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1 Nut. Ms. Ana Carolina C. Andretti
1 Nut. Ms. Ana Carolina C. Andretti
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Nut. Ms. Ana Carolina C. Andretti

Nut. Ms. Ana Carolina C. Andretti

Nutricionista Clínica

Mestrado em Ciências Médicas pela UFRGS

Coach Internacional pela Sociedade Latino americana de Coaching

Consultora em nutrição ambiental RevitaleBR

Consultora Selecionna

Consultora Nutrialliance -união entre nutricionistas (site em construção)

Consultora nutricional para desenvolvimento de produtos

Co-autora do Livro de Nutrição Estética (AD;CE) Ed. Atheneu

Co-autora do Livro Nutrição da Mulher (NO) Ed. Metha;

Co-autora do Livro Rotinas em Infertilidade e Contracepção (NR) Ed. Artmed;

Docente Sociedade Brasileira de Medicina Estética

Docente do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica e EstéticaIPGS

Docente do curso de Pós-graduação em Nutrição avançada e NutrigenômicaIPGS

Docente do curso de Pós-graduação em Nutrição em PsicologiaIPGS

Docente do curso de Pós-graduação UNIVATES Dietoterapia nos Ciclos da Vida

Docente do curso de Pós-graduação Instituição Educacional São Judas Tadeu

Docente do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica NECPAR

Docente IPGS de Cursos de Aperfeiçoamento em Emagrecimento e metabolismo; Aperfeiçoamento em Nutrição aplicada à Estética; Capacitação para Prescrição de Suplementos Nutricionais no Esporte, Suplementos Fitoterápicos.

Supervisora dos estágios de Pós-graduação em Nutrição e Estética IPGS

Docente do IEP (Nutrição com Ênfase em Doenças Crônicas e Aterosclerose; Nutrição com Ênfase em Oncologia).

Docente de cursos de aperfeiçoamento UNISINOS

Docente em cursos de aperfeiçoamento: Nutrição e Esporte Solaris

Docente em cursos de aperfeiçoamento: Nutrigenômica Fita Métrica Cursos

Docente em cursos de aperfeiçoamento: Nutrição e Esporte; Curso de Funcionais, Fitoterápicos, Suplementação e Técnica Dietética; Personal Diet Clínico e Domiciliar NTR-2006-2009.

Nutricionista do Centro da Mulher do Hospital Mãe de Deus 2002 à 2004

Nutricionista Assistencial do Hospital Moinhos de Vento 2004 à 2007

Nutricionista Núcleo Mama Moinhos 2005 à 2007

Nutricionista do Centro de Oncologia HMV 2006 à 2007

Nutricionista Espaço Saúde e Bem Estar- Shopping Iguatemi HMV 2006 à 2007

Nutricionista Clínica Nutrólogo Paulo Henkin- 2002-2006

Assessora Técnico-científica da Sociedade Brasileira de Nutrição Clínica 2003 à 2004

Nutricionista CAF- RBS TV e Nutricionista do Blog de peso Rádio Atlântida FM

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PELE - ENVELHECIMENTO

Nutrição Anti-aging

P ELE - E NVELHECIMENTO Nutrição Anti-aging 3 3
3
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PELE - BIOTIPOS

P ELE - B IOTIPOS  Normal  Seca  Oleosa  Mista 4 4

Normal

Seca

Oleosa

Mista

4
4

PELE - TIPOS

P ELE - T IPOS  Normal  Textura macia, uniformidade de ósteos, luminosa, com viço

Normal

Textura macia, uniformidade de ósteos, luminosa, com viço e brilho natural, sem oleosidade excedente, pH equilibrado.

HIDRATADA

VERIFICAR: Ingestão

de líquidos

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5
5

PELE - TIPOS

P ELE - T IPOS  Seca  Fina, opaca, tendência a muita rugas finas, descamante,

Seca

Fina, opaca, tendência a muita rugas finas,

descamante, sem viço ou

luminosidade, quase sempre sensível, poros mais fechados, pH ácido.

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PELE - TIPOS

P ELE - T IPOS  Oleosa  Pele com muito brilho, espessa, poros dilatados, presença

Oleosa

Pele com muito brilho, espessa, poros

dilatados, presença de comedões,

menor tendência a rugas finas, áspera, pH alcalino, se não equilibrada presença de acne.

Verificar: Índice e Carga Glicêmica

a rugas finas, áspera, pH alcalino, se não equilibrada presença de acne. Verificar: Índice e Carga
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PELE - TIPOS

P ELE - T IPOS  Mista  Na parte T (testa, nariz e queixo), apresenta-se

Mista

Na parte T (testa, nariz e queixo), apresenta-se como uma pele oleosa.

Nas Laterais do rosto, apresenta-se como pele seca ou normal.

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8

PELE - FOTOTIPOS Escala de Fitzpatrick

I. Sempre queima, nunca bronzeia II. Sempre queima, bronzeia pouco III.Bronzeia muito, queima pouco

IV. Bronzeia sempre, nunca queima

V. Altamente pigmentada VI. Negro

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ENVELHECIMENTO

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ENVELHECEMOS TODOS IGUAIS ?

ENVELHECEMOS TODOS IGUAIS ? 62 anos 13 91 anos

62 anos

ENVELHECEMOS TODOS IGUAIS ? 62 anos 13 91 anos

13

91 anos

ENVELHECIMENTO

Fatores predisponentes:

Genética

Envelhecimento mitocondrial

_

Diminuição dos hormônios sexuais

Stress oxidativo

Sol (foto exposição)

Tabagismo

Alimentação

_

Inflamação crônica e Radicais Livres

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hidratação
hidratação

Ac. Pirrolidona Carboxílico

Advanced Glycation End-products

Produtos Finais da Glicação Avançada”

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(superóxido dismutase)
(superóxido dismutase)

Produtos Finais da Glicação Avançada

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16

Quando a glicose circulante e as proteínas se

Quando a glicose circulante e as proteínas se encontram, é estrago na certa. Veja comparação: 17

encontram, é estrago na certa. Veja comparação:

Quando a glicose circulante e as proteínas se encontram, é estrago na certa. Veja comparação: 17
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A ação dos AGEs faz a pele despencar

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N Sadick - Regional Approach to Aesthetic Rejuvenation, 2008

ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

E NVELHECIMENTO C UTÂNEO  Didaticamente Classificado em:  Envelhecimento intrínseco (normal): determinado por

Didaticamente Classificado em:



Envelhecimento intrínseco (normal): determinado por

fatores genéticos - inevitáveis, e caracteriza-se por:

Iniciar-se aos 30-35 anos Pele fina, frágil e inelástica

Gradual perda de vasos sanguíneos, colágeno, gordura e fibras elásticas Redução da quantidade de folículos pilosos e ductos glandulares

Rugas finas

AVALIAR: Ingestão de Proteínas e Vitamina C
AVALIAR: Ingestão de Proteínas e Vitamina C
da quantidade de folículos pilosos e ductos glandulares Rugas finas AVALIAR: Ingestão de Proteínas e Vitamina
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RUGAS

R UGAS Estáticas d i n â m i c a s 22 Hidratação Cuidados tópicos

Estáticas

R UGAS Estáticas d i n â m i c a s 22 Hidratação Cuidados tópicos

dinâmicas

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22

Hidratação

Cuidados tópicos

ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

E NVELHECIMENTO C UTÂNEO Envelhecimento extrínseco (fotoenvelhecimento) – determinado por:  Exposição solar

Envelhecimento extrínseco (fotoenvelhecimento) determinado por:

Exposição solar (principal fator);

Poluição do ar; fumaça de cigarro (própria ou de terceiros); Toxinas

ambientas;

Inflamação causada por agentes agressivos: sabonetes, cosméticos,outros produtos químicos;

Alimentação imprópria, sem vitaminas A,C,E e com alto teor de

gordura,açúcar e sal;

Consumo excessivo de álcool;

Privação de sono;

Stress.

As características observadas no envelhecimento extrínseco são:

pigmentação irregular

ressecamento teleangiectasias

rugas profundas

tumores de pele

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VERIFICAR: Utilização de Protetor Solar, Tabagismo, Exposição ao sol

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PROCESSO DE ENVELHECIMENTO Após os 30 anos, mesmo com uso regular de filtro solar e
PROCESSO DE ENVELHECIMENTO
Após os 30 anos, mesmo com uso regular de filtro solar e não
fumando:

Ressecamento as glândulas sebáceas reduzem sua produção.

Danos solaresA pele diminui a habilidade de combater os danos solares. Melanócitos começam a exaurir, provocando pigmentação irregular.

a derme e o subcutâneo começam a

afinar: perde elasticidade, maciez e viço. Fica mais frágil.

Perda de Firmeza Os fibroblastos progressivamente perdem a capacidade de produção do colágeno e da elastina.

Menor resposta imunológica diminuem as células de Langerhans, receptores de defesa que registram agentes, toxinas estranhas e elementos irritantes.

Afinamento/perda de elasticidade

Capacidade de reparo perda da capacidade de reparar os danos.

Perda do controle de temperatura as glândulas sudoríparas perdem

lentamente a capacidade reguladora para as sensações frio e calor.

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SINAIS TEGUMENTARES DO ENVELHECIMENTO

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27

ENVELHECIMENTO

Na pele ocorre:

- Ressecamento

(diminuição das glândulas

sebáceas)

- Perda da elasticidade e firmeza

- Afinamento (redução da derme)

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28

ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

Sinais clínicos

Linhas de expressão

E NVELHECIMENTO CUTÂNEO Sinais clínicos Linhas de expressão Linhas atróficas Flacidez (fotoinduzida) Elastose 29 29

Linhas atróficas

E NVELHECIMENTO CUTÂNEO Sinais clínicos Linhas de expressão Linhas atróficas Flacidez (fotoinduzida) Elastose 29 29

Flacidez (fotoinduzida)

Elastose

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E NVELHECIMENTO CUTÂNEO Sinais clínicos Linhas de expressão Linhas atróficas Flacidez (fotoinduzida) Elastose 29 29

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ENVELHECIMENTO CRONOLÓGICO

UMA PELE JOVEM E FIRME TEM COMO ORIGEM UM ESTOQUE DE FIBRAS

Fibras de

colágeno

+

Fibras de

elastina

30
30

ENVELHECIMENTO CRONOLÓGICO

As enzimas de degradação (colagenase e elastase) estão em alta

atividade; as fibras de sustentação são destruídas mais

rapidamente do que são sintetizadas: o estoque de fibras é gradativamente reduzido.

são destruídas mais rapidamente do que são sintetizadas: o estoque de fibras é gradativamente reduzido. 31
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ENVELHECIMENTO CRONOLÓGICO

Com o envelhecimento, a pele se torna mais fina. O estoque de fibras é empobrecido em função da

diminuição da atividade dos fibroblastos,responsáveis

pela produção de colágeno e elastina.

em função da diminuição da atividade dos fibroblastos,responsáveis pela produção de colágeno e elastina . 32
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PELE JOVEM Células córneas compactadas e hidratadas Substância intercelular adequada Boa permeabilidade
PELE JOVEM
PELE JOVEM

Células córneas compactadas e hidratadas

Substância intercelular adequada

Boa permeabilidade

Intensa atividade celular

adequada Boa permeabilidade Intensa atividade celular ENVELHECIMENTO CUTÂNEO PELE AOS 40 ANOS Desidratação

ENVELHECIMENTO

CUTÂNEO

PELE AOS 40 ANOS
PELE AOS 40 ANOS

Desidratação superficial

Diminuição da substância intercelular

Permeabilidade dificultada

Surgimento de rugas

PELE AOS 30 ANOS
PELE AOS 30 ANOS

Início da desidratação córnea

Adelgaçamento da substância intercelular

Diminui permeabilidade

Diminui o metabolismo

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33
PELE AOS 50 ANOS
PELE AOS 50 ANOS

Efetiva desidratação córnea

Redução da espessura epidérmica

Atrofia e aplanamento papilar

Epiderme:

é o invólucro do corpo.

protege do meio externo.

não tem vasos sanguíneos.

Porção superficial da pele.

Composta de tecido epitelial.

Derme:

Localização das fibras de elastina e colágeno; das glândulas sebáceas e

sudoríparas; dos vasos de

menor calibre e das terminações nervosas que dão a sensação de tato, frio e calor.

composta de tecido conjuntivo.

CAMADAS DA PELE

Abaixo da derme está a camada subcutânea ou hipoderme. (não faz parte da pele)

composta basicamente por células adiposas.

protege o organismo contra

choques e ainda atua como

isolante térmico.

Nela estão os vasos de maior calibre.

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35

4 PRINCIPAIS CÉLULAS DA EPIDERME

Queratinócitos

Produzem a proteína queratina

Melanócitos

Produzem o pigmento melanina

Células de Langerhans

derivam da medula óssea

participam na resposta imune

Células de Merkel

Funções sensoriais

 derivam da medula óssea  participam na resposta imune  Células de Merkel  Funções
 derivam da medula óssea  participam na resposta imune  Células de Merkel  Funções
 derivam da medula óssea  participam na resposta imune  Células de Merkel  Funções
 derivam da medula óssea  participam na resposta imune  Células de Merkel  Funções
 derivam da medula óssea  participam na resposta imune  Células de Merkel  Funções
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 derivam da medula óssea  participam na resposta imune  Células de Merkel  Funções

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Queratinócitos

Retinol (vitamina A) precursor do ácido retinóico

Atua semelhante a um hormônio e é necessário para a

diferenciação do epitélio síntese de queratina.

Queratinócitos convertem vitamina A (retinol) em ácido

retinóico, que regula a expressão gênica ao ligar-se no

DNA nuclear determinando a transcrição do mRNA

(síntese de proteínas)controlando a diferenciação e a síntese de α- queratina.

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37
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FUNÇÃO DOS MELANÓCITOS

Melanina protege a pele dos raios solares.

A cor da pele depende da produção de melanina, não do número de melanócitos.

Radiação UV

Danos no DNA neoplasias e a formação de rugas

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ENVELHECIMENTO X ↓ HORMÔNIOS SEXUAIS

Queratinócitos, melanócitos, fibroblastos, glândulas

sebáceas, células endoteliais e adipócitos = receptores para

estrogênio
estrogênio

Estrogênio

sebáceas, células endoteliais e adipócitos = receptores para estrogênio  Estrogênio 40 Zouboulis. Hormone, 2004
40
40

Zouboulis. Hormone, 2004

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Fibroblastos = receptores para PTH/PTHrP

Hormônio da Paratireóide e peptidio

relacionado à paratireóide

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Zouboulis, C.C. The human skin as a hormone target and na endocrine gland. Hormone, 2004

Melanócitos e fibroblastos = receptores para TSH

Hormônio Estimulador da Tireóide T3 / T4

tireotrofina
tireotrofina

Hormônio liberador da

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43

Zouboulis, C.C. The human skin as a hormone target and na endocrine gland. Hormone, 2004

Queratinócitos, melanócitos e células de

Langerhans = receptores para vitamina D

Vitamina D

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44

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Zouboulis, C.C. The human skin as a hormone target and na endocrine gland. Hormone, 2004

VITAMIN D DEFICIENCY Rickets, Osteomalacia Influenza, Tuberculosis , RI, Type I diabetes Hypertension, CAD, Syndrome
VITAMIN D DEFICIENCY
Rickets, Osteomalacia
Influenza, Tuberculosis
, RI, Type I diabetes
Hypertension, CAD,
Syndrome X, Type 2 Diabetes
Chronic Fatigue,
Depression
Cataracts, Infertility
Osteoporosis
Cancer
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45

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ZEMEL, M. B. et al. Regulation of adiposity by dietary calcium. FASEB J 2000;14:1132-8. 46
ZEMEL, M. B. et al. Regulation of adiposity by dietary calcium. FASEB J 2000;14:1132-8. 46

ZEMEL, M. B. et al. Regulation of adiposity by dietary calcium. FASEB J 2000;14:1132-8.

46
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SHI, H. et al. Role of intracellular calcium in human adipoyte differentiation. Physiol

Genomics 2000;3:75-82

FOTODANO

Exposição solar aumenta atividade das metaloproteinases aumentando assim a degradação de colágeno
Exposição solar aumenta atividade das
metaloproteinases aumentando assim a
degradação de colágeno

O Fotoenvelhecimento

causa agressões mais

intensas na pele em relação a todos os outros tipos de envelhecimento

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TEORIAS

ESTOCÁSTICAS

TEORIAS ESTOCÁSTICAS 50
TEORIAS ESTOCÁSTICAS 50

TIPOS

Teorias de Uso e Desgaste

Proteínas Alteradas

Mutações Somáticas

Erro Catastrófico

Desdiferenciação

Dano Oxidativo e Radicais Livres

Lipofuccina e o Acúmulo de Detritos

Mudanças Pós-tradução em Proteínas

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Dano Oxidativo e Radicais Livres  Lipofuccina e o Acúmulo de Detritos  Mudanças Pós-tradução em

PROTEÍNAS ALTERADAS

Modificações nas moléculas proteínas após tradução,

dependentes do tempo, provocam :

alterações conformacionais reversíveis ou

irreversíveis

alterações na atividade enzimática (ex: proteínas da hemácia e do cristalino)

Modificações oxidativas

Acúmulo de proteínas alteradas com a idade

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da hemácia e do cristalino)  Modificações oxidativas  Acúmulo de proteínas alteradas com a idade

MUTAÇÕES SOMÁTICAS

Alteração da informação genética

Redução da eficiência da célula

Taxas de danos aleatórios que poderiam tornar cromossomos inativos

Cromossomos de humanos idosos mais frágeis que de jovens

Afeta genes da reparação de DNA e do ciclo celular e a inativação gênica

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mais frágeis que de jovens  Afeta genes da reparação de DNA e do ciclo celular

MUTAÇÃO SOMATICA

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DANO OXIDATIVO E RADICAIS LIVRES

Danos intracelulares produzidos pelos radicais

livres (O2 maior fonte de radicais livres)

Produção incontrolada poderia dar origem a lesão

celular

longevidade com antioxidantes

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livres)  Produção incontrolada poderia dar origem a lesão celular   longevidade com antioxidantes 55
SELEÇÃO DE FONTES PRODUTORAS DE RADICAIS LIVRES Endógena Exógena
SELEÇÃO DE FONTES PRODUTORAS DE
RADICAIS LIVRES
Endógena
Exógena

Mitocôndria Fagócitos Xantina oxidase(produz ac. Úrico) Ferro e outros metais de transição

Fumo tabaco Radiação Luz ultravioleta Certos medicamentos Reagentes e solventes industriais

Poluição

Vias do Araquidonato:

Peroxissomos(catalisam H 2 O 2 )

Exercício

Inflamação

Isquemia e reperfusão

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56
P ATOGENIA DA A ÇÃO DOS ROS 57
P ATOGENIA DA A ÇÃO DOS ROS 57

PATOGENIA DA AÇÃO DOS ROS

57
57
ESTRESSE OXIDATIVO
ESTRESSE
OXIDATIVO
58
58
Origem
Origem

Endógenos

Antioxidantes Denominação
Antioxidantes
Denominação

SOD

Tipo
Tipo

Enzimáticos

Características
Características

Elimina O 2

o em H 2 O 2

transformando-

Catalase

Elimina o H 2 O 2

transformando-o em água

Peroxidase

(GSH-glutationa

reduzida )

Elimina hidroperóxidos

(GSH GSSG)

Glutationa redutase (GSH)

Reduz a glutationa oxidada (GSSH GSH)

Protease

Degrada as PTN danificadas por oxidação

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59

Fosfolipase

Regula a oxidação

Origem
Origem

Endógenos

Antioxidantes Denominação
Antioxidantes
Denominação

Ácido Úrico

Glutationa

(GSM)

Liberadores de

glutationa

Melatonina

Estrógenos

Tipo
Tipo
Características
Características

Antioxidante frente as ROS

(não é perfeito)

Protetor de grupos -SH

60
60

Não

Enzimáticos

Aumenta o conteúdo de

GSH celular

Neutraliza as ROS

O estradiol protege os

neurônios dopaminérgicos da morte neuronal induzido

pelo estresse oxidativo.

Origem
Origem

Exógenos

Antioxidantes
Antioxidantes
Tipo Denominação Características Vitamina C Ácido ascórbico Hidrossolúvel. Antioxidante para muitas ROS
Tipo
Denominação
Características
Vitamina C
Ácido ascórbico
Hidrossolúvel. Antioxidante
para muitas ROS
Vitamina E
-tocoferol
Lipossolúvel. Antioxidante para
muitas ROS
Carotenóides
-caroteno e
Protege da peroxidação
licopeno
lipídica(alteração membrana)
Flavonóides
Isoflavonas
Inibe a peroxidação lipídica
Polifenóis
Resveratrol
Neutraliza as ROS
Tiólicos
N-acetilcisteína
Liberadores de GSH
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Outros
Ácido lipóico
Diminue a lipoperoxidação
G RUPOS DE R ISCO DO E STRESSE O XIDATIVO  Idosos;  Vegetarianos estritos;
G RUPOS DE R ISCO DO E STRESSE O XIDATIVO  Idosos;  Vegetarianos estritos;

GRUPOS DE RISCO DO ESTRESSE OXIDATIVO

G RUPOS DE R ISCO DO E STRESSE O XIDATIVO  Idosos;  Vegetarianos estritos; 

Idosos;

Vegetarianos estritos;

Alcoolismo crônico intenso;

Obesidade;

Dietas restritas (< 1500 kcal);

Diabetes;

DPOC;

Inflamação crônica;

Traumatismo;

Inflamação aguda;

Fármacos;

Hiperglicemia;

Estresse;

Baixa reserva antioxidante.

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Consequências do Ataque

Dos Radicais Livres Dano
Dos Radicais Livres
Dano

Molecular

Estressores

Efeitos

Respiração Envelhecimento Hormônios Xenobioticos Radiação Patógenos Toxinas Metais Pesados Poluentes RL
Respiração
Envelhecimento
Hormônios
Xenobioticos
Radiação
Patógenos
Toxinas
Metais Pesados
Poluentes
RL

Dano às membranas Perda de material intracelular Redução da Eficiência Metabólica Mutações

Lipidios Proteinas DNA
Lipidios
Proteinas
DNA
MORTE
MORTE

Resultado: ENVELHECIMENTO, DOENÇAS,

65
65

Xenobioticos são substâncias químicas estranhas a um organismo ou sistema biológico

MUDANÇAS PÓS-TRADUÇÃO EM PROTEÍNAS

Mudanças em macromoléculas importantes

(colágeno e elastina) comprometeriam as funções dos

tecidos e reduziriam a eficiência celular

Repercussões importantes em praticamente todos os aspectos morfológicos e fisiológicos do organismo

66

celular  Repercussões importantes em praticamente todos os aspectos morfológicos e fisiológicos do organismo 66

MUDANÇAS PÓS-TRADUÇÃO EM PROTEÍNAS

Subgrupo desta teoria : Ligações cruzadas entre moléculas de DNA e deste com proteínas.

Ex:

reação não enzimática de proteínas (colágeno) com a

glicose (glicosilação) formando produtos que aumentam com a idade

Ex: Hemoglobina + glicose

67

(colágeno) com a glicose (glicosilação) formando produtos que aumentam com a idade Ex: Hemoglobina + glicose

TEORIAS

TEORIAS SISTÊMICAS 68

SISTÊMICAS

68

TIPOS

Teorias metabólicas :

_Teoria da taxa de vida

_Teoria do dano mitocondrial

Teorias genéticas

Apoptose

Fagocitose

Teorias neuroendócrinas

Teorias imunológicas

69

 Apoptose  Fagocitose  Teorias neuroendócrinas  Teorias imunológicas 69

TEORIAS METABÓLICAS

Taxa metabólica inversamente proporcional ao peso do corpo

Alterações da taxa metabólica induzidas por temperatura ou dieta produziriam mudanças correspondentes na longevidade

Taxa metabólica declina com a idade

70

temperatura ou dieta produziriam mudanças correspondentes na longevidade  Taxa metabólica declina com a idade 70

TEORIAS DO DANO MITOCONDRIAL

Danos cumulativos do oxigênio sobre a mitocôndria levariam ao declínio no desempenho fisiológico das células

A produção de energia seria comprometida devido à lesão das estruturas da membrana mitocondrial pelo dano oxidativo

produção de energia seria comprometida devido à lesão das estruturas da membrana mitocondrial pelo dano oxidativo
produção de energia seria comprometida devido à lesão das estruturas da membrana mitocondrial pelo dano oxidativo

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TEORIAS GENÉTICAS

Identificação de Genes envolvidos no Envelhecimento Saudável e na Longevidade.

Cromossomo 4

envolvidos no Envelhecimento Saudável e na Longevidade . Cromossomo 4 GENE D4S1564 72 Ann N Y

GENE

D4S1564

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72

Ann N Y Acad Sci 2006; 1067: 317

TEORIA IMUNOLÓGICA

TEORIA IMUNOLÓGICA 73

73

TEORIAS IMUNOLÓGICAS

Redução quantitativa e qualitativa de linfócitos (resposta imune) pode ser devida à involução e envelhecimento do timo

maior incidência de doenças infecciosas e neoplásicas associadas às alterações da imunidade

74

do timo  maior incidência de doenças infecciosas e neoplásicas associadas às alterações da imunidade 74

TEORIA NEUROENDÓCRINA

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75

TEORIAS NEUROENDÓCRINAS

A falência progressiva de células com funções integradoras específicas levaria ao colapso da homeostasia corporal, à senescência e à morte

Eixo hipotalâmico-hipofisário e sistema límbico

Regulação genética

76

, à senescência e à morte  Eixo hipotalâmico-hipofisário e sistema límbico  Regulação genética 76

TEORIA PREVALENTE DA CAUSA DE DOENÇAS CRÔNICAS RELACIONADAS COM A IDADE

Danos cumulativos do estresse oxidativo

e inflamação crônica levam à doença

O que está danificado?

Carboidratos, proteínas, lipídios, membranas celulares, DNA

Inflamação

O que está danificado? Carboidratos, proteínas, lipídios, membranas celulares, DNA Inflamação estresse oxidativo 77
O que está danificado? Carboidratos, proteínas, lipídios, membranas celulares, DNA Inflamação estresse oxidativo 77

estresse oxidativo

77

O que está danificado? Carboidratos, proteínas, lipídios, membranas celulares, DNA Inflamação estresse oxidativo 77
I NFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA A inflamação aguda ocorre quando, por exemplo, combatemos as infecções

INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA

A inflamação aguda ocorre quando, por exemplo, combatemos as infecções ou curamos feridas,

Quando visível, há sinais clássicos e sintomas: inchaço, vermelhidão calor e dor

A inflamação crônica é um tipo de inflamação que não é visível, mas pode ser avaliada e determinada por testes laboratoriais

é um tipo de inflamação que não é visível , mas pode ser avaliada e determinada

78

O ESTRESSE OXIDATIVO E INFLAMAÇÃO CRÔNICA ESTÃO LIGADAS A:

OXIDATIVO E INFLAMAÇÃO CRÔNICA ESTÃO LIGADAS A : Envelhecimento cutâneo e sistêmico Artrite Câncer Doença

Envelhecimento cutâneo e sistêmico

Artrite

Câncer Doença cardiovascular Cataratas

Diabetes

Osteoporose

Asma

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A : Envelhecimento cutâneo e sistêmico Artrite Câncer Doença cardiovascular Cataratas Diabetes Osteoporose Asma 79
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NOSSAS DEFESAS ANTIOXIDANTES

O corpo tem um conjunto complexo de defesas anti- oxidante para se proteger contra os danos causados

espécies reativas de oxigênio.

São eles:

antioxidantes produzidos pelo corpo antioxidantes dos alimentos.

81

reativas de oxigênio. São eles:  antioxidantes produzidos pelo corpo  antioxidantes dos alimentos . 81

DEFESAS ANTIOXIDANTES

Vitaminas: retinol (vitamina A), niacina, riboflavina,

vitamina B6, vitamina C, vitamina D, vitamina E e vitamina

K

Omega-3 PUFA's: EPA, DHEA, Ácido alfa linolênico

Aminoácidos / peptídeos / proteínas: taurina, glutamina, L-arginina, histidina, glicina, N-acetilcisteína, transferrina,

lactoferrina, etc

Fitoquímicos: os polifenóis, glucosinolatos, carotenóides, alicina, etc

Minerais: zinco, selênio, cobre,ferro

Enzimas: SOD (superóxido dismutase), CAT (catalase),GPX (glutationa peroxidase), glutationa S-

transferase, Co-enzima Q10

82

SOD (superóxido dismutase), CAT (catalase),GPX (glutationa peroxidase), glutationa S- transferase, Co-enzima Q10 82

AÇÃO INFLAMATÓRIA/ANTI-INFLAMATÓRIA

É importante ter um equilíbrio entre os diferentes tipos de eicosanóides

Os tipos de eicosanóides que produzimos é diretamente influenciada pelos tipos de ácidos

AG na dieta

Série 1 e 3 têm eicosanóides de efeitos

antiinflamatórios

Série 2 eicosanóides que promovem inflamação

Série 1 e 3 têm eicosanóides de efeitos antiinflamatórios Série 2 eicosanóides que promovem inflamação 83

83

84
84

A comissão européia recomenda 2g/dia de ômega 3 do tipo alfa-linolênico e mais 200mg de ácidos graxos ômega 3 de cadeia muito longa (EPA e DHA).

As recomendações internacionais se baseiam em uma

proporção de ácidos graxos ômega 6/ômega 3 desde 5:1 até 10:1

O Instituto de Medicina dos Estados Unidos estabeleceu uma

Al (Adequade Intake), de:

1,6g de ácidos graxos ômega 3 para homens/dia

1,1g ômega 3 para mulheres/dia

17g de ômega 6 para homens/dia 12 g de ômega 6 para mulheres/dia

2002).

(Institute of Medicine,

85
85

RECOMENDAÇÃO DE ÁC. GRAXOS

86
86

RECOMENDAÇÃO DE ÁC. GRAXOS

87
87
88
88
89
89

HORMÔNIOS DO STRESS: GLÂNDULAS SUPRA- RENAIS

Adrenalina, noradrenalina e cortisol

freqüência cardíaca

pressão arterial

de glicose no sangue

colesterol LDL

Os sentidos são aguçados

no sangue ↑ colesterol LDL Os sentidos são aguçados Fluxo sangüíneo é direcionado para oxigenar/ alimentar
no sangue ↑ colesterol LDL Os sentidos são aguçados Fluxo sangüíneo é direcionado para oxigenar/ alimentar

Fluxo sangüíneo é direcionado para oxigenar/ alimentar

↑ colesterol LDL Os sentidos são aguçados Fluxo sangüíneo é direcionado para oxigenar/ alimentar músculos 90

músculos

90

STRESS

Livra-se de gasto de energia desnecessário

Sistema digestivo: enzimas, fluxo sangüíneo peristaltismo.

Crescimento e reparação tecidual

Função imune

Função sexual

Sensação de dor

Produção de Testosterona e estrogênio

91

e reparação tecidual Função imune Função sexual Sensação de dor Produção de Testosterona e estrogênio 91

Stress oxidativo e envelhecimento: papel crítico da mitocôndria

NUTRIENTES E

OXIGÊNIO

papel crítico da mitocôndria NUTRIENTES E OXIGÊNIO MITOCÔNDRIA SAUDÁVEL NA CÉLULA JOVEM RELATIVAMENTE

MITOCÔNDRIA

SAUDÁVEL NA

CÉLULA JOVEM

RELATIVAMENTE POUCOS RADICAIS LIVRES ATACAM A CÉLULA

ABUNDANTE ATP

POTENCIALIZA ATIVIDADE CELULAR

NUTRIENTES E

OXIGÊNIO

FÁBRICA DE

PRODUÇÃO

DE ENERGIA

TEMP

O

DANO MITOCONDRIAL NA CÉLULA ESTRESSADA PELO

ENVELHECIMENTO

DANO

AUMENTADO

PELOS

RADICAIS

LIVRES

DIMINUI SUPRIMENT O DE ATP

92
92

Energética Celular x Envelhecimento

Energética Celular x Envelhecimento 93

93

94
94

STRESS CRÔNICO E FUNÇÃO CEREBRAL

Durante o estresse, o cérebro têm suas "funções básicas" desligadas (raciocínio moral, julgamento, planejamento).

Altos níveis de cortisol interferem com a aprendizagem e memória e pode levar à permanente danos aos neurônios no cérebro.

95

de cortisol interferem com a aprendizagem e memória e pode levar à permanente danos aos neurônios

STRESS CRÔNICO E ENVELHECIMENTO

S TRESS CRÔNICO E ENVELHECIMENTO Os telômeros protegem as extremidades dos cromossomos durante a divisão celular.

Os telômeros protegem as extremidades dos cromossomos durante a divisão celular.

O encurtamento acelerado dos telômeros é

associado ao envelhecimento, doenças cardiovasculares, HIV, etc,

A telomerase é a enzima celular que promove a reparação dos telômeros.

Foi descoberto que o estresse crônico e níveis elevados de

cortisol podem reduzir a atividade da telomerase

Foi descoberto que o estresse crônico e níveis elevados de cortisol podem reduzir a atividade da

96

STRESS CRÔNICO E FUNÇÃO IMUNE

O stress resulta em um declínio significativo na atividade das células citotóxicas natural killer

(NK).

As células NK têm um papel chave no sistema

imunológico

contra as células infectadas por vírus e

células cancerosas.

O estresse também reduz a produção de IgA secretora, uma parte importante da resposta imune no TGI, aparelho urinário e os pulmões.

a produção de IgA secretora , uma parte importante da resposta imune no TGI, aparelho urinário

97

RESULTADOS DO STRESS CRÔNICO

lenta cicatrização de feridas

diminuir a força da resposta imune a vacinas

aumentar a susceptibilidade aos agentes infecciosos

reativar o vírus latente

98

da resposta imune a vacinas ◊ aumentar a susceptibilidade aos agentes infecciosos ◊ reativar o vírus

STRESS, DAC E INFLAMAÇÃO

Stress pode levar à inflamação das paredes arteriais e a uma tendência aumento da coagulação sanguinea, levando à aterosclerose e um risco aumentado de ataque cardíaco e AVC.

pode elevar a pressão arterial e glicose.

99

à aterosclerose e um risco aumentado de ataque cardíaco e AVC . ◊ pode elevar a

STRESS CRÔNICO E DOENÇA VISCERAL

Níveis altos de cortisol estão associados com um aumento da gordura visceral

gordura visceral é associada a um risco de DAC, AVC, HAS e DM.

com um aumento da gordura visceral ◊ gordura visceral é associada a um risco ↑ de
100
100

STRESS CRÔNICO: APETITE E ESCOLHAS ALIMENTARES

Cerca de 70% das pessoas aumentam sua ingestão calórica quando estão estressadas.

A maioria das pessoas escolhem alimentos de alta

densidade calórica como carboidratos processados (Bolos, batatas fritas, pão) e / ou alimentos ricos em

gordura como sorvete e chocolate.

Altos níveis de cortisol, insulina, e

o consumo de alimentos hipercalóricos tendem a promover uma maior distribuição de gordura visceral

insulina, e o consumo de alimentos hipercalóricos tendem a promover uma maior distribuição de gordura visceral

101

PAPEL DA DIETA NA PREVENÇÃO E NO CONTROLE DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA:

EVIDÊNCIAS ATUAIS.
EVIDÊNCIAS ATUAIS.
E NO CONTROLE DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA : EVIDÊNCIAS ATUAIS. Geraldo Júnia M., Alfenas Rita de C.
E NO CONTROLE DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA : EVIDÊNCIAS ATUAIS. Geraldo Júnia M., Alfenas Rita de C.

Geraldo Júnia M., Alfenas Rita de C. G

Papel

da dieta na prevenção e no controle da

102
102

inflamação crônica: evidências atuais. Arq

Bras Endocrinol Metab ,2008; 52(6): 951-967.

103
103
103
1. OTIMIZAR A DIGESTÃO 2. TEMPO DE DIGESTÃO 3. MASTIGAÇÃO 104
1. OTIMIZAR A DIGESTÃO 2. TEMPO DE DIGESTÃO 3. MASTIGAÇÃO 104
1. OTIMIZAR
A DIGESTÃO
2. TEMPO DE
DIGESTÃO
3. MASTIGAÇÃO
104

Suplementos Melhora da função

intestinal

Suplementos – Melhora da função intestinal 105
105
105

Suplementos Melhora da função

intestinal

Suplementos – Melhora da função intestinal 106
Suplementos – Melhora da função intestinal 106
106
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108
108

Suplementos Melhora da função

intestinal

Suplementos – Melhora da função intestinal 109
109
109

Suplementos Melhora da função

intestinal

Suplementos – Melhora da função intestinal 110
Suplementos – Melhora da função intestinal 110
110
110

SUGESTÕES DE SUPLEMENTOS

FOS 150mg

L-Acidophilos 20mg

L-Rhamnosus 20mg

L-Bifidum 20mg

L-Faecium 20mg

1 a 2x ao dia

1x ao dia (noite) 1x ao dia (noite)

1x ao dia (noite)

1x ao dia (noite)

111
111
envelhecimento 112
envelhecimento
112

PRINCIPAIS ANTI-OXIDANTES

Betacaroteno

Resveratrol

Fitoestrogênio

Quercitina

Polifenóis

Genisteína

Ômega-3

Vit.D

Vit.C

Vit. B3

Extrato de cacau

Zinco

Fonte: Workshop de Nutrição Estética Funcional, 2008

Vit.D  Vit.C  Vit. B3  Extrato de cacau  Zinco Fonte: Workshop de Nutrição
Vit.D  Vit.C  Vit. B3  Extrato de cacau  Zinco Fonte: Workshop de Nutrição
Vit.D  Vit.C  Vit. B3  Extrato de cacau  Zinco Fonte: Workshop de Nutrição

113

Nutrition 17:839 – 844, 2001 114

Nutrition 17:839844, 2001

114
114
115
115
116
116

DIETA ANTI-INFLAMATÓRIA X ÍNDICE GLICÊMICO

A dieta de alta carga e índice glicêmico promove o acúmulo

de gordura, contribuindo para a obesidade.

• O tecido adiposo, por sua vez, secreta adipocinas e estas

contribuem para o processo inflamatório;

A resistência à insulina promovida também por dieta de alta carga glicêmica

• Liberação de fatores inflamatórios TNF-a e a IL-6

• Existem estudos que também demonstram que a glicose induz a produção de interleucina-1b (IL-1b)

117
117
118
118
ÓLEO DE SEMENTE DE ABÓBORA (PUMKIN SEED OIL)  Rico em ácidos linoléico, oléico, palmítico
ÓLEO DE SEMENTE DE ABÓBORA (PUMKIN SEED OIL)
 Rico em ácidos linoléico, oléico, palmítico e esteárico
 Fonte de vitamina E
 Importante ação antioxidante e antiinflamatória
 Tem a capacidade de reter água, deixando a pele macia e hidratada.
 É ideal para peles secas, ásperas e danificadas, ajuda a prevenir o
surgimento de linhas finas de expressão e a atenuar as já existentes.
STEVENSON, D.G.; ELLER, F.J.; WANG, L. Oil and tocopherol content and composition of pumpkin seed
STEVENSON, D.G.; ELLER, F.J.; WANG, L. Oil and tocopherol content and composition of pumpkin seed oil in 12 cultivars. J
119
Agric Food Chem; 55(10):4005-13, 2007.

CAILI, F.; HUAN, S.; QUANHONG, L. A review on pharmacological activities and utilization technologies of pumpkin. Plant Foods Hum Nutr; 61(2):73-80, 2006.

120
120
POLIFENÓIS & AÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA Composto Método Resultados Bioativo Lignanas e Estudo in vitro com 

POLIFENÓIS & AÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA

Composto Método Resultados Bioativo Lignanas e Estudo in vitro com  Liberação de TNF- e
Composto
Método
Resultados
Bioativo
Lignanas e
Estudo in vitro com
 Liberação de TNF- e IL-1
terpenos
linha de células de
macrófagos
Inibição da expressão do RNAm de iNOS,
COX-2, TNF- e IL-1
Inibição da atividade do NFB
Fisetina
Células mamárias de
Supressão da atividade do NFB
(morango)
humanos
Sesaminol
Culturas de células de
ratos com doses de 10 –
100
mcg/mL
Inibição da expressão de iNOS e COX-2,
induzida por lipopolissacarídeos
Preveniu a ligação ao DNA e a atividade
do NFB
Extrato de
Células endoteliais
 63% na sinalização do NFB
maçã
vasculares tratadas com
10mM equivalentes de
ácido gálico
Resveratrol
Estudo experimental
com ratos com doses de
 Expressão NFB e COX-2
10mg/kg/d
Ensaio in vitro com
 Expressão NFB
células endoteliais
humanas (doses de 1 –
100
microMol)
Referência
Referência

YUN, K.J. et al. Biol

Pharm Bull;30(1):139- 44, 2007.

PARK, H.H. et al.

Pharmacol Res, 55 (1):

31-7, 2007

LEE, S.Y. et al. Neurosci Res, 56 (2):204-12, 2006.

DAVIS, P.A. et al. Exp

Biol Med (Maywood), 231(5):594-8, 2006

MARTÍN, A.R.; et al. Br J Pharmacol, 147(8):873-85, 2006

CULLEN, J.P.; et al. J

Vasc Res, 44 (1): 75-84,

2007

121
121
POLIFENÓIS & AÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA Composto Método Resultados Referência Bioativo Curcumina

POLIFENÓIS & AÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA

Composto

Método

Resultados

Referência

Bioativo

Curcumina

Células mamárias

Da atividade do NFB

BACHMEIER, B. et al. Cell Physiol Biochem, 19(1-4): 137-52, 2007

Teaflavina

Ratos com colite

Inibição do aumento do NFB provocado pela colite

UKIL,A. et al. Br J Pharmacol, 149(1):121- 31, 2006

digalato

(5mg/kg/d)

Polifenóis da semente de uva

Células LLC-PK1 submetidas a glicose

Inibição da indução do NFB e da expressão da COX-2 e da iNOS

FUJII, H. et al. Biosci Biotechnol Biochem, 70 (9): 2104-11, 2006

Polifenóis do

Administração de extratos

Níveis de COX-2 e inibição da

LEE, K.W. et al. J Nutr,

cacau

contedo 468 mg/g of ácido

atividade do NFB com 40 ou 200mg/kg do extrato de cacau

136(5):1150-5, 2006

gálico e 413 mg/g epicatequina a ratos submetidos ao estresse oxidativo

Quercetina

Ensaio in vitro com células

Inibição da produção e da expressão

NAIR, M.P.; et al. Clin

sanguíneas mononucleares periféricas

genética de TNF-por meio da modulação do NFB

Vaccine Immunol, 13(3):319-28, 2006

Ensaio in vitro com hepatócitos de ratos (50 e 100 micromol/L)

Bloqueio da ativação do NFB

MARTÍNEZ-FLÓREZ, S.; et al. J Nutr, 135

122
122

(6):1359-65, 2005

ENVELHECIMENTO CUTANEO

COLÁGENO HIDROLISADO

Doses de 2 a 5g ao dia

•Associar à Vitamina C, arginina, silício orgânico.

•Consumir longe das refeições

proteínas.

•Misturar com água ou suco.

123
123
124
124

HYDRATÉE

H YDRATÉE

SKIN LIFT

S KIN L IFT
127
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134
135
135

ENVELHECIMENTO CUTANEO

BIOARTIC + EXSYNUTRIMENT

SUGESTÃO DE FÓRMULA

Exsynutriment 100 mg

Bio-Artc 100 mg

Modo de usar:

Tomar uma cápsulas ao dia.

Dosagem recomendada: longe das principais refeições.

136
136

ANTIOXIDANTES NOS ALIMENTOS

Investigadores da Universidade Tufts em Boston, estabeleceram uma medida para a potência dos antioxidantes chamada ORAC (capacidade de absorção dos radicais de oxigênio)

A ingestão sugerida de ORAC foi de 3500 a 6000 unid/dia

Beare, Sally. Dieta da longevidade. Portugal, Jun. 2005.

137
137

ORAC NOS ALIMENTOS / 100G

Ameixa seca

5770

Passas

2830

Mirtilos

2234

Amoras silvestres

2036

Couve galega

1770

Morangos

1536

Espinafre cru

1210

Framboesas

1227

 
138
138

Beare, Sally. Dieta da longevidade. Portugal, Jun. 2005.

ENVELHECIMENTO

CUTÂNEO

139
139

CACAU X IMUNOMODULAÇÃO

CACAU X IMUNOMODULAÇÃO Posologia Sugerida Cacau em pó Orgânico 500 mg de 2 a 3 vezes

Posologia Sugerida Cacau em pó Orgânico

500 mg de 2 a 3 vezes ao dia

500 mg

140
140

AÇAÍ X ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

141
141
142
142
142

ENVELHECIMENTO CUTANEO

OUTROS NUTRIENTES ANTIOXIDANTES

Suplementação para articulação Glucosamina sulfato 500mg MSM (metilsulfonilmetano) 500mg Arona 1g Colágeno
Suplementação para articulação
Glucosamina sulfato
500mg
MSM (metilsulfonilmetano) 500mg
Arona 1g
Colágeno hidrolisado qsp
5g
143
Dissolver 1 dose em água e beber em jejum.

RECOMENDAÇÕES ESPECÍFICAS Suplementação antioxidante (somente aeróbicos)

Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante
Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante

Utilizar 1 dose por dia.

antioxidante (somente aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 144
antioxidante (somente aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 144

Suplementação antioxidante (somente aeróbicos)

aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 144 Utilizar 1 a 3 doses
aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 144 Utilizar 1 a 3 doses
aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 144 Utilizar 1 a 3 doses
aeróbicos) Utilizar 1 dose por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 144 Utilizar 1 a 3 doses
144
144

Utilizar 1 a 3 doses por dia.

RECOMENDAÇÕES ESPECÍFICAS Suplementação antioxidante (somente aeróbicos)

Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante
Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante
Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante

Utilizar 1 dose 2x por dia.

(somente aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 145
(somente aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 145

Suplementação antioxidante (somente aeróbicos)

aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 145 Utilizar 1 dose 2x
aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 145 Utilizar 1 dose 2x
aeróbicos) Utilizar 1 dose 2x por dia. Suplementação antioxidante (somente aeróbicos) 145 Utilizar 1 dose 2x
145
145

Utilizar 1 dose 2x por dia.

Complexo BiomarinhoTM O principal ingrediente da linha de produtos IMEDEEN é o exclusivo Complexo Biomarinho™,

Complexo BiomarinhoTM

O principal ingrediente da linha de produtos IMEDEEN é o

exclusivo Complexo Biomarinho™, rico em proteínas e

polissacarídeos similares àqueles encontrados naturalmente no tecido conjuntivo.

Vitamina C Essencial na formação de colágeno, que é a principal proteína

estrutural.

Zinco Elemento essencial em muitos processos enzimáticos contribui para a integridade da epiderme.

Extrato de tomate Fonte natural de Licopeno que contribui para proteger as células contra danos oxidativos causados por radicais livres formados na exposição aos raios UV.

Vitamina E

Nutriente essencial e antioxidante natural, que inativa a ação dos radicais livres.

146
146

Extrato de Palma

Mistura balanceada de carotenóides naturais do fruto da palma africana. Os carotenóides são pigmentos de planta com efeitos antioxidantes, que tem a capacidade de inativar a ação dos radicais livres.

INNEOV FERMETÉ

INNEOV FERMETÉ  Associação de exclusiva de lacto-licopeno + isoflavonas de soja + vitamina C .

Associação de exclusiva de lacto-licopeno + isoflavonas de soja + vitamina C.

Compostos que favorecem a renovação celular e a síntese de colágeno.

Indicação:

2 a 3 drágeas ao dia, por no mínimo, 3 meses. Ingerir com

pouco líquido durante uma

refeição.

 Indicação: 2 a 3 drágeas ao dia, por no mínimo, 3 meses. Ingerir com pouco

147

COQ10

10 50 mg

2x ao dia

Antioxidante endógeno que atua em sinergismo com as vitaminas E e C;

É biossintetizada no corpo humano, mas após os 35 anos o organismo começa a perder essa habilidade;

Diminui condições de hipóxia, em qualquer tecido.

Previne a peroxidação lipídica e reduz processos inflamatórios.

148
148

Hojerová, J. Coenzyme Q10- its importance, properties nd use in nutritin and cosmetics. 2000.

Ayub in Silva, SM and Mura, JDP. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. Roca.

149
149
Dose: 200 – 400mg ao dia Essa substância é a responsável pela coloração vermelha de

Dose: 200 400mg ao dia

Essa substância é a responsável pela coloração vermelha de frutas como amora, cereja e morango que ajuda a atrair

insetos para a polinização e também pela proteção contra

pragas. Atua na prevenção do envelhecimento precoce de células e também na formação de tumores.

potencializa os níveis de glutationa, antioxidante natural

150
150

produzido pelo organismo, que

protege o DNA das células."

Prevenção do fotodano 151

Prevenção do fotodano

Prevenção do fotodano 151
Prevenção do fotodano 151
151
151

Prevenção do fotodano

152
152

Prevenção do fotodano

Prevenção do fotodano 153
153
153

Prevenção do fotodano

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154

Prevenção do fotodano

Prevenção do fotodano PELE COM TENDÊNCIA A MANCHAS NÃO!!! 155
Prevenção do fotodano PELE COM TENDÊNCIA A MANCHAS NÃO!!! 155

PELE COM TENDÊNCIA A

MANCHAS NÃO!!!

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155

Prevenção do fotodano

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156

Prevenção do fotodano

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157

Prevenção do fotodano

Prevenção do fotodano PLE potente antioxidante e fotoprotetor oral . Concentração usual Fotoproteção: 240 mg/d ↓
Prevenção do fotodano PLE potente antioxidante e fotoprotetor oral . Concentração usual Fotoproteção: 240 mg/d ↓

PLE potente antioxidante e fotoprotetor oral. Concentração usual Fotoproteção: 240 mg/d

↓ Eritema

↓formação de sunburn cells

e fotoprotetor oral . Concentração usual Fotoproteção: 240 mg/d ↓ Eritema ↓formação de sunburn cells 158
158
158
e fotoprotetor oral . Concentração usual Fotoproteção: 240 mg/d ↓ Eritema ↓formação de sunburn cells 158

Prevenção do fotodano

Prevenção do fotodano Defesa contra malignidade 159

Defesa contra malignidade

Prevenção do fotodano Defesa contra malignidade 159
159
159

Prevenção do fotodano

Prevenção do fotodano RL + AGL = STRESS OXIDATIVO 160

RL + AGL = STRESS OXIDATIVO

160
160

Prevenção do fotodano

MIRTILO

Prevenção do fotodano MIRTILO 161 Mol Nutr Food Res, 2009 Jun.
161
161

Mol Nutr Food Res, 2009 Jun.

Prevenção do fotodano

Prevenção do fotodano • A vitamina C e vitamina E não tem capacidade de absorver os

• A vitamina C e vitamina E não tem capacidade de absorver os UV, mas atuam frente aos cromóforos cutâneos (melanina e colágeno) que geram radicais livres estabilizando estes radicais e impedindo os danos nos tecidos.

• A Vitamina C protege melhor do dano dos UVA e a vit. E dos

UVB e este tem demonstrado inibe o eritema produzido por

UVB.

• A exposição ao sol acelera a redução de colágeno e produção

de RL VIT. C.

DOSES: VITAMINA E = 10 50 mg VITAMINA C = 100 A 1000 MG

162
162
Prevenção do fotodano BETACAROTENO • beta -caroteno é capaz de evitar reações de fotosensibilidade ,

Prevenção do fotodano

BETACAROTENO

• beta-caroteno é capaz de evitar reações de fotosensibilidade, especialmente as produzidas por raios 400-760 nm.

• Proteção contra o eritema induzido pela radiação UV

Alguns trabalhos mostram a atividade do betacaroteno frente

ao estresse oxidativo causado pela radiação UV, sendo que sua

habilidade protetora aumenta quando aplicados na pele juntamente com vitaminas C e E.

DOSE:

8 a 25 mg 30 dias antes da exposição ao sol e durante a exposição

163
163
Licopeno Prevenção do fotodano • P apel protetor → acelerar o processo do bronzeamento, protege

Licopeno

Prevenção do fotodano

• Papel protetor →acelerar o processo do bronzeamento, protege a pele dos raios solares e evita vermelhidão.

Atua de forma endógena agindo no preparo da pele frente à exposição solar. Pesquisas recentes indicam os efeitos positivos do licopeno em termos de resistência aos raios ultravioleta.

STAHL . Am J Clin Nutr 71:795-798, 2000.; MORITZ.Nutrição, Campinas, v.19, n.2, mar/apr., 2006.

DOSES: 8 a 50 mg ao dia Com gordura e longe de fibras

164
164

STAHL . J Nutr 131(5) :1449-1451, 2001

Prevenção do fotodano

FORMULAÇÕES

1)Fitoterápicos

Polypodium leucotomos 250mg Silimarina 70 mg Chá verde 500 mg Consumir 1 dose duas vezes ao dia

2)Nutrientes

Luteína 8 mg Betacaroteno 8 mg Licopeno 8 mg

Vitamina E 40 mg

Vitamina C 100 mg

1 dose ao dia

3) Redução da pigmentação:

Pomegranate 200 mg

Vitamina C 200 mg

165
165

Prevenção do fotodano

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ENVELHECIMENTO CUTANEO

BIOARTIC + EXSYNUTRIMENT

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PANAX GINSENG Fotoprotetor & Anti-aging Saponinas e ginsenosídeos do Panax Ginseng protegem a pele contra

PANAX GINSENG

Fotoprotetor & Anti-aging Saponinas e ginsenosídeos do Panax Ginseng

protegem a pele contra os raios UVB, aumenta a

elasticidade da pele e previne a formação de manchas e rugas.

European Journal of Pharmacology, 2008. June; xxx-xxx.

Renovador celular & Hidratante Panax Ginseng apresenta eficácia na redução da queratinização, aumento da hidratação e prevenção de rugas.

Koroyo Insam Hakhoechi, 1989 (13), 248-253.

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Antioxidante Panax Ginseng apresenta potente atividade antiradicais

PANAX GINSENG Efeitos adversos e toxicidade: A síndrome do abuso por ginseng conhecido como GAS

PANAX GINSENG

Efeitos adversos e toxicidade: A

síndrome do abuso por ginseng conhecido como GAS apresenta

hipertensão arterial, estado de agitação e insônia, erupções

cutâneas e diarréia matinal.

Em menor medida foi observada amenorréia, depressão, ↓ apetite e edemas. Alguns pacientes manifestaram sintomas digestivos tais como gastrite, náuseas, diarréia e vômitos.

A síndrome se agrava com o uso concomitante de cafeína e cessa com a suspensão do produto.

Posologia: 50 a 100 mg de extrato seco padronizado para conter 10% de ginsenosídeos 1 a 3 vezes ao dia (até 3 meses)

169
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MODULAÇÃO HORMONAL
MODULAÇÃO HORMONAL
170
170
MODULAÇÃO HORMONAL 170

SINTOMAS MENOPAUSA

QUEDA DE ESTRADIOL E PROGESTERONA

Cansaço crônico

Falta de ânimo

Depressão

Nervosismo e insônia

Falta de concentração e memória

Aumento da gordura

Diminuição volume e força muscular

Diminuição do colágeno e elastina

Ressecamento pele, aumento rugas

Diminuição desejo sexual

Atrofia e ressecamento vaginal

Dor durante sexo

Doenças cardiovasculares

Osteoporose

171
171

SINTOMAS ANDROPAUSA QUEDA TESTOSTERONA SUBIDA ESTRADIOL

Cansaço crônico

Falta de ânimo

Depressão

Dificuldade de tomar decisões

Dificuldade concentração e memória

Nervosismo e insônia

Aumento da gordura

Diminuição volume e força muscular

Doenças cardiovasculares

Osteoporose

Perda de cabelo

Ejaculação precoce

Queda da libido

Menor qualidade ereção e orgasmo

172
172

HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS

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Envelhecimento e modulação hormonal A LTERAÇÕES HORMONAIS NO ENVELHECIMENTO
Envelhecimento e modulação hormonal
Envelhecimento e
modulação hormonal

ALTERAÇÕES HORMONAIS NO ENVELHECIMENTO

Estrogênios

Progesterona Estrogênios Cortisol Insulina Pregnenolona Melatonina Insulina Cortisol Testosterona H. G. H.
Progesterona
Estrogênios
Cortisol
Insulina
Pregnenolona
Melatonina
Insulina
Cortisol
Testosterona
H. G. H.
Cortisol
Insulina
T3 e T4
D. H. E. A.
Cortisol
Insulina
Progesterona
Estrogênios
Insulina
Cortisol
Pregnenolona
Melatonina
Cortisol
Insulina
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Envelhecimento e modulação hormonal

Progesterona Progesterona
Progesterona
Progesterona
Estrogênios Estrogênios Melatonina Melatonina
Estrogênios
Estrogênios
Melatonina
Melatonina
Pregnenolona Pregnenolona
Pregnenolona
Pregnenolona
Cortisol Insulina Progesterona Estrogênios Cortisol Insulina Insulina Cortisol Pregnenolona Testosterona
Cortisol
Insulina
Progesterona
Estrogênios
Cortisol
Insulina
Insulina
Cortisol
Pregnenolona Testosterona
Melatonina H. G. H.
Insulina
Cortisol
Cortisol
Insulina
H. D. G. H. H. E. A.
Testosterona T3 e T4
Cortisol
Insulina
Insulina
Cortisol
Progesterona T3 e T4
D. Estrogênios H. E. A.
Cortisol
Insulina
Cortisol
Insulina
Progesterona Pregnenolona
Estrogênios Melatonina
Insulina
Cortisol
Cortisol
Insulina
Pregnenolona
Melatonina
Cortisol
Insulina
Insulina
Cortisol
Cortisol
Insulina

DECLÍNIO HORMONAL NO ENVELHECIMENTO

178
178

DECLÍNIO HORMONAL

A partir dos 30 anos -15% de hormônios por década.

50 anos possuímos 70% dos hormônios comparado aos 30.

70 apenas 40%.

Queda na concentração do hGH ao longo da idade: 179
Queda na concentração do hGH ao longo da idade:
179

NÍVEIS DE ESTRADIOL SANGUINEO FEMININO

N ÍVEIS DE ESTRADIOL SANGUINEO FEMININO P REGNENOLONA SULFATO 180
N ÍVEIS DE ESTRADIOL SANGUINEO FEMININO P REGNENOLONA SULFATO 180

PREGNENOLONA SULFATO

180
180

NÍVEIS DE DHEAS NO ENVELHECIMENTO

N ÍVEIS DE DHEA S NO ENVELHECIMENTO N ÍVEIS DE MELATONINA N O ENVELHECIMENTO 181
N ÍVEIS DE DHEA S NO ENVELHECIMENTO N ÍVEIS DE MELATONINA N O ENVELHECIMENTO 181

NÍVEIS DE MELATONINA NO ENVELHECIMENTO

181
181

DECLÍNIO GH

D ECLÍNIO GH B IODISPONIBILIDADE DE TESTOSTERONA EM HOMENS 182
D ECLÍNIO GH B IODISPONIBILIDADE DE TESTOSTERONA EM HOMENS 182

BIODISPONIBILIDADE DE TESTOSTERONA EM HOMENS

182
182

DHEA

Melhora do stress oxidativo e resistência insulínica

Melhora risco cardiovascular

Melhora libido

In vitro: apoptose de células cancerígenas

183
183

DHEA

227 mulheres na perimenopausa

Observou-se relação direta entre os níveis de DHEAs e a densidade óssea.

Osmanagaoglu MA, Okumuş B, Osmanagaoglu T, Bozkaya H.The relationship between serum dehydroepiandrosterone sulfate concentration and bone mineral density, lipids, and hormone replacement therapy in premenopausal and postmenopausal women. J Womens Health (Larchmt). 2004 Nov;13(9):993-9.

184
184

PREGNENOLONA

Afeta a função neurossináptica e é neuroprotetor

Aumenta a mielinização

Melhora a função cognitiva e a memória

Pode ser metabolizado a progesterona e DHEA

185
185

PREGNENOLONA

Suplementação de pregnenolona em ratos induziu aumento da memória, cognição e agilidade mental.

Monique Vallee , Willy Mayo, Michel Le Moal Brain Role of pregnenolone,

dehydroepiandrosterone and their sulfate esters on learning and memory in cognitive agingResearch Reviews 37 (2001) 301312

186
186

HORMÔNIO DO CRESCIMENTO

DADOS 2009:

mais de 30.000 trabalhos científicos confirmam as

ações do hGH ! ! !

Depressão

memória

massa muscular

gordura cutânea

drive sexual

resistência corporal

Piora física

sono

ENVELHECIMENTO

Doença de Crohn:

significativa melhora

• Fibromialgia

• Queimados: acelera a cicatrização

• Cirurgias: acelera a cicatrização

Chattenger, R. J. Clin.Endocr.Met. 2000;9:3982-6.

187
187

MELATONINA - ENVELHECIMENTO

Aumento da quantidade e qualidade de vida em estudos com ratos

Modulador do processo do envelhecimento através de ações nos sistemas antioxidante e imunológico

Prolongou a sobrevida de ratos de 21,8 para 28,8 meses, preservando sua jovialidade

Dilman VM, Increase in the lifespan of rats following polypeptide pineal

extract Exp Pathol 1979;17:539-45.78. Pierpaoli W, Regelson W. Pineal control of aging: effect of melatonin and pineal grafting on aging mice. Porc Natl Acad Sci USA 1994;91:787-91

188
188

MELATONINA - CÂNCER

Inibe o crescimento tumoral em humanos

atividade anti-mitótica

modula a atividade de receptores ( downregulation)

eleva a resposta imunológica

inibidor de radicais livres

atividade anti-angiogênica

Resultados expressivamente superiores em glioblastoma (CA cérebro), melanoma maligno e câncer de mama.

Usada concomitantemente com QT e RT.

Altas doses utilizadas: 20-700 mg/dia E.V.

189
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190
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VITAMINA D

A nossa habilidade em produzir Vitamina D3 diminui 4 vezes entre os 20 e os 70 anos;

A suplementação de Vit D 1.100 UI/dia e Cálcio 1.500mg/dia promove redução de mais de 60% no risco de desenvolvimento de câncer.

(Clin J Am Soc Nepfrol. 2008 Jun 11) (Clin J Am Soc Nepfrol. 2008 Jun 11) Joan M Lappe, Dianne Travers-Gustafson, K Michael Davies, Robert R Recker and Robert P Heaney. Vitamin D and calcium supplementation reduces cancer risk: results of a randomized trial. American Journal of Clinical Nutrition, Vol. 85, No. 6, 1586-1591, June 2007. L. N. Anderson, M. Cotterchio, R. Vieth, and J. A. Knight. Vitamin D and calcium intakes and breast cancer risk in pre- and postmenopausal women. Am. J. Clinical Nutrition, June 1, 2010; 91(6): 1699 170 (Ribeiro, Lair. 2010)

191
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LACTIUM

Propriedades

Anti-estresse natural;

• Sem efeitos colaterais observados;

• Proporciona alivio dos sintomas relacionados ao estresse;

• Melhora a qualidade do sono;

• Mantém a pressão arterial em níveis adequados;

Não interfere no ganho ou perda de peso.

Recomenda-se a ingestão de 150mg ao dia, preferencialmente à noite.

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REPOSIÇÃO ESTROGÊNICA

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REPOSIÇÃO ESTROGÊNICA

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REPOSIÇÃO ESTROGÊNICA

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REPOSIÇÃO ESTROGÊNICA

COLÁGENO HIDROLISADO

Com o passar do tempo o colágeno vai tornando-

se mais rígido, tendo um declínio anualmente, as fibras elásticas perdem força, associada a uma

redução da água, que por sua vez diminui a

adesão, migração e desenvolvimento

197
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VITAMINA C

•A lisil e prolil hidroxilase são enzimas férricas. A vitamina C

como co-fator previne a oxidação do ferro e protege as enzimas

contra a auto inativação.

Regula a síntese de colágeno tipo I e III, pelos fibroblastos

dérmicos (Cuzzi et .al.Vitamin C. Continuing Medical Education,An.Bras Dermatologia, 2003).

•Embora a capacidade proliferativa e a síntese sejam idade dependentes, o ácido ascórbico é capaz de estimular a proliferação celular e síntese independente da idade (Phillips et. al. Effects of

ascorbic acid on proliferation and collagen syntesis in relation to the donor age of human dermal fibroblasts. J. Invest Dermatol, 103 (2): 228-32,

2004).

198
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MANGANÊS

Co-fator para síntese de colágeno e mucopolissacarídeos, importante para a matriz celular;

Crescimento, manutenção e formação tecido conectivo e cartilagem;

Co-fator da superóxido dismutase (SOD)mitocondrial;

•Lembrar que Cálcio, cobalto e ferro competem com manganês.

•Dosagem: 2-4mg/dia manganês qualato /glicina.

Lee, J.W.et.al. Functional specialization withen the fur family of metalloregulators.

199
199

Biometals.20 (3-4), 485-99, 2007.