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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP

INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM COMÉRCIO EXTERIOR

BRASIL FOODS - BRF


PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR – PIM IV

SÃO PAULO
2018
UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP

INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO


CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM COMÉRCIO EXTERIOR

BRASIL FOODS - BRF


PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR – PIM IV

ALUNOS: BRUNA MAYRA ROCHA FERREIRA RA 180739-7


JOHN LENON TELES DOS SANTOS RA 188056-6
JÚLIO CÉSAR DA SILVA RASQUINHO RA 180887-0
LELIANE DE FÁTIMA PIMENTA RA 182125-1
PRISCILA FERREIRA HIROCE RA 183085-9

Projeto Integrado Multidisciplinar – PIM IV, apresentado


como um dos pré-requisitos para aprovação do
bimestre vigente, no Curso Superior de Tecnologia em
Comércio Exterior
Orientador(a): Luis Tadeu de Oliveira

SÃO PAULO
2018

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RESUMO

Este resumo do Projeto Integrado Multidisciplinar - PIM IV, consiste no estudo da


empresa Brasil Foods - BRF. Traçando pontos do aprendizado adquirido referente
às matérias correspondentes desta grade curricular. A Brasil Foods – BRF é uma
das maiores companhias de alimentos do mundo.

Palavras – chave: Brasil Foods. BRF. Exportadora. Exportação. Importação.


Endomarketing.

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SUMÁRIO
RESUMO .......................................................................................................... 3

INTRODUÇÃO.................................................................................................. 6

DESENVOLVIMENTO ...................................................................................... 7

CAPÍTULO 1 – DESCRIÇÃO DA EMPRESA ................................................... 7

1.1 – Denominação e Forma de Constituição ................................................ 7

1.2 – Dados e Fatos Relevantes da Origem da Organização ........................ 7

1.3 – Natureza e Ramo de Atuação .................................................................. 9

1.4 – Informações Sobre o Porte da Empresa .................................................. 9

1.5 – Força de Trabalho.................................................................................. 11

1.6 – Principais Produtos ................................................................................ 11

1.7 – Principais Concorrentes da Organização e Aspectos Relevantes de Cada


Um 12

1.8 – Organograma da Organização .............................................................. 13

CAPÍTULO 2 – TEORIA E PRÁTICA CAMBIAL ............................................. 14

2.1 - Firce n. 10. Lei n. 4.131. ......................................................................... 14

2.2 – Securitização de Empréstimos .............................................................. 14

CAPÍTULO 3 – SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO ........... 15

3.1 – Incoterms ............................................................................................... 15

3.2 – Legislação Brasileira .............................................................................. 17

3.2.1 – Documentos Necessários Para Importação e Exportação .................. 17

3.3 – Incentivos Fiscais................................................................................... 19

CAPÍTULO 4 – DINÂMICA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS ................... 21

4.1 – Teoria Motivacional ................................................................................ 21

4.2 – Modelo Democrático BRF ...................................................................... 21

4.3 – Clima Organizacional ............................................................................. 22

CAPÍTULO 5 – ENDOMARKETING ............................................................... 23

4
5.1 – Elementos de Aperfeiçoamento do Endomarketing Implantado na BRF
..................................................................................................................................23

CONCLUSÃO ................................................................................................. 24

REFERÊNCIAS .............................................................................................. 25

5
INTRODUÇÃO
O Projeto Integrado Multidisciplinar a ser apresentado foi elaborado, através de
uma pesquisa feita na empresa BRF, com o intuito de estabelecer na prática os
estudos feitos, até o momento, no curso superior de Comércio Exterior. Foram
utilizados os conhecimentos aprendidos até agora nas disciplinas: Teoria e Prática
Cambial, Sistemática de Importação e Exportação, Dinâmica das Relações
Interpessoais e uma breve pesquisa do Endomarketing. No capítulo 1 (um)
descrevemos a empresa, sua trajetória, contamos um pouco de sua história, principais
produtos e ramo de atuação. No capítulo 2 (dois) falamos sobre teoria e prática
cambial, descrevemos os processos aprendidos nessa matéria junto com leis e
práticas de câmbio na companhia. No capítulo 3 (três) focamos na matéria sistemática
de importação e exportação e mostramos os trâmites necessários e aprendidos nessa
disciplina, para a companhia poder usar de exportação e importação de acordo com
as Incoterms atuais. No capítulo 4 (quatro) descrevemos as dinâmicas das relações
interpessoais adotadas pela empresa. No capítulo 5 (cinco) descrevemos o
endomarketing e suas práticas adotadas pela BRF.

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DESENVOLVIMENTO

CAPÍTULO 1 – DESCRIÇÃO DA EMPRESA

1.1 – Denominação e Forma de Constituição


A Brasil Foods – BRF S.A é uma das maiores empresas globais de alimentos,
que se originou através da fusão entre as marcas Perdigão e Sadia.
A Brasil Foods – BRF S.A é uma empresa de capital aberto, com sociedade
anônima. Sua sede fica no estado de São Paulo.

1.2 – Dados e Fatos Relevantes da Origem da Organização


Com mais de 80 anos de vida, a BRF tornou-se uma das maiores companhias
de alimentos do mundo, graças ao nascimento de suas principais marcas. Foi na
década de 1930, no interior de Santa Catarina, que a Perdigão surge como um
pequeno negócio de duas famílias de imigrantes italianos. Na década seguinte, foi a
vez de Concórdia, também em Santa Catarina, receber a Sadia. De lá para cá, a fusão
desses dois negócios, em 2009, deu origem a um dos maiores complexos
agroindustriais do mundo, a BRF.
No ano de 2011, no mês de outubro a BRF fez duas aquisições na Argentina,
por 150 milhões de dólares comprou as companhias Dánica (líder argentina na
fabricação de margarinas) e a Avex (empresa frigorífica).
No ano seguinte, tornou-se uma das maiores companhias de alimentos do
mundo através da conclusão do processo de fusão entre Sadia e Perdigão.
Em 2013, com o intuito de se consolidar como uma marca global, alterou a sua
razão social para BRF S.A. Desde então, a empresa se apresenta ao mercado como
BRF.
Em abril de 2013, o empresário Abilio Diniz é eleito o novo presidente do
Conselho de Administração da BRF e dá impulso ao plano de mudanças internas.
Após quatro meses, Claudio Galeazzi passa a ocupar o cargo de José Antonio do
Prado Fay, sendo nomeado o mais novo CEO da companhia. Galeazzi repete com
Abilio Diniz uma parceria de anos, semelhante a de outras empresas na qual Diniz era
responsável (como o Grupo Pão de Açúcar, por exemplo).
Em maio de 2013, a Sadia anuncia ser apoiadora oficial dos Jogos
Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. De junho de 2013 a janeiro de 2016, a marca

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também foi patrocinadora da Seleção Brasileira de Futebol. O contrato envolveu a
seleção principal e todas as demais categorias. O valor do acordo não foi divulgado.
Em abril de 2014, Mais uma fatia da Federal Foods é comprada por cerca de
27,8 milhões de dólares em agosto do mesmo ano, a BRF incorpora a distribuidora de
alimentos congelados Alyasra Food Company, no Kuwait, por 160 milhões de dólares.
Com estas aquisições, a companhia expande suas operações no Oriente Médio e dá
sequência ao plano de internacionalização.
Em setembro de 2014 a BRF vende seus ativos de lácteos para o grupo
Francês Lactalis por 1,8 bilhão de reais, entre os ativos vendidos estão as marcas
Batavo, Cotochés e Elegê. De acordo com a BRF, a decisão de vender a divisão de
lácteos foi feita devido ao baixo retorno financeiro para a empresa. Ainda nesse mês,
Claudio Galeazzi anuncia que deixa a presidência do grupo e dá lugar ao executivo
Pedro Faria, que assume a função a partir de janeiro de 2015.
Em 2015, a Companhia torna-se a primeira brasileira a investir na emissão de
Green Bonds, títulos de dívida que exigem que os recursos captados sejam investidos
em projetos ambientalmente sustentáveis. Nesse ano, 50,2% da renda da BRF foi
composta por vendas no mercado externo (exportações).
Em linha com o plano estratégico de globalização da companhia, no mesmo
ano, na Ásia, foi criada a SATS BRF em Cingapura; na China, BRF uma linha de
snacks com marca Sadia. No Oriente Médio, adquirida fatia da Qatar National Import
and Export (QNIE); na Argentina, foram compradas marcas emblemáticas Vieníssima
(salsichas), Goodmark (hambúrgueres), Manty e Delícia (margarina) por meio das
subsidiárias Avex e Quick Foods.
Já no Brasil, ainda em 2015, a Perdigão volta a atuar em categorias
estratégicas (presunto, linguiça calabresa, entre outros) após três anos de reclusão
acordados com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) na fusão
Sadia e Perdigão.
No ano de 2016, é constituída a subsidiária Sadia Halal, que deterá os ativos
relacionados à produção, distribuição e comercialização de alimentos destinados aos
mercados muçulmanos. Ainda, é fechado um acordo com a FFM Berhad, prevendo a
cooperação entre as duas partes na FFM Further Processing SDN BHD ("FFP"),
empresa processadora de alimentos baseada na Malásia. Também em 2016, a BRF
fecha um acordo de investimento com a COFCO Meat, produtora de alimentos de

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origem suína na China, com operações verticalmente integradas, operando em todas
as cadeias desse segmento de indústria.
No início de 2017, a BRF inicia as operações da subsidiária OneFoods,
dedicada ao mercado halal. Com sede em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a
empresa já nasce como a maior companhia halal de proteína animal do mundo. Ainda,
a companhia desembarca na Turquia, o maior consumidor de frango halal, para
assumir as operações da Banvit, maior produtora de aves e líder de mercado no país.
Em agosto do mesmo ano, a BRF anunciou a saída de Pedro Faria da presidência
da companhia, função que exerceu desde janeiro de 2015. Em novembro, o
Conselho de Administração da empresa aprovou a substituição do executivo por
José Aurélio Drummond, que tomou posse oficialmente em dezembro de 2017 no
cargo de Diretor Presidente Global.

1.3 – Natureza e Ramo de Atuação


A BRF S.A é uma indústria alimentícia. A BRF - Brasil Foods é uma das maiores
companhias de alimentos do mundo em valor de mercado, líder na produção global
de proteínas, com participação de 9% da comercialização mundial, e maior
exportadora mundial de aves. Em 2010 alcançou a posição de terceira maior
exportadora do Brasil e é ainda uma das mais importantes captadoras e
processadoras de leite do país.
A BRF em sua atuação global adequa processos e produtos aos diferentes
perfis e hábitos dos consumidores, respeitando as tradições culturais dos locais onde
a Companhia atua.

1.4 – Informações Sobre o Porte da Empresa


Contando com marcas extremamente reconhecidas pelos Brasileiros, como
Sadia e Perdigão, que deram origem a BRF, a empresa conta com mais de 30 marcas
em seu portfólio, entre elas estão: Qualy, Dánica, Paty e Perdix. Além disso a empresa
tem o apoio de mais de 13 mil produtores integrados, mais de 30 mil fornecedores (4
mil apenas de grãos, farelos e óleos) e mais de 200 mil clientes globais.
Em 2016, a empresa comercializou mais de 4 milhões de toneladas de
alimentos e realizou mais de 600 mil entregas mensais.
A BRF possui diversos escritórios e unidades ao redor do mundo, sendo 47
centros de distribuição (1 unidade Reino Unido, 1 unidade Kuwait, 1 unidade Omã, 2

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unidades Uruguai, 3 unidades Argentina, 4 unidades Emirados Árabes, 7 unidades
Qatar, 8 unidades Chile e 20 unidades Brasil), 53 complexos fabris (1 complexo Reino
Unido, 1 complexo Holanda, 1 complexo Emirados Árabes, 1 complexo Malásia, 5
complexos Tailândia, 9 complexos Argentina e 35 complexos Brasil), atendendo mais
de 150 países, como Brasil: sendo a região de maior valor, fundamental para a BRF
e alvo de importantes investimentos em marcas, inovações e eficiência operacional.
Américas: região de relevância na consolidação da estratégia global da BRF,
constituída de mercados com alto potencial de crescimento. Europa: Importante
campo que explora o crescimento em inovações no que se refere a clientes que
atendem demandas de consumo de alimentos fora de casa. Oriente Médio: Por meio
da OneFoods, subsidiária BRF na região, posicionam a companhia como
multinacional brasileira líder em mercados islâmicos. Ásia: região de alta
complexidade, tanto em aspectos culturais, quanto em níveis de desenvolvimento e
maturidade de mercado. África: inovações direcionadas para o varejo local, além da
presença de marcas como Perdix e Sadia, que buscam construir laços com o
consumidor africano.
Atualmente o valor de mercado da BRF está em torno de R$38 bilhões, além
de contar com mais de R$2,5 bilhões em investimentos de construção e aquisição de
novas marcas e unidades. A BRF costuma apresentar números bastantes relevantes
em seu faturamento. Como no ano de 2017, a receita líquida da empresa atingiu
R$15.189 milhões.
Figura 1 - Receita BRF - Fundamentus

Fonte: https://www.sunoresearch.com.br/artigos/faturamento-brf/

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1.5 – Força de Trabalho
Atualmente a BRF possui cerca de 110 mil funcionários, entre vendedor,
operador de produção, estagiário, auxiliar administrativo, auxiliar de produção,
analista, supervisor, especialista, gerente, coordenador, técnico, promotor de
Merchandising, promotor, conferente, operador de máquina, analista sênior, analista
pleno, supervisor trainee, assistente de logística, eletricista, assistente comercial,
aprendiz, supervisor de produção, engenheiro, mecânico, analista de TI pleno,
extensionista, separador conferente, analista administrativo, projetista, dentre outros
cargos.
A BRF preza por equipes versáteis, que tenham agilidade e energia para
compor os cargos nas mais diversas áreas dentro da BRF e procura pessoas que
estejam dispostas a desafios para poder contribuir com o constante processo de
transformação da empresa. Além de oferecer toda a estrutura necessária para o
próprio desenvolvimento profissional de seus funcionários. A BRF também procura
por diversidade, seja no modo de viver ou pensar.
Nos últimos anos, buscamos transformar a multiculturalidade e a
diversidade de experiências em ativos estratégicos a partir dos quais se torne
possível construir uma cultura forte e integrada. Traços, personalidades,
idades, cores, preferências, naturalidades, formas de pensar e de viver. Tudo
isso está no campo, nos nossos centros de distribuição, nas fábricas, nos
escritórios e na mesa dos nossos consumidores. (SITE BRF, Nossa Filosofia,
2018).

1.6 – Principais Produtos


Com mais de 30 marcas pelo mundo, a empresa está presente em categorias
chaves, tais como, pratos prontos, cortes de frangos e suínos congelados, pizzas, frios
fatiados e empanados.
Entre as marcas que compõem o portfólio da empresa estão Sadia, Perdigão,
Perdix, Qualy, Paty, Dánica, Bocatti, Speedy Pollo, Vienissima, entre outras.
No Brasil, destaca-se também o investimento em inovações. Só em 2016,
foram 25 novos produtos, com destaque para a linha de snacks Salamitos, a
linha Jamie Oliver, novas linhas de pratos prontos Sadia e Perdigão, além da Qualy
QMix e Multigrãos.

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As principais matérias-primas da BRF - Brasil Foods são o milho e a soja,
utilizados no preparo da ração animal e o leite, utilizados na produção de produtos
lácteos. Ambos são adquiridos no mercado interno. Formado por cinco pilares - gente,
processos, inovação, meio ambiente e tecnologia da informação - a BRF lançou o
programa Supply Chain de Classe Mundial.

1.7 – Principais Concorrentes da Organização e Aspectos Relevantes de


Cada Um
Os principais concorrentes da BRF são:
 JBS S.A – Empresa de Capital Aberto. A companhia opera no processamento
de carnes bovina, suína, ovina e de frango e no processamento de couros.
 Aurora Alimentos – Empresa de Capital Aberto. A companhia opera no
processamento de carnes suínas, de frango, lácteos e produção de ração.
 Marfrig – Empresa de Capital Aberto. A companhia opera na produção e
distribuição de alimentos industrializados e processados à base de carne de
frango, peru e suíno, e também produtos à base de vegetais e pães,
como hambúrgueres e snacks vegetarianos e donuts.
 Minerva Foods – Empresa de Capital Aberto. A companhia opera na produção
de carne bovina, carne fresca e congelada, produtos de origem bovina, carne
processada, venda de couro e gado vivo.
 Danone – Empresa de Capital Aberto. A companhia opera na produção de
produtos lácteos.
 Nestlé – Empresa de Capital Aberto. A companhia opera na produção de
alimentos para bebês, alimentos médicos, água
engarrafada, cereais matinais, café e chá, produtos de confeitaria, produtos
lácteos, sorvetes, alimentos congelados, alimentos para animais de estimação
e lanches.

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1.8 – Organograma da Organização

• Pedro Parente - Presidente do Conselho/Membro


• Augusto M. da Cruz Filho - Vice Presidente/Independente
• Dan Ioschpe - Membro Independente
• Flávia Buarque de Almeida - Membro Independente
• Francisco Papathanasiadis - Membro Independente
• José Luis Osório de Almeida Filho - Membro Independente
Conselho de • Luiz Fernando Furlan - Membro Independente
Administração • Roberto Antônio Mendes - Membro Independente
• Walter Malieni Jr. - Membro

• Augusto Marques da Cruz Filho


• Flávia Buarque de Almeida
• Luiz Fernando Furlan
Cômite de
• Eduardo Fontana D’Avila (membro externo)
Estratégia e
Marketing

• André Vicentini (Membro Independente)


• Attilio Guaspari (Membro Independente)
• Marcus Vinicius Severini (Membro)
Conselho Fiscal

• Pedro Parente (Diretor Presidente Global)


• Lorival Luz (Diretor Vice Presidente Executivo Global)
• Elcio Ito (Diretor Vice Presidente Financeiro e de Relações com
Investidores
Diretoria • Vínicius Barbosa (Diretor Vice Presidente de Operações e Suprimentos)
Executiva

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CAPÍTULO 2 – TEORIA E PRÁTICA CAMBIAL

2.1 - Firce n. 10. Lei n. 4.131.


A princípio a lei n. 4.131 tem um papel importante na questão de investimento
da BRF pois está lei incentiva investidores estrangeiros a fazerem grandes
investimentos no Brasil. Fazendo com que os capitais estrangeiros ingressantes no
Brasil possam retornar ao exterior acrescido de juros.
Essa lei é objeto de crítica por causa de sua origem não registrada, estes
recursos ficaram conhecidos como "capital contaminado". Traduzindo, é o "dinheiro"
nacional de estrangeiro.

2.2 – Securitização de Empréstimos


A securitização é um processo financeiro que consiste em unir várias espécies
de ativos financeiros, especialmente títulos de crédito, como faturas emitidas e ainda
não pagas, dívidas relativas a empréstimos, entre outros, convertendo-os
em títulos indexados negociáveis no mercado interno ou externo. Portanto a
securitização é a conversão de uma dívida em título lastreável e negociável entre
instituições financeiras. É importante reforçar que é de responsabilidade do comprador
do título securitizado a cobrança individual de todas as dívidas que compõe o título,
desobrigando a Securitizadora e qualquer intermediário, de qualquer incumbência.
A BRF trabalha com o processo de securitização, sendo o serviço terceirizado,
a atual empresa responsável é a VERT. No site oficial da empresa possui os termos
da securitização e é totalmente acessível, e fácil de encontrar. Na securitização de
empréstimos atualmente a empresa possui um grande número de títulos indexados a
suas dívidas. A BRF está entre as empresas com maior dividas da união, estando no
12° lugar, devendo aproximadamente R$ 407.480.330,78 (volume parcelado), a
securitização foi uma forma que a empresa achou de contornar a situação, e continuar
se desenvolvendo no mercado. A BRF tem que melhorar no quesito de facilidade de
compra de títulos, e ter um cuidado maior com sua dívida, ainda mais nos dias atuais
onde o dólar está caindo devido a uma nova presidência no Brasil, uma falta de
atenção e uma má administração neste momento pode ser muito prejudicial a uma
empresa do porte da BRF.

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CAPÍTULO 3 – SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO

3.1 – Incoterms
Os Incoterms (Termos de Comércio Internacional) são termos de vendas
estabelecidos internacionalmente, criados para administrar conflitos que possam
existir devido à interpretação de contratos internacionais de compra e venda, nos
quais envolvem transporte de produtos e seus respectivos custos, além da
responsabilidade sobre perdas e danos que possam ocorrer, definindo os direitos e
obrigações recíprocos do exportador e do importador, estabelecendo um conjunto-
padrão de definições e determinando regras uniformes e práticas imparciais.
Oitava maior exportadora do Brasil no ano passado, a BRF obteve 51% da
receita líquida com exportações e cresceu 4,1% no exterior no período. Dessa forma
podemos perceber que a empresa tem seu foco nas exportações.
Se tratando de exportação, os Incoterms utilizados são:
 EXW ( Ex Works) e DDP (Delivered Duty Paid)
O Incoterm Ex Works é aquele que traz menos responsabilidade ao exportador,
pois a sua obrigação é produzir e tornar a mercadoria disponível para carregamento.
Por outro lado, o DDP denota responsabilidade total ao exportador, ou seja, este fica
obrigado a entregar a mercadoria na empresa ou local designado pelo importador,
inclusive tornando-se responsável pelo desembaraço aduaneiro no destino. Assim,
temos os extremos da cadeia logística.
Figura 2 – EXW e DDP

Fonte:http://www.ibsolutions.com.br/wp-content/uploads/2016/01/INCOTERMS-
IBSOLUTIONS.png

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 FCA – Free Carrier
Nesse termo o vendedor (exportador) completa suas obrigações quando
entrega a mercadoria, desembaraçada para exportação, aos cuidados do
transportador internacional indicado pelo comprador, no local designado do país de
origem. Deve ser notado que o local escolhido de entrega tem um impacto nas
obrigações de embarque e desembarque das mercadorias naquele local.
Se a entrega ocorrer na propriedade do vendedor, o vendedor é responsável pelo
embarque. Se a entrega ocorrer em qualquer outro lugar, o vendedor não é
responsável pelo desembarque.
Dessa forma, cabe ao comprador (importador) contratar frete e o seguro
internacional. Esse termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.
 FAS – Free Alongside Ship
Nesse termo, a responsabilidade do vendedor se encerra quando a mercadoria
é colocada ao longo do costado do navio transportador, no porto de embarque
nomeado. A contratação do frete e do seguro internacionais fica por conta do
comprador.
O vendedor é o responsável pelo desembaraço das mercadorias para exportação.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário (marítimo, fluvial ou
lacustre).
 FOB – Free On Board
Nesse termo, a responsabilidade do vendedor, sobre a mercadoria, vai até o
momento da transposição da amurada do navio ("ship's rail"), no porto de embarque,
muito embora a colocação da mercadoria a bordo do navio seja também, em princípio,
tarefa a cargo do vendedor. O termo FOB exige que o vendedor desembarace as
mercadorias para exportação.
Ressalte-se que o transportador internacional é contratado pelo comprador
(importador). Logo, na venda "FOB", o exportador precisa conhecer qual o termo
marítimo acordado entre o comprador e o armador, a fim de verificar quem deverá
cobrir as despesas de embarque da mercadoria.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário (marítimo fluvial ou
lacustre).

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 CFR – Coast and Freight
Nesse termo, o vendedor assume todos os custos anteriores ao embarque
internacional, bem como a contratação do frete internacional, para transportar a
mercadoria até o porto de destino indicado.
Destaque-se que os riscos por perdas e danos na mercadoria são transferidos
do vendedor para o comprador ainda no porto de carga (igual ao FOB, na "ship's rail").
Assim, a negociação (venda propriamente dita) está ocorrendo ainda no país do
vendedor. O termo CFR exige que o vendedor desembarace as mercadorias para
exportação. Esse termo só pode ser usado no transporte aquaviário (marítimo fluvial
ou lacustre).

3.2 – Legislação Brasileira


Toda e qualquer exportação de animais vivos ou produtos de origem animal é
submetida ao cumprimento de requisitos regulamentados pelo Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA.
Cabe ao Ministério da Agricultura, por intermédio da Secretaria de Defesa
Agropecuária, regulamentar e controlar mercadorias de origem animal a serem
exportadas, atestando sua qualidade e segurança. Além disso, o ministério, com as
secretarias de agricultura Estaduais, promove ampla fiscalização, visando à
conformidade entre a legislação de inspeção industrial e sanitária brasileira e as
normas de sanidade exigidas pelo país importador.

3.2.1 – Documentos Necessários Para Importação e Exportação


 Licença de Importação (L. I.)
Inúmeros casos de importação exigem a L. I. (Licença de Importação). São
licenças fornecidas por órgãos públicos, baseados em critérios pré-estabelecidos de
normas e leis federais. Entre eles:
- Anvisa: produtos químicos em geral, produtos hospitalares, cosméticos e
alimentos.
- Mapa: produtos de origem animal, produtos de madeira e agrícolas.

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 Proforma Commercial Invoice
Este é um documento enviado por um vendedor a um comprador, indicando os
preços dos bens e serviços disponíveis para venda, pesos e volumes e dados
bancários para o pagamento. É utilizado principalmente pelo vendedor para informar
o seu compromisso com a transação. É, portanto, um documento preliminar de venda
antes da entrega real dos bens e serviços.
 Commercial Invoice
Documento exigido pela alfândega para determinar o verdadeiro valor dos
produtos a serem importados para avaliação de deveres e impostos. A Invoice em
adição a outras informações deve identificar o comprador, o vendedor, indicar
claramente a data e as condições de venda, quantidade dos produtos, descrição das
mercadorias, valor unitário, valor global, quantidade, peso, volumes para embarque,
tipos de embalagens, frete, seguro e outros encargos, conforme o caso. Lista de
Produtos, Embalagens e Pesos
 “Packing List”
A Invoice e o Romaneio (¨Packing List¨) são documentos obrigatórios para o
despacho aduaneiro, conforme a Portaria 135 (medida provisória Nº 135, de 30 de
outubro de 2003, Capítulo III, Das Disposições Relativas à Legislação Aduaneira).
A função do ¨Packing List¨ é facilitar a conferência por amostragem e a
identificação da localização de um item solicitado.
A lista de embarque (Packing List) deve conter:
- Quantidade de volumes;
- Tipo de volume (caixa de papelão de madeira ou de plástico, pallet, container
de metal, tambor, fardo, lata, etc);
- Numeração ou marca dos volumes;
- Peso líquido e bruto de cada volume em kg (quilos);
- Conteúdo de cada volume;
- Dimensões da cada volume;
- Destinação da mercadoria: industrialização ou consumo, incorporação ao
ativo, revenda ou outra finalidade.

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 Declaração de Importação - DI
O despacho de importação é processado por meio de Declaração de
Importação (DI), registrada no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex),
nos termos da Instrução Normativa SRF nº 680/06. Entretanto, em algumas situações,
o importador pode optar pelo despacho aduaneiro simplificado, que pode se dar por
meio do Siscomex ou por formulários.
 Declaração de Exportação - DE
A elaboração da Declaração de Exportação (DE) inicia o despacho aduaneiro
de exportação. Nesse momento, a DE recebe uma numeração automática, única,
nacional e sequencial, reiniciada a cada ano pelo Siscomex.
A Declaração de Exportação, processada no Siscomex poderá conter um ou
mais Registros de Exportação (RE), desde que estes se refiram, cumulativamente:
- Ao mesmo exportador;
- Para mercadorias negociadas na mesma moeda e na mesma condição de
venda;
- Às mesmas unidades da RFB (Receita Federal do Brasil) de despacho e de
embarque;
- Um RE somente poderá ser vinculado a uma única DE.
 Registro de Exportação - RE
O Registro de Exportação (RE) é o conjunto de informações de natureza
comercial, financeira, cambial e fiscal que caracteriza a operação de exportação de
uma mercadoria e define o seu enquadramento. (Art. 184 da Portaria Secex nº 23, de
2011).

3.3 – Incentivos Fiscais


A gestão da carga tributária da companhia ocorre de maneira integrada à
estratégia de negócios da BRF, decorrendo, portanto, dos fatores que impactam o
custo de servir seus clientes em cada localidade, incluindo preferências de consumo,
logística, disponibilidade de insumos, condições de financiamento, entre outros. O
objetivo da BRF é contribuir para que a companhia possa ofertar produtos com alta
qualidade, a um preço competitivo e acessível aos consumidores. As decisões quanto
aos tributos que a companhia arrecada são considerados os impactos sobre os
diversos stakeholders, incluindo clientes, investidores, fornecedores, empregados,

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governos e sociedade civil, e visam suportar o crescimento sustentável de seus
negócios.
Neste contexto, a companhia busca qualificação nos programas de incentivos
fiscais oferecidos na legislação dos países onde atua, de maneira transparente e
colaborativa, em razão do alinhamento de interesses em contribuir para o
desenvolvimento socioeconômico das comunidades onde estão presentes, por meio
de geração de empregos diretos e indiretos e pela oferta de produtos de qualidade a
preços acessíveis, distribuindo assim, valor para seu público de relacionamento não
somente pelo recolhimento de impostos, mas também pela gestão de operações
lucrativas, seguras, que respeitam o meio ambiente e a comunidade onde atuam.

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CAPÍTULO 4 – DINÂMICA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

4.1 – Teoria Motivacional


A “Teoria Y democrática de Douglas Mc Gregor” cuja sua teoria motivacional
se encaixa na BRF, tem em seu conjunto três aspectos principais que vão de encontro
com informações cedidas pela empresa na sua gestão de pessoas e são eles
respectivamente: gostar de trabalhar, ser criativo e competente. E essa cultura é
estendida a todos os colaboradores e setores da empresa desde as granjas e fábricas
e até a os escritórios corporativos espalhados por todo o mundo.
É repassado aos funcionários sentimento de pertencimento e conexão com o
propósito da cultura da companhia e com esse sentimento de motivação e paixão pelo
que faz, cada colaborador é reconhecido internamente como um “food lover”, ou seja,
um apaixonado por alimentos e que trabalhe diariamente motivado em busca de
qualidade e inovação e cada vez mais consciente de sua importância para BRF e para
o mundo.

4.2 – Modelo Democrático BRF


A BRF segue um modelo corporativo o qual um dos seus principais princípios
é dar valor a seus colaboradores, a qual considera parte essencial se não a mais
importante da sua empresa. A empresa segue um modelo democrático onde os lideres
escutam e levem questões a seus superiores ou mesmo as resolvem na base do
dialogo convencionado melhor para todos, a arbitragem é a forma mais utilizada pela
empresa, pois é considerada a forma mais ágil e para solucionar conflitos de
interesses.
Os funcionários e acionistas também podem fazer suas manifestações,
reclamações, recomendações e denúncias por meio dos canais de ouvidoria onde o
Comitê de Auditoria será acionado, e se necessário mobilizar o Conselho de
Administração. A empresa também mantem sempre atualizado seus colaboradores
sobre seus sucessos como grupo ou sobre seus insucessos, mantendo-os sempre
informados para que todos saibam e sintam que são parte da empresa, e que todos
são extremamente importantes para ela.
A BRF tem um modelo para que os direitos sejam igualitários. As decisões mais
relevantes da empresa, devem ser aprovadas com quorum de no mínimo dois terços
dos órgãos colegiados, e são proibidos acionistas e executivos ganhar vantagens pelo

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acesso a informações privilegiadas além disso, para evitar a concentração acionária,
o acionista ou o grupo de acionistas que passe a controlar volume de ações superior
a 20% do total é obrigado a realizar oferta pública de aquisição.

4.3 – Clima Organizacional


A pesquisa de Clima Organizacional da BRF, busca mostra uma análise da
organização no ambiente, assim como qualificar o estado de satisfação e/ou
insatisfação dos colaboradores na empresa e das outras pessoas que com ela
interagem. É um excelente recurso estratégico, porque permite um balanço interno e
externo, além de poder acompanhar a satisfação e comprometimento dos envolvidos,
por meio de ações e estratégias se promove um meio de melhoras e crescimento da
empresa e das pessoas buscando a maior eficiência e eficácia, obtendo assim os
melhores resultados possíveis.
Ou seja, o clima organizacional tem como principal objetivo mostra o estado de
satisfação dos colaboradores, entre elementos avaliados na pesquisa a empresa trata
do trabalho em si, da empresa, da relação com os colegas e com o chefe, da condição
de trabalho, entre outros. As maiores contribuições das pesquisas para a BRF é
conseguir promover o crescimento dos envolvidos com a empresa, observar quais as
necessidades de treinamento e desenvolvimento dos operários e gerencias, conseguir
ver objetivamente em que focar no cliente interno e externo, organizar e flexibilizar as
tarefas dentro da empresa, além de minimizar várias barreiras que uma empresa
sofre.
A BRF é extremamente elogiada pelos seus colaboradores pelo seu clima
organizacional.

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CAPÍTULO 5 – ENDOMARKETING
O endomarketing e a comunicação interna (apesar de, na prática, serem muitas
vezes aceitos como sinônimos, a comunicação interna, na realidade, integra o
composto de endomarketing) têm papel decisivo não só na identificação desta
demanda, mas também na construção do sentimento de pertencimento à organização
e satisfação dos desejos dos colaboradores. Além dos atributos tangíveis da relação
entre a organização e o colaborador, é preciso saber comunicar também os valores
subjetivos.
Antes de satisfazer o público externo, a organização precisar satisfazer o
público interno. Na visão dos investimentos em endomarketing, o cliente vem em
segundo lugar.

5.1 – Elementos de Aperfeiçoamento do Endomarketing Implantado na


BRF
Desde sua origem, a BRF perpetua uma cultura que transcende fronteiras,
denominam de energia pulsante, que todos os colaboradores transmitem e recebem
uns dos outros. Essa cultura é o Viva BRF: um conjunto de ações, valores e atributos
que se refletem em suas ligações com os mercados onde estão, nas comunidades
onde atuam, nas relações entre gestores e equipes, nas parcerias entre as áreas e no
trabalho do dia a dia.
O Viva BRF é um movimento de reflexão e motivação que tem como principal
objetivo unir e integrar os colaboradores da BRF pelo mundo. Ele inspira com valores
e ações disseminados em toda a empresa: dos integrados aos escritórios
administrativos, passando pelas fábricas, centros de distribuição e forças de vendas.
Com uma cadeia produtiva extensa e complexa, o Viva BRF é o espaço para
reconhecer e amplificar esse sentimento de pertencer. Um canal multiplicador dentro
da empresa e de colaboração, baseado no compromisso de garantir transparência
nos processos e de produzir de forma globalizada e com qualidade.
Com o apoio dessa cultura viva dentro da BRF que também incentivamos nossos
colaboradores a adotarem uma postura cada vez mais ativa e espontânea,
com foco em fazer acontecer. Todos são protagonistas das suas carreiras.
Protagonistas do seu modo de agir, pensar, produzir, criar. (Site BRF – Nossa Cultura).

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CONCLUSÃO
Como vimos aqui neste trabalho, a sistemática de importação e exportação é
um dos pilares da estrutura da empresa, que por ser uma das maiores companhias
de alimentos do mundo a mesma tem sua base nas exportações e importações. Já na
teoria e prática cambial podemos entender melhor como são tratadas as leis que
compõe o sistema de comércio exterior. Com a parte de dinâmica das relações
interpessoais podemos ver a importância que a companhia dá aos seus
colaboradores. E por fim, o endomarketing que tem como objetivo tornar o ambiente
de trabalho um local menos hierárquico.

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REFERÊNCIAS
Sobre a Aurora. Disponível em: <https://www.auroraalimentos.com.br/sobre/aurora>
Acesso em: 09 de novembro de 2018.
BRF. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/BRF> Acesso em: 09 de novembro
de 2018.
Veja O Faturamento BRF E Descubra Detalhes Da Empresa Dona Da Sadia.
Disponível em: <https://www.sunoresearch.com.br/artigos/faturamento-brf/>
Acesso em: 09 de novembro de 2018.
BRF Brasil Foods S.A Disponível em: <http://www.imf.com.br/html/PORT_1629f.html>
Acesso em: 09 de novembro de 2018.
BRF. Disponível em: <https://www.brf-global.com/> Acesso em: 09 de novembro de
2018
Marfrig Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Marfrig> Acesso em: 09 de
novembro de 2018
Minerva Foods Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Minerva_Foods>
Acesso em: 09 de novembro de 2018
Nosso Objetivo Disponível em: <http://corporate.danone.com.br/br/descubra/nossos-
negocios/produtos-lacteos-frescos/estrategia/> Acesso em: 09 de novembro de 2018
Nestlé Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Nestl%C3%A9> Acesso em: 10 de
novembro de 2018
Diretoria, Conselhos e Cômites Disponível em: <http://ri.brf-global.com/pt-
br/governanca-corporativa/diretoria-conselhos-e-comites/> Acesso em 10 de
novembro de 2018
Finanças Sustentáveis Disponível em: <https://www.brf-
global.com/sustentabilidade/como-atuamos/financas-sustentaveis/>
Acesso em 11 de novembro de 2018
Clima Organizacional Disponível em: <http://www.embra.com.br/clima.htm> Acesso
em: 11 de novembro de 2018

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