “coisas” da Natureza. Paralelamente, está presente a natureza humana e a noção de rede e ligações, rede enquanto cruzamento de fios,

ligações entre pessoas, como por exemplo

a internet , rede de tecido que serve

de suporte ao delicado bordado de

Guimarães. Estando nós situados numa área geográfica em que o têxtil

ainda é marcante faz todo o sentido que

o

relacionássemos com o nosso trabalho.

O

buraco da peça de porcelana

mostra assim a beleza do pormenor,

da complexidade de pontos

e as diversas texturas.

buraco da peça de porcelana mostra assim a beleza do pormenor, da complexidade de pontos e
buraco da peça de porcelana mostra assim a beleza do pormenor, da complexidade de pontos e
CERÂMICA
CERÂMICA

Despertar

A luminosidade nocturna provoca em cada um de nós longas horas de observação. A sua posição e organização descrevem-nos diversas constelações e com elas longas narrativas se associam aos que deixaram orientar e dos que confiaram na sua intensidade.

EQUIPA

Carla Mota

Marisa Coutinho

MATÉRIA-PRIMA

Grés.

TÉCNICA

Lastra e incisões.

dos que confiaram na sua intensidade. EQUIPA Carla Mota Marisa Coutinho MATÉRIA-PRIMA Grés. TÉCNICA Lastra e
Ritual Os rituais aconchegam o nosso estado mais espiritual através da repetição, dedicação e paixão,

Ritual

Os rituais aconchegam o nosso estado mais espiritual através da repetição, dedicação e paixão, que por mais inconsciente que possa parecer, é uma sabedoria intrínseca a cada gesto quotidiano no nosso mundo de afectos.

EQUIPA

António Coimbra

Marisa Coutinho

MATÉRIA-PRIMA

Barro e Cortiça

TÉCNICA

Roda de Oleiro

ECODESIGN

ECODESIGN
Black Light Silver Light Golden Light O conceito “Light 4 Two” faz a ligação entre

Black Light Silver Light Golden Light

O

conceito “Light 4 Two” faz

a

ligação entre as Artes Plásticas

e

o Design, o Conceptual e o Tradicional,

o

Urbano e o Ecológico. Nesse sentido,

os 3 candeeiros espelham uma imagem limpa e austera mas ao mesmo tempo orgânica e funcional, com preocupações ligadas à sustentabilidade do objecto

e à reciclagem de materiais.

EQUIPA

Paula Soares

Nuno Fernandes

MATÉRIA-PRIMA

PVC reciclado

METAIS

METAIS
METAIS
Candeeiros EQUIPA João Ludgero Victor Póvoa MATÉRIA-PRIMA Chapa de Ferro TÉCNICA Recorte e Quinagem 30

Candeeiros

EQUIPA

João Ludgero

Victor Póvoa

MATÉRIA-PRIMA

Chapa de Ferro

TÉCNICA

Recorte e Quinagem

Candeeiros EQUIPA João Ludgero Victor Póvoa MATÉRIA-PRIMA Chapa de Ferro TÉCNICA Recorte e Quinagem 30 31

METAIS

METAIS Fusion Este conjunto de peças são fruto de um processo pessoal que se baseou na

Fusion

Este conjunto de peças são fruto de um processo pessoal que se

baseou na procura de novas técnicas para misturar com a tecelagem. Nasceu assim esta fusão entre

o esmalte, o cobre e a tecelagem, inspirado na técnica de tingir

os fios dos ikats, onde foi

aplicada a técnica do esmalte em tiras de cobre tecidas.

EQUIPA

Veronique Demeffe

MATÉRIA-PRIMA

Cobre e vidro.

TÉCNICA

Tecelagem e esmalte.

32 33
32 33

METAIS

METAIS Namorar Portugal O conceito surgiu no desenrolar do desenvolvimento de uma pulseira, a qual achamos

Namorar Portugal

O

conceito surgiu no desenrolar

do

desenvolvimento de uma pulseira,

a qual achamos ter potencial, faltando

só um tema que enaltecesse a peça.

Após alguma pesquisa surgiu o tema dos Lenços de Namorados de Vila Verde, no qual se começou logo a transpor

para a pulseira, a partir desta surgiram novas peças, contudo a pulseira foi

a base de toda a colecção de jóias “Namorar Portugal”.

EQUIPA

Flamingo

Aliança Artesanal

MATÉRIA-PRIMA

Prata lei 925.

34 35
34 35

METAIS

Horizonte

Um poema como ponto de partida faz surgir silhuetas que se multiplicam. A visão do “Horizonte” no olhar do poeta Fernando Pessoa ilustram um colar. Linhas tortuosas sobrepostas, transformam-se num alfinete tridimensional. Uma flor de terras distantes dá origem a um pendente, que traduz a esperança no horizonte.

EQUIPA

Catarina Fernandes

Rita Gardete

MATÉRIA-PRIMA

Pintura a esmalte.

TÉCNICA

Esmalte sobre cobre, fio de algodão.

EQUIPA Catarina Fernandes Rita Gardete MATÉRIA-PRIMA Pintura a esmalte. TÉCNICA Esmalte sobre cobre, fio de algodão.

O mar anterior a nós, teus medos

Tinham coral e praias e arvoredos. Desvendadas a noite e a cerração,

As tormentas passadas e o mistério,

Abria em flor o Longe, e o Sul sidério ‘Splendia sobre sobre as naus da iniciação.

Linha severa da longínqua costa

Quando a nau se aproxima ergue-se a

encosta

Em árvores onde o Longe nada tinha; Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:

E, no desembarcar, há aves, flores,

Onde era só, de longe a abstracta linha.

O sonho é ver as formas invisíveis

Da distância imprecisa, e, com sensíveis Movimentos da esp’rança e da vontade, Buscar na linha fria do horizonte

A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte Os beijos merecidos da Verdade.

Fernando Pessoa

linha fria do horizonte A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte Os beijos
linha fria do horizonte A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte Os beijos
MADEIRA
MADEIRA
Guarda Jóias EQUIPA Joaquim Rosa Sérgio Brandão Victor Póvoa MATÉRIA-PRIMA Sapel Mogno e Madeiras Nobres

Guarda Jóias

EQUIPA

Joaquim Rosa

Sérgio Brandão

Victor Póvoa

MATÉRIA-PRIMA

Sapel Mogno e Madeiras Nobres

TÉCNICA

Marcenaria e Embutidos

Rosa Sérgio Brandão Victor Póvoa MATÉRIA-PRIMA Sapel Mogno e Madeiras Nobres TÉCNICA Marcenaria e Embutidos 38

MADEIRA

# BCE

Biombo _ Cabide _ Espelho Con cretizar e criar!! Dois momentos idealizados com uma certa magia e mistério. Uma peça com impacto

EQUIPA

João Campos / Cearte Arquinmove

MATÉRIA-PRIMA

Contraplacado Marítimo ao tom de FAIA, espelho, dobradiças ocultas da JNF.

TÉCNICA

Corte por intermédio de CNC de todos os negativos da peça. Acabamento manual de todos os boleados e arestas existentes.

Corte por intermédio de CNC de todos os negativos da peça. Acabamento manual de todos os
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PAPEL

PAPEL Esperanza Travel Books #1.0 Contando uma história que se cria em torno dos motivos utilizados

Esperanza Travel Books #1.0

Contando uma história que se cria em torno dos motivos utilizados na Calçada Portuguesa, eis os Esperanza Travel Books. Livros de Viagem que traduzem a esperança no redescobrir do acto de contar histórias dos

mundos pessoais, tal qual há mais de 500 anos, Portugal à beira-mar plantado quis procurar

e conhecer outros desafios.

Um livro continuará sempre a ser um objecto que encerra em si mesmo uma mensagem

e um conteúdo, com uma forma visual muito

peculiar, um cheiro e um tacto

Travel Books contêm em si próprios uma sabedoria feita de minúcia e de cultura, que espera por outros apontamentos para juntos

no futuro voltarem a ser descobertos e se aventurarem nos seus segredos.

Esperanza

EQUIPA

Maria do Céu Ferreira Pedro Góis

MATÉRIA-PRIMA

Cartão e diversos tipos de Peles.

TÉCNICA

Encadernação Artística, com aplicação de Embutidos por justaposição.

Livro encadernado

com caixa de protecção

Encadernação em pele com guardasem seda moare e papel pintado manualmente. Gravações de desenhos decorativos a ouro, nas seixas, na espessura dos cartões, lombadas e pastas. Na pasta da frente encontram-se gravadas a ouro as armas do Vaticano. Gravações a seco nas pastas. A cabeça do livro foi decorada com cera vermelha escura e decorações a ouro.

EQUIPA

Eliezer Gomes da Fonseca

MATÉRIA-PRIMA

Pele de cabra, seda moare e papel pintado manualmente.

TÉCNICA

Encadernação artística em pele com gravações a seco e a ouro.

seda moare e papel pintado manualmente. TÉCNICA Encadernação artística em pele com gravações a seco e
seda moare e papel pintado manualmente. TÉCNICA Encadernação artística em pele com gravações a seco e
TÊXTEIS
TÊXTEIS

Percursos

A peça é constituída por 2 tecidos

sobrepostos executados manualmente em tear. Num deles, o mais largo, tomou-se como essência do trabalho

o fio de linho e seda fiado à mão, sendo usado na teia e na trama em conjunto com um fio mais fino de linho cru.

O tecido estampado foi realizado com

fios de seda e linho. Os fios das suas extremidades foram conduzidos através do tecido base, criando diversos percursos. Sendo a peça reversível, oferece duas diferentes leituras

EQUIPA

Guida Fonseca

Isabel Cartaxo

Alice Candeias

MATÉRIA-PRIMA

Linho e seda fiados à mão, linho cru, seda e palha de seda.

TÉCNICA

Fiação, tecelagem e estamparia manuais.

Capa O Bordado de Castelo Branco é uma das magnificências culturais e patrimoniais de Portugal

Capa

O Bordado de Castelo Branco é uma das magnificências culturais e patrimoniais de Portugal mas que se reconhece como sendo de Castelo Branco. Proveniente de uma arte milenar, traduz-se nas belas e únicas colchas de linho bordadas a seda natural multicor, em que cada motivoe ponto de bordar detém grande simbologia.

EQUIPA

Ana Margarida Fernandes

MATÉRIA-PRIMA

Linho, seda e feltro.

TÉCNICA

Bordado de Castelo-Branco.

simbologia. EQUIPA Ana Margarida Fernandes MATÉRIA-PRIMA Linho, seda e feltro. TÉCNICA Bordado de Castelo-Branco. 44 45
simbologia. EQUIPA Ana Margarida Fernandes MATÉRIA-PRIMA Linho, seda e feltro. TÉCNICA Bordado de Castelo-Branco. 44 45

TÊXTEIS

TÊXTEIS

Cocoon seed #1 escultura vestível

O processo e os métodos adoptados

foram os usados na área do design de vestuário, dado que permitem uma grande abrangência de temas - neste

caso, o mundo da ciência foi uma fonte

de pesquisa e consequentemente fonte de

inspiração, para desenvolver o projecto.

O tema escolhido manteve-se no

acto criativo, projectando-se na peça já concretizada. O processo dinâmico desenvolvido foi o de constante procura e manipulação de materiais para que o resultado pudesse corresponder ao inicialmente proposto.

EQUIPA

Esperança Santos / Cearte Marita Ferro

MATÉRIA-PRIMA

Tecidos, Tintas e Linhas

TÉCNICA

Manipulação têxtil

Esperança Santos / Cearte Marita Ferro MATÉRIA-PRIMA Tecidos, Tintas e Linhas TÉCNICA Manipulação têxtil 46 47
Esperança Santos / Cearte Marita Ferro MATÉRIA-PRIMA Tecidos, Tintas e Linhas TÉCNICA Manipulação têxtil 46 47

TÊXTEIS

TÊXTEIS
TÊXTEIS

Traços de Luz

Deixar uma marca, um traço. Um traço de tradição deixado pelas baínhas abertas, que deixam passar a luz conforme passa o tempo, estruturando um candeeiro. Traço de luz deixado no espaço. Traço luminiscente quando tudo se apaga.

EQUIPA

Lançadeiras do Picão Veronique Demeffe

MATÉRIA-PRIMA

Algodao, linho, linha phophorescente.

TÉCNICA

Tecelagem, bainhas abertas.

Picão Veronique Demeffe MATÉRIA-PRIMA Algodao, linho, linha phophorescente. TÉCNICA Tecelagem, bainhas abertas. 48 49
Picão Veronique Demeffe MATÉRIA-PRIMA Algodao, linho, linha phophorescente. TÉCNICA Tecelagem, bainhas abertas. 48 49
Picão Veronique Demeffe MATÉRIA-PRIMA Algodao, linho, linha phophorescente. TÉCNICA Tecelagem, bainhas abertas. 48 49

TÊXTEIS

TÊXTEIS

Landscape

A morfologia da paisagem serrana,

recortada pelas giestas e carvalhos, por “beçadas”, “tapadas” e “lameiros”, foi preponderante em todo o processo criativo. Resultando numa abordagem estética

e permitindo uma contaminação urbana, com elementos geométricos, na estrutura da capucha clássica.

A forma circular permaneceu e recorrendo

a vazadores, foi criado uma estrutura

perfurada de forma a permitir a suspensão de elementos estilizados. Criando

uma camuflagem amovível e reversível, propondo uma nova identidades.

EQUIPA

Capuchinhas de Montemuro Vânia Santos

MATÉRIA-PRIMA

Burel.

TÉCNICA

Recorte.

uma nova identidades. EQUIPA Capuchinhas de Montemuro Vânia Santos MATÉRIA-PRIMA Burel. TÉCNICA Recorte. 50 51
uma nova identidades. EQUIPA Capuchinhas de Montemuro Vânia Santos MATÉRIA-PRIMA Burel. TÉCNICA Recorte. 50 51

TÊXTEIS

TÊXTEIS Azulejo revisitado 1 As cores e o relevo dos azulejos inspiraram a textura obtida através
TÊXTEIS Azulejo revisitado 1 As cores e o relevo dos azulejos inspiraram a textura obtida através
TÊXTEIS Azulejo revisitado 1 As cores e o relevo dos azulejos inspiraram a textura obtida através

Azulejo revisitado 1

As cores e o relevo dos azulejos inspiraram a textura obtida através da iteração da lã com o algodão.

EQUIPA

Estela Melo

Veronique Demeffe

MATÉRIA-PRIMA

Feltro.

MATÉRIA-PRIMA

Feltragem manual.

Azulejo Revisitado 2

Com a repeticao e a geometria que transmite a manipulacao da seda aqui interpretamos um conjunto de azulejo presos e fixados no feltro.

MATÉRIA-PRIMA

Feltro.

TÉCNICA

Feltragem manual, manipulacao de tecidos.

Azulejos Revisitados Inspirada pelo relevo dos azulejos, do seu branco antes de pintado e do
Azulejos Revisitados Inspirada pelo relevo dos azulejos, do seu branco antes de pintado e do

Azulejos

Revisitados

Inspirada pelo relevo dos azulejos, do seu branco antes de pintado e do pó dos anos, surgiram as peças “Azulejos Revisitados“, em que lã, alpaca e seda recriam

EQUIPA

Estela Melo

Veronique Demeffe

MATÉRIA-PRIMA

Feltro.

MATÉRIA-PRIMA

Feltragem manual.

alpaca e seda recriam EQUIPA Estela Melo Veronique Demeffe MATÉRIA-PRIMA Feltro. MATÉRIA-PRIMA Feltragem manual. 52 53
TÊXTEIS
TÊXTEIS
Nova Sogra As “Rodilhas” ou “Sogras” são pequenas almofadas de forma circular, abertas no centro.

Nova Sogra

As “Rodilhas” ou “Sogras” são pequenas almofadas de forma circular, abertas no centro. Eram utilizadas por mulheres, que transportavam à cabeça cântaros de água ou cestas. Os materiais utilizados na sua confecção são tiras de trapos, lãs e linhas de bordar entrançadas e bordadas. A “nova sogra” é um banco para uso doméstico. A base é construída em aço inox, sendo o assento desenvolvido pelas mãos do artesão com métodos e técnicas tradicionais de confecção da ancestral rodilha (tiras de trapos, linha de bordar, entrançadas e bordadas)

EQUIPA

IPOTZ Studio

MATÉRIA-PRIMA

Aço Inox, tiras de trapos, linha de bordar.

de bordar, entrançadas e bordadas) EQUIPA IPOTZ Studio MATÉRIA-PRIMA Aço Inox, tiras de trapos, linha de

VIDRO

VIDRO Chapéus O desafio proposto foi a criação de adereços para a cabeça, utilizando pormenores trabalhados

Chapéus

O

desafio proposto foi a criação

de

adereços para a cabeça, utilizando

pormenores trabalhados em vidro. Foram criados 2 chapéus com aplicações em fusão de vidro interpretando motivos decorativos clássicos.

EQUIPA

Mónica Favério

Sónia Silva

MATÉRIA-PRIMA

Tecido e Vidro.

TÉCNICA

Fusão de Vidro.

Cornucópia

Uma peça quadrada profunda e com abas, simples, minimal. Ao quadrado perfeito associa-se, de forma racional, um rendilhado de cornucópias orgânicas provocando uma combinação de perfeita harmonia onde o “less is more”.

EQUIPA

Raquel Santos

Sónia Silva

MATÉRIA-PRIMA

Vidro e folha de alumínio.

TÉCNICA

Moldagem por termofusão.

EQUIPA Raquel Santos Sónia Silva MATÉRIA-PRIMA Vidro e folha de alumínio. TÉCNICA Moldagem por termofusão. 56
EQUIPA Raquel Santos Sónia Silva MATÉRIA-PRIMA Vidro e folha de alumínio. TÉCNICA Moldagem por termofusão. 56

VIDRO

VIDRO Lulas O desafio proposto foi a criação de adereços para a cabeça, utilizando pormenores trabalhados

Lulas

O

desafio proposto foi a criação

de

adereços para a cabeça, utilizando

pormenores trabalhados em vidro. Foram criados 2 pentes realizados em fusão de vidro, inspirados em seres marinhos.

EQUIPA

Mónica Favério

MATÉRIA-PRIMA

Vidro

TÉCNICA

Fusão de vidro

em fusão de vidro, inspirados em seres marinhos. EQUIPA Mónica Favério MATÉRIA-PRIMA Vidro TÉCNICA Fusão de
58 59
58 59

VIDRO

VIDRO
25 Anos a cantar CEARTE Pretendeu-se criar um objecto transportável - escultura/ jóia - em

25 Anos a cantar

CEARTE

Pretendeu-se criar um objecto transportável

-

escultura/ jóia - em que estivesse subjacente

o

conceito de identidade nacional (o galo de

Barcelos - a jóia - e o azul do mar e do azulejo

- a base) e, simultaneamente, os 25 anos do CEARTE (os grãos que representam

o tempo e o crescimento).

EQUIPA

José Praça

Filomena Praça

MATÉRIA-PRIMA

Vidro, pigmentos, prata, aço inox.

TÉCNICA

Técnica de repuxado e construção oca.

PARTICIPANTES

62 63
PARTICIPANTES
PARTICIPANTES

ALIANÇA ARTESANAL

Aliança Artesanal - Régie - Cooperativa de Interesse Público e Responsabilidade Lda.

Fundada em 1988, integra neste momento cerca de

100 associados, dos quais se destacam o Município de Vila Verde e de Terras de Bouro. Encontra-se se- deada no concelho de Vila Verde. Foi através da Aliança Artesanal que se começaram

a dar os primeiros passos na divulgação dos Lenços de Namorados. São uma preciosidade da cultura e do artesanato de Portugal, especialmente da sua região norte sendo um símbolo da Tradição Minhota. Foi-lhe atribuída, em 1994, a Insígnia de Loja de Tradição, que credibiliza todo um historial de um produto com mais de vinte anos e muita quali- dade, os lenços de namorados.

A Aliança Artesanal tem em atenção as exigências

que presentemente se colocam à comercialização e ao escoamento do artesanato, sendo da opinião que o artesanato tradicional não deve permanecer fechado às inovações, sejam ela tecnológicas ou ligadas a novas formas e a motivos decorativos, ou seja tem promovido a introdução do design. Publicou o livro “Lenços de Namorados – escritas de amor” lançado pelo Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Recebe anualmente inúmeras visitas de estudo de escolas e universidades, vindas de todo o País.

Avenida Dr. Bernardo Brito Ferreira 4730-716 Vila Verde Portugal

T

00351 253 310 580

F

00351 253 322 462

E

igualdade@aliancartesanal.pt

E

aliancaartesanal@gmail.com

www.aliancartesanal.pt

E aliancaartesanal@gmail.com www.aliancartesanal.pt A LICE C ANDEIAS Alice Maria Candeias Pitta desenvolve a

ALICE CANDEIAS

Alice Maria Candeias Pitta desenvolve a sua actividade na área da estamparia.

Alice Candeias é uma empresa de prestação de serviços na área da formação dos têxteis (moda e decoração). Formação de grupos de diferentes faixas etárias a nível particular assim como em associações, escolas, parcerias e trabalho desenvolvido em oficina própria. Artes e técnicas dos tecidos na Escola de Artes Decorativas António Arroio 1983. Design de Moda - I.A.D.E 1986 BTEC Higher National Diploma Estamparia / Serigrafia 1993 1996 - 2000 em Londres Técnica de Estamparia/ Assistente de Sala / Pro- fessora de Adultos com necessidades Especiais / Preparação de alunos para o ingresso no ensino superior nas áreas da Moda e dos Têxteis. Formação Pedagógica de formadores.

Avenida 25 de Abril n°250

7080-139 Vendas Novas Portugal

M

00351 963 912 325

T

00351 265 805 616

E

alicecandeias@hotmail.com

T 00351 265 805 616 E alicecandeias@hotmail.com A NA M ARGARIDA F ERNANDES Ana Margarida Fernandes

ANA MARGARIDA FERNANDES

Ana Margarida Fernandes nascida no ano de 1972 em Vila Velha de Ródão.

Completou na Esc. Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa, o curso Téc. Profissional de Desenho Têxtil, tendo concluído com o estágio de aproximação à Vida Activa para Jovens diplo- -mados com Curso Técnico - Profissionais na Área Ocupacional de Desenho Têxtil na especialidade de Tecelagem. É Licenciada em Educação Visual e Tecnológica na Esc. Sup. de Educação de Castelo Branco, Mes- tre em Design e Marketing, área de especialização Têxtil pela Uni. do Minho, Doutoranda em Design na Fac. Arquitectura da Uni. de Lisboa. Ministrou a convite do CEARTE o curso de “Tece- lagem” no Retaxo, Castelo Branco. Exerceu funções como Formadora no CEARTE na área Têxtil. Iniciou a sua actividade profissional em 1992 na empresa M. Carmona e Irmãos S.A. e em Outu- bro de 2001 a actividade de docente na Esc. Sup. de Artes Aplicadas do Inst. Politécnico de Castelo Branco onde permanece até ao momento. Colaborou também com o Centro Português de Design, num projecto de Designers nas Empresas como consultora na área de Design Têxtil.

Rua Maria Lalande C47

6000-025 Castelo Branco Portugal

M

00351 966 603 794

E

ana.fernandess72@gmail.com

A NTÓNIO D UARTE C OIMBRA Inicia a sua formação profissional, em 1988, e desde

ANTÓNIO DUARTE COIMBRA

Inicia a sua formação profissional, em 1988, e desde aí até agora participa em várias formações de cerâmica e outras áreas. Numa das suas participações na Feira Internacional de Artesanato, em Lisboa é distinguido em 1994 com Menção Honrosa.

M

00351 961 109 351

E

a_duarte@live.com.pt

ARQUINMOVE

CAPUCHINHAS DE MONTEMURO

Cooperativa constituída por mulheres que faz vestuário artesanal em linho lã e burel.

A

Arquitectura in Move é um espaço design que

O

burel é lã de ovelha prensada, muito quente e

desenvolve projectos de arquitectura, engenha- ria e tudo o que a elas está relacionado, em solu-

bastante impermeável, é o tecido da capucha, capa tradicional que serve de agasalho aos que vivem

ções integradas e multidisciplinares, que visam

na

Serra do Montemuro.

fornecer ao cliente uma proposta global desde

As

Capuchinhas, têm conseguido fazer peças originais

a concepção até à direcção de obra integrando

profissionais de diversas áreas. Neste sentido com o objectivo de complemento, damos também apoio ao fornecimento e esco- lha de materiais de forma a garantir uma boa sustentabilidade integrada e uma boa integra- ção com todas as peças desenhadas.

Rua dos Combatentes da Grande Guerra n°126A 3030-181 Coimbra Portugal

M

00351 966 386 390

T

00351 239 711 320

F

00351 239 711 320

E

info@arquinmove.com

www.arqinmove.com

e modernas, com os tecidos naturais de lã e linho, mantendo a arte de tecer viva, dando um toque mo- derno a cada peça que sai do tear. Na tecelagem utilizam essencialmente a técnica dos puxados e no burel os bordados e os recortes. Inspiram-se em desenhos tradicionais dando-lhe um toque moderno e actual. Para dar vida ás co- lecções tingem a lã com plantas naturais , conse- guindo tons lindíssimos que são uma mais valia para as peças. Apoiadas pela estilista Paula Caria desenvolvem uma colecçãos nova a cada Ano, para que haja sempre modelos originais e diferentes. Ao longo dos anos têm visto reconhecido o seu trabalho e recebido alguns prémios, entre eles destaca-se o Prémio Internacional “Criatividade das Mulheres no Meio Rural”.

Capuchinhas Produção e Venda de Vestuário Artesanal CRL Campo Benfeito 3600-377 Castro D’Aire Portugal E capuchinhas@gmail.com

www.capuchinhas.blogspot.com

PARTICIPANTES
PARTICIPANTES

CARLA MOTA

Com um perfil dinâmico, em 1996, inicia a sua formação na área cerâmica no CEARTE.

Inicia a sua actividade profissional, ao criar a sua oficina em 99, no concelho de Santa Maria da Feira, na freguesia de São de João de Ver. Ao longo do tempo, desenvolve o seu próprio con- ceito entre o valor do passado e a defesa do futuro. Do passado, o seu temperamento absorve os diferentes ritmos, sinais e símbolos que inter- sectam no inconsciente colectivo. Ao presente ampliado, futuro, anuncia-lhe a interpretação da sua visão e afectos. Representada nas mais diversas iniciativas a ní- vel nacional e internacional, as suas produções são maioritariamente, desenvolvidas através da lastra e modelação e com acabamentos através da aplicação de incisões e engobes que oscilam de cores fortes a tons pastel.

Rua das Cavadas n°567 Souto Redondo 4520-619 S. João de Ver Portugal

T

00351 256 105 920

E

carlaammota@gmail.com

T 00351 256 105 920 E carlaammota@gmail.com C ARLA N AZARETH Nasceu em 1975, em Moçambique.

CARLA NAZARETH

Nasceu em 1975, em Moçambique. Trabalha desde 1998 como designer.

Em 2001 inicia a sua actividade como ilustra- dora infantil. Actualmente, dirige a NósnaLinha, um atelier de comunicação essencialmente vocacionado para o público infanto-juvenil. Entre os livros publicados estão: “O Pássaro Branco” de Maria Rosa Colaço, “A que sabe esta história?” e “Livro com cheiro a morango” de Alice Vieira, a trilogia “O Povo-Luz e os Homens-Sombra” de Ana Zanatti e, mais recentemente, “Um Mundo de Mamãs” de Marta Gómez Mata, “Uma cegonha em apuros” de Margarida Fonseca Santos e “Quando o Homem Beijou a Lua” de José Jorge Letria.

Travessa Emilia Lote 12 2765-481 Estoril Portugal

T

00351 214 647 299

E

geral@nosnalinha.pt

www.nosnalinha.pt

www.nosnalinha.blogspot.com

www.nosnalinha.pt www.nosnalinha.blogspot.com C ARLOS L IMA E X ANA M ONTEIRO Desde 1991 que trabalham

CARLOS LIMA E XANA MONTEIRO

Desde 1991 que trabalham em parceria na Barraca dos Oleiros, em Molelos.

Adquiriram a sua formação como ceramistas

essencialmente no CEARTE (Coimbra) e no CENCAL (Caldas da Rainha). Estagiaram em Itália, ele em 1987 em Florença, ela em 1990 em Turim

e em Sorano.

Têm conferido ao seu trabalho um cunho pessoal através da inovação das formas e texturas e do aperfeiçoamento dos acabamentos. Estando aten- tos às novas tendências pesquisaram e desen- volveram, para além do negro, uma linha de produ- tos vidrados em cozedura redutora. Têm orientado vários Workshop e formações de cerâmica e participado em diversos projectos de

design Internacionais como o “Projecto Avantcraft”

e em concursos/ bienais de cerâmica, tendo já obti- do variadíssimos prémios. Têm sido convidados para expor em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Irlanda, Canadá,

e Brasil. Algumas peças suas estão representadas

em museus, onde o seu trabalho tem sido reconhe-

cido na preservação deste património cultural

Rua das Silhas n°56 Molelos 3460-244 Tondela Portugal

M

00351 962 569 024

T

00351 232 822 736

E

lima.xana@sapo.pt

C A T A R I N A F E R N A N D

CATARINA FERNANDES

Maria Catarina Fernandes nasceu em Lisboa em 1974.

É licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e em Joalharia pela escola Contacto Directo, Lisboa. Empresária em nome individual, cria e desenvolve o projecto de jo- alharia de autor Kali Handmade Designs, par- ticipando em inúmeras exposições e eventos. Tem vindo a leccionar cursos de joalharia em vários ateliers. Entre outras experiências des- taca-se a participação na Moda Lisboa e a parti- cipação na Porto - jóia. Interessada em diversas culturas e com facilidade nas relações humanas, tem viajado e estabelecido algumas pontes pesso- ais e comerciais entre paises tão diferentes como o Peru ou Nepal.

Rua Afonso Albuquerque n°7 Caxias Portugal

M

00351 916 300 786

E

kali.designs@gmail.com

www.kalidesigns.net

300 786 E kali.designs@gmail.com www.kalidesigns.net E LIEZER G OMES D A F ONSECA Nascido em 1937,

ELIEZER GOMES DA FONSECA

Nascido em 1937, é natural da Freguesia de Santa Maria dos Olivais em Tomar.

Aprendeu a arte de encadernar na sua juven-

tude e a partir de então, de forma autodidacta, adquiriu os conhecimentos que fazem com que

o seu trabalho se distinga por uma elevada qua-

lidade técnica e artística. Durante mais de 40 anos chefiou a Secção de Encadernadores e Douradores das Oficinas da Santa Casa da Misericórdia de Santarém, tendo mi- nistrado formação profissional a dezenas de alu-

nos. Foi, também, formador do Centro de Formação Profissional de Alverca onde orientou vários cursos de Encadernação (1987-1997). Posteriormente, entre 1997 e 2004, colaborou com

o CEARTE tendo sido formador dos módulos de

Encadernação e Douragem do curso de Encader- nação Artística. Actualmente desenvolve a sua actividade na Mouçarria em Santarém, onde tem a sua oficina. Entre os seus clientes encontram-se algumas pessoas ilustres das quais destacamos os Duques de Bragança, o Imperador da Etió- pia, o Rei do Ruanda e o Vaticano.

Rua do Picaró n°35-37 Secorio • 2005-092 Moçarria • Portugal M 00351 917 351 403

• 2005-092 Moçarria • Portugal M 00351 917 351 403 E SPERANÇA S ANTOS Nasceu em

ESPERANÇA SANTOS

Nasceu em Abrantes em 1967.

É formadora da área têxtil desde 1989. Ministrou formação em tecelagem manual, modelação, con- fecção e bordados à mão entre outras. Frequentou diversos cursos e workshops na área têxtil. Actualmente é formadora da área têtil do CEARTE - Centro de Formação Profissional do Artesanato, no Pólo de Formação de Cabaços, em Alvaiázere.

CEARTE - Pólo de Formação de Cabaços Centro de Formação Profissional do Artesanato Rua José Ribeiro Carvalho n°69 Cabaços Alvaiázere 3250-359 Pussos Portugal

T

00351 236 636 489

F

00351 236 631 607

E

cabacos@cearte.pt

www.cearte.pt

PARTICIPANTES
PARTICIPANTES

ESTELA MELO

Nasceu em Aveiro em 1967.

Em 1985 entra no curso de Engenharia Civil em Coim-

em 1967. Em 1985 entra no curso de Engenharia Civil em Coim- F ILOMENA P RAÇA

FILOMENA PRAÇA

Nasceu em Moçambique em 1959.

Licenciatura em escultura, EUA de Coimbra

bra, onde mais tarde, em 2001, iniciou o curso de Arte- são Têxtil no CEARTE.

Curso de Joalharia, Escola de Joalharia Contacto Di- recto, Lisboa, desde 1994

Frequentou diversos cursos e workshops dentro da

1999

- “The Ishikwa International Urushi Design Exhi-

área têxtil em Portugal, Holanda e Inglaterra.

bition”,Japão

Possui atelier em Coimbra e Aveiro e desde 2004 dedi-

2000

- “Idades do Futuro”, Milão

ca-se à recriação Histórica, demonstrando o ciclo da lã

2003

- “ATÍPICO”, Convento de São Francisco, Coimbra,

em Portugal e no estrangeiro.

Capital Nacional da Cultura

Criações suas estiveram presentes na Moda Lisboa

2004

- “Pop 4art”, Contacto Directo, Lisboa

Outono-Inverno 2008/09 e 2010/2011 nas colecções

2005

- “Relacionamentos”, Hotel Hilton, Bruxelas

de Filipe Faísca, em peças de teatro e cinema e ca-

2006

- “Spectrum”, Contacto Directo, Lisboa

tálogos de moda. Participou nas exposições colec-

2009

- “On The Other Hand”, Reverso, Lisboa

tivas AvantCraft e Movimento.

2010

- “On The Other Hand” Gray Area Symposium,

É formadora na área do artesanato têxtil, com especial incidência nas técnicas de feltragem, tecelagem

e tinturaria.

M

E

00351 962 822 607 estela.melo@sapo.pt

Cidade do México -“I Care A Lot _ Middle East Portable Discussion”.

Exposiçãoitinerante, Alemanha,Estocolmo eLisboa

2011 - “Change the world with your own hands”,

concurso ORIGOMU

Prémios

2006 - Prémio Criatividade/Design, em joalharia,

atribuído pela Câmara Municipal da Nazaré

Rua Gago Coutinho n°17 6° C 3020-326 Coimbra Portugal

M

00351 963 711 385

T

00351 239 402 891

Portugal M 00351 963 711 385 T 00351 239 402 891 F LAMINGO Empresa de Joalharia

FLAMINGO

Empresa de Joalharia de Rio Tinto.

Rua Padre António Vieira n°1-3 4435-370 Rio Tinto Portugal

T

00351 224 853 460

E

flamingo@flamingo.pt

www.flamingo.pt

G EORGINA Q UEIRÓZ G UIDA F ONSECA IPOTZ S TUDIO Trabalha desde 1990 na
G EORGINA Q UEIRÓZ G UIDA F ONSECA IPOTZ S TUDIO Trabalha desde 1990 na
G EORGINA Q UEIRÓZ G UIDA F ONSECA IPOTZ S TUDIO Trabalha desde 1990 na
G EORGINA Q UEIRÓZ G UIDA F ONSECA IPOTZ S TUDIO Trabalha desde 1990 na

GEORGINA QUEIRÓZ

GUIDA FONSECA

IPOTZ STUDIO

Trabalha desde 1990 na área de cerâmica.

Nasceu em 1965.

IPOTZ Studio, tem por missão fazer parte dos projectos de sonho dos seus clientes.

Recuperou uma das mais antigas olarias de Ovar, onde funciona o seu atelier e loja, Olaria «O Caco». Inicia a sua formação em roda de oleiro no CENCAL. Frequentou várias formações no CEARTE: Design Cerâmico;GestãoeMarketing;cristalizaçõesereflexos metálicos, pastas e vidrados; Rakú, entre outros. Dá formação nestas áreas em diversas institui- ções como: CEARTE de Coimbra e Aveiro, DG de Educação IEFP, CENCAL, EP Aveiro. Organiza workshops de cerâmica no seu atelier. Participou em várias feiras nacionais, jornadas de artesanato ibérico em Barcelona, exposições in- dividuais e colectivas em Portugal. Participou no projecto AvantCraft do CEARTE entre 2005 e 2007. Em 2005 recebeu o 1° Premio Regional de Ar- tesanato do IEFP.

Olaria O Caco Avenida da Régua n°197-199 3880-001 Ovar Portugal

T

00351 256 586 872

E

georginaqueiroz@hotmail.com

Iniciou o seu percurso pela pintura. Em 1976

visita a VIII Bienal de Lausanne, então trazida à Fundação Gulbenkian. Este encontro foi deter- minante na escolha do têxtil enquanto expres- são plástica. Frequentou o atelier de Gisella Santi. Foi membro do Grupo 3.4.5 - Associação de Tapeçaria Con- temporânea. Desenvolve a partir daí um trabalho pessoal na procura de técnicas, formas, cores

e texturas que traduzam a sua interioridade e relação com o mundo.

A frequência de um curso de Panaria de Cabo Verde,

com o prof. Marcelino Santos no Museu de Etnolo-

gia desperta o seu interesse pela tecelagem.

Cria e executa as suas peças, que se desenvolvem nestas duas vertentes: tapeçaria e tecelagem manu- al. A fiação manual e tinturaria natural são tam- bém áreas que complementam a sua actividade. Como formadora, tem colaborado em particular com o CEARTE. Participa regularmente na Artesanatus - Porto. Realizou e participou em várias exposições indivi- duais e colectivas, em Portugal e no estrangeiro. Destacam-se os prémios:

Quadrante 1995, 1996, 1997 Prémio de Aquisição, 1° Encontro de Tapeçaria

Contemporânea

Avenida das Descobertas n°33 1° Dto 2670-384 Loures Portugal

M

00351 965 167 132

T

00351 210 109 407

E

guidafonseca@gmail.com

lugardotextil.wordpress.com

guidafonseca.blogspot.com

IPOTZ é o coração criativo do Grupo Tralhão, e foi a porta de entrada do grupo para a nove geração, que provou através da qualidade dos seus pro- jectos de Design, a mais valia para os clientes do grupo. É também a porta de entrada da inovação com dez funcionários, assinaram projectos de gran- de importância na zona centro. Vamos continuar a fazer parte dos projectos de sonho dos nossos clientes, sejam habitações ou pro- jectos comerciais.

Móveis Tralhão Variante Norte 3130-200 Soure Portugal

T

00351 239 506 408

F

00351 239 506 409

E

studio@ipotz.pt

www.ipotz.pt

www.tralhaodesigngroup.com

PARTICIPANTES
PARTICIPANTES

ISABEL CARTAXO

Nasceu em Lisboa em 1957.

O interesse pelos têxteis levou-a a procurar Gisella

Santi em 1993, com quem se iniciou na tapeçaria, seguindo-se um curso de tecelagem tradicional

de Cabo Verde com Marcelino Santos, realizado

no Museu de Etnologia em Lisboa. Assim foi crescendo uma paixão que vinha de longe. Fez diversos cursos e formações tentando sem- pre aprofundar conhecimentos. Hoje vive no campo, onde tem um pequeno re- banho de ovelhas e onde, na sua oficina, traba-lha o ciclo da lã, desde a tosquia à tecelagem, passan- do pela fiação, à qual se tem dedicado mais nos últimos dois anos.

Viana do Alentejo Apartado 39 7090-909 Alcáçovas Portugal

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00351 961 062 152

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00351 266 939 191

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icartaxo@gmail.com

lugardotextil.wordpress.com

191 E icartaxo@gmail.com lugardotextil.wordpress.com J OÃO C AMPOS Nasce em Coimbra em 1958. Marceneiro de

JOÃO CAMPOS

Nasce em Coimbra em 1958.

Marceneiro de profissão entre 1972 e 1991 ingressou, pouco depois, na qualidade de Formador das Áreas das Madeiras, no CEARTE onde desenvolve, até hoje, cursos de formação profissional no âmbito da Marcenaria, Carpintaria e Desenho Técnico. Frequentou diversos cursos e workshops na área das madeiras.

CEARTE - Pólo de Formação de Semide Centro de Formação Profissional do Artesanato Semide Miranda do Corvo 3220-423 Semide Portugal

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00351 239 540 140

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00351 239 542 097

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semide@cearte.pt

www.cearte.pt

00351 239 542 097 E semide@cearte.pt www.cearte.pt J OÃO L UDGERO Quinta dos Trevos, um projecto

JOÃO LUDGERO

Quinta dos Trevos, um projecto familiar na campina de Idanha a Nova.

Após alguns anos de vida, em França e Espanha, nas “Comunidades Da Arca” fundadas pelo filó- sofo e poeta Lanza del Vasto, resolvemos fixar- -nos no interior de Portugal, seduzidos como fomos, pela beleza natural da primavera, na cam- pina de Idanha-a-Nova. Com o aparecimento do programa LEADER, a ADRACES (Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul) apoiou a criação dos ateliers e tem mantido um permanente trabalho no sentido de re- forçar a postura empresarial da nossa microempresa. Surge assim a Quinta dos Trevos, um projecto fa- miliar que conta agora com o trabalho de alguns colaboradores que animam os nossos espaços oficinais (Ferro Forjado, Carpintaria e Restau- ro, Tecelagem e Fiação, Velas. Papel Reciclado, Batiks, etc Procuramos manter viva uma atitude de expe- -rimentação, no sentido de por em prática novos designes, novas soluções estéticas, novas formas, novas ideias, sobretudo aquelas que respondam especificamente às pretensões dos clientes.

Quinta dos Trevos Bateria 500 C.P. 502 6060-259 Ladoeiro Portugal

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00351 277 927 435

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00351 277 927 435

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trevos.oficios@sapo.pt

www.quintadostrevos.com

J OAQUIM R OSA Hoje, aos 61 anos de idade, ele é o último artífice

JOAQUIM ROSA

Hoje, aos 61 anos de idade, ele é o último artífice embutidor de Alpedrinha.

Joaquim Rosa, um dos artesãos que teima em re- sistir à maquinaria que o tempo foi substituindo pela manufactura do mobiliário. A paixão deste

homem pelos trabalhos em madeira tem quatro décadas. Terminada a escola primária, foi na ofi- cina de um tio que iniciou o primeiro contacto com o ofício. Desde então que o seu quotidiano

é

marcado pela recuperação de mobiliário antigo

e

a criação das mais diversas peças de autor, das

quais se destacam os embutidos, arte aprendida pela observação de outros artistas numa das 4 oficinas que existiam na vila. A loja de Joaquim Rosa está voltada para o imenso vale que consti- tui a Cova da Beira, com os famosos pomares de cerejeiras a povoarem a paisagem, salpica- da aqui e além por oliveiras, cujo azeite é con- siderado um dos melhores do país. Joaquim Rosa dedica a maior parte do seu tempo às peças com embutidos. Esta arte exige uma escolha criteriosa das madeiras a aplicar, não apenas pela cor natural mas também pela tex- tura, elemento fundamental para o aspecto final dos móveis.

Rua Deão Boavida n°3

6230-079 Alpedrinha Portugal

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00351 966 828 589

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00351 275 567 184

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geral@embutidosjrosa.com

www.embutidosrosa.com

JOSÉ PRAÇA

Nasce em Moçambique em 1963.

Trabalha em vitral desde 1990. Paralelamente, tem trabalhado na criação peças de autor em fusão de vidro e pintura em vidro. Tem frequentado diversos cursos de formação por forma a aumentar as suas competências profissio- nais, dos quais se destacam:

LANÇADEIRAS DO PICÃO

Na bela Serra de Montemuro, próximo de Castro

Daire está situada a aldeia de Picão. Depois de um curso profissional, um grupo de mulheres interessadas em promover o artesanato local juntaram-se dando origem ao grupo “As Lan-

çadeiras”, no dia 1 de março de 1990. Lançadeira

Curso de Vitral -Milão

2006 - Prémio Técnica/Perfeição, em vidro, atribuí-

é

uma das peças do tear. Acharam o nome bonito

Curso de Joalharia - Escola Contacto Directo - Lisboa

e

assim ficou.

Curso de iniciação ao Sandcasting, ministrado pela

O

grupo trabalha com vários teares manuais

SANDBOX/Japão -Marinha Grande Workshop de Fusão de Vidro – Barcelona Marketing e Comunicação - CEARTE - Coimbra Dos diversos prémios que tem ganho destaca-se:

do pela Câmara Municipal da Nazaré

movidos por várias apeanhas. Apostando no de- senvolvimento regional, As Lançadeiras traba- lham essencialmente com linho, lã e algodão. Nos últimos anos este grupo participou em várias colaborações com estilistas e designers. Assim, este grupo de três mulheres tentam manter vivo este património da aldeia do Picão.

Rua do Ouro

3240-494 Chão de Couce Portugal Ansião

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00351 968 771 869

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00351 236 623 062

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geral@zpraca.pt

www.zpraca.pt

Rua da Tapada n°1 3600-540 Picão Castro D’Aire Portugal

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00351 232 373 777

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lancadeiras@gmail.com

lancadeiras.blogspot.com

PARTICIPANTES
PARTICIPANTES

MARIA DO CÉU FERREIRA

Nasceu em Benfica do Ribatejo em 1971. Vive e trabalha em Coimbra.

Tirou o seu primeiro curso de Encadernadora com o Mestre Eliezer Fonseca. Estagiou na Escola/ Oficina de Encadernação da Santa Casa da Misericórdia de Santarém. De 1994 a 2001 trabalhou na Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, em Lisboa, como Encadernado- ra e Decoradora de Livros. A partir de 2001, passou a ministrar formação profissional em várias institui- ções, como o CEARTE (Centro de Formação Profis- sional do Artesanato), em Coimbra. Actualmente, além de continuar a exercer a função de formadora, executa trabalhos de encadernação e restauro de livros no seu ateliê em Coimbra.

Rua da Alegria n°51

3000-018 Coimbra Portugal

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00351 918 439 405

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chrnos_paper@hotmail.com

M 00351 918 439 405 E chrnos_paper@hotmail.com M ARISA C OUTINHO Natural do Porto, reside em

MARISA COUTINHO

Natural do Porto, reside em Sanguedo, concelho de Sta. Maria da Feira.

Cedo revela a sua paixão pelo Desenho, que irá consolidar ao longo dos anos 90, realizando di- versas exposições. Logo na sua primeira mostra individual, em 1995, é convidada para expor na Casa-Museu Teixeira Lopes, em Vila Nova de Gaia. No Museu Municipal Convento dos Lóios, na Feira, foi distinguida com uma Menção Honrosa na co- lectivaJovensArtistas 98. Já com a licenciatura em Design de Equipamento da Escola Superior de Artes e Design, em Matosinhos, participou em 2001 no ProjectoVisão, que o Centro Português de Design coordenou no Centro de Forma- ção Profissional do Artesanato, em parceria com várias unidades produtivas. Em 2005, foi convidada para conceber o Monu- mento Evocativo aos 25 anos dos Carrinhos de Rolamentos, em Sanguedo, e desde então traba- lha por todo o país como criativa, consultora ou formadora no sector das Artes e Ofícios.

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00351 910 281 263

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coutinhomarisa@hotmail.com

www.facebook.com/marisamiguel.o.coutinho

www.facebook.com/marisamiguel.o.coutinho M ARITA F ERRO Marita Setas Ferro nasceu em 1967 na Cidade

MARITA FERRO

Marita Setas Ferro nasceu em 1967 na Cidade da Beira, Moçambique.

Mestre em Escultura pela Faculdade de Belas Artes do Porto, (2009), com o tema “A peça de vestuário como objecto tridimensional artístico”, orientado pelo Professor Escultor Carlos Barreira e co-orientado pela Escultora Joana Vasconcelos. Pós- -graduações em Design e Marketing - Vestuário, na Universidade do Minho (2008) e “Gestão Cultural nas cidades”, no ISCTE/INDEG (2003). Profissionalização em serviço em 1999/2000. Formação na FBAUP - Curso de Artes Plásticas - Escultura (1996) e no CITEX - Curso de Design de Moda (1990) e no CITEX - Curso de Design de

Moda (1990). Escola Artística e Profissional Árvore - coordenou o Curso de Design de Moda de 1992

a 2005 e os Desfiles de Moda em diversos locais da cidade do Porto.

Fundou a AICART e desenvolveu actividades de dirigente associativa até 2003, onde foi criadora

e responsável de diversas actividades artísticas e

culturais. É membro da direcção da Agência Inova

- Associação para a Cultura e Criatividade, onde

desenvolve actividade na área da gestão cultural, co- municação e coordenação de projectos. Criou a sua marca própria em 2008, no âmbito da qual desen- volve peças de autor - vestuário e acessórios. Tem vindo a desenvolver actividade como formadora em áreas de design, têxteis e moda, Escultura

e assim como figurinista em peças de teatro, bailado e performances.

Avenida das Cruzes n°630 Calvário 4535-093 Lourosa Portugal

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00351 227 471 153

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00351 227 471 154

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marita.setas.ferro@gmail.com

www.marithamoreno.com

M ÓNICA F AVERIO Nasceu em Com, Itália em 1963. 1980-Diploma de Maestra d’Arte no

MÓNICA FAVERIO

Nasceu em Com, Itália em 1963.

1980-Diploma de Maestra d’Arte no curso de Desenhadora Textil - Istituto d’Arte di Cantú, Italia 1987-Frequenta o curso de vitrais artísticos com o Mestre Sante Pizzol. Milano, Italia 1989-Frequenta 3 cursos superiores de desenho com o escultor italiano Francesco Somaini, o pintor Giuliano Collina e o escultor Iraquiano Selim Abdullah, vencendo em 1989 o Prémio “Fondazione Ratti”. Como, Italia 1990-Curso de Fusão do vidro. Creative Glass AG, Zurich, Switzerland 1993-Curso de Fusão do vidro com o artista Ale- mão Tanz Detlef. Milano, Italia 1995-Curso de Fusão do vidro com a artista Ar- gentina Silvia Levenson. Legnano, Italia 1996-Curso de Fusão do vidro com o artista Italo/Americano Narcissus Quagliata. Zurich, Switzerland 1999/2001-Assistente Estagiária nas disciplinas de Vitral e Mosaico do curso de Pintura da Es- cola Universitária das Artes de Coimbra 2006/2011-Formadora na área do vidro no CE- ARTE. Coimbra

inVidro Glass Art

Largo da Maternidade Júlio Dinis n°16 4050-371 Porto Portugal

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00351 968 294 339

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monicafaverio@gmail.com

www.invidro.com

968 294 339 E monicafaverio@gmail.com www.invidro.com N UNO F ERNANDES Nuno FernaNdes, nasceu a 30 de

NUNO FERNANDES

Nuno FernaNdes, nasceu a 30 de julho de 1984 em Coimbra.

Iniciou a sua formação em Artes na Escola Se- cundária Avelar Brotero, tendo prosseguido para a licenciatura em design e comunicação na Es- cola Universitária de Artes de Coimbra. Com 8 anos de experiência profissional, trabalhou como freelancer, criativo e designer, sendo actu- almente director de projectos na Agência de Pu- blicidade Ponto de Vista, sediada em Coimbra. Encara o design gráfico como uma vertente co- municativa essencial para qualquer área. Uma comunicação eficaz permite atingir melhor e mais facilmente o objectivo alvo. Ao longo da sua carreira ganhou alguns prémios nacionais pela forma simples e eficaz de transmitir ideias, bem como pela sua objectividade. Tem nestes últimos anos levado a cabo as especialização em eco-design através de workshops e formações.

OLARIA ART’ANTIGA

A tradição pelas mãos dos irmãos Louro- sa, em Molelos.

O testemunho de gerações anteriores de Mestres

oleiros da região e o aprofundamento de conheci- mento através de formação profissional impul- sionam os irmãos Luís Carlos e José Manuel Lourosa na dedicação ao barro negro. Olaria Artantiga, é o espaço e designação da ac- tividade profissional, em Molelos destes jovens

oleiros que utilizam técnicas antigas em harmonia com os recursos e meios da actualidade. A per- feição de acabamentos nas peças faz com que

as suas produções conquistem um lugar de des-

taque na promoção e desenvolvimento turístico.

Rua das Raposeiras Molelos 3460-242 Tondela Portugal

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00351 232 812 279

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00351 232 812 859

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artantiga@gmail.com

Rua General Humberto Delgado n°425 1° Dto. 3030-000 Coimbra Portugal

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00351 919 205 882

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nfernandes@pontodevista.eu

www.pontodevista.eu

PARTICIPANTES
PARTICIPANTES

PAULA SOARES

Nasce em Avelar no distrito de Leiria, em 1974.

Licencia-se em Artes Plásticas – Pintura – pela Fa- culdade de Belas Artes do Porto, em 1997, e parte do último ano lectivo é feito na Faculdade de Belas Artes de Bilbau – País Basco. Desenvolve o seu trabalho de Pintura expondo em Portugal, Espanha e Alemanha. Desenvolve igual- mente outras actividades como a produção de peças cerâmicas e trabalhos gráficos para Lojas de Design e Decoração. Em 2004, cria a sua empresa e a marca “KEROcom” que se dedicada à produção de peças decorativas, na área das Artes Plásticas e do Eco De- sign. Participa em Feiras dedicadas à área como a “ReciclaMADRID”- Madrid ou “BeingGREEN”- Porto. Actualmente desenvolve linhas de Acessórios de Moda para lojas, partindo da reciclagem de revistas ou jornais. Em paralelo, dá formação na Área do Eco Design no CEARTE e noutras instituições públicas e privadas.

Rua da Quinta n°237

324-308 Avelar Portugal

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00351 917 413 056

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kerocom.04@gmail.com

www.kero.com.pt

917 413 056 E kerocom.04@gmail.com www.kero.com.pt P EDRO G ÓIS Nasce em Coimbra em 1973. Vive

PEDRO GÓIS

Nasce em Coimbra em 1973. Vive e trabalha entre Coimbra e Porto

Licenciado em Pintura em 1999, ramo Design Grá- fico pela ARCA/EUAC de Coimbra. É Pós-graduado em Design e Produção Gráfica, pela Facultat de Belles-Arts de la Universidad de Barcelona. Preocupadocomasuaformação,detémvárioscursosem diferentes especialidades: Interface Design for Mobi-

le Devices (UTAustin Portugal e FCT- Fundação Ciência

e Tecnologia), Criatividade, Inovação e Tendências de

Mercado (Projecto Avant Craft, Centro de Artesania e Di- segno de Lugo, Espanha), Do Chumbo ao Pixel (Univer- sitat de Barcelona e Alquimia da Cor, Porto), bem como

Apoio à Gestão do Design - Web Design e Metodolo- gia na Gestão do design no Design de Comunicação

(CPD_Centro Português de Design, Lisboa).

Desenvolve desde cedo a paixão pela Arte e pelo Design, iniciando a sua actividade em 1997. Du- rante 7 anos, fez a sua carreira em Coimbra na Inverte Design, onde cria projectos de Design de Comunicação, Publicidade e WebDesign.

Em 2004, ruma ao Porto, para o Mestrado em Design

e Produção Gráfica, da Universidade de Barcelona

em parceria com a Alquimia da Cor. De 2005 a 2007,

é Consultor em Design Gráfico e Comunicação, na

área do Artesanato no CEARTE. Em 2010, é Formador Pedagógico, especializado em Design, em diversas acções de formação. Desde 2005, exerce a actividade como independente, na Góisdesign - Design e Co- municação, tendo desenvolvido projectos e progra- mas de Design e de Comunicação um pouco por todo o país.

Rua José Maria Pedroto • n°39

Apartamento 34 4470-394 Maia Portugal

• n°39 Apartamento 34 • 4470-394 Maia • Portugal P ROJECTO A2 Constituído pelos artesãos-designers

PROJECTO A2

Constituído pelos artesãos-designers Cristina Vilarinho e Alberto Azevedo.

Têm como objectivo propor objectos com alma, inovadores e com raiz cultural, emotivos e/ou utilitários, mas também soluções que se rela- cionem e estabeleçam um diálogo com quem os procura.

Qualidade, criatividade, inovação e versatilidade, são valores presentes no seu trabalho. Num mundo globalizado, Projecto A2 prima pela singularidade, identidade cultural e personali- zação, tornando os seus produtos locais con- tribuindo assim para a alteridade no mundo. Com larga experiência, tanto como artesãos- -designers, como formadores nas diferentes áreas

da cerâmica, estão conscientes da impor-tância da

formação ao longo da vida e por isso organizam

e ministram acções de formação e workshops que

reforçam os saberes. Divulgam o seu trabalho em feiras de artesanato como a Fia de Lisboa ou a Artesanatus no Porto, em lojas e fazem esporadicamente exposições em cen- tros culturais ou museus.

O domínio da técnica advém essencialmente da

experiência, mas também do conhecimento, é por isso que a simbiose artesão-designer é perfeita:

Projecto A2 alia a atitude projectual com o saber fa- zer, sendo de salientar os painéis de azulejo manu-

al, os murais cerâmicos, os objectos de autor usan-

do diversas técnicas e materiais, como a pintura e

a ilustração, a modelação e a olaria nas peças de porcelana ou nas esculturas em grés.

Rua do Carreiro n°22

Guimarães 4815-182 Lordelo Portugal

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00351 969 013 649

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00351 969 716 238

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00351 224 068 200

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00351 969 716 345

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goisdesign@netcabo.pt

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info@projectoa2.com

www.linkedin.com/in/goisdesign

www.scribd.com/pedro_gois

www.projectoa2.com

R AQUEL S ANTOS Nasceu em Lisboa em 1973. Técnica de Conservação e Restauro de

RAQUEL SANTOS

Nasceu em Lisboa em 1973.

Técnica de Conservação e Restauro de Vitral (curso promovido pelo IPPAR). Licenciada em Arquitectura pela EUAC, em 2005. Pós Graduada em Estudos do Património em 2007 pela Universidade Aberta. Membro efectivo da Ordem dos Arquitectos desde

2007.

Realizou e coordenou diversos trabalhos de con- servação e restauro de vitrais de entre os quais se destacam: vitrais do Salão Árabe do Palácio da Bolsa, Porto; vitrais da Capela da Quinta da Regalei- ra, Sintra; vitrais do Mosteiro da Batalha (2a fase de intervenção); vitrais da Sé Velha, Coimbra. Nos últimos anos realizou trabalhos de produção de obra nova de vitral para instituições públi- cas e privadas, onde se destacam: A Sta. Casa da Misericórdia de Braga, a Ordem de S. José de Clunny, e diversas Câmaras Municipais. É Formadora, desde 2004, no Centro CEARTE, Coimbra, nas áreas da conservação e restauro de vitral, obra nova em vitral, mosaico e vidro.

E-XLNT, Lda Rua do Loureiro n°9 A

3000-247 Coimbra Portugal

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00351 919 103 922

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00351 238 082 976

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geral@e-xlnt.pt

www.e-xlnt.pt

00351 238 082 976 E geral@e-xlnt.pt www.e-xlnt.pt R ITA G ARDETE Nasceu em Angola em 1971.

RITA GARDETE

Nasceu em Angola em 1971.

Licenciada em Pintura pela ARCA/EUAC - Escola Universitária das Artes de Coimbra. 2004/2005 - Bolseira Erasmus na Facultad de Bellas Artes da Universidade de Salamanca – Espanha. Formadora na área das artes plásticas em Coimbra. Exposições (selecção):

2007-Retrospectiva 5 Anos, I.P.J de Coimbra; 2006-“Raízes”, Museu Municipal Galeria Alme- -dina - Coimbra; 2004-“Sincronia do Monocromático”, Teatro - Cine de Pombal; “Estudos”, Pavilhão Centro de Portugal Coimbra; Casa Museu Bissaya Barreto, Coimbra; “III Prémio Baviera Artes Plásticas”, Vila Nova de Cer- veira, “VIII Edição do “Prémio de Pintura e Escultura D. Fernando II”, Câmara Municipal de Sintra; 2003-“Semelhanças”, Casa Municipal da Cultura de Cantanhede; “Leilão de jovens Pintores”, Pa- lácio do Correio Velho, Lisboa; 2002-Centro de Artes e Espectáculos da Figuei- ra da Foz; Possui obras em colecções particulares em Por- tugal, Brasil, Espanha, Alemanha e França.

Rua da Liberdade n°100 - J

Bairro de S. Miguel 3020-112 Coimbra Portugal

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00351 933 482 484

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ritagardete@hotmail.com

M 00351 933 482 484 E ritagardete@hotmail.com R OSÁRIO P EREIRA Nasceu em 1964,Lagares da Beira

ROSÁRIO PEREIRA

Nasceu em 1964,Lagares da Beira

No ano de 1987, iniciou a sua actividade profissio- nal como pintora de azulejaria, nas Cerâmicas ES- TACO. Fez qualificação profissional no CEARTE, na área da Azulejaria em 1995 Frequentou vários ateliers “ECO - Peça” “Tecnolo- gia de Vidrados” com Manuel Keller; Marke-ting

e Comunicação” com Juan Carlos Santos.

Participou, em representação do CEARTE, no projecto “Desafios”.

É formadora interna do CEARTE desde 1996, da

área de Decoração Cerâmica, ministrando cursos de formação inicial e contínua nas temáticas da decoração cerâmica, azulejaria, ilustração cerâmica

e Serigrafia.

CEARTE Centro de Formação Profissional do Artesanato Rua António Sérgio n°36 3025-041 Coimbra Portugal

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00351 239 497 200

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00351 239 492 293

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geral@cearte.pt

www.cearte.pt

PARTICIPANTES
PARTICIPANTES

SÉRGIO BRANDÃO

Curso de Marceneiro / Carpinteiro, Nível 2 (Apren- -dizagem) de1996 a 1999, no CEARTE. Curso de Técnicas de Acabamentos de Madeiras e Mobiliário, em 2003, no CEARTE. Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores, 2004, no Instituto de Emprego e Formação Profis- sional de Coimbra. Em Março de 2004 abre uma Carpintaria, passando a prestar serviços por conta própria atéàpresentedata. Entre 2004 e 2008, ministrou diversas acções de for- mação na área das Madeiras em diversos Centros de Formação. Em Maio de 2002 participa no Concurso Regional de Formação Profissional, tendo ficado em 1°lugar. Em Outubro de 2002 participa no Concurso Nacional de Formação Profissional, obtendo o 1° lugar. Em Junho de 2003, participa como representante de Portugal na área de Marcenaria, no 37° Concurso Internacional de Formação Profissional «World Skills», que se realizou em St. Gallen, na Suíça, obtendo uma classificação, a que me deu direi- to a um certificado de excelência, atributo este que Portugal já não o conseguia há mais de 30 anos.

este que Portugal já não o conseguia há mais de 30 anos. S ÓNIA S ILVA

SÓNIA SILVA

Licenciatura em Design de Equipamento na ARCA/ EUAC - Escola Universitária das Artes de Coimbra. Participou, no CEARTE, no projecto AVANCRAFT design e tendências de mercado no artesanato, tendo desenvolvido comunicação e produto. Exerce funções de formadora nas áreas de Gestão e Marketing; Dese- nho e Design e Expressão Plástica. Actualmente de- senvolve projectos de design e decoração em diversas áreas, nomeadamente habitaçãoe comércio.

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00351 967 607 393

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sdsviii@gmail.com

M 00351 967 607 393 E sdsviii@gmail.com V ÂNIA S ANTOS Nasceu em Leiria em 1979.

VÂNIA SANTOS

Nasceu em Leiria em 1979.

Frequentou o curso de Joalharia, AR.CO, Lisboa, 2007/10; Licenciada em Artes Plásticas, Escola Superior de Arte e Design, Caldas da Rainha, 2000/05, curso tecnológi- co de Design de Moda, Escola de Moda do Porto, Porto, 1997/00. Formadora na área do Design de Moda, em diver- sas instituições, 2001/11. Exposição colectiva “Small objects of great art” na Sieraad, Amesterdão, 2008; exposição de finalistas, “ESAD Caldas 2005”. Participação no “Fast Fashion Slow”, 8a edição do concurso Sangue Novo, 2002; 2° prémio de Design de Moda, concurso Porto Moda, 2001; 3° prémio de Design de Moda, concurso de Design “Expo Wear”, FIL, 2000. Workshop com Monika Brugger, AR.CO, 2009; “Jóias para plantas, animais ou objectos de estimação”, workshop com Fernando Brizio, AR.CO, 2008; “Life Polisies”, workshop com Kirstine Koeststorss, Lisboa 2003. “Design by Shoes”, Summer School, Saint Martins College of Art and Design, 2003.

Rua de S. Tiago n°89

Quinta das Courelas Rua da Imprensa

Marrazes 2415-544 Leiria Portugal

Lote 5, r/cc Fracção A/B

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00351 914 170 838

3200-270 Lousã Portugal

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vaniasjoao@gmail.com

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00351 914 839 630

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00351 918 918 683

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sb.cozinhas@gmail.com

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sergiobrandao81@gmail.com

V ERONIQUE D EMEFFE Nasceu em Liége, Bélgica, em 1984. É designer têxtil, vive e

VERONIQUE DEMEFFE

Nasceu em Liége, Bélgica, em 1984. É designer têxtil, vive e trabalha em Lisboa.

A sua formação do ensino secundário foi na área de Ar- quitectura e Estrutura do Espaço, no Institut Marie Thèrese, em Liège. Em 2003/2004 fez um intercâmbio pelo Club Rotary de Flémalle na cidade de Veracruz, México, onde frequentou o curso de Design Gráfico como estu- dante livre. Formou-se em Design Têxtil na Académie Royales des Beaux-Arts de Bruxelles, com o grau de bacharela- to, entre 2004 e 2007. Decide vir para a Faculdade de Belas Artes de Lisboa em no final do ano 2007

comoestudantelivreparadesenvolverprojectopesso-

ais e descobrir novas técnicas para poder combinar com os seus conhecimentos de tecelagem. Regressa a Bélgica em 2008 para fazer uma forma- ção profissional de seis meses na indústria têxtil em Mouscron como infografista de tecidos. Um ano depois, volta a Portugal para fazer o estágio profissional de quatro meses no atelier do estilista Filipe Faísca, onde colaborou como designer têxtil nas 33a e 34a edições da ModaLisboa, nos respecti- vos anos de 2009 e 2010

Rua da Margem n°3 2° Esq. 1900-324 Lisboa Portugal

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00351 931 137 528

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00351 218 019 547

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veronique.demeffe@hotmail.com

VICTOR PÓVOA

Nasceu em 1972 em Angola

É formado em Design de Equipamentos e Interiores

pela ARCA – EUAC/Coimbra desde 2001 desenvol- vendo, desde então, como actividade profissional, tra- balhos de Design de Equipamento, Design Gráfico, Ar- quitectura/Design de Interiores, Design Industrial, Desenho Assistido por Computador; Archicad, Co- rel Draw, Photoshop, PowerPoint, Microsoft Word, Adobbe. Desde 2003 ministra formação Geometria Descritiva, Desenho e Projecto; Autocad desktop 2D e 3D; Análise de Projecto; Conceptor de Exames de Aptidão Final (PAP) e de Exames de Avaliação Final (PAF) para os cursos: Operadores cad/ cons-trução civil; Técnicos de desenho de construções em madeira

e mobiliário; Cerâmica criativa; Pintura cerâmica; Técnicos de Multimédia; Técnicos de Design.

Rua do Chão Novo Lote 21 2° Esq. Frente 3200-375 Lousã Portugal

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FICHA TÉCNICA

EDIÇÃO

CEARTE Centro de Formação Profissional do Artesanato Junho 2011

COORDENAÇÃO

Luis Rocha Ana Cristina Mendes João Pedro Amaral

DESIGN GRÁFICO

Pedro Góis / góisdesign

FOTOGRAFIA

Sofia Vieira Acervo fotográfico recolhido durante o projecto Acervo fotográfico dos participantes

MODELOS

Ana Rita Areias Marina Isabel Salvado Rita Gardete

TIPOGRAFIA

Scala Sans

Didot

PAPEL

Creator Silk 170/250 gr

IMPRESSÃO

ORGAL Impressores

TIRAGEM

1000 exemplares

© Reservado todos os direitos.

Proibida a reprodução, total ou parcial, por qualquer forma, do texto ou das ilustrações sem autorização por escrito dos editores.

Num tempo de forte contenção financeira este catálogo e as peças

que apresenta só foi possível graças ao trabalho gratuito de todos os que nele estiveram envolvidos e por isso o CEARTE deixa um publico

e justo reconhecimento a todos os que contribuíram, particularmente:

agradecimentos

Luís Rocha

Director do CEARTE

aos artesãos e criadores a disponibilidade demonstrada ao aceitar o convite do CEARTE e o muito trabalho feito de forma totalmente gratuita. A cada um fica uma palavra de agradecimento e de apreço pelo desafio que agarraram assumindo-o como um caminho e uma

oportunidade;

à fotógrafa Sofia Vieira, os sábados e noites passados a fotografar todas as peças e a “trabalhar a fotografia”;

ao Pedro Góis, o apoio na concepção e maquetização do catálogo

à equipa do CEARTE todo o profissionalismo e empenho colocado

no acompanhamento dos projectos, na concretização dos trabalhos

e na elaboração deste catálogo.

colocado no acompanhamento dos projectos, na concretização dos trabalhos e na elaboração deste catálogo. 78 79

CONTACTOS

CONTACTOS SEDE • COIMBRA Zona Industrial da Pedrulha Rua António Sérgio 36 3025-041 Coimbra • Portugal

SEDE COIMBRA

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