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Relatório 5:

Tema: Filosofia Medieval e


Renascimento

Socializar Conhecimento e Promover


Inclusão.
A Idade Média foi um longo período
da história que se estendeu do
século V ao século XV. Seu início foi
marcado pela queda do Império
Romano do Ocidente, em 476, e o
fim, pela tomada de Constantinopla
pelos turcos em 1453, durante a
transição para a Idade Moderna.
Imperadores Constantino (312) e
Teodósio (380)
Filósofos Principais: Santo Agostinho
e Santo Tomaz de Aquino
São Padres Católicos, defendem a
Doutrina do Catolicismo.
A Patrística compreende o período
do século I ao século VII e se
desenvolve a partir das pregações
dos primeiros padres da
Igreja.
Santo Agostinho (354 d.C. - 430 d.C.)
“É preciso compreender para crer, e
crer para compreender. ”
“No que diz respeito a todas as
coisas que compreendemos, não
consultamos a voz de quem fala, a
qual soa por fora, mas a verdade que
dentro de nós preside a própria
mente, incitados talvez pelas
palavras a consultá-la. Quem é
consultado ensina verdadeiramente
e este é Cristo, que habita, como foi
dito, no homem interior. ”
Filosofia Escolástica: Surgiu na
Europa no século IX e permaneceu
até o início da Renascimento, no
século XVI.
A Educação Escolástica tinha como
objetivo principal acabar com as
dúvidas e controvérsias sobre a
existência de Deus e os dogmas da
Igreja, através da argumentação que
unia a crença cristã à luz da fé
(teologia) e à lógica aristotélica –
razão (filosofia).
O objeto das virtudes teológicas é o
próprio Deus, que é a última
finalidade de tudo e acima do
conhecimento da nossa razão. Por
outro lado, o objeto das virtudes
morais e intelectuais é algo
compreensível à razão humana. ”
Humanismo, antropocentrismo e
naturalismo são as características na
Arte, Filosofia Renascentista.
Humanismo: Resgatar da capacidade
do Homem em produzir o
conhecimento.
A arte renascentista tem como
características a valorização do
homem, a inspiração dos modelos
greco-romanos, perfeição das formas
etc.
Galileu Galilei (1564-1642)
Heliocentrência, não é o Hélio no
centro de tudo (bem que poderia
ser), mas o sol o centro do universo.
Sidereus Nuncius (Mensageiro
Sideral): suas descrições feitas pelo
novo telescópio.
Nicolau Copérnico (1473 — 1543).
“Em questões de ciência, a
autoridade de milhares não vale o
humilde raciocínio de um único
indivíduo”.
“Não me sinto obrigado a acreditar
que o mesmo Deus que nos dotou de
sentidos, razão e intelecto, pretenda
que não os utilizemos”.
A Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz
(RJ) e Instituto Butantan (USP-SP).
Martinho Lutero (1483-1546).
“E é evidente que pela lei ninguém
será justificado diante de Deus,
porque o justo viverá pela fé”;
Gálatas 3:11.
O sacerdócio universal: não tem mais
autoridade entre Deus e os homens
ou todos são iguais diante de Deus.
1 Pedro 2:9 “Porém, vós sois geração
eleita, sacerdócio real, nação santa,
povo de propriedade exclusiva de
Deus, cujo propósito é proclamar as
grandezas daquele que vos convocou
das trevas para sua maravilhosa luz”;
Thomas More, Thomas Morus ou
Tomás Moro (Londres, 1478 —
Londres, 1535)
A Utopia: lugar que não existe ainda,
mas que pode vir a existir.
No campo da ética/ontologia: ao
contrário do que pregava a igreja,
fundamentada na doutrina do
pecado original, o homem é
naturalmente bom.
“A propriedade privada é a essência
das mazelas do homem, que deveria
subordinar os interesses individuais
aos coletivos.”
“Um governante que vive
solitariamente no luxo e nos
prazeres, enquanto à sua volta todos
vivem em meio ao sofrimento e
lamentações, estará atuando antes
como carcereiro do que como um
rei.”
“Tal como um médico incapaz, que
não sabe tratar de um mal senão por
um mal maior, o soberano que só
sabe governar seus súditos privando-
os de todas as comodidades da
existência, reconhece abertamente
que é incapaz de comandar homens
livres.”
“O prazer nunca deve ser
desonesto.”
Nicolau Maquiavel (Florença, 1469
— Florença, 1527)
Obra principal: O Príncipe
A Política está acima da ética
Fortuna representa uma deusa
grega, uma mulher escolhe entre os
mais viris ou como maior Virtù.
“Virtù (coragem, valor, capacidade,
eficácia política).”;
‘’Fortuna”,(sorte, acaso, influência
das circunstâncias). Virtu é a
capacidade do governante em saber
lidar com as circunstâncias.
O Príncipe, dedicado a Lourenço de
Médici. Nessa obra, o autor sugeriu
as condições necessárias para que
um soberano absoluto fosse capaz
de conquistar, reinar e,
principalmente, manter seu poder.