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Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde Hospital de Pronto Socorro Grupo de
Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde Hospital de Pronto Socorro Grupo de
Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Secretaria Municipal de Saúde
Hospital de Pronto Socorro
Grupo de Trabalho em Humanização (GTH)
Comissão de Segurança do Paciente (CSP)
HumanizaçãoHumanização ee
AcolhimentoAcolhimento àà
PessoaPessoa IdosaIdosa nana
EmergênciaEmergência
Dr. José Alberto Pedroso
25/6/15
ee AcolhimentoAcolhimento àà PessoaPessoa IdosaIdosa nana EmergênciaEmergência Dr. José Alberto Pedroso 25/6/15
Plano 1. Epidemiologia 2. Aspectos Técnicos 3. Políticas Públicas 4. Humanização 5. Controvérsias
Plano 1. Epidemiologia 2. Aspectos Técnicos 3. Políticas Públicas 4. Humanização 5. Controvérsias
Plano
1. Epidemiologia
2. Aspectos Técnicos
3. Políticas Públicas
4. Humanização
5. Controvérsias
Plano 1. Epidemiologia 2. Aspectos Técnicos 3. Políticas Públicas 4. Humanização 5. Controvérsias
Geriatria nos Países desenvolvidos • A maioria dos serviços médicos lida com pacientes idosos –
Geriatria nos Países desenvolvidos • A maioria dos serviços médicos lida com pacientes idosos –
Geriatria nos Países
desenvolvidos
• A maioria dos serviços médicos lida com pacientes
idosos
– Reúnem problemas complexos, médicos e
psicossociais, que afetam sua capacidade funcional
e independência
• Inglaterra: 16% população >65 anos
– 43% dos gastos em saúde
– 71% dos investimentos previdência social
– 2/3 dos leitos hospitalares
>65 anos – 43% dos gastos em saúde – 71% dos investimentos previdência social – 2/3
Mudanças na proporção de pessoas acima de 65 anos comparada à população em geral UK,
Mudanças na proporção de pessoas acima de 65 anos comparada à população em geral
Mudanças na proporção de pessoas
acima de 65 anos comparada à
população em geral

UK, 2001

Mudanças na proporção de pessoas acima de 65 anos comparada à população em geral UK, 2001
Geriatria já é a segunda especialidade médica em alguns países (Figures from the Leeds Teaching
Geriatria já é a segunda especialidade médica em alguns países (Figures from the Leeds Teaching
Geriatria já é a segunda especialidade
médica em alguns países
(Figures from the Leeds Teaching Hospitals NHS Trust.)
Geriatria já é a segunda especialidade médica em alguns países (Figures from the Leeds Teaching Hospitals
Expectativa de Vida, Brasil
Expectativa de Vida, Brasil
Expectativa de Vida, Brasil
Expectativa de Vida, Brasil
Número de Anos Ganhos na Esperança de Vida (Brasil, 1999- 2000)
Número de Anos Ganhos na Esperança de Vida (Brasil, 1999- 2000)
Número de Anos Ganhos na Esperança
de Vida (Brasil, 1999-
2000)
Número de Anos Ganhos na Esperança de Vida (Brasil, 1999- 2000)
Aumento da Esperança de Vida Brasil, 1991-2000
Aumento da Esperança de Vida Brasil, 1991-2000
Aumento da Esperança de Vida
Brasil, 1991-2000
Aumento da Esperança de Vida Brasil, 1991-2000
Diferenças relacionadas com a Idade • Caso Clínico 1: Senhora de 85 anos, pós-operatório tardio
Diferenças relacionadas com a Idade • Caso Clínico 1: Senhora de 85 anos, pós-operatório tardio
Diferenças relacionadas
com a Idade
• Caso Clínico 1: Senhora de 85 anos, pós-operatório
tardio de cirurgia traumatológica, retorna após
atendimento irresponsiva, parando de comer e beber.
Antes deste evento apresentava bom estado geral e
mobilidade. Temperatura, pulso e exames de sangue
de rotina são normais. Seus cuidadores acham que
ela age como “se quisesse morrer”. No entanto, ao
Rx de tórax identificou-se uma pneumonia. Foi
internada, tratada com antibiótico, e recebeu alta na
semana seguinte.
Rx de tórax identificou-se uma pneumonia. Foi internada, tratada com antibiótico, e recebeu alta na semana
Diferenças relacionadas com a Idade • Caso Clínico 2: Dois pacientes chegam da emergência, um
Diferenças relacionadas com a Idade • Caso Clínico 2: Dois pacientes chegam da emergência, um
Diferenças relacionadas
com a Idade
• Caso Clínico 2: Dois pacientes chegam da
emergência, um de 25 anos e outro de 75 anos,
estão sentados na sala Verde com queixa de
febre. Ao exame físico ambos apresentam um
sopro cardíaco. Exames laboratoriais mostram
anemia e hematúria macroscópica.
Masc, 25a:
Masc, 75a:
Endocardite infecciosa
Infecção do Trato Urinário
Uso de Aspirina
Esclerose de válvula aórtica
25a: Masc, 75a: Endocardite infecciosa Infecção do Trato Urinário Uso de Aspirina Esclerose de válvula aórtica
Diferença #1: Múltiplas Patologias • Idosos habitualmente apresentam mais de um problema de saúde •
Diferença #1: Múltiplas Patologias • Idosos habitualmente apresentam mais de um problema de saúde •
Diferença #1:
Múltiplas Patologias
• Idosos habitualmente apresentam mais de um
problema de saúde
• Geralmente com uma série de causas
• Dica: Nunca parar no primeiro diagnóstico que
explique tudo, sempre considerar mais que um
com uma série de causas • Dica: Nunca parar no primeiro diagnóstico que explique tudo, sempre
Diferença #2: Apresentação Atípica • Idosos habitualmente apresentam uma deterioração geral ou um declínio
Diferença #2: Apresentação Atípica • Idosos habitualmente apresentam uma deterioração geral ou um declínio
Diferença #2:
Apresentação Atípica
• Idosos habitualmente apresentam uma deterioração geral ou
um declínio funcional
• Doença aguda freqüentemente está mascarada, mas precipita
uma piora das funções de outras áreas
• Dicas:
– Quedas freqüentes, confusão e mobilidade reduzida não
são um problema social, mas um problema médico
– A história deve ser confirmada com um parente, cuidador,
ainda que por telefone, se necessário
um problema médico – A história deve ser confirmada com um parente, cuidador, ainda que por
Diferença #2: Apresentação Atípica “Idoso deve ter oportunidade de tratamento e reabilitação. Deficiências de
Diferença #2: Apresentação Atípica “Idoso deve ter oportunidade de tratamento e reabilitação. Deficiências de
Diferença #2:
Apresentação Atípica
“Idoso deve ter oportunidade de tratamento e
reabilitação. Deficiências de cuidados médicos levam
a falhas de diagnóstico, uso impróprio de recursos
limitados, erros de comunicação e possível
negligência”
Royal College of Physicians, British Geriatrics Society on
Intermediate Care, 2001
e possível negligência” Royal College of Physicians, British Geriatrics Society on Intermediate Care, 2001
Diferença #3: Reduzida reserva homeostática • Homeostase: capacidade de regular um sistema interno e retornar
Diferença #3: Reduzida reserva homeostática • Homeostase: capacidade de regular um sistema interno e retornar
Diferença #3:
Reduzida reserva homeostática
• Homeostase: capacidade de regular um sistema
interno e retornar a um ponto de equilíbrio
–Idoso possui Homeoestenose (redução de
homeostase)
• Envelhecimento associado com declínio nas
funções dos órgãos, com reduzida capacidade
de compensar um dano agudo
Envelhecimento associado com declínio nas funções dos órgãos, com reduzida capacidade de compensar um dano agudo
Diferença #3: Reduzida reserva homeostática • Dicas: – Paciente pode estar chocado sem aumento de
Diferença #3: Reduzida reserva homeostática • Dicas: – Paciente pode estar chocado sem aumento de
Diferença #3:
Reduzida reserva homeostática
Dicas:
– Paciente pode estar chocado sem aumento de freqüência cardíaca ou
de débito cardíaco
– Insuficiência renal aguda é mais comum por medicações ou doenças
associadas (aumento uréia e creatinina)
– Reduzida homeostase de sal e água produz alterações hidroeletrolíticas
comuns em idosos doentes (desidratação, hipernatremia)
– Regulação da temperatura é prejudicada (sepse sem febre)
– Doenças agudas (pneumonia) deixar evidentes doenças antes pouco
sintompáticas (insuficiência cardíaca); sinais neurológicos antigos
podem ficar mais evidentes na sepse
antes pouco sintompáticas (insuficiência cardíaca); sinais neurológicos antigos podem ficar mais evidentes na sepse
Diferença #4 Imunidade prejudicada • Pessoas idosas não necessariamente aumentam contagem de glóbulos brancos ou
Diferença #4 Imunidade prejudicada • Pessoas idosas não necessariamente aumentam contagem de glóbulos brancos ou
Diferença #4
Imunidade prejudicada
• Pessoas idosas não necessariamente
aumentam contagem de glóbulos brancos ou
febre
–Hipotermia é comum
• Defesa abdominal incomum em peritonite
(sensível mas sem defesa)
• Proteína C reativa pode ser útil
é comum • Defesa abdominal incomum em peritonite (sensível mas sem defesa) • Proteína C reativa
Diferença #5 Alguns achados clínicos não são necessariamente patológicos • Rigidez de nuca, hematúria em
Diferença #5 Alguns achados clínicos não são necessariamente patológicos • Rigidez de nuca, hematúria em
Diferença #5
Alguns achados clínicos não são
necessariamente patológicos
• Rigidez de nuca, hematúria em mulheres,
estertores finos em bases pulmonares, leve
redução de PaO2, redução de turgor cutâneo
podem ser achados normais em idosos sem
indicar doença
• Importância da Avaliação Funcional e
reabilitação para ganhar independência nas
atividades da vida diária
• Importância da Avaliação Funcional e reabilitação para ganhar independência nas atividades da vida diária
Diferença #6 Ética • Balanço entre o direito a cuidados de saúde de alta qualidade
Diferença #6 Ética • Balanço entre o direito a cuidados de saúde de alta qualidade
Diferença #6
Ética
• Balanço entre o direito a cuidados de saúde de alta qualidade sem
discriminação de idade VERSUS desejo de evitar intervenções
agressivas e fúteis
– Decisões de fim de vida, risco vs benefício, capacidade de decisão e
consentimento, lidar com adultos vulneráveis
• Em patologias agudas: avaliação dos fatores acima combinados é ainda
mais importante
• Dica:
– Sepse severa em idoso pode ocorrer com leucócitos normais, extremidades frias e
piora do sensório, ainda assim sem indicar um real problema neurológico primário
– Idoso pode não ser capaz de informar a história, seu nível funcional usual, os
desejos prévios podem não ser conhecidos obter informações tão cedo quanto
possível
nível funcional usual, os desejos prévios podem não ser conhecidos obter informações tão cedo quanto possível
Os 4 “Is” “Gigantes Geriátricos” de Bernard Isaacs Incontinência Imobilidade Intelecto Instabilidade
Os 4 “Is” “Gigantes Geriátricos” de Bernard Isaacs Incontinência Imobilidade Intelecto Instabilidade
Os 4 “Is”
“Gigantes Geriátricos” de Bernard Isaacs
Incontinência
Imobilidade
Intelecto
Instabilidade
prejudicado
(quedas e síncope)
(delírio e demência)
Apresentações comuns de doenças diversas em idosos
prejudicado (quedas e síncope) (delírio e demência) Apresentações comuns de doenças diversas em idosos
Avaliação Geriátrica Ampla • Cobre as seguintes áreas: • Multidisciplinar – Diagnósticos médicos • Deve
Avaliação Geriátrica Ampla • Cobre as seguintes áreas: • Multidisciplinar – Diagnósticos médicos • Deve
Avaliação Geriátrica
Ampla
• Cobre as seguintes áreas:
• Multidisciplinar
– Diagnósticos médicos
• Deve ser seguida por
intervenções e objetivos que
vão ao encontro dos
interesses dos pacientes e
cuidadores
– Revisão das medicações
em uso e concordância
com terapia prescrita
– Circunstâncias sociais
– Avaliação da função
cognitiva e humor
• Pode ser feita na
comunidade, na emergência
ou no hospital
– Capacidades funcionais
– Ambiente
– Circunstâncias
econômicas
na comunidade, na emergência ou no hospital – Capacidades funcionais – Ambiente – Circunstâncias econômicas
Avaliação Geriátrica Ampla • Estudos clinicos randomizados mostram que a AGA leva a uma melhoria
Avaliação Geriátrica Ampla • Estudos clinicos randomizados mostram que a AGA leva a uma melhoria
Avaliação Geriátrica
Ampla
• Estudos clinicos randomizados mostram que a AGA leva a
uma melhoria das capacidades funcionais e da qualidade de
vida
• Reduz o tempo de permanência hospitalar
• Reduz as taxas de instituicionalização
• Deve incluir profissionais treinados em medicina geriátrica
hospitalar • Reduz as taxas de instituicionalização • Deve incluir profissionais treinados em medicina geriátrica
Reabilitação no Idoso • Aspecto importante nas unidades de cuidado intermediário ou no domicílio •
Reabilitação no Idoso • Aspecto importante nas unidades de cuidado intermediário ou no domicílio •
Reabilitação no
Idoso
• Aspecto importante nas unidades de cuidado intermediário ou
no domicílio
• Reabilitação sem uma avaliação geriátrica ampla pode
diminuir a chance de haver adequado diagnóstico, tratamento e
reabilitação otimizada
geriátrica ampla pode diminuir a chance de haver adequado diagnóstico, tratamento e reabilitação otimizada
Comunicação com o Idoso • Muito Importante • História coletada dos familiares e cuidadores pode
Comunicação com o Idoso • Muito Importante • História coletada dos familiares e cuidadores pode
Comunicação com o Idoso
• Muito Importante
• História coletada dos familiares e cuidadores pode ser muito
diferente da fornecida pelo paciente
• Abordagem ao idoso deve ser multidisciplinar
“ A opinião da
enfermagem, fisioterapia,
terapia ocupacional e
serviço social podem dar
uma nova luz aos
problemas do paciente”
“Médicos que trabalham com
idosos precisam estar
confortáveis com a
abordagem multidisciplinar
para haver progressos
consistentes para o paciente”
precisam estar confortáveis com a abordagem multidisciplinar para haver progressos consistentes para o paciente”
Avaliação Geriátrica Ampla e Atuação Multidisciplinar Fisioterapia Mobilidade, balanço, função de membros
Avaliação Geriátrica Ampla e Atuação Multidisciplinar Fisioterapia Mobilidade, balanço, função de membros
Avaliação Geriátrica Ampla e
Atuação Multidisciplinar
Fisioterapia
Mobilidade, balanço, função de
membros superiores
Terapia Ocupacional
Atividades da vida diária (vestir,
cozinhar), ambiente
Nutricionista
Avaliação estado nutricional
Fonoaudiologista, terapeuta da
fala
Comunicação, deglutição
Assistente social
Necessidade de cuidados
Enfermagem
Motivação e início de atividades,
alimentação, continência,
cuidados com a pele
de cuidados Enfermagem Motivação e início de atividades, alimentação, continência, cuidados com a pele
Comunicação com Idoso • Pode ser dificultada por alterações visuais, surdez, disfasia ou demência •
Comunicação com Idoso • Pode ser dificultada por alterações visuais, surdez, disfasia ou demência •
Comunicação com
Idoso
• Pode ser dificultada por alterações visuais, surdez, disfasia ou
demência
• Profissional deve estar atento
• Checar se o paciente está ouvindo o que está sendo dito
• Escrever instruções
• Envolver cuidadores no processo de consulta e tomada de
decisão
o que está sendo dito • Escrever instruções • Envolver cuidadores no processo de consulta e
Polifarmácia • A maioria dos idosos faz uso regular de alguma medicação • Farmacocinética e
Polifarmácia • A maioria dos idosos faz uso regular de alguma medicação • Farmacocinética e
Polifarmácia
• A maioria dos idosos faz uso regular de alguma medicação
• Farmacocinética e farmacodinâmica são diferentes nos idosos
– Menos água corporal, redução de doses de fármacos hidrossoluveis
(digoxina)
– Maior percentual de gordura, maior risco de acúmulo de fármacos
lipossolúveis (diazepan)
– Metabolismo hepático reduzido, lento: atentar para drogas com
intervalo terapêutico estreito (varfarina, teofilina, fenitoina com
monitorização plasmática
– Fluxo sanguíneo renal e massa renal funcionante diminui com a
idade: risco de redução de clearance
– Creatininia normal não quer dizer função normal no idoso: Deve
ser sempre calculada a taxa de fltração glomerular para ajustar a
dose
– Causa de Iatrogenia
normal no idoso: Deve ser sempre calculada a taxa de fltração glomerular para ajustar a dose
Interações medicamentosas • Senhor de 86 anos com fibrilação atrial, insuficiência cardíaca, insuficiência
Interações medicamentosas • Senhor de 86 anos com fibrilação atrial, insuficiência cardíaca, insuficiência
Interações
medicamentosas
• Senhor de 86
anos com
fibrilação atrial,
insuficiência
cardíaca,
insuficiência
renal, hiperplasia
prostática
benigna com
queixa de disúria
e diversas quedas
ao solo.
• Médico prescreve
ciprofloxacino
prostática benigna com queixa de disúria e diversas quedas ao solo. • Médico prescreve ciprofloxacino
Interações medicamentosas • Considerações: • Faz uso de 12 comprimidos ao dia: – Várias medicações
Interações medicamentosas • Considerações: • Faz uso de 12 comprimidos ao dia: – Várias medicações
Interações
medicamentosas
• Considerações:
• Faz uso de 12
comprimidos ao dia:
– Várias medicações podem produzir
hipotensão e queda
– Alfusozina
– Atenolol
– Warfarin pode ser arriscado com
história de quedas prévias (TCE,
HSA)
– Amiodarona
– Perindopril
– Furosemida
– Ciprofloxacina interage com
Warfarin e aumenta risco de
sangramento
– Warfarina
– Reavaliar benefício de warfarin
– Substituir Ciprofloxacino por
outro ATB
risco de sangramento – Warfarina – Reavaliar benefício de warfarin – Substituir Ciprofloxacino por outro ATB
“Eu tomo um branquinho de 50mg, caixa branca com um G na frente”
“Eu tomo um branquinho de 50mg, caixa branca com um G na frente”
“Eu tomo um branquinho de 50mg,
caixa branca com um G na frente”
“Eu tomo um branquinho de 50mg, caixa branca com um G na frente”
“Sacolinha de remédios” •Risco de interações medicamentosas •Risco de intoxicações •Checar medicação
“Sacolinha de remédios” •Risco de interações medicamentosas •Risco de intoxicações •Checar medicação
“Sacolinha de
remédios”
•Risco de interações
medicamentosas
•Risco de intoxicações
•Checar medicação
efetivamente tomada
(trazer a “sacolinha” e
receitas)
•Adaptar as
orientações às
necessidades do
paciente
http://www.paranavaionline.com.br/files/sacolinha_medicamentos.jpg
as orientações às necessidades do paciente http://www.paranavaionline.com.br/files/sacolinha_medicamentos.jpg
Avaliação Geriátrica Ampla 1. Nutrição (IMC) 2. Hidratação (turgor, edema) 3. Pulso (FA) 4. Pressão
Avaliação
Geriátrica
Ampla
1. Nutrição (IMC)
2. Hidratação
(turgor, edema)
3. Pulso (FA)
4. Pressão arterial
(hipotensão
postural)
5. Audição
(cerumen,
surdez)
6. Visão (catarata,
glaucoma)
(FA) 4. Pressão arterial (hipotensão postural) 5. Audição (cerumen, surdez) 6. Visão (catarata, glaucoma)
Avaliação Geriátrica Ampla 7. Cognição (Mini-Mental) 8. Musculatura (força, atrofias) 9. Toque retal (fecaloma,
Avaliação
Geriátrica
Ampla
7. Cognição (Mini-Mental)
8. Musculatura (força, atrofias)
9. Toque retal (fecaloma, tônus)
10. Pele (infecção, inchaço,
equimoses)
11. Articulações (dor, inchaço,
deformidade)
12. Marcha e Balanço (“Get up and
go”
inchaço, equimoses) 11. Articulações (dor, inchaço, deformidade) 12. Marcha e Balanço (“Get up and go”
Mini-Mental ™
Mini-Mental ™
Mini-Mental ™
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A
SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO
DE SAÚDE (SUS)
• Final da década de 90: conceito de “envelhecimento ativo” (OMS)
– cuidados com a saúde
– otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança
– melhorar a qualidade de vida quando ficam mais velhas
• Políticas públicas que promovam modos de viver mais saudáveis e
seguros em todas as etapas da vida
– prática de atividades físicas no cotidiano e no lazer
– prevenção às situações de violência familiar e urbana
– acesso à alimentos saudáveis
– redução do consumo de tabaco
às situações de violência familiar e urbana – acesso à alimentos saudáveis – redução do consumo
Mudança de Paradigma • Passividade, enfoque baseado em necessidades • Direito dos idosos à igualdade
Mudança de Paradigma • Passividade, enfoque baseado em necessidades • Direito dos idosos à igualdade
Mudança de
Paradigma
• Passividade,
enfoque baseado
em necessidades
• Direito dos idosos à
igualdade de
oportunidades e de
tratamento em todos os
aspectos da vida à medida
que envelhecem
Agenda de Compromisso
do Ministério da Saúde (2005)
Pacto em
Defesa do SUS
Pacto de
Gestão
Pacto em
Defesa da Vida
de Compromisso do Ministério da Saúde (2005) Pacto em Defesa do SUS Pacto de Gestão Pacto
Pacto em Defesa da Vida Conjunto de compromissos que deverão tornar-se prioridades inequívocas dos três
Pacto em Defesa da Vida Conjunto de compromissos que deverão tornar-se prioridades inequívocas dos três
Pacto em Defesa da Vida
Conjunto de compromissos que deverão tornar-se
prioridades inequívocas dos três entes federativos,
com definição das responsabilidades de cada um.
Seis prioridades
Relevância no planejamento de saúde para a pessoa
idosa:
– Saúde do idoso
– Promoção da saúde
– Fortalecimento da Atenção Básica
de saúde para a pessoa idosa: – Saúde do idoso – Promoção da saúde – Fortalecimento
Política Nacional de Promoção da Saúde – Portaria 687/GM, de 30 de março de 2006,
Política Nacional de Promoção da Saúde – Portaria 687/GM, de 30 de março de 2006,
Política Nacional de Promoção da Saúde –
Portaria 687/GM, de 30 de março de 2006,
a) Divulgação e implementação da Política Nacional de
Promoção da Saúde (PNPS);
• Promoção
da saúde
da
população
idosa
b) Alimentação saudável;
c) Prática corporal/atividade física;
d) Prevenção e controle do tabagismo;
e) Redução da morbi-mortalidade em decorrência do
uso abusivo de álcool e outras drogas
f) Redução da morbi-mortalidade por acidentes de
trânsito;
g) Prevenção da violência e estímulo à cultura de paz;
h) Promoção do desenvolvimento sustentável.
trânsito; g) Prevenção da violência e estímulo à cultura de paz; h) Promoção do desenvolvimento sustentável.
Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) Portaria GM nº 2.528, de 19 de
Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI) Portaria GM nº 2.528, de 19 de
Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa
(PNSPI)
Portaria GM nº 2.528,
de 19 de outubro de 2006,
• define que a atenção à saúde dessa população terá
como porta de entrada a Atenção Básica/ Saúde da
Família, tendo como referência a rede de serviços
especializada de média e alta complexidade.
Básica/ Saúde da Família, tendo como referência a rede de serviços especializada de média e alta
Política Nacional de Atenção Básica Portaria GM nº 648 de 28 de março de 2006
Política Nacional de Atenção Básica Portaria GM nº 648 de 28 de março de 2006
Política Nacional de Atenção Básica
Portaria GM nº 648
de 28 de março de 2006
• Conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo
• Promoção e a proteção à saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o
tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde
• Desenvolvida por meio do exercício de práticas gerenciais e sanitárias
democráticas e participativas, sob a forma de trabalho em equipe
• Dirigidas à populações de territórios bem delimitados, pelas quais
assume a responsabilidade sanitária, considerando a dinamicidade
existente no território em que vivem essas populações.
• Utiliza tecnologias de elevada complexidade (conhecimento) e baixa
densidade (equipamentos), que devem resolver os problemas de saúde
de maior freqüência e relevância
e baixa densidade (equipamentos), que devem resolver os problemas de saúde de maior freqüência e relevância
Atenção à Saúde da pessoa idosa na Atenção Básica/ Saúde da Família • Demanda espontânea
Atenção à Saúde da pessoa idosa na Atenção Básica/ Saúde da Família • Demanda espontânea
Atenção à Saúde da pessoa idosa
na Atenção Básica/ Saúde da
Família
• Demanda espontânea ou Busca ativa (visitas domiciliares)
• Processo diagnóstico multidimensional.
• Fatores
– ambiente onde o idoso vive
– relação profissional de saúde/ pessoa idosa
– relação profissional de saúde/ familiares
– história clínica - aspectos biológicos, psíquicos, funcionais e
sociais
– exame físico
de saúde/ familiares – história clínica - aspectos biológicos, psíquicos, funcionais e sociais – exame físico
Manual de Estrutura Física, do Ministério da Saúde, 2006 • Facilitar o acesso – Atenção
Manual de Estrutura Física, do Ministério da Saúde, 2006 • Facilitar o acesso – Atenção
Manual de Estrutura Física, do
Ministério da Saúde, 2006
• Facilitar o acesso
– Atenção humanizada
– Orientação, acompanhamento e apoio domiciliar
– Respeito às culturas locais, às diversidades
do envelhecer
– Diminuição das barreiras arquitetônicas
• Adoção de intervenções que criem ambientes de
apoio e promovam opções saudáveis influenciam o
envelhecimento ativo
de intervenções que criem ambientes de apoio e promovam opções saudáveis influenciam o envelhecimento ativo
Organização Mundial de Saúde (2004) “Towards Age-friendly Primary Health Care” Adaptar os serviços de atenção
Organização Mundial de Saúde (2004) “Towards Age-friendly Primary Health Care” Adaptar os serviços de atenção
Organização Mundial de Saúde (2004)
“Towards Age-friendly Primary Health
Care”
Adaptar os serviços de atenção básica para atender
adequadamente às pessoas idosas
Objetivo: sensibilização e a educação no cuidado
primário em saúde, de acordo com as necessidades
específicas
Objetivo: sensibilização e a educação no cuidado primário em saúde, de acordo com as necessidades específicas
Organização Mundial de Saúde (2004) “Towards Age-friendly Primary Health Care” Áreas de atuação previstas
Organização Mundial de Saúde (2004) “Towards Age-friendly Primary Health Care” Áreas de atuação previstas
Organização Mundial de Saúde (2004)
“Towards Age-friendly Primary Health
Care”
Áreas de atuação previstas nesse projeto:
1. Informação, Educação, Comunicação e Treinamento: melhorar
a formação e as atitudes dos profissionais de saúde de modo que
possam avaliar e tratar as condições que afligem pessoas idosas
fornecendo ferramentas e fortalecendo-as na direção de um
envelhecimento saudável;
2. Sistema de Gestão da Assistência de Saúde: Organização da
gestão do serviço da Atenção Básica, de acordo com as
necessidades das pessoas idosas;
3. Adequação do ambiente físico: tornando-o mais acessível para
as pessoas que possuam alguma limitação funcional.
3. Adequação do ambiente físico: tornando-o mais acessível para as pessoas que possuam alguma limitação funcional.
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA Humanização na saúde caracteriza-se como um movimento no sentido
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA Humanização na saúde caracteriza-se como um movimento no sentido
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À
PESSOA IDOSA
Humanização na saúde caracteriza-se como um
movimento no sentido da concretização dos
princípios do SUS no dia-a-dia dos serviços
Política Nacional de Humanização (PNH):
incentiva a valorização de todos os atores e
sujeitos que participam na produção da saúde
de Humanização (PNH): incentiva a valorização de todos os atores e sujeitos que participam na produção
Operacionalização da Política Nacional de Humanização “Acolhimento” modo de operar os processos de trabalho em
Operacionalização da Política Nacional de Humanização “Acolhimento” modo de operar os processos de trabalho em
Operacionalização da Política
Nacional de Humanização
“Acolhimento”
modo de operar os processos de trabalho em
saúde de forma a dar atenção à todos que
procuram os serviços de saúde, ouvindo suas
necessidades e assumindo no serviço uma
postura capaz de acolher, escutar e pactuar
respostas mais adequadas junto aos
usuários
e assumindo no serviço uma postura capaz de acolher, escutar e pactuar respostas mais adequadas junto
Acolhimento • Não é um espaço ou um local específico • Não pressupõe hora •
Acolhimento • Não é um espaço ou um local específico • Não pressupõe hora •
Acolhimento
• Não é um espaço ou um local específico
• Não pressupõe hora
• Não pressupõe um profissional determinado para fazê-lo
É uma ação que pressupõe a mudança da relação profissional/usuário e sua
rede social
Implica o compartilhamento de saberes, necessidades, possibilidades,
angústias, constantemente renovados.
rede social Implica o compartilhamento de saberes, necessidades, possibilidades, angústias, constantemente renovados.
Acolhimento à pessoa idosa
Acolhimento à pessoa idosa
Acolhimento à pessoa idosa
Acolhimento à pessoa idosa
Comunicação com Idosos
Comunicação com Idosos
Comunicação com Idosos
Comunicação com Idosos
Comunicação sinais transmitidos pela (1) fala ou escrita (2) expressões faciais, pelo corpo, postura corporal
Comunicação sinais transmitidos pela (1) fala ou escrita (2) expressões faciais, pelo corpo, postura corporal
Comunicação
sinais transmitidos pela (1) fala ou escrita
(2) expressões faciais, pelo corpo, postura corporal
(3) distância que se mantém entre as pessoas
(4) a capacidade e jeito de tocar
(5) o silêncio em uma conversa
(3) distância que se mantém entre as pessoas (4) a capacidade e jeito de tocar (5)
Audição e Voz • Evite ambientes ruidosos; • Evite submeter as pessoas idosas à situações
Audição e Voz • Evite ambientes ruidosos; • Evite submeter as pessoas idosas à situações
Audição e Voz
• Evite ambientes ruidosos;
• Evite submeter as pessoas idosas à situações constrangedoras quando
essas não entenderem o que lhes foi dito ou pedirem para que a fala seja
repetida;
• Procure falar de forma clara e pausada
– Aumente o tom de voz somente se isso realmente for necessário;
• Fale de frente, para que a pessoa idosa possa fazer a leitura labial
• Diminuir a distância entre os falantes;
• Falar em ambiente iluminado para facilitar a leitura labial;
• Evitar mudanças bruscas de temperatura
falantes; • Falar em ambiente iluminado para facilitar a leitura labial; • Evitar mudanças bruscas de
Comunicação não-verbal, gestos e postura - Corpo e Tabu – “distância” a ser respeitada -
Comunicação não-verbal, gestos e postura - Corpo e Tabu – “distância” a ser respeitada -
Comunicação não-verbal,
gestos e postura
- Corpo e Tabu – “distância” a ser respeitada
- Demarcação de Território
- Reações de defesa (exames físicos ou procedimentos mais invasivos)
• desviar os olhos e virar a cabeça;
• virar o corpo em outra direção;
• enrijecer a musculatura;
• cruzar os braços;
• dar respostas monossilábicas às questões feitas;
• afastar-se, se o espaço permirtir.
Dica: solicitar a permissão da pessoa idosa para a execução do procedimento,
garantindo que o vínculo de confiança não seja quebrado.
permissão da pessoa idosa para a execução do procedimento, garantindo que o vínculo de confiança não
Identificação de sinais de maus tratos A pessoa idosa, encontra muitas vezes, dificuldades em verbalizar
Identificação de sinais de maus tratos A pessoa idosa, encontra muitas vezes, dificuldades em verbalizar
Identificação de sinais de
maus tratos
A pessoa idosa,
encontra muitas
vezes,
dificuldades em
verbalizar que
sofre maus-
tratos,
negligência ou
alguma outra
forma de
violência
intrafamiliar
1. Medo ou ansiedade na presença
do cuidador ou familiar.
2. Observação de lesões,
equimoses, úlceras de decúbito,
desidratação
3. Não aceitação em responder a
perguntas relacionadas ao
assunto violência (outra forma de
comunicação não verbal)
Não aceitação em responder a perguntas relacionadas ao assunto violência (outra forma de comunicação não verbal)
Estatuto do Idoso Lei nº 10741, 1/10/2003 • Art 1. ( anos ) Idade maior
Estatuto do Idoso Lei nº 10741, 1/10/2003 • Art 1. ( anos ) Idade maior
Estatuto do Idoso
Lei nº 10741, 1/10/2003
• Art 1. (
anos
)
Idade maior de 60
• Art. 2.º O idoso goza de todos
os direitos fundamentais
inerentes à pessoa humana,
sem prejuízo da proteção
integral (
)
• Parágrafo único. A garantia
de prioridade compreende:
I - atendimento preferencial
imediato e individualizado
junto aos órgãos públicos e
privados prestadores de
serviços à população(
)
imediato e individualizado junto aos órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população( )
Leis que regem prioridade no Atendimento
Leis que regem prioridade no Atendimento
Leis que
regem
prioridade
no
Atendimento
Leis que regem prioridade no Atendimento
Cultura de um ambiente protetor
Cultura de um ambiente protetor
Cultura de um ambiente
protetor
Proteção ou Estereótipo de “Fragilidade”
Proteção ou Estereótipo de “Fragilidade”
Proteção
ou
Estereótipo de
“Fragilidade”
Proteção ou Estereótipo de “Fragilidade”
National Service Framework for Older People (2001, UK) • Eliminar a discriminação por idade •
National Service Framework for Older People (2001, UK) • Eliminar a discriminação por idade •
National Service Framework for
Older People (2001, UK)
• Eliminar a discriminação por idade
• Cuidado centrado na pessoa
• Estratégias
para
melhorar
áreas
específicas
de cuidado.
• Cuidados intermediários
• Cuidados em hospital geral
• Serviços específicos
– AVC
– Quedas
• Padrões NSF
para Idosos:
• Saúde mental do idoso
• Promoção de saúde e vida ativa na
idade avançada
• Padrões NSF para Idosos: • Saúde mental do idoso • Promoção de saúde e vida
• Os serviços de saúde pública devem ser providos, independentemente da idade, apenas com base
• Os serviços de saúde pública devem ser providos, independentemente da idade, apenas com base
• Os serviços de saúde pública devem ser providos, independentemente da idade,
apenas com base na necessidade clínica.
• Serviço social não utilizará a idade como critério de elegibilidade ou política para
restringir o acesso aos serviços disponíveis
não utilizará a idade como critério de elegibilidade ou política para restringir o acesso aos serviços
Departamento de Saúde do Reino Unido “Dignity in care” Ser avaliado como uma pessoa, ser
Departamento de Saúde do Reino Unido “Dignity in care” Ser avaliado como uma pessoa, ser
Departamento de Saúde do Reino Unido
“Dignity in care”
Ser avaliado como uma pessoa, ser
ouvido e respeitado
Melhorar a experiência do idoso
nos serviços de saúde
Dar privacidade durante o cuidado
Obter avaliação geriátrica ampla
em diversas situações
Ter assistência durante a
alimentação e tempo para as
refeições
Serviços de retaguarda para
pessoas que se apresentam em
emergência por queda, demência
Perguntar como prefere ser chamado
e problemas clínicos menores
Ter serviços de saúde projetados
para a presença de idosos
Pesquisa que respondam sobre
questões geriátricas importantes
e processos de cuidado
para a presença de idosos Pesquisa que respondam sobre questões geriátricas importantes e processos de cuidado
Obrigado!
Obrigado!
Obrigado!
Obrigado!
Bibliografia Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Cadernos de Atenção Básica.
Bibliografia Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Cadernos de Atenção Básica.
Bibliografia
Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa
idosa. Cadernos de Atenção Básica. Brasília-DF, 2007
Cooper N, Forrest K, Mulley G. ABC of Geriatric Medicine.
BMJ Books, 2009
Davidson’s Principles and Practice of Medicine. Churchill-
Livingstone, 2010
PARECER CREMEC nº 27/200919/10/2009
Sites: ibge.br, terra.com.br
Demais leis e decretos indicados na apresentação
PARECER CREMEC nº 27/200919/10/2009 Sites: ibge.br, terra.com.br Demais leis e decretos indicados na apresentação