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AUDITORIA CONTABIL

AUDITORIA

TECNICA CONTABIL CONSTITUIDA POR UM CONJUNTO DE PROCEDIMENTO TECNICOS SISTEMATIZADOS,PARA


OBTENÇÃO E AVALIAÇÃO DE EVIDENCIAS SOBRE A SINFORMAÇÕES CONTIDAS NA DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DE
UMA EMPRESA.
QUAL SUA FINALIDADE É AUMENTAR O GRAU DE CONFIANÇA NAS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS POR PARTE DOS
USUARIOS.ISSO É ALCANÇADO MEDIANTE A EXPRESSÃO DE UMA OPINIÃO PELO AUDITOR SOBRE SE AS
DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS FORAM ELABORADAS,EM TODOS OS ASPECTOS RELEVATES,EM CONFORMIDADE COM
UMA ESTRUTURA DE UM RELATORIO FINANCEIRO APLICAVEL.
O AUDITOR CONSEGUE TER UMA SEGURANÇA RAZOAVEL DE QUE NÃO A UMA DISTORÇÃO RELEVANTE NA
DEMONSTRAÇÃO CONTABIL.
TIPOS DE AUDITORIA CONTABIL:DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS; CONFORMIDADE; OPERACIONAL; FISCAL;
AMBIENTAL; GOVERNAMENTAL;INTERNA

15.AMOSTRAGEM (RISCO X AMOSTRAGEM)

NO LIVRO PG.676 E 677

RISCO DE AUDITORIA E A PROBABILIDADE QUE O AUDITOR TEM DE EMITIR UMA OPINIÃO ERRADA.
AMOSTRAGEM É UMA PARTE DO TOLDO E RETIRA AS CONCLUSÕES COM BASE NAQUILO.
QUANDO MAIOR A AMOSTRAGEM MENOR O RISCO SE CORRE E QUANDO MENOR A AMOSTRAGEM MAIOR O
RISCO .
MOSTRAGEM ALEATORIO QUALQUER ITEM QUE PEGAR VAI TER A MESMA PROBABILIDADE DE SER SELECIONADO.
MOSTRAGEM TENDENCIOSA QUANDO VOCÊ JA TEM ALGUM INDICIO OU ALGUMA PROVAQUE TI LEVE A CRER QUE
SE VOCÊ ANALISAR AQUELA COISA PONTUAL ALI EXISTE UMA PROBABILIDADE MAIOR DE ENCONTRA ALGUM ERRO
OU FRAUDE ISSO SE CHAMA DE AMOSTRAGEM CONDICIONADA.
QUAL É A RESPONSABILIDADE DO AUDITOR SEU OBJETIVO É VALIDAR MAIOR PARA O SEU USUARIO PARA Q A
PESSOA POSSA CONFIAR NOS DADOS.
RESPONSAVEL PELA ELABORAÇAO E O Q ESTA CONTIDO É A EMPRESA(ADMINISTRAÇÃO) A AUDITORIA SÓ CONFERE
A DEMONSTRAÇÃO CONTABIL O AUDITOR ELE SE TORNA RESPONSAVEL APARTIR DE QUE AVALIA A DEMONSTRAÇÃO
CONTABIL.

16.TIPOS DE RELATORIO DE AUDITORIA * RESSALVA ADVERSO

1-OPINIAO NÃO MODIFICADA OU SEM MODIFICAÇÕES:QUANDO O AUDITOR CONSEGUIR OBTER EVIDENCIA DE


AUDITORIA APROPRIADA E SUFICIENTE PARA SUPORTAR SUA OPINIÃO.NENHUMA DISTORÇÃO DETECTADA COMO
RELEVANTE E GENERALIZADAS.
2-OPINIÃO MODIFICADA:
2.1 COM RESSALVA: QUANDO DO AUDITOR CONSEGUIR OBTER EVIDENCIA DE AUDITORIA APROPRIADA E
SUFICIENTE PARA SUPORTAR SUA OPINIAO DISTORÇÕES DETECTADAS PODEM SER RELEVANTES,MAS NÃO
GENERALIZADAS.
2.2COM ABSTENÇÃO DE OPINIÃO: QUANDO O AUDITOR NÃO CONSEGUIR OBTER EVIDENCIAS DE AUDITORIA
APROPRIADA E SUFICIENTE PARA SUPORTAR SUA OPINIAO.DISTORÇÕES NÃO DETECTADAS PODEM SER
RELEVANTES E GENERALIZADAS.
PEGADINHA OPINIAO NAO MODIFICADA:QUANDO DO AUDITOR NÃO CONSEGUIR OBTER EVIDENCIA DE
AUDITORIA APROPRIADA E SUFICIENTE PARA SUPORTAR SUA OPINIAO.DISTORÇOES DETECTADAS NAO SAO
RELEVANTES NEM GENERALIZADAS.
PEGADINHA OPINIAO RESSALVA:QUANDO DO AUDITOR NAO CONSEGUIR OBTER EVIDENCIA DE AUDITORIA
APROPRIADA SUFICIENTE PARA SUPORTAR SUA OPINIAO .DISTORÇÕES DETECTADAS PODEM SER RELEVANTES E
NAO GNERALIZADAS.
ADVERSA : QUANDO O AUDITOR CONSEGUIR OBTER EVIDENCIA DE AUDITORIA APROPRIADA E SUFICIENTE PARA
SUPORTAR SUA OPINIÃO.DISTORÇÕES DETECTADAS PODEM SER RELEVANTES GENERALIZADAS.
DICA: SUFICIENTE, APROPRIADA, RELEVANTE ,GENERALIZADA SEMPRE LEMBRAR
OPNM S S N N PODE SER N N N N
OPM -R S S S N PODE SER N N S N
AD S S S S
AB N N S S
PARAGRAFO DE ENFASE:
1-INCLUI-LO IMEDIATAMENTE APOS O PARAGRAFO DE OPINIAO NO RELATORIO DO AUDITOR
2-USAR O TITULO ENFASE OU OUTRO TITULO APROPRIADO
3-INCLUIR NO PARAGRAFO UMA REFERENCIA CLARA AO ASSUNTO ENFATIZADO E A NOTA EXPLICATIVA.

PEGADINHA: A RESPONSABILIDADE DE AUDITORIAVAI ATÉ A DATA DO RELATORIO, O AUDITOR PODE ATE ANALISAR
EM SEUS PROCEDIMENTOS OS EVENTOS SUBSEQUENTES,OU SEJA,FATO FUTUROS QUE POSSAM APONTAS
OCORRENCIAS RELEVANTES QUE DEVAM SER APRESENTADAS NO SEU RELATORIO DE OPINIAO,POREM ESSES
EVENTOS SUBSEQUENTES O AUDITOR ANALISAR COM AS INFORMAÇÕES QUE ELE POSSUI ATÉ A DATA DE EMISSÃO
DO SEU RELATORIO DE OPINIÃO.
EVENTO FUTURO OCORRIDOS APOS A DATA DO RELATORIO DE AUDITORIA NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADE DA
AUDITORIA.

17.RELAÇÃO ENTRE ERRO E FRAUDE

O DESTARTE PRINCIPAL DA AUDITORIA NÃO É A DETECÇÃO DA FRAUDE, MAS SIM O DE EMITIR UMA OPINIÃO
QUANTO À VERACIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS; NO ENTANTO, NA EXECUÇÃO DO TRABALHO PODERÃO
SER DETECTADOS ERROS OU FRAUDES, CABENDO AO AUDITOR O DEVER DE COMUNICAR Á ADMINISTRAÇÃO DA
EMPRESA, BEM COMO SEUS REFLEXOS NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, INCLUINDO TAMBÉM SUGESTÕES DE
CORREÇÕES.
A NBC T11 DEFINE FRAUDE E ERRO:
FRAUDE: O ATO INTENCIONAL DE OMISSÃO OU MANIPULAÇÃO DE TRANSAÇÕES, ADULTERAÇÃO DE
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS; E.
ERRO: O ATO NÃO INTENCIONAL RESULTANTE DE OMISSÃO, DESATENÇÃO OU MÁ INTERPRETAÇÃO DE FATOS NA
ELABORAÇÃO DE REGISTROS E DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS.
AO VERIFICAR INDÍCIOS DE FRAUDE OU ERRO, CABE AO AUDITOR AVERIGUAR AS DILIGÊNCIAS DA SITUAÇÃO,
REALIZANDO TODOS OS PROCEDIMENTOS CABÍVEIS, A FIM DE OBTER AS EVIDÊNCIAS NECESSÁRIAS SOBRE O
ASSUNTO.
SÁ (1998, P.51) AFIRMA QUE O AUDITOR LOCALIZA, RELATA A CORREÇÃO DOS ERROS, MAS NÃO É SUA
RESPONSABILIDADE A EXECUÇÃO DA CORREÇÃO.
OS ERROS INTENCIONAIS OU FRAUDES PODEM SER COMETIDOS PARA: SUBTRAIR MERCADORIAS, MATÉRIAS-
PRIMAS, PRODUTOS E RESÍDUOS; SUBTRAIR DINHEIRO, SUBTRAIR TÍTULOS, ILUDIR O FISCO, EVITANDO O
PAGAMENTO DE IMPOSTOS, DISSIMULAR ATOS SUJEITOS A PENALIDADES, ENCOBRIR FALTA DE TERCEIROS, ALTERAR
RESULTADOS PARA USUFRUIR MAIORES PERCENTAGENS EM LUCROS, SIMULAR OCORRÊNCIAS, ILUDIR A OPINIÃO DE
ACIONISTAS E AUTORIDADES MONETÁRIAS, ETC.
COMO SE OBSERVAM VÁRIOS SÃO OS OBJETIVOS PARA COMETEREM FRAUDES NAS EMPRESAS, POR ISSO SE EXIGE
DO AUDITOR MUITA COMPETÊNCIA, ASTÚCIA E CETICISMO, PARA QUE, AO DEPARAR COM POSSÍVEIS SINAIS DE
FRAUDES, TENHA A CAPACIDADE DE DESMASCARÁ-LAS.
DIANTE DISSO, PODE-SE AFIRMAR QUE ALGUNS SETORES OU ATIVIDADES DENTRO DAS EMPRESAS SÃO
PARTICULARMENTE PASSÍVEIS DE FRAUDES E ERROS MERECEM ESPECIAL ATENÇÃO DO AUDITOR NO QUE SE REFERE
À VERIFICAÇÃO DOS CONTROLES INTERNOS E A POSSÍVEIS INDÍCIOS DE ESQUEMAS, A SABER:
SETOR FINANCEIRO: COMPREENDEM O CAIXA EFETIVAMENTE, BANCOS, CONTAS A PAGAR E A RECEBER, MERECE A
AVERIGUAÇÃO MINUCIOSA QUANTO A REPETITIVOS ENDOSSOS DE CHEQUES, RECLAMAÇÕES DE CLIENTES QUE
AFIRMAM ESTAR SENDO COBRADOS INDEVIDAMENTE, PAGAMENTOS DE FORNECEDORES EM DUPLICIDADE, SALDOS
DE CONTAS CONTÁBEIS ANTIGOS E SEM MOVIMENTAÇÃO, DOCUMENTOS SUSPEITOS E QUE PAREÇAM SER
FORJADOS OU TER SOFRIDO ADULTERAÇÕES, ETC;
ALMOXARIFADO: ESPECIAL ATENÇÃO EM RELAÇÃO A AJUSTES EM DEMASIA E DIFERENÇAS EM CONTAGENS DE
ESTOQUES, ITENS DE INVENTÁRIO QUE PAREÇAM NÃO ESTAR SENDO MOVIMENTADOS HÁ ALGUM TEMPO,
INTERESSES PARTICULARES DE FUNCIONÁRIOS NAS CONTAGENS DOS ESTOQUES, ETC;
COMPRAS: RELACIONAMENTO COM FORNECEDORES SÃO EXTREMAMENTE DIFÍCEIS DE CONTROLAR, POIS O
ESQUEMA DE FRAUDE PODE EFETUAR-SE MEDIANTE REPASSE DE RECURSOS PARA CONTAS BANCÁRIAS DO
FRAUDADOR, OU ATÉ MESMO EM DINHEIRO, COMO TAMBÉM PODE OCORRER POR MEIO DE PRIVILÉGIOS E
PRESENTES DESCONHECIDOS PELA EMPRESA, ETC;
VENDAS: PODEM OCORRER SITUAÇÕES DE DESCONTOS E PRAZOS NÃO USUAIS, CONCESSÃO DE CRÉDITOS
INDEVIDOS, ETC;
OS SETORES E ATIVIDADES DESCRITOS ACIMA NORMALMENTE SÃO CENÁRIOS DE FRAUDES QUE BENEFICIAM
FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS. NO ENTANTO TAMBÉM PODEM, E O AUDITOR DEVE FICAR BASTANTE ALERTA PARA
ISSO TAMBÉM, OCORRER SITUAÇÕES DE ESQUEMAS MONTADOS PARA O BENEFICIAMENTO DA EMPRESA, NOS
QUAIS NORMALMENTE O PREJUDICADO É O FISCO.
NESSE CASO, A AUDITORIA PRECISA SER MUITO CUIDADOSA, POSSUIR CONHECIMENTO PROFUNDO DO NEGÓCIO DO
CLIENTE E DA LEGISLAÇÃO, PARA SE CERTIFICAR DE QUE OS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS UTILIZADOS ESTÃO EM
CONFORMIDADE COM OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE E A LEGISLAÇÃO PERTINENTE.
UM PONTO A SER CONSIDERADO NO SENTIDO DE SE APRIMORAR O TRABALHO DO AUDITOR NA DETECÇÃO DE
FRAUDES PODE SER O DA UTILIZAÇÃO DE OUTROS CONHECIMENTOS.
TAL POSICIONAMENTO GERA OPINIÕES DIVERGENTES, UMA VEZ QUE A FRAUDE NÃO É O OBJETO PRECÍPUO DA
AUDITORIA, MAS POR OUTRO LADO, NO MOMENTO ATUAL, NA TENTATIVA DE MANUTENÇÃO E EXPANSÃO DE
MERCADOS, ESSE TRABALHO PODE VIR A AGREGAR VALOR À AUDITORIA, MERECENDO, DESSA MANEIRA, ESTUDOS
MAIS APROFUNDADOS.
A DETECÇÃO DE FRAUDES NÃO É TAREFA SIMPLES DE SE REALIZAR, ATÉ PORQUE PESSOAS QUE ESQUEMATIZAM
FRAUDES NORMALMENTE SÃO PESSOAS MUITO INTELIGENTES E QUE TENTAM PRESERVAR-SE DE QUAISQUER
SUSPEITA, UTILIZANDO-SE, PARA TAL FIM, DE VÁRIOS MEIOS, INCLUSIVE AS FACILIDADES QUE A TECNOLOGIA TRÁS.
EM CONTRAPARTIDA A DETECÇÃO DO ERRO, É MAIS SIMPLES, PORQUE O ERRO VEM SEMPRE SEGUIDO DE FALHAS,
FICANDO EVIDENTE QUE HOUVE O ERRO DEVIDO À IGNORÂNCIA POR PARTE DE QUEM EFETUOU OU DESENVOLVEU.