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República de Angola

Colégio Santa Ana & Noesa


Ensino Particular l

LUANDA – VILA ALICE

2020

República de Angola
Colégio Santa Ana & Noesa
Ensino Particular
Curso gestão empresarial

TEMA:
O impacto da fiscalidade na
diversidade da economia angolana

NOME: DELMO CARLOS PEDRO PEREIRA

Orientador: Osvaldo Miranda Francisco

Trabalho de fim de Curso apresentado ao


Colégio Santa Ana & Noesa – CSN, como
requisito parcial para a conclusão do
Ensino Médio de Gestão Empresarial, sob
orientação do professor Osvaldo Miranda
Francisco.

LUANDA – VILA ALICE

2020

Folha De Aprovação

Tema:
O impacto da fiscalidade na diversidade da economia angolana

Trabalho de fim de Curso apresentado ao Colégio Santa Ana & Noesa – CSN,
como requisito parcial para a conclusão do Ensino Médio de Gestão
Empresarial, sob orientação do professor Osvaldo Miranda Francisco –
Mestrado em Gestão de Recursos Humanos (ULA e mestrado em Ciências
Jurídica Económica e Desenvolvimento (UAN).
Dedicatória

Dedicamos o nosso trabalho primeiramente aos nossos pais por terem nos
dado o capital suficiente e força

Agradecimentos

Primeiramente agradeço a Deus todo-poderoso, por fazer-se presente em


todos os momentos da minha vida, e também ao nosso orientador Osvaldo
Francisco.

Citações: Todos mós devemos contribuir para as despesas do Estado, pagando nossos
impostos para que Estado possa financiar obras e projetos

A nação que tenta prosperar a base de impostos é como homem com pés num balde tentando
levantar-se puxando a alça (Winston Churchill)

As obras públicas não são públicas construídas com o poder miraculoso de uma varinha
mágica. São pagas com os fundos arrecadados dos cidadãos (Winston Churchill)
Resumo:

O governo angolano a está passar por uma crise económica e financeira e procurar cada vez
mais diversificar a sua economia, onde as fontes de receitas eram do sector do petróleo.

E uma das suas maneiras de diversificar a economia é atras da fiscalidade tentando arrecadar
receitas

Existem economia economias que não possuem reservas e nem recursos naturais como:
petróleo e diamantes e mesmo assim têm conseguido a financiar grande parte dos projetos e
programas governamentais.

Inicia-se um projeto o executivo angolano de reforma tributaria que esta conformar adaptar o
sistema fiscal e tributário angolano ao novo cenário que o país apresenta.

O governo pode melhorar sua economia com base numa aposta séria na gestão tributária, que
passa pela cobrança eficiente dos impostos, usar as receitas para uma posta nos recurso
humanos, com a aquisição de uma plataforma tecnológica que garanta um melhor
desempenho combate a corrupção.

Angola deve aproveita todo o potencial e aplica-lo no desempenho.

Na minha opinião, cobrar impostos é construir uma nação de forma eficiente, para orçamento
geral do Estado deixa de depender das receitas petróleo, pelo aumento no volume de
pagamento de impostos.

A fiscalidade tem um impacto positivo na economia já que aumenta as receitas do Estado,


porque sempre que Estado se sentir a apertado vai criar impostos para ter receitas pesando
assim no bolso do cidadão, vistos que aqui Angola as taxas de impostos são muito altas.

Fiscalidade: é um conjunto processo pelo qual há arrecadação de receitas por parte do Estado
tendo em vista a satisfação das necessidades dos cidadãos segundo Josias Miguel.

A Fiscalidade nos ajuda aplica técnicas e metodologia para alcançar um conjunto alvos
estabelecidos pelo governo.

A Fiscalidade e de grande relevância ajuda as empresas a cumpri com as


obrigações fiscais.
A Fiscalidade tem um papel em desempenhar na criação de uma sociedade
equitativa e de uma economia forte. Pode ajudar a combater desigualdades,
não só através apoio a mobilidade social, mas também mediante a redução da
desigualdade dos rendimentos do mercado.
A Fiscalidade trás alguns benefícios tais como: promoção de investimento,
apoio ao emprego redução das desigualdades garantia do cumprimento das
obrigações fiscais.

Justificativa

O tema em estudo é de grande importância, vem para contribuir para o mundo


científico e académico, o mesmo vem facilitar governo a ter uma previsão
futura sobre a fiscalidade nos planos de investimento e no clima de negócios.
Objetivo geral: o objetivo geral deste trabalho é analisar o impacto da fiscalidade na economia
nacional e na vida dos cidadãos.

Objetivo especifico: analisar as ferramentas da fiscalidade, mostrar critérios funcionais da


fiscalidade.

Hipóteses

Para responder o problema levantado apresentamos a seguinte hipóteses:

H1- é possível de com a fiscalidade melhorar economia de um país e


diversificar, também como clima de negócio controlo e avaliação de de
investimento vem trazer mecanismo saudável para avaliar o projeto em estudo.
Fazer o acompanhamento e identificar o mecanismo de implementação.

H2- Não é possível um país a sua economia só depender da fiscalidade, porque


o sistema tributário pode pesar nos cidadãos
Hipóteses

Para responder o problema levantado apresentamos a seguinte hipóteses:

H1- É possível com as técnicas de gestão de projetos visa melhorar a


implementação, controlo e avaliação de um projeto de investimento vem trazer
mecanismo saudável para avaliar o projeto em estudo. Fazer o
acompanhamento e identificar o mecanismo de implementação.

H2- Não é possível com as ferramenta de gestão de projetos visa não melhorar
a implementação funcional do projeto em estudo.
Delimitação Do Tema

Este trabalho delimitou-se no impacto da fiscalidade na economia nacional e na vida dos


cidadãos e nas relações entre empresas referente ao ano 2020.

Metodologia

Para a elaboração desse projeto usou-se as seguintes merologia, quanto a


natureza utilizou-se a pesquisa qualitativa e quantitativa, quanto aos objetivos
utilizou-se a pesquisa descritiva, exploratória, documental de estudo de caso, e
a pesquisa descritiva. Quanto aos instrumentos temos as seguintes técnicas
que são: Questionário, observação e debates de especialistas.

Fundamentação teórica:

O Executivo angolano quer a todo custo utilizando todos os meios, impor a construção de uma
economia formalizada, pois a maioria de sua economia é pouco diversificada e cumpridora de
todos os seus deveres fiscais.
O iva é modelo internacional utilizado nesta economia que executivo quer construir. Esta
forma de se construir uma economia utilizando-se de lógicas fiscais coercivas não é forma mais
inteligente para a construção de uma economia mais equilibrada, diversificada e funcional.

Para se construir uma nova economia focada fiscalidade é preciso que maior parte da
economia esteja formalizada, senão quebra-se os elos que unem este processo fiscal
económico.

Para que todas empresas informais se organizem, sem sobrecargas fiscais, passem a cumprir
com os seus deveres.

Se não houver por parte do executivo angolano uma forte motivação para uma economia mais
formalizada e desenvolvidas, através de medidas económicas e fiscais mais equilibradas,
certamente resultados continuarão a ser muito fracos e continuaremos em discussões
repetitivas e confusa, levando em conta que nosso estado é um Estado patrimonial não fiscal.
As receitas arrecadadas através dos impostos podem não ser não surtir efeito desejado aos
cidadãos ou Estado através da redistribuição do rendimento para grande parte da população
desfavorecida e ainda pelo facto do imposto ser unilateral.

Embora assistirmos uma redução do imposto industrial os encargos, sendo este o peso de
impostos que serão pagos pelas empresas.

O impacto da fiscalidade na economia angolana venha surtir um efeito domino sobretudo no


sector privado, permitindo desta forma o surgimento de mais empresas, fuga fisco e maior
rentabilidade, que permitira certa forma a mão- de- obra desempregada gerando renda e
consumo e economicamente poupança que são os combustíveis da economia angolana
necessita para que possa retomar a velocidade cruzeiro no seu crescimento e proporcionar
melhor condições de vida aos angolanos.

Considerações finais

A fiscalidade tem impacto positivo na diversidade da economia, mas o Estado não deve só
apostar na fiscalidade visto aqui em Angola o sistema tributário pesado nos cidadãos, tal como
temos visto IVA