OS
APARELHOS
FUNCIONAIS
Diminuir os preconceitos...
e aumentar o senso crítico!
ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS
MAXILARES
• HISTÓRICO
1827 - Norman Kingsley - placa acrílica com plano inclinado.
1902 - Pierre Robbin - monobloco expansão bimaxilar
1918 - Alfred Roger - exercício maxilar
1936 - Andresen - aparelho passivo com folga transferia estímulos
1950 - Bimler - classificou três tipos de malclusões - aparelho para cada tipo
.
1952 - Balters - Bionator esqueleto do ativador - posição da língua
1966 - Frankel - normalizador de função
1986 - Pedro Planas - filosofia da RNO
1995 - Lino - Bioajustador - princípios ortopédicos
Ortopedia Funcional dos
Maxilares
Busca promover mudanças ortopédicas , através do redirecionamento do
crescimento dos maxilares e normalização das funções bucais
alteradas (respiração, deglutição, fonação)
Utiliza-se de forças naturais (musculares), que exercem estímulos
positivos, atuando como matriz funcional no crescimento ósseo
A Ortopedia Facial busca, durante o período de crescimento ativo,
orientar e direcionar o crescimento da maxila e da mandíbula para
uma harmonia facial através da ação dos aparelhos.
DISPOSITIVOS
PROPULSORES DA
MANDÍBULA
• REGISTRO DA MORDIDA CONSTRUIDA:
é registrada, em cera, para posicionar os modelos de
trabalho , com a mandíbula avançada,na posição
desejada no final do tratamento, ou parte deste
avanço.
HIPERATIVIDADE DO MÚSCULO PTERIGOIDEO LATERAL
DISPOSITIVOS
PROPULSORES DA
MANDÍBULA
SÍNDROME DE PIERRE ROBIN OU MICROMANDÍBULA OU GLOSSOPTOSE
O ATIVADOR - 1939
ANDRESEN e HAÜPL
O ATIVADOR DE ANDRESEN
O ATIVADOR HARVOLD
• Derivado do aparelho original de
Andresen
• Usado em má oclusão de Classe II
• Pode ser modificado para má oclusão de
Classe III
cobertura do incisal inferior
extensão máxima lingual sobre o mucoperiósteo
mandibular
os dentes inferiores posteriores não tocam no
Reativação:
1° cortar o
aparelho em 2
partes na
cobertura
oclusal
2° reposicionar
para anterior e
unir as partes
O HIPERATIVADOR – LSU – LOUISIANA STATE UNIVERSITY
APARELHOS REGULADORES DE
FUNÇÃO DE FRÄNKEL
FR I – PARA CORREÇÃO DA CLASSE I E CLASSE II, DIV. 1ª.
FR II – PARA CORREÇÃO DA CLASSE II, DIV. 1 ª E DIV. 2 ª.
FR III – PARA CORREÇÃO DA CLASSE III.
FR IV – PARA CORREÇÃO DAS MORDIDAS ABERTAS E DA BIPROTRUSÃO.
O aparelho de Fränkel está confinado ao vestíbulo oral, mantendo
afastada a musculatura bucal e labial da dentição , naquelas
áreas onde a pressão nas estruturas dentoalveolares restringiria
APARELHO FRÄNKEL II
APARELHO FRÄNKEL III
APARELHO FRÄNKEL IV
APARELHO FRÄNKEL V
D- escudos bucais
C- escudos labiais
B- alça canina
A- arco vestibular
A- arco palatino - mola Coffin
C- apoio oclusal
c B-alças caninas
B- alça canina
C- mola Coffin
D- mola incisivos
F- escudo lingual
ADAPTAÇÃO DO ESCUDO ANTERIOR:
B – desgaste do gesso
C- adaptação incorreta
D - adaptação correta
EXERCÍCIOS DE FORTALECIMENTO DA MUSCULATURA PERIORAL
Ortopedia no plano transversal
Por que levar 30 meses para realizar o trabalho, se tudo
que voce quer é expansão/disjunção???
Terry A. Sellke
•Haas
•Hirax
•Quad helix
BIONATOR DE BALTERS = MODIFICAÇÃO DO ATIVADOR
DR. BALTERS – FIO 0,8 – 0,9 mm
Corpo em acrílco (com ou sem recobrimento
oclusal)
• Mola Coffin
• Arco vestibular com extensão posterior
(bucinador)
INDICAÇÕES:
- má oclusão de classe II por deficiência
mandibular
- dentadura mista ou permanente precoce
(??)
- padrão de crescimento braqui ou meso
- hábito de respiração bucal
- interposição e postura anormal da língua
- contenção
O BIONATOR AMERICANO
WITZIG E SPAHL – DÉCADA DE 80
• Mola Coffin
• Arco palatino
• Arco vestibular (sem
extensão posterior)
• Acrílico:
• Inferior:
recobre as faces oclusais e linguais , de distal a distal de 1°
molares permanentes inferiores.
• Recobre-se os incisivos inferiores com levantamento de 3 a
4 mm da mordida.
• Superior:
apoio na região dos dentes posteriores
APARELHO DE BIMLER
São aparelhos flexíveis que
possuem alças e arcos
conectados através do acrílico
suportado pela mucosa palatina
Variações:
• Tipo A Classe II,
divisão 1
• Tipo B Classe II,
divisão 2
Incisivos protruídos
• Tipo A arco labial
superior
- arco labiolingual inferior
- aletas acrílicas palatinas
Incisivos retruídos
• Tipo B arco labiolingual
inferior
- arco de inclinação labial
superior
- mola nos incisivos laterais
Incisivos cruzados
• Tipo C apoio oclusal de fio
- o arco labial superior toca os
incisivos inferiores
- molas frontais superiores
(incisivos)
- barra ondulada inferior ( em
Ativador Elástico de
Klammt
• Um dos
discípulos de
Bimler
Ativador
Aberto
Elástico de
Klammt
- 2 blocos de acrílico (de canino ao molar) unidos por uma mola Coffin
- Arco vestibular superior e inferior
- Fios guias na lingual e palatina dos incisivos
- Nas Classe III : protetor labial superior
- Nas mordida s abertas anteriores: grade lingual
Ativador Aberto Elástico de Klammt
Twin Block
composto por dois blocos , um em cada
maxilar, possuem planos inclinados que ao se
encontrarem , posicionam a mandíbula para
a frente.
superior: similar à placa de Hawley, com
cobertura
oclusal e um plano inclinado na região
mesial do 2º premolar
Bloco inferior: a cobertura oclusal é
feita até a região dos pré-molares;
pode haver cobertura dos incisivos
inferiores
APARELHO DE HERBST
pancherz bandas nos 1°molares superiores e 1° pm
inferiores + bandas nos 1° pm superiores e
1°molares inferiores, unidos por fio soldado por
lingual
howe (adaptado por mcnamara) cobertura oclusal de
acrílico dos dentes posteriores superiores e
inferiores; o superior pode ser fixo ou removível e o
inferior é sempre removível.
larry white utilizou coroas de aço nos 1°molares
superiores e acrílico no arco inferior; o superior é
fixo e o inferior é removível.
As bandas são cimentadas nos
dentes e estão conectadas através
de um pistão e um tubo, que
posicionam a mandíbula para
frente
Avanço: (Mordida construida) :
• até 6mm de overjet 1 avanço
• 7 a 10mm de overjet 2 avanços
• acima de 11mm 3 avanços
Reativação do aparelho:
espaçadores no pistão (com intervalo
mínimo de 4 meses de uso )
• O deslocamento contínuo anterior da
mandíbula promove uma remodelação da
ATM, mantendo a mandíbula bem
posicionada em relação à maxila ao final do
tratamento.
• Desvantagens:
Excessiva inclinação dos incisivos
inferiores para vestibular
Necessidade de um período de
contenção com o ativador para que se
consiga as alterações esqueléticas
necessárias com o tratamento.
O JASPER JUMPER
Criado pelo Dr. James Jasper,
o Jasper Jumper é designado para produzir rápidas
mudanças intermaxilares ligando as arcadas dentárias...
bilateral, fixo, flexivel, intraoral que promove forças suaves
e continuas
O Jasper Jumper utiliza . .
. “Pulling
“Pushing Forces”
Forces”
O Aparelho é
Fixo e
não requer a Pulling
• efeito intrusivo cooperação do
paciente
Forces:
• tem um efeito extrusivo
• 90° ao eixo y
• O vetor de força é paralelo ao eixo facial
• Os elásticos interferem na
•O aparelho por ser flexível permite mastigação mastigação e requer cooperaç
•Sendo um aparelho fixo , não requer cooperação
do paciente.
OS COMPONENTES DO JAPER JUMPER
Pino
bola
Stop
bola
PROPULSOR FIXO
DA MANDÍBULA
INÍCIO
A BIPROTRUSÃO AUMENTOU ...
05/86
INÍCIO DO TRATAMENTO EM 05/86 - 13a. 11m.
RADIOGRAFIA PANORÂMICA INICIAL: 05/86
TELERADIOGRAFIA INICIAL: 05/86
CEFALOGRAMA INICIAL: 07/86
09/86
ARCOS UTILIDADE SUPERIOR E INFERIOR PARA NIVELAMENTO DAS
ARCADAS E ABERTURA DA MORDIDA
02/87
APARELHO DE HERBST COLOCADO
Reabilitação Neuro Oclusal – RNO de Pedro PLANAS
• Princípio de Claude Bernard
“A FUNÇÃO CRIA O ÓRGÃO,O ÓRGÃO PROPORCIONA A
FUNÇÃO ”
A RNO é baseada nesta filosofia
Onde, quando e como atuar sobre os centros neurais
receptores
Excitar fisiologicamente e na medida necessária
• RNO
PRINCÍPIO FISIOLÓGICO
Falta da função mastigatória -etiologia dos problemas do sistema
estomatognático
Baseia-se na excitação neural das ATM e do periodonto
Combatida por autores que atribuem à genética e hereditariedade
Terapêuticas tardias, traumáticas e mutilantes.
Deve ser usada sem maltratar a genética nem a biotipologia
É a parte da medicina estomatognática que estuda a etiologia e a gênesis das
alterações funcionais e morfológicas do sistema estomatognático
Não pode esperar - etiologia
Para diagnosticar o patológico é imprescindível conhecer o normal em relação
a forma e ao tempo
Normal em uma idade - patológico em outra
RNO - PLANAS
Aparelhos de Planas
• construção de um plano oclusal virtual (em acrílico), visando uma
melhor remodelação do plano oclusal funcional do paciente.
• Parte inferior não se fixa na superior.
Indicação Clínica
• Normoclusão:As pistas devem estar paralelas ao plano oclusal do
paciente.
• Nas distoclusões :As pistas devem ter uma inclinação póstero-anterior
para cima (15°)
• Nas mesioclusões As pistas devem estar com uma inclinação
ântero-posterior para cima
• APARATOLOGIA
Placas planas com pistas de rodagem
Atuação - durante todo dia e noite
Carregar a bateria (refeições) e colocar após para dirigir a
descarga
Expansões até 10mm
Preparar a boca para a colocação
RNO - PLANAS
• APARATOLOGIA
Placas planas com pistas de rodagem para disto oclusões
Corrigir as posições distais da mandíbula
Pistas para cima no sentido póstero-anterior
Ao fechar a boca o paciente buscará a posição + cômoda até a
neutroclusão
RNO - PLANAS
• APARATOLOGIA
Placas planas com pistas de rodagem para mésio-oclusões
Pistas para cima no sentido ântero-posterior
Impede que a mandíbula avance mais.
RNO - PLANAS
• AJUSTE DAS PISTAS
• PISTAS INDIRETAS PLANAS COMPOSTAS:
APARELHO DE PLANAS
• As placas planas são conectadas entre si através
de um tubo telescópico e um arco de condução.
• Equiplan:
• Estimular o desenvolvimento vertical
• Atuação clínica significante na mandíbula.
Equilibrador de Planas
• Lei Planas do Desenvolvimento Vertical
Aparelho expansor tipo McNamara e máscara
facial para avançar a maxila;
03/2003
início 12 meses
13 anos
26/08/13
26/08/13
28/01/14
26/08/13
28/01/14
Arco utilidade
E
Elásticos cl II
07/86
INÍCIO DO TRATAMENTO: 07/86 – 08 a. 11m.
FOTOS DE FRENTE E PERFIL INICIAIS
RADIOGRAFIA PANORÂMICA INICIAL: 05/86
RADIOGRAFIA CEFALOMÉTRICA INICIAL: 05/86
CEFALOGRAMA INICIAL
10/86
COLOCAÇÃO DO APARELHO FRÄNKEL II
08/87
FOTOS DE FRENTE E PERFIL COM A PACIENTE USANDO O
APARELHO FRÄNKEL II
RADIOGRAFIA CEFALOMÉTRICA COM O APARELHO FRÄNKEL II COLOCADO: 08/87
05/88
RADIOGRAFIA CEFALOMÉTRICA APÓS 20 MESES DE USO DO APARELHO FRÄNKEL II: 03/88
RADIOGRAFIA CEFALOMÉTRICA APÓS 20 MESES DE USO DO APARELHO FRÄNKEL II: 03/88
CEFALOGRAMA DO EFEITO DO FRÄNKEL II APÓS 20 MESES DE USO
SOBREPOSIÇÕES INÍCIO E EFEITO DO APARELHO FRÄNKEL II APÓS 20 MESES DE USO
TRAÇADO DO VTO PARA PLANEJAMENTO DA CORREÇÃO COM A TERAPIA BIOPROGRESSIVA
SOBREPOSIÇÕES DOS CEFALOGRAMAS FINAL FRÄNKEL E VTO
07/88
ARCOS UTILIDADE .016” x .016” ELGILOY AZUL COM ALÇAS
09/88
ARCOS UTILIDADE SUPERIOR E INFERIOR
12/88
ARCOS UTILIDADE SUPERIOR E INFERIOR + SECCIONAIS DE
NIVELAMENTO COM ALÇAS
03/89
ARCO UTILIDADE SUPERIOR DE RETRAÇÃO INCISAL + ARCO
IDEAL INFERIOR + EL. CL. II
08/89
ARCOS IDEAIS COORDENADOS
03/90
TÉRMINO DO TRATAMENTO: 03/90 - DURAÇÃO: 3 ANOS E 8 MESES
FOTOS DE FRENTE E PERFIL FINAIS
RADIOGRAFIA PANORÂMICA FINAL: 07/90
RADIOGRAFIA CEFALOMÉTRICA FINAL: 07/90
CEFALOGRAMA AO TÉRMINO DO TRATAMENTO
SOBREPOSIÇÕES VTO E FINAL
07/86
03/90
ANTES E DEPOIS DA CORREÇÃO
..\..\CASOS CLÍNICOS\Classe II\DIV. 1a\1) SEM
EXTRAÇÕES\130.ppt
..\..\CASOS CLÍNICOS\Classe II\DIV. 1a\1) SEM
EXTRAÇÕES\848.ppt
..\..\CASOS CLÍNICOS\Classe II\DIV. 1a\2) COM
EXTRAÇÕES\883.ppt
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