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UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA

Seminário apresentado à disciplina


Recursos Biotecnológicos
Docente: Leonilde de Oliveira
Autores: André Noronha
Danilo Augusto
Daniela Marinho
Nathália Rabelo
Paula Mesquita

BELÉM-PA
2016
 Consiste na retirada, geralmente cirúrgica, total ou parcial
de um membro.
 Amputação de MMII:
Vasculares

Iatrogênicos Neuropáticos

Etiologia
Processos
Congênitos Traumáticos

Infecciosos Tumorais

CARVALHO (2003) apud TAVARES (2009).


 Objetivos:
 Prescrever o uso da prótese adequada ao paciente do caso
clínico.
 Descrever a prótese selecionada.
 Justificar a escolha do mesmo.
 Realizou-se uma revisão sistemática com busca de artigos nas
bases de dados da Scientific Electronic Library Online (SciELO).
As pesquisas foram obtidas por meio das seguintes palavras-
chave: “amputação de MMII” “amputação transtibial”, “próteses e
implantes”, e “técnicas de fisioterapia”.

 A busca de referências se limitou a artigos, escritos em


português, inglês ou espanhol, e publicados nos últimos 10 anos
(2006 a 2016) e dados da Classificação Internacional de
Funcionalidades e Incapacidades (CIF) e do Procedimento
Operacional Padrão (POP) - Fisioterapia Ambulatorial em
Amputado de Membro Inferior .
Figura 1 – Níveis de Amputação

Fonte: < http://ortotecnica.blogspot.com.br/2010/04/amputacoes-do-membro-inferior.html>. Acesso em 04.04.16


Tabela 1 – CIF
CID – 10 s – Estrutura b – Funções do d – Atividade e + Fatores
Anatômica corpo de ambientais e
participação facilitadores

b28019. 2 Dor d4350 e1151 Produtos e


localizada, não Empurrar com tecnologias de
especificada os membros apoio para uso
s75012.4 inferiores pessoal na vida
Músculos da B530.2 Funções diária (muletas
perna de manutenção d4351 Dar bilaterais)
CID 10 - do peso pontapés
S88.1 Amputaç s75013 .4 (aumento do (chutar bola) e5800 Serviços
ão traumática Ligamentos e peso) relacionados com
entre o joelho e fáscias da perna D4508.2 Andar, a saúde
o tornozelo com dificuldade
s75018.4 e com auxílio
Estrutura da
perna, outra d4104.2
especificada Dificuldade para
Pôr-se em pé
 A prótese mais utilizada para amputação de nível
transtibial é a P.T.B (Patella Tendon Bear) com o pé SACH
(solid ankle cushionheel) de origem americana – tornozelo
sólido e calcanhar acolchoado.

PASTRE (2005).
 Em relação a vida social de pessoas com amputação de
membros, é um desafio ajustar-se psicologicamente à sua
deficiência física para que ela não se torne incapacitante,
pois ocorrem mudanças bruscas em sua vida e,
consequentemente, o seu comportamento é diretamente
afetado.

REZENDE (2004) apud LONGATO (2011).


Fonte: <httpmedia.ottobock.com_web-sitesocket-technologiesharmonyharmony-e2images_35478_d2_41290_169_4c_wb_1_1_teaser_fallback>
Acesso em: 03.04.2016
 Prescrição:
 A prótese deve ser o mais leve possível, para que a
demanda muscular seja menor.

 Deve permitir um contato total do coto e facilita seu uso


devido a capacidade de apoio do peso sobre o tendão
patelar, proporcionando satisfatório resultado.

(POP/UNIDADE DE REABILITAÇÃO/002/2016 Fisioterapia Ambulatorial em Amputado de Membro Inferior)


• Evitar a flexão de joelho, abdução ou
rotação externa da coxa.
• Não usar travesseiro embaixo do coto.
• Manter sempre os membros inferiores
alinhados para evitar contraturas, que
podem surgir em decorrência do
enrijecimento fascial e do desequilíbrio
muscular, de um reflexo protetor de
retirada, da perda da estimulação
plantar em extensão ou resultado de
algum posicionamento inadequado. Fonte: http://www.actafisiatrica.org.brimagebankimagesv20n4a04-
fig01-%206. Acesso em: 03.abril.2016.
Fonte:< http://iportec.com.br/wp-content/uploads/2014/12/amputacao_transtibiais.jpg>. Acesso em: 03.abril.2016.
 O uso e a adaptação da prótese transtibial é de fundamental
importância para a reabilitação funcional do paciente
amputado, proporcionando o retorno as suas AVD’s como
fazia anteriormente.
 Portanto, um profissional preparado e qualificado é
imprescindível para realizar esta prescrição ao seu paciente,
visto que todos os aspectos de vida deste indivíduo devem
ser analisados minuciosamente.
 TAVARES, Pollyana Costa; et al.
Intervenção protética em amputação de membros superiores (MMSS). X
Encontro de Iniciação à Docência. 2009. Disponível em: <
http://www.prac.ufpb.br/anais/IXEnex/iniciacao/documentos/anais/6.SAUDE/6
CCSDFTMT16.pdf > . Acesso em: 03.abril. 2016.

 POP: Fisioterapia Ambulatorial em Amputado de Membro Inferior – Unidade de


Reabilitação do Hospital das Clínicas da Universidade do Triângulo Mineiro –
Uberaba: EBSERH – Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, 2015.

 LONGATO, Marcos Willian et al . Efeito do isostretching no equilíbrio de


indivíduos amputados: um estudo de caso. Fisioter. mov., Curitiba , v. 24, n. 4, p.
689-696, 2011. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S01035150201100040
0013&lng=en&nrm=iso>. Access on 03 Apr. 2016.

 PASTRE, C. M., Salioni, J. F., Oliveira, B. A., Micheletto, M., & Júnior, J. N. (2005).
Fisioterapia e amputação transtibial. Arq Ciênc Saúde, 12(2), 120-24.