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ARROZ

ARROZ

Origem do Arroz

A maioria dos autores acredita que ele seja originário da Ásia Sul-Oriental,

região que inclui a China, a Índia e a Indochina. Evidências arqueológicas

na China e na Índia atestam a existência do arroz há cerca de 7000 anos.

As referências mais concretas, entretanto, remontam ao ano de 2822 a.C.,

cerimônias instituídas pelos imperadores da China, que consistia em

semear, eles próprios, anualmente, as sementes de arroz.

Na Europa, a introdução do arroz na cultura de seus povos se deu através

dos mouros no século VIII, na Península Ibérica. A partir daí, difundiu-se

nos demais países. Sete séculos depois, no final do Século XV, a cultura do

arroz é introduzida, nas regiões da Lombardia, Veneto e Piemonte.

Nos Estados Unidos informações datam a chegada do arroz em 1694, na

Carolina, e em 1718, na Louisiana.

e Piemonte. • Nos Estados Unidos informações datam a chegada do arroz em 1694, na Carolina,

Cultura do arroz

Arroz e sociedade

Profunda influência cultural.

Principal produto alimentar nas diversas culturas:

Significado religioso e cultural.

Culturas com lendas em que o arroz está ligado à sua própria origem.

Cultura chinesa:

“she fan” significa “comer” bem como “comer arroz”.

“Fan Dian” significa “restaurante” bem como o “lugar onde o

arroz é servido”.

Cultivo do arroz

• Cultivo do arroz – Cultivado na actual Tailândia (7.000 anos a.C.) e mais tarde passou

Cultivado na actual Tailândia (7.000 anos a.C.) e

mais tarde passou para a China (?) substituindo o

milho.

O cultivo molhado do arroz substituíu o cultivo

seco, alterando a paisagem da Ásia das monções e

exigindo esquemas de irrigação próprios e muito

trabalho intensivo.

De onde vieram os alimentos?

As culturas agrícolas originaram-se nas áreas onde viveram povos como os maias e os incas, na América, os sumerianos, na Mesopotâmia, e os chineses, no leste da Ásia. Na América do Sul, os indígenas cultivavam diversos tipos de batata. A origem desse alimento são as montanhas da atual Bolívia, onde se encontram mais de 300 tipos diferentes! Os sumerianos desenvolveram a agricultura do trigo, e os chineses, do arroz. A maior parte da população mundial, em nossos dias, tem como base alimentar pelo menos um dos produtos desenvolvidos por esses povos.

O Arroz no Brasil

O arroz foi introduzido no Brasil pela frota de Pedro Alvares

Cabral, o arroz e presunto foram os últimos presentes deixados

aos índios.

1530 - Porém o cultivo do arroz para uso próprio só é relatado

após 1530 na capitânia de São Vicente.

Quanto ao Rio Grande do Sul, atual estado maior produtor de

arroz, Auguste de Saint Hilaire, em sua viagem ao Estado,

realizada nos anos de 1820/21, já fala da ocorrência de

lavouras desse cereal. Outros autores citam os colonos

alemães de Santa Cruz do Sul e Taquara como os introdutores

da cultura no Estado, sempre em pequenas lavouras, em estilo

colonial.

Mas é, em 1904, no município de Pelotas, que surge a

primeira lavoura empresarial, já então irrigada.

Arroz, o cereal mais consumido no mundo

O arroz, cereal de maior importância alimentar no mundo.

A China é o principal produtor mundial de arroz, com

184.070 mil toneladas, ou seja 29% do total produzido,

seguida pela Índia com 21,5%.

A produção brasileira corresponde a apenas 1,8% da

produção mundial e tem se mantido próxima a 10 milhões

de toneladas, alcançando em 2006 11.526.685 toneladas.

De maneira geral, o arroz é IMPORTADO, devido ao grande

volume que se destina, internamente, à alimentação

humana.

A importação de arroz, é proveniente, principalmente, do

Mercosul, sobretudo Argentina e Uruguai, cujos solos têm

uma fertilidade maior, para esse produto, que o brasileiro,

necessitando, portanto, de menos investimento em adubo.

Arroz, o cereal mais consumido no mundo

O arroz, uma gramínea do gênero Oryza, é um dos

principais cereais do mundo, cultivado por cerca de

100 nações.

Na maioria dos casos, quase toda a produção é destinada ao consumo interno destes países.

Arroz cresce nas mais variadas condições: em

altitudes inferiores ao nível do mar ou superiores a 3.000 metros.

Existem pelo menos 9 variedades de arroz:

Vermelho; Parbolizado; Basmati; Tailandês;

Selvagem; Japonês; Ráris; Agulha; Integral.

Produção de arroz no Brasil - 2004 a 2006

Produção de arroz no Brasil - 2004 a 2006

Fonte: IBGE - Produção Agrícola Minicipal

Produção média de arroz do Brasil e

dos principais estados produtores -

1998 a 2000, 2001 a 2003 e 2004 a 2006

Arroz, o cereal mais consumido no mundo

O arroz é uma gramínea adaptada ao meio ambiente

aquático. Esta adaptação é possível devido a presença

de um tecido no colmo da planta, chamado arênquima.

Ele possibilita a passagem do oxigênio do ar para a

camada da rizosfera (sistema radicular). Graças a estas

características é possível o plantio no ecossistema de

várzeas (irrigado).

Neste sistema predomina o cultivo com irrigação

controlada, onde a cultura é realizada em várzeas

sistematizadas, com semeadura feita em solo seco e a

água aplicada na forma de banhos.

Também pode ser realizado sob sistema de várzea

úmida, sem controle de irrigação, o que normalmente é

realizado por pequenos produtores.

Arroz em casca Mundo Tabela . Produtividade nos dez principais países, 2002 a 2004 (em quilos por hectare)

País

2002

2003

2004

2.

China

6.185,5

6.060,6

6.347,0

Índia

2.694,9

2.963,6

2.927,1

4.

Indonésia

4.469,1

4.537,5

4.518,1

Bangladesh

3.490,2

3.611,4

3.446,4

3.

Vietnã

4.590,3

4.633,8

4.797,3

Tailândia

2.608,8

2.631,4

2.779,7

Mianmar

3.674,2

3.705,3

3.833,3

Filipinas

3.279,7

3.427,2

3.550,0

6. Brasil

3.324,1

3.238,3

3.579,3

1. Japão

6.582,3

5.849,8

6.909,1

Total Mundial

3.869,7

3.850,8

3.970,4

Fonte dos dados: Faostat, 2006

Elaboração: Projeto Arroz Brasileiro

Arroz em casca Mundo

Área colhida nos dez principais países, 2002 a 2004 (em hectares)

País

2002

2003

2004

3. China

28.508.800

26.780.124

29.420.000

1.

Índia

40.410.000

44.000.000

42.500.000

Indonésia

11.521.166

11.477.357

11.752.651

Bangladesh

10.771.000

10.824.000

11.000.000

2. Vietnã

34.447.200

34.518.600

35.500.000

Tailândia

26.057.000

27.241.000

25.200.000

Mianmar

22.780.000

24.640.000

23.000.000

Filipinas

13.270.653

14.031.000

14.200.000

Brasil

3.145.870

3.186.820

3.731.500

Japão

1.688.000

1.665.000

1.650.000

Total mundial

147.577.674 152.241.469

153.256.605

Fonte dos dados: Faostat, 2006

Elaboração: Projeto Arroz Brasileiro

Total mundial 147.577.674 152.241.469 153.256.605 Fonte dos dados: Faostat, 2006 Elaboração: Projeto Arroz Brasileiro
Total mundial 147.577.674 152.241.469 153.256.605 Fonte dos dados: Faostat, 2006 Elaboração: Projeto Arroz Brasileiro
Total mundial 147.577.674 152.241.469 153.256.605 Fonte dos dados: Faostat, 2006 Elaboração: Projeto Arroz Brasileiro
Total mundial 147.577.674 152.241.469 153.256.605 Fonte dos dados: Faostat, 2006 Elaboração: Projeto Arroz Brasileiro

Arroz em casca Mundo

Produção nos dez principais países, 2002 a 2004 (em toneladas)

País

2002

2003

2004

1.

China

2.

Índia

3.

Indonésia

Bangladesh

Vietnã

Tailândia

Mianmar

Filipinas

9. Brasil

Japão Total mundial

176.342.195 162.304.280 186.730.000

108.900.000 130.400.000 124.400.000

51.489.696

52.078.832

53.100.104

37.593.000

39.090.000

37.910.000

34.447.200

34.518.600

35.500.000

26.057.000

27.241.000

25.200.000

22.780.000

24.640.000

23.000.000

13.270.653

14.031.000

14.200.000

10.457.100

10.319.900

13.356.300

11.111.000

9.740.000 11.400.000

571.075.822 586.248.413 608.496.284

Fonte dos dados: Faostat, 2006

Elaboração: Projeto Arroz Brasileiro

Solos

Solos

No Brasil, ele tem sido cultivado em áreas de pastagens degradadas

pois, tem boa tolerância a solos ácidos, sendo usado como meio de

recuperação desses solos.

Historicamente, o arroz de sequeiro apresenta baixos níveis de

produtividade e, sobretudo, qualidade dos grãos

inferior aos produzidos pelo processo irrigado.

Por isso, pesquisas recentes procuram produzir sementes para o cultivo de terras altas altamente produtivas e com qualidade de grão tão boa quanto a do arroz irrigado.

Atualmente, 13% dos campos de arroz do mundo cultivam esse tipo

de arroz entretanto, representam apenas 4-5% da produção total

mundial. Cerca de 20% do arroz de sequeiro do mundo é cultivado na

América Latina.

No Brasil, esse tipo de cultura, concentra-se na Região de Cerrado e,

apesar de ocupar cerca de 64% da área cultivada, responde por

apenas 39% da produção nacional. Diferentemente do arroz irrigado

que, ocupando apenas 40% da área cultivada é responsável por aproximadamente 60% da produção nacional.

Semeadura

Semeadura direta em covas (manual) : Densidade de 5 a 8

sementes por cova.Espaçamento 30 centímetros entre fileiras

e 20 centímetros entre covas. Quantidade de sementes : 50 a

60 quilos por hectare.

Semeadura direta em linhas ( mecânica):Densidade de 90 a

100 sementes por metro linear de sulco.Espaçamento: 30

centímetros entre fileiras.Quantidade de sementes: 100

quilos por hectare.

Semeadura a lanço ( sementes pré-germinadas):Recomenda-

se distribuir de 100 a 120 quilos por hectare de sementes

selecionadas.

As sementes deverão ficar submersas em água entre 24 e

Os principais sistemas de cultivo

Os principais sistemas de cultivo de arroz

irrigado são:

o sistema convencional,

plantio direto

pré-germinado

e transplante de mudas.

Convencional

Neste sistema o solo precisa ser preparado em duas etapas.

a) O preparo primário consiste em operações mais profundas, normalmente

realizadas com arado para o rompimento das camadas compactadas e

eliminação e/ou enterro de cobertura vegetal.

b) No preparo secundário, utiliza-se grades ou plainas para nivelar, destorroar,

destruir crostas superficiais, incorporar agroquímicos e eliminar plantas

daninhas no inicio do seu desenvolvimento. Neste sistema, a semeadura é realizada a lanço ou em linha.

Um aspecto importante que deve ser considerado no preparo do solo é o ponto

de umidade ideal.

a)

Solo muito úmido sofre danos físicos na estrutura (compactação no lugar onde trafegam as rodas do trator) e tende a aderir (principalmente em

solos argilosos) com maior força nos implementos agrícolas até o ponto

de inviabilizar a operação desejada.

b)

Solo muito seco, pode-se formar "torrões" difíceis de serem quebrados,

aumentando o número de operações e, conseqüentemente, aumentará o consumo de combustível e tempo, o que encarece o processo.

Plantio Direto

Neste sistema o solo não precisa ser previamente

preparado para receber a semente.

Abre-se um pequeno sulco (ou cova) de profundidade e largura suficientes para garantir

uma boa cobertura e contato da semente com o

solo sendo que, não mais que 25 ou 30% da

superfície do solo são movimentados.

Neste sistema também deve-se realizar o entaipamento (construção da infra-estrutura de

irrigação, drenagem e estradas)

Este sistema apresenta, menor custo de produção,

racionalização do uso dos insumos, melhor uso do

solo, menor necessidade de maquinário (menor

custo).

Pré-Germinado

Este sistema caracteriza-se pela semeadura de sementes pré-germinadas

em solo previamente inundado. No preparo do solo, há necessidade de formação de lama e o nivelamento e alisamento são realizados, normalmente, com o solo inundado.

A primeira fase do preparo do solo visa trabalhar a camada superficial para a

formação de lama, podendo ser realizada em solo seco com posterior

inundação ou em solo já inundado.

As principais técnicas utilizadas nessa fase envolvem:

· aração em solo úmido;

· aração seguida de destorroamento com grade de disco ou enxada

rotativa em solo seco, sendo a lama formada após a inundação utilizando-

se a enxada rotativa;

· uso de enxada rotativa sem aração, preferencialmente em solo

inundado, repetindo-se a operação, de modo a permitir a formação de

lama sem deixar restos de plantas daninhas. Uma alternativa para a

formação de lama é a utilização da roda de ferro tipo "gaiola", que oferece maior sustentação e deixa menos rastro das rodas do trator.

Pré-Germinado

A segunda fase compreende o renivelamento e o alisamento, após a formação

da lama, utilizando-se pranchões de madeira, com o intuito de tornar a

superfície lisa e nivelada, própria para receber a semente pré-germinada.

As operações descritas nestas duas fases foram desenvolvidas

principalmente para pequenas áreas. Em áreas mais extensas, vem se

buscando um sistema próprio de preparo do solo, que consiste das seguintes operações:

1. Uma ou duas arações em solo seco;

2. Uma ou duas gradagens, para destorrar o solo, tendo-se o cuidado

de não "pulverizá-lo", para que pequenos torrões impeçam o arraste de

sementes pelo vento;

3.

Aplainamento e entaipamento;

4.

Inundação da área com uma lâmina de, no máximo, 10 cm,

mantendo-a por, no mínimo, 15 dias antes da semeadura, para controlar o

arroz vermelho;

5.

Alisamento com pranchões de madeira;

6.

Semeadura das sementes pré-germinadas.

PAREI AQUI 25/08/2010

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PAREI AQUI 25/08/2010
PAREI AQUI 25/08/2010

Transplante de Mudas

Este método tem como principal objetivo a obtenção de sementes de alta qualidade,

realizado em linhas.

Transplante de Mudas

· Produção de mudas: as mudas podem ser

produzidas em caixas, com fundo perfurado, com as seguintes dimensões: 60 cm de comprimento x

30 cm de largura x 5 cm de altura (as medidas de

largura e comprimento das caixas, poderão variar

de acordo com o tipo de transplantadeira). O solo

a ser utilizado deve ser, preferencialmente, de textura franco arenosa, baixo teor de matéria

orgânica e livre de sementes nocivas.

Transplante de Mudas

Após peneirado, em malha de 5 mm, o solo

é colocado nas caixas numa espessura de 2,5

cm. São semeadas em torno de 300 g de sementes pré-germinadas por caixa e

cobertas com 1 cm de solo. Após a

semeadura, as caixas são irrigadas abundantemente, empilhadas e cobertas

com lona plástica por 2-4 dias, até a emergência das plântulas (esta fase é variável em função da temperatura).

Transplante de Mudas

Quando as plântulas iniciam a emergência,

as caixas espalhadas em um viveiro protegido

contra o ataque de pássaros e ratos são irrigadas diariamente, até a fase de duas

folhas (12-18 dias). Caso haja ocorrência de

doenças nas plântulas, estas devem ser controladas com a aplicação de fungicidas

específicos.

Transplantio:

O transplante é feito quando as mudas

alcançam 10-12 cm de altura (12-18 dias após

a semeadura). No momento de transplante, as caixas devem estar com umidade adequada,

para facilitar o desempenho da transplantadeira.

Esta operação deve ser realizada com área

previamente drenada.

Transplantio:

As transplantadeiras normalmente utilizadas, possuem um sistema de regulagem que

permite o plantio de 3 a 10 mudas por cova, espassamento de 14 a 22 cm entre covas e 30

cm entre linhas.

O rendimento médio de uma transplantadeira

com 6 linhas é em torno de 3.000 metros quadrados por hora de trabalho, sendo

necessárias 110-130 caixas de mudas/ha (30-

40 kg de sementes/ha).

Transplantio:

A inundação permanente deve ser evitada

por uns

mudas.

2

ou

3

dias, até o pegamento das

O preparo do solo, manejo da água, controle de

plantas daninhas, de pragas e doenças é

idêntico ao recomendado para o sistema pré-

germinado.

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Cultivares

As cultivares de arroz irrigado normalmente são classificadas em três tipos, conforme as

características fenotípicas da planta.

Cultivares

Tipo Tradicional: as plantas pertencentes a este grupo apresentam características como

porte alto, folhas longas e decumbentes, além

de serem menos exigentes em relação ao seu

cultivo (maior rusticidade). Os grãos podem

ser curtos, médios ou longos (com casca pilosa

ou não)

Cultivares

Tipo Intermediário: As plantas deste

grupo apresentam porte médio, com folhas

curtas, estreitas, semi-eretas e lisas. Os grãos

são longos, finos e cilíndricos, apresentando excelente qualidade culinária e grande

aceitação no mercado nacional e

internacional.

Cultivares

Tipo Moderno: são plantas de porte baixo, folhas curtas e eretas, pilosas ou lisas.

Apresentam colmos curtos e fortes, alta capacidade de perfilhamento e elevado

potencial produtivo.

Ciclo/Maturação

Quanto ao ciclo:

Ciclo/Maturação

Quanto ao ciclo:

no Rio Grande do Sul, entre super-precoce

(<100 dias), precoce ( 110-120 dias), médio

(121-130 dias) e semi-tardio ( >130dias).

Ciclo/Maturação

Quanto ao ciclo:

Em Santa Catarina e no Mato Grosso do Sul e

nos demais estados produtores, o ciclo é definido como precoce (< 120 dias), médio

(121-135 dias), semi-tardio (136-150 dias) e

tardio (> 150 dias).

MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO

POR ESCOAMENTO SOBRE A SUPERFÍCIE DO

SOLO

De que se trata?

Nos métodos de irrigação por escoamento

sobre a superfície, a água é trazida por canais ou tubos até a parte mais alta da área de cultivo e daí é

distribuída, escoando diretamente sobre o solo.

MODALIDADES:

Sulcos;

Faixas;

Retenção em bacias de inundação.

BACIAS DE INUNDAÇÃO (ARROZ)

BACIAS DE INUNDAÇÃO (ARROZ)

IRRIGAÇÃO POR ESCOAMENTO EM SULCOS

IRRIGAÇÃO POR ESCOAMENTO EM SULCOS

IRRIGAÇÃO POR ESCOAMENTO EM FAIXAS

IRRIGAÇÃO POR ESCOAMENTO EM FAIXAS DISTRIBUIÇÃODISTRIBUIÇÃO DEDE ÁGUAÁGUA EMEM FAIXASFAIXAS IRRIGAÇÃOIRRIGAÇÃO

DISTRIBUIÇÃODISTRIBUIÇÃO DEDE ÁGUAÁGUA

EMEM FAIXASFAIXAS

EM FAIXAS DISTRIBUIÇÃODISTRIBUIÇÃO DEDE ÁGUAÁGUA EMEM FAIXASFAIXAS IRRIGAÇÃOIRRIGAÇÃO EMEM FAIXASFAIXAS

IRRIGAÇÃOIRRIGAÇÃO EMEM FAIXASFAIXAS

ÁREAS RECOMENDADAS PARA IRRIGAÇÃO POR ESCOAMENTO

SOBRE A SUPERFÍCIE

PARA IRRIGAÇÃO POR ESCOAMENTO SOBRE A SUPERFÍCIE Zonas de bacias hidrográficas onde há água abundante,

Zonas de bacias hidrográficas onde há água abundante,

solo argiloso e relevo plano.

ÁREAS UTILIZADAS PARA IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO EM

ALGUMAS PARTES DO MUNDO

ÁREAS UTILIZADAS PARA IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO EM ALGUMAS PARTES DO MUNDO RELEVO PLANO????

RELEVO PLANO????

ÁREAS UTILIZADAS PARA IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO EM

ALGUMAS PARTES DO MUNDO

ÁREAS UTILIZADAS PARA IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO EM ALGUMAS PARTES DO MUNDO RELEVO PLANO????

RELEVO PLANO????

ÁREAS UTILIZADAS PARA IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO EM ALGUMAS PARTES DO MUNDO

ÁREAS UTILIZADAS PARA IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO EM ALGUMAS PARTES DO MUNDO RELEVO PLANO????

RELEVO PLANO????

Em áreas de relevo ondulado

É necessária uma conformação

(também denominada nivelamento ou

aplainamento) de faixas de terra nas encostas, para formar bacias onde a lâmina de água tem pequena variação de altura,

permitindo o cultivo do arroz irrigado por inundação.

MODALIDADES DE IRRIGAÇÃO EM BACIAS DE

INUDAÇÃO

Irrigação por inundação em bacias:

•• InundaçãoInundação intermitenteintermitente

Indicada para espécies que necessitam de solo bem aerado.

•• InundaçãoInundação contínuacontínua

Indicada para espécies que toleram solos inundados permanentemente.

MANEJO INTERMITENTE

1. A bacia é inundada;

2. Controla-se o tempo durante o qual a água permanece sobre o solo para que ocorra a infiltração de uma quantidade suficiente para umedecer a zona explorada

pelas raízes;

3. A bacia é drenada.

MANEJO DA INUNDAÇÃO

No manejo intermitente, o espelho d’água deve

ser formado rapidamente.

Recomenda-se que o tempo para enchimento

da quadra não exceda ¼ do tempo total de irrigação.

O tempo total de irrigação é aquele necessário para que a zona do perfil explorada pelas raízes seja

umedecida.

IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO INTERMITENTE

IRRIGAÇÃO POR INUNDAÇÃO INTERMITENTE No manejo intermitente, a lâmina de água permanece dentro da quadra apenas

No manejo intermitente, a lâmina de água permanece dentro da

quadra apenas até a frente de molhamento umedecer toda a zona

do perfil do solo ocupada pelas raízes, devendo ser drenada após este tempo.

INUNDAÇÃO CONTÍNUA (ARROZ)

QUADRAS, TABULEIROS OU BACIAS DE INUNDAÇÃO

O procedimento consiste em inundar uma

parcela da superfície do solo cercada por diques

(taipas), que irá constituirconstituir umauma unidadeunidade independenteindependente nono queque sese refererefere aoao manejomanejo dada águaágua

A água represada infiltra, umedecendo a zona onde se encontram as raízes das plantas cultivadas,

promovendo a elevação do nível freático.

inundação

permanece com uma lâmina de água controlada na

maior parte do tempo.

Por

várias

razões,

bacia

de

a

QUADRA DE INUNDAÇÃO

Dique ou Taipa Espelho d’água
Dique ou Taipa
Espelho d’água

QUADRA DE INUNDAÇÃO

QUADRA QUADRA ESTRADA
QUADRA
QUADRA
ESTRADA

INUNDAÇÃO CONTÍNUA

No manejo contínuo, típico da cultura do

arroz, o espelho d’água pode permanecer por

todo o ciclo da cultura, auxiliando no controle das plantas espontâneas.

Dependendo da tradição local, pode haver curtos períodos de drenagem durante o

ciclo. Aproximadamente um mês antes da

colheita a água é retirada para que o solo esteja

em condições de receber as máquinas para a

colheita.

CARACTERÍSTICAS DAS QUADRAS DE

INUNDAÇÃO

As quadrasquadras dede inundaçãoinundação podem apresentar

formas e tamanhos diferentes em cada região,

conforme o costumecostume locallocal, a tecnologiatecnologia dede

produçãoprodução adotadaadotada e se são construídos totalmentetotalmente

planosplanos ouou comcom desníveldesnível emem seuseu interiorinterior.

Recomenda-se construí-las com forma

alongada para melhorar o desempenho

operacional das máquinas de preparo do solo e

colheita.

CARACTERÍSTICAS DAS QUADRAS DE INUNDAÇÃO

CARACTERÍSTICAS DAS QUADRAS DE INUNDAÇÃO Seja para quadras retilíneas ou em contorno, a recomendação é que
CARACTERÍSTICAS DAS QUADRAS DE INUNDAÇÃO Seja para quadras retilíneas ou em contorno, a recomendação é que

Seja para quadras

retilíneas ou em contorno,

a recomendação é que o

comprimento seja maior

que a largura, para

aumentar a eficiência no

uso das máquinas.

FORMAS DE CONSTRUÇÃO DAS QUADRAS

1. Em contorno, com desnível:

OO campocampo éé divididodividido emem faixasfaixas dede larguralargura

variávelvariável porpor diquesdiques paralelosparalelos ouou emem contornocontorno;; aa

águaágua éé fornecidafornecida atravésatravés dede comportascomportas ouou sifõessifões

localizadoslocalizados emem canaiscanais dede irrigaçãoirrigação situadossituados

geralmentegeralmente nana parteparte maismais altaalta dodo terrenoterreno

EmEm algumasalgumas regiõesregiões éé costumecostume desmanchardesmanchar

osos diquesdiques

formaforma ee oo

tamanhotamanho dasdas quadrasquadras dependedepende dada declividadedeclividade dada

áreaárea

solo,solo,

durantedurante

aa

dodo

oo

preparopreparo

AA

reconstruindoreconstruindo--osos

cadacada

safrasafra

QUADRAS EM CONTORNO

QUADRAS EM CONTORNO

QUADRAS EM CONTORNO TEMPORÁRIAS

QUADRAS EM CONTORNO TEMPORÁRIAS Quadras em contorno com desnível no Rio Grande do Sul

Quadras em contorno com desnível no Rio Grande

do Sul

QUADRAS EM CONTORNO TEMPORÁRIAS

QUADRAS EM CONTORNO TEMPORÁRIAS Quadras em desnível no RS - erosão

Quadras em desnível no RS - erosão

CONSTRUÇÃO DAS TAIPAS:

CONSTRUÇÃO DAS TAIPAS: ENTAIPADORA No manejo com quadras temporárias, as taipas duram apenas uma safra e

ENTAIPADORA

CONSTRUÇÃO DAS TAIPAS: ENTAIPADORA No manejo com quadras temporárias, as taipas duram apenas uma safra e
CONSTRUÇÃO DAS TAIPAS: ENTAIPADORA No manejo com quadras temporárias, as taipas duram apenas uma safra e

No manejo com quadras temporárias, as taipas duram apenas uma safra e depois são desmanchadas. O preparo do solo aconteça no seco e em

área total.

TAMANHO DAS QUADRAS

A forma

tamanho

das

e

depende da declividade da área.

o

quadras

Quanto maiores forem as quadras,

menor será a área total de plantio perdida

com a construção de diques.

É comum encontrar-se quadras com área em torno de 1 a 2 hectares em locais de

uso recente. Nas glebas em uso há muito

tempo, talvez pela dificuldade em obter

máquinas de maior porte na ocasião, há

quadras de tamanho menor.

DESNÍVEL DENTRO DAS QUADRAS

Para que a altura do espelho d’água

formado seja uniforme (lâmina de água de altura semelhante em todos os pontos), a

quadra deve ter o menor desnível possível em

seu interior.

Recomenda-se que o desnível dentro da

quadra não ultrapasse 2/3 da lâmina de água

adotada para a espécie de arroz cultivada.

Exemplo: Lâmina média recomendada = 12 cm.

O desnível máximo recomendável dentro da

DESNÍVEL DENTRO DAS QUADRAS

8 12 cm cm 16 cm 8 cm
8
12 cm
cm
16 cm
8
cm

Respeitar o limite de 2/3 da lâmina média

recomendada.

TABULEIROS PERMANENTES

São construídos em áreas que recebem

um trabalho de nivelamento para ficarem planas.

são

permanentes, ou seja, o tabuleiro não

desmanchado por ocasião do preparo do solo.

é

Os

diques

que

os

cercam

zzzzzTABULEIROS PERMANENTES

zzzzzTABULEIROS PERMANENTES Tabuleiros em relevo plano

Tabuleiros em relevo

plano

TABULEIROS PERMANENTES

TABULEIROS PERMANENTES Tabuleiros permanentes em relevo acidentado
TABULEIROS PERMANENTES Tabuleiros permanentes em relevo acidentado

Tabuleiros permanentes em relevo acidentado

Conteúdo

1.

O mercado de arroz no Brasil e no mundo

2.

Política para o setor orizicultor e estratégias de comercialização

3.

Variáveis-chave para a competitividade do

setor

1 - O mercado de arroz no Brasil e no mundo

Cultivo de arroz em todo território nacional:

avanço nas fronteiras agrícolas

IBGE (2005): arroz é a 4 a. atividade agropecuária em valor da produção

FAO (2005): Brasil é o 9 o. maior produtor mundial de arroz (2,2% total mundial) - o 1 o fora da Ásia

PRODUÇÃO NO BRASIL

Em 1990: produção de 7.420.931 toneladas

Em 2004: 13.276.841 toneladas

Dois sistemas básicos: irrigado e sequeiro

Perfil dos estados produtores

Rio Grande do Sul

Mato Grosso

Santa Catarina

Crescimento em outros Estados: PA, TO, MA

Evolução da produção brasileira de

arroz

FIGURA 1- Participação de alguns estados na produção brasileira de

arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB)

2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%
2% 3%
18%
10%
5%
5%
8%
7%
42%

PAbrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

TObrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

MAbrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

MTbrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

GObrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

MGbrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

SCbrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

RSbrasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7% 42%

OUTROSprodução brasileira de arroz. Safra 1990/91 (Fonte: CONAB) 2% 3% 18% 10% 5% 5% 8% 7%

Evolução da produção brasileira de

arroz

FIGURA 2 - Participação dos principais estados

arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB)

4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%
4%
11%
4%
6%
16%
3%
46%
2%
8%

PAprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

TOprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

MAprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

MTprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

GOprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

MGprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

SCprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

RSprincipais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2% 8%

OUTROSdos principais estados arroz. Safra 2004/05 (Fonte: CONAB) 4% 11% 4% 6% 16% 3% 46% 2%

1998/99

1997/98

1992/93

2002/03

1995/96

1993/94

2003/04

1991/92

1994/95

2001/02

2004/05

1999/2000

1996/97

1990/91

2000/01

Produção, em mil toneladas

14.000,0

12.000,0

10.000,0

8.000,0

6.000,0

4.000,0

2.000,0

-

RS BRASIL

RS

RS BRASIL

BRASIL

2000/01 Produção, em mil toneladas 14.000,0 12.000,0 10.000,0 8.000,0 6.000,0 4.000,0 2.000,0 - RS BRASIL Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 14.000,0 12.000,0 10.000,0 8.000,0 6.000,0 4.000,0 2.000,0 - RS BRASIL Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 14.000,0 12.000,0 10.000,0 8.000,0 6.000,0 4.000,0 2.000,0 - RS BRASIL Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 14.000,0 12.000,0 10.000,0 8.000,0 6.000,0 4.000,0 2.000,0 - RS BRASIL Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 14.000,0 12.000,0 10.000,0 8.000,0 6.000,0 4.000,0 2.000,0 - RS BRASIL Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 14.000,0 12.000,0 10.000,0 8.000,0 6.000,0 4.000,0 2.000,0 - RS BRASIL Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 14.000,0 12.000,0 10.000,0 8.000,0 6.000,0 4.000,0 2.000,0 - RS BRASIL Fonte:

Fonte: Conab

1997/98

1998/99

1992/93

2002/03

1995/96

1999/2000

1993/94

2003/04

1991/92

1994/95

2001/02

2004/05

1996/97

1990/91

2000/01

Produção, em mil toneladas

7.000,0

6.000,0

5.000,0

4.000,0

3.000,0

2.000,0

1.000,0

-

MT RS

MT

MT RS

RS

2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:
2000/01 Produção, em mil toneladas 7.000,0 6.000,0 5.000,0 4.000,0 3.000,0 2.000,0 1.000,0 - MT RS Fonte:

Fonte: Conab

Porcentagem (%) sobre a Produção Brasileira, por

macroregião

SU CO NO NE SE

SU

SU CO NO NE SE

CO

SU CO NO NE SE

NO

SU CO NO NE SE

NE

SU CO NO NE SE

SE

2,58 9,78 10,39 18,44
2,58
9,78
10,39
18,44

58,82

Porcentagem (%) sobre a produção da respectiva

macroregião

Fonte: Conab

(2004), extraído

Silva (2004)

RS MT PA MA MG 64,80 84,36 64,56 76,03
RS
MT
PA
MA
MG
64,80
84,36
64,56
76,03

38,20

1999/2000

1998/99

1997/98

1992/93

2002/03

1995/96

1993/94

2003/04

1991/92

1994/95

2001/02

2004/05

1996/97

1990/91

2000/01

Área , em mil hectares

MT RS

MT

MT RS

RS

1.200,0

1.000,0

800,0

600,0

400,0

200,0

-

2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0
2004/05 1996/97 1990/91 2000/01 Área , em mil hectares MT RS 1.200,0 1.000,0 800,0 600,0 400,0

Fonte: Conab

Evolução da produtividade brasileira

1990 2004

1990

1990 2004

2004

Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990

7.000

Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990
Evolução da produtividade brasileira 1990 2004 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 RS 1990

6.000

5.000

4.000

3.000

2.000

1.000

0

RS

1990

4.576

MT

1.184

0 RS 1990 4.576 MT 1.184 SC 3.730 BR (Média) 1.880 2004 6.070 2.949 6.706 3.556

SC

3.730

BR (Média)

1.880

2004 6.070 2.949 6.706 3.556

2004

6.070

2.949

6.706

3.556

Fonte: IBGE

1998/99

1997/98

1992/93

2002/03

1995/96

1993/94

2003/04

1991/92

1994/95

2001/02

2004/05

1999/2000

1996/97

1990/91

2000/01

Produtividade, em kg/ha

MT RS BRASIL

MT

MT RS BRASIL

RS

MT RS BRASIL

BRASIL

7.000

6.000

5.000

4.000

3.000

2.000

1.000

-

1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000
1996/97 1990/91 2000/01 Produtividade, em kg/ha MT RS BRASIL 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000

Fonte: Conab

PRODUÇÃO MUNDIAL

Em 2003/2004: 389,5 milhões de toneladas de

arroz

Área plantada: praticamente constante; avanços em produtividade

Ásia: mais de 90% da produção mundial

China, Índia e Indonésia

Crescimento da produção limitado pela falta de água, terras e de mão-de-obra (urbanização)

CONSUMO DE ARROZ

Consumo estagnado no Brasil

Busca de alternativas de consumo

Mundo: crescimento consumo associado a crescimento da população

Consumo de arroz polido no Brasil (Fonte: Ferreira et al, 2005)

Década 30 40 50 60 70 80 90 Consumo (kg/habitante/ano) 33 47 59 75 75

Década

30

40

50

60

70

80

90

Consumo (kg/habitante/ano)

33

47

59

75

75

75

73

COMÉRCIO INTERNACIONAL

Cerca de 6% da produção mundial de arroz é

comercializada internacionalmente: concentração na

Ásia

Grande instabilidade nos volumes e preços no comércio internacional

Principais importadores: Extremo Oriente, África e

Oriente Médio

Oportunidade: na África e Oriente Médio crescimento

da produção é menor que o do consumo (Del Villar &

Ferreira, 2004)

Principais exportadores: Tailândia, Vietnã, Índia,

EUA e China = mais de 75% do volume mundial

Dificuldades no comércio externo

Competição acirrada entre países

Preços internacionais descendentes

Há diferenças qualitativas no arroz demandado

Falta de acordos internacionais

Protecionismo: argumento da segurança alimentar

Subsídios

Tarifas elevadas

Exemplo: Japão!

BRASIL: perfil das importações

Tradicionalmente, importador-líquido

O arroz importado ao longo da década de 90: semibranqueado, polido e brunido e o

arroz em casca (1998,1999 e 2003)

Artifícios para regular o preço no mercado

interno - RS

Principais fornecedores: Uruguai,

Argentina, EUA

US$

Ton

Importações brasileiras de arroz

(1996-2004)

Importação de Arroz (total) período de 1996 à 2004

1.600.000,00 600000 1.400.000,00 500000 1.200.000,00 400000 1.000.000,00 800.000,00 300000 600.000,00 200000
1.600.000,00
600000
1.400.000,00
500000
1.200.000,00
400000
1.000.000,00
800.000,00
300000
600.000,00
200000
400.000,00
100000
200.000,00
-
0
1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004
Ton
Mil US$

Importações Brasileiras de arroz em casca, por país de

origem, em T

500.000

450.000

400.000

350.000

300.000

250.000

origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA

200.000

150.000

100.000

50.000

0

Argentina

Argentina

Argentina EUA

EUA

ParaguaiArgentina EUA 2001 2002 2003 2004 177.798 121.783 43.840 47.824 6.523 466.561 61.985

Argentina EUA Paraguai 2001 2002 2003 2004 177.798 121.783 43.840 47.824 6.523 466.561
Argentina EUA Paraguai 2001 2002 2003 2004 177.798 121.783 43.840 47.824 6.523 466.561
Argentina EUA Paraguai 2001 2002 2003 2004 177.798 121.783 43.840 47.824 6.523 466.561

2001

2002

2003

2004

177.798

121.783

43.840

47.824

6.523

466.561

61.985

11.890

7.797

1.487

11.595

Uruguai 30.022 84.998 138.263 92.773
Uruguai 30.022 84.998 138.263 92.773
Uruguai 30.022 84.998 138.263 92.773
Uruguai 30.022 84.998 138.263 92.773

Uruguai

30.022

84.998

138.263

92.773

Fonte: Secex, extraído Conab

Importações brasileiras do arroz beneficiado, por país

de origem, em T

500.000

450.000

400.000

350.000

300.000

250.000

origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA
origem, em T 500.000 450.000 400.000 350.000 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 Argentina EUA

200.000

150.000

100.000

50.000

0

Argentina

Argentina

Argentina EUA

EUA

Paraguai

Argentina EUA Paraguai 2001 2002 2003 2004 65.214 57.842 143.072 213.643 612 320 5.968
Argentina EUA Paraguai 2001 2002 2003 2004 65.214 57.842 143.072 213.643 612 320 5.968
Argentina EUA Paraguai 2001 2002 2003 2004 65.214 57.842 143.072 213.643 612 320 5.968

2001

2002

2003

2004

65.214

57.842

143.072

213.643

612

320

5.968

233

2.970

2.079

1.998

3.840

53
53
53

53

Uruguai

475.892

53 50.794 130.378 346.755 421.436

53

50.794

130.378

346.755

421.436

53 Uruguai 475.892 53 50.794 130.378 346.755 421.436 Tailândia 324.389 Vietnan 11.000 27.000
53 Uruguai 475.892 53 50.794 130.378 346.755 421.436 Tailândia 324.389 Vietnan 11.000 27.000

Tailândia

324.389

Vietnan

11.000

27.000

Fonte:Secex, extraído Conab

Brasil: exportações e potencial

Década de 90: exportações oscilam bastante

Concentram-se em arroz quebrado

Destino: países mais pobres

Desafios no mercado internacional:

Qualidade

Protecionismo

Evolução das Exportações Brasileiras

Exportação de Arroz (total) 1996 à 2004 80000 18000 16000 70000 14000 60000 12000 50000
Exportação de Arroz (total) 1996 à 2004
80000
18000
16000
70000
14000
60000
12000
50000
10000
40000
8000
30000
6000
20000
4000
10000
2000
0
0
1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004
Ton
mil US$
Ton
US$

Exportações Brasileiras, em ton

Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em

35.000

Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em
Exportações Brasileiras, em ton 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 0 Arroz Beneficiado Arroz em

30.000

25.000

20.000

15.000

10.000

5.000

0

Arroz Beneficiado

0 Arroz Beneficiado

Arroz em casca

Arroz Partido

Farelo de arroz

Beneficiado Arroz em casca Arroz Partido Farelo de arroz 2003 2004 7.913 5.801 1 11.521 191

2003

20042003 7.913 5.801

7.913

5.801

1

11.521

191

71

30.870

215

1 11.521 191 71 30.870 215
2003 2004 7.913 5.801 1 11.521 191 71 30.870 215

Fonte: Secex, extraído Conab

Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton

0

Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Saldo da Balança Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000
Farelo de arroz 59 -1
Farelo de arroz 59 -1

Farelo de arroz

59

-1

Comercial Brasileira, em ton 0 Farelo de arroz 59 -1 100.000 -100.000 -200.000 -300.000 -400.000 -500.000

100.000

-100.000

-200.000

-300.000

-400.000

-500.000

-600.000

-700.000

-800.000

Arroz Beneficiado

Arroz em casca

2003 -631.060

-650.151

Arroz Partido

6.885

Arroz Beneficiado Arroz em casca 2003 -631.060 -650.151 Arroz Partido 6.885 2004 -701.068 -214.226 25.279
2004 -701.068 -214.226 25.279

2004 -701.068

-214.226

25.279

2004 -701.068 -214.226 25.279

Fonte: Secex, extraído Conab

Concentração Industrial

Indústrias e cooperativas beneficiadoras de arroz

RS: processo de concentração

2002/2003: 296 unidades industriais mas, menos de

10% em número representam mais de 60% do volume

beneficiado.

IRGA (2004): 383 engenhos na safra 1996/97

Em 1993 as 10 maiores empresas do estado tinham

uma participação no mercado de 31 %; em 1996, 39%;

Estudo de Kayser & Rucatti (2003): em 2002, as 10

maiores coom 45,3% do total beneficiado no RS.

Concentração na indústria gaúcha

Concentração das empresas de beneficiamento de arroz no Rio Grande do Sul, em 2002

Beneficiamento (%)

Classes Nº empresas

Classes

Nº empresas

Percentual (%)

Percentual (%)
Intervalo de Nº No classes Acumulado Acumulado CLASSES Intervalo (sacos/ano*) 0 até 15.000 1 124
Intervalo de
No
classes
Acumulado
Acumulado
CLASSES
Intervalo
(sacos/ano*)
0 até 15.000
1
124
15.000 até
2
173
50.000
50.000 até
3
209
150.000
150.000 até
4
247
300.000
300.000
até
5
265
500.000
500.000
até
6
283
1.000.000
Mais de
7
299
1.000.000

No

intervalo

No intervalo
No intervalo
   
   
 
   
 

58,59

124

49

36

38

18

18

16

Simples

41,47

%

16,39

%

12,04

%

12,71

%

6,02%

6,02%

5,35%

41,47%

57,86%

69,90%

82,61%

88,63%

94,65%

100,00%

Acumulado

0,57

2,51

6,40

16,52

24,59

41,41

100,00

Fonte: TAXA CDO/IRGA; Elab.: Equipe de Política Setorial

Fonte: TAXA CDO/IRGA; Elab.: Equipe de Política Setorial

Fonte: TAXA CDO/IRGA; Elab.: Equipe de Política Setorial

* s acos em casca

Preços de arroz

Preço arroz irrigado vs. Preço arroz de terras altas

Preço arroz casca vs. Preço arroz varejo

Preços em reais vs. Preços em dólar

jul/03

jul/00

jul/04

mar/03

mai/03

jul/02

mar/00

jan/03

mai/00

mar/04

jan/00

mai/04

mar/02

mar/05

mai/02

nov/03

jan/04

jan/05

jan/02

nov/00

set/03

nov/04

set/00

nov/02

set/04

set/02

jul/01

mar/01

mai/01

jan/01

nov/01

set/01

Preços nominal e real do arroz em casca em R$ por saca de 50 kg e preço nominal em US$.

Janeiro/2000- Março/2005

Preço Nominal Preço real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$

Preço Nominal

Preço Nominal Preço real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$

Preço real (Março/05) IGP-DI

Preço Nominal Preço real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$

Preço Nominal US$

50,00

45,00

40,00

35,00

30,00

25,00

20,00

15,00

10,00

5,00

0,00

real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00
real (Março/05) IGP-DI Preço Nominal US$ 50,00 45,00 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00

Fonte: Irga

2 - Política para o setor orizícola e

estratégias de comercialização

Políticas públicas

Estratégias de comercialização

Legislação nacional qualidade e classificação

CRÉDITO PARA CUSTEIO

Recursos para custeio importância do Banco

do Brasil no financiamento

Políticas de comercialização

Instrumentos gerais:

Contrato de opção de venda

Recompra ou repasse de contrato de opção de

venda

Prêmio e Valor de Escoamento de Produto (PEP e VEP)

LEGISLAÇÃO NACIONAL: qualidade

e classificação

Referência: Portaria n o 269/88 do Ministério da Agricultura:

Definições

Classificação

Tipo 1: hoje, no mercado, fala-se em arroz Tipo 1

Premium, superior e outras designações para produtos

de melhor qualidade

?????????

3 - Variáveis-chave para a competitividade do setor

Desenvolvimento tecnológico

Qualidade

Variedade

Redução nos custos de produção

Alternativas para consumo doméstico

Estratégias

Novos instrumentos de financiamento e comercialização

Novos mercados e produtos

Qualidade e classificação

Registros na literatura e levantamentos de campo:

uma das dificuldades do SAG do Arroz no Brasil é

a baixa diferenciação do produto e uma

classificação baseada em atributos extrínsecos (%

de grãos quebrados)

Classificação oficial do governo para o arroz não

acompanha as mudanças do mercado

Importância da escolha cultivares e sistemas de

produção na produção

Qualidade irrigado vs. terras altas

No passado recente: grande diferença entre a

qualidade do arroz irrigado e de terras altas.

Havia complementaridade no abastecimento nacional e quase inexistência de concorrência

mercados diferenciados

Atualmente: diferença de qualidade caiu

Há maior grau de concorrência entre os dois

Incentivos para a qualidade via preço Experiência no RS

Pagamento por menor teor de umidade

Pagamento por variedade

Pagamento por uma menor proporção de Defeitos Gerais Agregados (DGA) do que o limite legal permitido

Prêmios por maior número de inteiros e por renda

Custos

RS: Custos de arrendamento de terra e água,

energia e sistematização de áreas

MT: diversidade de sistemas de produção, mas,

em contrapartida, diluição de itens de custo pela

dinâmica agrícola (com outras culturas e/ou

pecuária)

Desafios nos dois Estados (Del Villar et al, 2004):

RS: reduzir custos

MT: melhorar qualidade

Frete: RS x MT

Relação de troca FERTILIZANTES x PRODUTO

40,00

2000 2001 2002 2003 2004 35,80 33,40 29,00 23,20 23,80 30,60 30,00 26,50 21,90
2000 2001 2002 2003 2004 35,80 33,40 29,00 23,20 23,80 30,60 30,00 26,50 21,90
2000 2001 2002 2003 2004 35,80 33,40 29,00 23,20 23,80 30,60 30,00 26,50 21,90
2000 2001 2002 2003 2004 35,80 33,40 29,00 23,20 23,80 30,60 30,00 26,50 21,90
2000 2001 2002 2003 2004 35,80 33,40 29,00 23,20 23,80 30,60 30,00 26,50 21,90

2000

2001

2002

2003

2004

35,80

33,40

29,00

23,20

23,80

30,60

30,00

26,50

21,90

27,00

35,00

30,00

25,00

20,00

15,00

10,00

5,00

0,00

0,00
0,00 Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)
0,00 Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)

Arroz Sequeiro (60 kg)

Arroz Irirgado (50 kg)Arroz Sequeiro (60 kg)

Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)
Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)

Fonte: Deral, extraído Conab

Quantidade de arroz para adquirir 1 tonelada de fertilizante

Relações de troca FERTILIZANTES x PRODUTO

40,00

35,00

30,00

25,00

20,00

15,00

10,00

5,00

0,00

PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
PRODUTO 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04

mai/04

jun/04

jul/04

ago/04

set/04

out/04

nov/04

dez/04

jan/05

fev/05

mar/05

abr/05

mai/05

Arroz Sequeiro (60 kg) mai/04 jun/04 22,10 23,40

Arroz Sequeiro (60 kg)

mai/04

jun/04

22,10

23,40

jul/04 ago/04 set/04 out/04 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 abr/05 mai/05 24,70 25,10 25,80 25,90
jul/04
ago/04
set/04
out/04
nov/04
dez/04
jan/05
fev/05
mar/05
abr/05
mai/05
24,70
25,10
25,80
25,90
27,30
29,60
30,30
31,70
29,40
30,10
34,10
28,10
28,00
28,50
30,60
30,70
32,40
35,60
36,40
34,90
33,50
36,10
Arroz Irirgado (50 kg) 24,60 28,10

Arroz Irirgado (50 kg)24,60 28,10

24,60

28,10

Fonte: Deral, extraído Conab

Quantidade de arroz para adquirir 1 tonelada de

fertilizante

Relação de troca Colheitadeira x PRODUTO

10.000

9.000

8.000

7.000

6.000

5.000

4.000

3.000

2.000

1.000

2000 2001 2002 2003 2004 9.436 8.693 7.667 6.532 7.496 8.384 8.001 7.203 6.217
2000 2001 2002 2003 2004 9.436 8.693 7.667 6.532 7.496 8.384 8.001 7.203 6.217
2000 2001 2002 2003 2004 9.436 8.693 7.667 6.532 7.496 8.384 8.001 7.203 6.217
2000 2001 2002 2003 2004 9.436 8.693 7.667 6.532 7.496 8.384 8.001 7.203 6.217
2000 2001 2002 2003 2004 9.436 8.693 7.667 6.532 7.496 8.384 8.001 7.203 6.217

2000

2001

2002

2003

2004

9.436

8.693

7.667

6.532

7.496

8.384

8.001

7.203

6.217

8.392

0

0
0 Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)
0 Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)

Arroz Sequeiro (60 kg)

Arroz Irirgado (50 kg)Arroz Sequeiro (60 kg)

Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)
Arroz Sequeiro (60 kg) Arroz Irirgado (50 kg)

Fonte: Deral, extraído Conab

kg) Arroz Irirgado (50 kg) Fonte: Deral, extraído Conab Quantidade de arroz necessária para adquirir 1

Quantidade de arroz necessária para adquirir 1 colheitadeira

Relações de troca COLHEITADEIRA x PRODUTO

14.000

12.000

10.000

8.000

6.000

4.000

2.000

0

x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04
x PRODUTO 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000 2.000 0 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04

mai/04

jun/04

jul/04

ago/04

set/04

out/04

nov/04

dez/04

jan/05

fev/05

mar/05

abr/05

mai/05

Arroz Sequeiro (60 kg) mai/04 jun/04 7.113 7.300

Arroz Sequeiro (60 kg)

mai/04

jun/04

7.113

7.300

jul/04 ago/04 set/04 out/04 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 abr/05 mai/05 7.594 7.718 7.985 7.966
jul/04
ago/04
set/04
out/04
nov/04
dez/04
jan/05
fev/05
mar/05
abr/05
mai/05
7.594
7.718
7.985
7.966
8.419
9.026
9.451
10.318
9.780
10.362
11.867
8.626
8.597
8.737 9.263
9.245 9.658
10.786
11.343 11.203
11.145 12.102
Arroz Irirgado (50 kg) 7.869 8.759

Arroz Irirgado (50 kg)7.869 8.759

7.869

8.759

Fonte: Deral, extraído Conab

Quantidade de arroz necessária para adquirir 1 colheitadeira

ARMAZENAGEM

Sistema de armazenagem

Problemas de distribuição geográfica dos silos

e armazéns

Falta de estrutura de secagem e armazenagem

na propriedade rural desvantagem no RS

leva à entrega do arroz “em depósito”

Problemas de qualidade do produto

armazenado: custo elevado produto com

classificações diferentes

Tributação

ICMS: Guerra Fiscal

Proposta para alíquota única

“Funrural”

Recente isenção do PIS/COFINS

Ausência de tributação sobre a entrada de arroz importado do Mercosul

CDO somente no RS*

Questões ambientais

Avanço em áreas de florestas

desmatamento

Licenciamento ambiental irrigação

Novos cenários

Reflexões finais

Competição do MT com RS nos principais

mercados consumidores

Mudança do eixo produtor?

Mudança do status do Brasil: de importador para exportador de arroz?

Consumo brasileiro

Planejamento para o setor

Principais Espécies de Invasoras

Existem diferentes plantas invasoras que

podem estar presentes na lavoura de arroz,

variando conforme a região de plantio e manejo utilizado.

variando conforme a região de plantio e manejo utilizado. • Duas espécies são predominantes: – o

Duas espécies são predominantes:

o capim arroz

e o arroz vermelho.

predominantes: – o capim arroz – e o arroz vermelho. A seguir apresenta-se uma tabela com

A seguir apresenta-se uma tabela com as principais espécies de plantas invasoras

Principais Espécies de Invasoras

Nome científico

Família

Nome Popular

Ciclo

Reprodução

Aeschynomenes rudis

Fabaceae

Angiquinho

Anual

Sementes